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Curso de Enfermagem – UNIP/Araçatuba Disciplina: Nutrição Aplicada à Enfermagem Semestre: 2°- Noturno Profa. Luciana Nunes Mosca Fiorelli Nutricionista – Especialista em Nutrição Clínica – UGF Mestre e Doutora pelo Programa de Ginecologia, Obstetrícia e Mastologia TERAPIA DE NUTRIÇÃO ENTERAL: Conjunto de procedimentos terapêuticos empregados para manutenção e ou recuperação do estado nutricional. NUTRIÇÃO ENTERAL: “ Alimento para fins especiais, com ingestão controlada de nutrientes, na forma isolada ou combinada, de composição definida ou estimada, especialmente formulada e elaborada para uso por sondas ou via oral, industrializada ou não, utilizada exclusiva ou parcialmente para substituir ou completar a alimentação oral em pacientes desnutridos ou não, conforme suas necessidades nutricionais, em regime hospitalar, ambulatorial ou domiciliar, visando a síntese ou manutenção dos tecidos, órgãos ou sistemas”. Resolução RCD n. 63, ANVS, MS, 2000. INDICAÇÕES: Risco de desnutrição – ingestão oral inadequada; Promove fornecimento dos nutrientes das necessidades diárias; Trato digestório total ou parcialmente funcionante. Pacientes que não podem se alimentar Inconsciência Anorexia nervosa Lesões orais AVC Neoplasias Pacientes com ingestão oral insuficiente Trauma Septicemia Alcoolismo crônico Depressão grave Queimaduras Pacientes nos quais a alimentação comum produz dor ou desconforto Doença de Crohn Colite ulcerativa Carcinoma do trato gastrointestinal Pancreatite Quimioterapia Radioterapia CONTRA-INDICAÇÕES Disfunção do TGI ou condições que requerem repouso intestinal Obstrução mecânica do TGI Refluxo gastroesofágico intenso íleo paralítico Hemorragia GI severa Vômitos e diarréia severa Enterocolite severa Pancreatite aguda grave Doença terminal Expectativa de utilizar a TNE em período inferior a 5-7 dias para pacientes desnutridos ou 7 a 9 dias para pacientes bem nutridos VIAS DE ACESSO: Estômago, duodeno ou jejuno: Utilização por curto período de tempo (< 6 semanas): nasoenteral mais utilizada baixo custo e fácil colocação; Gastrostomia e Jejunostomia geralmente utilização maior que 6 semanas; Pequena incisão (cirúrgica) OSTOMIAS SÃO UTILIZADAS QUANDO: Impossibilidade parcial ou total de alimentação por via oral por período prolongado ou permanente; Presença de obstáculo mecânico para a colocação transnasal da sonda; Comprometimento do estado de consciência que removem a sonda nasal com frequência; Dieta prescrita possui viscosidade maior, oferecendo risco de obstrução; Vantagens: menor risco de RGE e aspiração, facilidade na administração da dieta, ausência da sonda na face (auto- estima do paciente), mais duráveis, no entanto, mais caras. Localização gástrica Localização duodenal e jejunal Maior tolerância a fórmulas variadas Menor risco de aspiração Boa aceitação de fórmulas hiperosmóticas Maior dificuldade de saída acidental da sonda Permite progressão mais rápida para alcançar o valor calórico total ideal Permite nutrição enteral quando a alimentação gástrica é inconveniente e inoportuna Possibilita introdução de grandes volumes em curto tempo Fácil posicionamento da sonda VANTAGENS: DESVANTAGENS: Localização gástrica Localização duodenal e jejunal Alto risco de aspiração em pacientes com dificuldades neuromotoras de deglutição Risco de aspiração em pacientes que têm mobilidade gástrica alterada ou são alimentados à noite Tosse, náuseas ou vômitos favorecem saída acidental da sonda Desalojamento acidental, podendo causar refluxo gástrico MÉTODOS DE ADMINISTRAÇÃO: Contínua; Intermitente ou Gravitacional; Em bolo; 4-6 x/dia; Tórax do paciente deve estar elevado no momento da infusão; Administração de 20 ml de água após cada administração, inclusive infusão medicamentosa: evitar