Nado Costas
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Nado Costas


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Prof. Mdo Marcus Vinicius 
Introdução
\uf097 É um dos estilos que pode ser utilizado
em competições desportistas de
natação. Caracteriza-se, como o
próprio nome sugere, pela posição do
nadador de costas para o fundo da
piscina, os braços se alternam
continuamente um em relação ao
outro com a recuperação se dando fora
da água, batida rápida de pernas
realizada num plano vertical e está
sincronizada com os movimentos dos
braços.
Histórico
\uf097 Este nado surgiu após o nado
crawl. Não se sabe ao certo, quando
o homem começou a nadar de
costas. Sabe-se que em 1794
Oronzio de Bernadi descreveu um
estilo com braçadas de costas. Mas
somente a partir de 1912, os
nadadores começaram a praticar o
nado com mais velocidade. O
mérito dessa evolução cabe ao
nadador norte americano Harry
Hebner , que venceu os cem metros
nos jogos de Estocolmo, na Suécia,
em 1912, utilizando-se de uma nova
maneira de bater os pés.
Evolução
\uf097 O nado costas evoluiu do nado
peito invertido, inicialmente
praticado com braçadas 
simultâneas;
\uf097 De 1930 a 1960, os nadadores 
praticantes do nado de costas 
usavam o estilo da braçada submersa executada imediatamente 
abaixo da superfície e para o lado, com o braço reto;
\uf097 Atualmente o nado costas é bem parecido com o nado crawl, 
mas só que realizado em decúbito dorsal;
\uf097 Este nado pode chegar a ter três fases propulsivas, enquanto o 
crawl possui duas.
Regras
\uf097 SW 6.1 Antes do sinal de partida, os nadadores deverão 
alinhar-se dentro da água face aos blocos de partida, com 
ambas as mãos nas pegas dos mesmos É proibido curvar os 
dedos dos pés na sua borda
\uf097 SW 6.2 Ao sinal de partida e após as viradas, os nadadores 
deverão sair da parede e nadar na posição de costas durante 
toda a prova, exceto ao executar uma virada.
\uf097 SW 6.3 Durante toda a prova, alguma parte do corpo do 
nadador deve romper a superfície da água, exceto na 
partida, após as viradas e na chegada, em que o corpo 
poderá estar submerso até uma distância de 15 metros da 
parede.
Regras
\uf097 SW 6.4 Durante a virada, os ombros poderão rodar para 
além da vertical para bruços, após o que um movimento 
contínuo de um braço, ou um movimento contínuo e 
simultâneo dos dois braços pode ser utilizado para iniciar a 
virada.
\uf097 SW 6.5 Ao terminar a prova, o nadador deve tocar a parede 
na posição de costas.
Posição do Corpo
\uf097 Peito plano e horizontal;
\uf097 Quadril ligeiramente abaixo do que o determinado para o
nadador do nado crawl e com um ligeiro rolamento de
reação;
\uf097 Evitar \u201csentar na água\u201d Diminuição da performance;
\uf097 Cabeça alinhada com o corpo e olhos voltados para cima;
\uf097 Flexão excessiva da cabeça \u201cPosição sentada\u201d
Posição do Corpo
\uf097 Ombros do nadador devem estar realizando um rolamento
em direção ao braço que está tracionado;
\uf097 A cabeça do nadador deve permanecer imóvel;
\uf097 Os ouvidos ficam na linha da água, queixo retraído e
ajustado levemente em sua posição;
\uf097 Os dedos dos pés devem tocar a superfície da água;
\uf097 Não deve haver flexão do corpo aumenta a superfície
de resistência e atrito do nado;
Movimento de Pernas
\uf097 A pernada do Costas é alternada (seis tempos ) num plano
tendendo à vertical Elevação do quadril e
manutenção da posição desejável do corpo;
\uf097 Função : estabilizar e equilibrar o nado;
\uf097 Posição dos pé:
1. Flexão plantar para chutar a água;
2. Os dedos voltados para dentro.
\uf097 O joelho não pode sair da água Evitar o movimento 
de \u201cbicicleta\u201d
Movimento de Pernas
Pernada
Pernada para cima
Flexão do quadril seguida de extensão de 
joelhos finalizando com flexão parcial do pé.
Os dedos dos pés dão pernadas para cima 
até a superfície da água.
Pé voltado para dentro (invertido).
\u201cchicotada\u201d
Pernada para baixo
Extensão do quadril
Movimento \u201cnão\u201d propulsivo 
Pernada
Para cima
Movimento de Braços
O ciclo de braçada pode ser dividido em duas fases:
Finalização
Entrada
Apoio Empurre 
Tração
Fase 
Propulsiva
Fase de 
Recuperação
Movimento de Braços
Fase Propulsiva: ENTRADA
\uf097 Braço próximo ao ouvido;
\uf097 Palma da mão voltada para fora;
\uf097 Entrada inicialmente do dedo mínimo;
\uf097 O cotovelo não pode estar flexionado na entrada (o
antebraço poderia gerar uma resistência indesejada ao
deslocamento).
