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Avaliação Neurofuncional
· ITENS DA ANAMNESE
Identificação
Data da Avaliação
Nome
Idade – Data de nascimento
Sexo
Raça
Estado civil
Profissão
Endereço residencial completo
Local de trabalho
Naturalidade (estado, cidade e país)
Diagnóstico médico / Médico e telefone.
H.M.A (história da moléstia atual): quando aconteceu, como aconteceu, se já fez tratamento e como foi, se interfere nas AVD’s.
Q.P (queixa principal): onde sente dor, o que mais incomoda. “Em que posso AJUDAR a melhorar na sua vida?”.
Antecedentes pessoais
Doenças crônicas: diabetes, pressão alta, tireoide...
Medicamentos: (descrever nome dos medicamentos para o paciente).
Faz uso todo dia?
Exames complementares: já fez algum exame? Pedir para trazer.
Hábitos de vida
Atividade física: o que faz no dia a dia/ rotina (caminha, cuida de casa...)
Lazer: o que faz no tempo livre (assiste novela, lê livro...)
Etilismo: consome álcool (socialmente, todo dia?) com que frequência.
Tabagismo: se fuma (o quê? Frequência).
Alimentação: come frutas ou legumes? (tem boa alimentação e horário)
Sono: acorda durante a noite, consegue dormir a noite inteira.
Antecedentes cirúrgicos: já fez alguma cirurgia?
Antecedentes familiares: doença hereditárias, possui algum histórico de doença psíquica? (algum familiar já fez tratamento?).
Exame Físico
Dados vitais: PA, FC, FR, SPO2, temperatura e ausculta pulmonar.
Inspeção: marcha, dispositivo auxiliar, espasmo, pele, hematoma, edema.
Palpação (geral): “sempre pedir licença”, explicar o que vai fazer. Ver se tem dor ao toque, sensibilidade.
Observar Atitudes
Atitude segmentar
Emocional, postural, muscular e facial.
Fácies
Ansiedade (Neurose de angústia ou tireotoxicose).
Tristeza (síndrome depressivas)
Euforia (esclerose em placas)
Indiferença (tumores frontais)
Labilidade emocional (arteriosclerose cerebral difusa)
Olhar inexpressivo (demência)
Deformidade corpórea evidente
Pescoço curto (Síndrome de Klippel-Feil)
Escoliose ou cifoescoliose (Distrofia muscular progressiva)
Torcicolo, pé cavo e dedos em martelo (Doença de Charcot-Marie)
Doenças musculares
Distrofia muscular progressiva.
“Levantar miopático”
Neuropatias periféricas
Lesões da ponta anterior da medula, plexos, das raízes ventrais ou nervos periféricos (mão pêndula, mão em garra, pé equino, escoliose antálgica).
Síndromes Meníngeas
Meningites e hemorragias meníngeas
Lesões dos cordões posteriores
Ataxias sensitivas (tabes dorsalis)
Lesões do tronco encefálico
Lesões alta poupando vestibuloespinhal (rigidez de descerebração e rigidez de decorticação)
Lesões Vestibulocerebelares
Desvios laterais da cabeça
Ataxias cerebelares
Lesões extrapiramidais
Parkinson
Distonias de torção
Coréias
Lesões Piramidais
Hemiplegias espásticas (comum atitude de Wernickmann)
PALPAÇÃO (EXAME NEUROLÓGICO)
· Trofismo muscular (sempre palpar os dois membros avaliados para ver se tem diferença).
Massa muscular;
Palpar o ventre do músculo.
Trofismo é definido como massa muscular, sendo o grau de hipertrofia do músculo. 
Pode ser avaliado através da inspeção visual, palpação e perimetria.
Na inspeção visual observamos o abaulamento da massa hipertônica ou o achatamento da massa hipotônica;
A palpação destina-se à confirmação dos achados na inspeção visual e a perimetria deve ser medida em intervalos regulares ao longo do eixo longitudinal da parte do corpo.
· Normotrófico
· Hipotrófico 
· Hipertrófico
· Tônus muscular:
(Deve falar para o paciente que vai avaliar a amplitude do movimento, pedir para ele relaxar.)
É o estado de tensão permanente do músculo.
Tono de Postura: manutenção das atitudes.
Tono de Ação: de acompanhamento.
Ex: Durante execução de um movimento entra em jogo: o tono de ação em determinados grupos musculares, o tono de postura em outros, além da diminuição de tono naqueles grupos musculares que poderiam dificultar o
movimento. 