obstrução. MÉTODOS DE ADMINISTRAÇÃO EM BOLO: Injeção com seringa, 100 a 350 ml de dieta no estômago, de 2 a 6 horas, precedida e seguida por irrigação da sonda enteral com 20 a 30 mL de água potável; INTERMITENTE: Força da gravidade, volume de 50 a 500 ml de dieta administrada por gotejamento, de 3 a 6 horas, precedida e seguida por irrigação da sonda enteral com 20 a 30 mL de água potável; CONTÍNUA: Bomba de infusão, 25 a 150 mL/hora, por 24 horas, administrada no estômago, jejuno e no duodeno, interrombpida de 6 a 8 horas para irrigação da sonda enteral com 20 a 30 mL de água potável. TGI funcionante Não Parenteral Sim Enteral Duração < 4 semanas Duração > 4 semanas Risco de aspiração Não Sim Gástrica Pilórica Risco de aspiração NãoSim Pós pilórica Gástrica Alto risco cirúrgico? Endoscopia é possível? NãoSim gastrostomiaGastrostomia endoscópia Jejunostomia Não Jejunostomia local Sim Gastrojejunostomia endoscópica Sonda nasoenteral gástrica dose, velocidade dependem de mecanismos fisiológicos de adaptação do estômago; Administração intermitente deve iniciar com 100 ml e o volume será aumentado a cada 24 ou 48 h até atingir as necessidades totais de nutrientes; Administração contínua iniciada com volume de 25 a 30 ml/h/dia e deve-se aumentar gradativamente até a velocidade máxima de 100 a 150 mL/h; Sonda em porções distais do piloro: gotejamento deve ser observado com grande atenção (cólica e diarréia, queda do aproveitamento nutricional); Ideal: confirmação radiológica da posição da sonda. PROBLEMAS DO USO DE DIETAS CASEIRAS: Podem não ter nutrientes em quantidades adequadas; Devido a sua viscosidade (resíduos), podem obstruir a sonda com facilidade; Exigem maiores cuidados no preparo devido ao maior risco de contaminação microbiológica. Excelente meio para crescimento de microrganismos Devem ser preparadas com o maior cuidado possível para evitar contaminação: ✓Locais de manipulação; ✓Transferência da dieta de sua embalagem original para os frascos; ✓Reconstituição da mistura. GASTRINTESTINAIS Náuseas Vômitos Refluxo gastroesofágico Distensão abdominal, cólicas, empachamento, flatulência Diarréia/obstipação METABÓLICAS Hiperidratação/desidratação Hiperglicemia/hipoglicemia Alterações da função hepática MECÂNICAS Erosão nasal e necrose Abcesso septonasal Sinusite aguda, rouquidão, otite Faringite Esofagite, ulceração esofágica, estenose Fístula traqueoesofágica Ruptura de varizes esofágicas Obstrução da sonda Saída ou migração acidental da sonda INFECCIOSAS Gastroenterocolites por contaminação microbiana no preparo, nos utensílios e administração da fórmula (contaminação microbiológica) RESPIRATÓRIAS Aspiração pulmonar PSICOLÓGICAS Ansiedade Depressão Falta de estímulo ao paladar Monotonia alimentar Insociabilidade Inatividade Distúrbio alimentar – anorexia Solução estéril de nutrientes infundida por via intravenosa; Acesso venoso PERIFÉRICO ou CENTRAL; Trato digestório totalmente excluído no processo; Locais que a utilizam necessitam ter equipe multidisciplinar de terapia nutricional (EMTN). PERIFÉRICA: A solução parenteral é administrada diretamente em uma veia periférica; Usualmente indicada para períodos curtos (7-10 dias); Geralmente não atinge as necessidades nutricionais do paciente; Osmolaridade deve ser menor que 900 mOsm/L (evitar flebite (coágulo). CENTRAL (PARENTERAL TOTAL): A solução parenteral é administrada diretamente em uma veia central (geralmente veia cava superior); Indicada para uso superior a 7-10 dias; Oferece aporte energético e proteico total; Osmolaridade geralmente superior a 1.000 mOsm/L. Indicada quando o trato digestório não funciona, está obstruído ou inacessível; Incapacidade de absorção de nutrientes pelo TGI; Situação que deve prevalecer por no mínimo 7 dias. Vômitos intratáveis Pancreatite aguda Hiperemese