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Prova prática de patologia – prova 02 (Thais C. de Aquino Lima) Lâminas P2: Patologia (lâminas 15, 20, 21 e 35) LÂMINA 15: pulmão com edema Nessa lâmina temos um TECIDO PULMONAR, o que é evidenciado pela presença de sacos alveolares. Vemos que alguns sacos alveolares estão preservados, porém outros estão preenchidos por TRANSUDATO (apenas líquido com baixo teor proteico → MATERIAL EOSINOFÍLICO PREENCHENDO OS ÁLVEOLOS PULMONARES). Ou seja, há um ACÚMULO DE TRANSUDATO NO INTERSTÍCIO. Vemos que há um PROCESSO INFLAMATÓRIO DISPERSO. • se fosse EXSUDATO seria mais denso, haja vista que possui um conteúdo proteico maior Esse tipo de quadro é típico do EDEMA PULMONAR, gerando uma INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA AGUDA. Nas lâminas, além disso, é possível ver BRONQUÍOLOS (haja vista que não tem cartilagem). Como é edema, pode estar presente em caso de INSUFICIENCIA CARDIORRESPIRATÓRIA, INSUFICIENCIA HEPÁTICA, ANASARCA E DEFICIENCIA DE PROTEÍNA. Nessa lâmina também conseguimos visualizar um VASO EM ESTASE e alguns pontos de ANTRACOSE PULMONAR. Também vemos um vaso com presença de HEMOSSIDERINA (degradação de hemácias). Acima, vemos a lâmina de tecido pulmonar com presença dos alvéolos pulmonares (circulados em vermelho). O retângulo amarelo indica a região em que temos um VASO EM ESTASE. O retângulo vermelho indica as regiões onde temos SACOS ALVEOLARES PREENCHIDOS POR TRANSUDATO EM ROSA CLARO (ACUMULO ANORMAL DE LÍQUIDOS NO INTERSTÍCIO). Vemos que dentro da região que era para ser branca do alvéolo temos um CONTEÚDO EOSINOFÍLICO. A seta azul indica uma região de SACO ALVEOLAR VAZIO, ou seja, em normalidade (não possui conteúdo de transudato). No contorno laranja, vemos um vaso com conteúdo de HEMOSSIDERINA, o que indica degradação de hemácias. Acima, em azul temos um VASO SANGUÍNEO, também com presença de HEMOSSIDERINA. A seta vermelha indica uma região de SACO ALVEOLAR PREENCHIDO POR TRANSUDATO. Acima, vemos uma aproximação de um vaso sanguíneo presente no tecido pulmonar em que há conteúdo de HEMÁCIAS (seta laranja). Algumas dessas hemácias estão em degradação, logo, vemos a presença de HEMOSSIDERINA, indicada pela seta azul. Em amarelo vemos o destaque para um BRONQUÍOLO. Identificamos que é um bronquíolo pela ausência da camada de cartilagem que deveria estar presente caso fosse um brônquio. O retângulo verde indica uma região de ANTRACOSE presente nesse tecido pulmonar (acúmulo de partículas de carvão no interstício). O círculo vermelho também indica um SACO ALVEOLAR QUE ESTÁ PREENCHIDO POR TRANSUDATO, ou seja, por CONTEÚDO EOSINOFÍLICO. Acima, as setas azuis indicam os SACOS ALVEOLARES SEM NENHUM TIPO DE CONTEÚDO (EM NORMALIDADE). Já as setas vermelhas indicam os SACOS ALVEOLARES PREENCHIDOS POR TRANSUDATO, o que é típico do EDEMA PULMONAR. LÂMINA 20: pele com granuloma de corpo estranho Nessa lâmina vemos a presença de PELE, apresentando um FOLÍCULO PILOSO no qual identificamos a presença de BULBO + PÊLO EM SI + GLANDULA SEBÁCEA. Na lâmina também é possível identificar GLANDULAS SUDORÍPARAS. Nesse