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Nutrologia Avaliação nutricional do paciente Deve ser feita em qualquer caso, para analisar se precisa de alguma intervencao. Importante a avaliação (levar sempre em conta o indivíduo): Escore corporal (acumulo de gordura) Escore muscular (se esta perdendo massa magra – sarcopenia) Porte do animal (com isso vai analisar a longevidade em cada caso a sarcopenia pode ocorrer em determinada época) Avaliação da atividade (o quanto gasta e o quanto precisa para comer) Se o animal e castrado (influencia no metabolismo basal) Avaliação nutricional deve fazer parte da rotina para manter o cuidado ótimo Importante: Boa anamnese nutricional Avaliação física Exames laboratoriais albumina e proteína total – redução da proteína diminui a pressão coloidosmotica, com isso extravasamento de liquido da circulação o indivíduo pode apresentar ascite isso pode ocorrer em casos de desnutrição proteica Avaliação nutricional 1. Etapa: avaliação de triagem Inquérito nutricional Exame físico Avaliar fatores de risco nutricional (dietas não convencionais) Na ausência de fatores de risco se tem o termino da avaliação Obs: o peso corporal auxilia no manejo Obesidade e desnutrição alimentar por excesso Dietas não convencionais vão faltar nutrientes, além de poder trazer patógenos Na Presença de fatores de risco, se tem a continuação da avaliação Buscar informações relacionadas ao manejo nutricional informações sobre o animal e sua alimentação O animal tem que ingerir 90% Kcal das ingestões diária de alimentos convencionais (rações). Mais de 90% Kcal totais estão sendo bem manejados, se ingere uma alimentação completa. Se tiver fatores de risco deve-se continuar avaliando esse paciente. Mais de 10% Kcal por alimentos como petiscos desbalança o alimento completo, e pode fazer com que ganhe peso (desnutrição). Obs: corticoides aumenta o apetite (polifagia) e quimioterápicos diminui o apetite Fatores de risco nutricional: Função gastrointestinal alterada Doenças ou distúrbios progressos ou presentes Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Uso de medicamento e suplementos Dietas não convencionais (alimentação caseira, vegetariana...) Biscoito, petiscos... Abrigo inadequeado Exame físico Índice de condição corporal Escala de 9 menos que 4 e maior que 5 são as mais complicadas Índice de massa muscular se teve perda Mudanças inexplicáveis de peso Doenças orais ou alterações dentais Pele e pelo de má qualidade Novas alterações clinicas ou doenças Falta de cálcio doença parafuncional Gatos são carnívoros estritos, sendo assim tem maior necessidades nutricionais. Como de ácidos graxos araquidônico, e taurina. Cães tem deficiência em metionina que irão produzir a taurina isso pode levar ao animal desenvolver cardiomiopatia dilatada. Albumina e proteína total tem meia vida média mais longa dando falsos resultado, representando dias anteriores. O melhor seria fazer o avaliação da transferrina e pre-albumina, no entanto so e feita em humanos. Avaliação laboratorial de desnutrição proteica – avalia o estado nutricional Número de linfócitos Hemoglobina Albumina Proteína total Tranferrina Pre-albumina Condição corporal palpação e avaliação visual Costela, vertebra lombares, osso da púbis, curvatura abdominal, cintura e gordura aparente. Diagnostico diferencial e importante ser realizado, pois você pode achar que o animal esta gordo e ser um tumor por exemplo. ECC >= 5: maiores taxas de sobrevivência (em alguns casos e melhor que o animal tenha ECC maior que 5 do que abaixo, assim tendo uma reserva energética) ECC 1 a 3 : sinaliza os paciente que necessitam de suporte nutricional Escore de massa magra Região parenteral, região da escapula e região dos ossos pélvicos Calcula de 0 a 3 Escore 0: perda muscular acentuada caquéticos (processo patológico, perde de massa magra e gordura, que gerariam energia) Escore 1: perda moderada sarcopenia ( processo fisiológico, perde musculo e substitui por gordura come mais para gerar energia) Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Escore 2: perda leve Escore 3: paciente normal Importante prevenir a perda de massa magra ou ajudar a ganhar essa. Obesidade em cães e gatos Definicao: Principal doença nutricional que acomete os animais de companhia Relação entre os animais de companhia e os seres humanos Efeito da humanização – modificando os costumes, a atividade física dos animais, relacionando o número crescente de pessoas refletindo nos animais, diminuindo muito o gasto energético e aumentando o consumo de energia. As duas principais doenças que acometem os animais: doença periodontal e obesidade Ingestão de calorias maior que o gasto calórico Excesso crônico modesto- ganho de peso significativo em longo dos anos A obesidade foi definida como o acumulo excessivo de armazenamento de energia sob a forma de tecido adiposo suficiente a contribuir para a doença. OMS: acumulo anormal ou excessivo de gordura que pode prejudicar o bem-estar e a vida saudável. Causas e prevalência Multifatoriais Genéticas, sociais, culturais, metabólicas, endócrinas (hiperadreno, diabetes...) e de manejo Desequilíbrio energético (principal) Excesso de ingestão energética associada ao baixo gasto energético Fatores predisponentes Estudos que analisaram frequência de alimentação (livre escolha) A falta de exercício – um fator para obesidade Falta de espaço – apartamentos – tutor para atividade física Castração Gatos aumentam a ingestão de alimentos, diminuição das necessidades de energia Importante reduzir 25% a quantidade que ele come após a realização da castração – assim o melhor e destinar um alimento exclusivo para essa fase Diminui a taxa metabólica basal e a atividade muscular Baseado nas informações atuais da literatura podemos supor que o aumento do risco de obesidade em animais de companhia após a castração e motivado pelo aumento da ingestão e, principalmente pela diminuição da demanda de energia. O estimulo ao exercício, o fornecimento de um alimento adequado posterior a castração e o acompanhamento constante dos animais. Quando se retira as glândulas dos animais ele passa a sentir mais fome Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar No Brasil se tem 41% de animais em sobrepeso e obesos Consequências Os efeitos deletérios do excesso de peso e falta de saúde de cães e gatos Redução da longevidade Alterações ortopédicas – excesso de peso, sobrecarga aos membros Alterações cardiovasculares Alterações respiratórias Desordens metabólicas: resistência insulínica, hiperlipidemia – mas pode ser que não ocorre Vamos ressaltar apenas algumas consequências Obesidade e o risco de câncer Concentrações elevadas de leptina, resistina, IL-6 e TNF-a O tecido adiposo e também um tecido glandular, estarelacionado a secreção de algumas citocinas, que faz sinalização, a partir do momento que o animal come muito, o tecido aumenta, não o numero de células, e faz com que desregula a secreção de citocinas circulantes. Essas citocitas estão relacionadas inibição dos ... Inibição da apoptose e promoção da angiogenese Mecanismo para inibir a proliferação da célula, no animal obeso se tem a secreção de substancias que inibem a apoptose. Não tem como essas crescerem sem vascularização, e em um animal obeso essas citocinas auxiliam na vascularização, assim angiogenese, e que assim propícia o aparecimento de tumores. Assim o animal obeso apresenta uma inflamação crônica constante. Isso prejudica vários pontos como a pele e a pelagem. Leptina – promotor de tumores mamários e carcinomas hepatocelulares A restrição calórica – aumenta a longevidade (expectativa de vida) em roedores e humanos Obesidade e sistema imunológico O tecido adiposo e um órgão dinâmico no qual secreta citocinas atuantes em processos fisiológicos e fisiopatológicos, e a desregulação leva o animal a apresenta uma inflamação constante. Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Obesidade x imunidade Imunidade fica comprometida Importante a realização de curvas de emagrecimento dos cães obesos para o incentivo ao tutor se adaptar para melhorar a rotina do seu animal. Assim você também consegue acompanhar o animal conforme os retornos. Todo animal obeso esta imunologicamente deprimido ECC ideal que algum momento da vida se torne em sobrepeso ou obesidade, faz com que se tenha alteração nas citocinas que leva a uma inflamação crônica de baixo grau. Essas podem levar a alteração no sistema imunológico levando ao um déficit imunológico proliferativo. Diagnostico Ferramentas As técnicas empregadas para a avaliação Escore de condição corporal Tabelas de peso – impraticável a difícil de desenvolver para caes e gatos devido Escore de condição corporal – melhor Cada incremento em condição corporal (ECC) e aproximadamente equivalente de peso adicional devido a gordura corporal 4-5 Programa de emagrecimento Histórico alimentar Condições que poderiam limitar a capacidade do animal de estimação para o exercício Exame físico (hipotireoidismo ou hiperadrenocorticismo) – predispor ao ganho de peso – vamos analisar se ele realmente tem endocrinopatias. Nesses casos se tiver endocrinopatia se deve trabalhar junto com um endócrino Medicamentos que são disfarçados de alimentos (ácidos graxos) Petiscos e petiscos de higiene dental Etapas do tratamento Desafio 1: convencer o proprietário de que seu animal esta obeso Desafio 2: instituir o tratamento adequado e atingir o peso meta Desafio: manutenção do peso corporal após a perda de peso Metas Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Pesar o animal e estimar o peso meta utilizado como referência o ECC Inicialmente, peso meta (PM), perda de peso de (6-7) 15% ou (8-9) 20% em relação ao peso atual do animal A perda semanal pode ser de 1 a 2% (10%NE – necessidade energética que pode ser dada em petiscos) para cães e 0,5 a 1% para gatos Calculo quanto precisa comer necessidade energética para perda de peso Cães = 70 x PM elevado 0,75 – Kcal por dia esse valor vai ser dividido pela energia da ração a ser utilizada obtendo assim necessidade energética para perda de peso Gatos = 85 x PC elevado a 0,40 Definir o tipo de alimento a ser fornecido Se perder mais de 2% na semana você deve se preocupar, pois 2% e o máximo que se pode perder de gordura, assim ele não perdeu só massa gorda, mas também massa magra (massa muscular). Suporte nutricional do paciente hospitalizado Nutrição x internação Balanço energético negativo em 73% dos dias de internação – número de calorias para colocar em balanço energético positivo o 43% dos animais recusaram alimentação Ingestão calórica x alta (p <0,01) - aquele animal que está melhor tende a comer mais Essas variáveis têm muita associação assim a ingestão de calorias e a possibilidade de ter alta Aqueles que tiveram maior ingestão calórica teve a porcentagem de alta mais rápido NEB – necessidade energética basal NEB = 70 x (peso) elevado a 0,75 / EM do alimento Nada mais é que a quantidade mínima de energia (em kcal) necessária para que que o corpo do animal mantenha seus processos vitais em funcionamento, como a respiração, a circulação, o metabolismo celular e a conservação de temperatura corporal. Um paciente que está em pós cirúrgico precisa comer, a partir da dieta que se oferece os nutrientes, para ter um processo de cicatrização adequado ou reconstituição dos ossos. Ter como ponto de partida, um paciente internado precisa ingerir alimento que pelo menos q quantidade mínima de energia necessária basal. Com isso podemos usar estratégias para ter um suporte nutricional do animal Estimulante de apetite por remédios – não e tão eficiente Importante colocar o paciente em balanço energético positivo por meio do NEB Então saber o kcal que o animal precisa assim o NEB, segundo passo vou selecionar da opção de alimento qual a melhor, e baseado na sua energia metabolizável quando a quantidade necessária para atender à necessidade energética basal do animal. Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar O animal saudável o organismo se adapta para utilizar gordura como fonte de energia, assim preservando massa magra Quando se tem uma doença de base ele não tem uma resposta adaptativa, assim vai catabolizar musculatura, perdendo massa magra. Assim aquele paciente que perde mais massa magra é aquele que vivem menos. Assim o principal que se deve preservar e a massa magra, garantindo um bom prognostico, assim importante se dar suporte nutricional ao animal Após usar o glicogênio ele vai mobilizar massa gorda –> paciente saudável Importante minimizar o catabolismo que as doenças irão fazer Alterações metabólicas do paciente doente Menor dependência da glicose como fonte de energia Aumenta lipólise Aumenta Necessidade energética e dependência da proteólise (ao contrario de animais com privação de alimento) Glicose não limita a lipólise e o catabolismo muscular – não eficiente O melhor priorizar alimento com mais gordura e mais proteína Cão hospitalizado tende a desenvolver hiperglicemia, assim se transformando em diabético, assim resistência ao hormônio da insulina, mais glicose no sangue e isso hiperglicemia. Alterações podem ocorrer devido essa estimulação simpática De modo geral essas alterações quando presentes vão caracterizar o estado de hipermetabolismo (catamentos e aumento da Necessidade energética) Hiperglicemia pior prognostico Buscar estratégia para prevenir ou amenizar essa situação Esse hipermetabolismo pode desenvolver tanto num animal hospitalizado como um animal que já apresenta uma doença. Se o organismo está recebendo ele não precisa catabolizar reservas energéticas corporais Animal internado não perca peso corporal Fase aguda – causa o problema, maior parte do catabolismo Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Diminuição de nutrientes exógenos, demanda energética aumenta = balanço energético negativo – animal comomenos e aumenta ainda a demanda Resistência insulínica Rápida perda de massa muscular e peso corporal na ausência de alimentação Perda de 25 a 30% dos estoques corporais de proteína: o Diminuição de massa e função cardíaca o Diminuição da função pulmonar o Compromete a função imunológica o Perda de massa muscular intestinal o Morte Mesmo um animal obeso em internação, ainda sim não se deve deixar em balanço energético negativo, no entanto quanto mais massa gorda, mais reserva energética vai ter, assim tendo maior quantidade de mediadores inflamatórios. Fase adaptativa Necessidade de fonte exógena de energia e proteína Aumento da taxa metabólica Ganho de nitrogênio Proteína: anabolismo Gordura: fonte preferencial de energia Aumento de carboidratos: podem causar distúrbios eletrolíticos e hiperglicemia Função do intestino Digestão da dieta e absorção dos nutrientes A nutrição desse órgão e dada principalmente pela presença de nutrientes no lúmen. No paciente que está sem comer a muito tempo, esse órgão vai apresentar alterações importantes. Órgão central da falência múltipla de órgão – ele que inicia a cascata, liberação de mediadores, isso ocorre quando as condições locais estiverem muito ruins, em casos de falta de nutrientes. Única exceção do intestino para absorção de moléculas maiores e apenas as imunoglobulinas Pela dieta o intestino encontra maior número de antígenos Um conjunto de estruturas: sistema imunológico associado ao intestino, auxilia o intestino nessa função de barreira seletiva, também responsável pela produção de celular imunológicas. Principal órgão imunológico produção de linfócitos. Linfopenia pode ser a falta de alimentação na dieta Barreira intestinal Microbiota: bactérias comensais (benéficas e meleficas – na falta de substratos bacteriostáticos) – disbiose – desequilíbrio da microbiota Produtos da microbiota – ácidos graxos de cadeia curta (fermentação), proteína bacterianas Mucina = muco – produtos antibacterianos: defensina, lactoferrina, lisozimas... Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Secreções digestivas: bile, enzimas.... Integridade epitelial Enterocitos, colonoscitos Submucosa – tecido linfoide, órgão imunológico Barreira mucosa Não imunológica o Saliva, acidez gástricas, sais biliares e peristalse o Microbiota intestinal (AGCC/Muco) o Células epiteliais – enterocitos + glicocalix (muco), complexo de juncao Imunológica (funcional) o Tecido linfoide associado a mucosa intestinal o Células linfoides, agregadas e não agregadas (placa de peyer, folículos e nódulos linfoides – intestinos delgado/grosso – e os agregados lindoides do apêndice) (linfócitos B/T) o Imunoglobulina A de secreção Função imunológica Intestino como órgão imunológico o Mucosa intestinal – 25% de tecido linfoide Células imunosecretoras – 70-80% do intestino GALT = tecido imunológico associado ao intestino Importante que o paciente coma, mesmo em pequenas quantidades Nutrientes aceleram o processo de cicatrização assim não fazer jejum após a cirurgia dieta liquida já nas primeiras 12 horas após a cirurgia Presença de alimento no lumen intestinal Indivíduos sem se alimentar Sinais tróficos Aumento do fluxo sanguíneo intestinal – promover a digestão, já trás uma serie de nutrientes e outros fatores que beneficiam o local Estimulo para liberação de enzimas digestivas e hormônios locais – como a multiplicação e sinalização celular Aumento da colecistocinina = aumenta cálcio disponível para os linfócitos – que serve de fator de multiplicação – assim desenvolvimento de linfopenia na não liberação de cálcio Regulação na produção de mediadores inflamatórios Aumento na produção de IgA Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Principais métodos de nutrição enteral Nasofaringeal Nasogastrica Esofagostomia Gastotomia Jejunostomia Não temos dieta liquida, assim se usa solução em pó (nutralife) ou adaptação como papinha de desmame, assim se tornando uma solução que se passe na sonda Sondas nasais – suporte nutricional por curto período Esofagostomia (tubo esofágico) – sondas mais grossas, aumenta a quantidade de alimento, e são de longa duração. Ex: gato com lipidose. A gordura que ele ingere por alimento (suporte energético), vai limitar a via da lipólise Importante se fazer as trocas da sonda Sondas nasal Analisar se está no esôfago e não traqueia Testar na agua, se formar bolhas de ar estar na traqueia Qualquer presença de sinal respiratório interrompa e tente de novo Se o animal estiver deglutindo está em posição esofágica Fixa a sonda no início da narina e radiografa para dar 100% de certeza se está no esôfago. E já ser alimentado na sequencia Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Importante também fazer o manejo hídrico desse animal Guia prático para seleção de alimentos para suporte nutricional de cães e gatos hospitalizados Energia metabolizável (Kcal/grama) > 4,2 Proteína bruta (%) > 32 Extrato etéreo (%) > 18 Carboidratos (%) <25 Fibra bruta (%) <2 Matéria mineral (%) <7,5 Ex: hills AD Taxa metabólica basal Corresponde de 65% a 70% das necessidades de EM 35-50% manuntencao celular (transp. Ions, turnover proteico e lipídico) 35-50% funções de suporte (circulação, respiração, trabalho hepático e renal função nervosa) Varia com idade, peso corporal, raca, espécie, sexo, status fisiológico, temperatura ambiente Calculo da necessidade energética diária na sonda esofágica NED = 100 X (peso corporal) elevado 0,67 Kcal/dia (GATOS) NED = 95 x (peso corporal) elevado a 0,75 Kcal/dia (CAES) NED / energia metabolizável da dieta NED = necessidade energética diária NEM = necessidade energética de manutenção NED = NEM Sonda esofágica quando se tira não sutura – ele fecha por segunda intenção Gastrotomia – deve se esperar por 24 horas, para não escorrer conteúdo para dentro da cavidade abdominal – que pode causar peritonite Preferencial – se opta pelo tubo esofágico Na gastrotomia se faz o mesmo cálculo do tubo esofágico Sondas intestinais Se usava muito em casos de pancreatite Bem invasivo Pós estomago – infusão continua em pequenos volumes, alca intestinal não tem capacidade de dilatação, pode ter um encarceramento de alça de altos volumes. Hipóteses para estes achados de pancreatite: Pâncreas de cães com PA induzida e de pessoas com PA natural o Menos receptivo a estímulos quando comparado ao normal o Redução na resposta inflamatória sistêmica o Redução na translocação bacteriana Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Uso de suporte nutricional via sonda nasoesofagica em cães infectados por parvovirus em presença de vomito e diarreia ganho de peso, menor tempo de hospitalização, redução na morbidade, redução na permeabilidade intestinal. Nutrição parenteral Calorias, aminoácidos, eletrólitos, lipides, vitaminas e minerais por via enteria total (100% necessidade), parcial (parte das necessidades) Com proposito de colocar o paciente em balanço energético positivo Pode ser periférica ou central Cuidado com a capacidade dos vasos em receber uma concentração elevada – evitar flebite Urolitíases - formação de urólitosem qualquer local do trato urinário a partir de cristalóides pouco solúveis na urina. Sequela de uma ou mais anormalidades, envolvendo fatores fisiológicos e doenças. Sua formação está intimamente relacionado ao grau de saturação de urina. Se conseguir alterar a saturação de cristalóides, substancias presentes na urina, pode reduzir a situação, controlar ou prevenir. De que forma poderia influenciar na saturação? Com o aumento da ingestão de água, pode influenciar na saturação de urina, de forma a ficar mais diluída, e assim prevenindo a chance desse animal formar cálculos. O urólito que conseguimos diluir diariamente através da ingestão de água seria a estruvita, logo colabora para a recidiva de cálculos de estruvita. Ao diagnosticar um cálculo de oxalato de cálcio é recomendado a remoção cirúrgica e depois prevenir que se forme novamente. Este urólito é não responsivo a mudança de pH. Formação de urólitos Urolitíase - nutrição - desordens metabólicas - idade Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar - sexo - morfologia - genética - manejo - clima - infecções Em cão, geralmente os casos de cálculo de estruvita estão associadas a infecções no trato urinário. Logo, ao resolver a infecção está prevenindo que se forme cálculos no animal. Em gatos, isto não é verdadeiro, logo não existe essa associação entre estruvita e infecção. A ingestão de água por felinos em climas frios também é reduzida e influencia em casos de formação de urólitos. Usuario Destacar O manejo é essencial, principalmente o fator estresse x bem-estar em felinos, uma vez que a introdução de um novo gato numa moradia requer a adaptação adequada e integração gradual de ambos, pois pode gerar estresse, o gato parar de comer, parar de urinar, etc. As urolitíases apresentam diferentes formatos. Nem sempre a presença de cristal indica que irá formar um urólito. O formato influencia em consequências e manifestações que o animal venha a ter. A urolitíase é um processo patológico de biomineralização. Teoria de cristalização - supersaturação da urina - cristalização de concrementos Teoria da deficiência de inibidores - falta de inibidores de cristalização - cristalização de concrementos Teoria da matriz - presença de matriz orgânica é precondição para formação de urólito Na formação de urólitos existem fases, como: a. Fase de nucleação - aparecimento de agregados microscópicos moleculares de cristalóide - formação de um núcleo (embrio ou nidus) - classificada em: homogênea (espontaneamente em urina supersaturada e é composto por um cristalóide) ou heterogênea. Qualquer tipo de cristal pode ser um nidus em potencial para outro cristal. E uma vez que ocorreu a nucleação, o crescimento pode ocorrer em qualquer grau de supersaturação, mesmo na metaestabilidade. b. Fase de crescimento Depende da: - habilidade em permanecer no trato urinário - grau e duração da supersaturação da urina - características físicas do núcleo Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Dieta x pH urinário O pH urinário varia de acordo com a manutenção hemostática do equilíbrio ácido-básico. Alimento e equilíbrio ácido básico carbonatos, óxidos Na, K, Cae Mg > eletro positividade ‘’alcalose’’ metabólica > pH ~ 7,4 > sistema tampão > à longo prazo > rim: maior reabsorção de H+ e excreção de bicarbonato > urina alcalina. Ex: um cão ou gato com doença renal crônica tem tendência a formar acidose metabólica devido ao aumento da concentração de H+. Um paciente renal perde a capacidade de absorver bicarbonato, que deveria ser reabsorvido. Logo, se o alimento tende a gerar alcalose metabólica, seria interessante manter um paciente renal crônico ingerindo alimento que gera alcalose, através do controle do excesso de bases (controle de cargas negativas e positivas). O excesso de base do alimento, é a diferença entre os mEq entre principais cátions e ânions presentes no alimento. A metionina e a cistina são dois aminoácidos sulfurados, que possuem enxofre em seu radical, conferindo propriedade com carga negativa. Logo, valores com excesso de base (EB) + confere uma urina alcalina, já valores com excesso de base - confere uma urina