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DIFERENÇA ENTRE DENTIÇÃO PERMANENTE E DECÍDUA PERMANENTES DECÍDUOS TAMANHO Maiores Absolutamente menores CALCIFICAÇÃO + calcificados - calcificados COR Branco amarelado Branco leitoso LINHA CERVICAL + regular, pouco marcada Muito marcada; Irregular nos molares RESISTÊNCIA + resistente a agentes físicos, químicos, traumas e a cárie - resistente a agentes físicos, químicos, traumas e a cárie CÂMARA PULPAR De acordo com a morfologia externa da coroa + ampla ; os cornos pulpares especialmente mesial do 1° molar são + altos RAIZ + grossas e ápice + arredondado + finas e ápice + pontiagudos e afilados RAIZ PALATINA DOS MOLARES SUP. Se implanta no eixo central da palatina Se implanta atrás da raiz distal BIFURCAÇÃO Ocorrem a partir do terço médio, tendo uma base comum entre elas (bulbo) Ocorrem a partir do colo, sem base comum envolvendo a raiz COROA Altura maior que a largura Exceto: molares Largura maior que a altura Exceto: incisivos e caninos inf QUANTIDADE 32 dentes 20 dentes GRUPOS DENTÁRIOS Incisivos, caninos, pré molares e molares Incisivos, caninos e molares ARCOS DENTÁRIOS Maiores em todos os sentidos; Pode variar de forma dependendo do tipo facial Menores; São sempre em forma de uma circunferência IMPLANTAMENTO DOS DENTES Implantados um após o outro de forma contínua, estabelecendo pontos de contato proximais Em um certo momento tem diastema, determinados pelo crescimento dos ossos maxilares MARINA MANNA MELAZZO Incisivo Central Superior - Mais volumoso dos incisivos; - Borda incisal quase reta; Incisivo Lateral Superior - Coroa mais longa do que larga - Borda incisal com grande inclinação para distal; Incisivo Central Inferior - Muito semelhante ao seu permanente; - Coroa mais longa do que larga; Incisivo Lateral Inferior - Maior que o central; MARINA MANNA MELAZZO Face vestibular - Muito convexa; - Parece trapézio (> lado p/ incisal); Face lingual - Forma trapezoidal; - Fortemente escavada nos 2/3 oclusais - Cíngulo bem definido no terço cervical Faces proximais - Triangulares; - Convexa no terço incisal; Raiz - Uma raiz cônica; - Pouco achatada sentido V-L -Terço apical: inclinado p/ vest e distal Cavidade pulpar - Ampla Face vestibular - Convexa; Face lingual - Muito escavada devido ao desenvolvimento das cristas marginais Faces proximais - Semelhante ao central porém tem proporções menores; Raiz - Uma raiz cônica; - Achatada sentido M-D - Curvada p/ vest e distal Face vestibular - Forma trapezoidal; - Pouco convexa; Face lingual - Cíngulo Faces proximais - Triangular com ângulos arredondados; Raiz - Longa e achatada sentido M-D - Dobro da coroa; -Terço apical: desviado p/ vest Face vestibular - Pouco convexa; Face lingual - Cíngulo bem evidente desviado p/ distal; Faces proximais - Triangular; - Face mesial > distal Raiz - Achatada sentido M-D; - Desviada p/ vest; Canino Superior - Coroa de forma de lanceloada; - Coroa quase tão alta quanto larga; Canino Inferior - É menor do que o canino superior; - Coroa de forma de lanceloada; MARINA MANNA MELAZZO Face vestibular - Convexa em todos os sentidos; Face lingual - Cíngulo muito saliente; Faces proximais - Triangulares; - Ângulos arredondados; Raiz - Uma raiz cônica; - Inclinada p/ vest; Cavidade pulpar - Mesmo contorno da superfície externa; Face vestibular - Convexa; Face lingual - A concavidade dessa face raramente é interrompida por uma crista mediana; Faces proximais - Lados e ângulos arredondados; Raiz - Uma raiz cônica; - + curta do que o superior; - Achatada sentido M-D; - Desviada p/ esquerda; Cavidade pulpar - Mesmo contorno da superfície externa; 1° Molar Superior - Semelhante ao segundos pré molar superior 2° Molar Superior - Semelhante ao primeiro molar permanente; MARINA MANNA MELAZZO Coroa - Forma irregularmente cúbica; - + larga do que alta; - 6 mm de altura - Face oclusal > que face cervical; Face oclusal - Trapezoidal; - Lados e ângulos arredondados; - Vest. é maior; Cúspides - 3 cúspides (MV,DV e P); - > = Palatina - < = DV Sulcos - Mésio-distal, vestíbulo-distal e sulcos secundários; Face vestibular - Presença do tubérculo molar; - Localiza na região cervico mesial; Faces proximais - Convexas; Raiz - 3 raizes (MV,DV e P); - P > MV > DV Coroa - Consideravelmente maior que o 1° molar decíduo; - Bastante semelhante ao 1° molar permanente; Face oclusal - Trapezoidal; - Lados e ângulos arredondados; - Vest. é maior; Cúspides - 4 cúspides (MV,DV e MP, DP); - > = MP - < = DP Sulcos - Mésio-central, vestíbulo-oclusal, línguo- oclusal, disto-central e sulcos secundários Face vestibular - Forma trapezoidal; Faces palatina - É convexa e vai diminuindo para distal; - Tubercúlo de Carabeli (união faces M e P) Raiz - 3 raízes (MV, DV e P) - Divergentes; - Raiz palatina: maior e + grossa 1° Molar Inferior - Tem uma morfologia única; 2° Molar Inferior - Lembra o 1° molar permanente; MARINA MANNA MELAZZO Coroa - Irregularmente cúbica; Face oclusal - Trapézio irregular; - Lado mesial > - Tubérculo molar no ângulo vestíbulo- cérvico-mesial; Cúspides - 4 cúspides (MV,DV, ML e DL); - > = ML Sulcos - Mésio-distal, vestíbulo e lingual; Crista transversa - +/- contínua; - Une as cúspides MV à ML; - Forma uma ponte de esmalte; Face proximal - Mesial: plana - Distal: convexa Face vestibular - Forma trapezoidal; Face lingual - < que face vest; - + convexa e – inclinada; Raiz - 2 raízes (M e D); - > = M Coroa - Alongada no sentido M-D; - Achatada no sentido V-L; Face oclusal - Retangular; Cúspides - 5 cúspides (MV, VM, DV,ML e DL) Sulcos - Mésio-vestibular, disto-vestibular, lingual Face lingual - Tubérculo de Carabelli: próximo à mesial Raiz - 2 raízes (M e D); - Longas e afiladas; MARINA MANNA MELAZZO 6° semana v.i.u. - Nessa semana o ectoderma se diferencia e forma a lâmina dentária; 7° semana v.i.u. - Nessa semana os dentes começam a sua formação a partir da lâmina dentária; 4° mês v.i.u. - A lâmina dentária começa a sofrer diferenciação e começa a crescer na distal do último dente a lâmina acessória; - Essa lâmina acessória dará origem aos dentes permanentes; 4° mês v.i.u. - A lâmina dentária começa a sofrer diferenciação e começa a crescer na lingual a lâmina sucessória; - Essa lâmina originará os substitutos; MARINA MANNA MELAZZO SEMANA DE V.I.U DENTES EM FORMAÇÃO 7° semana V.I.U.: Formação dos incisivos decíduos; 7° semana e meia V.I.U.: Formação dos caninos decíduos; 8° semana V.I.U.: Formação dos primeiros molares decíduos; 10° semana V.I.U.: Formação dos segundos molares decíduos; 4° mês V.I.U.: Formação dos primeiros molares permanentes; 5° mês V.I.U.: Formação dos incisivos permanentes; 2 meses de vida do bebê: Formação dos caninos permanentes; 10 meses de vida do bebê: Formação dos segundos molares decíduos; 2 anos de vida do bebê: Formação dos segundos molares permanentes; 5 anos de vida do bebê: Formação dos terceiros molares permanentes; CONCEITOS IMPORTANTES: 1 ERUPÇÃO: Todo o trajeto que o dente percorre desde o início do seu desenvolvimento até a sua saída da cavidade oral. 1.1 FASES DA ERUPÇÃO 1.1.1 PRÉ ERUPTIVA: Essa fase começa na formação do dente (V.I.U.) e termina quando a coroa está totalmente calcificada. É uma fase totalmente intraóssea. 1.1.2 ERUPTIVA: Essa fase começa quando a coroa está totalmente calcificada (e aí começará a formação da raiz) e termina quando o dente entra em contato com o seu antagonista.Quando o dente chega na cavidade ele deve ter 2/3 da sua raiz formada. 1.1.3 PÓS ERUPTIVA: Essa fase começa quando o dente entra em contato com seu antagonista e termina no caso dos decíduos na sua esfoliação, extração ou óbito, e no caso dos permanentes na extração ou óbito. 2 RISOGÊNESE: Formação da raiz de um decíduo ou permanente. Nos decíduos para alcançar a risogênese completa demora 1 ano a 1 ano e meio a partir de quando o dente chegar na cavidade. Nos permanentes para alcançar a risogênese completa demora 3 anos a partir de quando o dente chegar na cavidade. 3 RISÓLISE: É a reabsorção fisiológica da raiz dos decíduos. Ela começa de 4 a 5 anos antes da esfoliação. 4 ESFOLIAÇÃO: Saída natural de um decíduo após sua absorção 5 MATURAÇÃO PÓS ERUPTIVA: É um período de +/- 2 anos, o qual os dentes (tanto decíduo quanto permanente) devem ficar na boca para receber minerais da saliva para completar sua maturação. Esse período começa quando o dente chega à cavidade. MARINA MANNA MELAZZO Sequência e data de chegada dos decíduos na cavidade oral Estágio de nOLLA MARINA MANNA MELAZZO DATA DA CHEGADA DENTE 6 meses Incisivo Central Inferior 7meses Incisivo Central Superior 9 meses Incisivo Lateral Superior 12 meses Incisivo Lateral Inferior 1 ano e meio Primeiros Molares 2 anos Caninos 2 anos e meio Segundos Molares Sequência e data de chegada dos permanentes na cavidade oral DATA DA CHEGADA DENTE 6 anos 1° Molar Superior e Inferior 6 anos Incisivo Central Inferior 7 anos Incisivo Central Superior 8 anos Incisivo Lateral Inferior 8 anos Incisivo Lateral Superior 9 anos Canino Inferior 10 anos 1° Pré-Molar Superior 10 anos 1° Pré-Molar Inferior 10-11 anos 2° Pré-Molar Superior 11 anos 2° Pré-Molar Inferior 11-12 anos Canino Superior 12 anos 2° Molar Superior e Inferior 18 anos 3° Molar Superior e Inferior MARINA MANNA MELAZZO Métodos usados na prevenção da doença carie e outras doenças na cavidade oral ORIENTAÇÕES SOBRE HIGIENE BUCAL E DIETA NA FASÉ PRÉ-NATAL É a melhor fase para estabelecer um programa preventivo... A mãe esta aberta a novas informações, tudo que o profissional fala ela tenta realizar devido à preocupação com o bebê; Sensibilizar os pais no estabelecimento de normas ideais quanto a higienização dos seus próprios dentes e de seus filhos; A gestante deve desenvolver novos hábitos alimentares evitando produtos açucarados. Os hábitos adquiridos nessa fase vão influenciar nos hábitos da criança Programa Odontológico á Gestante Etapas: Educativos: devemos educar a mãe através de palestras e consultas, realizando todas as orientações; Preventivo: devemos atuar utilizando métodos de prevenção, de higienização bucal, uso de evidenciadores, uso de flúor; Curativo: se tem algum dente que precisa realizar um tratamento, o odontopediatra deve realizar ou indicar um profissional que faça; Dieta saudável É importante citar a importância de uma dieta mais saudável; Não é função do odontopediatra passar nenhuma tabela com valores nutricionais de cada alimento, e sim um nutricionista; O que devemos fazer é orientar sobre os alimentos que podem provocar a cárie, e mais tarde o que pode acontecer na cavidade do bebê; MARINA MANNA MELAZZO É indispensável que a gestante seja motivada quanto à promoção de sua saúde bucal e a de seu filho; Além de incentivar a gestante é importante também a conscientização do pai! A amamentação deve ser