Aumento do tônus: hipertonia
Diminuição do tônus: hipotonia
Ausência do tônus: atonia
O tônus muscular é explorado mediante a inspeção, palpação, percussão, movimentação passiva e balanço das articulações.
Escala de Ashworth:
0: nenhum aumento do tônus muscular;
1: leve aumento do tônus muscular, manifestado por uma tensão momentânea, ou por resistência mínima, no final da ADM articular, quando a região é movida em flexão e extensão;
1+: leve aumento do tônus muscular, manifestado por tensão abrupta, seguida de resistência mínima em menos de metade da ADM restante;
2: aumento mais marcante do tônus muscular, durante a maior parte da ADM, mas a região é movida facilmente;
3: considerável aumento do tônus muscular, o movimento passivo é difícil;
4: parte afetada rígida em flexão ou extensão.
· ADM (passivo)
· Motricidade Voluntária (pedir para realizar o movimento {se consegue realizar de forma ativa})
FM (avaliar de há indicações para este teste) – força muscular (se vence a gravidade).
Grau 0: ausência de contração muscular (paralisia)
Grau 1: presença de contração muscular sem deslocamento do segmento (contração perceptível apenas a palpação)
• Grau 2: contração muscular com deslocamento do segmento, desde que eliminada a ação da gravidade
Grau 3: Movimento ativo contra a ação da gravidade
Grau 4: Movimento com capacidade para vencer uma resistência
Grau 5: Movimento ativo normal
Manobras deficitárias: (dizer que vai fazer testes, explicar e demonstrar)
Braços estendidos: Sentado ou em pé, MMSS estendidos e dedos afastados.
Fica de meio a um minuto.
Raimiste: DD, antebraços fletidos sobre os braços em angulo reto, e as mãos são estendidas com os dedos separados.
Queda dos MMII em abdução: DD, máximo de flexão de joelho, com apoio plantar bilateral
sobre o leito. Pode sustentar os pés.
Mingazzini: DD, flexão de quadril e joelho a 90 graus.
Barré: DV, com flexão de joelho a 90 graus.
· Motricidade involuntária (“o que o paciente faz parado” espasmo, tique...)
· Atividade Reflexa
Alterações dos reflexos músculos tendinosos
ocorrem:
Por aumento: hiper-reflexia
Diminuição: hiporreflexia
Ausência: arreflexia
Reflexos profundos (deve ser feito com os membros relaxados e livres para o movimento).
Biccipital:
Tricipital:
Estilorradial:
Cubitopronador:
Adutor: *sem foto*
Patelar (pés suspensos):
Aquileu:
Reflexos superficiais 
Hoffmam: reflexo do dedo
Cutâneo abdominal: reflexo do umbigo.
Cutâneo plantar: reflexo na planta do pé.
Reflexo de Automatismo Medular ou Reflexo de Defesa:
São reações motoras involuntárias, consequentes a excitações cutâneas ou profundas.
Manobra de Babinsk
Manobra de Pierre Marie-Foix: flexão forçada e demorada dos quatro últimos artelhos.
Manobra de Tolosa: percussões repetidas na base dos artelhos.
· Clônus: (tremor após o estiramento rápido do músculo).
Flexores de punho – junto com tônus
Patelar – junto com reflexo profundo
Aquileu – junto com reflexo profundo
· Sensibilidade
Profunda:
Cinético postural (perceber o corpo no espaço): coloca-se passivamente o segmento do membro em determinada posição, solicitando-se ao paciente que reconheça essa posição sem o auxílio da visão. 
A noção dos movimentos passivos é pesquisada deslocando- se uma articulação em diferentes direções e, finalmente, detendo-se numa posição qualquer, que o paciente deve identificar.
Discriminação de pontos: localizar (comparar se sente + de um lado).
Vibração: usa-se o diapasão em vibração aplicado em diversas saliências ósseas
Esteriognóstica: o paciente, com os olhos fechados, deve identificar objetos conhecidos colocados em sua mão como caneta, chave, moeda etc.
Superficial (“a que passa na pele” parte que está, temperatura – não avisa, olhos fechados, ambiente tranquilo)
· Coordenação
Distúrbios de sensibilidade profunda, o paciente não consegue atingir o alvo ou faz de modo imperfeito.
Cerebelopatas e comum a ultrapassagem do alvo, sendo o movimento feito por etapas. Pode-se utilizar variantes.