Movimento de Braços
Fase Propulsiva: APOIO
\uf097 É o momento em que a palma da mão é voltada para a
direção dos pés e forma um ângulo de aproximadamente
145° com o antebraço;
\uf097 Geralmente este gesto ocorre a uma profundidade de cerca
de 50 cm a 60 cm e está intimamente ligado à flexibilidade
do atleta
Movimento de Braços
Fase Propulsiva: TRAÇÃO
\uf097 A tração irá puxar a água de uma
alavanca onde o ponto
relativamente fixo será o cotovelo
e o antebraço descrevendo o
movimento de um arco, trazendo a
mão mais próxima da superfície
até cerca de 10 cm a 20 cm de
profundidade;
\uf097 Com a palma da mão voltada para
os pés, a água será tracionada.
Movimento de Braços
Fase Propulsiva: EMPURRE
\uf097 Inicia-se a extensão do cotovelo como forma predominante
de obter impulsão;
\uf097 O cotovelo gradualmente vai se estendendo para que a água
seja impulsionada para os pés;
\uf097 A trajetória do antebraço continua em forma de arco, até a
extensão total do cotovelo.
Movimento de Braços
Fase Propulsiva: FINALIZAÇÃO
\uf097 A extensão do cotovelo termina com a mão próxima à coxa,
abaixo do quadril a cerca de 10 cm;
\uf097 No final da extensão , o último movimento é chamado de
snap, uma chicotada da mão através do movimento do
punho;
\uf097 Ocorre um relaxamento muscular terminando com a palma
da mão para baixo (ao lado da coxa).
Movimento de Braços
Fase de Recuperação
\uf097 Relaxamento do braço e retirado da água na posição
estendida;
\uf097 A palma da mão voltada para a coxa faz com que o polegar
seja o primeiro dedo a ser retirado da água, com o braço
realizando o movimento de recuperação em extensão.
Braçada Submersa
Respiração
\uf097 Não apresenta muito problema
porque o rosto está fora da água a
maior parte do tempo;
\uf097 Inspiração pela boca, no
momento em que um dos braços
estiver iniciando a recuperação e o
outro, o apoio;
\uf097 Expiração pelo nariz,
evitando o desconforto de possíveis
entradas de água pelo mesmo.
Respiração
\uf097 \u201cTalvez não haja, porém, necessidade de ensinar esse ou 
qualquer outro ritmo respiratório. Visto que sua face está 
fora da água e que o nadador pode respirar quando quiser, 
os praticantes do nado de costas provavelmente 
desenvolvem um ritmo eficiente pelo método de 
tentativas.\u201d (Maglischo \u2013 1999)
Coordenação
\uf097 Fórmula dos seis batimentos para um ciclo completo de
braços;
\uf097 As ações mecânicas da pernas equilibram as reações que
são desenvolvidas durante o ciclo de braçada.
Por exemplo:
*Braço direito (recuperação) rolamento do nadador para
a direita
*Perna direita se movimenta para baixo elevação do lado
direito do quadril (se opondo à tendência do rolamento
para este lado)
Coordenação
\uf097 As forças contrárias à rotação tendem a se anular e 
estabilizar o nadador em uma posição plana e horizontal na 
água.
Saída
\uf097 Posicionar-se de pé atrás do 
bloco de partida
\uf097 Ao sinal do primeiro apito longo, o 
nadador estará autorizado a entrar na 
piscina.
Saída
\uf097 Com os nadadores dentro da água, o árbitro dará um novo
apito, onde os nadadores deverão tomar posição no bloco
de partida, mantendo seus pés abaixo do nível da água.
Saída
\uf097 Ao comando do árbitro de \u201cas suas marcas\u201d, todos deverão
se posicionar, flexionando os braços e pescoço, a cabeça
ficará encaixada entre os braços e o quadril próximo aos
pés.
Saída
\uf097 Ao sinal de partida, o nadador deverá iniciar a extensão do
pescoço, lançar os braços em direção a cabeça e aproximar
as mãos para a entrada na água.
\uf097 Realizará o voô.
Saída
\uf097 A posição ideal de entrada do corpo é de forma que, por
onde entrarem as mãos, deverá entrar progressivamente o
restante do corpo.
SAÍDA 
DO 
COSTAS
Virada
\uf097 As viradas de costas são semelhantes ás viradas do nado
crawl.
\uf097 Há um aumento da velocidade do nado, para facilitar a
cambalhota.
\uf097 Mudança de decúbito