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MARIA EDUARDA FREITAS 17/2/22 Definição de asma ➔ “ Distúrbio inflamatório crônico das vias aéreas que determina hiperresponsividade das mesmas e que leva a episódios recorrentes de sibilância, dispnéia, aperto no peito e tosse, particularmente à noite ou no início da manhã (justamente quando se tem a virada da temperatura). São associados geralmente a uma obstrução variável ao fluxo aéreo que é frequentemente reversível espontaneamente ou com tratamento " ➔ Vão ter uma via aérea mais suscetível, logo, ela é mais hiper-responsiva, então vai ver que tem algum desencadeante onde essa via aérea vai estar sempre inflamada. ➔ Sibilo: Via aérea fechando, e na hora que o ar vai passar por uma via aérea estreita, ele afiná-la e faz o som. ➔ Dependendo do tamanho da obstrução, as vezes pode oscilar com a própria temperatura, então de manha ele fecha mais e a criança fica mais fechada e no fim do dia ele pode ficar melhor (ex). ➔ Uma pessoa que tem asma, ela já tem uma via aérea inflamada, e com o ar- condicionado (cheio de pó) e ela vai começar a chiar, mas na hora que sai do ambiente e as vezes sem medicação acaba resolve o problema, já que ela é muito responsiva ao ambiente. ➔ O lactente sibilante é o meio do caminho entre crianças que tem bronquiolite e crianças asmáticas. Onde ele vai ter de 28 dias até 2- até 3 anos; onde os critérios vão ser: uma sibilância persistente, o lactente sibilante está no meio do caminho (onde fica na dúvida se é uma bronquiolite ou se ele tem um pulmão hiper-responsivo e vai virar um asmático), a sibilância persistente durante 1 mês ou três episódios de broncoespasmo de sibilância por 2 meses consecutivos; ➔ É muito importante saber se é um lactente sibilante, já que vai ter grande chance de desenvolver asma; normalmente o lactente sibilante pode cursar com dermatite atópica e rinite; ele vai responder ao beta2, já que ele tem um componente já asmático, ou seja, uma inflamação crônica, de um pulmão hiper-responsivo. Por que é importante? ➔ Prevalência elevada: 0,7 a 18,4% da população em geral. ➔ 300 milhões de pessoas com a doença no mundo –aprox. - 20 milhões de asmáticos no Brasil. ➔ Na américa do norte – 10 % população tem asma ➔ A prevalência vem aumentando em 50 % a cada década→Já que ela é uma doença que depende do ambiente, onde o ambiente agora é mais poluído, variações abruptas de temperatura. Figura 1-Worldwide prevalence of clinical asthma. Reproduced with permission from Masoli et al. OBS: Não é que na África não tem asma, é que não tem dados. Figura 2-Asthma case fatality rates worldwide (deaths/100,000 cases). Reproduced with permission from Masoli et al.4 ➔ A asma é uma doença que pode até reverter sem tratamento, mas ela é uma doença crônica, não tem cura e ela pode levar a morte; logo, além de ter uma taxa de MARIA EDUARDA FREITAS 17/2/22 prevalência, vai ter uma alta taxa de mortalidade. ➔ Prevalência elevada: no Brasil - 350.000 internações por asma/ano. ➔ A mortalidade é crescente em algumas regiões, correspondendo a 5 a 10% das mortes por causas respiratórias nos países em desenvolvimento. Incidência da gravidade Situações de risco ➔ Grande frequência de crises de asma grave. ➔ Uma pergunta que sempre faz para a família é de quanto foi a crise no último mês, já que o tratamento ambulatorial de asma é como se fosse uma escadinha, onde sempre faz quatro perguntas: • 1- Nas duas últimas semanas, você precisou da bombinha? • 2-Nas duas últimas semanas, você acordou no meio da noite com falta de ar? • 3-Nas duas últimas semanas você teve sintoma (tosse, falta de ar, aperto no peito) • 4-Nas duas últimas semanas, você teve limitação da atividade física? Se responder sim para qualquer uma dessas perguntas, vai ter que instituir o tratamento crônico, se ela responder não, vai poder diminuir o corticoide. ➔ Início súbito de broncoobstrução grave. ➔ História familiar de asma (se os pais e avos tem asma, lembrando que rinite, asma e dermatite podem ser da mesma doença, então tem que ver se a família tem essas outras doenças ➔ Idade menor que 3 anos (já que a via aérea é menor, onde pode acabar levando a um grau de obstrução maior) ➔ Baixo