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www.romulopassos.com.br 1 Quarta, às 20h 7º Simulado FGV/ENARE Urgências e Emergências Clínicas PROFESSOR JONH MORAIS Emergente – imediato. Muito urgente – 10 min. Urgente – 60 min. Pouco urgente – 120 min. Não urgente – 240 min. • Emergência. • Atendimento imediato. • Urgência. • Atendimento o mais rápido possível. • Prioridade não urgente. • Consultas de baixa. • Complexidade - horário de chegada. 0 1 2 3 Classificação de Risco (MS) Triagem de Manchester Classificação de Risco X Triagem de Manchester Segue a representação sucinta dos 2 sistemas de classificação de risco mais utilizados no Brasil: A está sendo utilizada em algumas realidades em Portugal e no Brasil, para classificar os pacientes considerados fora da categoria de urgência, mas que buscam o serviço de emergência para atendimentos eletivos, como retorno, realização de exames e cirurgias, sem precisar, necessariamente, um tipo de classificação específica (COUTINHO; CECÍLIO; MOTA, 2012). cor branca IMPORTANTE www.romulopassos.com.br 2 1. (SES-MT/FGV/2024) Acerca dos conceitos de Urgência e Emergência, analise as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa (_) A emergência consiste em todo e qualquer evento que implique em risco iminente de morte. (_) A urgência é uma ocorrência imprevista de agravo à saúde com ou sem risco potencial de vida, em que o paciente precisa de assistência médica imediata. (_) De acordo com o protocolo de Classificação de Risco de Manchester, em uma situação de emergência o paciente deve ser atendido em até 10 minutos. As afirmativas são, respectivamente, a) F - F - V. b) F - V - F. c) V - V - V. d) V - V - F. 2. (TJ/SC/FGV/2018) Considerando as disposições acerca da organização e do funcionamento dos serviços de urgência e emergência, analise as afirmativas a seguir. I. O Serviço de Urgência e Emergência deve garantir, conforme o perfil assistencial, o acesso independente para pediatria. II. A classificação de risco deve considerar o grau de necessidade do paciente, e a ordem de atendimento deve dar-se de acordo com os protocolos clínicos do serviço. III. O principal critério para determinar um quadro clínico como sendo de ''urgência'' é o risco iminente de morte. Está correto somente o que se afirma em: a) I. b) II. c) III. d) I e II. e) II e III. 3. (ALETO/FGV/2024) Um paciente adulto deu entrada na Unidade de Pronto Atendimento apresentando crise convulsiva repetida sem a recuperação completa da consciência entre os episódios; glicemia capilar = 68mg/dL; frequência respiratória = 10irpm; e frequência cardíaca = 40bpm. Nesse caso, considerando o protocolo de classificação de risco do Ministério da Saúde, esse paciente deve ser classificado com a cor a) azul. b) verde. c) amarela. d) laranja. e) vermelha. 4. (Câmara Municipal do Recife/FGV/2014) Considerando os protocolos do Ministério da Saúde para classificação de risco em unidades de pronto atendimento, uma situação adequadamente classificada com a cor amarela é a de pacientes com: a) intoxicações exógenas ou tentativas de suicídio com Glasgow abaixo de 12. b) anafilaxia ou reações alérgicas associadas à insuficiência respiratória. c) politraumatizados com Glasgow entre 13 e 15 e sem alterações de sinais vitais. d) mais de 25% de área de superfície corporal queimada e com problemas respiratórios. e) comprometimento da coluna vertebral ou com desconforto respiratório grave. www.romulopassos.com.br 3 5. (TJ/AM/FGV/2013) O acolhimento com classificação de risco vem sendo cada vez mais realizada nos serviços de saúde que prestam atendimentos de urgência e que organizam o atendimento com base nos níveis de prioridade. O modelo proposto pelo Ministério da Saúde divide o serviço em eixos e áreas, identificados por cores que irão determinar o tipo de atendimento prestado. Com base nesse modelo assinale a alternativa que corresponde às características da área amarela. a) Área na qual está a sala de emergência para atendimento imediato dos pacientes com risco de morte e a sala de procedimentos especiais invasivos. b) Área das salas de observação, que devem ser divididas por sexo (feminino e masculino) e idade (crianças e adultos), a depender da demanda. c) Área de consultas, procedimentos médicos e de enfermagem (curativo, sutura, medicação e nebulização). d) Área composta por uma sala de retaguarda para pacientes já estabilizados, mas que ainda requerem cuidados especiais (pacientes críticos ou semicríticos). e) Área de atendimento médico, lugar onde os consultórios devem ser planejados de modo a possibilitar a presença do acompanhante e a individualidade do paciente. 