Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Luxação Dorsal da PatelaA2 - Equinos
- Impossibilidade de a articulação fazer o trabalho dela – dobrar. * comuns em animais que tem o membro reto (manga larga, pôneis e mini pôneis) é comum ser bilateral.
- Desmotomia patelar medial – cirurgia, incisão do ligamento *faz com o animal em pé com sedação.
Toda a vez que perde a articulação anatômica, em casos graves só consegue voltar empurrando com a mão e se voltar novamente é realizada a cirurgia. 
· Casco fica raspando a pinça ao chão, desgasta a pinça em casos mais leves é indicio de luxação de patela. – Animal não consegue mais flexionar o membro. *Femulotibiopatelar – medial é traumática. 
- Desmotomia Patelar Medial; apalpando você sente um ligamento e um espaço. 
Sempre fazer o medial nunca o médio nem o lateral. – Luxação lateral ficara extensão.
É um tratamento paliativo com o tempo pode dar uma artrite depois de idoso.
- Cortador de tendão e ligamento, com pinça hemostática fazer um “túnel atras do ligamento” somente romper o ligamento com o tenoteno no medial.
- Uma mais traumática é pelo inprit alongar com algumas incisões em ligamento. – porem tem que fazer fisio após. Vantagem: Ainda tem o ligamento.
DEFORMIDADES FLEXURAIS 
Dobrar e apoiar o membro 
Principais ocorrências – deformidade flexora do carpo, deformidade flexora do boleto, deformidade flexora na articulação interfalângica. 
- Alterações das estruturas de sustenção dos membros que levam a Hiperextensão ou Hiperflexão dos membros podem ser: adquiridas ou congênitas. 
Hiperextensão – tendão flexão a pinça sai do chão. * não ocorre desgaste de pinça. FLACIDEZ DOS TENDÕES FLEXORES.
Hiperflexão – contratura de tendão animal, pisa mais com a pinça. * boleto mais relaxado que o normal.
· Quando a pinça é muito comprida e o casco achinelado, casco de Aladim.
Tratamento – Conservativo: imobilização com talas na posição anatômica (a tendencia é encurtar e deixar por 30 dias).
Utilização de ferraduras com ramas longas – ramas mais alongadas, animal ferradura o obriga a pisar direito e tem o encurtamento do tendão * animal pisa primeiro com o talão após a pinça *pé de pato.
Cirurgico – promover o encurtamento dos tendões.
Prognóstico – desfavorável para cirurgia por conta da cicatriz.
Bom para casos responsivos tratamento (clínica) conservativo. Desfavorável quando realizada a cirurgia (forma-se uma cicatriz o animal pode ter uma tendinite ao decorrer do tempo.
Deformidade Flexora do Boleto – Tendão e encurtamento empurra o boleto para frente.
Deformidade Flexora do carpo – encurta o talão empurra o carpo para frente.
Deformidade flexora na articulação interfalânfica distal – Quando temos a deformidade flexora e deforma o casco – lâminas saudáveis quando junta a 3 falange o casco vem junto – casco encastelado muito curto.
Congênitas – Mal posicionamento intra uterino, genética, agentes tóxicos e infecciosos teratogênicos. 
Adquiridas – Relação com a dor (em filhotes ocorre atrofia), má nutrição, falta de exercício, traumatismo.
Anatomia – puxa a 3º falange para trás em filhotes de até 150kg, é mais comum o boleto projetado para frente em animais adultos. 
- Tendão não tem força para trazer o casco para trás por isso projeta o boleto para frente.
Ocorrência – as deformidades flexoras da articulação interfalângica distal ocorrem mais frequentemente em animais com menos de um ano de idade.
 E as deformidades flexoras dos boletos (articulação metacarpo/metatarso-falangeana) já são mais comuns nos animais de um a dois anos.
Tratamento - Conservativo – alteração da dieta. * pois em contratura de tendão em animais jovens o osso cresce porem o tendão não acompanha, quando se dá muita ração, dar somente volumoso.
Exercícios – ajuda a alongas e acostumar a musculatura para tendões chegarem exercícios leves forçar demais doí. 
Aparação corretiva dos cascos – promover abaixamento desse talão.
Antinflamatórios, quando a dor estiver presente – normalmente uma dipirona já ajuda no máximo afeributazona. 
Cirurgico – Tedotomia: cortar o tendão é mais leve.
Desmotomia – Seccionar o ligamento – moderado.
Tendotomia + desmotomia é mais grave.
CONTRATURA DE TENDÃO
Tenotomia de flexores – da para fazer a campo com o animal anestesiado faz uma incisão transversal completa se afasta e volta para posição normal.
Tratamento – taxa de sucesso em cavalos é muito baixa.
Enxertia – fibras de carbono, tecidos biológicos: tendão homólogo (de cavalo morto), centro frênico (diafragma do boi), saco pericárdio (também do boi). 
