Prévia do material em texto
Faculdade para o Desenvolvimento Sustentável da Amazônia Disciplina: Clinica Cirúrgica DOCENTE: JACKSON CANTÃO ENF. ESP SAÚDE DO TRABALHO Unidade 4 - Assistência de Enfermagem nas Principais Afecções Cirúrgicas Assistência de Enfermagem ao Paciente submetido à Cirurgia Cardíaca e cateterismo. Faculdade para o Desenvolvimento Sustentável da Amazônia Disciplina: Clinica Cirúrgica DOCENTE: JACKSON CANTÃO ENF. ESP SAÚDE DO TRABALHO ANATOMIA DO APARELHO CARDIACO Coração O coração é o órgão responsável pelo bombeamento do sangue através do corpo. É um órgão muscular, oco, situado na porção mediastinal da cavidade torácica, entre o osso esterno e a coluna vertebral, abraçado pelos pulmões e acima do diafragma. Está disposto obliquamente e seu ápice mais inclinado para o lado esquerdo do plano mediano O coração consegue bombear o sangue devido à força de contração do músculo cardíaco, o miocárdio, o qual é revestido externamente por uma serosa protetora denominada pericárdio. ANATOMIA DO APARELHO CARDIACO ANATOMIA DO APARELHO CARDIACO INTRODUÇÃO As doenças cardíacas podem ocorrer através de várias manifestações clínicas, a mais comum é a doença coronária, que pode provocar tanto a isquemia do músculo miocárdico quanto arritmias e insuficiência cardíaca. Dependendo dos danos, o paciente é submetido à cirurgia cardíaca, um procedimento delicado, de risco e repleto de incertezas. INTRODUÇÃO A cirurgia cardíaca é uma das mais temidas pelo homem, devido à importância e ao simbolismo atribuído ao coração. O avanço da cardiologia gerou maior desenvolvimento e expansão dos cuidados de enfermagem a pacientes que se encontram no período pré-peri e pós-operatório de cirurgia cardíaca, os cuidados de enfermagem passaram a ser fundamentais para a recuperação do paciente submetido a este tipo de cirurgia. INTRODUÇÃO Diante desse contexto a enfermagem vem aprimorando seus conhecimentos e propondo novas alternativas de assistência, desenvolvendo uma metodologia própria de trabalho, fundamentada no método científico, isto é, fundamentada no processo de enfermagem. Atualmente o processo de enfermagem está descrito em cinco etapas: coleta de dados, diagnóstico, planejamento, implementação e avaliação. Dentre essas etapas, o diagnóstico de enfermagem tem merecido destaque, sendo reconhecido como um guia de planejamento e implementação dos cuidados de enfermagem. INTRODUÇÃO A identificação do diagnóstico de um grupo de clientes possibilita o conhecimento das respostas humanas alteradas, contribuindo assim para o desenvolvimento das intervenções de enfermagem direcionadas e individualizadas CIRUGIA CARDIACA Desde o inicio da cirurgia cardíaca até meados do século XX muitos pacientes morriam por vários motivos: por não resistirem à cirurgia, pela falta dela e, principalmente, pela falta de recursos, que na época eram muito limitados e também porque não havia então equipamentos que dessem suporte a determinados tipos de cirurgia. Com isso foram elaborados projetos para o desenvolvimento de equipamentos específicos para a cirurgia cardíaca. CIRUGIA CARDIACA A partir dos anos 60 as cirurgias cardíacas tornaram-se comuns, devido às especializações das equipes em todo o Mundo, e também pelo surgimento de equipamentos altamente desenvolvidos que davam suporte às cirurgias mais complexas, resultando na redução da mortalidade pós-cirúrgica. Trata cirurgicamente doenças que acometem o coração e a porção da aorta imediatamente conectada ao coração - a aorta torácica ascendente e o arco aórtico. Exemplos dessas cirurgias são: revascularização do miocárdio (as chamadas "pontes de