6. (Câmara Municipal de Aracajú/SE/FGV/2021) Paciente atendido em unidade de saúde que utiliza o protocolo de Manchester foi classificado com a cor laranja. Essa cor indica que se trata de um caso: a) urgente. b) de emergência. c) muito urgente. d) não urgente. e) pouco urgente. 7. (Câmara Municipal de Aracajú/SE/FGV/2021) Um hospital de urgência do município X passou a utilizar o protocolo de classificação de risco de Manchester na emergência pediátrica. De acordo com esse protocolo, uma criança que foi classificada como urgência de gravidade moderada (cor amarela) deve ser atendida em até: a) 10 minutos. c) 30 minutos. e) 120 minutos. b) 15 minutos. d) 60 minutos. 8. (TCE/TO/FGV/2022) A classificação de risco é utilizada na avaliação inicial do paciente e permite saber a gravidade do estado de saúde a partir das queixas, sinais vitais, oxigenação, nível de dor, glicemia, entre outros sintomas. No Brasil, a classificação mais comum é o Protocolo de Manchester, que utiliza cinco cores para identificar o grau de risco de cada paciente. De acordo com esse protocolo, o paciente classificado com a cor verde deve receber atendimento em até: a) 10 minutos. b) 30 minutos. c) 60 minutos. d) 120 minutos. e) 240 minutos. www.romulopassos.com.br 4 9. (Câmara dos Deputados/FGV/2023) Acredita-se que o choque progride ao longo um processo continuo de estágios, através dos quais o paciente se empenha em sobreviver. Para melhor compreensão das respostas fisiológicas e dos sinais e sintomas clínicos, esse processo é dividido em estágios separados (compensatório, progressivo e irreversível). Nesse sentido, assinale a opção que apresenta as manifestações clínicas correspondentes ao estágio progressivo do choque. a) Anúria e confusão mental. b) Pele fria e pegajosa e PA normal. c) Alcalose respiratória e FC > de 100 bpm. d) PAS < 90 mmHg e acidose metabólica. e) FR > 20 mrm e débito urinário diminuído. 10. (Senado Federal/FGV/2022) No choque progressivo, alguns mecanismos de feedback positivo diminuem o débito cardíaco e contribuem para a progressão do choque. Um desses mecanismos é o aumento da: a) secreção de renina. c) secreção de vasopressina. e) permeabilidade capilar. b) nutrição tecidual. d) atividade vasomotora. www.romulopassos.com.br 5 11. (TCE/TO/FGV/2022) Os fatores que fazem com que a pessoa se recupere de graus moderados de choque são todos mecanismos de controle por feedback negativo da circulação, que tendem a normalizar o débito cardíaco e a pressão arterial. Entre esses fatores, está o(a): a) diminuição do transporte ativo de sódio e potássio através da membrana celular. b) aumento da secreção de renina pelos rins e formação de angiotensina II. c) diminuição da secreção de vasopressina (hormônio antidiurético) pela glândula hipófise posterior. d) aumento na concentração de ácido carbônico e ácido lático e aglutinação do sangue. e) redução da secreção de epinefrina e norepinefrina pela medula adrenal. 12. (TJ/RO/FGV/2021) Com base na fisiopatologia do choque, analise as afirmativas a seguir, assinalando V para a(s) verdadeira(s) e F para a(s) falsa(s). (_) O denominador comum de todos os tipos de choque é a redução da pressão de enchimento capilar (PEC). (_) A má perfusão tecidual no choque anafilático é resultado de uma vasodilatação generalizada e tem hemodinâmica semelhante ao choque séptico, apesar da causa ser distinta.(_) O choque distributivo é a única modalidade em que ocorre vasodilatação. Nos demais tipos de choque ocorre uma vasoconstrição reflexa que age como mecanismo compensatório. A sequência correta é: a) V - V - V. d) F - F - F. b) F - V - F. e) V - V - F. c) V - F - V. Choque hipovolêmico www.romulopassos.com.br 6 13. (Prefeitura de Caraguatatuba-SP/FGV/2024) De acordo com a classificação do choque hipovolêmico associado à perda sanguínea aguda, um paciente adulto com choque Classe II apresenta uma perda sanguínea a) menor que 500 ml. b) entre 500 e 750 ml. c) entre 750 e 1500 ml. d) entre 1500 e 2000 ml. e) acima de 2000 ml. 14. (SES-MT/FGV/2024) Um paciente com choque hipovolêmico Classe I apresenta, entre outros sinais e sintomas, a) pressão arterial diminuída. b) pressão de pulso aumentada. c) frequência cardíaca < 100. d) frequência respiratória entre 20 e 30rpm. 15. (ALEMA/FGV/2023) Um paciente vítima de acidente automobilístico, com