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D20 - Reconhecer diferentes formas de tratar uma informação na comparação de textos que 
tratam do mesmo tema em função das condições em que ele foi produzido e daquelas em que será recebido. 
 
1 
(Prova Brasil). Leia os textos abaixo: 
Texto I 
Monte Castelo 
 
Ainda que eu falasse a língua dos homens 
E falasse a língua dos anjos, 
Sem amor, eu nada seria. 
 
É só o amor, é só o amor 
Que conhece o que é verdade; 
O amor é bom, não quer o mal, 
Não sente inveja ou se envaidece. 
 
Amor é fogo que arde sem se ver; 
É ferida que dói e não se sente; 
É um contentamento descontente; 
É dor que desatina sem doer. 
 
Ainda que eu falasse a língua dos homens 
E falasse a língua dos anjos, 
Sem amor eu nada seria. 
 
É um não querer mais que bem querer; 
É solitário andar por entre a gente; 
É um não contentar-se de contente; 
É cuidar que se ganha em se perder. 
É um estar-se preso por vontade; 
É servir a quem vence o vencedor; 
É um ter com quem nos mata lealdade, 
Tão contrário a si é o mesmo amor. 
 
Estou acordado, e todos dormem, todos dormem, 
todos dormem. 
Agora vejo em parte, 
Mas então veremos face a face. 
É só o amor, é só o amor 
Que conhece o que é verdade. 
Ainda que eu falasse a língua dos homens 
E falasse a língua dos anjos, 
Sem amor eu nada seria. 
Legião Urbana. As quatro estações. EMI, 1989 – Adaptação de 
Renato Russo: I Coríntios 13 e So- neto 11, de Luís de Camões. 
 
Texto II 
Soneto 11 
 
Amor é fogo que arde sem se ver; 
É ferida que dói e não se sente; 
É um contentamento descontente; 
É dor que desatina sem doer; 
 
É um não querer mais que bem querer; 
É solitário andar por entre a gente; 
É nunca contentar-se de contente; 
É cuidar que se ganha em se perder; 
 
É querer estar preso por vontade; 
É servir a quem vence o vencedor; 
É ter com quem nos mata lealdade. 
 
Mas como causar pode seu favor 
Nos corações humanos amizade, 
Se tão contrário a si é o mesmo amor? 
 
Luís Vaz de Camões. Obras completas. 
Lisboa: Sá da Costa, 1971. 
 
O texto I difere do texto II 
 
(A) na constatação de que o amor pode levar até 
à morte. 
(B) na exaltação da dor causada pelo sofrimento 
amoroso. 
(C) na expressão da beleza do sentimento dos 
que amam. 
(D) na rejeição da aceitação passiva do 
sofrimento amoroso. 
 
------------------------------------------------------------ 
Leia os textos abaixo e responda a questão 
abaixo. 
 
 
 
D20 - Reconhecer diferentes formas de tratar uma informação na comparação de textos que 
tratam do mesmo tema em função das condições em que ele foi produzido e daquelas em que será recebido. 
 
2 
 
Esses dois textos falam da: 
A) água das indústrias. 
B) água da população. 
C) água no mundo. 
D) água no banho. 
 
------------------------------------------------------------ 
Leia os textos para responder a questão abaixo: 
Texto I 
Você é a favor de clones humanos? 
 
“Sou contra. Engana-se quem pensa que o 
clone seria uma cópia perfeita de um ser humano. 
Ele teria a aparência, mas não a mesma 
personalidade. Já pensou um clone do Bon Jovi 
que detestasse música e se tornasse matemático, 
passando horas e horas falando sobre Hipotenusa, 
raiz quadrada e subtração? Ou o clone do Brad Pitt 
se tornando padre? Ou o do Tom Cavalcante se 
tornando um executivo sério e o do Maguila 
estudando balé? Estranho, não? Mas esses clones 
não seriam eles, e, sim, a sua imagem em forma 
de outra pessoa. No mundo, ninguém é igual. 
Prova disso são os gêmeos idênticos, tão 
parecidos e com gostos tão diferentes. 
Os clones seriam como as fitas piratas: não 
teriam o mesmo valor original. Se eu fosse um 
clone, me sentiria muito mal cada vez que alguém 
falasse: ‘olha lá o clone da fulana’. No fundo, no 
fundo, eu não passaria de uma cópia.”. 
Alexandra F. Rosa, 16 anos, Francisco Morato, 
SP.(Revista Atrevida nº 34) 
 
Texto II 
Você é a favor de clones humanos? 
 