gravídica Quimioterapia Diarréia grave Doença inflamatória intestinal Síndrome de má absorção Íleo Grandescirurgias abdominais, trauma grave Obstrução Neoplasias, aderências Repouso intestinal Fístulas enteroentéricas Pré-operatório Somente em casos de desnutrição grave na qual a cirurgia não possa ser adiada Pacientes hemodinamicamente instáveis (hipovolemia, choque cardiogênico ou séptico); Edema agudo de pulmão; Graves distúrbios metabólicos e eletrolíticos. Veia subclávia Veia jugular interna Veia axilar Veia femoral Glicose (dextrose a 25%, 50% ou 70%) Aminoácidos ( 8,5 a 15%) Lipídeos (10 a 20%) Vitaminas e minerais Mecânicas: pneumotórax, hidrotórax e lesão vascular Infecciosas: sepses Metabólicas Hiperglicemia Disfunção hepática Síndrome da realimentação CONSISTÊNCIA E TIPOS DE DIETAS HOSPITALARES Profa. Luciana Nunes Mosca Fiorelli Nutricionista – Especialista em Nutrição Clínica – UGF. Mestre e Doutoranda pelo Programa de Ginecologia, Obstetrícia e Mastologia UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP Curso: Enfermagem Período: 2 semestre Disciplina: Nutrição aplicada à enfermagem Via Oral Normal: Geral Branda Leve Líquida Pastosa Via Enteral Especiais: Líquidas Sem resíduos Isenta de algum nutriente Hiper ou Hipo... CONSISTÊNCIA E TIPOS DE DIETAS HOSPITALARES TIPOS DE DIETAS Dietas Orais Hospitalares Prescrição de Dietas orais → IMPORTANTE ✓Trato gastrintestinal íntegro; ✓Condições de ingestão, digestão e absorção dos alimentos; ✓Devem ser adequadas as respectivas patologias e condições físicas; ✓Distribuir os alimentos de maneira adequada de acordo com a Pirâmide dos alimentos; Características das Dietas e Indicações São classificadas em quatro grupos: 1. Normais 2. Modificadas + Comuns 3. Especiais 4. Especializadas VIA ORAL Normais Modificadas Especiais VIA ENTERAL Especiais Especializadas (industrializadas) Tipos de Dietas e vias de administração 1. DIETAS NORMAIS dieta normal a) GERAL normoglicídica normoprotéica normolipídica balanceada INDICAÇÃO → Indivíduos sem restrições a qualquer nutriente. Todo tipo de alimento e preparações saudáveis: cozidos, grelhados, assados, frutas, saladas, purês, bolos, arroz, feijão, macarrão e etc. normoporoteica b) BRANDA normoglicídica normolipídica Consistência → Macia, abrandada pela cocção. INDICAÇÃO → Usada como transição para a dieta geral para indivíduos com problemas mecânicos e para facilitar o trabalho digestivo de alguns pós-operatórios, restrição de mastigação. 1. DIETAS NORMAIS normoporoteica c) LEVE hiperglicídica hipolipídica Consistência → semi-líquida e alimentos bem cozidos (canjas, sopas, mingaus, etc). INDICAÇÕES: ✓Pacientes com problemas mecânicos de deglutição e de mastigação; ✓Casos em que a função gastrintestinal esteja moderadamente alterada; ✓Preparo de exames e cirurgias; Pré e Pós-operatórios. ✓Utilização prolongada – Pode levar a carência de nutrientes – ATENÇÃO à avaliação contínua. 1. DIETAS NORMAIS normoporoteica d) LÍQUIDA hiperglicídica hipolipídica baixo teor calórico, fácil absorção Consistência → LíquidaFornece líquidos, eletrólitos, carboidratos, proteínas e lipídeos, é de fácil digestão, composta por alimentos como leite, iogurte, gelatinas, cremes, sopas liquidificadas, mingaus, suco de vegetais ou de frutas, INDICAÇÃO: ✓Utilizada em períodos curtos; ✓Quando há restrição da função digestiva; ✓Problemas mecânicos no trato digestivo superior; ✓Preparo de exames; ✓Pré e Pós-operatório. ✓ Períodos prolongados → Necessário estudo específico para complementação nutricional para evitar a DN. 1. DIETAS NORMAIS normoporotéica e) PASTOSA normoglicídica normolipídica Consistência → abrandada pela cocção, alimentos moídos, liquidificados, em forma de purês. INDICAÇÕES: ✓Casos em que haja a necessidade de facilitar a ingestão e deglutição; ✓Permitir um certo repouso gastrintestinal; ✓Alguns pós-operatórios. 