fratura exposta nos membros inferiores, apresentou durante o atendimento ansiedade, normotensão, FC = 98bpm, FR = 20 mrm, pressão de pulso normal e perdas sanguíneas de aproximadamente 700mL. Esses sinais e sintomas são característicos de choque hipovolêmico a) classe I. c) classe III. e) classe V. b) classe II. d) classe IV. www.romulopassos.com.br 7 16. (Câmara Municipal de Aracajú/SE/FGV/2021) Paciente adulto deu entrada na emergência de um hospital apresentando confusão mental; ansiedade; hipotensão; FC = 125bpm; FR = 32irpm; pressão de pulso diminuída e enchimento capilar reduzido. Esses sinais e sintomas são indicativos de choque: a) anafilático. b) distributivo. c) hipovolêmico classe II. d) hipovolêmico classe III. e) hipovolêmico classe IV. Choque distributivo neurogênico O choque neurogênico é consequente à perda do tônus simpático, causando hipovolemia relativa. É uma condição detectada nos pacientes com lesões graves da coluna cervical e torácica alta. Fonte: HINKLE; CHEEVER, 2020; MORTON; FONTAINE, 2019; PHTLS, 2021. Causado pela supressão da estimulação simpática da circulação sanguínea do coração e pela redução subsequente da resistência vascular periférica. M an if e st aç õ e s C lín ic as hipotensão bradicardia grave perda da capacidade de transpirar retenção urinária inexistência de atividade reflexa (os dois últimos, abaixo do nível da lesão), e perda do controle da temperatura. paralisia intestinal De modo geral, ao contrário dos outros tipos de choque, o paciente pode apresentar a pele seca e quente (em vez da pele fria e úmida), a coloração rosada (e não pálida ou cianótica), bradicardia (e não taquicardia), o nível de consciência lúcido (em vez de alterado) e o enchimento capilar normal (e não > 2 s). A utilização de agentes com atividade alfa-adrenérgica, como a norepinefrina, promove vasoconstrição, enquanto agonistas beta-adrenérgicos, como a dopamina, aumentam a FC e a contratilidade. 17. (TJ/DFT/FGV/2022) Uma das causas principais desse tipo de choque é a perda súbita do tônus vasomotor por todo o corpo, resultando de modo especial na dilatação maciça das veias. Ocasionalmente, ocorre sem ter havido qualquer redução do volume sanguíneo. Trata-se do choque: a) séptico. b) cardiogênico. c) neurogênico. d) anafilático. e) hemorrágico. www.romulopassos.com.br 8 18. (Câmara Municipal do Recife/FGV/2014) O choque característico de uma lesão raquimedular em que o paciente apresenta hipotensão, bradicardia, bom nível de consciência e pele rosada no local da lesão, é denominado: a) choque cardiogênico. b) choque neurogênico. c) choque hipovolêmico. d) choque periférico. e) choque anafilático. Choque distributivo séptico O choque séptico, que é o tipo mais comum de choque distributivo, é causado por infecção disseminada ou sepse e constitui a principal causa de morte em pacientes na UTI. Fonte: HINKLE; CHEEVER, 2020. As bactérias gram-negativas constituem os patógenos mais comuns. Outros agentes infecciosos, tais como bactérias gram-positivas (com frequência cada vez maior) e vírus e fungos, também podem causar choque séptico. No estágio inicial do choque (FASE QUENTE/HIPERDINÂMICA): M an if e st aç õ e s C lín ic as pele quente e seca devido à vasodilatação periférica hipotensãofebre confusão mental taquidispneia.taquicardia ansiedade Pacientes com choque séptico podem ser identificados com um constructo clínico de sepse que se apresenta com: hipotensão persistente com o uso de vasopressores para manter uma PAM ≥ 65 mmHg e lactato sérico > 2 mmol/l (18 mg/dl) a despeito da ressuscitação volêmica. Com esses critérios, a mortalidade hospitalar é superior a 40%. Progressão do choque (FASE FRIA/HIPODINÂMICA): resulta em acidose láctica e piora da perfusão tecidual, hipoperfusão levando à cianose de extremidades e à disfunção orgânica. 19. (FUNSAÚDE - CE/FGV/2021) Paciente diabético, 65 anos, internado para tratamento de pneumonia, apresenta o seguinte quadro: nível alterado de consciência, hipotensão arterial refratária à reposição volêmica, oligúria, extremidades frias e pálidas; frequência cardíaca = 110 bpm; frequência respiratória = 30 irpm; PaCO2 = 29 mmHg. Esses são alguns dos sintomas indicativos de choque a) séptico. c) obstrutivo. e) hipovolêmico. b) Anafilático d) neurogênico. www.romulopassos.com.br 9 20. (Prefeitura de Caraguatatuba-SP/FGV/2024) No atendimento emergencial a pacientes com choque séptico recomenda-se administrar fluidos em alíquotas de a) 5mL/kg ou 10mL/kg. b) 10mL/kg ou 20mL/kg. c) 20mL/kg ou 30mL/kg. d) 30mL/kg ou 40mL/kg. e) 40mL/kg ou 50mL/kg. 21. (TCE/TO/FGV/2022) Na assistência a uma criança de 01 ano de idade com choque séptico refratário a fluidos, recomenda-se como infusão vasoativa inicial a administração de: a) epinefrina. c) dobutamina. e) isoproterenol. b) dopamina. d) dopexamina. 