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SIMULADO1 Direito Civil para Bacharel (CFC) 2023

Conjunto de questões objetivas de Direito Civil sobre defeitos/vícios do negócio jurídico (arts. 138–165 CC), extraídas de concursos (FGV, VUNESP, CONSULPAM, FUMARC, FAFIPA), com enunciados e alternativas sobre lesão, estado de perigo, dolo, simulação e erro.

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201) 
202) 
Direito Civil para Bacharel (CFC) 2023
https://www.tecconcursos.com.br/s/Q2oLzf
Ordenação: Por Matéria e Assunto (data)
www.tecconcursos.com.br/questoes/2295545
FGV - Aud Est (CGE SC)/CGE SC/Direito/2023
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
Manoela, 83 anos de idade, capaz e lúcida, adquiriu um vasto patrimônio em virtude do
falecimento de seu marido, ocorrido no ano passado. Sem nenhuma experiência no mercado imobiliário,
confiando em seu neto, adquiriu um terreno em sua cidade, pagando cinco vezes acima do preço real do
bem. O imóvel era da propriedade da namorada do neto.
 
Diante da situação narrada, assinale a afirmativa correta.
a) O negócio jurídico é válido, pois Manoela é capaz e lúcida.
b) O negócio jurídico é nulo, em virtude do dolo de terceiros.
c) O negócio jurídico é anulável, pois o negócio jurídico descrito no enunciado é viciado devido à
lesão.
d) O negócio jurídico é nulo, pois o negócio jurídico realizado por Manoela foi simulado.
e) O negócio jurídico é anulável, em virtude do erro essencial.
www.tecconcursos.com.br/questoes/2349603
VUNESP - Proc (CAMPREV)/CAMPREV/2023
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
Assinale a alternativa correta acerca da lesão e estado de perigo.
a) A lesão exige a presença do denominado dolo de aproveitamento da outra parte.
b) A lesão acarretará a anulação do negócio jurídico quando verificada, durante a execução desse, a
desproporção manifesta entre as prestações assumidas pelas partes, presumindo-se a premente
necessidade ou a inexperiência do lesado.
c) A inexperiência que configura a lesão não deve necessariamente significar imaturidade ou
desconhecimento em relação à prática de negócios jurídicos em geral, podendo ocorrer também
quando o lesado, ainda que estipule contratos costumeiramente, não tenha conhecimento específico
sobre o negócio em causa.
d) Configura-se a lesão quando alguém, premido da necessidade de salvar-se, ou a pessoa de sua
família, de gravo dano, ainda que desconhecido pela outra parte, assume obrigação excessivamente
onerosa ou que se mostre onerosa durante o seu cumprimento, em razão de fato não previsto na
formação do negócio jurídico.
e) No estado de perigo, deve-se declarar a nulidade do negócio jurídico, ainda que a parte favorecida
ofereça suplemento suficiente para a redução do proveito, ou concorde com a redução desse.
www.tecconcursos.com.br/questoes/2390745
Instituto CONSULPAM - ACE (TCM PA)/TCM PA/Jurídica/2023
https://www.tecconcursos.com.br/s/Q2oLzf
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2295545
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2349603
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2390745
203) 
204) 
205) 
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
Diversas são as previsões de defeitos nos negócios jurídicos, conforme o Código Civil brasileiro
elenca.
 
Nesse sentido, assinale a opção INCORRETA sobre a temática.
a) Se ambas as partes procederem com dolo, nenhuma pode alegá-lo para anular o negócio, ou
reclamar indenização.
b) A definição de “lesão” nesse contexto, é quando uma pessoa, sob premente necessidade, ou por
inexperiência, se obriga a prestação manifestamente desproporcional ao valor da prestação oposta.
c) É nulo o negócio jurídico simulado, mesmo quando válido for na substância e na forma.
d) É de quatro anos o prazo de decadência para pleitear-se a anulação do negócio jurídico, contado,
no caso de atos de incapazes, do dia em que cessar a incapacidade.
www.tecconcursos.com.br/questoes/2409345
FUMARC - Proc (ALMG)/ALMG/2023
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
De acordo com o direito civil brasileiro, sobre os defeitos do negócio jurídico, é CORRETO afirmar:
a) É anulável o negócio jurídico simulado, mas subsistirá o que se dissimulou, se válido for na
substância e na forma.
b) Não vicia o negócio jurídico a coação exercida por terceiro.
c) O dolo acidental não obriga à satisfação das perdas e danos, e é acidental quando, a seu despeito,
o negócio seria realizado, embora por outro modo.
d) São anuláveis os negócios jurídicos, quando as declarações de vontade emanarem de erro
substancial que poderia ser percebido por pessoa de diligência normal, em face das circunstâncias do
negócio.
www.tecconcursos.com.br/questoes/2416265
FAFIPA - Adv (FAZPREV)/FAZPREV/2023
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
Após a leitura do excerto abaixo, extraído da obra "Direito Civil Esquematizado", de Carlos Roberto
Gonçalves (2021), responda ao que for arguido.
 
"O Código Civil de 2002 substituiu a expressão genérica "ato jurídico", empregada pelo diploma de 1916
no livro concernente aos "Fatos Jurídicos", pela designação específica "negócio jurídico", porque somente
este é rico em conteúdo e justifica uma pormenorizada regulamentação, aplicando -se -lhe os preceitos
constantes do Livro III. Alterou, também, a ordem das matérias."
 
Acerca do instituto "negócio jurídico", assinale o que esteja em confronto com o determinado pelo
Código Civil de 2002.
a) A manifestação de vontade subsiste ainda que o seu autor haja feito a reserva mental de não
querer o que manifestou, salvo se dela o destinatário tinha conhecimento.
b) No negócio jurídico celebrado com a cláusula de não valer sem instrumento público, este é da
substância do ato.
c) A validade da declaração de vontade não dependerá de forma especial, senão quando a lei
expressamente a exigir.
d) A incapacidade relativa de uma das partes não pode ser invocada pela outra em benefício próprio,
nem aproveita aos co-interessados capazes, salvo se, neste caso, for indivisível o objeto do direito ou
da obrigação comum.
e) A impossibilidade inicial do objeto invalida o negócio jurídico se for relativa, ou se cessar antes de
realizada a condição a que ele estiver subordinado.
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2409345
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2416265
206) 
207) 
208) 
www.tecconcursos.com.br/questoes/2456182
IBFC - PNS (Pref Cuiabá)/Pref Cuiabá/Apoio Jurídico/2023
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
De acordo com as disposições do Código Civil sobre Negócio Jurídico e seus defeitos, assinale a
alternativa incorreta com relação à coação.
a) Ao apreciar coação, ter-se-ão em conta o sexo, a idade, a condição, a saúde, o temperamento do
paciente e todas as demais circunstâncias que possam influir na gravidade dela
b) Considera-se como coação a ameaça do exercício normal de um direito e o temor reverencial
c) Vicia o negócio jurídico a coação exercida por terceiro, se dela tivesse ou devesse ter
conhecimento a parte a que aproveite, e esta responderá solidariamente com aquele por perdas e
danos
d) A coação, para viciar a declaração da vontade, há de ser tal que incuta ao paciente fundado temor
de dano iminente e considerável à sua pessoa, à sua família, ou aos seus bens
www.tecconcursos.com.br/questoes/1921357
FADESP - FRE PA/SEFA PA/2022
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
Diante das constantes ameaças de execução judicial de obrigações vencidas, feitas por Mirandinha
a Rosária, esta sentiu-se forçada a fazer uma transação, onde ficaram ajustados os novos termos e
prazos de vencimentos. Ocorre que, agora, Rosária pretende pedir a anulação dessa transação com base
naquelas ameaças. Sobre essas circunstâncias, é correto afirmar que
a) a coação de Mirandinha viciou a declaração de vontade de Rosária.
b) Rosária dispõe do prazo decadencial de quatro anos para pleitear essa anulação a partir do
momento em que as ameaças ocorreram.
c) restituir-se-ão as partes ao estado em que antes dele se achavam, uma vez anulada essa
transação, e, não sendo possível restituí-las, serão indenizadas com o equivalente.
d) apenas o erro essencial quanto à pessoa ou coisa controversa e o dolo são capazes de provocar a
anulação da transação.
e) não houvecoação, o que houve foi a ameaça do exercício normal de um direito, o que não dá
causa à anulabilidade do negócio jurídico firmado.
www.tecconcursos.com.br/questoes/1924987
FGV - AFFC (CGU)/CGU/Correição e Combate à Corrupção/2022
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
Renato, filho do diretor-geral da D.U., procura Romualdo, senhor idoso e com problemas de saúde,
sócio-gerente da Fruve Ltda., para convencê-lo a desistir da concorrência que a Fruve vinha mantendo
com a D.U. em determinado certame licitatório. Para isso, ameaçou revelar para a esposa de Romualdo
que ele mantivera um relacionamento extraconjugal. Amedrontado, já que sempre foi muito cioso com
relação à sua reputação como marido, Romualdo cedeu e formalizou a renúncia da Fruve à concorrência.
Nesse caso, é correto afirmar que:
a) a ação de nulidade da renúncia pode ser proposta em face de Renato e de seu pai, se este tivesse
ou devesse ter conhecimento da coação;
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2456182
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1921357
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1924987
209) 
210) 
b) proposta a ação de anulação da renúncia, a coação deve ser apreciada subjetivamente, de acordo
com as características de Romualdo e as circunstâncias capazes de agravar a coação;
c) se o pai de Renato tivesse ou devesse ter conhecimento da coação, o negócio jurídico de renúncia
será anulado e somente ele deverá indenizar Romualdo em perdas e danos;
d) a renúncia formalizada por Romualdo é nula, pois foi concluída com o emprego de exercício
abusivo de direito;
e) Romualdo tem o prazo de quatro anos para pleitear a anulação da renúncia, prazo que começa a
correr a partir da data da celebração do negócio jurídico.
www.tecconcursos.com.br/questoes/2043240
Legalle - Proc (CM POA)/CM POA/2022
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
Dos defeitos do negócio jurídico, assinale a alternativa CORRETA.
a) O credor quirografário, que receber do devedor insolvente o pagamento da dívida ainda não
vencida, ficará obrigado a deduzir da sua parcela aquilo que já recebeu.
b) Anulados os negócios fraudulentos, a vantagem resultante reverterá em proveito do acervo sobre
que se tenha de efetuar o concurso de credores.
c) São nulos os negócios jurídicos, quando as declarações de vontade emanarem de erro substancial
que poderia ser percebido por pessoa de diligência normal, em face das circunstâncias do negócio.
d) O erro de cálculo não autoriza a retificação da declaração de vontade.
e) Se ambas as partes procederem com dolo, nenhuma pode alegá-lo para anular o negócio, mas
somente a primeira a reclamar poderá pleitear indenização.
www.tecconcursos.com.br/questoes/2157009
FAFIPA - Proc (RPPS Palmeira)/RPPS Palmeira PR/2022
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
A compreensão dos defeitos do negócio jurídico é de suma importância para o operador do direito.
Segundo Flávio Tartuce, tais vícios "atingem a sua vontade ou geram uma repercussão social, tornando o
negócio passível de ação anulatória ou declaratória de nulidade pelo prejudicado ou interessado". São
vícios da vontade ou do consentimento: o erro, o dolo, a coação, o estado de perigo e a lesão. Sobre a
temática, indique a alternativa CORRETA:
a) Para apreciar a coação, não é preciso ter-se em conta o sexo, a idade, a condição, a saúde, o
temperamento do paciente e todas as demais circunstâncias que possam influir na gravidade dela, ao
contrário da lesão.
b) Decretar-se à a anulação do negócio no que diz respeito à lesão, ainda que seja oferecido
suplemento suficiente, ou, ainda que a parte favorecida concorde com a redução do proveito, posto a
gravidade dessa conduta.
c) Configura-se o estado de perigo quando alguém, premido da necessidade de salvar-se, ou a
pessoa de sua família, de grave dano conhecido pela outra parte, assume obrigação excessivamente
onerosa.
d) São nulos de pleno direito os negócios jurídicos, quando as declarações de vontade emanarem de
erro substancial que poderia ser percebido por pessoa de diligência normal, em face das
circunstâncias do negócio.
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2043240
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2157009
211) 
212) 
213) 
www.tecconcursos.com.br/questoes/2223185
FGV - CL (SEN)/SEN/Assessoramento Legislativo/Direito Civil, Processual Civil e
Agrário/2022
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
Mini Mercado BC Ltda. é devedor da Granja FG S/A em razão contrato de fornecimento de proteína
animal produzida por FG, bem como de contrato de mútuo do saldo devedor. Passando por dificuldades
financeiras no giro mensal, Mini Mercado BC Ltda. resolve vender o automóvel de entregas, que
representava o bem maior do seu patrimônio, para permitir o pagamento de salários atrasados dos atuais
empregados, bem como as contas de luz e água. Apesar da venda, nenhum valor sobrou para amortizar
o saldo devido à FG, que anteviu a possibilidade de não reaver o crédito, ante a provável queda das
vendas de BC sem a entrega em domicílio.
 
Diante deste quadro, é correto afirmar que a venda do automóvel sem anuência de FG configura negócio
jurídico
a) nulo, por caracterizar fraude contra credores.
b) válido, pois voltado à manutenção do estabelecimento.
c) anulável, ante a ocorrência de fraude contra credores.
d) nulo, pois realizado em fraude à lei.
e) ineficaz, ante a ausência do consentimento de FG.
www.tecconcursos.com.br/questoes/2238626
Instituto Consulplan - Ass Jur (PGE SC)/PGE SC/2022
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
Antônio colocou seu automóvel à venda pelo valor de R$ 80.000,00. Interessado em adquirir o
veículo, mas por um preço inferior, Caio contata Antônio e oferece R$ 30.000,00 pelo bem. Antônio
explica a Caio que o valor oferecido é muito ínfimo ao que, de fato, o veículo vale, e diz que não poderá
celebrar o negócio nos termos requeridos por Caio. Um dia depois, Caio procura novamente Antônio e,
de posse de uma arma de fogo, o ameaça e o obriga a proceder com a venda do veículo pelo valor de R$
30.000,00. Antônio, que tem conhecimento prévio de que Caio é pessoa muito explosiva, conhecido na
região por ser “valentão”, acaba concordando com a venda. Nos termos do Código Civil e considerando o
caso hipotético é correto afirmar que o negócio jurídico é anulável, pois
a) houve dolo.
b) houve lesão.
c) houve fraude.
d) houve coação.
e) seu objeto é ilícito.
www.tecconcursos.com.br/questoes/2260123
FEPESE - Adv (Pref Pinhalzin)/Pref Pinhalzinho/2022
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
Assinale a alternativa correta de acordo com o Código Civil brasileiro.
a) A fraude contra credor, mesmo que tenha por único objeto atribuir direitos preferenciais,
responsabilizará solidariamente o terceiro adquirente pelo valor da dívida do credor.
b) Anulados os negócios realizados com fraude contra credores, a vantagem resultante reverterá em
proveito do acervo sobre que se tenha de efetuar o concurso de credores.
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2223185
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2238626
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2260123
214) 
215) 
216) 
217) 
c) Apenas os credores quirografários poderão requerer a nulidade dos negócios de transmissão
gratuita de bens praticados pelo devedor já insolvente.
d) O conluio entre o devedor e o terceiro com a manifesta intenção de lesar o credor da dívida é
requisito imprescindível para a caracterização da fraude contra credores.
e) Presumem-se fraudatórios dos direitos dos outros credores os negócios ordinários indispensáveis à
manutenção de estabelecimento mercantil, rural, ou industrial.
www.tecconcursos.com.br/questoes/2311191
IDECAN - TTE (SEFAZ RR)/SEFAZ RR/2022
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
Considere que determinado negócio jurídico foi realizado em condiçõesde estado de perigo. Por
consequência, é possível afirmar que esse negócio jurídico
a) é totalmente válido.
b) é nulo de pleno de direito.
c) é anulável.
d) não admite prova em contrário.
e) é lícito e nulo.
www.tecconcursos.com.br/questoes/2424578
AVANÇASP - ATJ (Pref Amparo)/Pref Amparo/2022
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
Trata-se de espécies de defeitos do negócio jurídico, previstos pelo Código Civil, EXCETO:
a) fraude contra credores.
b) lesão.
c) coação.
d) erro.
e) culpa.
www.tecconcursos.com.br/questoes/2429719
IBFC - Adv (Franca)/CM Franca/2022
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
Com relação ao negócio jurídico e seus vícios e defeitos, assinale a alternativa que apresenta
corretamente a definição de coação.
a) Engano fático ou falsa noção em relação a uma pessoa, ao objeto do negócio ou a um direito, que
acomete a vontade de uma das partes que celebrou o negócio jurídico
b) Pressão física ou moral exercida sobre o negociante, visando obrigá-lo a assumir uma obrigação
que não lhe interessa
c) Artifício ardiloso empregado para enganar alguém, com intuito de benefício próprio
d) Quando uma pessoa, sob premente necessidade, ou por inexperiência, se obriga a prestação
manifestamente desproporcional ao valor da prestação oposta
www.tecconcursos.com.br/questoes/2448047
IBADE - PJ (CM Acrelândia)/CM Acrelândia/2022
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
A respeito dos defeitos do negócio jurídico, assinale a alternativa CORRETA.
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2311191
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2424578
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2429719
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2448047
218) 
219) 
a) O falso motivo vicia a declaração de vontade mesmo quando não expresso como razão
determinante.
b) O erro não prejudica a validade do negócio jurídico quando a pessoa, a quem a manifestação de
vontade se dirige, se oferecer para executá-la na conformidade da vontade real do manifestante.
c) Ocorre a lesão quando uma pessoa, sob premente necessidade, ou por inexperiência, se obriga a
prestação manifestamente desproporcional ao valor da prestação oposta.
d) A coação, para viciar a declaração da vontade, há de ser tal que incuta ao paciente fundado temor
de dano iminente e considerável à sua pessoa ou à sua família, não incluindo o mesmo temor aos
seus bens.
e) O dolo acidental causa nulidade do negócio, e é acidental quando, a seu despeito, o negócio não
seria realizado.
www.tecconcursos.com.br/questoes/1692375
FGV - ATCE (TCE-AM)/TCE AM/Ministério Público de Contas/2021
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
Nestor, filho de 30 anos de Ernesto e Clara, disse que divulgaria imagens íntimas dos pais se eles
não aceitassem figurar como seus fiadores em contrato em que ele seria locatário. Apavorados, Ernesto e
Clara assinaram o instrumento do contrato.
Nesse caso, o contrato é:
a) anulável por coação moral;
b) nulo por dolo;
c) nulo por coação moral;
d) anulável por dolo;
e) nulo por estado de perigo.
www.tecconcursos.com.br/questoes/1709021
IDIB - ALeg (CM Planaltina)/CM Planaltina/Analista Jurídico/2021
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
Sobre os defeitos do negócio jurídico, analise as afirmativas a seguir:
 
I. O falso motivo só vicia a declaração de vontade quando expresso como razão determinante.
 
II. A coação, para viciar a declaração da vontade, há de ser tal que incuta ao paciente fundado
temor de dano iminente e considerável à sua pessoa, à sua família, ou aos seus bens.
 
III. Os negócios jurídicos são anuláveis por dolo, quando este for a sua causa.
 
É correto o que se afirma
a) em I, II e III.
b) apenas em I.
c) apenas em I e II.
d) apenas em II e III.
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1692375
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1709021
220) 
221) 
222) 
www.tecconcursos.com.br/questoes/1716361
Instituto AOCP - Ass (CM Teresina)/CM Teresina/Jurídico Legislativo/2021
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
Fernanda, 18 anos, herdou de sua bisavó paterna um artigo decorativo. Pensando se tratar de uma
velharia e estando precisando de dinheiro para pagar dívidas, ela vendeu o artigo decorativo por
duzentos reais. Passada uma semana, Fernanda viu o mencionado artigo decorativo sendo revendido
pelo comprador pelo valor de dois milhões de reais, pois se tratava de uma peça única trazida pela
família imperial. Considerando a situação exposta, é correto afirmar que se está diante de qual defeito do
negócio jurídico?
a) Erro ou ignorância.
b) Dolo.
c) Coação.
d) Estado de perigo.
e) Lesão.
www.tecconcursos.com.br/questoes/1803094
IBADE - Proc (CM Vila Velha)/CM Vila Velha/2021
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
Carla, conduzindo o seu veículo a caminho da faculdade, foi vítima de sequestro relâmpago por
dois meliantes. Estes entraram em contato com Luís Carlos, genitor da sequestrada, e passaram a exigir
a importância de R$ 20.000,00 para sua libertação. Acontece que Luís Carlos não tem essa importância
em dinheiro, tendo somente, uma joia de família avaliada em R$ 80.000,00. José, sabendo que a filha de
Luís foi sequestrada, oferece a importância de R$ 20.000,00 pela joia, permitindo assim o pagamento do
preço de resgate. A alternativa correta referente ao vício de consentimento em questão é :
a) Erro.
b) Estado de perigo.
c) Coação.
d) Dolo.
e) Lesão.
www.tecconcursos.com.br/questoes/1867263
Instituto Consulplan - Ana Jud (TJM MG)/TJM MG/Analista Judiciário/2021
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
“Mariana é médica na ‘Clínica Família & Saúde’. Certo dia, Pedro, durante um jantar com sua
namorada, observou repentinamente incidir sobre ela um grave quadro de alergia, gerando extremas
dificuldades respiratórias, colocando-a em grave risco de vida. Ao tentar salvá-la, viu o consultório onde
Mariana trabalhava aberto, logo em frente ao restaurante onde se encontravam. Às pressas, Pedro
solicitou atendimento médico a Mariana, que, aproveitando- se da situação de urgência, se prontificou a
atendê-los apenas mediante o pagamento de valor excessivamente exorbitante – muito acima do
cobrado pela médica, ou pelo mercado em tais quadros. Pedro, em razão da situação desesperadora,
anuiu com o pagamento desproporcional. No entanto, dias após a melhora de sua namorada, consultou
um advogado e foi informado de que o negócio jurídico celebrado entre ele e a médica padecia de um
defeito.”
 