safena"), troca de válvulas cardíacas e implante de marcapasso. As cirurgias são realizadas pelo Cirurgião Cardíaco. CIRUGIA CARDIACA É frequentemente usado para tratar complicações da doença cardíaca isquêmica (por exemplo, com revascularização do miocárdio); para corrigir doenças cardíacas congênitas; ou para tratar doenças cardíacas valvulares de várias causas, incluindo endocardite, doença cardíaca reumática e aterosclerose. Inclui também transplante de coração. Cirurgia Cardíaca: •Cirurgia reparadora •Cirurgia reconstrutora •Excisão •Cirurgia Ablativa •Cirurgia Compensatória •Cirurgia Substitutiva TIPOS DE CIRUGIA CARDIACA A Cirurgia de revascularização do Miocárdio (CRVM) é uma das mais frequentes cirurgias realizadas em todo o mundo. É indicada para o tratamento da doença arterial coronariana. A CRVM é um procedimento em que uma veia ou artéria, de outra parte do corpo, é utilizada para criar um caminho alternativo (ponte) para o fluxo sanguíneo do coração, ultrapassando um bloqueio arterial, através de anastomoses feitas das artérias coronárias. Atualmente, três tipos de auto-enxertos vasculares têm sido utilizados (veia safena, artéria mamária e artéria radial). VIDEO TIPOS DE CIRUGIA CARDIACA Cirurgias nas Valvulopatias: são causas mais comuns de doenças das valvas cardíacas são má-formação congênita, febre reumática, infecções bacterianas, calcificações e doenças isquêmicas. As valvas mais acometidas são as valvas mitral e aórtica. Na estenose valvar ocorre a troca valvar por prótese metálica ou biológica (pericárdio bovino ou suíno). Na insuficiência valvar é indicada a troca valvar ou plastia (Rearranjo estrutural do aparelho valvar). TIPOS DE CIRUGIA CARDIACA VIDEO TIPOS DE CIRUGIA CARDIACA Cirurgia nas doenças da Aorta: Os acometimentos mais comuns são o aneurisma e a dissecção da aorta. Os aneurismas podem ocorrer em todas as porções da aorta, sendo mais frequentes na sua porção abdominal. A dilatação progressiva pode levar à dissecção aguda ou à ruptura espontânea, que é a principal causa de morte. Dentre as doenças da aorta, as mais comuns são: Aneurisma do Ventrículo Esquerdo; Aneurismectomia do Ventrículo esquerdo com retirada do aneurisma ou Remodelamento Ventricular; Aneurisma da Aorta; Correção do aneurisma com utilização de prótese (tubo ou endoprótese) substituindo o local do aneurisma; Comunicação interatrial (CIA) e comunicação interventricular (CIV). TIPOS DE CIRUGIA CARDIACA VIDEO TIPOS DE CIRUGIA CARDIACA Transplante Cardíaco: tem sido o tratamento de escolha para pacientes com insuficiência cardíaca terminal, elevando a sobrevida para mais de 80% no primeiro ano e a mais de 50% em 10 anos. As complicações precoces do transplante cardíaco são as mesmas de um paciente grave submetido à cirurgia cardíaca, com o risco adicional da imunossupressão e da disfunção de ventrículo direito. TIPOS DE CIRUGIA CARDIACA VIDEO RISCO CIRUGICO • É a avaliação da probabilidade de morbimortalidade consequente de processos patológicos coexistentes, que podem influenciar o resultado cirúrgico • Fatores de risco ▫ Idade ▫ Sexo ▫ Função cardíaca ▫ Reoperação ▫ IAM prévio ▫ Presença de Co-morbidades ▫ Tabagismo ▫ Obesidade Avaliação dos Sistemas • Cardiovascular ▫ Função cardíaca (Ecocardiograma; CATE) ▫ Diabetes, IAM < 7 dias, HAS, Bloqueios e Arritmias • Pulmonar ▫ Complicações 5 a 70% ▫ Função pulmonar ▫ Presença de infecções, exacerbações de doença preexistente • Renal ▫ Função renal ( Creatinina; Ureia) ▫ Insuficiência renal • Endócrino, Neuromuscular, Gastrointenstinal EXAMES PRÉ-OPERATÓRIOS Preparação do Paciente • Avaliação de Exames e Física • Planejamento