tecido, temos a PRESENÇA DE GIGANTÓCITOS em grande quantidade. Os círculos de coloração amarelo/amarronzada são CORPOS ESTRANHOS, mais especificamente FILAMENTOS DE FIOS DE SUTURA (FIO DE SUTURA MULTIFILAMENTAR). Com isso, temos a formação de GRANULOMAS DE CORPO ESTRANHO, que apresentam GIGANTÓCITOS → mais frequentes são os gigantócitos de corpo estranho (núcleos centralizados e embaralhados no centro do gigantócito) mas também podem haver células de Langhans (núcleos localizados na periferia, com aspecto de ferradura). Vemos a presença, ainda, de MACRÓFAGOS EPITELIOIDES, ou seja, MACRÓFAGOS ATIVADOS. Os granulomas de corpo estranho apresentam AREAS DE FIBROSE, além de DEPOSIÇÃO DE MEC para tentar isolar o granuloma e o corpo estranho. Os granulomas de corpo estranho geralmente se formam na presença de CORPOS ESTRANHOS INERTES (como talco e fios de sutura), como é o caso de fios de sutura, de modo que IMPEDEM A FAGOCITOSE POR UM ÚNICO MACRÓFAGO e há uma RESPOSTA INFLAMATÓRIA UM POUCO MAIS ESCASSA. Se caracterizam, ainda, pelo fato que os gigantócitos e os macrófagos epitelioides ADEREM À SUPERFÍCIE DO GRANULOMA, sendo que o corpo estranho fica CENTRALIZADO no granuloma para ser fagocitado. Nessa lâmina, vemos, ainda, presença de TECIDO ADIPOSO e TECIDO MUSCULAR. Ademais, identificamos a presença de LINFÓCITOS, haja vista que é CARACTERÍSTICO DE UMA INFLAMAÇÃO CRÔNICA, POIS É A LONGO PRAZO. A inflamação granulomatosa a fio de sutura permanece a vida toda se não for auto digerido. Na lâmina acima vemos uma lâmina de PELE. O retângulo vermelho indica a região da epiderme com FOLÍCULOS PILOSOS. O círculo azul indica a região de GRANULOMA DE CORPO ESTRANHO. A seta roxa, por sua vez, indica uma região de TECIDO MUSCULAR. A seta acima indica a região do FOLÍCULO PILOSO. Já a região circulada em vermelho é uma GLANDULA SUDORÍPARA. Na imagem acima vemos a composição de um FOLÍCULO PILOSO, que inclui o BULBO PILOSO, o PÊLO PROPRIAMENTE DITO e a GLANDULA SEBÁCEA. Em amarelo temos a região da GLANDULA SEBÁCEA, que fica nas proximidades do folículo. Em verde temos o BULBO DO FOLÍCULO PILOSO, que é a região de início do pelo. Em vermelho, por sua vez, temos o PÊLO PROPRIAMENTE DITO. Acima, vemos uma aproximação da GLANDULA SEBÁCEA, em amarelo e uma aproximação do BULBO DO FOLÍCULO PILOSO, em verde. Na imagem acima vemos uma aproximação de REGIÕES DE PELO oriundas de folículos piloso (seta laranja). Acima, em amarelo vemos a região do BULBO DO FOLÍCULO PILOSO e em verde vemos GLANDULA SEBÁCEA, que fica acompanhando o folículo. Acima, vemos GLANDULAS SEBÁCEAS acompanhando a região do PÊLO (localizado ao centro do folículo piloso). Na lâmina também vemos a camada papilar. Acima, o destaque ema amarelo indica as GLANDULAS SUDORÍPARAS. Em vermelho, vemos um GRANULOMA DE CORPO ESTRANHO (PADRÃO DE INFLAMAÇÃO GRANULOMATOSA CRONICA). Ao redor do granuloma é possível visualizar uma ÁREA DE FIBROSE que se dá por um aumento da atividade dos fibroblastos de modo a isolar o local em que há presença de um corpo estranho inerte. Além da fibrose, ao redor dos granulomas vemos um COLAR DE