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1716361
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1803094
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1867263
223) 
224) 
225) 
Assinale-o.
a) Erro.
b) Dolo.
c) Coação.
d) Estado de perigo.
www.tecconcursos.com.br/questoes/1871570
CEBRASPE (CESPE) - Ana Leg (ALECE)/ALECE/Direito/2021
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
Ricardo, pretendendo reunir o montante necessário para custear a operação cirúrgica de seu
irmão, obrigou-se a entregar imóvel, por um terço do valor de mercado, a Samuel, que não tinha
qualquer conhecimento a respeito da cirurgia.
 
Acerca das disposições do Código Civil, essa situação hipotética configura
a) lesão.
b) dolo.
c) coação.
d) estado de perigo.
e) erro.
www.tecconcursos.com.br/questoes/1871571
CEBRASPE (CESPE) - Ana Leg (ALECE)/ALECE/Direito/2021
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
Gustavo cedeu imóvel a Rodrigo, por meio da celebração de comodato. Entretanto, Gustavo passou
a cobrar de Rodrigo valores mensais referentes a aluguel.
 
Considerando as disposições do Código Civil, a situação hipotética representa
a) a simulação do negócio jurídico, sendo o comodato nulo e a locação válida.
b) a simulação do negócio jurídico, sendo o comodato válido ea locação nula.
c) a validade de ambos os negócios jurídicos.
d) a coação, sendo o comodato nulo.
e) a simulação do negócio jurídico, sendo o comodato e a locação nulos.
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AVANÇASP - Adv (Pref Vinhedo)/Pref Vinhedo/2021
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
No que se refere aos defeitos do negócio jurídico, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a
alternativa correta:
 
I – Se a impossibilidade absoluta do objeto for aferida imediatamente à conclusão negocial, nulo
será o negócio.
 
II – A confissão é sempre irrevogável, mas pode ser anulada por erro de fato, coação ou erro de
direito.
 
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226) 
227) 
228) 
III – Quando há erro sobre as qualidades essenciais da pessoa, atingindo sua identidade física ou
moral, o ato poderá ser anulável, desde que tal seja condição seja primordial para sua efetivação.
a) Apenas o item I é verdadeiro.
b) Apenas o item II é verdadeiro.
c) Apenas o item III é verdadeiro.
d) Apenas os itens I e III são verdadeiros.
e) Nenhum dos itens é verdadeiro.
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Instituto Consulplan - NeR (TJ MS)/TJ MS/Provimento/2021
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
Dentre as hipóteses a seguir elencadas, NÃO representa uma hipótese de erro essencial sobre a
pessoa do outro cônjuge:
a) A ignorância de crime, anterior ao casamento, que, por sua natureza, torne insuportável a vida em
comum ao cônjuge enganado.
b) A ignorância, anterior ao casamento, de doença mental grave que, por sua natureza, torne
insuportável a vida em comum ao cônjuge enganado.
c) O que diz respeito à sua identidade, sua honra e boa fama, sendo esse erro tal que o seu
conhecimento ulterior torne insuportável a vida em comum ao cônjuge enganado.
d) A ignorância, anterior ao casamento, de defeito físico irremediável que não caracterize deficiência
ou de moléstia grave e transmissível, por contágio ou por herança, capaz de pôr em risco a saúde do
outro cônjuge ou de sua descendência.
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Instituto Consulplan - NeR (TJ MS)/TJ MS/Provimento/2021
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
Pedro, curador de João, joalheiro interditado, agindo dolosamente, vende a Maria um anel de
rubilita, pedra sem valor comercial, como se fosse rubi. Acerca do negócio jurídico formado entre Pedro,
João e Maria e a responsabilidade a ser imputada a cada um dos personagens, assinale a alternativa
correta.
a) Pedro e João responderão, obrigatoriamente, de forma solidária, por todos os prejuízos gerados a
Maria.
b) João responderá até o proveito que teve, ainda que não tenha conhecimento do dolo de seu
representante legal.
c) Apenas João, curatelado, responderá civilmente pelos prejuízos gerados a Maria, uma vez que o
negócio lhe trouxe benefícios.
d) Ainda que o negócio tenha gerado proveitos para João, apenas Pedro, por ter atuado
dolosamente, responderá civilmente pelos prejuízos causados a Maria.
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Instituto Consulplan - NeR (TJ MS)/TJ MS/Remoção/2021
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
Os negócios jurídicos requerem para sua validade: agente capaz, objeto lícito, possível,
determinado ou determinável e forma prescrita ou não defesa em Lei. Desta feita, o Código Civil prevê,
ainda, hipóteses em que se reputará defeituoso o negócio jurídico. Atentando-se às normas aplicáveis à
temática em questão, assinale a alternativa contrária à previsão legal quanto aos efeitos do negócio
jurídico.
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229) 
230) 
231) 
a) A declaração de vontade é viciada sempre que decorrente de falso motivo.
b) O dolo praticado por ambas as partes impede sua invocação para anulação do negócio ou para
fins de indenização.
c) A anulação do ato não requer que o erro emane da expressão de vontade de ambas as partes,
sendo suficiente que decorra de somente um envolvido.
d) O ato é anulável quando praticado por erro de caráter essencial, ou seja, que verse sobre o objeto
principal ou qualidades substanciais do objeto ou essenciais quanto à pessoa referida na declaração.
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CETAP - TRM (JUCEPA)/JUCEPA/Nível I Classe A/Direito/2021
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
A e B firmaram contrato atípico em que A, sob premente necessidade, acabou se obrigando a
prestação manifestamente desproporcional ao valor da prestação de B. Nesse caso, é correto afirmar:
a) O negócio jurídico é válido, eis que a disciplina dos defeitos do negócio jurídico é aplicável apenas
aos contratos atípicos.
b) O negócio está eivado de vício de estado de perigo.
c) Há lesão e, por isso, o negócio jurídico é anulável.
d) O contrato é nulo de pleno direito.
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FEPESE - AJur (CM Fraiburgo)/CM Fraiburgo/2021
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
Assinale a alternativa correta de acordo com o Código Civil.
a) É anulável a declaração de vontade quando baseada em erro de cálculo.
b) O falso motivo só vicia a declaração de vontade quando expresso como razão determinante.
c) O negócio jurídico firmado com erro acidental autoriza o seu desfazimento após a satisfação das
perdas e danos.
d) São nulos os negócios jurídicos, quando as declarações de vontade emanarem de erro substancial.
e) Se o negócio jurídico disser respeito a pessoa não pertencente à família do interessado, o juiz, com
base nas circunstâncias do vício, decidirá se houve erro.
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COPS UEL - Adv (CM Florestópo.)/CM Florestópolis/2020
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
Sobre os negócios jurídicos, assinale a alternativa correta.
a) Os negócios jurídicos são nulos por dolo, quando este for a sua causa.
b) A transmissão errônea de vontade por meios interpostos é nula nos mesmos casos em que o é a
declaração direta.
c) Considera-se coação a ameaça do exercício normal de um direito assim como o temor reverencial.
d) São anuláveis os negócios jurídicos quando as declarações de vontade emanarem de erro
substancial que poderia ser percebido por pessoa de diligência normal, em face da circunstância do
negócio.
e) O erro de indicação da pessoa ou da coisa, a que se referir a declaração de vontade viciará o
negócio jurídico quando, por seu contexto e pelas suas circunstâncias, se puder identificar a coisa ou
a pessoa cogitada.
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232) 
233) 
234) 
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NEMESIS - Adv (CM Conchal)/CM Conchal/2020
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
Não revestir a forma prescrita em lei, a fraude contra credores e o erro são vícios dos negócios
jurídicos que culminam em:
a) nulidade, anulabilidade e nulidade, respectivamante,
b) anulabilidade, anulabilidade e anulabilidade, respectivamente.
c) anulabilidade, nulidade e nulidade, respectivamente.
d) nulidade, anulabilidade e anulabilidade, respectivamente.
e) anulabilidade, anulabilidade e nulidade, respectivamente.
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IBADE - Proc (CM Ji-Paraná)/CM Ji-Paraná/2020
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
Para a existência de um negócio jurídico, a declaração de vontade livre e espontânea é elemento
estrutural. Porém, pode haver vício na sua formação, ensejando dano aos integrantes desta relação
jurídica, tornando o negócio anulável. Desta forma, “quando uma pessoa, sob prementenecessidade, ou
por inexperiência, se obriga a prestação manifestamente desproporcional ao valor da prestação oposta”,
estamos falando de:
a) lesão.
b) estado de perigo.
c) coação.
d) dolo.
e) erro ou ignorância.
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IADES - Proc (ALEGO)/ALEGO/2019
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
Quando uma pessoa, sob premente necessidade, ou por inexperiência, se obriga a prestação
manifestamente desproporcional ao valor da prestação oposta, ocorre o defeito do negócio jurídico
denominado
a) erro.
b) dolo.
c) lesão.
d) estado de perigo.
e) coação.
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CEBRASPE (CESPE) - AFRE (SEFAZ RS)/SEFAZ RS/2019
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
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235) 
236) 
237) 
Júlia e Mateus, noivos e sem experiência acerca de imóveis, decidiram comprar um apartamento.
André, corretor de imóveis que os atendeu, percebendo a inexperiência do casal, alterou o valor do
contrato de venda e compra do imóvel para três vezes acima do preço de mercado. O contrato foi
celebrado e, no ano seguinte, após terem pago a maior parte das parcelas, em uma conversa com um
amigo corretor de imóveis, Júlia e Mateus descobriram o caráter abusivo do valor entabulado e decidiram
ajuizar uma ação com o objetivo de permanecerem no imóvel e serem ressarcidos somente do valor
excedente já pago.
Considerando a situação hipotética, em conformidade com o disposto no Código Civil, deve ser alegado
em juízo que o negócio jurídico celebrado tem como defeito
a) a coação, não sendo possível a revisão judicial, mas apenas a anulação do negócio jurídico.
b) o erro ou a ignorância, sendo possíveis a revisão judicial e a anulação do negócio jurídico.
c) a lesão, sendo possíveis a revisão judicial bem como a anulação do negócio jurídico.
d) o dolo, não sendo possível a revisão judicial, mas apenas a anulação do negócio jurídico.
e) o estado de perigo, não sendo possível a revisão judicial, mas apenas a anulação do negócio
jurídico.
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NC UFPR (FUNPAR) - Adv (Matinhos)/Pref Matinhos/2019
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
Tendo em vista as disposições do Código Civil sobre os defeitos dos negócios jurídicos, assinale a
alternativa correta.
a) São nulos de pleno direito os negócios jurídicos quando as declarações de vontade emanarem de
erro substancial.
b) Será considerada coação tanto a ameaça do exercício normal de um direito quanto o temor
reverencial.
c) Na apreciação da lesão, que se verifica quando uma pessoa, por premente necessidade, ou por
inexperiência, se obriga a prestação manifestamente desproporcional ao valor da prestação oposta,
consideram-se os valores vigentes ao tempo da anulação do negócio jurídico.
d) O erro de cálculo não autoriza a retificação da declaração de vontade.
e) Quando alguém, premido da necessidade de salvar a si mesmo ou a pessoa de sua família,
assume obrigação excessivamente onerosa, configura-se o estado de perigo.
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VUNESP - ProcJu (CM Orlândia)/CM Orlândia/2019
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
Dentre os defeitos do negócio jurídico, a fraude contra credores tem como característica:
a) só aqueles que já eram credores ao tempo dos atos podem pleitear sua anulação.
b) presumem-se fraudatórios os negócios ordinários indispensáveis à manutenção de
estabelecimento mercantil.
c) poderão ser anulados os negócios de transmissão gratuita ou onerosa de bens se os praticar o
devedor já insolvente, mesmo que a insolvência não seja notória e nem conhecida pelo outro
contratante.
d) os negócios jurídicos poderão ser anulados pelos credores quirografários, mas não pelos credores,
cuja garantia se torna insuficiente.
e) presumem-se fraudatórias dos direitos dos outros credores as garantias de dívidas que o devedor
solvente tiver dado a algum credor.
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https://www.tecconcursos.com.br/questoes/818228
238) 
239) 
240) 
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CEBRASPE (CESPE) - ACI (COGE CE)/COGE CE/Correição/2019
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
Uma pessoa inexperiente e premida por imediata necessidade assumiu obrigação explicitamente
desproporcional ao valor da prestação oposta.
De acordo com o Código Civil, a situação apresentada configura hipótese de
a) fraude contra credores.
b) estado de perigo.
c) dolo.
d) lesão.
e) coação.
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VUNESP - IFR (Pref GRU)/Pref GRU/2019
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
Assinale a alternativa correta sobre os defeitos do negócio jurídico.
a) O erro de direito não gera a anulabilidade do negócio jurídico, mesmo que seja o seu motivo único
ou principal, independentemente de resultar ou não em recusa à aplicação da lei.
b) Nos negócios jurídicos bilaterais, o silêncio intencional de uma das partes a respeito de fato ou
qualidade que a outra parte haja ignorado, constitui omissão dolosa, sendo desnecessária a prova de
que sem ela o negócio não se teria celebrado.
c) Não se configura o estado de perigo a necessidade de salvar pessoa não pertencente à família do
declarante, sendo vedado ao juiz decidir de forma diversa.
d) Subsistirá o negócio jurídico, se a coação decorrer de terceiro, sem que a parte a que aproveite
dela tivesse ou devesse ter conhecimento, devendo, entretanto, o autor da coação responder por
todas as perdas e danos que houver causado ao coacto.
e) Na lesão aprecia-se a desproporção das prestações segundo os valores ao tempo da alegação da
nulidade.
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VUNESP - Adv (Pref Arujá)/Pref Arujá/2019
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
VALDEMAR levou a família para uma aventura na natureza em uma região de floresta nativa, onde
há rios, cachoeiras e animais selvagens, deixando o carro numa vila a 10 km do local. Durante o passeio,
seu filho de 5 anos de idade caiu e quebrou a clavícula, necessitando de socorro médico imediato.
Diante do desespero, VALDEMAR pediu ajuda a BENEDITO , que morava nas proximidades e possuía
uma carroça, na qual seria possível transportar a criança até a vila. BENEDITO se dispôs a ajudar, mas
exigiu R$ 5.000,00 pelo serviço de transporte. Nessas condições, VALDEMAR emitiu um cheque para
BENEDITO , mesmo sabendo que não havia fundos para cobri-lo.
Diante dos fatos narrados, assinale a alternativa correta.
a) O negócio realizado é anulável, com prazo prescricional de 4 anos, porque Benedito procedeu
mediante dolo diante da situação em que Valdemar se encontrava.
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241) 
242) 
b) O negócio realizado é anulável, com prazo decadencial de 4 anos, porque Benedito se aproveitou
do estado de perigo em que Valdemar se encontrava diante do ferimento de seu filho.
c) Em razão do ocorrido, o negócio jurídico é nulo de pleno direito, sem prazo prescricional ou
decadencial e Valdemar não deve pagar nada a Benedito.
d) O negócio realizado é anulável, com prazo prescricional de 4 anos, porque Valdemar foi vítima de
coação diante do ferimento de seu filho, devendo porém pagar o valor justo do transporte a Benedito.
e) O negócio realizado é nulo, com prazo decadencial de 4 anos, porque Valdemar foi vítima de
fraude e não deve pagar nada a Benedito.
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VUNESP - Proc Jur (IPREMM)/IPREMM/2019
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
José comprou um terreno de Joaquim e prometeu a este, além do preçoque foi pago, que lhe
venderia a cobertura do edifício que iria construir no terreno comprado, em valor a ser futuramente
apurado. Tal condição foi colocada expressamente no negócio jurídico, tendo em vista que Joaquim
apenas vendeu o terreno porque esperava obter, além do preço, a cobertura do futuro edifício. José,
entretanto, após a compra do terreno, mudou de ideia e construiu um estacionamento no terreno
comprado. A esse respeito, pode-se corretamente afirmar que
a) não existe qualquer defeito no negócio jurídico, tendo em vista que José pagou o preço do terreno
e poderia fazer o que bem lhe aprouvesse.
b) o negócio jurídico é anulável em razão do falso motivo que constou expressamente como razão
determinante do negócio jurídico.
c) o negócio jurídico é anulável por dolo, tendo em vista que José, propositadamente, levou Joaquim
a realizar um negócio em razão de um falso motivo.
d) o negócio jurídico é nulo de pleno direito, tendo em vista que a razão determinante da venda não
se concretizou.
e) apenas se for comprovado que José intencionalmente levou Joaquim a erro, o negócio poderia ser
declarado nulo.
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VUNESP - Proc Jur (IPREMM)/IPREMM/2019
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
É correto afirmar sobre o dolo:
a) o dolo acidental só leva à anulação do negócio jurídico, sem indenização por perdas e danos, e é
acidental quando, a seu despeito, o negócio seria realizado, embora por outro modo.
b) nos negócios jurídicos bilaterais, o silêncio intencional de uma das partes a respeito de fato ou
qualidade que a outra parte haja ignorado constitui omissão dolosa, não havendo a necessidade de
prova que sem ela o negócio não se teria celebrado.
c) pode ser anulado o negócio jurídico por dolo de terceiro apenas se parte a quem aproveite dele
tivesse expresso conhecimento; em caso contrário, ainda que subsista o negócio jurídico, o terceiro
responderá por todas as perdas e danos da parte a quem ludibriou.
d) o dolo do representante legal de uma das partes só obriga o representado a responder civilmente
até a importância do proveito que teve; se, porém, o dolo for do representante convencional, o
representado responderá solidariamente com ele por perdas e danos.
e) se ambas as partes procederem com dolo, cada uma delas pode alegar o dolo da outra para
anular o negócio, ou reclamar indenização, sendo permitida a compensação de dolos.
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243) 
244) 
245) 
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VUNESP - Proc Jur (IPREMM)/IPREMM/2019
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
João, um homem rico de 50 anos, diz expressamente à sua sobrinha Maria que, se esta não lhe
vender sua casa, não vai contemplá-la em seu testamento. Temendo perder parte de uma herança que
sempre teve em vista receber, Maria realiza a venda da casa a seu tio João, pelo valor de mercado. A
esse respeito, é correto afirmar que
a) o negócio jurídico é válido e não tem qualquer vício de consentimento.
b) o negócio jurídico é anulável em razão da coação.
c) o negócio jurídico é anulável em razão da lesão.
d) o negócio jurídico é anulável em razão do estado de perigo.
e) o negócio jurídico é nulo, em razão da coação.
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VUNESP - Proc Jur (IPREMM)/IPREMM/2019
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
Sobre a fraude contra credores, pode-se corretamente afirmar:
a) os negócios de transmissão gratuita de bens ou remissão de dívida, se os praticar o devedor já
insolvente, ou por eles reduzido à insolvência, ainda quando o ignore, poderão ser anulados pelos
credores com garantias reais, como lesivos dos seus direitos.
b) serão anuláveis os contratos onerosos do devedor insolvente, mesmo não sendo notória a
insolvência e não houver motivo para ser conhecida do outro contratante.
c) se o adquirente dos bens do devedor insolvente ainda não tiver pago o preço e este for,
aproximadamente, o corrente, desobrigar-se-á depositando-o em juízo, com a citação de todos os
interessados.
d) o credor quirografário que receber do devedor insolvente o pagamento da dívida ainda não
vencida não ficará obrigado a repor aquilo que recebeu, desde que conceda o desconto proporcional
ao pagamento antecipado.
e) presumem-se de boa-fé e valem os negócios ordinários indispensáveis à subsistência do devedor e
de sua família, mas não os destinados à manutenção de estabelecimento mercantil, rural ou
industrial.
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CONSULPLAN - NeR (TJ MG)/TJ MG/Provimento/2019
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
De acordo com a estrutura traçada pelo Código Civil para os defeitos do negócio jurídico, assinale a
alternativa correta.
a) Dentre os elementos subjetivos que tipificam a lesão, não figura a inexperiência.
b) Para que a lesão fique configurada, a desproporção manifesta das prestações pode ocorrer no
mesmo momento da contratação ou em momento superveniente.
c) Os negócios jurídicos podem ser anulados por fraude contra credores na forma do art. 171, II, do
Código Civil, independentemente de boa-fé do terceiro adquirente.
d) A alienação gratuita de bens do devedor pode ser anulada por fraude contra credores, conforme
disposto no art. 158, do Código Civil, independentemente de boa-fé do devedor alienante.
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https://www.tecconcursos.com.br/questoes/936108
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246) 
247) 
248) 
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CONSULPLAN - NeR (TJ MG)/TJ MG/Remoção/2019
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
De acordo com a disciplina traçada pelo Código Civil acerca dos defeitos dos negócios jurídicos,
assinale a alternativa correta.
a) O dolo acidental é causa de anulação do negócio jurídico, na forma do art. 171, II, do Código Civil.
b) A coação contemplada no art. 171, II, do Código Civil, como causa de anulação do negócio
jurídico, pode ser tanto a absoluta quanto a relativa.
c) O negócio jurídico simulado é nulo; a despeito dos efeitos ex tunc da declaração que reconhece a
nulidade, os terceiros de boa-fé terão os seus direitos ressalvados em face do negócio jurídico
simulado.
d) O estado de perigo disciplinado pelo art. 156, do Código Civil, tem como um de seus elementos a
ameaça séria de provocar grave dano ao patrimônio daquele que alega o vício do consentimento em
seu favor.
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VUNESP - AFTM (Campinas)/Pref Campinas/2019
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
José devia o valor de R$ 10.000,00 (dez mil reais) a Joaquim e decidiu realizar o pagamento
emitindo um cheque, no mesmo valor da dívida, que foi devolvido por insuficiência de fundos. Joaquim
procurou José e disse que iria promover um processo de execução para obter o valor da dívida. Com
receio de ter seus bens penhorados em processo de execução, José propôs dar em pagamento pelo valor
da dívida seu carro. Joaquim não sabia o valor do carro, pressupôs que o valor deste fosse equivalente
ao valor da dívida, e aceitou a proposta. Entretanto, o carro tinha um valor de mercado de R$ 30.000,00
(trinta mil reais). Passado um mês, José se arrepende da dação em pagamento realizada. Diante do caso
hipotético, pode-se corretamente afirmar que o negócio jurídico é:
a) anulável por lesão.
b) anulável por estado de perigo.
c) anulável por coação.
d) anulável por erro.
e) válido.
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OBJETIVA CONCURSOS - Proc MA (CM Chapecó)/CM Chapecó/2019
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
De acordo com o Código Civil, em relação aos defeitos do negócio jurídico, analisar os itens abaixo:
 
I. São anuláveis os negócios jurídicos quando as declarações de vontade emanarem de erro
substancialque poderia ser percebido por pessoa de diligência normal, em face das circunstâncias
do negócio.
 