Erro de medida = DISMETRIA = LESÃO CEREBELAR
HIPERMETRIA: quando pct passa o alvo;
HIPOMETRIA: quando pct não atinge o alvo.
Índex-índex: dedo com dedo(indicador).
Índex-nariz: dedo com nariz.
Calcanhar joelho 
Oposição polegar-dedos
Diadococinesia: a capacidade que uma pessoa tem em realizar movimentos rápidos alternadamente. (prono-supino)
*ADIADOCOCINESIA: Incapacidade de realizar. 
DISDIADOCOCINESIA: Dificuldade de realizar... Distúrbio.
Comum lesão cerebelar.
Nos cerebelopatas com lesão unilateral, o movimento é mais lento no lado.
Rechaço: com o antebraço parcialmente fletido, forçando em direção ao tórax (nunca direcionado à face) contra resistência interposta pelo examinador que lhe segura o punho, este é bruscamente liberado. Uma pessoa normal freia o movimento rapidamente.
No cerebelopata, por falta de coordenação e de ação dos antagonistas, seu punho choca-se contra o ombro ou tórax.
Nistagmo: movimento involuntário do olho.
MOTRICIDADE VOLUNTÁRIA (EXAME NEUROFUNCIONAL)
· Solicitação de movimentos ativos/atividades funcionais (passagens de postura):
Associar os movimentos com a rotina do paciente.
Fazer no tablado ou no chão para evitar quedas.
· DD/DL/DV
· Decúbito/sentado
· Sentado/em pé
· Sentado ou decúbito/gato
· Gato/semi ajoelhado
· Semi ajoelhado/ em pé 
· Atividades de Vida Diária
Preensão: consegue pegar objetos.
Higiene pessoal: toma banho sozinho, vai ao banheiro sozinho.
Continência vesical e anal: consegue segurar até chegar ao banheiro.
Vestuário: se veste sozinho, amarra o cadarço (como faz? Abaixa, usa uma mão, adaptou?)
Locomoção: se alguém traz na clínica, vem sozinho, usa dispositivo auxiliar... Se usa cadeira de rodas, perguntar se em casa também usa, se precisa de ajuda para se transferir...)
· Transferência (se aplica ao paciente?)
· Equilíbrio estático
Posicionar o paciente;
Descrever o teste;
Estar posicionado ao lado do paciente caso ele se desiquilibre.
Sentado: controle do tronco.
Em pé (testes cronometrados):
*Romberg: paciente instruído a ficar ereto com os pés juntos e os braços soltos ao lado do corpo. Inicialmente olhando p frente, em seguida
pedir para fechar os olhos.
*Teste de um pé atrás do outro: Pct em pé com os olhos fechados e os pés colocados um á frente do outro.
Calcanhar do pé da frente toca os dedos do pé de trás.
Pedir para andar em linha reta, colocando repetidamente o calcanhar do pé dianteiro à frente dos dedos do pé de trás.
POSITIVO: INCAPACIDADE DO PACIENTE MANTER O EQUILÍBRIO OU A ESTABILIDADE.
Avalia disfunção cerebral ou distúrbio do ouvido interno. (Romberg com um pé atrás do outro)
Romberg sensibilizado (Tanden)
Apoio unipodal
- Se o paciente não consegue realizar os testes com olhos abertos, não prosseguir para olhos fechados.
AVALIAÇÃO DA MARCHA
Observa desde que o paciente chega na clínica.
Se necessário usar manobras que acentuem déficits:
Marcha espástica
Tracto cortico-espinhal, onde os reflexos profundos estão exaltados. 
Paciente não dobra o joelho e caminha traçando com o MI comprometido um semicírculo, em que
o pé toca o solo pela borda lateral e ponta.
Marcha festinante
Típica na doença de Parkinson. É uma marcha em pequenos passos, com alteração do centro de gravidade, em que o paciente tem dificuldade em iniciar a marcha e também parar.
Marcha cerebelar
Alteração do equilíbrio onde o paciente anda com a base alargada e frequentemente se observa um tremor em MMII.
Marcha tabética
Lesão dos funículos posteriores da medula e a consequente perda da sensibilidade profunda. Paciente tem dificuldade em perceber que o pé está no chão.
Paciente olha profundamente para o chão.
Os pés são levantados abruptamente e explosivamente são tocados no chão novamente.
Marcha parética ou com o pé caído
Lesão dos nervos (neurônios) periféricos, onde o paciente eleva exageradamente a perna, o pé fica caído e jogado para a frente.
