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ANESTESIOLOGIA
Técnicas anestésicas da maxila
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Técnicas
O bloqueio do nervo alveolar superoposterior (ASP)
- Outros nomes: Bloqueio da tuberosidade (baixa), bloqueio zigomático.
Areas anestesiada:
1. Polpas do terceiro, segundo e primeiro molares superiores, exceto raiz
mesiovestibular do primeiro molar superior).
2. Tecido periodontal vestibular.
Técnica.
- Uma agulha curta
-Área de introdução: altura da prega mucovestibular acima do segundo molar
superior
- Área-alvo: nervo ASP — posterior, superior e medial à borda posterior da
maxila
- Pontos de referência: Prega mucovestibular
- Posição: Direito 10h / Esquerdo 8h
- Preparar tecido (secar) para o anestésico tópico
- Avançar a agulha lentamente para cima, para dentro e para trás Em um só
movimento (não em três movimentos).
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Bloqueio do Nervo Alveolar Superior Médio (AMS)
- Áreas Anestesiadas
1. Polpas do primeiro e segundo prémolares superiores, raiz mesiovestibular
do primeiro molar superior
2. Tecidos periodontais vestibulares e osso sobre estes mesmos dentes
- Quando o bloqueio do nervo infraorbitário não produzir anestesia pulpar
distal ao canino superior
Técnica.
1. Uma agulha curta.
2. Área de introdução: altura da prega mucovestibular acima do segundo pré-
molar
superior
3. Área-alvo: osso maxilar acima do ápice do segundo pré-molar superior
4. Ponto de referência: prega mucovestibular acima do segundo pré-molar
superior
5. Orientação do bisel: voltado para o osso
6. Depositar lentamente 0,9 a 1,2 ml (de metade a dois terços do tubete) da
solução
7. Aguardar 3 a 5 minutos (Tempo de latência).
Bloqueio do Nervo Alveolar Superoanterior (Bloqueio do Nervo Infraorbitário)
/ ASA
- Áreas Anestesiadas
1. Polpas do incisivo central superior até o canino superior do lado da injeção
2. Em cerca de 72% dos pacientes, as polpas dos pré-molares superiores e a
raiz mesiovestibular do primeiro molar
3. Periodonto vestibular (labial) e osso destes mesmos dentes
4. Pálpebra inferior, aspecto lateral do nariz, lábio superior
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Técnica
1.Agulha longa
2.Área de inserção: altura da prega mucovestibular diretamente sobre o
primeiro pré-molar superior ou mesialmente
3. Área-alvo: forame infraorbitário (abaixo da incisura infraorbitária).
4. Pontos de referência:
a. Prega mucovestibular
b. Incisura infraorbitária
c. Forame infraorbitário
Bloqueio do Nervo Palatino Maior
- Áreas Anestesiadas: A parte posterior do palato duro e os tecidos moles
sobrejacentes, anteriormente até o primeiro pré-molar e medialmente até a
linha média.
Técnica
1. Uma agulha curta.
2. Área de introdução: tecidos moles levemente anteriores ao forame palatino
maior
3. Área-alvo: nervo palatino maior (anterior), quando passa anteriormente
entre os tecidos moles e o osso do palato duro
4. Pontos de referência: forame palatino maior e junção do processo alveolar
maxilar e osso palatino
5. Trajeto da introdução: avançar a seringa a partir do lado oposto da boca
formando um ângulo reto com a área-alvo
6. Orientação do bisel: voltado para os tecidos moles palatinos
7. Agulha na diagonal
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Bloqueio do Nervo Nasopalatino
- Áreas Anestesiadas: Porção anterior do palato duro (tecidos moles e duros)
bilateralmente desde a face mesial do primeiro pré-molar direito à face
mesial do primeiro pré-molar esquerdo.