22. (Senado Federal/FGV/2022) Paciente do sexo masculino, com quadro de infarto agudo do miocárdio (IAM), com supradesnivelamento do segmento ST, deu entrada na Unidade de Pronto Atendimento apresentando mal-estar geral, pânico, palidez, estertores pulmonares difusos e Killip 3. Na admissão, apresentou pressão arterial = 87 x 65 mmHg, frequência cardíaca = 112 batimentos por minuto e saturação de oxigênio de 87%, sendo iniciadas a terapia medicamentosa e a ressuscitação volêmica para restaurar a perfusão. De acordo com a classificação atual do choque cardiogênico, as características apresentadas correspondem ao: a) estágio A - sob risco de choque. b) estágio B - início do choque. c) estágio C - choque clássico. d) estágio D - choque em deterioração. e) estágio E - choque extremo. 23. (Prefeitura de Caraguatatuba-SP/FGV/2024) O choque é um estado agudo de disfunção circulatória que leva à insuficiência na perfusão tecidual, utilização de oxigênio e produção de energia celular, podendo evoluir para o óbito do paciente. Com base nos mecanismos e fisiopatologia do choque, analise as afirmativas a seguir e assinale V para a verdadeira e F para a falsa ( ) Um dos mecanismos compensatórios do choque é o aumento da secreção de epinefrina e norepinefrina pela medula adrenal, que contrai as artérias e veias periféricas e eleva a frequência cardíaca ( ) No choque distributivo, a má perfusão é resultado de uma vasodilatação periférica global que ocasiona drástica redução da pressão de enchimento capilar - PEC comprometendo o fornecimento de oxigênio pelos capilares e a captura de oxigênio pelos tecidos. ( ) No choque hipovolêmico, uma das respostas fisiológicas do organismo para recuperar a perfusão tecidual é contração das veias, que aumenta o retorno venoso e, consequentemente a pré-carga. As afirmativas são respectivamente a) F – V – F. c) F – V – V. e) F – F – V. b) V – V – F. d) V – V – V. www.romulopassos.com.br 10 24. (FUNSAÚDE - CE/FGV/2021) Paciente deu entrada na unidade de saúde apresentando tosse, dispneia, taquicardia, eliminação de secreção espumosa de cor rósea pela boca e estertores em base pulmonar. Esse paciente apresenta sinais característicosde a) enfisema pulmonar. d) infarto agudo do miocárdio. b) edema agudo de pulmão. e) tromboembolismo pulmonar. c) tuberculose pulmonar. www.romulopassos.com.br 11 Síndrome coronariana aguda (SCA) Em muitos casos, os sinais e sintomas de IAM não podem ser diferenciados daqueles da angina instável – daí a evolução do termo síndrome coronariana aguda (SCA). Fonte: HINKLE; CHEEVER, 2020. M an if es ta çõ e s C lín ic as (H IN K LE ; C H EE V ER , 2 0 2 0 ) dor torácica (principal), taquicardia, taquipneia dispneia, indigestão, náuseas, ansiedade e pele fria, pálida e úmida. Fonte: HINKLE; CHEEVER, 2020; Nicolau et al., 2021. Protocolo de dor torácica Atuação da Enfermagem no Protocolo de Dor Torácica: A triagem hospitalar, quando realizada por enfermeiros habilitados, melhora a identificação de pacientes de maior risco, assim como reduz o tempo de realização do ECG. O fluxograma proposto para abordagem do paciente com dor torácica na emergência está exposto abaixo: A triagem inicial deve ser realizada com base em história clínica, exame físico, ECG de 12 derivações em até 10min e troponina. O escore HEART deve ser utilizado para estratificação de risco e auxílio na decisão de alta hospitalar precoce. Pacientes com escore HEART ≤ 3 associado à troponina em tempo hábil negativa, ECG sem alteração isquêmica e ausência de antecedentes de DAC podem ser liberados do serviço de emergência com segurança para reavaliação ambulatorial. www.romulopassos.com.br 12 IAM Tempos Tempo porta-ECG período entre a chegada do paciente ao serviço e a realização do 1º eletrocardiograma, que não deve ultrapassar 10 minutos. Tempo porta-balão período entre a chegada ao serviço de emergência e a angioplastia, sendo idealmente em até 90 minutos. Tempo porta- agulha período entre chegada ao serviço e o início da administração do fibrinolítico, que deve ser de até 30 minutos. Fonte: Besen, Nassar Junior e Azevedo (2023). 