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CENTRO TEOLÓGICO FATAD
CURSO EM TEOLOGIA MODULAR
EVANGELISMO, DISCIPULADOEVANGELISMO, DISCIPULADO
 E MISSÕESE MISSÕES
PROF.º JALES BARBOSA
EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
APRESENTAÇÃO
Amados e queridos estudantes, amantes da Palavra, povo adquirido, nação 
eleita.
Graça e paz, da parte de Deus nosso pai, e do nosso Senhor Jesus Cristo.
Grande é a nossa responsabilidade de servo e salvo em Cristo Jesus, de
anunciar, apresentar, fazer chegar claramente à todos, da infinita bondade e grandeza,
de tão grande salvação em Cristo Jesus.
Conscientes dessa grande, esplendida, árdua e laboriosa tarefa do ensino da
palavra. E te convidamos para estudar a Santa e maravilhosa palavra de Deus.
Numa serie de apostilas andaremos juntos, passo a passo com, o Senhor
Jesus nos evangelhos; seremos missionário com os apóstolos em atos; profetizaremos
com Isaias, Ezequiel, e outros profetas; caminharemos com Moisés pelo deserto,
passaremos o Jordão com Josué; venceremos todos os Golias ao lado de Davi em
nome de Jeová; salmodiaremos canções ao nosso Deus com “Asafe”, teremos a
coragem de Débora, a sabedoria de Salomão, a graça de Jesus, a visão de Paulo, a
fidelidade de Samuel, amaremos e reclinaremos nosso rosto no peito de Cristo, tal qual
João.
Venha conosco, seja como os crentes de Beréia (At, 17.10-12), examinando
cada dia as escrituras, você estará tomando posse das bênçãos do Senhor,
fortalecendo-se, aprendendo e falando dessa palavra, você salvará tanto a ti mesmo
como seus ouvintes.
(1 Tm 4:16).
Em Cristo Jesus,
A Diretoria
FATAD Prof. Jales Barbosa 2
EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
COMO ESTUDAR ESTE LIVRO
Às vezes estudamos muito e aprendemos ou retemos pouco ou nada.
Isto em parte acontece pelo fato de estudarmos sem ordem nem método.
Embora sucintas as orientações que passamos a expor ser-lhe-á muito útil.
1. Busque a ajuda divina
Ore a Deus dando-lhe graças e suplicando direção e iluminação do alto. Deus
pode vitalizar e capacitar nossas faculdades mentais quanto ao estudo da Palavra de
Deus. Nunca execute qualquer tarefa de estudo ou trabalhos da palavra de Deus sem
primeiro orar.
2. Além da matéria a ser estudada , tenha à mão as seguintes fontes de consulta
e refe-rência:
 Bíblia. Se POSSÍVEL em mais de uma versão.
 Dicionário Bíblico.
 Atlas Bíblico.
 Concordância Bíblica.
 Livro ou caderno de apontamentos -individuais.
 Habitue-se a sempre tomar notas de seus estudos e meditações.
3. Seja ORGANIZADO ao estudar
A. Ao primeiro contato com a matéria procure obter uma visão global da mesma isto
é como um todo. Não sublinhe nada. Não faça apontamentos. Não procure
referências na Bíblia. Procure sim descobrir o propósito da matéria em
estudos, isto é o que deseja ela comunicar-lhe.
B. Passe então ao estudo de cada lição observando a SEQÜÊNCIA dos Textos que
a englobam. Agora sim à medida que for estudando sublinhe palavras frases 
e trechos-chaves. Faça anotações no caderno a isso destinado.
C. Ao final de cada lição encontra-se uma revisão geral de cada parte do livro
perguntas e EXERCÍCIO que deverão ser respondidas ao termino de cada
parte, que deverão ser respondidas sem consulta ao texto correspondente.
responda todas as perguntas que for POSSÍVEL, logo em seguida volte ao
texto e confira as suas respostas. Fazendo assim VOCÊ chegara a um final
do seu estudo, com um bom aprendizado quanto no conhecimento intelectual
e ESPIRITUAL.
FATAD Prof. Jales Barbosa 3
EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
ÍNDICE
LIÇÃO I – MISSÃO EVANGELIZADORA DA IGREJA...............................................................7
1. A MISSÃO DA IGREJA................................................................................................................7
1.1. Conceito da Igreja e a sua missão:................................................................................7
1.2. Quando surgiu a Igreja?.................................................................................................7
1.3. Para que existe a Igreja?...............................................................................................7
1.4. A missão Evangelizadora da Igreja Bíblica....................................................................8
1.5. Atividades Contínuas da Igreja.......................................................................................8
2. MISSÃO EVANGELIZADORA DA IGREJA BÍBLICA..........................................................................8
3. MISSÃO EVANGELIZADORA DA IGREJA BÍBLICA:.........................................................................9
4. RESUMO DA DOUTRINA DA EVANGELIZAÇÃO:.............................................................................9
5. MOTIVOS INSPIRADORES DA PRÁTICA DO EVANGELISMO:..........................................................9
LIÇÃO II – EVANGELISMO BÍBLICO E SUA PERMANENTE ATUALIDADE.........................10
1. FUNDAMENTOS BÍBLICOS DO EVANGELISMO:...........................................................................10
2. PRINCIPAIS MÉTODOS DE EVANGELISMO NA IGREJA CRISTÃ PRIMITIVA:...................................10
3. JESUS, NOSSO SUPREMO MODELO NO EVANGELISMO PESSOAL:............................................10
3.1. Características gerais de Jesus como Evangelista:.....................................................10
3.2. Características da pregação Evangelística de Jesus:..................................................10
3.3. Características gerais do trabalho Evangelístico de Jesus:..........................................10
LIÇÃO III – LUGAR DO ESPÍRITO SANTO NA EVANGELIZAÇÃO........................................12
1. O ALCANÇE DA OBRA DA EVANGELIZAÇÃO REQUER RECURSOS RSPECIAIS:..............................12
2. ATUAÇÃO DO ESPÍRITO SANTO NA EVANGELIZAÇÃO:...............................................................12
3. PROVISÕES DO ESPÍRITO SANTO PARA A EVANGELIZAÇÃO:......................................................12
4. RECOMENDAÇÕES BÍBLICAS PARA UMA VIDA CHEIA DO ESPÍRITO SANTO:.................................12
5. QUESTÕES BÁSICAS SOBRE O CRENTE E O ESPÍRITO SANTO:...............................................12
5.1. O Crente possui o Espírito Santo:................................................................................12
5.2. O Espírito Santo possui o Crente.................................................................................13
5.3. Não entristeçais o Espírito Santo ( Ef 4:30)..................................................................13
LIÇÃO IV – TESTEMUNHANDO DE JESUS CRISTO, O SALVADOR....................................14
1. CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE O TESTEMUNHO CRISTÃO:....................................................14
2. CULTIVO DEVOCIONAL DA VIDA CRISTÃ PARA UM TESTEMUNHO EFICIENTE:..............................14
LIÇÃO V – IMPORTÂNCIA E CARACTERÍSTICAS DA VISITAÇÃO CRISTÃ........................15
1. A VISITAÇÃO NO MINISTÉRIO DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO:............................................15
2. A VISITAÇÃO NO MINISTÉRIO DOS APÓSTOLOS:.......................................................................15
3. A VISITAÇÃO NA VIDA DA IGREJA PRIMITIVA:...........................................................................15
4. A VISITAÇÃO CRISTÃ FOI IMPORTANTE FATOR NA EXPANSÃO DO CRISTIANISMO:......................16
5. IMPORTÂNCIA E CARACTERÍSTICA DA VISITAÇÃO CRISTÃ"........................................................16
LIÇÃO VI – IMPORTÂNCIA E CARACTERÍSTICA DO DISCIPULADO CRISTÃO.................17
1. CARACTERÍSTICA DO DISCIPULADO CRISTÃO NO EVANGELHO DE JOÃO:...................................17
2. CONCEITUANDO O DISCIPULADO CRISTÃO:..............................................................................173. CARACTERÍSTICAS BÁSICAS DA IGREJA CRISTÃ COMO CORPO DE DISCÍPULOS:.........................17
4. APLICAÇÃO DOS CONCEITOS DE DISCÍPULADO A VIDA CRISTÃ HOJE:........................................18
5. QUALIDADES BÁSICAS NA VISITAÇÃO COMO TRABALHO DE DISCIPULADO:.................................18
LIÇÃO VII – ACONSELHAMENTO ESPIRITUAL DE NOVOS CRENTES...............................19
1. FATORES IMPORTANTES NO ACONSELHAMENTO ESPIRITUAL DOS DECIDIDOS:..........................19
2. O TRABALHO DE ACONSELHAMENTO ESPIRITUAL E SEUS OBJETIVOS:......................................19
3. RECOMENDAÇÕES PRÁTICAS AOS CONSELHEIROS ESPIRITUAIS...............................................19
FATAD Prof. Jales Barbosa 4
EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
LIÇÃO VIII – INTEGRAÇAO DE NOVOS CRENTES NA IGREJA LOCAL..............................21
1. BASES ESPIRITUAIS PARA UMA VIDA CRISTÃ - O NOVO MODO DE VIVER DO CRISTÃO:.............21
2. RECOMENDAÇÕES BÍBLICAS E PRÁTICAS AO CRISTÃO – POSIÇÃO CRISTÃ FACE A CERTAS 
PRÁTICAS:.................................................................................................................................21
3. O NOVO CRENTE E A IGREJA LOCAL.......................................................................................22
LIÇÃO IX – ENFRENTANDO OBJEÇÕES E DIFICULDADES NO EVANGELISMO...............23
1. OS PRINCIPAIS TIPOS DE OBJEÇÕES E DIFICULDADES NO EVANGELISMO:..................................23
2. RESPOSTAS BÍBLICAS PARA AS DESCULPAS APRESENTADAS PELOS HOMENS:...........................23
LIÇÃO X – BATALHA ESPIRITUAL.........................................................................................24
1. MAPEAMENTO ESPIRITUAL (AVALIANDO O AMBIENTE ESPIRITUAL)............................................24
2. INFORMAÇÃO HISTÓRICA........................................................................................................26
3. ORGANIZAÇÕES OPERANDO NA CIDADE..................................................................................27
4. AMBIENTE ESPIRITUAL............................................................................................................28
5. FERRAMENTAS DISPONÍVEIS...................................................................................................28
LIÇÃO XI – ESTRATÉGIAS DE ADORAÇÃO..........................................................................30
1. PREPARANDO ADORADORES PARA A GUERRA........................................................................30
2. A CHAMADA PARA UMA ADORAÇÃO.........................................................................................30
3. A CHAMADA PARA A GUERRA.................................................................................................30
4. O INIMIGO CONQUISTÁVEL......................................................................................................31
5. PRÉ-REQUISITOS PARA A GUERRA..........................................................................................31
6. NOS SÃO DADAS ARMAS EFETIVAS QUE DEVEMOS APRENDER USAR.........................................31
7. OUTRAS OPERAÇÕES IMPORTANTES DA GUERRA.....................................................................32
8. ESTOU PREPARADO?.............................................................................................................32
9. CONFISSÃO............................................................................................................................32
10. DEMOLINDO FORTALEZAS.....................................................................................................32
LIÇÃO XII – APRENDIZADO RELATIVO ÀS FORÇAS...........................................................33
1. DEFINIÇÃO DE FORÇA:............................................................................................................33
2. DEFINIÇÃO DE UM PRINCIPADO:..............................................................................................33
LIÇÃO XIII – DERRUBANDO O INIMIGO.................................................................................34
1. AUMENTANDO AS ESFERAS DA GUERRA..................................................................................34
LIÇÃO XIV – A GUERRA NA VIDA DE GIDEÃO.....................................................................35
1. CAUSA (JZ 6:1-10).................................................................................................................35
2. CONFRONTO (JZ 6:11-24)......................................................................................................35
3. DEMOLIÇÃO (JZ 6:25-32).......................................................................................................35
4. LIBERTAÇÃO (JZ 6:33-7:22)...................................................................................................35
LIÇÃO XV – RECLAMANDO OS TERRITÓRIOS CONQUISTADOS.......................................36
1. TOME UMA DECISÃO...............................................................................................................36
2. PASSOS ESPECÍFICOS:...........................................................................................................36
LIÇÃO XVI – A BATALHA PERTENCE AO SENHOR.............................................................37
1. A ESTRATÉGIA DE JOSAFÁ – II CRÔNICAS 20.........................................................................37
2. MINISTÉRIO NOS CÉUS / VITÓRIA NA TERRA............................................................................38
3. REVISÃO DE QUE A GUERRA ESTÁ CENTRADA EM DEUS...........................................................38
LIÇÃO XVII – A ORAÇÃO........................................................................................................39
1. A ORAÇÃO É A COLUNA VERTEBRAL DO MINISTÉRIO...............................................................39
2. AS ESCRITURAS ENSINAM QUE DEVEMOS TER UMA VIDA CONSISTENTE DE ORAÇÃO..................39
3. POR QUÊ E POR QUEM DEVEMOS ORAR?.................................................................................40
4. COMO DEVEMOS ORAR?.........................................................................................................42
FATAD Prof. Jales Barbosa 5
EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
5. É IMPORTANTE DAR-SE CONTA DE QUE DEUS “REALMENTE” ESCUTA NOSSAS ORAÇÕES...........43
6. POR QUE DEVEMOS ORAR?.....................................................................................................44
7. OBJETIVOS DA ORAÇÃO..........................................................................................................44
8. PRIMEIRA E ÚLTIMA REFERÊNCIA DE ORAÇÃO NA BÍBLIA..........................................................44
9. A DEFINIÇÃO DO ACORDO COM O HEBREU DO VT E O GREGO DO NT.......................................45
10. QUE É ORAR EM LUGAR SECRETO OU FECHADO?...................................................................45
LIÇÃO XVIII – OBJETIVOS DA ORAÇÃO INTERCESSORA NO LUGAR SECRETO............47
1. CRISTO JESUS COMO SACERDOTE E INTERCESSOR NO LUGAR SECRETO DURANTE SEU 
MINISTÉRIO TERRESTRE.............................................................................................................47
2. DEFINIÇÃO DE SACERDOTE E INTERCESSOR............................................................................47
3. SETE SITUAÇÕES QUE NOSSO SENHOR PROCUROU O LUGAR SECRETO (EVANGELHO DE LUCAS).
.................................................................................................................................................48
4. O DISCÍPULO COMO SACERDOTE E INTERCESSOR...................................................................50
LIÇÃO XIX – O ESPÍRITO SANTO COMO INTERCESSOR....................................................511. DEFINA INTERCESSOR............................................................................................................51
2. NO VELHO TESTAMENTO........................................................................................................51
3. PERMITIR AO ESPÍRITO SANTO QUE ELE FALE ATRAVÉS DOS CRENTES....................................52
4. O PROPÓSITO DE FALAR EM LÍNGUAS EM UMA LINGUAGEM DE ORAÇÃO:....................................52
5. A ORAÇÃO RESPONDIDA - POR QUÊ?......................................................................................53
5.1. Jesus disse que qualquer coisa que pedirmos em oração será feita para nós.............53
5.2. Por quê, então, muitas orações permanecem sem resposta?......................................53
5.3. Deus às vezes escolhe retardar a resposta das nossas ovações................................54
5.4. Deus responde orações de acordo com Seu tempo e vontade (Sal. 40:1)...................54
LIÇÃO XX – MISSÃO DE EVANGELISMO MUNDIAL.............................................................55
INTRODUÇÃO..............................................................................................................................55
1. A ORIGEM DAS MISSÕES........................................................................................................55
2. O PERÍODO DAS MISSÕES.......................................................................................................56
3. AS MISSÕES NA HISTÓRIA......................................................................................................56
4. O MISSIONÁRIO......................................................................................................................59
5. ALCANÇANDO OS GRUPOS DE PESSOAS NÃO ALCANÇADAS.......................................................61
6. A ESTRATÉGIA DAS MISSÕES..................................................................................................64
7. A TENDÊNCIA PRESENTE........................................................................................................65
QUESTIONÁRIO.......................................................................................................................67
BIBLIOGRAFIA..........................................................................................................................81
FATAD Prof. Jales Barbosa 6
EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
LIÇÃO I – MISSÃO EVANGELIZADORA DA IGREJALIÇÃO I – MISSÃO EVANGELIZADORA DA IGREJA
1. A Missão da Igreja
1.1. Conceito da Igreja e a sua missão:
O que é a Igreja? Etimologicamente significa tirado para fora, no geral significa
"uma assembléia de Cristãos reunidos para Culto”. No velho Testamento encontramos a
palavra “QAHAL”, que significa chamamos para fora , chamamos para uma Assembléia.
Não encontramos uma definição clara para o que chamamos de Igreja, pois no
Novo Testamento encontramos várias formas para o nome Igreja.
Igreja -------------------------------------------- Atos 14: 23,27
Corpo de Cristo ------------------------------- I Cor. 12:13; Rm. 12:4
Edifício de Deus ------------------------------ I Cor. 3: 9; Ef. 2:20-22
Lavoura de Deus ----------------------------- I Cor. 3:6-9
Família de Deus ------------------------------ Cl. 6:10; Ef. 2:19
Comunidade ----------------------------------- Atos: 2:44-47; 4: 32-37
Exército de Deus ----------------------------- II Tm. 2:3-4
Embaixadores do Reino de Deus -------- I Cor. 5:20
Povo de Deus --------------------------------- Tit.2:14; I Pd 2:9,10
1.2. Quando surgiu a Igreja?
Quanto a Deus a Igreja existe desde a eternidade (Jo. 17:5), no tempo, entretanto
nasceu:
a) Com o Senhor- Mt. 16:18; 15:15-20.
b) Como instituição operante – com os cento e vinte discípulos de Jesus no Pentecostes,
At. 1:2
O Espírito Santo no Pentecostes, já encontrou a Igreja organizada. Então Ele
equipou a Igreja, com o batismo do Espírito Santo e com os Dons Espirituais. A partir deste
momento a Igreja entra na sua missão.
1.3. Para que existe a Igreja?
Milhões já fizeram esta pergunta, várias vezes sem conta. Todas as Bibliotecas do
mundo inteiro já seriam insuficientes para uma pesquisa em profundidade a este respeito, e
ainda muitos não têm definição, para o que a Igreja existe, ou para que foi criada, e qual a
solução e seu propósito?
Muitos dizem:
a) A missão da Igreja é Evangelismo.
b) A missão da Igreja é ajuda social.
c) A missão da Igreja é construir Templos, etc...
Vejamos o que a Bíblia tem a nos dizer a este respeito:
FATAD Prof. Jales Barbosa 7
EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
1.4. A missão Evangelizadora da Igreja Bíblica
1.5. Atividades Contínuas da Igreja
A – Adorar a Deus ----------------------------------------- At.: 2:42 I Cor 10:31
B – Ensinar os Crentes ----------------------------------- Mt. 28:20
C – treinar os Crentes ------------------------------------- Ef. 4;11,12
D – Admoestar aos Crentes ------------------------------ Hb. 10:25
E – Dar assistência aos Crentes ------------------------ Gl. 6:1-10
F – Promover a comunhão aos crentes --------------- At. 2:42-47 4:32
G – Administrar os seus negócios ---------------------- Rm. 12:8 I Cor. 12:28
H – Proclamar o Evangelho ------------------------------ Mt. 28:19
Não existem dúvidas quanto ao real significado da presença da igreja no mundo e
do propósito Divino quanto a sua fundação. Estar seguro disto é essencial a sobrevivência de
nossa própria Fé:
a) A Igreja existe para adorar a Deus (Jo. 4)
b) A igreja existe para a Glória do reino de Deus na Terra (Jr. 23:3).
c) A igreja existe para proclamar a Cristo como Salvador (At. 1:8)
2. Missão Evangelizadora da Igreja Bíblica
Evangelismo, Missão por excelência da Igreja Bíblica:
a) Conceito de "Evangelho" – A palavra "Evangelho" significa, "Boas Novas, Novas de
Alegria ou notícias Alvissareiras”.
b) Conceito do Evangelismo: Evangelismo é um expressão profunda que tem o sentido
de uma síntese, isto é, o evangelismo é altamente concentrado, como se fosse um comprimido
de Evangelho, onde estão calcados pelo menos três importantes implicações da mais alta
importância:
- Necessidade de salvação em Cristo
FATAD Prof. Jales Barbosa 8
DEU
S
DEU
S
MUND
O
MUND
O
Missão para com 
Deus:
Adoração,
Glorificação
Missão para com o mundo:
Testemunho, Proclamação do 
Evangelho,.....
IGREJAIGREJA
Missão para consigo mesma:
Até ..............
Discipular, Ensinar, Admoestação, 
Comunhão, União, Assistência 
Espiritual, Assistência Social, 
Disciplina, Agricultura, Etc. 
Missão para consigo mesma:
Até ..............
Discipular, Ensinar, Admoestação, 
Comunhão, União, Assistência 
Espiritual, Assistência Social, 
Disciplina, Agricultura, Etc. 
EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
- Possibilidade de salvação em Cristo
- Exclusividade da salvação em Cristo
O verdadeiro Evangelismo consiste em três partes importantes como veremos a
seguir:
3. Missão Evangelizadora da Igreja Bíblica:
a) Fazer discípulos 
b) Ensinar-lhes os mandamentos do senhor
c) Batiza-los
Para Cristo evangelismo era ação do evangelho, pois era aquilo que ele pregava ou
ensinava referente à salvação e a santificação. Para o apóstolo Paulo o evangelho era Jesus
Cristo vivo, interferindo na história e operando a salvação e a santificação na vida dos homens.
(Rm 1:16, I Cor. 15.1,3).
Para a Igreja atual o Evangelho é a apresentação de Jesus Cristo ao Mundo, no
poder do Espírito Santo, de modo a levar os homens a confiarem em Deus, e a aceitarem ao
Cristo Vivo como seu Salvador e servi-lo como seu Senhor, na comunhão de sua Igreja.
4. Resumo da Doutrina da Evangelização:
A evangelizaçãoé a característica inseparável do Cristianismo apostólico e obra
por excelência da Igreja de Cristo ao Mundo. A Missão Evangelizadora da Igreja se
fundamenta na obra redentora de Cristo e tem uma implicação individual irrecusável para os
integrantes da Igreja. Não é uma obra facultativa mas Imperativa. A Luz da natureza
evangelizadora da Igreja, sua liderança deve ser militante na evangelização. A Luz da Natureza
de sua tarefa evangelizadora, a Igreja precisa suprir-se dos recursos e do poder do Espírito
Santo. (At 1:8).
A finalidade do evangelismo é a conversão individual a Cristo, visando a salvação
completa do homem e sua santificação para a Glória de Deus (Ef 1:3-14).
5. Motivos Inspiradores Da Prática Do Evangelismo:
a) O Exemplo de Jesus – Jo 1:35-39, 3 e 4; Lc 24:45
b) A Ordem de Jesus - Mt 25:18-20; At 1:8
c) A Experiência pessoal com Cristo - Jo 1:41, 4-39,42
d) A Operação do Espírito Santo - At 1:8; 4:31
e) A Consciência do valor da alma humana - Mc 8:36-37; Rm 3:23; Mt 25:46
f) A Visão e Consciência da responsabilidade pessoal - Ez 3:16-21
g) A Consciência da Volta de Cristo - Mt 24:14.
Anotações:
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FATAD Prof. Jales Barbosa 9
EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
LIÇÃO II – EVANGELISMO BÍBLICO E SUA PERMANENTE ATUALIDADELIÇÃO II – EVANGELISMO BÍBLICO E SUA PERMANENTE ATUALIDADE
1. Fundamentos Bíblicos do Evangelismo:
a) Testemunho pessoal e espontâneo da natureza de Jesus – Jo 1:29a
b) Testemunho pessoal e espontâneo a respeito da obra de Jesus, experiência pessoal
com Cristo e consciência de que só Cristo salva – Jo 1:41b; At 4:12
c) Responsabilidade pessoal - I Co 9:16
d) Operação do Espírito Santo - At 1:8
e) Ensino e exemplo de Jesus - Jo 1:35-39; Lc 24:-49; Mt 28:19-20
2. Principais Métodos de Evangelismo na Igreja Cristã Primitiva:
a) Pregação, doutrinamento, testemunho pessoal, discipulado, mensagem de acordo com
cada tipo de pessoa.
Obs.: Discipulado – Um método sempre atual e bem sucedido. Bases bíblicas do discipulado (II
Tm 2:2; Mc 3:14; At 20:4)
b) Objetividade no trabalho pessoal – A Igreja prosperou rapidamente no primeiro século
porque cada crente era um ganhador de almas. Havia espontaneidade e determinação na obra
de evangelização.
Hoje também Deus está usando crentes que tenham um objetivo definido no
serviço do Reino de Deus: Levar os perdidos a Cristo para serem salvos.
3. Jesus, Nosso Supremo Modelo No Evangelismo Pessoal:
3.1. Características gerais de Jesus como Evangelista:
a) As profecias o apontaram como ganhador de almas – Is 59:20; 61:1-3; 62:11; Zc 9:9;
13:1; Mt 1:21.
b) João Batista, o precursor, o apresentou como o Evangelista da nova era – Mc 1:1-8.
c) O próprio Jesus apresentou-se como Evangelista – Lc 19:10; Mt 4:19.
d) Jesus sempre considerou a salvação do homem prioritária em seu Ministério divino –
Mt 9:11-13; Jo 3:2-3, 21-23.
3.2. Características da pregação Evangelística de Jesus:
a) Jesus usava palavras e ilustrações simples mas poderosas em suas mensagens
evangelísticas.
b) Jesus pregava com autoridade divina e positiva – Mt 8:29; Mc 1:27
c) A pregação de Jesus irradiava amor e ternura pelas almas.
d) A pregação de Jesus tinha um alcance direto, pessoal e um apelo penetrante no
coração dos ouvintes.
