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Teoria do Direito_ Revisão da tentativa

Avaliação (quiz) do curso Teoria do Direito — Pós-graduação em Direitos Humanos e Movimentos Sociais: questões de múltipla escolha com gabarito, tempo, pontuação e trechos citados (Nader, Siqueira Júnior, Ferraz Júnior).

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Questões resolvidas

O ramo da filosofia que visa estudar o raciocínio, calcado na clareza de pensamento e em sua estruturação a partir de deduções, proposições e reflexões para comprovar ou refutar uma premissa é chamado de __________________.
a ) ética
b ) lógica
c ) moral
d ) epistemologia
e ) política

Na vida jurídica não apenas a linguagem da lei deve reunir os predicados de simplicidade, clareza e concisão, também a constante dos contratos e de outras modalidades de negócios jurídicos. Ainda nas sentenças judiciais a linguagem hermética, inacessível, é um mal a ser evitado. A este respeito, louvável a campanha encetada pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), em 2005, em prol da simplificação da linguagem jurídica. Não se preconiza o abandono da terminologia própria do Direito, pois a linguagem jurídica, como se tem afirmado, não é uma questão de estilo, mas de precisão de conceitos.
Com base no texto acima, e nas assertivas a seguir, indique se as alternativas são verdadeiras ou falsas e se há relação entre elas:
I - Para uma boa compreensão das leis, a linguagem jurídica deve ser clara e concisa.
II - Usar uma linguagem clara e concisa não significa abandonar a terminologia jurídica, mas procurar remeter a mensagem da lei de forma simples e objetiva.
a. As assertivas I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma explicação da I.
b. As assertivas I e II são proposições verdadeiras e a II é uma explicação da I.
c. A assertiva I é uma proposição falsa e a II é uma proposição verdadeira.
d. As assertivas I e II são proposições falsas.
e. A assertiva I é uma proposição verdadeira e a II é uma proposição falsa.

O poder, assentado no conhecimento do modo de operar do direito, se exerce, parcialmente, pelo desconhecimento generalizado desses modos de operar. A preservação desse poder é assim fatalmente ligada à reprodução do efeito do desconhecimento. Segue daí que a opacidade do Direito, sua falta de transparência, a circunstância de não ser cabalmente compreendido etc., pelo menos no contexto das formações sociais contemporâneas, longe de ser um acidente ou acaso, um problema instrumental suscetível de solução com reformas oportunas, alinha-se como uma demanda objetiva de funcionamento do sistema. Como um requisito que tende a escamotear - como ideologia em geral - o sentido das relações estruturais estabelecidas entre os sujeitos, com a finalidade de legitimar/reproduzir as dadas formas da dominação social.
O trecho refere-se a um problema que a linguagem do Direito visa evitar, qual seja:
a) falta de palavras estrangeiras
b) ausência de neologismos
c) falta de transparência
d) falta de expressões latinas
e) ausência ambiguidades

Defende que as lacunas, os espaços vazios, são criados pela evolução social, e esses espaços vazios são presentes não somente na lei, mas em todo o sistema jurídico. Assim, para os defensores dessa teoria, muitas lacunas não poderiam ser solucionadas com normas preexistentes, já que os problemas que originaram as lacunas foram posteriores à criação dessas normas.
Na doutrina moderna, há pluralidade de teorias sobre a existência de lacunas jurídicas. O trecho acima se refere à teoria:
a. pragmatismo
b. teoria do apriorismo filosófico
c. realismo ingênuo
d. empirismo científico
e. teoria do ecletismo

(...) se a razão só por si não determina suficientemente a vontade, se está ainda sujeita a condições subjetivas (a certos móbiles) que não coincidem sempre com as objetivas; numa palavra, se a vontade não é em si plenamente conforme à razão (como acontece realmente entre os homens), então as ações, que objetivamente são reconhecidas como necessárias, são subjetivamente contingentes, e a determinação de uma tal vontade, conforme a leis objetivas, é obrigação.
a. tornam a lei moral subjetiva.
b. possuem caráter imperativo.
c. fazem com que a lei moral seja vivenciada como uma obrigação.
d. são parte da natureza humana como ser racional.
e. determinam a vontade objetivamente.