1. DIETAS NORMAIS 2. DIETAS MODIFICADAS Dietas: RETIRADO TOTALMENTE: Branda Restritas Leite in natura (lactose) Leve Pobre em resíduos Frutas cruas Líquida normais INDICAÇÕES: ✓Preparo de exames; ✓Diarréias; ✓Necessidade de controle do peristaltismo. PASTOSA SEM RESÍDUOS -Normoglicídica, normoproteica e normolipídica; -Consistência abrandada pela cocção, alimentos moídos, liquidificados, em forma de purês e papas; -Sem leite e sem alimentos crus. INDICAÇÃO: ✓Necessidade de facilitar a ingestão, deglutição; ✓Permitir um certo repouso gastrintestinal; ✓Alguns pós-operatórios. 2. DIETAS MODIFICADAS DIETAS SEM RESÍDUOS Isenta de celulose (fibras); Excluir alimentos como: hortaliças, casca, bagaço e sementes de frutas e legumes e feijão. 2. DIETAS MODIFICADAS DIETAS HIPERPROTEICAS: ✓Todas as dietas acima podem receber acréscimo de Proteínas. INDICAÇÕES: ✓Casos infecciosos; ✓Períodos de convalescença; ✓Casos em que seja desejável o aumento do aporte protéico. ✓Ex. de prescrição: “hiperproteica” – “leve sem resíduos” 2. DIETAS MODIFICADAS DIETAS COM RESTRIÇÃO DE SAL ✓Preparadas sem adição de sal e sem alimentos industrializados que recebem sal em sua produção. Ex. embutidos, enlatados, conservas em geral. INDICAÇÕES: ✓Pacientes com problemas renais; ✓Cardíacos; ✓Que apresentem Hipertensão arterial (HAS) PRESCRIÇÃO: Tanto as dietas NORMAIS como as RESTRITAS e as HIPERPROTÉICAS podem ser “acloretadas” ou “hipossódicas”. “ACLORETADAS” – Quando há restrição total no teor de sódio de adição. “HIPOSSÓDICAS” – Quando se permite o acréscimo de NaCl, em pouca quantidade. 2. DIETAS MODIFICADAS ❖Dieta Normal = sem restrição calórica ou de nutrientes específicos. ❖Dieta Especial = com restrição específica Classificada como: HIPO = carente ou pouca quantidade. HIPER = excessiva ou grande quantidade. 3. DIETAS ESPECIAIS Apresentam alterações químicas, qualitativas e/ou quantitativas para atender as necessidades de portadores de doenças, onde ocorrem distúrbios de nutrientes ou restrição de uma substância específica. São divididas em: ✓Dietas com modificações de nutrientes ✓Dietas com exclusão de alimentos e/ou substâncias 3. DIETAS ESPECIAIS Modificações de Nutrientes Hipocalórica/ Hipercalórica Hipoproteica/Hiperproteica Hipogordurosa Pobre em colesterol Rica/ Pobre em potássio Rica/ Pobre em fibras Hipossódica Restrita em líquidos Exclusão de Alimentos Hipoalergênica Isenta de glúten Isenta de lactose Pobre em purina 3. DIETAS ESPECIAIS HIPOGORDUROSA ou HIPOLIPÍDICA: ✓São retirados da dieta a gordura de adição como: manteiga, margarina, óleo, azeite; ✓Alimentos ricos em gordura: frios, embutidos, queijos, abacate, frutas oleaginosas, frituras, carnes gordas, gema de ovo, leite de acordo com a tolerância individual. ✓Pode ser prescrita com diferentes consistências: acréscimo protéico, restrição de sódio ou de resíduos. INDICAÇÕES: Enfermidades hepáticas, pancreáticas, de vesícula biliar e tratamento de dislipidemias. 3. DIETAS ESPECIAIS HIPERCALÓRICA E HIPERGLICÍDICA: INDICAÇÕES: ✓Desnutrição ✓Baixo peso INDICAÇÕES: Quando é recomendado o valor calórico é alto, acima de 2.000kcal/dia. 3. DIETAS ESPECIAIS HIPOCALÓRICA E HIPOGLICÍDICA: INDICAÇÕES: Diabetes e Obesidade. DIABÉTICOS: -Nomoglicídica, normoproteica normolipídica. -Isenta de açúcar livre ou de alimentos que possuam açúcar de adição. INDICAÇÕES: Quando é recomendado apenas o controle do açúcar em diabéticos compensados. 3. DIETAS ESPECIAIS HIPOPROTEICA: ✓Restrita em alimentos de origem animal. ✓Variando de 30 a 50g/dia. INDICAÇÕES: ✓Portadores de doenças renais. ✓Portadores de doenças hepáticas. 