estimulada, pois contribui para o desenvolvimento de padrões musculares. Permite: O desenvolvimento da respiração nasal O vedamento labial e do posicionamento correto da língua durante a deglutição, ajudando a prevenir maloclusões. É importante relacionar a amamentação com a cavidade oral, e mostrar a sua importância relacionada à respiração e relacionar também à maloclusões; HIGIENIZAÇÃO NA PRIMEIRA FASE: AUSÊNCIA DE DENTES Deve começar por volta do 2° mês de vida; Diferentes dispositivos para a higienização e massagem da boca e gengiva do bebê; É normal o bebê chorar, pois é algo muito novo, e mesmo assim deve continuar a higienização; É importante para introduzir o hábito de higienização; Indicado fazer 1 vez ao dia; Limpando palato, fundo de vestíbulo, língua e lábios; Como fazer a higienização Tracionar o lábio cuidadosamente massageando levemente Manobra mecânica: Utilização de gaze; Ponta de fralda (separada somente para isso); Soluções químicas: Água fervida e/ou filtrada; Infusão de camomila – 2 colheres de flores secas para 1 litro de água (não colocar açúcar!!!) Massageadores Quando o bebê não tem dentes podemos indicar também os massageadores principalmente onde está nascendo os dentinhos; Após o uso da gaze; MARINA MANNA MELAZZO HIGIENIZAÇÃO NA SEGUNDA FASE: PRESENÇA DOS DENTES ANTERIORES A mãe pode continuar usando a gaze (ela ajuda muito), esfregando a gaze nos incisivos já que tem uma superfície lisa; Deve aumentar a frequência dessa higiene: pelo menos 2x ao dia; Pode continuar usando o massageador; Colocar o bebê em uma posição confortável; Odontopediatra Com a chegada dos primeiros dentes é necessário ir ao odontopediatra; Na primeira consulta a mãe deve ser orientada se tudo que está fazendo está correto; Usamos a MACRI para facilitar a consulta; Ele tem dois orifícios onde colocamos as pernas e a cabeça do bebê; Podemos usar ela até os dois anos de idade, pois facilita muito; Fazemos a higienização e depois a mãe repete para frisar bem como é a correta higienização; Importante tirar dúvidas da mãe; Por que é tão importante começar cedo a higienização? Eliminar resíduos de leite Diminuir o número de bactérias da cavidade oral Criar hábitos de higiene oral Adequar a cavidade para receber a dentição MACRI MARINA MANNA MELAZZO Nesta fase com a chegada dos primeiros dentes já deve introduzir a escova de dente Se possível comprar duas escovas -> Uma para mãe Outra para o bebê manipular para começar a entender o que está acontecendo Caso não tenha auxilio da criança e ela não fique quieta podemos usar o PACOTE (é uma contenção que às vezes é necessário), se fizer tudo de maneira correta a criança não irá ficar traumatizada; Podemos prevenir o uso desse pacote com a prevenção lá no início da gestação; HIGIENIZAÇÃO NA TERCEIRA FASE DENTIÇÃO DECÍDUA: ERUPÇÃO DOS PRIMEIROS MOLARES Nessa fase tem que usar a escova de dente; Higienizar 3x ao dia (principalmente antes de dormir); Tem que aumentar a frequência porque os molares ficam em uma área de mais difícil acesso, além de uma anatomia mais complicada; Deve ser um momento de prazer para a criança; As práticas saudáveis devem ser introduzidas o mais precocemente possível para moldar os hábitos da criança Escova de dente ideal para a criança: Tufos com mesmo comprimento Cabeças e hastes situadas num mesmo eixo Cabo achatado ou retangular Leve e de fácil limpeza Cabeça pequena Cerdas de Nylon MARINA MANNA MELAZZO Importante também manipular a escova, porém quem higieniza os dentes são os pais, pois ELANÃO CONSEGUE FAZER ISSO SOZINHA; Usada só para criança segurar, de forma lúdica Usada para fazer a escovação CUIDADOS COM A ESCOVA DE DENTE 1) Lavar em água corrente; 2) Borrifar as cerdas da escova com solução de clorexidina 0,12%; 3) Secar a escova com toalha limpa ou algum papel descartável ; 4) Guardar no armário do quarto (não colocar na pia do banheiro); 5) Trocar a escova após 45 dias de uso; 6) Nos casos de infecções trocar a escova; MARINA MANNA MELAZZO O isolamento absoluto continua sendo um procedimento bastante importante na rotina odontológica; Os materiais adesivos exigem um campo totalmente seco, isento de saliva, assim como as terapias endodônticas; Apesar da relutância de certos profissionais em usá-lo, quando utilizado aumenta a eficiência e conforto na realização dos trabalhos, além de outras vantagens; Vantagens: Melhor visibilidade do campo operatório; Elimina o perigo de engolir materiais; Permite um maior controle do uso de drogas cáusticas; Previne o paciente de sentir o gosto de substâncias tóxicas, caracterizando assim proteção para criança; Materiais: - Perfurador - Pinça MARINA MANNA MELAZZO - Grampos - Lençol de Borracha - Arco de Yang - Fio Dental MARINA MANNA MELAZZO O isolamento relativo é utilizado quando o isolamento absoluto não é possível de ser realizado; Também é usado nas aplicações de soluções fluoretadas, adequações do meio bucal, aplicação de cariostáticos e outros procedimentos de caráter preventivo; É indicado quando não for possível colocar o dique de borracha (dentes em erupção), como também nas aplicações de soluções fluoretadas. Isola os dentes apenas da umidade bucal, não os isolando do meio bucal, sendo imprescindível uso de sugador. É usado na realização de restaurações provisórias ou em condições que não precisem de um ambiente totalmente seco, também quando o paciente é respirador bucal.. MARINA MANNA MELAZZO 1. Kit de prevenção (escova infantil, pasta de dente e fio dental) 2. Kit dentística de odontopediatria 3. 2 potes dapen 4. 2 escova Robinson 5. Placa de vidro + espátula de manipulação 6. Baixa e alta rotação 7. Brocas esféricas de aço 3,4,5 8. Pontas diamantadas 1011, 1012, 1014 9. Caixa de cotonete 10. Microbrush 11. Espelho grande 12. Levar algo para criança brincar: quebra cabeça, um livro, algo para colorir 13. Kit de moldeiras para flúor 14. Caneta azul, verde e vermelha MARINA MANNA MELAZZO 1) Preencher ficha: MARINA MANNA MELAZZO Adaptação social: perguntar como é em casa, na escola, com a família (com esse comportamento a gente já imagina como vai ser na clinica) Importante lembrar que na clinica a gente não vai educar a criança, isso é função da mãe; Condições de moradia: ex: se morar em fazenda, será que tem flúor nessa fazenda? Teve alguma doença durante a gestação: pode influenciar na formação dos dentes Se toma remédio: importante sempre anotar o nome do medicamento e se não souber responder o por que ela toma, tem que pesquisar; MARINA MANNA MELAZZO Sangra excessivamente quando se machuca: essa pergunta é importante principalmente para verificar a coagulação na hora de fazer uma cirurgia. Já foi ao dentista?: se nunca foi a gente já imagina como vai estar a cavidade e além disso podemos já prever o comportamento da criança e assim sabermos se vai precisar técnicas de manejo ou não Já fez profilaxia e ATF?: ATF é aplicação tópica de flúor, se nunca fez provavelmente a criança tem um maior risco de cárie Se é a criança que escova o dente sozinha já podemos prever a situação da boca da criança, e é nessa hora que vamos falar da importância de ter ajuda nessa hora MARINA MANNA MELAZZO MARINA MANNA MELAZZO Se por exemplo foi o pai que levou e ele não sabe das informações, ele pode levar para a mãe ou responsável fazer o preenchimento MARINA MANNA MELAZZO 2) Preencher a ficha de termo de consentimento esclarecido A mãe tem que entender quando usa uma técnica de manejo e que ela desconhece Explicar que não necessariamente ela assinar vai fazer uma contenção física Se ela não concordar: explica direitinho que tem que ter assinatura para fazer o atendimento. Se realmente não querer ai é caso especial e devemos falar com a professora; 3) Vai pra cadeira odontológica MARINA MANNA MELAZZO É importante fazer a envidenciação primeiro (marca de azul) porque uma coisa é você falar que não está escovando e outra coisa é falar que não esta escovando e mostrar. 4) Fazer a escovação pede para criança e principalmente a mãe, porque é responsabilidade dela a higienização oral da criança MARINA MANNA MELAZZO 5) Faz profilaxia Durante a profilaxia observamos um sangramento (marca de vermelho) e ai tem uma mancha branca (marca de verde). Se tiver tudo em um dente só pode marcar do lado de fora (ex na foto) 6) Fazer aplicação de flúor 7) Preenche ficha de evolução 8) Marcar retorno após 7 dias se estiver tudo ok 9) Libera criança (criança não leva a escova porém se a criança for muito carente ai pode abrir uma exceção) Tudo que levou no primeiro dia + filmes radiográfico numero 0, colgaduras, fita adesiva, posicionadores para radiográficas (infantil) Dia de exames radiográficos 1) Leva a criança para cadeira 2) Faz evidenciação, mas não anota só compara (vamos ver se a criança melhorou, se a mãe colaborou 3) Leva criança para escovar + fio dental 4) Profilaxia 5) Faz radiografias (mãe vai junto ou não, depende da idade da criança, ou se a mãe quer ir, mas de preferencia não ir junto). Importante mostrar tudo, o aparelho, o filme.. 6) Durante o tempo de revelação a criança volta pra mesa auxiliar e faz atividades. 7) Depois de tirar as radiografias vamos mostrar para criança O número de radiografias é a professora 8) Passa flúor 9) Assina prontuário 10) Libera paciente 11) Organizar a cartela radiográfica: colocar a identificação da criança e DATA, colocar na ordem. É importante vedar a entrada de cada radiografia na cartela (porque os prontuários faz um percurso semanalmente e pode se perder) MARINA MANNA MELAZZO Os mesmos materiais das outras sessões passadas, incluindo os filmes radiográficos. 