*usa-se muito pouco na pratica quase 0.
Z plastia – incisão em formato de Z – pega a parte mais comprida e sutura na parte mais comprida em baixo, alongar e suturar para ver se irá suportar o peso. – Usa-se uma sutura de amarra onde agarra as fibras e ficam mais resistentes chama se Look Lupi. 
· Sutura A com b mesmo assim é um tendão funcional e atletas podem usar.
Trendotomia do tendão flexor digital profundo – isolou o tendão e fez o corte não fez a Zplastia.
Tratamento - Tendotomia do tendão flexor digital profundo. 
- Contenção física ou sedação + anestesia local. Anestesia geral, preparo cirúrgico da região. 
Incisão longitudinal na pele, lateral ou medialmente ao terço médio do tendão. Identificação e exteriorização do tendão com uma pinça. 
Ressecção transversal do tendão com um bisturi oi tenótomo. Sutura da pele com fio absorvível e pontos separados. 
Repouso, curativo, antiinflamatório e antibiótico, profilaxia contra tétano. – Em animais muitos jovens não tem a proteção vacinal por isso faz o soro anti tetânico. 
DEFORMIDADE ANGULARES 
- Desvio do eixo dos membros torácicos ou pélvicos no plano frontal. – Congênitas, adquiridas.
- Anatomia: Se faz a cirurgia no rádio em ossos longos temos as epífises o meio e a diáfise e entre as duas a metáfise que é a linha do crescimento.
- Faz duas técnicas uma que estimula o crescimento e outra inibe. 
Congênita – Mal posicionamento intra-uterino, supernutrição da mãe na segunda metade da prenhez, flacidez articular, ossificação endocondral defeituosa dos ossos cubóides, mal desenvolvimento do 2º ou 4º ossos metacárpicos. 
Adquiridas: Leve deformidade congênita não percebida, lesão á cartilagem metafisária, apoio excessivo de peso no membro oposto, exercício excessivo, crescimento assimétrico da metáfise ou epífise distais do rádio ou metacarpo, má formação. 
Localização e ocorrência – Ocorrem em todos os membros, porém com maior frequência nos membros anteriores, principalmente no carpo, mas também nos boletos dos potros e bezerros.
Sintomas – São bastantes claros, porém é difícil determinar a causa exata, que resultou no desvio. – histórico completo, exame físico, raio-x * ver se não tem má formação óssea também.
Denominação – Valgo ou Varo: desvio medial ou lateral do membro. Ex – Carpo Valgo – carpo desviando medialmente.
Carpo Varo – carpo desviado lateralmente.
Varo – Boleto: a pinça sempre aponta para o lado oposto, quando o boleto é varo a pinça desvia medialmente, quando o boleto está valgo a pinça está lateral.
Raio X – Aconselhável para determinar o grau de deformidade ou se há má formação. – Traça duas linhas uma no meio do rádio e outra no meio do metacarpo se cruzaram é “normal”.
Tratamento – Conservativo x Cirúrgico. 
Conservativo – trás bastante resultados e simples. – Confinamento em cocheira ou baia, aparação corretiva (se o desvio for leve pode fazer o casqueamento e ir direcionando ao local), enfaixamento com talas (após 10/15 dias e veja como está você pode ir moldando conforme os dias), gesso, kinesio tape (resolve o problema em 15 dias, porém não temos muitos veterinários certificados no mundo todo).
Cirúrgico – Decidir fazer a cirurgia entre 2 a 3 messes pois pode não dar tempo de alinhar o membro. 
- Usar associação de duas técnicas uma estimula o crescimento ósseo do lado que tem menos osso – lado côncavo. É uma que inibe o crescimento e o lado é o convexo. 
- Indicado no desvio do carpo e tarso se ainda estiver presente aos 60 dias de idade ou piorando.
Os desvios nos boletos devem ser operados entre os 30 e 60 dias.As várias técnicas para correção dos desvios angulares dos membros direcionam para um retardamento da ossificação endocondral (uso de pontes fisárias) no lado convexo do membro.
Ou se direcionam para a estimulação da ossificação endocondral no lado côncavo do desvio, através de transecçãoe ressecção do periósteo.
Ponte Transfisária Temporária – Coloca um grampo e bloqueia o crescimento – uma parte na diáfise e uma na epífise do rádio o grampo faz uma barreira mecânica impedindo que ele cresça quando o membro estiver reto se retira o grampo. 
Parafusos e fios metálicos – Se não tiver o grampo se coloca um fio de metal o fio cirúrgico.
*Estimula o crescimento o animal vai crescendo e o membro vai alinhando. – Desvantagem se faz uma segunda cirurgia para retirada.
Transecção e elevação do periósteo – estimulação do crescimento. Passar o bisturi e cortar o periósteo em formato de T – provoca uma inflamação e uma reação do organismo elevando a ter estimulo.