3.3. Características gerais do trabalho Evangelístico de Jesus:
a) Jesus sempre tratava do problema vital do homem em seu trabalho evangelístico – Jo
3:1-15
b) Jesus não se deixava vencer pelos preconceitos humanos, fossem de ordem: racial,
religioso, moral ou social.
c) Jesus enfatizou o Cristianismo com vida nova e não tanto como doutrina. Ele
considerou fundamental e prioritária a solução dos problemas de natureza moral e espiritual,
isto é, problema das ralações do homem com Deus – Mt 9:11-13; Jo 3:2-3, 21:21,23.
d) Em seu trabalho evangelistico com a mulher samaritana, Jesus procurou leva-la a
descobrir a verdade por si mesma e foi por esse processo que ela chegou a concluir que ele
era o Messias Divino. Para leva-la a tal experiência, Jesus apelou aos quatro mais importantes
sentimentos humanos na samaritana, a saber:
- Sentimento de humanidade - Jo 4:7
FATAD Prof. Jales Barbosa 10
EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
- Sentimento de necessidade - Jo 4:10b
- Sentimento de sobrevivência - Jo 4:13-15
- Sentimento de dignidade - Jo 4:16-18
4. Qualidades espirituais básicas do conquistador de almas:
a) Pureza de vida – Is 52:11; Sl 24:3-5; Mt 5:8; Hb 12:4.
b) Dedicação e Oração – I Tm 2-7,8; I Ts 5:17; Mc 11:24; Ef 3:20.
c) Estudioso da Bíblia – II Tm 2:15; I Pe 3:15; Sl 19:10-11.
d) Zeloso das coisas espirituais – Mt 6:33; Rm 12:2.
e) Vida de comunhão com Deus – Gl 5:24; Hb 11:5.
f) Amor ao próximo – Rm 5:5; At 1:8.
Não podemos nos obrigar a amar os perdidos, mas "o amor de Deus é derramado
em nosso coração pelo Espírito Santo, que nos foi outorgado" (Rm 5:5), possibilitando-nos a
esse amor ao próximo.
Podemos pedir que o Espírito Santo nos encha o coração desse amor pelas almas
e do entusiasmo pela salvação dos pecadores. É obra do Espírito Santo de Deus (At 1:8; Pv
11:30).
Anotações:
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EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
LIÇÃO III – LUGAR DO ESPÍRITO SANTO NA EVANGELIZAÇÃOLIÇÃO III – LUGAR DO ESPÍRITOSANTO NA EVANGELIZAÇÃO
1. O Alcançe da Obra da Evangelização requer recursos rspeciais:
a) A penetração do mundo inteiro com o evangelho exige a atuação indispensável do
Espírito Santo – Mt 28:18-20; At 1:8.
b) A evangelização mundial é missão do povo de Deus na terra, sendo o crente
instrumento executor, dessa missão e o Espírito Santo o agente Divino capacitador para sua
realização – At 8-1,4; Mt 4:23.
2. Atuação do Espírito Santo na Evangelização:
a) Convencer o homem do pecado, da justiça e do juízo – Jo 16:8
b) Testificar de Cristo – Jo 15:26
c) Ensinar e fazer lembrar as Escrituras – Jo 14:26
d) Comunicar poder para testemunhar – At 1:8
e) Garantir a herança espiritual do crente – Ef 1:13-14
3. Provisões do Espírito Santo para a Evangelização:
a) Antes da conversão – Jo 6:44; 14:16-17; 16:8,9; Ef 1:13-14.
b) Depois da conversão – Rm 5:5; 8:9, 14-17; Gl 5:22; At 1:8
c) Poder e dons do Espírito Santo na vida Cristã – Ef 4:30; 5:18; Jo 10:10; 16:7; At 6:3;
Rm 8:9; I Co 3:16.
Necessitamos da plenitude do Espírito Santo para vivermos uma vida espiritual
abundante, vitoriosa e de testemunho cristão eficiente. Viver cheio do Espírito Santo é
mandamento bíblico (Ef 5:18). Ser cheio do Espírito Santo é mandamento bíblico que significa:
viver controlado, dirigido e possuído pelo Espírito Santo.
4. Recomendações Bíblicas para uma vida cheia do Espírito Santo:
a) Crer na promessa do Espírito – Gl 3:14.
b) Desejar e buscar – Jo 7:37-39; Sl 143:6; Jr 29:13.
c) Orar por uma vida na plenitude do Espírito Santo – Lc 11:13.
d) Ser submisso e obediente à vontade de Deus – At 5:32; 9:6,17.
e) Retirar os obstáculos à plenitude do Espírito Santo na vida – Ef 4:26-31.
A vida sem a plenitude do Espírito Santo se torna uma vida espiritual
desequilibrada, afetada em sua comunhão. Uma vida espiritual sem alegria, sem refrigério e
entusiasmo no testemunhar, que são características da vida cristã na plenitude de Espírito.
5. Questões Básicas Sobre O Crente E O Espírito Santo:
Sem conhecer satisfatoriamente o que a Bíblia Sagrada ensina sobre o
relacionamento do crente com o Espírito Santo, esse vínculo estará prejudicado.
O discernimento sobre o que cremos a respeito do Espírito e seus ofícios Divinos
são fundamental para as nossas vidas cristãs, crescimento espiritual e utilidade para o reino de
Deus.
5.1. O Crente possui o Espírito Santo:
a) Todo crente em Cristo (Crente no legitimo sentido Bíblico), tem o Espírito Santo – Jo
3:5-6; 16: 7-8; Rm 8:9,14,16; I Cor. 12:13;
b) O Espírito Santo possui o crente – Ef. 1: 13-14;
c) Deus opera na vida do crente por intermédio do Espírito Santo ICor. 12:3-11, corrigindo
seus erros, distribuindo dons espirituais e aperfeiçoando sua vida com as virtudes cristãs Gl
5:16.
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A grande questão é:
a) Ter o Espírito e não ter a sua plenitude, seu revestimento e o seu enchimento;
b) Possuir o Espírito mas não ser controlado por ele. 
Isso explica o "Crente carnal" e o "Crente Espiritual”, conforme ensinamento
apostólico. Todos os crentes genuínos têm Espírito Santo, mas nem todos os crentes estão
cheios do Espírito Santo e isto faz muita diferença na vida cristã, pois, segundo o ensinamento
de Jesus em Lucas 11: 24-26, não basta ter casa varrida, adornada, mas vazia; é
imprescindível que o Espírito Santo ocupe-a plenamente. Gl 5; 16,25.
5.2. O Espírito Santo possui o Crente
a) Nosso Deus nos tem dado mais do espírito Santo do que temos usado. Não teremos
provisão do Espírito Santo antes que tenhamos usado o que o Nosso Deus já nos tem dado de
seu Espírito.
b) Precisamos que o Espírito Santo possua nosso coração e controle nossa vida – Ef.
5:18; Gl 2:20.
5.3. Não entristeçais o Espírito Santo ( Ef 4:30)
a) Como podemos saber se entristecemos o Espírito Santo em nossa vida? a vida toda
será afetada e a oração conturbada; peso em vez de alívio no coração; enfado em vez de
alegria nas coisas espirituais; tristeza em vez de bálsamo na alma; desânimo em vez de
entusiasmo na vida cristã.
b) Algumas coisas que entristecem o Espírito Santo em nosso viver estão bem claras em
Ef. 4:26-31, a saber: ira, furto, linguagem torpe, começamos pois pela eliminação desses
empecilhos a fim de proporcionar um bom relacionamento entre nós e o Espirito Santo.
Anotações:
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LIÇÃO IV – TESTEMUNHANDO DE JESUS CRISTO, O SALVADORLIÇÃO IV – TESTEMUNHANDO DE JESUS CRISTO, O SALVADOR
1. Considerações gerais sobre o Testemunho Cristão:
a) Somos testemunhas de Cristo quando nossa palavra e conduta projetam a verdade
Cristã (At. 1:8). Nosso serviço cristão depende da qualidade de nosso testemunho e será tão
cristão por nosso testemunho (Mt. 7:20).
c) Nosso Senhor Jesus Cristo espera que sejamos suas fiéis testemunhas na sociedade,
iluminando-a com um viver que reflita nossa identificação e nossa vivência com ele (Mt.5:16; Gl
2:22). Esta qualidade de vida é que dá autenticidade e crédito ao nosso testemunho, como
ação de anunciar a mensagem evangélica (At. 4:18-20; I Jo 2:6).
c) O testemunho do cristão deve portanto ser de vida e de palavra. Cada crente é
embaixador desta mensagem evangélica a todos quantos possa alcançar (Mt. 28. 19,20; I Pe.
3.15; Rm 1:16; At. 17:6; 20:20-21). Testificamos de Cristo (Cl. 4:5-6; I Pe. 3:15). Enfrentamos
oposições e resistências, mas temos a aprovação e apoio de nosso Deus na prática do
testemunho cristão (Mt. 5:11-12; 28:20; Lc. 6:26; Rm 1:16; II Tm 1:12).
2. Cultivo devocional da vida Cristã para um Testemunho Eficiente:
O crente em Cristo precisa cultivar sua vida cristã para obter capacidade espiritual
para "Crescer na Graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo" (II Pedro
3:18).
Nenhum crente se manterá espiritualmente sadio e forte se não cuidar com
diligencia de sua vida espiritual (Fp. 2:12-13). Temos o dever cristão de exercer boa influência
no mundo e a qualidade dessa influência depende da qualidade de nossa vida Espiritual. (Rm
12: 1-2).
Orientações Bíblicas para o cultivo devocional da vida Cristã:
a) Determine gastar tempo para o cultivo Devocional na leitura e meditação da Palavra de
Deus (Cl 3:16; Sl. 119:105).
b) Determine gastar tempo diariamente na comunhão com Deus através da prática da
oração (Fp. 4:6; Jó 42:10).
c) Fomos salvospara servir. Procure servir ao Senhor com alegria e entusiasmo espiritual
(Sl. 100:2; Rm 14:17-18).
d) Cultive a alegria da "Casa do senhor" em sua vida. (Sl.122:1; Ne 8:10).
e) Cultive comunhão fraternal e a solidariedade cristã na Igreja. Seja sempre uma pedra
viva como membro do Corpo de Cristo. (Jo 13: 1,13-17; Gl 5:13; Mt 6:14-15; Cl. 3:12-15).
f) Cultive uma vida de fé positiva em Deus. Não deixe que sua fé adormeça (Hb. 11:6;
Rom 1:17; I Ts 5:18).
g) Desenvolva uma vida de constante e crescente amor a Deus e liberalidade para com o
Reino de Deus. Procure colocar no seu coração tudo aquilo que está no amor de Deus (I Cor.
13; Ap. 2:4; Fl. 1:21).
h) Busque ser guiado e revestido pelo Espírito Santo. O Espírito Santo que nos
comunicar uma vida vitoriosa em Cristo, nos conceder dons espirituais e nos torna úteis e
eficientes no serviço cristão (Jo 7:37-39; Luc 11:13; At. 9:17; Gl. 3:14; Ef. 5:18; I Cor. 12:7,11).
Anotações:
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LIÇÃO V – IMPORTÂNCIA E CARACTERÍSTICAS DA VISITAÇÃO CRISTÃLIÇÃO V – IMPORTÂNCIA E CARACTERÍSTICAS DA VISITAÇÃO CRISTÃ
1. A Visitação no Ministério de nosso Senhor Jesus Cristo:
a) Cristo não apoiou no acaso o êxito de sua missão messiânica. Ele tinha um plano
definido para seu trabalho e a visitação fazia parte desse plano.
b) Cristo teve um programa de visitação (Lc. 2:11; Mt 9:35). Jesus Cristo, nosso Senhor,
visitou as pessoas especialmente: a mulher Samaritana, enquanto viajava da Judéia para
Galiléia, Zaqueu, em Jericó (Lc. 19:5), etc.
c) Jesus também visitou os lares e as famílias (Mt. 10:12; Lc 10:5; 19:5). Seu primeiro
milagre foi realizado enquanto visitava um lar em Caná, durante uma festa de casamento.
Jesus visitou o lar de Levi, onde participou de um banquete. Fez freqüentes visitas ao lar de
Marta, Maria e Lázaro. Suas visitas aos lares foram sempre marcadas de encorajamento,
inspiração e instrução as famílias sobre o modo de viver e o modo de relacionamento do
homem com Deus.
d) Cristo visitou lugares concorridos, procurando também as multidões, como nas praias
da Galiléia ou junto ao poço de Betesda.
e) O Calvário foi, finalmente, sua visita maior, a visita sublime. Desde aquele memorável
dia, a visitação cristã tem estado associada a salvação de Deus em Cristo.
2. A Visitação no Ministério dos Apóstolos:
a) Jesus mandou seus discípulos aos lares (Mt. 10:12; Lc. 10:5). Os discípulos viveram o
exemplo e o ensino de Cristo. Sabiam que a visitação era o plano divino. haviam visto Jesus
visitar. Sabiam que o desejo de Jesus era que eles fossem a cada pessoa que pudessem
através da visitação cristã pessoal.
b) O apóstolo Pedro creu na visitação (At.9:36-43;10;24). Fazia freqüentes visitas aos
lares. Era visitante assíduo ao lar de Dorcas. Visitou o lar de Cornélio, a qual teve importância
histórica pelos frutos espirituais produzidos.
c) O apóstolo João preferiu a visitação (II Jo 12).
d) O apóstolo Paulo visitador constante (At. 20-28-21). Paulo foi o maior exemplo
apostólico da visitação cristã. Era seu costume ir de casa em casa testificando a cerca de
Jesus.
3. A Visitação na Vida da Igreja Primitiva:
A visitação cristã era característica marcante no trabalho da Igreja Primitiva, como
atestam os seguintes fatos:
a) A igreja de Jerusalém teve o seu extraordinário crescimento como resultado da
persistência na oração e no testemunho. Cristianismo diário de casa em casa por toda
Jerusalém. Os líderes desse programa de visitação eram leigos, havendo indicação de Estevão
e Felipe para estarem entre eles. O sucesso foi colossal; apesar da terrível perseguição, O
Evangelho de Cristo foi levado para todo os lugares de Jerusalém.
b) A Igreja em Antioquia, com Paulo e Barnabé na liderança do programa, buscando
visitar, ensinar e testemunhar, gerou um grande avivamento espiritual e missionário naquela
cidade. Alguns membros da Igreja de Jerusalém devem ter fugido para Antioquia em
conseqüência da perseguição, dedicando-se imediatamente ao ministério pessoal da visitação
cristã aos lares. Desse modo as pessoas ouviram falar de Cristo e um avivamento teve início
em Antioquia. O trabalho de Paulo e Barnabé, dois importantes líderes da Igreja Primitiva, foi
principalmente de visitação, ensino e testemunho.
c) A Igreja em Filipos foi resultado da visitação cristã (At. 16:9)
d) A Igreja em Roma, resultado da visitação cristã (At. 2:8-11). Muitos Romanos
converteram-se no dia de Pentecoste e voltaram para casa a fim de testemunhar aos parentes
e vizinhos através da visitação cristã.
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4. A Visitação Cristã foi importante fator na Expansão do Cristianismo:
Em menos de cem anos do início do Cristianismo, já havia cerca de meio milhão de
Cristãos espalhados através da Ásia Menor, Europa Ocidental, África, Inglaterra e País de
Gales.
A fidelidade na visitação cristã é a única explicação concebível para esse sucesso
de crescimento do Cristianismo primitivo.
5. Importância e Característica da Visitação Cristã"
a) Em Atos 8:4, temos o segredo desta notável expansão do cristianismo apostólico. A
visitação no Cristianismo primitivo não era trabalho só dos lideres, mas de cada crente
individualmente.
b) A Igreja de Jerusalém é um exemplo notável do que um programa de visitação e
testemunho cristão pode conseguir. No começo eram apenas 70; depois 120; no ministério de
Pedro, cerca de 3.000; em Atos 4:4, temos mais de 5.000; e em Atos 6:7, esse número já era
uns 25.000 membros, segundo a maioria dos historiadores eclesiásticos.
c) Se cada crente hoje fosse um visitador-discipulador como aqueles primeiros crentes
foram, e seguissem o exemplo deles com a mesma determinação entusiasmo, os resultados da
evangelização e da expansão do Cristianismo seriam indescritíveis hoje.
“Visitar, ensinar e testemunhar de Cristo precisa continuar
sendo também nossa principal ocupação cristã hoje, como
discípulo de Cristo e povo de Deus que somos ........”
Anotações:
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EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
LIÇÃO VI – IMPORTÂNCIA E CARACTERÍSTICA DO DISCIPULADO CRISTÃOLIÇÃO VI – IMPORTÂNCIA E CARACTERÍSTICA DO DISCIPULADO CRISTÃO
1. Característica do Discipulado Cristão no Evangelho de João:
a) Seguidor de Jesus, aprendiz do Mestre Divino – Jo 1:37
b) Ação, busca ou abordagem; Testemunho, experiência ou decisão
c) Humildade que busca glorificar a Deus – Jo 3:30; 12:42-43
d) Permanência e Lealdade a Palavra de Deus – Jo 8:31
e) Amor fraternal – Jo 13:34-45; 15:12,17
f) Obediência a ordem de Cristo – Jo 15:14; 17:18
g) Vida frutífera através de Cristo – Jo 15:26
h) Amor e prazer nas coisas de Deus – Jo 15:18-20; 21:16
A palavra final de Cristo em seu ministério terreno, foi um comando aos discipulos
para o Discipulado:
"Ide.................. fazei discipulos......” (Mt 28:19).
2. Conceituando o Discipulado Cristão:
a) O que é Discipulado Cristão?
É o processo pelo qual o crente é capacitado a viver a vida abundante em Cristo, e
levar outros a viverem a mesma experiência da vida em Cristo (II Tm 2:2)
b) Porque o Discipulado Cristão?
- Porque é em mandamento bíblico (Mt 28:19-20)
- Porque Cristo nos dá exemplo (Mc 3:14)
- Porque os apóstolos de Cristo nos dão exemplo (At 20:4)
c) Princípios Básicos do Discipulado Cristão:
Atitude interior de renúncia ou abnegação, que conduz ao despreendimento da
velha vida para nos envolvermos com a nova vida em Cristo e com sua vontade (Mc 10:28-31).
d) Importância e característica do Discipulado Cristão:
Compromisso ou entrega consciente e responsável de vida e vontade pessoal ao
Senhor Jesus Cristo e a causa neste Mundo. Auto-negação pessoal (negação de vida
egocêntrica) e disposição de seguir a Cristo como fiel discípulo.
3. Características básicas da Igreja Cristã como corpo de Discípulos:
a) Os discípulos, como membros do Corpo de Cristo; são
dependentes os membros do corpo de Cristo, pois estão ligados
em dependência, (Ef 4:16), não havendo lugar para membros
independentes do corpo.
b) Os membros do Corpo de Cristo não vivem para si
próprios, antes como membros do corpo físico, se amparam e se
nutrem mutuamente.
c) Os membros do corpo físico estão submissos as ordens
da cabeça; mas essas ordens são canalizadas prontamente até para áreas do corpo mais
distantes da cabeça. Assim também o corpo de Discípulos de Cristo precisa ter flexibilidade e
adaptabilidade na comunicação da mensagem e do testemunho evangélico nos diferentes
contextos de sua existência e atuação viva. (II Tm 2:1-2).
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Ensinando Batizando
EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
4. Aplicação dos conceitos de Discípulado a Vida Cristã hoje:
a) Como começar a Discipular?
- Busque descobrir e aplicar as verdades bíblicas às
necessidades de sua vida, visando tornar-se um crente maduro
espiritualmente.
- Crer que o discipulado cristão é uma ordem e que é à
vontade de Deus (Mt 28:20; Jo 8:31).
- Considerar uma prioridade da vida Cristã e torna-se um
bom discípulo e um eficiente discipulador (ser discipulado para poder discipular a outros) - II
Tm 2:1-2; At 14:21-23.
- Orar para que o Espírito Santo de Deus o utilize nesse ministério cristão e
começar. (Lc 6:12; Jo 4:28-30, 41-42).
b) Confiando no Senhor e na unção do Espírito Santo, dar os passos iniciais no ministério
do discipulado Cristão.
5. Qualidades básicas na Visitação como trabalho de Discipulado:
a) Paciência e perseverança. É a qualidade que mantém o trabalho da visitação no
discipulado cristão. O visitador paciente e perseverante continuará a visitar com amor, bondade
e ternura até atingir o objetivo. A visita seguinte pode ser a que alcance o resultado desejado.
b) Tato ou Habilidade. Dizer a coisa certa no momento oportuno. Saber tratar um
problema. Saber o que dizer e como dize-lo. Essa qualidade está relacionada com o que a
Bíblia chama de DOM DE DISCERNIMENTO ESPIRITUAL.
c) Fé e Coragem Espiritual. A Fé firme na missão do discipulado Cristão e a completa
dependência a direção do Espírito Santo, geram a coragem necessária para o trabalho da
visitação.
d) Amizade Cristã. A visitação será mais eficiente quando feita com demonstração de
amizade e simpatia sinceras. O Discípulo cristão que, em seu trabalho de visitação, apresenta
um espírito agradável e amigo, será capaz de aquecer os corações frios, abrir portas fechadas
e retirar do isolamento o coração solitário.
e) Palavra Cristã. Uma linguagem cristã, responsável, deve caracterizar os encontros de
discipulado. Não ser leviano no falar nem dado a mexericos e boatos. O discipulador cristão,
em seu trabalho de visitação deve agir com seriedade com as confidências que lhe foram
confiadas.
Anotações:
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LIÇÃO VII – ACONSELHAMENTO ESPIRITUAL DE NOVOS CRENTES LIÇÃO VII – ACONSELHAMENTO ESPIRITUAL DE NOVOS CRENTES 
1. Fatores importantes no Aconselhamento Espiritual dos Decididos:
a) O valor e alcance do ministério dos conselheiros espirituais, pessoas espiritualmente
preparadas e treinadas para um trabalho eficiente de apoio e consolidação da decisão
espiritual do novo convertido.
b) As orientações técnicas aqui oferecidas têm seu valor e lugar no trabalho espiritual,
mas sua eficiência depende muito de mantermos nossa confiança em Deus primeiramente. A
convicção de que Deus é quem faz a obra por nosso intermédio e que o poder vem do Espírito
Santo, é fundamental para o êxito desse ministério cristão (Pv. 3:5; 28:26; Hb 11:6).
2. O Trabalho de Aconselhamento Espiritual e seus Objetivos:
a) Mantenha uma atitude espiritual, espírito de oração e disposição em deixar-se guiar
pelos impulsos do Espírito Santo.
b) Mantenha-se atento as oportunidades em seu redor de prestar ajuda espiritual,
tomando a iniciativa de abordagem se preciso.
c) Busque sempre, no espírito de Deus , decisões espirituais de pessoas, ajudando-a não
só a toma-las mas também a se afirmar nelas.
d) A intenção dos decididos começa aqui através de conselhos e orientações apropriadas
para os primeiros passos do novo crente. Um começo de vida cristã bem orientado aumenta a
percentagem dos que crescem até a maturidade espiritual em sua experiência de vida cristã.
e) Tenha em conta que seu trabalho não termina na decisão, mas se estende a
consolidação dessa decisão e na integração ou reintegração do decidido na comunhão do
corpo de Cristo através da Igreja local (At. 2:42), trate com cada pessoa segundo a natureza de
sua decisão e de seu tipo, a saber:
Espécies de decisões:
a) Aceitar a Cristo pela fé; 
b) reconciliação ou restauração;
c) Reconsagração ou dedicação.
Tipos de pessoas:
a) Os perdidos, que precisam receber a reconciliaçãoà comunhão de Deus e da Igreja;
b) Os Duvidosos, que precisam alcançar convicção espiritual;
c) Os Derrotados, que precisam se reerguer do fracasso espiritual e serem restaurados
na vida cristã e no Crescimento espiritual.
3. Recomendações Práticas aos Conselheiros Espirituais
a) Ter bom conhecimento do material a ser entregue aos decididos a fim de poder fazer
uma apresentação objetiva e eficiente do mesmo.
b) Acompanhar o apelo em espírito de oração, e acercar-se dos decididos quando forem
chamados a frente, um conselheiro para cada decidido e de preferência do mesmo sexo e
idade aproximada. Se notar que algum decidido não foi à frente, aproxime-se dele e diga:
"Posso acompanha-lo (a) até a frente?" (mas não force se a pessoa recusar; a conversão é
obra do Espírito).
c) Fique a frente junto ao decidido, em silêncio e em oração, aguardando que o apelo
termine para acompanhar o decidido ao local do aconselhamento, quando será oportuno o
trabalho.
d) Comece o aconselhamento com uma rápida apresentação, procurando guardar o
nome do decidido para usa-lo durante o aconselhamento.
e) Faça perguntas objetivas a fim de determinar o tipo e a qualidade da decisão, como:
“Que decisão você está fazendo?”. “O que você tinha em mente ao atender o apelo?".
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EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
f) Apresente o material destinado ao decidido de modo claro, objetivo e bem a vista dele.
Durante a apresentação do material não se deixe desviar por perguntas do decidido (prometa
trata-las no fim). Se chegar ao seu redor outros, coloque o material em suas mãos, faça uma
breve recapitulação e prossiga do ponto onde você parou (isto se tiver que atender mais de um
decidido).
g) É preciso deixar com o decidido para reconciliação à certeza do perdão de Deus e 1Jo
1:9 aplica-se bem aqui. Se for decisão de consagração de vida, sem problema aparente de
pecado, use passagens de Rm. 12:1-2 e Ef. 4 e outras apropriadas. No caso de decisão para o
Batismo e vocação para o ministério, procure a ajuda do Pastor ou Conselheiro Chefe.
h) Ao preencher a Ficha de Decisão, faça-a com muita clareza, com dados completos,
encaminhando logo após o encarregado pelo recolhimento das fichas.
i) Encerre a entrevista com uma oração em favor do decidido, despedindo-se dele de
modo cordial e fraterno.
