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Confidencial até o momento da aplicação. Nome do candidato Prédio Sala CarteiraInscriçãoRG HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO – HCFMUSP ESCOLA DE EDUCAÇÃO PERMANENTE – EEP PROCESSO SELETIVO 004. PROVA OBJETIVA PROGRAMA DE BOLSAS PARA CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO LATO SENSU – 2022 ENFERMAGEM Você recebeu sua folha de respostas e este caderno contendo 50 questões objetivas. Confira seus dados impressos na capa deste caderno e na folha de respostas. Quando for permitido abrir o caderno, verifique se está completo ou se apresenta imperfeições. Caso haja algum problema, informe ao fiscal da sala para a devida substituição desse caderno. Leia cuidadosamente todas as questões e escolha a resposta que você considera correta. Marque, na folha de respostas, com caneta de tinta azul ou preta, a letra correspondente à alternativa que você escolheu. A duração da prova objetiva é de 4 horas, já incluído o tempo para o preenchimento da folha de respostas. Ao sair, você entregará ao fiscal a folha de respostas e este caderno. Até que você saia do prédio, todas as proibições e orientações continuam válidas. AGUARDE A ORDEM DO FISCAL PARA ABRIR ESTE CADERNO. Nome do candidato Prédio Sala CarteiraInscriçãoRG 2FMHC2102/004-Enfermagem Confidencial até o momento da aplicação. CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 01. De acordo com a Lei Federal no 12.527 de acesso à i nformação, datada de 18 de novembro de 2011, a pessoa física ou entidade privada que detiver informações em vir- tude de vínculo de qualquer natureza com o poder público e deixar de observar o disposto na Lei, estará sujeita às seguintes sanções: Assinale com V (verdadeiro) ou F (falso) e escolha a alter- nativa correta. ( ) Advertência. ( ) Multa. ( ) Comunicado. ( ) Rescisão do vínculo com o poder público. ( ) Suspensão definitiva de participar em licitação. (A) V, V, V, F, F. (B) F, F, V, V, V. (C) V, F, V, F, V. (D) F, V, V, F, V. (E) V, V, F, V, F. 02. Conforme estabelecido no Código de Ética de Enferma- gem, respeitar a privacidade, o pudor e a intimidade do ser humano, incluindo as situações de morte e pós-morte, é (A) uma prerrogativa e um privilégio dos profissionais de enfermagem. (B) um direito e um consenso garantido aos profissionais de enfermagem. (C) um ato proibido e restrito aos profissionais de enfer- magem. (D) um dever e uma responsabilidade dos profissionais de enfermagem. (E) uma ação optativa e facultada aos profissionais de enfermagem. 03. De acordo com a NR32, de 2005, que dispõe sobre a responsabilidade solidária, quais são as situações de e xposição a risco para a saúde do profissional? (A) Riscos físicos, emocionais, financeiros e químicos. (B) Riscos biológicos, financeiros, radiológicos e antineo- plásicos. (C) Riscos biológicos, químicos, residuais e materiais. (D) Riscos químicos, ergonômicos, materiais e residuais. (E) Riscos físicos, biológicos, químicos e ionizantes. 04. No que diz respeito à divulgação/exposição da imagem do paciente em redes sociais e meios de comunicação, somente é permitido ao profissional de enfermagem, segundo a Resolução COFEN no 554/2017, (A) noticiar imagens do paciente desde que autorizado pela alta direção da instituição. (B) incluir figuras do paciente em trabalhos científicos, com autorização expressa dele ou de seu represen- tante legal. (C) disponibilizar imagens de pacientes vulneráveis e/ou legalmente incapazes de exercerem com autonomia suas decisões. (D) publicar fotos dos pacientes em redes e grupos s ociais desde que sejam fechados e a divulgação restrita. (E) divulgar imagens comparando o antes e depois de algum procedimento terapêutico. 05. O Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP) foi instituído pela Portaria no 529/2013. A segurança do paciente é definida pelo PNSP, como (A) a prevenção do risco de morte inesperada durante a permanência nas instituições de saúde. (B) a proteção dos pacientes das ações de má prática profissional na realização de procedimentos diag- nósticos e terapêuticos. (C) a diminuição do risco de adquirir infecções nosoco- miais durante a hospitalização prolongada. (D) a redução, a um nível aceitável, do risco de dano desnecessário associado ao cuidado de saúde. (E) o controle ininterrupto de todas as ações executadas para o tratamento do paciente durante a internação. 06. Ao conectar o equipo de um hemocomponente no pacien- te, o enfermeiro identificou que se tratava de outro pacien- te. Ele removeu imediatamente a bolsa do hemocompo- nente antes de iniciar a infusão e notificou ao Núcleo de Segurança do paciente da instituição. Como é classificado esse incidente, de acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária? (A) Evento adverso simples. (B) Quase erro. (C) Evento com dano moderado. (D) Evento com dano grave. (E) Evento adverso. 3 FMHC2102/004-EnfermagemConfidencial até o momento da aplicação. 