25. (Câmara dos Deputados/FGV/2023) O ECG de 12 derivações é a primeira ferramenta diagnóstica no manejo de pacientes com Síndrome Coronariana Aguda suspeita. Recomenda-se, nesses casos, que esse exame seja realizado e interpretado em até a) 10 minutos após a admissão hospitalar. b) 15 minutos após a admissão hospitalar. c) 20 minutos após a admissão hospitalar. d) 25 minutos após a admissão hospitalar. e) 30 minutos após a admissão hospitalar. Troponina É uma proteína encontrada nas células miocárdicas. Existem 3 tipos (C, I e T). As troponinas I e T são específicas para o músculo cardíaco. São detectadas em algumas horas, durante um IAM, e ficam elevadas por um longo período (geralmente 2 semanas). Outros processos inflamatórios e de tensão mecânica no miocárdio (ex.: sepse e insuficiências cardíaca e respiratória) também elevam a troponina. Quando troponina ultrassensível estiver disponível, a dosagem sérica deve ser realizada na admissão e idealmente reavaliada em 1h ou até 2h. Caso indisponível, a troponina convencional deve ser coletada na admissão e repetida pelo menos uma vez, 3 a 6h após, caso a 1ª dosagem seja normal ou discretamente elevada. As troponinas são os biomarcadores de escolha em pacientes com suspeita de IAM. Na disponibilidade de troponina, nenhum outro marcador necessita ser solicitado para fins diagnósticos. Creatinoquinas e (CK) e suas isoenzimas A CK-MB é a isoenzima específica cardíaca. A CK-MM é específica para o músculo esquelético, e a CK- BB, para o tecido cerebral. O nível da CK-MB começa a aumentar em algumas horas e alcança seu máximo em 24 h depois de um infarto. Dosagens CK-MB massa podem ser utilizadas se dosagens de troponina não estiverem disponíveis. Mioglobina A mioglobina é encontrada no músculo esquelético e no cárdico. Em um infarto, o nível dessa proteína começa a aumentar dentro de 1 a 3 horas, com pico em 12 horas depois do início dos sintomas. Não é muito específica, mas resultados negativos podem ser utilizados para descartar um IAM. As enzimas e os biomarcadores cardíacos são essenciais no diagnóstico de um IAM, pois podem ser analisados rapidamente. Vejamos os principais (HINKLE; CHEEVER, 2020; Nicolau et al., 2021): Avaliação e achados diagnósticos www.romulopassos.com.br 13 26. (Prefeitura de Paulínia-SP/FGV/2021) Em um paciente com infarto agudo do miocárdio, o marcador bioquímico de lesão miocárdica que pode permanecer elevado por 10 dias, proporcionando um tempo maior para detecção do evento isquêmico, é a a) CK-MB. b) CK-Total. c) Mioglobina. d) Cardiotrofina. e) Troponina. 27. (Prefeitura de Manaus-AM/FGV/2022) Em um paciente que sofreu Infarto Agudo do Miocárdio, a enzima cardíaca cuja normalização ocorre em torno de 72 horas, é a a) CK-MB. b) SGOT. c) troponina. d) mioglobomina. e) desidrogenase lática. Tamponamento cardíaco www.romulopassos.com.br 14 Um eixo central no manejo do tamponamento cardíaco é o reconhecimento rápido dos seus principais sinais e sintomas por meio da tríade de Beck, que é caracterizada por (PHTLS, 2021): 28. (TJ/RO/FGV/2021) Durante o exame físico, o paciente apresentou turgência de jugular, hipotensão e hipofenose das bulhas cardíacas. Esses sinais estão associados ao(à): a) tamponamento cardíaco. b) edema agudo de pulmão. c) insuficiência cardíaca congestiva. d) tromboembolismo venoso. e) doença pulmonar obstrutiva crônica. 29. (TCE/TO/FGV/2022) Paciente do sexo masculino, 72 anos, sofreu infarto agudo do miocárdio com síndrome isquêmica aguda sem supradesnível do segmento ST, com histórico de infarto prévio e diabetes mellitus. Refere angina em repouso com duração < 20min e alívio espontâneo, apresentou ECG com inversão da onda T > 2mm e ondas Q patológicas. Com base nos critérios de estratificação, esse paciente apresenta um risco de morte: a) leve. b) baixo. c) moderado. d) alto. e) muito alto. 30. (Câmara dos Deputados/FGV/2023) Um paciente adulto, 72 anos, diabético, apresenta angina em repouso menor que ou igual a 20min, com alívio após uso de nitrato. De acordo com estratificação de risco em pacientes com síndrome isquêmica aguda sem supradesnível do segmento ST, o risco de morte ou infarto apresentado por esse paciente é classificado como: a) leve. b) baixo. c) alto. d) moderado. e) muito alto. www.romulopassos.com.br 15 Trombose venosa profunda (TVP) A trombose venosa profunda (TVP) é uma condição que se refere à formação de trombos em veias profundas, geralmente na panturrilha ou na coxa, mas às vezes no braço, em especial, em pacientes com