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Questões resolvidas

A historiografia produzida pelo IHGB no século XX tinha como principal função
validar o governo de D. Pedro II.
a construção de uma história nacional.
espelhar-se naquilo que era feito em termos de produção de conhecimento histórico em Portugal para mostrar a validade da herança portuguesa.
questionar a historiografia produzida em outros lugares na América do Sul.
acirrar os regionalismos, procurando validá-los.

X a construção de uma história nacional.

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Questões resolvidas

A historiografia produzida pelo IHGB no século XX tinha como principal função
validar o governo de D. Pedro II.
a construção de uma história nacional.
espelhar-se naquilo que era feito em termos de produção de conhecimento histórico em Portugal para mostrar a validade da herança portuguesa.
questionar a historiografia produzida em outros lugares na América do Sul.
acirrar os regionalismos, procurando validá-los.

X a construção de uma história nacional.

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Pincel Atômico - 20/06/2023 18:35:50 1/5
RILDO RAMÃO
GONZAGA ACUNHA
Avaliação Online (Curso Online - Automático)
Atividade finalizada em 11/03/2023 10:37:39 (688314 / 1)
LEGENDA
Resposta correta na questão
# Resposta correta - Questão Anulada
X Resposta selecionada pelo Aluno
Disciplina:
PRÁTICA PEDAGÓGICA INTERDISCIPLINAR: FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DO ENSINO DE HISTÓRIA [794404] - Avaliação com 10
questões, com o peso total de 30,00 pontos [capítulos - Todos]
Turma:
Segunda Graduação: Segunda Graduação 6 meses - Licenciatura em História - Grupo: FPD-FEV2022 - SGegu0A190123 [82199]
Aluno(a):
91418676 - RILDO RAMÃO GONZAGA ACUNHA - Respondeu 10 questões corretas, obtendo um total de 30,00 pontos como nota
[360038_557
14]
Questão
001
Leia o texto. (ENADE)
Destruídos todos os documentos sobre um determinado período, nada poderia ser
dito por um historiador. Uma civilização da qual não tivéssemos nenhum vestígio
arqueológico, nenhum texto e nenhuma referência por meio de outros povos, seria
como uma civilização inexistente para o profissional de História? A categoria
documento define uma parte importante do campo de atuação do historiador e a
amplitude de sua busca.
KARNAL, L.; TATSCH, F. G. A memória evanescente. In: PINSKI, C. B.; LUCA, T.R.
O historiador e suas fontes. São Paulo: Contexto, 2009, p. 9.
Por trás dos grandes vestígios sensíveis da paisagem, os artefatos ou as máquinas,
por trás dos escritos aparentemente mais insípidos e as instituições aparentemente
mais desligadas daqueles que as criaram, são os homens que a história quer
capturar. Quem não conseguir isso será apenas, no máximo, um serviçal da erudição.
Já o bom historiador se parece com o ogro da lenda. Onde fareja carne humana, sabe
que ali está a sua caça.
BLOCH, M. Apologia a história ou o ofício do historiador. São Paulo: Zahar, 1989, p.
54.
Considerando a necessidade dos historiadores se valerem de registros documentais
para produzir conhecimento e, paralelamente, o enorme alargamento de nossa
compreensão atual do que sejam documentos históricos, avalie as seguintes
afirmações.
I. Apesar das transformações pelas quais passou o campo historiográfico ao longo do
século XX, ainda são os documentos oficiais (via de regra emanados das instâncias
de poder) aqueles que permitem as interpretações efetivamente confiáveis.
II. Para a maioria dos historiadores, na atualidade, a compreensão que prevalecia no
século XIX, de que o documento era portador da “verdade dos fatos” não é mais
aceita, porque se entende que as interpretações sobre o passado se fundamentam no
diálogo construído pelos historiadores envolvendo teoria, eventos e documentos.
III. Durante o século XX ocorreu um alargamento em relação aos objetos de interesse
dos historiadores, o que implicou na ampliação do que se pode considerar como
fontes históricas, chegando-se a conceder o estudo de “fonte” a praticamente tudo
que permita vislumbrar a ação humana.
IV. Um documento histórico não se define como importante a partir de uma
determinada visão de época, ou seja, os documentos existem e mantêm seu valor
independentemente do meio social que os conversa.
É correto apenas o que se afirma em
I, II e III.
II e IV.
I e IV.
I, III e IV.
X II e III.
Pincel Atômico - 20/06/2023 18:35:50 2/5
[360038_557
34]
Questão
002
A historiografia produzida pelo IHGB no século XX tinha como principal função
validar o governo de D. Pedro II.
X a construção de uma história nacional.
espelhar-se naquilo que era feito em termos de produção de conhecimento histórico
em Portugal para mostrar a validade da herança portuguesa.
questionar a historiografia produzida em outros lugares na América do Sul.
acirrar os regionalismos, procurando validá-los.
[360038_557
11]
Questão
003
Leia o texto. (ENADE)
Vivemos em um mundo dominados por imagens e sons obtidos diretamente da
