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8 BIOMECÂNICA DA RESPIRAÇÃO(2)

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BIOMECÂNICA DA RESPIRAÇÃO
PROF. ÍTALO MORAIS
Pr
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r
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 M
or
ai
s
Sistema Respiratório
Pr
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es
so
r
Íta
lo
 M
or
ai
s
Pulmões
Pulmão Direito
3 Lobos •Superior
•Médio
•Inferior
2 Fissuras •Horizontal
•Oblíqua
Pulmão 
Esquerdo
2 Lobos •Superior
•Inferior
1 Fissura •Oblíqua
Hilo 
Pulmonar
Direito • 1 Brônquio principal
• 1 Artéria Pulmonar
• 2 Veias Pulmonares
Esquerdo • 1 Artéria pulmonar
• 1 Brônquio principal
• 2 Veias Pulmonares
Pr
of
es
so
r
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lo
 M
or
ai
s
Pulmões
Pr
of
es
so
r
Íta
lo
 M
or
ai
s
Traqueia
u Tubo cilíndrico e elástico, anterior ao
esôfago.
uDa laringe até bifurcar-se em brônquios
principais. Neste nível forma uma crista
pela projeção da última cartilagem
traqueal, denominada carina.
u Formada por 16 a 20 anéis
cartilaginosos em forma de “C”.
Pr
of
es
so
r
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lo
 M
or
ai
s
Traqueia
Brônquio
Principal
Direito •Mais vertical
•Mais calibroso
•Mais curto
Esquerdo •Tende à horizontalidade
•Menos calibroso
•Mais comprido
Pr
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 M
or
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s
Brônquios
Pr
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es
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r
Íta
lo
 M
or
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s
Brônquios
Brônquio Principal Brônquio 
Lobar
Brônquio 
Segmentar
Brônquio 
Principal Direito
Superior
Apical
Posterior
Anterior
Médio
Medial
Lateral
Inferior
Apical (Superior)
Basal Medial
Basal Anterior
Basal Lateral
Basal Posterior
Brônquio 
Principal 
Esquerdo
Superior
Ápico-posterior
Anterior
Lingular Superior
Lingular Inferior
Inferior
Apical (Superior)
Basal Anterior
Basal Medial
Basasl Lateral
Basal Posterior
Pr
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es
so
r
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lo
 M
or
ai
s
Bronquíolos
u Os brônquios se dividem em tubos
cada vez menores, denominados
bronquíolos. Na parede dos
bronquíolos não encontra-se
cartilagem, apenas músculos lisos.
u Os bronquíolos continuam a se
ramificar, e dão origem a minúsculos
túbulos denominados ductos
alveolares. Estes ductos terminam
em estruturas microscópicas com
forma de uva chamados alvéolos.
Pr
of
es
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r
Íta
lo
 M
or
ai
s
Alvéolos
Pr
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es
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lo
 M
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s
Pleuras
Pr
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 M
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s
Músculos da Respiração
Pr
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es
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lo
 M
or
ai
s
Músculos da Respiração
Pr
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es
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r
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lo
 M
or
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s
Inspiração
Pr
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Expiração
Pr
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 M
or
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s
Articulações
uCostovertebrais: superior e inferior
§ Hemifóveas
uCostotransversais
§ Fóvea do processo transverso
u Esternocostais
Pr
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 M
or
ai
s
Movimentos do Tórax
u Elevação - Inspiração:
§ Aumento dos ângulos das costelas 
§ Superior, anterior e lateralmente
§ Aumento do diâmetro sargital e transversal 
uDepressão – Expiração: 
§ Redução dos ângulos das costelas 
§ Inferior, posterior, medialmente
§ Redução do diâmetro sargital e transversal
Pr
of
es
so
r
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 M
or
ai
s
Movimentos do Tórax
uOs pulmões são passivos
uA entrada de ar ocorre de diferença de pressão
§ Maior pressão > Menor pressão
u Inspiração: 
§ Expansão torácica diminui a pressão intrapulmonar 
§ Força entrada de ar nos pulmões
u Expiração:
§ Relaxamento da musculatura causa retração elástica do tórax
§ Comprime o tórax e aumenta a pressão intrapulmonar
§ Saída natural do ar
