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ALICE MARTINS MED TXV 1 
 
 
 
 
A glândula tireoide é uma glândula endócrina do tipo folicular ao contrário das outras glândulas endócrinas, que 
são do tipo cordonal. As células secretoras de hormônio da tireoide constituem pequenas esferas denominadas 
folículos tireoidianos. A parede desses folículos possui células do tipo epitélio simples que geralmente é cúbico. No 
entanto, dependendo do estado de atividade do folículo ou de situações patológicas, o epitélio pode variar de plano 
a colunar. O interior do folículo é ocupado por coloide, uma substância secretada pelas células foliculares. 
 
Glândula cordonal: as células formam cordões 
anastomosados, entremeados por capilares sanguíneos. 
Glândula folicular: formam milhares de folículos (pequenas 
esferas) cuja parede é constituída por um epitélio simples 
cúbico. No interior dos folículos é acumulada a secreção 
glandular. 
 
 
A glândula encontra-se encapsulada por uma camada de tecido conjuntivo fino que entra para dentro do parênquima 
glandular, subdividindo-o em unidades lobulares irregulares. Cada lóbulo tem um conjunto de folículos, que 
constituem as unidades estruturais e funcionais da glândula tireoide. As células parafoliculares (células C) referem-
se às células neuroendócrinas da tireoide, principalmente responsáveis pela secreção de calcitonina. 
O epitélio folicular é um epitélio simples composto por células colunares baixas, cúbicas ou escamosas dependendo 
do nível de atividade do folículo. Quando estão ativos, o epitélio apresenta células cúbicas ou colunares, e quando 
estão inativos as células são escamosas. 
A principal função da tireoide é produzir, armazenar e secretar os hormônios da tireoide, mais especificamente a 
triiodotironina (T3) e a tiroxina (T4). Esses hormônios à base de iodo possuem vários efeitos no metabolismo das 
gorduras, das proteínas e dos carboidratos, assim como também são fundamentais no desenvolvimento do sistema 
nervoso central e no crescimento do organismo como um todo. 
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ALICE MARTINS MED TXV 2 
 
Os hormônios tireoidianos são regulados pelo eixo hipotálamo-hipófise-tireoide através do hormônio liberador de 
tireotrofina (TRH, produzido pelo hipotálamo) e pelo hormônio estimulador da tireoide ou hormônio tireoestimulante 
(TSH, produzido pela glândula hipófise). É uma glândula endócrina localizada no centro da região cervical anterior. 
Em circunstâncias normais, estende-se entre os níveis da quinta vértebra cervical (C5) e da primeira vértebra 
torácica (T1), e pesa, aproximadamente, 15 a 25 gramas, sendo considerada, portanto, a maior glândula endócrina 
do organismo. 
É um tumor bem circunscrito, encapsulado no qual a cápsula pode ser incompleta ou mostrar infiltração pelas 
células tumorais. Histologicamente, o Adenoma Pleomórfico Metastatizante é semelhante ao Adenoma Pleomórfico 
e não há alterações morfológicas que possam predizer o seu comportamento metastatizante. Geralmente as 
metástases surgem após várias recidivas do Adenoma Pleomórfico e são para os ossos, cabeça/ pescoço e pulmão. 
Clinicamente, o adenoma pleomórfico da glândula parótida apresenta-se como lesão nodular única, com margens 
bem delimitadas, superfície lobulada, consistência endurecida, móvel e indolor à palpação. A grande maioria (90%) 
dos casos acometem o lobo superficial da glândula, sendo 80% na sua porção inferior 
Tumores bilaterais são extremamente raros. Microscopicamente, a variedade de tipos celulares é a principal 
característica do adenoma pleomórfico, não apenas entre diferentes tumores, mas também em diferentes partes 
de um mesmo tumor. É composto por elementos epiteliais, mioepiteliais e mesenquimais, envoltos em um estroma 
de natureza mixoide, condróide ou mesmo osteóide 
- Estroma mixoide: casos em que havia hipocelularidade e basofilia da matriz, vasos capilares lobulares proeminentes, 
com elementos celulares representados por escassas células fusiformes ou estreladas, de núcleo pálido. 
A palavra adenoma é um termo utilizado em Medicina para classificar condições benignas que se desenvolvem nas 
glândulas do corpo humano. Pleomórfico, por sua vez, é uma referência à diversidade celular, ou seja, à variedade 
de tipos de célula que podemos encontrar no nódulo, além do formato irregular; pode também ser chamado de 
tumor misto. 
O adenoma pleomórfico é um tumor benigno que acomete as glândulas 
salivares. Esse tumor apresenta um crescimento lento e não costuma provocar 
sintomas nos casos iniciais, porém, requer tratamento devido à possibilidade 
de crescimento progressivo e de evoluir para um câncer. 
Essa condição é o tipo de tumor benigno mais comum que afeta as glândulas 
salivares maiores. Representa aproximadamente 80% das neoplasias que 
acometem a glândula parótida, que são as maiores glândulas salivares que 
temos, logo à frente das orelhas. 
 