cateteres centrais inseridos perifericamente (HINKLE; CHEEVER, 2019). Fonte: POTTER et al., 2018. Complicações - trombose venosa profunda (TVP) Embolia Pulmonar (EP): caso um coágulo se desprenda e se movimente na corrente sanguínea, passa a ser um êmbolo. O êmbolo pode se alojar no cérebro, nos pulmões, no coração ou em outra área, acarretando graves lesões. Insuficiência venosa crônica: também conhecida por síndrome pós-trombótica. Caracteriza-se por edema e/ou dor em membros inferiores, mudança na pigmentação, ulcerações na pele. As veias mais comumente acometidas são as dos membros inferiores (cerca de 90% dos casos). Fonte: HINKLE; CHEEVER, 2019. Testar o paciente para um ou mais dos 3 fatores causadores primários de formação de TVP. Tríade de Virchow: 1) estase venosa; 2) lesão da parede do vaso (lesão endotelial); e 3) hipercoagulabilidade (alteração da coagulação) [observado em testes de laboratório de coagulação]) (AORN, 2015). Fonte: POTTER et al., 2018; HINKLE; CHEEVER, 2019. Tríade Clássica - trombose venosa profunda (TVP) 31. (FUNSAÚDE - CE/FGV/2021) A tríade de Virchow reúne três fatores associados ao tromboembolismo. Assinale a opção que os indica. a) Hipertensão arterial, bradipneia e hipocalemia. b) Dislipidemia, insuficiência venosa e policitemia. c) Arterosclerose, hipóxia e insuficiência circulatória. d) Plaquetopenia, fragilidade capilar e edema venoso. e) Hipercoguabilidade, estase venosa e lesão endotelial. www.romulopassos.com.br 16 32. (Câmara Municipal de Aracajú/SE/FGV/2021)José, 50 anos, hipertenso e diabético, após sentir-se mal (dor no peito e perda de consciência), foi levado por familiares até o centro de saúde do bairro, pois o fato ocorreu próximo à unidade. O atendente de saúde informou que a unidade não tinha estrutura para prestar esse tipo de assistência e orientou os familiares a levarem o paciente ao hospital mais próximo. Nesse caso, a conduta foi: a) correta, pois os profissionais que atuam nas unidades básicas de saúde não possuem preparo técnico para esse tipo de atendimento. b) errada, pois, em situações de urgência e emergência, qualquer serviço de saúde deve receber e cuidar da pessoa, bem como encaminhá-la para outro serviço, caso necessário. c) correta, pois os centros de saúde fazem parte da atenção primária e não possuem estrutura apropriada para atendimentos de urgência e emergência. d) errada, pois, apesar de a unidade de saúde não ter obrigação legal de atender o paciente, deveria ter feito o encaminhamento necessário. e) correta, pois, se os profissionais da atenção básica prestassem assistência e o quadro do paciente viesse a piorar, poderiam ser acusados de imperícia. 33. (TRT - 16ª REGIÃO (MA)/FGV/2022) Um servidor de um órgão público foi encaminhado ao serviço médico da instituição com sintomas sugestivos de AVc). Entre esses sintomas estava a disartria, que é definida como: a) alteração neurológica caracterizada pela dificuldade em articular as palavras de maneira correta. b) desvio da rima labial para o lado direito, devido ao enfraquecimento ou paralisia dos músculos de um dos lados do rosto. c) alteração neurológica em que há paralisia em um dos lados do corpo. d) dificuldade de progressão do alimento sólido ou líquido, ou mesmo da saliva, no seu trajeto natural entre a boca e o estômago. e) fraqueza muscular caracterizada pela dificuldade para levantar os braços e segurar objetos. 34. (TJ/AM/FGV/2013) Um Acidente Vascular Cerebral-AVC pode causar uma grande variedade de déficits neurológicos, dependendo da localização da lesão, do tamanho da área de perfusão inadequada e da quantidade de fluxo sanguíneo colateral. A enfermagem deve estar atenta às manifestações decorrentes desses déficits para que possa prestar um cuidado adequado a esses pacientes. Relacione os déficits neurológicos decorrentes de um AVC, apresentados a seguir, com suas manifestações. 