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8 ATIVIDADE DIDÁTICA
	
 
		
	
		1.
		A questão primordial que hoje se coloca para a metodologia do ensino é a da superação do apriorismo e do dogmatismo metódico reinante na prática pedagógica, cuja organização não é realizada a partir dos diferentes grupos sociais que hoje frequentam a escola brasileira.(...) Assim, um dos desafios didáticos do momento atual é o da concepção de uma metodologia de ensino que minimize as discriminações sociais, geradas fora da escola, porém refletidas e expressadas na escola por aqueles que dela participam¿ (p. 99-100). VEIGA, Ilma Passos Alencastro (coord.). Repensando a Didática. 27ª ed. Campinas, SP: Papirus, 2004. Assim, para implementação de uma metodologia reflexiva/contextualizada, a ação docente deverá, EXCETO:
	
	
	
	E) refletir sobre a prática, tomando-a como objeto de estudos a ser investigado, exercendo a práxis.
	
	
	A) Quando concreta, partir de situações didáticas particulares e do exame dos principais fatores empíricos, científicos e sociais que a caracteriza.
	
	
	C) Buscar em sua própria ação docente os parâmetros político-pedagógicos que a justificam
	
	
	D) Construir métodos de ensino não intencionais, que se constituem em um caminho atrelado a formas de agir determinadas a priori ao ato educativo concreto.
	
	
	B) Preocupar-se com a diversidade de problemas e de indagações inerentes ao ato educativo.
	
Explicação:
Fazer da prática um ato político, intencional, de indagação permanente sobre o que se está fazendo e porque; adotar práticas fundamentadas X aleatórias
	
	
	
	 
		
	
		2.
		Trabalhar as temáticas do "Meio Ambiente"; "Saúde"; "Desemprego" e "Arte" pelos professores de Ciências Biológicas, de Educação Física, de História e Teatro respectivamente, fundamentados na perspectiva pedagógica progressista libertadora da educação, significa o professor e/ou o aluno:
	
	
	
	Desmistificar a cidadania planetária; problematizar o conceito de saúde; conscientizar os alunos sobre os fatos sociais; e refletir sobre o sentido da arte.
	
	
	Memorizar as espécies animais e vegetais; anotar os nomes dos ossos do corpo humano; copiar no quadro os conceitos de desemprego e arte.
	
	
	Ditar as formas de preservação da natureza; ditar os tipos de doenças; ditar o conceito de desemprego e arte.
	
	
	Conhecer o conceito de desenvolvimento sustentável; conhecer o conceito de saúde; conhecer o conceito de empregabilidade; conhecer o conceito de criatividade.
	
	
	Constatar o desmatamento na aula passeio; identificar as partes do corpo humano; definir trabalho braçal e mental; desenhar uma gravura colorida.
	
Explicação:
Na perspectiva progressista não se dita conteúdos e sim leva-se o aluno a pensar sobre; não se trata de memorizar, pois é preciso que o conteúdo seja interiorizado com sentido e não de forma vazia e generalizada; não é suficiente constatar fatos, fenômenos e realidades, é preciso instigar o aluno frente à realidade, despertando nele o desejo de intervenção social e não é suficiente estar em dia com conceitos, é preciso saber o que fazer com eles, qual o sentido deles para a nossa vida, como o conteúdo escolar pode nos representar na sociedade.
	
	
	
	 
		
	
		3.
		(Defensor Público/SP ¿ 1º) Recurso hierárquico impróprio é:
	
	
	
	a avocação do recurso administrativo pela chefia do órgão administrativo.
	
	
	aquele que é dirigido à autoridade superior na organização federativa.
	
	
	o pedido de revisão das decisões administrativas proferidas em processos disciplinares, para a própria autoridade supervisora.
	
	
	o recurso interposto contra decisão de dirigente de entidade da Administração indireta, para a autoridade a que está vinculada, na Administração direta.
	
	
	o pedido de reconsideração apresentado à autoridade máxima de uma estrutura administrativa.
	
Explicação:
A primeira está de acordo com a perspectiva crítica social dos conteúdos, pois se trata do professor dentre outras ações, repensar sua prática, formar seus alunos com perspectivas de transformação social, pois se pretende romper com o estabelecido, com o statuo quo; o confronto com a realidade, de fato, se dá por meio da tomada de consciência acerca dos fatos, da realidade que cerca o aluno, porém não se trata de uma avaliação quantitativa, tradicional, somativa e sim formativa; nessa perspectiva ainda, o professor não considera as tecnologias solução  mágica para todos os problemas que surgem no contexto escolar; o instrumental deverá servir ao professor e não ao contrário; o professor crítico não fica aprisionado a técnica, a tecnologia que é apenas um meio para se alcançar um fim e não um fim em si mesma; na perspectiva crítica ainda, se pretende que o aluno vivencie um aprendizado com sentido, significativo e não mecânico, vazio e sem contexto. A proposta é que os alunos a partir da educação possam transformar suas realidades sociais.
	
	
	
	 
		
	
		4.
		Considere o relato a seguir para responder às questão. Dois professores de uma mesma turma de 1º período conversam sobre suas atividades docentes: P1 - Você está conseguindo dar a matéria para esta turma? P2 - Mais ou menos... Tenho passado os conteúdos, mas eles pegam pouco. P1 - Pois é! Tento ensinar, mas eles não guardam bem o que a gente passa. P2 - Eu explico bem, repito muito, até ficar alguma coisa na cabeça deles. Considerando-se a conversa dos dois professores, verifica-se que eles respaldam suas práticas em qual modelo de ensino?
	