Técnica (Injeção Única no Palato )
1. Uma agulha curta.
2. Área de introdução: mucosa palatina imediatamente lateral à papila
incisiva
3. Área-alvo: forame incisivo, sob a papila incisiva
4. Pontos de referência: incisivos centrais e papila incisiva
5. Trajeto de introdução: aproximar o local de injeção em um ângulo de 45
graus em
direção à papila incisiva
6. Uso de cotonete para isquemia
7. Técnica de multiplas perfurações
Bloqueio do Nervo Alveolar Superior Médio Anterior (ASMA)
Áreas Anestesiadas
1. Anestesia pulpar dos incisivos, caninos e pré-molares superiores
2. Gengiva inserida vestibular destes mesmos dentes
3. Tecidos palatinos inseridos desde a linha média até a margem gengival livre
dos dentes associados 
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Técnica:
1. Uma agulha curta.
2. Área de introdução: no palato duro, na metade do caminho ao longo de uma
linha
imaginária conectando a sutura palatina mediana à margem gengival livre; a
linha
está localizada no ponto de contato entre o primeiro e o segundo pré-molar 
3. Área-alvo: osso palatino no local da injeção
4. Pontos de referência: ponto de interseção na metade do caminho ao longo
de uma linha da sutura palatina mediana à margem gengival livre, fazendo
interseção com o ponto de contato entre o primeiro e o segundo pré-molar.
5. Orientação do bisel: o bisel da agulha é colocado “voltado para baixo” em
direção ao
epitélio. A agulha é mantida tipicamente num ângulo de 45o em relação ao
palato
Abordagem Palatina-Alveolar Superoanterior (P-ASA)
Áreas Anestesiadas:
1. Polpa dos incisivos centrais, laterais e
caninos
2. Tecidos periodontais vestibulares
associados a estes mesmos dentes
3. Tecidos periodontais palatinos associados
a estes mesmos dentes
Obs: Se administrado rapidamente pode
causar necrose
Técnica
1. Uma agulha curta.
2. Área de introdução: imediatamente lateral
à papila incisiva no sulco papilar
3. Área-alvo: forame nasopalatino
4. Pontos de referência: papila nasopalatina
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Bloqueio do Nervo Maxilar
Nervo Anestesiado: Divisão maxilar do nervo trigêmeo.
Áreas Anestesiadas:
1. Anestesia pulpar dos dentes superiores no
lado do bloqueio
2. Periodonto vestibular e osso sobrejacente
a estes dentes
3. Tecidos moles e osso do palato duro e
parte do palato mole, medialmente à linha
média
4. Pele da pálpebra inferior, lateral do nariz,
bochecha e lábio superior
Cont. Bloqueio do nervo maxilar 
Técnica (Abordagem da Tuberosidade Alta)
1. Uma agulha longa
2. Área de introdução: altura da prega
mucovestibular acima da face distal do
segundo molar superior
3. Área-alvo:
a. Nervo maxilar, no ponto onde ele
atravessa a fossa pterigopalatina
b. Superior e medial à área-alvo do
bloqueio do nervo ASP
4. Pontos de referência:
a. Prega mucovestibular na face distal do
segundo molar superior
b. Tuberosidade da maxila
c. Processo zigomático da maxila
5. Orientação do bisel: voltado para o osso
6.Avançar a agulha lentamente para cima,
para dentro e para trás Em um só movimento
(não em três movimentos).
Técnica (Abordagem do Canal Palatino Maior).
1. Uma agulha longa .
2. Área de introdução: tecidos moles palatinos
diretamente sobre o forame palatino maior.
3. Área-alvo: o nervo maxilar, no ponto que
atravessa a fossa pterigopalatina; a agulha
atravessa o canal palatino maior para alcançar a
fossa pterigopalatina
4. Pontos de referência: forame palatino maior,
junção do processo alveolar maxilar e o osso
palatino
5. Orientação do bisel: voltado para os tecidos
moles palatinos
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ANESTESIOLOGIA
Técnicas anestésicas Mandibulares
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
BLOQUEIO DO NERVO ALVEOLAR INFERIOR (BNAI)
-É a segunda técnica de injeção mais frequentemente usada (depois da
infiltração).
- A frequência de sucesso do bloqueio do nervo alveolar inferior é
consideravelmente menor do que aquela de muitos outros bloqueios
nervosos. Devido às considerações anatômicas na mandíbula (basicamente a
densidade do osso), o administrador precisa depositar com precisão a solução
anestésica local a menos de 1 mm do nervo-alvo. (80% a 85%)
- Acesso mais dificil
Tipos de bloqueios:
-Alveolar Inferior
-Lingual
- Bucal
-Mentual/Incisivo
- Gow - Gates
-Vazivani - Akinos
A técnica tem o maior indicie de falhas, pois é feita as cegas.