ácida. Qualquer situação clínica em que o animal desenvolva alcalose, é recomendado o consumo de alimentos que irá ter um excesso de base positivo para conferir uma urina alcalina. O paratôrmonio tem ação de retirar cálcio do osso para a circulação, e os metabólitos envolvidos em PTH são toxinas uremicas muito potentes, logo se continuar excretando muito PTH irá prejudicar ainda mais a função renal. O P mantido no organismo, prejudica a relação Ca:P, interferindo na oferta de cálcio pelo PTH. Logo, dietas ricas em P para renais, são baixos em P. Usuario Destacar Usuario Destacar Alcalinizantes ( +) Ca, Mg, Na, K Acidificantes (-) P, S, C EB (mEq/ kg matéria seca) Dieta x pH urinário - equação da predição do EB EB = (49,9 x Ca* ) + (82,3 x Mg) + (43,5 x Na) _ (25,6 x K) - (64,6 x P) - (62,4 x S) - ( 28,2 x Cl) estima-se se a urina vai ser alcalina ou ácida após a ingestão de determinado alimento. Casos reais: a. Alimento coadjuvante no tratamento de urolitíase de estruvita - PremierPET: possui excesso de base reduzida que significa que tende a produzir uma urina mais ácida, para evitar a formação de urólitos de estruvita que se formam a um pH mais alcalino. O que se deve levar em conta na aferição do pH urinário? - o pH urinário apresenta variação circadiana de acordo com: horário da alimentação volume consumido composição do alimento A interpretação de apenas um valor de pH, ainda mais quando não considera as condições desses fatores fica bastante duvidoso. Um dos fatores que influenciam na quantidade de casos de urolitíases principalmente de oxalato de cálcio, foi devido a acidificação dos alimentos. Uma urina com um pH entre 6,2 e 6,6 é o recomendado para conseguir controlar a formação de urólitos. pH entre 6,2 a 6,4 = previne estruvita pH entre 5,9 a 6,1 = dissolução de estruvita pH entre 6,6 a 6.8 = previne oxalato de cálcio Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Saturação da urina Dietas: direcionadas para criar o estado de subsaturação de minerais calculogênicos. O gato é pouco sensível a sede, logo, algumas empresas usam estratégias de aumento da concentração do sal em dietas secas para estimular a sensação de sede no animal. Objetivo: avaliar o papel do NaCl dietético na formação de urólitos de CaOx em gatos. 4 dietas experimentais com teores de NacCl em diferentes teores de Na Cl na MS. As concentrações mais elevadas de NaCl levaram ao: - aumento do volume urinário - aumento da excreção renal de Na - redução nas concentrações de Oxalato urinário, citrato, P e K - SSCaOx na urina não foi afetada. Saturação urinária Conclusão: demonstrou vários efeitos benéficos do consumo elevado de NaCl na dieta durante um período de tempo relativamente curto. A ingestão de água direta foi analisada em um estudo para avaliar alimentos com teores de umidade diferentes em parâmetros urinários de gatos adultos saudáveis, comparando dietas nutricionalmente padronizadas, com variação apenas no teor de umidade. As 4 dietas experimentais tinham teores de umidades diferentes. De um modo geral, ao comparar, é recomendavel ofertar o alimento maior teor de umidade é mais efetivo do que oferecer o alimento com maior teor de sal. A umidade da dieta está relacionada com a ingestão total de água pelo animal, aumentando o volume urinário e diminuindo a saturação urinária. Dieta influencia em pH e saturaçãourinária. Sintomas de animais com cálculo Depende da localização, e dependendo do seu tamanho , número e forma pode ser mais doloroso ou não. Além da disúria, polaciúria, Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar hematúria, sinais de uremia quando em obstrução, poliúria, e outros. Em casos diagnosticados em cães, as principais regiões de formação é: - vesícula - bexiga e uretra - uretra - rins - ureter Em gatos jovens, tem cada vez mais cedo desenvolvido cálculo renal, e principalmente de oxalato de cálcio. Como identificar? Deve-se identificar o urólito para decidir o tratamento. Para isso, deve ter a história completa do animal, incluindo dieta; pH urinário; identificação dos cristais da urina; tipo de bactéria se houver; bioquímica sérica (cálcio, ácido urinco); bioquímica da urina. O ideal seria levar o cálculo para avaliar quantitativamente o material. Anteriormente, a maioria era tratado com cirurgia, até os de estruvita. Mas a dissolução e prevenção inovou o manejo dos pacientes feito através do manejo da dieta destes animais. Tratamento médico - dissolução ela correção e controle das causas de base A terapia deve induzir a subsaturação da urina com os cristalóides calculogênicos através do: - terapia por aumento de volume urinario, redução da quantidade de cristalóides na urina, aumento dos inibidores de formação, aumento da solubilidade do cristalóide na urina (pH), Fatores a considerar quando encontramos os urolitos: - densidade urinária - efeito do pH urinario - solubilidade do urolito (estruvita é solúvel e oxalato não, logo para ele é indicado remoção cirúrgica e depois prevenção). Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar - inibidores - promotores - precurssores/componentes do urólito Tipos de urólitos mais frequentes: - estruvita - oxalato de cálcio outros: urato, fosfato de cálcio, cistina e sílica. Estruvita Epidemiologia Urina estéril Com maior frequência em siameses... Estruvita: dissolução Dieta acidificante (Ph < 6,3) e restrita em proteína e fosforo (+/- magnésio) o Exclusivamente o Semanas/meses As vezes se o animal tem predisposição, mesmo o ph na faixa ótima ele pode apresentar cálculos. Assim o melhor que o alimento resulte em um ph menor que 6,3 tendo assim um pouco menos de proteína, diminuindo a fonte para formar amônia, e fosforo, para diminuir a fonte de cristais. Diminuição da densidade urinaria (ideal < 1,020 – cães; < 1.025 gatos) o Dietas úmidas o Aumento do sal na dieta – estimular o animal a beber agua o Restrição proteica – menor precursor de formação de amônio, tendo envolvimento essa com bactérias que formariam os cálculos o Diminuir a possibilidade desses metabolitos se juntarem e formarem o calculo Antibiótico baseado em antibiograma em cães devido a infecção urinaria o que não ocorre em gatos a formação de cálculos devido a infecção Controle radiográfico mensal – estipularem o tamanho do calculo, se ele esta estavel Antibióticos Riscos da dissolução – pode vir a obstruir alguma região do trato urinário Obstrução uretral Algumas dietas (s/d) não são adequados por mais de 3-6 meses (proteínas, Ph) Dissolução parcial, não dissolução Quando não se tem reposta o ideal e fazer a cirurgia A maior chance do animal não responder e quando se tem cálculos compostos – assim mais de tipo de material fazendo parte da composição. O melhor e manejar esses animais com alimentos úmidos – maior dissolução da urina (tendo 60-84% de umidade) Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Alimentos úmidos: patê, pedaços ao molho, loaf refeição completa balanceada, para atender a necessidade energética e importante se ter uma quantidade maior de alimento a ser dado para o animal. Dietas caseiras Mais recomendado para cães, para gato e bem arriscado (tendo que manter a mistura homogênea e completo para o animais não selecionar) No geral se tem entre 40-50% de umidade Receita de dieta caseira – exemplo Peso animal: 4,1Kg 300 gramas de alimento por dia dividido em 02 refeicoes Arroz branco cozido sem óleo: 150 gramas por dia Cenoura cozida: 50 gramas por dia Peito de frango cozido: 95 gramas por dia Sal comum: 0,3 gramas por dia Suplemento vitamínico e mineral para cães: 5 gramas por dia Um 62,45% PB 35,65% EE 5,0 % MF 2,26% Ca 0,8% P 0,53% EM 150 Kcal/100g Podemos não só por alimento, mas também por formas de enriquecimento fazer com que os gatos ingiram agua Estruvita: prevenção Associado a infecção Não necessitam de prevenção dietética especifica Controle da infecção do trato urinário Fatores de risco: inclui obesidade – acima do peso o animal tem menor movimento para ir urinar, retendo mais urina, aumentando a probabilidade de se ter infecção urinaria Estéreis Diminuir a densidade urinaria Acidificação Restrição moderada proteína/fosforo Tem gato que não aceita alimento úmido – maior dificuldade Oxalato de cálcio Superssaturacao da urina com cálcio e oxalato Cálcio urinário: dieta, ossos, genética, medicações, enfermidades Oxalato urinário: exógeno (dieta) e endógeno (ac ascórbico, glicina, triptofano...) Tem alguns indivíduos que tem maior predisposição a formar oxalato endógeno Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Nefrolito mais comum em cães e gatos Animais de idade media a avançada, machos > femeas Fatores de risco nos cães: Raca (schnauzer, YST, lhasa, shih tzu...) Oxalato dietético Obesidade Hipercalcemia Hiperadrenocorticismo Hiperoxaluria Esteroides Diuréticos Fatores de risco em gato Dietas acidificantes Oxalato dietético Hipertireoidismo Hipercalcemia Hiperparatireoidismo Tratamento Tratamento cirúrgico Prevenção Diminuir densidade urinaria Redução de oxalato da dieta Ingestão de cálcio adequada – em casos de predisposição Evitar dietas acidificantes – mobilização de cálcio dos ossos Se formam em qualquer Ph, solubilidade não e afetada pelo ph Evitar suplementos com vitamina C Assegurar P, Mg adequados: pirofosfato e magnésio na urina: inibidores para que ocorra a formação de oxalato Evitar dietas com alta proteína Evitar petiscos de couro (glicina) Evitar dietas altas em fibras – ingredientes fibrosos ricos em oxalato Evitar dietas com alta gordura – epidemiologia humana Sódio Aumenta excreção de cálcio pela urina Aumenta excreção de agua pela urina Diminui supersaturação de oxalato de cálcio na urina Urato Caes: Qualquer idade (meia idade são mais propensos) Mais em machos Racas: dálmata, bulldog inglês Também: mini schanauzers, shih tzu, YST 5-9% urolitos Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Gatos: Qualquer idade Machos = femeas Racas: siamês mais propensos 3-10% urolitos Basicamente os dálmatas tem transporte hepático de urato reduzido, a permeabilidade das membranas das células do hepatócitos são menores, alterando o metabolismo do componente, alteração genética, que causa o acumulo de uratos. Em enfermidade hepática temos menor conversa de amônia em ureia, tendo aumento de amônia na urina. O que se recomenda Reduzir densidade urinaria: dieta úmida, Na Precurssores: reduzir purinas e amônio o Baixa em proteína o Baixa em purinas Ph urinário alcalino o Restrição proteica o Alcalinizantes Allopurinol – fator de prevenção do calculo Fosfato cálcico Diferentestipos: todos em combinação de Ca, P, H Podem ser secundáriosa hipercalcemia e hipercalciuria Podem ocorrer secundários a infecções do trato urinário Fosfato cálcico: manejo Teores nem excessivos, nem restritos de Ca, P Evitar excesso de vitamina D O tratamento não necessariamente depende de dieta especifica o Redução da densidade urinaria o Ph Urina acida: mais solúveis Urina acida: aumento da excreção de cálcio Cistina Maior parte em cães machos Bulldog inglês, dachshund, basset hound, terranova 04-2,0% dos urolitos Em gatos e menos frequente Defeito nos tubulos proximais dos rins: alteracao na reabsorcao de cistina e aa basicos (arg, lis, orn) Genético Se há infecção do trato urinário: consequência Manejo Redução da densidade urinaria Restrição de cistina e precurssor o Dieta baixa em proteína o Proteínas vegetais/lácteos o Suplementar com taurina Mais solúvel em urina alcalina (ver uratos) Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Evitar dietas altas em sal (Na aumenta exc cistina) Podem ser dissolvidos com dietas e medicamentos (tiol) Nefrolitiases Hipercalcemia idiopática dos gatos Sem associação com endocrinopatias (pelo menos ate o momento) Situação transitória Recomendação: reduzir a ingestão de cálcio da dieta o 0,6g/1000Kcal o Dieta caseira pode ser uma boa opção PERDI UMA AULA AQ O papel da dieta nas endocrinopatias (diabetes, hiperadrenocorticismo, hipotireoidismo) e hiperlipidemias Pancreas Acinos pancreáticos (pâncreas exócrinos): Responsáveis por produzir e secretar as enzimas pancreáticas relacionadas com o processo de digestão Ilhotas de langerhars (pâncreas endócrino): responsáveis por produzir e secretar 2 hormonios muitos importantes (metabolismo do carboidrato), absorção de glicose, esses dois são as células alfa= glucagon (jejum), células beta = insulina (pos prandial) Insulina Absorção de glicose aumento da glicemia circulante liberação de insulina Carboidratos Faz a síntese de glicogênio, menor glicogenolise (quebra de glicogênio), menor