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RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS CURSO: FISIOTERAPIA DISCIPLINA: AVALIAÇÃO FUNCIONAL NOME DO ALUNO: THAIS DE MOURA SILVA R. A: 2447412 POLO: UNIP POLO ASA SUL DATA: 25/10/2025 INTRODUÇÃO A avaliação neurológica na fisioterapia é um processo contínuo e fundamental para identificar as necessidades do paciente com disfunção neurológica, definir objetivos terapêuticos e monitorar a evolução do tratamento. O fisioterapeuta avalia a funcionalidade, a capacidade de realizar atividades diárias e a interação social, investigando aspectos como estado mental, força motora, tônus muscular, reflexos e funcionamento cerebelar. Essa avaliação abrange a análise das alterações estruturais e funcionais do corpo para otimizar as habilidades do paciente e minimizar as complicações secundárias da lesão neurológica. (LEHMAN, 1997) A sensibilidade influencia o desempenho motor e alterações da sensibilidade podem trazer prejuízos à função. O comprometimento da sensação pode estar associado a qualquer doença ou traumatismo que afeta o sistema nervoso. A avaliação da sensibilidade superficial pode ser realizada pela análise por segmentos corporais em lesões encefálicas e por dermátomos (áreas cutâneas correspondentes aos segmentos espinais que fornecem sua inervação) em lesões medulares e de nervos periféricos. (MOORE, 2001) A avaliação respiratória é extremamente importante e tem como objetivo identificar distúrbios respiratórios, quantificar esses distúrbios e direcionar as condutas terapêuticas adequadas para cada paciente, sendo assim, deve-se realizar em conjunto com os exames so licitados ao paciente, como radiografia de tórax, tomografia, exames laboratoriais (gasometria arterial, hemograma, eletrólitos) e espirometria. O exame físico pode ser dividido em inspeção estática, inspeção dinâmica, palpação e ausculta pulmonar (SARMENTO, 20 16, p. 27) O sistema circulatório é responsável por transportar o sangue por todo o corpo, é ele que leva o oxigênio e os nutrientes necessário por todo o organismo. O sistema circula tório é um conjunto de órgãos formado pelo coração, vasos, veias, artérias e capilares. Os procedimentos importantes para a avaliação circulatória é a inspeção, palpação, pressão arterial, frequência cardíaca, medição do pulso radial e pulso carotídeo. (PRYOR,2002) A avaliação postural tem como objetivos principais a correção e a prevenção de possíveis alterações posturais. Consiste em analisar, avaliar e determinar atitudes e desvios posturais dos indivíduos. É comum que essas mutações a carretem desconfortos e incapacidades funcionais, é importante o profissional conhecer todos os procedimentos que se adaptam a cada paciente, utilizando a tabela de avaliação, verá com clareza a simetria postural e saberá qual pro cedimento deverá prosseguir para melhoria do paciente. (SARMENTO,2005) AULA 1 – AVALIAÇÃO NEUROLÓGICA ROTEIRO 1 Martelo Neurológico 1 kit estesiometro 1 Fonte:Google.com Avaliação da Sensibilidade A "avaliação da sensibilidade" refere-se a testes realizados para verificar as sensações de uma pessoa, como dor, toque e temperatura, e pode ser feita de diferentes formas, como o teste de limiar de dois pontos em que se avalia a capacidade de discriminar entre dois estímulos. Este tipo de exame é crucial para localizar disfunções neurológicas no cérebro, medula espinhal ou nervos periféricos. De uma forma geral, a sensibilidade pode ser dividida em: Sensibilidade superficial (exteroceptiva): tátil, dolorosa e térmica. Sensibilidade profunda (proprioceptiva): sentido de posição e sentido de movimento. Avaliação da sensibilidade tátil Avalia-se o toque suave utilizando um chumaço de algodão ou pincel pode ser usado o pincel do martelo neurológico. Avaliação da sensibilidade dolorosa Utilizam-se objetos pontiagudos, como um alfinete, para testar a percepção da dor; pode ser usado a agulha contida no martelo neurológico. Avaliação do tato protopático (tato grosso) Utiliza-se um pincel com pelos, pedaço de algodão ou pedaço de pano. A área testada é levemente tocada ou percutida. Resposta: o paciente deve indicar o momento e o local do estímulo sentido. Avaliação da propriocepção consciente A propriocepção envolve tanto o sentido de posição quanto o sentido de movimento (cinestesia). Para avaliar a cinestesia, o membro ou articulação avaliado é movimentado passivamente por meio da amplitude de movimento. Resposta: pedir ao paciente que indique verbalmente a direção do movimento enquanto o membro é movimentado. Para avaliar o sentido de posição, o membro ou articulação é movimentado e mantido em uma posição estática. Resposta: pedir ao paciente que relate verbalmente a posição e replique a posição do membro ou articulação com o membro oposto. (LEHMAN, 1997) Avaliação dos reflexos Para avaliar os reflexos o paciente deve estar relaxado e bem tranquilo, não pode estará tenso se não os músculos ficam rígido e vai ser impossível reagir aos estímulos do reflexo. Sua classificação pode ser ausente, normal, hiporreflexia (quando