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Apocalipse 2 – Cartas à s igrejas da Ásia – Parte I: Éfeso, Esmirna e Pérgamo
Recapitulação
Cristo intercede e se interessa por nós e foi 
glorificado. Está no Santuário Celestial e atua 
em favor de nós. Perdoa e nos purifica dos 
pecados.
Recapitulação
Apocalipse apresenta Cristo como o 
que venceu a morte, está vivo e junto de Deus 
Pai. É eterno e divino.
Recapitulação
Apocalipse 1 garante que Jesus vai 
voltar porque nos ama. Certeza ampliada em 
toda a Bíblia.
As sete igrejas do apocalipse
I. ÉFESO 31-100
II. ESMIRNA 100-313
III. PÉRGAMO 331-538
IV. TIATIRA 538–1517
V. SARDES 1517-1798
VI. FILADÉLFIA 1798–1844
VII. LAODICÉIA 1844-?
Histórico e Contexto
Cartas literais enviadas originalmente aos cristãos 
que habitavam a Ásia Menor. Igrejas ficavam em 
cidades prósperas e importantes, inclusive para o 
Império Romano.​
Foram originalmente reunidas todas em um 
documento apenas e não separadamente.
Histórico e Contexto
Havia mais de 7 igrejas cristãs na Ásia. É possível 
imaginar, portanto, que seja algo simbólico.
Entende-se que estas 7 cartas representem, em 
uma aplicação profética, sete mensagens 
específicas relacionadas a períodos da igreja 
cristã
Histórico e Contexto
O número sete indica plenitude e simboliza o 
fato de que as mensagens se estendem até o 
tempo do fim.
Histórico e Contexto
Há temas predominantes nas menções a 
cada uma das igrejas.
Mas alguns cristãos e algumas denominações 
podem, pelo contrário, ter características de 
outras igrejas mencionadas em outras cartas.
Histórico e Contexto
As 7 cartas falam de algumas coisas que já haviam 
ocorrido ou estavam em processo de 
concretização nos dias em que o Apocalipse foi 
escrito.​
Cobrem um longo período histórico que obviamente 
vai partir do início ou primórdios da igreja cristã.
Histórico e Contexto
A situação das igrejas era um tanto precária.
1. Igrejas sofriam por causa dos conflitos com os 
judeus e isso tinha consequências. Os judeus 
eram legalmente aceitos pelos romanos, mas o 
problema ocorria na tensão com os cristãos.
Histórico e Contexto
2. Um segundo problema eram as acusações dos 
gentios contra cristãos. Motivos diversos. Público em 
geral reclamava do fato de os cristãos não 
participarem de alguns momentos da sociedade, pois 
tinham relação com ritos pagãos.
Histórico e Contexto
3. Destruição de Jerusalém (ano 70 d.C.), 
perseguições de Nero e o desenvolvimento do culto 
ao imperador com conotação religiosa e política 
também. 
Histórico e Contexto
4. A morte de um cristão chamado Antipas. 
Provavelmente martirizado e executado pelo Império 
Romano por ser um cristão. O procedimento com 
Antipas pode ter sido o descrito por uma carta escrita 
pelo governador Plínio ao imperador Trajano.
Histórico e Contexto
5. O exílio de João também era um problema na 
época. 
Histórico e Contexto
A maioria dos cristãos em Pérgamo, Éfeso e Esmirna 
eram fiéis a Deus e ao que João os ensinou. Mas uma 
minoria sucumbiu à tentação de se acomodar às 
influências das suas comunidades. Já em Tiatira, 
entende-se que já se tinha metade fiel e metade 
flexibilizando. 
Éfeso
31 a 100 d.C.
Éfeso
Principal cidade da província romana da Ásia. 
Chegou a ser capital com cerca de 250 mil 
habitantes.​
Possuía um grande porto de entrada da 
província.
Éfeso
Possuía famosos templos de culto à deusa 
Diana (Atos 19:27).
Cristianismo deve ter sido pregado ali em 52 
d.C. por Paulo (Atos 19:1-20).
Éfeso – Período da Igreja Apostólica
Representa a igreja cristã no primeiro século 
caracterizada pelo amor e fidelidade ao 
evangelho (Atos 2).​
Caiu, no entanto, diante da tentativa de 
harmonizar o cristianismo puro e simples com o 
paganismo vigente e ainda forte culturalmente.
Éfeso – Período da Igreja Apostólica
Alusão aos nicolaítas tem fundo literal. 