“Sou a favor! O mundo tem de aprender a 
lidar com a realidade e as inovações que 
acontecem. Ou seja, precisa se sofisticar e 
encontrar caminhos para seus problemas. 
Assistimos à televisão, lemos jornais e vemos que 
existem muitas pessoas que, para sobreviver, 
precisam de doadores de órgãos. Presenciamos 
atualmente aqui no Brasil e também em outros 
países a tristeza que é a falta de doadores. A 
clonagem seria um meio de resolver esse 
problema! 
Já pensou quantas pessoas seriam salvas 
por esse meio? Não há dúvida de que existem 
muitas questões a serem respondidas e muitos 
riscos a serem corridos, mas o melhor que temos 
a fazer é nos prepararmos para tudo o que der e 
vier, aprendendo a lidar com os avanços científicos 
que atualmente se realizam. Acredito que não 
gostaríamos de parar no tempo. Pelo contrário, 
temos de avançar!” 
Fabiana C.F. Aguiar, 16 anos, São Paulo, SP. (Revista Atrevida nº 
34) 
 
Ao se compararem os textos I e II, pode-se afirmar 
que 
(A) em I, há a negação da existência de pessoas 
diferentes; em II, afirma-se que a clonagem é 
uma sofisticação. 
(B) em I, há a afirmação de que a clonagem se 
constitui em distanciamento dos seres 
humanos; em II, a solução para a 
aproximação dos seres humanos. 
(C) em I, há indícios de que a humanidade ficará 
incomodada com a clonagem; em II, há a 
afirmação de que é preciso seguir os avanços 
científicos. 
(D) em I, discute-se o conceito de que a 
clonagem produz cópias perfeitas; em II, 
afirma-se que a clonagem é a solução para 
muitos dos problemas humanos. 
 
------------------------------------------------------------ 
Leia os textos para responder a questão abaixo: 
Texto I 
O ESPELHO 
Marcello Migliaccio 
 
D20 - Reconhecer diferentes formas de tratar uma informação na comparação de textos que 
tratam do mesmo tema em função das condições em que ele foi produzido e daquelas em que será recebido. 
 
3 
Falar mal da TV virou moda. É "in” repudiar 
a baixaria, desancar o onipresente 
eletrodoméstico. E, num país em que os domicílios 
sem televisão são cada vez mais raros, o que não 
falta é especialista no assunto. Se um dia fomos 
uma pátria de 100 milhões de técnicos de futebol, 
hoje, mais do que nunca, temos um considerável 
rebanho de briosos críticos televisivos. 
[..] 
Mas, quando os "especialistas" criticam a TV, 
estão olhando para o próprio umbigo. Feita à nossa 
imagem e semelhança, ela é resultado do que 
somos enquanto rebanho globalizado. [...] 
Aqui e ali, alguns vão argumentar que 
cultivam pensamentos mais nobres e que não se 
sentem representados no vídeo. 
[...] 
Folha de S. Paulo, 19/10/2003. 
 
Texto II 
A influência negativa da televisão para as 
crianças 
Jussara de Barros 
 
Bem diziam os Titãs, grupo de rock nacional, 
quando cantavam que “a televisão me deixou burro 
demais”. A verdade é que, ao pé da letra dessa 
música, a televisão coloca-nos dentro de jaulas, 
como animais. Assim, paralisa o desenvolvimento 
de pensamentos críticos e avaliativos que se 
desenvolvem em outras formas de diversão, além 
de influenciar crianças e adolescentes com cenas 
de violência, maldade, psicopatia e sexo explícito 
a todo o momento e sem qualquer 
responsabilidade. 
Fonte: http://www.meuartigo.brasilescola.com/educacao 
 
Vocabulário 
“in” [inglês] – na moda 
brioso – orgulhoso, vaidoso 
onipresente – que está presente em todos os 
lugares. 
 
Os textos divergem sobre o mesmo tema: a 
influência da televisão. A afirmação do texto 1 que 
contradiz o texto 2 é 
(A) “Falar mal da TV virou moda. É "in” repudiar 
a baixaria, desancar o onipresente 
eletrodoméstico.” 
(B) “Feita à nossa imagem e semelhança, ela [a 
TV] é resultado do que somos [...].” 
(C) “E, num país em que os domicílios sem 
televisão são cada vez mais raros, o que não 
falta é especialista no assunto.” 
(D) “Aqui e ali, alguns vão argumentar que 
cultivam pensamentos mais nobres [...].” 
 