1) Evidencia o dente da criança (não precisa marcar) 2) Escovação + fio 3) Profilaxia 4) Pego cartela radiográfica e preparo o kit para fazer o exame clínico 5) Vamos preencher a primeira parte da 4° ficha (exame extra bucal, exame tecidos moles MARINA MANNA MELAZZO Olhar a radiografia e olhar o dente Importante olhar a legenda no final da folha No primeiro odontograma: anota o que já tem na criança O segundo odontograma é tudo que a gente fez (é bom anotar em todas as sessões para não sobrecarregar) MARINA MANNA MELAZZO 6) Preencher o verso da folha também Na sequencia do tratamento eu vou escrever o que vou fazer em cada sessão o Ex: primeira sessão: dente 85 o Segunda sessão: dente 75 MARINA MANNA MELAZZO 7) Depois a gente volta na primeira ficha e escreve a conclusão 8) Na odontopediatria não precisa de assinatura de várias assinaturas apenas de um professor Importante: tratamento pediátrico NÃO é pago, mas quando vamos fazer em um dente permanentepreenche outra ficha (o diretor tem que assinar) MARINA MANNA MELAZZO É aquele flúor que esta na água que tomamos; É importante principalmente para os dentes que estão formando; Vai ter ação tópica -> sistêmica -> tópica Primeiro o flúor quando entra na boca vai ter uma ação tópica (baixíssima concentração), o bebê vai engolir a água e vai para o estômago, intestino. Passa para o sangue e vai distribuir vai para órgãos, ossos, tendões e para nós o mais importante: os dentes dentro do osso. Quando chega nos dentes vai ta sendo formado o esmalte, ai acontece uma substituição (sai hidroxila e entra flúor) ai vamos ter um esmalte com flúor (fluorapatita). Esse esmalte com o flúor vai ter uma maior resistência. Ph critico da hidroxiapatita: 5,5 Ph critico da fluorapatita: 4,5 (isso vai ser bom para o dente) Então a água que o bebê está tomando vai ajudar na formação dos dentes dessa criança. O flúor que não é aproveitado é excretado. Vias de eliminação: suor, urina, fezes, saliva. Quando é eliminado através da saliva ele volta pra cavidade oral tendo assim uma ação tópica. Para uma pessoa adulta a água é importante para os dentes? Sim, é importante na remineralização para os dentes que estão na cavidade oral. Para criança vai ter grande importância sistêmica até os 14 anos (pensando na formação da coroa do 3° molar) Se a criança receber água com excesso de flúor ate os 14 anos pode correr risco de ter fluorose.; Quantidade certa de flúor na água: 0,7 a 0,8 mg de flúor por litro Para nós o excesso vai para os tendões, articulações, alguns órgãos. Mas não vai provocar fluorose nos dentes; Onde eu encontro flúor nos alimentos? - file de pescado (vários peixes de agua salgada); -cavala seca; - salmão seco; - leite; - chás; - ovos; - laranja, maçã, cereja, figo, uva, pêra; - trigo, arroz macarrão; - pepino, cebola, batata, repolho e tomate; - cacau, chocolate, mel, açúcar, café, vinho e cerveja; Quando não tiver acesso a agua fluoretada podemos indicar esses alimentos. MARINA MANNA MELAZZO - gel (apenas consultório); - verniz (apenas consultório); - bochecho (p/ casa); Outro flúor tópico indicado para casa é a pasta de dente com flúor, deve ser usado assim que os primeiros dentes chegarem. Até 1 ano e meio: usar ½ grão de arroz (500 a 600 ppm de flúor) Com todos os dentes decíduos na boca 1 a 4 anos: 1 grao de arroz (500 a 600 ppm de flúor) 4 a 8 anos: 1 grao de ervilha. Nesta idade pode usar a pasta de dente que o adulto (1000 a 1200 de flúor) usam Risco de cárie: a probabilidade do paciente desenvolver a cárie, ainda não tem a doença instalada. Vamos avaliar os fatores e classificar em alto, médio ou baixo risco. Fator de risco: a higiene do paciente, a dieta do pacinete, a saliva do paciente, nível socioeconômico, características anatômicas. Atividade da cárie: a cárie já está instalada, ela já esta em atividade. Podemos concluir se está em atividade ou não.). MARINA MANNA MELAZZO TRATAMENTO DE CHOQUE: quatro sessões com um intervalo de sete dias de aplicação de flúor gel. Indicado para pacientes em atividade de cárie e de alto risco de desenvolver à doença cárie. São 4 aplicações com intervalo de 7 dias Vamos indicar para pacientes de alto risco e que já estão em atividade de cárie. A partir dos 4 anos Sobre o flúor gel Concentração: 1,23 de fluoreto de sódio Frequência: Paciente de alto risco: Tratamento de choque: 4 sessões com um intervalo de uma semana para outra Paciente de médio risco: 2 sessões com um intervalo de 7 dias Paciente de baixo risco: 1 sessão no inicio do tratamento (Para os 3 grupos sempre realizamos uma sessão no final do tratamento) Técnica de aplicação: 1. Faz profilaxia. 2. Coloca o gel na moldeira, utilizando um cotonete ou espátula de inserção espalhamos nos cantos. 3. Colocar a criança sentada, pois deitada pode deglutir 4. Adapta primeiro arco superior espera 1 min tira e pede pra criança cuspir 5. Depois no arco inferior espera 1 min tira e pede pra criança cuspir IMPORTANTE: não esquecer o sugador durante todo o tempo de aplicação do flúor gel, porque a criança pode engolir IMPORTANTE 2: a criança deve ficar 30 minutos sem comer, beber e escovar os dentes após a aplicação do flúor gel Sobre o flúor em verniz É um flúor mais concentrado. Esse é indicado para pacientes de alto risco Nome comercial: Fluorniz (contem flúor + um frasco com solvente (para colocar gotas diretamente no vidro para deixar mais fluido)) Para aplicar usamos a micro brush Vamos indicar para os bebês. Para paciente especiais. Para dentes que apresentam hipoplasia de esmalte. Dentes que apresentam sensibilidade. Para dentes com manchas brancas de desmineralização TRATAMENTO DE CHOQUE COM VERNIZ: quatro sessões com um intervalo de sete dias de aplicação de flúor gel. Indicado para pacientes em atividade de cárie e de alto risco de desenvolver à doença cárie. São 4 aplicações com intervalo de 7 dias MARINA MANNA MELAZZO IMPORTANTE: A criança deve ficar 1 hora e 30 minutos sem comer e beber após a aplicação do verniz. Escovar os dentes 24 horas após a aplicação do flúor verniz. INCOVENIENTE: vai deixar os dentes amarelos Sobre o flúor tópico para bochechos Concentração: 0,05% de fluoreto de sódio indicado diariamente 0,2% de fluoreto de sódio semanalmente 0,5% de fluoreto de sódio 15 em 15 dias Frequência: Alto risco: 0,05% Médio risco: 0,2% Baixo risco: 0,5% Vamos indicar: Para pacientes a partir dos 4/5 anos o Mas antes de indicar vamos fazer um teste para saber se ela consegue fazer (com um copinho de café pede para ela fazer bochecho e pede para cuspir no mesmo copo). o Se não conseguir vamos indicar a aplicação com o cotonete. MARINA MANNA MELAZZO Manejar = dirigir, ter conhecimento, trabalhar com, administrar; Importância dos conhecimentos de psicologia na pratica odontopediátrica ; o Importante avaliar o comportamento da criança na sala de espera (como ela me recebeu), o comportamento da criança com os pais; o Essa avaliação vai ser importante para sabermos qual a técnica iremos usar com essa criança Realização de um intercâmbio ativo com um ser humano em pleno desenvolvimento; O relacionamento com o paciente é bastante intimo, visto que, a boca é uma zona de grande importância emocional; Para a obtenção de resultados satisfatórios na relação paciente-profissional devemos avaliar o individuo bio-psico- social, independente da especialidade; É fundamental uma relação de confiança com a criança e a família Familiarizá-lo ao ambiente e a equipe Utilizar linguagem simples e certificar-se de que foi entendido Dar uma instrução de cada vez Elogiar e agradecer sempre ao paciente após atitudes cooperadoras - Importante sempre elogiar a criança, mesmo que ela não tenha cooperado muito Ouvir a criança Promover um ambiente confortável Comportar-se de forma consistente e previsível Escolher palavras cuidadosamente - Evitar usar palavras como sangue, dor (o dente está doendo?X o bichinho pulou? ) Tom de voz firme e não acusador Padrões de linguagem de acordo com a idade da criança Ficar atento a estabilidade familiar É difícil realizar o tratamento se a criança está com medo, ansiosa ou se recusa a tratar; O profissional deve ter sensibilidade para determinar qual TÉCNICA DE CONTROLE de comportamento irá usar; A eficiência da técnica depende da maleabilidade do profissional; Os pais tem muita influência no comportamento da criança; Uma criança com medo vai ficar acuada, não vai olhar nos nossos olhos; Uma criança ansiosa vai ficar inquieta, vai ficar mexendo asmãos e pernas, puxa a mãe, transpiração excessiva. Uma criança que se recusa a tratar ela coloca as mãos sobre a boca, ou pega a mão da mãe na boca dela, pode chorar, se debater Medo e ansiedade são sentimentos horríveis, e o nosso ambiente (instrumentais, cadeira odontológica é algo desconhecido) se não for favorável pode sim despertar medo na criança. Balões e brinquedos podem modificar o ambiente e fazer com que a criança “identifique seu mundo” Cada criança tem um tipo de comportamento e não necessariamente um irmão vai ter o mesmo comportamento que o outro MARINA MANNA MELAZZO o Ergonomia: durante a sessão importante manter essa ergonomia, porque a criança vai mexendo e mudando de posição e a gente vai acompanhando.. o Biossegurança: na odontopediatria não é diferente. No atendimento sempre colocar o gorro tanto em nós (obvio) quanto na criança também. No final da sessão NÃO pedir ajuda da criança para levar os instrumentais para lavar. o Limpeza: primeira coisa a se fazer quando a criança chega é lavar as mãos, e pedir para criança não colocar as mãos na bancada porque ela pode entender que ela pode brincar com os instrumentais, pedir também para não colocar a mão no pé e cabeça. o Decoração: usar balões e objetos lúdicos. o Nível de conhecimento; o Habilidade profissional; o Tempo de espera: esclarecer para a mãe que deve se chegar no horário porque se não, não da tempo. o Tempo de execução dos procedimentos clínicos: É importante planejar tudo antes, principalmente o tempo de organização. Ex: se for exo chegar meia hora antes do atendimento. Além disso, planejar o que vai fazer e ESTUDAR antes o que vai fazer. o Bom senso; o Ansiedade dos pais: As vezes a criança é reflexo do medo/ansiedade dos pais, e assim acaba dificultando o atendimento da criança o Desajustes familiares; o Preparo domiciliar da criança: Mostrar a importância de preparar a criança psicologicamente para ir no dentista o Orientação aos pais e acompanhantes: Orientar os pais por exemplo a manter a higiene bucal da criança o Comportamento dos pais no consultório: A mãe ajuda ou atrapalha? Se atrapalha ela não entra No caso da nossa clinica: a mãe entra nos 3 primeiros dias. A partir do 3° dia começamos o distanciamento, se for necessário a mãe fica e se não for ela afasta. o Idade e maturidade: às vezes a criança tem 8 e maturidade de 5 ou vice e versa. o Temperamento; o Educação familiar; o Experiências anteriores; o Fatores sociais; Algo bastante lúdico é o uso de fantasias nas crianças, ou objetos que auxiliem no atendimento; Um bom exemplo é a criança usar uma roupa branca para imitar o dentista MARINA MANNA MELAZZO Importante sempre falar o que vai ser feito, tanto no começo da sessão quanto na sessão anterior (ex: na semana que vem vamos fazer uma restauração) Então a primeira coisa a se fazer é descobrir o motivo do choro; Choro obstinado – chora muito tempo e nem consegue explicar porque chora Choro amedrontado – já chega com medo do ambiente, do profissional. Tentamos descobrir porque tem medo., se foi com outro profissioanal Choro por dor – chega com cor dor ou durante o atendimento ele chora. Jamais devemos fazer uma endo ou exo com a criança COM DOR.. Para – identifica – corrige - prossegue Então a primeira coisa a se fazer é descobrir o motivo do choro; Como é algo muito novo para ele, o choro é normal. E dependendo vamos ter que atender mesmo com o choro Colocamos um TNT por cima deles para a criança não ver. Antes de colocar a criança na cadeira