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UNIDADE CENTRAL DE EDUCAÇÃO FAEM FACULDADE LTDA -UCEFF FACULDADE EMPRESARIAL DE CHAPECÓ - FAEM CURSO Engenharia Química PERÍODO 2º DISCIPLINA Química Inorgânica e Experimental PROFESSORA Prof.ª Fabiana Regina Grigolo Luczkievicz PREPARO E DILUIÇÃO DE SOLUÇÕES CAMILA DE MELLO DE MICHELI TALIA REBELATTO DAMBROS CHAPECÓ/SC, 2017 1. INTRODUÇÃO Uma solução, no sentido amplo, é uma dispersão homogênea de duas ou mais substâncias moleculares ou iônicas, ou seja, as partículas que constituem uma solução têm dimensões de pequenas moléculas ou de íons e distribuição praticamente igual em qualquer porção da mistura. As soluções são constituídas por um soluto e um solvente, embora não haja uma rigorosa distinção no emprego desses termos. Dessa forma, as propriedades coligativas de soluções diluídas são diretamente proporcionais à concentração de partículas de soluto (BIANCHI, ALBERT e MAIA, 2005): Equação 01: componentes em uma solução. Fonte: Dos autores. Presente na equação, o solvente é classificado como o componente da solução que tem a capacidade de desagregar as demais substâncias, assim, o soluto é o componente que pode ser dissolvido em uma solução. Em casos muito frequentes, o componente com maior quantidade presente é o solvente. Logo que o solvente mais conhecido é a água, principalmente por ser uma substância mais abundante no planeta e ter uma grande capacidade de dissolver outras substâncias (iônicas e covalentes) (BIANCHI, ALBERT e MAIA, 2005). As soluções, ou misturas homogêneas, são classificadas em função do estado físico, portanto, elas podem ser sólidas, líquidas ou gasosas. E no mesmo princípio, quando uma solução apresenta a capacidade de conduzir a eletricidade é classificada como eletrolítica ou iônica e quando a solução não conduz eletricidade é denominada não eletrolítica ou molecular (QUIMICA GERAL, s.a.). Embora todas as misturas gasosas sejam soluções, já que qualquer mistura de gases é homogênea, e as soluções sólidas, a grande maioria das soluções, são preparadas no estado líquido. Por meio disso, as soluções líquidas são formadas pela dissolução de um gás, líquido ou sólido em um líquido e se esse dado líquido é a água, a solução é denominada de aquosa. Em toda solução com participação da água, a mesma é considerada como solvente, independente da quantidade que esteja presente (BIANCHI, ALBERT e MAIA, 2005). 𝑆𝑜𝑙𝑢çã𝑜 = 𝑆𝑜𝑙𝑢𝑡𝑜 + 𝑠𝑜𝑙𝑣𝑒𝑛𝑡𝑒 No entendimento de Pawlowsky et al (1996), as soluções podem ser insaturadas, saturadas ou supersaturadas, de acordo com a quantidade de soluto dissolvido. Portanto, para defini-las, é importante entender o conceito do termo Solubilidade. Assim, o Coeficiente de Solubilidade ou solubilidade refere-se á capacidade de uma substância de dissolver a outra, ou seja, sua medida descreve a quantidade de soluto que se dissolve em uma quantidade específica de solvente, em determinadas pressão e temperatura. O aumento de temperatura pode trazer uma grande diferença na solução, como o exemplo da solubilidade dos sólidos, que são favorecidos pelo aumento da mesma. É indispensável especificar a solubilidade de uma substância acompanhada da temperatura em que foi feita essa medição. (BIANCHI, ALBERT e MAIA, 2005). do soluto NaCl é o limite máximo dessa substância dissolvida em 100 ” BIA HI ALBERT MAIA, 2005, p. 330). Como comenta Pawlowsky et al (1996), a solução insaturada, em uma determinada temperatura, tem uma quantidade de soluto menor que a sua solubilidade nesta temperatura, ou seja, menor quantidade de soluto que solvente. Uma solução saturada, em uma dada temperatura contém uma quantidade de