09. Em relação à Evolução de Enfermagem, assinale a alter- nativa correta. (A) Na evolução, os dados são brutos, isto é, deve-se informar o que foi realizado ou observado, de forma objetiva, clara, sem analisar os dados, fazer inter- pretações ou julgamentos de valor. Fatos ocorridos anteriormente não devem ser citados. (B) Todos os membros da equipe de enfermagem fazem evolução. O enfermeiro, quando executa um proce- dimento, faz uma evolução sucinta do paciente e não anotação. A evolução deve ser realizada uma vez ao final de cada plantão. (C) A evolução deve ser registrada no momento em que ocorreu o fato e é pontual. Evolui-se apenas o que foi realizado e/ou observado, sem fazer interpretações ou julgamentos de valor. A evolução deve ser reali- zada uma vez ao final de cada plantão. (D) Na evolução, o estado atual do paciente deve ser comparado ao do dia anterior. Os dados referentes às anotações de enfermagem, fatos relevantes que ocorreram no período, resultados de exames labo- ratoriais entre outros dados devem ser analisados. (E) Na evolução, o estado atual do paciente pode ser comparado ao do dia anterior, mas não obrigatoria- mente. Exames laboratoriais e de imagens das últi- mas 24 horas não devem ser analisados, e a percep- ção do enfermeiro deve ser o fator mais importante a ser considerado. 10. Para atender a prescrição médica de meropenem 200 mg de 8/8 horas, sabendo-se que há disponível na enferma- ria frasco-ampola de 1 g reconstituído em 10 mL de água destilada, qual o volume a ser aspirado por horário? (A) 2 mL. (B) 2,5 mL. (C) 4 mL. (D) 4,5 mL. (E) 5 mL. 11. Quantas microgotas por minuto deve-se administrar, considerando a prescrição médica de 1500 mL de soro glicosado 5% em infusão de 12 horas? (A) 42 microgotas por minuto. (B) 85 microgotas por minuto. (C) 105 microgotas por minuto. (D) 115 microgotas por minuto. (E) 125 microgotas por minuto. 07. Do ponto de vista gerencial, uma unidade de medida quantitativa de uma atividade assistencial pode ser usada como um guia para monitorar e avaliar a qualidade assis- tencial e gerencial de um serviço. Assinale a alternativa correta que corresponde a essa definição. (A) Critério. (B) Indicador. (C) Prevalência. (D) Gráfico. (E) Incidência. 08. O Processo de Enfermagem organiza-se em cinco etapas inter-relacionadas, interdependentes e recorrentes. Assinale a alternativa correta. (A) Coleta de dados de Enfermagem – processo delibe- rado, sistemático e contínuo, realizado com o auxílio de métodos e técnicas variadas, que tem por finali- dade a obtenção de informações. (B) Diagnóstico de Enfermagem – realização das ações ou intervenções determinadas na etapa de cole- ta de dados em resposta à pessoa, à família e à c omunidade. (C) Planejamento de Enfermagem – processo de inter- pretação e agrupamento apenas dos dados coleta- dos na primeira etapa, que constituem a base para a seleção das ações. (D) Implementação – processo deliberado, sistemático e contínuo de verificação de mudanças nas respostaspara determinar se as ações alcançaram o resultado esperado. (E) Avaliação de Enfermagem – determinação dos resul- tados que se espera alcançar e das ações ou inter- venções de enfermagem que serão realizadas em um dado momento do processo. 4FMHC2102/004-Enfermagem Confidencial até o momento da aplicação. 14. Assinale a alternativa correta que corresponde ao objetivo do uso de fixador externo. (A) Aplicar força diretamente no tecido ósseo por meio da inserção de um fio metálico, evitando edema pós- -traumático. (B) Transferir a carga aplicada no osso para o aparelho, mantendo o osso sem carga, enquanto regenera a fratura. (C) Realizar uma tração cervical em casos de luxação da coluna cervical, após um traumatismo. (D) Proteger uma ferida aberta, até que esta cicatrize, evitando que o local sofra uma nova lesão. (E) Tratar especificamente fraturas de fêmur, mantendo o membro inferior elevado, alinhando possíveis frag- mentos ósseos. 15. Assinale a alternativa correta que corresponde à con- duta do enfermeiro para que a assistência seja efetiva e segura na recuperação de pacientes com amputação transtibial. (A) Utilizar coxim ou férula de Braun para elevar o membro amputado prevenindo a flexão do joelho ou do quadril. (B) Orientar o paciente a permanecer por mais tempo em posições que favoreçam a flexão, como sentado com o coto pendente. (C) Manter enfaixamento compressivo do membro ampu- tado, visando ao relaxamento muscular e ao alívio dos sintomas dolorosos. (D) Orientar o paciente a realizar higiene diária do coto, inspecionar a cicatriz cirúrgica e não movimentar ati- vamente o coto. (E) Orientar o paciente a permanecer alguns períodos do dia em decúbito ventral para estender suavemen- te os flexores do quadril. 16. Quais os principais itens a serem examinados na avalia- ção do sistema neurológico? (A) Nível de consciência, avaliação pupilar, avaliação hepática, frequência cardíaca, função cerebelar e função motora. (B) Nível de consciência, avaliação pupilar, ritmo cardí- aco, frequência respiratória, avaliação das articula- ções de membros superiores e função motora. (C) Nível de consciência, avaliação pupilar, função motora, função sensitiva, função cerebelar e ava- liação dos nervos cranianos. (D) Nível de consciência, avaliação pupilar, avaliação renal, avaliação dos nervos cranianos, função cere- belar e função sensitiva. (E) Nível de consciência, avaliação pupilar, função cere- belar, função motora, avaliação das articulações de membros inferiores e função sensitiva. 