Anotações:
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EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
LIÇÃO VIII – INTEGRAÇAO DE NOVOS CRENTES NA IGREJA LOCALLIÇÃO VIII – INTEGRAÇAO DE NOVOS CRENTES NA IGREJA LOCAL
1. Bases Espirituais para uma Vida Cristã - O Novo Modo de Viver do Cristão:
a) Aos Novos Crentes em Cristo, como membros da Igreja, corpo vivo de discípulos de
Cristo, competem empenhar-se com zelo, fervor e observar os seguintes preceitos Bíblicos,
com vistas a uma vida cristã eficaz e a um discipulado Cristão dinâmico e eficiente.
b) Buscar uma vida santificada para com Deus, vida de obediência à palavra de Deus
como regra de fé e vida, dedicada à oração e a consagração ao serviço do senhor (Jo 17:14-
19; Rm 12:11,12; I Cor. 15:58; I Ts.4:3-5,7; Hb. 12:13-15; I Pd. 1:13-17).
c) Buscar instruir-se na Palavra de Deus a fim de capacitar-se para a vida Cristã e
habilitar-se para o serviço cristão através de sua Igreja (Is. 55:11; Mt. 24:35; II Tm. 3:16-17; Hb
4:12; Tg. 1:21-25).
d) Buscar a bênção e os Dons do Espírito Santo para uma vida cristã feliz e eficaz. (At.
1:8; Jo 7:37-39; Gl 5:22,25; Ef 4:30; 5:18; Rm. 8:8-14; 12:3-8;, I Ts. 5:19).
e) Pelo Poder de Deus, abster-se de todos os vícios, bem como de diversões contrárias a
consciência cristã e espetáculos de natureza e finalidades mundanas (Rm 12:1,2; I Cor 6:19;
Ef. 5:1,2, 8:11; I Ts. 5:5, I Jo 2: 15-17).
f) Participar com assiduidade dos cultos, esforçando-se para que sejam sempre
espirituais e eficazes no Espírito Santo. (Sl. 100:1,2; Ec.5:1; Rm 12:1-2; Ef. 5:25b; Hb. 10:25).
g) Contribuir com alegria com seus dízimos e ofertas, para o sustento da Igreja e a
promoção dos seus fins espirituais, neste mundo (Ml. 3:8-10; Lv. 27-32; Pv. 3:9; Mt 23:23; I Cor
16; 6-13; Hb 5:4,6,7,9).
h) Ter o primeiro dia da semana, o domingo, como "Sábado Cristão", consagrando-o ao
culto e ao cultivo especial da vida espiritual (Mc. 2:27-28; 16:1-2,9; At. 20:7; I Cor 16:1-2; Cl
2:16-17).
i) Prestigiar os que lideram e ministram na Igreja, mantendo para com eles e para com os
demais membros do Corpo de Cristo uma atitude solidaria e fraterna (Rm 12:9-10; I Ts 5:12; I
Tm 5:17-19; Hb 13:7,17-18).
j) Trajar-se como convém ao Cristão, evitando sempre trajes de ostentação vaidosa e de
sentido mundano (I Tm 2: 9-10; II Tm 3: 1-5; Tg 2: 1-4).
k) Evitar negócios ou atividades profissionais incompatíveis com a consciência cristã,
como fabricação ou comercialização de artigos ou produtos destinados a prática de vícios ou
usados para finalidade mundanas ou más, bem como atividades ou profissões desse caráter
ou finalidade (Mt. 6:19-21).
2. Recomendações Bíblicas e práticas ao Cristão – Posição Cristã em face de certas
Práticas:
a) Práticas Condenadas pela Palavra de Deus:
- Sobre ídolos ou imagens (Lv 26:1; Sl 115:1-8; I Jo 5:21)
- Sobre os mortos (Dt. 18:10-12; Lv 19:31; Lc 16:19-31)
- Sobre as heresias (Mt. 24:24; I Tm 4:1-2; II Jo vs 10,11)
- Sobre as tradições (Mc. 7:5-9; Cl 2:8)
- Sobre mundanismo (Gl 5:19-21; Fp. 3:18-21)
b) Práticas Recomendadas pela palavra de Deus ao Cristão:
- O Cristão e seus irmãos em Cristo (Ef 4:32; II Ts 3:6)
- O Cristão e sua Igreja (I Ts 5:12-13; Hb. 13:7,17; Gl 6:6)
- O Cristão e seu pastor (I Ts 5:12-13; Hb 13:7,17; Gl. 6:6)
- O Cristão e seu próximo (Mt. 5:14-16; 22;39; Rm. 10:11-15)
- O Cristão e sua consciência (Rm 14:22; Gl 6:16; Ef. 4:25-31)
- O Cristão e o Reino De Deus (Mt. 6:33; 28:19-29; Jo 15:8,16)
FATADProf. Jales Barbosa 21
EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
3. O Novo Crente e a Igreja Local
a) O Novo Crente deve ser levado a se entrosar com os Crentes.
b) O Novo Crente deve crescer na Graça e na comunhão da Igreja
c) O Novo Crente deve ser ensinado a respeito do comportamento
d) O Novo Crente deve ser ensinado a usar os seus talentos naturais na obra de Deus.
c) O Novo Crente deve Conhecer a organização e como funciona a Igreja local:
- Composição de organograma da Igreja local
- Programas e atividade da Igreja local
Anotações:
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EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
LIÇÃO IX – ENFRENTANDO OBJEÇÕES E DIFICULDADES NO EVANGELISMOLIÇÃO IX – ENFRENTANDO OBJEÇÕES E DIFICULDADES NO EVANGELISMO
1. Os principais tipos de objeções e dificuldades no Evangelismo:
a) Os que são sinceros mas tem dificuldades (Is. 41:4,10,13; Sl 87:5-7; Rm 8:38,39; Fp.
4:13; Mt 16:26)
b) Não posso deixar meus antigos hábitos (Jo 7;17; 3:3-7; 8:32; Mt. 16:24-27)
c) A vida do Crente é difícil (Mt. 11:28-30; Lm 3:26,27; Pv 3:17)
d) Eu terei de deixar muitas coisas (Mt 19:29; 16:27; Mc 8:24-37)
e) Receio à reação dos meus parentes e amigos (Mt. 16:26; Lc 9:57)
f) Meu coração é duro demais (Ez. 36:26; Jo 3:3; II Co 5:7)
g) Estou procurando ainda não encontrei (Jr. 29:12-14; Mt 7:7-8;Is. 55:6; Lc. 15:1-10;
19:10)
h) A Bíblia é uma Tolice (I Cor. 1:18; 2:14; At. 17:18; Pv. 28:4-5; II Co 4:3-5; Dn 12:10; II
Ts. 2:10-12; Jo 7:17; Sl 25:14)
i) Não existe Deus (Sl. 14:1; Rm 1:19-20; At. 17:30-31; Sl 19:1,8).
j) Quando Deus quiser aceito (Is. 55:6; Hb. 3:7-19; Ec.12:1; II Cor. 6:1-2; I Tm 2:1,4; Ez.
18;23; Jo 3:16; Tt 2:11).
k) Não aceito e nem rejeito (Mt. 12:30; Gl 7:10; Ap. 3:15)
l) Os que se queixam dos Crentes (Rm 14:4,12; 2:1; Mt. 7: 1-5; I Jo 2:21-22; Jr. 2:5;
Is.53:5; Rm 5:68; Mt. 6:14-15; Jo 13:15).
m) Não há Inferno (Mt. 25:41-46; Lc.12:5; Ap. 21:8; 19:20; 20;10; Hb. 10:28-29; Mc.
14:21; Lc. 16:23-24; Jd. 6-7; II Pd. 2:9).
n) Não há céu (Mt. 6;9-10; Sl. 103:4,13; Mc 10:21; Jo 3:31; Sl. 2 e 4; 73:25; 89:6,11; 96:5,
115:2; At. 1:11; 7:55-56; Jo. 1;51, 3:13).
o) Quanto ao espiritismo e invocação dos mortos (Dt. 18;9-12; Ef. 6;10-12; Hb. 9:27-28; I
Cor. 11;13-14).
p) Quanto a invocação dos mortos (Dt. 18:10-12; Lv. 19:31; 20:6; II Rs. 17;17; I cr. 10:13-
14; 33:6; Is.8:19-20; 19:3;I Tm. 4:1-2; II Ts. 2:19,12).
2. Respostas Bíblicas para as desculpas apresentadas pelos homens:
a) Os que acham que não podem seguir a Cristo porque são fracos (Jo. 10:28-29).
b) Os que acham que não podem ser salvos porque seus pais não crentes (Rm. 14:12).
c) Os que acham que não ouvem a voz de Deus (Ap. 3:20).
d) Os que acham que são demais pecadores, não sendo dignos de perdão (I Tm 1:15).
e) Os que acham que podem deixar para depois (Is. 55:6).
f) Os que acham que não é à vontade de Deus a salvação para um homem em sua
condição (II Pe. 3:9).
g) Os que aceitam a Bíblia apenas como um livro (Mt. 5:18).
h) Os que acham que primeiro devem endireitar sua vida para aceitar a Cristo como seu
Salvador pessoal (Mt. 9:12).
SHALOM ADONNAY....BARUCH ATA BEIT EL....
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EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
LIÇÃO X – BATALHA ESPIRITUALLIÇÃO X – BATALHA ESPIRITUAL
Projeto de oração de uma hora em favor de evangelismo e missões, distribuídos da 
seguinte forma:
a) primeiro 08 minutos ------------------------ adoração
b) segundo 08 minutos ----------------------- confissão de pecados
c) terceiro 08 minutos ------------------------- intercessão familiar
d) quarto 08 minutos -------------------------- intercessão pelos vizinhos
e) quinto 08 minutos --------------------------- intercessão pela sua cidade
f) sexto 08 minutos ---------------------------- intercessão pelas autoridades
g) sétimo 08 minutos -------------------------- intercessão libertação especifica de pessoas
h) oitavo 08 minutos --------------------------- intercessão em favor da igreja e obreiros
1. Mapeamento Espiritual (Avaliando o Ambiente Espiritual)
Mapeamento espiritual é uma disciplina nova e emergente entre os evangélicos.
Mapeamento espiritual pode ser definido como: "Uma tentativa de ver nossa cidade como ela
realmente é, e não como ela aparenta ser." Como já abordamos acima, quando da base bíblica
para coleta de informações, o visível é freqüentemente apenas um reflexo do invisível. Dr. C.
Peter Wagner explica isto:
“Uma importante hipótese sobre mapeamento espiritual é que a
realidade seria mais do que aparece na superfície. As coisas visíveis de
nosso cotidiano árvores, pessoas, cidades, estrelas, governos, animais,
profissões, arte, modelos comportamentais - são lugares comuns e não
despertam atenção. Contudo, por trás de muitos aspectos visíveis do
FATAD Prof. Jales Barbosa 24
EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
mundo ao nosso redor podem existir forças espirituais, áreas invisíveis
da realidade que podem ser afinal, mais significantes do que o mundo
visível.”
Mapeamento espiritual, portanto, é a reunião de informações no mundo visível que
pode nos auxiliar a entender o que fica abaixo da superficie, nas dimensões espirituais. Em
verdade, todos os tipos de informações acima descritos, referentes à igreja e seu contexto,
fazem parte do mapeamento espiritual porque podem nos ajudar a entender as verdades
espirituais por trás das aparências físicas.
Muitas pessoas encaram o mapeamento espiritual comoum tipo de atividade
mística, esotérica, quase espírita. Isto tem resultado em muita controvérsia sobre a validade de
mapeamento espiritual como um estratagema evangelístico e missiológico. Na realidade,
mapeamento espiritual não é tão místico como alguns nos levam a crer, conforme George Otis
Jr., explica:
“Conquanto mapeamento espiritual deve ser um meio pelo qual
podemos ver sob a superfície do mundo material, isso não é magia. Ele
é subjetivo apenas pelo fato de ser uma habilidade nascida na justa
relação com Deus e de um amor por Seu mundo. Ele é objetivo no que
pode ser comprovado (ou desacreditado) pela História, pelas
observações sociológicas e pela Palavra de Deus.
Desmistificado, o mapeamento espiritual é, na verdade, um pesado
programa de trabalho duro e disciplinado. Aqueles que não estiverem
dispostos ao trabalho árduo de fazer contatos na comunidade, com
pesquisa detalhada e longas horas diante do Senhor em oração, nem
precisam perder seu tempo.”
Alguns desejariam crer que mapeamento espiritual é necessariamente um processo
rápido e simples que qualquer um pode aplicar em sua igreja, vizinhança ou cidade. O perigo
em tal suposição é ter informações parciais que pode às vezes, nos desviar e nos levar a tirar
conclusões equivocadas. Mapeamento espiritual é um longo processo que requer muito tempo,
esforço e recursos para ser feito corretamente.
O tempo e recursos necessários vão determinar o tamanho da área a ser estudada.
“Após receber um mandamento claro de Jesus para prosseguir, o
primeiro passo para lançar seu projeto de mapeamento espiritual é
delimitar o território que você vai cobrir: É importante que se tenha em
mente aqui: que as dimensões de sua tarefa (medidas em termos de
geografia e população) serão diretamente proporcionais à extensão de
tempo que se levará para completar o estudo...
Em média uma equipe competente trabalhando em tempo parcial
algumas horas por dia levará de dois a três anos para concluir um
projeto em pequena escala (um bairro grande ou uma cidade média por
exemplo).Tarefas maiores requerem módulos de tempo maiores.”
É possível que se baseando nas considerações descritas por Otis, mapeamento
espiritual no Brasil, seja viável só quando abrange cidades ou bairros, com população não
superior a 150 mil habitantes.
Mapeamento espiritual pode nos ajudar a entender os aspectos invisíveis, tanto do
Reino da Luz, quanto do Reino das Trevas. Passamos a entender melhor onde e como Deus
está abençoando uma cidade com Sua Santa Presença (Romanos 1:19-20), e podemos ver
onde Satanás tem construído suas fortalezas que precisam ser postas abaixo (2 Coríntios 10:3-
6). Mapeamento espiritual pode nos ajudar a entender os caminhos nos quais Satanás tem
impedido as pessoas de ouvir o Evangelho, de forma que possamos combater suas ações
diabólicas por meio da oração. Harold Caballeros da Guatemala define mapeamento espiritual
FATAD Prof. Jales Barbosa 25
EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
assim:
“É a revelação de Deus sobre a situação espiritual do mundo em que
vivemos. Essa é uma visão que transcende nossos sentidos naturais e
pelo Espírito Santo, nos revela as hostes espirituais das trevas.”
A renomada intercessora e professora Cindy Jacobs diz:
“Em minha opinião, (mapeamento espiritual) é pesquisar uma cidade
para descobrir eventuais invasões que Satanás tenha feito que
impedem a disseminação do Evangelho e a conquista de uma cidade
para Cristo.”
Victor Lorenzo da Argentina assegura:
“Entendo que mapeamento espiritual combina: pesquisa, revelação
divina e evidência confirmatória, de maneira a prover dados completos e
exatos, referentes à identidade, estratégias e métodos empregados,
pelas forças espirituais das trevas, para influenciarem pessoas e igrejas
em determinada região.”
Conforme as definições acima mostram, que mapeamento espiritual pode ser um
instrumental importante para nos ajudar a ganharmos nossas cidades para Cristo. Como
George Otis, Jr. coloca:
“...O único legítimo propósito para mapeamento espiritual é a
coordenação e qualificação das iniciativas evangelísticas.”
Um fato a se lamentar é que muitas vezes as pessoas interessadas e que estão
fazendo mapeamento espiritual não estão de maneira alguma ligadas àqueles que fazem
evangelismo e plantio de novas igrejas. Se pretendermos encorajar mapeamento espiritual em
nossas cidades, devemos também estar comprometidos com uma análise detalhada dos
resultados para que nossos esforços evangelísticos se tomem mais eficazes.
2. Informação Histórica
Muitas cidades foram fundadas por pessoas repletas de motivações pecaminosas.
Algumas vezes os fundadores de uma cidade ou membros de seus sistemas governamentais,
assassinaram os líderes anteriores ou os expulsaram de suas terras, de maneira a ganharem
poder e posição. Tais situações freqüentemente resultam em maldições e pecados não
tratados que podem causar efeitos de longa duração sobre a atmosfera espiritual da cidade.
Outras cidades têm uma história de liderança corrupta, tanto política, econômica, ou
ambas, que tem explorado as pessoas simples em proveito próprio. Isto pode resultar numa
atitude de ódio ou desconfiança em relação à liderança em geral, que pode obstruir o
crescimento da igreja na cidade. Algumas vezes tem havido certos tipos de práticas
pecaminosas ou certos tipos de negociatas, ou a prevalência de indústrias que não agradam a
Deus. Por exemplo, a charmosa cidade costeira de Parati, no Rio de Janeiro, foi fundada no
século dezesseis como uma plataforma para aventureiros gananciosos em busca de ouro e
pedras preciosas em Minas Gerais. Em seus cumes hospedavam-se os traficantes de escravos
e os comerciantes de tabaco e pinga. Mil toneladas de ouro e 100 quilos de pedras preciosas
passaram por Parati, razão pela qual a cidade era, e ainda é, cercada por fortes. Nestes dias,
mais de trezentos anos depois, Parati ainda é conhecida como a "Capital da Cachaça" do
Brasil e certamente do mundo. Infamia deste tipo pode dar a Satanás a oportunidade de
trabalhar em nossas comunidades. Exemplos de negócios pecaminosos podem incluir
contrabando, tráfico de drogas, jogos, prostituição, pornografia, etc. Tais informações devem
ser trazidas à luz de maneira a descobrir pecados não revelados que são usados pelo inimigo
para cegar as pessoas para as verdades do Evangelho.
É muito interessante comparar achados históricos, do tipo mencionado acima, com
FATAD Prof. Jales Barbosa 26
EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
as presentes localizações (ou ausência) de igrejas e verificar se existe alguma correlação. Por
exemplo, houve um evento de importância histórica ou cerimônia ritual em uma parte da cidade
que tem menos igrejas que as demais? Tente descobrir se há qualquer relação entre os grupos
étnicos que são mais dificeis de se alcançar com o evangelho e discriminações passadas ou
outros eventos históricos que poderiam ter produzido fortes sentimentos contra a Igreja de
Jesus Cristo. Talvez a igreja esteja, na verdade, envolvida nessas ações pecaminosas do
passado e precise humilhar-se e arrepender-se diante daquele grupo de pessoas. Um exemplo
clássico deste princípio foi o apoio que a igreja deu à escravidão, nos Estados Unidos, o que
Satanás tem usado até hoje para causar uma certa resistência ao Evangelho, especialmente
entre os jovens negros do sexo masculino. Também, muitas vezes índios norte-americanos
não se interessam pelo Cristianismo porque essa é a religião dos homens brancos que
tomaram suas terras. Muitos sentem que as dificuldades que temos, até hoje, para alcançar o
mundomuçulmano são, em parte, devido à violência praticada em nome de Cristo durante as
Cruzadas da Idade Média.
O relacionamento de uma cidade com outras cidades circunvizinhas e com o
restante do país também pode nos dar uma compreensão das realidades espirituais. A cidade
exerce um papel importante na vida do país ou região? Existiriam alguns acordos ou alianças
que a cidade tenha feito e que tenha quebrado posteriormente? Guerras e derramamento de
sangue fazem parte da história da cidade?
Em termos de história mais recente é importante identificar quais são os valores
tradicionais e virtudes de uma cidade. Talvez o governo e o empresariado tenham,
tradicionalmente, tomado conta do povo de maneira responsável. Há qualquer indício de
quebra ou mudança desses valores tradicionais? Por exemplo, em muitas partes do mundo a
família está perdendo influência. Esse tipo de informação é imprescindível na avaliação das
maneiras pelas quais o inimigo está atualmente atacando a sociedade e são de grande
utilidade para o desenvolvimento de estratégias evangelísticas eficazes.
3. Organizações Operando na Cidade
Muitas vezes, organizações que operam na cidade e que detêm muito poder,
podem concluir que sua influência será enfraquecida se as pessoas se entregarem para Cristo.
Isto é especialmente verdade no que se refere a religiões não-cristãs. Que religiões estão
ativas em sua cidade? Estas precisam ser alvo de nossos esforços evangelísticos e de nossas
orações. Como Paulo também diz, em 1 Coríntios 10:20 “.... as coisas que e eles sacrificam, e
a demonios....”
Esses demônios não querem perder tal adoração. De fato, a grande queda dos
céus, de Satanás, ocorreu porque ele desejou a adoração que estava destinada unicamente a
Deus (Isaías 14: 11-17). E novamente, durante a tentação de Cristo, Satanás tentou fazer com
que Jesus se prostasse de joelhos para adorá-lo (Mateus 4:9). Portanto, por trás das religiões
não-cristãs, cujos líderes estarão mais preocupados em não perderem seguidores para as
Igrejas Cristãs, estarão também os demônios oferecendo resistência na dimensão espiritual.
Um outro tipo de organização de interesse, são as seitas e sociedades secretas
que operam em nossas cidades. Essas organizações freqüentemente, têm práticas envolvendo
rituais satânicos, os quais tentam invocar o poder de Satanás sobre uma cidade, negócios ou
outras situações, visando a conquista de bens materiais e poder aos seus seguidores. Outras
organizações podem promover esforços humanísticos seculares, que vão contra a causa de
Cristo, como o aborto por exemplo. Em qualquer caso sua existência, propósitos declarados e
campo de atividades secretas. Outras organizações como o comércio ou associações
profissionais, que possuem outros compromissos mais camuflados, também podem se
enquadrar nesta categoria.
FATAD Prof. Jales Barbosa 27
EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
Finalmente, algumas organizações, muitas vezes até com fundos governamentais,
podem erigir monumentos "embelezar" uma cidade, executando obras de arte e/ou murais
culturalmente significativos, etc. embora isto possa parecer simplesmente um gesto
benevolente, as vezes ali podem estar consagrações escondidas a satanás, ou a outras
entidades malignas, construídas em troca de prosperidade ou outras bênçãos materiais e
espirituais. É importante estudarmos obras de arte monumentos, estátuas e mesmo o
posicionamento dos edifícios importantes em uma cidade. Tudo isso podem ser tipos de ídolos
por trás dos quais demônios estarão escondidos para ganharem a glória e adoração que são
devidas apenas a Deus.
4. Ambiente Espiritual
O objetivo final do Mapeamento Espiritual é capacitar Igreja de Jesus para discernir
as realidades e verdades espirituais por trás das manifestações visíveis em nossas cidades. Há
muita discórdia hoje na Igreja, sobre a validade do conceito de espíritos territoriais. Muitos
sentem que sua existência não pode ser sustentadas pelas Escrituras, enquanto outros
consideram sua existência obvia. Não está no mérito deste curso discutir esta questão em
profundidade. Sentimos contudo, que o fato de haver oposição demoníaca ao trabalho de
evangelismo é razão suficiente para estudarmos fatores espirituais.
Desejamos discernir melhor as maneiras que o inimigo pode estar trabalhando em
nossas cidades "... pois não lhe ignoramos os desígnios." (2 Coríntios 2: 11). Discórdias sobre
as formas que as presenças demoníacas podem tomar, quer seja de espíritos territoriais;
oposição demoníaca; possessão; opressão; etc., podem ser usadas por satanás para fazer o
Corpo de Cristo desviar de seu trabalho real de evangelismo que necessita ser feito.
Deus pode falar, pelo poder do Espírito Santo, a qualquer que lhe apraz. As
contribuições de uma pessoa que assegure ter uma revelação direta do Senhor sobre
determinada estratégia de Satanás que se opõe ao sopro do Evangelho, pode ser uma soma
valorosa ao trabalho de mapeamento espiritual e devem ser ouvidas. Tais palavras contudo,
precisam ser verificadas e confirmadas também por outros meios. Os líderes responsáveis pela
coleta e análise de dados do mapeamento espiritual precisam criar canais para que essas
pessoas que tenham o dom de discernimento ou recebam palavras de sabedoria do Senhor,
possam compartilhar suas impressões e descobertas. Estas informações devem, então, ser
consideradas à luz das Escrituras enquanto outras informações vão sendo recolhidas.
Uma palavra de cautela para aqueles que tem o dom de discernimento ou que
recebem palavras de conhecimento do Senhor: o fato de Deus mostrar a você um problema a
ser compartilhado não implica que você necessariamente vai fazer parte da solução. Deus tem
dado dons diferentes a diferentes pessoas no corpo, e aqueles com dons de liderança,
estariam em posição de conduzir o povo adiante. Seu dom foi dado por Deus para ser usado
no contexto do Corpo de Cristo. Se você perde a paciência e sai debaixo da autoridade que
Deus o tem colocado, corre um grande risco de não produzir frutos espirituais e, talvez ainda
pior, de sofrer ataque espiritual do inimigo. Ore por seus líderes para conduzirem seu povo,
que Deus abrirá seus corações para ouvirem você. Não pressione ou desafie a autoridade
deles.
5. Ferramentas Disponíveis
Fomos capazes de dar apenas um sumário básico dos tipos de informações que
seriam úteis reunir, de maneira a evangelizar mais eficientemente sua cidade. Existem outras
fontes disponíveis àqueles que desejarem ir mais adiante e mais fundo em suas apreciações.
No que se refere a igreja local ou denominação, o Manual de Pesquisa Sobre o
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EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
Crescimento da Igreia. de Bob Waymire e C. Peter Wagner, publicado no Brasil pela Editora
Sepal, dá uma excelente descrição de informações que seriam úteis na instituição da própria
igreja. Ele também ensina o usuário como analisar os dados reunidos e como desenvolver
análises e gráficos para melhor entender e explicar suas descobertas.
Finalmente, conforme mencionado acima, incluímos no final uma lista de questões
para mapeamento espiritual extraídas do último capítulo do livro de C. Peter Wagner, Breaking
Strongholds in Y our City (Quebrando as Fortalezas na sua Cidade, ainda não traduzido para o
português). Essas questões, em sua maioria, podem ser aplicadas em sua igreja local,
vizinhança, cidade, ou região de um país, mas foram redigidas para utilização numa cidade.