II. O falso motivo não vicia a declaração de vontade quando expresso como razão determinante.
 
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249) 
250) 
III. A transmissão errônea da vontade por meios interpostos não é anulável.
 
IV. O erro de cálculo autoriza a anulação da declaração de vontade.
 
Está(ão) CORRETO(S):
a) Somente o item I.
b) Somente o item II.
c) Somente os itens II e III.
d) Somente os itens I, II e III.
e) Todos os itens.
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VUNESP - PLeg (CM SM Arcanjo)/CM SM Arcanjo/2019
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
Acerca dos defeitos do negócio jurídico, assinale a alternativa correta.
a) O erro de indicação da pessoa ou da coisa, a que se referir a declaração de vontade, viciará o
negócio mesmo nos casos em que, por seu contexto e pelas circunstâncias, puder se identificar a
coisa ou pessoa cogitada.
b) Caso a parte a quem aproveite não tivesse ou devesse ter conhecimento do dolo de terceiro,
subsistirá o negócio jurídico, e o terceiro deverá responder por todas as perdas e danos da parte a
quem ludibriou.
c) O juiz, com base nas circunstâncias, decidirá se houve coação, nos casos em que o temor de dano
iminente e considerável disser respeito à família do paciente.
d) No estado de perigo, não se exige que a outra parte tenha ciência da necessidade de salvar-se, ou
a pessoa de sua família, de grave dano, quando da assunção da obrigação excessivamente onerosa.
e) Na lesão, faz-se necessário o conhecimento da outra parte da premente necessidade ou da
inexperiência quando da assunção da prestação manifestamente desproporcional ao valor da
prestação oposta.
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VUNESP - AJur (Guaratinguetá)/Pref Guaratinguetá/2019
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
Raimundo estava com muitas dívidas vencidas e de valores elevados, com vários protestos,
execuções judiciais e com o nome negativado em órgãos de proteção ao crédito e resolveu vender o
único imóvel de sua propriedade por um valor manifestamente inferior ao preço de mercado, para captar
rapidamente dinheiro e fugir do País. Referido imóvel foi comprado por Rodolfo; o contrato de compra e
venda previa que o pagamento, em dinheiro e entregue em mãos do vendedor, ocorreria até o último dia
do mês corrente. Anote-se que Rodolfo não sabia do estado de insolvência de Raimundo, que era
notória, pois não teve o cuidado de diligenciar para obter certidões em nome deste. Entretanto, antes do
dia do pagamento, Rodolfo recebeu uma citação de uma ação pauliana, onde se postulava a anulação da
venda. Pode-se corretamente afirmar que
a) a ação não poderia ser proposta contra Rodolfo, mas apenas contra Raimundo.
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251) 
252) 
253) 
b) como Rodolfo não tinha ciência do estado de insolvência de Raimundo, o negócio jurídico não
pode ser anulado.
c) Rodolfo, para conservar o bem adquirido, poderá depositar o preço que lhe corresponda ao valor
real, com a citação de todos os interessados.
d) o negócio jurídico é ineficaz perante os credores de Raimundo e não pode ser convalidado.
e) os credores com garantia real não podem postular a anulação da venda realizada por Raimundo a
Rodolfo, ainda que a garantia se torne insuficiente.
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FURB - Adv (Porto Belo)/Pref Porto Belo/2019
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
Analise a seguinte situação hipotética: Em certa ocasião, as enchentes que assolaram a região do
Vale do Itajaí em Santa Catarina duraram vinte dias e dificultaram a circulação de produtos alimentícios
e, consequentemente, reduziram o abastecimento nos mercados de mantimentos. Nessa época, uma
padaria anunciou a venda de pão francês a R$ 80,00 reais o quilograma, ou seja, mais de dez vezes o
valor praticado em tempos de normalidade.
 
Considerando as disposições do Código Civil, o negócio jurídico que envolvesse a compra e venda de tais
pães padeceria de:
a) Ignorância.
b) Fraude contra credores.
c) Coação.
d) Dolo.
e) Lesão.
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FUNDATEC - Adv (Congonhinhas)/Pref Congonhinhas/2019
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
No Direito Civil, quando uma pessoa, sob premente necessidade ou inexperiência, se obriga à
prestação manifestamente desproporcional ao valor da prestação oposta, verifica-se a figura:
a) Do erro.
b) Do dolo.
c) Do estado de perigo.
d) Da lesão.
e) Da coação.
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FGV - AFTE (SEFIN RO)/SEFIN RO/2018
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
Bueno, servidor público, está com graves problemas financeiros diante da falta de pagamento
regular de seus salários. Com débitos em atraso no cartão de crédito e tendo sido negativado no sistema
de proteção ao crédito, ele precisa de empréstimos para saldar suas dívidas mais prementes. Para isso,
procura uma instituição financeira que aceita conceder empréstimos a pessoas na sua condição e assina
contrato de mútuo de fins econômicos, cuja prestação em favor da mutuante é manifestamente
desproporcional à prestação conferida ao mutuário.
Em face dessa situação, quanto ao negócio jurídico celebrado por Bueno, é correto afirmar que ele é
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254) 
255) 
a) nulo por coação por parte da mutuante e o receio de dano iminente e considerável à pessoa do
mutuário e aos seus bens.
b) plenamente válido, por se tratar de contrato de adesão, quando não é dado ao aderente discutir
ou modificar o conteúdo das estipulações.
c) anulável por ocorrência de lesão, diante da premente necessidade do devedor, que se obrigou a
prestação manifestamente desproporcional ao valor da prestação oposta.
d) plenamente válido, por se tratar de exercício da liberdade contratual e da força obrigatória dos
contratos (pacta sunt servanda).
e) anulável por ocorrência de estado de perigo, diante da necessidade de o devedor quitar seus
débitos e eliminar a negativação de seu nome.
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FGV - AnaLM (CM Salvador)/CM Salvador/Licitação, Contratos e
Convênios/Licitação, Contratos e Convênios/2018
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
A Construtora Imóveis Novos Ltda. (CIN) contrata com Loteamentos Urbanos Ltda. (LU) a permuta
de determinado lote de propriedade da LU com o direito de quatro unidades no prédio de dez andares
que CIN incorporará no local. Antes de iniciar a obra, CIN solicita autorização para construção junto à
municipalidade, que, no entanto, nega, sob o fundamento de que naquela área apenas é possível realizar
a construção de edificação de até três andares com três unidades imobiliárias, conforme legislação
vigente antes mesmo da permuta. 
 
Diante da negativa administrativa, o negócio jurídico é:
a) eficaz, mas poderá ser anulado por erro de direito;
b) inválido, pois viciada a vontade das partes;
c) eficaz, não sendo possível o desfazimento, tendo em vista que a ninguém é dado desconhecer a
lei;
d) inexistente, por ausente o motivo;
e) válido, porém ineficaz, ante o vício sobre o motivo. 
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VUNESP - Proc Aut (PAULIPREV)/PAULIPREV/2018
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
Ana contraiu um empréstimo no valor de quarenta mil reais com o Banco Z. Após o pagamento de
duas parcelas, no valor de cinco mil reais cada, não conseguiu realizar o pagamento das demais. Antes
que o Banco Z buscasse judicialmente o cumprimentoda obrigação, Ana transferiu seu carro, único bem
que possuía em seu nome, à sua tia, que sabia de toda sua situação financeira.
Diante do caso hipotético, assinale a alternativa que corresponde ao defeito do negócio jurídico e ao
respectivo prazo de decadência.
a) Dolo; prazo de decadência de quatro anos, contados da data em que Ana contraiu o empréstimo.
b) Fraude contra credores; prazo de decadência de quatro anos, contados da data em que Ana
transferiu o seu carro.
c) Coação; prazo de decadência de cinco anos, contados da data em que cessar a coação de Ana em
sua tia.
d) Simulação; prazo de decadência de quatro anos, contados da data em que Ana transferir o carro
para o seu nome.
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256) 
257) 
e) Estado de perigo; prazo de decadência de quatro anos, contados da data em que cessar a dívida
de Ana.
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FUNDATEC - Proc (ALERS)/ALERS/2018
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
O Código Civil de 2002 reserva, quando versa sobre os Fatos Jurídicos, um especial sítio para o
tratamento legislativo dos negócios jurídicos. Para que a manifestação de vontade emitida esteja de
acordo com os preceitos de validade dos negócios jurídicos, se faz necessário o preenchimento de certos
requisitos, que, se ausentes, podem gerar defeitos capazes de maculá-los.
 
Em relação a esses defeitos dos negócios jurídicos, assinale a assertiva INCORRETA.
a) Entende-se por erro quando há uma falsa percepção da realidade criada pelo próprio declarante,
configurando o pleno desconhecimento sobre as circunstâncias do negócio jurídico (de uma pessoa,
um objeto ou um direito); e não prejudica a validade do negócio jurídico quando a pessoa, a quem a
manifestação de vontade se dirige, se oferecer para executá-la na conformidade da vontade real do
manifestante.
b) No dolo, há uma falsa percepção da realidade induzida dolosamente por uma das partes, ou por
terceiro, com o fito de enganar alguém na celebração de negócio jurídico, buscando benefício próprio,
configurando-se omissão dolosa quando ocorre o silêncio intencional de uma das partes a respeito de
fato ou qualidade que a outra parte haja ignorado, provando-se que sem ela o negócio não se teria
celebrado.
c) Para viciar o negócio jurídico, a coação há de ser relevante de modo que cause na vítima fundado
temor de dano iminente e considerável a sua família ou aos seus bens, para que o coacto
forçadamente pratique ato ou realize negócio jurídico contra sua vontade, levando-se em conta, na
sua apreciação, a fim de aquilatar-se a gravidade e a intensidade da força coativa exercida sobre o
coacto, os fatores sexo, idade, condição, saúde, temperamento e todas as demais circunstâncias que
possam tornar mais ou menos vulnerável o coacto às ações do coator.
d) Configura-se o estado de perigo quando uma pessoa, sob premente necessidade, ou por
inexperiência, se obriga a prestação manifestamente desproporcional ao valor da prestação oposta,
considerado um defeito que torna anulável o negócio jurídico, não se decretando a anulação do
negócio, se for oferecido suplemento suficiente, ou se a parte favorecida concordar com a redução do
proveito.
e) A fraude contra credores se configura com a prática de atos jurídicos maliciosos pelo devedor, em
estado de insolvência ou na iminência de assim tornar-se, que dispõe de maneira gratuita e onerosa o
seu patrimônio com finalidade de prejudicar credores preexistentes, afastando a possibilidade de
responder os seus bens por obrigações assumidas em momento antecedente à transmissão.
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AOCP - TNS (Pref SL)/Pref SL/Direito/2018
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
Quanto ao negócio jurídico, assinale a alternativa correta.
a) A manifestação de vontade não subsiste, mesmo que o seu autor haja feito a reserva mental de
não querer o que manifestou e se dela o destinatário tinha conhecimento.
b) No negócio jurídico celebrado com a cláusula de não valer sem instrumento público, este não é da
substância do ato.
c) São anuláveis os negócios jurídicos quando as declarações de vontade emanarem de erro
substancial que poderia ser percebido por pessoa de diligência normal, em face das circunstâncias do
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https://www.tecconcursos.com.br/questoes/628301
258) 
259) 
negócio.
d) O erro é substancial quando concerne à identidade ou à qualidade essencial da pessoa a quem se
refira a declaração de vontade, mesmo que não tenha influído na vontade de modo relevante.
e) O menor, de 16 (dezesseis) e 18 (dezoito) anos, pode, para eximir-se de uma obrigação, invocar a
sua idade se dolosamente a ocultou quando inquirido pela outra parte, ou se, no ato de obrigar-se,
declarou-se maior.
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VUNESP - Proc Jur (CM Jabo)/CM Jaboticabal/2018
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
Sobre os defeitos do negócio jurídico, assinale a alternativa correta.
a) O erro é substancial quando interessa à natureza do negócio, ao objeto principal da declaração,
ou a alguma das qualidades a ele essenciais, bem como à identidade ou à qualidade essencial da
pessoa a quem se refira a declaração de vontade, mesmo que não tenha influído nesta de modo
relevante.
b) A coação, para viciar a declaração da vontade, há de ser tal que incuta ao paciente fundado temor
de dano iminente e considerável à sua pessoa, à sua família, ou mesmo a pessoa não pertencente à
família do paciente, ou aos seus bens próprios ou de terceiros.
c) O dolo de terceiro pode levar à anulação do negócio jurídico somente se a parte a quem aproveite
dele tivesse ou devesse ter conhecimento, e o terceiro responderá por todas as perdas e danos da
parte a quem ludibriou, ainda que subsista o negócio jurídico.
d) Configura-se a lesão quando alguém, premido da necessidade de salvar-se, ou a pessoa de sua
família, de grave dano conhecido pela outra parte, assume obrigação excessivamente onerosa.
e) Ocorre o estado de perigo quando uma pessoa, sob premente necessidade, ou por inexperiência,
obriga- se a prestação manifestamente desproporcional ao valor da prestação oposta.
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NC UFPR (FUNPAR) - Proc Jur (FOZPREV)/FOZPREV/2018
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
Durante o jogo entre as seleções do Brasil e da Costa Rica ocorrido na Copa do Mundo FIFA 2018,
Marco Aurélio, torcedor fanático, começou a sentir fortes dores no peito e formigamento em seu braço.
Após desmaiar, seu filho, que também assistia ao jogo, o levou imediatamente ao pronto-socorro mais
próximo. Chegando ao hospital, foi negado atendimento emergencial a Marco Aurélio pelo fato de ele e
de seu filho não disporem de talão de cheque que era exigido como caução. Minutos mais tarde, sua
esposa Sabrina chegou ao hospital portando o talão de cheques de Marco Aurélio e ele assinou e
entregou uma folha ao atendente do pronto-socorro para ser afinal atendido. Tendo em vista a situação
apresentada, assinale a alternativa correta.
a) A conduta do hospital configura exercício regular de seu direito de fornecedor de serviços, pois não
é obrigado a prestar serviços antes de ter certeza de que receberá seus honorários.
b) Ocorreu lesão, uma vez que a obrigação exigida de Marco Aurélio foi desproporcional diante da
gravidade de seu estado de saúde.
c) Trata-se de dolo, pois Marco Aurélio foi obrigado a realizar conduta contra a sua vontade para ser
atendido.
d) O hospital agiu em erro em relação à qualidade essencial da pessoa, pois cobrou de Marco Aurélio,
quando quem deveria pagar o atendimento seria sua família.
e) Configurou-se estado de perigo, pois Marco Aurélio precisou assumir obrigação excessivamente
onerosa para poder se salvar.
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https://www.tecconcursos.com.br/questoes/671183260) 
261) 
262) 
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VUNESP - Proc (CM Itaquactba)/CM Itaquaquecetuba/2018
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
A declaração de vontade é elemento estrutural ou requisito de existência do negócio jurídico e
exige para sua validade que a vontade seja manifestada livre e espontaneamente, sob pena de invalidar
o próprio negócio firmado. Dentre os vícios na manifestação de vontade que possam macular o ato, é
correto afirmar que
a) a transmissão errônea da vontade por meios interpostos é nula nos mesmos casos em que o é a
declaração direta.
b) pode ser anulado o negócio jurídico por dolo de terceiro, se a parte a quem aproveite dele tivesse
ou devesse ter conhecimento; em caso contrário, ainda que subsista o negócio jurídico, o terceiro
responderá por todas as perdas e danos da parte a quem ludibriou.
c) o dolo do representante legal e do representante convencional de uma das partes obriga o
representado a responder civil e solidariamente com ele por perdas e danos.
d) não vicia o negócio jurídico a coação exercida por terceiro, se dela tivesse ou devesse ter
conhecimento a parte a que aproveite, mas esta responderá solidariamente com aquele por perdas e
danos.
e) a lesão, diferentemente do estado de perigo, não permite a revisão do contrato como forma de
manutenção do negócio jurídico, em razão da premente necessidade ou evidente inexperiência do
declarante.
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COPESE-UFT - Cons Par (CM Palmas)/CM Palmas/Direito/2018
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
Considerando o estabelecido no Código Civil, assinale a alternativa CORRETA.
a) A coação, para viciar a declaração da vontade, há de ser tal que incuta ao paciente fundado temor
de dano iminente e considerável à sua pessoa, à sua família, ou aos seus bens.
b) Configura-se a lesão quando alguém, premido da necessidade de salvar-se, ou a pessoa de sua
família, de grave dano conhecido pela outra parte, assume obrigação excessivamente onerosa.
c) Ocorre o estado de perigo quando uma pessoa, sob premente necessidade, ou por inexperiência,
se obriga a prestação manifestamente desproporcional ao valor da prestação oposta.
d) Por dolo, poderão ser anulados os negócios de transmissão gratuita de bens ou remissão de
dívida, se os negócios forem praticados pelo devedor já insolvente, ou por tais negócios o devedor for
reduzido à insolvência, ainda quando a ignore.
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FGV - Adv (ALERO)/ALERO/2018
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
Sobre o negócio jurídico, assinale a afirmativa correta.
a) O Código Civil apresenta os requisitos do negócio jurídico, dentre os quais é incluída a causa.
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https://www.tecconcursos.com.br/questoes/684397
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/688835
263) 
264) 
265) 
b) O falso motivo em um contrato será, em regra, irrelevante para a perfeição do negócio jurídico.
c) O direito brasileiro não admite a ocorrência de dolo por omissão, pois não há possibilidade de
indução em erro quando a pessoa não manifesta a vontade de modo explícito.
d) O silêncio não pode significar anuência, pois juridicamente quem cala não consente.
e) Se a lesão ficar caracterizada em um negócio jurídico, não poderá o juiz reconhecer a sanatória do
ato.
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IADES - Tec (IGEPPS)/IGEPPS PA/Previdenciário A/2018
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
[...] é vício de consentimento dual, que exige para a sua caracterização a premência da pessoa em
se salvar, ou a membro de sua família e, de outra banda, a ocorrência de obrigação excessivamente
onerosa, aí incluída a imposição de serviços desnecessários, conscientemente fixada pela contraparte da
relação negocial.
Acerca dos defeitos dos negócios jurídicos, o trecho apresentado, retirado da ementa do Recurso Especial
1.680.448/MG, de Relatoria da Ministra Nancy Andrighi, julgado em 22/8/2017, refere-se a
a) erro ou ignorância.
b) estado de perigo.
c) coação.
d) dolo.
e) fraude contra credores.
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VUNESP - Adv (Pref Registro)/Pref Registro/2018
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
Sobre o tema negócios jurídicos, marque a alternativa correta.
a) O erro essencial e o dolo são vícios contemporâneos à formação do contrato e, por isso, quando
presentes, autorizam a declaração de sua nulidade.
b) É nula a doação de bem imóvel feita de modo verbal ou por instrumento particular quando o valor
transcende a trinta salários-mínimos.
c) A simulação é vício que contamina o negócio jurídico e o torna anulável.
d) É de cinco anos o prazo para anular negócio jurídico maculado por coação.
e) É nulo o negócio celebrado por relativamente incapaz sem o necessário consentimento.
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VUNESP - Ag Tes (Pref SBC)/Pref SBC/2018
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
Assinale a alternativa correta sobre a fraude contra credores.
a) Constitui pressuposto da fraude contra credores que a transmissão do bem tenha sido realizada
mediante contraprestação.
b) Presume-se válida e de boa-fé, em relação aos demais credores, a garantia de dívida que o
devedor insolvente tiver dado a algum credor.
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266) 
267) 
268) 
c) Anulado o negócio tido por fraudulento, a vantagem resultante reverterá em proveito daquele
credor que pleiteou a anulação.
d) Pelo princípio da anterioridade do crédito, apenas aqueles que já eram credores ao tempo do
negócio fraudulento podem requerer sua anulação.
e) A remissão de dívida constitui prerrogativa de qualquer pessoa, razão pela qual, se realizada pelo
devedor, não pode gerar as consequências do instituto da fraude contra credores.
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CEBRASPE (CESPE) - ACE (TCE-MG)/TCE MG/Direito/2018
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
O erro que se refere a qualidades secundárias do objeto do negócio jurídico e que não acarreta
efetivo prejuízo é denominado
a) obstativo.
b) inescusável.
c) substancial.
d) acidental.
e) impróprio.
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CONSULPLAN - NeR (TJ MG)/TJ MG/Provimento/2018
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
Assinale a alternativa correta.
a) Admite-se a nomeação conjunta de tutor, para filhos menores, pelo casal, em cédula
testamentária única.
b) Um imóvel instituído convencionalmente como bem de família isenta o prédio da execução de
qualquer dívida posterior ao ato da instituição do bem.
c) A anulação do negócio jurídico poderá ser evitada se a parte favorecida oferecer suplemento
suficiente à outra parte ou se a parte favorecida concordar com a redução do proveito obtido.
d) Em relação ao contrato de locação de imóvel não residencial, dissolvida a sociedade locatária por
morte de um dos sócios, não há previsão legal para o exercício do direito de renovação do contrato
de locação do imóvel para os sócios restantes.
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CONSULPLAN - NeR (TJ MG)/TJ MG/Provimento/2018
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
Assinale a alternativa INCORRETA.
a) A fundação pode ser criada por testamento particular.
b) Não vicia o negócio jurídico a coação exercida por terceiro.
c) O negócio jurídico nulo não pode ser ratificado pelas partes.
d) A simulação é causa de anulabilidade do negócio jurídico no Código Civil de 1916 e de nulidade no
de 2002.
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269) 
270) 
271) 
www.tecconcursos.com.br/questoes/732787CONSULPLAN - NeR (TJ MG)/TJ MG/Remoção/2018
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
Nos negócios jurídicos em geral, o dolo acidental
a) gera a nulidade do negócio jurídico.
b) gera a inexistência do negócio jurídico.
c) gera a anulabilidade do negócio jurídico.
d) apenas obriga à satisfação das perdas e danos.
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FCC - Ana Jur (SEAD AP)/SEAD AP/2018
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
Antenor e Amélia, pai e filha, adquiriram um imóvel para nele juntos residirem. Em razão de
dificuldades financeiras, Antenor e Amélia, por preço justo, venderam-no a Pedro. Embora fosse contrária
à venda, Amélia aceitou participar de sua realização apenas pelo receio de desapontar Antenor, a quem
respeitava profundamente. Em tal cenário, agiu Amélia sob
a) estado de perigo, sendo nulo o negócio jurídico.
b) coação, sendo anulável o negócio jurídico.
c) erro, sendo válido o negócio jurídico.
d) lesão, sendo anulável o negócio jurídico.
e) temor reverencial, sendo válido o negócio jurídico.
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IBADE - Adv (CM Vilhena)/CM Vilhena/2018
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
Olavo de Andrade toma conhecimento do sequestro de sua filha Ilda, por meio do contato de
alguns sequestradores, que pleitearam o valor de R$ 200.000,00 para liberação de Ilda. Ocorre que o
Olavo não tem esse dinheiro disponível no momento, o que o leva a alienar o seu veículo cujo o valor de
mercado é de R$ 90.000,00, por R$ 45.000,00, para Aldo José, que conhecia daquele fato. Em um
momento posterior, Ilda, surge em sua casa, afirmando que policiais militares descobriram o local do
cativeiro, e por assim ela foi liberada após prestar o seu depoimento em sede policial. A alternativa
correta acerca do vício de consentimento no negócio jurídico é:
a) Coação.
b) Estado de perigo.
c) Erro.
d) Lesão.
e) Dolo.
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272) 
273) 
274) 
275) 
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FUNDATEC - Adv (Pref Sta Rosa)/Pref Santa Rosa/2018
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
Nos negócios jurídicos regulados pelo Código Civil, a coação é considerada vício:
a) Social e causa a anulação do negócio jurídico.
b) Social e causa a anulação do negócio jurídico, com prazo prescricional de 4 anos.
c) Social e causa a anulação do negócio jurídico, com prazo decadencial de anos.
d) Da vontade e causa a anulação do negócio jurídico.
e) Da vontade e causa a nulidade do negócio jurídico.
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FAFIPA - ALeg I (CM F Iguaçu)/CM Foz do Iguaçu/2018
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
De acordo com o Código Civil, é CORRETO afirmar que:
a) São os negócios jurídicos anuláveis por dolo, quando este for a sua causa.
b) São nulos os negócios jurídicos, quando as declarações de vontade emanarem de erro substancial
que poderia ser percebido por pessoa de diligência normal, em face das circunstâncias do negócio.
c) Considera-se coação o simples temor reverencial.
d) O erro de cálculo torna o negócio jurídico nulo.
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CEV URCA - Adv (Pref Mauriti)/Pref Mauriti/2018
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
Sobre o instituto da lesão, é CORRETO afirmar:
a) Os efeitos da lesão podem se manifestar no curso do contrato, desde que sejam provenientes de
desproporção entre as prestações existentes no momento da celebração do contrato.
b) A desproporção entre as prestações deve se configurar somente no curso do contrato.
c) A desproporção entre as prestações surge em razão de fato superveniente a celebração do
contrato.
d) Os efeitos da lesão decorrem de um fato imprevisto.
e) O fato imprevisível que gerou a lesão deve ser devidamente comprovado.
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CONSCAM - Adv (SAAEDOCO)/SAAEDOCO/2018
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
Sobre os defeitos nos negócios jurídicos, assinale a alternativa correta.
a) Se ambas as partes procederem com dolo, qualquer delas pode alegá-lo para anular o negócio, ou
reclamar indenização.
b) Considera-se coação o simples temor reverencial.
c) Configura-se a lesão quando alguém, premido da necessidade de salvar-se, ou a pessoa de sua
família, de grave dano conhecido pela outra parte, assume obrigação excessivamente onerosa.
d) O prazo decadencial para anular o negócio jurídico com base na ocorrência de coação, inicia
quando está cessar.
e) A invalidade do instrumento induz a do negócio jurídico, mesmo que este puder provar-se por
outro meio.
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1020004
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1054243
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1453034
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1581620
276) 
277) 
278) 
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ADVISE - Ass Leg (CM Brejão)/CM Brejão/2018
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
Acerca dos aos negócios jurídicos, é CORRETO afirmar que:
a) A pessoa jurídica pode sofrer dano moral.
b) É anulável o negócio jurídico simulado, mas subsistirá o que se dissimulou, se válido for na
substância e na forma.
c) O negócio jurídico nulo é suscetível de confirmação e pode convalescer pelo decurso do tempo.
d) São os negócios jurídicos anuláveis por dolo, quando este for a sua causa.
e) Se ambas as partes procederem com dolo, ambas podem alegá-lo para anular o negócio, ou
reclamar indenização.
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FCC - Esp RT (ARTESP)/ARTESP/Direito/III/2017
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
Fernando, empresário individual, ciente de seu estado de insolvência, vendeu parte de seus
estoques e, na esperança de retomar o curso regular de seus negócios, decidiu pagar um de seus
fornecedores, cuja dívida ainda não estava vencida, em função do desconto oferecido e a promessa de
uma nova entrega com maior prazo para pagamento. A situação descrita caracteriza
a) simulação, podendo ser anulada por terceiros prejudicados, tanto credores como os demais
fornecedores, se comprovada a intenção de frustrar direito alheio.
b) ato doloso, caracterizando, mais especificamente, o denominado dolus malus, que enseja a
nulidade do ato por presunção de sua lesividade.
c) erro substancial, não escusável, acarretando a anulabilidade do ato mediante ação judicial
intentada por eventuais prejudicados.
d) ato atentatório a direito de credores, somente sendo escusável se comprovada boa-fé objetiva.
e) fraude contra credores, podendo ser anulado judicialmente em ação intentada por aquele que
detenha crédito anterior ao quitado e tenha sido prejudicado pelo ato.
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FCC - Fisc DC (PROCON MA)/PROCON MA/2017
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
Acerca dos defeitos do negócio jurídico,
a) tanto o dolo essencial como o dolo acidental anulam o negócio jurídico, sem prejuízo de perdas e
danos materiais e morais.
b) se duas partes celebrantes de um negócio jurídico procederem com dolo, ambas podem alegá-lo
para anular o negócio ou reclamar indenização por perdas e danos materiais e morais.
c) a coação caracteriza-se pelo temor reverencial, salvo se disser respeito a pessoa estranha à família
do coagido.
d) o erro não prejudica a validade do negócio jurídico quando a pessoa, a quem a manifestação de
vontade se dirige, se oferecer para executá-la na conformidade da vontade real do manifestante.
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https://www.tecconcursos.com.br/questoes/566124
279) 
280) 
281) 
e) o falso motivo não vicia a declaração de vontade emnenhum caso, tratando-se de mera
percepção equivocada da realidade.
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IBAM - AFTM (Pref Jundiaí)/Pref Jundiaí/2017
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
Vítima de acidente de trânsito sofreu ferimentos graves perdendo parcialmente os membros
inferiores e sendo submetida à cirurgia para colocação de prótese ortopédica. Após o período de
convalescença foi procurada pelo causador do dano, para firmar acordo extrajudcial, pelo qual ficou
estabelecido o pagamento de indenizações pelos danos materiais sofridos e ressarcimento de despesas
com consultas e tratamentos médicos, além do fornecimento de uma automóvel adaptado à sua
limitação física. A vítima, pessoa maior, capaz, jovem, estudante de universidade, solteira, sem
assistência ou orientação familiar ou de profissional do direitos e sem recursos para arcar com as
despesas hospitalares, renunciou a quaisquer direitos que porventura adviessem do sinistro,
notadamente danos morais e pensão vitalícia. Uma vez terminada os estudos, pode constatar que o
acidente lhe causara incapacidade para o trabalho e percebeu que havia abdicado de seus direitos. Para
buscar a invalidação do contrato a parte prejudicada deverá alegar em juízo:
 