Que é uma norma? Uma norma jurídica é a integração de algo da realidade social numa estrutura regulativa obrigatória. Vamos examinar, por exemplo, o fato econômico pois qualquer fato pode ser tomado como referencial. Sobre esse fato incide um complexo de interesses ou valoração que exigem uma disciplina normativa, e edição, por exemplo, de uma norma legal.
Em sua obra Teoria Tridimensional do Direito de Miguel Reale, defende que os fenômenos jurídicos possuem três elementos indissociáveis. São eles:
a) estrutura, valor e realidade.
b) fato, realidade e estrutura.
c) estrutura, realidade e norma.
d) valor, historicidade e estrutura.
e) fato, valor e norma.

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Questões resolvidas

O ramo da filosofia que visa estudar o raciocínio, calcado na clareza de pensamento e em sua estruturação a partir de deduções, proposições e reflexões para comprovar ou refutar uma premissa é chamado de __________________.
a ) ética
b ) lógica
c ) moral
d ) epistemologia
e ) política

Na vida jurídica não apenas a linguagem da lei deve reunir os predicados de simplicidade, clareza e concisão, também a constante dos contratos e de outras modalidades de negócios jurídicos. Ainda nas sentenças judiciais a linguagem hermética, inacessível, é um mal a ser evitado. A este respeito, louvável a campanha encetada pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), em 2005, em prol da simplificação da linguagem jurídica. Não se preconiza o abandono da terminologia própria do Direito, pois a linguagem jurídica, como se tem afirmado, não é uma questão de estilo, mas de precisão de conceitos.
Com base no texto acima, e nas assertivas a seguir, indique se as alternativas são verdadeiras ou falsas e se há relação entre elas:
I - Para uma boa compreensão das leis, a linguagem jurídica deve ser clara e concisa.
II - Usar uma linguagem clara e concisa não significa abandonar a terminologia jurídica, mas procurar remeter a mensagem da lei de forma simples e objetiva.
a. As assertivas I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma explicação da I.
b. As assertivas I e II são proposições verdadeiras e a II é uma explicação da I.
c. A assertiva I é uma proposição falsa e a II é uma proposição verdadeira.
d. As assertivas I e II são proposições falsas.
e. A assertiva I é uma proposição verdadeira e a II é uma proposição falsa.

O poder, assentado no conhecimento do modo de operar do direito, se exerce, parcialmente, pelo desconhecimento generalizado desses modos de operar. A preservação desse poder é assim fatalmente ligada à reprodução do efeito do desconhecimento. Segue daí que a opacidade do Direito, sua falta de transparência, a circunstância de não ser cabalmente compreendido etc., pelo menos no contexto das formações sociais contemporâneas, longe de ser um acidente ou acaso, um problema instrumental suscetível de solução com reformas oportunas, alinha-se como uma demanda objetiva de funcionamento do sistema. Como um requisito que tende a escamotear - como ideologia em geral - o sentido das relações estruturais estabelecidas entre os sujeitos, com a finalidade de legitimar/reproduzir as dadas formas da dominação social.
O trecho refere-se a um problema que a linguagem do Direito visa evitar, qual seja:
a) falta de palavras estrangeiras
b) ausência de neologismos
c) falta de transparência
d) falta de expressões latinas
e) ausência ambiguidades

Defende que as lacunas, os espaços vazios, são criados pela evolução social, e esses espaços vazios são presentes não somente na lei, mas em todo o sistema jurídico. Assim, para os defensores dessa teoria, muitas lacunas não poderiam ser solucionadas com normas preexistentes, já que os problemas que originaram as lacunas foram posteriores à criação dessas normas.
Na doutrina moderna, há pluralidade de teorias sobre a existência de lacunas jurídicas. O trecho acima se refere à teoria:
a. pragmatismo
b. teoria do apriorismo filosófico
c. realismo ingênuo
d. empirismo científico
e. teoria do ecletismo