Estas são questões especificas que você tentará responder, sobre a área que está estudando
no mapeamento espiritual.
Anotações:
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EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
LIÇÃO XI – ESTRATÉGIAS DE ADORAÇÃOLIÇÃO XI – ESTRATÉGIAS DE ADORAÇÃO
A Seguir forneceremos algumas estratégias de Adoração e oração em Batalha
Espiritual, pois a nossa luta e ESPIRITUAL.....ESPIRITUAL....ESPIRITUAL, então vamos a luta
ESPIRITUALMENTE
1. Preparando Adoradores Para A Guerra
Exaltem a Deus com as suas bocas, e espadas nas extremidades de suas mãos,
para executar vingança entre as nações, e castigo entre as cidades; para apanhar os grilos
com seus reis, e seus nobres com cadeias de ferro; para executar neles o juízo decretado;
glória será esta para todos seus santos. Aleluia. Salmo 149:6-9.
Porque nós não temos que lutar contra o sangue e a carne, mas contra principados,
contra impérios, contra os dominadores da escuridão deste século, contra hostes espirituais da
maldade nas regiões celestiais. Então, tome a armadura inteira de Deus. Ef. 6:12.
E eles venceram por meio do sangue do Cordeiro e da palavra do testemunho
deles, e eles não amaram as vidas até a morte. Apoc 12:11.
Que rei, quando indo para a guerra contra outro rei,
não senta primeiro e considera se pode fazer guerra com dez
mil diante do qual vem contra ele com vinte mil? Lucas 14:31.
2. A Chamada para uma Adoração
Em forma paralela ao tremendo avivamento da
adoração incondicional na Igreja, está a proliferação de religiões
novas e superstições pseudo-científicas. Não há mais satisfação
com os deuses do racionalismo nem do materialismo. Nossa cultura está dirigindo para os
deuses do ocultismo que lhes prometem poder e conhecimento espiritual.
Como nos dias de Elias, os verdadeiros adoradores de Deus estão vivendo em
confronto de um Deus vivo com os poderes da escuridão. Não somente deveríamos deleitar
em adoração a Deus; devemos nos preparar para conflitos sérios com as forças invisíveis,
porque a estratégia de Satanás é desviar para ele mesmo a adoração que pertence a Deus.
O problema não é se nós vamos “adorar" ou não, mas "a quem vamos adorar”.
Nesta lição, vamos aprender quais são os pré-requisitos para ir à batalha e quais são as armas
da nossa milícia. O futuro das famílias, das cidades e das nações estão em jogo.
a) Sal. 149:1-5 – Deus está chamando seu povo para começar a adoração;
b) Apoc. 14:6 – Um anjo proclamando o evangelho eterno a todas as nações: Adorai a
Deus!
3. A Chamada para a Guerra
a) Sal. 149:6-9. Deus está chamando aos adoradores ativados à guerra
b) A mesma trombeta que chamou os israelitas a adorar, os chamou para à guerra. Núm.
10:7-10.
c) Ef. 6:12. É uma briga. Haverá perdas.
d) Somos observadores interessados ou guerreiros dedicados?
e) Guerra centrada em Deus. II crônicas 20:21, 22. Eles cantaram louvores a Deus; Deus
derrotou a seus inimigos.
f) Primeiro, submeta-se a Deus, então, resista ao diabo. Tg 4:7.
g) A adoração é entronar a Cristo; a guerra é destronar principados.
h) A presença de Deus (a arca) e Guerra. Números 10:35; 14:44.
FATAD Prof. Jales Barbosa 30
EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
4. O Inimigo Conquistável
A realidade a respeito de Satanás:
a) Satanás é malicioso. Por natureza ele é assassino, ladrão e destruidor. João 10:10
b) Satanás é um mentiroso vicioso e um implacável acusador. João 8:44; Apoc. 12:10.
c) Não podemos ignorar nosso oponente. Ele pode nos devorar. Necessitamos estar
alerta e ter controle próprio. I Pd 5:8.
d) Não devemos ser presunçosos na guerra. Judas 1:9.
A vulnerabilidade de Satanás:
a) Satanás é um ser criado, não se compara a Deus. O Reino de Satanás é construído
sobre orgulho, ciúmes, lutas, traições, mentiras, etc. Não pode permanecer.
b) Apoc. 12:11. Eles o venceram.
c) Sal. 149:8,9. Reis e nobres (governadores satânicos) condenados.
d) Mat. 16:18. As portas do inferno não podem prevalecer contra a Igreja de Deus.
5. Pré-Requisitos para a Guerra
a) És tu um adorador? Sal. 149:6-9
b) Tens escolhido viver debaixo da cruz, “e o que isto significa?" Apoc. 12:11. Esta é uma
arma, é um pré-requisito.
- Deut. 20:1-10. Estás consciente de sua casa, de sua carreira e de sua família, ou
estás amedrontado a este respeito? Tome a consciência de Deus.
- Mat. 10:37-39. Cristo sobre tudo. Devemos decidir se vamos proteger nossas vidas ou
se vamos investir.
c) Tens sabedoria? Lucas 14:31. Tempo para lutar, tempo de refrear-se. Necessitamos
estabelecer vitória em esferas menores antes de tomar esferas maiores.
d) A submissão, a humildade e a paz devem preceder a guerra. I Ped 5:5-9.
6. Nos são dadas Armas Efetivas que devemos aprender usar
O sangue – Verdade Legal.
a) Não é algo assim como um encanto mágico.
b) É o teste do trabalho acabado de Cristo. É necessária a fé no que isto significa.
c) É a garantia do acesso dos adoradores. Heb. 10:9-22.
d) Por meio dela foram despojadas as potestades e as autoridades satânicas. Col. 2:15.
e) É o testemunho do preço que Deus dá ao homem. O pecador tem valor.
f) O sangue registra seu valor! O sangue de Cristo representa o preço mais alto que
alguma vez isto poderia ter sido pago por algo. I Ped 1:18-19.
g) Pagou o preço pela criação inteira. Col. 1:15-20.
Nosso testemunho da Verdade de Deus – Ação executiva. 
a) O testemunho não é nenhum simplesmente falar, é uma confissão baseada na
convicção. (A palavra grega "marturion" = testemunho, tem que vir com uma experiência
pessoal. Requer um encontro subjetivo com a verdade eterna objetiva de Deus).
b) Convicção = Crer + Experiência. Jo 4:39-42; 1 Jo 1:1-2.
c) Todo assunto deve ser estabelecido por duas ou mais testemunhas. Mat. 18:16.
d) A Igreja é chamada para declarar ou anunciar. 1 Ped 2:9.
e) Testificamos em fé, dando nosso testemunho, pregando, declarando em oração.
f) Esses que testemunham são odiados por Satanás. Apoc. 1:9; 6:9; 17:6.
g) Para ser efetivo na guerra, a Igreja deve incrementar seu testemunho.
O Nome de Jesus.
a) No Nome de Jesus:
- No Nome de Jesus. Jo 17:6. "A vitória começa com o Nome de Jesus em nossos
lábios. Éconsumada com a natureza de Jesus em nossos corações”.
- Na autoridade de Jesus. Mat. 18:18-19; Fil. 2:9-11.
FATAD Prof. Jales Barbosa 31
EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
- Na presença de Jesus. Mat. 18:19; 2 Cor. 20.8-9.
b) Nome de Jesus requer acordo espiritual. Mat. 18:19. A palavra grega para acordo é
sumphoneo. A humildade e o amor são necessários para que possamos realmente sintonizar.
7. Outras operações importantes da Guerra
a) Alvo: Isa. 58:6. Solta as ligaduras da maldade.
b) Intercessão: Apoc 8:3-5. Deus derrama poder imponente quando está satisfeito o
incenso.
c) Perdão: Atando e soltando conectado ao perdão. Mat. 18:35. O perdão nos libera dos
direitos legais de Satanás.
d) Anjos, nossos aliados celestiais. Sal. 34:7; Ex. 14:9.
e) Rompendo maldições. Is 53.4,5
8. Estou Preparado?
a) Há alguma coisa que eu detenho no meu coração mais importante que Deus?
b) Tenho confiança no poder do Ssangue? No Nome de Jesus?
c) É minha vontade limitar minha guerra nas áreas de verdadeiro testemunho e
convicção?
d) Vivo para mim ou para meu Deus?
e) Estou sujeito à culpa para regular e condenação?
f) Meu coração está frio ou duro?
g) Desejo ver as coisas de uma perspectiva de fé ou de suspeita?
h) A presença de Deus é real para mim?
i) Oro regularmente junto com outros em acordo espiritual?
j) Tenho vergonha de louvar a Deus corajosamente?
9. Confissão
Submeto-me a Deus: espírito, alma, e corpo. Estou de pé com um coração grato,
limpo de culpa e condenação pelo sangue de Jesus, comprado por Deus para Seu serviço.
Conscientemente eu escolho viver para Deus e não para mim, que renuncio
qualquer identificação com o medo, dúvida, e egoísmo. Estou de pé contra as mentiras do
diabo e escolho crer na Palavra de Deus. Eu decido encher meu coração, minha mente e meus
lábios com a verdade de Deus. No Nome de Jesus. Amém.
10. Demolindo Fortalezas
As armas de nossa milícia não são carnais, mas poderosas em Deus para a
destruição de forças, demolindo argumentos e toda a altivez que levanta contra o
conhecimento de Deus, e levando cativo todo o pensamento para a obediência a Cristo, e
estando prontos para castigar toda a desobediência, quando sua obediência seja perfeita. II
Cor. 10:4-6.
Quando o homem forte guarda armado seu palácio, em paz está o que possui. Mas
quando vem outro mais forte do que ele e vence, remove todas suas armas em que confiou, e
reparte o saque. Luc. 11:21-22.
Anotações:
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EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
LIÇÃO XII – APRENDIZADO RELATIVO ÀS FORÇASLIÇÃO XII – APRENDIZADO RELATIVO ÀS FORÇAS
Na lição prévia, aprendemos que os adoradores estão destinados a comprometer
na guerra espiritual e vencer o adversário. Temos aprendido que nos são dadas armas
poderosas no nome de Jesus, no Sangue de Jesus e na Palavra de nosso testemunho. Os
guerreiros adoradores têm crucificado suas paixões, estão confiados na redenção e fazem
declarações valorosas no nome de Jesus!
Agora descubramos como reconhecer e como os demolir essas forças!
a) 2 Cor. 2:4-6. As fortalezas são argumentos, pretensões e pensamentos. Devem ser
demolidos. (Demolir significa lançar abaixo, romper, destruir, anular).
b) Capturar pensamentos renunciados ou rebeldes são uma parte principal da guerra.
Quantos de nós pensamos o oposto à verdade de Deus?, mais do que quiséramos admitir.
c) Uma pretensão é uma asseveração sem respaldo, uma falsa demonstração ou fazer
aquilo que acredita.
d) O ensino e o conselho Bíblico na guerra, são instrumentos que nos mudam ao
transformar nosso modo de pensar. Rom. 12:2.
e) Lucas 11:21-22. Uma fortaleza é defensiva. Seu propósito é manter o inimigo fora.
1. Definição de Força:
Um padrão de pensamento demoníaco inspirado que protege as atividades
satânicas em indivíduos, famílias, organizações, cidades, regiões, nações e gerações. 
a) Exemplos de fortalezas: Medo, incredulidade, orgulho, impureza, não perdoar, lascívia,
avareza e cobiça, ignorância, dureza de coração, condenação, mentiras ou falsidades
específicas, orgulho racial, desprezo, amargura, homicídio, inclinação para os prazeres da
carne, agradar as pessoas, etc. (Exemplos dos nomes com espíritos maus: Apoc. 9:11; Mar.
5:9).
b) A natureza de estabelecimento profundo das fortalezas. Negamos nossa culpa, nos
desculpamos e justificamos nossa desobediência. A verdade é que nós escolhemos acreditar o
que é falso.
c) Removendo os lugares altos. (I Reis 2:2-3; 12:2; II Reis 12:2-3; 15:3-4, 34-35; 18:3-4).
Eles tiveram reis que fizeram muitas coisas boas, mas alcançaram a paz nas fortalezas.
Ezequias e Josias, por sua vez, removeram os lugares altos, rompendo as pedras sagradas. (II
Reis 18:3-4; 23:1-25).
2. Definição de um Principado: 
O governo territorial de um príncipe mau e invisível. Pode ser um território
institucional ou geográfico, ou pode seguir outra linha de associação.
Anotações:
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EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
LIÇÃO XIII – DERRUBANDO O INIMIGOLIÇÃO XIII – DERRUBANDO O INIMIGO
a) Meditação e declaração. Col. 3:16-17
b) Arrependimento - Ez. 14:6. Rejeitar atitudes e pensamentos que são contrários à
verdade de Deus. Devemos cancelar toda a aliança que tivemos com essas falsidades ou
mentiras.
Definição de Pesar: Rejeitar nosso acordo com as pretensões de Satanás.
a) Resistindo. Tg 4:7; Js. 17:12. Devemos ter certeza e ser mais resolutos que nosso
adversário.
b) Fazendo o bem. Rom. 12:20-21. Manifestando o espírito contrário. Generosidade ante
ao egoísmo, a ganância e a avareza; bondade em face à maldade; humildade ante ao orgulho.
1. Aumentando as Esferas da Guerra
a) 2 Cor. 10:13, 16 (definição de fortaleza). Imagine seis ou
sete círculos concêntricos. Os círculos de dentro têm a ver com
os indivíduos e famílias; os círculos de fora têm a ver com
cidades e nações.
b) É ter sabedoria para demolir forças fielmente no
campo designado para nós. Então nos formamos a uma nova
esfera de guerra. (A vida de Davi: Primeiro o urso e o leão,
então Golias, depois Saul, em quarto lugar, Judá, logo Israel e
finalmente as nações), Luc. 14:31.
c) Presunção é quando atacamos o externo e ignoramos o interno. Atos 19:13-16.
d) Imagine a chuva numa lagoa. Cada gota emite ondas até que a lagoa inteira é afetada.
e) Os Três terrenos de Batalha: A mente, a igreja e os céus. 
Anotações:
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Indivíduo
s
Famílias
Mente
Igreja
Céus
EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
LIÇÃO XIV – A GUERRA NA VIDA DE GIDEÃO.LIÇÃO XIV – A GUERRA NA VIDA DE GIDEÃO.
1. Causa (Jz 6:1-10).
Israel, foi dominado pelos inimigos como resultado da idolatria 
Definição de idolatria: 
A adoração a deuses feitos pelos homens.
a) Luc. 4:5-8 – Satanás não se opõe à adoração; ele somente se opõe para a adoração a
Deus, anseia o louvor que só pertence a Deus, O criador. E ele promete recompensas a esses
que o adoram.
- Não devemos subestimar a tentação de inclinarmos ante outros deuses. Esta foi uma
das maiores tentações de Jesus.
b) Um dos primeiros dos Dez Mandamentos, proíbem a adoração a outros deuses e
ídolos. (Ex. 20:1-6).
c) Um dos principais problemas entre os cristãos é a mistura de adoração: estão tratando
de adorar a Deus e outros deuses.
- Uma pessoa adora qualquer coisa que o motiva fazer sacrifícios.
- Devemos examinar cuidadosamente nossos corações nesta área.
Princípio do Domínio ou Controle: 
Quando uma nação se torna para a idolatria, Deus entregará aquela nação a seus
inimigos. (Jz. 6:1,10).
a) A elevação ou queda de uma nação não está ligada a algum ciclo histórico inevitável;
está ligada com a verdadeira ou falsa adoração.
b) Portanto, confrontar a falsa adoração e preservar a verdadeira adoração, é primordial
para o bem-estar de uma nação.
c) A cultura de uma nação é simplesmente o resultado do que aquela nação adora.
[Compare culto (devoção obsessiva) e cultura].
d) A idolatria considera o mundo como cultura ou fenômeno científico e não como
religião. Também pode usar terminologia Cristã.
2. Confronto (Jz 6:11-24)
Gideão confrontou as forças em Si mesmo. Deve começar aqui! 
3. Demolição (Jz 6:25-32)
Gideão demoliu as forças em sua família.
4. Libertação (Jz 6:33-7:22)
Gideão libertou Israel dos midianitas.
Anotações:
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EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
LIÇÃO XV – RECLAMANDO OS TERRITÓRIOS CONQUISTADOSLIÇÃO XV – RECLAMANDO OS TERRITÓRIOS CONQUISTADOS
1. Tome uma decisão
a) Toma aquilo que era altar para Satanás e faça um altar para Deus. Jz 6:25-26.
b) Preencha o vazio com Deus. Luc. 11:24-25. Por exemplo: Substitua a mentira pela
verdade, a rebelião pela submissão, a desordem pela ordem, orgulho pela humildade, a
contenção pela paz, o não perdoando por perdoar, independência para dar contas a alguém,
etc.
c) Junte-se a outros em companheirismo honesto e em
intercessão para manter sua vida livre.
d) Seja um atalaia, supervisor de sua vida, de sua família, de
sua cidade, etc. I Ped 5.8.
2. Passos Específicos:
a) Oração para discernimento. Onde é meu território designado
em que pessoa posso exercer autoridade divina?
b) Seja específico. O qual as fortalezas (padrões de
pensamento demoníaco inspirados) em meu campo? Seja
específico.
c) Rejeite seu acordo com a falsidade e a mentira de Satanás.
Deixa que a verdade de Deus derrube esses argumentos.
d) Peça a Jesus que haja em ti, na área espiritual que está se opondo a você. (Paz em
lugar da ansiedade, generosidade em lugar da ganância e egoísmo; pureza em lugar da
imundícia).
e) No lugar da falsa adoração erga um altar de adoração verdadeira. Glorifique a Deus! 
Anotações:
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EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
LIÇÃO XVI – A BATALHA PERTENCE AO SENHORLIÇÃO XVI – A BATALHA PERTENCE AO SENHOR
Javé não salva com espada e com lança; porque de Javé é a batalha. (I Samuel
17:47). Estai firme e veja a salvação que fará Deus hoje convosco... O Senhor pelejará por vós,
e estareis tranqüilos. (Êx. 14:13.14).
Não desmaie vosso Deus coração, não temas, nem vos assusteis, nem tampouco
vos desalenteis diante deles; porque seu Javé vosso Deus vai você, para pelejar por vós contra
vossos inimigos, para vos salvar. (Deut. 20:3,4).
Certamente eu estarei contigo, e derrotarás os midianitas como um único homem.
(Jz 6:15,16).
Aparte disto, meus irmãos, fortalecei-vos no Senhor, e na força do seu poder.
Vestidos de toda armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as ciladas do diabo.
(Ef. 6:10,11).
E quando eles começaram a entoar canções de louvor, Javé pôs contra os filhos de
Amom, de Moabe e do Monte de Seir, as emboscadas deles mesmos que vieram contra Judá,
e se mataram uns aos outro. (II Cron. 20:22).
1. A Estratégia De Josafá – II Crônicas 20
Uma vez que descobrimos que há uma batalha, então devemos aprender que a
batalha pertence ao Senhor. A menos que você tenha arrumado por sua própria habilidade
para afetar significativamente o mundo que o cerca, provavelmente não estás pronto para a
batalha. Um inspirado zelo humano ajudará a atravessar o dia. Mas descobrir o plano único de
Deus em cada situação e seguir sua direção trará vitória.
Algumas vezes isto requererá ação vigorosa; em outras oportunidades Deus nos
fará ainda estar quietos diante de nossos inimigos. Devemos aprender a reconhecer nossa
necessidade de ajuda e de seu poder. Nisto o Senhor será glorificado.
Descobrir a estratégia de Josafá nos ajudará a conhecer o plano específico de
Deus pela batalha específica.
a) Evolução - Vs. 1,2. 
- Saber especificamente contra quem você está lutando. 
- Nós precisamos de perspicácia (Percepção da natureza interior de uma coisa) e
discernimento.
b) Oração -Vs. 3,4.
- Peça de acordo com a perspectiva de Deus, vs. 6.
- Revisou a situação presente. Vs. 7.
- Orou de acordo as promessas de Deus, vs. 8.
- Orou na presença, vs. 9.
- Orouno seu nome, vs. 8-9.
- Chamou seus inimigos pelo nome, vs. 10.
- Reconheceu sua necessidade de ajuda, vs. 12.
c) Esperando e escutando, vs. 13-17.
- escutando instrução específica. 
d) Fé - vs. 18-20.
- A adoração revela fé. Rom. 4:20; 1 Ped 1:7.
- A ação revela fé. Tg 2:22.
e) Louvor - vs. 21.
f) Vitoria - vs. 22,25.
- Tomando os despojos ou o saque. Mat. 12:29.
g) Celebração - vs. 27,29; Sal. 126.
FATAD Prof. Jales Barbosa 37
EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
2. Ministério nos Céus / Vitória na Terra
a) Êxodo 17:8-13 - Josué no campo de batalha; Moisés no monte: "Aconteceu que
quando o Moisés elevava sua mão, Israel prevalecia; mas quando ele abaixava as mãos,
Amaleque prevalecia."
b) Sem as mãos elevadas no monte, não teríamos visto Josué predominar no campo de
batalha. Isto sugere a interdependência entre a disciplina da adoração e da guerra nossas
próprias vidas individualmente. 
3. Revisão de que a Guerra está centrada em Deus
a) Estás consciente de Deus e não do inimigo. (Deut. 20:3,4).
b) Deus luta por nós quando o adorarmos. Quando nos interessamos no que Ele é
beneficiado, Ele está interessado em nós. II Cron. 20:22.
c) Submeta-se primeiro Deus e resista ao diabo. Tg 4:7.
d) Escolha a cruz. Escolha pôr a vida para vontade de Deus. Apoc. 12:11.
e) Prepare-se para guerra com humildade, submissão e paz. 1 Ped. 5:5-9.
f) Identifique fortalezas e descubra o plano de Deus para a vitória através da oração e de
escutar.
g) Conheça suas armas: O Sangue, O Nome e a Palavra dão testemunho.
h) Use as armas que Deus lhe deu, com coragem (denodo, valor) e sabedoria.
i) Encha os lugares conquistados com a Verdade de Deus.
Anotações:
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EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
LIÇÃO XVII – A ORAÇÃOLIÇÃO XVII – A ORAÇÃO
Senhor Jesus, encha nossos corações e com interminável louvor e testemunho de
Sua grandeza. Implanta em nós a sabedoria na guerra. Enquanto crescemos em nossas
obediência, faça com que estendamos a influência de Seu Reino e autoridade nas esferas e
em nossas vidas. Implanta em nós coragem para demolir as forças de Satanás. Alcança
nossas vidas, família, igrejas, cidades e nossa nação. Venha Seu Reino e faça a sua vontade
na terra como no céu."
Agora, sinceramente nós lhe pedimos:
a) Cingi-nos com o cinto de Sua verdade e realidade;
b) Coloque em nós a armadura de Sua retidão (justiça);
c) Prepara-nos para sair com os calçados do evangelho;
d) Equipe-nos com o escudo da fé;
e) Proteja nossas mentes com o capacete da salvação;
f) Arme-nos com Sua Palavra poderosa; e,
g) Chame-nos para a oração vigilante.
Levanta-te, ó Senhor em nossa geração e sê exaltado sobre todos teus inimigos.
Porque teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Amém.
"Levantando-se muito de manhã, sendo ainda, muito escuro, saiu ele e foi a um
lugar deserto, a ali orava". (Mar. 1:35).
1. A Oração é a Coluna Vertebral do Ministério.
a) Devido à sua relação com um único Deus, a Escritura diz de Moisés "Nunca se
levantou um profeta como ele em todo Israel", “a quem o Senhor conhecia cara a cara". Deut.
34:10. (também ver Êxodo 32-33 e Deut. 9).
b) Jesus mesmo passou muito tempo em oração a sós.
- Mat. 14:23;
- Mar. 1:35; 6:46; 14:32-40;
- Luc. 3:21-22; 5:16; 6:12-13; 9:18, 28-29; 11:1,22; 31-32, 39, 46; 23:34
- João 6:15;
- Heb. 5:6.
c) As Epístolas do Novo Testamento revelam uma vida devocional de uma intensa
adoração no ministério do Apóstolo Paulo.
- Rom. 1:9;
- II Cor. 12:8;
- Ef. 1:16;
- Fil. 1:3,4;
- Col. 1:9;
- Filemom 4;
- II Tm 1:3.
d) A Igreja cedo soube a importância da oração a favor de seus líderes.
- Atos 2:42; 1:14; 12:5, 12. 
- II Cor. 1.11
2. As Escrituras ensinam que devemos ter uma vida consistente de oração.
- Lucas 18:21,36;
- Atos 6:4; 10:1 12:5;
- Ef. 6:18-19;
- Col. 1:3; 4:2;
- II Tes 1:2; 5:1;
FATAD Prof. Jales Barbosa 39
EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
- II Tes 5:17;
- II Timóteo 1:3;
a) Diariamente
- Sal. 86:3
- At . 2:46
b) De manhã.
- Sal 5:3; 88:13; 119:147; Mar. 1:35
c) À tarde 
- Gen. 24;63;
d) Três vezes por dia.
- Sal 55:17
- Dan.. 6;10, 13,
- At . 2:1-15, 10:9-30;
e) Dia e noite.
- Sal 22:1-2; 77:2; 88:1
- Ne. 1:6
- Luc. 18:7
- II Cr. 3:10
- II Tim. 1:3
f) À meia-noite.
- Sal 119:62
- At . 16:25
g) A noite inteira.
- Sal 63:3
- Isa. 26:8-9
- Luc. 6:12
3. Por quê e por quem devemos orar?
As Escrituras dizem que devemos orar por "todos o homens" (I Tim. 2:10), por tudo
(Fil. 4:6).
a) Para aqueles que estão em liderança espiritual.