------------------------------------------------------------ 
Leia o texto para responder a questão a seguir: 
 
 
A comparação entre os textos I e II nos permite 
afirmar que 
(A) emVI, há a valorização do amor dos 
enamorados e do amor ao time preferido; em 
VII, é exaltado o amor à torcida organizada. 
(B) em VI, há a expressão sobre a facilidade dos 
enamorados torcerem pelo mesmo time; em 
VII, é indicada a dificuldade de um 
relacionamento de namorados de torcidas 
diferentes. 
(C) em VI, há a abordagem da alegria daqueles 
que amam e torcem para mesmo time; em 
VII, são apresentadas as frustrações 
oriundas da mesma torcida. 
(D) em VI, há a revelação do sentimento negativo 
em relação ao time do amado; em VII, é 
exaltada a coincidência entre amor e futebol. 
 
------------------------------------------------------------ 
Leia o texto para responder a questão a seguir: 
Texto I 
D20 - Reconhecer diferentes formas de tratar uma informação na comparação de textos que 
tratam do mesmo tema em função das condições em que ele foi produzido e daquelas em que será recebido. 
 
4 
 
 
 
Texto II 
 
 
 
O texto I difere do texto II na abordagem da 
(A) constatação da ausência de fogueiras juninas 
nas festas modernas. 
(B) exaltação da dor pela morte dos entes 
queridos. 
(C) expressão de beleza os balões de 
antigamente. 
(D) relação de fraternidade existente entre as 
pessoas. 
 
------------------------------------------------------------ 
Leia os textos para responder a questão a seguir: 
Texto I 
Viagem ao centro da Terra 
 
Não consigo descrever meu desespero. 
Nenhuma palavra em língua de gente daria conta 
de meus sentimentos. Eu estava enterrado vivo, 
com a perspectiva de morrer torturado pela fome e 
pela sede. 
Minha primeira reação foi passar as mãos 
ansiosas pelo chão. Como aquela rocha me 
pareceu ressecada! 
Mas como eu abandonara o curso do 
córrego? Sim, porque, afinal de contas, ele não 
estava mais lá! Compreendi então por que eu 
estranhara tanto o silêncio na última vez em que 
procurei escutar algum chamado de meus 
companheiros. Ao tentar apenas ouvir vozes, no 
momento em que dei o primeiro passo no caminho 
errado, não notei a ausência do córrego. É 
evidente que, naquele momento, devo ter entrado 
numa bifurcação, enquanto o Hansbach, 
obedecendo às exigências de outra rampa, partia 
com meus companheiros em rumo às profundezas 
desconhecidas! 
Como voltar? Pistas não havia. Meu pé não 
deixava nenhuma marca naquele granito. Eu 
quebrava a cabeça tentando achar solução para 
um problema insolúvel. Minha situação podia ser 
resumida numa única palavra: perdido! 
 VERNE, Júlio. Viagem ao centro da Terra. tradução de Cid 
Knipel Moreira, São Paulo: Ática, 1993. 
D20 - Reconhecer diferentes formas de tratar uma informação na comparação de textos que 
tratam do mesmo tema em função das condições em que ele foi produzido e daquelas em que será recebido. 
 
5 
 
Texto II 
(...) 
Encontraram muitas coisas maravilhosas, mas 
nada que fosse espantoso. Descobriram que a ilha 
tinha cerca de cinco quilômetros de comprimento 
por meio quilômetro de largura e que a praia mais 
próxima estava separada por um canal estreito de 
no máximo uns duzentos metros de largura. 
Ficaram nadando durante quase uma hora e só 
voltaram 
Para o acampamento lá pelo meio da tarde. 
Estavam com fome demais para ir pescar, mas 
comeram presunto à vontade e depois se deitaram 
à sombra para conversar. Mas a conversa foi 
morrendo pouco a pouco. 
 Twain, Mark. As aventuras de Tom Sawyer. Tradução de Duda 
Machado, São Paulo: Ática, 1995. 
 
Nos textos acima podemos dizer que 
 (A) há narração em 1ª pessoa no texto I e 
narração em 3ª pessoa no texto II. 
(B) há narração em 3ª pessoa no texto I e há 
narração em 1ª pessoa no texto II. 
(C) ambos são narrados em 1ª pessoa. 
(D) ambos são narrados em 3ª pessoa. 
 
