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NUTRIÇÃO E ATIVIDADE FÍSICA Prezado(a) aluno(a)! Nessa aula veremos que a busca crescente em melhorar o rendimento nas competições justifica o envolvimento de uma equipe multidisciplinar na formação dos atletas. Os benefícios do trabalho de vários profissionais em busca de um objetivo comum são diversos. Isso porque em um ambiente esportivo competitivo sempre se espera que o desempenho esteja em seu nível mais alto, e muitos fatores imprevisíveis estão presentes nesse cenário, como a pressão por resultados, que pode levar ao estresse mental e aumentar o risco de lesões de treinamento extenuante, entre outras coisas. Esses fatores geram a necessidade de conhecimento especializado em diversas áreas, sendo necessária a supervisão de profissionais de outras áreas, como fisioterapeutas, psicólogos, médicos, nutricionistas e, principalmente, educadores físicos. Fica clara a importância de uma equipe multidisciplinar na formação de atletas, para permitir a fusão de várias profissões em busca de um único objetivo. Com o uso dessa abordagem pertinente em relação a esses profissionais, será possível esclarecer os fatores essenciais para melhorar o desempenho, facilitando assim a manutenção da eficácia de equipes acompanhadas por equipes multidisciplinares. Bons estudos! AULA 8 – EQUIPE MULTIPROFISSIONAL NA ORIENTAÇÃO DA PRÁTICA DESPORTIVA 8 EQUIPE MULTIDISCIPLINAR NO ESPORTE A busca pela atuação profissional no esporte tem crescido nos últimos anos. Atualmente, as equipes esportivas profissionais têm sofrido algumas alterações na estrutura do material humano que gerem todos os aspectos da preparação dos atletas. É agora que entra em jogo uma intervenção profissional multidisciplinar. Essa equipe multidisciplinar é composta, em sua maioria, por profissionais de educação física, fisioterapeutas, nutricionistas, médicos, psicólogos, entre outros. Até pouco tempo atrás, as comissões técnicas das equipes esportivas eram majoritariamente formadas por professores de educação física e atletas aposentados. No entanto, com a busca contínua pelo alto desempenho e resultados, tem-se ampliado o leque de profissionais envolvidos com o alto rendimento, cada um atendendo a sua especialidade e contribuindo para o alcance dos resultados. Segundo Guimares e Ciolac (2004, p. 660): Para potencializar os benefícios e a segurança da prática regular de atividade física, há a necessidade de prescrição individualizada e planejada de exercícios físicos para o desenvolvimento de capacidade cardiovascular, força, resistência muscular, e flexibilidade articular. Devem-se levar em conta as metas, necessidades, capacidades iniciais, a história clínica do paciente e as doenças associadas. Dessa forma, a articulação do conhecimento entre as especialidades auxilia para um melhor desempenho, pois promove a compreensão das emoções e do comportamento dos envolvidos na prática competitiva. Além de permitir que os atletas melhorem suas habilidades técnicas, uma equipe formada por vários profissionais de diversas áreas pode realizar pesquisas psicológicas sobre fatores que podem afetar o desempenho de um atleta. Neste ínterim, o Educador Físico (pelo seu conhecimento profissional da modalidade em todas as suas vertentes) contribui para o rendimento eficaz e eficiente do atleta, pois o seu conhecimento da modalidade permite-lhe desenvolver estratégias específicas de treino treinadas nas modalidades e habilidades do atleta (VIEIRA; STUCCHI, 2007). Isso enfatiza a necessidade de integração desses profissionais para que as equipes atléticas aprendam tarefas especializadas, contribuindo assim para o desenvolvimento dos atletas e, consequentemente, da equipe (LEONARDI et al. 2016). Nesse sentido, saber agir refere-se à alocação de ações e procedimentos necessários para os resultados desejados, portanto, é necessária a compreensão do atleta sobre sua própria integralidade. 