LEUCÓCITOS MONONUCLEARES, embora em menor concentração (presença de LINFÓCITOS T E PLASMÓCITOS). Acima, em amarelo, vemos uma REGIÃO DE DEPOSIÇÃO DE MEC, ou seja, em que há fibrose. Na imagem acima, circulado em vermelho, vemos os dois GRANULOMAS DE CORPO ESTRANHO. Na região adjacente a eles é possível visualizar ÁREAS DE FIBROSE. Na imagem acima temos uma visão aproximada de uma região com um GRANULOMA DE CORPO ESTRANHO. O circulo em vermelho indica o CORPO ESTRANHO, que é um FILAMENTO DE FIO DE SUTURA (FIO MULTIFILAMENTAR). Já o círculo azul indica um GIGANTÓCITO, nesse caso com os núcleos organizados na periferia (provavelmente um gigantócito de Langhans). Em amarelo, temos uma CÉLULA EPITELIOIDE ou MACRÓFAGO ATIVADO. Acima, o círculo vermelho indica um GIGANTÓCITO, também com os núcleos localizados na periferia. Também visualizamos os CORPOS ESTRANHOS, que são FILAMENTOS DE FIOS DE SUTURA. Acima, além do corpo estranho, vemos também um MACRÓFAGO EPITELIOIDE. Vemos em azul uma região de FIBROSE, que é originada em granulomas de modo a isolar o processo inflamatório crônico. Em vermelho temos um MACRÓFAGO EPITELIOIDE/MACRÓFAGO ATIVADO. Já em amarelo vemos um GIGANTÓCITO. Nessa imagem também é possível visualizar os corpos estranhos (filamentos de fios de sutura). Nas proximidades dos círculos azuis vemos os MACRÓFAGOS EPITELIOIDES. Também vemos os CORPOS ESTRANHOS (FIOS DE SUTURA). Acima, a ponta da seta indica a região de FIBROSE que se forma ao redor do GRANULOMA DE CORPO ESTRANHO. A seta azul acima indica TECIDO ADIPOSO. Acima, além da região de doisgranulomas imunes também observamos a presença de TECIDO ADIPOSO, como indica a seta azul. A seta vermelha indica a região de FIBROSE ADJACENTE AO GRANULOMA DE CORPO ESTRANHO. Na lâmina acima, ainda, a ponta da seta indica uma região de TECIDO MUSCULAR. LÂMINA 21: fígado com granuloma imune Nessa lâmina vemos um tecido de FÍGADO, ou seja, um TECIDO HEPÁTICO. Nele, temos um GRANULOMA IMUNE, o que é importante identificar pois um número limitado de doenças ocasiona esse tipo de condição. O granuloma imune ocorre quando temos PARTÍCULAS POUCO DEGRADÁVEIS OU INSOLÚVEIS, a exemplo dos microrganismos ou autoantígenos e se caracteriza pela ação de MACRÓFAGOS, que ativam LINFÓCITOS T produtores de CITOCINAS (IL- 6, IL-12 e INTERFERON-GAMA) gerando, assim, MAIS ATIVAÇÃO DE MACRÓFAGOS, havendo, desse modo, uma RETROALIMENTAÇÃO POSITIVA. Nesse tipo de reação temos um AGENTE AGRESSOR IMUNOGÊNICO → agentes capazes de induzir a resposta imunológica mediada por célula T. É o que ocorre no caso de acúmulo de berílio no pulmão, por exemplo (inflamação mediada por células T CD4+). Também pode ser causado por doenças como TUBERCULOSE, HANSENÍASE, SIFÍLIS, SARCOIDOSE, ESQUISTOSSOMOSE E DOENÇA DE CROHN. Na lâmina vemos a presença de GIGANTÓCITOS (em especial de LANGHANS, haja vista que os núcleos são periféricos em formato de ferradura) e MACRÓFAGOS EPITELIOIDES, que são elementos típicos da INFLAMAÇÃO GRANULOMATOSA. O patógeno que ocasionou essa reação não pode ser visto, haja vista que seria necessário administrar uma COLORAÇÃO