------------------------------------------------------------ 
(SPAECE). Leia o texto abaixo. 
Texto 1 
Reinações de Narizinho 
Numa casinha branca, lá no Sítio do Picapau 
Amarelo, mora uma velha de mais de sessenta 
anos. Chama-se Dona Benta. Quem passa pela 
estrada e a vê na varanda, de cestinha de costura 
ao colo e óculos de ouro na ponta do nariz, segue 
seu caminho pensando: 
– Que tristeza viver assim tão sozinha neste 
deserto... 
Mas engana-se. Dona Benta é a mais feliz 
das vovós, porque vive em companhia da mais 
encantadora das netas – Lúcia, a menina do 
narizinho arrebitado, ou Narizinho como todos 
dizem. 
LOBATO, Monteiro. Disponível em: 
<http://www.jayrus.art.br/Apostilas/LiteraturaBrasileira/PreModernism
o/Monteiro_Lobato_Reinacoes_de_Narizinho.htm>. Acesso em: 31 
mar. 2010. Fragmento. 
 
Texto 2 
Sítio do Picapau amarelo 
“Marmelada de banana, bananada de 
goiaba, goiabada de marmelo...” 
Na TV, essa era a senha para o início da 
diversão. O mundo mágico de Monteiro Lobato e o 
seu Sítio do Picapau Amarelo era presença 
constante nas fantasias de milhares de crianças (e 
muitos adultos também!). Eu adorava! Não queria 
perder nem a abertura – ficava fascinada com a 
estrada que virava arco-íris... O difícil era esperar 
o dia seguinte pra ver o resto! 
Disponível em: 
<http://www.infancia80.com.br/litafins/livros_sitio.htm>. 
Acesso em: 31 mar. 2010. 
 
Esses dois textos têm em comum 
A) a vida de Monteiro Lobato. 
B) as histórias de Narizinho. 
C) o lugar onde as histórias acontecem. 
D) os programas infantis na TV. 
 
------------------------------------------------------------ 
(SAERO). Leia o texto abaixo e responda. 
Texto 1 
A língua de Avatar 
[…] Em Avatar, o artifício mais engenhoso 
fica por conta do idioma concebido pelo linguista 
Paul Frommer para o planeta Pandora, palco dos 
conflitos entre humanos e os seres da raça Na’vi. 
Em 2005, Cameron entregou a Frommer, 
então chefe do departamento de Linguística da 
University of Southern California, um roteiro que 
continha, entre outras coisas, 30 termos do que 
viria a ser a língua fictícia – em sua maioria nomes 
de personagens e animais – cuja sonoridade 
assemelhava-se à das línguas polinésias. A partir 
disso, o linguista criou um vocabulário alienígena 
composto por mil palavras, com estruturas 
sintáticas e morfológicas emprestadas de diversas 
línguas, com preferência pelas mais exóticas, 
como o persa e algumas africanas. 
 
Texto 2 
Klingon 
Já a língua Klingon, da clássica franquia, 
Jornada nas estrelas, ganhou até dicionário, com 2 
mil verbetes e 800 mil exemplares vendidos. O 
idioma surgiu em 1984 em Jornada nas Estrelas III: 
à procura de Spock. Mais tarde, o linguista Marc 
Okrand foi contratado para o seriado Nova 
Geração com a missão de elaborar uma estrutura 
sintática e lexical para a língua. 
Para se ter uma ideia da repercussão do 
Klingon entre os fãs da série, foi criado um instituto 
com base no trabalho de Okrand – o Klingon 
Language Institute (www.kli.org) –, que conta com 
600 membros, diálogos em linguagem 
extraterrestre e até traduções de clássicos da 
literatura. 
Língua Portuguesa, mar. 2010. p. 16-17. Fragmento. 
D20 - Reconhecer diferentes formas de tratar uma informação na comparação de textos que 
tratam do mesmo tema em função das condições em que ele foi produzido e daquelas em que será recebido. 
 
6 
 
Esses dois textos falam sobre 
A) a criação de novos idiomas para filmes. 
B) a repercussão do idioma entre os fãs. 
C) o número de palavras criadas para os filmes. 
D) o uso do mesmo dialeto em filmes de ficção. 
 