8.1 Atuação da equipe multidisciplinar É preciso compreender o esporte como uma combinação de elementos que envolvem não apenas o atleta, mas também o torcedor, os profissionais responsáveis pelo treinamento e até mesmo os patrocinadores inseridos nesse contexto, além dos registros e desempenhos aludidos por todos os envolveu no fenômeno esportivo (RUBIO, 2004). Observa-se que o esporte possui uma estrutura organizacional complicada na qual é necessário um entendimento acurado de suas diversas vertentes. A fim de melhorar o desempenho nas competições, treinadores, técnicos e atletas aprendem técnicas para gerenciar o estresse da competição, gerenciar a atenção e aprimorar as habilidades físicas usando metodologias personalizadas com base no nível e requisitos de desempenho de um modo específico de jogo (RUBIO, 2007). Para atingir os objetivos em uma perspectiva mais ampla sobre o treinamento atlético, faz-se necessária uma breve análise a fim de propiciar uma relação entre as especificidades do treinamento. Nesse sentido, muitos comportamentos em um ambiente esportivo onde se espera o melhor desempenho de um atleta apresentam influência de fatores psicológicos e, consequentemente, impactam no desempenho (VIEIRA et al., 2008). Nesse contexto, o estudo de Minelli, Soriano e Fávaro (2009) sobre o papel do educador físico em equipes multidisciplinares destacou que os problemas da sociedade são tão complexos que nenhuma profissão poderia esperar resolvê-los efetivamente por conta própria. O trabalho em equipe na formação de atletas para o esporte de alto nível beneficia o preenchimento de lacunas em diversos domínios da vida humana, como social, físico, psicológico, entre outros. Pode-se dizer que a partir do momento em que são reconhecidamente tarefas específicas desempenhadas por um grupo profissional, é reconhecidamente outra especialidade, a fim de identificar a diferença entre ambas e distinguir com base em habilidades e conhecimentos únicos. Por exemplo, ao tentar abordar uma situação nova, os especialistas procurarão informações em um campo relacionado da ciência ou técnica para oferecer sua perspectiva. Dessa forma, cada profissão oferece uma solução para um problema de um ângulo único (MINELLI; SORIANO; FÁVARO, 2009). 8.2 Importância da equipe multidisciplinar no esporte A ciência do treinamento atlético enfatiza que a interação de vários fatores é o que leva à melhoria do desempenho de um atleta. Os fatores físicos, técnicos, táticos e psicológicos são, portanto, fatores que determinam e desempenham um papel em um bom desempenho atlético. Para o planejamento do treinamento atlético, também é fundamental considerar os horários de treinamento e evento a competir (NOCE; SIMIM, 2009). Por isso, ao criar uma estratégia, é fundamental avaliar as inúmeras variáveis que interferem no desempenho do atleta. É importante que educadores físicos, psicólogos e treinadores trabalhem juntos para escolher indivíduos que tenham as habilidades físicas e mentais necessárias para competições de alto nível. Isso porque a seleção de atletas que precisam ter um desempenho de alto nível exige o uso de diversos especialidades (BRANDT et al., 2014). Partindo dessa premissa de esforço de equipe, Montagner e Silva (2003) discutem a seleção de talentos no futebol por meio das “peneiras”, posicionando esse processo como pedagógico e metodológico que demanda tempo suficiente para ensinar, treinar e selecionar indivíduos que demonstrem superioridade nas qualidades necessárias para o esporte ao longo de vários anos e mediante várias fases. O estudo demonstrou a importância de equipes multidisciplinares trabalharem juntas, cada uma especializada em sua área, mas trabalhando em conjunto (professores de educação física, corpo técnico, profissionais médicos, nutricionistas,psicólogos e administradores esportivos), para produzir um processo de seleção que garante avanços e um aumento no desempenho atlético de alto nível. Rose Junior (2002) examinou entrevistas relacionadas a situações estressantes no basquete de alto rendimento e iniciou uma discussão sobre os fatores competitivos que afetam o desempenho dos competidores. Neste estudo, o autor enfatiza a importância de um treinamento composto por profissionais especializados para fornecer táticas baseadas em fatores individuais e contextuais. Conforme sugerido pelo autor, se esses focos foram segmentados, experimentaram fatores