nível sócio econômico e cultural (a asma se não trata direito, se não ensina e se não tem grande acesso aos hospitais pode ser relativamente grave. ➔ Uso frequente ou redução de corticoterapia no mês prévio ao episódio atual. ➔ Necessidade de internação prévia em UTI com ou sem necessidade de ventilação mecânica (é uma criança que toda vez que chegar com a crise vai ter que levantar um sinal de alarme, já que é uma situação de risco bem importante) Diagnostico ➔ 50 % das crianças terão 1 BCO (broncoespasmo que é a bronquiolite), 1º ano de vida. ➔ Diagnostico, baseados em critérios clínicos antes dos 5 anos (difícil provas objetivas). Na criança ele é CLÍNICO, é muito difícil ficar fazendo prova de função pulmonar nelas. Logo, o diagnostico vai ser baseado em crises de broncoespasmos, história familiar, índice socioeconômico, necessidade de aerolin, como é o sintoma (se some, se precisa de medicação), como evolui a crise asmática desse paciente... • Sintomas / Evolução / Antecedentes / H. Familiar Diagnostico diferencial • Rinossinusite • Broncodisplasia • Cardiopatias • Drge / fístulas t-e / disfagia • Fibrose cística / tuberculose • Corpo estranho MARIA EDUARDA FREITAS 17/2/22 • Tuberculose • Imunodeficiências • Síndrome do pânico • Neoplasias compressivas • Bronquiolite • Bronquiectasias • Hipertensão pulmonar • Sequestro pulmonares ➔ Crianças chiadoras, pode ser por DRGE, já que ele vai ficar refluindo e faz broncoaspiração ➔ Diferença bronquiolite de uma asma: Lembrando que a bronquiolite tem uma história natural bem definida começando com IVAS, chega no terceiro ao quinto dia vai chiar; já a asma no primeiro dia já começa e sabe que piora de manhã e à noite. E normalmente menor de 2 anos vai ser bronquiolite; ➔ Asma é uma inflamação que começa e a partir dos 2/3 anos já vai ter uma mucosa toda inflamada, então a asma normalmente vai falar que é manifestada após essa idade. Ela não vai ter uma história definida, a criança já vai começar cansada e diferente da bronquiolite que não responde ao beta2, na asma vai responder muito bem (já que é uma inflamação crônica, então ele vai abrir a via aérea) ➔ A bronquiolite responde ao VIRUS! ➔ A asma que não dá beta2 ou corticoide, ela vai continuar inflamada e potencialmente grave, independente do dia. ➔ Normalmente a bronquiolite o calibre diminui por excesso de secreção pelo vírus, já a asma é por inflamação crônica e hiper- responsividade; onde o salbutamol a ideia é abrir o pulmão, deixando de chiar, já que o ar vai conseguir passar por um “buraco” maior. ➔ Raio X: Na bronquiolite vai ver um bronco aéreo, o brônquio vai estar com um halo maior; na asma não tem como caracterizar o brônquio como característica de asma, mas nas asmas crônicas pode ter alterações (ex um asmático que nunca fez tratamento e o pulmão fibrosou, ele é mais hiper insuflado, onde ele vai acumulando o ar), mas na crise aguda não vai ter sinal no Raio-x. Manifestações sugestivas de asma ➔ (+) De 1 episódio bco ao mês ➔ Tosse ou sibilos matutinos (quando aumenta a pressão: choro, riso, exercício) ➔ Tosse não associada a ivas ➔ Presença de rinite, dermatite atópica→Marcha atópica: progressão sequencial de condições alérgicas diferentes observada a partir dos primeiros anos de vida. Em geral, a dermatite atópica(DA) é a primeira manifestação clínica da marcha atópica, seguida de asma e/ou rinite alérgica. ➔ Hx familiar de atopia / boa resposta a b2 Diagnóstico – critérios sugestivos ➔ Critérios maiores • História de atopia • Diagnóstico de dermatite atópica ➔ Critérios menores • Bco (broncoespasmos) sem ivas • Rinite sem ivas • Eosinofilia > 4 % no hemograma Diagnostico-exame físico ➔ Estertores – mv pouco audível, inaudível-> é o fino • A Pneumonia se der beta2 não muda o estertor, já a asma MUDA ou diminui com beta2 ➔ Presença de sibilos – ins e ou expiratórios→ O ar está com dificuldade de sair do pulmão, então vai ver uma criança fazendo uma pressão para tentar tirar o ar (lembrando que a asma é ar represado, pois não consegue sair por inflamação dos calibres) ➔ Presença de esforço respiratório→tiragem inter-subcostal, ➔ Tiragem ascendente ( TSC à TIC à TSE à ALETA) ➔ Deterioração- bradipneia, cianose pausa, apneia