· Vantagem: não se faz uma segunda cirurgia para retirar nada.
Prognóstico – geralmente é reservdo, quando maior o número de anormalidades observadas pior é o prognóstico.
Quanto antes forem examinados e submetidos ao tratamento, melhor será o prognóstico, podendo obter-se bons resultados. 
· Quanto mais deformidades e mais tarde o tratamento pior é o prognóstico, porém dá para recuperar.
Neurectomia Digital Palmar/ Plantar – corta o nervo.
Isola o nervo e retira um pedaço dele par fora – cuidado que pode estimular um neuroma – tumor benigno em resposta ao corte como evitar o neuroma – corte único e magistral com bisturi novo corta se de uma vez o nervo com ele pinçado.
- O animal perde a sensibilidade no casco e pode se machucar e perder a função definitiva – animal que passa por essa cirurgia tem que ser todo dia inspecionado.
- O animal tem um problema no casco e não tem cura e tem dor – não surte efeito no tratamento clínico faz a cirurgia, porém é uma cirurgia proibida.
- Ligamento do ergot – não pode cortar ele é sim o nervo – nervo sempre mais caudal. Retira de 2 a 4 para não ter irrigação nervosa.
Osteossíntese – Técnica e a mesma do humano e cão. Cirurgia x eutanásia. – Saber determinar se opera ou não.
Pós-operatório – é o que mais saí caro, enfermagem e suspensão do paciente.
Transporte – Halbert Jones. Imobilização sempre do casco ate o Suvaco ou até a virilha. 
Bandagem, Liga e Gesso – Quando o animal vai trabalhar serve para dar sustentação ao tendão dos ligamentos não coloca pano só serve para ficar 2 horas. – Pois pode ferir os ligamentos.
- Como se fosse colocar uma mei nos dias frios, coloca normalmente quando o cavalo irá dormir coloca sempre a primeira camada de cima para baixo, não pode ficar mais que 12hrs. 
Bandagem e Gesso - Usa-se o gesso sintético é leve e resistente pode molhar, porém é mais caro e usa menos.
- Coloca sempre com o animal deitado e com o membro elevado para cima.
- Não pode ir direto na pele e não pode ser grosso coloca uma camada de algodão ortopédico uma malha tubular ou uma atadura comum e molda com o gesso conforme o membro do animal não pode apertar.
- Gesso sempre de baixo para cima e sempre mobilizando as duas articulações próximas da fratura não pode deixar solto pois pode movimentar a fratura. 
Sistema Gastrintestinal dos Equinos – Cólica é um mal que vem para o bem, sempre perguntar da ração, como é armazenada e viabilidade.
- De acordo com a atividade que o cavalo faz, sempre olhar a proteína total. 
- 12,14% (usa o animal de fim de semana) 15,16% mais milho e oleosa (égua gestante, atletas de alta performa-se).
- Retirou algumas coisas do cavalo essa necessidade de fazer atividade requer mais energia com isso tem que dar ração – maléfica em fermentação.
Síndrome Cólica dos Equinos – Cavalo com dor olhar o sistema digestório sempre.
- Tudo pode levar a cólica, primário pode ser outro sistema. 
- Problema digestório não é diagnóstico, pode ter origem em outro sistema orgânico. 
- Síndrome dos sintomas – Cavando, olhando o flanco e deitando e girando o corpo no chão. – Alteração de comportamento parar de comer, agitado ou em depressão.
- Definição muito ampla identificar inúmeros sintomas comuns que podem ter origem nos sistemas gastro-intestinal, gênito-urinário ou músculo-esquelético. – Pq é uma síndrome? Conjunto de sinais clínicos que levam ao diagnóstico da enfermidade.
Algumas causas que levam aos sintomas da síndrome de cólica – quando não é tratado a tempo pode virar cirúrgico. 
Gastrite, colite, enterite, íleo adinâmico, espasmo esplênico, rabdomiólise, torção de útero, distocia, enterólito, parasitismo, fecaloma, sablose, intussescepção, corpo estranho, deslocamentos, intoxicações, encarceiramentos, timpanismo, úlceras do tgi,compactação, leucoencefalomalacia, retenção de mecônico e neoplasias.
Sistema Digestório – centro cirúrgico ou não, comecei a tratar o animal e após 2 dias não deu resultado encaminhar para a cirurgia. 
- 3 fases da gastrite – Erosão suco gástrico a mucosa pode evoluir para severa acomete a mucosa e musculatura infecção secundaria e se não for tratada pode evoluir para úlceras sair conteúdo de dentro do estomago para fora – peritonite leva a sepse.
- Classificação do tipo: Não obstrutiva: não é cirúrgica, somente a clínica resolve. – Cavalo cavando, deitando e rolando não tem obstrução fezes continuam rodando.