12. A síndrome compartimental é uma possível complicação das cirurgias dos membros inferiores. Assinale a alternativa correta que corresponde à definição dessa síndrome. (A) É a formação de trombos em veias profundas, que se desprendem e atravessam a cavidade direita do coração, obstruindo a artéria pulmonar ou um de seus ramos, mais frequente em pacientes com doenças cardíacas. (B) É a liberação de glóbulos de gordura e ácidos graxos livres na circulação sistêmica e nos vasos pulmona- res, podendo comprometer as funções neurológica, circulatória e respiratória. (C) É a perda de sensibilidade do membro afetado pro- vocada pelo desequilíbrio nas células que formam a cápsula que compõe a articulação, e isto faz com que a articulação diminua, permitindo o contato entre os ossos. (D) É a interrupção ou redução do fluxo sanguíneo em uma artéria que vai para o cérebro, o que causa a falta de circulação vascular, privando as células de oxigênio e nutrientes e acarretando possível ampu- tação do membro operado. (E) É o aumento da pressão no interior de um compar- timento muscular, envolto por fáscia, fazendo com que o fluxo sanguíneo para os músculos e nervos nesse compartimento fique comprometido, p odendo r esultar em isquemia e necrose tecidual. 13. Assinale a alternativa correta que condiz com as inter- venções de enfermagem para os pacientes com prescri- ção de tração cutânea contínua. (A) Atuar com segurança e precisão, aplicação de c onhecimentos de anatomia e fisiologia do siste- ma músculo esquelético. Os princípios de biome- cânica e equilíbrio não se aplicam. (B) Realizar o monitoramento e o manejo das complica- ções secundárias consequentes da imobilização no leito, como lesão de nervos, comprometimento circu- latório e solução de continuidade na pele. (C) Realizar uma leve tração na articulação distal duran- te a transferência do paciente da maca para cama, apesar de não prevenir a exacerbação da dor, nem complicações de ordem circulatória. (D) Observar as modificações que podem interferir no tratamento, e as mais comuns encontradas não estão relacionadas à quantidade de peso, fricção do cordão ou emendas sobre o cordão da tração. (E) Remover os pesos da tração do paciente no momen- to da mudança de decúbito e para realização dos cuidados de higiene, como banho, troca de fraldas e de lençóis. 5 FMHC2102/004-EnfermagemConfidencial até o momento da aplicação. 19. Assinale a alternativa correta sobre o acidente vascular cerebral (AVC). (A) O acidente vascular hemorrágico é causado pelo bloqueio do suprimento de sangue no encéfalo. O acidente vascular isquêmico é causado pelo rompi- mento de um vaso cerebral. (B) Deve-se suspeitar de AVC isquêmico ou hemorrági- co quando ocorre deficit neurológico, de início lento ou de lenta progressão, associada a fatores heredi- tários ou doença das carótidas. (C) O diagnóstico diferencial entre AVC isquêmico e hemorrágico na fase aguda é feito por ultrasso- nografia de crânio, que deve ser realizada o mais r apidamente possível, uma vez que é determinante para o tratamento. (D) São considerados fatores de risco para o AVC o infarto agudo do miocárdio, idade reduzida, discreto consumo de álcool, fatores hereditários, utilização de anticoagu- lantes, sedentarismo. (E) Pode ser definido como uma disfunção neurológica aguda de origem vascular, com sinais e sintomas correspondentes às áreas cerebrais envolvidas, que podem iniciar-se em questão de segundos a horas. 20. Assinale a alternativa correta sobre crise convulsiva. (A) São menos comuns em pacientes que estão nos extremos de idade, como crianças e idosos. (B) Em crianças, as causas mais frequentes são conse- quência de febre, infecção ou alteração na terapia anticonvulsivante. (C) Entre os distúrbios metabólicos que podem desen- cadear convulsões estão hipoglicemia, sangramento e hipercalemia. (D) O eletroencefalograma não é indicado para avalia- ção dos pacientes com crises convulsivas recorren- tes agudas. (E) Após a crise convulsiva, deve-se manter o paciente em decúbito ventral a fim de evitar quedas ou bron- coaspiração. 17. A pressão intracraniana (PIC) é definida como a pressão exercida no interior da caixa craniana. Diante dessa afir- mação, assinale a alternativa correta. (A) A PIC pode ser aumentada somente por dois meca- nismos, aumento do volume intracraniano e diminui- ção da falência venosa. (B) A PIC pode ser aumentada somente por um meca- nismo, absorção efetiva do líquido cefalorraquidiano. (C) O edema cerebral não é a causa mais comum de aumento da PIC e se refere ao acúmulo anormal de líquido nos espaços intersticial e/ou extracelular. (D) A PIC pode ser aumentada somente por um meca- nismo, diminuição do volume intracraniano, também designado efeito de massa. (E) O edema cerebral é a causa mais comum de aumen- to da PIC e se refere ao acúmulo anormal de líquido nos espaços intersticial e/ou intracelular. 