a) erro
b) dolo
c) estado de perigo
d) lesão
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FAUEL - Adv (Prev São José)/Prev São José/2017
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
Analise as proposições abaixo e assinale a alternativa CORRETA.
a) Os negócios de transmissão gratuita de bens ou remissão de dívida, se os praticar o devedor já
insolvente, ou por eles reduzido à insolvência, ainda quando o ignore, poderão ser anulados pelos
credores quirografários, como lesivos dos seus direitos.
b) Ocorre estado de perigo quando uma pessoa, sob premente necessidade, ou por inexperiência, se
obriga a prestação manifestamente desproporcional ao valor da prestação oposta.
c) O negócio jurídico nulo é suscetível de confirmação e convalesce pelo decurso do tempo.
d) Se for suspensiva a condição, enquanto esta se não realizar, vigorará o negócio jurídico, podendo
exercer-se desde a conclusão deste o direito por ele estabelecido.
e) O falso motivo não vicia a declaração de vontade quando expresso como razão determinante.
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CEC Banpará - Adv (BANPARÁ)/BANPARÁ/2017
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
Marque a alternativa CORRETA:
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/653526
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/951796
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1285817
282) 
283) 
a) Referente ao instituto da condição, segundo a lei civil, sobrevindo a condição resolutiva, extingue-
se, para todos os efeitos, o direito a que ela se opõe; mas, se aposta a um negócio de execução
continuada ou periódica, a sua realização, salvo disposição em contrário, não tem eficácia quanto aos
atos já praticados, desde que compatíveis com a natureza da condição pendente e conforme aos
ditames de boa-fé.
b) Com base na Teoria da Lesão no âmbito do direito civil, ocorre a lesão, quando uma pessoa, sob
premente necessidade, ou por inexperiência, se obriga a prestação proporcional ao valor da prestação
oposta.
c) Os negócios jurídicos de transmissão gratuita de bens ou remissão de dívida, se os praticar o
devedor solvente, poderão ser anulados pelos credores quirografários, como lesivos dos seus direitos,
bem como serão igualmente anuláveis os contratos onerosos ou gratuitos do devedor quando
insolvente.
d) Haverá erro nos negócios jurídicos quando aparentarem conferir ou transmitir direitos a pessoas
diversas daquelas às quais realmente se conferem, transmitem, ou quando contiverem declaração,
confissão, condição ou cláusula não verdadeira.
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CONSULPLAN - NeR (TJ MG)/TJ MG/Provimento/2015
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
“Marcela, de boa – fé, adquiriu um imóvel de Aline. Pagou à vista, o justo preço de mercado. Nada
havia que desabonasse Aline; nenhuma restrição havia na certidão do imóvel. Posteriormente, veio a ser
acionada por Luciano, que pleiteava a anulação da venda, alegando ser credor de Aline, que não lhe
pagava o que devia, apesar de ter recebido várias cartas de cobrança.” Diante disto, aponte a alternativa
que indica a ação a ser proposta por Luciano e a decisão judicial mais adequada para o caso:
a) Ação reipersecutória, sendo o pedido julgado procedente por ter-se configurado a fraude de
execução.
b) Ação pauliana, sendo o pedido julgado procedente por ter-se configurado a fraude contra
credores.
c) Ação reipersecutória, sendo o pedido julgado improcedente por não se ter configurado a fraude de
execução.
d) Ação pauliana, sendo o pedido julgado improcedente por não se ter configurado fraude contra
credores oponível contra terceiros adquirentes de boa-fé.
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CONSULPLAN - NeR (TJ MG)/TJ MG/Provimento/2015
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
“Carlos, jogador de futebol, famoso por ostentar relógios de luxo, ofertou ao seu amigo Antônio
uma réplica como se fosse uma joia. Na aquisição, Antônio pagou preço de mercado. Posteriormente quis
certificar-se da legitimidade da peça, e só então, tomou conhecimento que se tratava de uma simples
réplica de latão.” Diante do caso, é correto afirmar que se trata de
a) vício do negócio jurídico.
b) vício redibitório.
c) risco de evicção.
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/350543
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/350550
284) 
285) 
d) uma relação de consumo, sendo regulada pelo Código de Defesa do Consumidor.
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CONSULPLAN - AJ TRE MG/TRE MG/Judiciária/2013
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
O art. 104 do Código Civil estabelece que a validade do negócio jurídico requer agente capaz,
objeto lícito, possível, determinado ou determinável e forma prescrita ou não defesa em lei. A falta ou o
defeito de qualquer desses requisitos leva à invalidade do negócio jurídico. A respeito do tema, assinale
a alternativa correta.
a) Se o dolo, um dos defeitos do negócio jurídico que causa sua anulabilidade, for do representante
legal ou convencional de uma das partes, só está obrigado o representado a responder civilmente até
a importância do proveito que teve.
b) É anulável o negócio jurídico simulado, mas subsistirá o que se dissimulou, se válido for na
substância e na forma. Também é anulável o negócio jurídico viciado por erro, dolo, coação, estado
de perigo, lesão ou fraude contra credores, e o prejudicado tem o prazo decadencial de dois anos
para pugnar pela sua anulação.
c) Os negócios de transmissão gratuita de bens ou remissão de dívida, se os praticar o devedor já
insolvente, ou por eles reduzido à insolvência, desde que não o ignore, poderão ser anulados pelos
credores quirografários, como lesivos dos seus direitos, sendo que igual direito assiste aos credores
cuja garantia se tornar insuficiente.
d) Respeitada a intenção das partes, a invalidade parcial de um negócio jurídico não o prejudicará na
parte válida, se esta for separável. Além disso, a invalidade da obrigação principal implica a das
obrigações acessórias, mas a destas não induz a da obrigação principal, exceto em caso de nulidade,
em que o vício em uma das obrigações, principal ou acessória, contamina todas as demais.
e) A validade da declaração de vontade não dependerá de forma especial, senão quando a lei
expressamente a exigir, como no caso dos negócios jurídicos que visem à constituição, transferência,
modificação ou renúncia de direitos reais sobre imóveis de valor superior a trinta vezes o maior
salário mínimo vigente no País, em que, não dispondo a lei em contrário, a escritura pública é
essencial à sua validade.
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CONSULPLAN -Proc Jur (CREA RJ)/CREA RJ/2011
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
“Dentre os defeitos do negócio jurídico, está a coação. A coação é qualquer pressão física ou moral
exercida sobre a pessoa, os bens ou a honra de um contratante para obrigá-lo ou induzi-lo a efetivar um
negócio jurídico.” Para que se configure a coação moral como defeito do negócio jurídico, é mister a
ocorrência dos seguintes requisitos, EXCETO:
a) A coação deve ser a causa determinante do negócio jurídico.
b) Deve incutir à vítima a um temor justificado.
c) O temor deve dizer respeito a uma obrigação de fazer resistida de forma injustificada pelo coato.
d) O dano deve ser considerável ou grave.
e) O dano deve ser igual, pelo menos, ao receável do ato extorquido (a ameaça deve referir-se a
prejuízo que influencie a vontade do coato a ponto de alterar suas determinações).
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CONSULPLAN - Ana SS (CESAN)/CESAN/Advogado/2011
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
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https://www.tecconcursos.com.br/questoes/238121
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/241058
286) 
287) 
Acerca dos vícios da vontade, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:
( ) O erro para viciar a vontade e tornar anulável o negócio deve ser substancial, escusável e real, no
sentido de que há de ter por fundamento uma razão plausível, ou ser de tal monta que qualquer
pessoa inteligente e de atenção ordinária seja capaz de cometê-lo.
( ) Dolo é o emprego de um artifício ou expediente astucioso para induzir alguém à prática de um
ato que o prejudica e aproveita ao autor do dolo ou a terceiro.
( ) Coação é qualquer pressão física ou moral exercida sobre a pessoa, os bens ou a honra de um
contratante para obrigá-lo ou induzi-lo a efetivar um negócio jurídico. Excluem a coação: a ameaça
do exercício normal de um direito ou o simples temor reverencial. A coação exercida por terceiro,
não vicia o negócio e se for previamente conhecida pela parte a quem aproveitar, somente este
responderá por todas as perdas e danos.
( ) Simulação é uma declaração enganosa da vontade, visando a produzir efeito diverso do
ostensivamente indicado; caracteriza-se pelo intencional desacordo entre a vontade interna e a
declarada, no sentido de criar, aparentemente, um negócio jurídico que, de fato, não existe, ou
então oculta, sob determinada aparência, o negócio realmente querido.
( ) Fraude contra credores é a prática maliciosa, pelo devedor, de atos que desfalcam o seu
patrimônio, com o escopo de colocá-lo a salvo de uma execução por dívidas em detrimento dos
direitos creditórios alheios; possui o elemento objetivo, que é todo ato prejudicial ao credor, e o
subjetivo, que é a má fé, a intenção de prejudicar do devedor.
A sequência está correta em:
a) V, F, F, F, V
b) F, V, V, F, F
c) V, V, F, V, V
d) V, F, V, F, F
e) F, V, F, V, F
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CONSULPLAN - Adv (Itabaiana)/Pref Itabaiana/Prefeitura/2010
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
Sobre os defeitos do negócio jurídico, marque a alternativa INCORRETA:
a) Não se considera coação a ameaça do exercício normal de um direito, nem o simples temor
reverencial.
b) Configura-se estado de perigo quando uma pessoa, sob premente necessidade, ou por
inexperiência, se obriga a prestação manifestamente desproporcional ao valor da prestação oposta.
c) São os negócios jurídicos anuláveis por dolo, quando este for a sua causa.
d) Se ambas as partes procederem com dolo, nenhuma pode alegá-lo para anular o negócio, ou
reclamar indenização.
e) O falso motivo só vicia a declaração de vontade quando expresso como razão determinante.
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288) 
289) 
290) 
291) 
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CONSULPLAN - Proc (CM Queimados)/CM Queimados/2005
Direito Civil - Defeitos ou vícios do negócio jurídico (arts. 138 a 165)
“Ocorre quando uma pessoa, sob premente necessidade, ou por inexperiência, se obriga a
prestação manifestamente desproporcional ao valor da prestação oposta”. Estamos falando do(a):
a) erro
b) estado de perigo
c) dolo
d) coação
e) lesão
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Instituto Consulplan - ALeg (CM Itabira)/CM Itabira/2022
Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184)
Conforme preceitua o Código Civil em vigor, é nulo o negócio jurídico por vício resultante de:
a) Lesão.
b) Coação.
c) Simulação.
d) Fraude contra credores.
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VUNESP - ProcJu (CM Orlândia)/CM Orlândia/2022
Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184)
Em um contrato simulado, é correto afirmar que
a) ainda que o terceiro esteja de boa-fé, ele não terá seus direitos ressalvados.
b) será anulável se requerido no prazo de quatro anos.
c) poderá ser confirmado pelas partes, desde que expressamente declarem a vontade de mantê-lo.
d) a nulidade não pode ser pronunciada de ofício pelo juiz.
e) as nulidades podem ser alegadas por qualquer interessado, ou pelo Ministério Público, quando lhe
couber intervir.
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FCC - FRE (SEFAZ AP)/SEFAZ AP/2022
Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184)
Atenção: A questão refere-se a Direito Civil.
 
De acordo com o Código Civil, os vícios resultantes de erro, dolo, coação, estado de perigo, lesão ou
fraude contra credores ensejam a
a) nulidade do negócio jurídico, que se sujeita a prazo prescricional.
b) nulidade do negócio jurídico, que se sujeita a prazo decadencial.
c) anulabilidade do negócio jurídico, que se sujeita a prazo prescricional.
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https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2094123
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2113360
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2163598
292) 
293) 
294) 
d) anulabilidade do negócio jurídico, que se sujeita a prazo decadencial.
e) inexistência do negócio jurídico, que se sujeita a prazo prescricional.
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IBFC - Esp Fom (AFEAM)/AFEAM/Jurídico/2022
Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184)
No que diz respeito ao negócio jurídico, assinale a alternativa incorreta.
a) As nulidades devem ser pronunciadas pelo juiz, quando conhecer do negócio jurídico ou dos seus
efeitos e as encontrar provadas, não lhe sendo permitido supri-las, ainda que a requerimento das
partes
b) O negócio jurídico nulo não é suscetível de confirmação, nem convalesce pelo decurso do tempo
c) É de cinco anos o prazo de decadência para pleitear-se a anulação do negócio jurídico, contado,
no caso de coação, do dia em que ela cessar
d) Quando a anulabilidade do ato resultar da falta de autorização de terceiro, será validado se este a
der posteriormente
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Instituto Consulplan - Proc (IPASEM)/IPASEM/2022
Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184)
Analise as afirmativas; marque V para as verdadeiras e F para as falsas.
 
( ) As partes poderão livremente pactuar regras de interpretação, de preenchimento de lacunas e
de integração dos negócios jurídicos diversas daquelas previstas em lei.
 
( ) São nulos de pleno direito os negócios jurídicos, quando as declarações de vontade emanarem
de erro substancial que poderia ser percebido por pessoa de diligência normal, em face das
circunstâncias do negócio.
 
