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operar como um prestador de serviços para todas as demais. Quinn, Cooke e Kris (2000), esclarecem que as empresas começaram a adotar o processo de descentralização das atividades como estratégia para organizar o seu crescimento, mas provocou que as atividades comuns fossem duplicadas ainda acarretando o aumento dos custos. A partir dessa descentralização que o CSC mostrou sua colaboração. Da necessidade no ganho em rendimento dos negócios, surgiu o Centro de Serviços Compartilhados, que constantemente vem se aprimorando a cargo da adaptabilidade e versatilidade que possibilitam as organizações. Ampliando novas tecnologias onde viabiliza um ambiente com elevado desempenho operacional (MAGALHÃES, 2018). Segundo Martins e Amaral (2008), no Brasil, o centro de serviços compartilhados, passa a ser introduzido no fim da década de 90, pelo Grupo Camargo Correia, como uma empresa independente, oferecendo serviço nas áreas de Contabilidade, Tecnologia da Informação, Jurídica, Administração Geral, Suprimentos, Saúde e Qualidade de Vida. Logo em seguida, outras empresas brasileiras implantaram esse processo, sendo elas: Telemar, Grupo Votorantim e Petrobrás em 2000, Editora Abril, Telefônica e Banco Bradesco no ano de 2001. 1.1. Conceito e definição Segundo Ferreira, Bresciani e Mazzali (2014, p.388), “O conceito de centros de serviços compartilhados varia tanto em abrangência como em foco, sendo identificadas, na literatura, três acepções. ” Na primeira, de acordo com Schulman et al. (2001), Centro de Serviço compartilhado é conceituado e definido como a centralização dos recursos da organização realizados como atividades, tipicamente espalhadas ao longo da mesma para, de múltiplas formas servir as partes internas a custo reduzido e com alta qualidade na prestação dos serviços, com metas de atender aos clientes finais tanto internos como externos e intensificar o valor da corporação. Nesse sentido, a segunda interpretação, segundo Quinn, Cooke e Kris (2000) conceituam serviços compartilhados como a prática em que unidades de negócio decidem compartilhar um conjunto de serviços, ao invés de tê-los como uma série de funções de apoio duplicadas. Na terceira compreensão, o CSC é constituído de uma estratégia colaborativa, onde funções de negócios são concentrados em uma nova seção semiautônoma, a qual visa uma gestão caracterizada para aumentar a eficiência, gerar valores, reduzir custos e promover