ESPECIAL. Nas lâminas é possível visualizar LINFÓCITOS, vistos como células menores e arroxeadas (linfócitos são típicos da INFLAMAÇÕES CRÔNICAS). Acima, vemos a visão geral dessa lâmina de TECIDO HEPÁTICO. Observamos regiões mais eosinofílicas, ou seja, escuras. Nessa lâmina também visualizamos ESPAÇOS PORTAIS (VEIA + ARTÉRIA + DUCTO BILIAR). Nessa lâmina vemos uma aproximação do tecido em que é possível visualizar as regiões eosinofílicas. O retângulo vermelho indica a região da VEIA CENTROLOBULAR. Acima, vemos um destaque de um ESPAÇO PORTAL e seus componentes. Em amarelo temos os DUCTOS BILIARES. Em azul temos a VEIA PORTA, que é bastante calibrosa. Já em vermelho temos a ARTÉRIA PORTA. Acima, os sinais do GRANULOMA IMUNE já começam a aparecer. Em amarelo temos um GIGANTÓCITO, nesse caso um gigantócito de LANGHANS visto que temos núcleos acumulados de forma periférica (em formato de ferradura). Em vermelho temos MACRÓFAGOS EPITELIOIDES/MACRÓFAGOS ATIVADOS. Já em verde temos células menores e arredondadas, que são os LINFÓCITOS. Novamente, em amarelo, vemos GIGANTÓCITOS. Já em azul vemos uma região de concentração de LINFÓCITOS (células pequenas e de núcleo roxo). Acima, destacado em amarelo, vemos a região do GRANULOMA IMUNE. Assim como no granuloma de corpo estranho, identificamos regiões de FIBROSE e uma INFILTRAÇÃO DE LINFÓCITOS (marcado em verde). Em vermelho, temos o CENTRO DE UM GRANULOMA IMUNE em que visualizamos provavelmente o patógeno causador de modo centralizado. Acima, identificamos o ESPAÇO PORTA, com a presença de VEIA + ARTÉRIA + DUCTO BILIAR. Vemos em amarelo os MACRÓFAGOS EPITELIOIDES/MACRÓFAGOS ATIVADOS. Em vermelho vemos diversos LINFÓCITOS oriundos de uma infiltração (granulomas são inflamações crônicas, logo, o perfil de células imunes nele presentes contém uma grande quantidade de linfócitos. Já em rosa vemos um GIGANTÓCITO, também típicos de inflamações crônicas granulomatosas. Novamente, em amarelo vemos um MACRÓFAGO EPITELIOIDE/MACRÓFAGO ATIVADO. Nessa imagem também vemos LINFÓCITOS (células arredondadas com núcleo roxo escuro) e um GIGANTÓCITO. Novamente, vemos o GIGANTÓCITO (com núcleos periféricos, logo muito provavelmente de LANGHANS), o MACRÓFAGO EPITELIOIDE e um INFILTRADO DE LINFÓCITOS. Acima, novamente, vemos o GIGANTÓCITO. Em amarelo temos a região do CENTRO DO GRANULOMA IMUNE, em que muito provavelmente no meio temos o patógeno responsável. Ele está cercado por um halo de células imunes. Em rosa, vemos um INFILTRADO DE LINFÓCITOS. Acima, na ponta da seta, vemos uma TRÍADE PORTAL, que apresenta veia + artéria + ducto biliar. Acima, vemos um destaque da TRÍADE PORTAL. Em vermelho temos a ARTÉRIA PORTAL. Em azul, temos a VEIA PORTAL. Já em amarelo temos o DUCTO BILIAR. Nessa imagem, a elipse laranja também indica uma região em que há INFILTRADO DE LINFÓCITOS (típico de infecções crônicas como é o caso da inflamação granulomatosa imune). LÂMINA 35: hemiparte de um vaso com trombo Nessa lâmina vemos a hemiparte de um vaso que está com um trombo. Nas imagens, vemos que há uma COLORAÇÃO MAIS ESCURA que demarca bem o TROMBO MAIS ANTIGO (MEIO) que já está sofrendo RECANALIZAÇÃO. No entanto, a região de COLORAÇÃO MAIS CLARA também é uma região de TROMBO, PORÉM MAIS RECENTE. Nessa lâmina, outros elementos também podem ser identificados, como a presença de SANGUE e HEMOSSIDERINA. Na parede do trombo vemos “BURACOS” que na verdade são VASOS DE RECANALIZAÇÃO, ou seja, vasos revestidos por ENDOTÉLIO VASCULAR. O processo de recanalização ocorre apenas em TROMBOS ANTIGOS e consiste em um processo em que se forma um TECIDO CONJUNTIVO DE BASE para a abertura dos canalículos (ação dos FIBROBLASTOS, com produção de MEC por essas células, que funciona como um ARCABOUÇO PARA A RECANALIZAÇÃO). Ou seja, temos a presença de um TECIDO CONJUNTIVO DENTRO DO TROMBO. Nesse caso, temos um aspecto de “ESPONJA VEGETAL”. Vale destacar que todo esse processo de recanalização ocorre DENTRO DO TROMBO. Acima, temos uma visão geral dessa hemiparte do vaso. Nela, podemos identificar com clareza a região do TROMBO MAIS RECENTE, que fica no centro e é mais avermelhada; ao redor desse trombo mais recente, temos o TROMBO MAIS ANTIGO, que já sobre um processo de formação de tecido conjuntivo de base e iniciou o processo de RECANALIZAÇÃO (revestido por tecido endotelial). Ao redor disso tudo também é possível ver a PAREDE DO VASO. Com isso, vemos a presença de um trombo que oclui totalmente a luz desse vaso, que considerando a espessura da parede é uma ARTÉRIA. Em azul escuro vemos a extensão do TROMBO MAIS RECENTE. Em amarelo vemos um TROMBO MAIS ANTIGO em que já está ocorrendo a RECANALIZAÇÃO, sendo que os canais estão marcados em verde. Nesse trombo mais antigo ocorreu a DEPOSIÇÃO DE MEC POR FIBROBLASTOS, de modo que se formou um tecido conjuntivo de base para formação dos CANALÍCULOS DE RECANALIZAÇÃO. Já em vermelho vemos a PAREDE DO VASO, a julgar pela espessura muito provavelmente uma artéria. No centro do trombo mais recente observamos algumas regiões de início de recanalização. Acima, em amarelo, vemos as regiões de RECANALIZAÇÃO presentes na região de TROMBO MAIS ANTIGO. Acima dessa região vemos a PAREDE DO VASO. Acima, vemos em amarelo um foco da região de RECANALIZAÇÃO DO TROMBO (processo que ocorre na região de trombo mais antigo). É possível visualizar com mais detalhes a deposição de MEC POR FIBROBLASTOS, formando um tecido conjuntivo de base mais denso para permitir a recanalização do trombo. Na região demarcada temos uma área mais escurecida e amarronzada. Nessa área ocorre a degradação de hemácias com formação de HEMOSSIDERINA. Acima vemos a separação das regiões do trombo. Também vemos um destaque para a região com hemossiderina. Novamente, os círculos vermelhos indicam uma região em que o trombo apresenta um aspecto mais amarronzado, que é uma área de degradação de hemácias em que há deposição de HEMOSSIDERINA. Novamente vemos a região do trombo mais recente, a região do trombo mais recente com presença de HEMOSSIDERINA. Já mais acima vemos a região mais antiga, em que há RECANALIZAÇÃO. Acima desses dois elementos vemos a PAREDE DO VASO. Acima vemos a região de transição entre TROMBO MAISRECENTE e TROMBO MAIS ANTIGO.