ocorre a diminuição do reflexo), hiporreflexia (quando há um aumento de reflexo) e hiporreflexia com aumento da região reflexógena. (LEHMAN, 1997) • Reflexo bicipital Para testar o reflexo bicipital, posicione o braço do paciente em uma semiflexão, apoiando o antebraço sobre o seu. Coloque o seu polegar sobre o tendão do bíceps, na dobra do cotovelo, e percuta vigorosamente sobre o seu polegar com um martelo de reflexos. O antebraço deve flexionar o cotovelo como resposta normal. (LEHMAN, 1997) • Teste: percussão sobre o tendão distal do bíceps com o braço do paciente levemente fletido. • Resposta: flexão do cotovelo e leve supinação. • Reflexo tricipital Para testar o reflexo tricipital o braço do paciente deve estar relaxado apoiado no profissional, o cotovelo na altura dos ombros formando um ângulo de 90º, a mão do profissional deve estar sustentando o braço do paciente, percussão realizada sobre o tendão distal. (LEHMAN, 1997) Teste: percussão sobre o tendão distal do tríceps com o braço do paciente em abdução de 90° de ombro e flexão de 90° de cotovelo. Resposta: extensão do cotovelo. • Reflexo estilorradial Para testar o reflexo estilorradial o paciente deve estar em posição neutra, com as mãos pronadas e uma leve flexão nos dedos, a percussão deve ser feita no tendão do musculo braquiorradial. (LEHMAN, 1997) Teste: percussão sobre o tendão do músculo braquiorradial com antebraço do paciente em posição neutra. Resposta: leve pronação e flexão dos dedos. • Reflexo patelar Para testar o reflexo patelar o paciente sentado ou deitado com o joelho fletido a 90º. Percute-se o tendão do quadríceps, entre a rótula e a tuberosidade da tíbia. (LEHMAN, 1997) Teste: percussão sobre o tendão patelar com o joelho do paciente fletido a 90°. Resposta: extensão do joelho. • Reflexo calcâneo Deve-se percutir o tendão de Aquiles acima de sua inserção no calcanhar. Há o estimulo contrátil dos músculos crurais posteriores, gastrocnêmio, sóleo e plantar. O paciente fica de joelhos em plano alto com os pés para fora. (LEHMAN, 1997) Teste: percussão sobre o tendão do calcâneo com o tornozelo do paciente neutro. Resposta: flexão plantar do tornozelo. Classificação das respostas dos exames dos reflexos: • 0 = Ausente. • + = Hiporreflexia. • ++ = Normorreflexia. • +++ = Hiperreflexia. • ++++ = Hiperreflexia com aumento da área reflexógena. Avaliação do tônus O tônus pode ser influenciado por diversos fatores:• Posição e interação dos reflexos tônicos. • Estresse e ansiedade. • Esforço/movimento voluntário. • Medicamentos/bloqueios químicos. • Lesões do sistema nervoso central e sistema nervoso periférico. O terapeuta deve considerar o impacto de cada um desses fatores para chegar a uma classificação do tônus. A avaliação pode ser considerada em três fases: observação inicial, avaliação do movimento passivo e dos reflexos miotáticos (de estiramento) e controle motor voluntário. (LEHMAN, 1997) Observação inicial A observação inicial do paciente pode revelar a presença de movimentos anormais ou de postura dos membros, ou do corpo. Padrões motores estereotipados (sinergismos anormais) são sugestivos de presença de anormalidades do tônus. Movimentos flutuantes involuntários flutuantes podem significar distonia e a completa ausência de movimentos espontâneos pode indicar flacidez. A postura em posições fixas (antigravitacionais) pode ser sugestiva de espasticidade. A palpação pode trazer informações sobre o estado de repouso dos músculos. (MOORE, 2001) Testes do movimento passivo A avaliação dos movimentos passivos e dos reflexos miotáticos revela informações sobre a reatividade dos músculos a um estímulo de alongamento. O paciente deve ser instruído a relaxar, permitindo que o terapeuta sustente e movimente o membro. Todos os movimentos são avaliados, com particular atenção aos identificados como problemáticos no período da observação inicial. (LEHMAN, 1997) Durante o teste do movimento passivo, o terapeuta deve manter contatos manuais firmes e constantes, movendo o membro aleatoriamente, numa frequência baixa e constante. Quando o tônus é normal, o membro se move facilmente e o terapeuta é capaz de alterar a direção e a velocidade sem sentir resistências anormais. Membros hipertônicos geralmente transmitem uma impressão de rigidez e resistência ao movimento e membros flácidos parecem pesados e não reativos. Movimentos mais velozes intensificam as respostas e aumentam a qualidade de resistência oferecida por um músculo espástico. A rigidez oferece uma resistência mais constante a todas as velocidades de movimentos. Um súbito afrouxamento indica sinal de canivete. O clônus é sempre avaliado por meio de um rápido estímulo de alongamento. Por exemplo, o clônus do tornozelo é testado pela brusca dorsiflexão do pé. (LEHMAN, 1997) A determinação do tônus deve ser realizada com base na comparação com as respostas de um membro normal. No caso de disfunção local ou unilateral (hemiplegias, hemiparesias), é comum a comparação com o membro não afetado; porém, é preciso ter cautela com essas comparações, já que há relatos de