( ) Quando a lei dispuser que determinado ato é anulável, sem estabelecer prazo para pleitear-se a
anulação, será este de dois anos, a contar da data da conclusão do ato.
 
A sequência está correta em
a) F, V, V.
b) V, V, F.
c) V, F, V.
d) F, V, F.
e) F, F, V.
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IBADE - ATrib (Pref Colíder)/Pref Colíder/2022
Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184)
É nulo o negócio jurídico quando, EXCETO:a) o motivo determinante, comum a ambas as partes, for ilícito.
b) for ilícito, impossível ou indeterminável o seu objeto.
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2218754
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2327335
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2455457
295) 
296) 
297) 
c) tiver por objetivo fraudar lei imperativa.
d) celebrado por pessoa absolutamente incapaz.
e) por vício resultante de dolo ou fraude contra credores.
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FUNDATEC - Ana Jur (SEPOG RS)/SEPOG RS/2022
Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184)
O negócio jurídico que tiver objeto ilícito é considerado:
a) Juridicamente inexistente.
b) Anulável.
c) Nulo.
d) Com invalidade sanável.
e) Válido até que seja anulado.
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FGV - ATCE (TCE-AM)/TCE AM/Ministério Público de Contas/2021
Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184)
Magda deseja vender um imóvel para um de seus filhos, Bruno. Para não ter problemas com seus
outros filhos que não concordarão com a venda, ela combina com Jorge, seu melhor amigo, de vender o
imóvel para ele, mas com a incumbência de ele revendê-lo, em seguida, para Bruno, o que efetivamente
ocorre.
Quando os outros filhos de Magda descobrirem, eles poderão alegar:
a) confirmação;
b) conversão;
c) simulação;
d) redução;
e) ratificação.
www.tecconcursos.com.br/questoes/1813407
CEBRASPE (CESPE) - ATM (Pref Aracaju)/Pref Aracaju/Abrangência Geral/2021
Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184)
De acordo com o Código Civil, o negócio jurídico será considerado nulo caso
a) a declaração de vontade de alguma das partes emane de erro substancial.
b) deixe de ser revestido pela forma prescrita em lei.
c) seja praticado por um devedor já insolvente.
d) decorra de dolo de terceiro, desde que a parte que se beneficie dele tenha conhecimento do vício
do ato.
e) seja realizado por uma pessoa que, premida da necessidade de se salvar, assuma obrigação
excessivamente onerosa.
 
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2455952
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1692373
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1813407
298) 
299) 
300) 
www.tecconcursos.com.br/questoes/1846253
AVANÇASP - Proc (CM Rib Pires)/CM Rib Pires/2021
Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184)
No que se refere à invalidade do negócio jurídico, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a
alternativa correta:
 
I – A conversibilidade dos negócios jurídicos (CC, art. 170) exige apenas elementos objetivos.
 
II – O sistema geral de invalidade dos negócios jurídicos, previsto no Código Civil em vigor, é
aplicável aos atos jurídicos strictu sensu.
 
III – Apenas a simulação absoluta é causa de nulidade absoluta sob a égide do Código Civil em
vigor.
a) Apenas o item I é verdadeiro.
b) Apenas o item II é verdadeiro.
c) Apenas o item III é verdadeiro.
d) Apenas os itens I e III são verdadeiros.
e) Nenhum dos itens é verdadeiro.
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FEPESE - AJur (CM Fraiburgo)/CM Fraiburgo/2021
Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184)
De acordo com o Código Civil, haverá simulação nos negócios jurídicos quando:
1. aparentarem conferir ou transmitir direitos a pessoas diversas daquelas às quais realmente se
conferem, ou transmitem.
2. contiverem declaração, confissão, condição ou cláusula não verdadeira.
3. os instrumentos particulares forem antedatados, ou pós-datados.
4. o credor quirografário receber do devedor insolvente o pagamento da dívida ainda não vencida.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
a) São corretas apenas as afirmativas 1 e 3.
b) São corretas apenas as afirmativas 2 e 4.
c) São corretas apenas as afirmativas 1, 2 e 3.
d) São corretas apenas as afirmativas 2, 3 e 4.
e) São corretas as afirmativas 1, 2, 3 e 4.
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IBADE - APG (Vila Velha)/Pref Vila Velha/Direito/2020
Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184)
No direito pátrio e inclusive no Código Civil vigente, há diferenças entre nulidade e anulabilidade,
no âmbito de negócios jurídicos. Marque a opção que corresponde a uma hipótese de anulabilidade de
um Negócio Jurídico.
a) Quando celebrado por pessoa que assume obrigação excessiva, premida da necessidade de
salvar-se de grave dano conhecido pela outra parte
b) Quando o motivo determinante, comum a ambas as partes, for ilícito
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1846253
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2221198
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1209190
301) 
302) 
303) 
c) Quando celebrado por pessoa absolutamente incapaz
d) Quando não revestir a forma prescrita em lei
e) Cujo objeto for ilícito, impossível ou indeterminável
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IBADE - Adv (CM S Felipe O)/CM S Felipe do Oeste/2020
Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184)
Para que um negócio jurídico seja válido, requer-se que o agente seja capaz, o objeto seja lícito,
possível, determinado ou determinável, seja realizado na forma prescrita em lei. Nesse sentido, o negócio
jurídico será nulo exceto quando:
a) for preterida alguma solenidade que a lei considere essencial para a sua validade.
b) por incapacidade relativa do agente.
c) por vício resultante de erro.
d) a impossibilidade inicial do objeto for relativa.
e) por estado de perigo.
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VUNESP - AJur (CM Boituva)/CM Boituva/2020
Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184)
Assinale a alternativa que trata corretamente de nulidade ou anulabilidade do negócio jurídico.
a) O negócio jurídico nulo não é suscetível de confirmação.
b) O negócio jurídico anulável não pode ser confirmado pelas partes.
c) O negócio jurídico nulo é suscetível de confirmação e convalesce com o decurso do tempo, mesmo
sem os requisitos de outro.
d) A anulabilidade se pronuncia de ofício.
e) É nulo o negócio jurídico por incapacidade relativa do agente.
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IBADE - Adv (SL D'Oeste)/Pref S Luzia D'Oeste/40 Horas/2020
Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184)
O Código Civil preceitua que há circunstâncias que resultam na invalidade do negócio jurídico.
Dentre elas, são circunstâncias que constituem nulidades: .
a) a incapacidade absoluta do agente, a impossibilidade do objeto, vício de lesão.
b) a incapacidade relativa do agente, a impossibilidade do objeto, a ilicitude do motivo determinante.
c) a incapacidade absoluta do agente, a impossibilidade do objeto, vício de coação.
d) a incapacidade absoluta do agente, a impossibilidade do objeto, a ilicitude do motivo
determinante.
e) a incapacidade relativa do agente, a impossibilidade do objeto, vício de erro essencial.
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304) 
305) 
306) 
307) 
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IGECS - Proc (CM Jandira)/CM Jandira/2020
Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184)
O Código Civil, especificamente no capítulo que trata da invalidade do negócio jurídico, aponta,
expressamente, as hipóteses de nulidade absoluta. Dentre as alternativas abaixo, uma não consiste em
hipótese de nulidade absoluta do negócio jurídico, assinale-a:
a) celebrado por pessoa absolutamente incapaz.
b) não revestir a forma prescrita em lei.
c) celebrado por ébrios habituais e os viciados em tóxico.
d) for preterida alguma solenidade que a lei considere essencial para a sua validade.
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FCC - Ana Fom (AFAP)/AFAP/Advogado/2019
Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184)
No tocante aos negócios jurídicos,
a) as nulidades devem ser pronunciadas pelo juiz, quando conhecer do negócio jurídico ou dos seusefeitos e as encontrar provadas, podendo porém supri-las a pedido expresso das partes.
b) serão nulos os negócios jurídicos simulados, mas subsistirão os dissimulados, se válidos forem na
substância e na forma.
c) tanto os negócios jurídicos nulos como aqueles anuláveis são suscetíveis de confirmação, podendo
convalescer pelo decurso do tempo, se a invalidade se der por idade da pessoa.
d) quando a anulabilidade do ato resultar da falta de autorização de terceiro, não há possibilidade de
validação do ato.
e) é de 2 anos o prazo de decadência para pleitear-se a anulação do ato em que houver ocorrido
coação, contado esse prazo do dia em que a ameaça cessar.
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VUNESP - Proc Leg (CM Tatuí)/CM Tatuí/2019
Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184)
Assinale a alternativa correta sobre os defeitos e invalidade do negócio jurídico.
a) O negócio jurídico simulado é, em regra, anulável.
b) Configura-se lesão quando alguém, premido da necessidade de salvar-se de grave dano conhecido
pela outra parte, assume obrigação excessivamente onerosa.
c) O prazo decadencial para pleitear a anulação de negócio jurídico, em razão da incapacidade do
agente, é contado da data da realização do negócio.
d) O negócio jurídico praticado em fraude contra credores é absolutamente nulo.
e) Os efeitos da anulação de determinado negócio jurídico é, em regra, ex tunc.
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PUC PR - AFRM (Campo Grande)/Pref Campo Grande/2019
Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184)
“É, contudo, no negócio jurídico, até que se estabeleça nova conceituação, que repousa a base da
autonomia da vontade, o fundamento do direito privado. Não obstante as críticas que sofre, a doutrina
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308) 
do negócio jurídico demonstra ainda grande vitalidade do direito ocidental, mormente na Itália,
Alemanha e França. O negócio jurídico continua sendo um ponto fundamental de referência teórica e
prática. É por meio do negócio jurídico que se dá vida às relações jurídicas tutelas pelo direito”.
 
VENOSA, Silvio de Salvo. Código Civil Interpretado. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2011, p. 109.
 
Dentro dessa temática e considerando as disposições do Código Civil brasileiro, analise as assertivas que
seguem.
 
I. A impossibilidade inicial do objeto, ainda relativa, invalida de pleno direito o negócio jurídico.
 
II. Nas hipóteses em que o objeto do direito ou da obrigação comum seja indivisível, a incapacidade
relativa de uma das partes poderá ser aproveitada pelos cointeressados capazes.
 
III. Os negócios jurídicos benéficos e a renúncia devem ser interpretados de forma ampliativa.
 
IV. A transmissão errônea da vontade por meios interpostos é anulável nos mesmos casos em que o
é a declaração direta.
 
V. Quando a lei dispuser que determinado ato é anulável, sem estabelecer prazo para pleitear-se a
anulação, será este de dois anos, a contar da data da conclusão do ato.
 
Estão CORRETAS apenas as alternativas
a) I, II e V.
b) II, III e V.
c) I, II e III.
d) I, III e IV.
e) II, IV e V.
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VUNESP - Adv (CM Piracicaba)/CM Piracicaba/2019
Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184)
No âmbito das relações entre particulares, é de extrema importância o exato conhecimento acerca
da invalidade dos negócios jurídicos. Quanto ao tema, é correto afirmar que:
a) é anulável o negócio jurídico simulado, e não subsistirá o que se dissimulou, mesmo se válido for
na substância e na forma.
b) as nulidades devem ser pronunciadas pelo juiz, quando conhecer do negócio jurídico ou dos seus
efeitos e as encontrar provadas, mas poderá supri-las a requerimento das partes.
c) a anulabilidade não tem efeito antes de julgada por sentença, nem se pronuncia de ofício; só os
interessados a podem alegar, e aproveita exclusivamente aos que a alegarem, salvo o caso de
solidariedade ou indivisibilidade.
d) nos atos de incapazes, é de dois anos o prazo de decadência para pleitear-se a anulação do
negócio jurídico, contado do dia em que cessar a incapacidade.
e) quando a nulidade do ato resultar da falta de autorização de terceiro, será validado se este a der
posteriormente.
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309) 
310) 
311) 
312) 
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IADES - Adv (BRB)/BRB/2019
Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184)
Quanto aos negócios jurídicos, de acordo com o Código Civil brasileiro, assinale a alternativa
correta.
a) O negócio anulável pode ser confirmado pelas partes.
b) A invalidade das obrigações acessórias implica a da obrigação principal.
c) É nulo um negócio jurídico por vício resultante de fraude contra credores.
d) Quando instrumentos particulares forem antedatados, ou pós-datados, ocorre a lesão.
e) Nas declarações de vontade, será atendido mais ao sentido literal da linguagem do que à intenção
nelas consubstanciada.
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OBJETIVA CONCURSOS - Adv (Pref A Prado)/Pref Antônio Prado/2019
Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184)
Com base na Lei nº 10.406/2002 - Código Civil, sobre a invalidade do negócio jurídico, marcar C
para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência
CORRETA:
( ) É inexistente o negócio jurídico quando praticado por pessoa absolutamente incapaz.
( ) Quando o objeto do negócio jurídico for ilícito ou indeterminado, será nulo o negócio.
( ) O negócio jurídico será anulável quando o vício for resultante de dolo ou erro.
a) E - C - C.
b) C - C - C.
c) C - E - E.
d) E - E - E.
e) E - E - C.
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CEBRASPE (CESPE) - Proc (TCE-RO)/TCE RO/2019
Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184)
É nulo negócio jurídico celebrado
a) sem revestir a forma prescrita em lei.
b) com vício resultante de dolo, quando este for a sua causa.
c) com erro substancial.
d) por agente relativamente incapaz.
e) mediante fraude contra credores.
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CEBRASPE (CESPE) - ACE (TCE-RO)/TCE RO/Direito/2019
Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184)
Rogério doou um imóvel para seu irmão. Renata, credora de Rogério, ajuizou causa para invalidar a
doação, sob o argumento de que Rogério esvaziou seu patrimônio para dificultar o pagamento de dívida
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https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1036277
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1037655
313) 
314) 
preexistente com ela, principalmente porque, em nenhum momento o devedor demonstrou a existência
de bens a garantirem o cumprimento da dívida.
Considerando os defeitos, os planos da existência, da validade e da eficácia dos negócios jurídicos postos
no Código Civil e o entendimento do STJ, é correto afirmar que o ato de Rogério
a) configura fraude à execução, com prazo prescricional para o ajuizamento de ação de nulidade do
negócio jurídico de três anos, contados do dia em que se realizou a doação.
b) configura fraude à execução, cujo reconhecimento independe do registro da penhora do bem
alienado ou da prova de má-fé do terceiro adquirente.
c) não configura fraude contra credores ou à execução, uma vez que a venda do bem ao irmão não
alterou a destinação primitiva do imóvel.
d) não configura a fraude contra credores, uma vez que se exige a ciência inequívoca da fraude para
se anular a doação feita entre os irmãos.
e) configura a fraude contra credores, visto que estão presentesrequisitos caracterizadores para o
ajuizamento de demanda pauliana, como a anterioridade da dívida na ocorrência do eventus damni e
a presença do consilium fruadis.
www.tecconcursos.com.br/questoes/1092015Instituto AOCP - Adv (Pref S Bento S)/Pref S Bento do Sul/2019
Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184)
João tem 16 anos e depende exclusivamente do dinheiro de seus pais. No dia 10 de junho de
2018, ele comprou, em uma loja especializada, um videogame de última geração pelo preço de R$
4.500,00 que deveriam ser pagos em uma única parcela com vencimento de 30 dias após a data da
compra. À loja, João declarou sua real idade ao preencher o cadastro. Ocorre que ele não quitou o
boleto, razão pela qual a loja pretende cobrar a referida dívida. Com base nessas informações, assinale a
alternativa correta.
a) O negócio jurídico é nulo, sendo de quatro anos o prazo decadencial para postular a declaração de
nulidade, contados da data do inadimplemento.
b) Mesmo que João houvesse declarado à loja ter mais de 18 anos de idade, ainda assim o fato de
ter 16 anos seria razão suficiente para invalidar o negócio jurídico.
c) No caso, João é relativamente incapaz em razão da idade, de forma que o negócio jurídico
anulável poderá ser confirmado caso seus pais o ratifiquem, ainda que posteriormente.
d) O prazo para pleitear a anulação do negócio jurídico tem natureza prescricional.
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VUNESP - Proc Leg (CM Mauá)/CM Mauá/2019
Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184)
 Antônio moveu ação pauliana contra Caio e o Banco X, alegando que no curso de ação trabalhista
proposta contra este último, Caio transmitiu à instituição financeira um imóvel, por meio de dação em
pagamento, em garantia hipotecária constituída por escritura pública, o que configura fraude contra
credores. A ação foi julgada improcedente, considerando-se que Antônio não era credor ao tempo da
alienação, pois havia somente expectativa de crédito, e que houve alienação onerosa. É correto afirmar
que os negócios jurídicos praticados em fraude pauliana
a) podem ser declarados nulos por credores quirografários e pressupõem a transmissão onerosa de
bens.
b) são anuláveis por credores quirografários ou credores com garantia insuficiente, comprovando-se
o consilium fraudis e a plena ciência do devedor sobre sua insolvência.
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1092015
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1130621
315) 
316) 
317) 
c) podem ser declarados nulos a pedido de credores quirografários ou com garantia insuficiente,
pressupõem a transmissão onerosa de bens e exigem a prova do concilium fraudis.
d) são anuláveis por credores quirografários ou credores com garantia insuficiente que tenham seu
crédito constituído ao tempo da transmissão gratuita de bens ou remissão de dívida, desde que
praticados por devedor insolvente ou por eles reduzido à insolvência.
e) são anuláveis por credores quirografários ou credores com garantia insuficiente, cujo crédito
esteja constituído ao tempo da alienação ou haja expectativa de crédito ao tempo da alienação.
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Instituto Consulplan - Adv (CODESG)/CODESG/2019
Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184)
Quanto à anulabilidade, é INCORRETO afirmar que:
a) Nem se pronuncia de ofício.
b) Qualquer pessoa pode alegar.
c) Não tem efeito antes de julgada por sentença.
d) Aproveita exclusivamente aos que a alegarem, salvo o caso de solidariedade ou indivisibilidade.
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VUNESP - PJur (CM São Roque)/CM São Roque/2019
Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184)
Assinale a alternativa que trata corretamente sobre nulidade e anulabilidade do negócio jurídico.
a) O negócio jurídico nulo pode ser confirmado pelas partes.
b) É anulável o negócio jurídico por incapacidade absoluta do agente.
c) O negócio jurídico anulável não é suscetível de confirmação.
d) É nulo o negócio jurídico quando for ilícito, impossível ou indeterminável o seu objeto.
e) A anulabilidade do negócio jurídico pode ser pronunciada de ofício.
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CONSULPLAN - Proc (CM BH)/CM BH/2018
Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184)
Sobre os Defeitos e a Invalidade dos Negócios Jurídicos, analise as afirmativas a seguir.
 
I. O falso motivo só vicia a declaração de vontade quando expresso como razão determinante.
II. Nos negócios jurídicos bilaterais, o silêncio intencional de uma das partes a respeito de fato ou
qualidade que a outra parte haja ignorado, constitui omissão dolosa, provando-se que sem ela o
negócio não se teria celebrado.
III. Vicia o negócio jurídico a coação exercida por terceiro, se dela tivesse ou devesse ter
conhecimento a parte a que aproveite, e esta responderá solidariamente com aquele por perdas e
danos.
IV. É anulável o negócio jurídico simulado, mas subsistirá o que se dissimulou, se válido for na
substância e na forma.
V. Quando a anulabilidade do ato resultar da falta de autorização de terceiro, será validado se este a
der posteriormente.
 