MARIA EDUARDA FREITAS 17/2/22 OBS: Pode ter asma com desconforto e asma com insuficiência, logo, tem que saber diferenciar muito bem. Desconforto é quando a via aérea está aberta, ela vai estar taquipneica, aumento do esforço (tiragem, retração), pode ter batimento de asma; mas o fluxo de ar está entrando, taquicardíaca; já na insuficiência normalmente a via aérea não está preservada, ela vai estar Bradpnéia, apneica, o fluxo de ar não está entrando, ela vai estar letárgica. ➔ O desconforto é uma evolução para a insuficiência respiratória. FR normal por idade Pico de fluxo expiratório- VEF1 ➔ A medida do pico de fluxo expiratório aos 15 min na condução da asma aguda na emergência, é um instrumento útil na avaliação prognóstica. ➔ PEF 1 > 40 % favorável ➔ PEF 1 < 30 % desfavorável. Ex: saber o tipo da asma (como leve, moderada e grave) vai acabar mudando a conduta. ➔ Chegou uma criança, com vários episódios em um mês, está com dor no peito, está sibilando, a partir disso vai ter que classificar ela; vai ter que ver o grau de dispneia dela, se ela está usando muito a musculatura acessória, como está a frequência cardíaca. MARIA EDUARDA FREITAS 17/2/22 Managing exacerbations in acute care settings Asma em crianças no OS- Jornal brasileiro de pneumologia 2012 ➔ Asma grave saturação abaixo de 94 ➔ Asma leve: saturação 96 Tratamento ➔ Etapas • 1ª Broncodilatador inalatório com O2 • 2ª Corticóide oral ou IV ➔ Inaloterapia com B2 X Venoso • Baixas doses de broncodilatador • Menores efeitos adversos • Maior efeito terapêutico se pulmão aberto ➔ Sempre vai preferir começar a inaloterapia com B2 não venoso, já que com baixas doses, menor vai ser o efeito adverso e maior o efeito terapêutico, então todas as vezes que está fazendo um tratamento de asma em uma criança, tem que tentar pelo menos inalar. ➔ Broncoconstrição B-Agonistas Uso: ➔ Fenoterol • > efeitos colaterais = obsoleto - usado em países 3º mundo • Início de ação → 5min / Máximo → 15-30min / Duração → 4 a 6 h • Mas ainda tem que saber as doses de fenoterol, já que as vezes no MARIA EDUARDA FREITAS 17/2/22 SUS só tem a opção desse medicamento. ➔ Salbutamol → Seletivo • < Efeitos Colaterais (Taquicardia e tremores) • Início de ação → 5min / Máximo → 15-30min / Duração → 4 a 6 h • Mesmo em adolescentes, é a melhor maneira. Ex: Chegou um paciente com uma crise asmática no pronto socorro, onde ele está chiando. Vai ter que começar a perguntas algumas coisas sobre ele, sendo a impressão inicial dele, paciente está com uma aparência letárgica e com alteração do nível de consciência; na respiração ele está taquidispneico, está com tiragem subcostal + retração de fúrcula; pulmão está hiperinsuflado; a circulação vai ver que ele está descorado/pálido. Para esse paciente, seria bom usar uma mascara reinalante. ➔ Depois que se faz a impressão inicial, onde deduziu que é um asmático, a partir disso, tem que fazer a avaliação primaria (ABCDF): • A- via aérea, onde vai saber se a asma está obstruindo a via aérea. EX: A criança está com o pescoço caído, logo, a via aérea não vai estar boa, onde o paciente já é asmático e tem a dificuldade do ar sair, então, a primeira coisa que tem que fazer é reposicionar ela para abrir a via aérea, onde vai colocar um coxim interescapular. • B- são 5 parâmetros: Frequência respiratória (no ex a criança tem 65 IMP, então esta taquipneico), saturação (estava por volta de 93% e na hora que reposicionou e ofereceu a mascara não reinalante foi para 98%); ausculta (murmúrios diminuídos bilateralmente com sibilos difusos bilaterais), expansibilidade (simétrico) e tiragem sub-intercostal, onde vai ter que realizar uma intervenção com o uso de salbutamol • Como vai ser a intervenção? Vai acoplar o salbutamol 100 mcg/kg; onde vai realizar 4 puff de 20 em 20 minutos. ➔ Impressão inicial é um parâmetro que se fala de respiração, aparência e circulação. ➔ O que observar: se ele está caído ou não, se está com tônus muscular, sem tem resposta verbal, como está o esforço, se ele tem som respiratório audível, se ele está com a frequência respiratória, se está usando musculatura acessória, se ele está em uma posição tentando abrir a via aérea. Inaloterapia ➔ Tem duas