18. A monitorização da pressão intracraniana (PIC) é utiliza- da para detectar (A) precocemente o aumento da PIC e a necessidade de um tratamento adequado, a fim de manter a cir- culação encefálica efetiva, mediante preservação da pressão de perfusão cerebral e garantir a oferta de glicose e oxigênio. (B) precocemente a diminuição da PIC e a necessidade de um tratamento adequado, a fim de manter a cir- culação encefálica efetiva mediante preservação da pressão de perfusão periféricae garantir a oferta de oxigênio. (C) precocemente o aumento da PIC e a necessidade de um tratamento cirúrgico, a fim de manter a circulação periférica, mediante preservação da pressão arterial média e garantir a oferta de oxigênio. (D) tardiamente o aumento da PIC e a necessidade de um tratamento adequado, a fim de manter a circu- lação efetiva mediante preservação da pressão de perfusão periférica e garantir a oferta de glicose e oxigênio. (E) precocemente a diminuição da PIC e a necessidade de um tratamento clínico, a fim de manter a circula- ção periférica efetiva, mediante preservação da pres- são arterial sistêmica e garantir a oferta de oxigênio. 6FMHC2102/004-Enfermagem Confidencial até o momento da aplicação. 23. Na ressuscitação cardiorrespiratória, o suporte avançado de vida (SAV) é baseado em uma regra mnemônica. Qual é a sequência de atendimento? (A) A – vias aéreas, C – circulação, B – respiração, D – desfibrilação. (B) A – vias aéreas, B – respiração, C – circulação, D – desfibrilação. (C) C – circulação, A – vias aéreas, D – desfibrilação, B – respiração. (D) C – circulação, A – vias aéreas, B – respiração, D – desfibrilação. (E) B – respiração, A – vias aéreas, C – circulação, D – desfibrilação. 24. A força que permite a manutenção do fluxo sanguíneo nos tecidos periféricos é denominada pressão arterial (PA). Os principais determinantes para origem da PA são: (A) frequência cardíaca e resistência vascular periférica. (B) frequência cardíaca e volume sistólico. (C) pré-carga e resistência vascular periférica. (D) débito cardíaco e resistência vascular periférica. (E) débito cardíaco e frequência cardíaca. 25. O exame físico do tórax do paciente internado em unidade de terapia intensiva segue as premissas propedêuticas. Qual é a sequência correta das técnicas propedêuticas? (A) Inspeção, ausculta, palpação, percussão. (B) Inspeção, palpação, percussão, ausculta. (C) Inspeção, percussão, ausculta, palpação. (D) Percussão, palpação, ausculta, inspeção. (E) Ausculta, palpação, inspeção, percussão. 26. Fármacos vasoativos é a denominação dada àqueles que têm a propriedade de atuar no endotélio vascular. Diante dessa afirmação, assinale a alternativa correta. (A) As catecolaminas são classificadas segundo sua interação com receptores adrenérgicos e não são utilizadas para o suporte cardiovascular. (B) A adrenalina é um poderoso estimulante cardíaco e seus efeitos fisiológicos diretos são diminuição da automoticidade do nó sinusal e, portanto, diminuição da frequência cardíaca. (C) Em termos clínicos, a adrenalina não deve ser e mpregada durante as manobras de ressuscitação cardiopulmonar. (D) Dentre os vasopressores, destaca-se o grupo das catecolaminas e vasopressina, representadas pela adrenalina, dopamina, dobutamina e noradrenalina. (E) A noradrenalina deve ser empregada para diminuir a pressão arterial nos pacientes com choque e baixa resistência vascular sistêmica. 21. De acordo com sua etiologia, pode-se classificar o coma em estrutural e metabólico. A partir dessa informação, assinale a alternativa correta. (A) O coma estrutural é caracterizado por lesões como hematoma, traumatismo crânio encefálico, tumor e hidrocefalia. O coma metabólico é caracterizado por hipoglicemia, hiperglicemia e hipercapnia. (B) O coma estrutural é caracterizado por hipoglicemia, hiperglicemia e hipercapnia. O coma metabólico é caracterizado por lesões como hematoma, trauma- tismo cranioencefálico, tumor e hidrocefalia. (C) O coma estrutural é caracterizado por agentes exó- genos, como inalação de gás, doença de Addison, hipopituitarismo. O coma metabólico é caracteri- zado por lesões, hemorragia pontina e oclusão da artéria basilar. (D) O coma metabólico é a causa menos frequente de alterações da consciência, sendo a intoxicação exó- gena a principal causa. O coma estrutural tem como principal causa o infarto agudo do miocárdio. (E) O coma estrutural é a causa mais frequente de alte- rações da consciência, sendo a intoxicação endóge- na a principal causa. O coma metabólico tem como principal causa o acidente vascular cerebral. 