soluto dissolvido equivalente ao seu coeficiente de solubilidade nesta temperatura. Lembrando que uma solução saturada pode também apresentar corpo de fundo, que é um excesso de soluto precipitado (PAWLOWSKY; et al. 1996). E assim, uma solução supersaturada, na sua temperatura equivalente, contém uma quantidade de soluto maior que o coeficiente de solubilidade. Algo importante é que uma solução supersaturada pode ser obtida por aquecimento de uma solução saturada com corpo de fundo, seguida pelo resfriamento lento, que evita a precipitação do soluto envolvido (PAWLOWSKY; et al. 1996). Para estudo das soluções três aspectos devem ser considerados: quantidade, composição e concentração (BIANCHI, ALBERT e MAIA, 2005). Porém, inicialmente se torna necessário especificar o conceito de densidade, já que a mesma é uma característica específica de cada substância, sendo assim, pode ser medida em massa (m) por volume (v), lembrando que o volume pode variar entre metros cúbicos (mᶟ) e centímetros cúbicos (cmᶟ) e a massa entre gramas (g) e quilogramas (kg), mudando a unidade de medida de densidade, dessa maneira: Equação 02: característica específica da densidade (d), dada pela massa por volume, com variação nas unidades de medida. Fonte: dos autores. Já a concentração de uma solução pode ser denominada como a relação entre a quantidade do soluto e a quantidade do solvente. Assim, uma vez que as quantidades de solvente e soluto podem ser dadas em massa, volume ou quantidade de matéria, há diversas formas de se expressar a concentração de soluções (PAWLOWSKY; et al. 1996). Na visão de Pawlowsky et al (1996), existem várias unidades de concentração de soluções, as mais utilizadas destacam-se em concentração simples e molaridade. Portanto, a concentração simples é definida como a razão entre a massa do soluto, expressa em grama, e o volume da solução, expresso em litro. Equação 03: equação da concentração simples. Fonte: dos autores E para a molaridade, como explica Pawlowsky et al (1996), a determinação da quantidade de matéria do soluto é a relação entre a massa do soluto (m), a massa molar da substância, expressa em g / mol (MM) e o volume da solução, em litros: Equação 04: Produto da quantidade de matéria do soluto. Fonte: dos autores. E ainda com Pawlowsky et al (1996), um método muito usual de expressão da concentração baseia-se na composição percentual da solução. Esta unidade de 𝐶 ( 𝑔 𝑙 ) = 𝑚 𝑠𝑜𝑙𝑢𝑡𝑜 (𝑔) 𝑣 𝑠𝑜𝑙𝑢çã𝑜 (𝑙) 𝑀 ( 𝑚𝑜𝑙 𝑙 ) = 𝑚 (𝑔) (𝑀𝑀 (𝑔/𝑚𝑜𝑙) .𝑉 (𝑙) 𝑑 𝑘𝑔 𝑚ᶟ = 𝑚 (𝑘𝑔) 𝑣 (𝑚ᶟ) 𝑑 𝑔 𝑐𝑚3 = 𝑚 (𝑔) 𝑣 (𝑐𝑚ᶟ) ou concentração relaciona a massa e/ou o volume do soluto com a massa e/ou o volume do solvente ou da solução, conduzindo a notações, como 10% (m/m); 10% (m/v) ou 10% (v/v). 1.1 OBJETIVOS 1.1.1 Objetivo Geral Preparar e analisar soluções a partir de substancias sólidas e líquidas, conciliando a prática com a teoria. 1.1.2 Objetivos Específicos a) Conhecer a técnica de preparo e diluição de soluções; b) Identificar as vidrarias necessárias para o preparo de soluções; c) Efetuar cálculos estequiométricos envolvendo o preparo de soluções; d) Preparar soluções a partir de solutos sólidos e líquidos; e) Realizar a diluição de solução a partir de uma solução estoque. 2. MATERIAIS E MÉTODOS Para a realização do experimento foi utilizada a estrutura física do Laboratório de Química da instituição de ensino superior UCEFF, onde se fez uso dos seguintes equipamentos, vidrarias e reagentes: a) Um balão volumétrico de 100 ml; b) Um balão volumétrico de 250 ml; c) Um balão volumétrico de 500 ml; d) Um béquer de 50 ml;e) Uma proveta de 50 ml; f) Funil de vidro; g) Espátula; h) Balança analítica; i) Pipeta graduada de 5 ml; j) Pipetador ou pêra; k) Ácido Sulfúrico P. A. (H2S04); l) Cloreto de Sódio P.A. (NaCl). Ao início dos processos, foram realizados os cálculos estequiométricos para obter a massa e o volume necessário de soluto para cada experimento. Com o término dos experimentos, desenvolveu-se o embasamento teórico com base em livros, artigos acadêmicos e monografias. 