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Amina Raisson 
Dalva Maria 
Joao Fermino Pereira 
 
 
 
 
 
 
 
 
Comportamentos alimentares e de actividade física 
 
 
 
 
 
 
 
 
Universidade Rovuma 
Nampula 
2022 
2 
 
Amina Raisson 
Dalva Maria 
Joao Fermino Pereira 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Comportamentos alimentares e de actividade física 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Universidade Rovuma 
Nampula 
 2022 
 
Trabalho de carácter avaliativo a ser 
apresentado no departamento de ciências 
alimentares e agrárias, no curso de ciências 
alimentares, na cadeira de Projectos Socio-
Alimentares, 3º Ano, lecionada pelo 
Docente: 
MSc. Detino Augusto 
 
3 
 
Índice 
Introdução ................................................................................................................................... 4 
Comportamentos Alimentares .................................................................................................... 5 
Escolaridade e renda ................................................................................................................... 6 
Mídia ........................................................................................................................................... 6 
Peso e Imagem Corporal............................................................................................................. 7 
Cultura ........................................................................................................................................ 7 
Ambiente familiar ....................................................................................................................... 7 
Psicológicos ................................................................................................................................ 8 
Atividade Física e sua Importância ............................................................................................ 9 
O Benefício da Atividade Física para à Saúde ......................................................................... 10 
Utilização dos Componentes Alimentares Antes, Durante e Depois da Actividade Física ..... 11 
Hidratação ................................................................................................................................. 12 
Conclusão ................................................................................................................................. 13 
Referencias Bibliográficas ........................................................................................................ 14 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
iii 
4 
 
Introdução 
Nas últimas décadas a inatividade física tem contribuído para o aumento do sedentarismo e 
seus malefícios associados à saúde e ao bem-estar do individuo. Tudo isso, é consequência de 
um novo padrão de vida da sociedade moderna (SAMULSKI, 2000), que com as mudanças de 
hábitos resultaram num ambiente propicio para a inatividade física e juntamente com 
alimentação excessiva e errônea para um estilo de vida incorreto. 
Mudar atitudes é uma tarefa bastante difícil e complexa, pois envolve além de muito estudo e 
pesquisa, a própria formação do profissional. Neste caso, fica nítido que as estratégias 
diferenciadas são necessárias para que isso ocorra efetivamente. É neste aspecto que se 
evidencia a necessidade de uma intervenção, não só no aspecto prático do que comer ou como 
comer, mas na questão cultural e até educacional, ou seja, começando sempre pelas crianças, 
pois estas formarão hábitos alimentares que determinarão seu comportamento. 
 O presente trabalho trata-se de uma pesquisa bibliográfica, cujo objetivo é de apresentar 
Comportamentos alimentares e actividade física. Percebe-se, por meio deste estudo, que a 
prática de atividade física é de suma importância para uma melhor qualidade de vida, e que os 
benefícios que a atividade física proporciona são inúmeros. 
A pesquisa baseou-se nas referencias bibliográficas para a busca dos conteúdos inerentes ao 
tema em destaque. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
5 
 
