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Vanessa Morais Interna de medicina Encefalopatia crônica não-progressiva Encefalopatia crônica não-progressiva (ECNP) PARALISIA CEREBRAL “Distúrbios motores que se manifestam em um cérebro em desenvolvimento, afetando o tônus, a postura e os movimentos, podendo ou não se associar a déficits cognitivos e sensoriais” SBP, 2021 Lesão persistente e não progressiva do sistema nervoso que afeta o componente motor e pode cursar com outros comemorativos. ECLÂMPSIA HIPÓXIA (EHI) INFECÇÕES ANORMALIDADES PLACENTÁRIAS DIABETES USO DE ÁLCOOL/DROGAS NA GESTAÇÃO ETIOLOGIA PREMATURIDADE HIPOGLICEMIA SINAIS DE ALARME REFLEXO TÔNICO CERVICAL ASSIMÉTRICO ALTERADO OU PERSISTENTE HIPOATIVIDADE OU IRRITABILIDADE REFLEXOS PRIMITIVOS EXALTADOS POSTURAS ANORMAIS DIFICULDADE DE ALIMENTAÇÃO OU GANHO PONDERAL ALTERAÇÕES DO TÔNUS AXIAL E DE MEMBROS COM OU SEM ASSIMETRIA CURVA INADEQUADA DE CRESCIMENTO DE PERÍMETRO CEFÁLICO ESTRABISMO O diagnóstico precoce (até 2 anos) é determinante do prognóstico. USG transfontanela, TC e RM podem ser utilizadas para avaliar lesões. 01 02 04 03 Discinesia - lesão nos gânglios da base Distonias axiais e movimentos coreoatetoides que pioram ao estresse e desaparecem ao sono. Pode haver disartria grave. No 1º ano de vida predomina hipotonia muscular; Diplegia - hipertonia dos adutores 10-30%, relacionada a prematuros Síndrome de Little (postura de cruzamento dos MMII e marcha em tesoura) Hemiplegia - um dimídio Predomínio em MMSS, sinais piramidais: espasticidade hiperreflexia e sinal de Babinski; Hemiplegia bilateral - tetra ou quadriplegia Pode associar-se a síndrome pseudobulbar (hiponímia, disfagia e disartria) Microcefalia, deficiência mental e epilepsia. 06 05 Formas mistas - associações das formas anteriores Movimentos distônicos + córeo-atetoides ataxia + plegia Ataxia - lesões no cerebelo e suas conexões Inicialmente apresenta-se como hipotonia Equilíbrio: ataxia axial e marcha com base alargada Coordenação: ataxia apendicular e tremor de intenção Formas clínicas CLASSIFICAÇÃO DE FUNÇÃO MOTORA GROSSA I III II O PACIENTE CONSEGUE ANDAR SOZINHO UTILIZANDO EQUIPAMENTO AUXILIAR O PACIENTE CONSEGUE ANDAR SOZINHO COM CERTAS LIMITAÇÕES LEVES O PACIENTE CONSEGUE ANDAR LIVREMENTE V IV O PACIENTE NÃO CONSEGUE ANDAR SOZINHO. ELE SE TRANSPORTA POR UMA CADEIRA DE RODAS, COM AUXÍLIO DE UM CUIDADOR. O PACIENTE CONSEGUE ANDAR SOZINHO, MAS COM LIMITAÇÕES. ELE CONSEGUE CAMINHAR UTILIZANDO CADEIRA DE RODAS ELÉTRICA. Alterações ortopédicas Retrações fibrotendíneas (50%), cifoescoliose (15%), coxa valga (5%), deformidadenos pés. Deficiência mental Mais associada a formas di ou tetraplégicas ou mistas Distúrbios de linguagem Associada a forma hemi ou tetraplégica Epilepsia Distúrbios visuais Perda da acuidade ou dos movimentos oculares, (estrabismo) Déficits cognitivos e/ou sensoriais ECNP = Distúrbio motor + manifestações acessórias 02 04 06 01 03 05 ● Prevalência entre 40-56% ● Formas severas ● Resistencia ao tratamento com antiepilépticos ● Mais comum no tipo quadriplégico ou quando convulsionam no período neonatal ● Aumenta o risco de morte por SUDEP (morte súbita inesperada) ● Prevalência de 8% ● Relação com a prematuridade ● Necessidade de escalas diagnósticas específicas ● Medidas de prevenção à PC podem reduzir a taxa de TEA ● Prevalência entre 40-65% ● Associação direta com epilepsia ● Cursa com problemas de articulação e no planejamento da linguagem DÉFICIT COGNITIVO/LINGUAGEM EPILEPSIA TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA PRINCIPAIS COMORBIDADES REABILITAÇÃO ● Aquisição de habilidades ● Neuroplasticidade ● Redução dos distúrbios do movimento ● Melhora da função motora grossa ● Redução da espasticidade ABORDAGEM DAS COMORBIDADES ● Psiquiatria ● Neurologia ● Ortopedia ● Cirugia … ● Biopsicossocial ● Qualidade de vida ● Tratamento de sequelas e complicações MULTIDISCIPLINARIDADE TOXINA BOTULÍNICA A ABORDAGEM TERAPÊUTICA MECANISMO DE AÇÃO DA TBA referências: Biblioteca virtual em saúde. Paralisia cerebral. Acesso em 07/12/2022. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/paralisia-cerebral-2/ Sociedade Brasileira de Pediatria. Departamentos científicos de neurologia. Encefalopatia hipóxico isquêmica e paralisia cerebral. SBP, 2021. Sociedade Brasileira de Medicina de família e comunidade. Toxina botulínica no tratamento de paralisia cerebral. Acesso em 07/12/2022. Disponível em: https://www.sbmfc.org.br/toxina-botulinica-no-tratamento-de-paralisia-cerebral/ #:~:text=%E2%80%9CQuando%20a%20toxina%20botul%C3%ADnica%20do, tratamentos%20tradicionais%2C%20como%20a%20fisioterapia. Pereira HV. Paralisia cerebral. Resid Pediatr. 2018;8(0 Supl.1):49-55 DOI: 10.25060/residpediatr-2018.v8s1-09. Acesso em 07/12/2022. Disponível em: https://residenciapediatrica.com.br/detalhes/342/paralisia%20cerebral https://bvsms.saude.gov.br/paralisia-cerebral-2/ https://www.sbmfc.org.br/toxina-botulinica-no-tratamento-de-paralisia-cerebral/#:~:text=%E2%80%9CQuando%20a%20toxina%20botul%C3%ADnica%20do,tratamentos%20tradicionais%2C%20como%20a%20fisioterapia https://www.sbmfc.org.br/toxina-botulinica-no-tratamento-de-paralisia-cerebral/#:~:text=%E2%80%9CQuando%20a%20toxina%20botul%C3%ADnica%20do,tratamentos%20tradicionais%2C%20como%20a%20fisioterapia https://www.sbmfc.org.br/toxina-botulinica-no-tratamento-de-paralisia-cerebral/#:~:text=%E2%80%9CQuando%20a%20toxina%20botul%C3%ADnica%20do,tratamentos%20tradicionais%2C%20como%20a%20fisioterapia https://residenciapediatrica.com.br/detalhes/342/paralisia%20cerebral