achados anormais em membros ditos normais após uma lesão neurológica. Após o teste de movimento passivo, é necessário especificar e classificar o grau de espasticidade como severa ou moderada. Para isso, a escala de Ashworth modificada é a mais utilizada. (LEHMAN, 1997) RESULTADO E DISCUSSÃO Aula realizada no laboratório de aulas práticas da universidade sendo ministrada pela professora Camila que iniciou a disciplina nos apresentando algumas das ferramentas utilizadas no processo de avaliação da sensibilidade. Pudemos ter o contato com o martelo neurológico onde tivemos a pratica a qual nos dividimos em grupos onde nos revezamos entre fisioterapeuta e paciente para apreendermos a como utilizar a ferramenta da forma correta, sendo corrigido por ela nossos erros em relação ao uso do equipamento. Tivemos também acesso ao kit de estesiometro aonde pudemos aprender como usá-lo com o paciente e a forma como deve ser conduzido o teste utilizando o mesmo. Aula descontraída, de fácil assimilação do conteúdo devido ao modo dinâmico da professora ensinar fazendo com que a turma se interessa se pelo conteúdo dado. . AULA 2 – AVALIAÇÃO NEUROLÓGICA ROTEIRO 1 Avaliação das coordenações motoras grossa e fina Coordenação é a capacidade de executar movimentos regulares acurados e controlados. A capacidade de produzir esses movimentos é um processo complexo dependente de um sistema neuromuscular completamente intacto. Os movimentos coordenados se caracterizam por uma velocidade, distância, direção, ritmo e tensão muscular apropriados. Incoordenação e deficiência de coordenação são termos gerais usados na descrição do funcionamento motor anormal, caracterizado por movimentos desajeitados, estranhos, irregulares ou inacurados. Os propósitos da execução da avaliação da coordenação motora são: • Avaliar a capacidade dos músculos ou grupos musculares que operam em conjunto na execução de uma tarefa ou atividade funcional. • Auxiliar nas metas e objetivos dos planos terapêuticos. • Proporcionar uma base para o desenvolvimento de um programa de exercícios terapêuticos para melhora da coordenação. • Auxiliar na determinação de métodos para ensino, simplificação e adaptação de uma atividade terapêutica. • Determinar os efeitos da intervenção terapêutica no movimento coordenado ao longo do tempo. (LEHMAN, 1997) Diversas áreas do SNC propiciam informações, além de atuarem conjuntamente com o córtex cerebral na produção do movimento coordenado. Essas áreas são cerebelo, gânglios da base e colunas dorsais (posteriores). Embora seja incorreto imputar todos os problemas da incoordenação a um desses locais, as lesões nessas áreas são responsáveis pela maioria dos problemas de coordenação motora. A avaliação da coordenação motora se divide em duas categorias: • Atividades motoras grosseiras: envolvem grandes grupos musculares. • Atividades motoras finas: envolvem grupos musculares pequenos e avaliam destreza e habilidade de manipulação. (LEHMAN, 1997) Os testes motores grossos envolvem a avaliação da postura corporal, do equilíbrio e movimentos dos membros de grandes grupos musculares, como andar, ficar em pé ou correr. Os testes motores finos envolvem a avaliação dos movimentos dos membros, com a utilização de pequenos grupos musculares, como manipulação de objetos com as mãos e destreza dos dedos. Os testes de coordenação focam a avaliação das capacidades motoras em cinco áreas principais: • Movimento alternado ou recíproco, que testa a capacidade de reversão do movimento entre grupos musculares opostos. • Composição do movimento ou sinergismo, que envolve o controle do movimento alcançado por grupos musculares em atuação conjunta. • Precisão do movimento, que avalia a capacidade de medir com precisão ou julgar a distância e a velocidade do movimento voluntário. • Fixação ou sustentação do membro, que testa a capacidade de sustentar a posição do membro ou segmento dele. • Sustentação do equilíbrio e da postura, que avalia a capacidade de manutenção do equilíbrio e da postura vertical. (LEHMAN, 1997) Testes de coordenação que não envolvem o equilíbrio Dedo ao nariz (índex-nariz) Ombro em abdução de 90º com cotovelo estendido. O paciente deve levar a ponta do dedo indicador até a ponta do nariz. Pode ser realizado com os olhos abertos e depois fechados. Nos casos de distúrbios de sensibilidade profunda, o paciente não consegue atingir o alvo (nariz) ou o faz de modo imperfeito, podendo ser agravado com os olhos fechados devido à ataxia. Nos cerebelopatas, frequentemente há a ultrapassagem do alvo (hipermetria), sendo o movimento feito por etapas (decomposição do movimento). A dismetria nos pacientes com cerebelopatias não melhora mesmo com os olhos abertos. (LEHMAN, 1997) Dedo ao dedo do terapeuta (índex-índex) Paciente e terapeuta sentam-se em oposição. O paciente deve tocar o dedo do examinador, levando o dedo indicador até a ponta do dedo indicador do examinador. Trata-se de uma variação do índex-nariz.