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1131121
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1585957
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/623392
318) 
319) 
320) 
Estão corretas apenas as afirmativas
a) I, IV e V. 
b) I, II, III e IV. 
c) I, II, III e V. 
d) II, III, IV e V. 
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VUNESP - Proc (CM Indaiatuba)/CM Indaiatuba/2018
Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184)
Sobre a nulidade e a anulabilidade do negócio jurídico, assinale a alternativa correta.
a) O negócio jurídico celebrado por deficiente mental é nulo, em razão da incapacidade absoluta,
salvo se confirmado pelo representante do incapaz, sem prejuízo a direitos indisponíveis deste.
b) O negócio jurídico nulo, apesar de não poder ser convalidado, pode ser preservado por meio da
conversão em outro negócio, se houver os requisitos deste, observando-se o fim visado pelas partes.
c) O direito de requerer a anulação do negócio jurídico nos casos de erro, dolo e coação prescreve
no prazo de três anos, contados da data da celebração do ato, salvo em relação ao erro, quando o
prazo começa a partir da ciência do fato não conhecido.
d) A simulação ocasiona a anulabilidade do negócio jurídico que pode ser convalidado pelas partes,
se não houve prejuízos a terceiros, bem como se não decorreu o prazo decadencial.
e) É anulável o negócio jurídico que a lei proibir-lhe a prática sem cominar sanção; a nulidade
somente existe nos casos em que a lei expressamente comina a referida sanção.
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FCC - Ana Leg (ALESE)/ALESE/Técnico Jurídica/Apoio Jurídico/2018
Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184)
Nicolas, agindo com dolo, induziu Erick a lhe vender um veículo por valor muito menor que o de
mercado. Erick, ao descobrir que havia sido induzido em erro, ratificou expressamente o ato,
permanecendo com o veículo. Passado um ano e meio, Erick
a) não poderá ajuizar ação de anulação, pois a confirmação expressa do ato anulável implica
extinção de todas as ações, ou exceções, de que o credor dispusesse contra o devedor.
b) poderá ajuizar ação declaratória de nulidade, pois o dolo gera a nulidade do ato, não sendo
passível de confirmação, ainda que expressa, nem convalesce com o passar do tempo.
c) poderá ajuizar ação anulatória, pois o ato anulável não é passível de confirmação.
d) não poderá ajuizar ação declaratória de nulidade, pois, depois de um ano da celebração do
contrato, operou-se a decadência.
e) não poderá ajuizar ação de anulação, pois, depois de um ano da celebração do contrato, operou-
se a prescrição.
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FCC - Ana Leg (ALESE)/ALESE/Técnico Jurídica/Apoio Jurídico/2018
Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184)
Com o objetivo de doar um veículo de alto valor para sua concubina, Paulo simulou uma compra e
venda. O ato simulado é
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https://www.tecconcursos.com.br/questoes/638396
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/638406321) 
322) 
323) 
a) anulável e sua invalidação poderá ser requerida por qualquer interessado ou pelo Ministério
Público, quando lhe couber intervir, não convalescendo pelo decurso do tempo.
b) nulo e sua invalidação poderá ser requerida, no prazo decadencial de 4 anos, pela parte que
houver sido prejudicada ou pelo Ministério Público, quando lhe couber intervir.
c) anulável e sua invalidação poderá ser requerida apenas pela parte que houver sido prejudicada,
no prazo prescricional de 4 anos.
d) nulo e sua invalidação poderá ser requerida por qualquer interessado ou pelo Ministério Público,
quando lhe couber intervir, não convalescendo pelo decurso do tempo.
e) nulo, mas subsiste o que se dissimulou, ainda que contenha forma diversa da prescrita em lei.
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FCC - Ana Leg (ALESE)/ALESE/Apoio Técnico ao Processo Legislativo/Processo
Legislativo/2018
Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184)
Temendo a desaprovação moral de seu pai, por quem nutre profundo respeito, Pedro matriculou-se
no curso superior de Direito, mesmo não sendo esta sua vontade verdadeira. De acordo com o Código
Civil, tal ato é
a) anulável, pois foi praticado mediante coação, que pode ser física ou moral.
b) nulo, pois foi praticado mediante coação, que pode ser física ou moral.
c) insuscetível de anulação, pois o mero temor reverencial não vicia a declaração da vontade.
d) nulo, pois o temor reverencial, embora não configure coação, também constitui vício do negócio
jurídico.
e) anulável, pois o temor reverencial, embora não configure coação, também constitui vício do
negócio jurídico.
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FCC - AFT I (São Luís)/Pref SL/Abrangência Geral/2018
Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184)
No tocante à invalidade do negócio jurídico, a legislação vigente estabelece que
a) é nulo o negócio jurídico simulado, mas subsistirá o que se dissimulou, se válido for na substância
e na forma.
b) as nulidades dos negócios jurídicos só podem ser alegadas pelas partes que deles participem, ou
pelo Ministério Público quando se tratar de matéria de sua atribuição.
c) são anuláveis os negócios jurídicos quando não revestirem a forma prescrita em lei.
d) o negócio jurídico nulo não é passível de retificação, mas convalesce pelo decurso do tempo.
e) é nulo o negócio jurídico decorrente de lesão, estado de perigo, dolo ou fraude contra credores.
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VUNESP - Pro (CM Campo Limpo)/CM Campo Limpo Pta/2018
Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184)
Representa a hipótese de nulidade dos negócios jurídicos previsto em nosso ordenamento jurídico:
a) simulação.
b) lesão.
c) coação.
d) estado de perigo.
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https://www.tecconcursos.com.br/questoes/660054
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/667690
324) 
325) 
326) 
327) 
e) erro.
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CEV UECE - AFTM (Pref Sobral)/Pref Sobral/Auditoria Fiscal/2018
Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184)
O negócio jurídico é anulável quando
a) for preterida alguma solenidade que a lei considere essencial para a sua validade.
b) existir vício resultante de erro, dolo, coação, estado de perigo, lesão ou fraude contra credores.
c) não revestir a forma prescrita em lei e tiver por objetivo fraudar lei imperativa.
d) o motivo determinante, comum a ambas as partes, for ilícito, impossível ou indeterminável.
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FCC - AFRE GO/SEFAZ GO/2018
Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184)
Em relação à invalidade do negócio jurídico,
a) é anulável o negócio jurídico quando o motivo determinante, comum a ambas as partes, for ilícito.
b) a anulabilidade não tem efeito antes de julgada por sentença, nem se pronuncia de ofício; só os
interessados a podem alegar, e aproveita exclusivamente aos que a alegarem, salvo o caso de
solidariedade ou indivisibilidade.
c) o negócio jurídico nulo pode ser confirmado e ratificado, embora não convalesça pelo decurso do
tempo.
d) é de dois anos o prazo de decadência para pleitear-se a anulação do negócio jurídico, contado da
prática do ato pelo causador da anulabilidade.
e) é nulo o negócio jurídico simulado e meramente anulável o negócio dissimulado, se válido for na
substância e na forma.
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UFMT - Ana PS (Pref VG)/Pref VG (MT)/Advogado/2018
Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184)
Em conformidade com a legislação civil, é considerado nulo o negócio jurídico, em virtude de
a) erro.
b) coação.
c) lesão.
d) simulação.
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VUNESP - Adv (SAAE)/SAAE Barretos/2018
Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184)
Considere as seguintes situações: i) menor de 17 anos, divorciado, aliena imóvel de sua
propriedade, sem assistência de seus pais; ii) doador renuncia, mediante cláusula expressa, ao direito de
revogar uma doação por ingratidão; iii) é firmada uma promessa de compra e venda antedatada de bem
imóvel, com o intuito de retirá-lo da divisão de bens de divórcio em andamento.
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/671911
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/692943
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/754346
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/779507
328) 
329) 
330) 
Os negócios jurídicos são, respectivamente:
a) válido, válido e anulável.
b) anulável, válido e nulo.
c) anulável, válido e anulável.
d) válido, nulo e nulo.
e) anulável, anulável e nulo.
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Instituto Excelência - Adv (SL Paraitinga)/Pref SL Paraitinga/2018
Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184)
É nulo o negócio jurídico, EXCETO quando:
a) celebrado por pessoa absolutamente incapaz.
b) for ilícito, impossível ou indeterminável o seu objeto.
c) quando as declarações de vontade emanarem de erro substancial que poderia ser percebido por
pessoa de diligência normal, em face das circunstâncias do negócio.
d) não revestir a forma prescrita em lei.
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GUALIMP - PJ (CM Nova Venécia)/CM Nova Venécia/2018
Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184)
De acordo com o Código Civil, marque a alternativa INCORRETA em relação à invalidade do
negócio jurídico:
a) Será nulo o negócio jurídico quando o motivo determinante, comum a ambas as partes, for ilícito.
b) O negócio jurídico será nulo quando não revestir a forma prescrita em lei.
c) Se preterida alguma solenidade que a lei considere essencial para a sua validade, será nulo o
negócio jurídico.
d) É nulo o negócio jurídico quando celebrado por pessoa relativamente incapaz.
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CONSULPLAN - NeR (TJ MG)/TJ MG/Remoção/2017
Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184)
Pedro Bento, comprador, firmou escritura de compra e venda de um lote urbano com José da Silva,
vendedor, com valor de R$ 100.000,00, a ser pago em 50 parcelas mensais e sucessivas e reajustáveis
com base na variação anual do salário mínimo. O contrato tem cláusula de objeto, valor, parcelas, foro,
entrega da posse no ato, proibição de arrependimento, valor de cada parcela e forma de reajuste.
Depois, Pedro Bento entrou em juízo pedindo a revisão da forma de reajuste do contrato, porque viola o
artigo 7º, IV da Constituição Federal, sugerindo ao Juiz da causa a substituição da correção das parcelas
pelo índice do IPCA, frisando que quer manter as demais cláusulas do contrato, inclusive já está na posse
do imóvel e que discute apenas a incidência de reajuste com base em salário mínimo. José da Silva
contestou, dizendo ou vale todo contrato ou então tudo é nulo, não concordando com apenas a mudança
de uma cláusula. No caso, a solução adequada é
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/863032
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1072537https://www.tecconcursos.com.br/questoes/467110
331) 
332) 
333) 
a) deferir o pedido do autor, alterando a cláusula do reajuste de vinculação a salário mínimo para o
IPCA e mantendo-se todas as demais cláusulas.
b) deferir o pedido do autor, mantendo cláusula do reajuste de vinculação a salário mínimo para o
IPCA e alterando-se as demais cláusulas.
c) indeferir todo o pedido do autor, não por nulidade e, sim, porque embora a Constituição Federal
proíba a vinculação em contrato de compra e venda a salário mínimo, no caso, o documento foi
assinado em ato bilateral, na autonomia da vontade, não cabendo ao juiz interferir na pendência.
d) indeferir o pedido, já que o ato foi firmado mediante Escritura Pública, não pode haver mais
discussão entre os firmatários do documento ou fracionamento de cláusula, e ambas as partes agiram
de boa-fé, que, no caso, é presumida.
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UFMT - Adv (Pref Cáceres)/Pref Cáceres/2017
Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184)
Quanto às nulidades dos negócios jurídicos, NÃO é correto afirmar:
a) É nulo o negócio jurídico simulado, mas subsistirá o que se dissimulou, se válido for na substância
e na forma.
b) As nulidades devem ser pronunciadas pelo juiz, quando conhecer do negócio jurídico ou dos seus
efeitos e as encontrar provadas, sendo-lhe permitido supri-las, desde que haja acordo entre as
partes.
c) A nulidade da obrigação principal implica a das obrigações acessórias, mas a destas não induz a
da obrigação principal.
d) As nulidades podem ser alegadas por qualquer interessado, ou pelo Ministério Público, quando lhe
couber intervir.
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CONSULPLAN - Estag (TJ MG)/TJ MG/Direito/2016
Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184)
É nulo o negócio jurídico:
a) Praticado por erro ou fraude contra credores.
b) Simulado ou quando for ilícito, impossível ou indeterminável o seu objeto.
c) Na hipótese de não revestir a forma prescrita em lei ou praticado mediante coação.
d) Quando o motivo determinante, comum a ambas as partes, for lícito ou no caso de lesão.
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CONSULPLAN - NeR (TJ MG)/TJ MG/Remoção/2016
Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184)
A celebrou com B contrato particular definitivo de Compra e Venda de imóvel. Entretanto, as partes
negligenciaram, por falta de conhecimento, a obrigatoriedade do instrumento público.
A respeito desse caso, marque a alternativa correta, quanto à nulidade, motivo e consequência.
a) O negócio jurídico será nulo de pleno direito, haja vista ter preterido solenidade que a lei
considere essencial para a sua validade. Não havendo, portanto, salvamento para o negócio jurídico
nulo.
b) O negócio jurídico será nulo, evidente o objetivo de fraudar lei imperativa. Não havendo, portanto,
salvamento para o negócio jurídico nulo.
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https://www.tecconcursos.com.br/questoes/380591
334) 
335) 
336) 
c) O negócio jurídico será nulo, por não revestir a forma prescrita em lei. Não havendo, portanto,
salvamento para o negócio jurídico nulo.
d) O negócio jurídico que desprezou a forma prescrita em lei é nulo. Se, porém, o negócio jurídico
nulo contiver os requisitos de outro, subsistirá este quando o fim a que visavam as partes permitir
supor que o teriam querido, se houvessem previsto a nulidade.
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CONSULPLAN - NeR (TJ MG)/TJ MG/Provimento/2015
Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184)
O representante do incapaz não pode praticar atos, tais como:
a) Aplicações financeiras em geral.
b) Alugar imóveis do incapaz.
c) Vender a produção agrícola de uma fazenda do incapaz.
d) Perdoar dívidas em nome do incapaz.
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CONSULPLAN - NeR (TJ MG)/TJ MG/Remoção/2015
Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184)
Nos termos do código civil, será causa de anulabilidade
a) o contrato de compra e venda, quando se deixa ao arbítrio exclusivo de uma das partes a fixação
do preço.
b) a venda de ascendente a descendente.
c) a doação de todos os bens sem reserva de parte, ou renda suficiente para a subsistência do
doador.
d) a estipulação contratual que exclua qualquer sócio de participar dos lucros e das perdas.
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CONSULPLAN - Estag (TJ MG)/TJ MG/Direito/2014
Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184)
De acordo com o que dispõe o Código Civil Brasileiro a respeito da invalidade do negócio jurídico,
marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
 
( ) Ressalvam‐se os direitos de terceiros de boa‐fé em face dos contraentes do negócio jurídico
simulado.
( ) É nulo o negócio jurídico quando celebrado por pessoa absolutamente incapaz.
( ) É de cinco anos o prazo de decadência para pleitear‐se a anulação do negócio jurídico.
( ) O negócio jurídico nulo não é suscetível de confirmação, nem convalesce pelo decurso do tempo.
 
A sequência está correta em
a) V, F, V, F.
b) F, V, V, F.
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https://www.tecconcursos.com.br/questoes/350810
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/240475
337) 
338) 
339) 
340) 
c) V, V, F, V.
d) F, V, F, F.
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CONSULPLAN - Adv (TERRACAP)/TERRACAP/2014
Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184)
É nulo o negócio jurídico
a) praticado em situação de coação.
b) praticado em fraude contra credores.
c) por dolo, quando este for a sua causa.
d) quando as declarações de vontade emanarem de erro substancial.
e) simulado, mas subsistirá o que se dissimulou, se válido for na substância e na forma.
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CONSULPLAN - AJ TRE RS/TRE RS/Judiciária/2008
Direito Civil - Invalidade do negócio jurídico (arts. 166 a 184)
Assinale a alternativa correta:
a) A nulidade dos atos deve ser alegada na primeira oportunidade em que couber à parte falar nos
autos, sob pena de decadência.
b) É anulável o processo, quando o Ministério Público não for intimado a acompanhar o feito em que
deva intervir.
c) As citações e as intimações poderão ser convalidadas, caso sejam feitas sem observância das
prescrições legais.
d) O erro de forma do processo acarreta a anulação de todos os atos nele constantes.
e) Quando a lei prescrever determinada forma, sem cominação de nulidade, o juiz considerará válido
o ato se, realizado de outro modo, lhe alcançar a finalidade.
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AVANÇASP - OLeg (CM Taboão S)/CM Taboão da Serra/2022
Direito Civil - Dos atos ilícitos (arts. 186 a 188)
O servidor Público, como pilastra da organização administrativa, está sujeito à responsabilidades
decorrente do exercício do cargo, emprego ou função. Esta é de ordem patrimonial e decorre do art. 186
do Código Civil, segundo a qual todo aquele que causa dano a outrem é obrigado a repará-lo.
a) Responsabilidade Penal.
b) Responsabilidade Civil.
c) Responsabilidade Jurídica.
d) Responsabilidade Regulatória.
e) Responsabilidade Administrativa.
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FEPESE - AFRM (Pref Criciúma)/Pref Criciúma/2022
Direito Civil - Dos atos ilícitos (arts. 186 a 188)
É correto afirmar de acordo com o Código Civil.
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https://www.tecconcursos.com.br/questoes/305016
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2141184
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2162638
341) 
342) 
a) O dano, quando exclusivamente moral, não é considerado ato ilícito.
b) A lesão a pessoa a pretexto de remover perigo iminente não afasta o agressor da prática de ato
considerado ilícito.
c) O titular de um direito que, ao exercê-lo, excede manifestamente os limites impostos pelos bons
costumes, comete ato ilícito.
d) A remoção do perigo iminente autoriza o autor do fato a excederos limites do tolerável para
obstar a destruição de coisa alheia, sem que isso torne a sua ação ilícita.
e) O exercício regular de um direito, ainda que não conhecido por terceiros, não constitui ato ilícito.
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IBADE - FTrib (Pref Colíder)/Pref Colíder/2022
Direito Civil - Dos atos ilícitos (arts. 186 a 188)
Analise as assertivas e responda.
 
I – Os praticados em legítima defesa.
 
II – Os praticados no exercício regular de um direito reconhecido.
 
III – A deterioração ou destruição da coisa alheia a fim de remover perigo iminente.
 
IV - A lesão à pessoa a fim de remover perigo iminente.
 
O Código Civil Brasileiro prevê que aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou
imprudência, violar direito e causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito.
Nesse sentido, é CORRETO afirmar que, das assertivas dispostas, não constituem atos ilícitos:
a) I, II e III.
b) I e II.
c) I, II, III e IV.
d) II e III.
e) III e IV.
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FAFIPA - Adv (Pref B Jacaré)/Pref Barra do Jacaré/2021
Direito Civil - Dos atos ilícitos (arts. 186 a 188)
Sobre os atos lícitos e ilícitos, nos termos do Código Civil de 2002, assinale a alternativa
INCORRETA:
a) No caso de deterioração ou destruição da coisa alheia, ou a lesão a pessoa, a fim de remover
perigo iminente, o ato será legítimo somente quando as circunstâncias o tornarem absolutamente
necessário, não excedendo os limites do indispensável para a remoção do perigo.
b) Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito e causar
dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito.
c) Comete ato ilícito o titular de um direito que, ao exercê-lo, excede manifestamente os limites
impostos pelo seu fim econômico ou social, pela boa-fé ou pelos bons costumes.
d) Não constituem atos lícitos os praticados em legítima defesa ou no exercício regular de um direito
reconhecido.
e) Não constituem atos ilícitos a deterioração ou destruição da coisa alheia, ou a lesão a pessoa, a
fim de remover perigo iminente.
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343) 
344) 
345) 
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VUNESP - Proc (VALIPREV)/VALIPREV/2020
Direito Civil - Dos atos ilícitos (arts. 186 a 188)
Considere as seguintes situações a seguir:
(i) Joaquim estava andando pela rua quando reparou que havia uma criança trancada no interior de um
veículo chorando, procurou o responsável e, não tendo encontrado, decidiu quebrar o vidro do carro e
resgatar a criança; (ii) José, vendo que a casa do seu vizinho estava pegando fogo, mesmo percebendo
que o portão estava aberto, destruiu os muros de acesso para tentar apagar o fogo; e (iii) João verificou
que seu vizinho estava agredindo fisicamente o seu pai idoso e omitiu-se de prestar qualquer ajuda.
Diante das situações hipotéticas, assinale a alternativa que corresponde ao(s) indivíduo(s) que
praticou(aram) ato(s) ilícito(s).
a) Joaquim, José e João.
b) Joaquim e José, apenas.
c) Joaquim e João, apenas.
d) José e João, apenas.
e) Apenas José.
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AVANÇASP - Proc J (CM Vinhedo)/CM Vinhedo/2020
Direito Civil - Dos atos ilícitos (arts. 186 a 188)
No que se refere ao dano, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
 
I – Aos atos jurídicos lícitos, que não sejam negócios jurídicos, aplicam-se as disposições pertinentes
aos defeitos do negócio jurídico.
 
II – O dano exclusivamente moral, provocado por omissão voluntária, não permite a caracterização
de um ilícito civil.
 
III – Constitui ilicitude civil a conduta de destruir coisa alheia para remover perigo iminente.
 
a) Apenas o item I é verdadeiro. 
b) Apenas o item II é verdadeiro. 
c) Apenas o item III é verdadeiro.
d) Apenas os itens II e III são verdadeiros.
e) Todos os itens são verdadeiros.
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IBFC - PNS (Pref Cuiabá)/Pref Cuiabá/Apoio Jurídico/2019
Direito Civil - Dos atos ilícitos (arts. 186 a 188)
O Ato Ilícito é o praticado em desacordo com a ordem jurídica, violando direito subjetivo individual.
Considere as obrigações por Atos Ilícitos, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.
 
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1145952
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1456681
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1118719
346) 
347) 
I. Aquele que, por ação ou omissão voluntaria, negligência ou imprudência, violar direito e causar
dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito.
 
II. Não constituem atos ilícitos: a deterioração ou destruição da coisa alheia, ou a lesão a pessoa, a
fim de remover perigo iminente.
 
III. Para configurar ato ilícito, é necessário que o infrator tenha conhecimento da ilicitude de seu
ato, agindo com dolo, se intencionalmente procura prejudicar outrem, ou culpa, se, consciente dos
prejuízos que advêm de seu ato, assume o risco de provocar o dano, sem qualquer deliberação de
violar um dever.
 
IV. Para que haja o pagamento da indenização pleiteada, é suficiente a apresentação de prova e do
dolo do agente.
a) Apenas as afirmativas I, II e III estão corretas
b) Apenas a afirmativa I está correta
c) Apenas a afirmativa III está correta
d) Apenas as afirmativas I, III e IV estão corretas
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OBJETIVA CONCURSOS - Adv (Pref A Olinto)/Pref Antonio Olinto/2019
Direito Civil - Dos atos ilícitos (arts. 186 a 188)
Em face dos atos ilícitos consignados no Código Civil, analisar os itens abaixo:
 
I. Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito e causar
dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito.
 
II. Também comete ato ilícito o titular de um direito que, ao exercê-lo, excede manifestamente os
limites impostos pelo seu fim econômico ou social, pela boa-fé ou pelos bons costumes.
 
III. A deterioração ou destruição da coisa alheia, ou a lesão à pessoa, a fim de remover perigo
iminente, não constitui ato ilícito.
 