Indicações
1. Procedimentos em múltiplos dentes
mandibulares num quadrante
2. Casos em que é necessária a anestesia
dos tecidos moles bucais
3. Casos em que é necessária a anestesia
dos tecidos moles linguais
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Contraindicações
1. Infecção ou inflamação aguda na área de injeção (rara)
Áreas Anestesiadas:
1. Dentes mandibulares até a linha média 2. Corpo da mandíbula, parte
inferior do ramoda mandíbula
3. Mucoperiósteo bucal, membrana mucosa anteriormente ao forame
mentual (nervo
mentual)
4. Dois terços anteriores da língua e assoalho da cavidade oral (nervo lingual)
5. Periósteo e tecidos moles linguais (nervo lingual).
Técnica Direta
1. Uma agulha dentária longa é
recomendada em pacientes adultos.
2. Área de inserção: membrana mucosa do
lado medial (lingual) do ramo da mandíbula,
na interseção de duas linhas — uma
horizontal, representando a altura de
inserção da agulha, e a outra vertical,
representando o plano anteroposterior de
injeção
3. Área-alvo: nervo alveolar inferior ao
descer em direção ao forame mandibular,
porém antes de ele entrar no forame
4. Marcos
a. Incisura coronoide (concavidade
maior na borda anterior do ramo da
mandíbula)
b. Rafe pterigomandibular (parte vertical)
c. Plano oclusal dos dentes
mandibulares posteriores
5.O ponto de inserção da agulha se situa a
três quartos da distância anteroposterior da
incisura coronoide de volta até a parte mais
profunda da rafe pterigomandibular
BLOQUEIO DO NERVO BUCAL
Área Anestesiada:
- Tecidos moles e periósteo bucal dos
dentes molares mandibulares
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Cont. BLOQUEIO DO NERVO BUCAL
Técnica
1. É recomendada uma agulha longa. Isso é
usado mais frequentemente porque o
bloqueio do nervo bucal é administrado em
geral imediatamente após um BNAI.
2. Área de inserção: membrana mucosa distal
e bucal em relação ao dente molar mais distal
no arco.
3. Área-alvo: nervo bucal ao passar sobre a
borda anterior do ramo da mandíbula
4. Marcos: molares mandibulares, prega
mucobucal
5.Posição: 8 horas diretamente de frente para
o paciente
6.Penetração: A profundidade de penetração
raramente é de mais de 2 a 4 mm e
geralmente de apenas 1 ou 2 mm
BLOQUEIO DO NERVO MANDIBULAR: A TÉCNICA DE GOW-GATES (BNMGG)
- A técnica Gow-Gates é um verdadeiro bloqueio nervoso mandibular, por
proporcionar anestesia sensorial em praticamente toda a distribuição de V3.
O nervo alveolar inferior, o lingual, o milohióideo, o mentual, o incisivo, o
auriculotemporal e o bucal são todos bloqueados pela injeção de Gow-Gates.
- As vantagens significativas da técnica de Gow-Gates sobre o BNAI incluem
sua maior frequência de êxito, sua incidência mais baixa de aspiração positiva
(aproximadamente 2% vs. 10% a 15% no BNAI)33,34 e a ausência de
problemas de inervação sensorial acessória aos dentes mandibulares
Áreas Anestesiadas:
1. Dentes mandibulares até a linha média
2. Mucoperiósteo e membranas mucosas
bucais do lado da injeção
3. Dois terços anteriores da língua e assoalho
da cavidade oral
4. Tecidos moles e periósteo da língua
5. Corpo da mandíbula, parte inferior do ramo
da mandíbula
6. Pele sobre o zigoma, parte posterior da
bochecha e regiões temporais
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a. Extraorais
b. Intraorais
Cont. Gow Gates
- Elevada frequência de êxito (> 95%), com a experiência.