gliconeogenese Proteínas Captação de aminoácidos, síntese proteica, menor degradação de proteína Lipídeos Lipogênese e lipólise menor Glucagon Tem consumo de energia redução da glicemia liberação de glucagon Acoes opostas a insulina Diminui a Síntese de glicogênio Glicogenolise Gliconeogenese Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Diabetes insipidus Não esta relacionado aos níveis de glicose no sangue, mas sim a uma deficiência do hormônio antidiurético, que controla a absorção de água nos rins Diabetes mellitus Desordem pancreática mais comum em cães e gatos O nome mellitus vem da palavra mel. Este tipo de diabetes e caracterizado pelo excesso de glicose (açúcar) no sangue Caracterizada pela deficiência relativa ou absoluta de insulina A incidência de diabetes vem aumentando nas ultimas décadas também nos animais de companhia Maior expectativa de vida dos animais, maior conhecimento da doença pelos veterinários, maior cuidado dos proprietários com os animais de companhia, mas também pelas mudanças no modo de vida Diabetes mellitus inclui um conjunto de transtornos metabólicos de diferentes etiologias, caracterizados por hiperglicemia crônica resultante da diminuição da sensibilidade dos tecidos à ação da insulina e/ou da deficiência de sua secreção Classificação Diabetes mellitus tipo 1 Ausência de secreção de insulina pelo pâncreas Destruição ou perdas das células beta pancreáticas Sempre insulino-dependente Mais comum em cães Diabetes mellitus tipo 2 Resistência periférica a acao de insulina Mais comum em gatos (85%) DMID e DMNID Cães: tipo 1 Gatos: tipo 2 e tipo 1 Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar DM felina A DM felina é frequentemente comparável a DM tipo II humana, uma vez que em ambas espécies, a doença é resultado de resistência periférica à insulina e disfunção de células beta secundária a obesidade (DMNID) Cerca de 85-90% dos pacientes desenvolvem DMF desta forma Com o processo de resistência, as células beta aumentam a secreção de insulina e, por conseguinte, a deposição de amilina A amilina é um peptídeo co-secretado pelas células beta que, quando em excesso, acumula-se nas ilhotas pancreáticas provocando amiloidose, disfunção e apoptose das células beta - principal marcador patológico Histórico de castração, associado a ganho de peso posterior em decorrência de acesso irrestrito ao alimento Podem evoluir para um estado DMID com a evolução da glicotoxicidade, ou eventualmente sofrer remissão da doença caso um tratamento seja bem aplicado em tempo Resistencia insulínica O que mais vai ter a resistência insulínica vai ser o gato. O conceito de resistência à insulina remete a uma maior necessidade de insulina para obter o mesmo efeito hipoglicemiante (o efeito da redução da glicemia circulante, assim tirando a glicose da células) A insulina vai se ligar aos receptores fazendo com que a insulina se ligue entrando no meio intracelular. Isso pode ser justificado por: Glicocorticoides exógenos ou endógenos (hiperadrenocorticismo), progestágenos exógenos ou endógenos (diestro), excesso de GH (hormônio do crescimento) e acromegalia, obesidade, alimentação desequilibrada (altamente energética), sedentarismo, e até mesmo saúde oral Animal sedentário e obeso: tem o aumento de leptina, resistina e uma inflamação crônica, todos esses fatores levam a inibição da cascata dentro da célula, assim não consegue fazer com que o glut 4 faça a entrada de glicose para dentro da célula. A inibição pode ocorrer em vários pontos, principalmente da translocação do GLUT 4 Os ácidos graxos livre agem diretamente na insulina Como determinar como um animal tem resistência insulínica Cães Índice HOMA: 𝑖𝑛𝑠𝑢𝑙𝑖𝑛𝑒𝑚𝑖𝑎 basal 𝑥 𝑔𝑙𝑖𝑐𝑒𝑚𝑖𝑎 𝑏𝑎𝑠𝑎l 408 Resistência insulínica: valores acima de 2,4 Gatos Índice HOMA: 𝑖𝑛𝑠𝑢𝑙𝑖𝑛𝑒𝑚𝑖𝑎 basal 𝑥 𝑔𝑙𝑖𝑐𝑒𝑚𝑖𝑎 𝑏𝑎𝑠𝑎l 22,5 Resistência insulínica: valores acima de 1,1 Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Fisiopatogenia Deficiência de insulina, pouca glicose entrando na célula assim uma hiperglicemia, esse aumento de glicose vamos ter a glicosuria, começa a ter diurese osmótica para liberar a glicose, perdendo muito agua, assim poliuria, levando a uma desidratação, assim começa a ter polidipsia. Ele ainda precisa da energia, passando a mobilizar do organismo assim catabolismo proteico e lipídico e com isso levando a perda de peso, o emagrecimento. Podemos também ver outros sintomas como a cataratas em cães, formando de estrias em forma de Y, neuropatia periférica (gatos) com postura plantígrada. Cetroacidose diabética Hiperglicemia → diurese osmótica Perda: hídrica e eletrólitos (Na, K, Mg, Ca e P Hipo-insulenemia → desidratação ↑ excreção dos túbulos renais ↑ corpos cetônicos → alterações nos quimiorreceptores nervosos Náusea, anorexia, êmese, dor abdominal Pode levar a coma e morte Não se pode ter a formação de corpos cetonicos, importante se ter uma fonte de alimentos Diagnostico Glicemia alta em jejum (˃120 mg/dL) Urinálise: glicosúria Hemograma: normal ou policitemia (desidratação) Cistite bacteriana Hiperlipidemia Sucesso do tratamento Insulinoterapia + manejo nutricional = sucessodo tratamento Glicemia entre 100 a 300 mg/Dl Manejo nutricional Objetivos Minimizar as flutuações pós-prandiais da glicemia Evitar hipoglicemia Evitar hiperglicemia Corrigir e prevenir obesidade Conteúdo calórico constante Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Peça chave no controle glicêmico responsável pelas flutuações glicêmicas pos prandiais o tipo e a quantidade influenciam diretamente na glicemia Esquema de fornecimento Fornecer conteúdo calórico constante Somente a quantidade calculada Proibir petiscos (?) – fazer de formas diferentes Horários de alimentação constantes • Geralmente anterior a aplicação de insulina Permitir pequenas ingestões ao longo do dia • Somente na quantidade calculada Fibra Polímeros de glicose Ligações beta –resistente à digestão enzimática Não são digeridas pelos carnívoros, mas sofrem fermentação no intestino grosso – não vai ser transformada em energia Classificadas de acordo com a fermentabilidade e a solubilidade Celulose, hemicelulose, lignina, pectina Essa e importante pois vao: Retardar a absorção intestinal de glicose Diminuir o esvaziamento gástrico Retardo na hidrolise do amido Menor tempo de transito intestinal E menor absorção intestinal dos nutrientes Fibra tem um papel indireto - ela retarda a absorção de glicose provinda da hidrólise do amido Amido Polímeros de glicose Ligações alfa Principal nutriente que altera a onda pós-prandial Possui duas configurações moleculares: amilose e amilopectina Amilose e amilopectina Essas informações são importantes, visto que a amilopectina tem maior capacidade de gelatinização, responsável por maior digestibilidade do amido, enquanto a amilose, maior poder de retrogradação, proporcionando menor digestibilidade do amido Amilose Mais linear e não possui ramificações, sendo constituída de ligações α1→4 que fazem com que esta molécula possua uma estrutura helicoidal Ela constitui de 20 a 30% do amido e seu peso molecular é de 105 – 106kDa Não e tao ramificada, vai demorar um pouco mais para ter acao das enzimas e com isso mais rápido o pico glicêmico, mais disponível, tendo esse pico. Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Amilopectina Muito ramificada, possui ligações α1→4 e α1→6 e constitui aproximadamente 80% dos polissacarídeos do grânulo de amido A cada 20/30 moléculas de glicose há uma ramificação, e por isso seu peso molecular é maior do que o da amilose (de 107 – 109 kDa) Se a estrutura for mais ramificada a enzima vai conseguir atuar mais, demorando mais, assim mais glicose circulante. Amido e glicemia Amido é o principal nutriente que altera e determina a onda pós-prandial de glicose sanguínea e a resposta insulínica do animal Sendo assim, quanto mais rápida e completa sua digestão, mais rápida e intensa será a curva desencadeada, o que apresenta consequência metabólicas Fatores também influenciam a onda pós-prandial de glicose e insulina •Natureza química dos amidos (especialmente suas proporções de amilose e amilopectinas) • Proteína e gordura • Fibra dietética • Processamento do alimento Respostas glicêmicas e insulínicas Quanto mais rápida e completa a digestão, mais rápida e intensa será a curva glicêmica pós-prandial produzida por determinada fonte de amido A utilização de dietas que minimizem e estendam a onda glicêmica pós-prandial proporciona um restabelecimento mais rápido e fácil da glicemia normal Diferenças importantes na resposta glicêmica de cães sadios mediante o consumo de dietas isonutrientes com diferentes fontes de amido Mudança da fonte de carboidrato para gato não funciona, importante pensar na fibra e pensar na proteína Manejo do cao diabético Alimentação 2 vezes ao dia Aplicar a insulina logo após a ingestão do alimento Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar ECC 4 ou 5: NEM: 95 x PC0,75 Obesos: emagrecimento após estabilidade Alimento coadjuvante para obesidade • Baixa densidade energética • Alta fibra • Alta proteína Pode emagrecer cachorro com dieta caseira, no entanto, deve ser completa Gatos Essencialmente carnívoros Menor atividade da glicoquinase Tipo de amido não influencia onda glicêmica pós-prandial Já nos gatos tem melhor resposta para alta inclusão de fibra Manejo do gato diabético Alimento coadjuvante para obesidade Alimento seco ou úmido? Completa e balanceda – não comem alimentação caseira NEPP: 85 x PC0,4 TPPS: 0,5 a 1% do peso inicial Retornos quinzenais Instituir o programa de emagrecimento Estabilizar o quadro Cálculo para manutenção: 130 x PC 0,4 – começa a se dar gordura Lipideos Estudo da influencia de lipidemia na diabete dos cães Inclusão de ervilha e cevada, como fontes exclusivas de amido, em dietas terapêuticas para cães diabéticos Pode minimizar triglicerídeos plasmáticos e concentração de colesterol em jejum e em diferentes períodos pós- prandiais, em comparação com a dieta de milho ou com menor teor de gordura. Omega 3 – anti-inflamatório natural – 1000ml/g a cada 5kg do paciente Hipotireioidismo Não e essencial a nutrição, mas podemos fazer Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Animal com alteração de metabolismo Função da tireoide: Crescimento: maturação do esqueleto e encéfalo, e crescimento após o nascimento Metabolismo: regulação da taxa metabólica, oxigenação tecidual, metabolismo de lipídios, cálcio, fosforo, nitrogênio, transporte sódio/agua nas células e eritropoiese Tendo alteração da taxa metabólica no hipotireoidismo, com isso o metabolismo esta alterado, vai com isso emagrecer muito ou engordar muito. Relato: mesmo com a mudança de racao o paciente não emagrece, mesmo dando pouca comida, muito presente no sol Doença multissistemica comum em cães de raca pura e meia idade (4 a 6 anos) Consiste na incapacidade de produzir hormônios tireoidianos Incomum em gatos Epidemiologia Doença endócrina mais comum em cães Poucos dados sobre a prevalência e incidência Maioria feita em população de hospitais ou criadouros (pouca representatividade) Sinais clínicos Alterações metabólicas: 84% Alterações dermatológicas: 80% Letargia: 76% Obesidade: 44% Intolerância ao exercício 24% Animal come muito pouco, e o pouco que come já leva a formar deposito de gordura devido estar desregulado o metabolismo. Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Entra numa deficiência nutricional Alterações dermatológicas: Cauda de rato – rarefação de pelo Alterações bioquímicas Hiperlipidemia: 88% Hipercolesterolemia: 78% Hiperglicemia: 48% Cães não tem infarto, seu colesterol bom e alto, além de ter vários vasos do miocárdio, e a gordura e depositado no próprio endotélio e mais fácil de ser retirado. Diagnostico Sinais clínicos inespecíficos Hemograma e bioquímica sérica Dosagem hormonal Imagem e biopsia Importante mandar esse animal para um endocrinologista Diagnostico: hemograma e bioquímica serica Anemia normocitica normocromica (80%) Leucocitose por neutrofilia (11,11%) Linfocitose, monocitose, linfopenia, trombocitopenia, e neutropenia (5,55%) Aumento da fosfatase alcalina (acima de 50 u/L) Hipercolesterolemia Diagnostico: imagem e biopsia Ultrassonografia: diminuição do volume da tireoide Cintilografia (hipotireoidismo primário) Histopatológico: especificidade 100% e sensibilidade 97,6%/98.2% Diagnostico: dosagem de T4 Para fazer a nutrição tem que ter certeza que o animal está passando na endocrinologista Ai se foca na nutrição de emagrecimento,reduzir lipidemia, com alta fibra e baixa gordura Hiperadrenocorticismo Relacionado a adrenal: órgão glandular cranial aos rins Função: hormônio do estresse – cortisol Situação de luta ou fuga Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Inibe insulina Estimula glucagon Proteólise Inibe ADH Imunossupressor Introdução: HAC ou síndrome de cushing Afecção caracterizada pela produção excessiva de cortisol pelas adrenais HAC: hipófise-dependente, adreno-dependente ou iatrogênica Raro em gatos Epidemiologia: Prevalência em cães: 0,28% Obesidade: risco 1,7 x maior Acima de 12 anos: risco 5,7 x maior Racas puras: daschund, bichon frise, Yorkshire, Terrier Adreno-dependente Aumenta o cortisol tem feedback negative faz com que diminui a ACTH Também se tem a forma Iatrogenica As duas adrenais diminuídas, tendo hiperadreno, devido ter alto cortisol por ser iatrogênico Também pode ser relacionada a uma neoplasia Sinais clínicos: hipercortisolismo crônico Inibe a insulina Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Estimula glucagon Polifagia – inúmeras causas Obesidade Proteólise Caquexia, fraqueza, letargia Abaulamento abdominal Inibe ADH Poliuria e polidipsia Imunossupressor Infecções recorrentes Alterações dermatológicas (bem visíveis) – alteração de pele e pelagem Pode ter abaloamento abdominal Alterações hematológicas e bioquímicas Leve eritrocitose Leucograma de estresse Aumento de ALP (85% a 95%) e ALT Hipercolesterolemia, hiperglicemia Hipostenuria, piuria, proteinuria Diagnostico Sinais clínicos Hemograma, bioquímica serica e urinaria Ultrassonografia Testes hormonais Diagnostico: ultrassonografia Hipófise dependente: ambas adrenais aumentadas Adreno-dependente: uma adrenal aumentada e outra atrofiada Iatrogênica: ambas adrenais atrofiadas Tratamento Hipófise-dependente: hipofisectomia Adreno-dependente: adrenalectomia (eleição) Cães: o Trilostano – 3-6mg/Kg SID Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar o Mitotano – 50mg/Kg SID (inicio) e 50-70 mg/Kg a cada 7 dias (manutenção) Gatos: trilostano – 6-10mg/Kg SID Hiperlipidemia Alteração dos lipídeos circulantes, que pode ocorrer num paciente endocrinopata ou obeso Lipídeos 3 formas principais Ácidos graxos – compõe outros lipídeos Colesterol – principal esteroide nos tecidos animais (produção de bile, hormônios e vit D) Triglicerídeos – armazenamento de energia Hiperlipidemia Aumento de lipídios no sangue Aumento nas concentrações sanguíneas de colesterol (hipercolesterolemia) e/ou triglicérides (hipertrigliricedemia) Animais em jejum por ao menos 12 horas Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Aumento da síntese ou redução de degradação Distúrbios na concentração de lipídios são relativamente comum em cães e fornecem pistas sobre doenças subjacentes, sendo também um fator de risco para o desencadeamento de outras enfermidades. Podemos classificar os distúrbios lipídicos em primário e secundário, sendo o secundário, sem duvida, o mais comum em cães. Primário e considerado hereditário em algumas racas caninas ou animal que não realizou realmente jejum Secundário pode estar relacionado a alimentação ou ser resultante de um desequilíbrio no mecanismo que regula os lipídeos plasmáticos, pela presença de uma doença endócrina. Amostra Lipemia – soro e plasma branco leitoso/túrbido/lipemico (opaco) Animais em jejum – lipemia acima de 400mg/Dl soro lipemico Manter entre 500-1000 mg/Dl – com dieta somente Sinais parecem aparecer acima de 1000mg/Dl Teste do quilomicron Soro lipemico repouso por 12 horas se tiver excesso de quilomicrons forma uma cama “cremosa” sobrenadante Positivo hiperlipidemia primaria Negativo muito VLDL circulante Importância clinica Interfere em outras analises Em jejum deve ser considerado como importante achado clinico Podem desenvolver outras doenças pancreatite Tratamento (dietético ou medicamentoso) diminuem morbidade Historico clinico Manifestação clinica Diarreia Vomito intermitente Desconforto Convulsões Xantoma Lipemia retinalis Aterosclerose e rara em cães e gatos Consequências Embora a hiperlipidemia por si so não leve ao desenvolvimento de sinais clínicos relevantes, ele tem sido associada ao desenvolvimento de doenças clinicamente importantes e, ate mesmo, com doenças que causam risco de vida A hipercolesterolemia primaria e geralmente associada com complicações menos graves em comparação com hipertrigliceridemia. Cães com hiperlipidemia Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Vômitos e diarreias Desconforto abdominal e dor Redução de apetite Distensão abdominal (menos comum) Algumas vezes resolve sozinho/jejum Cães com hipertrigliciridemia Dosar quanto tiver histórico de convulsões – schnauzers com epilepsia idiopática Esses animais não necessariamente vao apresentar vomito e diarreia Em alguns casos terapia dietética e suficiente sozinha para reduzir os níveis de triglicerídeos e acabar com convulsões, sem o uso de drogas anticonvulsionantes Relação com pancreatite Hipertrigliceridemia pancreatite Triglicérides 1000mg/dl Colesterol não influencia Possivelmente ocorre muita produção de AG livres toxico ao pâncreas Schnauzer – pancreatite Gatos com hiperlipidemia Deposito de material gorduroso, amarelado, rico em colesterol nos tendões ou na pele, geralmente associadas com doenças endócrinas, distúrbios no metabolismo de gorduras (dislipedemias) ou bloqueio dos conduto biliar Principal sinal xantoma Pode ocorrer em outros tecidos o Fígado, baco, rim, coração, musculo, intestino o Forame vertebral paralisia Lipemia retinalis e comum Tratamento Identificar se e primaria ou secundaria Como?? Eliminando causas secundarias o Exame físico – obeso, PU/PD, alopecia? Pos diagnostico secundário reavaliar hiperlipidemia (6 semanas) Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Tratamento – hiperlipidemias primarias Triglicérides Se exceder 500mg/dl tratamento para manter abaixo desse valor Colesterol Não tem tanto problema Tentar deixar em <500 mg/dl Dieta principalmente Controle da dieta Dietas com menos de 25Gee/1000 Kcal Avaliar fibra Evitar petiscos – ou – contabilizar quantidade de gordura Reavalizar após 4-8 semanas Se ficar abaixo de 500 mg/dl OK Reavaliar a cada 6-12 meses Controle com dieta caseira Ultra low fat Deve atender requerimento Cuidar com balanceamento Reavaliar em 4 semanas Verificar se esta abaixo de 500mg/dl Caso não esteja tentar restrição dietética mais severa ou medicamentos Ômega 3 Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Reduz lipogênese, ativa LPL (lipase de lipoproteínas) e B-oxidacao Não tras efeitos secundários 220-330 mg/Kg PC (uma vez ao dia) Reavaliar após o uso Fibrato Regula síntese e catabolismo de lipídeos Suprime síntese de AG, estimula oxidação, ativa LPL Usar se dieta e ômega não funcionar Útil em diabetes (resistente a outros tipos de controle de hiperlipidemia) Gemfirozil – 10mg/Kg BID Bezafibrato – 4-10 mg/Kg SID Dermatopatia nutricionais e hipersensibilidade alimentar Nutricao e saude da pele e anexosDeficiencia ou desbalanco energia proteina zinco vitamina A vitamina E acidos graxos essenciais Desordens metabolicas ou funcionais que interferem com a digestao, absorcao ou utilizacao dos nutrientes, aumento das perdas Alergia ou hipersensibilidade alimentar Dieta caseira/racao ruim/ racao mal estocada/suplementacao excessiva Funcao das tres camadas da pele Epiderme a metabolicamente mais ativa barreira entre o meio ambiente e o meio interno identificacao (coloracao para protecao/camuflagem/atracao sexual) barreira contra radiacao UV (fotoprotecao) e seus possiveis danos reacao imunologica da pele estimulos mecaniscos microbiosta Ph acido Derme elasticidade e forca tensil da pele as duas principais sao: colageno e elastina (mais elastica) cicatrizacao de ferimentos Interpretacao sensorial (toque, calor, frio, pressao, prurido) Ativa as funcoes de secrecao das glandulas Media inflamacoes Comanda os musculos pili Hipoderme Reserva de energia Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Insolacao/termogenese Acolchamento protetor Suporte das outras camadas Metabolismo e reserva de esteroides Producao de estrogeno Funcoes de protecao dos pelos Primeira linha de defesa – fisica, quimica, microbiota e UV Proteinas fortalecem e determinam a forma dos pelos Acolchoamento para a pele Regulacao termica Previne a perda de agua da pele Pelos especializados de gatos Protecao imune do TLAP e SIC TLAP: tecido linfoide a pele Encontrado na epiderme Combinação de células de langerhans, queratinocitos, linfócitos T migratórios e linfonodos Media a imunovigilancia cutânea e a destruição física de antígenos SIC: sistema imunológico cutâneo Termo coletivo para a atividade imunológica epidérmica Pele e saúde geral A avaliação da pele pode sugerir ao clinico a competência nutricional, o estatus imune e a saúde geral do animal Deficiencia ou desbalanco Desnutricao Doenças concomitantes que levam a hiporexia – doenças que levem a perda de proteína ou nutrientes pela urina ou fezes Períodos prolongados de fome Aumento da demanda em animais em crescimento, reprodução ou doença Derdordens metabólicas ou funcionais Manifestações cutâneas Sinais gerais de deficiência nutricionais Queratinizacao anormal Alterações qualitativas e quantitativas na produção o De lipídios epidérmicos e em glândulas sebáceas Alterações na textura e coloração dos pelos descamação Eritema Alopecia Contaminação bacteriana/fungica secundaria Proteína Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Deficiência proteica A deficiência dietética de proteína Pode resultar Atraso do crescimento de filhotes Per de peso Animais adultos – diminuição do desempenho reprodutor e do trabalho Normalmente, a deficiência proteica ocorre em casos de deficiência energética – desnutrição proteica/calórica Essa condição pode levar a: Letargia Diminuição da eficiência digestiva Menor resistência a doenças infecciosas Perda de massa muscular Diminuição da função dos órgãos Deficiência proteica Subtituicao epidérmica ocorre a cada 22 dias Crescimento pelo mais queratinizacao epidérmica corresponde a 3—35% das necessidades proteicas do organismo o Pelos aproximadamente 95% proteica (aa sulfurados) o Fenilalanina, tirosina, triptofano e cisteina = pigmentação 50 a 60% aa sulfurados do corpo esta na pele e anexos Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Deficiência proteica Sintomas Queratinizacao anormal da pele e pelos Pelos quebradiços, destacáveis e com crescimento lento Ressecamento e perda de brilho Descamação Despigmentação e diminuição do diâmetro dos pelos Prolongamento do período de muda de pelos hiperpigmentacao da pele Alteração na composição dos lipides dérmicos o Diminuição da barreira lipídica de proteção o Seborreia (descamação e aumento da oleosidade) infecções bacterianas secundarias Aminoacidos específicos Metionina O aminoácidos sulfurados (metionina e cistina) sao essenciais para a síntese de queratina, a principal proteína dos pelos Deficiência – perda de pelos, desaceleramento do crescimento e geralmente no surgimento de pelos secos e quebradiços. A síntese necessária para a manutenção da pele e dos pelos pode representar ate 30% das necessidades diárias por proteína de um cao adulto Raramente faltam a dieta de cães ou gatos – dieta vegetariana nao suplementada Os cães sao menos sensíveis a essas deficiências do que os gatos Taurina – sintetizada a partir dos aminoácidos sulfurados metionina e cisteina – exceto em gatos. Metionina e cisteina Ambos sao aminoácidos sulfurados (AAS) A metionina – essencial/cisteina pode ser sintetizada Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar O organismo utiliza metionina para síntese de cisteina, no entanto aproxidamente metade das necessidades de metionina do animal podem ser satisfeitas através de teores adequados de cisteina. Por esse motivo, prefere-se considerar as necessidades totais de AAS, ao invés da necessidade especifica de metionina Gatos apresentam maior necessidade de AAS Felinos sintetizam um composto denominado fenilina, o qual e sintetizado a partir de cisteina e excretado pela urina. Composto urinário esta associado com a delimitação territorial e regulação do metabolismo do esterol no gato Outros fatores que justificam a maior necessidade de AAS pelos felinos sao: Manutenção da capa pilosa grossa Aumento das reações de metilacao necessárias para a síntese de fosfolipideos Fenilalanina e tirosina A cor da pelagem depende da presença de feomelanina (pigmentos amarelo a vermelho) e de eumelanina (marrom a preto) A produção desses pigmentos, requer a presença de tirosina e