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Aprendizagem pelas consequências: o reforço e o controle aversivo
 ● Burrhus Frederic Skinner 
 ● Nascimento (20/03/1904)
 ● Graduação em Inglês(1925)
 ● Pós Graduação em psicologia (1930)
 ● Doutorado (1931)
 ● Morte por Leucemia (18/08/1990)
Skinner baseou suas teorias na análise das condutas observáveis. Dividiu o processo de aprendizagem em respostas operantes e estímulos de reforço, o que o levou a desenvolver técnicas de modificação de conduta na sala de aula.
A base do trabalho de Skinner refere-se a compreensão do comportamento humano através do condicionamento operante.
Operante é aquele comportamento que produz consequências (modificações no ambiente) e é afetado por elas.
São as consequências daquilo que fazemos que nos mantêm no caminho, ou nos afasta dele.
Entender isso, faz com que possamos entender muitas coisas do nosso repertório de ações: como falar, ler, escrever, raciocinar, abstrair, etc e até mesmo aprender quem nós somos e como aprendemos a ter a nossa personalidade (MOREIRA, MEDEIROS, 2007). 
Conceito de Operante
Produz consequências no ambiente (exemplos: p. 48);
O comportamento é afetado (é controlado) por suas consequências (p. 49);
Podemos manipular as consequências dos comportamentos para compreendermos melhor como a interação comportamento (resposta)-consequência se dá;
Se os comportamentos das pessoas (e também de animais não humanos) são controlados por suas consequências, isso significa que podemos modificar os comportamentos das pessoas (e dos animais não-humanos) programando consequências especiais para seus comportamentos. 
Características do Comportamento Operante
		
Condicionamento Operante
 Skinner levou a psicologia ao campo das ciências naturais e é hoje reconhecido como o psicólogo mais influente do século XX. 
 Na psicologia muitos estudiosos buscavam explicar os comportamentos através de conceitos metafísicos ou subjetivos, enquanto que outros, tentando torná-la uma ciência natural, excluíam o estudo da subjetividade humana. Skinner, com sua proposta behaviorista radical, virou a psicologia do avesso e conseguiu promover o estudo científico dos comportamentos.
 E o que foi que Skinner descobriu ?
 Skinner descobriu o condicionamento operante e criou a “caixa de Skinner” com o objetivo de estudá-lo. 
 
	No seu experimento era colocado um rato privado de alimento. Naturalmente, o rato emitia vários comportamentos aleatoriamente e quando ele se aproximava de uma barrinha perto da parede, Skinner introduzia uma gota d’água na caixa através de um mecanismo e o rato a bebia. As próximas gotas eram apresentadas quando o rato se aproximava um pouco mais da barra. E assim em diante até que o rato estava pressionando a barra dezenas de vezes até saciar completamente sua sede. Foi observado que o comportamento do rato que era seguido de um estímulo reforçador (a água) aumentavam de frequência, enquanto outros diminuíam. 
Caixa de Skinner
Vídeo sobre Skinner e Caixa de Skinner
	O condicionamento operante considera que as consequências de um comportamento podem influenciar a probabilidade de este ocorrer novamente. 
 
 Agradável: frequência do comportamento vai aumentar (reforço).
 Desagradável: frequência do comportamento vai diminuir (punição).
Condicionamento Operante
 	Contingência é um termo técnico para designar relações de dependência entre eventos comportamentais e eventos ambientais. 
A relação entre resposta e reforçadores é no condicionamento operante uma contingência. 
	