3. RESULTADOS E DISCUSSÕES Os resultados obtidos, referente à solubilidade das soluções, foram divididos em três procedimentos. O desenvolvimento de uma solução a partir de um soluto sólido, o preparo de uma solução de soluto líquido, e enfim, uma diluição de soluções. 3.1. SOLUÇÃO A PARTIR DE SOLUTO SÓLIDO Para realização do primeiro experimento, que envolvia uma solução aquosa de cloreto de sódio (NaCl) com concentração de 11,8%, foram realizados os seguinte cálculos para descobrir a massa do soluto que precisou ser pesado para o preparo da solução, lembrando que o grau de pureza do NaCl foi consultado com 99%. = . = = Logo após os cálculos, realizou-se a pesagem equivalente ao valor encontrado de soluto (29,50g) em um béquer, então, adicionou-se uma água para dissolver o Cloreto de sódio. Após a dissolução, a solução foi transferida para um balão volumétrico, onde foi homogeneizada. Legenda: %: Percentagem (m/v) M1: massa de soluto (g) M2: volume da solução (ml) Com o desenvolver, foi possível perceber que quando o NaCl foi misturado com o H20, o soluto apenas dissociou-se na água, em um cátion e um ânion, como demonstrado na equação: Equação 05: dissolução do NaCl em um cátion e um ânion. Fonte: dos autores. Pode-se perceber que a quantidade da solução envolvida em um processo pode ser medida em massa e volume, como proposto na teoria, assim, uma solução é a soma dos ingredientes envolvidos no processo. Figura 01: Solução aquosa de NaCl: Fonte: dos autores. Esta solução foi obtida com uma grande quantidade de soluto, logo, foi necessária a adição de água várias vezes durante a dissolução. Ao adicionar mais solvente, correspondente ao grau de solubilidade do soluto, percebeu-se que há limites para considerar-se uma solução, diluída ou concentrada, já que uma solução é definida em função da outra. 3.2. SOLUÇÃO A PARTIR DE SOLUTO LÍQUIDO Primeiramente foram efetuados os cálculos para descobrir o volume do soluto que deveria ser medido para o preparo da solução da seguinte maneira: 𝑁𝑎⁺ + 𝐶𝑙⁻ = = = = = = = = Neste segundo experimento foram preparados 100 mL ou 0,1 L de solução aquosa de ácido sulfúrico (H2SO4) com molaridade 0,5 M. Foi consultado no rótulo do reagente o seu grau de pureza e sua densidade, obtendo-se 96,5% de pureza e densidade igual a 1,84 g/mL. Posteriormente foi adicionada uma pequena quantidade de água destilada em um balão volumétrico de 100 mL, para que com o auxilio de uma pipeta graduada, fosse possível transferir o volume do ácido (2,76 mL), obtido através dos cálculos acima, para o balão volumétrico e homogeneizar com uma leve agitação. Sucessivamente, utilizando uma pisseta com água destilada, foi completado o restante do volume até o menisco e depois tampado e invertido o balão volumétrico por várias vezes, a fim de homogeneizar a solução. A imagem a seguir mostra o resultado obtido na preparação da solução do soluto líquido: Imagem 02: Solução aquosa de H2SO4. Fonte: Dos autores. Legenda: M = Molaridade m = massa MM = Massa Molar V = Volume d = densidade 3.2.1 Ácido sobre água A adição da pequena quantidade de água destilada, antes da adição do ácido sulfúrico se dá a fim de evitar possíveis acidentes com o mesmo, devido ao seu grande risco de corrosão, principalmente se manuseado inadequadamente. Na