------------------------------------------------------------ 
(CPERB). Leia o texto abaixo. 
Imagem I 
 
- Não, querida, esse aí é o Cobrador de 
Tributos. Juros Monstruosos foram os que 
passaram ontem! 
Fonte: 
http://www2.uol.com.br/angeli/chargeangeli/chargeangeli.htm?imagem=316
&total=335 (ultimo acesso em 01/11/2011) 
 
Imagem II 
 
Fonte: http://www.forex89.com/wp-content/uploads/Juros-altos.jpg (ultimo 
acesso em 01/11/2011) 
 
Interpretando as duas imagens, conclui-se que 
A) o governo estar incluído juros aos brasileiros 
que é refletida na imagem 1 e cobra juros que 
é refletida na imagem 2. 
B) na imagem 1 defere a imagem 2. 
C) na imagem2 defere a imagem 1. 
D) ambas relata juros cobrados no país. 
 
------------------------------------------------------------ 
(AvaliaBH). Leia o texto abaixo. 
Texto 1 
Rubinho a mil por hora 
Desde criança, Rubens Barrichello é louco 
por corridas. Aos seis anos já voava nas pistas de 
kart. Depois passou rápido pela Fórmula Ford, 
Fórmula Opel, Fórmula 3 e Fórmula 3000. Não 
parou por aí. Foi o mais jovem piloto da história a 
entrar para a Fórmula 1, quando tinha apenas 20 
anos. 
 
Texto 2 
Vencer ou vencer 
Ayrton Senna sempre fez tudo muito 
rapidinho. Aos quatro anos ganhou o seu primeiro 
kart. Aos dez, já pilotava no Autódromo de 
Interlagos. Quando tinha 31 anos, era o mais 
jovem tricampeão da história da Fórmula 1. Vencer 
ou vencer era o seu lema. 
Maurício de Sousa Produções. Manual de esportes do Cascão. São 
Paulo: Globo, 2003. 
 
Esse dois textos 
A) apresentam uma biografia. 
B) convidam para corridas. 
C) incentivam o uso do kart. 
D) oferecem um prêmio. 
 
------------------------------------------------------------ 
(SAERS). Leia o texto abaixo e responda. 
Texto 1 
Sei lá... a vida tem sempre razão 
Tem dias que eu fico pensando na vida 
E sinceramente não vejo saída. 
Como é, por exemplo, que dá pra entender: 
A gente mal nasce, começa a morrer. 
 
Depois da chegada vem sempre a partida, 
Porque não há nada sem separação. 
Sei lá, sei lá, a vida é uma grande ilusão. 
Sei lá, sei lá, só sei que ela está com a razão. 
 
A gente nem sabe que males se apronta. 
Fazendo de conta, fingindo esquecer 
Que nada renasce antes que se acabe, 
E o sol que desponta tem que anoitecer. 
 
De nada adianta ficar-se de fora. 
A hora do sim é o descuido do não. 
Sei lá, sei lá, só sei que é preciso paixão. 
Sei lá, sei lá, a vida tem sempre razão. 
TOQUINHO; MORAES, Vinícius de. Disponível em: <http:// 
letras.terra.com.br/toquinho/87372/>. 
 
Texto 2 
Canção do dia de sempre 
D20 - Reconhecer diferentes formas de tratar uma informação na comparação de textos que 
tratam do mesmo tema em função das condições em que ele foi produzido e daquelas em que será recebido. 
 
7 
Tão bom viver dia a dia... 
A vida assim, jamais cansa... 
 
Viver tão só de momentos 
Como estas nuvens no céu... 
 
E só ganhar, toda a vida, 
Inexperiência... esperança... 
 
E a rosa louca dos ventos 
Presa à copa do chapéu. 
 
Nunca dês um nome a um rio: 
Sempre é outro rio a passar. 
 
Nada jamais continua, 
Tudo vai recomeçar! 
 
E sem nenhuma lembrança 
Das outras vezes perdidas, 
 
Atiro a rosa do sonho 
Nas tuas mãos distraídas... 
QUINTANA, Mário. Disponível em: <http://www. 
pensador.info/textos_sobre_vida/> . 
 
Esses dois textos apresentam ideias 
A) complementares. 
B) convergentes. 
C) opostas. 
D) similares. 
 