- Gastrite, Diarréia, espasmódicas (involuntário) – excesso de contração no Intestino.
- Gastrite pode causar dor pegamos sempre no começo porem pode ocasionar quase todas as cólicas.
Obstrutiva: Intuspeção do tramite intestinal ou fluxo sanguíneo. 
- Estrangulante – sempre cirúrgica, vólvulos, encarceramentos. – Segmento entra em um buraco que não devia.
- Não estrangulante – só vai para cirurgia as graves em que não responde o tratamento após 2hrs. – Compactação, enterólito, fecaloma. 
- Dor aguda aumenta peristaltismo pode torcer ou deslocamento, diminui o peristaltismo dor crônica diminui a defecção ou para fermentar produz gás e causa timpanismo.
- Estresse e dor aumenta cortisol que leve a gastrite, sensível a grastrite e estresse, gastrite crônica. 
- Diminuir a produção de suco gástrico (ranitidina ou omeprazol) ou aumentar a produção de muco (hidróxido de alumínio, leite de magnésio, sucrafalto e caolin) funciona como revestimento das mucosas ajuda a proteger contra a ação do suco gástrico (hidróxido de alumínio efeito de compacto nas fezes e magnésio e laxante.
* Diluir em 2L de água e 300 dos hidróxidos caso usa os dois 150 de cada. (Milantra e neutro)
- Caulin não pode ser concentrado tem que ser bem diluído. 
Quais as indicações de tratamento cirúrgico para as afecções do sistema gastrintestinal dos equinos? – obstrutivas estrangulantes.
- O que devemos fazer? – Perfusão – PH – Estresse. 
- Equilibrar o paciente antes da cirurgia menos asa melhor.
- Pressão do cavalo 12/8 – sempre aferir 3 vezes e tira a média.
- Sangue passando pelos intestinos, perfusão baixa e pressão baixa morre e necrose. PH – Normal 7/34 a 7/44 levemente alcalino animal em acidose ou alcalose fármacos não tem efeito desejado. 
Diagnóstico precoce – Fundamental por conta do tempo, monitoração periodicamente.
- Exames físicos periódicos, exames laboratoriais criteriosamente analisados, terapia medicamentosa completa – não existe meio tratamento disposto a estar em cima do paciente.
1 – Sepse/Endotoxemia
2- Lesão de reperfusão
3- dor – dor por si só mata o cavalo.
- Cortisol em excesso adere ao receptor de insulina ocupa esse receptor por no mínimo 24hrs não entra glicose não faz o seu metabolismo: estresse crônico muitas células não recebem glicose e sofrem com deficiência por conta do excesso aumenta o consumo de glicogênio e começa a consumir musculatura e perde peso o cavalo com cólica ou doente tem que diminuir o estresse e promover a ação que lembre ele da rotina normal mesmo estando doente.
- SIRS – Sindrome da resposta inflamatória sistêmica – dois sintomas característicos mais um histórico de cólica eu trato para sepse, infecção grave por bactéria gram negativa.
Sepse/Endotoxemia / Sirs – Patogenia
Lipopolisacaridiu estrutura da parede bacteriana. 
- Lps induz resposta inflamatória exagerada (ácido araquidônico e catecolaminas).
- Lps está em grande quantidade e o excesso preocupado sintomas de sirs.
- Inflamação endotelial disseminada coagulopatia (cid), disfunção cardiovascular. 
- Todos os vasos sanguíneos inflamados perdem-se toda a dilatação aumenta permeabilidade vascular extravasa conteúdo para extra muscular: ativa cascata de coagulopação formando um trombo onde ocorre necrose por conta da vasodilatação coração perde força a função circulatória fica precária por isso se faz fluído e amina.
- Choque endotóxico e óbito.
- Primeiro entra com volume se o organismo não responder ao soro aí faz a amina.
Sintomatologia – Hipertermia, depressão, taquicardia, taquipneia ou esforço respiratório, alterações de mucosas (coloração e tpc), má perfusão periférica (através do esfigmamometro), dor abdominal, diarréia, laminite, aborto (após 5 dias)
Lesão de Reperfusão – não se desfaz a torção tira ela inteira para fora da barriga, pinça e retira.
Patogenia – Obstrução estrangulante -> interrupção do fluxo sanguíneo – Hipóxia (retorno do fluxo sanguíneo) -> atp – Na+ H20 Intracelulares – edema ->necrose. 
Gera muito metal livre – metabolitos do oxigênio -> permeabilidade da membrana e ativação enzimática (celulas fazem autofagia e morrem) -> atração de neutrófilos que também possuem radicais de oxigênio (não destorcer e já entra com antioxidante) -> necrose.
- Na lesão de perfusão existem dois meios da célula morrer ocorre no momento em que há a torção bomba faz – perfeito que o sódio seja retirado da célula é que entre potássio para reduzir energia da célula.