(...) se a razão só por si não determina suficientemente a vontade, se está ainda sujeita a condições subjetivas (a certos móbiles) que não coincidem sempre com as objetivas; numa palavra, se a vontade não é em si plenamente conforme à razão (como acontece realmente entre os homens), então as ações, que objetivamente são reconhecidas como necessárias, são subjetivamente contingentes, e a determinação de uma tal vontade, conforme a leis objetivas, é obrigação.
a. tornam a lei moral subjetiva.
b. possuem caráter imperativo.
c. fazem com que a lei moral seja vivenciada como uma obrigação.
d. são parte da natureza humana como ser racional.
e. determinam a vontade objetivamente.

Que é uma norma? Uma norma jurídica é a integração de algo da realidade social numa estrutura regulativa obrigatória. Vamos examinar, por exemplo, o fato econômico pois qualquer fato pode ser tomado como referencial. Sobre esse fato incide um complexo de interesses ou valoração que exigem uma disciplina normativa, e edição, por exemplo, de uma norma legal.
Em sua obra Teoria Tridimensional do Direito de Miguel Reale, defende que os fenômenos jurídicos possuem três elementos indissociáveis. São eles:
a) estrutura, valor e realidade.
b) fato, realidade e estrutura.
c) estrutura, realidade e norma.
d) valor, historicidade e estrutura.
e) fato, valor e norma.

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https://ava.faculdadefocus.edu.br/course/view.php?id=78&section=6
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Iniciado em quinta, 9 fev 2023, 17:18
Estado Finalizada
Concluída em quinta, 9 fev 2023, 17:43
Tempo
empregado
25 minutos 24 segundos
Avaliar 10,0 de um máximo de 10,0(100%)
Questão 1
Correto Atingiu 1,0 de 1,0
O ramo da filosofia que visa estudar o raciocínio, calcado na clareza de pensamento e em sua estruturação a
partir de deduções, proposições e reflexões para comprovar ou refutar uma premissa é chamado de
________________.
a. epistemologia
b. política
c. ética
d. lógica 
e. moral
Questão 2
Correto Atingiu 1,0 de 1,0
"Na vida jurídica não apenas a linguagem da lei deve reunir os predicados de simplicidade, clareza e concisão,
também a constante dos contratos e de outras modalidades de negócios jurídicos. Ainda nas sentenças
judiciais a linguagem hermética, inacessível, é um mal a ser evitado. A este respeito, louvável a campanha
encetada pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), em 2005, em prol da simplificação da
linguagem jurídica. Não se preconiza o abandono da terminologia própria do Direito, pois a linguagem jurídica,
como se tem afirmado, não é uma questão de estilo, mas de precisão de conceitos".
NADER, Paulo. Introdução ao estudo do Direito. 39. ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: Forense, 2017. p. 225.
Com base no texto acima, e nas assertivas a seguir, indique se as alternativas são verdadeiras ou falsas e se
há relação entre elas:
Assertiva
I - Para uma boa compreensão das leis, a linguagem jurídica deve ser clara e concisa.
Assertiva
II - Usar uma linguagem clara e concisa não significa abandonar a terminologia jurídica, mas procurar
remeter a mensagem da lei de forma simples e objetiva.
a. As assertivas I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma explicação da I.
b. As assertivas I e II são proposições verdadeiras e a II é uma explicação da I. 
c. A assertiva I é uma proposição falsa e a II é uma proposição verdadeira.
d. As assertivas I e II são proposições falsas.
e. A assertiva I é uma proposição verdadeira e a II é uma proposição falsa.
Questão 3
Correto Atingiu 1,0 de 1,0