específicos como capacidade física, habilidade técnica, lesões, medo de decepcionar os outros e falta de resposta. Por sua vez, os fatores contextuais incluiriam coisas como envolvendo certos aspectos do jogo, punidos, técnicos, companheiros de equipe, treinamento inadequado etc. Noce e Samulski (2002) afirmam que os fatores pessoais são os que levam à maior vulnerabilidade em termos de resultados, e seguem explicando que no esporte observa-se com frequência que os atletas apresentam diversas formas de pressão (incluindo limitação de tempo, resultados e demandas de treinadores e companheiros de equipe, entre outros). Além disso, seu desempenho está relacionado à sua capacidade de atender às demandas dos atletas em termos de habilidade, precisão e regularidade. À luz dos requisitos acima mencionados, Pujals e Vieira (2002) destacam a importância e a eficácia de colaborar com muitos profissionais para alcançar o mais alto nível de remuneração. Como consequência, sabe-se que o resultado de um esporte depende tanto do treinamento físico quanto do psicológico, sendo que este último pode proporcionar ao atleta a capacidade de manter um estado emocional saudável que afetará positivamente seus resultados. Diante dos achados, pode-se constatar que atletas que recebem treinamento de profissionais de diversas especialidades apresentam melhores habilidades para lidar com o estresse esportivo, bem como diminuição significativa de lesões decorrentes de treinamentos extenuantes. Em seu livro, Marques e Oliveira (2002) mostram a ligação entre alto rendimento atlético e sucesso e o uso do conhecimento científico no desenvolvimento do atleta. Mostram que hoje apenas a preparação técnica, tática e física são insuficientes e uma abordagem muito mais abrangente é necessária uma infraestrutura que aborde outros fatores. Isso inclui a capacidade motora do atleta e o impacto de seu estado emocional no momento da exaustão. Desta forma, fica clara a necessidade de integração dos diversos conjuntos de habilidades dos diversos membros da equipe. Por esta crucial proximidade profissional, é possível clarificar fatores essenciais para a melhoria do desempenho e prever a manutenção do desempenho de um atleta, demonstrando uma tendência para a interdisciplinaridade na coexistência de vários domínios (VRETAROS, 2002). 8.3 Papel do Educador Físico O termo “Educador Físico” refere-se a um profissional especializado em atividades físicas em todas as suas manifestações, incluindo ginástica, atividades físicas, jogos, esportes competitivos, dança e muito mais. Seu objetivo é auxiliar no avanço da educação e saúde, auxiliando na aquisição de níveis adequados de desempenho e condição física (DIAS et al., 2007). De forma mais geral, podemos dizer que o papel do educador físico é direcionar os alunos para os exercícios mais adequados em cada situação, para que os alunos tenham certeza de que praticar exercícios trará benefícios à sua saúde. Além disso, esse profissional possui autonomia que inclui, entre outras coisas, a realização de ações e tarefas concluídas. Dessa forma, ele decide como escolher e programar as atividades, alcançando seu objetivo de promover o desenvolvimento do atleta para que sua saúde seja mantida ou melhorada (RODRIGUES; BUSTAMENTE; REIS, 2014). Reforçando o papel do educador físico, o artigo 3º da lei 9.696 de 1º de outubro de 1998 que regulamenta a profissão estabelece: compete ao educador físico coordenar, planejar, programar, supervisionar, motivar, dirigir, organizar, avaliar e realizar tarefas, programas, planos e projetos, bem como prestar serviços de auditoria, consultoria e avaliação, realizar treinamento especializado, participar de equipes multidisciplinares e interdisciplinares e desenvolver (BRASIL, 1998). Além da referida Lei, a Resolução do Conselho Federal de Educação Física (CONFEF) nº 46, de 18 de fevereiro de 2002, que dispõe sobre a atuação do Educador Físico, estabelece que a Finalidade Primária do Educador Físico é Prestar Serviços que Favoreçam o Desenvolvimento da Educação e Saúde, Contribuindo para a Capacitação e/ou Restabelecimento de Níveis Adequados de Desempenho e Condição Física dos Beneficiários. O