realidade, seja pela encenação ficcional, seja pelo registro documental, por meio de
aparatos técnicos cada vez mais sofisticados. E tudo pode ser visto pelos meios de
comunicações e representado pelo cinema, com um grau de realismo impressionante.
Cada vez mais, tudo é dado a ver e a ouvir, fatos importantes e banais, pessoas
públicas influentes ou anônimas e comuns. Esse fenômeno, já secular, não pode
passar despercebido pelos historiadores, principalmente para aqueles especializados
em História do século XX. As fontes audiovisuais e musicais ganham crescentemente
espaço na pesquisa histórica. Do ponto de vista metodológico, são vistas pelos
historiadores como fontes primárias novas, desafiadores, mas seu estatuto é
paradoxal.
NAPOLITANO, M. A História depois do papel. In: PINSKY. C.B. (Org.). Fontes
Históricas. São Paulo: Contexto, 2005, p. 235 (adaptado).
O paradoxo a que se refere o autor fica evidente
no cinema, cujo realismo e o cuidado dispensado às produções históricas o convertem
em fonte primária do passado e retratados nos filmes.
no jornalismo televisivo, cujo controle exercido pela emissora sobre os conteúdos
veiculados impedem de considerá-lo uma fonte primária
no documentário, que ao se basear em pesquisa sobre a realidade configura uma
fonte confiável
X
no videogame, cujas características tecnológicas, lúdicas e mercadológicas são
elementos importantes para a sua classificação como fonte primária.
na fotografia, cujas características técnicas a transformam em fonte primária neutra
[360038_569
98]
Questão
004
Leia o texto.
Não podemos deixar de pensar, por exemplo, que em regimes totalitários, a história é
abertamente manipulada, regida por necessidades de Estado, e justificadora de
determinadas decisões da esfera pública que acabam por interferir profundamente na
esfera privada. Exemplos desse processo são aqueles de ordem institucional,
inclusive no Brasil do regime militar pós-1964, que desarticulou cursos superiores de
história, mesclando-os sob o nome de Estudos Sociais, quando disciplinas orientadas
pelo Estado eram inseridas na matriz curricular. A Educação Moral e Cívica (EMC) e a
Organização Social e Política Brasileira (OSPB) com conteúdos esvaziados de sentido
crítico levam à conformidade ideológica e a comportamentos passivos.
Segundo o texto, em regimes autoritários, a história
X é alvo de manipulações políticas
é objeto de intensos debates
é transformada em disciplinas como Educação Moral e Cívica
tem preservada suas matrizes curriculares
Pincel Atômico - 20/06/2023 18:35:50 3/5
tem como vocação a adoção de valores de tolerância e respeito
[360038_569
94]
Questão
005
Sobre a relação entre história e etnocentrismo, marque a alternativa correta.
As religiões de matriz africana sempre tiveram destaque como religiões etnocêntricas
X
O questionamento ao etnocentrismo só foi possível devido ao novo entendimento do
conceito de cultura, mais amplo
Na antiguidade, a história buscava principalmente compreender esses povos
diferentes e não julgá-los
Entre as sociedades mais etnocêntricas existentes, destacam-se as indígenas por não
terem contato com outros povos
Ao longo do tempo, o etnocentrismo sempre foi combatido pela história
[360039_569
70]
Questão
006
Leia o texto.
Para Furet (1980, p. 127), se a história nesse momento assume o caráter de ciência,
por outro lado continua “[...] do lado da exigência social, não aquilo que a sociedade
sabe sobre si própria, mas aquilo que a nação conhece do seu passado”. Mesmo
assim, atinge uma amplitude maior ainda, principalmente quando ensinada com
objetivos bem definidos, como o de inculcar na mente das crianças ideias políticas
como o conceito de nação e patriotismo.
FRANÇA, Cyntia Simioni. Introdução aos estudos históricos / Cyntia Simioni
França, Evandro André de Souza, Julho Zamariam, Jó Klanovicz, Paulo César dos
Santos. – Londrina: Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2014. P.11.
A leitura do texto sugere que o cenário descrito se refere às características dos
estudos históricos no século
XVIII d.C.
XVI d.C.
X XIX d.C.
V a.C.
XXI d.C.
[360039_569
72]
Questão
007
Leia o texto.
É que formular um problemaé precisamente o começo e o fim de toda a história. Se
não há problemas, não há história. Apenas narrações, compilações. Lembrem-se: se
não falei de “ciência da história, falei de “estudo cientificamente conduzido”. Estas
duas palavras não estavam lá para compor a frase. A fórmula cientificamente
conduzida implica duas operações, as mesmas que se encontram na base de
qualquer trabalho científico moderno: indicar problemas e formular hipóteses. Duas
operações que já os homens do meu tempo se revelavam especialmente perigosas.
Porque pôr problemas, ou formular hipóteses, era muito simplesmente trair. Nesse
tempo, os historiadores viviam num respeito pueril e devoto pelos “fatos”. Habitava-os
a convicção ingênua e tocante de que o sábio era um homem que, ao olhar
pelo seu microscópio, aprendia logo uma braçada de fatos (FEBVRE, 1989, p. 31-32).
 