Ainda não se sabe ao certo o que pode causar um adenoma pleomórfico, portanto, não podemos afirmar que 
existem fatores de risco relacionados ao mesmo. O que acontece é uma multiplicação celular desordenada (mas 
sem sinais de agressividade, o que sugeriria um tumor maligno). Com isso, a reprodução e aglomeração celulares 
levam à formação de um pequeno nódulo. Etiologicamente sua origem é controversa, acreditando-se que possua 
surgimento entre elementos ductais e células mioepiteliais 
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ALICE MARTINS MED TXV 3 
 
De toda forma, o sintoma mais evidente desse nódulo é a formação de um caroço firme e que não provoca dor, 
independentemente do local onde surge. Por isso, pode se manter presente por muitos meses ou até mesmo anos 
sem que a pessoa procure ajuda médica 
Quando surgem outros sintomas associados - dor, paralisia dos músculos da face, invasão da pele, vermelhidão e 
crescimento rápido - devemos dar ainda mais atenção a este nódulo, tendo em visto que esses são sinais de 
malignidade. 
Apenas em raros casos, com longo tempo de evolução, é que vemos os adenomas pleomórficos sofrerem essa 
transformação maligna. Mas, em pacientes jovens, com nódulos evolutivos e sem tratamento adequado, é importante 
fazer o tratamento brevemente, para evitar desfechos desfavoráveis. 
Ele não é responsável por paralisia facial por compressão do nervo facial, como os tumores malignos. Em caso de 
carcinoma, também podemos encontrar adenopatias locais ou dores durante a mastigação, por exemplo. 
É importante ressaltar que o prognóstico é positivo, com uma boa taxa de cura, mas é preciso uma atenção maior 
quando o adenoma se desenvolve nas glândulas menores. Isso porque nelas há uma tendência maior para evoluir 
para malignidade, além da possibilidade de recidivas locais. 
Afeta mulheres em torno de 50 anos. Trata-se do tumor salivar mais frequente, representando dois terços das 
estatísticas. Em raros casos (menos de 5% dos tumores salivares), ele pode ser maligno. 
Adenoma pleomórfico possui incidência de 70% a 80% em glândulas parótidas. E a sua prevalência tem sido mais 
predominantemente em mulheres em relação aos homens (2:1), entre as terceira e sexta décadas de vida. 
Geralmente é difícil fazer o diagnóstico precoce do adenoma pleomórfico. Isso porque ele pode permanecer 
despercebido por vários meses, até que comece a apresentar os seus primeiros sinais. Afinal, o adenoma pleomórfico 
tem como característica ser uma lesão que cresce lentamente e não provoca dor. Logo, o paciente pode não notar 
a formação do nódulo. 
▪ Exames de Imagem 
→ Ultrassom ou ressonância magnética 
A ultrassom é bastante útil durante a punção aspirativa por agulha fina (PAAF) auxiliando a 
manutenção das funções motoras por orientar o trajeto de inserção da agulha desviando do nervo 
facial. 
A TC utilizando janela para tecidos moles auxiliaa visualização em diversos ângulos a massa tumoral, 
podendo ser observada inclusive a presença de focos necróticos além de calcificações que são 
imagens comumente encontradas em lesões mais extensas. 
▪ Biópsia 
▪ Punção citopatológica 
Um estudo patológico avalia se o tumor é um adenoma ou carcinoma. Em alguns casos, a variação benigna do 
problema pode se transformar em câncer e, por isso, é fundamental avaliar corretamente o quadro. 
 
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ALICE MARTINS MED TXV 4 
 
 
É o procedimento normalmente realizado guiada por ultrassonografia pelo 
médico radiologista. É feita a aspiração de células da lesão do órgão em 
investigação que são, então, colocadas em lâminas e analisadas pelo médico 
patologista, com o objetivo principal de definir se a lesão puncionada é benigna 
ou maligna (câncer). Os órgãos mais comumente submetidos à PAAF são a 
glândula tireoide, as mamas, linfonodos e as glândulas salivares. 
Quando fazer: 
▪ Nódulos de Tireoide iguais ou maiores que 1,0 cm, sólidos, ou não sólidos com microcalcificações. 
▪ Nódulos maiores que 0,5 cm com características sugestivas de malignidade ao ultrassom. 
▪ Nódulos mistos (sólidos-císticos) ≥ 1,5 cm, e características sugestivas de malignidade no exame de 
ultrassonografia de tireoide ou com 2,0 cm ou mais, independentemente das características no ultrassom. 
▪ Nódulos que apresentem um aumento de 50% em seu volume durante a fase de acompanhamento. 
Os nódulos císticos puros (líquidos) não necessitam de PAAF, pois sempre são benignos. Pode ser realizada a PAAF 
de Tireoide para esvaziar o nódulo e melhorar os sintomas locais. 
O nódulo submetido à PAAF de Tireoide deve ser classificado seguindo o sistema de Bethesda. 
 
