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Embriologia Humana Desenvolvimento do sistema cardiovascular - angiogênese e vasculogênese - formação do tubo cardíaco - formação dos sistemas arterioso e venoso formação e remodelamento dos grandes vasos embrionários e extraembrionários veias vitelínica, umbilical, cardinal superior e inferior artérias vitelínica, umbilical, arcos aórticos, carótides, aorta dorsal tendência geral: de simetria para assimetria embrião humano 31 d: sistema circulatório (cordão umbilical, figado, coração, arcos aórticos, carótides e aorta dorsal) O sistema vascular e o fluxo sanguíneo IV Desenvolvimento do sistema venoso a. desenvolvimento das veias vitelínicas e umbilicais - as veias vitelínicas anastomosam no primórdio hepático (associado ao septo transverso), o ramo direita forma as veias hepáticas - ramos das veias umbilicais esquerda e direita entram no figado - a veia porta se desenvolve da rede de anastomoses do remanescente da v. vitelínica - a veia umbilical direita desaparece e a da v.u. esquerda perde a conexão com o seio venoso e passa somente pelo figado - o ducto venoso forma um desvio do sángue umbilical para o coração (válvula fisiológica) b. desenvolvimento das veias embrionárias - as veias cardinais anteriores e posteriores se juntam e entram nos seios venosos - as veias cardinais posteriores anastomosam no mesonefro e se conectam às veias subcardinais - com o desaparecimento do mesonefro, as veias cardinais posteriores são substituidos pelas veias subcardinais e supracardinais - anterior à anastomose ventral, as veias do lado esquerdo degeneram (exceto as partes renal, suprarenal e gonadal) -a veia cava inferior é composto de diferentes elementos embrionários: segmento hepático da veia vitelínica esquerda, segmento pré-renal da veia subcardinal direita, o segmento renal das anastomoses entre sub- e supracardinal, o segmento pós-renal da veia supracardinal direita V. Desenvolvimento do sistema arterioso o desenvolvimento dos arcos aórticos e das grandes artérias uma aula de Evo-Devo o desenvolvimento dos arcos aórticos e das grandes artérias - posterior ao coração, as aortas dorsais fusionam em uma única aorta dorsal - os arcos aórticos 1 e 2 desaparecem (restos nas artérias maxilares e carótidas externas (I) e nos vasos do ouvido médio - o arco aórtico 3 supre a região cefálica (carótides internas) - ramo direito do arco aórtico 4 se torna artéria subclávia direita (esquerda é derivado de uma artéria intersegmentar) - ramo esquerdo do arco 4 se torna aorta principal do corpo - os arcos 5 em degeneram ou não se desenvolvem - o arco 6 forma as aortas pulmonares direita e esquerda e o ducto arterial - o ducto arterioso se fecha após o nascimento desenvolvimento do sistema vascular dos membros membro superior desenvolvimento do sistema vascular dos membros linha do tempo do desenvolvimento do sistema vascular circulação fetal circulação neonatal veia umbilical - figado - ducto venoso - veia cava - átrio direito - foramen ovale - tronco arterioso (oxigenado) e tronco pulmonar (pouco O2) - ducto arterioso - aorta descendente - aorta umbilical veia cava inferior- átrio direito - ventrículo direito - aorta pulmonar - veia pulmonar - átrio esquerdo - tronco aórtico (ducto venoso, septo transverso e ducto arterioso fecham) VI. Aspectos celulares e moleculares do desenvolvimento do sistema cardiovascular gastrulação dos precursores do mesoderma cardiogênica de efluxo (ventrículo e conotronco) e de influxo (seio venoso e átrio) forma o arco cardiogênico no mesoderma lateral determinação da linhagem cardíaca - BMP4 (mesoderma lateral) - FGF8 (Nó de Hensen) - Cerberus (ectoderma cefálico) ácido retinóico define o plano básico do coração formação de arco de expressão de RALDH2 (produção de ácido retinóico) a partir das laterais do mesoderma paraxial (somitos) sobrepõe com genes marcadores cardíacos (GATA4, TBX5, Nkx2.5) e estabelece futuros domínios de influxo (seio venoso, átrios) e efluxo (ventrículos e tronco arterioso) determinação do eixo anterior-posterior do sistema influxo-efluxo por gradiente de ácido retinóico e fatores genéticos (em azul Xin, em amarelo miosina ventricular, preto miosina atrial) sinopse da genética do desenvolvimento do coração Retinoic acid Fatores moleculares da vasculogênese e angiogênese vasculogênese angiogênese FGF VEGF VEGF PDGF/TGF Notch/Delta efrina B2/receptor de efrina B4 angiopoietina e receptor de angiopoietina (Tie) Angiogênese em embrião de camundongo (9,5 dias) Vegfr vasos e capilares veia umbilical artéria umbilical seio venso Modulação da angiogênese papel da concentração de O2 em falta de oxigênio: tecidos secretam fatores angiogênicos (e.g., VEGF) em resposta à hipóxia Prolilhidroxilase ferro dependente (PHD) é sensititvo à oxigênio em normóxia: hidroxilãção de 2 resíduos de prolina de HIFα seguida de ubiquitinização em hipóxia: HIFα não é degradada e forma dímero com HIFβ, ativa transcrição Regulação envolve a enzima sensor de oxigenação (PHD) e um pâr de fatores de transcrição (HIFα e HIFβ) Sítios de hematopoiese embrionário, fetal e adulto Embrionário: - saco vitelínico - complexo aorta/gônada/mesonefro - placenta Fetal: - fígado - baço - medula óssea Adulto: - medula óssea VII desenvolvimento do sistema linfático • brotamento de células precursores endoteliais linfáticos (LECs) da veia cardeal • formação de sacos linfáticos • brotamento de ramificação dos sacos linfáticos sacos linfáticos formados em embrião humano de 42 dias 56 dias 16 semanas Saco linfático retroperitoneal e cisterna de quilo Sacos linfáticos jugulares Veias cavas superiores Ducto torácico Sacos linfáticos posteriores Veias ilíacas