------------------------------------------------------------ 
(SAERJ). Leia o texto abaixo. 
Texto 1 
O chulé das pessoas nervosas é mais fedido 
Todo mundo tem chulé? 
Tem. Uns, lamentavelmente, mais do que 
outros. Indivíduos tensos, ansiosos e obesos suam 
mais e os pés cheiram pior. Diferenças raciais 
também interferem no chulé. Segundo o professor 
Luiz Cucê, dermatologista da Universidade de São 
Paulo, os povos mediterrâneos suam mais os pés. 
O chulé é causado por bactérias que 
decompõem o suor e resto de peles dos pés.. “Os 
micróbios só sobrevivem em ambientes ácidos”, 
diz Cucê. Para tirar o cheiro, basta neutralizar a 
acidez, usando uma substância alcalina, como o 
talco ou bicarbonato de sódio. 
Outra solução é passar álcool, que mata 
bactérias e seca o suor. No verão, convém usar 
sapatos que deixem o ar circular. Se você adora o 
seu coturno, evite tirá-lo em público. 
Superinteressante. São Paulo: Abril, ano 12, n. 1, 
jan.1998. p. 74-5. 
Texto 2 
Sai do meu pé, chulé! 
Como evitar 
• Enxugue muito bem os pés depois de lavá-los. 
• Não use o mesmo par de tênis durante vários dias 
seguidos. 
• Depois de tirar os sapatos, nada de guardá-los 
direto no armário. 
• Coloque-os em um lugar arejado. 
• No calor, prefira os calçados abertos. Deixe os 
pés respirarem! 
• Use talcos para os pés. A casa Granato fabrica 
um ótimo desde os tempos da sua avó. 
• Lave os pés uma vez por dia, ao menos! 
Revista Veja Kid. São Paulo: Abril Jovem, ano 
1, n.0, p. 74-5. 
Comparando-se esses textos, observa-se que os 
dois 
A) explicam, cientificamente, a causa do chulé. 
B) fornecem dicas valiosas para evitar o chulé. 
C) são voltados exclusivamente ao público 
juvenil. 
D) utilizam palavras próprias de linguagem 
científica. 
 
------------------------------------------------------------ 
(SAERJ). Leia o texto abaixo. 
Texto 1 
As Borboletas 
Brancas 
Azuis 
Amarelas 
E pretas 
Brincam na luz 
As belas borboletas 
Borboletas brancas 
São alegres e francas. 
Borboletas azuis 
Gostam muito de luz. 
As amarelinhas 
São tão bonitinhas! 
E as pretas, então . . . 
Oh, que escuridão! 
MORAES, Vinícius de. A arca de Noé. Companhia das Letrinhas, 
1991. 
Texto 2 
Borboletas 
As borboletas são insetos com dois pares de 
asas. Vive melhor em regiões tropicais pelo clima 
quente e alimento abundante. 
Existem aproximadamente 200 mil espécies de 
borboletas, mas somente 120 mil estão 
registradas. 
D20 - Reconhecer diferentes formas de tratar uma informação na comparação de textos que 
tratam do mesmo tema em função das condições em que ele foi produzido e daquelas em que será recebido. 
 
8 
As borboletas se alimentam de vegetais e 
néctar. Pesam cerca de 0,3 gramas sendo que a 
maior pode pesar 3 gramas. 
Chegam a ter 32 centímetros de asa a asa. As 
borboletas vivem em média duas semanas. 
http://www.brasilescola.com/animais/borboleta.htm 
 
Esses textos falam sobre 
A) preservação das borboletas. 
B) hábitos das borboletas. 
C) características das borboletas. 
D) alimentação das borboletas. 
 
------------------------------------------------------------ 
D20 - Reconhecer diferentes formas de tratar uma informação na comparação de textos que 
tratam do mesmo tema em função das condições em que ele foi produzido e daquelas em que será recebido. 
 
9 
(Prova Brasil). Leia o texto abaixo: 
A floresta do contrário 
 
Todas as florestas existem antes dos 
homens. 
Elas estão lá e então o homem chega, 
vai destruindo, derruba as árvores, começa a 
construir prédios, casas, tudo com muito 
tijolo e concreto. E poluição também. 
Mas nesta floresta aconteceu o 
contrário. O que havia antes era uma cidade 
dos homens, dessas bem poluídas, feia, suja, 
meio neurótica. 
Então as árvores foram chegando, ocupando 
novamente o espaço, conseguiram expulsar toda 
aquela sujeira e se instalaram no lugar. 
É o que se poderia chamar de vingança da 
natureza – foi assim que terminou seu relato o 
amigo beija-flor. 
Por isso ele estava tão feliz, beijocando 
todas as flores – aliás, um colibri bem 
assanhado, passava flor por ali, ele já sapecava 
um beijão. 
Agora o Nan havia entendido por que uma 
ou outra árvore tinha parede por dentro, e ele 
achou bem melhor assim. 
Algumas árvores chegaram a engolir casas 
inteiras. 
Era um lugar muito bonito, gostoso de se 
ficar. Só que o Nan não podia, precisava partir 
sem demora. Foi se despedir do colibri, mas ele 
já estava namorando apertado a uma outra 
florzinha, era melhor não atrapalhar. 
 