Vantagens do exame: 
▪ Método simples, rápido e, na maioria dos 
casos, seguro de ser realizado 
▪ Não requer uma incisão, e em alguns casos, é 
possível fazer o diagnóstico no mesmo dia 
▪ É realizado ambulatorialmente pelo médico e, 
na maioria dos casos, não é necessária 
anestesia ou preparo prévio. 
Desvantagens: 
▪ Em 20% dos casos não esclarece o 
diagnóstico 
▪ O resultado pode vir indeterminado 
▪ A quantidade de material coletado pode ser 
insuficiente 
Cuidados necessários: 
▪ Sempre levar os exames de imagem anteriores do órgão a ser puncionado no dia da PAAF 
▪ Quem faz uso de medicações contendo antiagregantes plaquetários devem receber orientações do médico 
antes de realizar o exame; assim como aqueles que apresentam alguma comorbidade 
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ALICE MARTINS MED TXV 5 
 
Geralmente opta-se por PAAF de nódulos maiores que 1 cm, com função tireoidiana normal e que tenham sinais 
de suspeita de malignidade na ultrassonografia. Deve-se reforçar que a PAAF deve ser reservada para os pacientes 
com maior risco de malignidade. Novos sistemas de utilização dos dados ecográficos para classificar as 
características dos nódulos (ACR-TIRADS, por exemplo) têm demonstrado que em torno de 60-70% das PAAFs 
podem ser evitadas sem aumento de falsos negativos. 
O risco de complicações numa PAAF é praticamente inexistente, o que pode ocorrer é a formação de hematomas 
(coágulos), mas estes regridem de forma rápida e espontânea. 
A principal forma de tratamento dos adenomas pleomórficos é a remoção cirúrgica. Quando ele está localizado no 
lobo superficial da glândula parótida é indicado fazer a remoção de toda essa estrutura, preservando o nervo facial. 
No caso de estar localizado no lobo profundo da glândula é necessária a realização da parotidectomia total. Como 
o nervo facial, responsável pela movimentação dos músculos da face e da nossa expressão facial, passa no meio 
da glândula parótida, é importante que o Cirurgião de Cabeça e Pescoço seja bastante cuidadoso e experiente para 
que realize a dissecção do nervo e preservação dele, retirando as porções superficial e profunda da parótida, onde 
está localizado o tumor. 
Como não se tem certeza daquilo que provoca o adenoma pleomórfico, é difícil fazer a prevenção por meio de 
medidas ou mudanças de hábito. Sendo assim, o mais recomendado é sempre prestar atenção a qualquer 
anormalidade anatômica e, em caso de dúvida, procurar o Cirurgião de Cabeça e Pescoço. 
Em casos de tumores extensos é indicada a radioterapia para redução e ressecção cirúrgica posteriormente 
deixando pouco ou nenhuma sequela pós-operatória 
Das complicações pós-operatórias mais comuns estão a paresia ou parestesia do nervo facial, síndrome de Frey e 
recidiva, que ocorre geralmente em lesões pouco capsuladas e com comportamento malignizante. 
Parotidectomia total 
Dependendo do tipo de doença e da sua gravidade é necessário fazer a remoção cirúrgica dessa glândula, esse 
procedimento é chamado de parotidectomia. A glândula pode ser removida em sua totalidade ou apenas 
parcialmente, e ainda apenas a remoção superficial da glândula. 
A parotidectomia superficial consiste na ressecção da porção da glândula parótida localizada lateralmente ao nervo 
facial, após cuidadosa identificação e preservação deste nervo. A lesão nodular é removida sem a exposição da sua 
cápsula, envolvida por tecido glandular normal, com pelo menos 2 cm de margem (exceto quando o tumor está 
próximo do nervo facial). Este procedimento é necessário devido à característica do adenoma pleomórfico de 
possuir pequenas digitações (pseudópodes) que transpõem a cápsula e são responsáveis pelas recorrências deste 
tumor, quando realizado cirurgia menor que a parotidectomia superficial. Pacientes com lesões menores que 4 cm, 
móveis e localizadas no lobo superficial da glândula parótida são candidatos à parotidectomia superficial 
A parotidectomia total remove todo o tecido glandular, lateral e medial ao nervo facial, tendo sua principal indicação 
nos casos de acometimento do lobo profundo da glândula parótida. 
Deve ser evitada a cirurgia tipo enucleação ou dissecação extracapsular do tumor visto que nestes procedimentos 
não é identificado o nervo facial. De acordo com Witt (2002), como a ressecção do adenoma é realizada muito 
próximo da sua cápsula, a chance de ruptura capsular é muito grande, resultando em uma percentagem 
estatisticamente significante de recorrência quando comparado com a parotidectomia superficial ou a 
parotidectomia total. A enucleação resulta em uma taxa de recorrência de 25%, ou seja, cerca de 9 vezes maior 
que a parotidectomia superficial (3%). 
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ALICE MARTINS MED TXV 6 
 