matemática, a ordem dos fatores não altera o produto, porém quando se trata de um ácido com água, as coisas mudam completamente. É de enorme relevância ter cuidado com a maneira que a mistura é feita. Nunca se deve jogar a água em um ácido sem saber qual a sua força e concentração, para misturá-los deve se fazer o processo inverso, adicionar o ácido sobre o ácido, diluí-lo, para posteriormente sim, poder jogar água sobre o mesmo (TEIXEIRA, s.a.). A razão disso se dá porque a reação de um ácido forte e concentrado com água libera grandes quantidades de calor. Água possui capacidade de absorver calor (calor específico) igual a 1,00 cal/ g °C, porém o ácido sulfúrico possui calor específico três vezes menor do que o da água (0,33 cal/ g °C) e por esse motivo quando joga-se água no ácido, o mesmo não dá conta de absorver todo o calor resultante da reação, assim, o aumento de temperatura faz com que a água adicionada passe de maneira abrupta para o estado de vapor (calefação) (TEIXEIRA, s.a.). 3.2.2 Soluções Aquosas De acordo com Russel (2012), em um líquido puro as partículas encontram-se próximas umas às outras, apresentando certa ordem. E diferente de um líquido puro, entretanto, uma solução líquida é composta de diferentes partículas. Em uma solução aquosa, a água sempre é considerada um solvente, mesmo que esteja em menor quantidade, assim como, no experimento realizado. 3.2.3. Reação Ácido-Base Bronsted e Lowry definiram ácido-base de uma forma bastante útil. De acordo com eles, o ácido é quem tende a doar um próton, enquanto a base é uma reação que tende a receber um próton (RUSSEL, 2012). A capacidade da água de estabilizar íons hidratando-os possibilita que a mesma possa dissociar-se em íons hidrogênio e íons hidróxido. A água, por ser um eletrólito muito fraco, pura não é um bom condutor de eletricidade (RUSSE, 2012). A reação ocorrente entre o ácido sulfúrico e a água deu-se por: Equação 06: Produto da reação entre ácido sulfúrico e água. Fonte: dos autores. Sendo assim, como comenta Russel (2012) o ácido aumentou a concentração de ânions relacionados com o solvente (cátion: carregado positivamente; ânion: carregado negativamente), fazendo com que na água, um ácido produza íons H⁺ e a base produza íons OH⁻. 3.3. DILUIÇÃO DAS SOLUÇÕES Assim como nas outras duas soluções, primeiramente foram realizados os cálculos necessários para obter o volume de solução estoque que deveria ser medido para o preparo desta solução. Obtendo os seguintes resultados: = = = / = = = Legenda: C = Concentração comum M = Molaridade MM = Massa Molar Ci = Concentração inicial Vi = Volume Cf = Concentração final Vf =Volume final Para a realização desta solução, foram preparados 500 mL de solução aquosa de ácido sulfúrico (H2SO4), com concentração final de 4,9 g/L a partir da solução estoque 0,5 M obtida do segundo experimento. 𝐻 𝑆𝑂 + 𝐻 𝑂 ↔ 𝐻3𝑂⁺ + 𝐻𝑆𝑂 ⁻ Após a efetuação dos cálculos, com o auxílio de uma proveta, foi transferido o volume da solução estoque para um balão volumétrico de 500 mL. Completou-se o volume até o menisco com água destilada por meio de uma pisseta. E por fim, tampou-se e inverteu-se o balão volumétrico por várias vezes para a homogeneização da solução. Assim, conservou-se a solução estoque, mais concentrada, diluindo um pequeno volume dessa solução para a utilização com uma concentração menor. Para preparar uma solução diluída a partir de uma solução estoque, utilizou- se também a equação fundamental de diluição, onde a solução estoque é a solução inicial, e a soluçãofinal é a que se quer preparar como feito nos cálculos apresentados. A diluição de uma solução consiste na adição de um solvente, diminuindo a sua concentração. Como há apenas adição de solvente, a quantidade de soluto (em massa ou em número de mols) na diluição de soluções permanece constante, o que aumente é o volume (UDESC, s.a.). 