(LEHMAN, 1997) Teste do rebote O paciente posiciona-se com o cotovelo em flexão. O terapeuta aplica resistência manual suficiente para produzir uma contração isométrica do bíceps e logo após libera a resistência subitamente. Normalmente o grupo muscular oposto (tríceps) contrairá e impedirá o movimento do ombro. Outros grupos musculares também podem ser testados, como os extensores do cotovelo e flexores do ombro. (LEHMAN, 1997) Teste calcanhar-joelho O paciente é orientado a tocar o joelho de uma perna com o calcanhar contralateral e deslizar o calcanhar pela tíbia até o pé. O movimento é repetido algumas vezes. O movimento normal é harmonioso e a presença de decomposição do movimento, erros de medida ou de direção sugere ataxia apendicular. (LEHMAN, 1997) Diadococinesia A diadococinesia refere-se à capacidade de realizar movimentos alternados e sucessivos, sendo avaliada por meio de movimentos alternados de pronação e de supinação das mãos ou de flexão e extensão dos pés. A diadococinesia aparece alterada (disdiadococinesia) nas síndromes cerebelares. (LEHMAN, 1997) Testes de coordenação do equilíbrio A manutenção do equilíbrio do corpo no espaço é um fenômeno complexo que depende de múltiplos mecanismos e da interação de diversas estruturas do sistema nervoso, como: sistema motor (força muscular, tônus muscular, reflexos tônicos de postura); sensibilidade proprioceptiva (posição dos segmentos corporais e movimentos do corpo); sistema visual (percepção das relações espaciais); e sistema vestibular (subsídios para o equilíbrio estático e dinâmico). (LEHMAN, 1997) A avaliação do equilíbrio é investigada com o paciente na posição ereta (equilíbrio estático) e durante a marcha (equilíbrio dinâmico). Na impossibilidade de o paciente manter-se em pé, o equilíbrio é avaliado na posição sentada. Na posição ortostática (em pé), o paciente pode apresentar oscilações e aumentar a base de sustentação pela separação dos pés (comprometimento cerebelar) ou instabilidade pela presença de movimentos involuntários anormais (movimentos coreicos, balismos e distonia de torção). Formas de avaliar o equilíbrio estático e dinâmico: • De pé em postura normal e confortável. • De pé com base estreita de sustentação. • De pé com um pé diretamente diante do outro (dedo de um dos pés toca o calcanhar do outro pé). • De pé sobre um dos pés. • Deslocar inesperadamente o equilíbrio (ao mesmo tempo, proteger o paciente de quedas). • De pé, alternar entre flexão do tronco, flexão lateral do tronco para ambos os lados e retorno do tronco ao normal. • Andar colocando o calcanhar de um dos pés diretamente adiante do dedo do outro pé. • Andar ao longo de uma linha reta desenhada ou marcada no assoalho. • Andar para o lado e para trás. • Marchar no lugar. • Parar e reiniciar abruptamente a caminhada ou alterar a velocidade das atividades durante a deambulação. • Andar em círculos e alternar direções. • Andar sobre os calcanhares ou sobre a ponta dos pés. (LEHMAN, 1997) Sinal de Romberg O paciente em posição ortostática, pés unidos e olhos fechados. O teste será positivo, ou seja, o paciente apresenta comprometimento do equilíbrio estático, se forem evidenciadas oscilações corpóreas, podendo haver queda em qualquer direção. Algumas vezes, somente a utilização de manobras especiais – paciente colocar um pé a frente do outro, posição de Tandem, ou manter-se apoiado num pé só – permite evidenciar a positividade do sinal de Romberg. (LEHMAN, 1997) Estratégias motoras do equilíbrio Estratégia de tornozelo A estratégia de tornozelo faz parte do controle da inclinação ântero-posterior na postura ortostática (em pé), sendo o primeiro ajuste postural compensatório utilizado para restabelecer o centro de massa (ponto de equilíbrio) a uma posição de estabilidade. Essa estratégia é mais utilizada quando há pequenas perturbações e a superfície de apoio é estável, sofrendo influência da amplitude de movimento (ADM) e da força dos músculos do tornozelo, ou seja, é necessário ADM e força muscular adequada para que a estratégia de tornozelo seja eficaz. Além disso, alterações de equilíbrio também podem trazer prejuízos a essa estratégia. (MOORE, 2001) Para avaliação da estratégia de tornozelo, o terapeuta faz pequenas oscilações no paciente em superfície estável. Também podemos observar essa estratégia quando o indivíduo se encontra em superfície instável, pois requer maiores ajustes posturais. (MOORE, 2001) Estratégia de quadril A estratégia de quadril controla o movimento do centro de massa, produzindo o movimento largo e rápido nas articulações do tronco anterior e do quadril. A estratégia do quadril é utilizada para recuperar o equilíbrio em resposta a perturbações mais rápidas e maiores, ou quando a superfície de apoio é mais instável ou menor que os pés, como quando o sujeito está em pé em uma viga. (MOORE, 2001) Para avaliação da estratégia de quadril, é possível realizar uma oscilação maior e mais rápida no paciente. Também se observa essa estratégia colocando o paciente em uma superfície instável ou em superfícies menores que os pés. (MOORE, 2001) Estratégia do passo A estratégia do passo ocorre quando as estratégias sem deslocamento (tornozelo e