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201) 202) Direito Civil para Bacharel (CFC) 2023 https://www.tecconcursos.com.br/s/Q2oLzf Ordenação: Por Matéria e Assunto (data) www.tecconcursos.com.br/questoes/2295545 FGV - Aud Est (CGE SC)/CGE SC/Direito/2023 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) Manoela, 83 anos de idade, capaz e lúcida, adquiriu um vasto patrimônio em virtude do falecimento de seu marido, ocorrido no ano passado. Sem nenhuma experiência no mercado imobiliário, confiando em seu neto, adquiriu um terreno em sua cidade, pagando cinco vezes acima do preço real do bem. O imóvel era da propriedade da namorada do neto. Diante da situação narrada, assinale a afirmativa correta. a) O negócio jurídico é válido, pois Manoela é capaz e lúcida. b) O negócio jurídico é nulo, em virtude do dolo de terceiros. c) O negócio jurídico é anulável, pois o negócio jurídico descrito no enunciado é viciado devido à lesão. d) O negócio jurídico é nulo, pois o negócio jurídico realizado por Manoela foi simulado. e) O negócio jurídico é anulável, em virtude do erro essencial. www.tecconcursos.com.br/questoes/2349603 VUNESP - Proc (CAMPREV)/CAMPREV/2023 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) Assinale a alternativa correta acerca da lesão e estado de perigo. a) A lesão exige a presença do denominado dolo de aproveitamento da outra parte. b) A lesão acarretará a anulação do negócio jurídico quando verificada, durante a execução desse, a desproporção manifesta entre as prestações assumidas pelas partes, presumindo-se a premente necessidade ou a inexperiência do lesado. c) A inexperiência que configura a lesão não deve necessariamente significar imaturidade ou desconhecimento em relação à prática de negócios jurídicos em geral, podendo ocorrer também quando o lesado, ainda que estipule contratos costumeiramente, não tenha conhecimento específico sobre o negócio em causa. d) Configura-se a lesão quando alguém, premido da necessidade de salvar-se, ou a pessoa de sua família, de gravo dano, ainda que desconhecido pela outra parte, assume obrigação excessivamente onerosa ou que se mostre onerosa durante o seu cumprimento, em razão de fato não previsto na formação do negócio jurídico. e) No estado de perigo, deve-se declarar a nulidade do negócio jurídico, ainda que a parte favorecida ofereça suplemento suficiente para a redução do proveito, ou concorde com a redução desse. www.tecconcursos.com.br/questoes/2390745 Instituto CONSULPAM - ACE (TCM PA)/TCM PA/Jurídica/2023 https://www.tecconcursos.com.br/s/Q2oLzf https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2295545 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2349603 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2390745 203) 204) 205) Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) Diversas são as previsões de defeitos nos negócios jurídicos, conforme o Código Civil brasileiro elenca. Nesse sentido, assinale a opção INCORRETA sobre a temática. a) Se ambas as partes procederem com dolo, nenhuma pode alegá-lo para anular o negócio, ou reclamar indenização. b) A definição de “lesão” nesse contexto, é quando uma pessoa, sob premente necessidade, ou por inexperiência, se obriga a prestação manifestamente desproporcional ao valor da prestação oposta. c) É nulo o negócio jurídico simulado, mesmo quando válido for na substância e na forma. d) É de quatro anos o prazo de decadência para pleitear-se a anulação do negócio jurídico, contado, no caso de atos de incapazes, do dia em que cessar a incapacidade. www.tecconcursos.com.br/questoes/2409345 FUMARC - Proc (ALMG)/ALMG/2023 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) De acordo com o direito civil brasileiro, sobre os defeitos do negócio jurídico, é CORRETO afirmar: a) É anulável o negócio jurídico simulado, mas subsistirá o que se dissimulou, se válido for na substância e na forma. b) Não vicia o negócio jurídico a coação exercida por terceiro. c) O dolo acidental não obriga à satisfação das perdas e danos, e é acidental quando, a seu despeito, o negócio seria realizado, embora por outro modo. d) São anuláveis os negócios jurídicos, quando as declarações de vontade emanarem de erro substancial que poderia ser percebido por pessoa de diligência normal, em face das circunstâncias do negócio. www.tecconcursos.com.br/questoes/2416265 FAFIPA - Adv (FAZPREV)/FAZPREV/2023 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) Após a leitura do excerto abaixo, extraído da obra "Direito Civil Esquematizado", de Carlos Roberto Gonçalves (2021), responda ao que for arguido. "O Código Civil de 2002 substituiu a expressão genérica "ato jurídico", empregada pelo diploma de 1916 no livro concernente aos "Fatos Jurídicos", pela designação específica "negócio jurídico", porque somente este é rico em conteúdo e justifica uma pormenorizada regulamentação, aplicando -se -lhe os preceitos constantes do Livro III. Alterou, também, a ordem das matérias." Acerca do instituto "negócio jurídico", assinale o que esteja em confronto com o determinado pelo Código Civil de 2002. a) A manifestação de vontade subsiste ainda que o seu autor haja feito a reserva mental de não querer o que manifestou, salvo se dela o destinatário tinha conhecimento. b) No negócio jurídico celebrado com a cláusula de não valer sem instrumento público, este é da substância do ato. c) A validade da declaração de vontade não dependerá de forma especial, senão quando a lei expressamente a exigir. d) A incapacidade relativa de uma das partes não pode ser invocada pela outra em benefício próprio, nem aproveita aos co-interessados capazes, salvo se, neste caso, for indivisível o objeto do direito ou da obrigação comum. e) A impossibilidade inicial do objeto invalida o negócio jurídico se for relativa, ou se cessar antes de realizada a condição a que ele estiver subordinado. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2409345 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2416265 206) 207) 208) www.tecconcursos.com.br/questoes/2456182 IBFC - PNS (Pref Cuiabá)/Pref Cuiabá/Apoio Jurídico/2023 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) De acordo com as disposições do Código Civil sobre Negócio Jurídico e seus defeitos, assinale a alternativa incorreta com relação à coação. a) Ao apreciar coação, ter-se-ão em conta o sexo, a idade, a condição, a saúde, o temperamento do paciente e todas as demais circunstâncias que possam influir na gravidade dela b) Considera-se como coação a ameaça do exercício normal de um direito e o temor reverencial c) Vicia o negócio jurídico a coação exercida por terceiro, se dela tivesse ou devesse ter conhecimento a parte a que aproveite, e esta responderá solidariamente com aquele por perdas e danos d) A coação, para viciar a declaração da vontade, há de ser tal que incuta ao paciente fundado temor de dano iminente e considerável à sua pessoa, à sua família, ou aos seus bens www.tecconcursos.com.br/questoes/1921357 FADESP - FRE PA/SEFA PA/2022 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) Diante das constantes ameaças de execução judicial de obrigações vencidas, feitas por Mirandinha a Rosária, esta sentiu-se forçada a fazer uma transação, onde ficaram ajustados os novos termos e prazos de vencimentos. Ocorre que, agora, Rosária pretende pedir a anulação dessa transação com base naquelas ameaças. Sobre essas circunstâncias, é correto afirmar que a) a coação de Mirandinha viciou a declaração de vontade de Rosária. b) Rosária dispõe do prazo decadencial de quatro anos para pleitear essa anulação a partir do momento em que as ameaças ocorreram. c) restituir-se-ão as partes ao estado em que antes dele se achavam, uma vez anulada essa transação, e, não sendo possível restituí-las, serão indenizadas com o equivalente. d) apenas o erro essencial quanto à pessoa ou coisa controversa e o dolo são capazes de provocar a anulação da transação. e) não houvecoação, o que houve foi a ameaça do exercício normal de um direito, o que não dá causa à anulabilidade do negócio jurídico firmado. www.tecconcursos.com.br/questoes/1924987 FGV - AFFC (CGU)/CGU/Correição e Combate à Corrupção/2022 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) Renato, filho do diretor-geral da D.U., procura Romualdo, senhor idoso e com problemas de saúde, sócio-gerente da Fruve Ltda., para convencê-lo a desistir da concorrência que a Fruve vinha mantendo com a D.U. em determinado certame licitatório. Para isso, ameaçou revelar para a esposa de Romualdo que ele mantivera um relacionamento extraconjugal. Amedrontado, já que sempre foi muito cioso com relação à sua reputação como marido, Romualdo cedeu e formalizou a renúncia da Fruve à concorrência. Nesse caso, é correto afirmar que: a) a ação de nulidade da renúncia pode ser proposta em face de Renato e de seu pai, se este tivesse ou devesse ter conhecimento da coação; https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2456182 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1921357 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1924987 209) 210) b) proposta a ação de anulação da renúncia, a coação deve ser apreciada subjetivamente, de acordo com as características de Romualdo e as circunstâncias capazes de agravar a coação; c) se o pai de Renato tivesse ou devesse ter conhecimento da coação, o negócio jurídico de renúncia será anulado e somente ele deverá indenizar Romualdo em perdas e danos; d) a renúncia formalizada por Romualdo é nula, pois foi concluída com o emprego de exercício abusivo de direito; e) Romualdo tem o prazo de quatro anos para pleitear a anulação da renúncia, prazo que começa a correr a partir da data da celebração do negócio jurídico. www.tecconcursos.com.br/questoes/2043240 Legalle - Proc (CM POA)/CM POA/2022 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) Dos defeitos do negócio jurídico, assinale a alternativa CORRETA. a) O credor quirografário, que receber do devedor insolvente o pagamento da dívida ainda não vencida, ficará obrigado a deduzir da sua parcela aquilo que já recebeu. b) Anulados os negócios fraudulentos, a vantagem resultante reverterá em proveito do acervo sobre que se tenha de efetuar o concurso de credores. c) São nulos os negócios jurídicos, quando as declarações de vontade emanarem de erro substancial que poderia ser percebido por pessoa de diligência normal, em face das circunstâncias do negócio. d) O erro de cálculo não autoriza a retificação da declaração de vontade. e) Se ambas as partes procederem com dolo, nenhuma pode alegá-lo para anular o negócio, mas somente a primeira a reclamar poderá pleitear indenização. www.tecconcursos.com.br/questoes/2157009 FAFIPA - Proc (RPPS Palmeira)/RPPS Palmeira PR/2022 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) A compreensão dos defeitos do negócio jurídico é de suma importância para o operador do direito. Segundo Flávio Tartuce, tais vícios "atingem a sua vontade ou geram uma repercussão social, tornando o negócio passível de ação anulatória ou declaratória de nulidade pelo prejudicado ou interessado". São vícios da vontade ou do consentimento: o erro, o dolo, a coação, o estado de perigo e a lesão. Sobre a temática, indique a alternativa CORRETA: a) Para apreciar a coação, não é preciso ter-se em conta o sexo, a idade, a condição, a saúde, o temperamento do paciente e todas as demais circunstâncias que possam influir na gravidade dela, ao contrário da lesão. b) Decretar-se à a anulação do negócio no que diz respeito à lesão, ainda que seja oferecido suplemento suficiente, ou, ainda que a parte favorecida concorde com a redução do proveito, posto a gravidade dessa conduta. c) Configura-se o estado de perigo quando alguém, premido da necessidade de salvar-se, ou a pessoa de sua família, de grave dano conhecido pela outra parte, assume obrigação excessivamente onerosa. d) São nulos de pleno direito os negócios jurídicos, quando as declarações de vontade emanarem de erro substancial que poderia ser percebido por pessoa de diligência normal, em face das circunstâncias do negócio. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2043240 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2157009 211) 212) 213) www.tecconcursos.com.br/questoes/2223185 FGV - CL (SEN)/SEN/Assessoramento Legislativo/Direito Civil, Processual Civil e Agrário/2022 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) Mini Mercado BC Ltda. é devedor da Granja FG S/A em razão contrato de fornecimento de proteína animal produzida por FG, bem como de contrato de mútuo do saldo devedor. Passando por dificuldades financeiras no giro mensal, Mini Mercado BC Ltda. resolve vender o automóvel de entregas, que representava o bem maior do seu patrimônio, para permitir o pagamento de salários atrasados dos atuais empregados, bem como as contas de luz e água. Apesar da venda, nenhum valor sobrou para amortizar o saldo devido à FG, que anteviu a possibilidade de não reaver o crédito, ante a provável queda das vendas de BC sem a entrega em domicílio. Diante deste quadro, é correto afirmar que a venda do automóvel sem anuência de FG configura negócio jurídico a) nulo, por caracterizar fraude contra credores. b) válido, pois voltado à manutenção do estabelecimento. c) anulável, ante a ocorrência de fraude contra credores. d) nulo, pois realizado em fraude à lei. e) ineficaz, ante a ausência do consentimento de FG. www.tecconcursos.com.br/questoes/2238626 Instituto Consulplan - Ass Jur (PGE SC)/PGE SC/2022 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) Antônio colocou seu automóvel à venda pelo valor de R$ 80.000,00. Interessado em adquirir o veículo, mas por um preço inferior, Caio contata Antônio e oferece R$ 30.000,00 pelo bem. Antônio explica a Caio que o valor oferecido é muito ínfimo ao que, de fato, o veículo vale, e diz que não poderá celebrar o negócio nos termos requeridos por Caio. Um dia depois, Caio procura novamente Antônio e, de posse de uma arma de fogo, o ameaça e o obriga a proceder com a venda do veículo pelo valor de R$ 30.000,00. Antônio, que tem conhecimento prévio de que Caio é pessoa muito explosiva, conhecido na região por ser “valentão”, acaba concordando com a venda. Nos termos do Código Civil e considerando o caso hipotético é correto afirmar que o negócio jurídico é anulável, pois a) houve dolo. b) houve lesão. c) houve fraude. d) houve coação. e) seu objeto é ilícito. www.tecconcursos.com.br/questoes/2260123 FEPESE - Adv (Pref Pinhalzin)/Pref Pinhalzinho/2022 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) Assinale a alternativa correta de acordo com o Código Civil brasileiro. a) A fraude contra credor, mesmo que tenha por único objeto atribuir direitos preferenciais, responsabilizará solidariamente o terceiro adquirente pelo valor da dívida do credor. b) Anulados os negócios realizados com fraude contra credores, a vantagem resultante reverterá em proveito do acervo sobre que se tenha de efetuar o concurso de credores. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2223185 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2238626 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2260123 214) 215) 216) 217) c) Apenas os credores quirografários poderão requerer a nulidade dos negócios de transmissão gratuita de bens praticados pelo devedor já insolvente. d) O conluio entre o devedor e o terceiro com a manifesta intenção de lesar o credor da dívida é requisito imprescindível para a caracterização da fraude contra credores. e) Presumem-se fraudatórios dos direitos dos outros credores os negócios ordinários indispensáveis à manutenção de estabelecimento mercantil, rural, ou industrial. www.tecconcursos.com.br/questoes/2311191 IDECAN - TTE (SEFAZ RR)/SEFAZ RR/2022 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) Considere que determinado negócio jurídico foi realizado em condiçõesde estado de perigo. Por consequência, é possível afirmar que esse negócio jurídico a) é totalmente válido. b) é nulo de pleno de direito. c) é anulável. d) não admite prova em contrário. e) é lícito e nulo. www.tecconcursos.com.br/questoes/2424578 AVANÇASP - ATJ (Pref Amparo)/Pref Amparo/2022 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) Trata-se de espécies de defeitos do negócio jurídico, previstos pelo Código Civil, EXCETO: a) fraude contra credores. b) lesão. c) coação. d) erro. e) culpa. www.tecconcursos.com.br/questoes/2429719 IBFC - Adv (Franca)/CM Franca/2022 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) Com relação ao negócio jurídico e seus vícios e defeitos, assinale a alternativa que apresenta corretamente a definição de coação. a) Engano fático ou falsa noção em relação a uma pessoa, ao objeto do negócio ou a um direito, que acomete a vontade de uma das partes que celebrou o negócio jurídico b) Pressão física ou moral exercida sobre o negociante, visando obrigá-lo a assumir uma obrigação que não lhe interessa c) Artifício ardiloso empregado para enganar alguém, com intuito de benefício próprio d) Quando uma pessoa, sob premente necessidade, ou por inexperiência, se obriga a prestação manifestamente desproporcional ao valor da prestação oposta www.tecconcursos.com.br/questoes/2448047 IBADE - PJ (CM Acrelândia)/CM Acrelândia/2022 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) A respeito dos defeitos do negócio jurídico, assinale a alternativa CORRETA. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2311191 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2424578 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2429719 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2448047 218) 219) a) O falso motivo vicia a declaração de vontade mesmo quando não expresso como razão determinante. b) O erro não prejudica a validade do negócio jurídico quando a pessoa, a quem a manifestação de vontade se dirige, se oferecer para executá-la na conformidade da vontade real do manifestante. c) Ocorre a lesão quando uma pessoa, sob premente necessidade, ou por inexperiência, se obriga a prestação manifestamente desproporcional ao valor da prestação oposta. d) A coação, para viciar a declaração da vontade, há de ser tal que incuta ao paciente fundado temor de dano iminente e considerável à sua pessoa ou à sua família, não incluindo o mesmo temor aos seus bens. e) O dolo acidental causa nulidade do negócio, e é acidental quando, a seu despeito, o negócio não seria realizado. www.tecconcursos.com.br/questoes/1692375 FGV - ATCE (TCE-AM)/TCE AM/Ministério Público de Contas/2021 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) Nestor, filho de 30 anos de Ernesto e Clara, disse que divulgaria imagens íntimas dos pais se eles não aceitassem figurar como seus fiadores em contrato em que ele seria locatário. Apavorados, Ernesto e Clara assinaram o instrumento do contrato. Nesse caso, o contrato é: a) anulável por coação moral; b) nulo por dolo; c) nulo por coação moral; d) anulável por dolo; e) nulo por estado de perigo. www.tecconcursos.com.br/questoes/1709021 IDIB - ALeg (CM Planaltina)/CM Planaltina/Analista Jurídico/2021 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) Sobre os defeitos do negócio jurídico, analise as afirmativas a seguir: I. O falso motivo só vicia a declaração de vontade quando expresso como razão determinante. II. A coação, para viciar a declaração da vontade, há de ser tal que incuta ao paciente fundado temor de dano iminente e considerável à sua pessoa, à sua família, ou aos seus bens. III. Os negócios jurídicos são anuláveis por dolo, quando este for a sua causa. É correto o que se afirma a) em I, II e III. b) apenas em I. c) apenas em I e II. d) apenas em II e III. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1692375 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1709021 220) 221) 222) www.tecconcursos.com.br/questoes/1716361 Instituto AOCP - Ass (CM Teresina)/CM Teresina/Jurídico Legislativo/2021 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) Fernanda, 18 anos, herdou de sua bisavó paterna um artigo decorativo. Pensando se tratar de uma velharia e estando precisando de dinheiro para pagar dívidas, ela vendeu o artigo decorativo por duzentos reais. Passada uma semana, Fernanda viu o mencionado artigo decorativo sendo revendido pelo comprador pelo valor de dois milhões de reais, pois se tratava de uma peça única trazida pela família imperial. Considerando a situação exposta, é correto afirmar que se está diante de qual defeito do negócio jurídico? a) Erro ou ignorância. b) Dolo. c) Coação. d) Estado de perigo. e) Lesão. www.tecconcursos.com.br/questoes/1803094 IBADE - Proc (CM Vila Velha)/CM Vila Velha/2021 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) Carla, conduzindo o seu veículo a caminho da faculdade, foi vítima de sequestro relâmpago por dois meliantes. Estes entraram em contato com Luís Carlos, genitor da sequestrada, e passaram a exigir a importância de R$ 20.000,00 para sua libertação. Acontece que Luís Carlos não tem essa importância em dinheiro, tendo somente, uma joia de família avaliada em R$ 80.000,00. José, sabendo que a filha de Luís foi sequestrada, oferece a importância de R$ 20.000,00 pela joia, permitindo assim o pagamento do preço de resgate. A alternativa correta referente ao vício de consentimento em questão é : a) Erro. b) Estado de perigo. c) Coação. d) Dolo. e) Lesão. www.tecconcursos.com.br/questoes/1867263 Instituto Consulplan - Ana Jud (TJM MG)/TJM MG/Analista Judiciário/2021 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) “Mariana é médica na ‘Clínica Família & Saúde’. Certo dia, Pedro, durante um jantar com sua namorada, observou repentinamente incidir sobre ela um grave quadro de alergia, gerando extremas dificuldades respiratórias, colocando-a em grave risco de vida. Ao tentar salvá-la, viu o consultório onde Mariana trabalhava aberto, logo em frente ao restaurante onde se encontravam. Às pressas, Pedro solicitou atendimento médico a Mariana, que, aproveitando- se da situação de urgência, se prontificou a atendê-los apenas mediante o pagamento de valor excessivamente exorbitante – muito acima do cobrado pela médica, ou pelo mercado em tais quadros. Pedro, em razão da situação desesperadora, anuiu com o pagamento desproporcional. No entanto, dias após a melhora de sua namorada, consultou um advogado e foi informado de que o negócio jurídico celebrado entre ele e a médica padecia de um defeito.” https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1716361 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1803094 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1867263 223) 224) 225) Assinale-o. a) Erro. b) Dolo. c) Coação. d) Estado de perigo. www.tecconcursos.com.br/questoes/1871570 CEBRASPE (CESPE) - Ana Leg (ALECE)/ALECE/Direito/2021 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) Ricardo, pretendendo reunir o montante necessário para custear a operação cirúrgica de seu irmão, obrigou-se a entregar imóvel, por um terço do valor de mercado, a Samuel, que não tinha qualquer conhecimento a respeito da cirurgia. Acerca das disposições do Código Civil, essa situação hipotética configura a) lesão. b) dolo. c) coação. d) estado de perigo. e) erro. www.tecconcursos.com.br/questoes/1871571 CEBRASPE (CESPE) - Ana Leg (ALECE)/ALECE/Direito/2021 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) Gustavo cedeu imóvel a Rodrigo, por meio da celebração de comodato. Entretanto, Gustavo passou a cobrar de Rodrigo valores mensais referentes a aluguel. Considerando as disposições do Código Civil, a situação hipotética representa a) a simulação do negócio jurídico, sendo o comodato nulo e a locação válida. b) a simulação do negócio jurídico, sendo o comodato válido ea locação nula. c) a validade de ambos os negócios jurídicos. d) a coação, sendo o comodato nulo. e) a simulação do negócio jurídico, sendo o comodato e a locação nulos. www.tecconcursos.com.br/questoes/1905495 AVANÇASP - Adv (Pref Vinhedo)/Pref Vinhedo/2021 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) No que se refere aos defeitos do negócio jurídico, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta: I – Se a impossibilidade absoluta do objeto for aferida imediatamente à conclusão negocial, nulo será o negócio. II – A confissão é sempre irrevogável, mas pode ser anulada por erro de fato, coação ou erro de direito. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1871570 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1871571 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1905495 226) 227) 228) III – Quando há erro sobre as qualidades essenciais da pessoa, atingindo sua identidade física ou moral, o ato poderá ser anulável, desde que tal seja condição seja primordial para sua efetivação. a) Apenas o item I é verdadeiro. b) Apenas o item II é verdadeiro. c) Apenas o item III é verdadeiro. d) Apenas os itens I e III são verdadeiros. e) Nenhum dos itens é verdadeiro. www.tecconcursos.com.br/questoes/1910819 Instituto Consulplan - NeR (TJ MS)/TJ MS/Provimento/2021 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) Dentre as hipóteses a seguir elencadas, NÃO representa uma hipótese de erro essencial sobre a pessoa do outro cônjuge: a) A ignorância de crime, anterior ao casamento, que, por sua natureza, torne insuportável a vida em comum ao cônjuge enganado. b) A ignorância, anterior ao casamento, de doença mental grave que, por sua natureza, torne insuportável a vida em comum ao cônjuge enganado. c) O que diz respeito à sua identidade, sua honra e boa fama, sendo esse erro tal que o seu conhecimento ulterior torne insuportável a vida em comum ao cônjuge enganado. d) A ignorância, anterior ao casamento, de defeito físico irremediável que não caracterize deficiência ou de moléstia grave e transmissível, por contágio ou por herança, capaz de pôr em risco a saúde do outro cônjuge ou de sua descendência. www.tecconcursos.com.br/questoes/1910827 Instituto Consulplan - NeR (TJ MS)/TJ MS/Provimento/2021 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) Pedro, curador de João, joalheiro interditado, agindo dolosamente, vende a Maria um anel de rubilita, pedra sem valor comercial, como se fosse rubi. Acerca do negócio jurídico formado entre Pedro, João e Maria e a responsabilidade a ser imputada a cada um dos personagens, assinale a alternativa correta. a) Pedro e João responderão, obrigatoriamente, de forma solidária, por todos os prejuízos gerados a Maria. b) João responderá até o proveito que teve, ainda que não tenha conhecimento do dolo de seu representante legal. c) Apenas João, curatelado, responderá civilmente pelos prejuízos gerados a Maria, uma vez que o negócio lhe trouxe benefícios. d) Ainda que o negócio tenha gerado proveitos para João, apenas Pedro, por ter atuado dolosamente, responderá civilmente pelos prejuízos causados a Maria. www.tecconcursos.com.br/questoes/1911094 Instituto Consulplan - NeR (TJ MS)/TJ MS/Remoção/2021 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) Os negócios jurídicos requerem para sua validade: agente capaz, objeto lícito, possível, determinado ou determinável e forma prescrita ou não defesa em Lei. Desta feita, o Código Civil prevê, ainda, hipóteses em que se reputará defeituoso o negócio jurídico. Atentando-se às normas aplicáveis à temática em questão, assinale a alternativa contrária à previsão legal quanto aos efeitos do negócio jurídico. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1910819 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1910827 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1911094 229) 230) 231) a) A declaração de vontade é viciada sempre que decorrente de falso motivo. b) O dolo praticado por ambas as partes impede sua invocação para anulação do negócio ou para fins de indenização. c) A anulação do ato não requer que o erro emane da expressão de vontade de ambas as partes, sendo suficiente que decorra de somente um envolvido. d) O ato é anulável quando praticado por erro de caráter essencial, ou seja, que verse sobre o objeto principal ou qualidades substanciais do objeto ou essenciais quanto à pessoa referida na declaração. www.tecconcursos.com.br/questoes/1992081 CETAP - TRM (JUCEPA)/JUCEPA/Nível I Classe A/Direito/2021 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) A e B firmaram contrato atípico em que A, sob premente necessidade, acabou se obrigando a prestação manifestamente desproporcional ao valor da prestação de B. Nesse caso, é correto afirmar: a) O negócio jurídico é válido, eis que a disciplina dos defeitos do negócio jurídico é aplicável apenas aos contratos atípicos. b) O negócio está eivado de vício de estado de perigo. c) Há lesão e, por isso, o negócio jurídico é anulável. d) O contrato é nulo de pleno direito. www.tecconcursos.com.br/questoes/2221196 FEPESE - AJur (CM Fraiburgo)/CM Fraiburgo/2021 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) Assinale a alternativa correta de acordo com o Código Civil. a) É anulável a declaração de vontade quando baseada em erro de cálculo. b) O falso motivo só vicia a declaração de vontade quando expresso como razão determinante. c) O negócio jurídico firmado com erro acidental autoriza o seu desfazimento após a satisfação das perdas e danos. d) São nulos os negócios jurídicos, quando as declarações de vontade emanarem de erro substancial. e) Se o negócio jurídico disser respeito a pessoa não pertencente à família do interessado, o juiz, com base nas circunstâncias do vício, decidirá se houve erro. www.tecconcursos.com.br/questoes/1533437 COPS UEL - Adv (CM Florestópo.)/CM Florestópolis/2020 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) Sobre os negócios jurídicos, assinale a alternativa correta. a) Os negócios jurídicos são nulos por dolo, quando este for a sua causa. b) A transmissão errônea de vontade por meios interpostos é nula nos mesmos casos em que o é a declaração direta. c) Considera-se coação a ameaça do exercício normal de um direito assim como o temor reverencial. d) São anuláveis os negócios jurídicos quando as declarações de vontade emanarem de erro substancial que poderia ser percebido por pessoa de diligência normal, em face da circunstância do negócio. e) O erro de indicação da pessoa ou da coisa, a que se referir a declaração de vontade viciará o negócio jurídico quando, por seu contexto e pelas suas circunstâncias, se puder identificar a coisa ou a pessoa cogitada. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1992081 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2221196 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1533437 232) 233) 234) www.tecconcursos.com.br/questoes/1534231 NEMESIS - Adv (CM Conchal)/CM Conchal/2020 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) Não revestir a forma prescrita em lei, a fraude contra credores e o erro são vícios dos negócios jurídicos que culminam em: a) nulidade, anulabilidade e nulidade, respectivamante, b) anulabilidade, anulabilidade e anulabilidade, respectivamente. c) anulabilidade, nulidade e nulidade, respectivamente. d) nulidade, anulabilidade e anulabilidade, respectivamente. e) anulabilidade, anulabilidade e nulidade, respectivamente. www.tecconcursos.com.br/questoes/2073701 IBADE - Proc (CM Ji-Paraná)/CM Ji-Paraná/2020 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) Para a existência de um negócio jurídico, a declaração de vontade livre e espontânea é elemento estrutural. Porém, pode haver vício na sua formação, ensejando dano aos integrantes desta relação jurídica, tornando o negócio anulável. Desta forma, “quando uma pessoa, sob prementenecessidade, ou por inexperiência, se obriga a prestação manifestamente desproporcional ao valor da prestação oposta”, estamos falando de: a) lesão. b) estado de perigo. c) coação. d) dolo. e) erro ou ignorância. www.tecconcursos.com.br/questoes/774199 IADES - Proc (ALEGO)/ALEGO/2019 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) Quando uma pessoa, sob premente necessidade, ou por inexperiência, se obriga a prestação manifestamente desproporcional ao valor da prestação oposta, ocorre o defeito do negócio jurídico denominado a) erro. b) dolo. c) lesão. d) estado de perigo. e) coação. www.tecconcursos.com.br/questoes/775990 CEBRASPE (CESPE) - AFRE (SEFAZ RS)/SEFAZ RS/2019 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1534231 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2073701 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/774199 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/775990 235) 236) 237) Júlia e Mateus, noivos e sem experiência acerca de imóveis, decidiram comprar um apartamento. André, corretor de imóveis que os atendeu, percebendo a inexperiência do casal, alterou o valor do contrato de venda e compra do imóvel para três vezes acima do preço de mercado. O contrato foi celebrado e, no ano seguinte, após terem pago a maior parte das parcelas, em uma conversa com um amigo corretor de imóveis, Júlia e Mateus descobriram o caráter abusivo do valor entabulado e decidiram ajuizar uma ação com o objetivo de permanecerem no imóvel e serem ressarcidos somente do valor excedente já pago. Considerando a situação hipotética, em conformidade com o disposto no Código Civil, deve ser alegado em juízo que o negócio jurídico celebrado tem como defeito a) a coação, não sendo possível a revisão judicial, mas apenas a anulação do negócio jurídico. b) o erro ou a ignorância, sendo possíveis a revisão judicial e a anulação do negócio jurídico. c) a lesão, sendo possíveis a revisão judicial bem como a anulação do negócio jurídico. d) o dolo, não sendo possível a revisão judicial, mas apenas a anulação do negócio jurídico. e) o estado de perigo, não sendo possível a revisão judicial, mas apenas a anulação do negócio jurídico. www.tecconcursos.com.br/questoes/815418 NC UFPR (FUNPAR) - Adv (Matinhos)/Pref Matinhos/2019 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) Tendo em vista as disposições do Código Civil sobre os defeitos dos negócios jurídicos, assinale a alternativa correta. a) São nulos de pleno direito os negócios jurídicos quando as declarações de vontade emanarem de erro substancial. b) Será considerada coação tanto a ameaça do exercício normal de um direito quanto o temor reverencial. c) Na apreciação da lesão, que se verifica quando uma pessoa, por premente necessidade, ou por inexperiência, se obriga a prestação manifestamente desproporcional ao valor da prestação oposta, consideram-se os valores vigentes ao tempo da anulação do negócio jurídico. d) O erro de cálculo não autoriza a retificação da declaração de vontade. e) Quando alguém, premido da necessidade de salvar a si mesmo ou a pessoa de sua família, assume obrigação excessivamente onerosa, configura-se o estado de perigo. www.tecconcursos.com.br/questoes/818228 VUNESP - ProcJu (CM Orlândia)/CM Orlândia/2019 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) Dentre os defeitos do negócio jurídico, a fraude contra credores tem como característica: a) só aqueles que já eram credores ao tempo dos atos podem pleitear sua anulação. b) presumem-se fraudatórios os negócios ordinários indispensáveis à manutenção de estabelecimento mercantil. c) poderão ser anulados os negócios de transmissão gratuita ou onerosa de bens se os praticar o devedor já insolvente, mesmo que a insolvência não seja notória e nem conhecida pelo outro contratante. d) os negócios jurídicos poderão ser anulados pelos credores quirografários, mas não pelos credores, cuja garantia se torna insuficiente. e) presumem-se fraudatórias dos direitos dos outros credores as garantias de dívidas que o devedor solvente tiver dado a algum credor. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/815418 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/818228 238) 239) 240) www.tecconcursos.com.br/questoes/856686 CEBRASPE (CESPE) - ACI (COGE CE)/COGE CE/Correição/2019 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) Uma pessoa inexperiente e premida por imediata necessidade assumiu obrigação explicitamente desproporcional ao valor da prestação oposta. De acordo com o Código Civil, a situação apresentada configura hipótese de a) fraude contra credores. b) estado de perigo. c) dolo. d) lesão. e) coação. www.tecconcursos.com.br/questoes/879854 VUNESP - IFR (Pref GRU)/Pref GRU/2019 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) Assinale a alternativa correta sobre os defeitos do negócio jurídico. a) O erro de direito não gera a anulabilidade do negócio jurídico, mesmo que seja o seu motivo único ou principal, independentemente de resultar ou não em recusa à aplicação da lei. b) Nos negócios jurídicos bilaterais, o silêncio intencional de uma das partes a respeito de fato ou qualidade que a outra parte haja ignorado, constitui omissão dolosa, sendo desnecessária a prova de que sem ela o negócio não se teria celebrado. c) Não se configura o estado de perigo a necessidade de salvar pessoa não pertencente à família do declarante, sendo vedado ao juiz decidir de forma diversa. d) Subsistirá o negócio jurídico, se a coação decorrer de terceiro, sem que a parte a que aproveite dela tivesse ou devesse ter conhecimento, devendo, entretanto, o autor da coação responder por todas as perdas e danos que houver causado ao coacto. e) Na lesão aprecia-se a desproporção das prestações segundo os valores ao tempo da alegação da nulidade. www.tecconcursos.com.br/questoes/914588 VUNESP - Adv (Pref Arujá)/Pref Arujá/2019 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) VALDEMAR levou a família para uma aventura na natureza em uma região de floresta nativa, onde há rios, cachoeiras e animais selvagens, deixando o carro numa vila a 10 km do local. Durante o passeio, seu filho de 5 anos de idade caiu e quebrou a clavícula, necessitando de socorro médico imediato. Diante do desespero, VALDEMAR pediu ajuda a BENEDITO , que morava nas proximidades e possuía uma carroça, na qual seria possível transportar a criança até a vila. BENEDITO se dispôs a ajudar, mas exigiu R$ 5.000,00 pelo serviço de transporte. Nessas condições, VALDEMAR emitiu um cheque para BENEDITO , mesmo sabendo que não havia fundos para cobri-lo. Diante dos fatos narrados, assinale a alternativa correta. a) O negócio realizado é anulável, com prazo prescricional de 4 anos, porque Benedito procedeu mediante dolo diante da situação em que Valdemar se encontrava. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/856686 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/879854 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/914588 241) 242) b) O negócio realizado é anulável, com prazo decadencial de 4 anos, porque Benedito se aproveitou do estado de perigo em que Valdemar se encontrava diante do ferimento de seu filho. c) Em razão do ocorrido, o negócio jurídico é nulo de pleno direito, sem prazo prescricional ou decadencial e Valdemar não deve pagar nada a Benedito. d) O negócio realizado é anulável, com prazo prescricional de 4 anos, porque Valdemar foi vítima de coação diante do ferimento de seu filho, devendo porém pagar o valor justo do transporte a Benedito. e) O negócio realizado é nulo, com prazo decadencial de 4 anos, porque Valdemar foi vítima de fraude e não deve pagar nada a Benedito. www.tecconcursos.com.br/questoes/936100 VUNESP - Proc Jur (IPREMM)/IPREMM/2019 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) José comprou um terreno de Joaquim e prometeu a este, além do preçoque foi pago, que lhe venderia a cobertura do edifício que iria construir no terreno comprado, em valor a ser futuramente apurado. Tal condição foi colocada expressamente no negócio jurídico, tendo em vista que Joaquim apenas vendeu o terreno porque esperava obter, além do preço, a cobertura do futuro edifício. José, entretanto, após a compra do terreno, mudou de ideia e construiu um estacionamento no terreno comprado. A esse respeito, pode-se corretamente afirmar que a) não existe qualquer defeito no negócio jurídico, tendo em vista que José pagou o preço do terreno e poderia fazer o que bem lhe aprouvesse. b) o negócio jurídico é anulável em razão do falso motivo que constou expressamente como razão determinante do negócio jurídico. c) o negócio jurídico é anulável por dolo, tendo em vista que José, propositadamente, levou Joaquim a realizar um negócio em razão de um falso motivo. d) o negócio jurídico é nulo de pleno direito, tendo em vista que a razão determinante da venda não se concretizou. e) apenas se for comprovado que José intencionalmente levou Joaquim a erro, o negócio poderia ser declarado nulo. www.tecconcursos.com.br/questoes/936102 VUNESP - Proc Jur (IPREMM)/IPREMM/2019 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) É correto afirmar sobre o dolo: a) o dolo acidental só leva à anulação do negócio jurídico, sem indenização por perdas e danos, e é acidental quando, a seu despeito, o negócio seria realizado, embora por outro modo. b) nos negócios jurídicos bilaterais, o silêncio intencional de uma das partes a respeito de fato ou qualidade que a outra parte haja ignorado constitui omissão dolosa, não havendo a necessidade de prova que sem ela o negócio não se teria celebrado. c) pode ser anulado o negócio jurídico por dolo de terceiro apenas se parte a quem aproveite dele tivesse expresso conhecimento; em caso contrário, ainda que subsista o negócio jurídico, o terceiro responderá por todas as perdas e danos da parte a quem ludibriou. d) o dolo do representante legal de uma das partes só obriga o representado a responder civilmente até a importância do proveito que teve; se, porém, o dolo for do representante convencional, o representado responderá solidariamente com ele por perdas e danos. e) se ambas as partes procederem com dolo, cada uma delas pode alegar o dolo da outra para anular o negócio, ou reclamar indenização, sendo permitida a compensação de dolos. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/936100 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/936102 243) 244) 245) www.tecconcursos.com.br/questoes/936105 VUNESP - Proc Jur (IPREMM)/IPREMM/2019 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) João, um homem rico de 50 anos, diz expressamente à sua sobrinha Maria que, se esta não lhe vender sua casa, não vai contemplá-la em seu testamento. Temendo perder parte de uma herança que sempre teve em vista receber, Maria realiza a venda da casa a seu tio João, pelo valor de mercado. A esse respeito, é correto afirmar que a) o negócio jurídico é válido e não tem qualquer vício de consentimento. b) o negócio jurídico é anulável em razão da coação. c) o negócio jurídico é anulável em razão da lesão. d) o negócio jurídico é anulável em razão do estado de perigo. e) o negócio jurídico é nulo, em razão da coação. www.tecconcursos.com.br/questoes/936108 VUNESP - Proc Jur (IPREMM)/IPREMM/2019 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) Sobre a fraude contra credores, pode-se corretamente afirmar: a) os negócios de transmissão gratuita de bens ou remissão de dívida, se os praticar o devedor já insolvente, ou por eles reduzido à insolvência, ainda quando o ignore, poderão ser anulados pelos credores com garantias reais, como lesivos dos seus direitos. b) serão anuláveis os contratos onerosos do devedor insolvente, mesmo não sendo notória a insolvência e não houver motivo para ser conhecida do outro contratante. c) se o adquirente dos bens do devedor insolvente ainda não tiver pago o preço e este for, aproximadamente, o corrente, desobrigar-se-á depositando-o em juízo, com a citação de todos os interessados. d) o credor quirografário que receber do devedor insolvente o pagamento da dívida ainda não vencida não ficará obrigado a repor aquilo que recebeu, desde que conceda o desconto proporcional ao pagamento antecipado. e) presumem-se de boa-fé e valem os negócios ordinários indispensáveis à subsistência do devedor e de sua família, mas não os destinados à manutenção de estabelecimento mercantil, rural ou industrial. www.tecconcursos.com.br/questoes/1014284 CONSULPLAN - NeR (TJ MG)/TJ MG/Provimento/2019 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) De acordo com a estrutura traçada pelo Código Civil para os defeitos do negócio jurídico, assinale a alternativa correta. a) Dentre os elementos subjetivos que tipificam a lesão, não figura a inexperiência. b) Para que a lesão fique configurada, a desproporção manifesta das prestações pode ocorrer no mesmo momento da contratação ou em momento superveniente. c) Os negócios jurídicos podem ser anulados por fraude contra credores na forma do art. 171, II, do Código Civil, independentemente de boa-fé do terceiro adquirente. d) A alienação gratuita de bens do devedor pode ser anulada por fraude contra credores, conforme disposto no art. 158, do Código Civil, independentemente de boa-fé do devedor alienante. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/936105 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/936108 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1014284 246) 247) 248) www.tecconcursos.com.br/questoes/1014600 CONSULPLAN - NeR (TJ MG)/TJ MG/Remoção/2019 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) De acordo com a disciplina traçada pelo Código Civil acerca dos defeitos dos negócios jurídicos, assinale a alternativa correta. a) O dolo acidental é causa de anulação do negócio jurídico, na forma do art. 171, II, do Código Civil. b) A coação contemplada no art. 171, II, do Código Civil, como causa de anulação do negócio jurídico, pode ser tanto a absoluta quanto a relativa. c) O negócio jurídico simulado é nulo; a despeito dos efeitos ex tunc da declaração que reconhece a nulidade, os terceiros de boa-fé terão os seus direitos ressalvados em face do negócio jurídico simulado. d) O estado de perigo disciplinado pelo art. 156, do Código Civil, tem como um de seus elementos a ameaça séria de provocar grave dano ao patrimônio daquele que alega o vício do consentimento em seu favor. www.tecconcursos.com.br/questoes/1028396 VUNESP - AFTM (Campinas)/Pref Campinas/2019 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) José devia o valor de R$ 10.000,00 (dez mil reais) a Joaquim e decidiu realizar o pagamento emitindo um cheque, no mesmo valor da dívida, que foi devolvido por insuficiência de fundos. Joaquim procurou José e disse que iria promover um processo de execução para obter o valor da dívida. Com receio de ter seus bens penhorados em processo de execução, José propôs dar em pagamento pelo valor da dívida seu carro. Joaquim não sabia o valor do carro, pressupôs que o valor deste fosse equivalente ao valor da dívida, e aceitou a proposta. Entretanto, o carro tinha um valor de mercado de R$ 30.000,00 (trinta mil reais). Passado um mês, José se arrepende da dação em pagamento realizada. Diante do caso hipotético, pode-se corretamente afirmar que o negócio jurídico é: a) anulável por lesão. b) anulável por estado de perigo. c) anulável por coação. d) anulável por erro. e) válido. www.tecconcursos.com.br/questoes/1185577 OBJETIVA CONCURSOS - Proc MA (CM Chapecó)/CM Chapecó/2019 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) De acordo com o Código Civil, em relação aos defeitos do negócio jurídico, analisar os itens abaixo: I. São anuláveis os negócios jurídicos quando as declarações de vontade emanarem de erro substancialque poderia ser percebido por pessoa de diligência normal, em face das circunstâncias do negócio. II. O falso motivo não vicia a declaração de vontade quando expresso como razão determinante. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1014600 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1028396 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1185577 249) 250) III. A transmissão errônea da vontade por meios interpostos não é anulável. IV. O erro de cálculo autoriza a anulação da declaração de vontade. Está(ão) CORRETO(S): a) Somente o item I. b) Somente o item II. c) Somente os itens II e III. d) Somente os itens I, II e III. e) Todos os itens. www.tecconcursos.com.br/questoes/1256330 VUNESP - PLeg (CM SM Arcanjo)/CM SM Arcanjo/2019 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) Acerca dos defeitos do negócio jurídico, assinale a alternativa correta. a) O erro de indicação da pessoa ou da coisa, a que se referir a declaração de vontade, viciará o negócio mesmo nos casos em que, por seu contexto e pelas circunstâncias, puder se identificar a coisa ou pessoa cogitada. b) Caso a parte a quem aproveite não tivesse ou devesse ter conhecimento do dolo de terceiro, subsistirá o negócio jurídico, e o terceiro deverá responder por todas as perdas e danos da parte a quem ludibriou. c) O juiz, com base nas circunstâncias, decidirá se houve coação, nos casos em que o temor de dano iminente e considerável disser respeito à família do paciente. d) No estado de perigo, não se exige que a outra parte tenha ciência da necessidade de salvar-se, ou a pessoa de sua família, de grave dano, quando da assunção da obrigação excessivamente onerosa. e) Na lesão, faz-se necessário o conhecimento da outra parte da premente necessidade ou da inexperiência quando da assunção da prestação manifestamente desproporcional ao valor da prestação oposta. www.tecconcursos.com.br/questoes/1507358 VUNESP - AJur (Guaratinguetá)/Pref Guaratinguetá/2019 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) Raimundo estava com muitas dívidas vencidas e de valores elevados, com vários protestos, execuções judiciais e com o nome negativado em órgãos de proteção ao crédito e resolveu vender o único imóvel de sua propriedade por um valor manifestamente inferior ao preço de mercado, para captar rapidamente dinheiro e fugir do País. Referido imóvel foi comprado por Rodolfo; o contrato de compra e venda previa que o pagamento, em dinheiro e entregue em mãos do vendedor, ocorreria até o último dia do mês corrente. Anote-se que Rodolfo não sabia do estado de insolvência de Raimundo, que era notória, pois não teve o cuidado de diligenciar para obter certidões em nome deste. Entretanto, antes do dia do pagamento, Rodolfo recebeu uma citação de uma ação pauliana, onde se postulava a anulação da venda. Pode-se corretamente afirmar que a) a ação não poderia ser proposta contra Rodolfo, mas apenas contra Raimundo. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1256330 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1507358 251) 252) 253) b) como Rodolfo não tinha ciência do estado de insolvência de Raimundo, o negócio jurídico não pode ser anulado. c) Rodolfo, para conservar o bem adquirido, poderá depositar o preço que lhe corresponda ao valor real, com a citação de todos os interessados. d) o negócio jurídico é ineficaz perante os credores de Raimundo e não pode ser convalidado. e) os credores com garantia real não podem postular a anulação da venda realizada por Raimundo a Rodolfo, ainda que a garantia se torne insuficiente. www.tecconcursos.com.br/questoes/1540564 FURB - Adv (Porto Belo)/Pref Porto Belo/2019 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) Analise a seguinte situação hipotética: Em certa ocasião, as enchentes que assolaram a região do Vale do Itajaí em Santa Catarina duraram vinte dias e dificultaram a circulação de produtos alimentícios e, consequentemente, reduziram o abastecimento nos mercados de mantimentos. Nessa época, uma padaria anunciou a venda de pão francês a R$ 80,00 reais o quilograma, ou seja, mais de dez vezes o valor praticado em tempos de normalidade. Considerando as disposições do Código Civil, o negócio jurídico que envolvesse a compra e venda de tais pães padeceria de: a) Ignorância. b) Fraude contra credores. c) Coação. d) Dolo. e) Lesão. www.tecconcursos.com.br/questoes/2048767 FUNDATEC - Adv (Congonhinhas)/Pref Congonhinhas/2019 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) No Direito Civil, quando uma pessoa, sob premente necessidade ou inexperiência, se obriga à prestação manifestamente desproporcional ao valor da prestação oposta, verifica-se a figura: a) Do erro. b) Do dolo. c) Do estado de perigo. d) Da lesão. e) Da coação. www.tecconcursos.com.br/questoes/572292 FGV - AFTE (SEFIN RO)/SEFIN RO/2018 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) Bueno, servidor público, está com graves problemas financeiros diante da falta de pagamento regular de seus salários. Com débitos em atraso no cartão de crédito e tendo sido negativado no sistema de proteção ao crédito, ele precisa de empréstimos para saldar suas dívidas mais prementes. Para isso, procura uma instituição financeira que aceita conceder empréstimos a pessoas na sua condição e assina contrato de mútuo de fins econômicos, cuja prestação em favor da mutuante é manifestamente desproporcional à prestação conferida ao mutuário. Em face dessa situação, quanto ao negócio jurídico celebrado por Bueno, é correto afirmar que ele é https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1540564 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2048767 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/572292 254) 255) a) nulo por coação por parte da mutuante e o receio de dano iminente e considerável à pessoa do mutuário e aos seus bens. b) plenamente válido, por se tratar de contrato de adesão, quando não é dado ao aderente discutir ou modificar o conteúdo das estipulações. c) anulável por ocorrência de lesão, diante da premente necessidade do devedor, que se obrigou a prestação manifestamente desproporcional ao valor da prestação oposta. d) plenamente válido, por se tratar de exercício da liberdade contratual e da força obrigatória dos contratos (pacta sunt servanda). e) anulável por ocorrência de estado de perigo, diante da necessidade de o devedor quitar seus débitos e eliminar a negativação de seu nome. www.tecconcursos.com.br/questoes/611584 FGV - AnaLM (CM Salvador)/CM Salvador/Licitação, Contratos e Convênios/Licitação, Contratos e Convênios/2018 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) A Construtora Imóveis Novos Ltda. (CIN) contrata com Loteamentos Urbanos Ltda. (LU) a permuta de determinado lote de propriedade da LU com o direito de quatro unidades no prédio de dez andares que CIN incorporará no local. Antes de iniciar a obra, CIN solicita autorização para construção junto à municipalidade, que, no entanto, nega, sob o fundamento de que naquela área apenas é possível realizar a construção de edificação de até três andares com três unidades imobiliárias, conforme legislação vigente antes mesmo da permuta. Diante da negativa administrativa, o negócio jurídico é: a) eficaz, mas poderá ser anulado por erro de direito; b) inválido, pois viciada a vontade das partes; c) eficaz, não sendo possível o desfazimento, tendo em vista que a ninguém é dado desconhecer a lei; d) inexistente, por ausente o motivo; e) válido, porém ineficaz, ante o vício sobre o motivo. www.tecconcursos.com.br/questoes/618300 VUNESP - Proc Aut (PAULIPREV)/PAULIPREV/2018 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) Ana contraiu um empréstimo no valor de quarenta mil reais com o Banco Z. Após o pagamento de duas parcelas, no valor de cinco mil reais cada, não conseguiu realizar o pagamento das demais. Antes que o Banco Z buscasse judicialmente o cumprimentoda obrigação, Ana transferiu seu carro, único bem que possuía em seu nome, à sua tia, que sabia de toda sua situação financeira. Diante do caso hipotético, assinale a alternativa que corresponde ao defeito do negócio jurídico e ao respectivo prazo de decadência. a) Dolo; prazo de decadência de quatro anos, contados da data em que Ana contraiu o empréstimo. b) Fraude contra credores; prazo de decadência de quatro anos, contados da data em que Ana transferiu o seu carro. c) Coação; prazo de decadência de cinco anos, contados da data em que cessar a coação de Ana em sua tia. d) Simulação; prazo de decadência de quatro anos, contados da data em que Ana transferir o carro para o seu nome. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/611584 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/618300 256) 257) e) Estado de perigo; prazo de decadência de quatro anos, contados da data em que cessar a dívida de Ana. www.tecconcursos.com.br/questoes/623987 FUNDATEC - Proc (ALERS)/ALERS/2018 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) O Código Civil de 2002 reserva, quando versa sobre os Fatos Jurídicos, um especial sítio para o tratamento legislativo dos negócios jurídicos. Para que a manifestação de vontade emitida esteja de acordo com os preceitos de validade dos negócios jurídicos, se faz necessário o preenchimento de certos requisitos, que, se ausentes, podem gerar defeitos capazes de maculá-los. Em relação a esses defeitos dos negócios jurídicos, assinale a assertiva INCORRETA. a) Entende-se por erro quando há uma falsa percepção da realidade criada pelo próprio declarante, configurando o pleno desconhecimento sobre as circunstâncias do negócio jurídico (de uma pessoa, um objeto ou um direito); e não prejudica a validade do negócio jurídico quando a pessoa, a quem a manifestação de vontade se dirige, se oferecer para executá-la na conformidade da vontade real do manifestante. b) No dolo, há uma falsa percepção da realidade induzida dolosamente por uma das partes, ou por terceiro, com o fito de enganar alguém na celebração de negócio jurídico, buscando benefício próprio, configurando-se omissão dolosa quando ocorre o silêncio intencional de uma das partes a respeito de fato ou qualidade que a outra parte haja ignorado, provando-se que sem ela o negócio não se teria celebrado. c) Para viciar o negócio jurídico, a coação há de ser relevante de modo que cause na vítima fundado temor de dano iminente e considerável a sua família ou aos seus bens, para que o coacto forçadamente pratique ato ou realize negócio jurídico contra sua vontade, levando-se em conta, na sua apreciação, a fim de aquilatar-se a gravidade e a intensidade da força coativa exercida sobre o coacto, os fatores sexo, idade, condição, saúde, temperamento e todas as demais circunstâncias que possam tornar mais ou menos vulnerável o coacto às ações do coator. d) Configura-se o estado de perigo quando uma pessoa, sob premente necessidade, ou por inexperiência, se obriga a prestação manifestamente desproporcional ao valor da prestação oposta, considerado um defeito que torna anulável o negócio jurídico, não se decretando a anulação do negócio, se for oferecido suplemento suficiente, ou se a parte favorecida concordar com a redução do proveito. e) A fraude contra credores se configura com a prática de atos jurídicos maliciosos pelo devedor, em estado de insolvência ou na iminência de assim tornar-se, que dispõe de maneira gratuita e onerosa o seu patrimônio com finalidade de prejudicar credores preexistentes, afastando a possibilidade de responder os seus bens por obrigações assumidas em momento antecedente à transmissão. www.tecconcursos.com.br/questoes/628301 AOCP - TNS (Pref SL)/Pref SL/Direito/2018 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) Quanto ao negócio jurídico, assinale a alternativa correta. a) A manifestação de vontade não subsiste, mesmo que o seu autor haja feito a reserva mental de não querer o que manifestou e se dela o destinatário tinha conhecimento. b) No negócio jurídico celebrado com a cláusula de não valer sem instrumento público, este não é da substância do ato. c) São anuláveis os negócios jurídicos quando as declarações de vontade emanarem de erro substancial que poderia ser percebido por pessoa de diligência normal, em face das circunstâncias do https://www.tecconcursos.com.br/questoes/623987 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/628301 258) 259) negócio. d) O erro é substancial quando concerne à identidade ou à qualidade essencial da pessoa a quem se refira a declaração de vontade, mesmo que não tenha influído na vontade de modo relevante. e) O menor, de 16 (dezesseis) e 18 (dezoito) anos, pode, para eximir-se de uma obrigação, invocar a sua idade se dolosamente a ocultou quando inquirido pela outra parte, ou se, no ato de obrigar-se, declarou-se maior. www.tecconcursos.com.br/questoes/639075 VUNESP - Proc Jur (CM Jabo)/CM Jaboticabal/2018 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) Sobre os defeitos do negócio jurídico, assinale a alternativa correta. a) O erro é substancial quando interessa à natureza do negócio, ao objeto principal da declaração, ou a alguma das qualidades a ele essenciais, bem como à identidade ou à qualidade essencial da pessoa a quem se refira a declaração de vontade, mesmo que não tenha influído nesta de modo relevante. b) A coação, para viciar a declaração da vontade, há de ser tal que incuta ao paciente fundado temor de dano iminente e considerável à sua pessoa, à sua família, ou mesmo a pessoa não pertencente à família do paciente, ou aos seus bens próprios ou de terceiros. c) O dolo de terceiro pode levar à anulação do negócio jurídico somente se a parte a quem aproveite dele tivesse ou devesse ter conhecimento, e o terceiro responderá por todas as perdas e danos da parte a quem ludibriou, ainda que subsista o negócio jurídico. d) Configura-se a lesão quando alguém, premido da necessidade de salvar-se, ou a pessoa de sua família, de grave dano conhecido pela outra parte, assume obrigação excessivamente onerosa. e) Ocorre o estado de perigo quando uma pessoa, sob premente necessidade, ou por inexperiência, obriga- se a prestação manifestamente desproporcional ao valor da prestação oposta. www.tecconcursos.com.br/questoes/671183 NC UFPR (FUNPAR) - Proc Jur (FOZPREV)/FOZPREV/2018 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) Durante o jogo entre as seleções do Brasil e da Costa Rica ocorrido na Copa do Mundo FIFA 2018, Marco Aurélio, torcedor fanático, começou a sentir fortes dores no peito e formigamento em seu braço. Após desmaiar, seu filho, que também assistia ao jogo, o levou imediatamente ao pronto-socorro mais próximo. Chegando ao hospital, foi negado atendimento emergencial a Marco Aurélio pelo fato de ele e de seu filho não disporem de talão de cheque que era exigido como caução. Minutos mais tarde, sua esposa Sabrina chegou ao hospital portando o talão de cheques de Marco Aurélio e ele assinou e entregou uma folha ao atendente do pronto-socorro para ser afinal atendido. Tendo em vista a situação apresentada, assinale a alternativa correta. a) A conduta do hospital configura exercício regular de seu direito de fornecedor de serviços, pois não é obrigado a prestar serviços antes de ter certeza de que receberá seus honorários. b) Ocorreu lesão, uma vez que a obrigação exigida de Marco Aurélio foi desproporcional diante da gravidade de seu estado de saúde. c) Trata-se de dolo, pois Marco Aurélio foi obrigado a realizar conduta contra a sua vontade para ser atendido. d) O hospital agiu em erro em relação à qualidade essencial da pessoa, pois cobrou de Marco Aurélio, quando quem deveria pagar o atendimento seria sua família. e) Configurou-se estado de perigo, pois Marco Aurélio precisou assumir obrigação excessivamente onerosa para poder se salvar. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/639075 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/671183260) 261) 262) www.tecconcursos.com.br/questoes/679342 VUNESP - Proc (CM Itaquactba)/CM Itaquaquecetuba/2018 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) A declaração de vontade é elemento estrutural ou requisito de existência do negócio jurídico e exige para sua validade que a vontade seja manifestada livre e espontaneamente, sob pena de invalidar o próprio negócio firmado. Dentre os vícios na manifestação de vontade que possam macular o ato, é correto afirmar que a) a transmissão errônea da vontade por meios interpostos é nula nos mesmos casos em que o é a declaração direta. b) pode ser anulado o negócio jurídico por dolo de terceiro, se a parte a quem aproveite dele tivesse ou devesse ter conhecimento; em caso contrário, ainda que subsista o negócio jurídico, o terceiro responderá por todas as perdas e danos da parte a quem ludibriou. c) o dolo do representante legal e do representante convencional de uma das partes obriga o representado a responder civil e solidariamente com ele por perdas e danos. d) não vicia o negócio jurídico a coação exercida por terceiro, se dela tivesse ou devesse ter conhecimento a parte a que aproveite, mas esta responderá solidariamente com aquele por perdas e danos. e) a lesão, diferentemente do estado de perigo, não permite a revisão do contrato como forma de manutenção do negócio jurídico, em razão da premente necessidade ou evidente inexperiência do declarante. www.tecconcursos.com.br/questoes/684397 COPESE-UFT - Cons Par (CM Palmas)/CM Palmas/Direito/2018 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) Considerando o estabelecido no Código Civil, assinale a alternativa CORRETA. a) A coação, para viciar a declaração da vontade, há de ser tal que incuta ao paciente fundado temor de dano iminente e considerável à sua pessoa, à sua família, ou aos seus bens. b) Configura-se a lesão quando alguém, premido da necessidade de salvar-se, ou a pessoa de sua família, de grave dano conhecido pela outra parte, assume obrigação excessivamente onerosa. c) Ocorre o estado de perigo quando uma pessoa, sob premente necessidade, ou por inexperiência, se obriga a prestação manifestamente desproporcional ao valor da prestação oposta. d) Por dolo, poderão ser anulados os negócios de transmissão gratuita de bens ou remissão de dívida, se os negócios forem praticados pelo devedor já insolvente, ou por tais negócios o devedor for reduzido à insolvência, ainda quando a ignore. www.tecconcursos.com.br/questoes/688835 FGV - Adv (ALERO)/ALERO/2018 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) Sobre o negócio jurídico, assinale a afirmativa correta. a) O Código Civil apresenta os requisitos do negócio jurídico, dentre os quais é incluída a causa. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/679342 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/684397 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/688835 263) 264) 265) b) O falso motivo em um contrato será, em regra, irrelevante para a perfeição do negócio jurídico. c) O direito brasileiro não admite a ocorrência de dolo por omissão, pois não há possibilidade de indução em erro quando a pessoa não manifesta a vontade de modo explícito. d) O silêncio não pode significar anuência, pois juridicamente quem cala não consente. e) Se a lesão ficar caracterizada em um negócio jurídico, não poderá o juiz reconhecer a sanatória do ato. www.tecconcursos.com.br/questoes/703972 IADES - Tec (IGEPPS)/IGEPPS PA/Previdenciário A/2018 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) [...] é vício de consentimento dual, que exige para a sua caracterização a premência da pessoa em se salvar, ou a membro de sua família e, de outra banda, a ocorrência de obrigação excessivamente onerosa, aí incluída a imposição de serviços desnecessários, conscientemente fixada pela contraparte da relação negocial. Acerca dos defeitos dos negócios jurídicos, o trecho apresentado, retirado da ementa do Recurso Especial 1.680.448/MG, de Relatoria da Ministra Nancy Andrighi, julgado em 22/8/2017, refere-se a a) erro ou ignorância. b) estado de perigo. c) coação. d) dolo. e) fraude contra credores. www.tecconcursos.com.br/questoes/710730 VUNESP - Adv (Pref Registro)/Pref Registro/2018 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) Sobre o tema negócios jurídicos, marque a alternativa correta. a) O erro essencial e o dolo são vícios contemporâneos à formação do contrato e, por isso, quando presentes, autorizam a declaração de sua nulidade. b) É nula a doação de bem imóvel feita de modo verbal ou por instrumento particular quando o valor transcende a trinta salários-mínimos. c) A simulação é vício que contamina o negócio jurídico e o torna anulável. d) É de cinco anos o prazo para anular negócio jurídico maculado por coação. e) É nulo o negócio celebrado por relativamente incapaz sem o necessário consentimento. www.tecconcursos.com.br/questoes/714378 VUNESP - Ag Tes (Pref SBC)/Pref SBC/2018 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) Assinale a alternativa correta sobre a fraude contra credores. a) Constitui pressuposto da fraude contra credores que a transmissão do bem tenha sido realizada mediante contraprestação. b) Presume-se válida e de boa-fé, em relação aos demais credores, a garantia de dívida que o devedor insolvente tiver dado a algum credor. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/703972 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/710730 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/714378 266) 267) 268) c) Anulado o negócio tido por fraudulento, a vantagem resultante reverterá em proveito daquele credor que pleiteou a anulação. d) Pelo princípio da anterioridade do crédito, apenas aqueles que já eram credores ao tempo do negócio fraudulento podem requerer sua anulação. e) A remissão de dívida constitui prerrogativa de qualquer pessoa, razão pela qual, se realizada pelo devedor, não pode gerar as consequências do instituto da fraude contra credores. www.tecconcursos.com.br/questoes/726553 CEBRASPE (CESPE) - ACE (TCE-MG)/TCE MG/Direito/2018 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) O erro que se refere a qualidades secundárias do objeto do negócio jurídico e que não acarreta efetivo prejuízo é denominado a) obstativo. b) inescusável. c) substancial. d) acidental. e) impróprio. www.tecconcursos.com.br/questoes/732426 CONSULPLAN - NeR (TJ MG)/TJ MG/Provimento/2018 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) Assinale a alternativa correta. a) Admite-se a nomeação conjunta de tutor, para filhos menores, pelo casal, em cédula testamentária única. b) Um imóvel instituído convencionalmente como bem de família isenta o prédio da execução de qualquer dívida posterior ao ato da instituição do bem. c) A anulação do negócio jurídico poderá ser evitada se a parte favorecida oferecer suplemento suficiente à outra parte ou se a parte favorecida concordar com a redução do proveito obtido. d) Em relação ao contrato de locação de imóvel não residencial, dissolvida a sociedade locatária por morte de um dos sócios, não há previsão legal para o exercício do direito de renovação do contrato de locação do imóvel para os sócios restantes. www.tecconcursos.com.br/questoes/732428 CONSULPLAN - NeR (TJ MG)/TJ MG/Provimento/2018 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) Assinale a alternativa INCORRETA. a) A fundação pode ser criada por testamento particular. b) Não vicia o negócio jurídico a coação exercida por terceiro. c) O negócio jurídico nulo não pode ser ratificado pelas partes. d) A simulação é causa de anulabilidade do negócio jurídico no Código Civil de 1916 e de nulidade no de 2002. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/726553 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/732426 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/732428 269) 270) 271) www.tecconcursos.com.br/questoes/732787CONSULPLAN - NeR (TJ MG)/TJ MG/Remoção/2018 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) Nos negócios jurídicos em geral, o dolo acidental a) gera a nulidade do negócio jurídico. b) gera a inexistência do negócio jurídico. c) gera a anulabilidade do negócio jurídico. d) apenas obriga à satisfação das perdas e danos. www.tecconcursos.com.br/questoes/734326 FCC - Ana Jur (SEAD AP)/SEAD AP/2018 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) Antenor e Amélia, pai e filha, adquiriram um imóvel para nele juntos residirem. Em razão de dificuldades financeiras, Antenor e Amélia, por preço justo, venderam-no a Pedro. Embora fosse contrária à venda, Amélia aceitou participar de sua realização apenas pelo receio de desapontar Antenor, a quem respeitava profundamente. Em tal cenário, agiu Amélia sob a) estado de perigo, sendo nulo o negócio jurídico. b) coação, sendo anulável o negócio jurídico. c) erro, sendo válido o negócio jurídico. d) lesão, sendo anulável o negócio jurídico. e) temor reverencial, sendo válido o negócio jurídico. www.tecconcursos.com.br/questoes/827814 IBADE - Adv (CM Vilhena)/CM Vilhena/2018 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) Olavo de Andrade toma conhecimento do sequestro de sua filha Ilda, por meio do contato de alguns sequestradores, que pleitearam o valor de R$ 200.000,00 para liberação de Ilda. Ocorre que o Olavo não tem esse dinheiro disponível no momento, o que o leva a alienar o seu veículo cujo o valor de mercado é de R$ 90.000,00, por R$ 45.000,00, para Aldo José, que conhecia daquele fato. Em um momento posterior, Ilda, surge em sua casa, afirmando que policiais militares descobriram o local do cativeiro, e por assim ela foi liberada após prestar o seu depoimento em sede policial. A alternativa correta acerca do vício de consentimento no negócio jurídico é: a) Coação. b) Estado de perigo. c) Erro. d) Lesão. e) Dolo. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/732787 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/734326 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/827814 272) 273) 274) 275) www.tecconcursos.com.br/questoes/1020004 FUNDATEC - Adv (Pref Sta Rosa)/Pref Santa Rosa/2018 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) Nos negócios jurídicos regulados pelo Código Civil, a coação é considerada vício: a) Social e causa a anulação do negócio jurídico. b) Social e causa a anulação do negócio jurídico, com prazo prescricional de 4 anos. c) Social e causa a anulação do negócio jurídico, com prazo decadencial de anos. d) Da vontade e causa a anulação do negócio jurídico. e) Da vontade e causa a nulidade do negócio jurídico. www.tecconcursos.com.br/questoes/1054243 FAFIPA - ALeg I (CM F Iguaçu)/CM Foz do Iguaçu/2018 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) De acordo com o Código Civil, é CORRETO afirmar que: a) São os negócios jurídicos anuláveis por dolo, quando este for a sua causa. b) São nulos os negócios jurídicos, quando as declarações de vontade emanarem de erro substancial que poderia ser percebido por pessoa de diligência normal, em face das circunstâncias do negócio. c) Considera-se coação o simples temor reverencial. d) O erro de cálculo torna o negócio jurídico nulo. www.tecconcursos.com.br/questoes/1453034 CEV URCA - Adv (Pref Mauriti)/Pref Mauriti/2018 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) Sobre o instituto da lesão, é CORRETO afirmar: a) Os efeitos da lesão podem se manifestar no curso do contrato, desde que sejam provenientes de desproporção entre as prestações existentes no momento da celebração do contrato. b) A desproporção entre as prestações deve se configurar somente no curso do contrato. c) A desproporção entre as prestações surge em razão de fato superveniente a celebração do contrato. d) Os efeitos da lesão decorrem de um fato imprevisto. e) O fato imprevisível que gerou a lesão deve ser devidamente comprovado. www.tecconcursos.com.br/questoes/1581620 CONSCAM - Adv (SAAEDOCO)/SAAEDOCO/2018 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) Sobre os defeitos nos negócios jurídicos, assinale a alternativa correta. a) Se ambas as partes procederem com dolo, qualquer delas pode alegá-lo para anular o negócio, ou reclamar indenização. b) Considera-se coação o simples temor reverencial. c) Configura-se a lesão quando alguém, premido da necessidade de salvar-se, ou a pessoa de sua família, de grave dano conhecido pela outra parte, assume obrigação excessivamente onerosa. d) O prazo decadencial para anular o negócio jurídico com base na ocorrência de coação, inicia quando está cessar. e) A invalidade do instrumento induz a do negócio jurídico, mesmo que este puder provar-se por outro meio. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1020004 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1054243 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1453034 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1581620 276) 277) 278) www.tecconcursos.com.br/questoes/2069172 ADVISE - Ass Leg (CM Brejão)/CM Brejão/2018 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) Acerca dos aos negócios jurídicos, é CORRETO afirmar que: a) A pessoa jurídica pode sofrer dano moral. b) É anulável o negócio jurídico simulado, mas subsistirá o que se dissimulou, se válido for na substância e na forma. c) O negócio jurídico nulo é suscetível de confirmação e pode convalescer pelo decurso do tempo. d) São os negócios jurídicos anuláveis por dolo, quando este for a sua causa. e) Se ambas as partes procederem com dolo, ambas podem alegá-lo para anular o negócio, ou reclamar indenização. www.tecconcursos.com.br/questoes/490718 FCC - Esp RT (ARTESP)/ARTESP/Direito/III/2017 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) Fernando, empresário individual, ciente de seu estado de insolvência, vendeu parte de seus estoques e, na esperança de retomar o curso regular de seus negócios, decidiu pagar um de seus fornecedores, cuja dívida ainda não estava vencida, em função do desconto oferecido e a promessa de uma nova entrega com maior prazo para pagamento. A situação descrita caracteriza a) simulação, podendo ser anulada por terceiros prejudicados, tanto credores como os demais fornecedores, se comprovada a intenção de frustrar direito alheio. b) ato doloso, caracterizando, mais especificamente, o denominado dolus malus, que enseja a nulidade do ato por presunção de sua lesividade. c) erro substancial, não escusável, acarretando a anulabilidade do ato mediante ação judicial intentada por eventuais prejudicados. d) ato atentatório a direito de credores, somente sendo escusável se comprovada boa-fé objetiva. e) fraude contra credores, podendo ser anulado judicialmente em ação intentada por aquele que detenha crédito anterior ao quitado e tenha sido prejudicado pelo ato. www.tecconcursos.com.br/questoes/566124 FCC - Fisc DC (PROCON MA)/PROCON MA/2017 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) Acerca dos defeitos do negócio jurídico, a) tanto o dolo essencial como o dolo acidental anulam o negócio jurídico, sem prejuízo de perdas e danos materiais e morais. b) se duas partes celebrantes de um negócio jurídico procederem com dolo, ambas podem alegá-lo para anular o negócio ou reclamar indenização por perdas e danos materiais e morais. c) a coação caracteriza-se pelo temor reverencial, salvo se disser respeito a pessoa estranha à família do coagido. d) o erro não prejudica a validade do negócio jurídico quando a pessoa, a quem a manifestação de vontade se dirige, se oferecer para executá-la na conformidade da vontade real do manifestante. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2069172 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/490718 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/566124 279) 280) 281) e) o falso motivo não vicia a declaração de vontade emnenhum caso, tratando-se de mera percepção equivocada da realidade. www.tecconcursos.com.br/questoes/653526 IBAM - AFTM (Pref Jundiaí)/Pref Jundiaí/2017 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) Vítima de acidente de trânsito sofreu ferimentos graves perdendo parcialmente os membros inferiores e sendo submetida à cirurgia para colocação de prótese ortopédica. Após o período de convalescença foi procurada pelo causador do dano, para firmar acordo extrajudcial, pelo qual ficou estabelecido o pagamento de indenizações pelos danos materiais sofridos e ressarcimento de despesas com consultas e tratamentos médicos, além do fornecimento de uma automóvel adaptado à sua limitação física. A vítima, pessoa maior, capaz, jovem, estudante de universidade, solteira, sem assistência ou orientação familiar ou de profissional do direitos e sem recursos para arcar com as despesas hospitalares, renunciou a quaisquer direitos que porventura adviessem do sinistro, notadamente danos morais e pensão vitalícia. Uma vez terminada os estudos, pode constatar que o acidente lhe causara incapacidade para o trabalho e percebeu que havia abdicado de seus direitos. Para buscar a invalidação do contrato a parte prejudicada deverá alegar em juízo: a) erro b) dolo c) estado de perigo d) lesão www.tecconcursos.com.br/questoes/951796 FAUEL - Adv (Prev São José)/Prev São José/2017 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) Analise as proposições abaixo e assinale a alternativa CORRETA. a) Os negócios de transmissão gratuita de bens ou remissão de dívida, se os praticar o devedor já insolvente, ou por eles reduzido à insolvência, ainda quando o ignore, poderão ser anulados pelos credores quirografários, como lesivos dos seus direitos. b) Ocorre estado de perigo quando uma pessoa, sob premente necessidade, ou por inexperiência, se obriga a prestação manifestamente desproporcional ao valor da prestação oposta. c) O negócio jurídico nulo é suscetível de confirmação e convalesce pelo decurso do tempo. d) Se for suspensiva a condição, enquanto esta se não realizar, vigorará o negócio jurídico, podendo exercer-se desde a conclusão deste o direito por ele estabelecido. e) O falso motivo não vicia a declaração de vontade quando expresso como razão determinante. www.tecconcursos.com.br/questoes/1285817 CEC Banpará - Adv (BANPARÁ)/BANPARÁ/2017 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) Marque a alternativa CORRETA: https://www.tecconcursos.com.br/questoes/653526 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/951796 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1285817 282) 283) a) Referente ao instituto da condição, segundo a lei civil, sobrevindo a condição resolutiva, extingue- se, para todos os efeitos, o direito a que ela se opõe; mas, se aposta a um negócio de execução continuada ou periódica, a sua realização, salvo disposição em contrário, não tem eficácia quanto aos atos já praticados, desde que compatíveis com a natureza da condição pendente e conforme aos ditames de boa-fé. b) Com base na Teoria da Lesão no âmbito do direito civil, ocorre a lesão, quando uma pessoa, sob premente necessidade, ou por inexperiência, se obriga a prestação proporcional ao valor da prestação oposta. c) Os negócios jurídicos de transmissão gratuita de bens ou remissão de dívida, se os praticar o devedor solvente, poderão ser anulados pelos credores quirografários, como lesivos dos seus direitos, bem como serão igualmente anuláveis os contratos onerosos ou gratuitos do devedor quando insolvente. d) Haverá erro nos negócios jurídicos quando aparentarem conferir ou transmitir direitos a pessoas diversas daquelas às quais realmente se conferem, transmitem, ou quando contiverem declaração, confissão, condição ou cláusula não verdadeira. www.tecconcursos.com.br/questoes/350543 CONSULPLAN - NeR (TJ MG)/TJ MG/Provimento/2015 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) “Marcela, de boa – fé, adquiriu um imóvel de Aline. Pagou à vista, o justo preço de mercado. Nada havia que desabonasse Aline; nenhuma restrição havia na certidão do imóvel. Posteriormente, veio a ser acionada por Luciano, que pleiteava a anulação da venda, alegando ser credor de Aline, que não lhe pagava o que devia, apesar de ter recebido várias cartas de cobrança.” Diante disto, aponte a alternativa que indica a ação a ser proposta por Luciano e a decisão judicial mais adequada para o caso: a) Ação reipersecutória, sendo o pedido julgado procedente por ter-se configurado a fraude de execução. b) Ação pauliana, sendo o pedido julgado procedente por ter-se configurado a fraude contra credores. c) Ação reipersecutória, sendo o pedido julgado improcedente por não se ter configurado a fraude de execução. d) Ação pauliana, sendo o pedido julgado improcedente por não se ter configurado fraude contra credores oponível contra terceiros adquirentes de boa-fé. www.tecconcursos.com.br/questoes/350550 CONSULPLAN - NeR (TJ MG)/TJ MG/Provimento/2015 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) “Carlos, jogador de futebol, famoso por ostentar relógios de luxo, ofertou ao seu amigo Antônio uma réplica como se fosse uma joia. Na aquisição, Antônio pagou preço de mercado. Posteriormente quis certificar-se da legitimidade da peça, e só então, tomou conhecimento que se tratava de uma simples réplica de latão.” Diante do caso, é correto afirmar que se trata de a) vício do negócio jurídico. b) vício redibitório. c) risco de evicção. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/350543 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/350550 284) 285) d) uma relação de consumo, sendo regulada pelo Código de Defesa do Consumidor. www.tecconcursos.com.br/questoes/241571 CONSULPLAN - AJ TRE MG/TRE MG/Judiciária/2013 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) O art. 104 do Código Civil estabelece que a validade do negócio jurídico requer agente capaz, objeto lícito, possível, determinado ou determinável e forma prescrita ou não defesa em lei. A falta ou o defeito de qualquer desses requisitos leva à invalidade do negócio jurídico. A respeito do tema, assinale a alternativa correta. a) Se o dolo, um dos defeitos do negócio jurídico que causa sua anulabilidade, for do representante legal ou convencional de uma das partes, só está obrigado o representado a responder civilmente até a importância do proveito que teve. b) É anulável o negócio jurídico simulado, mas subsistirá o que se dissimulou, se válido for na substância e na forma. Também é anulável o negócio jurídico viciado por erro, dolo, coação, estado de perigo, lesão ou fraude contra credores, e o prejudicado tem o prazo decadencial de dois anos para pugnar pela sua anulação. c) Os negócios de transmissão gratuita de bens ou remissão de dívida, se os praticar o devedor já insolvente, ou por eles reduzido à insolvência, desde que não o ignore, poderão ser anulados pelos credores quirografários, como lesivos dos seus direitos, sendo que igual direito assiste aos credores cuja garantia se tornar insuficiente. d) Respeitada a intenção das partes, a invalidade parcial de um negócio jurídico não o prejudicará na parte válida, se esta for separável. Além disso, a invalidade da obrigação principal implica a das obrigações acessórias, mas a destas não induz a da obrigação principal, exceto em caso de nulidade, em que o vício em uma das obrigações, principal ou acessória, contamina todas as demais. e) A validade da declaração de vontade não dependerá de forma especial, senão quando a lei expressamente a exigir, como no caso dos negócios jurídicos que visem à constituição, transferência, modificação ou renúncia de direitos reais sobre imóveis de valor superior a trinta vezes o maior salário mínimo vigente no País, em que, não dispondo a lei em contrário, a escritura pública é essencial à sua validade. www.tecconcursos.com.br/questoes/238121 CONSULPLAN -Proc Jur (CREA RJ)/CREA RJ/2011 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) “Dentre os defeitos do negócio jurídico, está a coação. A coação é qualquer pressão física ou moral exercida sobre a pessoa, os bens ou a honra de um contratante para obrigá-lo ou induzi-lo a efetivar um negócio jurídico.” Para que se configure a coação moral como defeito do negócio jurídico, é mister a ocorrência dos seguintes requisitos, EXCETO: a) A coação deve ser a causa determinante do negócio jurídico. b) Deve incutir à vítima a um temor justificado. c) O temor deve dizer respeito a uma obrigação de fazer resistida de forma injustificada pelo coato. d) O dano deve ser considerável ou grave. e) O dano deve ser igual, pelo menos, ao receável do ato extorquido (a ameaça deve referir-se a prejuízo que influencie a vontade do coato a ponto de alterar suas determinações). www.tecconcursos.com.br/questoes/241058 CONSULPLAN - Ana SS (CESAN)/CESAN/Advogado/2011 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) https://www.tecconcursos.com.br/questoes/241571 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/238121 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/241058 286) 287) Acerca dos vícios da vontade, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas: ( ) O erro para viciar a vontade e tornar anulável o negócio deve ser substancial, escusável e real, no sentido de que há de ter por fundamento uma razão plausível, ou ser de tal monta que qualquer pessoa inteligente e de atenção ordinária seja capaz de cometê-lo. ( ) Dolo é o emprego de um artifício ou expediente astucioso para induzir alguém à prática de um ato que o prejudica e aproveita ao autor do dolo ou a terceiro. ( ) Coação é qualquer pressão física ou moral exercida sobre a pessoa, os bens ou a honra de um contratante para obrigá-lo ou induzi-lo a efetivar um negócio jurídico. Excluem a coação: a ameaça do exercício normal de um direito ou o simples temor reverencial. A coação exercida por terceiro, não vicia o negócio e se for previamente conhecida pela parte a quem aproveitar, somente este responderá por todas as perdas e danos. ( ) Simulação é uma declaração enganosa da vontade, visando a produzir efeito diverso do ostensivamente indicado; caracteriza-se pelo intencional desacordo entre a vontade interna e a declarada, no sentido de criar, aparentemente, um negócio jurídico que, de fato, não existe, ou então oculta, sob determinada aparência, o negócio realmente querido. ( ) Fraude contra credores é a prática maliciosa, pelo devedor, de atos que desfalcam o seu patrimônio, com o escopo de colocá-lo a salvo de uma execução por dívidas em detrimento dos direitos creditórios alheios; possui o elemento objetivo, que é todo ato prejudicial ao credor, e o subjetivo, que é a má fé, a intenção de prejudicar do devedor. A sequência está correta em: a) V, F, F, F, V b) F, V, V, F, F c) V, V, F, V, V d) V, F, V, F, F e) F, V, F, V, F www.tecconcursos.com.br/questoes/243852 CONSULPLAN - Adv (Itabaiana)/Pref Itabaiana/Prefeitura/2010 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) Sobre os defeitos do negócio jurídico, marque a alternativa INCORRETA: a) Não se considera coação a ameaça do exercício normal de um direito, nem o simples temor reverencial. b) Configura-se estado de perigo quando uma pessoa, sob premente necessidade, ou por inexperiência, se obriga a prestação manifestamente desproporcional ao valor da prestação oposta. c) São os negócios jurídicos anuláveis por dolo, quando este for a sua causa. d) Se ambas as partes procederem com dolo, nenhuma pode alegá-lo para anular o negócio, ou reclamar indenização. e) O falso motivo só vicia a declaração de vontade quando expresso como razão determinante. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/243852 288) 289) 290) 291) www.tecconcursos.com.br/questoes/389332 CONSULPLAN - Proc (CM Queimados)/CM Queimados/2005 Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165) “Ocorre quando uma pessoa, sob premente necessidade, ou por inexperiência, se obriga a prestação manifestamente desproporcional ao valor da prestação oposta”. Estamos falando do(a): a) erro b) estado de perigo c) dolo d) coação e) lesão www.tecconcursos.com.br/questoes/2094123 Instituto Consulplan - ALeg (CM Itabira)/CM Itabira/2022 Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184) Conforme preceitua o Código Civil em vigor, é nulo o negócio jurídico por vício resultante de: a) Lesão. b) Coação. c) Simulação. d) Fraude contra credores. www.tecconcursos.com.br/questoes/2113360 VUNESP - ProcJu (CM Orlândia)/CM Orlândia/2022 Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184) Em um contrato simulado, é correto afirmar que a) ainda que o terceiro esteja de boa-fé, ele não terá seus direitos ressalvados. b) será anulável se requerido no prazo de quatro anos. c) poderá ser confirmado pelas partes, desde que expressamente declarem a vontade de mantê-lo. d) a nulidade não pode ser pronunciada de ofício pelo juiz. e) as nulidades podem ser alegadas por qualquer interessado, ou pelo Ministério Público, quando lhe couber intervir. www.tecconcursos.com.br/questoes/2163598 FCC - FRE (SEFAZ AP)/SEFAZ AP/2022 Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184) Atenção: A questão refere-se a Direito Civil. De acordo com o Código Civil, os vícios resultantes de erro, dolo, coação, estado de perigo, lesão ou fraude contra credores ensejam a a) nulidade do negócio jurídico, que se sujeita a prazo prescricional. b) nulidade do negócio jurídico, que se sujeita a prazo decadencial. c) anulabilidade do negócio jurídico, que se sujeita a prazo prescricional. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/389332 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2094123 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2113360 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2163598 292) 293) 294) d) anulabilidade do negócio jurídico, que se sujeita a prazo decadencial. e) inexistência do negócio jurídico, que se sujeita a prazo prescricional. www.tecconcursos.com.br/questoes/2218754 IBFC - Esp Fom (AFEAM)/AFEAM/Jurídico/2022 Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184) No que diz respeito ao negócio jurídico, assinale a alternativa incorreta. a) As nulidades devem ser pronunciadas pelo juiz, quando conhecer do negócio jurídico ou dos seus efeitos e as encontrar provadas, não lhe sendo permitido supri-las, ainda que a requerimento das partes b) O negócio jurídico nulo não é suscetível de confirmação, nem convalesce pelo decurso do tempo c) É de cinco anos o prazo de decadência para pleitear-se a anulação do negócio jurídico, contado, no caso de coação, do dia em que ela cessar d) Quando a anulabilidade do ato resultar da falta de autorização de terceiro, será validado se este a der posteriormente www.tecconcursos.com.br/questoes/2327335 Instituto Consulplan - Proc (IPASEM)/IPASEM/2022 Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184) Analise as afirmativas; marque V para as verdadeiras e F para as falsas. ( ) As partes poderão livremente pactuar regras de interpretação, de preenchimento de lacunas e de integração dos negócios jurídicos diversas daquelas previstas em lei. ( ) São nulos de pleno direito os negócios jurídicos, quando as declarações de vontade emanarem de erro substancial que poderia ser percebido por pessoa de diligência normal, em face das circunstâncias do negócio. ( ) Quando a lei dispuser que determinado ato é anulável, sem estabelecer prazo para pleitear-se a anulação, será este de dois anos, a contar da data da conclusão do ato. A sequência está correta em a) F, V, V. b) V, V, F. c) V, F, V. d) F, V, F. e) F, F, V. www.tecconcursos.com.br/questoes/2455457 IBADE - ATrib (Pref Colíder)/Pref Colíder/2022 Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184) É nulo o negócio jurídico quando, EXCETO:a) o motivo determinante, comum a ambas as partes, for ilícito. b) for ilícito, impossível ou indeterminável o seu objeto. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2218754 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2327335 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2455457 295) 296) 297) c) tiver por objetivo fraudar lei imperativa. d) celebrado por pessoa absolutamente incapaz. e) por vício resultante de dolo ou fraude contra credores. www.tecconcursos.com.br/questoes/2455952 FUNDATEC - Ana Jur (SEPOG RS)/SEPOG RS/2022 Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184) O negócio jurídico que tiver objeto ilícito é considerado: a) Juridicamente inexistente. b) Anulável. c) Nulo. d) Com invalidade sanável. e) Válido até que seja anulado. www.tecconcursos.com.br/questoes/1692373 FGV - ATCE (TCE-AM)/TCE AM/Ministério Público de Contas/2021 Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184) Magda deseja vender um imóvel para um de seus filhos, Bruno. Para não ter problemas com seus outros filhos que não concordarão com a venda, ela combina com Jorge, seu melhor amigo, de vender o imóvel para ele, mas com a incumbência de ele revendê-lo, em seguida, para Bruno, o que efetivamente ocorre. Quando os outros filhos de Magda descobrirem, eles poderão alegar: a) confirmação; b) conversão; c) simulação; d) redução; e) ratificação. www.tecconcursos.com.br/questoes/1813407 CEBRASPE (CESPE) - ATM (Pref Aracaju)/Pref Aracaju/Abrangência Geral/2021 Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184) De acordo com o Código Civil, o negócio jurídico será considerado nulo caso a) a declaração de vontade de alguma das partes emane de erro substancial. b) deixe de ser revestido pela forma prescrita em lei. c) seja praticado por um devedor já insolvente. d) decorra de dolo de terceiro, desde que a parte que se beneficie dele tenha conhecimento do vício do ato. e) seja realizado por uma pessoa que, premida da necessidade de se salvar, assuma obrigação excessivamente onerosa. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2455952 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1692373 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1813407 298) 299) 300) www.tecconcursos.com.br/questoes/1846253 AVANÇASP - Proc (CM Rib Pires)/CM Rib Pires/2021 Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184) No que se refere à invalidade do negócio jurídico, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta: I – A conversibilidade dos negócios jurídicos (CC, art. 170) exige apenas elementos objetivos. II – O sistema geral de invalidade dos negócios jurídicos, previsto no Código Civil em vigor, é aplicável aos atos jurídicos strictu sensu. III – Apenas a simulação absoluta é causa de nulidade absoluta sob a égide do Código Civil em vigor. a) Apenas o item I é verdadeiro. b) Apenas o item II é verdadeiro. c) Apenas o item III é verdadeiro. d) Apenas os itens I e III são verdadeiros. e) Nenhum dos itens é verdadeiro. www.tecconcursos.com.br/questoes/2221198 FEPESE - AJur (CM Fraiburgo)/CM Fraiburgo/2021 Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184) De acordo com o Código Civil, haverá simulação nos negócios jurídicos quando: 1. aparentarem conferir ou transmitir direitos a pessoas diversas daquelas às quais realmente se conferem, ou transmitem. 2. contiverem declaração, confissão, condição ou cláusula não verdadeira. 3. os instrumentos particulares forem antedatados, ou pós-datados. 4. o credor quirografário receber do devedor insolvente o pagamento da dívida ainda não vencida. Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas. a) São corretas apenas as afirmativas 1 e 3. b) São corretas apenas as afirmativas 2 e 4. c) São corretas apenas as afirmativas 1, 2 e 3. d) São corretas apenas as afirmativas 2, 3 e 4. e) São corretas as afirmativas 1, 2, 3 e 4. www.tecconcursos.com.br/questoes/1209190 IBADE - APG (Vila Velha)/Pref Vila Velha/Direito/2020 Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184) No direito pátrio e inclusive no Código Civil vigente, há diferenças entre nulidade e anulabilidade, no âmbito de negócios jurídicos. Marque a opção que corresponde a uma hipótese de anulabilidade de um Negócio Jurídico. a) Quando celebrado por pessoa que assume obrigação excessiva, premida da necessidade de salvar-se de grave dano conhecido pela outra parte b) Quando o motivo determinante, comum a ambas as partes, for ilícito https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1846253 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2221198 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1209190 301) 302) 303) c) Quando celebrado por pessoa absolutamente incapaz d) Quando não revestir a forma prescrita em lei e) Cujo objeto for ilícito, impossível ou indeterminável www.tecconcursos.com.br/questoes/1249144 IBADE - Adv (CM S Felipe O)/CM S Felipe do Oeste/2020 Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184) Para que um negócio jurídico seja válido, requer-se que o agente seja capaz, o objeto seja lícito, possível, determinado ou determinável, seja realizado na forma prescrita em lei. Nesse sentido, o negócio jurídico será nulo exceto quando: a) for preterida alguma solenidade que a lei considere essencial para a sua validade. b) por incapacidade relativa do agente. c) por vício resultante de erro. d) a impossibilidade inicial do objeto for relativa. e) por estado de perigo. www.tecconcursos.com.br/questoes/1433970 VUNESP - AJur (CM Boituva)/CM Boituva/2020 Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184) Assinale a alternativa que trata corretamente de nulidade ou anulabilidade do negócio jurídico. a) O negócio jurídico nulo não é suscetível de confirmação. b) O negócio jurídico anulável não pode ser confirmado pelas partes. c) O negócio jurídico nulo é suscetível de confirmação e convalesce com o decurso do tempo, mesmo sem os requisitos de outro. d) A anulabilidade se pronuncia de ofício. e) É nulo o negócio jurídico por incapacidade relativa do agente. www.tecconcursos.com.br/questoes/1498787 IBADE - Adv (SL D'Oeste)/Pref S Luzia D'Oeste/40 Horas/2020 Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184) O Código Civil preceitua que há circunstâncias que resultam na invalidade do negócio jurídico. Dentre elas, são circunstâncias que constituem nulidades: . a) a incapacidade absoluta do agente, a impossibilidade do objeto, vício de lesão. b) a incapacidade relativa do agente, a impossibilidade do objeto, a ilicitude do motivo determinante. c) a incapacidade absoluta do agente, a impossibilidade do objeto, vício de coação. d) a incapacidade absoluta do agente, a impossibilidade do objeto, a ilicitude do motivo determinante. e) a incapacidade relativa do agente, a impossibilidade do objeto, vício de erro essencial. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1249144 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1433970 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1498787 304) 305) 306) 307) www.tecconcursos.com.br/questoes/1708630 IGECS - Proc (CM Jandira)/CM Jandira/2020 Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184) O Código Civil, especificamente no capítulo que trata da invalidade do negócio jurídico, aponta, expressamente, as hipóteses de nulidade absoluta. Dentre as alternativas abaixo, uma não consiste em hipótese de nulidade absoluta do negócio jurídico, assinale-a: a) celebrado por pessoa absolutamente incapaz. b) não revestir a forma prescrita em lei. c) celebrado por ébrios habituais e os viciados em tóxico. d) for preterida alguma solenidade que a lei considere essencial para a sua validade. www.tecconcursos.com.br/questoes/788989 FCC - Ana Fom (AFAP)/AFAP/Advogado/2019 Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184) No tocante aos negócios jurídicos, a) as nulidades devem ser pronunciadas pelo juiz, quando conhecer do negócio jurídico ou dos seusefeitos e as encontrar provadas, podendo porém supri-las a pedido expresso das partes. b) serão nulos os negócios jurídicos simulados, mas subsistirão os dissimulados, se válidos forem na substância e na forma. c) tanto os negócios jurídicos nulos como aqueles anuláveis são suscetíveis de confirmação, podendo convalescer pelo decurso do tempo, se a invalidade se der por idade da pessoa. d) quando a anulabilidade do ato resultar da falta de autorização de terceiro, não há possibilidade de validação do ato. e) é de 2 anos o prazo de decadência para pleitear-se a anulação do ato em que houver ocorrido coação, contado esse prazo do dia em que a ameaça cessar. www.tecconcursos.com.br/questoes/851821 VUNESP - Proc Leg (CM Tatuí)/CM Tatuí/2019 Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184) Assinale a alternativa correta sobre os defeitos e invalidade do negócio jurídico. a) O negócio jurídico simulado é, em regra, anulável. b) Configura-se lesão quando alguém, premido da necessidade de salvar-se de grave dano conhecido pela outra parte, assume obrigação excessivamente onerosa. c) O prazo decadencial para pleitear a anulação de negócio jurídico, em razão da incapacidade do agente, é contado da data da realização do negócio. d) O negócio jurídico praticado em fraude contra credores é absolutamente nulo. e) Os efeitos da anulação de determinado negócio jurídico é, em regra, ex tunc. www.tecconcursos.com.br/questoes/912528 PUC PR - AFRM (Campo Grande)/Pref Campo Grande/2019 Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184) “É, contudo, no negócio jurídico, até que se estabeleça nova conceituação, que repousa a base da autonomia da vontade, o fundamento do direito privado. Não obstante as críticas que sofre, a doutrina https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1708630 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/788989 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/851821 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/912528 308) do negócio jurídico demonstra ainda grande vitalidade do direito ocidental, mormente na Itália, Alemanha e França. O negócio jurídico continua sendo um ponto fundamental de referência teórica e prática. É por meio do negócio jurídico que se dá vida às relações jurídicas tutelas pelo direito”. VENOSA, Silvio de Salvo. Código Civil Interpretado. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2011, p. 109. Dentro dessa temática e considerando as disposições do Código Civil brasileiro, analise as assertivas que seguem. I. A impossibilidade inicial do objeto, ainda relativa, invalida de pleno direito o negócio jurídico. II. Nas hipóteses em que o objeto do direito ou da obrigação comum seja indivisível, a incapacidade relativa de uma das partes poderá ser aproveitada pelos cointeressados capazes. III. Os negócios jurídicos benéficos e a renúncia devem ser interpretados de forma ampliativa. IV. A transmissão errônea da vontade por meios interpostos é anulável nos mesmos casos em que o é a declaração direta. V. Quando a lei dispuser que determinado ato é anulável, sem estabelecer prazo para pleitear-se a anulação, será este de dois anos, a contar da data da conclusão do ato. Estão CORRETAS apenas as alternativas a) I, II e V. b) II, III e V. c) I, II e III. d) I, III e IV. e) II, IV e V. www.tecconcursos.com.br/questoes/961055 VUNESP - Adv (CM Piracicaba)/CM Piracicaba/2019 Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184) No âmbito das relações entre particulares, é de extrema importância o exato conhecimento acerca da invalidade dos negócios jurídicos. Quanto ao tema, é correto afirmar que: a) é anulável o negócio jurídico simulado, e não subsistirá o que se dissimulou, mesmo se válido for na substância e na forma. b) as nulidades devem ser pronunciadas pelo juiz, quando conhecer do negócio jurídico ou dos seus efeitos e as encontrar provadas, mas poderá supri-las a requerimento das partes. c) a anulabilidade não tem efeito antes de julgada por sentença, nem se pronuncia de ofício; só os interessados a podem alegar, e aproveita exclusivamente aos que a alegarem, salvo o caso de solidariedade ou indivisibilidade. d) nos atos de incapazes, é de dois anos o prazo de decadência para pleitear-se a anulação do negócio jurídico, contado do dia em que cessar a incapacidade. e) quando a nulidade do ato resultar da falta de autorização de terceiro, será validado se este a der posteriormente. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/961055 309) 310) 311) 312) www.tecconcursos.com.br/questoes/975614 IADES - Adv (BRB)/BRB/2019 Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184) Quanto aos negócios jurídicos, de acordo com o Código Civil brasileiro, assinale a alternativa correta. a) O negócio anulável pode ser confirmado pelas partes. b) A invalidade das obrigações acessórias implica a da obrigação principal. c) É nulo um negócio jurídico por vício resultante de fraude contra credores. d) Quando instrumentos particulares forem antedatados, ou pós-datados, ocorre a lesão. e) Nas declarações de vontade, será atendido mais ao sentido literal da linguagem do que à intenção nelas consubstanciada. www.tecconcursos.com.br/questoes/1030245 OBJETIVA CONCURSOS - Adv (Pref A Prado)/Pref Antônio Prado/2019 Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184) Com base na Lei nº 10.406/2002 - Código Civil, sobre a invalidade do negócio jurídico, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA: ( ) É inexistente o negócio jurídico quando praticado por pessoa absolutamente incapaz. ( ) Quando o objeto do negócio jurídico for ilícito ou indeterminado, será nulo o negócio. ( ) O negócio jurídico será anulável quando o vício for resultante de dolo ou erro. a) E - C - C. b) C - C - C. c) C - E - E. d) E - E - E. e) E - E - C. www.tecconcursos.com.br/questoes/1036277 CEBRASPE (CESPE) - Proc (TCE-RO)/TCE RO/2019 Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184) É nulo negócio jurídico celebrado a) sem revestir a forma prescrita em lei. b) com vício resultante de dolo, quando este for a sua causa. c) com erro substancial. d) por agente relativamente incapaz. e) mediante fraude contra credores. www.tecconcursos.com.br/questoes/1037655 CEBRASPE (CESPE) - ACE (TCE-RO)/TCE RO/Direito/2019 Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184) Rogério doou um imóvel para seu irmão. Renata, credora de Rogério, ajuizou causa para invalidar a doação, sob o argumento de que Rogério esvaziou seu patrimônio para dificultar o pagamento de dívida https://www.tecconcursos.com.br/questoes/975614 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1030245 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1036277 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1037655 313) 314) preexistente com ela, principalmente porque, em nenhum momento o devedor demonstrou a existência de bens a garantirem o cumprimento da dívida. Considerando os defeitos, os planos da existência, da validade e da eficácia dos negócios jurídicos postos no Código Civil e o entendimento do STJ, é correto afirmar que o ato de Rogério a) configura fraude à execução, com prazo prescricional para o ajuizamento de ação de nulidade do negócio jurídico de três anos, contados do dia em que se realizou a doação. b) configura fraude à execução, cujo reconhecimento independe do registro da penhora do bem alienado ou da prova de má-fé do terceiro adquirente. c) não configura fraude contra credores ou à execução, uma vez que a venda do bem ao irmão não alterou a destinação primitiva do imóvel. d) não configura a fraude contra credores, uma vez que se exige a ciência inequívoca da fraude para se anular a doação feita entre os irmãos. e) configura a fraude contra credores, visto que estão presentesrequisitos caracterizadores para o ajuizamento de demanda pauliana, como a anterioridade da dívida na ocorrência do eventus damni e a presença do consilium fruadis. www.tecconcursos.com.br/questoes/1092015Instituto AOCP - Adv (Pref S Bento S)/Pref S Bento do Sul/2019 Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184) João tem 16 anos e depende exclusivamente do dinheiro de seus pais. No dia 10 de junho de 2018, ele comprou, em uma loja especializada, um videogame de última geração pelo preço de R$ 4.500,00 que deveriam ser pagos em uma única parcela com vencimento de 30 dias após a data da compra. À loja, João declarou sua real idade ao preencher o cadastro. Ocorre que ele não quitou o boleto, razão pela qual a loja pretende cobrar a referida dívida. Com base nessas informações, assinale a alternativa correta. a) O negócio jurídico é nulo, sendo de quatro anos o prazo decadencial para postular a declaração de nulidade, contados da data do inadimplemento. b) Mesmo que João houvesse declarado à loja ter mais de 18 anos de idade, ainda assim o fato de ter 16 anos seria razão suficiente para invalidar o negócio jurídico. c) No caso, João é relativamente incapaz em razão da idade, de forma que o negócio jurídico anulável poderá ser confirmado caso seus pais o ratifiquem, ainda que posteriormente. d) O prazo para pleitear a anulação do negócio jurídico tem natureza prescricional. www.tecconcursos.com.br/questoes/1130621 VUNESP - Proc Leg (CM Mauá)/CM Mauá/2019 Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184) Antônio moveu ação pauliana contra Caio e o Banco X, alegando que no curso de ação trabalhista proposta contra este último, Caio transmitiu à instituição financeira um imóvel, por meio de dação em pagamento, em garantia hipotecária constituída por escritura pública, o que configura fraude contra credores. A ação foi julgada improcedente, considerando-se que Antônio não era credor ao tempo da alienação, pois havia somente expectativa de crédito, e que houve alienação onerosa. É correto afirmar que os negócios jurídicos praticados em fraude pauliana a) podem ser declarados nulos por credores quirografários e pressupõem a transmissão onerosa de bens. b) são anuláveis por credores quirografários ou credores com garantia insuficiente, comprovando-se o consilium fraudis e a plena ciência do devedor sobre sua insolvência. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1092015 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1130621 315) 316) 317) c) podem ser declarados nulos a pedido de credores quirografários ou com garantia insuficiente, pressupõem a transmissão onerosa de bens e exigem a prova do concilium fraudis. d) são anuláveis por credores quirografários ou credores com garantia insuficiente que tenham seu crédito constituído ao tempo da transmissão gratuita de bens ou remissão de dívida, desde que praticados por devedor insolvente ou por eles reduzido à insolvência. e) são anuláveis por credores quirografários ou credores com garantia insuficiente, cujo crédito esteja constituído ao tempo da alienação ou haja expectativa de crédito ao tempo da alienação. www.tecconcursos.com.br/questoes/1131121 Instituto Consulplan - Adv (CODESG)/CODESG/2019 Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184) Quanto à anulabilidade, é INCORRETO afirmar que: a) Nem se pronuncia de ofício. b) Qualquer pessoa pode alegar. c) Não tem efeito antes de julgada por sentença. d) Aproveita exclusivamente aos que a alegarem, salvo o caso de solidariedade ou indivisibilidade. www.tecconcursos.com.br/questoes/1585957 VUNESP - PJur (CM São Roque)/CM São Roque/2019 Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184) Assinale a alternativa que trata corretamente sobre nulidade e anulabilidade do negócio jurídico. a) O negócio jurídico nulo pode ser confirmado pelas partes. b) É anulável o negócio jurídico por incapacidade absoluta do agente. c) O negócio jurídico anulável não é suscetível de confirmação. d) É nulo o negócio jurídico quando for ilícito, impossível ou indeterminável o seu objeto. e) A anulabilidade do negócio jurídico pode ser pronunciada de ofício. www.tecconcursos.com.br/questoes/623392 CONSULPLAN - Proc (CM BH)/CM BH/2018 Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184) Sobre os Defeitos e a Invalidade dos Negócios Jurídicos, analise as afirmativas a seguir. I. O falso motivo só vicia a declaração de vontade quando expresso como razão determinante. II. Nos negócios jurídicos bilaterais, o silêncio intencional de uma das partes a respeito de fato ou qualidade que a outra parte haja ignorado, constitui omissão dolosa, provando-se que sem ela o negócio não se teria celebrado. III. Vicia o negócio jurídico a coação exercida por terceiro, se dela tivesse ou devesse ter conhecimento a parte a que aproveite, e esta responderá solidariamente com aquele por perdas e danos. IV. É anulável o negócio jurídico simulado, mas subsistirá o que se dissimulou, se válido for na substância e na forma. V. Quando a anulabilidade do ato resultar da falta de autorização de terceiro, será validado se este a der posteriormente. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1131121 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1585957 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/623392 318) 319) 320) Estão corretas apenas as afirmativas a) I, IV e V. b) I, II, III e IV. c) I, II, III e V. d) II, III, IV e V. www.tecconcursos.com.br/questoes/625108 VUNESP - Proc (CM Indaiatuba)/CM Indaiatuba/2018 Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184) Sobre a nulidade e a anulabilidade do negócio jurídico, assinale a alternativa correta. a) O negócio jurídico celebrado por deficiente mental é nulo, em razão da incapacidade absoluta, salvo se confirmado pelo representante do incapaz, sem prejuízo a direitos indisponíveis deste. b) O negócio jurídico nulo, apesar de não poder ser convalidado, pode ser preservado por meio da conversão em outro negócio, se houver os requisitos deste, observando-se o fim visado pelas partes. c) O direito de requerer a anulação do negócio jurídico nos casos de erro, dolo e coação prescreve no prazo de três anos, contados da data da celebração do ato, salvo em relação ao erro, quando o prazo começa a partir da ciência do fato não conhecido. d) A simulação ocasiona a anulabilidade do negócio jurídico que pode ser convalidado pelas partes, se não houve prejuízos a terceiros, bem como se não decorreu o prazo decadencial. e) É anulável o negócio jurídico que a lei proibir-lhe a prática sem cominar sanção; a nulidade somente existe nos casos em que a lei expressamente comina a referida sanção. www.tecconcursos.com.br/questoes/638396 FCC - Ana Leg (ALESE)/ALESE/Técnico Jurídica/Apoio Jurídico/2018 Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184) Nicolas, agindo com dolo, induziu Erick a lhe vender um veículo por valor muito menor que o de mercado. Erick, ao descobrir que havia sido induzido em erro, ratificou expressamente o ato, permanecendo com o veículo. Passado um ano e meio, Erick a) não poderá ajuizar ação de anulação, pois a confirmação expressa do ato anulável implica extinção de todas as ações, ou exceções, de que o credor dispusesse contra o devedor. b) poderá ajuizar ação declaratória de nulidade, pois o dolo gera a nulidade do ato, não sendo passível de confirmação, ainda que expressa, nem convalesce com o passar do tempo. c) poderá ajuizar ação anulatória, pois o ato anulável não é passível de confirmação. d) não poderá ajuizar ação declaratória de nulidade, pois, depois de um ano da celebração do contrato, operou-se a decadência. e) não poderá ajuizar ação de anulação, pois, depois de um ano da celebração do contrato, operou- se a prescrição. www.tecconcursos.com.br/questoes/638406 FCC - Ana Leg (ALESE)/ALESE/Técnico Jurídica/Apoio Jurídico/2018 Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184) Com o objetivo de doar um veículo de alto valor para sua concubina, Paulo simulou uma compra e venda. O ato simulado é https://www.tecconcursos.com.br/questoes/625108 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/638396 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/638406321) 322) 323) a) anulável e sua invalidação poderá ser requerida por qualquer interessado ou pelo Ministério Público, quando lhe couber intervir, não convalescendo pelo decurso do tempo. b) nulo e sua invalidação poderá ser requerida, no prazo decadencial de 4 anos, pela parte que houver sido prejudicada ou pelo Ministério Público, quando lhe couber intervir. c) anulável e sua invalidação poderá ser requerida apenas pela parte que houver sido prejudicada, no prazo prescricional de 4 anos. d) nulo e sua invalidação poderá ser requerida por qualquer interessado ou pelo Ministério Público, quando lhe couber intervir, não convalescendo pelo decurso do tempo. e) nulo, mas subsiste o que se dissimulou, ainda que contenha forma diversa da prescrita em lei. www.tecconcursos.com.br/questoes/638719 FCC - Ana Leg (ALESE)/ALESE/Apoio Técnico ao Processo Legislativo/Processo Legislativo/2018 Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184) Temendo a desaprovação moral de seu pai, por quem nutre profundo respeito, Pedro matriculou-se no curso superior de Direito, mesmo não sendo esta sua vontade verdadeira. De acordo com o Código Civil, tal ato é a) anulável, pois foi praticado mediante coação, que pode ser física ou moral. b) nulo, pois foi praticado mediante coação, que pode ser física ou moral. c) insuscetível de anulação, pois o mero temor reverencial não vicia a declaração da vontade. d) nulo, pois o temor reverencial, embora não configure coação, também constitui vício do negócio jurídico. e) anulável, pois o temor reverencial, embora não configure coação, também constitui vício do negócio jurídico. www.tecconcursos.com.br/questoes/660054 FCC - AFT I (São Luís)/Pref SL/Abrangência Geral/2018 Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184) No tocante à invalidade do negócio jurídico, a legislação vigente estabelece que a) é nulo o negócio jurídico simulado, mas subsistirá o que se dissimulou, se válido for na substância e na forma. b) as nulidades dos negócios jurídicos só podem ser alegadas pelas partes que deles participem, ou pelo Ministério Público quando se tratar de matéria de sua atribuição. c) são anuláveis os negócios jurídicos quando não revestirem a forma prescrita em lei. d) o negócio jurídico nulo não é passível de retificação, mas convalesce pelo decurso do tempo. e) é nulo o negócio jurídico decorrente de lesão, estado de perigo, dolo ou fraude contra credores. www.tecconcursos.com.br/questoes/667690 VUNESP - Pro (CM Campo Limpo)/CM Campo Limpo Pta/2018 Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184) Representa a hipótese de nulidade dos negócios jurídicos previsto em nosso ordenamento jurídico: a) simulação. b) lesão. c) coação. d) estado de perigo. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/638719 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/660054 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/667690 324) 325) 326) 327) e) erro. www.tecconcursos.com.br/questoes/671911 CEV UECE - AFTM (Pref Sobral)/Pref Sobral/Auditoria Fiscal/2018 Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184) O negócio jurídico é anulável quando a) for preterida alguma solenidade que a lei considere essencial para a sua validade. b) existir vício resultante de erro, dolo, coação, estado de perigo, lesão ou fraude contra credores. c) não revestir a forma prescrita em lei e tiver por objetivo fraudar lei imperativa. d) o motivo determinante, comum a ambas as partes, for ilícito, impossível ou indeterminável. www.tecconcursos.com.br/questoes/692943 FCC - AFRE GO/SEFAZ GO/2018 Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184) Em relação à invalidade do negócio jurídico, a) é anulável o negócio jurídico quando o motivo determinante, comum a ambas as partes, for ilícito. b) a anulabilidade não tem efeito antes de julgada por sentença, nem se pronuncia de ofício; só os interessados a podem alegar, e aproveita exclusivamente aos que a alegarem, salvo o caso de solidariedade ou indivisibilidade. c) o negócio jurídico nulo pode ser confirmado e ratificado, embora não convalesça pelo decurso do tempo. d) é de dois anos o prazo de decadência para pleitear-se a anulação do negócio jurídico, contado da prática do ato pelo causador da anulabilidade. e) é nulo o negócio jurídico simulado e meramente anulável o negócio dissimulado, se válido for na substância e na forma. www.tecconcursos.com.br/questoes/754346 UFMT - Ana PS (Pref VG)/Pref VG (MT)/Advogado/2018 Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184) Em conformidade com a legislação civil, é considerado nulo o negócio jurídico, em virtude de a) erro. b) coação. c) lesão. d) simulação. www.tecconcursos.com.br/questoes/779507 VUNESP - Adv (SAAE)/SAAE Barretos/2018 Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184) Considere as seguintes situações: i) menor de 17 anos, divorciado, aliena imóvel de sua propriedade, sem assistência de seus pais; ii) doador renuncia, mediante cláusula expressa, ao direito de revogar uma doação por ingratidão; iii) é firmada uma promessa de compra e venda antedatada de bem imóvel, com o intuito de retirá-lo da divisão de bens de divórcio em andamento. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/671911 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/692943 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/754346 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/779507 328) 329) 330) Os negócios jurídicos são, respectivamente: a) válido, válido e anulável. b) anulável, válido e nulo. c) anulável, válido e anulável. d) válido, nulo e nulo. e) anulável, anulável e nulo. www.tecconcursos.com.br/questoes/863032 Instituto Excelência - Adv (SL Paraitinga)/Pref SL Paraitinga/2018 Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184) É nulo o negócio jurídico, EXCETO quando: a) celebrado por pessoa absolutamente incapaz. b) for ilícito, impossível ou indeterminável o seu objeto. c) quando as declarações de vontade emanarem de erro substancial que poderia ser percebido por pessoa de diligência normal, em face das circunstâncias do negócio. d) não revestir a forma prescrita em lei. www.tecconcursos.com.br/questoes/1072537 GUALIMP - PJ (CM Nova Venécia)/CM Nova Venécia/2018 Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184) De acordo com o Código Civil, marque a alternativa INCORRETA em relação à invalidade do negócio jurídico: a) Será nulo o negócio jurídico quando o motivo determinante, comum a ambas as partes, for ilícito. b) O negócio jurídico será nulo quando não revestir a forma prescrita em lei. c) Se preterida alguma solenidade que a lei considere essencial para a sua validade, será nulo o negócio jurídico. d) É nulo o negócio jurídico quando celebrado por pessoa relativamente incapaz. www.tecconcursos.com.br/questoes/467110 CONSULPLAN - NeR (TJ MG)/TJ MG/Remoção/2017 Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184) Pedro Bento, comprador, firmou escritura de compra e venda de um lote urbano com José da Silva, vendedor, com valor de R$ 100.000,00, a ser pago em 50 parcelas mensais e sucessivas e reajustáveis com base na variação anual do salário mínimo. O contrato tem cláusula de objeto, valor, parcelas, foro, entrega da posse no ato, proibição de arrependimento, valor de cada parcela e forma de reajuste. Depois, Pedro Bento entrou em juízo pedindo a revisão da forma de reajuste do contrato, porque viola o artigo 7º, IV da Constituição Federal, sugerindo ao Juiz da causa a substituição da correção das parcelas pelo índice do IPCA, frisando que quer manter as demais cláusulas do contrato, inclusive já está na posse do imóvel e que discute apenas a incidência de reajuste com base em salário mínimo. José da Silva contestou, dizendo ou vale todo contrato ou então tudo é nulo, não concordando com apenas a mudança de uma cláusula. No caso, a solução adequada é https://www.tecconcursos.com.br/questoes/863032 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1072537https://www.tecconcursos.com.br/questoes/467110 331) 332) 333) a) deferir o pedido do autor, alterando a cláusula do reajuste de vinculação a salário mínimo para o IPCA e mantendo-se todas as demais cláusulas. b) deferir o pedido do autor, mantendo cláusula do reajuste de vinculação a salário mínimo para o IPCA e alterando-se as demais cláusulas. c) indeferir todo o pedido do autor, não por nulidade e, sim, porque embora a Constituição Federal proíba a vinculação em contrato de compra e venda a salário mínimo, no caso, o documento foi assinado em ato bilateral, na autonomia da vontade, não cabendo ao juiz interferir na pendência. d) indeferir o pedido, já que o ato foi firmado mediante Escritura Pública, não pode haver mais discussão entre os firmatários do documento ou fracionamento de cláusula, e ambas as partes agiram de boa-fé, que, no caso, é presumida. www.tecconcursos.com.br/questoes/585543 UFMT - Adv (Pref Cáceres)/Pref Cáceres/2017 Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184) Quanto às nulidades dos negócios jurídicos, NÃO é correto afirmar: a) É nulo o negócio jurídico simulado, mas subsistirá o que se dissimulou, se válido for na substância e na forma. b) As nulidades devem ser pronunciadas pelo juiz, quando conhecer do negócio jurídico ou dos seus efeitos e as encontrar provadas, sendo-lhe permitido supri-las, desde que haja acordo entre as partes. c) A nulidade da obrigação principal implica a das obrigações acessórias, mas a destas não induz a da obrigação principal. d) As nulidades podem ser alegadas por qualquer interessado, ou pelo Ministério Público, quando lhe couber intervir. www.tecconcursos.com.br/questoes/379826 CONSULPLAN - Estag (TJ MG)/TJ MG/Direito/2016 Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184) É nulo o negócio jurídico: a) Praticado por erro ou fraude contra credores. b) Simulado ou quando for ilícito, impossível ou indeterminável o seu objeto. c) Na hipótese de não revestir a forma prescrita em lei ou praticado mediante coação. d) Quando o motivo determinante, comum a ambas as partes, for lícito ou no caso de lesão. www.tecconcursos.com.br/questoes/380591 CONSULPLAN - NeR (TJ MG)/TJ MG/Remoção/2016 Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184) A celebrou com B contrato particular definitivo de Compra e Venda de imóvel. Entretanto, as partes negligenciaram, por falta de conhecimento, a obrigatoriedade do instrumento público. A respeito desse caso, marque a alternativa correta, quanto à nulidade, motivo e consequência. a) O negócio jurídico será nulo de pleno direito, haja vista ter preterido solenidade que a lei considere essencial para a sua validade. Não havendo, portanto, salvamento para o negócio jurídico nulo. b) O negócio jurídico será nulo, evidente o objetivo de fraudar lei imperativa. Não havendo, portanto, salvamento para o negócio jurídico nulo. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/585543 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/379826 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/380591 334) 335) 336) c) O negócio jurídico será nulo, por não revestir a forma prescrita em lei. Não havendo, portanto, salvamento para o negócio jurídico nulo. d) O negócio jurídico que desprezou a forma prescrita em lei é nulo. Se, porém, o negócio jurídico nulo contiver os requisitos de outro, subsistirá este quando o fim a que visavam as partes permitir supor que o teriam querido, se houvessem previsto a nulidade. www.tecconcursos.com.br/questoes/350559 CONSULPLAN - NeR (TJ MG)/TJ MG/Provimento/2015 Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184) O representante do incapaz não pode praticar atos, tais como: a) Aplicações financeiras em geral. b) Alugar imóveis do incapaz. c) Vender a produção agrícola de uma fazenda do incapaz. d) Perdoar dívidas em nome do incapaz. www.tecconcursos.com.br/questoes/350810 CONSULPLAN - NeR (TJ MG)/TJ MG/Remoção/2015 Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184) Nos termos do código civil, será causa de anulabilidade a) o contrato de compra e venda, quando se deixa ao arbítrio exclusivo de uma das partes a fixação do preço. b) a venda de ascendente a descendente. c) a doação de todos os bens sem reserva de parte, ou renda suficiente para a subsistência do doador. d) a estipulação contratual que exclua qualquer sócio de participar dos lucros e das perdas. www.tecconcursos.com.br/questoes/240475 CONSULPLAN - Estag (TJ MG)/TJ MG/Direito/2014 Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184) De acordo com o que dispõe o Código Civil Brasileiro a respeito da invalidade do negócio jurídico, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas. ( ) Ressalvam‐se os direitos de terceiros de boa‐fé em face dos contraentes do negócio jurídico simulado. ( ) É nulo o negócio jurídico quando celebrado por pessoa absolutamente incapaz. ( ) É de cinco anos o prazo de decadência para pleitear‐se a anulação do negócio jurídico. ( ) O negócio jurídico nulo não é suscetível de confirmação, nem convalesce pelo decurso do tempo. A sequência está correta em a) V, F, V, F. b) F, V, V, F. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/350559 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/350810 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/240475 337) 338) 339) 340) c) V, V, F, V. d) F, V, F, F. www.tecconcursos.com.br/questoes/244965 CONSULPLAN - Adv (TERRACAP)/TERRACAP/2014 Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184) É nulo o negócio jurídico a) praticado em situação de coação. b) praticado em fraude contra credores. c) por dolo, quando este for a sua causa. d) quando as declarações de vontade emanarem de erro substancial. e) simulado, mas subsistirá o que se dissimulou, se válido for na substância e na forma. www.tecconcursos.com.br/questoes/305016 CONSULPLAN - AJ TRE RS/TRE RS/Judiciária/2008 Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184) Assinale a alternativa correta: a) A nulidade dos atos deve ser alegada na primeira oportunidade em que couber à parte falar nos autos, sob pena de decadência. b) É anulável o processo, quando o Ministério Público não for intimado a acompanhar o feito em que deva intervir. c) As citações e as intimações poderão ser convalidadas, caso sejam feitas sem observância das prescrições legais. d) O erro de forma do processo acarreta a anulação de todos os atos nele constantes. e) Quando a lei prescrever determinada forma, sem cominação de nulidade, o juiz considerará válido o ato se, realizado de outro modo, lhe alcançar a finalidade. www.tecconcursos.com.br/questoes/2141184 AVANÇASP - OLeg (CM Taboão S)/CM Taboão da Serra/2022 Direito Civil - Dos atos ilícitos (arts. 186 a 188) O servidor Público, como pilastra da organização administrativa, está sujeito à responsabilidades decorrente do exercício do cargo, emprego ou função. Esta é de ordem patrimonial e decorre do art. 186 do Código Civil, segundo a qual todo aquele que causa dano a outrem é obrigado a repará-lo. a) Responsabilidade Penal. b) Responsabilidade Civil. c) Responsabilidade Jurídica. d) Responsabilidade Regulatória. e) Responsabilidade Administrativa. www.tecconcursos.com.br/questoes/2162638 FEPESE - AFRM (Pref Criciúma)/Pref Criciúma/2022 Direito Civil - Dos atos ilícitos (arts. 186 a 188) É correto afirmar de acordo com o Código Civil. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/244965 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/305016 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2141184 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2162638 341) 342) a) O dano, quando exclusivamente moral, não é considerado ato ilícito. b) A lesão a pessoa a pretexto de remover perigo iminente não afasta o agressor da prática de ato considerado ilícito. c) O titular de um direito que, ao exercê-lo, excede manifestamente os limites impostos pelos bons costumes, comete ato ilícito. d) A remoção do perigo iminente autoriza o autor do fato a excederos limites do tolerável para obstar a destruição de coisa alheia, sem que isso torne a sua ação ilícita. e) O exercício regular de um direito, ainda que não conhecido por terceiros, não constitui ato ilícito. www.tecconcursos.com.br/questoes/2456771 IBADE - FTrib (Pref Colíder)/Pref Colíder/2022 Direito Civil - Dos atos ilícitos (arts. 186 a 188) Analise as assertivas e responda. I – Os praticados em legítima defesa. II – Os praticados no exercício regular de um direito reconhecido. III – A deterioração ou destruição da coisa alheia a fim de remover perigo iminente. IV - A lesão à pessoa a fim de remover perigo iminente. O Código Civil Brasileiro prevê que aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito e causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito. Nesse sentido, é CORRETO afirmar que, das assertivas dispostas, não constituem atos ilícitos: a) I, II e III. b) I e II. c) I, II, III e IV. d) II e III. e) III e IV. www.tecconcursos.com.br/questoes/2159103 FAFIPA - Adv (Pref B Jacaré)/Pref Barra do Jacaré/2021 Direito Civil - Dos atos ilícitos (arts. 186 a 188) Sobre os atos lícitos e ilícitos, nos termos do Código Civil de 2002, assinale a alternativa INCORRETA: a) No caso de deterioração ou destruição da coisa alheia, ou a lesão a pessoa, a fim de remover perigo iminente, o ato será legítimo somente quando as circunstâncias o tornarem absolutamente necessário, não excedendo os limites do indispensável para a remoção do perigo. b) Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito e causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito. c) Comete ato ilícito o titular de um direito que, ao exercê-lo, excede manifestamente os limites impostos pelo seu fim econômico ou social, pela boa-fé ou pelos bons costumes. d) Não constituem atos lícitos os praticados em legítima defesa ou no exercício regular de um direito reconhecido. e) Não constituem atos ilícitos a deterioração ou destruição da coisa alheia, ou a lesão a pessoa, a fim de remover perigo iminente. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2456771 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2159103 343) 344) 345) www.tecconcursos.com.br/questoes/1145952 VUNESP - Proc (VALIPREV)/VALIPREV/2020 Direito Civil - Dos atos ilícitos (arts. 186 a 188) Considere as seguintes situações a seguir: (i) Joaquim estava andando pela rua quando reparou que havia uma criança trancada no interior de um veículo chorando, procurou o responsável e, não tendo encontrado, decidiu quebrar o vidro do carro e resgatar a criança; (ii) José, vendo que a casa do seu vizinho estava pegando fogo, mesmo percebendo que o portão estava aberto, destruiu os muros de acesso para tentar apagar o fogo; e (iii) João verificou que seu vizinho estava agredindo fisicamente o seu pai idoso e omitiu-se de prestar qualquer ajuda. Diante das situações hipotéticas, assinale a alternativa que corresponde ao(s) indivíduo(s) que praticou(aram) ato(s) ilícito(s). a) Joaquim, José e João. b) Joaquim e José, apenas. c) Joaquim e João, apenas. d) José e João, apenas. e) Apenas José. www.tecconcursos.com.br/questoes/1456681 AVANÇASP - Proc J (CM Vinhedo)/CM Vinhedo/2020 Direito Civil - Dos atos ilícitos (arts. 186 a 188) No que se refere ao dano, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta: I – Aos atos jurídicos lícitos, que não sejam negócios jurídicos, aplicam-se as disposições pertinentes aos defeitos do negócio jurídico. II – O dano exclusivamente moral, provocado por omissão voluntária, não permite a caracterização de um ilícito civil. III – Constitui ilicitude civil a conduta de destruir coisa alheia para remover perigo iminente. a) Apenas o item I é verdadeiro. b) Apenas o item II é verdadeiro. c) Apenas o item III é verdadeiro. d) Apenas os itens II e III são verdadeiros. e) Todos os itens são verdadeiros. www.tecconcursos.com.br/questoes/1118719 IBFC - PNS (Pref Cuiabá)/Pref Cuiabá/Apoio Jurídico/2019 Direito Civil - Dos atos ilícitos (arts. 186 a 188) O Ato Ilícito é o praticado em desacordo com a ordem jurídica, violando direito subjetivo individual. Considere as obrigações por Atos Ilícitos, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1145952 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1456681 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1118719 346) 347) I. Aquele que, por ação ou omissão voluntaria, negligência ou imprudência, violar direito e causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito. II. Não constituem atos ilícitos: a deterioração ou destruição da coisa alheia, ou a lesão a pessoa, a fim de remover perigo iminente. III. Para configurar ato ilícito, é necessário que o infrator tenha conhecimento da ilicitude de seu ato, agindo com dolo, se intencionalmente procura prejudicar outrem, ou culpa, se, consciente dos prejuízos que advêm de seu ato, assume o risco de provocar o dano, sem qualquer deliberação de violar um dever. IV. Para que haja o pagamento da indenização pleiteada, é suficiente a apresentação de prova e do dolo do agente. a) Apenas as afirmativas I, II e III estão corretas b) Apenas a afirmativa I está correta c) Apenas a afirmativa III está correta d) Apenas as afirmativas I, III e IV estão corretas www.tecconcursos.com.br/questoes/1355216 OBJETIVA CONCURSOS - Adv (Pref A Olinto)/Pref Antonio Olinto/2019 Direito Civil - Dos atos ilícitos (arts. 186 a 188) Em face dos atos ilícitos consignados no Código Civil, analisar os itens abaixo: I. Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito e causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito. II. Também comete ato ilícito o titular de um direito que, ao exercê-lo, excede manifestamente os limites impostos pelo seu fim econômico ou social, pela boa-fé ou pelos bons costumes. III. A deterioração ou destruição da coisa alheia, ou a lesão à pessoa, a fim de remover perigo iminente, não constitui ato ilícito. Está(ão) CORRETO(S): a) Somente o item I. b) Somente o item II. c) Somente os itens I e II. d) Todos os itens. www.tecconcursos.com.br/questoes/824825 ACESSE - CJ (CM Curitibanos)/CM Curitibanos/2018 Direito Civil - Dos atos ilícitos (arts. 186 a 188) Com base no que estabelece o Código Civil (Lei nº10.406 de 10.01.2002), a respeito dos atos ilícitos, assinale a alternativa incorreta: a) Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito e causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1355216 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/824825 348) 349) 350) b) Também comete ato ilícito o titular de um direito que, ao exercê-lo, excede manifestamente os limites impostos pelo seu fim econômico ou social, pela boa-fé ou pelos bons costumes. c) Os atos praticados em legítima defesa ou no exercício regular de um direito reconhecido, não constituem atos ilícitos. d) A deterioração ou destruição da coisa alheia, ou a lesão à pessoa, a fim de remover perigo iminente, constitui-se ato ilícito, sendo que o ato somente será legítimo quando as circunstâncias o tornarem absolutamente necessário, não excedendo os limites do indispensável para a remoção do perigo. www.tecconcursos.com.br/questoes/833245 FAUEL - Adv (IPRERINE)/IPRERINE/2018 Direito Civil - Dos atos ilícitos (arts. 186 a 188) Sobre atos ilícitos no Direito Civil Brasileiro, assinale a alternativa INCORRETA: a) Comete ato ilícito aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito e causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral. b) Comete ato ilícito, aquele que promover a deterioração ou destruição da coisa alheia, ou a lesão a pessoa, mesmo com o intuito de remover perigo iminente. c) Não comete atoilícito, os praticados em legítima defesa ou no exercício regular de um direito reconhecido d) Comete ato ilícito o titular de um direito que, ao exercê-lo, excede manifestamente os limites impostos pelo seu fim econômico ou social, pela boa-fé ou pelos bons costumes. www.tecconcursos.com.br/questoes/1285819 CEC Banpará - Adv (BANPARÁ)/BANPARÁ/2017 Direito Civil - Dos atos ilícitos (arts. 186 a 188) Entre as alternativas abaixo, assinale a CORRETA: a) A ausência de denunciação à lide ao alienante, na evicção, impede o exercício de pretensão reparatória por meio de via autônoma. b) O devedor demandado pode opor ao credor as exceções que lhe forem pessoais e as comuns a todos, e, no caso, também aproveita as exceções pessoais a outro codevedor. c) O abuso de direito é uma categoria jurídica autônoma em relação à responsabilidade civil. Por isso, o exercício abusivo de posições jurídicas desafia controle independentemente de dano. d) Sendo a simulação causa de nulidade do negócio jurídico, sua alegação necessita de ação própria. www.tecconcursos.com.br/questoes/226534 CONSULPLAN - Proc (Londrina)/Pref Londrina/2011 Direito Civil - Dos atos ilícitos (arts. 186 a 188) O ato será considerado ilícito na seguinte situação: a) Quando a ação for praticada em legítima defesa. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/833245 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1285819 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/226534 351) 352) b) Quando promovida lesão à pessoa, que tenha finalidade de remover perigo iminente, nos limites do necessário para a remoção. c) Quando o titular do direito o exerce além dos limites de seu fim econômico ou social. d) Quando a ação ou omissão provocar um resultado danoso, sem que o afete qualquer agente externo. e) Quando a ação se der no exercício regular de um direito reconhecido. www.tecconcursos.com.br/questoes/238123 CONSULPLAN - Proc Jur (CREA RJ)/CREA RJ/2011 Direito Civil - Dos atos ilícitos (arts. 186 a 188) “A nosso ver, embora gerando efeitos jurídicos, o ato ilícito não deve ser chamado de ato jurídico, que por definição, é lícito. Porém, pelos efeitos jurídicos que enseja, o ato ilícito, sem dúvida, é um fato jurídico (em sentido lato). O ato ilícito, ou contrário ao direito, é jurídico, à medida que provoca um efeito jurídico, fazendo nascer uma responsabilidade civil, base de uma obrigação de ressarcir, de indenizar, a cargo do autor, e de um crédito atribuído à vítima, ao lesado, podendo, também dele resultar outra espécie de responsabilidade, a criminal. Mas gera confusão chamar ato ilícito „ato jurídico‟, só por causa dos efeitos jurídicos que proporciona. Virtude e crime têm efeitos jurídicos e nem por isso recebem a mesma denominação. E, se nos permitem o exemplo, não se pode, só porque ambas têm asas, e voam, chamar pelo mesmo nome a borboleta e a andorinha.” (Veloso, Zeno, Invalidade do Negócio Jurídico: Nulidade e Anulabilidade – Belo Horizonte, Del Rey, 2002, p. 17) Considerando o texto anterior, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas: ( ) O delito é ato gerador de responsabilidade, e pois, de direitos, mas deixa de constituir ato jurídico por não ser aquela consequência a visada pelo agente. ( ) No ilícito, o pressuposto é a ação ou omissão à qual a norma confere uma sanção punitiva, que é o efeito jurídico do ato ilícito. ( ) Os atos ilícitos por serem originários do dever de reparar, produzindo, por isso, consequências de direito, afastam-se do conceito de ato ilícito, na medida em que não têm como finalidade produzir a consequência e direito pretendidos pelo agente. A sequência está correta em: a) V, V, V b) F, F, F c) V, F, V d) F, V, F e) V, V, F www.tecconcursos.com.br/questoes/2295550 FGV - Aud Est (CGE SC)/CGE SC/Direito/2023 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) J.M., 7 anos, reside com a sua mãe, que tem a sua guarda. Nos últimos três meses, seu pai, que detém o poder familiar, deixou de pagar voluntariamente a pensão alimentícia. A respeito do tema prescrição e decadência, assinale a afirmativa correta. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/238123 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2295550 353) 354) a) O direito de reclamar alimentos familiares é imprescritível, portanto, poderá J.M. a qualquer tempo exigir de seu pai os alimentos devidos nos últimos três meses. b) No caso narrado, os alimentos devidos vencidos e não pagos prescrevem em dois anos a contar da inadimplência. c) No caso narrado, corre a prescrição pois, inobstante a menoridade de J.M., ele é representado por sua genitora. d) No caso narrado, os alimentos devidos, vencidos e não pagos prescrevem em cinco anos a contar da inadimplência. e) Não corre prescrição entre ascendentes e descendentes, durante o poder familiar e também não corre a prescrição contra os absolutamente incapazes, portanto, no caso de J.M, a contagem do prazo inicial ainda não se iniciou. www.tecconcursos.com.br/questoes/2336519 FGV - Cons Sub (TCE ES)/TCE ES/2023 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) A empresa X contratou a construção de uma ponte com a empreiteira Y. Sucede que, na semana anterior à comemoração do quinto aniversário da entrega da ponte, relatório de fiscalização constata, na estrutura, diversas fissuras que comprometem sobremaneira sua solidez. A empresa X, então, ingressa com ação indenizatória por perdas e danos dois meses depois. A sociedade empresária Y suscita prejudicial de prescrição. O processo tem curso regular, as partes dispensam provas e pedem o julgamento antecipado. Nesse caso, o juiz deverá: a) reconhecer a prescrição do fundo de direito, considerando o prazo trienal que rege as pretensões relativas à responsabilidade contratual; b) rejeitar a prejudicial, aplicando ao caso a prescrição decenal geral do Código Civil, e julgar improcedentes os pedidos, porque, no caso, era essencial a comprovação de responsabilidade subjetiva do empreiteiro, regra no regime cível, a cargo da empresa X, que dispensou provas; c) reconhecer a prescrição do fundo de direito, por aplicação do prazo quinquenal previsto pelo Código Civil para a responsabilização do empreiteiro por vícios de construção que afetem a solidez da edificação; d) rejeitar a prejudicial, aplicando ao caso a prescrição decenal geral do Código Civil, e julgar procedentes os pedidos, porque, no caso, a demanda foi ajuizada no prazo de garantia, durante o qual cumpre ao empreiteiro demonstrar que não tem responsabilidade pelo vício; e) rejeitar a prejudicial, porque o prazo de cinco anos de responsabilidade pelo contrato de empreitada surge a partir do aparecimento do vício, e julgar improcedentes os pedidos, porque, no caso, era essencial a comprovação de responsabilidade subjetiva do empreiteiro, regra no regime cível, a cargo da empresa X, que dispensou provas. www.tecconcursos.com.br/questoes/2360062 IBAM - Proc Aut (IBASS)/IBASS/2023 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Uma informação verdadeira sobre prazo prescricional está apresentada na seguinte alternativa: https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2336519 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2360062 355) 356) 357) a) só pode ser renunciado tacitamente b) pode ser alterado por acorde entre as partes c) iniciado contra uma pessoa, continua a correr contra o seu sucessor d) iniciado contra uma pessoa, reinicia contra o seu sucessor www.tecconcursos.com.br/questoes/2406231 AVANÇASP - AJ (Pref Americana)/Pref Americana/2023 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Acerca da prescrição, de acordo com o Código Civil de 2002, é correto afirmar que: a) A prescrição pode ser alegada apenas no primeiro grau de jurisdição, pela parte a quem aproveita; b) A prescrição ocorre em três anos, quando a lei não lhe haja fixado prazo menor; c) A prescrição ocorre em cinco anos, quando a lei não lhe haja fixado prazo menor; d) Prescreve em quatro anos a pretensão de cobrança de dívidas líquidasconstantes de instrumento público ou particular; e) Quando a ação se originar de fato que deva ser apurado no juízo criminal, não correrá a prescrição antes da respectiva sentença definitiva. www.tecconcursos.com.br/questoes/2416266 FAFIPA - Adv (FAZPREV)/FAZPREV/2023 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Sobre o instituto prescrição e decadência, assinale a alternativa contrária ao que dispõe o Código Civil de 2002: a) Os prazos de prescrição podem ser alterados por acordo das partes. b) A prescrição iniciada contra uma pessoa continua a correr contra o seu sucessor. c) A prescrição pode ser alegada em qualquer grau de jurisdição, pela parte a quem aproveita. d) Os relativamente incapazes e as pessoas jurídicas têm ação contra os seus assistentes ou representantes legais, que derem causa à prescrição, ou não a alegarem oportunamente. e) A renúncia da prescrição pode ser expressa ou tácita, e só valerá, sendo feita, sem prejuízo de terceiro, depois que a prescrição se consumar; tácita é a renúncia quando se presume de fatos do interessado, incompatíveis com a prescrição. www.tecconcursos.com.br/questoes/2456181 IBFC - PNS (Pref Cuiabá)/Pref Cuiabá/Apoio Jurídico/2023 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Evaristo dirigia seu veículo em alta velocidade quando colidiu com a traseira do veículo de Jussara. Nesse caso, assinale a alternativa que apresenta o prazo prescricional, contado a partir do acidente, para Jussara ajuizar a ação indenizatória a danos morais e materiais provenientes do acidente automobilístico. a) Dois anos b) Três anos c) Quatro anos d) Um ano https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2406231 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2416266 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2456181 358) 359) 360) www.tecconcursos.com.br/questoes/2462253 IBFC - Ana Amb (SEAD GO)/SEAD GO/Direito/2023 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) A respeito das disposições presentes no Código Civil de 2002 acerca da prescrição e da decadência, assinale a alternativa incorreta. a) A exceção prescreve no mesmo prazo em que a pretensão b) A prescrição iniciada contra uma pessoa continua a correr contra o seu sucessor c) Não corre a prescrição contra os ausentes do País em serviço público da União, dos Estados ou dos Municípios d) Quando a ação se originar de fato que deva ser apurado no juízo criminal, não correrá a prescrição antes da respectiva sentença definitiva e) Suspensa a prescrição em favor de um dos credores solidários, só aproveitam os outros se a obrigação for divisível www.tecconcursos.com.br/questoes/1922320 OBJETIVA CONCURSOS - Ana (IPASSP)/IPASSP/Jurídico/2022 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) No que concerne às regras relativas à prescrição e decadência, de acordo com o Código Civil, analisar os itens abaixo: I. A interrupção da prescrição por um credor aproveita aos demais. II. A interrupção produzida contra o principal devedor não prejudica o fiador. III. Prescreve em cinco anos, a pretensão de cobrança de dívidas líquidas constantes de instrumento público ou particular. Está(ão) CORRETO(S): a) Somente o item I. b) Somente o item II. c) Somente o item III. d) Somente os itens II e III. e) Nenhum dos itens. www.tecconcursos.com.br/questoes/1930269 FADESP - AFRE PA/SEFA PA/2022 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Nos termos do Código Civil, a pretensão dos credores não pagos contra os sócios ou acionistas e os liquidantes, contado o prazo da publicação da ata de encerramento da liquidação da sociedade, prescreve em a) 01 (um) ano. b) 02 (dois) anos. c) 03 (três) anos. d) 05 (cinco) anos. e) 10 (dez) anos. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2462253 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1922320 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1930269 361) 362) 363) www.tecconcursos.com.br/questoes/1932122 RBO - AFTM (Pref BH)/Pref BH/2022 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) A respeito da prescrição e decadência e suas previsões no Código Civil, assinale a alternativa correta. a) Tanto a prescrição quanto a decadência, quando estabelecidas por lei, somente podem ser reconhecidas por provocação da parte interessada, vedado o reconhecimento de ofício pelo juiz. b) Os prazos prescricionais previstos em lei podem ser alterados por disposições das partes. c) É nula a renúncia à decadência quando esta estiver fixada em lei. d) Não se admite prescrição intercorrente na disciplina civil brasileira. e) A decadência convencional é nula de pleno direito. www.tecconcursos.com.br/questoes/1942507 CEBRASPE (CESPE) - ATT (SEFAZ SE)/SEFAZ SE/2022 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Acerca do instituto da prescrição, assinale a opção correta. a) Os prazos de prescrição podem ser alterados consensualmente pelas partes. b) A prescrição somente pode ser interrompida pelo autor da ação. c) A prescrição iniciada contra uma pessoa se estende ao seu sucessor. d) A alegação da prescrição pela parte que dela se aproveita somente pode ser alegada em primeiro grau de jurisdição. e) A interrupção da prescrição poderá ocorrer diversas vezes no processo. www.tecconcursos.com.br/questoes/2004712 GUALIMP - Adv (Pref Carmo)/Pref Carmo/2022 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Acerca das previsões sobre prescrição e decadência na legislação civil, analise as seguintes afirmativas: I - Em regra, aplica-se à decadência, no que couber, as normas da suspensão e interrupção da prescrição. II - Havendo capacidade legal e manifestação expressa por escrito, renunciar previamente a prescrição é válido. III - As partes podem alterar, por acordo, os prazos de prescrição, inclusive mediante renúncia expressa ou tácita. Está correto o que se diz em: a) Todas as afirmativas são falsas. b) Somente as afirmativas I e II são verdadeiras. c) Somente as afirmativas II e III são verdadeiras. d) Todas as afirmativas são verdadeiras. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1932122 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1942507 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2004712 364) 365) 366) www.tecconcursos.com.br/questoes/2043241 Legalle - Proc (CM POA)/CM POA/2022 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) A prescrição ocorre em 10 anos, quando a lei não lhe haja fixado prazo menor. Contudo, prescreve em um ano: a) A pretensão de cobrança de dívidas líquidas constantes de instrumento público ou particular. b) A pretensão contra as pessoas em seguida indicadas por violação da lei ou do estatuto, contado o prazo para os liquidantes, da primeira assembleia semestral posterior à violação. c) A pretensão para receber prestações vencidas de rendas temporárias ou vitalícias. d) A pretensão dos credores não pagos contra os sócios ou acionistas e os liquidantes, contado o prazo da publicação da ata de encerramento da liquidação da sociedade. e) A pretensão de ressarcimento de enriquecimento sem causa. www.tecconcursos.com.br/questoes/2117409 Unifil - Adv (CM Mandaguaçu)/CM Mandaguaçu/2022 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Conforme disposto no Código Civil - Da prescrição, assinale a alternativa correta. a) Prescreve em três anos a pretensão de cobrança de dívidas líquidas constantes de instrumento público ou particular. b) Prescreve em três anos a pretensão do vencedor para haver do vencido o que despendeu em juízo. c) Prescreve em três anos a pretensão dos profissionais liberais em geral, procuradores judiciais, curadores e professores pelos seus honorários, contado o prazo da conclusão dos serviços, da cessação dos respectivos contratos ou mandato d) Prescreve em três anos a pretensão relativa a aluguéis de prédios urbanos ou rústicos. e) Prescreve em três anos a pretensão do segurado contra o segurador, ou a deste contra aquele, contado o prazo. www.tecconcursos.com.br/questoes/2122054 OBJETIVA CONCURSOS- Ass Jur (Pref SMPQ)/Pref SMPQ/2022 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) De acordo com o Código Civil, sobre prescrição e decadência, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA: ( ) A exceção não prescreve no mesmo prazo que a pretensão. ( ) A prescrição iniciada contra uma pessoa não corre contra o seu sucessor. a) C - C. b) E - C. c) C - E. d) E - E. www.tecconcursos.com.br/questoes/2162651 FEPESE - AFRM (Pref Criciúma)/Pref Criciúma/2022 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2043241 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2117409 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2122054 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2162651 367) 368) 369) Assinale a alternativa correta de acordo com o Código Civil. a) Ainda que extrajudicial, constitui causa suspensiva da prescrição qualquer ato do devedor que importe reconhecimento do direito do credor. b) Prescreve em cinco anos a pretensão para haver juros, dividendos ou quaisquer prestações acessórias, pagáveis, em períodos não maiores de um ano, com capitalização ou sem ela. c) A prescrição interrompida recomeça a correr da data do ato que a interrompeu, ou do último ato do processo para a interromper. d) A suspensão da prescrição em favor de um dos credores solidários, a todos os outros beneficiará. e) A prescrição intercorrente correrá pela metade do prazo previsto para prescrição da pretensão principal. www.tecconcursos.com.br/questoes/2163326 FCC - ARE (SEFAZ AP)/SEFAZ AP/2022 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Atenção: A questão refere-se a Direito Civil. Interrompida pelo protesto, a prescrição a) somente poderá ser novamente interrompida pelo despacho do juiz que ordenar a citação. b) somente poderá ser novamente interrompida pela efetiva citação. c) poderá ser novamente interrompida por qualquer ato judicial que constitua em mora o devedor. d) poderá ser novamente interrompida por qualquer ato inequívoco, ainda que extrajudicial, que importe reconhecimento do direito pelo devedor. e) não poderá ser interrompida por uma segunda vez. www.tecconcursos.com.br/questoes/2215343 FGV - AT (TCE TO)/TCE TO/Direito/2022 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Wagner contratou a arquiteta Valéria no início do ano de 2020 para que ela desenvolvesse um projeto de reforma da sua cozinha e acompanhasse as respectivas obras. Ambos acordaram que os honorários de Valéria deveriam ser pagos no último dia útil daquele mesmo ano. Conforme as obras da cozinha prosseguiram, porém, Wagner e Valéria desenvolveram uma amizade íntima, que acabou evoluindo para um namoro e culminou no casamento dos dois, em maio de 2021. Envolvida com o novo relacionamento afetivo, Valéria jamais realizou qualquer ato de cobrança dos honorários a que fazia jus, muito embora tenha concluído o serviço dentro dos termos e do prazo contratados; Wagner, por sua vez, jamais tocou no assunto ou sequer cogitou pagar os honorários devidos à esposa. Considerando que ambos permanecem casados atualmente e que o prazo legal para que Valéria cobre os seus honorários é de cinco anos, é correto concluir a respeito desse caso que: a) a pretensão de Valéria de cobrar os seus honorários extinguiu-se na data do seu casamento com Wagner; b) jamais chegou a nascer para Valéria qualquer pretensão de cobrar os seus honorários; c) nunca chegou a correr a prescrição contra a pretensão de Valéria de cobrar os seus honorários d) o casamento com Wagner interrompeu a prescrição contra a pretensão de Valéria de cobrar os seus honorários; e) a prescrição contra a pretensão de Valéria de cobrar os seus honorários encontra-se suspensa. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2163326 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2215343 370) 371) 372) www.tecconcursos.com.br/questoes/2218756 IBFC - Esp Fom (AFEAM)/AFEAM/Jurídico/2022 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Assinale a alternativa que preencha corretamente a lacuna. Não corre a prescrição ______. a) estando vencido o prazo b) entre os conviventes, na constância da sociedade de fato c) entre ascendentes e descendentes, em qualquer circunstância d) pendendo ação de evicção www.tecconcursos.com.br/questoes/2219925 FGV - Adv (SEN)/SEN/2022 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Em 03 de maio de 1998, quando namorava Antônia, Carlos tomou R$ 3.000,00 (três mil reais) emprestados de sua namorada para realização de uma viagem de lazer com amigos. O valor deveria ser pago em 03 de maio de 2000. No ano seguinte ao empréstimo, Antônia e Carlos contraem matrimônio no dia 03 de maio e decidem optar pelo regime da comunhão universal de bens. Em 2018, o casal resolve dissolver a sociedade conjugal e a extinção do casamento pelo divórcio ocorre em 03 de maio daquele ano. Seis meses após o divórcio, Antônia decide cobrar seu crédito oriundo do referido empréstimo. Acerca do crédito de Antônia, é correto afirmar que a) a pretensão de Antônia encontra-se extinta em razão da ocorrência da prescrição. b) Antônia pode cobrar o valor, pois o prazo prescricional ficou interrompido e não houve extinção da dívida por confusão. c) é indevido o pagamento por Antônia, ante o uso do valor para aprestos do matrimônio. d) Carlos deve realizar o pagamento, pois a dívida é excluída da comunhão e o prazo prescricional ficou suspenso. e) a cobrança é indevida, pois a comunhão universal extinguiu a obrigação por força da confusão patrimonial. www.tecconcursos.com.br/questoes/2222561 Instituto Consulplan - JL (TJ CE)/TJ CE/2022 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Em decorrência dos gastos hospitalares despendidos após sofrer atropelamento, a pessoa que sofreu o acidente pretende ajuizar ação contra o condutor. Este, ao pisar no freio, não conseguiu parar o veículo, apesar de ter retirado o carro da oficina mecânica poucos minutos antes do infortúnio, para justamente consertar um problema de frenagem. Tal fato despertou seu interesse em processar o dono da oficina pela falha na prestação do serviço. Os respectivos prazos prescricionais para a exigibilidade das pretensões da vítima do acidente e do motorista, pela via judicial são de: a) 3 anos para ambos: vítima e condutor. b) 10 anos para ambos: vítima e condutor. c) 3 anos para a vítima e 10 anos para o motorista. d) 10 anos para a vítima e 3 anos para o motorista. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2218756 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2219925 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2222561 373) 374) 375) www.tecconcursos.com.br/questoes/2222991 FEPESE - An Tec (CINCATARINA)/CINCATARINA/IV/Advogado/2022 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Com fundamento no Código Civil brasileiro, assinale a alternativa correta a respeito da prescrição e da decadência. a) Prescreve em três anos a pretensão do vencedor para haver do vencido o que despendeu em juízo. b) Salvo disposição legal em sentido contrário, aplicam-se à decadência as normas que impedem, suspendem ou interrompem a prescrição. c) Como regra, a interrupção da prescrição por um credor aproveita aos demais credores. d) A prescrição interrompida recomeça a correr da data do ato que a interrompeu, ou do último ato do processo para a interromper. e) Os prazos de prescrição poderão ser alterados por acordo das partes, mediante negócio jurídico processual. www.tecconcursos.com.br/questoes/2235658 FCC - AFTE (SEFAZ PE)/SEFAZ PE/2022 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) De acordo com o Código Civil, a prescrição a) pode ser renunciada, desde que expressamente, tal como a decadência fixada em lei. b) não pode ser renunciada, diferentemente da decadência fixada em lei, que pode ser renunciada, tácita ou expressamente. c) pode ser renunciada, tácita ou expressamente, tal como a decadênciafixada em lei. d) pode ser renunciada, tácita ou expressamente, diferentemente da decadência fixada em lei, que não admite renúncia. e) não pode ser renunciada, tal como a decadência fixada em lei. www.tecconcursos.com.br/questoes/2238619 Instituto Consulplan - Ass Jur (PGE SC)/PGE SC/2022 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) A empresa Service celebrou contrato de prestação de serviço de assistência médico-hospitalar com a empresa Vidaplena, operadora de planos de saúde. A finalidade da contratação é o atendimento aos funcionários da empresa Service. Ocorre que a referida empresa não cumpriu o contrato no tocante ao pagamento pelos serviços, restando-se inadimplente com a empresa Vidaplena. Nos termos do Código Civil, o prazo para que a empresa Vidaplena possa requerer o pagamento do débito contraído pela empresa Service é de: a) Um ano. b) Dois anos. c) Três anos. d) Quatro anos. e) Cinco anos. www.tecconcursos.com.br/questoes/2255724 FUNATEC - Ass (CM Pres Dutra)/CM Pres Dutra/Jurídico/2022 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2222991 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2235658 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2238619 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2255724 376) 377) 378) 379) Nos termos do Código Civil, não corre prescrição: a) Entre cônjuges, durante e depois da sociedade conjugal. b) Contra os incapazes, relativos e absolutos. c) Contra os ausentes do País em serviço público da União, dos Estados ou dos Municípios. d) Contra os que se acharem servindo nas Forças Armadas. www.tecconcursos.com.br/questoes/2255727 FUNATEC - Ass (CM Pres Dutra)/CM Pres Dutra/Jurídico/2022 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) A pretensão dos credores não pagos contra os sócios ou acionistas e os liquidantes, contado o prazo da publicação da ata de encerramento da liquidação da sociedade, prescreve em: a) Um ano. b) Dois anos. c) Cinco anos. d) Dez anos. www.tecconcursos.com.br/questoes/2260120 FEPESE - Adv (Pref Pinhalzin)/Pref Pinhalzinho/2022 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) De acordo com o Código Civil brasileiro, a interrupção da prescrição, que somente poderá ocorrer uma vez, dar-se-á 1. por despacho do juiz, desde que competente, que receba a ação de cobrança. 2. pela cobrança extrajudicial. 3. pela apresentação do título de crédito em juízo de inventário. 4. por protesto cambial. Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas. a) São corretas apenas as afirmativas 2 e 4. b) São corretas apenas as afirmativas 3 e 4. c) São corretas apenas as afirmativas 1, 2 e 3. d) São corretas apenas as afirmativas 1, 3 e 4. e) São corretas apenas as afirmativas 2, 3 e 4. www.tecconcursos.com.br/questoes/2260132 FEPESE - Adv (Pref Pinhalzin)/Pref Pinhalzinho/2022 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) De acordo com o Código Civil brasileiro, assinale a alternativa que indica corretamente o prazo prescricional de pretensão do vencedor para haver do vencido o que despendeu em juízo e da pretensão de reparação civil, respectivamente. a) 1 e 3 anos b) 3 e 3 anos c) 3 e 5 anos d) 5 e 3 anos e) 5 e 5 anos https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2255727 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2260120 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2260132 380) 381) 382) 383) www.tecconcursos.com.br/questoes/2311193 IDECAN - TTE (SEFAZ RR)/SEFAZ RR/2022 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Acerca da prescrição e da decadência no direito civil, assinale a alternativa correta: a) A exceção prescreve no dobro do prazo da pretensão. b) Os prazos de prescrição podem ser alterados por acordo das partes. c) É nula a renúncia à decadência fixada em lei. d) Não pode o juiz, de ofício, conhecer da decadência e da prescrição. e) A prescrição iniciada contra uma pessoa se interrompe contra o seu sucessor. www.tecconcursos.com.br/questoes/2318665 Instituto Consulplan - AAS (CM Unaí)/CM Unaí/Consultor Jurídico/2022 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Simone, por meio de contrato, alugou um apartamento para Caio. Após um ano de locação, Caio deixou o apartamento de Simone, entretanto, devendo dois meses de aluguel. O prazo que Simone dispõe para cobrar de Caio os dois meses de aluguel vencidos e não pagos prescreve em: a) Dois anos. b) Três anos. c) Cinco anos. d) Dez anos. www.tecconcursos.com.br/questoes/2335369 FUNCERN - Adv (Maxaranguape)/Pref Maxaranguape/2022 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) A prescrição é um instituto previsto no Código Civil Brasileiro. Sobre os prazos da prescrição, é correto afirmar, com base no texto expresso do referido Código, que a) a prescrição ocorre em dez anos, quando a lei não lhe haja fixado prazo menor. b) em um ano prescreve a pretensão para haver prestações alimentares, a partir da data em que se vencerem. c) a prescrição ocorre em vinte anos, quando a lei não lhe haja fixado prazo menor. d) em dois anos prescreve a pretensão para receber prestações vencidas de rendas temporárias ou vitalícias. www.tecconcursos.com.br/questoes/2399016 IAUPE - Adv (CM Goiana)/CM Goiana/2022 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Considere as afirmativas abaixo sobre prescrição e decadência: I. A renúncia à prescrição pode ser expressa ou tácita e só valerá, sendo feita, sem prejuízo de terceiro, depois que a prescrição se consumar. II. É nula a renúncia à decadência, seja convencional ou fixada em lei. III. Em regra, aplicam-se à decadência as normas que impedem ou suspendem a prescrição. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2311193 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2318665 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2335369 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2399016 384) 385) 386) IV. Não corre a prescrição contra os absolutamente incapazes nem contra os relativamente incapazes. Estão INCORRETAS a) I e III, apenas. b) II e IV, apenas. c) II, III e IV, apenas. d) I, III e IV, apenas. e) I, II, III e IV. www.tecconcursos.com.br/questoes/2418503 FAFIPA - Adv (CM Ourizona)/CM Ourizona/2022 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) O instituto da prescrição pode ser sucintamente definido como a extinção da pretensão à prestação devida em função de um descumprimento. O Código Civil prevê que a prescrição ocorre em dez anos, quando a lei não lhe haja fixado prazo menor. Acerca dos prazos prescricionais previstos no Código Civil, assinale a alternativa CORRETA: a) Prescreve em cinco anos a pretensão de reparação civil. b) Prescreve em um ano a pretensão dos hospedeiros ou fornecedores de víveres destinados a consumo no próprio estabelecimento, para o pagamento da hospedagem ou dos alimentos. c) Prescreve em três anos a pretensão dos tabeliães, auxiliares da justiça, serventuários judiciais, árbitros e peritos, pela percepção de emolumentos, custas e honorários. d) Prescreve em um ano a pretensão relativa a aluguéis de prédios urbanos ou rústicos. e) Prescreve em três anos a pretensão de cobrança de dívidas líquidas constantes de instrumento público ou particular. www.tecconcursos.com.br/questoes/2429724 IBFC - Adv (Franca)/CM Franca/2022 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Acerca das disposições do Código Civil sobre prescrição e decadência, assinale a alternativa incorreta. a) A exceção prescreve no mesmo prazo em que a pretensão b) A renúncia da prescrição pode ser expressa ou tácita, e só valerá, sendo feita, sem prejuízo de terceiro, depois que a prescrição se consumar c) A renúncia da decadência fixada em lei poderá ocorrer após sua consumação d) Suspensa a prescrição em favor de um dos credores solidários, só aproveitam os outros se a obrigação for indivisível www.tecconcursos.com.br/questoes/2436748 Instituto Verbena - Ana (Pref Itiquira)/Pref Itiquira/Jurídico/2022Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Carvalho Filho (2019) ensina que a perda de efeitos jurídicos em virtude de norma jurídica superveniente contrária àquela que respaldava a prática do ato se refere ao conceito de a) decadência. b) caducidade. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2418503 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2429724 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2436748 387) 388) 389) c) prescrição. d) preclusão. www.tecconcursos.com.br/questoes/2448060 IBADE - PJ (CM Acrelândia)/CM Acrelândia/2022 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Em consonância com o Código Civil Brasileiro, prescreve em um ano: a) a pretensão dos credores não pagos contra os sócios ou acionistas e os liquidantes, contado o prazo da publicação da ata de encerramento da liquidação da sociedade. b) a pretensão relativa a aluguéis de prédios urbanos ou rústicos. c) a pretensão para haver prestações alimentares, a partir da data em que se vencerem. d) a pretensão de ressarcimento de enriquecimento sem causa. e) a pretensão de cobrança de dívidas líquidas constantes de instrumento público ou particular. www.tecconcursos.com.br/questoes/1692364 FGV - ATCE (TCE-AM)/TCE AM/Ministério Público de Contas/2021 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Em 15 de janeiro de 2020, André completou 12 anos de idade. Enquanto passeava com seu pai para celebrar a ocasião, André foi atingido por um cinzeiro caído de um edifício particular. André pode pretender a reparação civil dos danos sofridos até: a) 15 de janeiro de 2023; b) 15 de janeiro de 2024; c) 15 de janeiro de 2026; d) 15 de janeiro de 2027; e) 15 de janeiro de 2029. www.tecconcursos.com.br/questoes/1716522 Instituto AOCP - Ass (CM Teresina)/CM Teresina/Jurídico Legislativo/2021 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Sobre a prescrição e decadência, assinale a alternativa correta. a) Prescreve em um ano a pretensão para receber prestações vencidas de rendas temporárias ou vitalícias. b) É válida a renúncia à decadência fixada em lei. c) Prescreve em quatro anos a pretensão relativa à tutela, a contar da data da aprovação das contas. d) Se a decadência for convencional, a parte a quem aproveita pode alegá-la em qualquer grau de jurisdição, podendo o juiz suprir a alegação. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2448060 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1692364 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1716522 390) 391) 392) e) Prescreve em três anos a pretensão dos credores não pagos contra os sócios ou acionistas e os liquidantes, contado o prazo da publicação da ata de encerramento da liquidação da sociedade. www.tecconcursos.com.br/questoes/1735417 FADESP - Adv (CM Marabá)/CM Marabá/2021 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Nos termos do Código Civil, a pretensão dos profissionais liberais em geral, procuradores judiciais, curadores e professores pelos seus honorários, contado o prazo da conclusão dos serviços, da cessação dos respectivos contratos ou mandato, prescreve em a) 01 (um) ano. b) 02 (dois) anos. c) 03 (três) anos. d) 05 (cinco) anos. e) 10 (dez) anos. www.tecconcursos.com.br/questoes/1810493 CEBRASPE (CESPE) - AFTE (SEFAZ RR)/SEFAZ RR/2021 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Com relação à prescrição e à decadência no direito civil, julgue os próximos itens. I. A prescrição representa a perda de um direito que não foi devidamente exercido por seu titular ou sucessor dentro do prazo previsto pelo legislador. II. A renúncia prévia ao prazo prescricional somente será admitida se exercida de forma expressa e por manifestação inequívoca. III. Os prazos prescricionais e decadenciais não correm contra os absolutamente incapazes. IV. De acordo com o Superior Tribunal de Justiça, as ações de natureza indenizatória que tenham como causa de pedir atos de perseguição política com violação de direitos fundamentais ocorridos durante o regime militar são imprescritíveis. Estão certos apenas os itens a) I e II. b) II e IV. c) III e IV. d) I, II e III. e) I, III e IV. www.tecconcursos.com.br/questoes/1867265 Instituto Consulplan - Ana Jud (TJM MG)/TJM MG/Analista Judiciário/2021 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Considere as situações específicas a seguir. I. No curso da prescrição de uma dívida líquida e certa, reconheceu- se, judicialmente, a condição pródiga de Sílvia. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1735417 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1810493 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1867265 393) 394) 395) II. Ivan era credor de Cibelle e, antes do termo final da prescrição, desenvolveram uma relação amorosa e se casaram. III. Edgar era chefe executivo de uma sociedade anônima; contudo, devedor do financiamento de um automóvel. No curso do prazo prescricional para cobrança dessa dívida, teve que se ausentar do Brasil a trabalho. NÃO representam situações que contêm causas que impedem ou suspendem a prescrição a) I, II e III. b) I e II, apenas. c) I e III, apenas. d) II e III, apenas. www.tecconcursos.com.br/questoes/1896185 FCC - Proc A (MANAUSPREV)/MANAUSPREV/2021 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) De acordo com as disposições do Código Civil, a decadência a) se interrompe por qualquer ato judicial que constitua em mora o devedor. b) convencional pode ser conhecida de ofício pelo juiz, em qualquer grau de jurisdição. c) não corre entre os cônjuges na constância da sociedade conjugal. d) para pleitear-se a anulação do negócio jurídico em razão de erro, dolo ou coação opera-se no prazo de quatro anos. e) pode ser validamente renunciada, seja ela estabelecida por lei ou por acordo entre as partes. www.tecconcursos.com.br/questoes/1910808 Instituto Consulplan - NeR (TJ MS)/TJ MS/Provimento/2021 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Nayara locou imóvel residencial urbano de sua propriedade para Paulo, estabelecendo-se no pacto firmado entre as partes o valor mensal de R$ 2.570,00 (dois mil, quinhentos e setenta reais), com vencimento a todo dia 5 (cinco), vencendo-se a primeira renda em 05/05/2006. Transcorridos 6 (seis) meses de relação contratual, ou seja, a partir de novembro, Paulo deixou de adimplir os aluguéis. Considerando a situação hipotética, assinale a alternativa que corresponde ao prazo prescricional para que Nayara deduza sua pretensão relativa aos aluguéis em questão. a) 1 ano. b) 3 anos. c) 4 anos. d) 5 anos. www.tecconcursos.com.br/questoes/1910830 Instituto Consulplan - NeR (TJ MS)/TJ MS/Provimento/2021 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) João e Manoel devem, solidariamente, R$ 500,00 (quinhentos reais) a Pedro. Imaginemos que, antes do pagamento da dívida, João, que possui 2 (dois) filhos maiores e capazes, venha a falecer. Suponhamos, ainda, que um dos seus herdeiros reconheça a dívida por meio da assinatura de um documento de confissão de dívida. Considerando a situação descrita, assinale a alternativa correta. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1896185 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1910808 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1910830 396) 397) a) Com a assinatura do termo de confissão de dívida, a contagem do prazo prescricional se interrompe para o herdeiro que fez a assinatura da confissão, para o outro filho de João e para Manoel. b) Com a assinatura do termo de confissão de dívida, a contagem do prazo prescricional se interrompe para o herdeiro que fez a assinatura da confissão e para o outro filho de João; mas, em relação a Manoel, a prescrição continua a correr normalmente. c) Com a assinatura do termo de confissão de dívida, a contagem do prazo prescricional se interrompe para o herdeiro que fez a assinatura da confissão; mas, em relação ao outro herdeiro de João e a Manoel, a prescrição continua a correr normalmente. d) A assinatura dotermo de confissão de dívida não tem o condão de interromper, para nenhum dos personagens envolvidos na hipótese apresentada, a prescrição, de forma que ela continua a correr normalmente para ambos os filhos de João e para Manoel. www.tecconcursos.com.br/questoes/1911091 Instituto Consulplan - NeR (TJ MS)/TJ MS/Remoção/2021 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) A decadência é instituto que, quando de sua ocorrência, fulmina o próprio direito, cuidando o Código Civil de contemplar previsões genéricas a seu respeito a partir do Art. 207 de referido diploma legal. Acerca da decadência, tem-se por oposta à previsão legal: a) Após consumada, não se admite a renúncia à decadência. b) À decadência convencional pode ser alegada qualquer grau de jurisdição. c) Decorrendo de previsão legal à decadência, deve o Juiz conhecê-la de ofício. d) À decadência aplica-se, a rigor, as regras que impedem, suspendem ou interrompem a prescrição. www.tecconcursos.com.br/questoes/1912100 Instituto Consulplan - JL (TJ MS)/TJ MS/2021 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) “A prescrição é a extinção da pretensão à prestação devida – direito esse que continua existindo na relação jurídica de direito material – em função de um descumprimento (que gerou a ação). A decadência se refere à perda efetiva de um direito pelo seu não exercício no prazo estipulado.” (STOLZE, Pablo; FILHO, Rodolfo; 2011. P. 500.) Sobres os institutos da prescrição e decadência, analise as afirmativas a seguir. I. A paralisação da ação rescisória por mais de cinco anos acarreta a prescrição intercorrente. II. A prescrição incide sobre direito que autoriza poder de intervenção unilateral na esfera jurídica alheia, sem contraprestação correspondente. III. Aplicam-se à decadência as normas que impedem, suspendem ou interrompem a prescrição, salvo disposição legal em contrário. IV. A notificação extrajudicial e o protesto de título cambiário em cartório têm o condão de interromper o prazo prescricional. Está correto o que se afirma apenas em a) I. b) III. c) I e IV. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1911091 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1912100 398) 399) 400) d) II e III. e) I, II e IV. www.tecconcursos.com.br/questoes/1968382 GUALIMP - AJM (CL Gasparian)/Pref CL Gasparian/2021 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Sobre a prescrição e a decadência no Código Civil Brasileiro, assinale a alternativa CORRETA: a) A prescrição somente pode ser alegada em primeiro grau de jurisdição. b) A prescrição iniciada contra uma pessoa não continua a correr contra o seu sucessor. c) Os relativamente incapazes e as pessoas jurídicas têm ação contra os seus assistentes ou representantes legais, que derem causa à prescrição, ou não a alegarem oportunamente. d) Os prazos de prescrição podem ser alterados por acordo das partes. www.tecconcursos.com.br/questoes/2134893 ADVISE - Adv (Pref Coremas)/Pref Coremas/2021 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) De acordo com o Código Civil, acerca da prescrição e decadência, é CORRETO afirmar que: a) O juiz não pode suprir a ausência de alegação de decadência convencional. b) A renúncia da prescrição só pode ser feita de forma expressa. c) Os prazos prescricionais podem ser alterados de comum acordo entre as partes, desde que não prejudique direito de terceiros. d) A prescrição poderá ser suspensa uma única vez e se dará, entre outras hipóteses, por despacho do juiz. e) A prescrição iniciada contra uma pessoa não continua a correr contra o seu sucessor. www.tecconcursos.com.br/questoes/2155179 FAFIPA - Adv (Brasilândia)/Pref Brasilândia/2021 Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211) Na acepção jurídica do termo, a prescrição é a perda da pretensão de reparação de um direito violado. Nesse sentido, sobre a prescrição, nos termos do Código Civil de 2002, assinale a alternativa INCORRETA: a) A renúncia da prescrição pode ser expressa ou tácita, e só valerá, sendo feita, sem prejuízo de terceiro, depois que a prescrição se consumar; tácita é a renúncia quando se presume de fatos do interessado, incompatíveis com a prescrição. b) Não corre a prescrição contra os ausentes do País em serviço público da União, dos Estados ou dos Municípios. c) Prescreve em dois anos a pretensão relativa a aluguéis de prédios urbanos ou rústicos. d) A interrupção da prescrição, que somente poderá ocorrer uma vez, dar-se-á por qualquer ato inequívoco, ainda que extrajudicial, que importe reconhecimento do direito pelo devedor. https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1968382 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2134893 https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2155179 Gabarito 201) C 202) C 203) C 204) D 205) E 206) B 207) E 208) B 209) B 210) C 211) B 212) D 213) B 214) C 215) E 216) B 217) C 218) A 219) A 220) E 221) B 222) D 223) A 224) A 225) D 226) B 227) B 228) A 229) C 230) B 231) D 232) D 233) A 234) C 235) C 236) E 237) A 238) D 239) D 240) B 241) B 242) D 243) A 244) C 245) D 246) C 247) A 248) A 249) B 250) C 251) E 252) D 253) C 254) A 255) B 256) D 257) C 258) C 259) E 260) B 261) A 262) B 263) B 264) B 265) D 266) D 267) C 268) B 269) D 270) E 271) B 272) D 273) A 274) A 275) D 276) D 277) E 278) D 279) D 280) A 281) A 282) D 283) A 284) E 285) C 286) C 287) B 288) E 289) C 290) E 291) D 292) C 293) C 294) E 295) C 296) C 297) B 298) B 299) C 300) A 301) D 302) A 303) D 304) C 305) B 306) E 307) E 308) C 309) A 310) A 311) A 312) E 313) C 314) D 315) B 316) D 317) C 318) B 319) A 320) D 321) C 322) A 323) A 324) B 325) B 326) D 327) D 328) C 329) D 330) A 331) B 332) B 333) D 334) D 335) B 336) C 337) E 338) E 339) B 340) C 341) C 342) D 343) D 344) A 345) A 346) D 347) D 348) B 349) C 350) C 351) E 352) E 353) D 354) C 355) E 356) A 357) B 358) E 359) C 360) A 361) C 362) C 363) A 364) D 365) D 366) D 367) C 368) E 369) E 370) D 371) D 372) C 373) D 374) D 375) Anulada 376) C 377) A 378) B 379) D 380) C 381) B 382) A 383) C 384) B 385) C 386) B 387) A 388) D 389) C 390) D 391) C 392) C 393) D 394) B 395) C 396) D 397) A 398) C 399) A 400) C