3. DIETAS ESPECIAIS HIPERPROTEICA: ✓Quantidade elevada de alimentos de origem animal, rica em proteína de AVB. INDICAÇÕES: ✓Pós-operatórios ✓Quadros de infecção ✓Queimaduras 3. DIETAS ESPECIAIS HIPOSSÓDICA: INDICAÇÕES: ✓HAS ✓Cirrose hepática com ascite✓Insuficiência renal ✓Cardiopatias INDICAÇÕES: Quando é recomendado é geralmente utilizado, de 1 a 2g de sal ao dia. 3. DIETAS ESPECIAIS OBSTIPANTE: INDICAÇÕES: ✓Constipação intestinal ✓Prisão de ventre INDICAÇÕES: Dieta rica em fibras com hortaliças cruas ou cozidas, frutas, cereais integrais, aveia para estimular o funcionamento intestinal. 3. DIETAS ESPECIAIS Deita hipossódica e leve = canja Dieta líquida = canja batida Dieta branda = arroz mais cozido, caldo de feijão, carne, refogado cozido e salada cozida. Dieta hipocalêmica = dieta isenta de potássio – feijão, batata, mandioca, frutas e vegetais crus. Exemplos de Dieta em geral 4. DIETAS ESPECIALIZADAS Dieta administrada pela via enteral SONDAS Localização: Nasogástricas Nasoentéricas Gastrostomia Jejunostomia 4. DIETAS ESPECIALIZADAS DESNUTRIÇÃO ISOSOURCE (NOVARTIS), completo nutrição oral ou enteral; NUTREN 1.0 (NESTLE) nutrição completo e balanceada, nutrição oral ou enteral; FORTIDRINK (SUPPORT) hiper proteica; SOYA DIET SEM SACAROSE (SUPPORT) completa, nutrição oral ou enteral; PEPTAMEN (NESTLE) nutrição oral ou enteral; ONCOLOGIA GLUTAMIN (SUPPORT) nutrição enteral; NUTREN 1.0 (NESTLE) nutrição completa , enteral ou oral; ENSURE FRUITANGO (ABBOTT) suplemento nutricional liquido. TRANSTORNOS INTESTINAIS BENEFIBER (RESOURCE) suplemento de fibra solúvel; NUTREN FIBRAS (NESTLE) padrão para nutrição enteral ou oral; 4. DIETAS ESPECIALIZADAS Exemplo: Dietas industrializadas Apresentação em pó, liquido e em frasco para administração via enteral por equipo. 4. DIETAS ESPECIALIZADAS ❖SOYA DIET MULTIFER (PÓ) DILUIÇÃO: 9 medidas de pó para 200 mL de água filtrada. Fornecer em 5 tomadas ao longo do dia. 8:00-12:00-16:00-20:00-23:00. ❖ ISOSOUCE SOYA (LÍQUIDO) 1 litro fracionar nos frascos para os seguintes horários. 8:00-12:00-16:00-20:00-23:00. DIETA ESPECIALIZADA DIETA ESPECIALIZADA * Diluição da dieta industrializada: BATER NO LIQUIDIFICADOR OS SEGUINTES INGREDIENTES: 750 mL de água filtrada ou fervida. 12 colheres (sopa) de extrato de soja. 10 colheres (sopa) de Nutren active. 9 colheres (sopa) de Maltodextrina. 11 colheres (sopa) de Albumina em pó. 1 colher (sobremesa) de óleo de canola. GUARDAR NA GELADEIRA E ADMINISTRAR AO LONGO DO DIA. Oferecer 200 mL nos horários 8:00-12:00-16:00-20:00-23:00h. Passar 50 mL de água ou chá morno para lavar a sonda após a dieta. Horários: 10:00-14:00-18:00 passar pela sonda 200 mL de suco. AQUECER EM BANHO MARIA APENAS A QUANTIDADE A SER OFERECIDA. (RENDIMENTO: 1 LITRO). DIETA MODULAR DIETA ARTESANAL 1. Cozinhar em uma mesma panela os alimentos crus (arroz, carne moída, cebola, cenoura ou alimentos substitutos – ver página 26) juntamente com o feijão previamente cozido; 2. Colocar os alimentos cozidos no liquidificador, juntar ½ da porção do leite e todos os demais ingredientes da receita e bater por 4 minutos; 3. Colocar a outra metade do leite e bater por mais 3 minutos; 4. Coar em peneira fina 3 vezes; 5.Acondicionar na porção superior da geladeira; 6. O suco de laranja deverá ser ofertado em horários alternados com a dieta, sendo fracionado pelo menos em 2 refeições. Exemplo: Horários de dieta – 6/9/12/15/18/21:00 horas e Horários de suco – 10:30/16:30 horas Preparo da dieta artesanal Porcionamento dos alimentos da dieta artesanal Porcionamento dos alimentos da dieta artesanal Porcionamento dos alimentos da dieta artesanal Porcionamento dos alimentos da dieta artesanal Modo de Preparo da dieta artesanal 1. A dieta deverá ser preparada uma vez por dia; 2. Retire a dieta preparada da geladeira antes de ser administrada ao paciente e coloque em banho-maria por 5 minutos; 3. A dieta manipulada deve ser usada somente no dia em que foi preparada. IMPORTANTE