quadril) são insuficientes para recuperar o equilíbrio, dessa forma, um passo é utilizado para realinhar a base de sustentação sobre o centro de massa. Essa estratégia tenta adaptar o corpo novamente ao equilíbrio diante de uma perturbação na qual o centro de gravidade ultrapassa o limite da estabilidade do indivíduo. (MOORE, 2001) Para avaliação da estratégia de passo, é possível realizar uma oscilação rápida e intensa do paciente, fazendo com que haja o deslocamento do centro de massa. (MOORE, 2001) RESULTADO E DISCUSSÃO Aula realizada no laboratório de aulas práticas da universidade sendo ministrada pela professora Camila abordando a temática neurológica, nos ensinando como fazer avaliação motora que depende de equilíbrio e avaliação que não depende do equilíbrio. Após as explicações nos dividimos em grupos onde, hora um era o fisioterapeuta outrora paciente. Pudemos aprender os testes o qual o paciente pode realizar só e a gente observar e os testes que depende da nossa intervenção para ser realizado. Aula de ganha valor teórico onde pude observar o quanto é importante saber avaliar de forma correta o paciente para que possa elaborar de forma precisa e assertiva o seu planejamento terapêutico. AULA 3 – AVALIAÇÃO NEUROLÓGICA DO SISTEMA RESPIRATÓRIO ROTEIRO 1 Inspeção estática A inspeção deve ser realizada com o paciente na posição de pé, com o tórax descoberto, alinhado e evitando as distorções de postura e em relaxamento. O tórax das mulheres deve ser parcialmente descoberto, respeitando a região mamária (que deverá estar coberta). Quando o paciente não puder ficar em pé, a inspeção deverá ser feita preferencialmente na posição sentada. Para a inspeção lateral, o paciente deverá flexionar os ombros e apoiar com as palmas das mãos a nuca. (LEHMAN, 1997) Primeiro deve-se ter uma visão de todo o tórax, comparando-se um lado com o outro para verificar possíveis assimetrias e anormalidades instaladas. É muito importante observar e anotar as cicatrizes, escoriações, hematomas, trofismo muscular e coloração da pele. (LEHMAN, 1997) Formas do tórax O tórax possui vários biótipos caracterizado em normolíneo (médio), longilíneo (quando o pescoço é longo e fino) ou brevilíneo (pescoço curto e grosso). A deformidade do tórax pode ser desde o nascimento ou causado por alguma doença no sistema respiratório, existe algumas classificações como: • Tórax em tonel, enfisematoso,inspiratório, em barril ou globoso - quando o tórax fica de forma a arredondada, ocorre aumento anteroposterior e transverso. O ângulo de Charpy tem mais de 90º. • Tórax expiratório, chato, paralítico ou tísico - como se o paciente estivesse em expiração, acontece uma diminuição anteroposterior e um aumento do diâmetro na longitudinal, já o paralitico pode ser desde o nascimento ou patológico. • Tórax raquítico ou em peito de pombo ou cariniforme - são também chamados de tórax em expiração permanente, nele observa-se diminuição nítida do diâmetro anteroposterior com predominância do diâmetro longitudinal, e quando há alteração no diâmetro do tórax (peito de pombo). O paciente apresenta uma de pressão externa no tórax. • Tórax infundibuliforme ou pectus escavatum - apresenta depressão interna (tórax afunda do), pode ser encontrado em paciente raquítico, quanto tem deformidade, atinge somente o terço inferior do esterno, pode ser chamado de tórax de sapateiro. • Tórax cifótico, lordótico e escoliótico - curvatura anormal da coluna vertebral, na cifótico o paciente fica como se estivesse corcunda, na lordótico o paciente tem uma curvatura posterior na coluna, já na escoliose ocorre um desvio lateral da coluna. (LEHMAN, 1997) Inspeção dinâmica Essa inspeção ocorre quando avaliamos os movimentos do compartimento torácico.Tipo de respiração é determinado pelo segmento do tronco que predominar durante os movimentos respiratórios. Em uma respiração normal, tanto o compartimento toráxico com o abdominal se elevam, mas pode haver um predomínio desta elevação. Misto ou toracoabdomina – é aquela em que o compartimento torácico e o abdominal se movem com a mesma amplitude, não havendo, portanto, predomínio da elevação. Para sua avaliação o paciente deve estar sentado ou em pé. Torácico ou costal – é aquela em que há predomínio da elevação do tórax sobre o abdome, mais comum no sexo feminino. Abdominal ou diafragmático – é aquela que há predomínio da elevação do abdome em relação ao tórax durante o ato inspiratório, frequentemente encontrada no sexo masculino e em crianças. Paradoxal – é observada quando há um assincronismo entre o compartimento toráxico e abdominal, ou seja, enquanto um se eleva, o outro se retrai. Esse tipo de respiração é patológico, frequentemente encontrado em paciente que se encontram em insuficiência respiratória aguda e demonstram fadiga muscular. (LEHMAN, 1997) Frequência respiratória A frequência respiratória é o número de respirações por minuto e é contada pela quantidade de vezes que uma pessoa realiza os movimentos inspiratórios e expiratórios durante 1 minuto. Em condições basais, normalmente, a frequência respiratória