- Desvantagens
1. A anestesia da língua e do lábio inferior é desconfortável para muitos
pacientes e pode ser perigosa para alguns indivíduos
2. O tempo até o início da anestesia é um pouco mais longo (5 minutos) do que
o de um BNAI (de 3 a 5 minutos), principalmente devido ao tamanho do tronco
nervoso sendo anestesiado e à distância do tronco nervoso ao local de
depósito (aproximadamente 5 a 10 mm).
Técnica Indireta
1. Recomendada uma agulha longa
2. Área de inserção: membrana mucosa na parte mesial do ramo da
mandíbula, numa
linha da incisura intertrágica até o canto da boca, imediatamente distal ao
segundo molar maxilar
3. Área-alvo: aspecto lateral do colo condilar, logo abaixo da inserção do
músculo pterigoide lateral
4. Marcos 
(1) Borda inferior do trago (incisura intertrágica). O marco correto é o centro
do meato auditivo externo, que está oculto pelo trago; por esta razão, sua
borda inferior é adotada como auxílio visual.
(2) Canto da boca
(1) Altura da injeção estabelecida pela colocação da ponta da agulha logo
abaixo da cúspide mesiolingual (mesiopalatina) do segundo molar maxilar
(2) Penetração dos tecidos moles num ponto imediatamente distal ao segundo
molar maxilar como a altura estabelecida na etapa precedente.
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BLOQUEIO MANDIBULAR DE BOCA FECHADA DE VAZIRANI-AKINOSI
- indicação continua a ser naquelas situações em que a abertura mandibular
limitada impede o uso de outras técnicas de injeção mandibular. Essas
situações incluem a presença de um espasmo dos músculos da mastigação
(trismo) de um lado da mandíbula após numerosas tentativas de BNAI
Nervos Anestesiados:
1. Alveolar inferior
2. Incisivo
3. Mentual
4. Lingual
5. Milo-hióideo
Áreas Anestesiadas.
1. Dentes mandibulares até a linha média
2. Corpo da mandíbula e parte inferior do
ramo mandibular
3. Mucoperiósteo e membrana mucosa bucais anteriores ao forame mentual
4. Dois terços anteriores da língua e assoalho da cavidade oral (nervo lingual)
5. Tecidos moles e periósteo linguais (nervo lingual)
Desvantagens
1. Difícil visualizar-se a trajetória da agulha e a profundidade de inserção
2. Nenhum contato ósseo; profundidade de penetração até certo ponto
arbitrária.
Técnica
1. É recomendada uma agulha longa
2. Área de inserção: tecidos moles sobrejacentes à borda medial (lingual) do
ramo mandibular diretamente adjacente à tuberosidade maxilar, na parte
alta de junção mucogengival circunvizinha ao terceiro molar maxilar
3. Área-alvo: tecidos moles na borda medial (lingual) do ramo mandibular na
região do nervo alveolar inferior, do nervo lingual e do nervo milo-hióideo em
seu trajeto inferior do forame oval ao forame mandibular (a altura da injeção
com o uso da técnica de Vazirani-Akinosi é abaixo daquela do BNMGG, porém
acima daquela do BNAI)
4. Marcos:
a. Junção mucogengival do terceiro (ou do segundo) molar maxilar
b. Tuberosidade maxilar
c. Incisura coronoide no ramo da mandíbula
5. Orientação do bisel (a orientação do bisel no bloqueio mandibular de boca
fechada é muito importante): o bisel deve estar orientado em direção oposta
ao osso do ramo da mandíbula (p. ex., bisel voltado para a linha média)
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BLOQUEIO DO NERVO MENTUAL
Nervo Anestesiado:
Mentual, um ramo terminal do alveolar inferior.
Áreas Anestesiadas:
Membrana mucosa bucal, anteriormente ao forame mentual (em torno do
segundo pré-molar) até a linha média e a pele do lábio inferior e do queixo.
Técnica
1. É recomendada uma agulha curta.
2. Área de inserção: prega mucobucal no forame mentual ou imediatamente
anterior ao mesmo
3. Área-alvo: nervo mentual à saída do forame mentual (geralmente
localizado entre o ápice do primeiro pré-molar e o do segundo)
4. Marcos: pré-molares mandibulares e prega mucobucal
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BLOQUEIO DO NERVO INCISIVO
- O nervo incisivo é um ramo terminal do nervo alveolar inferior.