A palavra processo no direito ganha a conotação de uma série de atos voltados ao atingimento de um
objetivo final. Ha, portanto, uma coordenação entre esses atos de tal sorte que aflora uma lógica própria da
sua colocação num determinado momento de tramitação. No caso do processo legislativo, consiste ele nesse
conjunto coordenado de disposições que disciplinam o procedimento a ser obedecido pelos órgãos
competentes na produção dos atos normativos que derivam diretamente da própria Constituição."
SIQUEIRA JUNIOR, Paulo Hamilton.
Teoria do Direito. 3. ed. São Paulo: Saraiva, 2011 p. 62.
Quais são as normas que NÃO figuram em um processo legislativo?
a. leis complementares
b. instruções normativas 
c. resoluções
d. medidas provisórias
e. decretos legislativos
Questão 4
Correto Atingiu 1,0 de 1,0
"Os comportamentos, a conduta de um ser humano perante outro, diz ele, são fenômenos empíricos,
perceptíveis pelos sentidos, e que manifestam um significado. Por exemplo, levantar o braço numa assembleia
é uma conduta. Seu significado tem um aspecto subjetivo e outro objetivo. O significado subjetivo desse ato
pode ser, conforme a intenção do agente, um simples movimento de preguiça, o ato de espreguiçar-se.
Entretanto, no contexto, esse ato pode ter um significado objetivo: manifestou-se, ao levantar a mão, um voto
computável para tomar uma decisão. Esse significado objetivo é constituído por uma norma, a norma
segundo a qual o ato de votar será contado pelo erguimento do braço".
Ferraz Junior, Tercio Sampaio. Introdução ao estudo do direito: técnica, decisão, dominação. 9. ed. São Paulo:
Atlas, 2016. p. 70.
Sobre A Teoria Pura do Direito, de Hans Kelsen, é correto afirmar:
a. Compreende que existe uma perfeição de regras que são necessárias, adequadas e estáveis advindas da natureza para regular
o comportamento de todos os seres vivos.
b. Dela se extrai importantes concepções, dentre as quais a supremacia da ordem divina frente às leis dos homens, e, por
conseguinte, verdadeiro conflito entre ambas.
c. Recebeu forte influência do cristianismo. Toda a concepção ocidental do Direito está ligada à concepção cristã.
d. As leis que governam o Estado só podem ser oriundas da vontade geral.
e. Afirma que os comportamentos humanos só são conhecidos imediatamente pelo cientista do Direito, isto é, enquanto esses
comportamentos são regulados por normas.

Questão 5
Correto Atingiu 1,0 de 1,0
"O poder, assentado no conhecimento do modo de operar do direito, se exerce, parcialmente, pelo
desconhecimento generalizado desses modos de operar. A preservação desse poder é assim fatalmente
ligada à reprodução do efeito do desconhecimento. Segue daí que a opacidade do Direito, sua falta de
transparência, a circunstância de não ser cabalmente compreendido etc., pelo menos no contexto das
formações sociais contemporâneas, longe de ser um acidente ou acaso, um problema instrumental suscetível
de solução com reformas oportunas, alinha-se como uma demanda objetiva de funcionamento do sistema.
Como um requisito que tende a escamotear - como ideologia em geral - o sentido das relações estruturais
estabelecidas entre os sujeitos, com a finalidade de legitimar/reproduzir as dadas formas da dominação