é de 16 a 20 respirações por minuto para homem; de 18 a 24 para mulher; e de 25 a 30 para criança. Quando a frequência respiratória aumenta, denomina-se polipneia; e quando os movimentos respiratórios se tornam superficiais, além do aumento da frequência, denomina-se taquipneia. Algumas doenças que podem determinar a ocorrência de polipneia são as lesões pulmonares ou pleurais que restrinjam o campo da hematose, insuficiência cardíaca, alterações gerais (febre, anemia e intoxicações), lesões do sistema nervoso e estados psiconeuróticos. (PRYOR, 2002) Bradipneia é o nome adotado quando a frequência respiratória diminui e pode ser sintoma de obstruções brônquicas, hipertensão intracraniana, acidoses metabólicas graves (como a da uremia) e diabetes. (PRYOR, 2002) Ausculta Método propedêutico mais útil para a exploração do aparelho respiratório. A ausculta do tórax pode ser imediata ou direta e mediata ou indireta. A ausculta direta é feita pela aplicação do pavilhão auricular sobre a parede torácica, e a indireta é realizada com o auxílio do estetoscópio. A direta tem a vantagem de ser mais rápida, pois a área respiratória explorada a cada aplicação do ouvido é ampla, maior que a atingida pelo método indireto, assim percebe-se melhor o sopro tubário. Atualmente, a ausculta direta é pouco utilizada, pois a indireta apresenta maior comodidade tanto para o médico como para o doente. (PRYOR, 2002) A ausculta deve ser realizada com o paciente de pé ou sentado, com o tórax parcialmente ou totalmente descoberto. Não se deve auscultar o paciente com roupa. Na impossibilidade de auscultar o paciente em pé ou sentado, faz-se o exame em decúbito dorsal e lateral. Para maior facilidade, deve-se solicitar que o paciente respire com a boca entreaberta, sem fazer ruído. Os movimentos respiratórios devem ser regulares e de igual amplitude respiratória, evitando-se movimentos respiratórios muito amplos ou superficiais. Muitas vezes é necessário que o profissional respire para mostrar ao paciente como proceder. (PRYOR, 2002) Sopros Em condições normais, o ruído laringotraqueal e mal transmitido pelo parênquima pulmonar. Porém, quando houver condições que favoreçam sua transmissão até a superfície torácica, é possível auscultar um ruído caracterizado por uma fase expiratória mais aguda, intensa e duradoura do que a inspiratória, o chamado sopro. (PRYOR, 2002) O sopro, portanto, nada mais é do que o próprio ruído laringotraqueal que, devido a especiais condições de transmissibilidade do parênquima pulmonar, passa a ser ouvido na superfície do tórax. As alterações pulmonares que favorecem a transmissão do ruído laringotraqueal são constituídas pelas condensações e cavidades pulmonares. Os sopros, segundo as variações de sua intensidade, altura e timbre, podem ser classificados em: • Sopro tubário ou tubárico: ocorre quando o ar passa pelo brônquio pérvio situado no seio da consolidação parenquimatosa. Aparece nas grandes condensações. • Sopro cavitário: de tonalidade grave, tem timbre especial devido à presença da cavidade que funciona como um ressoador (ocorre pelo turbilhonamento do ar ao entrar dentro de uma cavitação no parênquima). • Sopro anfórico: constituído por um som fundamental grave sobre o qual se assestam sobretons agudos, o que lhe confere um timbre musical característico. Pode ser encontrado no pneumotórax e em grandes cavidades vazias, de mais de 7 centímetros de diâmetro, de paredes lisas e tensas. • Sopro pleural: ocorre devido à condensação decorrente do colapso pulmonar, causada pelo líquido pleural e pela compressão dos brônquios que tomam a forma de bico de clarineta. (PRYOR, 2002) Os ruídos adventícios são assim denominados porque só aparecem em condições patológicas. Compreendem os: Estertores roncantes e sibilantes Ambos possuem a mesma origem, traduzindo uma obstrução parcial dos brônquios. Quando houver secreções espessas nos grandes brônquios, ocorrem os roncos. Quando localizadas nos pequenos brônquios, acompanhadas ou não de espasmo da musculatura, como no caso das bronquites e das crises asmáticas, ocorrem os sibilos. Quando, porém, a obstrução se localiza na traqueia, há um ruído bastante intenso, que pode ser ouvido à distância e que ocorre principalmente nos casos de tumores que diminuem a luz da traqueia. (PRYOR, 2002) Os roncos são ruídos intensos, de tonalidade grave, que ocupam as duas fases da respiração, podendo, por vezes, ser ouvidos à distância, não só pelo médico, como também pelo próprio paciente. Corresponde às vibrações que, na palpação, são chamadas de frêmito brônquico. Os roncos podem alterar-se, desaparecer ou mudar de lugar tanto com a respiração como a tosse devido à mobilização das secreções intrabrônquicas. (PRYOR, 2002) Estertores crepitantes São ruídos finos, homogêneos, de mesma altura, timbre e intensidade, sendo auscultados apenas na fase inspiratória. São também denominados estertores alveolares, justamente porque são produzidos pelo deslocamento das paredes dos alvéolos, causados pela entradade ar no seu interior. Em virtude do local onde são