4. CONCLUSÃO Percebeu-se que as soluções são misturas homogêneas, formadas por duas ou mais substâncias, com a junção de solvente mais soluto. As soluções podem ser sólidas, líquidas ou gasosas. Dessa forma, solvente é o componente que tem a capacidade de dissolver o soluto, e no caso das soluções aquosas, o solvente sempre será a água, pela sua capacidade de dissolução. Ou seja, nos experimentos, os componentes H2SO4 e NaCl utilizados nas três soluções, são apenas os solutos. Pode-se perceber, efetivando os cálculos, a importância de especificar as concentrações dos componentes, como a concentração comum (g/l), a Molaridade (mol/l), a percentagem em peso (m/m), percentagem massa por volume (m/v), percentagem volume por volume (v/v), a dissolução de soluções, a densidade, entre outras. Concluiu-se também que uma solução saturada é aquela que está em equilíbrio de solvente e soluto dissolvido. Já uma solução insaturada é aquela na qual a concentração do soluto é menor que seu coeficiente de solubilidade. E assim, uma solução supersaturada apresenta uma quantidade de soluto maior que o coeficiente de solubilidade, podendo ser obtida por aquecimento de uma solução saturada com corpo de fundo, seguida pelo resfriamento lento, evitando a precipitação do soluto. Notou-se que um eletrólito é uma substância que se dissocia para liberar íons quando se dissolve, podendo ser um ácido, uma base ou um sal. Assim, os ácidos dissociam-se liberando íons H+ e as bases dissociam-se liberando íons OH-. Os sais dissociam-se para liberar cátions e ânions diferentes dos íons H+ e OH-. E uma reação de neutralização ou reação ácido-base, forma-se água da composição de íons H+ do ácido e do íon OH- da base. Evidenciou-se que o preparo de soluções é muito importante e comum em um laboratório, por isso, torna-se de enorme relevância saber como efetuar corretamente os procedimentos necessários que vão desde os cálculos e pesagem das substâncias até o armazenamento da mesma no recipiente adequado, onde é feito a homogeneização. REFERÊNCIAS AYALA, José Danilo. Química de ácidos e bases. S.a. Disponível em: < http://qui.ufmg.br/~ayala/matdidatico/acidobase.pdf> . Acesso em: 15 de ago. 2017. BIANCHI, José Carlos de Azambuja; ALBERT, Carlos Henrique; MAIA, Daltamir Justino. Universo da Química. Volume Único. 1. Ed. São Paulo. FTD, 2005. BIANCHI, José Carlos de Azambuja; ALBERT, Carlos Henrique; MAIA, Daltamir Justino. Universo da Química. Volume Único. 1. Ed. São Paulo. FTD, 2005, pg. 330. PAWLOWSKY, Alda Maria, et al. Experimentos De Química Geral. 1996. 2ª ed. Curitiba, Pr. Disponível em: <http://www.quimica.ufpr.br/edulsa/cq031/ExperimentosdeQuimicaGeral.pdf>. Acesso em 13 de ago. 2017. QUIMICA GERAL. Experiência 07: Preparo de Solução a partir de Substâncias sólidas, Liquidas e de Solução Concentrada. S.a. Disponível em: http://geral.quimica.blumenau.ufsc.br/files/2014/05/EXPERIENCIA_solucoes_blu.pdf. Acesso em 15 de ago. 2017. RUSSEl, John B. Química Geral. 2.ed. Vol. 1. São Paulo: Person, 2012. TEIXERA, Álvaro. Funções Químicas e suas reatividades. S.a. Disponível em: <http://web.ccead.pucrio.br/condigital/mvsl/Sala%20de%20Leitura/conteudos/SL_fun coes_quimicas.pdf.: Acesso em: 15 de ago. 2017. UDESC, Universidade do Estado de Santa Catarina. Concentração de soluções e diluição. S.a. Disponível em: <http://www.joinville.udesc.br/portal/professores/carlad/materiais/05_Preparo_de_sol u__es.pdf>. Acesso em: 15 de ago. 2017.