- Quanto mais alterado mais tempo de lesão, lactato alto acima de 2,5 indica necrose – através da analise do liquido peritoneal 
DOR – Altera peristaltismo – inaceitável 
 Efeitos deletérios da dor (aguda/crônica/secundaria) – para peristaltismo e para de defecar.
- Alterações orgânicas: metabólicas, endócrinas.
- Reação neurológica/psicológica 
desconforto, auto-traumatismo e cólica (peristaltismo e micção).
- Aumento de cortisol circulante
pode dar gastrite, vai causar uma reação de resistência insulínica. – Estresse e baixa de imunidade.
- Inibição das prostaglandinas
perda de apetite má nutrição. – Causa morte celular pois não entra glicose.
Reversão do Choque Séptico/ Hipovolêmico – baixa volume circulante.
- 4SHCS 7,5% - 4 a 6 ml/kg em 15min. – Soro 0,9 e ampolas de cloreto de sódio de 10ml.
- Colocar volume nesse animal fazer soro fazer algo que encha esses vasos muito rápido.
Seguida de: - Sol. Isotonica, 15 a 20 litros em 1 a 2hrs. – entrar com fluídoterapia para não se desidratar novamente.
- Sol. Colóide (Voluven), 10ml/kg – moléculas de alto peso molecular com dificuldade de sair dos vasos sanguíneos retém mais liquido e dura por até 72hrs. – não precisa fazer todos os dias.
- Sangue total (10ml/kg) ou plasma hiperimune (4ml/kg) – evitar uma endotoxemia. 
Dobutamina – 1 a 10 ug/kg/min – diluído em 500ml SF 0,9% - 250 ml/hora.
- Reverter solução hipertronica continuada de fluido caso necessário transfusão se não resolver entrar com dobutamina.
- Rever a antibiótico terapia combater as bactérias para matar as bactérias gram negativas.
4Amicacina – 10 a 20 mg/kg (iv) sid, 4Getamicina – 6,8 mg/kg (iv) sid, 4Aztreonam – aminoglicosidios para bactérias gram negativas.
· Usar um dos três mais do que dois começa matar microbiota intestinal do cavalo então após dois dias aplica-se no musculo. 
- Associar com os antibióticos –
Penicilina potássica – 10,000 a 50,000 U/kg (IV) sid ou bid.
Ceftiofur 1 a 5mg/kg (iv) sid ou bid
Imipenem – 10 a 20mg/kg (iv) qid *funciona muito bem tem zero resistência, porém é bem caro.
· Amicacina com penicilina potássica ou ceftiofur.
- Metronidazol 20 mg/kg (iv) bid ou tid - bactérias anaeróbicas quando se tem contaminação por fezes ou suspeita se usa mais ele.
Exames físicos periódicos / monitoramento – equilíbrio ácido-basico, eletrólitos e perfusão.
- Frequência cardíaca, Frequência respiratória, temperatura retal, pressão arterial, coloração de mucosas e tpc, pulso arterial, hidratação, apetite, motilidade intestinal, urina e fezes, atitude, peso, observações. * sempre monitorar a cada meia hora/20min.
Sonda nasogástrica – 100% das vezes passar a sonda nasogástrica em casos de cólica !!!!!
- Função diagnostica – o que tem la excesso de gás, ração, terapêutica – diminui o tamanho do estômago já começa a tratar a dor e pode pela sonda administrar medicamentos. * esvaziar através da sifonagem puxa com a boca e sobe.
Paracentese – punção do liquido abdominal faz sempre que suspeitar de sofrimento de alça.
- Coletar líquido da cavidade abdominal não intestina. – Se a lesão continua ele vai alterando até a cor de vermelho sangue. – Após 40min eu repito e se obteve piora se faz cirurgia. – Normalmente amarelo límpido e valores de 2,5.
- Hipoxia tecidual são liberados o lactato e a proteína total dentro do vaso sanguíneo quando estiver extravasamento a proteína sai de dentro do vaso e altera a coloração.
- Bem no meio do abdômen tem a linha alba faz um pique com um bisturi introduz uma canula reta metálica com a ponta arredondado após o peritônio colocasse uma seringa e puxa avaliar a coloração a dosagem de lactato e proteína total.
Palpação Retal – quando suspeitamos de alterações de posicionamento de conteúdo intestinal na porção do terço caudal da cav abdominal.
- Pode ser que tenha muco em excesso trânsito diminuído ou aumento por inflamação. 
- Verificar as fezes já - Enegrecidas se o alimento estiver muito fermentado ou quando estiver sangue. 
Exames Laboratoriais criteriosamente analisados em tempo hábil – Hemograma (Ht e Pt), bioquímico, perfis renal e hepático, fibrinogênio (indicador de processos inflamatório quanto mais alto mais inflamação), lactato sérico e de fluidos, glicemia (mais comum em icaspotros), cultura e antiniograma, gasometria, eletrólitos.