produzidos, não são modificados pela tosse. O estertor crepitante indica sempre um comprometimento alveolar, tal como ocorre na pneumonia, no infarto pulmonar e na fase inicial do edema agudo do pulmão. (PRYOR, 2002) Estertores subcrepitantes São ruídos mais grossos e de tonalidade mais grave do que os estertores crepitantes, assemelhando-se ao arrebentamento de pequenas bolas. Diferem entre si quanto à altura, intensidade e timbre, e são encontrados no fim da inspiração e começo da expiração. Originam-se no conflito entre a corrente aérea e as secreções líquidas existentes na luz bronquiolar, podendo ser modificados pela tosse. (PRYOR, 2002) Atrito pleural Nas inflamações da pleura, por se tornar rugosa, seu deslizamento torna-se doloroso, originando vibrações que podem ser percebidas pela palpação e pela ausculta. O atrito pleural localiza-se comumente nas regiões laterais do tórax, é mais audível no fim da inspiração e no começo da expiração, acentua-se com a pressão do estetoscópio sobre o tórax e com a inspiração profunda e não influenciado pela tosse. (PRYOR, 2002) Ausculta da voz A ausculta da voz deve ser realizada comparando-se regiões simétricas do tórax, de maneira ordenada e sistemática, enquanto o paciente pronuncia, em voz natural, a expressão trinta e três. Em condições normais, ouve-se um ruído indistinto, não sendo possível identificar a articulação da palavra, ruído denominado broncofonia normal, que varia a intensidade conforme a região e a tonalidade da voz. Assim, é mais intenso no homem do que na mulher e em crianças, pelo fato de a voz masculina ser de baixa frequência e, portanto, mais próxima da frequência específica de vibração do pulmão. A broncofonia aumentada é reconhecida pela percepção de um ruído mais intenso e agudo, que ocorre quando o parênquima pulmonar adquire melhores condições de condutibilidade do som, pela homogeneização do meio, como acontece nas condensações e nas cavidades. A broncofonia pode estar diminuída ou abolida sempre que houver dificuldade na produção e na transmissão da voz. É o que acontece nas seguintes eventualidades: afonia, rouquidão, obstrução das vias aéreas (atelectasias), aumento da heterogeneidade do parênquima pulmonar (paquipleuris) e aumento da espessura da parede torácica (obesidade, anasarca). (PRYOR, 2002) RESULTADO E DISCUSSÃO Aula realizada no laboratório de aulas práticas da universidade sendo ministrada pela professora Camila sendo abordado a temática avaliação funcional onde vimos que o fisioterapeuta faz um julgamento clinico com base nos dados coletados durante o exame do paciente; tendo a possibilidade de identificar problemas, estabelecer metas especificas para o paciente, que programa e técnica que irá utilizar com o paciente. Nesta aula utilizamos o estetoscópio para apreender como utiliza-lo na avalição respiratória sendo revesado com os colegas de sala para que todos pudessem ter a experiencia da pratica. AULA 4 – AVALIAÇÃO DO SISTEMA CIRCULATÓRIO ROTERIO 1 O sistema circulatório é responsável por transportar o sangue porto do o corpo, é ele que leva o oxigênio e os nutrientes necessário por todo o organismo. O sistema circulatório é um conjunto de órgão forma do pelo coração, vasos, veias, artérias e capilares. Os procedimentos importantes para a avaliação circulatória é a inspeção, palpação, pressão arterial, frequência cardíaca, medição do pulso radial e pulso carotídeo. (BETHLEN, 2000) Exame periférico • Inspeção – sempre comparar os lados direito e esquerdo, devemos observar a coloração da pele, tanto no membro superior quanto inferior • Palpação – devemos palpar delicadamente, alteração na temperatura pode ser alguma anomalia, observar se tem algum edema, a avaliar a pele, puxando para cima no caso de alteração a pele volta lenta mente para o lugar, caso este já normal ela votará imediatamente ao seu lugar, apertar a pele e verificar se ela volta a coloração normal rapidamente, o retorno deve ser de 5 segundos. • Palpação arterial – a palpação nas artérias é muito importante, devemos palpar a carótida, a subclávia, a axial, a braquial, a radial, a ulnar, a femoral e a tíbia posterior. Deve fazer a comparação dos dois lados. • Pressão arterial – é força exercida contra a parede das artérias quando o sangue se move através destas. A pressão arterial é determinada pela interação de contração de ventrículo esquerdo, da resistência vascular sistêmica e do volume sanguíneo. A pressão das artérias é composta por 5 fases. Na fase 1 os batimentos começam passo a passo e ficam intensos, na fase 2 os sons é agudo pouco suave, porém longo, na fase 3 o som é claro, firme e auto, na fase 4 o som é um pouco silencioso, já na fase 5 o som desaparece. • Frequência cardíaca – devem ser avaliados a frequência, o ritmo e a força do pulso periférico. A frequência de pulso normal do adulto é de 60 a 100 batimentos por minutos e com um ritmo regular. A frequência cardíaca acima de 100 por minuto é denominada taquicardia. Exercício, medo, ansiedade, pressão arterial baixa, anemia, febre, níveis reduzidos de oxigênio no sangue