LIMA, Ricardo da Cunha. Em busca do 
tesouro de Magritte. São Paulo: FTD, 
1988. 
 
No trecho “Elas estão lá e então o homem 
chega,...” (ℓ. 2), a palavra destacada re-fere-se a: 
 
(A) flores. 
(B) casas. 
(C) florestas. 
(D) árvores. 
 
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Leia o texto abaixo. 
POP II – PARCERIAS COM PAVAROTTI 
 
Os duetos de Luciano Pavarotti (1935-
2007) já são um clássico do pop artístico 
mundial. Mas é a primeira vez que eles saem 
juntos e revelam momentos preciosos em 
interpretações díspares, sim, mas sempre 
interessantes. De Elton John a Bono, passando 
por Eurythmics e Frank Sinatra (com quem canta 
My Way), a voz dos outros digladia-se como 
espantoso alcance da de Pavarotti. “Sua voz clara 
e original foi um modelo para os tenores do pós-
guerra”, escreve o New York Times, “em 
performances carismáticas”, afi rma a BBC. 
Pavarotti – The Duets, Luciano Pavarotti, 
Eric Clapton, Bono, Elton John e Sting entre 
outros. 
Revista da Semana, nº 46. São Paulo: Editora Abril, 
novembro 2008. p 21. 
 
No trecho “(com quem canta My Way)”, a 
expressão destacada refere-se a 
A) Elton John. 
B) Bono. 
C) Eurythmics. 
D) Frank Sinatra. 
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Leia o texto para responder a questão abaixo: 
Linguagem Publicitária 
[...] 
Ao contrário do panorama caótico do mundo 
apresentado nos noticiários dos jornais, a 
mensagem publicitária cria e exibe um mundo 
perfeito e ideal [...] Tudo são luzes, calor e 
encanto, numa beleza perfeita e não perecível. 
[...] 
Como bem definiu certa vez um gerente de uma 
grande agência francesa, publicidade é “encontrar 
algo de extraordinário para falar sobre coisas 
banais”. 
[...] 
CARVALHO, Nelly de. A linguagem da sedução.São Paulo: 
Ática, 1996.In: CEREJA,William Roberto e MAGALHÃES, 
Thereza. Português Linguagens. São Paulo: Atual, 2006. 
 
No trecho “Ao contrário do panorama caótico do 
mundo apresentado nos noticiários dos jornais, a 
mensagem publicitária cria e exibe um mundo 
perfeito e ideal [...]”, a palavra destacada está no 
mesmo campo de significado de 
(A) confuso. 
(B) perfeito. 
(C) ideal. 
(D) encanto. 
 
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Leia o texto para responder a questão abaixo: 
Minha bicicleta 
Sérgio Caparelli 
 
D20 - Reconhecer diferentes formas de tratar uma informação na comparação de textos que 
tratam do mesmo tema em função das condições em que ele foi produzido e daquelas em que será recebido. 
 
10 
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(SABE). Leia os textos abaixo. 
 
 
Disponível em: <www.oslevadodabreca.com>. Acesso em: 29 ago. 
2009. 
 
Texto 2 
CUIDADOS COM A CATAPORA 
Clima seco e dias mais quentes. Receita 
propícia à propagação de vários vírus, inclusive o 
da catapora, que tem tirado o sossego de muitas 
crianças na região Sul de Minas. O médico 
pediatra José Alencar Faleiros, de Varginha, 
explica que atualmente os casos da doença 
reduziram bastante em função das vacinas, mas 
mesmo assim ainda preocupam. Isso porque, uma 
vez instalada, a catapora requer cuidados, 
principalmente quando surge acompanhada de 
febre. Os anti-inflamatórios e vacinas não devem 
ser ministrados para não interferir no processo 
normal da doença. Nos casos de febre, 
analgésicos à base de dipirona são os mais 
aconselháveis. Para diminuir a coceira, banhos 
com permanganato. 
Jornal Hoje em dia, 03 set. 2009. 
 
Esses dois textos tratam de 
A) aversão causada pela gripe suína. 
B) doenças provocadas por vírus. 
C) produção de vacinas antivirais. 
D) relações entre clima seco e doenças. 
 