- II Cor 1:11
- II Tes.5:25
- Heb. 13:17-18a
(1). para que tenham coragem para falar a verdade.
- Efe 6:19-20
(2). Pela proteção divina
- Atos 12:5
- II Tes. 3:1-2
(3). Pela porta aberta para o ministério.
- Rom. 15:30-32
- Col. 4:3
- II Tes. 3:1-2
b) Por Outros Crentes.
- Rom. 1:9
- Efe. 6:18
(1). Por sua saúde.
- Atos 28:8
- Tg 5:16
(2). Pelo desenvolvimento espiritual e para maturidade.
FATAD Prof. Jales Barbosa 40
EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
- Efe. 3:14-16
- Col 4:12
- II Tes. 3:10-13
- II Tes. 1:11
- II Ped. 5.10
(3). Pela unidade
- Jo. 17:9,11,20-22
(4). Pela proteção divina, força espiritual e vitória contra o inimigo.
- Luc. 22:31-32
- Jo. 17:15
c) Por nós mesmos.
- II Cron. 4:10
- Sal 106:4-5
- Heb. 5:7
(1). Pelas necessidades materiais. 
- Mat. 6:11
- Prov. 30:7-8
(2). Por Direção
- Sal 27:11; 31:3
- Jer. 33:3
- Dan. 2:17-19
- Col. 1:9-10
- Tg 1:5
(3). Por vitória na tentação.
- Mat. 6:13
- Luc. 22:40
(4). Por sabedoria. 
- II Reis 3:5-12 
- Prov. 2:13 
- Tg 1:5 
(5). Pelo perdão dos pecados. 
- Nm. 5:6-7
- II Reis 8:47-50
- Esdras 9:15; 10:1
- Sal 25:11; 32:5; 51:1
- Dan.. 9:4-5,20
- Mat. 6:12
- Luc. 11:4; 18:13
- Atos 8:22
(6). Por cura física.
- II Sam. 1:5, 10-20
- II Reis 13:4-6
- II Reis 20:1-6 (É. 38:1-5; II Cron. 32:34)
- Sal 30:2
- Tg 5:14
- Mat. 8:2-3 (Mar. 1:40-43; Luc. 5:12-13).
d) Pelos governadores temporários.
- II Tim. 2:1-3 
e) Pelos não salvos; seja os indivíduos, cidades(Sal. 122:6; Jer. 29:7; Dan. 9:3, 16-19),
ou por uma nação (Rom. 10:1); para que Deus envie obreiros para a sua seara (Mat. 9:38).
FATAD Prof. Jales Barbosa 41
EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
f) Por nossos inimigos. 
- Mat. 5:44
- Luc 6:28
- Atos 7:59-60
4. Como devemos orar?
Esta não é uma pergunta razoável. Os discípulos perguntaram a Jesus como orar
(Lucas 11:1). Jesus respondeu dando-lhes um modelo de oração (Mat. 6:9-13; Lucas 11:2-4)
que freqüentemente é chamado “A Oração do Senhor” ou “Pai Nosso”. Porém, nunca havia a
intenção que se tornasse uma "vã repetição" para eles (Mat 6: 7) Jesus não disse: "repita
depois de mim..." em lugar disso, disse: seguindo esta maneira ou desta forma, isto significa:
“desta forma”, a oração deve ser oferecida a Deus (Mat 6: 9). 
a) Secretamente (Mat 6: 5 – 6; 14: 13, 23; Mar. 1:35; 6:46 - 47; I Reis 4:33; Atos 9:40),
como também na presença dos outros (I Reis 8:22 – 23; Mat 18:19 - 20; Atos 12: 5, 12; Rom.
15:30; II Cor. 1:11).
b) No Nome de Jesus (como seus representantes).
- Jo 14:14, 23-24. 
c) Em fé 
- Mat 21:22 
- Mar. 11:24 
- Heb. 11:6 
- Tiago 1:5;-7; 5:15 
d) De acordo com a vontade de Deus. 
- Mar. 14:32-36. 
- Jo 15:7
- Rom. 82:7
- I Jo 5:14-15
e) No espírito. (Rom. 8:26-27; II Cor. 14:2,14-15; Ef. 6:18; Judas 20), como também no
entendimento (I Cor. 14:9,13-17). 
f) Em qualquer posição fisicamente. 
(1). Ajoelhando-se
- II Reis 8:54. 
- II Cron. 6:13 
- Esdras 9:5 
- Mat. 17:14 
- Lucas 22:41 
- Atos 7:60; 9:40; 20:36; 21:5. 
(2). De pé
- Isaías 38:2-3. 
- Mar. 11:25 
- Lucas 18:13 
(3). Sentado.
- Ne. 1:4 
- Atos 2:2; 16:13. 
(4). Prostrado com a face na terra. 
- Nm 16:22.
- Jos 7:6,10 
- Ed 10:1 
- Ez 9:8; 11:13; Mat 26:39.
(5). Ajoelhando com a face entre os joelhos. 
- II Reis 18:42 
FATAD Prof. Jales Barbosa 42
EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
g) Em qualquer lugar (II Tim. 2:8 "todo o lugar"), não necessariamente em um edifício
construído especificamente designado para adoração. Deus não mora em templos "feito com
mãos de homens".
- II Reis 8:27 
- II Cron. 6:18 
- Is. 66:1-2. 
- Jer. 7:4 
- Mar. 13:1-2. 
- Atos 7:48-50 feito; 17:24-25, 29-30.
- II Cor. 5:1. 
(1). Em casa. 
- Dan. 6:10 
- Atos 9:11;12:12 feito 
(2). No campo de batalha. 
- II Cron. 5:20 
- II Cron. 13:13-16. 
- Lucas 22: 31 - 32. 
- Jo 17: 15. 
(3). Em uma montanha. 
- Mat. 14: 23. 
- Mar. 6: 46. 
- Lucas 6: 12; 9: 28. 
(4). Em um terraço ou telhado. 
- Atos 9.9. 
(5). Em um jardim. 
- At 26: 36. 
- Mar. 14: 32 - 40. 
- Lucas 22: 39 - 40. 
(6). Em um deserto ou lugar secreto. 
- Mat. 14: 13. 
- Mar. 1: 35. 
- Lucas 5: 16. 
(7). Em um campo. 
- Gên. 24: 63. 
(8). Em um rio. 
- Atos16: 13; 21: 5 
(9). No estômago de um peixe.
- Jn. 2: 1
(10). Em um lugar fechado. 
- Mat. 6: 6. 
(11). Em uma prisão. 
Atos 16: 25. 
5. É importante dar-se conta de que Deus “realmente” escuta nossas Orações
- II Cron. 7: 15. 
- Sal. 10:17; 18:6; 34:15,17; 102:17; 66:19-20; 106:44; 116:1-2; 141:2; 32:6;145:19. 
- Pv 15: 8, 29. 
- Tg 5: 16 b. 
a) Nossas orações sobem como incenso ante Ele. 
- Êxodo 30: 8. 
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EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
- Salmo 141: 2.
- Apoc 5: 8; 8: 3 - 4. 
b) Ele promete uma resposta. 
- Mat. 7: 7-11; 21: 22. 
- Mar. 11: 24. 
- Lucas 11: 9-13. 
- Jo 15: 7, 16; 16: 23 - 24. 
- Jo 3: 22; 5: 14 - 15. 
c) Requer a disciplina da carne para submeter-se a Deus em oração. 
- Mar.14:37-41. 
d) Satanás tenta desesperadamente impedir e causar perturbações em nossa vida de
oração (Dan. 6: 7, 12; 10: 2 - 3, 10 - 14, etc.). Mas isto só ressalta a importância de perseverar
na oração. 
6. Por que devemos orar?
Por que devemos orar? Se Deus conhece nossas necessidades antes de lhe
pedirmos (Isaías 65. 24; Mat 6:8), e temos a promessa da sua provisão (Sal. 84: 11; Mat 6: 33;
II Cor. 9:8;Fil 4.19).
a) Edifica a nossa fé.
- Judas 20. 
b) Nos faz humildes 
- II Cr. 7: 14. 
c) A oração nos fortalece (Sal. 27: 14; 13; 8: 3; Is. 30: 15) e nos dá paz (Fil 4: 6 - 7; Isaías
26: 3). 
d) Dizem as Escrituras: "você não tem, porque você não pede.”
- Jo 16: 22. 
- Tg 4: 2. 
e) Somos exortados a fazer menção de nossas necessidades ante Deus (Fil 4: 6) de
forma que, quando a resposta vier, Deus receberá a glória por isto (Jo 11: 41-42, 45). 
7. Objetivos da Oração 
Mat 6: 6 
a) Definir Claramente: O que é a oração de acordo com a Escritura? 
b) Em contexto com a definição explica: O que é o lugar (quarto) secreto e fechado? A
importância que o crente se encontra diariamente com o Pai. 
8. Primeira e última referência de Oração na Bíblia.
a) A palavra Orar (com sufixos diferentes) é usada na Bíblia aproximadamente 412
vezes.
b) A primeira vez que a palavra orar é usada na Bíblia está em Gen. 12: 13 para Abraão,
depois de receber a promessa que o Senhor daria a sua semente a terra de Canaã. Abraão foi
para o Egito porque havia escassez na terra. No verso 13, Abraão conta à esposa: " Eu lhe
peço (te oro) para que digas que és minha irmã para que me vá bem por tua causa, e minha
alma viva por causa de você. "Súplica” - imploração, implorar ou pedir, alegar, pedir, implorar,
fazer uma petição, apelar, solicitar, etc. 
c) Abraão em Gn. 12: 8 clamou o nome do Senhor e agora no verso 13 ele está pedindo
ou está orando à esposa, pedindo-lhe que minta para que sua alma seja salva, em lugar de
clamar o nome do Senhor. Quantas vezes olhamos para outro lugar, em vez de olhar o
Senhor?
d) A última vez que a palavra "oração" é usada, está em Apoc 8: 3 - 4. As orações dos
santos estão sendo oferecidas como incenso subindo àquele ele se assenta no trono de Deus.
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EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
A primeira vez que a palavra "oração" é usada, demonstra o egocentrismo do homem, a última
vez, Deus é o centro.
9. A Definição do acordo com o hebreu do VT e o grego do NT.
a) Hebreu do Velho Testamento.
(1). Ana - Implorar, implorar, para pedir, implorar, para alegar, pedir, para implorar (Gen.
50:17; Jn 4:2). 
(2). Chalah - Implorar, implorar, chorar, ser afligido, estar triste, ter dores de parto, estar
ferido (Zac. 7: 2; 8: 21 - 22). 
(3). Chanan – Inclinar-se, agachar-se ou encurvar-se, mover a favor por meio de petição,
implorar, pedir, fazer uma súplica (Sal. 122: 6). 
(4). Nah - Implorar, súplica, aplicação, petição, mendigar, desejar ansiar, rogar, anelar,
pedir, induzir, instar ou persuadir (Lm. 1: 18; Jer. 37: 20). 
(5). Athar - Queimar incenso para adorar, interceder (Jó 33: 26; 22: 27) 
(6). Paga - Afetar ou influir, dirigir, levar ou impelir, causar impacto ou destruir por
importúnio, fazer intercessão (Daniel 6: 10; Esdras 6,: 10,). 
(7). Palai - Implorar, suplicar, juízo, fazer súplicas (II Crônicas 7: 14; Salmo 5: 2; 72: 15)
(8). Tsela – Inclinar-se ou fazer reverência para cumprimentar, orar ou pedir (Daniel 6:
10). 
(9). Shael – Inquirir, indagar, investigar para descobrir por meio da implicação, solicitar,
pedir, implorar, necessitar, pedir conselho (Sal. 122: 6). 
(10). Siyach - Ponderar, meditar, para considerar, conversar, para articular, pronunciar,
proferir, comungar ou ter comunhão, reclamar, para meditar, resmungar, para falar (Sal. 55:
17).
(11). Siyach - Uma contemplação, proferir, balbuciar, comunicação, queixa, meditação,
falar (Sal. 64.1). 
(12). Tephilhah - Intercessão, súplica (Sal. 4:1,5; 61:1; 109:4; 56:7; Jer. 7:16; 11:14; Dan.
9:3). 
b) Grego do Novo Testamento
(1). Euche - Um desejo, expressado como uma petição a Deus ou como uma obrigação,orar inclinado ou fazendo reverência (Tg 5: 15). 
(2). Deesis – Uma petição, uma solicitação ou rogo em oração, uma súplica. (Tg 5: 16)
(3). Entenxis - ele Entrevista, súplica, intercessão (II Tim. 4:5). 
(4). Euchomai - Desejar, orar (II Cor. 13: 7; Tg 5:16). 
(5). Deomai - Mendigar, como quem é amarrado com sua própria petição, implorar, rogar,
fazer uma súplica ou solicitação (Mat. 9:38; Luc. 10:2; 21:36; 22:32; Atos 8:22; 10:2).
(6). Erotao - Interrogar, solicitar, pedir, suplicar, desejar, implorar para pedir insinuando
Punthunomai - perguntar cercando por meio de inquirir, como matéria de informação somente,
solicitar um favor, exigir como algo que é um dever, uma busca de algo escondido que envolve
a idéia de necessidade urgente, aprender, perguntar, demandar, inquirir, entender (Jo 4:31;
Luc. 5:3; Jo 14:16; 16:26; 17:9, 15,20; Atos 23:18).
(7). Paracaleo - Chamar cerca, convidar, invocar por meio da imploração, exortação ou
consolação, suplicar, clamar, estar de bom ânimo, desejar, dar exortação, implorar orar ou
pedir (Atos 24: 4; Mar. 5: 17-18; Mat. 26: 53). 
(8). Da palavra Proseuchomai - Uma direção específica, com um destino, adoração de
fervente oração (Mat. 17:21; 21:13; 1 Ped 4:7; Apoc. 5: 8; 8:3-4). 
(9). Proseuchomai - Orar a Deus, suplicar, adorar, orar fervorosamente - ir adiante com o
que o incumbe ou interessa, ao lado de, cerca de, o lugar, tempo, ocasião a respeito do qual o
destino da relação de acordo com sua casa (Mat. 6: 6; Tg 5: 13 – 14). 
 
10. Que é orar em lugar secreto ou fechado?
O lugar secreto ou fechado, de um modo natural, pode ser um lugar, um quarto ou
uma estrutura; na espiritual, é a câmara interna de nossos corações aberto a Deus o Pai. Nós
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EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
precisamos cultivar uma relação pessoal íntima com o Pai. Este é o lugar onde jantamos com o
Senhor, onde nos comunicamos. Estamos disponíveis e consagramos ao Pai, compartilhamos
a carga do Senhor, temos comunhão, companheirismo e adoração. É o lugar onde
perguntamos ou pedimos, procuramos e chamamos a porta; compartilhamos com todo nosso
coração, alma e mente. fazemos perguntas ao Senhor, clamamos, interrogamos, imploramos
humildemente, pedimos fervorosamente e rogamos, argumentamos com o Pai, reclamamos e
imploramos ao Pai. 
No lugar secreto, observamos, estamos em silêncio, escutamos e descansamos. O
Senhor responderá, instruirá, guiará, dará força, encorajamento, disciplina, correção,
repreensão, amor, que ensina e guiará a ambientes mais altos no Senhor. 
Quando nós entramos para o lugar secreto, não estamos sós. O Pai, o Filho, e o
Espírito Santo estão presentes. O Pai está lá porque em Mat. 6:6 foi dito que Ele nos vê no
lugar secreto. Senhor Jesus Cristo está lá porque só há um caminho pelo qual podemos entrar
para o lugar secreto:
Você deve ser nascido de novo e lavado no Sangue do Cordeiro. E o Espírito Santo
está lá porque cada crente que é nascido de novo do Espírito de Deus, tem a vida dela dentro
de si. E para esses batizados no Espírito Santo, Ele é nosso intercessor para orar conosco e
por nós 
Diariamente, o Senhor (Deus e Pai) nos ouve, nos vê e nos conhece, e está
esperando virmos e encontrarmos em segredo, lugar privado e fechado. E se abrimos a porta e
entramos, e então fechamos a porta para estar com o Pai, Ele nos promete em Apoc 3:20 que
Ele virá a nós e jantará conosco e nós com Ele. Em At 6:6, o Pai que te vê em secreto, te
recompensará em público. 
Anotações:
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EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
LIÇÃO XVIII – OBJETIVOS DA ORAÇÃO INTERCESSORA NO LUGAR SECRETO.LIÇÃO XVIII – OBJETIVOS DA ORAÇÃO INTERCESSORA NO LUGAR SECRETO.
1. Cristo Jesus como Sacerdote e Intercessor no Lugar Secreto durante seu Ministério
Terrestre
Nosso Senhor trabalhou como Sacerdote e intercessor durante sua vida e
ministério na terra através da relação íntima e pessoal. Nosso Senhor estava conectado e
unido com o Pai em total dependência em oração no lugar secreto.
Nós temos quatro escritores dos Evangelhos que nos deram um relato da vida do
Senhor e do ministério apresentado em quatro aspectos diferentes. Mateus apresenta a Jesus
como Rei, Marcos apresenta a Jesus como servo, Lucas apresenta a Jesus como Filho do
Homem e João apresenta a Jesus como Filho de Deus. Lucas relaciona (mais que outro
Evangelho referente ao Senhor), como seu trabalho como Sacerdote e intercessor. A palavra
“orar” com vários sufixos aparece 32 vezes, Lucas apresenta a Jesus como Filho do Homem e
é o que tem mais a dizer a respeito de sua vida de oração e seus ensinos relativos à oração. O
Senhor Jesus viveu a vida em dependência do Pai e disse em João: "O Filho do Homem não
pode fazer nada por Si mesmo". E da mesma maneira devemos caminhar em dependência do
Senhor. 
"Tudo posso em Cristo que me fortalece. (Fil. 4:13). 
2. Definição de Sacerdote e Intercessor. 
a) Sacerdote
Velho Testamento. Kahan: meditar em serviço religioso, auxiliar o ofício de,
executar, ministro, um ofício, oficial (ou o que exerce) principal, um sacerdote que atua ou
ativo. A palavra é achada 741 vezes no Velho Testamento, mais que 1/3 das referências para o
Sacerdote são achados no Pentateuco (a Lei) que tem como 185 referências; o Pentateuco é
chamado o manual dos sacerdotes. (Gênesis - Deuteronômio). 
O primeiro sacerdócio mencionado é achado em Gen. 14:18: "E Melquizedeque,
Rei de Salém, trouxe pão e vinho." E ele era o Sacerdote do Deus Altíssimo. O Sacerdócio
(Aarônico e Levítico) judeu foi estabelecido pelo Senhor no Dia de Moisés no Monte Sinai em
Êxodo 28 que define as responsabilidades do Sacerdote:
(1). Ministrar ao Senhor (v. 1). 
(2). Ser santo e consagrado para o Senhor (vv. 2-3) 
(3). Deve vestir a armadura do Deus para ministrar ao Senhor (vv. 4-5). Ez. 44:15-16 dá
instruções posteriores para os Sacerdotes escolhidos pelo Senhor.
- Ser mais íntimo do Senhor. 
- Ministrar a Ele. 
- Parar diante do Senhor. 
- Oferecer a gordura e o sangue ao Senhor, quais coisas representam mais altas e a
melhor coisa nas ofertas. 
- Entrar no santuário, a coisa mais sagrada de tudo. 
- Ser mais íntimo de sua mesa.
- Ministrar ao Senhor e guardar ou manter a posição.
Os Sacerdotes deviam agir comoProfessores da Lei (Lev. 10:10; Deut. 33:10; II
Cron. 27:7-9; Ez. 44.23; Mal. 2:6-9) e era um dever que nem sempre cumpriam (Miq. 3:11; Mal.
2:8). O Senhor tinha os Sacerdotes para servir na área de saúde e determinar males e
enfermidades. Por exemplo, era tarefa do Sacerdote discernir a existência de lepra e realizar o
rito de limpeza (Lev. 13-14). Os sacerdotes determinavam o castigo para assassinatos e para
outros assuntos civis (Deut. 2 1: 5; II Cron. 19:8-11). No Novo Testamento, um sacerdote é
aquele que oferece e tem o cargo de coisas que pertencem ou que têm a ver com Ele. 
Nosso Senhor é apresentado na Epístola aos hebreus como grande “Sumo
Sacerdote” 4:15; 5:5,10; 6:20; 7:26; 8:1,3 (R. V); como um Grande Sumo Sacerdote 4:14;
10:21; como misericordioso e fiel Sumo Sacerdote 2:17. Como Apóstolo e Sumo Sacerdote de
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EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
nossa confissão 3:1; como Sumo Sacerdote de acordo com a ordem de Melquizedeque 5:10.
Sete características ou características excelentes de Cristo: O Sacerdócio é acentuado. 
(1). Característica de Sacerdócio (5: 6 – 10).
(2). A Comissão (5:4, 5). 
(3). Sua Preparação (2:17; 10:5). 
(4). Seu Sacrifício (8:3, 9, 12, 14, 27, 28; 10:4-12). 
(5). Seu Santuário (4:14; 8:2; 9: 11, 12, 24; 10:12; 19.6).
(6). Seu Ministério (2: 1 8; 4: 15; 7: 25; 8: 6; 9: 15, 24). 
(7). Efeitos do Sacerdócio (2:15; 4:16; 6:19, 20; 7:16, 25; 9:14, 28; 10: 4-17,22,39;12:1;
13:13:17). 
Os Crentes, Apoc. 1: 6; 5: 10; 20: 6; Rom. 12: 1. todos os crentes, gentios e judeus
são sacerdotes e fazem parte do sacerdócio sagrado para primeiro ministrar ao Senhor lhe
oferecer sacrifícios espirituais de adoração, louvor, oração, ações de graça e alegria; o
sacerdote deve apresentar seu corpo como sacrifício vivo “... que é nosso culto racional”. Na
Bíblia Ampliada diz: "... que é nossa adoração espiritual”.
b) Intercessor
Velho Testamento PAGA - afetar, influenciar, impelir, golpear (bater), estalar
(destronar), avançar gradualmente sobre os limites devidos, quebrar por acidente ou por meio
de violência da importunidade, discutir persistentemente. Mendigar, implorar, para desejar
(ansiar), suplicar, pedir, pôr-se entre uma coisa e outra, entre uma posição e outra, entre dois,
alcançar, correr. 
Novo Testamento ENTEUXIS - uma entrevista, súplica, procurar fervorosamente
por meio da oração ou imploração humilde, solicitar, pedir, empenho para obter ou solicitar
uma decisão mais alta ou elevada; encontrar-se fortuitamente com algo ou alguém, consultar
ou comentar um tema, implorar ou suplicar, solicitar, pedir fervorosamente, apelar,
importunidade; conserta ou fixa a posição razoavelmente ou construtivamente em uma relação
ao repouso ou descanso; alistar-se ou fazer que aconteça, causando efeito e aceitando, dar ou
encontrar-se com uma idéia, alcançar ou assegurar, obter refrigério especial. 
(1). Eze 22:30 - E procurei entre eles um homem justo, que estivesse na brecha perante
mim, a favor da terra, de forma que eu não destruísse, e não o achei.
(2). Isa. 59: 16 - nos relata que não havia nenhum intercessor, mas se ele lê no resto do
capítulo que Deus Pai achou o redentor (v 20) o Senhor Cristo Jesus 
(3). Isa. 53:12 - O Senhor Cristo Jesus fez intercessão pelos transgressores na cruz. 
(4). Heb. 7:25 - Senhor Jesus Cristo sempre vive para fazer intercessão pelos santos. 
(4). O crente é chamado para fazer intercessão II Tim. 2:1. 
3. Sete situações que Nosso Senhor procurou o Lugar Secreto (Evangelho de Lucas).
(1). Luc. 3:21-22. Aconteceu que quando a cidade inteira foi batizada, Jesus também foi
batizado; e orando, o céu abriu, e o Espírito Santo desceu nele em forma corporal, como
pomba, e uma voz do céu que descia disse: “Tu és meu querido Filho; em ti tenho
complacência”. 
O Batismo de Jesus Cristo: Jesus estava orando no lugar secreto. Recompensa em
público - o Céu abriu, o Espírito Santo desceu em Ele como uma pomba. O Pai falou: "Você é
meu querido Filho; em você eu tenho complacência".
(2). Lucas 5: 15-16 - mas a fama estendeu-se cada vez mais; e muitas pessoas para
ouvi-lo, e para que os curasse das suas doenças. Mas ele foi para lugares desertos, e ali
orava.
Em tempos de fama, popularidade e intensas atividades, nosso Senhor se apartava das
multidões para estar a sós com o Pai. Recompensado em público; isto ensina que o Batismo
no Espírito Santo não é substituto da relação pessoal com o Senhor em adoração,
companheirismo, oração, uma disciplina diária de estudo e leitura da Palavra de Deus,
caminhar no temor de Deus, e auto-negação, levando nossas cruzes diariamente e seguindo
ao Senhor. Senhor Jesus Cristo também nos mostrou que embora Ele é a carne de Palavra, e
FATAD Prof. Jales Barbosa 48
EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
sabe que as Escrituras falavam Dele, igual ao Senhor, por meio do seu exemplo, está
mostrando para nós que saber as Escrituras não é suficiente. Também devemos ter uma
intensa relação como o Pai no lugar secreto.
(3). Lucas 6: 12-13. Nesses dias ele foi ao monte para orar, e passou orando a noite toda
a Deus. E quando era dia, chamou a seus discípulos, e ele escolheu doze deles, a esses
também chamou de apóstolos.
Nosso Senhor entrou no lugar secreto a tempo de decisões, para procurar os
propósitos do Pai, seus planos e a direção. Depois de adorar, de esperar no Pai e de
perseverar em oração a noite inteira, o Pai deu-lhe a direção necessária para escolher os
discípulos. 