22. A sistematização do atendimento inicial em trauma, difun- dido pelo curso Advanced Trauma Life Support (ATLS), segue uma ordem de prioridades. Assinale a alternativa correta. (A) Abertura das vias aéreas com imobilização cervical, respiração, circulação e controle da hemorragia, exame neurológico, exposição completa do paciente e prevenção de hipotermia. (B) Respiração, abertura das vias aéreas com imobiliza- ção cervical, exame neurológico, circulação e contro- le da hemorragia, exposição completa do paciente e prevenção de hipotermia. (C) Circulação e controle da hemorragia, abertura das vias aéreas com imobilização cervical, respiração, exame neurológico, exposição completa do paciente e prevenção de hipotermia. (D) Exposição completa do paciente e prevenção de hipotermia, exame neurológico, circulação e con- trole da hemorragia, respiração, abertura das vias aéreas com imobilização cervical. (E) Abertura das vias aéreas com imobilização cervi- cal, respiração, exposição completa do paciente e prevenção de hipotermia, circulação e controle da hemorragia, exame neurológico. 7 FMHC2102/004-EnfermagemConfidencial até o momento da aplicação. 30. Assinale a alternativa correta em relação ao antiarrítmico utilizado na parada cardiorrespiratória em taquicardia ven- tricular sem pulso (TVSP) ou fibrilação ventricular (FV). (A) Epinefrina 1 mg, podendo ser repetida entre cada 3 e 5 minutos. (B) Vasopressina 40 mg, podendo substituir a primeira dose da epinefrina. (C) Amiodarona 300 mg na primeira dose e 150 mg na segunda dose. (D) Lidocaína 3 mg/kg, podendo ser repetida 5 minutos após primeira dose. (E) Sulfato de magnésio 1 g a 2 g administrado como dose de ataque. 31. As diretrizes 2020 da American Heart Association para o atendimento da parada cardiorrespiratória (PCR) em adultos orienta que as manobras de ressuscitação d evem ser iniciadas pelas compressões torácicas. De acordo com a diretriz, as compressões são eficazes quando atendem aos seguintes critérios: (A) frequência de 100 a 120 compressões por minuto; profundidade acima de 5 centímetros; relação com- pressão-ventilação 30:02 sem via aérea avançada; minimização das interrupções; troca dos responsá- veis pelas compressões a cada 2 minutos, ou antes, se houver cansaço. (B) frequência de 15 a 30 compressões por minuto; profundidade acima de 8 centímetros; relação com- pressão-ventilação 30:02 sem via aérea avançada; minimização das interrupções; troca dos responsá- veis pelas compressões a cada 2 minutos, ou antes, se houver cansaço. (C) frequência de 100 a 120 compressões por minu- to; profundidade acima de 5 centímetros; relação compressão-ventilação 15:02 sem via aérea avan- çada; minimização das interrupções; troca dos res- ponsáveis pelas compressões a cada 10 minutos, ou antes, se houver cansaço. (D) frequência de 15 a 30 compressões por minuto; profundidade acima de 5 centímetros; relação com- pressão-ventilação 25:02 sem via aérea avançada; minimização das interrupções; troca dos responsá- veis pelas compressões a cada 2 minutos, ou antes, se houver cansaço. (E) frequência de 120 a 150 compressões por minuto; profundidade menor que 5 centímetros; relação com- pressão-ventilação 20:02 sem via aérea avançada; minimização das interrupções; troca dos responsá- veis pelas compressões a cada 2 minutos, ou antes, se houver cansaço. 27. O choque séptico é caracterizado por um estado de má perfusão tecidual. Quais são as principais características de um paciente em choque séptico? (A) Hipotensão arterial; taquicardia; redução da pressão de pulso e alterações do nível de consciência. (B) Hipotensão arterial; bradicardia; aumento do débito urinário e bradipneia. (C) Hipertensão arterial; febre; aumento da pressão de pulso e alterações do nível de consciência. (D) Hipertensão arterial;hipotermia; redução da pressão de pulso e bradicardia. (E) Hipertensão arterial; febre; aumento da perfusão capilar e redução do débito urinário. 28. O sistema de oxigenação extracorpórea por membrana é conhecido como ECMO. Qual tipo de suporte esse sistema oferece? (A) Somente cardíaco. (B) Somente pulmonar. (C) Pulmonar e renal. (D) Cardíaco e pulmonar. (E) Cardíaco e renal. 29. Assinale a alternativa que relaciona corretamente a sequên- cia dos fármacos. 1 – Adrenalina 2 – Nitroprussiato de sódio 3 – Noradrenalina 4 – Amiodarona 5 – Dopamina ( ) Promove vasoconstrição sistêmica ( ) Efeitos cardiovasculares ( ) Vasodilatador ( ) Vasopressor (catecolami- na endógena) ( ) Antiarrítmico (A) 1, 2, 3, 4, 5. (B) 2, 4, 5, 1, 3. (C) 3, 5, 2, 1, 4. (D) 4, 3, 5, 2, 1. (E) 5, 1, 4, 3, 2. 8FMHC2102/004-Enfermagem Confidencial até o momento da aplicação. 34. Qual é a principal via de acesso e sua localização anatô- mica para a realização de diálise? (A) Cateter venoso de dupla via, que pode ser coloca- do em uma veia de alto fluxo sanguíneo: subclávia, jugular, femoral. (B) Cateter de Tenckhoff, que pode ser colocado em uma veia de baixo fluxo sanguíneo. (C) Cateter venoso de dupla via, que pode ser colocado em uma veia de alto fluxo sanguíneo: veia pudenda externa, veia cefálica. (D) Fístula arteriovenosa, localizada na veia ilíaca c omum ou veia ilíaca externa. (E) Cateter venoso de dupla via, que pode ser coloca- do em uma veia de baixo fluxo: subclávia, jugular, pudenda externa. 