Marcha histérica
Apresenta aspectos extravagantes, florida por movimentos supérfluos, irregulares
Marcha do tipo misto
Comprometimento de mais de uma estrutura nervosa.
Marcha miopática
Nas afecções musculares com atrofia dos músculos da cintura pélvica.
Marcha escarvante
Quando o doente tem paralisia do movimento de flexão dorsal do pé, a ponto do pé toca o solo ao caminhar e tropeça. Para evitar isso levanta acentuadamente o MI.
Alterações da motricidade
Pode ocorrer alterações da motricidade voluntária, automática e dos reflexos.
Ocorrem alterações na motricidade voluntária quando há alguma lesão do sistema nervoso, evidenciando manifestações distintas entre o local acometido.
Motricidade Voluntária
As alterações da motricidade voluntária são:
Paresia (déficit parciais)
Paralisia ou plegia (déficit completo)
Hemiplegia, paraplegia, diplegia, tetraplegia e monoplegia.
MOVIMENTOS INVOLUNTÁRIOS
Coréicos
S/ finalidade aparente, desordenados irregulares, bruscos, breves e arrítmicos. Grande amplitude e em qualquer segmento corporal, tendo preferência para as articulações distais dos membros, face e língua.
Os movimentos involuntários coreicos têm início abrupto, explosivo, geralmente de curta duração, repetindo-se com intensidade e topografia variáveis, assumindo caráter migratório e errático, o que faz parecer que o indivíduo está realizando um tipo de dança ondulante.
Atetóticos
Movimentos lentos, ondeantes, irregulares e arrítmicos, sucedendo-se quase continuamente. Normalmente nas extremidades distais dos membros, podendo atingir também os proximais.
Atetoses são movimentos involuntários mais lentos, sinuosos, frequentemente contínuos, lembrando uma contorção, que envolvem predominantemente as extremidades.
Balismo
Movimentos de grande amplitude, abruptos, contínuos, rápidos e ritmados, localizam-se predominantemente nos segmentos proximais dos membros. São estereotipados e violentos, sobrevindo muitas vezes em descargas que arremessam o membro em várias direções
Mioclonias
Abalo muscular brusco, breve e involuntário. Podem ser elementares, complexas e maciças.
Fasciculações
São contrações involuntárias de fibras musculares, visíveis durante o repouso. As contrações são breves, irregulares e não provocam deslocamento do segmento corpóreo.
Tremores
Oscilações rítmicas, que envolvem todo ou parte do corpo em torno de sua posição de equilíbrio, resultantes de contração alternada de grupos musculares opostos (agonistas e antagonistas).
Sincinesias
Movimentos involuntários, e muitas vezes inconscientes, que se produzem no lado paralisado de um hemiplégico, quando são executados movimentos voluntários no lado são.
A fisiopatologia das sincinesias é complexa e não se acha ainda perfeitamente esclarecida; são fenômenos observados, entretanto, principalmente nas lesões piramidais.
Sincinesia global: reforço da contratura dos membros paralisados e, consequentemente, exagero da atitude caraterística (flexão do membro superior, extensão do membro inferior), quando o paciente executa, com esforço, um movimento do lado são (aperto de mão, por
exemplo).
Sincinesia de Imitação: Movimentos realizados por um segmento de membro do lado normal são imitados pelo segmento homólogo do lado hemiplégico (lado hemiplégico imita o lado normal) “Aumenta com olhos fechados”.
ex: no lado paralisado produzem-se movimentos
involuntários que imitam os realizados, voluntariamente, no lado são.
Sincinesia de coordenação (contração voluntária de determinados grupos musculares- saudável, aparece contração involuntária de grupos musculares funcionalmente sinérgicos.
Produzem no lado paralisado movimentos involuntários, por ocasião da execução de movimentos voluntários sinérgicos.
Várias manobras evidenciam as Sincinesia de coordenação: 
Provas de RAIMISTE, de CACCIAPUOTI, etc.
Prova de Raimiste: em dd, promove-se add ou abd do MI contra resistência e aparece movimento análogo no MI afetado.
- (Para abdução do MI)
Manobra de Cacciapuoti (Eleva MI saudável)
- Em dd, eleva-se o MI normal estendido e ordena-se seu rebaixamento contra resistência, aparece elevação involuntária do MI comprometido acima do plano do leito.
Diagnóstico fisioterapêutico – CEREJA DO BOLO.
· Achados aleatórios

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