explica pra ela o que vai acontecer que vai colocar a proteção e que vai ter que sair da sala. MARINA MANNA MELAZZO Tentar esconder o sangue com uma gaze Evitar pedir para a criança ficar cuspindo Falamos “vamos pintar o dente de vermelho” 1. Comunicação não verbal; Engloba o reforço e condução do comportamento por meio do contato, postura e expressão. Pode-se transmitir muitas informações com um simples olhar ou expressão facial (sorriso), desde agrado até desaprovação 2. Controle de voz; Mudança de tom de voz de gentil para vigorosa ou de baixo para alto, é eficiente para obter à atenção da criança.; Importante sempre tentar acalmar a criança, pegar na mão da criança e dar um apoio para a criança. Não gritar com a criança 3. Falar – mostrar – fazer É a mais usada e temos que usar a criatividade. Sempre começar com objetos como espelho, algodão e depois os mais agressivos Sempre cobrir a agulha ou não colocar a agulha na seringa. Falar para a criança (ex: hoje o bichinho vai dormir, usar a piscininha), mostrar como funciona e faz 4. Reforço positivo Consistem em gratificar a criança quando ela apresenta uma atitude ou um comportamento desejado, motivando, assim sua repetição. Deve ser realizado imediatamente após a atitude desejada. Em casos de comportamento negativo o profissional deve ter autocontrole. Deve-se evitar frases: Não faça, Pare, Hoje você não teve um bom comportamento, e sim, frases na primeira pessoa: Deixe seus braços quietinhos para que eu possa deixar seu dente limpo ou Eu quero que você faça isso... MARINA MANNA MELAZZO 5. Atividade lúdica; Significado de lúdico: se origina da palavra latina Ludus que significa jogo, brincadeira 6. Modelagem; Usa outra criança que tem um bom comportamento. E nessa técnica usamos um procedimento mais simples possível, como profilaxia. 7. Distração MARINA MANNA MELAZZO Restrição física o Um exemplo o pacote = Mão sobre a boca o Utilizar após a mão sobre a boce, o controle da voz (falar baixo e falar palavras tipo “eu sou seu amigo...”) o Segurança e firmeza, sem autoritarismo. o Atenção quanto à respiração da criança o Usa quando a criança manda no comportamento do pai/mãe, não obedece ordens, uma criança de péssimo comportamento, quando já tentamos outras técnicas. o Não usamos com pacientes que tem medo ou pacientes especiais. 1. Que choram; 2. Tímida e assustada; 3. Mimada; 4. Teimosa; 5. Rebelde; 6. Agressiva; 7. Especial; 8. Doente; 9. Que coopera; 10. Medrosa; MARINA MANNA MELAZZO Mastigação Fonética Estética Dimensão vertical Mantenedor de espaço Guia de erupção – dente permanente vai seguir a raiz do dente decíduo para entrar na cavidade Ilustrar a dentição com fotos e vídeos mostrando a hora de sair Mostrar radiografias para mostrar a raiz de cada dente porque muitos acham que não tem raiz. Mostrar para os pais que vai colocar um medicamento dentro do canal que vai sendo reabsorvido à medida que o dente vai sendo absorvido. Pode ser causado por vários fatores como: Cárie Trauma MARINA MANNA MELAZZO A dor de dente é na maioria das vezes a entidade de emergência que mais envia crianças ao dentista em busca de alívio imediato O odontopediatra e o clínico que atende crianças têm como obrigação fazê-lo da forma mais dócil e consciente possível. Erupção dos dentes – mais identificada na chegada dos decíduos Defeitos de formação – esmalte e dentina Ciclo vital: É caracteristico da dentição decidua, ele inicia quando o dente começa a sua formação (dentro do osso) e termina quando o dente sair do arco. O dente permanente não tem esse ciclo porque não foi programado para sair da boca, ele foi programado para ficar muitos e muitos anos Relação do ciclo vital com a terapia pulpar:tenho que saber em qual estágio do ciclo vital o dente se encontra para indicar o melhor tratamento Para saber em qual parte do ciclo o dente encontra devemos fazer uma radiografia (periapical e interproximal) Diferenças anatômicas dos dentes decíduos emrelação aos dentes permanentes: lembar de tudo que estudamos, lembrar sempre número de raízes, ausência do bulbo, tamanho e formato câmara, raizes são mais finas, presença de foraminas. MARINA MANNA MELAZZO Importante: não usar broca eférica durante a abertura e sim pontas diamantadas Para assim evitar acidentes como: Histofisiologia da polpa do dente decíduo: a polpa vai sofrendo modificações a medida que vai sofrendo reabsorção. É um processo programado e lento 4 - 5 anos antes da esfoliação (se acontecer muito rápido pode chegar a uma morte rapidamente) Como acontece? A polpa do dente decíduo antes do processo de resólise (de reabsorção) é uma polpa muito semelhante à polpa do dente permanente (é formada de tecido conjuntivo, tem inúmeras células de formação (odontoblastos), inúmeros vasos sanguíneos). Só que o dente decíduo foi programado para sofre reabsorção. Quando começa a reabsorção, as celulas de formação (odontoblastos) são substituidas por células de reabsroção/destruição (odontoclastos). Então essas células (de reabsorção) ficam em números muito maiores do que as celuls de formação. Quando tem reabsorção, os restos de polpa são fagocitados, então encontramos também os macrófagos que vão fagocitando restos de polpa e de raiz, até eliminar completamene resto de raiz e polpa. Qual relação da histofisiologia com a indicação de terapia pulpar? Quando eu estou no início de reabsorção eu ainda tenho mais células de formação. Então posso indicar uma técnica conservadora. Porque eu tenho células de formação, então vai formar dentina quando eu faço uma pulpotomia Quando eu estou no final da reabsorção eu tenho mais células de destruição. Se eu indico uma proteção direta ou uma pulpotomia (técnicas conservadoras) provavelmente vou ter insucesso MARINA MANNA MELAZZO Pra ter uma noção de final de risolise, de polpa muito modificado em qual detalhe vou prestar atenção? Na idade da criança. Por ex: chega uma criança com 10 anos e eu não tenho radiografia ainda, ela está com dor no 1° molar decíduo. Vamos lembrar que esse dente vai esfoliar com 10 anos, então está no fim da risólise. Assim vai ser quase impossível indicar a pulpotomia. Vamos fazer o exame clinico e radiografico para ter certeza de como vai estar esse dente Depois da avaliação das 3 características citadas vamos chegar à um diagnóstico para indicar o melhor tratamento. Para chegar no diagnóstico tenho que fazer: Excelente Anamnese o Questionar a mãe sobre a saúde geral da criança, saúde bucal da criança. o Quando a mãe chega e eu não conheço a criança, primeira pergunta que eu faço para a criança? Qual é o nome da criança o Segunda pergunta feita? A idade da criança o Vou tentar descobrir também se é uma criança muito doente (se for, vamos pensar já se vai dar certo de fazermos uma técnica conservadora onde vamos precisar muito de um organismo bom) o Outro fator que vai auxiliar no diagnóstico: Queixa principal (está sentindo dor? Como é a dor? É provocada (bom sinal, posso ter uma resposta possitiva para uma tecnica conservadora) ? É espontânea (sinal ruim, polpa deve estar bastante modificada) ? .. Exame clínico o Vou olhar para o dente, observando aspectos como cor do dente, cor do tecido mole, vou olhar: Tem cárie? Profundidade da cárie; Exposição por cárie ou acidental; Pólipo pulpar (resposta da polpa, indica uma polpa inflamada); Hemorragia excessiva ; Necrose pulpar (podemos identificar essa necrose pela cor do dente); Tumefação gengival; Fístula gengival; Presença de exsudato; Abscesso; Mobilidade dental (pode ter relação com risólise); o A gente não faz teste de vitalidade em criança porque ela pode dar respostas que nos deixam confusas e também porque esse teste pode promover uma dor na criança o que pode mudar o comportamento da criança o Quando vamos indicar um tratamento endodôntico para algum dente, nós fechamos o diagnóstico durante a abertura do dente, pois nós temos a ausência de teste de vitalidade MARINA MANNA MELAZZO Exame radiográfico – o Buscar detalhes que vão somar ao exame clínico, a anamnese. Vamos olhar: Ausência de alterações na membrana periodontal Presença de reação periapical Reabsorção interna (não indico técnica conservadora) Grau de rizólise Estágio de Nola do permanente MARINA MANNA MELAZZO Situação que eu tenho: O que eu vou indicar: O que vai fazer: Classificação da técnica Tenho bactérias que ultrapassaram o esmalte, dentina e ficaram bem perto da polpa mas não chegou na polpa. Vou eliminar parte das bactérias, vou colocar hidróxido de cálcio e espero formação de uma nova dentina. Técnica conservadora: Vou conservar parte da polpa Tenho bactérias que ultrapassaram esmalte, dentina e chegou até a polpa numa contaminação MUITO pequena. Vou eliminar todas as bactérias, tira todo tecido cariado e vou colocar um medicamento (hidróxido de cálcio) direto sobre a exposição. Técnica conservadora: Vou conservar parte da polpa Tenho as bactérias que ultrapassaram esmalte, dentina e contaminaram a polpa coronária. Vou tirar a polpa coronária e deixa a radicular. Técnica conservadora: Vou conservar parte da polpa Tenho bactérias que ultrapassaram esmalte, dentina, contaminaram a polpa coronária e radicular. Vou que tirar toda a polpa. Fazendo a instrumentação com lima para limpar e tirar bactérias. Técnica radical: Vou tirar toda a polpa do decíduo Tenho bactérias que ultrapassaram esmalte, dentina, contaminaram polpa coronária e radicular mas não foram para o ápice e nem furca, permaneceram dentro do dente. Vou que tirar toda a polpa. Fazendo a instrumentação com lima para limpar e tirar bactérias com a técnica de necropulpectomia Técnica radical: Vou tirar toda a polpa do decíduo Tenho bactérias que ultrapassaram esmalte, dentina, contaminaram polpa coronária e radicular e foram para o ápice e para furca, então tenho uma contaminação muito grande . Vou que tirar toda a polpa. Fazendo a instrumentação com lima para limpar e tirar bactérias com a técnica de necropulpectomia Técnica radical: Vou tirar toda a polpa do decíduo MARINA MANNA MELAZZO Terapia Pulpar Micro exposição: vamos tentar uma técnica conservadora - Vou colocar hidróxido de cálcio. - A polpa radicular permanece e a coronária “sai” MARINA MANNA MELAZZO Técnicas conservadoras para dente decíduo: Proteção pulpar indireta (conserva toda polpa viva), Proteção pulpar direta (conserva polpa viva) Pulpotomia (vai remover a polpa coronária e deixa só a radicular) Técnicas não conservadora para dente decíduo: Pulpectomia (tira toda a polpa): Biopulpectomia (tem contaminação da polpa mas ainda tem vitalidade) e Necropulpectomia (tem polpa necrosada): Necropulpectomia I (Não tem lesão apical nem na furca) Necropulpectomia II (tem lesão na furca e no ápice ou um ou outro) - Vamos colocar um material obturador que será reabsorvido junto com a raíz - Nesse caso foi indicado a Necro II - O decíduo pode ter reabsorção em algum ponto da raíz que não identificamos no Raio X; - Então vamos ter um sinal clínico quando tiramos a lima: muito sangue; - Quando tem isso podemos recuar, se persistir pode recuar mais; - Se o sangue não sessar é porque tem uma reabsorção muito grande, então indica-se a exo; MARINA MANNA MELAZZO Por que tem esse nome? Vai colocar o hidróxido de cálcio diretamente na exposição Indicação: Pequena exposição acidental da polpa Polpa hígida em dentes jovens – quando não tem reabsorção ou inicio de reabsorção, quando não formouápice completamente Medicamento usado Hidróxido de cálcio (pasta) – colocado diretamente em cima do local da micro exposição Prognóstico Desejamos que tenha formação de dentina reparadora A polpa tem que estar viva, tanto nos sinais clínicos quanto no radiográfico - Sobre a pasta (hidróxido de cálcio) colocamos o compósito de hidróxido de cálcio, por cima uma fina camada de ionômero de vidro. - Se tiver tempo posso restaurar na mesma sessão, e na próxima sessão pode fazer o acabamento e polimento... - Devemos sempre começar a remoção de cárie com o isolamento absoluto MARINA MANNA MELAZZO Remoção da polpa coronária A técnica pode ser feita usando formocresol (não usamos na clínica da UNIUBE) – ele provoca uma mumificação pulpar, uma conservação da polpa. Não usamos porque ela vai mumificar e tambem vai provocar uma reabsorção exagerada da raíz, e essa reabsorção pode ser sem dor Então o medicamento usado: Hidróxido de Cálcio – ele vai preservar a polpa radicular viva O diagnóstico só se completa com a abertura do dente Indicação: Molares decíduos com exposição e vitalidade pulpar – incisivos e caninos não fazemos essa técnica, porque a polpa desses dentes é muito volumosa então quando vamos cortar a polpa coronária geralmente a radicular vem junto. Então para esses dentes quando tem uma macro exposição com vitalidade vamos fazer uma biopulpectomia O mais importante e o mais difícil aspecto da terapia pulpar é estabelecer o grau de saúde da polpa, porque não realizamos técnicas para saber a vitalidade da polpa MARINA MANNA MELAZZO Passo a passo para abrir o dente: 1) Para remover a cárie: Sempre começar nas paredes circundantes! Usa broca esférica de aço: N° 3: incisivos N° 4: primeiros molares decíduos N° 5: segundos molares decíduos Passo a passo para abrir o dente: 2) Para abertura do dente Usa ponta esférica diamantada 1011, 1012 ou 1014 Passo a passo para abrir o dente: 3) Remoção do teto pulpar Usa a ponta diamantada 3082 Ação do Hidróxido de Cálcio Necrose por coagulação Tecido levemente inflamado Tecido mineralizado Prognóstico Bom quando é bem indicada, pensando nas vantagens de manter o dente na boca. Se tem alguma dúvida não faz essa técnica Técnica imediata: 1 sessão - Faz remoção tecido cariado, remove teto e polpa tudo em uma sessão - Faço quando não tenho dúvidas da vitalidade pulpar Passo a passo 1) Anestesia perfeita 2) Isolamento absoluto 3) Antissepsia do campo operatório com clorexidina 2% (utilizar produtos com o objetivo de reduzir os microrganismos) 4) Remoção do tecido cariado 5) Exposição pulpar 6) Remoção do teto da câmara pulpar (nesse momento já pode começar a irrigação com soro fisiológico) 7) Ampultação da polpa coronária (usa uma colher de dentina mais afiada especifica para isso; usamos a 17 ou 18) 8) Irrigação com soro fisiológico 9) Hemostasia (sem compressão) – com uma bolinha de algodão em contato com a polpa sem comprimir por 10 min 10) Colocação da pasta de hidróxido de cálcio (hidróxido de cálcio PA + agua destilada ou soro fisiológico) sobre a polpa remanescente 11) Aplicação de compósito de hidróxido de cálcio sobre o PA 12) Aplicação de cimento de ionômero de vidro 13) Restauração do elemento dentário 14) Proservação – pede pro paciente voltar depois de 15 dias, no primeiro ano rx a cada 3 meses e a partir do segundo ano a cada 6 meses Técnica mediata: 2 sessões - Faço quando tenho um pouco de dúvidas (ex: pouco sangramento que persiste, ou quando a polpa tem uma cor diferente) - Coloco um curativo de demora entre as sessões MARINA MANNA MELAZZO Cor rósea avermelhada Hemorragia suave (se não parar é sinal de inflamação) Resistente ao corte (polpa mole: polpa que não tem vitalidade completa) Consistente 1° sessão 1) Anestesia 2) Isolamento absoluto 3) Antissepsia do campo operatório com clorexidina 2% 4) Remocaço do tecido cariado 5) Exposição pulpar 6) Remoção do teto da câmara pulpar 7) Amputação da polpa coronária 8) Irrigação/Aspiração 9) Hemostasia 10) Colocação de otosporin (curativo de demora que tem como principal ação: anti inflamatória) – tem que ficar 7 dias, se ficar por exemplo 15 dias não faz mais essa técnicaa 11) Selamento provisório IRM 2° sessão 1) Anestesia 2) Isolamento absoluto 3) Antissepsia do campo operatório com clorexidina 2% 4) Remoção do selamento provisório 5) Remoção do otosporin – tira com uma pinça clinica 6) Colocação da pasta de hidróxido de cálcio PA 7) Aplicação de compósito de hidróxido de cálcio 8) Aplicação de base (ionômero de vidro) 9) Restauração do elemento dentário 10) Proservação – pede pro paciente voltar depois de 15 dias, no primeiro ano rx a cada 3 meses e a partir do segundo ano a cada 6 meses CASO CLÍNICO Indicação de pulpotomia MARINA MANNA MELAZZO 10 min depois .. Começamos a abrir o dente.. Exposição da polpa Nesse exato momento acima vamos começar a irrigação. NÃO ESQUECER!!!!!!! MARINA MANNA MELAZZO Irrigou e aspirou, e tem que tomar cuidado com a aspiração porque pode sugar a polpa Com a colher de dentina vamos cortar a polpa coronária. - Podemos colocar aí direto o hidróxido de cálcio PA, mas como foi na urgência vamos colocar curativo por falta de tempo - Colocando o otosporin. - Nesse caso como esta tudo ok pode pedir para voltar no outro dia, não precisa esperar a ação dele de 7 dias MARINA MANNA MELAZZO Selando o dente com uma restauração provisória: IRM Fim da 1° sessão Isso esta sendo feito na 2° sessão MARINA MANNA MELAZZO Pasta de hidróxido de cálcio. Consistência: uma consistência que a gente consegue cortar Com uma espátula de inserção vamos colocar a pasta com muito cuidado , deixa tocar nas paredes circundantes. Com uma bolinha de algodão e soro sem excesso vai acomodando a pasta (outro dente não é o mesmo da menina) MARINA MANNA MELAZZO Dente restaurado PROSERVAÇÃO: Se tem dor que não sessa a um prazo curto: vai ter que abrir o dente e fazer uma biopulpectomia Se depois de seis meses faço um Rx e tem uma lesão na raiz mesial: Necropulpectomia II É dividida em biopulpectomia e necropulpectomia; É uma técnica radical; Nessa técnica a gente elimina toda a polpa; Deve-se realizar odontometria, instrumentação, se necessário colocar curativo entre as sessões e obturar; Pela presença do permanente muitas vezes a pasta obturadora fica aquém do ápice; Quando tem sangramento = recua (distanciando do ápice ou do bisel de risólise); A reabsorção (acontece em bisel) nem sempre é visível; MARINA MANNA MELAZZO 1. Ser biologicamente compatível com os tecidos periapicais; 2. Reabsorvível; o Deve ser reabsorvida junto com a raiz, se não for, ela vai servir como barreira, como obstáculo para o permanente mudar de posição. 3. Fácil inserção no canal radicular; o Tem que fazer um preenchimento com facilidade porque estamos trabalhando com criança, assim não pode ser uma técnica que requer muito tempo. o Usamos a seringa Calen para colocar a pasta na placa de vidro e vamos formar uma nova pasta: Pasta Calen Espessada, ela tem uma consistência ideal para conseguir introduzir no canal (não é tão rígida, pois tem que reabsorver). o Vamos preencher o canal com limas, vamos usar uma lima intermediária. o Não usamos a lentulo pelo risco de fratura que ela tem 4. Fácil remoção, quando necessário; o Se não deu certo vou ter que tirar, então vamos ter que tirar. o Como? Irrigando e usando uma lima. o - Podemos observar o extravasamento da pasta obturadora (quando isso acontece não precisa remover a pastae fazer uma nova obturação porque ela (pasta) vai ser reabsorvido) 5. Ter radiopacidade; o Quem vai dar radiopacidade à pasta é o pó que vamos acrescentar (óxido de zinco). o Quanto + pó + radiopaca, porém não pode colocar muito se não fica muito espessa e assim fica difícil para ser reabsorvida. 6. Ser antisséptico; o Aqueles microrganismo que não conseguimos remover, a pasta vai conseguir fazer isso 7. Não pigmentar o dente; o O dente deve continuar branco após a obturação, preservando a cor dele. 8. Não contrair; o Quando preencho o conduto ela não pode contrair, e se acontecer pode sobrar espaço entre a pasta e a raiz. Assim vai ter microrganismos e levar a insusseço do tratamento 9. Aderir às paredes do canal; o Não pode ter espaço entre a pasta e a parede Pasta Calen Espessada ( Calen + Óxido de Zinco) MARINA MANNA MELAZZO Contém: 2 tubetes de calen (hidróxido de cálcio) e 2 tubetes de glicerina Para trabalhar com esse material usamos a agulha longa (a agulha curta pode entupir ou causar algum acidente como o tubete explodir) Como administrar a pasta? 1. Colocamos o tubete de glicerina com a agulha longa; - serve para lubrificar a agulha 2. Descartamos a glicerina na placa; 3. Colocamos o tubete de Calen; 4. Descartamos as primerias 3 gotas porque tem glicerina 5. Vou colocar o pó (oxido de zinco) aos poucos junto a pasta até conseguir a consistência ideal = toca na placa e não gruda 6. Vantagem de usar o óxido de zinco Vantagens: maior radiopacidade e tempo de reabsorção mais compatível à raiz do dente decíduo Calen + Óxido de Zinco = O óxido de zinco é adicionado à pasta até se conseguir a consistência desejada O diâmetro da lima #35 é compatível com o diâmetro da agulha longa! Portanto se o conduto for atrésico, instrumentamos o conduto até ele possuir diâmetro equivalente da agulha. Calen pura = utilizada para curativos entre sessões. Ela é levada com seringa endodôntica com a agulha longa (instrumentar até #35) Calen espessada = utilizada para obturação (Utiliza-se a lima intermediária para levar a pasta até o canal.) Indicações Dentes decíduos anteriores com exposição pulpar por cárie Molares decíduos com polpa muito inflamada o O dente está sangrando, coloração diferente, polpa toda liquefeita Pulpites Reabsorções internas o Indica inflamação severa MARINA MANNA MELAZZO Técnica de tratamento 1. Anestesia 2. Isolamento absoluto 3. Abertura coronária 4. Solução irrigadora: soro fisiológico o Irrigação constante e abundante; a irrigação além de eliminar restos de polpa, dentina, ela vai limpar o campo o Não pode ser hipoclorito porque é mais forte, mais agressivo, se houver extravasamento vai ter dor e irritação, então só vamos usar em necropulpectomia. 