35. A homeostase do líquido extracelular em nosso orga- nismo é mantida pelos rins. O bom funcionamento renal mantém (A) a regulação das concentrações de eletrólitos plasmá- ticos; a secreção de produtos do metabolismo e subs- tâncias endógenas; e o desequilíbrio ácido-básico. (B) a regulação do volume e osmolaridade do fluido extracelular; a diminuição da produção de vitami- na D e a secreção de produtos do metabolismo; e substâncias exógenas. (C) a manutenção do equilíbrio ácido-básico; a desregu- lação do volume e osmolaridade do fluido intracelu- lar; e a diminuição da produção de eritropoietina. (D) a manutenção do equilíbrio ácido-básico; a manu- tenção da produção de insulina circulante no parên- quima renal; e a diminuição da produção de renina- -angiotensina. (E) a regulação das concentrações de eletrólitos plas- máticos; a manutenção do equilíbrio ácido-básico e regulação do volume; e a osmolaridade do fluido extracelular. 32. Cuidar do paciente submetido à terapia com hemocom- ponente é uma responsabilidade da enfermagem. São consideradas condutas adequadas, quando o paciente apresenta reação transfusional, (A) interromper a infusão do hemocomponente; ficar ao lado do paciente e comunicar ao médico; manter o acesso IV com infusão lenta de solução salina; monitorar os sinais vitais e encaminhar a bolsa do hemocomponente de volta para o banco de sangue (de acordo com as recomendações institucionais). (B) realizar troca do acesso venoso; continuar a infusão do hemocomponente; sair para comunicar ao médi- co; monitorar os sinais vitais ao término da transfu- são e encaminhar a bolsa do hemocomponente de volta para o banco de sangue (de acordo com as recomendações institucionais). (C) interromper a infusão do hemocomponente; ficar ao lado do paciente e comunicar ao médico; reali- zar monitorização cardíaca; preparar material para intubação orotraqueal e descartar a bolsa do hemo- componente em lixo com saco branco hospitalar (de acordo com as recomendações institucionais). (D) interromper a infusão do hemocomponente; ficar ao lado do paciente e comunicar ao médico; retirar ime- diatamente o acesso venoso; preparar material para nova punção e descartar a bolsa do hemocompo- nente em lixo com saco branco hospitalar (de acordo com as recomendações institucionais). (E) manter o acesso venoso; continuar a infusão do hemocomponente; sair para comunicar ao médico; monitorar os sinais vitais ao término da transfusão e encaminhar a bolsa do hemocomponente de volta para o banco de sangue (de acordo com as reco- mendações institucionais). 33. Quais as indicações mais comuns de diálise? (A) Hipervolemia assintomática; hipocalemia refratária e acidose grave. (B) Hipovolemia sintomática; hipocalemia refratária e alcalose grave. (C) Hipovolemia sintomática; hipercalemia refratária e alcalose grave. (D) Hipovolemia assintomática; hipocalcemia refratária e alcalose grave. (E) Hipervolemia sintomática; hipercalemia refratária e acidose grave. 9 FMHC2102/004-EnfermagemConfidencial até o momento da aplicação. 38. A temperatura corpórea reflete o balanço entre produção e perda de calor. Quais são os principais sinais e sinto- mas observados em pacientes com hipotermia? (A) Depressão do sistema nervoso central; aumento da perfusão periférica; hipertensão; coma e edema pulmonar. (B) Depressão do sistema nervoso central; hiper-reativi- dade pulmonar; disartria; aumento do débito cardíaco e oligúria. (C) Depressão do sistema nervoso central; tremores; redução da perfusão renal; redução da frequência cardíaca e redução do débito cardíaco. (D) Depressão do sistema nervoso central; aumento da perfusão renal; diminuição do débito cardíaco; coma e nictúria. (E) Depressão do sistema nervoso central; tremores; disúria; aumento da frequência cardíaca e hiper- -reatividade pulmonar. 39. Para a avaliação da evolução do paciente no pós-operató- rio imediato até a alta da sala de recuperação pós-anesté- sica (SRPA), utiliza-se o índice de Aldrete e Kroulik. Sobre esse instrumento, é correto afirmar que (A) cada item recebe uma pontuação que varia de zero (0) a dois (2), sendo que o paciente está apto a receber alta da SRPA quando atingir a pontuação total igual ou superior a oito (8). (B) envolve a avaliação de cinco itens, sendo ativida- de motora, respiração, circulação periférica, pres- são arterial, saturação de oxigênio, reação pupilar e temperatura. (C) deve ser aplicado em adultos e crianças a cada 30 minutos na primeira hora e após, a cada hora, até a alta da SRPA, de acordo com as condições do paciente. (D) deve ser aplicado em adultos e crianças a cada 30 minutos para avaliação da melhor resposta v erbal, melhor resposta motora e abertura ocular espontânea. (E) cada item recebe uma pontuação de zero (0) a dez (10), sendo que o paciente está apto a receber alta da SRPA quando atingir pontuação acima de cin- quenta (50). 