formas de usar o B2, com soro o fenoterol ou usar o salbutamol que acopla na máscara e espaçador. Entre essas duas, o salbutamol é a melhor opção; ➔ Quando a criança faz a inalação com fenoterol, o inalador de um lado e a criança do outro com ela chorando, ou seja, a medicação vai acabar não entrando, já que o B2 tem que estar no pulmão; já o salbutamol com asma, mesmo que a criança chore ele vai entrar, sendo até favorável esse choro, já que vai passar mais para o pulmão (desde que a mascara esteja bem vedada, na base nasal até o queixo) ➔ Quando a criança é maior, vai colocar a boca direto no bocal, já em crianças menores vai colocar o bocal na máscara. É para respirar normal, nem mais rápido e nem devagar. MARIA EDUARDA FREITAS 17/2/22 Aerossol dosimetrado X NBZ na crise aguda de asma – Salbutamol Concentrações Plasmáticas de ß2- agonista na Asma Aguda ➔ Dose de 0.15 mg / kg (nebulização) Vs ➔ 1 puff /2 kg (spray) = 50 mcg/kg. Resultou nas mesmas concentrações plasmáticas de salbutamol (depois de 3 intervenções terapêuticas - 1 hora) ➔ Resumindo: Vai fazer um ciclo de salbutamol, onde vai fazer 4 puffs de 20 em 20 minutos. Em 20 minutos vai fazer 3 vezes. Como é uma inflamação crônica, vai associar corticoide, já que vai tentar manter essa via aérea não tanto inflamada, podendo utilizar prednisolona. Depois que realiza os 4 puff de 100 a cada 20 minutos e vai reavaliar o paciente depois de 1h. Inaloterapia ➔ Salbutamol 100 mcg/jato ➔ Uso: 100 a 400 ug (1 por vez – 5 ipm) ➔ Em inalador dosimetrado (Aerocâmera ou peça bucal - 10”) a cada 20 min. Máx: 1000 mcg por vez (casos graves) ➔ Faz de 20 em 20 minutos, já que a concentração cai muito rápido ➔ Dose do salbutamol varia com a idade: onde menor que 2 anos a capacidade de absorção é pequena e maior que 2 anos é maior MARIA EDUARDA FREITAS 17/2/22 ➔ Ipratrópio-->diminui a chance de internação, logo, ele vai ser associado nas crises graves ➔ Ipratropium é um Atrovent, que é um anticolinérgico; onde nas crises graves pode associar ele com o salbutamol. ➔ O ipratropium diminui a chance de internação, onde a ideia é usar o broncodilatador para abrir o pulmão e o ipratropium para diminuira Hiperresponsividade. Se não melhorar vai associar o corticoide, que é a prednisolona e a metilprednisolona; e se no fim não melhorar vai utilizar o endovenoso Tratamento hospitalar Emergência ➔ Β2 Agonista ( Salbutamol) • 0,15 mg/kg/dose – 1gt / 2 Kg ( Mín 3 Gotas / Máx: 5 mg/dose) de 20/20 min → (até 6 vezes) - com oxigênio de 6 a 10 l/min Intervalo - reavaliações. Β – Agonistas via Nebulizador Uso: ➔ Adquirir micronebulizador ➔ Diluir dose da medicação em 3 ml de soro fisiológico ➔ Conectar a uma fonte de o2 de 6 a 10 litros/ min ➔ Adaptar a máscara ao paciente e cobrir boca e narinas ➔ Distâncias maiores que 2 cm perdem cerca de 50 % da dose→ OBS: O inalador se tem uma distância maiores que 2 cm. Por isso que quase não se faz fenoterol, já que geralmente vai dar mais que 2 cm e a medicação não chega no pulmão. ➔ Orientar que os pacientes respirem normalmente (crianças maiores) 15:20--> 4 puffs 15:40--> 4 puffs 16 h--> 4 puffs Isso tudo é um ciclo ➔ Esse ciclo só pode realizar DUAS VEZES. Se reavaliar e tiver taquidispneico, respiração ruim que faz o segundo ciclo. ➔ O tempo de beta 2 demora 60 min para a via aérea. ➔ Após a inalação fazer o enxague bucal caso o medicamento tenha corticoide, pois pode causar candidíase bucal se não fizer o enxague. ➔ Como está diante de um caso grave, entre esses 20 minutos vai associar um Atrovent; e depois de 1h vai ter que reavaliar o paciente. Vai reavaliar nesse tempo, já que é justamente o pico da ação. ➔ Se começou 15:20 vai acabar 16:20 e ai vai ter que reavaliar o paciente e ver que ele não melhorou, vai repetir o mesmo ciclo que foi realizado ➔ A nebulização não deve durar mais que 10 minutos ( 80 % absorvida nos primeiros 5 minutos ) ➔ Intervalo de 20 min (à depende da gravidade) ➔ Atentar para verificação de saturação ao menos nos intervalos das nebulizações para avaliar uso de Venturi se saturação menor que 95 % ➔ Β2 Agonista - salbutamol 2,5 a 5 mg – casos refratários • Casos refratários ao inalador dosimetrado ou se dessaturação MARIA EDUARDA FREITAS 