Cirúrgico • Avaliação da medicação ▫ Manter medicação: antiarritmica, antihipertensiva, ▫ Suspensão de medicamentos: anticoagulantes, antiagregante plaquetário, antiinflamatórios que alteram a agregação plaquetária. • Orientações gerais Cuidados pré-operatórios • OBJETIVO: Preparar o paciente para a cirurgias Proporcionar recuperação pós-operatória Reduzir complicações ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM Esclarecer e orientar Medicar Dados antropométricosSSVV Realização de exames complementares Verificar: Presença de alergias, Doenças e cirurgias prévias, Higiene e conservação dentes Monitorar frequência cardíaca e pulso é uma demanda desde conhecimentos básicos de anatomia e fisiologia até os mais complexos. Muito mais do que uma simples aferição, é a interpretação dos resultados dessa monitoração, pois uma alteração no pulso ou na frequência cardíaca pode indicar comprometimento. Valores de Referencia segundo AHA Normacardio 60 – 100 bpm FREQUÊNCIA CARDÍACA FREQUÊNCIA CARDÍACA Duas formas complementares e não substitutivas devem ser utilizadas para essa monitoração cardíaca, a palpação do pulso e o monitoramento eletrocardiográfico. FREQUÊNCIA CARDÍACA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM Promover higiene pessoal Exercícios de fisioterapia Verificar uso de prótese dentária, esmalte e jóias Preparo cirúrgico (jejum, banho, tricotomia, medicação) ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM Preparo cirúrgico no dia Banho pré-operatório dado 3 horas ou menos antes da cirurgia Tricotomia imediatamente antes da incisão cirúrgica. Encaminhar ao bloco cirúrgico. Relatório de enfermagem. Assistência de Enfermagem Pós Operatório de Cirurgia Cardíaca Objetivos Proporcionar oxigenação tecidual adequada Detectar e prevenir alterações cardíacas Manter o equilíbrio hidroeletrolítico Aliviar a dor Manter circulação cerebral adequada Promover rápida e segura recuperação Procedimentos pós-cirúrgicos Como com qualquer procedimento cirúrgico, a cirurgia cardíaca requer precauções pós-operatórias para evitar complicações. O cuidado da incisão é necessário para evitar a infecção e minimizar as cicatrizes. Inchaço e perda de apetite são comuns. A recuperação da cirurgia de coração aberto começa com cerca de 48 horas em uma unidade de terapia intensiva, onde a freqüência cardíaca, a pressão arterial e os níveis de oxigênio são monitorados de perto. Tubos torácicos são inseridos para drenar o sangue ao redor do coração e dos pulmões. Após a alta hospitalar, meias de compressão podem ser recomendadas para regular o fluxo sanguíneo. Procedimentos pós-cirúrgicos Como com qualquer procedimento cirúrgico, a cirurgia cardíaca requer precauções pós-operatórias para evitar complicações. O cuidado da incisão é necessário para evitar a infecção e minimizar as cicatrizes. Inchaço e perda de apetite são comuns. A recuperação da cirurgia de coração aberto começa com cerca de 48 horas em uma unidade de terapia intensiva, onde a freqüência cardíaca, a pressão arterial e os níveis de oxigênio são monitorados de perto. Tubos torácicos são inseridos para drenar o sangue ao redor do coração e dos pulmões. Após a alta hospitalar, meias de compressão podem ser recomendadas para regular o fluxo sanguíneo. Assistência de Enfermagem Pós Operatório de Cirurgia Cardíaca Pós-operatório Imediato Montar a unidade Recepcionar o cliente: Conectar os aparelhos Conectar TOT ao respirador Checar fixação e posição do TOT Aspiração orotraqueal Posicionar e conferir frascos Checar permeabilidade dos cateteres Assistência de Enfermagem Pós Operatório de Cirurgia Cardíaca Pós-operatório