social."
CÁRCOVA, C. M. A opacidade do Direito. São Paulo: LTR, 1998. p. 165.
O trecho refere-se a um problema que a linguagem do Direito visa evitar, qual seja:
a. ausência ambiguidades
b. falta de expressões latinas
c. ausência de neologismos 
d. falta de transparência
e. falta de palavras estrangeiras
Questão 6
Correto Atingiu 1,0 de 1,0
Defende que as lacunas, os espaços vazios, são criados pela evolução social, e esses espaços vazios são
presentes não somente na lei, mas em todo o sistema jurídico. Assim, para os defensores dessa teoria, muitas
lacunas não poderiam ser solucionadas com normas preexistentes, já que os problemas que originaram as
lacunas foram posteriores à criação dessas normas.
As autoras.
Na doutrina moderna, há pluralidade de teorias sobre a existência de lacunas jurídicas. O trecho acima se
refere à teoria:
a. pragmatismo
b. teoria do apriorismo filosófico
c. realismo ingênuo 
d. empirismo científico
e. teoria do ecletismo
Questão 7
Correto Atingiu 1,0 de 1,0
"A concepção centrada no texto jurídico é, a meu ver, muito restrita porque não estipula nada a respeito do
conteúdo das regras que podem ser colocadas no texto jurídico. Enfatiza que, sejam quais forem as regras
colocadas no "livro de regras" que elas devem ser seguidas até serem modificadas. Os que têm essa
concepção do Estado de Direito realmente se importam com o conteúdo das normas jurídicas, mas dizem que
isso é uma questão de justiça substantiva, e que a justiça substantiva, por sua vez, é um ideal diverso que não
é, em nenhum sentido, parte do ideal do Estado de Direito".
DWORKIN, Ronald.
Uma questão de princípio. Trad. Luis Carlos Borges Rev. téc. Gildo Sá Leitão Rios; rev. trad. Silvana Vieira). 2. ed.,
São Paulo: Martins Fontes, 2005. p. 7.
O trecho de Ronald Dworkin se refere ao:
a. jusnaturalismo
b. contratualismo
c. positivismo
d. escolástica
e. pós-positivismo 
Questão 8

Questão 8
Correto Atingiu 1,0 de 1,0
"(...) se a razão só por si não determina suficientemente a vontade, se está ainda sujeita a condições subjetivas
(a certos móbiles) que não coincidem sempre com as objetivas; numa palavra, se a vontade não é em si
plenamente conforme à razão (como acontece realmente entre os homens), então as ações, que
objetivamente são reconhecidas como necessárias, são subjetivamente contingentes, e adeterminação de
uma tal vontade, conforme a leis objetivas, é obrigação."
Kant. Fundamentação da metafísica dos costumes. Coleção Os Pensadores. Segunda Seção, §12.
De acordo com esse texto, é correto afirmar que as inclinações:
a. tornam a lei moral subjetiva.
b. possuem caráter imperativo.
c. fazem com que a lei moral seja vivenciada como uma obrigação. 
d. são parte da natureza humana como ser racional.
e. determinam a vontade objetivamente.
Questão 9
Correto Atingiu 1,0 de 1,0
Sobre o Direito na Idade Média, assinale a alternativa correta.
a. Elementos do Direito romano foram totalmente desconsiderados no Direito da Idade Média.
b. A aplicação das leis era fiscalizada pelos glosadores, figuras militares que policiavam o cumprimento das normas.
c. Com a ascensão do feudalismo, o costume passou a ser a principal fonte legislativa, centralizando o Direito da época em
questões entre o senhorio e o vassalado.

d. A Idade Média foi juridicamente marcada pela unicidade legislativa.
e. Durante a Idade Média a Igreja não interferia no estudo, aplicação e criação das leis.
Questão 10
Correto Atingiu 1,0 de 1,0
"Que é uma norma? Uma norma jurídica é a integração de algo da realidade social numa estrutura regulativa
obrigatória.
Vamos examinar, por exemplo, o fato econômico pois qualquer fato pode ser tomado como referencial.
Sobre esse fato incide um complexo de interesses ou valoração que exigem uma disciplina normativa, e
edição, por exemplo, de uma norma legal".
REALE, Miguel. Teoria Tridimensional do Direito.
5. ed. São Paulo: Saraiva, 1994. p. 124-125.
Em sua obra Teoria Tridimensional do Direito de Miguel Reale, defende que os fenômenos jurídicos possuem
três elementos indissociáveis. São eles:
a. valor, historicidade e estrutura.
b. fato, valor e norma. 
c. estrutura, realidade e norma.
d. fato, realidade e estrutura.
e. estrutura, valor e realidade.

Terminar revisão
O Direito e a linguagem Seguir para... Livro - Ciência Política e Teori… 
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