1. Ataxia 2. Disartria 3. Hemianopsia 4. Afasia receptiva (_) Incapacidade de compreender palavras faladas(_) Dificuldade em avaliar distâncias (_) Dificuldade em formar palavras (_) Marcha cambaleante e instável Assinale a alternativa que mostra a relação correta de cima para baixo: a) 1, 2, 3, 4. c) 4, 3, 2, 1. e) 1, 4, 3, 2. b) 3, 2, 4, 1. d) 2, 1, 4, 3. www.romulopassos.com.br 17 35. (SEAD - AP/FGV/2023) As lesões no córtex cerebral podem resultar em distúrbios neurológicos específicos no conteúdo da consciência como afasia, agnosia e apraxia. Acerca desses distúrbios, assinale a afirmativa correta. a) A afasia global, classicamente conhecida como afasia de Broca, é caracterizada pela dificuldade de se expressar pela fala ou pela escrita. b) A perda da capacidade de gestos organizados, como desenhar, é denominada de apraxia ideatória. c) A prosopagnosia é a incapacidade total ou parcial de identificar feições do próprio rosto ou de pessoas conhecidas, como amigos ou familiares. d) A afasia receptiva ou sensorial é caracterizada pela repetição de vocábulos, acompanhada da dificuldade na escrita. e) A apraxia construtiva é a incapacidade de organizar gestos simples, como virar uma garrafa sobre um copo de água para enchê-lo de maneira lógica e ordenada. Escala de AVC pré-hospitalar de Cincinnati 36. (TJ/RO/FGV/2021) Na aplicação da escala pré-hospitalar de Cincinnati são avaliados os seguintes parâmetros: a) coordenação motora, reatividade pupilar e memória. b) assimetria facial, debilidade dos braços e fala anormal. c) nível de consciência, força muscular e marcha debilitada. d) perda de sensibilidade, dificuldade visual e equilíbrio. e) padrão respiratório, nível de consciência e memória. www.romulopassos.com.br 18 Tratamento clínico do AVEi Vejamos, a seguir, as principais indicações e contraindicações para a trombólise endovenosa segundo o Manual de Rotinas para Atenção ao AVC (BRASIL, 2013b). Uso de anticoagulantes orais com Tempo de Protrombina (TP) com RNI > 1,7; uso de heparina nas últimas 48 horas com Tempo de Tromboplastina Parcial Ativado (TTPA) elevado; TC de crânio com hipodensidade precoce > 1/3 do território da artéria cerebral média (ACM); Melhoria rápida e completa dos sinais e sintomas no período anterior ao início da trombólise; Déficit neurológico leve (sem repercussão funcional significativa); Cirurgia de grande porte ou procedimento invasivo nos últimos 14 dias; Critérios de exclusão para uso de rtPA www.romulopassos.com.br 19 Hemorragia geniturinária ou gastrintestinal nos últimos 21 dias ou história de varizes esofagianas; Punção arterial em local não compressível na última semana; Coagulopatia com TP prolongado (RNI > 1,7), TTPA elevado ou plaquetas < 100.000/mm3; Glicemia < 50 mg/dl com reversão dos sintomas após a correção; Evidência de endocardite ou êmbolo séptico, gravidez; Infarto do miocárdio recente (3 meses) - contraindicação relativa; Suspeita clínica de hemorragia subaracnoide ou dissecção aguda de aorta. 37. (ALEMA/FGV/2023) Um paciente do sexo masculino, adulto, com diagnóstico de Acidente Vascular Cerebral Isquêmico agudo não pôde ser submetido à trombólise, pois apresentou um dos critérios de exclusão. Assinale a opção que apresenta um desses critérios. a) Idade superior a 60 anos. b) Alergia conhecida ao iodo. c) Contagem de plaquetas menor que 200.000/mm3. d) PAS > 185 mmHg após tratamento anti-hipertensivo. e) Realização de cirurgia nos últimos 6 meses. 38. (SES-MT/FGV/2024) De acordo com o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas do Acidente Vascular Cerebral Isquêmico Agudo do Ministério da Saúde, assinale a opção que indica uma das contraindicações para a realização de trombólise em pacientes com AVC isquêmico. a) Hemorragia gastrointestinal ou genitourinária nos últimos 2 meses. b) Histórico de infarto agudo do miocárdio nos últimos 6 meses. c) Pressão arterial sistólica maior que 170 mmHg após tratamento anti-hipertensivo. d) Pressão arterial diastólica maior que 110 mmHg após tratamento anti-hipertensivo. 39. (TCE/TO/FGV/2022) Paciente do sexo feminino, 58 anos, hipertensa e diabética, diagnóstico de AVC isquêmico no lobo frontal, com início dos sintomas há mais ou menos 3 horas e meia. Durante o atendimento, a paciente apresentou hiperglicemia e valores de PA > 185 x 110 mmHg, que foram verificados em três ocasiões (com 10 minutos de intervalo entre as aferições) sem resposta ao tratamento anti-hipertensivo. A paciente relatou que sofreu um infarto agudo do miocárdio há mais ou menos dois meses. Diante do quadro apresentado, o médico decidiu excluir a paciente do protocolo de trombólise intravenosa. Os sintomas ou condições apresentados pela paciente que correspondem a critérios de exclusão para o tratamento são: a) AVC isquêmico no lobo frontal e diabetes. b) hiperglicemia e início dos sintomas acima de 3 horas. www.romulopassos.com.br 20 39. (TCE/TO/FGV/2022) c) PA >= 185 x 110 mmHg e infarto agudo do miocárdio recente. d) início dos sintomas acima de 3 horas e PA >= 185 x 110 mmHg. e) infarto agudo do miocárdio recente e AVC isquêmico