(4). Lucas 9: 18-20. Aconteceu que enquanto Jesus orava à parte, estavam com ele os
discípulos; e eles perguntaram, dizendo: Quem dizem as pessoas que eu sou? Eles
responderam: Alguns, João Batista; outro, Elias; e outro que algum profeta do Velho
Testamento ressuscitou.. Ele eles disse : E vocês, quem diz que eu sou? Pedro então
respondendo, disse: Tu és o Cristo de Deus. 
A revelação divina de quem que Jesus é. A recompensa em público, Pedro recebeu
a revelação do Pai que está nos céus que Jesus é o Filho de Deus. A oração deve nascer na
alma e no reino através da oração, é recebida pela revelação divina. 
(5). Lucas 9: 28,29 e 35. Aconteceu quase oito dias depois destas palavras que Ele levou
a Pedro, João e Tiago, e subiu ao monte para orar. E tanto ele orava, a aparência da sua face
brilhou, e seu vestido branco e resplandecente. E uma voz veio da nuvem que descia: “Este é
meu querido Filho; a ele ouví”. 
A Glória de Deus manifesta, revelada pela segunda vez quem é nosso Senhor
Cristo Jesus. O Senhor levou o Pedro, Tiago e João e os levou para o monte para orar. Eles
foram cansados de sono. O Senhor orou no lugar secreto. Recompensa em público, Nosso
Senhor foi transfigurado. Ele é revelado em Glória manifestada. Moisés e Elias, os discípulos
despertaram para ver o Senhor na glória manifesta para escutar a voz do Pai: “Este ele é meu
querido Filho".
(6). Lucas 11:1-2. Aconteceu que estava orando Jesus em um lugar, e quando terminou,
um dos discípulos lhe falou: “Senhor, é ensina-nos a orar, como também João ensinou aos
seus discípulos”. E ele lhes falou: “Quando você orar, diga...”
Nosso Senhor está no lugar secreto. Recompensa em público, O Senhor recebe
sabedoria, conhecimento, instrução e ele ensina aos discípulos na oração. 
(7). Lucas 22:39-46. E saindo, partiram, era de costume, para o monte das Oliveiras, e os
discípulos também o seguiram. Quando chegou àquele lugar, Ele lhes falou: “Orai para que
não entreis em tentação”. E se apartou deles a distância de um tiro de pedra; e pôs-se a orar
de joelhos, e estando em agonia, orou mais intensamente. E quando se levantou daoração... 
Heb. 5:7. E Cristo, nos dias da carne, oferecendo rogos e súplicas com grande
clamor e lágrimas para aquele que podia livrá-lo da morte (ao Pai) foi ouvido por causa do
temor reverente.
Nosso Senhor ele entra no lugar secreto no jardim do Getsêmani. Ele levou a
Pedro, Tiago e João consigo para vigiar e orar, mas eles caíram no sono. Nosso Senhor sabia
que ao tomar o copo amargo do pecado, seria separado do Pai e estaria carregando o peso do
pecado do mundo até o ponto de morrer. Isto era demais para suportar. Nosso Senhor suou
grandes gotas de sangue e ele orava com brado forte e lágrimas ao Pai dizendo: “Não seja
feita a minha vontade mas a tua". As orações de nosso Senhor foram ouvidas porque Ele
temeu ao Senhor Deus. Nosso Senhor reverenciou, honrou e respeitou ao Pai. Ele teve um
temor saudável, um temor santo de desagradar a seu Pai. O temor do Senhor é odiar a
injustiça (a maldade ou o mal), o orgulho, a arrogância e o mal caminho e aborreço boca
perversa. (Prov. 8:13). Recompensa em público, Deus, o Pai, salva o Senhor de uma morte
prematura no jardim. O Pai enviou um anjo para fortalecê-lo e de forma que o trabalho dele
fosse completado na terra, e assim ele foi para a cruz. 
O Pai também deu ao Senhor a segurança da fé que seria salvo do aguilhão da
morte, do sepulcro e do inferno. “Ó morte onde está o seu aguilhão e ó sepulcro onde está sua
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EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
vitória?” (I Cor. 15: 55). porque não deixarás minha alma no Sheol, nem permitirás que o teu
santo veja a corrupção. (Sal. 16: 10). 
Ef. 1: 20. O qual operou (o Pai) em Cristo, ressuscitando-o dos mortos e fazendo-o
sentando à sua direita nos lugares celestiais. Veja a Heb. 7: 25.
4. O Discípulo como Sacerdote e Intercessor. 
- 1 Ped 2: 9. mas vós sois a geração eleita, um sacerdócio real, uma nação santa, um
povo adquirido, para que anunciam as suas virtudes... (louvores) daquele que chamou da
escuridão para a sua maravilhosa luz. 
- Apoc. 1:6. e nos fez reis e sacerdotes para Deus, Seu Pai; para ele é a glória e
domínio pelos séculos dos séculos. Amém. 
- Apoc. 5: 10. E nos fez reis e Sacerdotes para nosso Deus, e reinaremos sobre a terra. 
- II Timóteo 2:1. Exorto antes de tudo, para que se façam rogos, orações, e ações de
graça, por todos os homens. 
O Crente / Discípulo está equipado através da obra terminada e completa de nosso
Senhor Jesus Cristo para ser Rei e Sacerdote. Como sacerdotes, temos que oferecer
sacrifícios aceitáveis a Deus por meio de Jesus Cristo (I Ped 2: 5).
O Sacerdote é chamado para sentar-se com Ele e cear com o Senhor, a ministrar-
lhe e viver uma vida de santidade para o Senhor (1 Ped 1:15-16) e como intercessores
deveriam fazer valer e pararmos na brecha por outros, concordar com os propósitos do Pai,
com Seus planos e com Sua vontade na terra. 
Se cuidadosamente e em oração consideramos, estudamos e por meio do
capacitamento do Espírito Santo, colocamos em ação e seguimos o exemplo do Senhor e as
instruções da Palavra de Deus, seremos parte do sacerdócio real em verdade, em palavra e
em ação. 
Pai, agora mesmo, no nome de nosso Senhor Cristo Jesus, oramos de forma que
pelo poder do teu Espírito Santo, abras a verdade e a realidade de como Tu, Senhor Jesus
Cristo funcionaste como o Sacerdote e Intercessor na terra, no lugar secreto. Senhor, dá aos
estudantes discípulos a revelação de adoração e oração. Senhor, Tu disseste em sua Palavra:
"Do seu interior rios de água viva correrá" Senhor, derrama os rios de adoração, oração e
intercessão nestes estudantes e Senhor permita que funcionem como testemunhas na terra.
Permita ser um povo de louvor e vasos de honra, ser e fazer Seu propósito, plano e vontade.
No nome de Jesus, Amém. 
Anotações:
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FATAD Prof. Jales Barbosa 50
EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
LIÇÃO XIX – O ESPÍRITO SANTO COMO INTERCESSORLIÇÃO XIX – O ESPÍRITO SANTO COMO INTERCESSOR
Objetivo
O objetivo desta lição é considerar o Espírito Santo como intercessor.
1. Defina Intercessor. 
a) Hebreu do Velho Testamento: 
Paga - influir sobre (afetar, chocar), dirigir, bater ou destronar, invadir, avançar
gradualmente sobre os limites devidos, romper por acidente ou violência por meio da
importunidade, discutir persistentemente, mendigar, implorar, desejar (anelar), suplicar,
solicitar, estar entre uma coisa e outra, entre uma posição e outra, entre, alcançar, correr. 
b) Grego do Novo Testamento:
(1). Enteunis - uma entrevista, súplica, procurar fervorosamente por meio da oração ou
súplica humilde, solicitar, pedir, empenhar-se (fazer um esforço), obter, convidar, para atrair,
invocar, para tornar possível a compaixão ou a misericórdia com respeito a uma autoridade
mais alta ou para um tribunal mais alto para uma decisão mais elevada.
(2). Encontrar-se inesperadamente com alguém ou algo, consultar com, implorar, solicitar
ou pedir, apelar fervorosamente, importunidade. 
(3). Em posição arregalada, razoavelmente ou construtivamente em uma relação de
descanso (repouso). 
(4). Tugchano - Fazer isto (preparado), ou fazer que aconteça, afetando e aceitando bater
ou iluminar em, alcançar, lograr, conseguir ou obter refrescamento especial. 
2. No Velho Testamento.
Os profetas do Velho Testamento profetizaram a respeito do Espírito Santo; Ele
fala, ora, tem linguagem, Ele tem fala. (Is. 32: 1 - 4 e 33: 19). 
Isaías 28: 11. Porque em línguas gaguejantes, e em idioma estranho falará com
este povo. Paulo mencionado a mesma escritura em I Cor. 14: 2 1. 
Balbuciar meios para falar com interrupções espasmódicas e repetições. 
O Senhor deu a cada nação e cada cidade um idioma, uma língua. Em Gen. 10:5
vemos pela primeira vez na palavra língua (idioma) é usada. O capítulo 11 de Gênesis nos fala
que as pessoas tinham um idioma no princípio, mas devido à rebelião, o Senhor confundiu seu
idioma, de forma que eles não podiam entender um ao outro e foram espalhados por todos os
lados. 
Desde o princípio, quando Deus fez o homem, fez isto para ter companhia e
comunhão (Gen. 1: 26). no Novo Testamento, Apoc 5: 9 Senhor tem uma cidade que está
cantando uma canção nova. Este povo foi resgatado para Deus o Pai por meio do Sangue do
Cordeiro, de todas as nações, povos, cidades e línguas. Eles estão ante o trono vestidos com
roupas brancas e palmas nas mãos e com voz alta: "Salvação para nosso Deus".
A última vez que "idioma" é usado na Bíblia está em Apoc 17:15 concernente a
povos, multidões, e línguas. Isto uniu forças contra o Cordeiro e o juízo está por cair sobre a
hoste mundana.
Cada nação tem um idioma, um idioma e é da mesma maneira no Reino de Deus.
O Senhor determinado nos dá habilidade para orar, cantar em um idioma espiritual a Deus e ao
Filho na Terrapelo Espírito Santo.
Zac. 12: 10 - E eu derramarei sobre a casa de Davi, e nos residentes de Jerusalém,
espírito de graça e de oração. (súplica, intercessão; fervente oração, imploração, fazer ou
inclinar em bondade ou favor).
Joel 2: 28 – “e depois disto derramarei do meu Espírito sobre toda a carne...“. E
também nos servos e servas derramarei do meu Espírito naqueles dias. 
FATAD Prof. Jales Barbosa 51
EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
Nosso Senhor Jesus Cristo diz aos discípulos em João 14:26, João 15:26 e em
João 16:7 que o Pai enviará outro consolador (confortador), o Espírito Santo que morará entre
você e estará em vós. 
Um dos atributos e funções do Espírito Santo é ser nosso Intercessor. É a Paulo
que o Senhor dá instruções posteriores concernentes ao Espírito Santo como intercessor.
Rom. 8:26, 27. E de um mesmo modo o Espírito nos ajuda em nossa debilidade porque
sabemos pedir como convém, não conhecemos isto, mas o mesmo Espírito intercede para nós
com gemidos inexprimíveis. Mas é que (o Espírito Santo) examina os corações, sabe qual é a
intenção do Espírito (Santo) porque de acordo com a vontade de Deus ele intercede pelos
santos). 
Nosso Senhor Jesus Cristo nos mostrou a verdadeira intercessão com seu exemplo
durante seu ministério na terra. (Há muitos exemplos dados nos Evangelhos. Por favor leia
concernente à intercessão que o Senhor fez no Jardim de Getsêmani: Mat. 26: 36-44; Lucas
22: 41-42 e Heb. 5:7). Heb. 7:25 nos fala que nosso Senhor agora mesmo está sentado à
direita do Pai e vive para fazer intercessão pelos santos."
Quando Senhor Jesus Cristo estava deixando esta terra, Ele sabia que os
discípulos que Ele estava deixando na terra, incluídos você e eu, não saberíamos orar como
deveria.( I Cor. 2:4). “O homem natural não pode entender as coisas do Espírito de Deus,
porque para ele elas são loucura, e nem também pode conhecer porque elas se discernem
espiritualmente." Nós, em nós mesmos, nós não podemos orar de acordo como Deus quer. 
Esta é a razão pela que o Senhor prometeu em sua Palavra que ele enviaria o
Espírito Santo: para darmos vida, para darmos um novo nascimento e poder, e de forma que o
mesmo Espírito Santo viva em nós .Uma das funções do Espírito Santo é orar por nós. O
Espírito Santo fala, ora e canta. (II Cor. 14: 15, Rom. 8: 26, Isaías 28:11). 
3. Permitir ao Espírito Santo que ele Fale através dos Crentes. 
Quando o Espírito Santo fala através do crente chama-se falar em línguas. Nós
consideramos ao Espírito Santo como intercessor, especificamente quando o Espírito Santo
fala por nós com um linguagem de oração.
Falar pelo Espírito Santo em um idioma de oração é algo disponivel para todo o
crente (1Cor. 14: 5, 23, 26). E para quê falar em idiomas ou em um idioma de oração?
a) É o espírito do homem (não suas emoções, vontade ou mente) orando a Deus (1 Cor.
2: 11;14: 14-15).
b) É o Espírito de Deus que intercede pelo homem. O homem ora (forma os sons, as
palavras, etc.) mas a articulação é determinada pelo Espírito Santo. 
4. O propósito de falar em línguas em uma linguagem de oração: 
a) Falar (no Espírito) mistérios para Deus. Em qualquer hora, mas especialmente na
oração devocional (1 Cor. 14: 1, 5, 18). 
b) O Espírito Santo está para assisti-lo na oração para orar de acordo com a vontade de
Deus. (Rom. 8: 26 - 27, 1 Cor. 2: 10-11).
c) Orar no Espírito Santo o crente fortifica na Fé. (Judas 20).
d) Para construir no crente o homem (ser) interior. (1 Cor. 14: 4). 
e) Para refrescamento e descanso espiritual. (Isaías 28: 11-12). 
É apropriado orar e cantar no Espírito em nosso idioma de oração em forma
coletiva ou grupal? 
O Espírito Santo não fala aos homens mas a Deus, porque nenhum homem o
entende porque fala mistérios. Contanto que nós permitamos ao Espírito Santo orar e cantar
através de nós também podemos pedir ao Senhor que nos de o entendimento (1 Cor. 14:15).
Em 1 Cor. 14:28, Paulo expressa claramente que se uma pessoa fala em voz alta em um
idioma desconhecido de tal um modo que a igreja inteira pode ouvir, enquanto acreditando que
ele tem uma palavra para a igreja, e não há o intérprete que permaneçam caladas na igreja,
querendo dizer que ele não fala o idioma em voz alta. Então ele soma: esteja falando consigo
mesmo e com Deus. Paulo está encorajando a pessoa que continue falando no idioma de
FATAD Prof. Jales Barbosa 52
EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
oração mas não sobre as vozes dos outros, a pessoa deveria falar para Si mesmo e para
Deus. 1 Tes 5: 19 - nós não devemos proibir ou apagar o falar em línguas. 
No grande dia da festa que Senhor Jesus pôs em pé e disse: Se alguém estiver
sedento, venha a mim e beba, do seu ventre (ou interior), fluirão rios de água viva...
Oremos de forma que o Senhor nos desate ou libere em um idioma de oração no
Espírito de Intercessão. 
5. A oração respondida - Por quê? 
"Não têm porque não pedem. Pedem e não recebem porque pedem mal...“ (Tg 4:2-
3).
5.1. Jesus disse que qualquer coisa que pedirmos em oração será feita para nós.
a) Mar. 11:22-24.
b) João 15:7.
5.2. Por quê, então, muitas orações permanecem sem resposta?
a) A falta pode descansar na mesma petição. 
(1). incredulidade 
- Tg 1: 6-7.
(2). Uma razão incorreta ou errada. (Tg 4: 3). 
b) O impedimento normalmente é de pecado ou de desobediência. 
- Salmo 66:18. 
- Provérbios 15: 29; 28:9.
- Isaías 59: 1-2. 
- Jeremias 5:25. 
- João 9:31.
(1). Egoísmo. 
- Provérbios 21: 13. 
(2). Orgulho. 
- Pv 1.24-31.
(3). Não perdoar. 
- Mar. 11: 25 - 26. 
(4). Desarmonia na casa. 
- Mat 5: 23 - 24. 
- 1 Ped 3: 7. 
(5). Hipocrisia religiosa. 
- Isaías 1: 11 - 15 especialmente o verso 15. 
- Mat 23: 5, 14, 27 - 28. 
(6). Rebelião contra ouvir a voz de Deus. 
- Provérbios 1: 24 - 25, 28. 
- Zacarias 7: 11 - 13. 
(7). Idolatria. 
- Ezequiel 14: 1 - 7. 
(8). Engano, injustiça. 
- Jeremias 5: 25 - 31.
c) Uma vida de oração efetiva é condicional para nosso caminhar pessoal e para nossa
relação com Jesus Cristo. 
(1). Obediência. 
- João 9: 3, 13. 
- I João 3: 22. 
(2). Retidão ou Justiça. 
- Salmo 34: 15, 17. 
- Provérbios 15: 8, 29;Tg 5:16. 
FATAD Prof. Jales Barbosa 53
EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
(3). Humildade. 
- II Cron. 7: 14-15. 
- Salmo 9: 12; 10: 17; 102: 17. 
- Mat. 23:5,14,27-28. 
- Lucas 18: 13-14. 
(4). Fé. 
- Mat 21: 22. 
- I João 5: 13 - 15. 
(5). Temor do Senhor . 
- Salmos 145: 19. 
(6). Habitar o Cristo. 
- Salmo 91: 1, 14 - 15. 
- João 15: 7. 
d) Foi um impedimento satânico que estava retendo por 21 dias a resposta para a oração
de Daniel. Dan. 9.10, especialmente versos 12 - 13 (ver Ef. 6: 12). 
5.3. Deus às vezes escolhe retardar a resposta das nossas ovações. 
- Jeremias 42: 2- 4, 7.
- Lucas 18: 7. 
a) Esta pode ser com a intenção de obrar ou trabalhar em nosso caráter uma qualidade
específica desejável aos Seus olhos. (Exemplo: paciência, Tg 5:11; obediência, Heb. 5:8;
humildade, II Cor. 12:7-9, etc.).
b) Embora Jó era perfeito e justo aos olhos de Deus (ver Jó 1: 1, 8; 2: 3), o Senhor lhe
permitiu sofrer tremendamente mas não sem um propósito. Jó 23: 10.
5.4. Deus responde orações de acordo com Seu tempo e vontade (Sal. 40:1).
Mas devemos ser persistentes procurando ter respostas às nossas petições.
a) Gen. 32:26-29 (eu não te deixarei ir enquanto não me abençoares...), e Ele o
abençoou ali.
b) Cantares 3:1-4; 5:2-6.
c) Isa. 62: 6-7 (não manteve silêncio, e não lhe deram descanso)
d) Lam. 2: 18-19 ("... dia e noite; não descanse... ").
e) Mat. 7:7 (fica pedindo... fica procurando... fica... a oração grega denota ação contínua).
f) Mat 15: 22-28 (note overbo da oração: Ela ficou orando)
g) Lucas 11: 5-13, especialmente verso 8 (devido à importunidade).
h) Lucas 18: 1-8 (porque vieram de contínuo).
SHALOM ADONNAY.....
Anotações:
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EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
LIÇÃO XX – MISSÃO DE EVANGELISMO MUNDIALLIÇÃO XX – MISSÃO DE EVANGELISMO MUNDIAL
Introdução
O mundo em que vivemos atualmente está rapidamente dirigindo-se a uma
confrontação final com Deus. Profecias bíblicas estão sendo cumpridas como nunca antes.
Enquanto as pessoas de raças e crenças diferentes começam a perguntar pela vida e morte,
em números sem precedentes, a foice de Deus está sendo lançada para fazer a colheita (Apoc.
14:14-20). Ao redor do mundo inteiro, na Europa Oriental, África, América Latina, etc. milhões
de almas estão reconciliando-se com Cristo. Embora, surpreendentemente, conforme
estatística recente, a missão de evangelismo mundial (ou trabalho missionário), segue sem
êxito como resultado do pequeno número de trabalhadores treinados, e porque as igrejas não
se envolvem nos programas efetivos de missões. 
Davi Bryant escreveu: 
"Menos de 10% do clero evangélico pode apontar a um programa de
sucesso de missões em suas igrejas hoje. Nos Estados Unidos, temos
um pastor para cada 600 pessoas. Na América Central, há um
missionário ou líder nacional forte para cada 15.000 pessoas, mas no
mundo muçulmano há menos que um missionário para cada 500.000
pessoas”. (censo de 10 anos atraz)
A Divisão das Assembléias de Deus Americana de Missionários Estrangeiros, tem o
número mais alto de missionários ativos no mundo (1.575), como organização. Mas, eles
também admitem quão grande é a necessidade que mais pessoas se envolvam no programa
de missões de Deus para que o trabalho seja realmente concluído:
"Seguimos preocupados porque embora nossas realizações no exterior
excedem os de outras organizações de missões evangélicas, estamos
perdendo a batalha pela humanidade perdida. Não estamos ganhando
almas perdidas o suficientemente rápido como para manter a paz com
respeito à porcentagem de natalidade mundial." (expressão do diretor
de missões mundiais) 
Neste curso sobre as Missões e o Missionário, você descobrirá que o plano de
Deus com respeito às missões e como ele está desenvolvendo e mostrando através da história
do Velho e Novo Testamento. Como estudante da Palavra de Deus, você também pode sentir
uma chamada de continuar aqueles de quem o mundo não era digno. 
1. A Origem das Missões. 
Gen. 3: 15, contém a primeira promessa de que haveria um Redentor, Em Efésios
1, a origem real da redenção na qual em Deus antes da fundação do mundo. Deus, por sua
mesma natureza, é um Deus o amoroso e redentor. As Missões têm a origem na mesma
natureza de missões em Deus. As missões são a ação de todo o ser amante (João 3:16; I Ped.
1:20-21). 
Como também Javé é o único e Soberano Deus (Deut. 6:4) e Senhor, a essência
missionária e a mensagem que emana de Sua mesma Natureza, é trazer todas as pessoas
debaixo de Seu controle Soberano (Fil. 2: 9-11; Apoc. 19:16). 
O pecado de Adão amaldiçoou a humanidade inteira com uma natureza pecadora
que separa do Domínio de Deus e de sua companhia. Mas, quando o pecado veio, encontrou-
se com o plano de redenção para todos os pecadores, um plano que já estava preparado. O
plano é o mesmo para a humanidade inteira, este plano não leva em conta a cultura, a
mentalidade, os costumes no contexto das pessoas (Tito 2:11; Apoc. 7:9-17).
Iniciado com a ação de Deus e levado adiante como o programa de Deus, as
missões têm um propósito: "procurar e salvar o que tinha se perdido” (Lucas 19.10). O
propósito de Deus é prover vida eterna. 
Jesus Cristo o trouxe. Agora o ministério da reconciliação é recomendado ao
Homem (II Cor. 5:18). Nisto, todos os missionários são colaboradores de Deus. (I Cor 3:9) 
FATAD Prof. Jales Barbosa 55
EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
2. O período das Missões
Missões na Biblia
a) Israel e as Nações. 
Durante os tempos do Velho Testamento, as nações que desejavam conhecer a
vontade e a Palavra de Deus, teriam que tratar diretamente com Israel. (II Reis 8:41-43; Isa.
55:5; 56:3-8; 60:1-5).
A lista ou papel de Israel para ser a ponte de Deus para as nações, exigia deles
uma comunidade obediente de ministros apaixonado por Deus e dos estrangeiros. (Deut.
10:18-19; Lev. 19:34; Ex. 19:5-6; Hab. 2:20).
(1). O Padrão Centriepetal - As nações seriam atraídas a Israel (Miq. 4:1-2; Isa.2:2;
Zac.8:20-23; Is. 45-14-17).
(2). O Padrão Centrifugal - Israel alcançando as outras nações (Ex.19:6; Is. 42:1-4, 49:6;
51:4-5; 52:10,15; 59:19; 60:9; 66:19; Hab.2:14).
Os Testemunhos de Deus através dos tempos
b) A Profecia do Velho Testamento de um Reino Judeu-pagão para Deus.
A visão de uma situação nova que troca à relação entre o Israel e as nações, foi
uma visão real da vinda vitoriosa do Reino de Deus incorporando os judeus e os Pagãos
(Isa.9:1-2; 43:10,12; 44:8; Mat. 4:12-17,19; 5:13-14; Atos 1:8).
Bem cedo no ministério dos doze apóstolos, Jesus restringiu seu ministério “às
ovelhas perdidas de Israel” (Mat.10:6). A mulher cananéia foi inoportuna, prostrada exigiu a
clemência que alargaria os limites históricos da nação de Israel (Mat.15:21-28). No Evangelho
de Mateus, o prometido rei de Israel anuncia o estatuto de seu Reino universal, dirigindo seus
seguidores a reivindicar as nações em seu Nome e autoridade (Mat. 28:19; Sal. 2:8) A
atividade apostólica do Senhor foi à prova que o Messias amarrou o homem valente, e então
poderia saquear a casa dele. (Mat. 12:29; I Jo. 3:8).
Não é estranho que Lucas, na conclusão do Evangelho e ao começar o livro de
Atos, relacionou que Jesus recorreu às palavras de Isaías e afirmou que os seguidores dele
deveriam agora cumprir o velho papel de Israel entre as nações com as seguintes palavras:
"Vós sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém, e em toda Judéia, e Samaria, e até os
confins da terra". (Atos 1:8). 
3. As Missões na História.
Se brevemente olharmos uma parte do movimento missionário cristão,
aprenderemos coisas boas que deles podem ser imitadas e também evitaremos repetir seus
erros. Alguém uma vez disse: 
"Esses que esquecem do passado são condenados para repeti-los”. 
