Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

ESCOLA ESTADUAL CYRO GÓES 
CURSO TÉCNICO EM AÇÚCAR E ÁLCOOL 
QUÍMICA ORGÂNICA – MÓDULO 01 
 
 
 
 
 
Nomenclatura de Hidrocarboneto 
 
 
Maria Aparecida Ferreira de Brito 
 
 
Prof: Matheus Dornelas 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Brasilândia-MG, 25 de Outubro de 2023
2 
 
INTRODUÇÃO 
 
Em química orgânica há um composto chamado hidrocarboneto. Suas 
moléculas são apolares, homogêneas e constitui-se por átomos de carbono (C) e de 
hidrogênio (H), formando sua fórmula estrutural: CxHy. Neste sentido, também 
existem os grupos especiais, formados pela presença de átomos de nitrogênio, 
oxigênio e fósforo. O gás natural e o petróleo são as maiores fontes de 
hidrocarbonetos. 
Define-se Nomenclatura de Hidrocarboneto a partir de três elementos 
básicos, variando conforme o número de carbonos da cadeia principal e suas 
ligações. Os três elementos são: prefixo + infixo + sufixo. Nesta perspectiva, o 
prefixo indica a cadeia principal, em outras palavras, a parte principal da molécula 
diz quantos átomos fazem parte dessa cadeia. O infixo indica a presença de 
ligações simples, duplas ou triplas entre os átomos e o sufixo identifica a função 
química, ou seja, a classe orgânica à qual pertence a molécula. 
Após o desenvolvimento da química orgânica e com o aumento do número de 
compostos orgânicos conhecidos veio a necessidade de um método sistemático 
para nomeá-los. Portanto, a nomenclatura correta é de grande importância, pois 
define todo o final. É altamente utilizada na indústria química e é essencial na 
produção dos derivados do petróleo e gás natural. Considerando que ao nomear 
algo, estará determinando um processo. Para se nomear um hidrocarboneto, 
primeiramente é preciso identificar a cadeia principal, identificar instaurações e 
ramificações e caso haja, determinar suas posições. 
 
 
 
 
 
 
 
 
3 
 
 
1. CONCEITOS BÁSICOS 
 
Os hidrocarbonetos são moléculas constituídas apenas por carbonos e 
hidrogênios, e os átomos são unidos por ligação covalente do tipo simples, dupla ou 
tripla. Formam moléculas apolares, que se unem por ligação do tipo dipolo 
induzidas. Assim, esses compostos orgânicos estão muito presentes no nosso 
cotidiano, como nos combustíveis automotivos, nas velas, no gás de cozinha, entre 
outros. 
Em suas características temos o estado físico dos hidrocarbonetos, assim 
como o ponto de fusão e ebulição variam conforme a quantidade de carbonos na 
cadeia. Os gasosos são compostos por 1 a 4 carbonos, os líquidos são compostos 
por 4 a 17 carbonos e os sólidos com mais de 17 carbonos. Quanto a densidade dos 
hidrocarbonetos, possuem inferior à da água e a solubilidade são principalmente 
insolúveis em compostos polares. 
Nesta sequencia sua reatividade é variável, caracterizando por baixa, 
moderada e alta. São classificados em saturados e insaturados, ligações simples ou 
ligações duplas ou triplas respectivamente. A classificação do carbono é baseada na 
quantidade dos demais átomos de carbono ligado a ele e também no tipo de ligação. 
Classifica-se o carbono baseando nas quantidades de carbonos a ele ligados. 
Deste modo temos o carbono primário que está ligado diretamente, no 
máximo, a outro carbono; Logo tempos o carbono secundário que está ligado 
diretamente a dois outros carbonos, na sequencia o carbono terciário, ligado 
diretamente a três outros carbonos e o carbono quaternário, ligado diretamente a 
quatro outros carbonos. Os tipos de ligações que unem os carbonos os classificam 
em Saturado que apresenta somente ligações simples, chamadas de sigma (σ) e o 
insaturado que contem presença de duplas ligações, denominadas de pi (π). Ou 
ainda, carbono que apresenta ligação tripla. 
 