	Neste sentido, podemos afirmar junto com Skinner que a Psicologia é uma Ciência Natural, pois seu objeto de estudos (comportamento) envolve relações de dependência entre eventos naturais. 
 Contingências Operantes
Vídeos sobre contingências
		Skinner mostra que os comportamentos são mais permanentes e intensos em função do reforço.O Reforço aumenta a probabilidade de o comportamento ocorrer de novo ou de se extinguir.
Reforço
Diminuição da frequência de outros comportamentos.
Se você é reforçado em algo que faz, é provável que deixe de fazer numa intensidade menor, aquilo que não está sendo reforçado. 
Diminuição da variabilidade na topografia (na forma) da resposta (do comportamento) reforçado. 
A forma como fazer as coisas são sempre “mais ou menos” parecidas. 
Efeitos do reforço
Consiste na suspensão do reforço (procedimento) e tem como resultado a gradual diminuição da frequência de ocorrência do comportamento (processo). 
Conclusão que pode-se ter durante a extinção: os efeitos do reforço são temporários.
Resistência à extinção: tempo ou o número de vezes que um organismo continua emitindo uma resposta (comportamento) após a suspensão do seu reforço. 
Cotidianamente indivíduos cujos comportamentos apresentam alta resistência à extinção são conhecidos como perseverantes, empenhados, cabeças-duras ou teimosos. 
Extinção Operante
Fatores que influenciam a resistência à extinção: 
Número de reforços anteriores;
Custo da resposta;
Esquemas de reforçamento.
Outros efeitos da extinção:
Aumento da frequência da resposta no início do processo de extinção;
Aumento na variabilidade da topografia (forma) da resposta;
Eliciação de respostas emocionais (raiva, ansiedade, irritação, frustração, etc...
Um pouco mais sobre extinção 
Novos comportamentos não surgem do nada. Os comportamentos novos que aprendemos surgem a partir de comportamentos que já existem em nosso repertório comportamental (MOREIRA; MEDEIROS, 2007; p.60). 
A modelagem é um procedimento de reforçamento diferencial de aproximações sucessivas de um comportamento. O resultado final é um novo comportamento. 
Modelagem = reforço diferencial + aproximações sucessivas ao comportamento desejado.
A importância da imediaticidade do reforço. 
Adquirindo comportamentos (modelagem)
Em algumas situações é comum o indivíduo se comportar de forma de algo NÃO aconteça. 
Estímulo aversivo como conceito relacional.
Reforço negativo: o reforço não se dá apenas com a apresentação de estímulos, mas também pela retirada de estímulos do ambiente. O estímulo retirado do ambiente é chamado de reforçador negativo. Alguns exemplos:
Tomar analgésico para dor;
Usar óculos de sol;
Passar protetor solar;
Tirar pedra sapato; etc...
O controle aversivo
Reforço Positivo: um estímulo é acrescentado ao ambiente.
Reforço negativo um estímulo é retirado (subtraído) do ambiente.
Mas ambos têm a mesma função: elevar ou manter frequências de comportamentos. 
Diferença entre reforço Positivo e negativo
Reforço
POSITIVO
NEGATIVO
Apresentação de um estimulo agradável após um comportamento desejado;
Aumento da frequência do comportamento;
Exemplo:
 Se o pombo tocar a campainha recebe alimento suplementar;
  Se o aluno tiver boas notas recebe um elogio;
Remoção (negativo) de um evento desagradável após o comportamento desejado;
Aumento da frequência do comportamento;
Exemplo:
 Se o rato puxar a alavanca deixa de levar choques elétricos;
 Se o doente tomar os comprimidos deixa de sentir dores;
São os dois tipos de comportamentos mantidos por reforço negativo.
Fuga: momento em que um determinado estímulo aversivo está presente no ambiente e esse comportamento retira-o do ambiente.
Esquiva: é um comportamento que evita ou atrasa o contato com um estímulo aversivo, isto é, o comportamento de esquiva ocorre quando um determinado estímulo aversivo não está presente no ambiente, e emitir este comportamento (de esquiva) faz com que o estímulo não apareça, ou demore mais para aparecer (MOREIRA, MEDEIROS, 2007; p.66). 
FUGA: remediação; ESQUIVA: prevenção. 
Fuga e esquiva
É um tipo de consequência do comportamento que torna sua ocorrência menos provável. Pode ser de dois tipos: positiva ou negativa (mas ambas têm a mesma função: diminuir a probabilidade de o comportamento ocorrer:
Punição positiva: diminui a probabilidade de o comportamento ocorrer novamente pela adição de um estímulo aversivo (punitivo) ao ambiente.Punição negativa: diminui a probabilidade de o comportamento ocorrer novamente pela retirada de um estímulo reforçador do ambiente. (exemplos: p 71 e 72). 
Punição
	A punição surge na sequência de um comportamento considerado indesejável e que, por isso mesmo, se pretende extingui ou inibir, ou seja, diminuir a probabilidade da sua ocorrência.
Punição
 Punição
POSITIVA
NEGATIVA
Apresentação de uma conseqüência desagradável após a realização de um comportamento não desejado;
Diminuição da frequência do comportamento;
Exemplo:
 Se o rato sair do perímetro definido leva choque elétrico;
        Se a criança faz birra leva uma repreensão;
Remoção de um evento agradável após a realização de um comportamento não desejado;
Diminuição da frequência do comportamento;
Exemplo:
Se o pombo defecar fora do local apropriado é-lhe removida a alimentação;
   Se criança partir um jarro deixa de poder ver televisão durante uma semana
Eliciação de respostas emocionais
Supressão de outros comportamentos além do punido
Emissão de respostas incompatíveis ao comportamento punido
contracontrole
Efeitos colaterais do controle aversivo
A punição destina-se a eliminar comportamentos inadequados, ameaçadores ou, por outro lado, indesejáveis de um dado repertório, com base no princípio de que quem é punido apresenta menor possibilidade de repetir seu comportamento. Infelizmente o problema não é tão simples como parece. A recompensa (reforço) e a punição não diferem unicamente com relação aos efeitos que produzem (...). Comportamentos sujeitos a punições tendem a se repetir assim que as contingências punitivas forem removidas (Skinner, 1983, p. 50). 
Funciona? 
Imediaticidade da consequência;
Eficácia não dependente da privação;
Facilidade no arranjo das contingências.
Por que punimos tanto?
Reforço positivo em lugar de reforço negativo;
Extinção em vez de punição;
Reforçamento diferencial;
Aumento da densidade de reforços para outras alternativas.
Alternativas ao controle aversivo
Visite o blog Café com ciência.
-(Procure pelo texto: O condicionamento operante: definição e aplicações) O autor é Bruno Alvarenga Ribeiro. 
http://cafe-com-ciencia.blogspot.com.br/2012/02/o-condicionamento-operante-definicao-e.html
Veja o Vídeo no Youtube: Behaviorismo: Reforço e Punição.
https://www.youtube.com/watch?v=C1i0Os8WEG4 
Sobre modelagem:
https://www.youtube.com/watch?v=cFoDe9KoK74 
Sugestões na internet
Referência: 
	MOREIRA, M.B.; MEDEIROS,C.A. Príncipios Básicos de Análise do Comportamento. Porto Alegre: Artmed, 2007. (Cap 3 e 4). 
Referências

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