Terapia medicamentosa completa – Frascos de medicamentos individuais. 
- Coloides e cristaloides, antibióticos, antinflamatórios e analgésicos, aminas vasoativas e inotrópicos, pró-cinéticas, oxigênio. – Não ter medo de usar esse conjunto, sempre fazer a terapia completa. 
Terapêutica – animal com um bom tempo de cólica, dor, estresse e desidratação.
1 – Reposição adequada de volume – quadro moderado somente a solução do soro já é suficiente o RL.
2- Reposição Eletrólitica – cavalos com hiperglicemia glicose em cólica – não adianta colocar glicose pois tem que retirar o estrese e a dor.
Principais técnicas cirúrgicas utilizadas nas afecções intestinais em equinos.
- Acesso a cavidade abdominal – laparotomia exploratória – linha mediana ventral abdominal, flancos abdominais. 
Enterotomia – Somente uma incisão; Delgado (+), ceco e colon menor (++) cólon maior (+++) *gastrotomia – evitar risco de contaminação, pode se resolver com uma sonda nasogástrica.
Enterectomia e anastomose – incisão e retirada de um pedaço.
Delgado (+++), ceco e colón menor (++), cólon maior (+) *by-pass- delgado-delgado e delgado-ceco. *desvio intermitente sem contaminação é um tratamento ao invés de passar por uma área contaminada ->desviasse curar.
Manobra de reposicionamento - Descolamentos, cólon maior, ápice do ceco, baço.
Ordenha do conteúdo do intestino delgado – Sentido aboral (estômago ->ceco) – ordenha até o ceco.
Exploração de todas estruturas – Órgão (posicionamento e conteúdo), orifício naturais, anomalias, massas, etc.
Descompressão gasosa – Permitir manipulação – com o auxilio de uma bomba de vácuo.
Como escolher melhor técnica cirúrgica - indicação encontrada na literatura, condições gerais do paciente e do órgão, familiaridade com técnica, materiais disponíveis (retificar que você tem todo o material que você irá precisar).
Acesso a cavidade abdominal – Para cólica é melhor em centro cirúrgico.
Laparotomia Exploratória.
Linha mediana abdominal ventral – centro cirúrgico, decúbito dorsal, anestesia inalatória geral, recuperação anest.dificil, ampla exploração, manejo da incisão mais crítico, maior custo -(>90% indicado em)
Flancos Abdominais – Mais vantagem – indicado em 10% dos casos. – Tronco de contenção, em estação, sedação e anestesia local, recuperação anest. fácil, exploração limitada (porém mais determinante), manejo da incisão mais simples, menor custo.
Camadas – Pele e subcutâneo, musculatura (músculo reto do abdômen no flanco músculo obliquio externo e interno e transverso do abdômen), gordura, peritôneo.
Sutura da camada muscular – Sultan ou “x” -melhor opção.
simples interrompido
simples contínuo ancorado.
Fio Absorvivel – para musculatura é melhor. 
Poliglactina 910 (vicryl 2 ou 3) – funciona melhor.
Catgut – nunca.
Fio Inabsorvível – Prolene (2) – sem reação. Porém é mais caro.
Nylon (4) – Deixar somente para pele interno da muita rejeição.
Sutura do subcutâneo – mais fino somente para diminuir espaço morto.
Simples continuo horizontal – fio absorvivel – Poliglactina 910 (vicryl 10).
Sutura de pele – com nylon – simples contínua ou interrompida.
Fio inabsorvível ou grampos – nylon (0,1 ou 2), grampos metálicos (agrafes) – melhor usar o grampo.
Enterectomia e anastomose – Retirado de dentro da barriga se desfazer, lesão de perfusão ocorre quando destorce e volta a ter fluxo sanguíneo. – Teste para ver se está saudável e ver se ainda tem peristaltismo *petelecos.
- Melhor indicação – Latero-lateral pq o buraco você faz do tamanho que quiser não deixa o saco muito comprido. – Utilizar a sutura Parker-kerr. * Se faz a primeira camada e a segunda esconde a primeira.
Colotomia – Incisão longitudinal no intestino na porção onde precisa mexer. – lava com mangueira e tem alguém jogando soro com antibiótico o tempo todo – após se paramentar novamente.
- Sutura padrão Lembert – Resistencia, rápida, execução e não reduz o lúmem intestinal, invagunante (inversão), não contaminante. *DUAS CAMADAS.
Considerações importantes em relação a ciru em abdomem – 
Manipulação das alças sempre cuidadosamente (para evitar aderência), hidratação constante das alças exteriorizadas, ao escolher uma técnica se atente a todos os detalhes envolvidos (certeza), sempre verificar antes de iniciar o procedimento se tem tudo a disposição, manejo alimentar pós-operatório (libera aos poucos para ter conteúdo no intestino para alimentar os interósseos e o volume estimula o peristaltismo), estudo e treinamento são permanentes. 