 
 
 
 
4 
 
2. HIDROCARBONETOS 
 
Hidrocarbonetos trazem em sua composição carbonos e hidrogênios e 
podem ser divididos em alcanos, alcenos, alcinos e alcadienos. Esta divisão se dá 
de acordo com a classificação da instauração da cadeia que pode conter ligações 
duplas ou triplas, além dos ciclanos que caracteriza as cadeias fechadas. 
 Nesta sequencia os hidrocarbonetos alcanos são os que não possuem 
insaturação. Podem ser encontrados na natureza, por exemplo, o gás metano 
(CH4). O gás metano é liberado por animais e produzido em processos de 
decomposição, tal como em refinarias e indústrias petroquímicas. 
A fórmula geral para alcanos é CnH2n+2, e a nomenclatura é composta por 
prefixo + an + o." Em sua composição há butano (C4H10), propano (C3H7) e o 
octano (C8H18). 
Logo, os alcenos ou alquenos são cadeias carbônicas que possuem uma 
insaturação, ou seja, ligação dupla. Na agricultura é usado o gás etileno (C2H4), 
para acelerar o amadurecimento de frutos. Este gás pertence à função alceno. A 
fórmula geral do alceno é CnH2n e sua nomenclatura é composta por prefixo 
+em_o. Em seguida temos os alcinos, que são os hidrocarbonetos com uma ligação 
tripla. A função Alcino possui um gás que é utilizado em soldas e cortes de metais 
caracterizados como acetileno ou etino (C2H2). A formula geral do Alcino é CnH2n – 
2. A nomenclatura é composta por prefixo + in + o. 
Ainda, temos os alcadienos ou dienos, possuem duas insaturações, em 
outras palavras, duas duplas ligações entre carbonos. Sua fórmula geral é CnH2n – 
2. Sua nomenclatura é composta por prefixo + dien + o. 
Por fim, os hidrocarbonetos de cadeia fechada, onde moléculas organizam-se 
de forma cíclica, com a tendência de configurar um polígono e pode ocorrer 
instaurações e/ou ramificações. Os hidrocarbonetos de cadeia fechada são os 
ciclanos, ciclenos, ciclinos e benzenos. 
Portanto, ciclanos ou cicloalcanos: cadeias cíclicas que se constituem 
somente por ligações simples. Sua fórmula geral é CnH2n e nomenclatura ciclo + 
prefixo + an + o. Os ciclenos ou cicloalcenos: cadeias fechadas de hidrocarbonetos 
com uma instauração. Sua fórmula geral é CnH2n-2 e nomenclatura ciclo + prefixo + 
en + o. Os ciclinos ou cicloalcinos: hidrocarbonetos de cadeia fechada com a 
5 
 