Imediato Programar as bombas infusoras Reposicionar eletrodos Zerar drenagem torácica Iniciar aspiração torácica contínua Fixar coletor vesical de demora Zerar diurese Monitorar curativos, cateteres e sondas Aquecer o cliente Assistência de Enfermagem Pós Operatório de Cirurgia Cardíaca Pós-operatório Imediato Conferir soluções heparinizadas Avaliar perfusão periférica Verificar e anotar a cada hora: PA, Temperatura, FC e PVC Balanço hídrico SATO2 Drenagem Torácica Assistência de Enfermagem Pós Operatório de Cirurgia Cardíaca Pós-operatório Imediato Administrar medicações e soros Coletar amostra de sangue Solicitar Rx de Tórax Monitorar nível de consciência Observar resposta aos estímulos externos Informar o término da cirurgia Aliviar desconfortos Assistência de Enfermagem Pós Operatório de Cirurgia Cardíaca Pós-operatório Imediato Comunicar sinais, sintomas e queixas Banho no leito Curativos Jejum Decúbito dorsal Extubação orotraqueal Assistência de Enfermagem Pós Operatório de Cirurgia Cardíaca Pós-operatório Mediato 1. Monitorizar a cada 2 horas: PA, Temperatura, FC, PVC e SATO2 Balanço hídrico Drenagem Torácica 2. Curativos 3. Dieta 4. Dreno de tórax Assistência de Enfermagem Pós Operatório de Cirurgia Cardíaca PÓS-OPERATÓRIO MEDIATO 5. Mudança de decúbito 6. Fisioterapia 7. Banho 8. Exames laboratoriais e Rx tórax 9. Dreno de tórax 10. Medicar Assistência de Enfermagem Pós Operatório de Cirurgia Cardíaca PÓS-OPERATÓRIO MEDIATO 11. Trocar eletrodos 12. Diurese 13. Cateteres e drenos 14. Observar sinais, sintomas, queixas e desconfortos A Equipe de Enfermagem contribui com o cliente a compreender sua doença e a preparar-se para a intervenção cirúrgica. O preparo do cliente é de fundamental importância na fase pré-operatória, mediante orientação eficaz. A Equipe de Enfermagem atuante em UTI-C, deve ter conhecimento dos Procedimentos de Enfermagem dos tipos de clientes atendidos e aparelhagem utilizadas no setor 43 7 Na fisiologia normal, a glicose é absorvida do estômago para a corrente sangüínea. O aumento da glicose sangüínea estimula a liberação pelo pâncreas e a isto segue-se um aumento na absorção de glicose dependente de insulina pelo fígado, tecido adiposo e músculo. Ao mesmo tempo, o excesso de glicose é armazenado no fígado (e músculo) como glicogênio e a insulina inibe a transformação de triglicerídeos em ácidos graxos (lipólise) no tecido adiposo. Slide 6 A Equipe de Enfermagem contribui com o cliente a compreender sua doença e a preparar-se para a intervenção cirúrgica. O preparo do cliente é de fundamental importância na fase pré-operatória, mediante orientação eficaz. A Equipe de Enfermagem atuante em UTI-C, deve ter conhecimento dos Procedimentos de Enfermagem dos tipos de clientes atendidos e aparelhagem utilizadas no setor 44 7 Na fisiologia normal, a glicose é absorvida do estômago para a corrente sangüínea. O aumento da glicose sangüínea estimula a liberação pelo pâncreas e a isto segue-se um aumento na absorção de glicose dependente de insulina pelo fígado, tecido adiposo e músculo. Ao mesmo tempo, o excesso de glicose é armazenado no fígado (e músculo) como glicogênio e a insulina inibe a transformação de triglicerídeos em ácidos graxos (lipólise) no tecido adiposo. Slide 6 CATETERISMO CARDÍACO E O PAPEL DO ENFERMEIRO Esse procedimento é realizado com anestesia local (na pele), em seguida realizado punção arterial (radial, braquial ou femoral) pelo médico. São introduzidos guias e cateteres na artéria, que avançam até a aorta e ao ventrículo esquerdo e/ou direito. É um exame invasivo que pode ser realizado de forma eletiva (programada) ou de urgência