5. Odontometria o Se tratando de um dente anterior: começa com uma lima mais calibrosa: #35 #40. o Para posterior começa com uma mais fina: #10 #15. o O limite da odontometria é de 2 a 3 mm aquém do ápice ou do bisel de risólise. o Ex: se o dente tem 15mm eu posso trabalhar seguindo de 13 a 12mm 6. Limite de instrumentação (2 a 3mm aquém) do começo ao fim 7. Instrumentação; - não faz escalonamento no decíduo 8. Irrigação final (soro fisiológico) – irrigação muito abundante 9. Aspirar 10. Secar com o cone de papel; 11. Se necessário colocar curativo de demora (calen ou otosporin) ou obturação definitiva (calen espessada) 12. Selamento provisório ou restauração definitiva – coloca uma camada de compósito de hidróxido de cálcio, uma camada de ionômero e fazer a restauração Sequencia clinica 1. Pega radiografia, mede o dente e tira 3 mm o 2. Abertura do dente o - Ponta 1014 depois broca 1557 e depois a ponta 3082 3. Começa a instrumentação de acordo com o dente 4. Se a criança der condições para confirmar a instrumentação, faz a radiografia. Se não for possível não faz a radiografia 5. Faz instrumentação de 3 a 4 limas. – se começou com a #35 faz at 6. Seca bem o conduto 7. Coloca curativo MARINA MANNA MELAZZO o Fica 7 dias +/-. Coloco pincelando o otosporin o Pode esperar até 30 dias com a pasta calen; uso ela se vejo que está caminhando para uma necro. Como tiro a calen? Irrigando bastante e uso a ultima lima que usei 8. Obturação o o 9. Coloca camada de compósito de Hidróxido de Cálcio 10. Coloca uma camada de ionômero de vidro 11. Restaura dente 12. Acompanhar o paciente – 1° ano: 3 em 3 meses. Próximos anos: 6 em 6 meses MARINA MANNA MELAZZO Necrose pulpar – pode ser tanto total quanto parcial; uso medicamentos diferentes Tenho bactérias que não ultrapassaram o ápice e nem ficaram alojadas na furca Tenho bactérias que ultrapassaram o ápice e furca provocando reabsorção óssea e radicular. Tenho uma contaminação maior então na terceira sessão quando removo a calen pode acontecer a presença de exsudato e ai eu não vou obturar, e sim vou colocar Calen por mais 30 dias. Técnica de tratamento (para as duas técnicas Necro I e II) Primeira sessão 1. Anestesia 2. Isolamento absoluto 3. Anti-sepsia 4. Abertura coronária 5. Neutralização/Irrigação – hipoclorito de sódio a 1% A odontometria é 1 mm aquém do ápice. a. Através da radiografia de estudo vou medir o comprimento total do dente (ex:17mm).. b. Começo irrigiando e depois esvaziando. c. Para fazer o esvaziamento uso a primeira lima #50 com 10mm (não é regra o numero da lima, esse numero por exemplo é usado mais para incisivos. Para molar na maioria das vezes usamos #35 #30 e #25), sempre trazendo para fora o conteúdo séptico. d. Depois uso a lima #45 com 13mm (aproximando mais do ápice). e. Sempre lembrar de irrigar a cada retirada da lima. f. Depois vou usar a #40 com 15mm. g. Irriga muito MARINA MANNA MELAZZO MARINA MANNA MELAZZO 6. Curativo de demora fica 7 dias – PMCC (para o PMCC ter uma boa ação tem que ter o esvaziamento) a. Pego uma bolinha de algodão e umideço com PMCC. b. Tira o excesso. c. Coloco na câmara. d. Coloco uma bolinha seca.. e. Fecho o dente Segunda sessão: 1. Anestesia 2. Isolamento absoluto 3. Anti-sepsia 4. Abertura coronária 5. Odontometria 6. Instrumentação Nos molares geralmente começamos com limas especiais #10, #15, #20, #25, #30, #35 ( a #35 tem que ser a ultima lima nesses dentes Nos anteriores geralmente começamos com limas #40, #45, #50, #55 7. Irrigação/aspiração 8. Secagem e colocar ácido - Etilenodiamino tetra acético (EDTA) (3 min ) 9. Curativo por 30 dias – Calen 10. Radiografar para verificar o preenchimento. Terceira sessão: 1. Irrigar para remover a Calen 2. Aspirar 3. Secar e colocar EDTA (3 min ) 4. Obturação definitiva: Calen espessada (Calen com oxido de zinco) 5. Compósito de hidróxido de cálcio 6. Ionômero de vidro 7. Selamento provisório ou restauração definitiva MARINA MANNA MELAZZO Trauma: todo impacto em si; Vai desde uma pequena fratura do esmalte até a avulção do elemento dental; Dentes que mais sofrem com esse impacto são os incisos superiores, pode englobar os caninos também. Fazemos uma contenção com uma amarria com um fio ortodôntico; Logo após todo o trauma tem o follow up (controle) que deve ser acompanhado de duas semans até um ano após o trauma; Se tem um dente que ta viva mas está tendo reabsorção = faz canal e usa hidróxido de cálcio por 6 meses (vai trocando); Percentual de reabsorção 1. Concussão: deslocamento nenhum 2. Subluxação: Pouco de deslocamento 3. Extrusão: Raiz desloca um pouquinho do alvéolo MARINA MANNA MELAZZO 1. Luxação lateral: Fratura alveolar; Tem fratura e deslocamento da raiz; 2. Intrusão: Coroa está mais pra dentro do alvéolo; 3. Avulsão: Dente desloca totalmente do alvéolo; No permanente: não toca na raiz de forma alguma (segurao dente pela coroa, lava com soro fisiológico ou agua corrente) No decíduo: não se reimplanta Abalo sentido palatino; 1. Fratura de esmalte; 2. Fratura de esmalte e dentina; 3. Fratura de esmalte, dentina e polpa; MARINA MANNA MELAZZO 1. Fratura de coroa e raiz; 2. Fratura de coroa obliqua ficando em nível subgengival – dependendo do nível subgengival não da para aproveitar o dente. Esse dente seria candidato a exodontia, porque não conseguiríamos um espaço biológico; 3. Fratura de raiz; Segura pela palatina e empurra por vestibular. Faz uma contenção rígida Um prejuízo para as estruturas de suporte dos dentes, sem aumento da mobilidade ou deslocamento do dente, mas com dor à percussão. Coroa aliada, não tem presença de sangramento. MARINA MANNA MELAZZO É gerado uma inflamação por isso o dente fica sensível Faz no dia, 1 semana depois e 1 mês depois; Quais eu faço? Teste com o frio (spray congelante), teste quente com a guta percha; Teste pulpar de sensibilidade; Normalmente, tem um resultado positivo; O teste é importante para avaliar o risco futuro de complicações de cicatrização; A falta de resposta para o teste indica um aumento do risco de necrose da polpa no futuro; Radiograficamente = não observa nada de alteração Se o paciente já chega falando que se encosta já doi muito nem precisa fazer esse teste porque o próprio paciente já te conta o que ele ta sentindo O dente nesse teste fica sensível ao toque Se tiver em duvida de qual dente doi, ai sim faz o teste com o cabo do espelho MARINA MANNA MELAZZO Aperta por palatina e incisal; Onde o dente não entra pra dentro do alvéolo Ligamento periodontal = normal, sem lesão; Não há anormalidades radiográficas, e o dente está posicionado normalmente no interior do alvéolo; O único detalhe desse trauma é a sensibilidade ao toque; Não apresenta maior mobilidade Se faz movimento no sentido vestíbulo-palatino não tem mobilidade Suprimento neurovascular está intacto, não foi rompido o feixe vásculo nervoso então a nutrição da polpa vai estar normal; Como sei se rompeu ou não esse suprimento? Através dos testes, por isso é importante fazer vários testes; Prognostico bom! MARINA MANNA MELAZZO Porque o dente fica sensível? É formado áreas de edema que gera uma inflamação que consequentemente tem dor Muitas áreas do ligamento periodontal tem rompimento das fibras colágena ficando sem adesão; Alimento macio por 1 semana (corta a carne em pedaços menores, sopa, caldo) para evitar impacto sobre o dente traumatizado Boa cicatrização após uma lesão aos dentes e tecidos orais depende, em parte, de uma boa higiene oral. Escovando os dentes com uma escova macia e lavagem com clorexidina 0,1% é benéfico para evitar o acúmulo de placa bacteriana e os resíduos. Monitorar condição pulpar por pelo menos 1 ano Normalmente não há necessidade de tratamento Controle clínico e radiográfico em 4 semanas, 6-8 semanas e 1 ano Usamos para deixar o meio alcalino e não deixa ficar acido porque ai as chances de ter uma reabsorção Um prejuízo para as estruturas de suporte do dente, resultando em aumento da mobilidade, mas sem deslocamento do dente. O sangramento do sulco gengival confirma o diagnóstico. Visualmente não tem nada alterado, no máximo um sangramento subgengival. MARINA MANNA MELAZZO Haverá um resultado positivo do teste de sensibilidade em cerca de metade dos casos. O teste é importante para avaliar o risco futuro de complicações de cicatrização. A falta de resposta no teste inicial indica um aumento do risco de necrose pulpar. Sensíveis ao toque ou batida Percussão horizontal = lesão periodontal associada Percussão vertical = lesão pulpar Vai ter um aumento da mobilidade. Geralmente sem anormalidades radiográficas. Vai ser o exame clinico que vai determinar o diagnóstico. Pode ter um ligeiro espessamento do ligamento Alimento macio por 1 semana (corta a carne em pedaços menores, sopa, caldo) para evitar impacto sobre o dente traumatizado e as fibras se regenerarem. Boa cicatrização após uma lesão aos dentes e tecidos orais depende, em parte, de uma boa higiene oral. Escovando os dentes com uma escova macia e lavagem com clorexidina 0,1% é benéfico para evitar o acúmulo de placa bacteriana e os resíduos. Normalmente não tem necessidade de tratamento. Se a mobilidade for um pouquinho maior: fixação com fio de Nylon para estabilizar o dente para o conforto do paciente, utilizando-a por no máximo 2 semanas. Corta um fio, faz ataque ácid, poe adesivo, fixa uma extremidade do lado direito outro do lado esquerdo e depois o dente do meio. MARINA MANNA MELAZZO Com resina= esplintagem rígida Com fio = esplintagem semi rígida Controle clínico e radiográfico em 4 semanas, 6-8 semanas e 1 ano. É o deslocamento parcial do dente para fora do seu alvéolo. Uma lesão do dente, caracterizado por a separação parcial ou total do ligamento periodontal, resultando no relaxamento e deslocamento do dente. O osso alveolar está intacta numa lesão de extrusão, em oposição a uma lesão luxação lateral Além do deslocamento axial, o dente terá geralmente um elemento de protrusão ou retrusão. Em lesões graves de extrusão do elemento a retrusã/ protrusão pode ser muito pronunciado. Em alguns casos, pode ser mais pronunciada do que o elemento extrusivo. O dente parece estar alongado MARINA MANNA MELAZZO MARINA MANNA MELAZZO Normalmente, a falta de resposta, exceto para os dentes com deslocamentos menores. O teste é importante na avaliação do risco de complicações de cicatrização. Um resultado positivo para o teste inicial indica uma redução do risco de necrose pulpar mais tarde. Normalmente negativo Normalmente vai ter uma resposta positiva Nítido deslocamento e sensibilidade Excessivamente móvel MARINA MANNA MELAZZO O dente fica meio fora do alvéolo 1. Anestesia 2. A superfície radicular exposta do dente deslocado é lavada com soro fisiológico antes do reposicionamento. 3. Reposicionar o dente suavemente, reinserindo no alvéolo com uma pressão digital axial (anestesia local geralmente não é necessário). 