Um dos momentos mais cruciais na história da Igreja Evangélica, na qual a maioria
está de acordo, foi o resplendor durante o Movimento da Reforma do Século XV. A pessoa
poderia ter esperado as forças espirituais liberadas pela Reforma que teria inspirado as Igrejas
protestantes da Europa a Levar o Evangelho até os confins da Terra durante o período de
exploração e colonização do mundo que começaram aproximadamente no ano de 1500.
Tristemente, não foi isto o que aconteceu. A Igreja católica romana, entre os anos 1500 e 1700
d.C. ganhou mais convertidos no mundo pagão do que perdeu na Europa, os quais se tornou
ao Protestantismo. 
Por que a igreja protestante levou tanto tempo para começar seu programa
missionário? São quatro as principais razões: 
(1). Sua Teologia: Os reformadores tiveram muita revelação das verdades Bíblicas vitais
mais que suficiente, mas elesperderam em grande parte a interpretação da Grande Comissão
do Senhor em Mat. 28:18-20. Eles ensinavam que a Grande Comissão foi dada somente aos
doze apóstolos e que isto já tinha sido completado em sua maioria. 
FATAD Prof. Jales Barbosa 56
EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
(2). Desunião: Durante este período inicial para a Igreja protestante, a maioria das igrejas
eram pequenas em número e força. Em vez de unir em recursos, oração e ministério aos não
evangelizados, muitas das Igrejas Luteranas e Reformadas tornaram-se rivais e competitivas.
(3). Prioridades Equivocadas: As terras da Ásia, África e do Mundo Novo estavam sendo
colonizadas pelos europeus. Estavam listadas para a colheita, mas nenhum missionário foi
permitido se estabelecer durante aquela fase. Os poderes coloniais estavam principalmente
interessados no comércio ou “ganhar dinheiro” (não foi assim com a Igreja Católica Romana da
Espanha). 
(4). Falta de Treinamento e Disciplina: Aos protestantes lhes faltaram grupos de cristãos
disciplinados e bem treinados. Enquanto isso, a Igreja católica estava ocupada treinando e
enviando seus franciscanos disciplinados, Dominicanos e Carmelitas. 
a) O Pietistas e os Moravianos. 
O Movimento Missionário Moderno começou pelos esforços do Movimento Pietista
durante os anos 1.700. Os Pietistas se rebelaram contra a ortodoxia morta das Igrejas
européias protestantes. A verdadeira religião para o Pietistas era uma questão do coração, só
não tinham noções a respeito de Deus. Eles abriram a primeira missão protestante conhecida
como “Missão Dinamarquês em Halley”.
O Conde Zinzerdorf, um estudante em Halley e afilhado de Philip Spener (quem
fundou e dirigiu a Universidade de Halley durante 10 anos), quando era jovem decidiu render
em devoção todo seu tempo e dinheiro para a causa de Cristo; ele declara: "Eu tenho uma
paixão: É ele e somente Ele”.
Mais tarde, durante sua estadia em Herrnhut (Sajonia), o grupo do Conde
Zinzenford, os chamados Moravianos, começaram o trabalho das primeiras missões coletivas
com os escravos negros, em São Tomás e nas Ilhas Virgens. Depois de 20 anos de trabalho
missionário intenso, os moravianos começaram mais missões que os anglicanos e os
protestantes dos dois seculos precedentes. Eles estavam em todos lugares, no Caribe, na
África, na América do Norte, na América do Sul. No ano de 1.930, eles já contavam com um
correspondente total de 3.000 missionários. Isso significa que um de cada doze membros da
igreja foram ao campo missionário. Eles deram ênfase principalmente em três pontos dentro
que o Moravianos e o Pietistas estabeleceram a procura de Deus:
(1). Os verdadeiros Cristãos deveriam ter uma genuína de experiencía com Deus que os
guiará a uma novidade de vida. 
(2). A vida espiritual interna deve ser nutrida e cultivada pelo estudo Bíblico, pela oração
e pelo companheirismo cristão. 
(3). O zelo missionário pelos perdidos nunca deveria extinguir-se. 
A chave mais significante e excelente sobre estes irmãos zelosos, que os qualificou
para impactar o mundo com Cristo, foi o supremo reconhecimento de que a obrigação mais
importante da Igreja e de cada cristão, é evangelizar o mundo, cada cultura e cada povo. 
NOTA: o grande movimento missionário do século XVI, na Inglaterra, cresceu principalmente
pelo Despertar Evangélico sob John Wesley e George Whitefield, que tinham sido, em grande
parte, influenciados pelos Pietistas e Moravianos. 
b) O Movimento Voluntário Estudantil. 
Outro poderoso movimento missionário do Espírito Santo era o Movimento
Voluntário Estudantil (1880-1936). Seu grande êxito foi devido à visão missionária de Robert
Wilder; o poder espiritual de D. L. Moody (foi o maior evangelista no século19); e o gênio de
John Mott. Este movimento era tão poderoso que durante seus 50 anos de ministério foi um
instrumento enviando 20.500 estudantes adultos e jovens para o campo de missões no
estrangeiro. 
Tudo começou durante o verão de 1886. Cem estudantes de universidade e
seminário se encontraram no Centro de Conferências Moody para orar e ser renovado no
Senhor . Durante este tempo o Espírito Santo moveu entre os participantes com grande poder
de convicção. Eles se puseram intensamente concientes e convencidos de que estava no
coração de Deus a evangelização de todas as cidades e nações com o evangelho de Jesus
Cristo; eles assinaram o Compromisso de Princeton, o qual estabelecia:
FATAD Prof. Jales Barbosa 57
EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
"Meu propósito, se Deus quiser deste modo, é tornar-me um missionário
no estrangeiro".
Rapidamente o Movimento foi esparramado por todas as universidades e escolas
nos Estados Unidos e no exterior. A chamada de adesão ao movimento veio a ser o seguinte: 
"A evangelização do mundo nesta geração". 
No tempo presente, a Convenção Missionária URBANA que ocorre a cada três
anos nos Estados Unidos (patrocinada Por Inter-Varsity Companheirismo Cristão), veio a ser o
verdadeiro sucessor prévio do Movimento Voluntário Estudantil. Em 1984, durante uma das
convenções, mais de 15.000 estudantes registraram-se no Compromisso Missionário.
MOMENTOS CULMINANTES DA HISTORIA DAS MISSÕES ESPECIAIS
Ano Nome Referência
1.648 PRILIP SPENER O movimento Pietista começou depois dos 30 anos de
guerra. Foi uma verdadeira religião do zelo do coração
Missionário. Spener, líder do Pietistas, mais tarde
estabeleceu Escola Halle.
1.649 JOHN ELLIOT A primeira Sociedade Missionária britânica para a
Propagação do Evangelho foi estabelecida na Nova
Inglaterra. Foi organizada primordialmente para alcançar
índios norteamericanos. John Elliot foi o primeiro
missionário em Massachussets, por 50 anos.
1.694 FRANCKE AUGUST A Universidade de Halle estava aberta. Francke era o
sucessor de Spener, fizeram de Halle o centro educacional
de Pietismo e missionário e fonte de alcance no século18.
1.705 B.IEGENBALG Y. H.
PLUTSCHAU
Estudantes extrangeiros de Halle, navegaram a
Tranquebar como os primeiros missionários Pietistas.
Tiveram muita oposição do clero luterano.
1.732 CONDE
ZINZENDORF
Moravianos provenientes de Herrnhul - estado de
Zinzendorf - começaram o primeiro trabalho missionário
coletivo com os escravos negros em St. Thomas, Ilhas de
Virgem.
1.733 -
1756
MORAVIANOS Missionários Para Terra Verde(1.733); Missionários Para
St. Croix(1. 734); Missionários Para Suriname(1.735);
Missionários Para África Do Sul(1.737); Missionários Para
Norte América(1.740); Missionários Para Jamaica(1.754);
Missionários Para Antígua(1.756).
1792 WILLIAM CAREY Publicou um livro de 87 páginas Chamado “A obrigação
dos Cristãos de usar recursos para a conversão dos
perdidos”. Esta apelação missionária tão importante,
merece um lugar juntamente com as 95 Teses, como a
influência na História da Igreja. 
Em 30 de maio de 1772, na reunião de ministros Batistas,
Carey pregou um sermão da época - Espera coisas
grandes de Deus, intenta grandes coisas para Deus. 
Quatro meses depois, foi formada a Sociedade Batista
Particular para a Propagação do Evangelho Entre os
Pagãos.
1793 WILLIAM CAREY A era moderna missionária começa, enquanto Carey
navega para a Índia com uma esposa pouco entusiástica,
quatro filhos e dois companheiros. Cinco meses mais
tarde, começa um serviço missionário frutífero de 40 anos
para o povo da Índia.
1.795 A Sociedade Missionária de Londres
FATAD Prof. Jales Barbosa 58
EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
1.796 As Sociedades Missionárias de Escócia e Glasgow.1.797 A Sociedade Missionária de Netheriands.
1.799 A Sociedade Missionária da Igreja.
1.804 A Sociedade Bíblica britânica e Estrangeira
1.812 Adoniram Judson.
Neste ano, Adoniram Judson e outros graduados do
Seminário Andover, acompanhado por suas esposas,
vieram a ser o primeiro grupo correspondente americano
para uma terra estrangeira (a Birmânia). Depois que seis
anos ganhou o primeiro convertido. Durante 37 anos na
Birmânia, traduziu a Bíblia para o Burmés, estabeleceu
uma Igreja nacional de 7.000 membros, e deixou 163
missionários treinados para continuar com seu trabalho.
NOTA: O século 19 que foi chamado “O Grande Século”, pelo historiador Kenneth Scott
Latourette. Nunca antes de na história da Igreja Cristã, havia organizado e concentrado esforço
hercúleo para levar o Evangelho até os fins da Terra. Ao terminar o século, cada país
protestante no mundo estava representado no campo missionário. 
Embora a estrutura da organização e os padrões de apoio sejam diferentes, as três
classes de Missões mencionaram para cima, eles estavam comprometidos no evangelístico de
trabalho, doutor e educacional. Também, uma quarta classe de Missão você sobe - a Missão
especializada; normalmente ministravam só para certa classe das pessoas (judeus, hindu,
esquimó, para o surdo, para o militar, para os órfãos, etc.) eles fizeram um particular trabalho
tipo: literatura, aviação ou serviço social. 
4. O Missionário. 
O que é um missionário?
A palavra "missionário" vem de uma palavra latina que significa “um enviado”. A
palavra Bíblica para missionário é Apóstolos ou Apóstolo, e também tem o mesmo significado
literal “um enviado". A compreensão alcança, ao estudar o livro de Atos, e a definição das
palavras que significam missionário.
Um missionário é um indivíduo que é enviado por Deus, com uma missão especial
a completar, com aqueles que tenha sido enviado para ministrar o evangelho de Jesus Cristo. 
a) Missões a curto prazo. 
O Livro de Atos mostra que eles tiveram muitos santos entre o povo que estavam
orando a Palavra que participa na tarefa de plantar igrejas em todos lugares. Alan Stibbs, no
livro “Ministério Cristão”, sustém o ponto que há trabalhadores a curto prazo ou seculares que
também são chamados para fazer o trabalho missionário de, ainda que eles não são chamados
necessariamente a missões de tempo integral, ou ser missionário de carreira. Ele escreve:
"ainda que sempre pensamos que um apóstolo é um dos doze, no Novo
Testamento, que a palavra apóstolo também é usada, às vezes, para
descrever os evangelistas da classe pioneira: aqueles obreiros são
enviados pelo Senhor a pregar o evangelho àqueles que nunca antes
escutaram o evangelho; àquela classe de homens foi usada por Deus,
às vezes, para fundar igrejas locais de cristãos.”
As epístolas do Novo Testamento escritas pelo apóstolo Paulo, indica fortemente a
responsabilidade de cada cristão de ser um proclamador da mensagem de Cristo. Esta visão
também está indicada para a nova igreja, como Lucas, o primeiro historiador da igreja,
recapitulou. 
As últimas palavras de nosso Senhor se encontram em Atos 1:8, foram que todos
deveríamos ser testemunhas dele, tanto em Jerusalém, como em toda Judéia, e Samaria, e até
aos confins da terra. Assim que cada Cristão, em certo sentido, é um missionário, a qualquer
FATAD Prof. Jales Barbosa 59
EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
correspondente do bairro ou do outro lado da cidade, comunidade ou nação como também
para o mundo. (Ted W. Engstrom; O que no mundo Deus está fazendo? por Enc. Mundial) 
Há dois tipos de Missões: Com missionários de carreira e com missionários a curto
prazo. Os missionários de carreira vão para um lugar específico para gastar lá de dois anos a
toda sua vida. Eles só deixam o lugar porque eles são forçados a fazer isto ou porque eles
terminaram o trabalho inteiro que puderam fazer, e estão aptos para mudar para outra cidade.
Por outro lado, os trabalhadores a curto prazo eles estão presentes na missão para um período
de duas semanas ou dois anos. 
Há vários tipos de viagens missionárias a curto prazo. Elas são guiadas a certas
tarefas como: construir o edifício de uma congregação, dar roupas e comida. Outras viagens a
curto prazo são estão orientados com guia de evangelismo e ministério. Nestas viagens, os
membros da equipe passam tempo distribuindo Biblias ou folhetos e ministrando em igrejas
locais. Qualquer um destes tipos de viagens são válidas e ambas fazem parte do ministério. 
Assim como entram as missões a curto prazo no plano global de Deus de alcançar
todas as nações? As missões a curto prazo são, antes de qualquer outra coisa, um modo para
trazer ou ajudar para que haja um despertar ou uma consciência e educação, enquanto as
missões se referem através da experiência. Eles também são uma avenida para expor ou tirar
a luz potencial, experiências missionárias transculturais para vida. Mas além destas razões, as
missões a curto prazo são um modo de levar o Evangelho a grupos diferentes de pessoas no
mundo. 
As missões a curto prazo têm as limitações e elas não são a solução aos
problemas do mundo. Deveria haver mais missionários de carreira transcultural que se
dediquem a aprender os idiomas e as culturas dos povos não alcançados. As missões a curto
prazo também podem ajudar os missionários de carreira que estão promovendo as missões a
curto prazo, para terem o descanso necessário e inspiração. (Curto - Termo Treinando
Missionarios através de Alvos). 
b) A Chamada e o Trabalho do Missionário. 
(1). O chamado.
A chamada e a comissão do missionário é dificilmente apenas algo subjetivo. No
livro dos Atos, é observado sempre que a Igreja ou outro missionário tem uma parte que levar
na chamada de um enviado. 
- Barnabé (Atos 11:3) 
- Paulo (Atos 11: 26; 13: 2)
- Silas (Atos 15: 40) 
- Timóteo (Atos 16: 3)
A Norma: Deus fala primeiro com o homem que Ele quer ENVIAR, então ele fala
com a Igreja e seus líderes. Em poucas palavras, há uma diferença entre “ser comedido” (que
se mete em tudo sem ser chamado) e ser voluntário. 
A Chave do Processo de Seleção de Deus: Os cinco homens que foram escolhidos
entre os quais o Paulo e Barnabé, tiveram qualificação para o trabalho:
- SIMEON era negro. 
- LÚCIO era de Cirene e poderia ser enviado ali. 
- MANAEN tinha sido criado com Herodes e poderia ter influência no governo. 
- PAULO e BERNABÉ eram homens que haviam provado sua maturidade, habilidade e
efetividade. 
Comissionar Impondo as Mãos: De acordo com as regras de Deus, os missionários
selecionados pelo Espírito Santo, são separados para o trabalho, mandados pela igreja e
enviados com a imposição das mãos. Este ato de comissionar implica tanto uma bênção como
um reconhecimento: 
"Ir com a aprovação da Igreja assegura as bênçãos de Deus". Como nos sacrifícios
do Velho Testamento, o animal do sacrifício estava tomado em lugar de "o que fez a oferenda”
contanto que pusesse as mãos dele na vítima, o missionário é o que vai em vez da igreja. 
(2). Jesus, é o Retrato de Deus, de um Verdadeiro missionário (João 17)
FATAD Prof. Jales Barbosa 60
EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
- João 17:3 - o enviado do Pai. 
- Vs. 4: Veio para dar glória a Deus. 
- Vs. 4: Veio para revelar a Deus a outros. 
- Vs. 6: Veio para revelar a Deus através de sua vida.
- Vs. 8: Veio para dar a Palavra de Deus a pessoas. 
- Vs. 9: Veio para ser um intercessor por aqueles que ele veio salvar.
- Vs. 10: Ele foi honrado pelos discípulos. 
- Vs. 12: Ele teve o nome de seu Pai como autoridade. 
- Vs. 13, 26,: Veio para encher os crentes da alegria e amor. 
- Vs. 22: Veio para dar o Espírito de Cristo, o espírito apostólico da igrejado primeiro
Século. 
- Vs. 17 - 19, 21,: Veio fazer a pessoas santas e maduras (ou completas, traduzido
“perfeitas”). 
(3).O Estilo de vida de um Missionário. 
Um missionário morre diariamente para si mesmo para que possa dar a vida de
Cristo a outros (II Cor. 5:15). Paulo disse: "Diariamente eu morro".
Uma genuína chamada missionária será refletida na qualidade de vida que se
experimenta. Sofrimentos e pressões, freqüentemente acompanhadas por perseguição,
adornam o ministério de um enviado (II Cor. 11). 
O princípio que opera na vida de um missionário, foi descrito por Jesus do seguinte
modo: "Se o grão de trigo caindo na terra não morrer, habitará só". 
Senhor Jesus, o mestre dos apóstolos, sempre praticou o que pregou: Seus irmãos
escarneceram dele. Os pais não o entendiam bem, foi procurado pelos líderes religiosos do
templo, foi negado e abandonado pelos discípulos, foi traído pelo amigo íntimo, crucificado pelo
mesmo povo que veio amar e salvar, elementos criminais e sem educação ridicularizaram-no.
Biblicamente, um missionário vem a ser um mártir vivo ou uma testemunha (No grego, a
palavra é “martyreo” traduzida como "testemunha" no Novo Testamento). Esta é a filosofia da
vida de um missionário. 
(4). Oportunidades Ministeriais especiais para o Missionário. 
Deus sempre preparará oportunidades especiais e algumas vezes incomuns no
ministério do missionário (Jo 11:1-6). O propósito para estas situações únicas é que Deus
receba a glória (Jo 11:4, 40) e dar fé ao povo (11:14). O missionário é treinado para ver a mão
de Deus em tudo, e fazer que coisas “celestiais” aconteçam, naturalmente, as circunstâncias
podem tornar-se sombrias (Jo 11:23, 41-44). Durante estes momentos que a Palavra de Deus
fica viva para pessoas (Jo 11:23-25). A espiritualidade com a praticidade e não é fanatismo,
sempre obterão o trabalho completo (Jo 11:43). 
Explorar cada oportunidade completamente de forma que a vontade de Deus seja
feita, o missionário será capaz de desafiar pessoas de forma que assumam responsabilidade
completa de suas vidas e ações (Jo 11:38-39). 
5. Alcançando os grupos de pessoas não alcançadas
O que são grupos de pessoas não alcançados e como eles se ajustam no plano
de Deus nos últimos tempos?
Antes de podermos responder esta pergunta, examinemos o que a Bíblia ensina
para concernente às nações do mundo; como o propósito de Deus para uma grande extensão,
gira ao redor deles. 
a) As Nações em submissão para Cristo." 
“Eu declarei o decreto: O Senhor me disse, Tu és meu Filho, Hoje eu te
gerei. Pede-me e eu lhe darei as nações por herança, e os confins da
terra, como sua possessão. Você os quebrará com vara de ferro, você
lhes fará pedaços como o recipiente de oleiro”. (Salmo 2:7-9.) 
Este salmo é uma visão real da vitória do Messias onde as nações da terra são
dadas a ele como herança. 
FATAD Prof. Jales Barbosa 61
EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
"Os lugares remotos da terra estão desafiando cada pedaço de grama de
forma que seja reivindicado, e de um modo real Ele governa com uma vara. A
visão de João relativa ao trabalho messiânico também ajusta com este perfil
real de que o Filho de Deus apareceria, foi para destruir a obra do diabo" (I Jo
3:8). 
É revelado no ministério de Jesus uma discordância entre Reino. Cristo reconheceu
a realidade desta discordância com o brado de Reino competitivo e procedeu lançando o reino
de forças demoníacas como uma expressão da Presença do Espírito e... como o real governo
de Deus evidência. (Mat. 10: 25-28). 
Com o uso que o Velho Testamento faz do jugo, como símbolo de submissão no
governo de um rei (Lev. 26: 13; Ezeq. 30:18; 34:27; I Reis 12:4,9-14; Is. 9:3-4; Jer. 27:8-12), e
em contraste direto com a natureza opressiva de muitos jugos reais mencionados no Velho
Testamento, Cristo faz um convite à pessoa oprimida e sobrecarregada que venha a Ele, para
que tome o seu jugo e aprenda; este convite era atraente. 
O jugo real de Cristo é recomendado para que todas as coisas sejam dedicadas ao
seu principado real pelo Pai. O príncipe em si mesmo é humilde e gentil; Seu jugo ou governo é
fácil e a carga dele é leve. E o objetivo deste assunto é o descanso ou repouso para as almas
dos que são convidados (Mat. 11:27-30). A estadia de um rei aqui, é aquela de quem busca as
pessoas para que vejam a Sua soberania com a segurança de que o resultado será descanso
e não opressão. 
b) Grupos de Inverno de Pessoas. 
Ralph Winter, um missiólogo famoso mundialmente, define os grupos de pessoas
não alcançadas como “grupo pessoas” que dentre eles não há comunidades indígenas de
crentes cristãos capazes de evangelizar a estes grupos, sem ajuda de fora ou transcultural.
Este termo e outros como este - povos ou pessoas pagãs - identifica a estes grupos de
pessoas pequenas ou grandes que têm uma cultura, idioma ou dialeto próprios, e sustentam
uma religião única ou visão mundial, e que não foram efetivamente evangelizados. Os 16.000
grupos, mais ou menos, consistem de 5.000 grupos tribais, 4.000 muçulmanos, 3.000 hindu,
2.000 chineses e 1.000 budistas. 
Cruamente, o numero de indivíduos que ainda precisam pela primeira vez escutar o
Evangelho, é mais ou menos 3 trilhões no mundo inteiro. Davi Bryant, no livro popular “Em A
Abertura", indica as proporções do modo seguinte:
- 950 milhões de muçulmanos. 
- 690 milhões de hindus. 
- 320 milhões de budistas. 
- 99 milhões de Tribos (na Ásia, África e América Latina) 
- 17 milhões de Sikhs. 
- 18 milhões de judeus. 
- 300 milhões de Neo pagãos / humanistas. 
Na lista acima, não está incluído qualquer número de crianças que normalmente
não são levadas em conta, mas só um número muito significante na população mundial. 40%
dos habitantes do mundo são crianças de 18 anos para baixo. 
"Três quartos dos que vivem hoje, vive dentro do que se podería chamar o mundo
cristão. Ainda que as missões estão se desenvolvimento, como veremos, a maioria destas
pessoas ainda não foi exatamente alcançada com a mudança de vida por nosso Senhor Jesus
Cristo. Existem mais de 210 nações listadas pelas Nações Unidas, permanecem 4.000 nações
e tribos separadas, com 2.000 dialetos e idiomas que estão sem a Bíblia porque não têm uma
linguagem escrita... Considere este fato: 90% da liderança no mundo cristão está funcionando
em medio de 10% da população do mundo." (Ted Engstrom "O que Deus está Fazendo no
Mundo”?)
Dramatizar ainda mais a grande necessidade e o desafio que enfrenta a Igreja
neste século, o senhor Bryant nos diz: "Se pudéssemos levar 50.000 pessoas dos grupos de
pessoas não alcançadas, diariamente para um estádio, como a equipes africanas, asiáticos,
latino-americanos e norte-americanos, aos quais lhes pregue interculturalmente (uma nova
FATAD Prof. Jales Barbosa 62
EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
multidão a cada dia) todavia, levaria mais de 165 anos para deixar que todos esses bilhões (3
bilhões aproximadamente) escutem o evangelho claramente. No entanto, mais bilhões
nasceriam. "Davi disse mais adiante, que necessitamos pelo menos de 600.000 missionários
para completar a tarefa de evangelizar o mundo neste século. 
Depois de ler estes atos soberanos, Talvez você está desejando saber: como isto
pode acontecer com tantos cristãos no mundo? Por que a obra não está sendo feita?. Ralph
Winter em “Penetrando as Novas Fronteiras” diz que há 219 milhões de cristãos ativos no
mundo. Seu grande potencial é que eles podem ganhar a outros para o Senhor. O perigo é que
se voltem dos que crescem para dentro e tomam conta do criar sua própria fé em vez de
ganhar almas. Juntamente com este grupo há milhões de cristãos inativos. Estes são cristãos
de tradição mas não entregues a Cristo (Aqui estão faltando os verdadeiros missionários).Se
este grupo de maior número que carrega Bíblia e é espectador for reavivado, poderíamos mui
possivelmente ter o mundo evangelizado durante o ano de 2.004. 
É óbvio que parte da inabilidade da Igreja em impressionar o mundo com o
Evangelho de Cristo, tem muito que ver com pessoas para as quais foram confiadas esta
mensagem gloriosa. Mas, para ser justos, não podemos permitir que as ovelhas de Deus sejam
bodes expiatórios que carregam a culpa inteira. Há também problemas com a técnica de
comunicação que está sendo empregada; ministérios subtreinados, ministérios com mau
enfoque, falta de cooperação entre igrejas e organizações, etc. ser capazes de identificar
alguns fatores contribuintes de nosso testemunho, vamos ajudar a preparar uma estratégia
efetiva de evangelismo. 
Atos da Chamada Janela 10/40 (10ºN latitude / 40ºN latitude)
- 90% dos povos não alcançados no mundo;
- 2/3 da população do mundo em 1/3 da área da terra;
- O coração das religiões islâmica, hinduísta e budista;
- 80% dos pobres do mundo com má qualidade de vida;
- Somente 80% da força missionária;
- 1/10 % dos cristãos disponíveis são gastos em alcançar a estas pessoas.