no lobo frontal. Vejamos o regime de tratamento do AVCi agudo com rtPA endovenoso, de acordo com o Manual de Rotinas para Atenção ao AVC do Ministério da Saúde (BRASIL, 2013b): www.romulopassos.com.br 21 40. (Senado Federal/FGV/2022) Com base nas diretrizes para o manejo da fase aguda do acidente vascular cerebral isquêmico, analise as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa. (_) São critérios de exclusão para a aplicação de rt-PA (tratamento trombolítico) a ocorrência de AVC isquêmico ou traumatismo crânio-encefálicograve nos últimos 3 meses, PA diastólica maior que ou igual a 110 mmHg e glicemia < 60 mg/dL. (_) A pressão arterial deve ser rigorosamente monitorizada antes, durante e após o tratamento com rt-PA, devendo ser aferida a cada 30 minutos nas primeiras duas horas após o início da administração. (_) O rt-PA deve ser administrado na dose de 0,9 mg/kg, até um total máximo de 90 mg, injetando 10% da dose EV em até 1 minuto, e o restante em 60 minutos, em bomba de infusão. As afirmativas são, na ordem apresentada, respectivamente, a) F, V e F. c) F, F e V. e) F, F e F. b) F, V e V. d) V, F e V. 41. (Prefeitura de Manaus-AM/FGV/2022) Um dos cuidados que deve ser observado no tratamento com Alteplase (tromboembolítico) é administrá-lo a) em acesso venoso exclusivo. d) sempre por via intramuscular. b) junto com anticoagulante. e) diluído em solução glicosada. c) em doses superiores a 150 mg 42. (ALETO/FGV/2024) Os pacientes com Acidente Vascular Cerebral Isquêmico que receberam terapia trombolítica devem ter pressão arterial, oximetria de pulso e eletrocardiografia monitorados continuamente por, pelo menos, a) 6 horas após o procedimento. d) 12 horas após o procedimento. b) 8 horas após o procedimento. e) 24 horas após o procedimento. c) 10 horas após o procedimento. 43. (Câmara dos Deputados/FGV/2023) No tratamento do Acidente Vascular Cerebral Isquêmico agudo com rtPA (trombolítico) endovenoso, a equipe assistencial deve seguir o protocolo e realizar algumas condutas específicas durante e após a administração. Assinale a opção que indica uma dessas condutas. a) Manter o paciente em jejum por 24 horas pelo risco de hemorragia e necessidade de intervenção cirúrgica de urgência. b) Passar sonda vesical de demora, para possibilitar o monitoramento preciso do débito urinário no pós-tratamento. c) Manter hidratação, durante e após o tratamento, intercalando soro fisiológico 0,9% e soro glicosado 5%, para evitar hipoglicemia. d) Monitorar a pressão arterial a cada 30min nas duas primeiras horas e, depois, a cada 60min até 24 a 36 horas do início do tratamento. e) Passar sonda naso-entérica, de preferência nas primeiras 24 horas após o tratamento, para prevenir vômitos e risco de bronco-aspiração. www.romulopassos.com.br 22 44. (Prefeitura de Caraguatatuba-SP/FGV/2024) Um paciente adulto, vítima de AVC isquêmico, não pôde realizar a terapia trombolítica por apresentar uma contraindicação relativa para o tratamento. Entre essas contraindicações está: a) suspeita de hemorragia subaracnóide. b) histórico de hemorragia intracraniana. c) cirurgia de grande porte nos últimos 14 dias. d) infarto agudo do miocárdio nos últimos 3 meses. e) hemorragia gastrointestinal nos últimos 21 dias. Hemorragias digestivas 45. (Prefeitura de Osasco-SP/FGV/2014) Relacione o tipo de hemorragia digestiva à manifestação clínica correspondente. 1. Melena 2. Hematêmese 3. Hematoquezia (_) Presença de sangue vivo nas fezes. (_) Eliminação de fezes líquidas, escuras (sangue digerido) e odor fétido. (_) Vômito com sangue vivo ou aspecto de ''borra de café''. Assinale a opção que indica a relação correta, de cima para baixo. a) 3 - 1 - 2. b) 1 - 2 - 3. c) 2 - 3 - 1. d) 3 - 2 - 1. e) 2 - 1 - 3. 46. (Senado Federal/FGV/2012) A síncope ou desmaio é a perda temporária da consciência, secundária à redução do fluxo sanguíneo cerebral que pode ocorrer de maneira súbita ou precedida por alguns sintomas de desmaio, chamados de pré-síncope, como tontura, sudorese, náuseas e visão turva. Considerando uma situação de pré-síncope, assinale a alternativa que apresenta a conduta inicial a ser tomada. a) Estimular a deambulação do paciente. b) Orientar o paciente para que abaixe a cabeça o máximo possível. c) Incentivar a hidratação oral, visando o resfriamento corporal. d) Estimular a ingestão de doce para aumentar o nível sérico de glicose. e) Conversar com o paciente para garantir que esta permaneça consciente. www.romulopassos.com.br 23