fenilalanina, dois aminoácidos aromáticos (estrutura em forma de anel) Falha no consumo – indivíduos escuros ou pretos provoca o avermelhamento dos pelos (Gatos) Estudos com filhotes da raca terra nova e labrador pretos Níveis de fenilalanina e tirosina necessários para uma pigmentacao ideal sao o dobro dos requerimentos correspondentes ao crescimento Suplementação de tirosina ainda ajuda a aumentar a intensidade da coloração dos pelos Minerais e vitaminas Zinco Funções: Co-fator do RNA, DNA e Ribossomos Componente ativador de mais de 200 enzimas Metabolismo dos ácidos nucléicos Síntese protéica Metabolismo dos carboidratos Imunocompetência Saúde da pele e cicatrização de feridas Produção hormonal Manutenção da função plaquetária e do tecido linfoide É necessário na pele para…. Metabolismo de vitamina A Biossíntese de ácidos graxos Modulação imunológica e reação inflamatória Queratinogênese Cicatrização de feridas Deficiência de zinco em cães Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Sintomas Retardo no crescimento Emaciação Emese Conjuntivite Ceratite Doenças de pele Linfadenopatiaperiférica generalizada Hiporexia Diminuição do paladar Deficiência • Alterações na pele e na capa pilosa - pelo fosco, lesões cutâneas (paraqueratose hiperqueratótica) • Crescimento lento especialmente em raças gigantes Excesso • Pouco tóxico • Gastroenterites agudas, anemia hemolítica, letargia, diminuição na taxa de crescimento • Hemorragia ao redor das articulações e excessiva reabsorção óssea Deficiência de zinco em cães Lesões de pele Alopecia, eritema, inflamação, crostas, piodermite secundaria Localização Pontos de pressão, coxim plantar e palmar juncoes muco-cutaneas da fece Canal auricular externo patas e região ventral Histologia Hiperqueratose paraqueratotica difusa em epiderme e folículos Dermatoses responsiveis ao zinco 1) Origem dietética – deficiência de zinco • dieta ruim ( Zn / Ca / fitato) • maior ocorrência durante o crescimento / lactação • acomete qualquer raça • nem todos os filhotes de uma ninhada são acometidos • diferentes graus de severidade 2) Anomalia genética • Defeito no transporte de Zn pela mucosa do intestino delgado • Husk Siberiano / Malamute do Alasca / Doberman Pincher • Sintomas (adulto jovem, precipitado por estresse e cio) Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar • lesão seborreica nas junções muco-cutâneas e canal auricular alopecia parcial, com crostas firmemente aderidas, zona eritematosa marginal, lesão as vezes supurativa hiperqueratose • hiperpigmentação depressão do apetite • Defeito no transporte / metabolismo de Zn Acrodermatite letal do Bull Terrier 5 a 10 semanas de idade Retardo no crescimento pioderma facial severo pododermatite diarréria diminuição da imunidade celular broncopneumonias sobrevida média de 9 a 10 meses dermatoses responsiveis ao zinco Zinco necessidades Outro minerais Cobre Deficiência •O metabolismo do Cu afeta células T e B, neutrófilos e macrófagos, influenciando assim a resposta imunológica • Anemia, hemorragia e mortalidade causado pelo defeito das hemácias Usuario Destacar • Baixo desempenho reprodutivo, aborto, deformidades fetais e canibalismo • Acromotriquia – falta de pigmento nos pelos Excesso • Diminuição na taxa de crescimento, leve anemia e morte repentina, acompanhado de danos no fígado e hemorragia • Cães raças Bedlington terriers, Doberman, Pinschers, West highland, White terrier e Cocker spaniel podem apresentar anomalia genética que promove excessivo acúmulo de Cu no fígado, devido a deficiência de eliminação do Cu pela bile Iodo Deficiência Cães: Aumento da glândula tireóide, cretinismo, mixedema, alopecia, pêlo seco, deformidade esquelética, apatia e hipotireoidismo Gatos: Aumento da glândula tireóide, alopecia, metabolismo de cálcio anormal, reabsorção fetal e morte Excesso Salivação, secreção nasal, lacrimejamento excessivo, pêlo seco, anormalidades ósseas (somente em filhotes) e aumento da glândula tireóide Em gato há decréscimo transitório dos hormônios tireóideos, anorexia e perda de peso Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Vitaminas Vitamina A Funcao(pele) Fisiológica manutenção e diferenciação das células epiteliais essencial aos processos de queratinizacao Farmacológica tratamento de seborreia idiopática Lipossoluvel As fonte naturais de vitamina A sao o óleo de fígado de peixe, leite, o fegado e a gema de ovo Vitamina A inclui vários compostos denominados retinal, retinol e ácido retinóico, sendo o retinol a forma biologicamente mais ativa No organismo cumpre funções que afetam a visão, o crescimento, a reprodução e a manutenção do tecido epitelial Sua origem está nos carotenóides, sintetizados pelas células das plantas Quando os animais consomem esses pigmentos, uma enzima localizada na mucosa intestinal os converte em vitamina A Embora haja diversos carotenóides capazes de serem convertidos em vitamina, o beta caroteno é o que possui maior potência biológica O gato doméstico ao contrário do cão, possui deficiência da enzima que desdobra o caroteno e deve receber uma fonte de vitamina A pré-formada na dieta. Felinos Os gatos são inaptos para a conversão de β-caroteno (presente nas plantas) em vitamina A Necessitando de uma fonte de vitamina A pré-formada na dieta, ao contrário dos cães Os gatos são capazes de absorver o β-caroteno administrado oralmente, mas não são capazes de convertêlo para retinol, devido à ausência da enzima beta-caroteno-15,15′-dioxigenase Hipovitaminose / Hipervitaminose Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Alopecia Empobrecimento da cobertura pilosa hiperqueratinização (epiderme e folículos) Descamação Infecções bacterianas secundárias erupções papulares Prurido Dermatoses responsiveis a vitamina A Efeito farmacológico Seborreias idiopáticas Cocker labrador Schnauzer miniatura Nao responde a terapia convencional (xampus, antibióticos, corticoides) Seborreias idiopáticas Sintomas Perda de pelos descamação Aumento progressivo da oleosidade foliculite bacteriana secundária com ou sem prurido e inflamação Eventualmente - placas hiperqueratóticas -(sebo, queratina e plugs foliculares) Localização Região inferior do peito abdômen Moderada a severa otite externa Tratamento 1000 a 2.000 UI vitamina A por kg PC/dia por toda a vida do animal Resposta em 4 semanas Remissão dos sintomas em 2 a 6 meses Vitamina B7 (biotina) Funções Metabolismo de ácidos graxos, aminoácidos não essenciais e ácidos nucléicos Produção pela microbiota intestinal Não há necessidade estabelecida para cães - (microbiota intestinal supre???) Encontrada em tecidos animais, sementes de plantas e leveduras, ligada a lisina Gorduras rancificadas e colina, inativam a biotina Alimentos de baixa qualidade e/ou mal conservados Antibioticoterapia prolongada Lesões nasais e coxim plantar Suplementação biotina 15 mg VO SID Remissão em 60 dias Sem suplementação – novas lesões Suplementação: melhora Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar A exigência de biotina pode ser afetada pela presença de ácidos graxos polinsaturados na ração Quantidade recomendada pelo NRC (2006) Cães adultos: - Cães crescimento: - Gatos adultos: 75 microg/kg de dieta na MS Gatos crescimento: 75 microg/kg de dieta na MS Ácidos graxos Acidos graxos polinsaturados Funcoes: Fonte de energia Componente estrutural de membrana celular Precursores dos eicosanoides Resposta inflamatória Função imune Coagulação sanguínea Acidos graxos polinsaturados Constituintes celulares Estrutura das membranas celulares Transporte celular (membrana plasmática) A proporção dos diferentes tipos de AG que constituem as membranas celulares do organismo pode ser alterada de acordo com o tipo de gordura presente na dieta Gatos apresentam baixas [ ] de delta-6 dessaturase Gatos necessitam tanto de ácido linoléico quanto de ácido araquidônico Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Acidos graxos essenciais – PELE Nao metabolizados pela pele – depende da conversão hepática Controlam a permeabilidade da epiderme (ceramidas) Ácidos araquidônico – proliferação da epiderme e na fluidez da membrana O acido linoleico – migração de moléculas pela membrana (transporte seletivo) Potencial inflamatório Propriedades antiinflamatorias síntese de mediadores com < potencial inflamatório Deficiência ácidos graxos essenciais Ácido linoleico Retardo no crescimento infertilidade acromotriquia descamação de pele hipertrofia gland. sebáceas Fragilidade dos capilares venosos (hemorragia sub-cutânea) Edema cutâneo Perda transepidermal de água exudação interdigital Otite externa Ácido aracdônico (gatos) Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Precursor da PGE2 hiperqueratose Descamação Mesma sintomatologia da deficiência de ácido linoleico Oleosidade aumentada Alergia ou Hipersensibilidade alimentar Alergia alimentar, hipersensibilidade alimentar ou dermatite trofoalérgica Desordem cutânea pruriginosa que pode ocasionar também desconfortos intestinais Não se compreende completamente a fisiopatologia da hipersensibilidade alimentar O que esta causando a hipersensibilidade “Grandes moléculas Peso molecular variando de 5.000 a milhões de Daltons” Antígenos são macromoléculas proteicas Peso molecular superior a 7500 Daltons Sendo esses principalmente Proteinas, essa precisa ser hidrolisada Alergia: base imunológica Intolerância: sem base imunológica – ex: intolerância a lactose Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Alguns conceitos Dermatite atópica: Doença de pele inflamatória, pruriginosa com predisposição genética e características clínicas comumente associadas a anticorpos IgE direcionados contra alérgenos ambientais Dermatite trofoalérgica: desencadeada por componentes antigênicos presentes nos alimentos Hipersensibilidade: distúrbios causados por respostas imunes excessivas ou aberrantes Reações de hipersensibilidade tipo I, II, III e IV Potencial efeito alergênico Conservantes Antioxidantes BHA e BHT Conservantes anitimicrobianos Nitrito de sódio Umectantes Propilenoglicol Palatabilizantes Glutamato monosódico Hipersensibilidade Aminas vasoativas: vasodilatação + permeabilidade vascular Proteases: lesão de tecidos locais Citocinas: inflamação local Sinais clínicos N = 29 casos de HA – diagnosticados entre 2007 – 2012 100% dos casos apresentavam prurido (região interdigital) Alopecia = 31% Eritema = 31% Hiperqueratinização = 10,1% Usuario Destacar Usuario Destacar Sinais gastrintestinais = 7% Quando considerar? Guilford et al. (2001): Estudo de distúrbios gastrointestinais idiopáticos em gatos • 16 de 55 (29%): sensibilidade alimentar após testes de eliminação Anamnese Histórico clínico Doença alérgica concomitante Tratamentos anteriores Histórico familiar Início dos sinais clínicos Quando? Como? Contactantes Puliciose? Inquérito nutricional Diagnostico 20 animais diagnosticados com HA RAST → alta sensibilidade e baixa especificidade (grande n de falso +) ELISA → baixa sensibilidade e alta especificidade Histopatológico → lesões não patognomônicas (não é exame complementar útil) A dieta de eliminação: forma mais confiável de detecção dos animais alérgicos ao alimento Provocacao e eliminação de trofoalergico Retirar os suposto alergenos Observar remissão dos sinais Reexpor ao suporto alergeno Observar retorno dos sinais Diagnostico e “tratamento” Diagnósticos diferenciais Podem coexistir outras enfermidades secundárias Cocker Spaniel Labrador Collie Schnauzer Shar Pei Poodle... Usuario Destacar Diagnóstico Dieta caseira “de eliminação” e exposição ao desafio “Tratamento” Proteína hidrolisada Fonte alternativa de proteína Dieta de eliminação ou exclusão Número limitado de fontes de proteína Novas fontes de proteína Evitar o excesso de proteínas Proteínas com digestibilidade elevada (superior a 87%) ou hidrolisada Sem aditivos Atenda as necessidades da espécie, idade e estilo de vida do animal Dietas caseiras Primeira opção de escolha pela maioria dos Veterinários como dieta de exclusão Ingredientes mais utilizados: • Coelho, cação e batata Recomendado o uso de suplemento vitamínico e mineral desprovido de aditivos (sabor) e proteína animal ou vegetal – BAIXO POTENCIAL ALERGÊNICO 116 Clínicas Veterinárias “90% das dietas caseiras falharam em atender os requerimentos mínimos recomendados para manutenção” Dietas comercial Farinha de carne e ossos de ovinos – premier nutrição clinica Proteína hidrolisada de soja – tipo royal canin hiporalergenico Proteina Hidrolisada Redução do peso molecular das proteínas Redução da resposta antigênica