presença de duas duplas ligações. Sua fórmula geral é CnH2n-4 e nomenclatura 
ciclo + prefixo + in + o. 
Por último temos os benzenos, hidrocarboneto de cadeia fechada com seis 
carbonos em que as ligações variam entre simples e duplas. Esses compostos são 
tóxicos e altamente cancerígenos, sendo utilizados como solventes orgânicos em 
processos químicos. Para o hidrocarboneto ser considerado aromático, é preciso 
que exista na cadeia pelo menos um anel benzênico, que é altamente reativo, 
portanto sujeito a duas ou mais substituições, ou seja, ramificações. 
Nesta definição os hidrocarbonetos sem a presença de heteroátomos são 
apolares. Contém forças intermoleculares, ou seja, as ligações entre as moléculas 
de um hidrocarboneto são do tipo dipolo induzido. Se tratando de ponto de fusão e 
ebulição há uma variável conforme tamanho, função e organização estrutural da 
molécula. Em seu estado físico, há a necessidade de condições normais de 
temperatura e pressão. Para o estado gasoso os hidrocarbonetos necessitam de 
quatro ou menos átomos de carbono, para o estado líquido os que possuem de 5 a 
17 carbonos, e os hidrocarbonetos com mais de 17 carbonos são substâncias 
sólidas. 
Os hidrocarbonetos alifáticos e insaturados são pouco reativos, já os 
compostos insaturados têm maior propensão a reagir com outras moléculas. Os 
hidrocarbonetos cíclicos com até cinco carbonos são extremamente reativos. 
 Para a classificação dos hidrocarbonetos, observamos a organização 
estrutural da cadeia e instaurações. Sendo que, insaturação é a presença de 
dupla(s) ou tripla ligação entre carbonos e as ramificações são como “galhos” 
ligados a uma estrutura maior de hidrocarbonetos. Podendo assim ter cadeia normal 
ou ramificada. Por exemplo: Cadeia normal, linear ou reta, que possui apenas duas 
extremidades, e a cadeia ramificada possui mais de duas extremidades. Os 
carbonos que não estão contidos na cadeiaprincipal são ramificações. 
 O fechamento dos hidrocarbonetos classifica-se em fechada, aberta ou mista. 
Assim, cadeias fechadas ou cíclicas são as que os átomos se organizam formando 
um ciclo, um polígono ou um anel aromático, se abstém de pontas soltas a menos 
que haja uma ramificação. Cada vértice do polígono representa um carbono e seus 
respectivos hidrogênios ligantes. As cadeias abertas ou acíclicas possuem no 
6 
 
mínimo duas extremidades e as cadeias mistas formam-se por um anel ou cadeia 
cíclica ligada a uma parte linear; possuindo pelo menos uma extremidade. 
Os hidrocarbonetos são de grande relevância econômica, por constituírem a 
maioria dos combustíveis minerais, como petróleo, carvão, gás natural entre outros. 
Bem como, os biocombustíveis, como os solventes, ceras, plásticos e óleos. 
Auxiliam para a formação de ozônio troposférico ao se juntarem com NOx e a luz 
solar. 
 
 
3. NOMENCLATURAS 
 
Para nomear os compostos é preciso primeiro realizar a contagem dos 
carbonos da cadeia principal, nela possui mais carbonos e as instaurações e 
ramificações, definindo assim o prefixo da nomenclatura conforme quantidade de 
carbonos. Nesta síntese temos os prefixos: número de átomos de carbono da cadeia 
principal, o infixo que são o tipo de ligação da cadeia principal e o sufixo que é a 
função principal do composto, se tratando dos é utilizada a terminação “o”. 
 
PREFIXOS INFIXO SUFIXO 
• 1 carbono = MET 
• 2 carbonos = ET 
• 3 carbonos = PROP 
• 4 carbonos = BUT 
• 5 carbonos = PENT 
• 6 carbonos = HEX 
• 7 carbonos = HEPT 
• 8 carbonos = OCT 
• 9 carbonos = NON 
• 10 carbonos = DEC 
 
• Ligações simples = AN 
• 1 ligação dupla = EN 
• 1 ligação tripla = IN 
• 2 ligações duplas = DIEN 
• 2 ligações triplas = DIIN 
 -0 
 
Os hidrocarbonetos com insaturação, primeiro se numera e localiza o carbono 
em que se encontra a dupla, e a numeração deve ser a menor possível. Para isso, a 
contagem dos carbonos deve iniciar-se pelo lado mais próximo da dupla ligação. 
Temos: 1ª parte: “but-” indica que há quatro carbonos na cadeia. 2ª parte: “1-en” faz 
referência à insaturação localizada entre o carbono 1 e 2 e por fim, 3ª parte: “-o” é o 
sufixo característico de hidrocarbonetos. 
7 
 