	
	
	progressista crítico social dos conteúdos
	
	
	progressista libertador
	
	
	liberal progressista
	
	
	liberal tradicional
	
	
	progressista tecnicista
	
Explicação:
Os professores passam conteúdos, repetem e esperam que eles gravem, arquivem, logo, memorizem.Nao são tecnicistas pois não há o predomínio do recurso didatico.
	
	
	
	 
		
	
		5.
		Muitos educadores acreditam que nenhum recurso didático é onipotente o suficiente para dar conta do processo ensino-aprendizagem. Por outro lado, desprezar a utilização ou o aproveitamento das novas tecnologias  na sala de aula é desconsiderar as possibilidades e a riqueza do uso de diferentes linguagens nesse processo. Observe o caso abaixo:
Maria é professora da 6a série da Escola Municipal Luz da Vida e, há algum tempo, vem utilizando na sua prática docente recursos didáticos variados desde livros, jornais , revistas até televisão e computador. Mas, para que os alunos de Maria possam se beneficiar desses recursos em seus processos de aprendizagem, ela precisa principalmente:
	
	
	
	selecionar e planejar o seu uso, considerando os objetivos a serem alcançados, os interesses e as necessidades dos alunos;
	
	
	solicitar autorização do diretor para utilizar aqueles disponíveis no acervo da escola e compatíveis com as necessidades do programa escolar;
	
	
	selecionar e planejar o uso daqueles que mais gosta de utilizar para sua própria aprendizagem;
	
	
	centrar a sua prática docente na utilização desses recursos, planejando o seu uso de acordo com as facilidades de manipulação;
	
	
	planejar a sua prática docente em função dos recursos didáticos disponíveis na escola, selecionando os que mais gosta de utilizar.
	
Explicação:
Usar os recursos a seu favor e não usá-los aleatoriamente, sem objetivos, pois não chegará a lugar algum assim, com ou sem recursos , sofisticados ou não. Deverá ser apenas um meio auxiliar da prática e não solução mágica para os problemas que surgem no cotidiano escolar.
	
	
	
	 
		
	
		6.
		(SEMRJ, 2001) "O ensino interdisciplinar nasce da proposição de novos objetivos, de novos métodos, de uma nova pedagogia, cuja tônica primeira é a supressão do monólogo e a instauração de uma prática dialógica" (Fazenda, 1993). Nesse sentido, segundo a autora, a interdisciplinaridade pretende:
	
	
	
	anular a contribuição de cada disciplina em particular
	
	
	padronizar o conteúdo
	
	
	eliminar as barreiras entre as disciplinas
	
	
	classificar hierárquicae qualitativamente as disciplinas
	
	
	tornar os currículos escolares mais homogêneos
	
	
	
	 
		
	
		7.
		(ENADE-2008) Considere as descrições que se seguem.
Escola X: O currículo é desenvolvido em projetos de trabalho, com integração entre disciplinas, e os laboratórios de informática estão a serviço da pesquisa empreendida pelos alunos.
Escola Y: Há uma delimitação clara entre as disciplinas, com horários e espaços bem definidos para as atividades, e os recursos tecnológicos dão suporte à transmissão de conhecimentos.
Escola Z: Laboratórios de informática, telas digitalizadas e estúdios de produção audiovisual estão disponíveis aos professores, que são conduzidos a desenvolver um currículo em que os novos conhecimentos científicos sejam imediatamente incorporados.
Qual das análises faz uma relação coerente entre concepções de currículo e uso da tecnologia, segundo as correntes teóricas a que se referem?
	
	
	
	As escolas Y e Z trabalham segundo uma perspectiva curricular crítica, em que os recursos tecnológicos são utilizados para a formação continuada de alunos e professores.
	
	
	Na escola X o currículo possui uma abordagem interdisciplinar, o que favorece o caráter investigativo no processo de aprendizagem e a contribuição do uso consciente de recursos tecnológicos no contexto da metodologia de projetos.
	
	
	As escolas X e Y adotam uma concepção de currículo calcada no multiculturalismo, pois o tratamento dado ao uso de recursos tecnológicos está associado à diversidade.
	
	
	Na escola Y trabalham segundo a perspectiva da interdisciplinaridade e na escola Z a formação crítica e consciente acerca dos fatos é valorizada.
	
	
	Na escola Y a delimitação entre as disciplinas demonstra que o currículo é reflexo da pluralidade cultural contemporânea, ao passo que o modo como a tecnologia é adotada remete a um modelo tecnicista.
	
	
	
	 
		
	
		8.
		O educando assumirá, então, o papel de conduzir seu próprio saber e será, não mais aquele que se submete à emissão do professor, mas aquele que (re)inventa a mensagem, "salta de um ponto a outro fazendo o seu próprio roteiro, não seguindo mais as páginas do livro de modo unitário e contínuo" (SILVA, 2010, p. 85). Em outras palavras, o autor está sinalizando para a necessidade do surgimento de um modelo de ensino:
	
	
	
	uniforme
	
	
	dialético
	
	
	hierarquico
	
	
	universal
	
	
	linear
	
Explicação:
Diálético que vai para todas as direções em forma de rede e não mais de reta, rota; uma vez que o conhecimento se encontra desterritorializado.

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