A corrente historiográfica a que pertence o texto acima é
Iluminismo.
escola positivista.
X escola dos Annales.
Marxista.
Pincel Atômico - 20/06/2023 18:35:50 4/5
Humanista.
[360039_569
71]
Questão
008
Leia o texto para responder a questão.
“Percebe-se, portanto, que os historiadores estão ligados à sua realidade mais
imediata, espelhando a preocupação com questões do momento. Não vemos mais
uma preocupação com uma origem distante, remota, atemporal (como existia no
mito), mas sim a tentativa de entender um momento histórico concreto, presente ou
proximamente passado. Há uma narração temporal cronológica,
referente a uma realidade concreta. Não procuram mais conhecer uma realidade
atemporal, mas a realidade específica que vivem, a de um determinado tempo e de
um determinado espaço” (BORGES, 1993, p. 20)
A descrição acima se refere à mudança promovida pelos historiadores
X da antiguidade
dos Annales
iluministas
marxistas
metódicos
[360040_596
20]
Questão
009
Julgue as alternativas abaixo sobre a historiografia brasileira dos anos 1970.
I- A história tornou-se objeto de saber relevante para vários intelectuais das mais
diferentes universidades brasileiras.
II- Os estudos históricos estavam sob tutela da ditadura militar e só no fim da década
ganharam alguma autonomia.
III- Mesmo sob tutela, essa década marcou as primeiras ações de uma nova
historiografia no Brasil com temas, propostas e objetos diferentes.
 
As alternativas corretas são
somente I.
X I, II e III.
somente I e II
somente II
somente I e III
Pincel Atômico - 20/06/2023 18:35:50 5/5
[360040_569
90]
Questão
010
Leia o texto para responder a questão.
“Entre o final do século XIX e as primeiras três décadas do século XX, a noção de
História foi sacudida, construída e reconstruída a partir de preocupações teórico-
metodológicas e temáticas. Frente ao objetivismo e à defesa exacerbada da história
política, voltada à exaltação de indivíduos e laudatória, alguns pensadores como
François Simiand, Marc Bloch, Lucien Febvre pejoravam a história que era baseada
em três ídolos (expressão de Simiand): o indivíduo, a data e o fato.
Foram eles que, lançando uma revista nova de história, intitulada Annales d’Histoire
Économique et Social, acabaram por articular uma nova forma de se fazer história, a
ser difundida pelo grupo designado, posteriormente, de Escola dos Annales.
As críticas sobre o documento, dentro desse grupo, seriam feitas por Fernand
Braudel, que propunha a expansão ou dilatação do conceito,
afirmando que o historiador não deveria apenas se pautar por documentos oficiais
para construir seus enredos, mas por documentos diversos que emergiam do todo
social. Civilização material, economia e capitalismo, uma coleção de três livros
produzia por Braudel representa, certamente, um bom exemplo do que é o historiador,
a partir da visão historiográfica dos Annales. Nela, Braudel faz uso de receitas,
anotações, mapas, croquis.”
FRANÇA, Cyntia Simioni. Introdução aos estudos históricos / Cyntia Simioni
França, Evandro André de Souza, Julho Zamariam, Jó Klanovicz, Paulo César dos
Santos. – Londrina: Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2014. P.47-48.
A escola histórica responsável pela guinada nas concepções de fonte histórica entre o
final do século XIX e início do século XX foi
Romântica
X Annales
Metódica
Marxista
Materialista

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