Tratava-se de uma seita agnóstica 
supostamente atribuída a um dos 
sete diáconos, Nicolau de Antioquia, que 
apostatou da fé. Nicolau é uma palavra grega 
que significa “o que conquista um povo”. 
Éfeso – Período da Igreja Apostólica
QUESTÃO CENTRAL: Igreja pura, mas que 
enfrentou a contaminação de doutrinas​
Conselho: Arrepender-se e voltar às primeiras 
obras​
Promessa: Comer da árvore da vida
Esmirna
100 a 313 d.C.
Esmirna
Não há registro de quando a igreja foi fundada 
ali e nem de quem realizou o trabalho.
Muitos cristãos morreram neste período ou 
foram perseguidos por conta da sua fé. Mas 
eram ricos na graça e na fé.
Esmirna
Esmirna pode ser entendida como mirra. Usada 
como óleo de unção. Era aromática, pomada 
medicinal para curar feridas e para embalsamar os 
mortos, como no caso de Jesus. Ingredientes de um 
bom testemunho. A rainha Ester foi purificada com 
o óleo da unção, com mirra, antes de 
ser apresentada ao rei Assuero e testemunhar do 
seu Deus (Ester 2:12).
Esmirna
“Os membros da igreja de Esmirna podiam ser 
mortos aqui, mas a vida futura, que se lhes daria, 
nenhum homem lhe poderia tirar, nem Deus o 
permitiria. Assim não deviam temer os que 
podiam matar o corpo, nem temer coisa alguma 
das que haveriam de sofrer, pois a sua existência 
eterna estava assegurada”. Ellen White
Esmirna
Apocalipse 2 – Esmirna (100-313 d.C.)​
Primeiras perseguições foram dos judeus. E 
seguiram no segundo século (registros de 
Tertuliano).​
Perseguição geral e sistemática aos cristãos foi 
realizada por Décio (249-251d.C.) e Valeriano (253-259 
d.C.).
Esmirna
Auge foi com o governo de Diocleciano (284-304 d.C.). 
Pode ser a alusão aos 10 anos indo de 303 a 313 
(10 anos).
Esta alusão a que se diziam judeus provavelmente 
é uma alusão aos que diziam servir a Deus.
Romanos 2:28,29 – quem é o judeu?
Esmirna
A parte final do período é apontada como o
Edito de Milão, publicado em 13 de junho de 313.​
Cristianismo sai, a partir daí, da ilegalidade e 
passa a ser tolerado durante o império de 
Constantino, o Grande. Há um acordo entre 
Constantino e Licínio.
Edito de Milão​
Depois da morte de Galério em 311, quatro 
imperadores disputam o 
poder: Constantino, Maximino Daia, Maxêncio e
Licínio em Roma. Era a chamada Tetrarquia, 
idealizada por Diocleciano. Basicamente era todo 
o império governado por 2 augustos e 2 césares 
(imperadores juniores).
Edito de Milão​
Licínio e Maximino se enfrentavam no 
Oriente, enquanto Constantino e Maxêncio, 
no Ocidente. Licínio e Maximino fizeram um 
acordo.
Edito de Milão​
Em 313, Licínio casa-se com a meia-irmã 
de Constantino, Flávia Júlia Constantina e tiveram 
um filho, Licínio II. Voltou-se 
contra Maximino Daia, derrotando-o no mesmo 
ano.​
Edito de Milão​
Desse modo, o Oriente voltou a ter um 
único senhor. Com a derrota e morte 
de Maxêncio, em 312, no Ocidente, 
nova aliança é estabelecida entre Constantino 
e Licínio.
Edito de Milão​
Constantino alega ter se convertido ao 
cristianismo. Isso ocorre no contexto da 
Batalha da Ponte Mílvia, em 28.10.312, perto 
de Roma. Vitória atribuída ao Deus cristão.
Edito de Milão​
Constantino alega, segundo a tradição, que 
sonhou com uma cruz onde estava escrito In hoc 
signo vinces (com este sinal vencerás).
Mandou que pintasse uma cruz nos escudos dos 
soldados para ser vitorioso. Sua mãe, Helena, 
havia nascido cristã.
Edito de Milão​
Em 313, já como senhor do Ocidente, Constantino 
assina o Edito de Milão, com Licínio, senhor do 
Oriente. O documento declarava que o Império 
Romano seria neutro em relação ao credo 
religioso, acabando oficialmente com toda 
perseguição sancionada oficialmente, 
especialmente ao cristianismo.
Edito de Milão​
A aplicação do Edito fez devolver os lugares de 
culto e as propriedades confiscadas dos 
cristãos. O Edito deu ao cristianismo (e a todas 
as outras religiões) o estatuto de legitimidade, 
comparável com o paganismo do 
Império Romano e dos seus exércitos.