Está(ão) CORRETO(S):
a) Somente o item I.
b) Somente o item II.
c) Somente os itens I e II.
d) Todos os itens.
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ACESSE - CJ (CM Curitibanos)/CM Curitibanos/2018
Direito Civil - Dos atos ilícitos (arts. 186 a 188)
Com base no que estabelece o Código Civil (Lei nº10.406 de 10.01.2002), a respeito dos atos
ilícitos, assinale a alternativa incorreta:
a) Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito e causar
dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito.
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https://www.tecconcursos.com.br/questoes/824825
348) 
349) 
350) 
b) Também comete ato ilícito o titular de um direito que, ao exercê-lo, excede manifestamente os
limites impostos pelo seu fim econômico ou social, pela boa-fé ou pelos bons costumes.
c) Os atos praticados em legítima defesa ou no exercício regular de um direito reconhecido, não
constituem atos ilícitos.
d) A deterioração ou destruição da coisa alheia, ou a lesão à pessoa, a fim de remover perigo
iminente, constitui-se ato ilícito, sendo que o ato somente será legítimo quando as circunstâncias o
tornarem absolutamente necessário, não excedendo os limites do indispensável para a remoção do
perigo.
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FAUEL - Adv (IPRERINE)/IPRERINE/2018
Direito Civil - Dos atos ilícitos (arts. 186 a 188)
Sobre atos ilícitos no Direito Civil Brasileiro, assinale a alternativa INCORRETA:
a) Comete ato ilícito aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar
direito e causar dano a outrem, ainda que
exclusivamente moral.
b) Comete ato ilícito, aquele que promover a deterioração ou destruição da coisa alheia, ou a lesão a
pessoa, mesmo com o intuito de remover perigo iminente.
c) Não comete atoilícito, os praticados em legítima defesa ou no exercício regular de um direito
reconhecido
d) Comete ato ilícito o titular de um direito que, ao exercê-lo, excede manifestamente os limites
impostos pelo seu fim econômico ou social, pela boa-fé ou pelos bons costumes.
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CEC Banpará - Adv (BANPARÁ)/BANPARÁ/2017
Direito Civil - Dos atos ilícitos (arts. 186 a 188)
Entre as alternativas abaixo, assinale a CORRETA:
a) A ausência de denunciação à lide ao alienante, na evicção, impede o exercício de pretensão
reparatória por meio de via autônoma.
b) O devedor demandado pode opor ao credor as exceções que lhe forem pessoais e as comuns a
todos, e, no caso, também aproveita as exceções pessoais a outro codevedor.
c) O abuso de direito é uma categoria jurídica autônoma em relação à responsabilidade civil. Por
isso, o exercício abusivo de posições jurídicas desafia controle independentemente de dano.
d) Sendo a simulação causa de nulidade do negócio jurídico, sua alegação necessita de ação própria.
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CONSULPLAN - Proc (Londrina)/Pref Londrina/2011
Direito Civil - Dos atos ilícitos (arts. 186 a 188)
O ato será considerado ilícito na seguinte situação:
a) Quando a ação for praticada em legítima defesa.
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/833245
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1285819
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/226534
351) 
352) 
b) Quando promovida lesão à pessoa, que tenha finalidade de remover perigo iminente, nos limites
do necessário para a remoção.
c) Quando o titular do direito o exerce além dos limites de seu fim econômico ou social.
d) Quando a ação ou omissão provocar um resultado danoso, sem que o afete qualquer agente
externo.
e) Quando a ação se der no exercício regular de um direito reconhecido.
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CONSULPLAN - Proc Jur (CREA RJ)/CREA RJ/2011
Direito Civil - Dos atos ilícitos (arts. 186 a 188)
“A nosso ver, embora gerando efeitos jurídicos, o ato ilícito não deve ser chamado de ato jurídico,
que por definição, é lícito. Porém, pelos efeitos jurídicos que enseja, o ato ilícito, sem dúvida, é um fato
jurídico (em sentido lato). O ato ilícito, ou contrário ao direito, é jurídico, à medida que provoca um efeito
jurídico, fazendo nascer uma responsabilidade civil, base de uma obrigação de ressarcir, de indenizar, a
cargo do autor, e de um crédito atribuído à vítima, ao lesado, podendo, também dele resultar outra
espécie de responsabilidade, a criminal. Mas gera confusão chamar ato ilícito „ato jurídico‟, só por causa
dos efeitos jurídicos que proporciona. Virtude e crime têm efeitos jurídicos e nem por isso recebem a
mesma denominação. E, se nos permitem o exemplo, não se pode, só porque ambas têm asas, e voam,
chamar pelo mesmo nome a borboleta e a andorinha.”
(Veloso, Zeno, Invalidade do Negócio Jurídico: Nulidade e Anulabilidade – Belo Horizonte, Del Rey, 2002, p. 17)
Considerando o texto anterior, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:
( ) O delito é ato gerador de responsabilidade, e pois, de direitos, mas deixa de constituir ato jurídico
por não ser aquela consequência a visada pelo agente.
( ) No ilícito, o pressuposto é a ação ou omissão à qual a norma confere uma sanção punitiva, que é
o efeito jurídico do ato ilícito.
( ) Os atos ilícitos por serem originários do dever de reparar, produzindo, por isso, consequências de
direito, afastam-se do conceito de ato ilícito, na medida em que não têm como finalidade produzir a
consequência e direito pretendidos pelo agente.
A sequência está correta em:
a) V, V, V
b) F, F, F
c) V, F, V
d) F, V, F
e) V, V, F
www.tecconcursos.com.br/questoes/2295550
FGV - Aud Est (CGE SC)/CGE SC/Direito/2023
Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211)
J.M., 7 anos, reside com a sua mãe, que tem a sua guarda. Nos últimos três meses, seu pai, que
detém o poder familiar, deixou de pagar voluntariamente a pensão alimentícia.
A respeito do tema prescrição e decadência, assinale a afirmativa correta.
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/238123
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2295550
353) 
354) 
a) O direito de reclamar alimentos familiares é imprescritível, portanto, poderá J.M. a qualquer tempo
exigir de seu pai os alimentos devidos nos últimos três meses.
b) No caso narrado, os alimentos devidos vencidos e não pagos prescrevem em dois anos a contar
da inadimplência.
c) No caso narrado, corre a prescrição pois, inobstante a menoridade de J.M., ele é representado por
sua genitora.
d) No caso narrado, os alimentos devidos, vencidos e não pagos prescrevem em cinco anos a contar
da inadimplência.
e) Não corre prescrição entre ascendentes e descendentes, durante o poder familiar e também não
corre a prescrição contra os absolutamente incapazes, portanto, no caso de J.M, a contagem do prazo
inicial ainda não se iniciou.
www.tecconcursos.com.br/questoes/2336519
FGV - Cons Sub (TCE ES)/TCE ES/2023
Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211)
A empresa X contratou a construção de uma ponte com a empreiteira Y. Sucede que, na semana
anterior à comemoração do quinto aniversário da entrega da ponte, relatório de fiscalização constata, na
estrutura, diversas fissuras que comprometem sobremaneira sua solidez.
A empresa X, então, ingressa com ação indenizatória por perdas e danos dois meses depois. A sociedade
empresária Y suscita prejudicial de prescrição. O processo tem curso regular, as partes dispensam provas
e pedem o julgamento antecipado.
Nesse caso, o juiz deverá:
a) reconhecer a prescrição do fundo de direito, considerando o prazo trienal que rege as pretensões
relativas à responsabilidade contratual;
b) rejeitar a prejudicial, aplicando ao caso a prescrição decenal geral do Código Civil, e julgar
improcedentes os pedidos, porque, no caso, era essencial a comprovação de responsabilidade
subjetiva do empreiteiro, regra no regime cível, a cargo da empresa X, que dispensou provas;
c) reconhecer a prescrição do fundo de direito, por aplicação do prazo quinquenal previsto pelo
Código Civil para a responsabilização do empreiteiro por vícios de construção que afetem a solidez da
edificação;
d) rejeitar a prejudicial, aplicando ao caso a prescrição decenal geral do Código Civil, e julgar
procedentes os pedidos, porque, no caso, a demanda foi ajuizada no prazo de garantia, durante o
qual cumpre ao empreiteiro demonstrar que não tem responsabilidade pelo vício;
e) rejeitar a prejudicial, porque o prazo de cinco anos de responsabilidade pelo contrato de
empreitada surge a partir do aparecimento do vício, e julgar improcedentes os pedidos, porque, no
caso, era essencial a comprovação de responsabilidade subjetiva do empreiteiro, regra no regime
cível, a cargo da empresa X, que dispensou provas.
www.tecconcursos.com.br/questoes/2360062
IBAM - Proc Aut (IBASS)/IBASS/2023
Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211)
Uma informação verdadeira sobre prazo prescricional está apresentada na seguinte alternativa:
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2336519
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2360062
355) 
356) 
357) 
a) só pode ser renunciado tacitamente
b) pode ser alterado por acorde entre as partes
c) iniciado contra uma pessoa, continua a correr contra o seu sucessor
d) iniciado contra uma pessoa, reinicia contra o seu sucessor
www.tecconcursos.com.br/questoes/2406231
AVANÇASP - AJ (Pref Americana)/Pref Americana/2023
Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211)
Acerca da prescrição, de acordo com o Código Civil de 2002, é correto afirmar que:
a) A prescrição pode ser alegada apenas no primeiro grau de jurisdição, pela parte a quem
aproveita;
b) A prescrição ocorre em três anos, quando a lei não lhe haja fixado prazo menor;
c) A prescrição ocorre em cinco anos, quando a lei não lhe haja fixado prazo menor;
d) Prescreve em quatro anos a pretensão de cobrança de dívidas líquidasconstantes de instrumento
público ou particular;
e) Quando a ação se originar de fato que deva ser apurado no juízo criminal, não correrá a
prescrição antes da respectiva sentença definitiva.
www.tecconcursos.com.br/questoes/2416266
FAFIPA - Adv (FAZPREV)/FAZPREV/2023
Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211)
Sobre o instituto prescrição e decadência, assinale a alternativa contrária ao que dispõe o Código
Civil de 2002:
a) Os prazos de prescrição podem ser alterados por acordo das partes.
b) A prescrição iniciada contra uma pessoa continua a correr contra o seu sucessor.
c) A prescrição pode ser alegada em qualquer grau de jurisdição, pela parte a quem aproveita.
d) Os relativamente incapazes e as pessoas jurídicas têm ação contra os seus assistentes ou
representantes legais, que derem causa à prescrição, ou não a alegarem oportunamente.
e) A renúncia da prescrição pode ser expressa ou tácita, e só valerá, sendo feita, sem prejuízo de
terceiro, depois que a prescrição se consumar; tácita é a renúncia quando se presume de fatos do
interessado, incompatíveis com a prescrição.
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IBFC - PNS (Pref Cuiabá)/Pref Cuiabá/Apoio Jurídico/2023
Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211)
Evaristo dirigia seu veículo em alta velocidade quando colidiu com a traseira do veículo de Jussara.
Nesse caso, assinale a alternativa que apresenta o prazo prescricional, contado a partir do acidente, para
Jussara ajuizar a ação indenizatória a danos morais e materiais provenientes do acidente automobilístico.
 
a) Dois anos
b) Três anos
c) Quatro anos
d) Um ano
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2406231
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2416266
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2456181
358) 
359) 
360) 
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IBFC - Ana Amb (SEAD GO)/SEAD GO/Direito/2023
Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211)
A respeito das disposições presentes no Código Civil de 2002 acerca da prescrição e da decadência,
assinale a alternativa incorreta.
a) A exceção prescreve no mesmo prazo em que a pretensão
b) A prescrição iniciada contra uma pessoa continua a correr contra o seu sucessor
c) Não corre a prescrição contra os ausentes do País em serviço público da União, dos Estados ou dos
Municípios
d) Quando a ação se originar de fato que deva ser apurado no juízo criminal, não correrá a prescrição
antes da respectiva sentença definitiva
e) Suspensa a prescrição em favor de um dos credores solidários, só aproveitam os outros se a
obrigação for divisível
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OBJETIVA CONCURSOS - Ana (IPASSP)/IPASSP/Jurídico/2022
Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211)
No que concerne às regras relativas à prescrição e decadência, de acordo com o Código Civil,
analisar os itens abaixo:
 
I. A interrupção da prescrição por um credor aproveita aos demais.
 
II. A interrupção produzida contra o principal devedor não prejudica o fiador.
 
III. Prescreve em cinco anos, a pretensão de cobrança de dívidas líquidas constantes de
instrumento público ou particular.
 
Está(ão) CORRETO(S):
a) Somente o item I.
b) Somente o item II.
c) Somente o item III.
d) Somente os itens II e III.
e) Nenhum dos itens.
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FADESP - AFRE PA/SEFA PA/2022
Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211)
Nos termos do Código Civil, a pretensão dos credores não pagos contra os sócios ou acionistas e os
liquidantes, contado o prazo da publicação da ata de encerramento da liquidação da sociedade,
prescreve em
a) 01 (um) ano.
b) 02 (dois) anos.
c) 03 (três) anos.
d) 05 (cinco) anos.
e) 10 (dez) anos.
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361) 
362) 
363) 
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RBO - AFTM (Pref BH)/Pref BH/2022
Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211)
A respeito da prescrição e decadência e suas previsões no Código Civil, assinale a alternativa
correta.
a) Tanto a prescrição quanto a decadência, quando estabelecidas por lei, somente podem ser
reconhecidas por provocação da parte interessada, vedado o reconhecimento de ofício pelo juiz.
b) Os prazos prescricionais previstos em lei podem ser alterados por disposições das partes.
c) É nula a renúncia à decadência quando esta estiver fixada em lei.
d) Não se admite prescrição intercorrente na disciplina civil brasileira.
e) A decadência convencional é nula de pleno direito.
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CEBRASPE (CESPE) - ATT (SEFAZ SE)/SEFAZ SE/2022
Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211)
Acerca do instituto da prescrição, assinale a opção correta.
a) Os prazos de prescrição podem ser alterados consensualmente pelas partes.
b) A prescrição somente pode ser interrompida pelo autor da ação.
c) A prescrição iniciada contra uma pessoa se estende ao seu sucessor.
d) A alegação da prescrição pela parte que dela se aproveita somente pode ser alegada em primeiro
grau de jurisdição.
e) A interrupção da prescrição poderá ocorrer diversas vezes no processo.
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GUALIMP - Adv (Pref Carmo)/Pref Carmo/2022
Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211)
Acerca das previsões sobre prescrição e decadência na legislação civil, analise as seguintes
afirmativas:
 
I - Em regra, aplica-se à decadência, no que couber, as normas da suspensão e interrupção da
prescrição.
 
II - Havendo capacidade legal e manifestação expressa por escrito, renunciar previamente a
prescrição é válido.
 
III - As partes podem alterar, por acordo, os prazos de prescrição, inclusive mediante renúncia
expressa ou tácita.
 
Está correto o que se diz em:
a) Todas as afirmativas são falsas.
b) Somente as afirmativas I e II são verdadeiras.
c) Somente as afirmativas II e III são verdadeiras.
d) Todas as afirmativas são verdadeiras.
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https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1942507
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2004712
364) 
365) 
366) 
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Legalle - Proc (CM POA)/CM POA/2022
Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211)
A prescrição ocorre em 10 anos, quando a lei não lhe haja fixado prazo menor. Contudo, prescreve
em um ano:
a) A pretensão de cobrança de dívidas líquidas constantes de instrumento público ou particular.
b) A pretensão contra as pessoas em seguida indicadas por violação da lei ou do estatuto, contado o
prazo para os liquidantes, da primeira assembleia semestral posterior à violação.
c) A pretensão para receber prestações vencidas de rendas temporárias ou vitalícias.
d) A pretensão dos credores não pagos contra os sócios ou acionistas e os liquidantes, contado o
prazo da publicação da ata de encerramento da liquidação da sociedade.
e) A pretensão de ressarcimento de enriquecimento sem causa.
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Unifil - Adv (CM Mandaguaçu)/CM Mandaguaçu/2022
Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211)
Conforme disposto no Código Civil - Da prescrição, assinale a alternativa correta.
a) Prescreve em três anos a pretensão de cobrança de dívidas líquidas constantes de instrumento
público ou particular.
b) Prescreve em três anos a pretensão do vencedor para haver do vencido o que despendeu em
juízo.
c) Prescreve em três anos a pretensão dos profissionais liberais em geral, procuradores judiciais,
curadores e professores pelos seus honorários, contado o prazo da conclusão dos serviços, da
cessação dos respectivos contratos ou mandato
d) Prescreve em três anos a pretensão relativa a aluguéis de prédios urbanos ou rústicos.
e) Prescreve em três anos a pretensão do segurado contra o segurador, ou a deste contra aquele,
contado o prazo.
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OBJETIVA CONCURSOS- Ass Jur (Pref SMPQ)/Pref SMPQ/2022
Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211)
De acordo com o Código Civil, sobre prescrição e decadência, marcar C para as afirmativas Certas,
E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
 
( ) A exceção não prescreve no mesmo prazo que a pretensão.
( ) A prescrição iniciada contra uma pessoa não corre contra o seu sucessor.
a) C - C.
b) E - C.
c) C - E.
d) E - E.
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FEPESE - AFRM (Pref Criciúma)/Pref Criciúma/2022
Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211)
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https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2117409
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2122054
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2162651
367) 
368) 
369) 
Assinale a alternativa correta de acordo com o Código Civil.
a) Ainda que extrajudicial, constitui causa suspensiva da prescrição qualquer ato do devedor que
importe reconhecimento do direito do credor.
b) Prescreve em cinco anos a pretensão para haver juros, dividendos ou quaisquer prestações
acessórias, pagáveis, em períodos não maiores de um ano, com capitalização ou sem ela.
c) A prescrição interrompida recomeça a correr da data do ato que a interrompeu, ou do último ato
do processo para a interromper.
d) A suspensão da prescrição em favor de um dos credores solidários, a todos os outros beneficiará.
e) A prescrição intercorrente correrá pela metade do prazo previsto para prescrição da pretensão
principal.
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FCC - ARE (SEFAZ AP)/SEFAZ AP/2022
Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211)
Atenção: A questão refere-se a Direito Civil.
 
Interrompida pelo protesto, a prescrição
a) somente poderá ser novamente interrompida pelo despacho do juiz que ordenar a citação.
b) somente poderá ser novamente interrompida pela efetiva citação.
c) poderá ser novamente interrompida por qualquer ato judicial que constitua em mora o devedor.
d) poderá ser novamente interrompida por qualquer ato inequívoco, ainda que extrajudicial, que
importe reconhecimento do direito pelo devedor.
e) não poderá ser interrompida por uma segunda vez.
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FGV - AT (TCE TO)/TCE TO/Direito/2022
Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211)
Wagner contratou a arquiteta Valéria no início do ano de 2020 para que ela desenvolvesse um
projeto de reforma da sua cozinha e acompanhasse as respectivas obras. Ambos acordaram que os
honorários de Valéria deveriam ser pagos no último dia útil daquele mesmo ano. Conforme as obras da
cozinha prosseguiram, porém, Wagner e Valéria desenvolveram uma amizade íntima, que acabou
evoluindo para um namoro e culminou no casamento dos dois, em maio de 2021. Envolvida com o novo
relacionamento afetivo, Valéria jamais realizou qualquer ato de cobrança dos honorários a que fazia jus,
muito embora tenha concluído o serviço dentro dos termos e do prazo contratados; Wagner, por sua vez,
jamais tocou no assunto ou sequer cogitou pagar os honorários devidos à esposa.
Considerando que ambos permanecem casados atualmente e que o prazo legal para que Valéria cobre os
seus honorários é de cinco anos, é correto concluir a respeito desse caso que:
a) a pretensão de Valéria de cobrar os seus honorários extinguiu-se na data do seu casamento com
Wagner;
b) jamais chegou a nascer para Valéria qualquer pretensão de cobrar os seus honorários;
c) nunca chegou a correr a prescrição contra a pretensão de Valéria de cobrar os seus honorários
d) o casamento com Wagner interrompeu a prescrição contra a pretensão de Valéria de cobrar os
seus honorários;
e) a prescrição contra a pretensão de Valéria de cobrar os seus honorários encontra-se suspensa.
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2163326
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2215343
370) 
371) 
372) 
www.tecconcursos.com.br/questoes/2218756
IBFC - Esp Fom (AFEAM)/AFEAM/Jurídico/2022
Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211)
Assinale a alternativa que preencha corretamente a lacuna.
Não corre a prescrição ______.
a) estando vencido o prazo
b) entre os conviventes, na constância da sociedade de fato
c) entre ascendentes e descendentes, em qualquer circunstância
d) pendendo ação de evicção
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FGV - Adv (SEN)/SEN/2022
Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211)
Em 03 de maio de 1998, quando namorava Antônia, Carlos tomou R$ 3.000,00 (três mil reais)
emprestados de sua namorada para realização de uma viagem de lazer com amigos. O valor deveria ser
pago em 03 de maio de 2000. No ano seguinte ao empréstimo, Antônia e Carlos contraem matrimônio no
dia 03 de maio e decidem optar pelo regime da comunhão universal de bens. Em 2018, o casal resolve
dissolver a sociedade conjugal e a extinção do casamento pelo divórcio ocorre em 03 de maio daquele
ano. Seis meses após o divórcio, Antônia decide cobrar seu crédito oriundo do referido empréstimo.
 