Nesta ordem, para cadeias com mais de uma ramificação, posicionam-se os 
radicais na nomenclatura em ordem alfabética. Se houver, em uma mesma 
molécula, ramificações e insaturações, a contagem dos carbonos na cadeia principal 
é feito de forma que a somatória dos numerais de localização seja a menor possível. 
Sendo que, realiza a contagem de carbonos da cadeia principal da esquerda para a 
direita a fim de alcançar a somatória correta. 
Assim, se tratando de cadeias fechadas, as regras de nomenclatura mantêm-
se, mas a palavra ciclo inicia o nome do composto, indicando que se trata de um 
hidrocarboneto fechado ou cíclico. 
Nesta perspectiva, para a nomenclatura dos alcanos é dada da seguinte 
forma: prefixo + infixo + sufixo, sendo que o prefixo indica a quantidade de carbonos 
na cadeia principal, o infixo é dado pelo termo "an", que representa as ligações 
simples e o sufixo é dado pela letra "o", o qual indica o composto hidrocarboneto. 
nesta síntese, o composto alcano, é acrescido a terminação "ano" no caso de cadeia 
não ramificada. Para alcanos ramificados é simples como resultado da retirada de 
um átomo de hidrogênio. Troca-se o sufixo "ano" por "il" ou "ila". 
Os alcanos são hidrocarbonetos saturados e possuem cadeia aberta e 
destacam-se por sua baixa reatividade, sendo então considerados estáveis. Sua 
fórmula geral CnH2n+2, são apolares, portanto insolúveis em água. Os pontos de 
fusão e ebulição dos alcanos aumentam conforme a cadeia carbônica aumenta. 
Entre suas aplicações, destaca-se a utilização como combustíveis fósseis. 
Em seguida, para a nomenclatura de hidrocarbonetos insaturados que contem 
cadeias ramificadas, sendo os alcenos, alcinos e dienos, se altera o final do nome 
para -eno no caso de dupla ligação ou -ino no caso de tripla ligação. A numeração da 
cadeia sempre será feita a partir da extremidade mais próxima da insaturação, independente 
de onde estiverem as ramificações. A localização da insaturação deve ser feita usando 
o menor número do átomo da ligação dupla ou tripla. Na nomenclatura, esse número deve 
vir antes da palavra -eno (no caso de dupla ligação) ou -ino (no caso de tripla ligação). 
Para dienos, a única diferença é que a cadeia principal deve conter as duas duplas 
ligações. Já para a nomenclatura, deve-se alterar o final do nome da cadeia principal para -
dieno. 
 
 
 
8 
 
4. EXEMPLOS PRÁTICOS 
 
Os hidrocarbonetos de cadeia aberta podem ser classificados em quatro 
categorias: 
 
 Alcanos ou parafinas 
 
 
 
 
 
 Alquenos, alcenos ou olefinas; 
 
 
 
 
 
9 
 
 Alquinos ou alcinos; 
 
 
 
 Alcadienos ou dienos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
10 
 
Os hidrocarbonetos de cadeia fechada podem ser classificados em três 
categorias: 
 
 Cicloalcanos, ciclanos ou cicloparafinas; 
 
 
 
 Cicloalquenos, cicloalcenos ou ciclenos; 
 
 
 Aromáticos. 
 
 
 
 
 
 
11 
 
Nomenclatura de Cadeias Cíclicas Ramificadas: 
 Cicloalcanos ou ciclanos 
 
 
 
 Cicloalcenos 
 
 
 
 
 
 
12 
 
Nomenclatura de Aromáticos Ramificados: 
 
 Se a cadeia principal for composta por um único anel aromático, será 
chamada benzeno, podendo apresentar um ou mais radicais. Se contiver um só 
radical, seu nome deve vir, sem numeração, antes da palavra benzeno. 
Exemplo: 
 
 
 
 Se contiver dois radicais, as posições possíveis serão: 1 e 2, 1 e 3, 1 e 4. Esses 
números podem ser substituídos, respectivamente, pelos prefixos orto (o), meta 
(m) e para (p). 
Exemplo: 
 
 
 
 
 