Esmirna
QUESTÃO CENTRAL: Igreja perseguida, mas que 
começou se tornar popular no império
Conselho: Não temer as coisas que precisa sofrerPromessa: Não passar pela segunda morte 
(morte eterna
Pérgamo
313 a 538 d.C.
Apocalipse 2 - Pérgamo
Pérgamo se destacou, em 29 a.C., por ser o local 
do primeiro culto a um imperador vivo. 
Templo construído para deusa Roma e imperador 
Augusto.​
Pérgamo era um centro de adoração ao 
imperador. Por isso, tinha muitos templos pagãos.
Apocalipse 2 - Pérgamo
Nome pode estar associado a pergaminho. 
A biblioteca da cidade era composta de 200 
mil rolos. Feitos de pergaminho, um tipo de 
couro altamente refinado.​
Apocalipse 2 - Pérgamo
A palavra Pérgamo significa altura, elevação. Foi 
um período em que os verdadeiros servos de Deus 
tiveram de lutar contra um espírito de política, 
orgulho e popularidade mundanos entre os professos 
seguidores de Cristo e contra as terríveis operações 
do mistério da iniquidade, que finalmente resultaram 
no completo desenvolvimento do homem do pecado 
(2 Tessalonicenses 2:3).
Apocalipse 2 - Pérgamo
Origem etimológica do hitita Parku = alto
Apocalipse 2 - Pérgamo
Antipas pode ter sido um cristão martirizado 
em Pérgamo por sua fé contrária à adoração.​
Ou, como dizia o estudioso Guilherme Miller, 
um grupo de homens que se opunham aos 
bispos ou papas.
Apocalipse 2 - Pérgamo
Analogia com Balaão – problema de ceder ao 
paganismo, ou seja, fracassar na fé cristã.
Números 22-24 e 31:16​
Povo de Israel peregrinava pelo deserto em 
direção a Canaã. Tinham vencido alguns inimigos 
e prosseguiam. Estavam acampados nas campinas 
de Moabe, na altura de Jericó.
Apocalipse 2 - Pérgamo
Moabitas temiam ser expulsos, também, 
embora Deus tivesse determinado não se 
meter com eles. Medo predito (Êxodo 15:15).
Apocalipse 2 - Pérgamo
Balaque era rei dos moabitas e eles se uniram 
com os midianitas para combater Israel. Balaão foi 
procurado para amaldiçoar o povo de Israel e, 
assim enfraquece-lo. Balaão aparentemente 
resiste à oferta.
Apocalipse 2 - Pérgamo
Balaão tentou amaldiçoar, finalmente, por 
pagamento. Mas foi impedido por Deus. Neste 
tempo, são instituídas práticas proibidas como 
prostituição com as filhas 
dos moabitas e ingestão de carnes sacrificadas 
a deuses (Números 25:1,2 / 31:16)
Apocalipse 2 - Pérgamo
Temos, portanto, paganismo, favorecimento 
ao adultério, idolatria. O cristianismo começa 
a se diluir sob o ponto de vista institucional.
Apocalipse 2 - Pérgamo
Marcos que mostram esta progressiva cristianização​
476 d.C. – Queda do Império Romano 
Ocidental (bárbaros)
Apocalipse 2 - Pérgamo
Marcos que mostram esta progressiva cristianização​
496 d.C. – Clóvis I, rei dos francos, foi batizado como cristão 
(católico) depois da vitória de uma guerra contra os alamanos. 
Francos eram uma dos grupos mais expressivos pós-queda do 
Império Romano. Expansão forte entre 450 e 511 
d.C. Unificou o reino e conquistou grandes partes dos outros 
emergentes reinos.​
Antes de Clóvis, as tribos germânicos da Gália 
eram predominantemente arianas e pagãs.
Apocalipse 2 - Pérgamo
Marcos que mostram esta progressiva cristianização​
Clóvis não apenas buscou ter bom relacionamento 
com os católicos. Mas usou os bispos como parte 
do sistema administrativo de seus domínios.
Apocalipse 2 - Pérgamo
Marcos que mostram esta progressiva cristianização​
Os bispos se tornaram líderes políticos em suas 
comunidades (leis sálicas) e conselheiros do rei. O rei 
adquiria influência política, tanto em assuntos eclesiásticos 
como na nomeação de bispos e teve que implementar as 
regras propostas pelo​
bispos. Bispos e reis trabalharam juntos para o benefício 
da igreja e do estado.
