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Anatomia AplicadaAnatomia Aplicada Cabeça Cão A órbita óssea não é desenvolvida no cão e no gato. Através da órbita possui tecido adiposo, por isso animais com leishmaniose e outras doenças que causam emagrecimento, apresentam essa órbita mais funda. No forame infraorbitário é possível acessar o nervo trigemeo, responsável para sedação de extração de dente, etc. Opção para anestesia geral. Forame mentoniano = nervo mentoniano, responsável pela irrigação da parte posterior da mandíbula. A cartilagem alar 'que faz a dobrinha do nariz' tem que ser menor para não atrapalhar a respiração do animal. Os forames mandibulares são palpáveis. Inervação Cão e Gato n. mandibular Nervo trigemeo= inervação sensitiva, mucosa, parte interior, mastigação. Nervo facial= dividido em ramo dorsal e ventral, relacionado ao movimento facial do animal. Decúbito prolongado poder causar paralisia no nervo facial, por ser mais superficial. A jugular é a primeira opção para acesso venoso. Não é possível apalpar os forames, porém o arco zigomático é mais acentuado. Focinho do gato é mais curto, portanto é importante observar que em gatos que lacrimejam muito pode apresentar a oclusão do ducto nasolacrimal. A bula timpânica do gato é mais desenvolvida. A craniometria do gato varia pela raça, a origem mais oriental ou ocidental (Siamês e Persa). Cabeça Gato Os braquiocefálicos ou animais que tem a cartilagem alar aumentada, atrapalha a respiração do animal. O quadro pode ser revertido através da rinoplastia. = Alteração primária Vias aéreas palato duro O palato mole é anterior á epiglote, para sondar o animal é necessário acessar a laringe através da traqueia. Em animais braquiocefálicos pode ocorrer o alongamento do palato mole obstruindo a epiglote e consequentemente, atrapalhando a respiração do animal. A intervenção é cirúrgica, palatoplastia. Cabeça Equino crista facial Olhal= fossa temporal Acessa-se o forma infraorbital após encontrar a cristal facial. Por onde sai o ramo trigemeo que irriga maior parte facial. A cartilagem alar do equino é mais larga, por isso não é um fator preocupante. Bochecha= ganacha A artéria facial é mais superficial. Os principais seios do equino são: seio frontal e o seio maxilar. Para acessar o seios paranasais é necessário delimitar a área da crista facial até o olho e do forame infraorbital até á crista. Cabeça Bovino Os bloqueios locais são mais comuns em bovinos já que, a maioria das cirurgias são feitas á campo. Então opta-se pela inervação facial. Os forames supraorbital são utilizados para infusão de anestésicos. Ps. o bovino precisa ruminar para a proteção dos dentes. Os seio frontal adentra para o processo cornual. Para a remoção do corno é necessário a abertura do seio frontal, isso faz com que entre em contato com o ambiente externo e isso pode gerar problemas respiratórios no pós cirúrgico. Na região cornual os vasos passam na parte dorsal do arco zigomático, por isso o cuidado ao fazer a incisão.