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Escore de condição corporal em bovinos de corte
Introdução
- O ECC serve para monitorar a eficiência da alimentação dos rebanhos;
- No sistema mais comum os animais recebem números de 1 a 9, o nível 5 é o ponto de corte para início da EM (Estação de Monta);
- Animais magros terão forma mais pontuada e angulosas > numeração mais baixa;
- Animais gordos terão forma mais arredondada e mais regular.
Pontos de visualização para dar nota de ECC. Avaliação em conjunto. 
Relação entre o ECC e a porcentagem de gordura corporal. São diretamente proporcionais. 
ECC e o intervalo parto primeiro cio. Se ECC é baixo, intervalo é prolongado devido a deficiência nutricional. Relação inversamente proporcional. 
Problemas relacionados a vacas magras e gordas. 
Quando avaliar?
- Não avaliar individualmente, mas sim de modo geral.
- Desmame > avaliar bezerros e mães;
- 30 a 60 dias pós-desmama > fornece uma boa ideia de como as vacas estão após o desmame;
- 90 dias antes do parto > última oportunidade para recuperar a condição corporal da vaca;
- Parto > vacas que parem magras, dificilmente recuperam de estado para ciclar novamente;
- Estação de monta > pode ser necessário implantas um desmame precoce visando maiores taxas de prenhez.
Classificação do ECC
1:
- Animal extremamente magro;
- As costelas e a base da cauda estão salientes e o animal parece enfraquecido;
- Não há gordura para palpar sobre as costelas nos processos vertebrais ou nos ossos das ancas.
2:
- Animal magro, massa base da causa e costelas menos salientes;
- Os processos vertebrais estão pontudos ao toque, mas existe algum tecido ao longo da espinha dorsal;
- Animal com pouco tecido muscular visível mas não está fraca.
3:
- Início do aparecimento de uma capa de gordura sobre o lombo, dorso e costelas dianteiras;
- A espinha dorsal ainda é bem visível;
- Os processos vertebrais podem ser individualmente identificados pelo toque e ainda podem ser visíveis;
- Os espaços entre os processos são menos pronunciados;
- Há redução de tecido muscular, especialmente nos quartos traseiros.
4:
- As costelas dianteiras não são perceptíveis, mas a 12 e 13 costela ainda são visíveis, principalmente em animais com grande arqueamento de costelas e espaçamento entre elas;
- Os processos vertebrais transversais podem ser identificados e são mais arredondados do que pontudos ao toque. 
5:
- A 12ª e 13ª costelas não são visíveis;
- Os processos vertebrais transversais só podem ser sentidos se forem firmemente pressionados e são arredondados, mas sem serem visíveis;
- Os espaços entre os processos não são visíveis e são distinguíveis apenas com pressão firme;
- As áreas em cada lado da base da cauda são bem preenchidas, mas não arredondadas.
6: 
- As costelas são totalmente cobertas e não são visíveis;
- A garupa é roliça e gorda;
- Há esponjosidade visível sobre as costelas dianteiras e em cada lado da base da cauda;
- É necessária pressão firme para se sentir os processos transversais.
7:
- As extremidades dos processos vertebrais só podem ser sentidas com pressão firme;
- Os espaços entre os processos podem raramente ser distinguidos;
- Há uma capa de gordura abundante nos dois lados da base da cauda com evidente irregularidade.
8:
- Animal obeso e com condições acima do normal;
- O dorso é quadrado, o peito é distendido, o pescoço é grosso e o corpo todo parece quadrado;
- Grande deposição de gordura sobre as costelas, em volta da base da cauda, períneo e quartos traseiros.
9: 
- Animal muito obeso, grandes depósitos de gordura na região inguinal, em volta da base da cauda, sobre as costelas e peito;
- Estrutura óssea não é visível e não pode ser palpada sobre o fleo e costelas. O animal parece um bloco e pode ter a mobilidade prejudicada em função do excesso de gordura.