Apocalipse 2 - Pérgamo
Marcos que mostram esta progressiva cristianização​
508 d.C. - A guerra de Clóvis e a vitória final sobre 
os visigodos arianos, em 508, representa um passo 
importante em prover um exército efetivo para a Igreja 
Católica Romana punir os assim chamados “hereges”.
Apocalipse 2 - Pérgamo
Marcos que mostram esta progressiva cristianização​
533 d.C. – Decreto de Justiniano que prepara o caminho 
para a supremacia papal. Lembremos que, entre 313 e 
590, o bispo romano passou a ser reconhecido como o 
primeiro entre os iguais. Isso se deu com a ascensão de 
Leão I ao trono episcopal em 440 d.C.
Apocalipse 3 - Pérgamo
Marcos que mostram esta progressiva cristianização​
As ações de Justiniano demonstraram o entendimento 
comum de que a prosperidade e unidade do império 
eram dependentes da aprovação de Deus ou dos deuses.
Apocalipse 3 - Pérgamo
Marcos que mostram esta progressiva cristianização​
Sua primeira medida era integrar plenamente a religião 
como parte do estado. Um novo código foi preparado em 
qual religião foi definida como base para todas as 
outras legislações, e a definição da católico ortodoxia foi 
colocada como o primeiro artigo, incluindo um ataque a 
heresias e não-cristãos.
Apocalipse 3 - Pérgamo
Marcos que mostram esta progressiva cristianização​
Troca de cartas entre Justiniano e o papa João II (533/534 d.C.)
“....pois não permitimos que qualquer coisa concernente 
ao estado das igrejas, claro e indubitável, seja, quando uma 
vez debatida, não deve ser dada a conhecer a vossa 
Santidade, que é a cabeça de todos os santos”.
Apocalipse 3 - Pérgamo
Consolidação do decreto em 538
Com a publicação de seu código em 534, Justiniano definiu o direito 
canônico como lei imperial e estabeleceu a supremacia do papa sobre o 
mundo cristão católico. No entanto, isso só entrou em vigor após 
538, quando Justiniano reconheceu oficialmente a Itália como parte 
do império, e Vigilius, tendo sido reconhecido pelo império e clero como 
papa, começou uma campanha contra a liderança gótica que era contrária 
à parte do senado ainda apoiando os godos.
Apocalipse 3 - Pérgamo
Conselho: Arrepender-se para não ser julgado por 
Cristo com a espada da Sua boca ou espada de dois 
gumes.​
Promessa: O vencedor comerá o maná escondido 
(Êxodo 16:14-36 e referência a Jesus – João 6:31-34).
Apocalipse 3 - Pérgamo
Receberá uma pedrinha branca com um novo nome 
que ninguém conhece. Nome novo. Na Bíblia, o 
nome geralmente representa seu caráter. Este 
versículo promete um "nome novo" para o cristão, 
isto é, um caráter novo e diferente, modelado com 
base no de Deus (Isaías 62:2; 65:15; Apocalipse 3:12).
Resumo
1. Cartas à s igrejas falam de aspectos positivos e 
negativos na história do cristianismo.
2. Éfeso: igreja apostólica fiel aos princípios de Deus​
Esmirna – igreja perseguida e que enfrenta mais à 
frente o início de uma popularidade.​
Pérgamo – igreja que se acostuma e se une ao poder 
terreno e perde sua influência pura (dilui sua 
mensagem).
Resumo
4. Preciso aprender a viver em profunda 
dependência com Deus, mesmo em momentos 
difíceis. E não permitir que os princípios da 
Palavra se percam em minha vida.
Apocalipse 2 – Cartas à s igrejas da Ásia – Parte I: Éfeso, Esmirna e Pérgamo
Bibliografia
• Constantino e as transformações do Império Romano no século IV - 
Cláudio Carlan. https://www.unicamp.br/chaa/rhaa/downloads/Revista%2011%20-%20artigo%202.pdf
• Comentário Bíblico Adventista​
• The Deep Things of God – Jon Paulien
• Uma nova era segundo as profecias do Apocalipse – Mervyn Maxwell​
• Plain Revelation – Ranko Stefanovic
• Secrets of Daniel – Jacques Doukhan
• Considerações sobre Daniel e Apocalipse – Uriah Smith
• The Role and status of the Catholic Church in the Church State - Tese doutoral de Jean Zukowski defendida na 
Universidade Andrews em 2009.
• The formation of christendom - Thomas William Allies - https://www.amazon.com/Formation-Christendom-
Thomas-William-Allies/dp/1175945080
• A importância das datas de 508 e 538 d.C. para a supremacia papal. 