Comportamentos Alimentares 
O Comportamento alimentar de um indivíduo não corresponde somente a seus hábitos 
alimentares, mas a todas as práticas que envolvem sua alimentação como: seleção, aquisição, 
conservação, preparo, crenças, tabus e seu conhecimento sobre nutrição. Esse conhecimento 
sobre alimentos e nutrição influencia, em maior ou menor grau, seu comportamento alimentar. 
Carvalho et al. (2013), definem comportamento alimentar como todas as formas de convívio 
com o alimento, semelhante ao conceito de Garcia (1999), de que comportamento alimentar 
refere-se a atitudes relacionadas às práticas alimentares em associação a atributos 
socioculturais, como os aspectos subjetivos intrínsecos do indivíduo e próprios de uma 
coletividade, que estejam envolvidos com o ato de se alimentar ou com o alimento em si. 
Para Matias et al. (2010), Philippi et al.(1999), o comportamento alimentar é um conjunto de 
ações relacionadas ao alimento, que começa com a decisão, disponibilidade, modo de preparo, 
utensílios, horários e divisão das refeições e encerra com a ingestão. 
Leônidas & Santos (2011), relatam que hábito, prática ou comportamento alimentar são todas 
as formas de convívio com o alimento, ou seja, as práticas alimentares não se resumem apenas 
aos alimentos que são ingeridos ou que se deixa de ingerir, mas englobam também as regras, 
significados e valores que permeiam os diferentes aspectos relativos à prática de consumo 
alimentar. 
De acordo com Aitzingen (2011), comportamento alimentar trata-se de algo muito complexo, 
pois comer é um ato social que vai para além das necessidades básicas de alimentação, 
indispensável ao desenvolvimento dos valores vitais, comum a todo ser humano, além de 
estar associado com as relações sociais, às escolhas inseridas em cada indivíduo através de 
gerações e às sensações proporcionadas pelos sentidos. 
No momento da alimentação o indivíduo busca atender suas necessidades fisiológicas e 
hedônicas (prazerosas). Jamais definido a partir do indivíduo como algo único, mas sim a 
partir de suas relações com o meio. Sendo assim, para uma melhor compreensão é necessário 
conhecer os fatores que refletem e determinam as escolhas alimentares. 
O conhecimento é formado, na maioria das vezes: senso comum, que durante milênios 
garantiu a sobrevivência do homem; pelas crenças e tabus alimentares; pelos conhecimentos 
6 
 
não científicos, como as pressões sociais, os meios de comunicação; e o conhecimento 
científico que ocupa uma pequena parcela na formação desse comportamento alimentar. 
Entre os determinantes das escolhas alimentares podem ser considerados: 
Escolaridade e renda 
A escolaridade e a renda, já que o nível de instrução tem relação positiva sobre o consumo de 
frutas e hortaliças e a condição econômica é um fator delimitador das escolhas alimentares, 
pois produtos de melhor valor nutricional, ou seja, mais saudáveis são mais caros. 
Para ter variedade, ou seja, uma dieta caracterizada pelo consumo de frutas, hortaliças, grãos 
integrais e carnes magras, rica em diversos nutrientes, o custo é mais elevado do que as dietas 
ricas em doces, alimentos gordurosos e carboidratos simples. Quanto maior o poder aquisitivo 
menor é a proporção de famílias cuja ingestão alimentar não satisfaz os requisitos energéticos. 
Mídia 
A mídia de forma bastante incisiva e até agressiva dita regras e muda comportamentos, 
considerando que a televisão é o veículo de informação mais acessível para a população. 
Para Rodrigues & Fiates (2012), a televisão também tem sido apontada como um fator que 
influencia a alimentação, promovendo principalmente hábitos alimentares pouco saudáveis. 
É possível observar que no caso das crianças, os critérios de escolha de alimentos e 
brinquedos é influenciado pelas propagandas de televisão e que as compras da família passama ser determinadas por esses pedidos. 
Complementando essa ideia, Toral (2006) afirma que a publicidade também tem forte 
influência no comportamento alimentar, pois assistir muita televisão promove um hábito 
sedentário. A grande maioria das propagandas relacionadas a produtos alimentícios são sobre 
alimentos prejudiciais a saúde, ricos em gorduras e açúcares. 
 
7 
 
Peso e Imagem Corporal 
Assim como o peso e a imagem corporal também influenciam, pois, a insatisfação com o 
próprio corpo pode motivar as restrições alimentares. 
De acordo com Bernardi et al. (2005), restrição alimentar é uma estratégia comportamental e 
cognitiva, que as pessoas usam para controlar o peso corporal, uma tendência a restringir o 
consumo alimentar consciente, a fim de prevenir o ganho de peso ou promover a sua perda. 
Cultura 
Preferências alimentares podem ser construídas de acordo com a sociedade, cultura, crenças e 
religião de cada povo, sendo assim para um melhor entendimento do comportamento 
alimentar dos indivíduos é necessário conhecer um pouco e considerar os diferentes usos e 
costumes socioculturais. 
Sendo assim, Matias & Fiore (2010) observam que a diversidade geográfica e os hábitos 
regionais, bem como prestígio social, o tamanho da porção e o local onde a refeição é 
realizada fazem variar as atitudes relacionadas ao alimento. 
Ambiente familiar 
Nas últimas décadas a família mudou muito, quando a mulher entra no mercado de trabalho e 
consequentemente precisa conciliar a vida profissional com as tarefas domésticas, mudanças 
ocorrem no ambiente familiar. Os filhos passam a ser cuidados em berçários, creches e 
escolas de tempo integral, quando não por empregadas domésticas e a alimentação também 
sofre alterações, pois em busca de comodidade e praticidade, os alimentos industrializados 
passam a estar cada vez mais presente na mesa. 
Sendo assim, as práticas alimentares estão relacionadas com a trajetória pessoal na família, 
pois as influências que determinam o comportamento alimentar de um indivíduo não ocorrem 
somente no jovem e no adulto, iniciam na infância, quando a alimentação da criança passa a 
ser igual a da família, sendo estimulada pela cultura na qual está inserido. 
8 
 
