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Portanto, há na religião algo destinado a sobreviver a todos os símbolos particulares nos quais o 
pensamento religioso se envolveu sucessivamente. Não pode haver sociedade que não sinta a necessidade 
de conservar e reafirmar, a intervalos regulares, os sentimentos coletivos e as ideias coletivas que 
constituem a sua unidade e personalidade [...]. Os antigos deuses envelhecem ou morrem, e não nascem 
outros [...]. Virá dia em que as nossas sociedades conhecerão novamente horas de efervescência criadora, 
durante as quais novas ideias surgirão, novas fórmulas aparecerão e, por certo tempo, servirão de guia para 
a humanidade [...] 
Esses fragmentos identificam o pensamento de: 
 
 
Karl Marx 
 
Max Weber 
 
Herbert Spencer 
 
Auguste Comte 
 
 
Durkheim 
 
 
 
Explicação: 
Para Durkheim a religião é uma poderosa força moral porque é uma poderosa força social (fato social). O 
social é a fonte última do fenômeno religioso. Por outro lado, os seres humanos possuem uma dupla 
natureza, individual e social. Esta última é preponderante e influencia a outra. 
 
 
 
 
 
2. 
 
 
Questão 4 - Leia o trecho a seguir: "Na medida em que consegue impor o 
reconhecimento de seu monopólio (extra ecclesiam nulla salus) e também 
porque pretende perpetuar-se, a Igreja tende a impedir de maneira mais ou 
menos rigorosa a entrada no mercado de novas empresas de salvação (como 
por exemplo as seitas, e todas as formas de comunidades religiosas 
independentes), bem como a busca individual da salvação (por exemplo, 
através do ascetismo, da contemplação e da orgia)". (Fonte: BOURDIEU, 
Pierre. Função própria do campo religioso. In: BOURDIEU, Pierre. A economia 
das trocas simbólicas. São Paulo: Perspectiva, 1974, p. 5-59). Tendo em 
vista a escola contemporânea de sociologia da religião e o texto acima 
trata: 
 
 
 
Do campo religioso como campo de competição e disputas por capital simbólico religioso. 
 
Do trabalho religioso como estrutura de competição e disputa por capital econômico religioso. 
 
Do trabalho não-religioso como estrutura de disputa por capital simbólico religioso. 
 
Do campo religioso como campo de competição e disputas por capital econômico religioso. 
 
Do trabalho religioso como estrutura de competição e disputa por capital material religioso. 
 
 
 
Explicação: 
Do campo religioso como campo de competição e disputas por capital simbólico religioso. 
 
 
 
 
 
3. 
 
A religião é analisada em termo de funções, por exemplo, dar coesão aos 
https://simulado.estacio.br/bdq_simulados_exercicio.asp
https://simulado.estacio.br/bdq_simulados_exercicio.asp
 
laços sociais e é vista como força moral, afeto, emoção, em ethos. Comte 
criou uma Igreja para este fim e elaborou o lema: O amor por princípio e a 
ordem por base, o progresso. Tema esse que influenciou a escolha do lema da 
Bandeira Brasileira. A Igreja criada por Comte tinha como linha a corrente 
filosófica que inspirava tais princípios. Que corrente é essa? 
 
 
Niilismo 
 
 
Positivismo 
 
Animismo 
 
Comunismo 
 
Relativismo 
 
 
 
Explicação: 
Positivismo: Ssistema criado por Auguste Comte 1798-1857que se propõe a ordenar as ciências 
experimentais, considerando-as o modelo por excelência do conhecimento humano, em detrimento das 
especulações metafísicas ou teológicas; comtismo. O lema da religião positivista é : "O Amor por princípio 
e a Ordem por base; o Progresso por fim". Seu regime é: "Viver às Claras" e "Viver para Outrem". 
 
 
 
 
 
4. 
 
 
Busca explicar empiricamente as relações mútuas entre religião e sociedade. 
Os estudos fundamentam-se na dimensão social da religião e na dimensão 
religiosa da sociedade. Essa definição se atribui à: 
 
 
Consciência Sociológica 
 
Mitologia Religiosa 
 
 
Sociologia da Religião 
 
Existencialismo Social 
 
Antropologia da Religião 
 
 
 
Explicação: 
Sociologia da Religião constitui um olhar específico sobre a religião. O fenômeno religioso será visto como 
um produto social, resultado de uma criação coletiva e constituído por estruturas simbólicas. 
 
 
 
 
 
5. 
 
Questão 5 - Leia o pequeno trecho a seguir: "Quando a umbanda, o 
espiritismo, o pentecostalismo, o candomblé curam, suprimindo o mal físico 
ou a loucura, aplainando a crise existencial, repondo a certeza na ação, ainda 
que a ciência possa constatar tal mudança, podendo até comprovar a eficácia 
terapêutica, não pode essa ciência interromper o sentido da experiência 
religiosa da cura. Estas religiões que curam são plurais e estão em constante 
transformação, manipulando símbolos culturais de uma espantosa 
diversidade. E essa diversidade mais se alarga e se alastra quanto mais se 
ampliam as distâncias sociais, econômicas e culturais no interior da sociedade 
brasileira." (Fonte: PIERUCCI, Antônio F.; PRANDI, Reginaldo. Assim como 
não era no princípio: Religião e ruptura na obra de Procópio Camargo. Novos 
https://simulado.estacio.br/bdq_simulados_exercicio.asp
https://simulado.estacio.br/bdq_simulados_exercicio.asp
 
Estudos, CEBRAP, São Paulo, n. 17, maio de 1987.).Sobre a relação entre 
religião e sociedade, é possível afirmar: 
 
 
Que as religiões não curam e que o divino tem existência social falsa. 
 
 
Que as religiões que buscam a cura, sendo plurais, estão em constante transformação. 
 
Que as religiões curam e que o divino tem existência verdadeiramente social. 
 
 
Que as religiões curam e que o divino tem existência verdadeira na sociedade. 
 
Que as religiões não curam e que o divino não tem existência social verdadeira. 
 
 
 
Explicação: 
Que as religiões que buscam a cura, sendo plurais, estão em constante transformação.

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