Alberto Timm. http://www.centrowhite.org.br/pesquisa/artigos/a-importancia-das-datas-de-508-e-538-d-c-
para-a-supremacia-papal/ 
• A condenação do arianismo – Flávio de Souza - http://www.revistajesushistorico.ifcs.ufrj.br/arquivos16/3-
flaviohenrique-carlosdefaria.pdf
https://www.unicamp.br/chaa/rhaa/downloads/Revista%2011%20-%20artigo%202.pdfhttps://www.amazon.com/Formation-Christendom-Thomas-William-Allies/dp/1175945080
https://www.amazon.com/Formation-Christendom-Thomas-William-Allies/dp/1175945080
http://www.centrowhite.org.br/pesquisa/artigos/a-importancia-das-datas-de-508-e-538-d-c-para-a-supremacia-papal/
http://www.centrowhite.org.br/pesquisa/artigos/a-importancia-das-datas-de-508-e-538-d-c-para-a-supremacia-papal/
http://www.revistajesushistorico.ifcs.ufrj.br/arquivos16/3-flaviohenrique-carlosdefaria.pdf
http://www.revistajesushistorico.ifcs.ufrj.br/arquivos16/3-flaviohenrique-carlosdefaria.pdf
	Slide 1: Apocalipse 2 – Cartas à s igrejas da Ásia – Parte I: Éfeso, Esmirna e Pérgamo
	Slide 2: Recapitulação
	Slide 3: Recapitulação
	Slide 4: Recapitulação
	Slide 5: As sete igrejas do apocalipse
	Slide 6: Histórico e Contexto
	Slide 7: Histórico e Contexto
	Slide 8: Histórico e Contexto
	Slide 9: Histórico e Contexto
	Slide 10: Histórico e Contexto
	Slide 11: Histórico e Contexto
	Slide 12: Histórico e Contexto
	Slide 13: Histórico e Contexto
	Slide 14: Histórico e Contexto
	Slide 15: Histórico e Contexto
	Slide 16: Histórico e Contexto
	Slide 17: Éfeso
	Slide 18: Éfeso
	Slide 19: Éfeso
	Slide 20: Éfeso – Período da Igreja Apostólica
	Slide 21: Éfeso – Período da Igreja Apostólica
	Slide 22: Éfeso – Período da Igreja Apostólica
	Slide 23: Esmirna
	Slide 24: Esmirna
	Slide 25: Esmirna
	Slide 26: Esmirna
	Slide 27: Esmirna
	Slide 28: Esmirna
	Slide 29
	Slide 30: Esmirna
	Slide 31: Edito de Milão​
	Slide 32: Edito de Milão​
	Slide 33: Edito de Milão​
	Slide 34: Edito de Milão​
	Slide 35: Edito de Milão​
	Slide 36: Edito de Milão​
	Slide 37: Edito de Milão​
	Slide 38: Edito de Milão​
	Slide 39: Esmirna
	Slide 40: Pérgamo
	Slide 41: Apocalipse 2 - Pérgamo
	Slide 42: Apocalipse 2 - Pérgamo
	Slide 43: Apocalipse 2 - Pérgamo
	Slide 44: Apocalipse 2 - Pérgamo
	Slide 45: Apocalipse 2 - Pérgamo
	Slide 46: Apocalipse 2 - Pérgamo
	Slide 47: Apocalipse 2 - Pérgamo
	Slide 48: Apocalipse 2 - Pérgamo
	Slide 49: Apocalipse 2 - Pérgamo
	Slide 50: Apocalipse 2 - Pérgamo
	Slide 51: Apocalipse 2 - Pérgamo
	Slide 52: Apocalipse 2 - Pérgamo
	Slide 53: Apocalipse 2 - Pérgamo
	Slide 54: Apocalipse 2 - Pérgamo
	Slide 55: Apocalipse 2 - Pérgamo
	Slide 56: Apocalipse 2 - Pérgamo
	Slide 57: Apocalipse 3 - Pérgamo
	Slide 58: Apocalipse 3 - Pérgamo
	Slide 59: Apocalipse 3 - Pérgamo
	Slide 60: Apocalipse 3 - Pérgamo
	Slide 63: Apocalipse 3 - Pérgamo
	Slide 64: Apocalipse 3 - Pérgamo
	Slide 65: Resumo
	Slide 66: Resumo
	Slide 67: Apocalipse 2 – Cartas à s igrejas da Ásia – Parte I: Éfeso, Esmirna e Pérgamo
	Slide 68: Bibliografia

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