Psicológicos 
Sobre os fatores psicológicos observa-se que a autoconfiança que ele tem em si mesmo para 
realizar escolhas adequadas em determinadas situações influencia, por exemplo, na hora de 
escolher alimentos saudáveis quando fora de casa, ao invés de alimentos industrializados 
comer de forma controlada quando na presença dos amigos. A quantidade de comida ingerida 
e as escolhas alimentares são influenciadas por fatores internos, como atitudes face aos 
alimentos e por fatores externos como o contexto social onde ocorre a refeição, ou 
simplesmente pelo fato de como o indivíduo reage frente ao alimento e as possíveis opções a 
ele apresentadas. 
Resumidamente, Hamilton et al. (2000), apresentam de forma detalhada alguns determinantes 
do comportamento alimentar: 
Fatores intrínsecos: Método de preparação, características organolépticas, aspecto, textura, 
temperatura, cor, odor, sabor, qualidade; 
Fatores pessoais: Nível de expectativa, prioridade familiaridade, influência dos outros, 
personalidade, humor, apetite, emoções, família, educação; 
Fatores culturais e religiosos: restrições religiosas, tradições, influências culturais; 
Fatores biológicos (sexo, idade), fisiológicos (mudanças, doenças) e psicológicos; 
Fatores extrínsecos: Fatores ambientais, fatores situacionais, publicidade, variações sazonais; 
Fatores socioeconômicos: Condições económicas, custo dos alimentos, segurança–hábitos 
passados, convencionalidade, prestígio. 
De acordo com Proença (2010), por razões biológicas e também por abranger aspectos 
econômicos, psicológicos, sociais e culturais, por se tratar de algo complexo e multifatorial, a 
alimentação representa uma das atividades humanas de maior importância. Por isso, precisa 
ser avaliada e estudada dentro de todas as suas faces, para a eficácia na intervenção dos 
profissionais da saúde. 
 
9 
 
Atividade Física e sua Importância 
Estudos (Mota, 2010; Silva, et al, 2010) indicam para se que tenha uma melhor qualidade de 
vida é preciso conhecer a importância da atividade física regular e seus benefícios em relação 
à saúde. Atualmente, esses resultados são evidenciados em diversos estudos que apontam a 
atividade física regular como importante aliada no combate do sedentarismo e seus 
malefícios. 
O sedentarismo é consequência da inatividade física e um dos principais fatores para 
desenvolvimento ou agravamento de doença coronariana e alterações cardiovasculares e 
metabólicas. 
A atividade física é entendida como todo e qualquer movimento corporal que resulta num 
gasto energético acima dos níveis de repouso. Desta forma, a atividade física seja no trabalho, 
no lazer e nas demais atividades diárias é apontada como importante aliada quando se refere à 
manutenção corporal e prevenção de doenças crônicas degenerativas (GLANER, 2002). 
Para ter uma boa qualidade de vida, saúde e maior longevidade um dos fatores fundamentais é 
a prática de atividade física regular, que além de atuar na prevenção/manutenção em doenças 
da ordem metabólica também melhora o bem- estar e o alto estima. Nesse sentido o 
sedentarismo tem cada vez mais atingindo a sociedade moderna, principalmente a população 
jovem. 
No entanto, a prática de atividades físicas e desportivas é fundamental para que se tenha um 
estilo de vida saudável e ativo além de hábitos assim, tende a permanecer na vida adulta. 
Entretanto, diversos estudos apontam para a diminuição nos níveis de atividade física em 
adolescente, essa redução se deve a diversos fatores tais como biológicos, psicossociais e 
ambientais, além das inovações tecnológicas que tem favorecido para o aumento de hábito 
inativo. 
Deste modo, essa problemática tem preocupado pesquisadores de diferentes áreas da saúde, 
que busca compreender sobre essa temática. Sabe-se que a pratica de atividade 
física/exercício físico regular vem contribuir de forma positivamente para um estilo de vida 
saudável e ativo desta população. Embora muito se sabe dos benefícios da pratica de atividade 
física para a saúde, uma grande parcela da população não a pratica com a frequência 
recomendada (SILVA; ET AL, 2012). 
10 
 