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(PAEBES). Leia o texto abaixo e responda. 
Texto 1 
A vespa 
A vespa faz parte da ordem dos himenópteros. 
É um inseto que possui dois pares de asas 
membranosas, dos quais o posterior é menor. A 
vespa caça diferentes insetos, como as lagartas, para 
alimentar suas próprias larvas, o que acaba sendo 
benéfico para as plantas. Por outro lado, atraída pelo 
odor das nossas refeições, ela vem nos incomodar e 
nos amedrontar no verão, por causa de suas picadas 
doloridas. Mas ela só ataca quando se sente 
ameaçada. E faz isso com a ajuda de um ferrão 
existente na extremidade do abdome e ligado a uma 
glândula de veneno. Ao contrário das abelhas, a 
vespa guarda o ferrão assim que pica alguém e, 
assim, é capaz de picar várias vezes seguidas. 
Existem mais de 9 mil espécies de vespas, cujo 
tamanho pode variar de 1 a 2 cm de comprimento. 
Seu abdome, normalmente listrado de amarelo e 
preto, pode também ser preto e vermelho. Todas 
possuem um par de olhos compostos e três ocelos. 
Entre as inúmeras espécies, algumas são solitárias 
(caçadoras), outras são sociais e vivem em grupo 
num ninho chamado vespeiro. 
DE BECKER, Geneviéve (trad.). Insetos. São Paulo: Girassol Brasil 
Edições Ltda, 2008. p.12. 
 
Texto 2 
A abelha 
Assim como as vespas, as abelhas fazem parte 
da ordem dos himenópteros. Existem 20 mil espécies 
de abelhas, das quais mil são sociais, como a abelha-
europeia. Insetos extremamente úteis, elas nos 
proporcionam mel e cera e desempenham um 
importante papel ecológico para as plantas. A abelha 
se alimenta de néctar e também de pólen que, 
espalhado sobre seu corpo, é transportado de uma 
flor para outra. Isso favorece a polinização das 
plantas. 
As abelhas são espetaculares na organização 
de sua sociedade e de seus comportamentos sociais. 
Em seu ninho, chamado colmeia, existem inúmeros 
indivíduos, cada um com um importante papel a 
desempenhar. A rainha põe os ovos (até 2.500 por 
dia); milhares de operárias recolhem o néctar que, 
colocado nos alvéolos, dará o mel, com o qual elas 
se alimentam. Dependendo da idade, uma operária 
também se ocupa da postura (ovos, larvas e ninfas), 
faz a aeração, arruma e repara a colmeia. Quando 
sai à procura de alimento, uma abelha é capaz de 
comunicar às companheiras a exata localização do 
“banquete”, indicando o caminho por meio de danças. 
DE BECKER, Geneviéve (trad.). Insetos. São Paulo: Girassol Brasil 
Edições Ltda, 2008. p. 14. *Adaptado: Reforma Ortográfica 
 
Os textos tratam o tema de forma 
A) similar. 
B) controversa. 
D20 - Reconhecer diferentes formas de tratar uma informação na comparação de textos que 
tratam do mesmo tema em função das condições em que ele foi produzido e daquelas em que será recebido. 
 
11 
C) poética. 
D) irônica. 
 
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(SADEAM). Leia o texto abaixo. 
Vaca Estrela e boi Fubá. 
Patativa do Assaré. 
Eu sou filho do Nordeste, não nego meu naturá 
Mas uma seca medonha me tangeu de lá pra cá 
Lá eu tinha o meu gadinho, num é bom nem imaginar, 
Minha linda Vaca Estrela e o meu belo Boi Fubá 
Quando era de tardezinha eu começava a aboiar 
Ê ê ê ê la a a a a ê ê ê ê Vaca Estrela, 
Ô ô ô ô Boi Fubá. 
Disponível em: <http://letras.terra.com.br/jovens-talentos/448501/>. 
Fragmento . 
Texto 2 
A Triste Partida 
Luíz Gonzaga 
...Sem chuva na terra 
Descamba Janeiro, 
Depois fevereiro 
E o mesmo verão 
Meu Deus, meu Deus 
Entonce o nortista 
Pensando consigo 
Diz: “isso é castigo 
não chove mais não” 
Ai, ai, ai, ai 
Apela pra Março 
Que é o mês preferido 
Do santo querido 
Sinhô São José... 
Disponível em: <http://letras.terra.com.br/luiz-gonzaga 
/82378/>. Fragmento 
Esses textos falam sobre 
A) a vegetação do nordeste. 
B) a seca do nordeste. 
C) o clima do nordeste. 
D) o sertão nordestino. 
 
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