Aumento da digestibilidade da proteína Redução do tempo no TGI Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Pronto, deu tudo certo.... Motivos para a dieta com proteína não usual não resultar em boa resposta Suspeita diagnóstica errada A proteína não se encaixa no grupo “não usual”, ou seja, o animal já teve contato antes (anamnese!!) Não ter aguardado o tempo correto para remissão dos sinais Animal continua sendo exposto ao alérgeno de outra forma (anamnese!!) Reação cruzada cordeiro x bovino? (evidência científica x opinião de especialista) Motivos para a dieta comercial com proteína hidrolisada não responder Suspeita diagnóstica errada Peso molecular do alérgeno não é reduzido o suficiente Porcentagem de proteína hidrolisada não é suficiente Animal continua sendo exposto ao alérgeno de outra forma Nutrição do paciente cardiopata Cardiomiopatias Podem ser congênitas ou adquiridas Doença valvar crônica e mais comum em cães (75%) Gatos: cardiomiopatia hipertrófica e a mais comum Consequência: Insuficiência cardíaca congestiva (ICC) Insuficiencia cardíaca congestiva Com essa se tem a redução do volume sistólico, a diminuição do debito cardíaco e a propensão a diminuição da Pressao arterial Ativação de mecanismo compensatórios SNS: ativação simpática Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar SRAA: sistema renina angiotensina aldosterona Hipertrofia miocárdica Fisiopatogenia Conceitos: Síndrome caquexia: Perda de peso, perda de massa muscular, aumento da produção de citocinas inflamatórias e anorexia; que estão associados a doenças crônicas. Sarcopenia: Perda fisiológica de massa muscular associada ao envelhecimento. A perda de massa magra geralmente esta associada ao ganho de massa gorda, portanto, pode não haver mudança no peso do animal. o Causa- multifatorial: Redução da atividade física Aumento da produção de citocinas Redução da produção de GH e testosterona Resistencia insulínica Redução da síntese de proteínas Perda de peso Ingestao insuficiente de alimento: Fontes endógenas de energia Glicogênio – glicogenolise (12 a 28h) Gordura – gliconeogenese Massa muscular – gliconeogenese 1) Jejum: gordura – fonte primaria de energia Alimento de baixa qualidade Ingestão inadequada de nutrientes Doenças da cavidade oral Competição Quantidade inadequada de alimento 2) Associada a doença crônica: musculatura – fonte primeira de energia Fisiopatogenia Ativação da cascata inflamatória Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Producao excessiva de citocinas proinflamatorias: o Interleucinas: IL-1 e IL-6 o TNF-alfa Citocinas: o Anorexia o Aumento da necessidade energética o Estimulam o complexo ubiquitina – metabolização das proteínas via sistema proteasoma IL-1 e IL-6 o Efeito inotrópico negativo o Remodelamentoventricular o Hipertrofia e fibrose o Apoptose o Diminui o efeito do IGF-1 (modula GH) Anorexia Cães cardiopatas o Sem ICC: 26% o Com ICC: 54% o DVCM: 28% o CMD: 64% Gatos cardiopatas o Sem ICC: 30% o Com ICC: 72% Citocinas Dietas de baixa palatabilidade Toxicidade de medicamentos Cansaço/dispneia Diminuição da absorção dos nutrientes Na ICC, pode ocorrer a diminuição na perfusão do sistema gastrointestinal e o edema das células intestinais podem contribuir para a redução na absorção intestinal dos nutrientes. Manifestações clinicas Perda de peso/ massa muscular Anorexia / Hiporexia/ Normorexia Apetite cíclico Prostracao Intolerancia ao exercício Manifestações de doenças associadas Diagnostico 1) Anamnese: Tipo e quantidade de alimento Petiscos e suplementos Contactantes – competição Apetite Perda de peso: evolução 2) Exame físico: ECC e EMM 3) Exames complementares: DEXA Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Diluição de isótopos Condição corporal Escore de Massa Muscular (EMM) A caquexia cardíaca e comum em cães com ICC e esta associada a sobrevida significativamente menor. Isso enfatiza a importância de se prevenir, diagnosticar e tratar a perda muscular em cães com ICC. Avaliação laboratorial da desnutrição calórico-proteica Numero de linfócitos Hemoglobina e hematócrito Albumina Transferrina Pre-albumina Importancia da prevenção e tratamento da caquexia Condição corporal: marcador sistêmico de gravidade de doenças crônicas Caquexia = aumento da mortalidade, independente da gravidade da doença Decisão pela eutanásia em cães com ICC o Anorexia: 84% o Fraqueza muscular: 92% Piora a qualidade de vida Prejuízos a função imune Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Intervenção nos estágios inicias da caquexia maiores chances de sucesso no tratamento Avaliação nutricional Animal Idade e estado fisiológico Atividade Doença Apetite/emese/diarreia Peso corporal/ECC/EMM Dieta Composicao/necessidades Palatabilidade Apresentação Manejo alimentar Quantidade de alimento e n de refeições Local e método de alimentação Petiscos/suplementos Competição Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Tratamento Por que tratar a caquexia? Aumenta o risco de anemia Linfopenia – CD4+ Diminui a massa e função cardíaca Diminui a função mecânica pulmonar Alteração da morfologia intestinal Diminuição da absorção intestinal Diminuição da imunidade Prognósticos: < sobrevida Objetivos do tratamento da caquexia Prover teores dietéticos adequados de proteína e energia Modular a produção de citocinas E com isso prevenir a perda e promover ganho de peso ALTA GORDURA PODE SER PREJUDICIAL PARA UM PACIENTE CARDIOPATA MITO Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Teores dietéticos adequados de proteína e energia Dieta hipercalórica Aumento de gordura: > 20% da MS Aumento de proteína o Caes: > 5,1g/100 Kcal (>20% da MS) o Gatos: > 6,5g/100 Kcal (>26 % da MS) Aumento da digestibilidade Palatável Numero de refeições Não introduzir um alimento comercial coadjuvante quando o animal estiver hipo/anoretico e/ou hospitalizado Troca gradual: somente após retorno do apetite e com o animal estável, para evitar rejeição da dieta Como calcular? Palatabilizantes Creme de leite Aquecer/resfriar o alimento Carne ou frango cozidos sem sal Óleo de peixe Alimentos úmidos/sache Orexigenos Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Ciproeptadina Cães: 0,4 mg/Kg BID Gato: 1-4 mg/gato SID ou BID ou 0,2-1,0 mg/Kg BID Gatos com IR: 1 mg/gato BID Mirtazapina Antidepressivo com efeito orexigeno e anti-emetico Insuficiência renal: redução de 30 a 50% da eliminação renal Pode causar aumento da ALT em gatos Cães: 0,6 mg/Kg SID Gato: 1,88 mg/gato SID ou BID ou 3,5 mg/gato a cada 72h Gatos com IR: 1,88 mg/gato a cada 24-48h ou 3 mg/gato a cada 72h Grelina Producao – principalmente pelo estomago Hipotálamo – sensação de fome e liberação de GH GH – estimula a produção de IGF-1 ( fator de crescimento tipo insulina 1 presente no fígado para o desenvolvimento dos tecidos) Aumenta a ingestão de alimento, peso e massa magra Desvantagens: apresentação injetável e meia vida curta (30 minutos) Capromorelina Agonista de receptor de grelina Meia vida mais longa Administração por via oral Aumento do apetite, ingestão de alimento e peso Modulacao da produção de citocinas: ácidos graxos polinsaturados ômega 3 Funcao nas células: Fonte de energia Componentes estruturais da membrana celular Precursores dos eicosanoides Ácidos graxos essenciais – necessários na dieta e não podem ser sintetizados por mamíferos Cães e humanos: taxa na conversão de ALA em DHA <10% Gatos: pequena quantidade de 6- dessaturase não ocorre a conversão em qualquer grau significativo Na ICC: reduz a produção de citocinas inflamatórias Redução da frequência de arritmias Pico de concentração no plasmo e nos tecidos: 4 a 6 semanas Óleo de peixe Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar o Dose: 40mg/kg de EPA e 25mg/kg de DHA por dia o Apresentação: 180 mg EPA + 120 mg DHA por capsula de 1000mg o 1 capsula de 1000mg/ 4,5 Kg de peso/ dia Estudo Estudo clinic, duplo cego, randomizado, placebo controle 28 caes com CMD: Grupo placebo Grupo óleo de peixe Dieta: alimento coadjuvante comercial para cães com IC IL-1: menor no grupo óleo de peixe e maior no grupo placebo Escore de caquexia (0-4): melhora no grupo óleo de peixe Os cães cardiopatas suplementados apresentaram probabilidade 2.96 vezes menor de desenvolverem arritmias Tratamento Anorexia/hiporexia nutrição enteral ou parentetal com support ou nutralife Alimentação forcada: Raramente atende as necessidade energéticas Estressante para o animal e proprietário Aversão ao alimento Pneumonia por aspiração Jejum: por que não fazer? Atrofia de vilosidades intestinais Aumenta a taxa de apoptose de enterocitos Redução do tecido linfoide intestinal Quebra da barreira intestinal Aumento da permeabilidade intestinal a bactérias e toxinas Aumento da produção de citocinas inflamatórias Possibilidades terapêuticas Beta-bloqueadores: Catecolaminas, epinefrina, cortisol – aumenta o catabolismo Diminui a oxidação de proteínas e atrofia muscular em ratos com ICC Moduladores seletivos não-esteroidais de receptores androgênicos Ostarina – uso na caquexia causada pelas neoplasias Efeito anabólico e mínimo efeito androgênico Menos efeitos adversos que os esteroides anabolizantes Petiscos Alimentos oferecidos com os medicamentos = 63% dos casos E temos os petiscos como forma de agrado: fruta, ossinho de couro, bifinhos comerciais, e biscoitos Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Nutrientes importantes para pacientescom afecções gastrointestinais Objetivo do suporte nutricional – Doença GI Estimular a digestacao e absorção dos nutrientes Auxiliar a função de barreira da mucosa Normalizar a motilidade e função do intestino – algumas doenças alteram a motilidade, aumentar a ingestão de fibra (fatores físicos que estimulam os movimentos intestinais) Reduzir a inflamação – como a doença inflamatória intestinal, tem processo inflamatório, importante uso de um nutracéltico, como ácidos graxos ômega 3, para diminuir Incorporar nutrientes com ação benéfica no ID – as células do intestino delgado são nutridas por componentes específicos, como a glutamina, assim otimizando Otimizar o balanço da microbiota intestinal – devido a maioria das doenças levarem a disbiose, desequilíbrio, levando consequências importantes para saúde do hospedeiro, importante ser feito através da nutrição. Se o paciente tem essa perda de barreira ele pode ter essa translocação bacteriana – entrada de bactérias e agentes na corrente sanguínea Importante prover nutrientes para a manutenção da barreia intestinal Para otimizar o balanço da microbiota intestinal Nutrição o melhor AGCC – butirato – pos biótico – produto da acao das bactérias Obs: acido graxo de cadeia curta – produto de fermentação de fibras e carboidratos Alimentos coadjuvantes hipoalergenicos Fontes proteicas de alta digestibilidade Proteínas hidrolisadas – bem recomendadas, principalmente para doença inflamatória intestinal, insuficiência pancreática, quando existe envolvimento do sistema imunológico, as proteínas hidrolisadas são indicadas. Alguns pacientes podem ter manifestação gastrointestinal de alergia – Importante fazer o diagnóstico diferencial da doença inflamatória intestinal de uma alergia gastrointestinal – o indivíduo manifesta rápido a hipersensibilidade, já o animal com doença inflamatória intestinal já ocorre de forma crônica, perda de peso, de pelo de forma crônica. Omegas 3 e 6 - ácidos graxos de cadeia longa Alimentos coadjuvantes para alterações intestinais Perfil Proteína hidrolisada, alta digestibilidade Alta energia Probioticos/prebioticos Glutamina Disturbios digestivos – restrição de gordura Teores moderados de gordura Inclusão de prebioticos Inclusão de EPA e DHA Importante primeiro descobrir a causa de uma manifestação gastrointestinais Para compensar perdas e tratar distúrbios GI Importante avaliar o escore fecal do animal. Ex: coloração escura pode ser devido a melena (Intestino delgado, doenças como corpo estranho, neoplasia, uremia), alteração da consistência (da para saber o que o animal se alimentou, se esta eliminando o alimento inteiro a digestão pode estar alterada, o que pode levar a essa ma digestão Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar devido a falta de enzimas, como doença pancreática exócrina), animais com diarreia (doença inflamatória intestinal – fezes liquidas e ate mesmo com sangue, além de outras doenças). Jejum Alimentar Tradicionalmente = jejum pequenas porcoes de dietas com alta digestibilidade Resultados recentes: alimentos no TGI sinais tróficos aos enterocitos e nutrição direta o Aumento do fluxo de