Observa-se cada vez mais estudos voltados a pratica de atividade física como produção de 
conhecimento voltado para a área da saúde publica. Tais estudos permitem conhecer fatores 
que podem ser agravantes na sociedade moderna. Com base nisso, os órgãos governamentais 
responsáveis devem desenvolver políticas publicas voltada para a saúde coletiva, ou seja, 
políticas essa que ofereça programas de saúde como a prática de atividade física regular 
oferecendo locais e profissionais para orientação. 
Nesse sentido, estudo voltado para a prática de atividade física, tem passando a ocupar um 
espaço de destaque nas avaliações em saúde, devido a sua importância com relação eventos de 
saúde e qualidade de vida em jovens, adultos e idosos (KNUTH; ET AL, 2011). 
O Benefício da Atividade Física para à Saúde 
Para que se tenha uma melhor qualidade de vida é importante conhecer os benefícios da 
atividade física, tanto na prevenção quanto no retardo das doenças crônicas, que são cada vez 
mais frequentes no individuo da sociedade moderna. No entanto, os níveis de atividade física 
no trabalho vêm caindo nas ultimas décadas devido às inovações tecnológicas e suas 
praticidade. Desta forma é de suma importância o conhecimento da população sobre os 
benefícios da atividade física na prevenção de saúde especialmente contra a hipertensão 
arterial e a diabetes. O que poderiam ser priorizado, em diversos setores da sociedade 
moderna, ainda é muito baixo (KNUTH; ET AL, 2009). 
A prática de atividade física regular na adolescência promoveradiversos benefícios para a 
saúde tanto a curto quanto em longo prazo. Além dos efeitos benéficos para a saúde, sabe que 
com hábitos saudáveis adquiridos ainda na infância/adolescência tem maior probabilidade de 
permanecer na vida adulta. Apesar do acúmulo de conhecimento sobre a temática, diversos 
estudos apontam para baixos níveis de jovens considerados ativos. Isto se torna mais 
preocupante quando estudos evidenciam, embora especialmente em países desenvolvidos, de 
que a prática de atividade física regular na adolescência vem diminuindo nas ultimas décadas. 
Sabe-se então que um dos fatores contribuinte para o aumento do sedentarismo 
consequentemente sobrepeso/obesidade e diminuição da atividade física ate mesmo as aulas 
de educação física escolar (HALLAL; ET AL, 2010). 
Atividade física é entendida como todo e qualquer movimento produzido pelo corpo, 
enquanto aptidão física é definida como atributo biológico voltado para a capacidade de 
realizar esforço físico e movimentos específicos. No entanto, á pratica de atividade física de 
11 
 