e emergência, para confirmar a presença de obstruções das artérias coronárias ou avaliar o funcionamento das valvas e do músculo cardíaco. CATETERISMO CARDÍACO E O PAPEL DO ENFERMEIRO INDICAÇÕES AOCATETERISMO CARDÍACO Na necessidade de avaliar ou confirmar a presença de doença arterial coronária (DAC), doença das valvas cardíacas, do músculo cardíaco, dos vasos pulmonares ou da artéria aorta; Esclarecer as suspeitas de alterações anatômicas não confirmadas por outros exames; Mostrar em detalhes uma malformação congênita; Para determinar a necessidade de tratamento cirúrgico (angioplastia coronária, cirurgia cardíaca ou correção de cardiopatias congênitas). CATETERISMO CARDÍACO E O PAPEL DO ENFERMEIRO O PAPEL DO ENFERMEIRO Durante a avaliação deve ser elaborado o processo de enfermagem. Nesse são coletados dados relevantes à realização do cateterismo cardíaco como: peso, altura, medicações de uso contínuo, fatores de risco pessoal como histórico de doença cardíaca, HAS, DM, IRC, dislipidemia, tabagismo, alcoolismo, sedentarismo,estresse, obesidade, história familiar positiva para coronariopatias, anemia, alergias, conclusões de exames anteriores (hemograma, eletrocardiograma, ecocardiograma, teste ergométrico, dentre outros). CATETERISMO CARDÍACO E O PAPEL DO ENFERMEIRO O PAPEL DO ENFERMEIRO Durante a avaliação deve ser elaborado o processo de enfermagem. A anamnese, a realização do exame físico e a verificação dos sinais vitais são fundamentais para o levantamento dos problemas do paciente. Nesse período, é fundamental a orientação sobre o que irá ser realizado, para que o paciente tenha melhor entendimento do procedimento, e desta maneira diminua sua ansiedade, medo e insegurança, proporcionando uma experiência mais agradável e menos estressante. CATETERISMO CARDÍACO E O PAPEL DO ENFERMEIRO O PAPEL DO ENFERMEIRO Durante o preparo do paciente, o enfermeiro deve identificar possíveis riscos e complicações de acordo com as características de cada paciente. Os cuidados de enfermagem para com os pacientes que realizam o cateterismo cardíaco devem ser direcionados para a prevenção e detecção precoce de complicações e, dessa forma, possibilitar intervenções rápidas e adequadas. Considerando que essas situações exigem desse profissional competência técnico-científica, ética, agilidade na tomada de decisões e responsabilidade, intervindo em diferentes situações e prestando ao paciente os cuidados necessários. CATETERISMO CARDÍACO E O PAPEL DO ENFERMEIRO APÓS O CATETERISMO CARDÍACO Os cateteres são removidos e o introdutor é retirado pela equipe de enfermagem do Laboratório de Hemodinâmica. A seguir é realizada compressão manual para hemostasia – de 15 a 20 minutos (se a via de escolha tiver sido braquial ou femoral). A seguir é realizado curativo compressivo no local. No caso do exame ter sido realizado pelo braço (artéria radial), será realizado apenas a retirada do introdutor pelo médico e fechamento com curativo compressivo no local. O curativo será checado periodicamente, para averiguar a presença de sangramento no local. CATETERISMO CARDÍACO E O PAPEL DO ENFERMEIRO COMPLICAÇÕES É natural que, por se tratar de um procedimento invasivo, o cateterismo cardíaco tenha riscos. Os riscos de complicações graves (infarto, AVC e sangramento no local da punção) é em geral muito baixo (menor que 1%). Outras complicações decorrentes do uso do contraste, como alergia e insuficiência renal, também podem ocorrer. Entretanto, todas essas complicações são raras e a intervenção será realizada por uma equipe médica e de enfermagem preparada para atender a qualquer tipo de complicação. VIDEO