4. Estabilize o dente por 2 semanas usando uma tala flexível. MARINA MANNA MELAZZO Monitorar a condição pulpar é essencial para diagnosticar a reabsorção radicular associada. Nos casos de ápice aberto, a revascularização pode ser confirmada radiograficamente pela continuação da formação da raiz e obliteração do canal radicular e geralmente, um retorno a uma reposta positiva ao teste da sensibilidade da polpa. Nos casos de ápice fechado, a continua falta de resposta pulpar ao teste de sensibilidade deve ser tomado como evidência de necrose pulpar com rarefação periapical e às vezes descoloração da coroa total. Alimento macio por 1 semana. Boa cicatrização após uma lesão aos dentes e tecidos orais depende, em parte, de uma boa higiene oral. Escovando os dentes com uma escova macia. Lavagem com clorexidina 0,1% é benéfico para evitar o acúmulo de placa bacteriana e os resíduos. O dente é completamente deslocado para fora de seu alvéolo. Clinicamente o alvéolo é encontrado vazio ou preenchido com um coágulo. Fazemos para saber se tem resto de alguma coisa dentro do alvéolo O dente é retirado do seu alvéolo. Não é indicado. Nãoé indicado. MARINA MANNA MELAZZO Não é indicado. Manter o paciente calmo. Evite tocar na raiz. Se o dente estiver sujo, lave-o rapidamente (10 segundos) em água fria corrente e reposicioná-lo. Tente encorajar o paciente/pai para replantar o dente. Morder em um lenço para mantê-lo na posição. Ápice fechado: Dente reimplantado antes da chegada do paciente no consultório odontológico ou clínica. 1. Deixe o dente no lugar. 2. Limpar a área com água pulverizada, soro fisiológico, ou clorexidina. 3. Realizar suturas gengivais se necessário. 4. Verifique a posição normal do dente depois de reimplantados (clínica e radiográfica) 5. Aplicar uma tala flexível por até 2 semanas. Tala flexível – fio de nylon 6. Administrar antibióticos sistêmicos. A tetraciclina é a primeira escolha (2x doxiciclina por dia durante 7 dias, com a dose apropriada para a idade e o peso do paciente). O risco de descoloração dos dentes permanentes deve ser considerado antes da administração sistêmica de tetraciclina em pacientes jovens. (Em muitos países, a tetraciclina não é recomendado para pacientes com menos de 12 anos de idade) Em pacientes a Fenoximetril penicilina (Pen V) ou amoxicilina, com a dose apropriada para a idade e peso, é uma alternativa a tetraciclina. Se o dente avulsionado teve contato com o solo, e se a cobertura tétano é incerto, consulte o médico para um reforço de tétano. Iniciar um tratamento de canal 7-10 dias após o reimplante e antes da remoção da tala. Hidróxido de cálcio = diminui reabsorção Evite a participação em esportes de contato. Alimento macio por até 2 semanas. Escovar os dentes com uma escova macia depois de cada refeição. Use um bochecho de clorexidina (0,1%), duas vezes por dia, durante 1 semana. MARINA MANNA MELAZZO O tratamento de canal deve ser iniciado 7-10 dias após o reimplante. 1. Coloque o hidróxido de cálcioi como um medicamento intra-oral por até 1 mês, seguido do preenchimento do canal radicular com um material aceitável. 2. Alternativamente uma pasta de antibióticos/corticosteróide pode ser colocado logo após o reimplante e mantido durante pelo menos 2 semanas. 3. A remoção do splint e o controle clínico e radiográfico deve ser realizado após 2 semanas. 4. O controle clínico e radiográfico deve ser realizado após 4 semanas, 3 meses, 6 meses, 1 ano e depois anulamente. 5. Limpe a superficie da raiz e o forame apical com um fluxo de solução salina. 6. Mergulhar o dente em solução salina, a fim de eliminar a contaminação e as células mortas da superficie da raiz. 7. Administrar anestesia local. 8. Irrigar o alveolo com solução salina. 9. Examina o alveolo. 10. Se houver uma fratura da parede do alveolo, reposicioná-la com um instrumento adequado. MARINA MANNA MELAZZO Anestésicos locais são agentes que bloqueiam de modo reversível a condução de impulsos nas fibras nervosas; Efeito principal: abolição da dor; A anestesia local é uma etapa muito importante e essencial para a realização do tratamento odontológico Irritação mínima; Bloqueio reversível do nervo; – para isso acontecer devemos sempre escolhendo a técnica correta. Boa difusibilidade; - Tem que chegar onde eu desejo, para isso tem que fazer um planejamento e assim fazer a técnica correta. Baixa toxicidade sistêmica Eficácia – Tem que eliminar a dor Inicio rápido de ação; – Isso é muito importante na odontopediatria. Após injetar o anestésico deve se esperar 10 minutos (tempo de segurança) para iniciar o procedimento Duração de ação adequada; São os mais sensíveis; o Maior número de casos fatais por dose excessiva Principais problemas: o Úlcera traumática – Acontece porque a criança ficou mordendo lábio, língua ou bochecha Se isso acontecer vai indicar uma solução chamado VASA: VASA: É uma mistura de violeta genciana + xilestesin + sacarina + água; Antes de passar o VASA a mãe deve passar uma gaze com água ou soro fisiológico; Usar 3 vezes ao dia de 3 a 4 dias. Sempre acompanhar, pedir foto o Hematoma – Acontece quando injeta muito rápido o anestésico (deve demorar 60 segundos a 1 min e meio), quando faz varias perfurações ou quando faz a pulsão no lugar errado; o Fratura de agulha – Sempre usar agulhas curta (pterigo-mandibular) ou extra curta (infiltrativas, fundo de vestíbulo, palato, papila...). A agulha longa provoca mais dor porque tem um diâmetro maior; MARINA MANNA MELAZZO o Disseminação de infecção e dor – Se chega com um abcesso NÃO vou anestesiar, porque pode disseminar essa contaminação principalmente se não está fazendo uso de anestésico. O que devo fazer? Prescrever o antibiótico, remarca depois de 4 dias para iniciar o tratamento Obs: na odontopediatria o anestésico tópico é REGRA 1. Anestésico tópico: por 3 minutos; 2. Botão anestésico; Introduz a pontinha da agulha e 4 ou 5 gotículas, vai ter uma isquemia que é o botão anestésico, depois disso espera um pouquinho e injeta o resto; 3. Introduzir a agulha lentamente; 4. Gotejar o anestésico durante todo o trajeto da agulha; 5. Controlar o medo e a ansiedade da criança; Porque a ansiedade pode sim interferir o efeito do anestésico; Essa rizólise vai interferir na quantidade de anestésico que vou injetar; + reabsorção – anestésico; -- reabsorção + anestésico; Passo a Passo 1. Bochecho com clorexidana 0,12: 1 minuto (sempre pedir para fazer o bochecho em todos os procedimentos) 2. Se a criança não consegue fazer bochecho: aplica com uma gaze 3. Se a criança é sensível ao gosto a gente pode dividir 30 segudos 5 ml depois 5 ml de novo 30 segundos 4. Anestésico tópico: solução, creme (melhor) ou spray com uma pinça clínica passa o anestésico espera 1 minuto com o algodão la dentro, passa mais um pouco espera 1 minuto, passa mais um pouco espera 1 minuto; Benzocaína: usado como anestésico de superfície em mucosas, nas formas de pomada ou géis; Absorvido de forma rápida através das mucosas; O começo da ação evidencia-se instantaneamente e prolonga-se por 15 a 20 minutos; 5. Injeção do anestésico local; MARINA MANNA MELAZZO Se a criança for pouco sensível e tiver muita reabsorção pode só fazer a anestesia tópica Dentes Anteriores Superiores Técnicas usadas para dentísticas (todas as classes), endodontia, exodontia; o Usamos: 1. Anestesia tópica; 2. Infiltrativa fundo de vestíbulo; 3. Papilar mesial e distal; 4. Complementando por palatino (Se necessário. Na exo sempre é necessário); Dentes Anteriores Inferiores Técnicas usadas para dentísticas (todas as classes), endodontia, exodontia o Usamos: 1. Anestesia tópica; 2. Infiltrativa fundo de vestíbulo; 3. Papilar mesial e distal; 4. Complementando por palatino (Se necessário. Na exo sempre é necessário); OU substituir tudo pela mandibular Molares Superiores Técnicas usadas para dentísticas (todas as classes), endodontia, exodontia o Usamos: 1. Anestesia tópica; 2. Infiltrativa fundo de vestíbulo; 3. Papilar mesial e distal; 4. Complementando por palatino (Se necessário. Na exo sempre é necessário; Molares Inferiores Técnicas usadas para dentísticas (todas as classes), endodontia, exodontia o Usamos: 1. Anestesia tópica; 2. Mandibular; MARINA MANNA MELAZZO Infiltrativa Fundo de Vestíbulo 1. Traciona o lábio; 2. Introduzo a pontinha da agulha e faço o botão anestésico; 3. Depois faz a pulsão com o anestésico local; Usa-se uma agulha curta não injeta a agulha inteira. Quando vai fazer a pulsão da agulha movimenta o lábio para tirar a atenção da criança na agulha Papilar ou Transpasse Vai atravessar a agulha de vestibular para linguale ir gotejando anestésico por todo o trajeto. Vai ver a isquemia dos dois lados (V e P/L) Complemento por Palatina MARINA MANNA MELAZZO Naso-Palantina Indicado para situações especifica como cirurgia de dentes anquilosados, dentes supranumerários... Nervo Palatino Maior 1. Anestésico tópico; 2. Infiltrativa fundo de vestíbulo; 3. Papilas; 4. Nervo palatino maior; MARINA MANNA MELAZZO Como fazer a injeção no nervo palatino maior: A referência é o 2º molar decíduo Traçar uma linha dividindo o palato no meio E uma linha no meio da primeira linha até a distal do 2º molar decíduo. Vou fazer a pulsão no meio da 2ª linha Indicada: Extrações de molares decíduos raiz completa, 1/3 de reabsorção até 2/3 de reabsorção; Mandibular Localização do forame mandibular 0-6 anos: abaixo do plano oclusal; 6-10 anos: mesmo nível do plano oclusal; 10-16 anos: 5 mm acima do plano oclusal ; Acima de 16 anos: 10 mm acima do plano oclusal; MARINA MANNA MELAZZO Pede pra criança abrir a boca o máximo que conseguir Pegar como ponto de referência: prega pterigo mandibular e linha obliqua interna (coloca o dedo nessa linha); Vou fazer a pulsão entre a prega e a linha obliqua interna NÃO pode ter resistência Na criança: Seringa do lado oposto entre os dois molares decíduos No adulto: seringa do lado oposto entre os pré molares O que bloqueia? MARINA MANNA MELAZZO Dentes decíduos (molares superior e inferior) Dentes permanentes (PM e molares superior e inferior, além dos anteriores que apresentam na altura do cíngulo um sulco muito profundo) com sulcos, fóssulas e fissuras em profundidade. Pacientes com alto risco e atividade de cárie. OBS: realiza-se em dentes recém chegados na cavidade oral. OBS: pode estender o selante para sulcos OV ou OL. Portanto temos que analisar: dente é recém rompido? Anatomia? Alto risco de cárie? Indicado para dentes que acabaram de chegar na cavidade bucal e ainda não estão em oclusão. Permanece no dente até que ele entre em oclusão, pois ele vai soltando a medida que ele entra em oclusão por não ter tanta resistência. Retenção inferior a dos selantes resinosos (sem necessidade de condicionamento ácido) Boa efetividade. Capacidade de liberar e reincorporar fluoretos 1. Profilaxia (muito bem feita, utilizando a escova robson) 2. Lavar o dente (muito bem lavado, retirando qualquer remanescente de pasta profilática) 3. Isolamento do campo operatório (é relativo, pois não precisa colocar grampo, nem anestesiar! Utilizar rolete de algodão em fundo de vestíbulo próximo ao dente a ser selado, por lingual em várias regiões também) 4. Secagem 5. Manipulação do material (1gota líquido: 1 de pó - aglutinação do ionômero de vidro – OBS: NÃO espatular material) 6. Aplicação (com uma seringa centrix). 