 
13 
 
 Para o naftaleno, a numeração ocorre da seguinte forma, segundo a IUPAC: 
 
 
Exemplo: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
14 
 
5. APLICAÇÕES DA NOMENCLATURA 
 
Os hidrocarbonetos são amplamente utilizados em diversas áreas industriais, 
tais como: 
 Indústria petroquímica - Os hidrocarbonetos são matérias-primas fundamentais 
para a produção de plásticos, borrachas sintéticas, fibras, corantes e produtos 
farmacêuticos. 
 Combustíveis - Os hidrocarbonetos são os principais componentes dos 
combustíveis fósseis, como gasolina, diesel, querosene e óleo combustível, 
utilizados para transporte, geração de energia e aquecimento. 
 Produtos de limpeza - Alguns hidrocarbonetos são usados na produção de 
solventes e produtos de limpeza, como removedores de tinta e desengraxantes. 
 Indústria alimentícia - Na indústria de alimentos, os hidrocarbonetos são 
utilizados na produção de óleos vegetais, margarinas, gorduras hidrogenadas e 
aromatizantes artificiais. 
Aplicação da regra de nomenclatura de hidrocarbonetos insaturados de cadeia 
aberta normal. 
Exemplo: Propeno 
 
A cadeia apresenta três átomos de carbono (prefixo prop) e uma ligação 
dupla entre carbonos (infixo en). Para a nomenclatura, uniremos o prefixo prop, o 
infixo en e o sufixo o: Propeno. Não é necessário indicar a posição do carbono em 
que a ligação dupla está porque, se numerarmos a cadeia tanto da direita para a 
esquerda quanto da esquerda para a direita, ela sempre estará no carbono 1. 
 
 
15 
 
Aplicação da regra de nomenclatura de hidrocarbonetos insaturados de 
cadeia aberta ramificada: 
Exemplo: 4-metil-oct-3-eno 
 
A cadeia possui mais de duas extremidades, ou seja, é ramificada. Dessa 
forma, o primeiro passo é localizar a cadeia principal, que vai do H3C, à esquerda, 
até o CH3, à direita, por ter o maior número de carbonos e a ligação dupla. Com isso, 
sobra um radical metil (CH3) do lado de fora da cadeia. Por fim, basta numerar a 
cadeia da esquerda para a direita, haja vista que é a extremidade mais próxima da 
ligação dupla. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
16 
 
CONCLUSÃOOs hidrocarbonetos favorecem e desempenham um papel essencial e 
extraordinário em diversas indústrias, fornecendo matéria-prima para a produção de 
uma variedade de produtos. No entanto, é de suma importância e obrigatoriedade 
que os trabalhadores e outros que lidam com hidrocarbonetos estejam cientes dos 
possíveis riscos à saúde e adotem medidas adequadas de segurança. 
O uso dos equipamentos de proteção individual, ventilação adequada e 
monitoramento regular da exposição precisam ser contínuos extremamente 
fiscalizados a fim de estarem em perfeitas condições de uso. Ao implementar essas 
medidas, é possível minimizar os malefícios à saúde e garantir um ambiente de 
trabalho mais seguro. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
17 
 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
 
 
ARAúJO, Laysa Bernardes Marques de. "Hidrocarbonetos"; Brasil Escola. 
Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/quimica/hidrocarbonetos.htm. Acesso 
em 26 de outubro de 2023. 
 
NOVAIS, Stéfano Araújo. "Nomenclatura dos hidrocarbonetos"; Brasil Escola. 
Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/quimica/nomenclatura-dos-
hidrocarbonetos.htm. Acesso em 26 de outubro de 2023. 
 
BARBOSA, L. C. de. Introdução à Química Orgânica. São Paulo:Prentice Hall, 
2004. 
 
PERUZZO, F. M.; CANTO, E. L. do. Química na Abordagem do Cotidiano. 4. ed. 
São Paulo:Moderna, 2006. v. 3, Química Orgânica.

Mais conteúdos dessa disciplina