- Para se obter a anestesia lingual após o bloqueio do nervo incisivo é
administrar-se um bloqueio parcial do nervo lingual (Fig. 14-33). Utilizando
uma agulha longa de calibre 25, depositar de 0,3 a 0,6 ml de anestésico local
sob a mucosa lingual imediatamente distal ao último dente sendo tratado
Nervos Anestesiados:
Mentual e incisivo.
Áreas Anestesiadas:
1. Membrana mucosa bucal anterior ao forame mentual, geralmente do
segundo pré-molar até a linha média
2. Lábio inferior e pele do queixo
3. Fibras nervosas pulpares aos pré-molares, ao canino e aos incisivos
CONT. BLOQUEIO DO NERVO INCISIVO
Técnica
1. É recomendada uma agulha curta.
2. Área de inserção: prega mucobucal no
forame mentual ou imediatamente anterior a
ele
3. Área-alvo: forame mentual, através do
qual o nervo mentual sai e no interior do
qual o nervo incisivo está localizado
4. Marcos:
pré-molares mandibulares e prega
mucobucal
5.Aguardar de 3 a 5 minutos antes de iniciar
o procedimento dentário.
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ATIVIDADES
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Acesso adequado
Via desimpedida
Uso de força controlado
TÉCNICAS CIRÚGICAS
 
 
EXÉRESE II
EXODONTIA POR VIA ALVEOLAR
Indicações Clínicas
- Coroas integras
- Raizes com ponto de apoio (p/ forceps e elevadores)
 -Raízes e ápices radiculares residuaisou recém fraturados
- Dentes com coroa parcialmente destruidas ou frágil
Indicações Radiográficas•
DENTES UNI OU MULTI-RADICULARES COM RAÍZES NORMAIS OU EXPULSIVAS
 PREPARO DO PACIENTE E DO CIRURGIÃO
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PRINCIPIOS DOS ELEVADORES (EXTRATORES)
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Com seccionamento dental
Indicações Radiográficas
Regras
1- Deve ser empunhados em posição digitopalmar, sendo que para evitar seu
deslizamento na palma da mão, o dedo indicador deverepousar sobre a haste
2- A lâmina de um elevador deve ser aplicada entre o tecido ósseo que constitui
o alvéolo do dente a ser avulsionado e o próprio dente ou no espaço Inter
radicular
3- Não usar um dente adjacente como fulcro da alavanca ( a não ser que tenha
de ser avulsionado)
4- Não usar as corticais vestibulares e ou lingual e ou palatinas como fulcro
• Aplicar força na região Mesial ou Distal da raiz a ser removida
• Força progressiva e controlada
5. Usar a outra mão para proteger
Exodontia por via alveolar
•Indicações Clínicas
• DENTES MULTIRRADICULARES COM A COROA TOTALMENTE DESTRUÍDA
• DENTES MULTIRRADICULARES COM RESTAURAÇÕES EXTENSAS
• DENTES COM RAÍZES DIVERGENTES
• DENTES COM RAÍZES CONVERGENTES
• DENTES RETIDOS
• DENTES DECÍDUOS COM O GERME DO PERMANENTE ALOJADO ENTRE AS RAÍZES
ODONTOSECÇÃO
Vantagens
• Reduzir a quantidade do tecido ósseo alveolar que se tem de eliminar
• Diminuir o tempo operatório da execução da exodontia
• Não lesar o dente vizinho
• Diminuir o risco de lesar estruturas subjacentes ao órgão dental
Planejamento
• Sem retalho
• Com retalho ( Técnica III)
• Com retalho e osteotomia ( Técnica III)
• Movimentos pendulares
• Até a furca
• Até o 1/3 final ( terminar o movimento com os elevadores
• Anatomia dental
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Cuteragem
É realizada quando ver no exame radiográfico que há lesão, tendo cuidado nas
estruturas nobres como o seio maxilar.