sangue mesentérico o Estimulam liberação de enzimas digestivas e enterohormonios o Proliferecao e diferenciação células intestinais o Renovação células mucosa Não deixar o animal em jejum em casos de diarreia, para não entrar em déficit Digestibilidade da dieta Teores de digestibilidade > 85-88% Digestibilidade proteica >92 % quanto mais alta menos antigênica ela e Alta digestibilidade - sobrecarregar menos o gastrointestinal Requer menor secreção gástrica, pancreática, biliar e intestinal digestão e absrocao queba completa no ID Minimização resíduos no IG reduz inflamação por subprodutos bacterianos (como as aminas biogênicas), diarreia osmótico ou resposta imunitária anormal Obs: o que causa energia são moléculas grandes, uma proteína, importante assim serem hidrolisados, quebrados em moléculas menores através de enzimas. Proteínas/aminoácidos Necessidades > manutenção Hipersensibilidade alimentar Glicoproteínas alergênicas: o Geralmente entre 14 e 40 KDa (10-70 kDa) o Hidrossolúveis o Resistentes ao calor o Estáveis na presença de ácidos e enximas digestivas Aminoácidos e peptídeos pequenos < a capacidade de resposta alérgica Dietas de eliminação e provocação Fonte de proteína e carboidrato nunca fornecidos Hidrolise enzimática hidrolisados proteicos de baixo PM Diminui a probabilidade de ligação da IG e degranulacao de mastócitos Proteínas hidrolisas tem maior digestibilidade – otimiza a digestão Utilizadas em pacientes com DII e IPE Gorduras Dietas ricas em gorduras Aumenta a densidade energética reduz o volume de alimento em casa refeição Retarda esvaziamento gástrico e prolonga a digestão Apetite, ganho de peso, remissão de sinais clínicos de 15 ate 30 dias após ter a mudança dessa dieta Digestão = acao conjunta intestino, fígado e pâncreas IPE (lipases pancreáticas, bile, e lipases duedenais – fígado e pâncreas) = prejudicada digestão e ma absorção Conversão bacteriana gordura o Ácidos graxos não absorvidos AG hidroxilados o Ácidos biliares não conjugados hipersecreção diarreia Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Pode fornecer enzimas de lipase (o paciente vai ser mais saudável com a suplementação enzimáticas), mas a recomendação seria reduzir a ingestão de gordura Restrição de gordura quando se recomenda: Linfangiectasia Síndrome ma absorção Desbiose de intestino delgado Deficiência de ácidos biliares – em casos de cirrose em estados terminaria IPE – não reduz gordura, suplementa enzima Oleo de peixe Humanos / ratos com colite/ DII Menor inflamação/dose corticoide 40mg/Kg de EPA e 25 Mg/Kg de DHA Carboidratos Atrofia da mucosa com isso menor disponibilidade e ma absorção Funcionamento inadequado dos enterocitos Disbiose bacteriana Podem levar uma diarreia osmótica Pacientes com doença GI aumenta a digestibilidade Fontes de amido Arroz: uma estrutura de amido com ramificação limitada (amilopectina) o Alta difestibilidade e baixo teor de fibras o Melhora da digestibilidade das dietas secas Fibras alimentar Classificas: Solubilidade e capacidade de fermentação Normalizam tempo de transito Aumentam teor de umidade das fezes Podem se unir as toxinas e ácidos biliares irritantes Reduzem digestibilidade Fibras Solúveis Pectinas e gomas: gel em agua retardam esvaziamento gástrico e aumentam tempo de transito Diminuem absorção no ID – importante para animais constipados Psylium: fonte de fibra mais comum e menos caro Melhora o escore fecal Fibras insolúveis Celulose e polissarideos estruturais Aumento do volume e teor de umidade fecal Absorvem toxinas e normalizam motilidade segmentar e propulsiva Ajudam na cicatrização intestinal Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar UsuarioDestacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Fibras fermentáveis Polpa de beterraba (>7,5% MS), pectina, goma guar, goma arábica e FOS Estimulam cresc, bactérias benéficas o Lactobacilus sp. o Bifidobacterum sp. Prebioticos Os prebioticos são compostos não diferidos pelo organismo animal, mas seletivamente fermentados pelos microrganismos do trato gastrointestinal que podem estar presentes nos ingredientes da dieta ou adicionados a ela através de fontes exógenas concentradas. Critérios de classificação 1) Resistência a acidez gástrica, a hidrolise por enximas dos mamíferos, e absorção gastrointestinal 2) Fermentação pela microbiota intestinal 3) Estimulação seletiva do crescimento e/ou atividade dessas bactérias intestinais que contribuem a saúde e bem-estar Prebioticos Frutoligossacarideo (FOS) o Insulina o Oligofrutose Mananoligossacarideo Galactoligossacarideo Lactulose Mecanismo de acao Passam pelo estomago e intestino deslgado relativamente intactos Fermentacao no intestino grosso, por bactérias (bifidobacterias) produzindo ácidos graxos de cadeia curta o Acido acético, butirico, propionico e acido lático Redução no Ph do intestinal Produção de bacteriocinas e enzimas Ambiente desfavorável as bactérias patogênicas Exclusão competitiva Vitaminas e minerais Necessidades não são bem definidas Suplementar: sódio, potássio, cloro, vitamina complexo B e vitaminas solúveis (ma absorção gorduras) Doenca gastrointestinal aguda Dieta: alta digestibilidade Baixo teor de gordura (AG e Ac. Biliares mal absorvidos diarreia) Fonte nova de proteína Hidratação oral Alimentação forcada náuseas Diarreias crônicas de ID Dieta com alta digestibilidade Baixo teor de gordura e lactose Livre de gluten Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Hipoalergenica Isotônica Doenca intestinal inflamatória A patogênese e pouco compreendida (idiopática) o Resposta imune excessiva aos antígenos alimentares ou microbianos no lumen GI Parte da categoria de reações adversas a alimentos Sinais clínicos associados a infiltrados de células inflamatórias na mucosa no trato G1 o Linfocitica-plasmocitica o Eosinofilica o Supurativa Sinais clínicos Vomito crônico Outros sinais frequentemente relatados: o Anorexia o Perda de peso o Diarreia crônica (ID, IG ou ambos) o Redução do colesterol sérico o Infiltração de células inflamatórias no sistema GI Histologia para definir o tipo Imunohistoquimica para diferenciar de linfoma (câncer) – não usar imunossupressores Qual a importância da dieta? 1- Perda da tolerância oral alimentos = antígenos alergia 2- Disbiose alimento x microbiota intestinal e AGCC e R 3- Perda da integridade da mucosa alimento x nutrição dos enterocitos/colonocitos 4- Resposta imune aberrante alimento x imunidade Reducao da antigenicidade da dieta tem demonstrado ajudar no controle dos sinais clínicos Alimentos altamente difestiveis Proteína hidrolisada Numero limitado de ingredientes Boa parte dos casos pode precisar associar a dieta ao tratamento com fármacos imunossupressores Importate: so inciiar conticoides se for descartado o diagnostico de linfoma Acidos graxos de cadeia curta e imunidade Metabolitos da fermentação bacteriana Liberados no lumen intestinal Tem ate 6 atomos de carbono em sua composição Microbiota intestinal 3 caminhos para indução da inflamação: Reducao de bactérias produtoras de butirato Butirato = fornecimento de energia para os colonocitos + produção de mucina + indução da diferenciação de células treg (tolerância oral) Aumento de bactérias redutoras de sulfato sulfito de H2 toxico para células intestinais Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Aumento de genes relacionados ao estresse oxidativo da microbiota Alergia alimentar com manifestação gastroenterica x doença inflamatória intestinal Quando vai se usar as dietas gastrointestinais? Teores de gorduras variáveis, resultando em alimentos mais energéticos e menos energéticos Existe alimentos que não suplementam ômega 3 Importante ler a lista de ingredientes Nenhuma tem proteínas hidrolisadas, ou seja não poderiam ser usadas Se considerar a suplementação enzimática, vai se dar maior ênfase na que apresentar maior taxa de gordura Enteropatia com perda proteica Proteína de alta qualidade para compensar perda e ma absorção intestinal Restrita em gordura e níveis adequados de AG essenciais – diminuir a formação de quilomicrom TG de cadeira media – serem gorduras hidrossolúveis, assim não formam quilomicrons - otimizacao energética do paciente Anorexia, vômitos, diarreia Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Dietas com alto teor de fibras (baixa coloria) contra indicadas Suplementação vitaminas lipossolúveis e glutamina Quilotorax – ruptura do vaso linfático dentro do tórax Linfangiectasia intestinal Distúrbio obstrutivo que envolve o sistema linfático do trato gastrointestinal, resultando em enteroparia perdedora de proteínas. Perda de linfa no local que houve a ruptura O proprietário só vai dar conta quando o animal manifestar dificuldade respiratória. Nova dieta prescrita – caseira Prescrito dieta caseira com restrição de gordura (EE: 5%) Deve ser analisando o peso do animal, as necessidades energéticas do animal Baixa gordura e alta proteína basicamente Insuficiência pancreática exócrina (IPE) O animal esta sempre em alerta, apresentando muita fome, apenas não consegue digerir a dieta como deveria Predisposição: pastor alemão Perda grave da função pancreática exócrina 90% das células acinares devem ser perdidas antes que surjam manifestações clinicas Causas Atrofia acinar pancreática – podendo ser devido imunodeficiência Os mecanismos da AAP não são completamente compreendidos. Precedido por infiltração linfocítica do pâncreas o que levanta a hipótese de que o PAA é uma doença auto-imune Pancreatite crônica – gatos Hipoplasia pancreática e neoplasia pancreática (raro) Quadro clinico Diarreia crônica Aumento da frequência de defecção Fezes volumosas Esteatorreia Modificação da coloração das fezes Flatulência Borborigmos Perda de peso progressiva Dificuldade em ganhar peso Diminuição do escore de condição corporal (<4/9) Perda de massa muscular (EMM <2/3) Polifagia Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Coprofagia Pelagem opaca Diagnostico Anamnese condizente com IPE Manifestações clinicas Dosagem serica de c.TLI Dosagem imunorreaticidade serica da tripsina e do tripsinogênio Tratamento Fornecer energia Nutrientes suficientes para uma condição corporal ideal Evitar deficiências nutricionais Minimizar a diarreia Suplementacaodas enzimas pancreáticas o Preparado em po revestido? Preparato em po não revestido? o Capsulas....drageas... comprimidos?? o Pâncreas cru? Estudos sobre gordura O principal objetivo do estudo relatado aqui foi determinar se as manifestações da IPE seriam amenizadas quando os cães fossem alimentados com uma dieta com baixo teor de gordura, em comparação com ração comercial comum O teor de gordura da dieta original não se correlacionou com a diferença nas manifestações da IPE quando os cães foram alimentados com dieta com baixo teor de gordura. Alto teor de gordura (40,8% das calorias) foi muito bem tolerado por esses pacientes e sugere que dietas com maior inclusão de gorduras e de alta digestibilidade não são contraindicadas no manejo da IPE, além disso, podem ser benéficas para melhorar a condição corporal. Resuminando Dietam de moderado a alto teor de gordura podem ser uteis em pacientes com IPE e com ECC muito baixo (<3/9). São contraindicadas em casos de esteatorreia sem resolução Avaliação individual Baixo teor de fibra dietética pensando em se maximizar o digestibilidade do alimento Alto teor de fibra pode prejudicar a acao das enzimas pancreáticas Outros fatores nutricionais importantes Vitaminas lipossolúveis (A, D, E, K) Cobalamina (vitamina B12) Folato (Vitamina B9) A deficiência de cobalamina pode indicar falha no tratamento da IPE, indicando pior prognóstico e precisa ser suplementada caso apresente deficiência Presença de doenças concomitantes pode alterar o perfil nutricional do cão acometido pela IPE A suplementação enzimática é a base para o tratamento da IPE, e deve ser feita em conjunto com as refeições, é importante evitar guloseimas não programadas e garantir que o paciente não tenha acesso a fontes alimentares não monitoradas Alterações funcionais associadas a IPE levam a disbiose intestinal Suplementação de enzimas pancreáticas melhora a disbiose Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Usuario Destacar Disbiose IPE, distúrbios motilidade, obstrução parcial, diminuição ácidos no estômago e DII Alta digestibilidade (< fluxo nutrientes cólon) Dietas hipoalergênica Casos severos má absorção (hidrolisadas) Suplementar cobalamina Fibras e gorduras de acordo com paciente Probióticos e prebióticos Obs: restrição – abaixo do mínimo que o animal precisa