arterial e certos medicamentos são causas comuns de taquicardia. A frequência cardíaca inferior a 60 por minuto é denominada bradicardia. Pode ocorrer com a hipotermia, como um efeito colateral de medicações e com certas arritmias cardíacas. • Medição no pulso radial - Para medir o pulso radial, a frequência cardíaca deve ser contada por pelo menos quinze segundos. Entretanto, também pode ser medido por vinte, trinta ou sessenta segundos. • Medição no pulso carotídeo - O pulso carotídeo é um pulso que pode ser realizado no lado direito do pescoço sobre a artéria carótida, a fim de determinar a frequência cardíaca. É considerado um local mais confiável para medir do que o punho, principalmente em indivíduos que sofreram algum tipo de trauma e ou que estão em choque. (BETHLEN, 2000) RESULTADOS E DISCUSSÃO Aula realizada no laboratório de aulas práticas da universidade com o objetivo de que a turma pudesse entender e aprender a identificar alterações no sistema respiratório, os materiais utilizados foram, estetoscópio e esfigmomanômetro. Durante a realização das práticas senti dificuldade em aferir pressão arterial, pois não estou habituada com o som, no entanto, realizamos várias tentativas até obter um excelente resultado, em relação aos outros procedimentos foram tranquilos. AULA 4 – AVALIAÇÃO POSTURAL ROTERIO 2 Avaliação Postural A postura de cada pessoa pode ser definida como a posição que o corpo a dota no espaço. Para estarmos com boa postura, é necessário um equilíbrio do sistema neuro musculo esquelético, e é nesse momento que a avaliação postural é necessária. A avaliação postural tem como objetivos principais a correção e a prevenção de possíveis alterações posturais. Consiste em analisar, avaliar e determinar atitudes e desvios posturais dos indivíduos. É comum que essas mutações acarretem desconfortos e incapacidades funcionais. (MOORE, 2001) É importante destacar que existem algumas causas que podem aumentar as chances de desenvolver problemas posturais. Entre alguns dos fatores que podemos destacar, estão: má postura, obesidade, anomalias congênitas/ou adquiridas, atividades físicas inadequadas ou sem orientação e desequilíbrios musculares. (MOORE, 2001) A importância da avaliação postural A avaliação postural é extremamente importante, pois ela permite queo paciente tenha um melhor conhecimento dos seus problemas de coluna. A avaliação é a peça-chave de um acompanhamento, pois é a partir dela que é possível mensurar e analisar os desequilíbrios presentes, o grau de desenvolvimento, o tratamento e muitas vezes a causa do problema. Por meio da avaliação postural, são desenvolvidos movimentos e práticas diárias, de acordo com as limitações provenientes dessas alterações, para adequar melhor a postura de cada indivíduo, possibilitando o seu posicionamento adequado e uma reestruturação completa das cadeias musculares. (MOORE, 2001) Como fazer uma avaliação postural As avaliações são feitas com especialistas a partir da análise de materiais solicitados e do corpo do paciente. É possível utilizar recursos: Objetivos: uso de fotografias ou radiografias solicitados pelo profissional. Subjetivos: uso da visão e do tato, observando o paciente de costas, de frente e pelo perfil esquerdo e direito. Para favorecer a visão do observador e ter uma melhor visualização das alterações posturais, é necessário que o indivíduo esteja em trajes de banho. O especialista vai observar o paciente como um todo, pois desequilíbrios posturais raramente aparecem de forma isolada. Assim, serão recomendados movimentos que trabalhem não só a postura, mas também o equilíbrio e a coordenação dos movimentos. Como deu para perceber, a avaliação postural é importante para que o indivíduo análise as alterações presentes em sua postura e possa realizar o tratamento adequado. Além de proporcionar mais qualidade de vida ao paciente. (MOORE, 2001) Fonte: www.pertodemimdf.com.br RESULTADOS E DISCUSSÃO Aula realizada no laboratório de aulas práticas da universidade sendo ministrada pela professora Camila sendo abordado a temática da avaliação postural. Nesta aula pude perceber a importância que a avaliação postural para o fisioterapeuta possa analisar as alterações presentes na postura e possa realizar o tratamento adequado. Além de proporcionar mais qualidade de vida ao paciente. Durante a prática encontramos um pouco de dificuldade para avaliar o colega, principalmente os que tem a massa gorda maior, onde há uma dificuldade em localizar os ossos. Realizamos a avaliação sempre comparando bilateralmente. REFERÊNCIAS BETHLEN N. Pneumologia. 4ed. São Paulo: Atheneu, 2000. LEHMAN, Linda Faye; et al. Avaliação Neurológica Simplificada. Belo Horizonte: ALM International, 1997. MOORE, Keith L. Anatomia orientada para a clínica. 4. e d. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, ©2001. PRYOR JA, Webber BA. Fisioterapia para problemas respiratórios e cardíaco s. 2ed. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2002. SARMENTO, G. J. V. Fisioterapia Respiratória no Paciente Crítico. 1.ed. São Paulo: Manole, 2005