7. Remoção de excessos, esperar 7 minutos o tempo de presa inicial 8. Proteção superficial (com verniz com flúor “flúorniz” ou com esmalte de unha ou com adesivo dentinário) e avaliação oclusal. Tempo de presa final: 24 horas. OBS: quando utilizamos o verniz, pede-se para a criança ficar 1 hora e meia sem comer e beber e o esmalte e o adesivo pode comer e beber logo em seguida, mas pede-se para não escovar a oclusal do dente selado por pelo menos 24 horas em qualquer um desses materais. OBS: a primeira opção é o verniz! (quando for buscar o ionômero na farmacinha, levar o pote dappen para já colocarem o verniz fluoretado). ANA CLARA BESSA Dentes que chegaram recentemente na cavidade (menos de 2 aos) e já estão em oclusão. Permanece no dente em média 7-8 anos. Fotopolimerizável. Incolores ou matizados Indicação: dentes erupcionados há menos de 2 anos co fóssulas e fissuras profundas e estreitas. Pode aplicar tanto utilizando a ponta descartável da seringa do FluroShield ou com a ponta da sonda exploradora (de preferência). Possui flúor em sua composição, mas não confere vantagens significativas. 1. Profilaxia 2. lavar o dente 3. anestesiar o dente (nas papilas para a colocação do grampo) 4. isolamento do campo (absoluto) 5. passar a escova robson no dente novamente 6. lava e secar o dente 7. aplicação de ácido na face oclusal (20-30 seg) 8. lavar muito bem em seguida (40-60 seg) 9. secar o dente 10. aplicação do FluroShield percorrendo de mesial para a distal, 11. remoção de excessos 12. fotoativação por 30-40 seg 13. percorrer com a ponta da sonda em toda a oclusal para verificar se há falhas (Se tiver, aplica novamente só naquele ponto de falha) OBS: não precisa usar um material para proteger esse material, pois ele está com presa final. Entretanto, como extravasa ácido nas outras partes do dente, realizamos aplicação de flúor gel (1 minuto) ou flúor verniz (2 minutos) em toda a camada do dente. OBS: bater carbono e verificar se há excessos. Se tiver, utilizar uma ponta diamantada para retirar o excesso. ANA CLARA BESSA Lençol de borracha; Perfurador; Pinça porta grampos; Arco de Young; Fio dental; Grampos: 26, 14, 14A, W8A, 206 a 209 e 00. o Os selantes resinosos quando são utilizados por profissionais habilitados são seguros, efetivos e subutilizados em prevenção de cáries em fóssulas e fissuras, logo a efetividade da técnica aumenta quando se realizam os passos adequados das técnicas. o Em pacientes com alto risco de cárie ou em superfícies que já apresentam lesões cariosas incipientes o benefício do selante é aumentado, pois inibe a progressão da lesão, mas não podemos deixar de acompanhar o paciente de forma adequada. o Os selantes podem ser usados em pessoas de qualquer idade, na face oclusal de decíduos e permanentes, caso haja risco de cárie, pois é benéfico para a prevenção da cárie. ANA CLARA BESSA Coroas estéticas decíduos em dentes anteriores Incisivios decíduos superiores (para os inferiores também é indicado porem é muito caro de acontecer) anteriores com grande destruição coronária Pouca perda de dimensação vertical Tem hábitos nocivos? Se sim remover os hábitos (dedo, chupeta, mamadeira) – se faz com a criança tendo esse hábito, a coroa vai sair Tem bruxismo? Se sim é CONTRA INDICADo – porque vai ter deslocamento da coroa Tem que ser um paciente condicionado ao tratamento odontológico Conscientização e motivação do núcleo familiar – tem que conscientizar que vai ter que tirar o pino quando o permanente tiver chegando, então tem que ter um acompanhamento; Possibilidade de tratamento endodôntico; Reabsorção radicular patológica ou fisiológica: avaliar extensão Resultados estéticos satisfatórios; Técnica fácil execução; Baixo custo; Pouco tempo de trabalho; Aumenta a resistência à fratura do remanescente dentário – mas tem que tomar cuidado, tanto a mãe quanto a criança; MARINA MANNA MELAZZO 1. Radiografia para diagnóstico; 2. Isolamento do campo operatório; 3. Abertura coronária; 4. Neutralização progressiva do conteúdo séptico-toxico; 5. Odontometria; 6. Instrumentação; 7. Irrigação-aspiração; 8. Secagem – curativo calen 30 dias; 9. Após 30 dias – remoção do curativo de demora; 10. Irrigação aspiração; 11. Secagem; 12. Obturação com Calen espessada; Dentes obturados: prontos para fazer o pino Recursos utilizados: Resina composta Matriz de acetato – marcação para a palatina: o Vermelha para central o Azul para lateral o Amarelo para canino O pino intra canal: um terço do tamanho da raiz Media do tamanho do pino: 4mm dentro do canal MARINA MANNA MELAZZO 13. Desobturação do terço cervical do canal radicular com curetas de dentina evai medindo com sonda periodontal; 14. Vedamento do canal com guta percha – para separar a resina da pasta obturadora; 15. Condicionamento com ácido fosfórico do remanescente dentário e parte intrarradicular; 16. Lavagem e secagem; 17. Aplicação de sistema adesivo intracanal e fotopolimerização; 18. Preenche a parte interna do pino; 19. Confecção do Munhão de resina (parte externa) composta opaca tipo cor A 0,5 ou B 0,5 – com formato expulsivo de cervical de cervical para incisal e com metade do tamanho da coroa; 20. Seleção do tamanho da matriz – tamanho cervical (se o tamanho não ficar bom pode cortar) e formato compatível com o dente a ser reconstruído; 21. Recorte cervical da matriz com tesoura fina para adaptá-la ao remanescente dentário para evitar excessos marginais; 22. A matriz deve acompanhar a anatomia cervical do dente: vestibular e palatina convexas e proximais côncavos (devido ao contorno da papila); 23. Provar as matrizes de acetato e verificar se há espaço suficientes para resina entre o remanescente dental (munhão) e coroa (matriz); 24. Perfuração no ângulo incisal – serve para quando adaptar a matriz com resina o excesso vai sair pela cervical, mas pela incisal também; 25. Condicionamento com ácido fosfórico dos munhões e remanescentes dentários; 26. Lavagem e secagem; 27. Aplicação do sistema adesivo nos munhões e remanescentes dentários, e fotopolimerização; 28. Preenchimento da matriz com resina composta, com auxílio de espátula de resina, em pequenas porções (cuidado para não formar bolhas) – sempre lembrar de deixar um espaço no meio para o munhão; 29. Adaptação da resina composta na matriz de acetato e verificar se há espaço suficiente para resina entre o remanescente dental e coroa; 30. Inserção da matriz preenchida com resina sob pressão no dente preparado; 31. Remoção do excessos cervicais de resina composta com espátula; 32. Verificar posição da matriz no arco; 33. Fotopolimerização em todas as faces do dente; 34. Remoção cuidadosa da matriz com a ponta da sonda exploradora (margem gengival entre a matriz e a resina composta polimerizada): a matriz pode sair inteira ou pode ser rasgada durante o processo; MARINA MANNA MELAZZO A radiografia compreende a projeção de imagens tridimensionais em uma superfície bidimensional causando superposição de estruturas, alterações no formato e dimensões do objeto; Tais fatores devem ser de conhecimento prévio ao interpretar imagens; Alterações patológicas aparecerão somadas às imagens da anatomia normal, o que pode causa confusão na interpretação; A parte mais difícil da radiografia na odontopediatria é manter a criança quieta durante a realização da radiografia; O exame radiográfico odontológico é um recurso importante para complementar o exame clínico. Pois, ajuda na detecção de alterações importantes nos tecidos duros dos dentes e osso da face, auxilia no diagnóstico, na elaboração do plano de tratamento e no acompanhamento e controle dos casos. É comum que os pais fiquem inseguros ao saber que seu filho pequeno precisa fazer um exame de raio-x, devido à radiação ao qual ele vai estar exposto durante o procedimento. A verdade é que não há uma idade mínima para fazer raio-x. Entretanto, o procedimento deve ser avaliado pelo pediatra, que vai dizer se o benefício obtido pelo resultado de um exame de raio-x é superior aos riscos potenciais da exposição à radiação, já que as crianças possuem uma maior sensibilidade. 1. Periapicais – para visualizar dente decíduo: coroa e raiz (porque tem que estudar a rizolise) e também o substituto permanente (pelo menos a pontinha dele). É a mais indicada para quando tem aconteceu algum trauma. 2. Interproximais – lesão no ápice, furca, alteração no osso, raiz, dentes adjacente. Pode ver cáries, mas não é uma imagem completa 3. Oclusais – para visualizar alguma patologia 4. Panorâmicas – visão completa da dentição do paciente. Nesse momento vamos substituir muito as periapicais pelas panorâmicas Tamanho 0 – para crianças menores Tamanho 2 – periapicais e interproximais de crianças maiores e adultos Tamanho 4 – para oclusais Quando não tem o 0 podemos dobrar o 2 unindo as duas pontas com fita adesiva MARINA MANNA MELAZZO Importante depois de radiografar, é organizar a cartela radiográfica e não se esquecer de vedar a cartela. Recomenda-se: radiografia periapical modificada com filme periapical adulto, para diagnóstico e acompanhamento do caso. DICA: usamos o filme na horizontal. Esta tomada radiográfica é mais fácil e requer menos colaboração da criança. Fraturas radiculares, sua extensão e proximidade pulpar; Fraturas do processo alveolar; Reabsorção radiculares; Deslocamento dentários; Imagens radiolúcidas periapicais; MARINA MANNA MELAZZO Calcificação da polpa coronária e radicular; Fragmentos em tecidos moles; O filme radiográfico utilizado nesta tomada radiográfica é o filme número 2, se for muito pequena (1 ano) pode usar o 0; No segundo caso indicamos exodontia do 61 Fratura: Se levou a criança rápido: faz a conteção (nesse caso) e espera, se tiver necrose: faz a necro Se demora muito para levar a criança, já formou coagulo e não da para reposicionar ele, então: exo MARINA MANNA MELAZZO Vamos posicionar o filme 2 na horizontal (parte ativa pra cima quando for superior e parte ativa para baixo quando for inferior) como se fosse o filme oclusal, pede para criança morder e deixa 2/3 para dentro, pede para criança olhar para os joelhos. Usamos isso quando não conseguimos usar posicionadores; MARINA MANNA MELAZZO