17/2/22 • 10 a 20 gotas – a cada 20 min - independente do peso – diluído em 3 ml de SF • 3 ml SF ➔ Associar brometo casos graves – nas 3 NBZ Anticolinérgicos- Brometo de ipratrópio ➔ O efeito não é previsível ... Depende da cooperação, ... ➔ “Melhores efeitos observados em doses acumuladas e frequentes : 3 inalações / hora“ ➔ Principal Indicação → Asma grave ou asma por β - bloqueadores ➔ Associação com β agonista → prolonga e potencializa ação ➔ Indicado crises graves na série de 3 inicial / ou refratários (UTI)→ Só vai associar na primeira vez, já que a ideia é não internar o paciente. ➔ Uso inalatório ➔ Início de ação → 15 a 30min ➔ Ação máxima → 2 horas ➔ Duração → 4 horas ➔ Em 1h é o pico de ação ➔ Dose à 250-500 ug/dose – 125 /250/500 ug(Peso de corte 10 –20 - 40 Kg) (10 / 20 / 40 Gts) ➔ Efeitos colaterais → raros ➔ Ele serve para não internar o paciente, mas a partir do momento que o paciente está internado, NÃO SE USA MAIS ELE. ➔ Crianças com uma exacerbação de asma grave apresentam menor risco de internação no hospital se forem tratados com a combinação de b 2 curta inalados associados a anticolinérgicos versus b2 curta sozinhos. Eles também experimentam uma maior melhora na função pulmonar e menor risco de náusea e tremor. ➔ São necessárias mais pesquisas para identificar as características das crianças que podem se beneficiar de uso anticolinérgico (por exemplo, idade e gravidade da asma, incluindo exacerbação leve e insuficiência respiratória iminente) e as modalidades de tratamento (dose, intensidade e duração) ➔ Resumindo: • Brometo de Ipratrópio parece ser útil no tratamento inicial de episódios agudos moderados e graves de asma; • Diminui o risco de hospitalização ( Administração sequencial na primeira hora) • Uma vez o paciente hospitalizado, não influi na evolução clínica (duração da hospitalização, necessidade de o2 e admissão na uti). Corticoide Emergência ➔ Indicação: Iniciar corticosteróides se o paciente é córtico-dependente ou não responder ao tratamento com nebulização após 1ª SESSÃO DE 3 INALAÇÕES . ➔ Corticóide→Se em uso ou sem resposta após 3ª dose de B2 ➔ Hidrocortisona: é de baixa potência ➔ Vai ser usar mais a prednisolona (VO) e a metilprednisolona (endovenosa). ➔ A diferença, é que o endovenoso tem efeito mais rápido, então se quer avaliar se o paciente vai sair da crise ou não vai usar ela. ATENÇÃO: O corticoide inalatório ele é para tratamento continuo, para crise NÃO SE USA. ➔ O uso de corticosteroide por via oral ou endovenosa tem efeito equivalente. ➔ Reduzem a necessidade de hospitalização, aceleram a recuperação e diminuem a mortalidade. Benefícios visíveis após 3 h do uso MARIA EDUARDA FREITAS 17/2/22 ➔ Dose de ataque, onde vai dobrar a dose para tentar tirar o paciente da crise ➔ Se o paciente está muito grave, então provavelmente vai estar por mais de 1:30 com esse paciente na emergência, logo, o nível de consciência dele já pode estar baixando. Crise leve ➔ Paciente com alta: • Β2 agonista (5 a 7 dias)→ vai deixar 4 puffs, +/- de 4h/4h ou de 6h/6h; vai ficar nesse período, já que uma vez que o pulmão entra em crise asmática, ele demora esse tempo para se restabelecer e não ficar nesse processo tão hiperresponsivo. • Corticóide oral (se fez uso – 3 a 7 dias) Crise moderada ➔ Manter na emergência ➔ Β2 agonista de 1/1 h ou 2/2 h→A cada 2h vai fazer 4 puff, não vai mais fazer aquele ciclo de 20 em 20, já que aquele ciclo é tudo ou nada. ➔ Corticoide EV ou Oral→Lembrando que o que muda do EV para o VO é o grau de responsividade do paciente, mas em termos de potência ou até de efeito colateral, eles vão ser iguais ➔ O2 se sat < 95 %-->Vai dar uma máscara não reinalante. ➔ Após isso, observar por 3 a 6h→é o tempo que o beta2 e o corticoide tem para fazer efeito. Se teve melhora ➔ Β2 agonista de 1/1 h → 2/2 h → 4/4 h ➔ Hidratação Parenteral (*K)→ essa hidratação vai pensar em pacientes mais graves, vai ter esse potássio já que o beta2 aumenta potássio, então tem que monitorizar os pacientes de hora em hora o nível de potássio. ➔ Corticóide ➔ Manter oxigênio se Sat O2 < 95% * ➔ Ponderar (Rx tórax e gasometria arterial)→ Vai pedir Raio-x se tiver febre persistente, se tem história de broncoaspiração ➔ Continuou melhorando pode internar no quarto ou enfermaria e espaçar as medicações Indicações de UTI ➔ Exaustão ou bradipneia ou silêncio respiratório→fadiga da musculatura acessória, ficou por tanto tempo puxando o ar e fazendo esforço que chega em um momento que não aguenta mais e entra em colapso, logo, no lugar de aumentar a frequência respiratória, ele vai ficar Bradipneico. ➔ Confusão ou sonolência ➔ Inconsciência ➔ Instabilidade cardiocirculatória / Choque ou PCR ➔ Sat < 93 % ou pao2 < 60mmhg em FIO2 ≥ 50% • A máscara não reinalante de FIO2 é quase 100%. • O cateter nasal dá um FIO2 de 35%, onde o ar é de 21%, então quando coloca o cateter em um paciente com insuficiência respiratória não vai fazer sentido nenhum. • A máscara não reinalante, é uma máscara que não tem troca de O2 e CO2, vai conectar a fonte de oxigênio colocando de 10 a 15 MARIA EDUARDA FREITAS 17/2/22 litros, indo oxigênio puro, o paciente vai inspirar e a válvula vai fechar para não ter mistura do CO2 fora, logo, vai ser quase 100%; isso significa que se tem um paciente que está taquidispneico, saturando 92, mesmo com uma FIO2 quase100%, isso significa que algo está errado e ele não está bem • A bolsa válvula mascara, a principal indicação é quando o paciente fadiga, ou seja, não tem mais drive, ele não consegue mais ventilar sem uma pressão positiva ➔ Paco2 > 45 mmhg (ph < 7,3) • O ideal é menor que 20, como o ar não está saindo e se isso acontece faz a troca no alvéolo, mas o CO2 não consegue fazer a troca para entrar oxigênio, isso vai acidificando o sangue, tendo acidose respiratória que é uma causa de parada cardiorrespiratória ➔ Hiperlactatemia→Está fadigando a musculatura (ácido láctico) ➔ Gemência / Cianose Exames complementares ➔ GASOMETRIA • Após 3 doses de β2 agonista sem resposta terapêutica, Sat < 93 % ➔ RAIO X DE TÓRAX → ausculta localizada, sem resposta terapêutica, febre persistente. ➔ HEMOGRAMA – Não confiável (neutrofilia após 4 h do uso do CTC) ➔ ELETRÓLITOS – K (principal) (altas doses de β2 agonista/disritmias) Drogas de 2ª e 3ª escolha ➔ São considerados como tratamento adicional ou alternativo nos pacientes com crise aguda de asma grave que não responderam à terapêutica inicial ➔ Pacientes com crises graves, com avaliação funcional < 50 % do previsto, constituir-se-iam os melhores candidatos a essa terapêutica. ➔ O paciente fez o primeiro ciclo e colocou ipratrópio, fez o segundo e colocou corticoide e não respondeu, vai internar esse paciente deixar com beta2 de 2h/2h e pode associar ao sulfato de magnésio. Sulfato de magnésio ➔ Indicações: • Má resposta a B2 agonista inalatório • Antes de Iniciar Beta 2 Venoso ➔ Reduz a liberação de histamina ➔ Reduz a liberação de acetilcolina (excitabilidade alveolar) ➔ Antagonista do Cálcio à Aumenta a captação de Ca no Retículo sarcoplasmático à Relaxa musculatura lisa) ➔ Ele é endovenoso, vai diluir no soro. Lembrando que o magnésio hiperreflexia, o paciente tem que estar monitorizado, tem que ver constantemente os reflexos e a PA já que pode dar hipotensão ➔ Portanto: • Má resposta terapêutica broncodilatadora→melhores candidatos • Opção terapêutica para os pacientes graves e refratários . • Dose: 25-75 mg/kg, IV ( 20 a 30’ ). Dose máxima: 2 g. ➔ Efeitos adversos principais: • Náuseas (geralmente durante a infusão), Fraqueza, arreflexia, depressão respiratória, hipotensão (níveis séricos> 12 mg / dl) ➔ Resumindo - sulfato de magnésio é efetivo na redução de admissão hospitalar, com resultados melhores com doses de 50mg/kg/h por 4 horas. MARIA EDUARDA FREITAS 17/2/22 ➔ DOSE : 25 a 75 mg/kg/dose (máx: 2g), rediluir em SF a 0,9 % ou SG a 5 % (60 mg/ml) EV em 30´ ou continuo por 4 h (Cuidados com FC e PA). ➔ EFEITOS COLATERAIS: sedação, diminuição dos reflexos profundos, fraqueza muscular, depressão respiratória, alterações da condução cardíaca e hipotensão. ➔ Sulfato de Magnésio 10 % ( 10 % = 1 ml = 100 mg) ➔ Sulfato de Magnésio 50 % ( 50 % = 1 ml = 500 mg) Obs: VM é ventilação mecânica ➔ Primeiro ciclo de beta2, vai fazer 3x de 20 minutos 4 puff; se é moderada-grave vai associar ipratrópio nos intervalos, vai reavaliar depois de 1h e se não melhorar, vai fazer o segundo ciclo de