Cuidados especiais – para proteção do paciente.
Catéter – Antissepsia na fixação e atenção na manutenção. – Principal causa de sepse em cavalos tem que ser colocado de forma cirúrgica para que evite se formar flebite. *principal porta de entrada de bactérias.
- Edema de caceta jugular leve o sangue de volta para a cabeça e não tem mais por onde sair.
Limpeza rigorosa das baias – Retirada das fezes e lavagem do piso e paredes – frequente para evitar presença de moscas. 
Manutenção da rotina – Manter a rotina par minimizar estresse. - Permitir banho de sol, escovas, contato sociais, sono. – Tentar manter a rotina mais próximo da rotina dele ajuda a minimizar cortisol.
Ambiente climatizado - Controle de temperatura (20º) e umidade (50%) - estresse térmico baixa imunidade. * janela aberta ajuda tbm.
 Suporte nutricional – Enteral (via boca aos poucos), água (sempre com água a disposição), volumoso fresco e tenro (capim), volumoso feno (gramíneas e leguminosas), ração e whey protein (evita catabolismo muscular não precisa consumir musculo para aumentar resistência). 
Parenteral – soluções de nutrição na veia.
Soluções energéticas/eletrolíticas balanceadas – tomar cuidado que as soluções para humanos não podem usar em cavalo tem pouca quantidade suficiente e tem um componente tóxico para cavalos.
Resultados – Reversão de quadros graves – geralmente em 8 dias de internação, menor tempo de internação, melhor qualidade de vida e menor custo do tratamento (-30%).
Considerações finais * - Pilares da terapia intensiva em equinos. 
- Conduta proativa sempre (examinar o cavalo sempre e monitoramento constante), controle rigoroso – perfusão tecidual, equilíbrio hídrico e eletrolítico (ph), dor, estresse, combate á sepse e antibiótico terapia para reverter ou prevenir a sepse.
Onde falta resultados – Ressuscitação cárdio-respiratória, mecânica e química (epinefrina IV/IT) – agir antes disso evitar o choque. * na mesa da cirúrgia clinicamente o anestesista consegue reverter.
- Efetividade da massagem em campo não é o sucifiente.
Mieloencefalite Protozóaria Equina – EPM. “bambeira”
Inflamação da medula e encéfalo causados por protozoário – doença do sistema nervoso e atinge o locomotor.
- Incordenação – bambeira, quando não cai não consegue levantar por fraqueza muscular.
- Animal não morre de EPM porém quando não se trata ou pega avançada se faz eutanásia por conta da fraqueza etc.
Agente etiológico – SARCOCYSTIS NEURONA E NEOSPORA HUGHESI.
Hospedeiro Definitivo – Gambá.
Hospedeiro Intermediário – Roedores, gatos e pombos. – Natural ciclo evolutivo.
Hospedeiro Errátil – Equino 
Epidemiologia – Doença não se propaga fora não tem gamba haha – doença infecciosa não contagiosa endêmica nas américas. 
Ciclo de vida do Sarcocystis Neuroma – Hospedeiro definitivo é o gamba que se infecta pela ingestão de um tecido muscular que contém sacocistos oriundos de hospedeiro intermediário infectato. Equinos é considerado hospedeiro aberrantes que infectam-se acidentalmente quando ingere alimentos contaminados com fezes de gambas eles migram do trato intestinal para a corrente sanguínea ultrapassa a barreira hematocelafica e atinge o sistema nervoso central.
Sinais Clinicos – Inicialmente e mais de um lado do que de outro, assimetria dos sintomas. * perde a sensibilidade.
Comum – Fraqueza, tropeços no solo ou em objetos, arrastando as pinças, perda de equilíbrio ou “bambeira”, os sinais de incoordenação são inespecíficos podendo ser observado uma atrofia muscular focais como quadríceps e glutes, atrofia de masseter, músculos temporais e musculo da língua, inclinação de cabeça, paralisia do nervo facial e sinais de disfagia.
Menos Comuns – Sudorese regional (dermatomérica), quando estão acometidos tratados da substancia branca simpática, hipoestesia ou insensibilidade de regiões de cabeça e do pescoço, febre, depressão acentuada, pressão de cabeça contra objetos, decúbito, opistólmo bem como pateamento e morte.
Diagnóstico – Evolução lenta de algumas semanas.
Anamnese – manejo, evolução lenta dos sintomas (histórico presença de gamba ou animais silvestres por perto). 
- Sintologia neurológica desse animal luz ver masseter – exame físico – sinais neurológicos que embora indistintos e comuns a várias outras afecções do sistema nervoso central tem como característica a perda da coordenação motora, principalmente dos membros posteriores e sinais de atrofia de grupos musculares.