36. O posicionamento em prona vem sendo muito utilizado durante a pandemia da COVID-19 por favorecer a melho- ria da ventilação/perfusão. Em relação aos cuidados de enfermagem ao paciente durante a posição prona, assi- nale a alternativa correta. (A) Atentar-se durante a manipulação de cateteres e drenos para evitar perda de dispositivos e não reali- zar proteção de proeminências ósseas, pois não há indicação durante a posição prona. (B) Observar a necessidade de diminuição da sedação para aumentar o conforto do paciente não necessi- tando de comunicação à equipe médica e atentar-se aos dispositivos invasivos. (C) Realizar proteção da região sacra e calcâneos duran- te a posição prona a fim de evitar lesão por pressão dessas regiões e não fixar os cateteres para evitar lesões, assim como qualquer outro dispositivo. (D) Realizar mudança de posição da cabeça e braços, proteção de proeminências ósseas e atentar-se aos dispositivos invasivos durante movimentação do paciente. (E) Manter os eletrodos no tórax anterior do paciente protegidos com algodão, não fixar os cateteres para evitar lesões, não realizar mudança de decúbito sem autorização médica. 37. O diagnóstico de enfermagem “Risco de glicemia instá- vel” tem por definição a vulnerabilidade à variação dos níveis de glicose no sangue em relação à variação nor- mal, que pode comprometer a saúde. Assinale a alternativa correta que corresponde aos fato- res de risco para esse diagnóstico. (A) Alteração no estado mental; aumento ou perdade peso excessivos; estresse excessivo; gravidez e controle ineficaz de medicamentos. (B) Alteração no paladar; aumento de peso; fraqueza; dor abdominal; controle ineficaz de medicamentos e gravidez. (C) Perda involuntária de pequena quantidade de urina; distensão abdominal; anorexia; alteração no estado mental e gravidez. (D) Alteração do estado mental; distensão abdominal; anorexia; perda involuntária de pequena quantidade de urina e fraqueza. (E) Alteração no paladar; atividade física diária média menor do que a recomendada para idade; gravidez; anorexia e distensão abdominal. 10FMHC2102/004-Enfermagem Confidencial até o momento da aplicação. 42. Os procedimentos cirúrgicos colecistectomia, esplenec- tomia, laparotomia são, respectivamente, definidos como (A) retirada do cólon; retirada dos rins; e abertura do abdome onde os órgãos abdominais são examina- dos em busca de lesões ou doenças. (B) retirada do cólon; retirada do fígado e retirada dos órgãos reprodutores femininos (ovários, útero e trompas). (C) abertura do abdome onde os órgãos abdominais são examinados em busca de lesões ou doenças; retira- da do timo; retirada do intestino. (D) retirada da vesícula biliar; abertura do abdome onde os órgãos abdominais são examinados em busca de lesões ou doenças; retirada do baço. (E) retirada da vesícula biliar; retirada do baço e abertu- ra do abdome onde os órgãos abdominais são exa- minados em busca de lesões ou doenças. 43. Assinale a alternativa que relaciona corretamente a sequência dos prefixos. 1 – condro 2 – pielo 3 – orqui 4 – oto 5 – mio ( ) relativo aos ouvidos ( ) relativo à pelve renal ( ) relativo aos músculos ( ) relativo às cartilagens ( ) relativo aos testículos (A) 4, 2, 5, 1, 3. (B) 1, 2, 3, 4, 5. (C) 5, 4, 2, 3, 1. (D) 3, 5, 2, 1, 4. (E) 2, 4, 5, 3, 1. 44. Quando as bordas da ferida não podem ser totalmente aproximadas, a pele e o subcutâneo são deixados aber- tos por perda excessiva de tecido ou pela presença de infecção na ferida que requer abertura para drenagem. De acordo com a sentença, assinale a alternativa correta que corresponde ao tipo de cicatrização. (A) Cicatrização por primeira intenção. (B) Cicatrização por segunda intenção. (C) Cicatrização por terceira intenção. (D) Cicatrização de ferida infectada. (E) Cicatrização de ferida limpa. 45. Assinale a alternativa correta que corresponde aos cui- dados de enfermagem na assistência ao paciente com sonda nasoenteral. (A) Não é necessário verificar o posicionamento da son- da nasoenteral todas as vezes, antes de administrar dietas e medicamentos. (B) O resíduo gástrico deve ser verificado previamente somente quando a infusão for intermitente. (C) Manter adequada a fixação da sonda, utilizando fitas hipoalergênicas ou fixadores apropriados. (D) Irrigar a sonda nasoenteral com água mineral ou filtrada 5 mL, utilizando equipo para infusão por gravidade, evitando pressão. (E) Não é necessário realizar higiene oral, uma vez que o paciente não irá ingerir alimentos por essa via. 40. Em relação ao perioperatório, assinale a alternativa correta. (A) O transoperatório compreende o período desde o início da visita pré-operatória até o término do proce- dimento cirúrgico e encaminhamento à sala de recu- peração pós-anestésica. (B) O pós-operatório compreende o período após a realização do procedimento cirúrgico e finaliza-se com a chegada do paciente à sala de recuperação pós-anestésica. (C) O período pré-operatório compreende desde o m omento em que o paciente chega ao centro c irúrgico, passando pela indução anestésica até a finalização do procedimento. (D) O período pré-operatório inicia-se no momento em que o paciente é comunicado sobre a necessidade do procedimento até sua chegada ao centro cirúrgico. (E) O transoperatório compreende desde a indução anestésica até o término do procedimento e com- põe três momentos: pós-anestésico, pós-operatório imediato e mediato. 