Acerca do crédito de Antônia, é correto afirmar que
a) a pretensão de Antônia encontra-se extinta em razão da ocorrência da prescrição.
b) Antônia pode cobrar o valor, pois o prazo prescricional ficou interrompido e não houve extinção da
dívida por confusão.
c) é indevido o pagamento por Antônia, ante o uso do valor para aprestos do matrimônio.
d) Carlos deve realizar o pagamento, pois a dívida é excluída da comunhão e o prazo prescricional
ficou suspenso.
e) a cobrança é indevida, pois a comunhão universal extinguiu a obrigação por força da confusão
patrimonial.
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Instituto Consulplan - JL (TJ CE)/TJ CE/2022
Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211)
Em decorrência dos gastos hospitalares despendidos após sofrer atropelamento, a pessoa que
sofreu o acidente pretende ajuizar ação contra o condutor. Este, ao pisar no freio, não conseguiu parar o
veículo, apesar de ter retirado o carro da oficina mecânica poucos minutos antes do infortúnio, para
justamente consertar um problema de frenagem. Tal fato despertou seu interesse em processar o dono
da oficina pela falha na prestação do serviço. Os respectivos prazos prescricionais para a exigibilidade das
pretensões da vítima do acidente e do motorista, pela via judicial são de:
a) 3 anos para ambos: vítima e condutor.
b) 10 anos para ambos: vítima e condutor.
c) 3 anos para a vítima e 10 anos para o motorista.
d) 10 anos para a vítima e 3 anos para o motorista.
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https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2219925
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2222561
373) 
374) 
375) 
www.tecconcursos.com.br/questoes/2222991
FEPESE - An Tec (CINCATARINA)/CINCATARINA/IV/Advogado/2022
Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211)
Com fundamento no Código Civil brasileiro, assinale a alternativa correta a respeito da prescrição
e da decadência.
a) Prescreve em três anos a pretensão do vencedor para haver do vencido o que despendeu em
juízo.
b) Salvo disposição legal em sentido contrário, aplicam-se à decadência as normas que impedem,
suspendem ou interrompem a prescrição.
c) Como regra, a interrupção da prescrição por um credor aproveita aos demais credores.
d) A prescrição interrompida recomeça a correr da data do ato que a interrompeu, ou do último ato
do processo para a interromper.
e) Os prazos de prescrição poderão ser alterados por acordo das partes, mediante negócio jurídico
processual.
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FCC - AFTE (SEFAZ PE)/SEFAZ PE/2022
Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211)
De acordo com o Código Civil, a prescrição
a) pode ser renunciada, desde que expressamente, tal como a decadência fixada em lei.
b) não pode ser renunciada, diferentemente da decadência fixada em lei, que pode ser renunciada,
tácita ou expressamente.
c) pode ser renunciada, tácita ou expressamente, tal como a decadênciafixada em lei.
d) pode ser renunciada, tácita ou expressamente, diferentemente da decadência fixada em lei, que
não admite renúncia.
e) não pode ser renunciada, tal como a decadência fixada em lei.
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Instituto Consulplan - Ass Jur (PGE SC)/PGE SC/2022
Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211)
A empresa Service celebrou contrato de prestação de serviço de assistência médico-hospitalar com
a empresa Vidaplena, operadora de planos de saúde. A finalidade da contratação é o atendimento aos
funcionários da empresa Service. Ocorre que a referida empresa não cumpriu o contrato no tocante ao
pagamento pelos serviços, restando-se inadimplente com a empresa Vidaplena. Nos termos do Código
Civil, o prazo para que a empresa Vidaplena possa requerer o pagamento do débito contraído pela
empresa Service é de:
a) Um ano.
b) Dois anos.
c) Três anos.
d) Quatro anos.
e) Cinco anos.
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FUNATEC - Ass (CM Pres Dutra)/CM Pres Dutra/Jurídico/2022
Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211)
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2222991
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2235658
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2238619
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2255724
376) 
377) 
378) 
379) 
Nos termos do Código Civil, não corre prescrição:
a) Entre cônjuges, durante e depois da sociedade conjugal.
b) Contra os incapazes, relativos e absolutos.
c) Contra os ausentes do País em serviço público da União, dos Estados ou dos Municípios.
d) Contra os que se acharem servindo nas Forças Armadas.
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FUNATEC - Ass (CM Pres Dutra)/CM Pres Dutra/Jurídico/2022
Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211)
A pretensão dos credores não pagos contra os sócios ou acionistas e os liquidantes, contado o
prazo da publicação da ata de encerramento da liquidação da sociedade, prescreve em:
a) Um ano.
b) Dois anos.
c) Cinco anos.
d) Dez anos.
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FEPESE - Adv (Pref Pinhalzin)/Pref Pinhalzinho/2022
Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211)
De acordo com o Código Civil brasileiro, a interrupção da prescrição, que somente poderá ocorrer
uma vez, dar-se-á
1. por despacho do juiz, desde que competente, que receba a ação de cobrança.
2. pela cobrança extrajudicial.
3. pela apresentação do título de crédito em juízo de inventário.
4. por protesto cambial.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
a) São corretas apenas as afirmativas 2 e 4.
b) São corretas apenas as afirmativas 3 e 4.
c) São corretas apenas as afirmativas 1, 2 e 3.
d) São corretas apenas as afirmativas 1, 3 e 4.
e) São corretas apenas as afirmativas 2, 3 e 4.
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FEPESE - Adv (Pref Pinhalzin)/Pref Pinhalzinho/2022
Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211)
De acordo com o Código Civil brasileiro, assinale a alternativa que indica corretamente o prazo
prescricional de pretensão do vencedor para haver do vencido o que despendeu em juízo e da pretensão
de reparação civil, respectivamente.
a) 1 e 3 anos
b) 3 e 3 anos
c) 3 e 5 anos
d) 5 e 3 anos
e) 5 e 5 anos
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2255727
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2260120
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2260132
380) 
381) 
382) 
383) 
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IDECAN - TTE (SEFAZ RR)/SEFAZ RR/2022
Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211)
Acerca da prescrição e da decadência no direito civil, assinale a alternativa correta:
a) A exceção prescreve no dobro do prazo da pretensão.
b) Os prazos de prescrição podem ser alterados por acordo das partes.
c) É nula a renúncia à decadência fixada em lei.
d) Não pode o juiz, de ofício, conhecer da decadência e da prescrição.
e) A prescrição iniciada contra uma pessoa se interrompe contra o seu sucessor.
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Instituto Consulplan - AAS (CM Unaí)/CM Unaí/Consultor Jurídico/2022
Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211)
Simone, por meio de contrato, alugou um apartamento para Caio. Após um ano de locação, Caio
deixou o apartamento de Simone, entretanto, devendo dois meses de aluguel. O prazo que Simone
dispõe para cobrar de Caio os dois meses de aluguel vencidos e não pagos prescreve em:
a) Dois anos.
b) Três anos.
c) Cinco anos.
d) Dez anos.
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FUNCERN - Adv (Maxaranguape)/Pref Maxaranguape/2022
Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211)
A prescrição é um instituto previsto no Código Civil Brasileiro. Sobre os prazos da prescrição, é
correto afirmar, com base no texto expresso do referido Código, que
a) a prescrição ocorre em dez anos, quando a lei não lhe haja fixado prazo menor.
b) em um ano prescreve a pretensão para haver prestações alimentares, a partir da data em que se
vencerem.
c) a prescrição ocorre em vinte anos, quando a lei não lhe haja fixado prazo menor.
d) em dois anos prescreve a pretensão para receber prestações vencidas de rendas temporárias ou
vitalícias.
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IAUPE - Adv (CM Goiana)/CM Goiana/2022
Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211)
Considere as afirmativas abaixo sobre prescrição e decadência:
 
I. A renúncia à prescrição pode ser expressa ou tácita e só valerá, sendo feita, sem prejuízo de
terceiro, depois que a prescrição se consumar.
 
II. É nula a renúncia à decadência, seja convencional ou fixada em lei.
 
III. Em regra, aplicam-se à decadência as normas que impedem ou suspendem a prescrição.
 
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2311193
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2318665
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2335369
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2399016
384) 
385) 
386) 
IV. Não corre a prescrição contra os absolutamente incapazes nem contra os relativamente
incapazes.
 
Estão INCORRETAS
a) I e III, apenas.
b) II e IV, apenas.
c) II, III e IV, apenas.
d) I, III e IV, apenas.
e) I, II, III e IV.
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FAFIPA - Adv (CM Ourizona)/CM Ourizona/2022
Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211)
O instituto da prescrição pode ser sucintamente definido como a extinção da pretensão
à prestação devida em função de um descumprimento. O Código Civil prevê que a prescrição
ocorre em dez anos, quando a lei não lhe haja fixado prazo menor. Acerca dos prazos
prescricionais previstos no Código Civil, assinale a alternativa CORRETA:
a) Prescreve em cinco anos a pretensão de reparação civil.
b) Prescreve em um ano a pretensão dos hospedeiros ou fornecedores de víveres destinados a
consumo no próprio estabelecimento, para o pagamento da hospedagem ou dos alimentos.
c) Prescreve em três anos a pretensão dos tabeliães, auxiliares da justiça, serventuários judiciais,
árbitros e peritos, pela percepção de emolumentos, custas e honorários.
d) Prescreve em um ano a pretensão relativa a aluguéis de prédios urbanos ou rústicos.
e) Prescreve em três anos a pretensão de cobrança de dívidas líquidas constantes de instrumento
público ou particular.
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IBFC - Adv (Franca)/CM Franca/2022
Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211)
Acerca das disposições do Código Civil sobre prescrição e decadência, assinale a alternativa
incorreta.
a) A exceção prescreve no mesmo prazo em que a pretensão
b) A renúncia da prescrição pode ser expressa ou tácita, e só valerá, sendo feita, sem prejuízo de
terceiro, depois que a prescrição se consumar
c) A renúncia da decadência fixada em lei poderá ocorrer após sua consumação
d) Suspensa a prescrição em favor de um dos credores solidários, só aproveitam os outros se a
obrigação for indivisível
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Instituto Verbena - Ana (Pref Itiquira)/Pref Itiquira/Jurídico/2022Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211)
Carvalho Filho (2019) ensina que a perda de efeitos jurídicos em virtude de norma jurídica
superveniente contrária àquela que respaldava a prática do ato se refere ao conceito de
a) decadência.
b) caducidade.
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2418503
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2429724
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2436748
387) 
388) 
389) 
c) prescrição.
d) preclusão.
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IBADE - PJ (CM Acrelândia)/CM Acrelândia/2022
Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211)
Em consonância com o Código Civil Brasileiro, prescreve em um ano:
a) a pretensão dos credores não pagos contra os sócios ou acionistas e os liquidantes, contado o
prazo da publicação da ata de encerramento da liquidação da sociedade.
b) a pretensão relativa a aluguéis de prédios urbanos ou rústicos.
c) a pretensão para haver prestações alimentares, a partir da data em que se vencerem.
d) a pretensão de ressarcimento de enriquecimento sem causa.
e) a pretensão de cobrança de dívidas líquidas constantes de instrumento público ou particular.
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FGV - ATCE (TCE-AM)/TCE AM/Ministério Público de Contas/2021
Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211)
Em 15 de janeiro de 2020, André completou 12 anos de idade. Enquanto passeava com seu pai
para celebrar a ocasião, André foi atingido por um cinzeiro caído de um edifício particular.
André pode pretender a reparação civil dos danos sofridos até:
a) 15 de janeiro de 2023;
b) 15 de janeiro de 2024;
c) 15 de janeiro de 2026;
d) 15 de janeiro de 2027;
e) 15 de janeiro de 2029.
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Instituto AOCP - Ass (CM Teresina)/CM Teresina/Jurídico Legislativo/2021
Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211)
Sobre a prescrição e decadência, assinale a alternativa correta.
a) Prescreve em um ano a pretensão para receber prestações vencidas de rendas temporárias ou
vitalícias.
b) É válida a renúncia à decadência fixada em lei.
c) Prescreve em quatro anos a pretensão relativa à tutela, a contar da data da aprovação das contas.
d) Se a decadência for convencional, a parte a quem aproveita pode alegá-la em qualquer grau de
jurisdição, podendo o juiz suprir a alegação.
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390) 
391) 
392) 
e) Prescreve em três anos a pretensão dos credores não pagos contra os sócios ou acionistas e os
liquidantes, contado o prazo da publicação da ata de encerramento da liquidação da sociedade.
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FADESP - Adv (CM Marabá)/CM Marabá/2021
Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211)
Nos termos do Código Civil, a pretensão dos profissionais liberais em geral, procuradores judiciais,
curadores e professores pelos seus honorários, contado o prazo da conclusão dos serviços, da cessação
dos respectivos contratos ou mandato, prescreve em
a) 01 (um) ano.
b) 02 (dois) anos.
c) 03 (três) anos.
d) 05 (cinco) anos.
e) 10 (dez) anos.
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CEBRASPE (CESPE) - AFTE (SEFAZ RR)/SEFAZ RR/2021
Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211)
Com relação à prescrição e à decadência no direito civil, julgue os próximos itens.
 
I. A prescrição representa a perda de um direito que não foi devidamente exercido por seu titular ou
sucessor dentro do prazo previsto pelo legislador.
 
II. A renúncia prévia ao prazo prescricional somente será admitida se exercida de forma expressa e
por manifestação inequívoca.
 
III. Os prazos prescricionais e decadenciais não correm contra os absolutamente incapazes.
 
IV. De acordo com o Superior Tribunal de Justiça, as ações de natureza indenizatória que tenham
como causa de pedir atos de perseguição política com violação de direitos fundamentais ocorridos
durante o regime militar são imprescritíveis.
 
Estão certos apenas os itens
a) I e II.
b) II e IV.
c) III e IV.
d) I, II e III.
e) I, III e IV.
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Instituto Consulplan - Ana Jud (TJM MG)/TJM MG/Analista Judiciário/2021
Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211)
Considere as situações específicas a seguir.
 
I. No curso da prescrição de uma dívida líquida e certa, reconheceu- se, judicialmente, a condição
pródiga de Sílvia.
 
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https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1810493
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1867265
393) 
394) 
395) 
II. Ivan era credor de Cibelle e, antes do termo final da prescrição, desenvolveram uma relação
amorosa e se casaram.
 
III. Edgar era chefe executivo de uma sociedade anônima; contudo, devedor do financiamento de
um automóvel. No curso do prazo prescricional para cobrança dessa dívida, teve que se ausentar do
Brasil a trabalho.
 
NÃO representam situações que contêm causas que impedem ou suspendem a prescrição
a) I, II e III.
b) I e II, apenas.
c) I e III, apenas.
d) II e III, apenas.
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FCC - Proc A (MANAUSPREV)/MANAUSPREV/2021
Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211)
De acordo com as disposições do Código Civil, a decadência
a) se interrompe por qualquer ato judicial que constitua em mora o devedor.
b) convencional pode ser conhecida de ofício pelo juiz, em qualquer grau de jurisdição.
c) não corre entre os cônjuges na constância da sociedade conjugal.
d) para pleitear-se a anulação do negócio jurídico em razão de erro, dolo ou coação opera-se no
prazo de quatro anos.
e) pode ser validamente renunciada, seja ela estabelecida por lei ou por acordo entre as partes.
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Instituto Consulplan - NeR (TJ MS)/TJ MS/Provimento/2021
Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211)
Nayara locou imóvel residencial urbano de sua propriedade para Paulo, estabelecendo-se no pacto
firmado entre as partes o valor mensal de R$ 2.570,00 (dois mil, quinhentos e setenta reais), com
vencimento a todo dia 5 (cinco), vencendo-se a primeira renda em 05/05/2006. Transcorridos 6 (seis)
meses de relação contratual, ou seja, a partir de novembro, Paulo deixou de adimplir os aluguéis.
Considerando a situação hipotética, assinale a alternativa que corresponde ao prazo prescricional para
que Nayara deduza sua pretensão relativa aos aluguéis em questão.
a) 1 ano.
b) 3 anos.
c) 4 anos.
d) 5 anos.
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Instituto Consulplan - NeR (TJ MS)/TJ MS/Provimento/2021
Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211)
João e Manoel devem, solidariamente, R$ 500,00 (quinhentos reais) a Pedro. Imaginemos que,
antes do pagamento da dívida, João, que possui 2 (dois) filhos maiores e capazes, venha a falecer.
Suponhamos, ainda, que um dos seus herdeiros reconheça a dívida por meio da assinatura de um
documento de confissão de dívida. Considerando a situação descrita, assinale a alternativa correta.
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https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1910808
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1910830
396) 
397) 
a) Com a assinatura do termo de confissão de dívida, a contagem do prazo prescricional se
interrompe para o herdeiro que fez a assinatura da confissão, para o outro filho de João e para
Manoel.
b) Com a assinatura do termo de confissão de dívida, a contagem do prazo prescricional se
interrompe para o herdeiro que fez a assinatura da confissão e para o outro filho de João; mas, em
relação a Manoel, a prescrição continua a correr normalmente.
c) Com a assinatura do termo de confissão de dívida, a contagem do prazo prescricional se
interrompe para o herdeiro que fez a assinatura da confissão; mas, em relação ao outro herdeiro de
João e a Manoel, a prescrição continua a correr normalmente.
d) A assinatura dotermo de confissão de dívida não tem o condão de interromper, para nenhum dos
personagens envolvidos na hipótese apresentada, a prescrição, de forma que ela continua a correr
normalmente para ambos os filhos de João e para Manoel.
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Instituto Consulplan - NeR (TJ MS)/TJ MS/Remoção/2021
Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211)
A decadência é instituto que, quando de sua ocorrência, fulmina o próprio direito, cuidando o
Código Civil de contemplar previsões genéricas a seu respeito a partir do Art. 207 de referido diploma
legal. Acerca da decadência, tem-se por oposta à previsão legal:
a) Após consumada, não se admite a renúncia à decadência.
b) À decadência convencional pode ser alegada qualquer grau de jurisdição.
c) Decorrendo de previsão legal à decadência, deve o Juiz conhecê-la de ofício.
d) À decadência aplica-se, a rigor, as regras que impedem, suspendem ou interrompem a prescrição.
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Instituto Consulplan - JL (TJ MS)/TJ MS/2021
Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211)
“A prescrição é a extinção da pretensão à prestação devida – direito esse que continua existindo na
relação jurídica de direito material – em função de um descumprimento (que gerou a ação). A
decadência se refere à perda efetiva de um direito pelo seu não exercício no prazo estipulado.”
 
(STOLZE, Pablo; FILHO, Rodolfo; 2011. P. 500.)
 
Sobres os institutos da prescrição e decadência, analise as afirmativas a seguir.
 
I. A paralisação da ação rescisória por mais de cinco anos acarreta a prescrição intercorrente.
 
II. A prescrição incide sobre direito que autoriza poder de intervenção unilateral na esfera jurídica
alheia, sem contraprestação correspondente.
 
III. Aplicam-se à decadência as normas que impedem, suspendem ou interrompem a prescrição,
salvo disposição legal em contrário.
 
IV. A notificação extrajudicial e o protesto de título cambiário em cartório têm o condão de
interromper o prazo prescricional.
 
Está correto o que se afirma apenas em
a) I.
b) III.
c) I e IV.
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https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1912100
398) 
399) 
400) 
d) II e III.
e) I, II e IV.
www.tecconcursos.com.br/questoes/1968382
GUALIMP - AJM (CL Gasparian)/Pref CL Gasparian/2021
Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211)
Sobre a prescrição e a decadência no Código Civil Brasileiro, assinale a alternativa CORRETA:
a) A prescrição somente pode ser alegada em primeiro grau de jurisdição.
b) A prescrição iniciada contra uma pessoa não continua a correr contra o seu sucessor.
c) Os relativamente incapazes e as pessoas jurídicas têm ação contra os seus assistentes ou
representantes legais, que derem causa à prescrição, ou não a alegarem oportunamente.
d) Os prazos de prescrição podem ser alterados por acordo das partes.
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ADVISE - Adv (Pref Coremas)/Pref Coremas/2021
Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211)
De acordo com o Código Civil, acerca da prescrição e decadência, é CORRETO afirmar que:
a) O juiz não pode suprir a ausência de alegação de decadência convencional.
b) A renúncia da prescrição só pode ser feita de forma expressa.
c) Os prazos prescricionais podem ser alterados de comum acordo entre as partes, desde que não
prejudique direito de terceiros.
d) A prescrição poderá ser suspensa uma única vez e se dará, entre outras hipóteses, por despacho
do juiz.
e) A prescrição iniciada contra uma pessoa não continua a correr contra o seu sucessor.
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FAFIPA - Adv (Brasilândia)/Pref Brasilândia/2021
Direito Civil - Prescrição e Decadência (arts. 189 a 211)
Na acepção jurídica do termo, a prescrição é a perda da pretensão de reparação de um direito
violado. Nesse sentido, sobre a prescrição, nos termos do Código Civil de 2002, assinale a alternativa
INCORRETA:
a) A renúncia da prescrição pode ser expressa ou tácita, e só valerá, sendo feita, sem prejuízo de
terceiro, depois que a prescrição se consumar; tácita é a renúncia quando se presume de fatos do
interessado, incompatíveis com a prescrição.
b) Não corre a prescrição contra os ausentes do País em serviço público da União, dos Estados ou
dos Municípios.
c) Prescreve em dois anos a pretensão relativa a aluguéis de prédios urbanos ou rústicos.
d) A interrupção da prescrição, que somente poderá ocorrer uma vez, dar-se-á por qualquer ato
inequívoco, ainda que extrajudicial, que importe reconhecimento do direito pelo devedor.
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/1968382
https://www.tecconcursos.com.br/questoes/2134893
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Gabarito
201) C 202) C 203) C 204) D 205) E 206) B 207) E
208) B 209) B 210) C 211) B 212) D 213) B 214) C
215) E 216) B 217) C 218) A 219) A 220) E 221) B
222) D 223) A 224) A 225) D 226) B 227) B 228) A
229) C 230) B 231) D 232) D 233) A 234) C 235) C
236) E 237) A 238) D 239) D 240) B 241) B 242) D
243) A 244) C 245) D 246) C 247) A 248) A 249) B
250) C 251) E 252) D 253) C 254) A 255) B 256) D
257) C 258) C 259) E 260) B 261) A 262) B 263) B
264) B 265) D 266) D 267) C 268) B 269) D 270) E
271) B 272) D 273) A 274) A 275) D 276) D 277) E
278) D 279) D 280) A 281) A 282) D 283) A 284) E
285) C 286) C 287) B 288) E 289) C 290) E 291) D
292) C 293) C 294) E 295) C 296) C 297) B 298) B
299) C 300) A 301) D 302) A 303) D 304) C 305) B
306) E 307) E 308) C 309) A 310) A 311) A 312) E
313) C 314) D 315) B 316) D 317) C 318) B 319) A
320) D 321) C 322) A 323) A 324) B 325) B 326) D
327) D 328) C 329) D 330) A 331) B 332) B 333) D
334) D 335) B 336) C 337) E 338) E 339) B 340) C
341) C 342) D 343) D 344) A 345) A 346) D 347) D
348) B 349) C 350) C 351) E 352) E 353) D 354) C
355) E 356) A 357) B 358) E 359) C 360) A 361) C
362) C 363) A 364) D 365) D 366) D 367) C 368) E
369) E 370) D 371) D 372) C 373) D 374) D 375) Anulada
376) C 377) A 378) B 379) D 380) C 381) B 382) A
383) C 384) B 385) C 386) B 387) A 388) D 389) C
390) D 391) C 392) C 393) D 394) B 395) C 396) D
397) A 398) C 399) A 400) C

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