Pr
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lo
 M
or
ai
s
Fases da Respiração
u Inspiração:
§ Tranquila ou corrente 
§ Profunda
§ Forçada
u Expiração:
§ Tranquila ou corrente
§ Forçada
Pr
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lo
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or
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s
Inspiração Tranquila
uDiafragma
u Intercostais externos
Pr
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lo
 M
or
ai
s
Inspiração Profunda
uDiafragma
u Intercostais externos
u Esternocleidomastóideo (CCF)
u Escalenos (CCF)
uPeitoral maior (CCF)
u Levantadores das costelas
u Serrátil anterior
u Serrátil posterior superior
Pr
of
es
so
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Íta
lo
 M
or
ai
s
Inspiração Forçada
u Diafragma
u Intercostais externos
u Esternocleidomastóideo (CCF)
u Escalenos (CCF)
u Peitoral maior (CCF)
u Levantadores das costelas
u Serrátil anterior
u Serrátil posterior superior
u Peitoral menor (CCF)
u Trapézio (descendente)
u Levantador da escápula
u Romboides
Pr
of
es
so
r
Íta
lo
 M
or
ai
s
Expiração Tranquila
uRetração elástica do relaxamento dos músculos 
inspiratórios
u Força da gravidade
u Intercostais internos
Pr
of
es
so
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Íta
lo
 M
or
ai
s
Expiração Forçada
uRetração elástica do relaxamento dos músculos 
inspiratórios
u Força da gravidade
u Intercostais internos
uReto abdominal 
uOblíquo externo
uOblíquo interno
u Transverso abdominal
u Transverso torácico
uQuadrado lombar
u Serrátil posterior inferior
Pr
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es
so
r
Íta
lo
 M
or
ai
s
Posição Deitada
uVísceras sobre ação da gravidade
uDiafragma comprimido
u Inspiração com efetividade reduzida
Pr
of
es
so
r
Íta
lo
 M
or
ai
s
Diafragmática x Torácica
uDiafragmática é mais eficiente, profunda e lenta
§ Aumenta a ventilação pulmonar e hematose 
u Torácica é mais curta, superficial e rápida
§ Risco de hiperventilação e síncope 
§ Roupas apertadas
§ Obesidade
§ Gravidez
Pr
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es
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 M
or
ai
s
Manobra de Valsava
uNariz e boca ocluídos + movimentos expiratórios
u Entrada de ar nas tubas auditivas
uAumento da pressão timpânica 
uGlote fechada ao esforço = apneia no esforço
uAumenta a pressão torácica 
uDiminui o retorno venoso
u Efeito posterior:
§ Entrada rápida de sangue no coração 
§ Taquicardia
§ Hipertensão
§ Bradicardia reflexa
§ Tontura e desmaio
Pr
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lo
 M
or
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s
Manobra de Valsava
u Situações:
§ Exercícios abdominais
§ Estabilização da coluna
§ Levantamento de peso
§ Crianças com choro prologado
§ Trabalho de parto
§ Esforços para evacuações
§ Vômito, tosse ou espirro
Pr
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lo
 M
or
ai
s
Síndrome do Escaleno Anterior
uRespiração de nadadores (estilo livre)
u Espasmo no escaleno anterior
uCompressão do plexo braquial e artéria subclávia
uDor e parestesia no membro superior
u Fraqueza nos músculos da mão
Pr
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r
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lo
 M
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Respiração em Atletas
u Tórax em barril não mostra associação
uMais eficiente = tórax amplo e plano
uMecanismos respiratórios e cardiovasculares mais eficientes
uMaior potência e efetividade dos músculos respiratórios
uVentilação regulada e limitada pelo SNC
uDiafragma mais resistente à fadiga e espasmo
uReduzir ao máximo os movimentos de MMSS e cintura escapular
u Tórax elevado e livre de obstáculos (recuperação)
Pr
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es
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s
Respiração em Atletas
uDepois de hiperventilação voluntária, pode-se conter a respiração 
para vantagem na natação.
u Inspiração profunda tente a auxiliar na postura
uAtenção consciente à continuidade da respiração
uApneia de exatidão de movimentos precisos
u Elevação do tórax permite intervalos maiores entre as inspirações
uDor em pontada no peito: microlesão de intercostais x coração
uRisco de fratura de costela, pneumotórax e derrame pleural
u Síncope pós exercício: decúbito dorsal, abdução completa dos MMSS 
Até a próxima aula...
@prof.italomorais
contato@italomorais.com

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