ser vista como componente multidimensional em que inclui intensidade, duração, e frequência 
de movimento do corpo, já aptidão física abrange diferentes componentes identificados e 
aperfeiçoados com a prática mais eficaz do movimento, ou seja, prática essa voltada para a 
área esportiva. 
Desta forma, estudos evidenciam e sugerem que tanto a pratica de atividade física quanto o 
exercício físico traz benefícios para a saúde (GUEDES; ET AL, 2012). Nesse sentido, o 
processo de envelhecimento vem acompanhado por diversas modificações tanto morfológicas 
quanto funcionais, resultante da diminuição de reserva funcional dos órgãos e aparelhos. Esse 
processo e complexo, pois, envolve diversos fatores desde: biológicos, comportamentais e 
ambientais entre outros que iram influenciar no modo em que se alcançara determinada idade. 
No entanto, atividade física é entendida pelos profissionais da saúde como movimento 
corporal, movimento este que permite qualquer gasto energético maior do que os níveis de 
repouso, assim tendo, um papel muito importante no processo de envelhecimento. Dessa 
forma, atividade física e vista como de suma importância para prevenção/manutenção e 
restabelecimento dos equilíbrios biológico, psicológico e social, ameaçado constantemente 
pelas mudanças bruscas da sociedade moderna (OLIVEIRA, 2011). 
Utilização dos Componentes Alimentares Antes, Durante e Depois da Actividade Física 
Antes do treino – A ausência de carboidrato em paralelo com a atividade física pode 
desencadear perda de massa muscular, fadiga precoce, queda de rendimento e performance. 
Portanto, uma a duas horas antes do treino, consuma alimentos ricos em carboidratos, como 
arroz, tubérculos (batata, mandioca, mandioquinha, cará, inhame), massas, aveia, granola, 
farofas e farinhas em geral, pães, bolachas e torradas. Quando possível, é preferível que esses 
alimentos sejam consumidos nas versões integrais (pão, arroz e cereais integrais), já que estes 
são capazes de fornecer energia por um período de tempo maior", enfatiza a nutricionista. 
Boas opções: Banana com aveia, sanduíche de pão integral com geleia ou uma tigela de cereal 
integral com uma fruta picada. 
Durante o treino – Para treinos com duração menor que uma hora, são recomendados 200 ml 
de água, a cada 20 minutos de exercício. Se o exercício exceder uma hora, é recomendada a 
ingestão de 50 ml a 100 ml de água, a cada 20 minutos, e acrescentar de 30 g a 60 g de 
https://www.conquistesuavida.com.br/noticia/carboidrato-vilao-ou-aliado-na-dieta_a355/1
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carboidrato para repor o glicogênio muscular, para melhorar o desempenho e retardar a 
fadiga. 
Após o treino – Logo após a atividade física, é importante que a energia gasta durante o 
exercício seja reposta. Sendo assim, nesse momento também devem estar presentes os 
alimentos fonte de carboidratos, neste caso, nas versões não integrais (pão branco, arroz 
branco, frutas, mel etc.), que nos fornecem energia mais rapidamente. "Além disso, devemos 
também ingerir alimentos fonte de proteínas, como leite e iogurte desnatados e queijos 
magros, pois este nutriente é responsável pela recuperação e regeneração muscular", reitera a 
nutricionista. 
Boas opções: Vitamina de banana com leite desnatado, iogurte com fruta ou coalhada com 
mel, suco de frutas e pão com queijo branco, arroz e feijão com filé de frango grelhado, 
macarrão ao sugo e almôndega de carne. 
 Hidratação 
Não importa a hora e o momento. Antes, durante e depois, beber água é fundamental em 
qualquer atividade física. "Para um bom rendimento, não podemos nos esquecer de ingerir 
água, pois quando nos exercitamos perdemos muito líquido através do suor. Mesmo quando 
não sentimos sede, o nosso corpo já pode estar precisando de água. 
O maior gasto de energia durante o exercício aumenta a necessidade de nos hidratarmos, por 
isso não deixe de beber água neste momento. 
 
 
 
 
 
 
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Conclusão 
Conclui-se que os comportamentos alimentares e a atividade física devem caminhar lado a 
lado quando estamos em busca da melhor qualidade de vida. Saber o que comer, de acordo 
com o desgaste dos exercícios, é fundamental, tanto para o desempenho desportivo, quanto 
para a saúde. 
O comportamento alimentar é um conjunto de ações relacionadas ao alimento, que envolve 
desde a escolha até a ingestão, bem como tudo a que ele se relaciona. Já o hábito alimentar é a 
resposta do indivíduo frente ao alimento ficando caracterizado pela repetição desse ato. 
Fica evidente que, o comportamento alimentar promove o hábito alimentar. Por se tratar de 
conceitos tão interligados e complementares, o entendimento dos dois significados e de suas 
diferenças é fundamental para o sucesso em todos os tipos de tratamentos, intervenções e 
ações preventivas relacionadas aos indivíduos (pacientes). 
Percebe-se, por meio deste estudo, que a prática de atividades físicas é de fundamental para a 
qualidade de vida da população em geral, e que inúmeros são os benefícios que a atividade 
física proporciona principalmente no controle de doenças crônicas, como a Hipertensão e 
Diabetes. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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