Alveolopastia
Lima para osso, utilizada em sentido unidirecional para regularizar os bordos
do osso
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Indicações Clínicas
Indicações Radiográficas
Indicações Clínicas
Indicações Radiográficas
 Indicações Radiográficas
Exodontia Pela Via Não Alveolar
Por Alveolectomia Parcial
A alveolectomia, é a extração de um dente por meio da remoção da tábua
óssea alveolar. E ela se divide em dois tipos: Parcial: quando há presença de
uma raiz e falta um ponto de apoio. Nessa situação, é necessário fazer o
desgaste do alvéolo para que haja um ponto de apoio para apreender.
• DENTES COM ANOMALIA DE POSIÇÃO
• DENTES COM NÚCLEOS INTRA-CANAL
• DENTES COM COROAS PROTÉTICAS
• DENTES MULTIRRADICULARES SEM
APOIO SUFICIENTE PARA FÓRCEPS OU EXTRATORES
• NAS RELAÇÕES ENTRE RAÍZES DENTAIS E ESTRUTURAS ANATÔMICAS
IMPORTANTES
• RESISTÊNCIA CORONÁRIA PEQUENA
• EM RAÍZES RESIDUAIS
• EM DENTES RETIDOS
Por Alveolectomia Total
• NA FALÊNCIA DAS OUTRAS TÉCNICAS
• NAS ANQUILOSES ALVÉOLO-DENTAIS
• NAS HIPERCEMENTOSES
• NAS DILACERAÇÕES APICAIS
Por Apicectomia
• DENTES UNIRRADICULARES COM 
DILACERAÇÕES APICAIS
• DENTES COM HIPERCEMENTO
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OSTEOTOMIA / OSTECTOMIA
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SÍNTESE
 
• Reposicionar as estruturas anatômicas que foram rompidas e interrrompidas
• Importante para evolução da ferida
• Favorecem a imobilização dos tecidos
• Auxiliam na hemostasia
• Reduzem os espaços anatômicos
• Estabilização do coágulo
1.Coacutar sem deixar nenhum
 espaço
2.Ficar um espaço
3.Usada em enxerto, para
 neoformar tecido
Fios de SUTURA
Qualidades ideais para um fio de sutura:
• Grande resistência a tração e torções;
• Calibre fino e regular;
• Flexível e pouco elástico;
• Ausência de reação tecidual;
• Fácil esterilização;
• Fácil visualização;
• Baixo custo
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Normas para realização de sutura:
• Antissepsia e assepsia corretas;
• Respeitar diferentes planos anatômicos;
• Hemostasia adequada;
• Limpeza da ferida
• Abolição dos espaços mortos;
• Ausência de corpos estranhos e/ou
tecidos desvitalizados;
• Emprego de suturas e fios adequados;
• Realizados com técnica apropriada
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PLANEJAMENTO
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Hemorragia
Desafios hemostáticos na cirurgia:
HEMOSTASIA
 
-Primária: Momento da cirurgia
-Secundária: Pós cirurgia (paciente
sangrar em casa)
(1) os tecidos da boca- altamente vascularizados;
(2) aextraçãodeumdentedeixauma feridaaberta,
(3) Difícil fazer um curativo com pressãosuficiente;
(4) os pacientes exploram a área da cirurgia com suas línguas;
(5) as enzimas salivares lizam o coágulodesangue.
CASCATA DA COAGULAÇÃO
- Fase de iniciação
- Fase de amplificação
- Fase de Propagação
-Anticoagulantes Naturais
- Sistema Fibrinolítico
 
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Obter boa hemostasia durante a cirurgia.
Esponja hemostática de gelatina absorvível, insolúvel em água (pele porco
purificada)-formação de coagulo artificial
Membrana hemostática absorvível de celulose oxidada regenerada -
formação de coagulo artificial
Uma matriz orgânica de colágeno tipo I polimerizado e purificado com
estrutura fibrilar
Acido tranexâmico– antifibrinolíticosintético
Maneiras
- Primeira: Auxiliando os mecanismos naturais hemostáticos: Gaze para aplicar
pressão sobre vasos sangrantes ou pinçando um vaso com a pinça
hemostaticas.
-Segunda: Por meio de calor, fundir as porções terminais dos vasos ( coagulação
térmica)
Corrente elétrica sobre o vaso, com uma pinça hemostática ou diretamente
-Terceira: hemostasia por meio de ligadura
- Quarta: pelo emprego de substâncias vasoconstritoras:
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