A dissecção extracapsular (DEC) é uma técnica cirúrgica minimamente invasiva aplicada em tumores benignos da 
parótida (também extensível a tumores da porção profunda da glândula). Consiste na exérese da neoplasia com 
uma margem de tecido saudável à volta da lesão, sem a pré-identificação do nervo facial. 
Enucleação é uma técnica cirúrgica para remoção de uma massa inteira, sem dissecação. Deve ser evitada já que 
muitas vezes não se consegue remover o tumor todo devido ao rompimento da cápsula. 
Pós cirúrgico: A cirurgia de parotidectomia é considerado um procedimento comum, entretanto ele precisa ser 
realizado sob anestesia geral e geralmente requer apenas 1 dia de internação. Entretanto, nos 15 dias pós-operatório 
da parotidectomia o paciente precisa ter alguns cuidados para garantir uma boa cicatrização e recuperação. O 
paciente pode se alimentar normalmente, caso não sinta nenhum tipo de desconforto. 
Complicações: 
A parotidectomia é uma cirurgia que raramente apresenta complicações, apesar disso, para garantir uma boa 
recuperação é fundamental seguir todas as orientações médicas.As complicações mais comumente relatadas pelos 
pacientes são tosse e dor de garganta. Nestes casos, a recomendação é ingerir alimentos moles ou pastosos. A 
cirurgia também pode provocar um pouco de inchaço, que pode ser facilmente resolvido através da administração 
de analgésicos comuns. 
Pela localização do nervo facial, que é o nervo responsável por todo o movimento do rosto, e passa dentro da 
glândula parótida, a preocupação mais temida é a da paralisia facial, que pode ser transitória ou mesmo definitiva. 
Para isso o cirurgião durante o ato cirúrgico deve localizar o nervo facial e preservá-lo. Felizmente a paralisia facial 
é pouco frequente após cirurgias realizadas por cirurgiões experientes em operações de parótida. 
Síndrome de Frey (SF) 
Também chamada de sudorese gustatória; É caracterizada por sudorese, calor e hiperemia na face, principalmente 
nas regiões parótidas e malares, durante a mastigação. , é uma complicação após parotidectomia que tem 
prevalência variável e dependente de fatores como intervalo pós-operatório, técnica cirúrgica empregada e método 
utilizado para avaliar a sudorese. Os sintomas geralmente surgem seis semanas após o procedimento cirúrgico, 
tempo necessário para regeneração do nervo lesado, mas podem apresentar-se tardiamente, havendo relatos na 
literatura de 14 anos e são precipitados por qualquer tipo de estímulo gustatório. A clássica tríade da síndrome 
consiste em hiperemia, calor e sudorese na região pré-auricular e do ângulo da mandíbula 
O diagnóstico é suspeitado de acordo com a queixa referida pelo paciente de sudorese associada ou não à 
mastigação, ou seja, involuntária; e confirmado com o teste de coloração do amido pelo iodo. 
A teoria mais aceita na patogênese desta síndrome é a teoria de regeneração aberrante, em que as fibras do 
nervo auriculotemporal são danificadas no ato cirúrgico e, no processo de regeneração, as fibras parassimpáticas 
da parótida se unem às fibras simpáticas das glândulas sudoríparas subcutâneas. Logo, num reflexo salivar durante 
a mastigação, além de se produzir saliva, ocorre estímulo e produção de suor e vasodilatação local, cursando com 
hiperemia. 
A glândula parótida apresenta inervação simpática pelo plexo cervical; e, parassimpática pelo nervo glossofaríngeo 
e pelo nervo auriculotemporal, que pode ser danificada no ato cirúrgico, mesmo nas intervenções mínimas. Logo, 
qualquer abordagem parotídea, onde ocorre trauma ao tecido glandular e, consequentemente à inervação, pode 
causar SF quando ocorrer o processo de regeneração destes nervos danificados 
Na população infantil tem sido relacionada ao traumatismo obstétrico, e se postula que sua etiopatogenia é uma 
regeneração e no curso aberrante das fibras parassimpáticas do nervo auriculotemporal. Nos casos de bilateralidade, 
geralmente não há história traumática durante o parto, então a existência de uma aberração congênita é postulada 
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