41. O modo como o paciente ficará posicionado durante todo o processo anestésico-cirúrgico na mesa operatória é considerado um procedimento de grande complexidade, pois determinará sua segurança e eficiência. Em relação ao posicionamento cirúrgico, é correto afirmar que (A) é necessário descobrir e despir o paciente total- mente para acesso além da área cirúrgica, bem como monitorização, instalação de infusões veno- sas e outros dispositivos. (B) os efeitos fisiológicos durante o posicionamento cirúrgico do paciente antes, durante e após o pro- cedimento anestésico não devem ser levados em consideração. (C) se deve levar em consideração o conhecimento das estruturas anatômicas do paciente e qual a capaci- dade de manipulação dessas estruturas. (D) ao posicionar o paciente, deve-se levar em conside- ração somente a área de acesso que facilite e aten- da às necessidades do anestesiologista. (E) o posicionamento não deve ser individualizado e adaptado às necessidades de cada paciente e do procedimento previsto. 11 FMHC2102/004-EnfermagemConfidencial até o momento da aplicação. 49. Uma das principais medidas de barreira para prevenção da transmissão de infecções são as precauções padrão. Essas precauções padrão estão indicadas nas seguintes situações: (A) somente nos casos de infecção hospitalar documen- tada por cultura positiva de microrganismos multirre- sistentes. (B) aplicadas a todos os pacientes com suspeita ou con- firmação de diagnóstico de infecção. (C) exclusivamente nos casos de suspeita ou infecção comprovadamente oriunda de outra instituição. (D) apenas naqueles pacientes que possuem acompa- nhantes durante a internação hospitalar. (E) unicamente nos casos de internação prolongada em portadores de doenças crônicas. 50. Para prevenção de infecções, quais são os cinco momen- tos para higienização das mãos preconizados pela Orga- nização Mundial da Saúde em 2009? (A) Antes do contato com o paciente; antes da realiza- ção de procedimentos assépticos; após realizar uma refeição na copa de funcionários; após o contato com o paciente e após o contato com áreas próxi- mas ao paciente. (B) Antes do contato com o paciente; antes da realiza- ção da anotação de enfermagem; após o risco de exposição a fluidos corporais; após o contato com o paciente e após o contato com áreas próximas ao paciente. (C) Antes do contato com o paciente; antes da realiza- ção de procedimentos assépticos; após o risco de exposição a fluidos corporais; após o contato com o paciente e após o contato com áreas próximas ao paciente. (D) Antes do contato com o paciente; antes da realiza- ção de procedimentos assépticos; após o risco de exposição a fluidos corporais; após o contato com familiares e antes do contato com áreas próximas ao paciente. (E) Antes de receber o plantão; antes da realização de procedimentos assépticos; após o risco de exposi- ção a fluidos corporais; após o contato com o pacien- te e após o contato com áreas próximas ao paciente. 46. Assinale a alternativa correta que corresponde aos cui- dados de enfermagem na assistência ao paciente sob terapia nutricional parenteral. (A) O frasco de nutrição parenteral não deve ser arma- zenado em refrigeração, porém deve ser administra- do em temperatura ambiente. (B) Após iniciada a infusão da dieta, a nutrição tem v alidade de 48 horas, devendo ser substituída mes- mo que o volume total não tenha sido administrado. (C) É permitida a adição de componentes à nutrição parenteral conforme a necessidade do paciente, em qualquer momento da infusão. (D) Deve-se interromper a infusão da dieta durante a realização de qualquer procedimento ou exame. (E) Nutrição parenteral deve ser administrada em via exclusiva, providenciando outro acesso venoso ou via para infusão de soluções e medicamentos. 47. A Nutrição Parenteral é uma forma especializada de suplemento nutricional na qual os nutrientes são forne- cidos pela via intravenosa. Assinale a alternativa correta que representa possíveis complicações metabólicas.(A) Hiperemia e rubor na inserção do cateter. (B) Fluxo menor que a prescrição médica e obstrução. (C) Hipoglicemia ou hiperglicemia. (D) Tosse e ausculta pulmonar com estertores. (E) Surgimento de febre e sangramento na inserção do cateter. 48. A família dos coronavírus é bastante extensa e causam doenças em seres humanos e em animais. O subtipo de coronavírus identificado mais recentemente causa a do- ença de coronavírus (COVID-19). Sobre a COVID-19, é correto afirmar que (A) a identificação do diagnóstico da COVID-19 somente é possível com a realização do raio-X ou ultrassom de tórax. (B) se realizam os testes rápidos para identificar se o indivíduo teve contato com o coronavírus recente- mente (IgM negativo) ou se está com a doença ativa (IgG positivo). (C) várias pessoas com a COVID-19 apresentam sinais e sintomas leves, especialmente no período inicial da doença, no entanto, nesse período a doença já pode ser transmitida. (D) a COVID-19 somente é transmitida pelo ar inalado pelas pessoas durante a permanência em ambientes fechados sem o uso de máscara. (E) a utilização das medidas de barreira, atualmente indicadas, é suficiente para garantir 100% de prote- ção contra a COVID-19. Confidencial até o momento da aplicação.