Países que formam a Janela 10/40 
ORIENTE MÉDIO – 21 PAÍSES (Arábia Saudita, Argélia, Catar, Egito, Emirados Árabes
Unidos, Iêmen, Irã, Iraque, Israel, Palestina, Jordânia, Kuweit, Líbano, Líbia, Marrocos,
Mauritânia, Omã, Síria, Sudão, Tunísia e Turquia).
ÁFRICA – 12 PAÍSES (Benin, Burkina, Cabo Verde, Chade, Djibuti, Etiópia, Gâmbia,
Guiné, Guiné-Bissau, Mali, Níger e Senegal).
ÁSIA – 21 PAÍSES (Afeganistão, Bangladesh, Barein, Butão, Camboja, China, Coréia
do Sul, Coréia do Norte, Filipinas, Índia, Japão, Laos, Malásia, Maldivas, Mongólia, Nepal,
Paquistão, Sri Lanka, Tailândia, Taiwan ‘Formosa’ e Vietnã).
EURÁSIA – 3 PAÍSES (Cazaquistão, Turcomênia e Tadjiquistão).
EUROPA – 4 PAÍSES (Albânia, Chipre, Gibraltar e Grécia)
FATAD Prof. Jales Barbosa 63
EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
O domínio de 3 blocos religiosos. Uma grande razão porá se focalizar na "JANELA
10/40", é a presença das três religiões de grande domínio no mundo. A maioria dos adeptos do
Islamismo, Hinduísmo e Budismo, vive na "JANELA 10/40".
11.000 Pessoas não alcançadas
6. A Estratégia das Missões. 
a) O Coração das Missões. 
Em menos de dez anos o Apóstolo Paulo estabeleceu a Igreja em quatro províncias
no Império Romano: Galacia, Macedônia, Acaia e Ásia. 
Por que Paulo teve êxito tanto? Havia muitas razões. Mas uma razão importante
era que Paulo considerou a pregação do Evangelho e o estabelecimento de igrejas como a
tarefa principal. Paulo não se envolveu profundamente em: erguer níveis de vida, dar
conhecimento secular, melhorar as condições sociais ou ministrar para as necessidades
médicas. 
b) Um Plano para Ganhar Almas para Cristo. 
Paulo foi um sábio Arquiteto (perito arquiteto) da Igreja do Novo Testamento (I Cor.
3:10). Ele era por excelência, plantador de igrejas! Não pode ser entendido num relato da Bíblia
que Paulo simplesmente pregou acidentalmente o Evangelho. Ele deve ter tido um plano.
Considere Atos 16:6-10, se Paulo não tivesse um plano (o Espírito Santo não poderia ter
mudado isto). 
As palavras de J. Herbert Kane, são dignas mencionado-se:
"Se por estratégia tomamos o mundo de forma que havia um ‘modus
operandi’ (modo de operar) flexível, desenvolvido debaixo da direção e
controle do Espírito Santo, então Paulo teve uma estratégia." 
Os peritos nos falam que há seis passos para planejar a execução de qualquer
tarefa: 
(1). Entender a tarefa. 
(2). Comparar a tarefa com experiência e investigação. 
(3). Fazer um plano global para cumprir a tarefa. 
(4). Juntar os recursos necessários. 
(5). Executar o plano. 
FATAD Prof. Jales Barbosa 64
EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
(6). Aprender da experiência. 
c) Estratégia Paulina para Plantar Igrejas. 
Paulo sendo um perito arquiteto de igrejas, nós podemos nos beneficiar fazendo m
estudo da metodologia. Os arquitetos modernos, estudam os trabalhos de arquitetos peritos do
passado embora eles não venham desenhar ou construir edifícios idênticos. 
A estratégia Paulina é aplicável hoje em dia porque há muitas semelhanças entre o
mundo do primeiro século e nosso: 
(1) Paulo era um cidadão de seu mundo missionário. 
(2) Ele não aprendeu nenhum idioma diferente para se comunicar. 
(3) Desde o princípio mesmo do ministério público, estava familiarizado com os padrões
de pensamento da sua audiência. 
(4) Havia um considerável fluxo intercultural dos povos de diferentes raças e
antecedentes. 
(5) Havia uma grande falência de idéias e ideais. 
(6) Havia um grupo das pessoas por todo o Império que tinham se rendido a idéias
monoteístas (com um único Deus) e éticas, eles constituíam uma audiência preparada para o
Evangelho. 
Os Elementos Lógicos do Plano Perito Evangelístico de Paulo: 
(1) Missionários comissionados (Atos 13:1-4; 15:39,40) 
(2) Audiência concatenada (Atos 13:14-16; 14:1) 
(3) Evangelho comunicado (Atos 13:17; 16:31) 
(4) Audiência convertida (Atos 13:48; 16:14,15) 
(5) crentes congregados (Atos 13:43). 
(6) fé confirmada (Atos 14: 21, 22; 15:41)
(7) liderança consagrada (Atos 14:23) 
(8) crentes com comissão (Atos 14:23; 16:40) 
(9) relações continuadas (Atos 15:36; 18:23) 
(10) Envia de Convocatórias para as Igrejas (Atos 14:26,
27; 15:1-4) 
7. A Tendência Presente. 
Há um crescente consenso, que no mundo inteiro, o povo de Deus está começando
a responder à chamada do Espírito Santo para as missões. Escute o recente relatório de
George Otis: 
"Está acontecendo quase em todos os lugares; nas tribos esquecidas
da floresta do Peru, nas aldeias montadas do remoto Himalaia, pelas
forças comunistas da Europa Oriental, até mesmo dentro de Meca, a
santa cidade dos islamitas.”
O Espírito Santo está se movendo. A Palavra de Deus está se esparramando. O
poder de Deus está atraindo milhões das pessoas para o de conhecimento Jesus Cristo. Um
jornalista chamou a recente expansão mundial da Cristandade de “a história do século” porque
muitas pessoas responderam ao Evangelho nos últimos anos. (Revista Carisma e Cristãos
Vive; Janeiro, 1. 993).
Alguns líderes proeminentes dentro do movimento da Igreja Carismática e
Pentecostal começaram a falar de uma Terceira Onda do Espírito de Deus que vem sobre a
igreja de Deus. John Wimber descreve A Terceira Onda de C. Peter Wagner como a
plataforma de desenvolvimento do avivamento carismático. Ele diz: 
"A Terceira Onda tem muitos resultados semelhantes ao
Pentecostalismo clássico e o Renovamento Carismático: o evangelismo,
plantar igrejas e renovar as congregações existentes. Mas... há um
resultado que pode separar a Terceira Onda das últimas ondas, é uma
onda equipada. Por ‘equipada’ quero dizer que é uma onda na qual os
cristãos são encorajados orar pelas pessoas doentes e experimentar
FATAD Prof. Jales Barbosa 65
EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
todos os dons. A Terceira Onda é um movimento reformador do sistema
de treinamento encontrado na maioria das igrejas na cultura Ocidental.
É um movimento do ministério desde o púlpito até os bancos, do clero
para os leigos, de poucos para muitos... A Terceira Onda neste
treinamento os cristãos para ministrar com poder, especialmente o
evangelismo pessoal e cura divina..." (Encontros de Poder Entre
Cristãos No Mundo Ocidental; Kevin Springercon John Wimber; 1.988) 
 
Esta apostila é uma compilação de vários livros, apostilas e anotações de aulas
ministradas pelo Pr. JalesBarbosa na matéria de Missões e Evangelismo na Faculdade
Teológica das Assembléias de Deus – FATAD e, métodos aplicados em igrejas pastoreados
pelo mesmo.”
Coordenação
Anotações:
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QUESTIONÁRIOQUESTIONÁRIO
1. Defina Evangelismo.
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2. Leia Lc 19:10 e diga que se encontra registrado. É um objetivo, é um princípio ou é um
método?
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3. Jesus fez distinção entre missão em sua terra e missão em terra estrangeira?
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4. Os princípios de orientação que Jesus usou para treinar os homens aparecerem
invariavelmente, numa seqüência de liberadamente planejada.
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5. Método e estratégia no evangelismo são essencialmente a mesma coisa?
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6. Estude Mt 28:19; Jo 20:21; At 1:8 e descreva os objetivos primários de uma igreja segundo
Jesus.
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7. Os alvos de sua igreja são os mesmos de Jesus?
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EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
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8. A organização de sua igreja está estabelecida visando alcançar os mesmos objetivos de
Jesus?
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9. Que mudanças poderiam ser feitas a fim de que esses objetivos fossem alcançados?
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10. O que falta naqueles que se propõem a evangelizar sem terem em meta alcançar os
mesmos objetivos de Jesus?
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11. Você tem uma estratégia de evangelismo para sua própria vida? Qual ?
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12. Dentro do grupo apostólico da época de Jesus, três deles gozaram de um relacionamento
mais estreito com Jesus. Um deles era? Comprove a resposta com um texto bíblico.
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13. O objetivo inicial de Jesus foi...
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14. O mundo da época de Jesus sofreu alguma modificação externamente visível? Qual ?
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FATAD Prof. Jales Barbosa 68
EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
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Porquê ?
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15. Jesus quando ensinou esse grupo de 12 discípulos esqueceu-se do resto do povo?
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Justifique.
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16. Qual a relação entre o ensino de Jesus e o registrado em II Timóteo 2:2?
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17. Na sua opinião quando um cristão chega a professor da escola dominical ele já pronto ou
ele precisa ainda de acompanhamento planejado? Porque ?
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18. Estude o capítulo 8 e 9 de Lucas e faça uma lista das experiências que os discípulos
tiveram ao lado de Jesus registradas nesses dois capítulos.
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19. O conhecimento que os discípulos obtiveram foi teórico, foi prático ou foi teórico-prático?
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FATAD Prof. Jales Barbosa 69
EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
20. A que se deve a imaturidade existente na Igreja hoje?
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21. O que pode ser feito para mudar?
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22. Estude Lucas 9 e dê a definição do que é ser discípulos?
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23. Aquele que ama a Jesus prova esse amor através de que? (Segundo o próprio Jesus)
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24. Estude João 8:31; 13:35; 15:18 e faça uma lista das condições específicas para o
Discipulado.
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25. Estude João 4:34; 5:30; 15:10; Lucas 22:42 e diga qual o valor que Jesus dava à vontade
do Pai.
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26. Como a sabedoria de Cristo na vida da pessoa está relacionada com o testemunho dessa
pessoa?
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FATAD Prof. Jales Barbosa 70
EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
27. Estude Marcos 16 e diga o que Jesus espera de você como seu discípulo?
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28. Estude João 5:39 ; Lc 18:1; Mt 4:19 e diga como você se enquadra na tabela que se segue.
( ) Obedeço a esses mandamentos
( ) Algumas vezes
( ) Raramente
( ) Nunca
( ) Sempre
29. Qual a consistencia da sua fé em Cristo?
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30. Estás certo de sua relação vital com Cristo? (Leia João 15)
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31. Qual a relação entre a palavra obediência e as palavras cumprir ordens?
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32.Tem diferença entre as duas?
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Qual?
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FATAD Prof. Jales Barbosa 71
EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
33. Estude João 17:18-19, depois estude as páginas 72,73 (no livro texto-azul) e diga o
significado da palavra santificação.
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34. Estude Mateus 14:23; Marcos 1:35; Lucas 6:12 e diga que lições você tirou sobre a oração
na vida de Jesus.
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35. Faça uma lista das tarefas que você poderia atribuir a um novo Cristão que fosse se
discipulado.
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36. Leia sobre a missão dos doze e a missão dos setenta e diga a diferença entre o relatório
dos doze e o relatório dos setenta.
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37. cite uma ocasião em que Jesus citou o fracasso dos doze para ensinar-lhes uma verdade
que eles precisavam conhecer.
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38. Faça uma lista de dificuldades que você julga que um cristão novo encontra.
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39. O que você chama de crescimento de uma igreja?
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FATAD Prof. Jales Barbosa 72
EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
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40. Estude Mateus 9:36-38 e apresente o seu aprendizado através da atitude de Jesus descrita
nesse texto.
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41. Estude João 15 e enumere quantas vezes a palavra fruto é usada nesse texto.
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42. Comente o versículo 16 do mesmo capítulo
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43. Diga qual o significado
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44. Apresente uma dissertação de 1 a 15 linhas sobre o que você entendeu acerca das
questões 48,49,50.
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45. Qual a primeira tarefa que você daria para um discípulo seu?
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E a segunda?
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FATAD Prof. Jales Barbosa 73
EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
46. O que mudou em sua vida depois desses estudos acerca do evangelismo?
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47. Você se acha inteiramente preparado agora?
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48. Ou falta ainda alguma coisa?
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O quê?
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49. Quais os seus planos para o futuro?
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50. Estude a página 81 do livro texto e procure estudar todos os texto bíblicos acerca da
oração a seguir apresenta o seu aprendizado
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51. O que está escrito em João 13:15?
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52. O que isso significa?
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FATAD Prof. Jales Barbosa 74
EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
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53. Qual o ensino descrito em Mt 4:19?
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54. Estude Efésios 4 e explique qual o objetivo de Jesus quando instituiu seus líderes?
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55. João 17:21 fala de que?
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56. Qual o valor da unidade para a Evangelização?
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57. Efésios 2:21-22 fala de maturidade, como você explica isso nesse texto
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58. Efésios 4:14 fala da importância de que na vida do cristão e da igreja?
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59. Efésios 4:13 fala de que tipo de crescimento?
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FATAD Prof. Jales Barbosa 75
EVANGELISMO,DISCIPULADO E MISSÕES
60. Qual o crescimento descrito no capítulo 4:13 de Efésios versículo 15?
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61. Efésios 4:16 fala de um outro tipo de crescimento. Qual é?
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62. Como você pode manifestar o pai? (Hebreus 1 e Mateus 18:11)
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63. Estude João 17:17; 8:31 e Hebreus 3:7-9 e diga qual a função da igreja?
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64. Caracterize o verdadeiro cristão descrito em I Timóteo 1:5; I Pe 1:22; Hb 2:11-12; Gl 2:20 e
Cl 3:10?
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65. Explique o versículo 15 do capítulo 10 de Marcos.
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66. Explique I Coríntios 12:12.
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FATAD Prof. Jales Barbosa 76
EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
67. Escolha um assunto que você julga fundamental para um discípulo novo e elabore uma
lição que você aplicaria para esse discípulo.
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68. I Jo 3:2; Rm 8:16-19; I Co 15:49 para que Ele implantou em nossa personalidade a sua
própria vida?
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69. Qual a relação entre o discipulado e o ensino de Deuterônomio 6:6 e 7?
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70. Mateus 20:25-28. Explique o princípio contido nesse texto referente à liderança serviço e
autoridade.
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71. Faça uma conclusão de aprendizado dessa disciplina.
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72. Onde está a primeira menção de um Redentor na Bíblia?
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73. Donde se origina a obra de Missões.
( ) Na igreja
( ) No apóstolo o Paulo
( ) Na natureza de Deus
FATAD Prof. Jales Barbosa 77
EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
74. Durante os tempos do Velho Testamento, Como as nações descobririam a vontade de
Deus e Sua Palavra? 
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75. Nomeie as cinco principais razões para que as Igrejas da Reforma não implementaram um
efetivo programa de missões. 
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76. Descreva a condição da Igreja de hoje. ? Estamos melhores ou piores? 
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77. O que te impressionou mais do chamado grupo dos Moravianos?____________________________________________________________________________
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78. Qual era o grito de confiança do Movimento Voluntário Estudantil? 
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79. Quem foi o Conde Zinzendorf? 
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80. Qual missionário introduziu a era moderna de Missões? 
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FATAD Prof. Jales Barbosa 78
EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
81. Qual é o significado literal da palavra missionário ou apóstolo? 
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82. Nas próprias palavras descreva como um trabalhador a curto prazo difere de um
missionário de carreira. 
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82. Como Deus chama pessoas para fazer a obra missionária, especialmente quando é
chamado para um compromisso a longo prazo? 
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83. Faça uma lista de cinco verbos que descrevem o trabalho de um missionário. 
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84. O Que significa literalmente a palavra "testemunha" no Novo Testamento ? 
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85. Como Ralph define um grupo de pessoas não alcançadas ? 
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86. O qual é a porcentagem da população mundial que formam as crianças? 
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FATAD Prof. Jales Barbosa 79
EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
87. Por que o apóstolo Paulo teve tanto êxito estabelecendo igrejas no Império Romano?
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89. Teria Paulo planejamento e estratégia para fazer a obra missionária? 
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90. Ache o perito planejamento de evangelismo de Paulo, e dos dez elementos, investigue um
deles no livro dos Atos. Escreva uma composição de uma folha doque descobriu. 
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91. A que chamam popularmente A Terceira Onda, alguns dos líderes da Igreja Carismática? 
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92. Considerarias entrar no trabalho de missões? Se sua resposta é sim, explique por que
sentes que esta seria sua chamada para servir a Deus. 
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Anotações:
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FATAD Prof. Jales Barbosa 80
EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
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FATAD Prof. Jales Barbosa 81
EVANGELISMO, DISCIPULADO E MISSÕES
BIBLIOGRAFIABIBLIOGRAFIA
Plano mestre de Evangelismo - Rpbert E. Coleman - Ed. Mundo Cristão
Livro Texto Evangelismo Total – Dammy Ferreira ED. 
Bíblia Sagrada.
Grupos Familiares – Cláudio Ernani Ebert – Ed. Vida
Amizade a Chave para a Evangelização – Joseph C. Aldrich – Ed. Vida Nova
Revolução na Evangelização – D. James Kennedy – Ed. Vida Nova
Crescimento Contagioso da Igreja – Leroy Gruner – Ed. CPAD
Multiplicando Discípulos – Waylon B. Moore – Ed. Juerp
Manual de Crescimento da Igreja – Dr. Juan Carlos Miranda Ed. Vida Nova
Evangelização é Comunicação – Guilherme Cook Ed. Unitedd Pres
Plantar Igrejas para a Grande Colheita – C. Peter Wagner – Ed. Abba
Ser e Fazer Discípulos – Juan Carlos Ortiz – Ed. Loyola
Missão no Coração de Todos – Josué Gonçalves – Ed. Mensagem para Todos
FATAD Prof. Jales Barbosa 82
	LIÇÃO I – MISSÃO EVANGELIZADORA DA IGREJA
	1. A Missão da Igreja
	1.1. Conceito da Igreja e a sua missão:
	1.2. Quando surgiu a Igreja?
	1.3. Para que existe a Igreja?
	1.4. A missão Evangelizadora da Igreja Bíblica
	1.5. Atividades Contínuas da Igreja
	2. Missão Evangelizadora da Igreja Bíblica
	3. Missão Evangelizadora da Igreja Bíblica:
	4. Resumo da Doutrina da Evangelização:
	5. Motivos Inspiradores Da Prática Do Evangelismo:
	LIÇÃO II – EVANGELISMO BÍBLICO E SUA PERMANENTE ATUALIDADE
	1. Fundamentos Bíblicos do Evangelismo:
	2. Principais Métodos de Evangelismo na Igreja Cristã Primitiva:
	3. Jesus, Nosso Supremo Modelo No Evangelismo Pessoal:
	3.1. Características gerais de Jesus como Evangelista:
	3.2. Características da pregação Evangelística de Jesus:
	3.3. Características gerais do trabalho Evangelístico de Jesus:
	LIÇÃO III – LUGAR DO ESPÍRITO SANTO NA EVANGELIZAÇÃO
	1. O Alcançe da Obra da Evangelização requer recursos rspeciais:
	2. Atuação do Espírito Santo na Evangelização:
	3. Provisões do Espírito Santo para a Evangelização:
	4. Recomendações Bíblicas para uma vida cheia do Espírito Santo:
	5. Questões Básicas Sobre O Crente E O Espírito Santo:
	5.1. O Crente possui o Espírito Santo:
	5.2. O Espírito Santo possui o Crente
	5.3. Não entristeçais o Espírito Santo ( Ef 4:30)
	LIÇÃO IV – TESTEMUNHANDO DE JESUS CRISTO, O SALVADOR
	1. Considerações gerais sobre o Testemunho Cristão:
	2. Cultivo devocional da vida Cristã para um Testemunho Eficiente:
	LIÇÃO V – IMPORTÂNCIA E CARACTERÍSTICAS DA VISITAÇÃO CRISTÃ
	1. A Visitação no Ministério de nosso Senhor Jesus Cristo:
	2. A Visitação no Ministério dos Apóstolos:
	3. A Visitação na Vida da Igreja Primitiva:
	4. A Visitação Cristã foi importante fator na Expansão do Cristianismo:
	5. Importância e Característica da Visitação Cristã"
	LIÇÃO VI – IMPORTÂNCIA E CARACTERÍSTICA DO DISCIPULADO CRISTÃO
	1. Característica do Discipulado Cristão no Evangelho de João:
	2. Conceituando o Discipulado Cristão:
	3. Características básicas da Igreja Cristã como corpo de Discípulos:
	4. Aplicação dos conceitos de Discípulado a Vida Cristã hoje:
	5. Qualidades básicas na Visitação como trabalho de Discipulado:
	LIÇÃO VII – ACONSELHAMENTO ESPIRITUAL DE NOVOS CRENTES
	1. Fatores importantes no Aconselhamento Espiritual dos Decididos:
	2. O Trabalho de Aconselhamento Espiritual e seus Objetivos:
	3. Recomendações Práticas aos Conselheiros Espirituais
	LIÇÃO VIII – INTEGRAÇAO DE NOVOS CRENTES NA IGREJA LOCAL
	1. Bases Espirituais para uma Vida Cristã - O Novo Modo de Viver do Cristão:
	2. Recomendações Bíblicas e práticas ao Cristão – Posição Cristã em face de certas Práticas:
	3. O Novo Crente e a Igreja Local
	LIÇÃO IX – ENFRENTANDO OBJEÇÕES E DIFICULDADES NO EVANGELISMO
	1. Os principais tipos de objeções e dificuldades no Evangelismo:
	2. Respostas Bíblicas para as desculpas apresentadas pelos homens:
	LIÇÃO X – BATALHA ESPIRITUAL
	1. Mapeamento Espiritual (Avaliando o Ambiente Espiritual)
	2. Informação Histórica
	3. Organizações Operando na Cidade
	4. Ambiente Espiritual
	5. Ferramentas Disponíveis
	LIÇÃO XI – ESTRATÉGIAS DE ADORAÇÃO
	1. Preparando Adoradores Para A Guerra
	2. A Chamada para uma Adoração
	3. A Chamada para a Guerra
	4. O Inimigo Conquistável
	5. Pré-Requisitos para a Guerra
	6. Nos são dadas Armas Efetivas que devemos aprender usar
	7. Outras operações importantes da Guerra
	8. Estou Preparado?
	9. Confissão
	10. Demolindo Fortalezas
	LIÇÃO XII – APRENDIZADO RELATIVO ÀS FORÇAS
	1. Definição de Força:
	2. Definição de um Principado:
	LIÇÃO XIII – DERRUBANDO O INIMIGO
	1. Aumentando as Esferas da Guerra
	LIÇÃO XIV – A GUERRA NA VIDA DE GIDEÃO.
	1. Causa (Jz 6:1-10).
	2. Confronto (Jz 6:11-24)
	3. Demolição (Jz 6:25-32)
	4. Libertação (Jz 6:33-7:22)
	LIÇÃO XV – RECLAMANDO OS TERRITÓRIOS CONQUISTADOS
	1. Tome uma decisão
	2. Passos Específicos:
	LIÇÃO XVI – A BATALHA PERTENCE AO SENHOR
	1. A Estratégia De Josafá – II Crônicas 20
	2. Ministério nos Céus / Vitória na Terra
	3. Revisão de que a Guerra está centrada em Deus
	LIÇÃO XVII – A ORAÇÃO
	1. A Oração é a Coluna Vertebral do Ministério.
	2. As Escrituras ensinam que devemos ter uma vida consistente de oração.
	3. Por quê e por quem devemos orar?
	4. Como devemos orar?
	5. É importante dar-se conta de que Deus “realmente” escuta nossas Orações
	6. Por que devemos orar?
	7. Objetivos da Oração
	8. Primeira e última referência de Oração na Bíblia.
	9. A Definição do acordo com o hebreu do VT e o grego do NT.
	10. Que é orar em lugar secreto ou fechado?
	LIÇÃO XVIII – OBJETIVOS DA ORAÇÃO INTERCESSORA NO LUGAR SECRETO.
	1. Cristo Jesus como Sacerdote e Intercessor no Lugar Secreto durante seu Ministério Terrestre
	2. Definição de Sacerdote e Intercessor.
	3. Sete situações que Nosso Senhor procurou o Lugar Secreto (Evangelho de Lucas).
	4. O Discípulo como Sacerdote e Intercessor.
	LIÇÃO XIX – O ESPÍRITO SANTO COMO INTERCESSOR
	1. Defina Intercessor.
	2. No Velho Testamento.
	3. Permitir ao Espírito Santo que ele Fale através dos Crentes.
	4. O propósito de falar em línguas em uma linguagem de oração:
	5. A oração respondida - Por quê?
	5.1. Jesus disse que qualquer coisa que pedirmos em oração será feita para nós.
	5.2. Por quê, então, muitas orações permanecem sem resposta?
	5.3. Deus às vezes escolhe retardar a resposta das nossas ovações.
	5.4. Deus responde orações de acordo com Seu tempo e vontade (Sal. 40:1).
	LIÇÃO XX – MISSÃO DE EVANGELISMO MUNDIAL
	Introdução
	1. A Origem das Missões.
	2. O período das Missões
	3. As Missões na História.
	4. O Missionário.
	5. Alcançando os grupos de pessoas não alcançadas
	6. A Estratégia das Missões.
	7. A Tendência Presente.
	QUESTIONÁRIO
	BIBLIOGRAFIA

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