beta2, sem ipratrópio, já que provavelmente vai internar; vai fazer uso de corticoide, onde se o paciente estiver grave vai usar a metilprednisolona; depois que passou mais 1h (3 ciclos de 20 minutos); vai reavaliar o paciente mais uma vez. ➔ Ele demorou das 16h às 17h para o primeiro, depois das 17h às 18h e se não melhorou, vai fazer o sulfato de magnésio. ➔ Lembrando que depois dos dois primeiros ciclos, não se pode mais fazer isso, logo, o beta2 vai ter que ficar de 2h/2h ou 1h/1h. ➔ E se depois de tudo isso não melhorar, vai usar o salbutamol endovenoso (terbutalina)- ->nesse momento já está na UTI ➔ Beta2 de 2h/2h e o corticoide também fica continuo. MARIA EDUARDA FREITAS 17/2/22 ➔ Quando o paciente vai pra casa, com salbutamol no período de 5 a 7 dias; associado ao uso de corticoide 3 a 7 dias. ➔ Ex: Paciente já é asmático e faz tratamento continuo e toda vez que encontra ele em uma consulta, tem que se fazer 4 perguntas para ele, para saber em qual step ele está (etapa 1, 2, 3, 4 ou 5): • 1-Nas últimas semanas acordou com falta de ar a noite? • 2- Nas últimas semanas teve sintomas que se precisou de beta2? • 3-Teve limitação de alguma atividade física ? • 4- Teve sintomas diurnos por mais que 2 a 3 vezes por semana (tosse, sibilos, dor no peito) OBS: Todas as etapas deve fazer a receita de salbutamol em casa. ➔ Se respondeu não para nenhuma pergunta: • Etapa 1: Ele não usa medicação continua e só vai deixar de tratamento de alivio, se alguma vez ele cansar, ele vai usar o beta2. É umas asma controlada. ➔ Respondeu sim para qualquer uma dessas perguntas: • Etapa 2: É uma asma que não está controlada, vai usar corticoide inalatório (clenil A) de dose baixa (tratamento continuo). ➔ Respondeu sim para várias dessas perguntas: • Etapa 3: Mantem o clenil A, mas vai associar um beta 2 de longa duração (todo beta 2 de salbutamol é de curta duração) como o formoterol. Tem bombinha que já vai ter os dois juntos. Porém é uma dose baixa do beta 2 • Mesmo se não estiver controlando é uma asma muito grave- e etapa 4 que faz dose média alta de corticoide inalatório e beta2 de longa duração e a etapa 5 faz um encaminhamento de tratamento adjuvante (Tiotrópio) Anti ige ou Anti-il5 Omalizumabe e Mepolizumabe e acrescentar dose baixa de corticoide oral ➔ Respondeu sim para várias perguntas ou teve que ir na emergência várias vezes, vai aumentar a dose de corticoide e beta2 de longa duração e se mesmo assim não controlar vai ter que usar medicações que nem se tem no SUS. Aminofilia OBS: não foi falado em aula ➔ Utilização permanece controversa. ➔ Fornece uma melhora clínica significantemente menor do que a inalação com os beta-2 agonistas. ➔ Quando se administra adequadamente oxigênio, agonistas beta – adrenérgicos, anti colinérgicos e corticóides, teofilina, na maioria dos relatos de literatura, não acrescenta benefícios significativos. ➔ Considerada terapêutica de terceira escolha nos pacientes com asma grave que não respondem a terapêutica, com broncodilatadores, corticoide e magnésio. Teofilina- Mecanismo de ação ➔ Independentemente da necessidade de uma base CIENTÍFICA maior para a resposta a essas questões: Durante anos, MARIA EDUARDA FREITAS 17/2/22 as xantinas foram consideradas, droga de primeira linha no tratamento de asma aguda..." ➔ NÃO reduz sintomas, número de nebulizações e necessidade de internação hospitalar . Dados insuficientes para avaliar necessidade de oxigenação e a necessidade de UTI e VM. À Maior risco de vômito Broncodilatador por via endovenosa ➔ Ev → casos graves ou muito graves ➔ Doses x efeitos terapêuticos ➔ Efeitos colaterais / monitorização ➔ Pode potencializar o efeito broncodilatador→ não tira o beta2 inalatório Crise muito grave (Na admissão uti ou leite de parada ) ➔ Oxigenoterapia - VENTURI ou MNR ou CNAF • Ela vai colocar uma pressão positiva no final das vias aéreas para os alvéolos não colapsarem, sendo mais eficiente que uma máscara não reinalante. • Paciente muito cansado, não vai dar nada na via oral, vai ser tudo parenteral e o corticoide vai ficar endovenoso sempre ➔ B2 Via EV ataque 15 mcg/kg em 20 min – monitor cardíaco ➔ Hidratação parenteral / expansão volêmica (*k) ➔ Corticóide IV de horário * Terapia com cânula nasal de alto fluxo ➔ O que é? • É um sistema que oferta o2 umidificado e aquecido com fio2 -21 a 100% com um fluxo elevado • Além de conseguir uma frequência de oxigênio alta, vai conseguir uma pressão positiva na via aérea, como não consegue sair o ar, a pressão diminui, mas se manter uma pressão positiva vai conseguir facilitar para a saída do ar. MARIA EDUARDA FREITAS 17/2/22 Protocolo de alto fluxo ➔ Vai sempre esperar e segurar bastante para intubar um paciente asmático, é o último recurso. Ventilação mecânica não-invasiva ou invasiva Erros mais Frequentes na Abordagem Terapêutica ➔ Percepção inadequada da gravidade da crise ➔ Uso de subdoses de β2 agonista inalatório * ➔ Retardo na indicação de corticoterapia ➔ Falta da suplementação de oxigênio entre as nebulizações ➔ Uso rotineiro de antibióticos ➔ Alta precoce e sem intensificação do tratamento ➔ Uso de aminofilina como terapêutica principal ➔ Hiper hidratação Considerações finais ➔ Apesar do conhecimento elevado na fisiopatologia da asma, há aumentos progressivos na prevalência de asma , assim como em sua morbidade e mortalidade . ➔ O GINA demonstrou que os objetivos do manejo da asma não estão sendo alcançados, com subdiagnóstico considerável e tratamento inapropriado. MARIA EDUARDA FREITAS 17/2/22 ➔ Para a maioria da população do mundo, a asma não é uma prioridade na saúde pública; ➔ Há grande diversidade dos sistemas de saúde em todo o mundo - adaptação para as necessidades locais - grandes variações no acesso. Realizando um atendimento Pedro, 4 anos, começou com história de tosse seca mais a noite, e apresentou piora, tem alergia a mofo e grama; foi realizada uma viagem para praia no final de semana e ele voltou mal. Na casa todos são fumantes e mãe tinha rinite; ele já foi internado umas 3x na UTI com o mesmo problema; ele fica mais cansado que as outras crianças; não faz uso de medicação continua; ele já teve uma dermatite atópica grave quando era bebe, pegou uma bronquiolite quando tinha +/- com 8 meses e ficou 1 mês sibilando (Pedro foi um lactente sibilante); Na emergência, sua impressão inicial, a aparência ele estava meio abatido, letárgico, mas tem tônus; o esforço pode-se perceber que ele está taquidispneico com o uso de musculatura acessória, e ele está pálido/descorado. “Se acriança te comove, ganha MOV” = encaminhamento para sala de emergência + MOV. Vai fazer o uso de máscara não reinalante. Avaliação primaria: A- Via aérea pérvia e patente, tem como melhorar a partir da reposição + mascara não reinalante; B-Frequência respiratória: 40; saturação estava 94%, mas na hora que reposicionou e colocou a máscara subiu para 97%; ausculta: murmúrio presente com sibilos difusos, tempo expiratório prolongado; tem retração de fúrcula + tiragem sub- intercostal; Com todo o histórico, podemos induzir que é uma asma aguda, onde vai começar a intervenção: -Beta 2> 17:40 primeiro (4 puff), 18:00 segundo (4 puff), 18:20 terceiro (4 puff) e vai intercalar o ipratrópio nos intervalos (Pedro tem 20kg, então vai usar 20 gotas); -Quando for 18:40 vai reavaliar se a via aérea continua pérvia e patente e todos os parâmetros da letra B; para saber se ele está com desconforto respiratório ou evoluindo para uma insuficiência. -Reavaliação: Ele não está evoluindo bem, frequência 55, saturação 95% (mesmo com a máscara), continua com sibilos, tempo expiratório está mais prolongado, tiragem inter-subcostal. -Vai começar uma nova sequência: 18:40 primeiro (4 puff), 19:00 segunda (4 puff) e 19:20 terceiro (4 puff); vai associar com corticoide com metilprednisolona -Quando for 19:40 vai reavaliar ele e se ele continuar com o mesmo quadro, vai começar com o sulfato de magnésio (ele vai ter que estar monitorizado, tem que ver sinais de arreflexia, se ele tem ou não hipotensão); e se ele não melhorar com o sulfato, já vai para a UTI e vai fazer o beta 2 endovenoso; -Se for acaso ele melhorar e for pra casa, vai passar salbutamol 100 mcg (4 puff de 4/4h) + prednisolona 1 mg de 3 a 5 dias. -Quando ele for no pneumo, vai ser realizada as 4 perguntas e a partir delas, vai ver se Pedro vai ficar apenas com beta 2 de resgaste ou se ele vai precisar de corticoide inalatório.