Diagnóstico Definitivo – Western Blot (liquido cefalorraquidiano) desafiados para detecção de anticorpos antiproteina do s.neuroma. – forame magno ou na 1 coccigena e ultima vertebra sacral;
Post Morten – Com lesões macro e micro imunohistoquimica para identificar o S. Neurona e PCR. – Coleta medula e encéfalo e consegue identificar o parasita através. 
Diagnóstico Diferencial – Raiva, Mielopatia Esenótica Cervical (Doença genética, nasce com a cabeça grande e compressão de medula), Mieloencefalopatia Degenerativa Equina (animal com idade bem avançada não é tão comum porém ocorre), Mieloencefalopatia com neurite/vasculite causada pelo herpesvirus equino do tipo 1 (impede somente com vacinação) e trauma.
Tratamento – Pode ocorrer sequela – parasita fica na medula e forma fibrose com isso o nervo fica acometido.
Profilaxia - Manejo sanitário de cochos, bebedouros e armazenamento das rações, impedir o acesso de hospedeiros intermediários para quebrar o ciclo epidemiológico e impedir o acesso do hospedeiro definitivo aos alimentos dos cavalos.
Considerações Finais - O Diagnóstico e tratamento precoces são fundamentais na busca da cura, na permanência de sequelas a qualidade de vida do animaldeve ser avaliada ficando desaconselhada a montaria e diante de incapacidade de locomoção ou mastigação deve se considerar a euta humanitária. 
HENORRAGIA PULMONAR INDUZIDA POR EXERCICIO - HPIE.
Definição – Sangramento pelos pulmões em decorrência de exercício. – Sangue dos alvéolos passa pelos grandes brônquios e vai para narina.
Etiologia – Desconhecida – aumento pressão arterial nos capilares pulmonares; - Hipertensão e mal condicionamento é maior o risco.
- aumento do ar inspirado a grandes velocidades; - Corre ar entra direto e passa nos alvéolos machucando essa região 
- Exercício extenuantes. 
Epidemiologia – Cosmopolita, qualquer raça submetida a um programa de exercícios de alta intensidade. *cavalos de corrida mais prevalente.
Fisiopatogenia – insuficiência dos capilares pulmonares sedundária á hipertensão pulmonar induzida pelo exercício. 
Serie de processos envolvidos – Inflamação das pequenas vias aéreas , obstrução das pequenas vias aéreas, obstrução via aérea superios (hematoma, ou algo que precisa para o cavalo usar mais forma para respiração pode haver edema pulmonar), Alteração hemostasia (apodem favorecer o sangramento, tomando alguma medicação com prejuízo da coagulação), forças abrutas intratorácicas (as vísceras adbominais no diafragma que batem no pulmão e machuca capilares).
Sintomas/ Sinais Clinicos – Baixo desempenho físico/ baixa performace, tosse, epistaxe, ruídos pulmonares anormais ou não, deglutição excessiva pós exercício (cavalo esta deglutindo sangue que volta e cai na faringe). 
- Pulmão sangra nunca mais se recupera forma uma cicatriz, toda vez que o cavalo sangra é formado uma cicatriz então tem queda de performace pq não consegue gerar atp e sempre estará disposto a gerar síndrome de euxastão mais lesão tiver menos possibilidade de troca de gás carbônico. 
Diagnóstico – Endoscopia – presença de sangue na traqueia e brônquios. 
Raio x, aspirados traqueais – Sonda na traqueia e aspirar – via nasal se quiser fazer cultura transtraqueal lavado insere solução fisiológica sacode o cavalo e aspira assim faz a cultura – 50ml de soro.
Diagnóstico diferencial – Tratado respiratório anterior – laceração nasais, traumatismo nasal, necrose dos turbinados nasais, hematoma etmoidal, micose de bolsa gutural, ce, neoplasia.
Tratado respiratório posterior – hemorragia de um abcesso pulmonar, massas neoplásicas, ce, outras condições que causam diminuição de desempenho.
Tratamento – Profilaxia – diurético (dopping) – Furosemida 0,5-1,0 mg/kg 4 hrs antes diminui 80 a 90% dos casos. * ajuste de dose sangue mais viscoso treinar, medicar e endoscópio até ajustar a dose – dif respiratorioa e síndrome de euxastão *bronco constrição.
- Broncodilatador (aminofilina) - Inalação (clembuterol) – perigo dopping e da arritimia.
- Corticoide – Doses baixas.
- Antibiotico terapia – para bactérias gram negativas *tbm pega no dopping.
- Oxigenioterapia e repouso.
Prevenção e controle – doenças respiratórias ambientais ou infecciosas e não há medidas especificas de controle – treinamento e bom condicionamento físico – exercício pode sangrar mais não tem como evitar 100% das vezes. * evitar cavalos com quadros com problemas respiratórios para correr.