seu conhecimento profissional, científico, técnico, educativo e etiológico favorece a intervenção adequada e eficaz nas diversas manifestações da atividade física. Roble, Moreira e Scagliusi (2012) discutem questões cruciais para a efetividade do educador físico no contexto esportivo. A entrada do profissional nesse campo implica a construção de um saber ou habilidade em que a competição direta com o adversários fomente mecanismos de tentativa e erro até que o resultado almejado seja alcançado. Ao fazê-lo, o profissional triangula seus objetivos a fim depara explorar melhor o potencial do atleta e, ao mesmo tempo, melhorar o desempenho do atleta e do treinador. Ao longo desta jornada, percebe-se que os maiores desafios enfrentados pelos atletas durante o treinamento são a falta de suporte técnico abrangente e frequente (treinadores, preparadores físicos, nutricionistas e outros), além da falta de planejamento e organização organizacional a longo prazo. Nesse contexto, o educador físico assume papel fundamental no desenvolvimento do atleta em todas as fases. Com a ajuda desse profissional, busca-se o objetivo ao qual se dedicam com intensidade (PERES; LOVISOLO,2006; VALLE, 2003). Desta forma, Ré, Rose Júnior e Bohme (2004) demonstraram de forma relevante a intuitiva entre a excelência do almejado e o conhecimento e experiência em um determinado domínio, perfeitamente dentro das capacidades físicas do educador. Tudo isso exige um trabalho árduo, meticulosamente planejado e organizado em treinamentos especializados visando aprimorar as capacidades físicas, técnicas, táticas e psicológicas de cada um para alcançar e manter resultados (SILVA, 2018). Além disso, é demonstrada a importância do trabalho do educador físico dentro do esporte, demonstrando seu impacto significativo no desenvolvimento pessoal do atleta, além de conhecer as principais táticas sugeridas pela ciência para desenvolver um programa de treinamento físico seguro e eficaz. 8.4 O Papel das diferentes áreas na equipe multidisciplinar Um dos fatores psicológicos que mais afetam o desempenho atlético é o estresse competitivo, pois os atletas estão sujeitos a uma variedade de competitivos e devem superar os obstáculos com vigor, mantendo a eficiência e a consistência de seu desempenho diante dos mais altos níveis de exigência física, técnica e tática (STEFANELLO, 2007). Surge, assim, uma necessidade de intervenção psicológica para remover algumas barreiras que obstruem diretamente o desempenho, como a expectativa de eficácia pessoal, registros a serem superados, excesso ou falta de confiança, etc. Esses obstáculos, frequentemente colocados pelo próprio atleta, podem impedir até mesmo o competidor mais talentoso de praticar todo o seu potencial em um esporte competitivo (SILVA, 2018). Desta forma, Peres e Lovisolo (2006) reconhecem a preparação psicológica para apoiar a motivada, regular os fatores emocionais, mediar as relações da equipa, entre outras coisas. Em contraste com a regulação subjetivadesse contexto, a psicologia enfatiza como o treinamento de um atleta afeta diretamente seu funcionamento, treino e desempenho diários, bem como sua capacidade de perseverar diante de obstáculos dentro e fora de seu esporte, minimizando, dentro do possível, os efeitos negativos da interferência emocional no desempenho. É importante ressaltar que os esportes de alto nível determinam padrões corporais que extrapolam barreiras de uma rotina de exercício comumente observada no dia a dia. Estas peculiaridades resultam em alterações musculoesqueléticas que estão associadas à eficiência do gesto desportivo, porém, a longo prazo, podem evoluir para processos mórbidos que limitam a prática de atividades físicas regulares. Isso destaca a importância do apoio do fisioterapeuta em situações de overtraining observadas em esportes de alto rendimento que provocam um processo de adaptação orgânica com efeitos deletérios na postura e alto potencial de desequilíbrio muscular (JUNIOR; PASTRE; MONTEIRO, 2004). Portanto, a importância do papel do fisioterapeuta dentro da equipe atlética multidisciplinar é revelada por meio de uma avaliação clínica e funcional do atleta. Esta avaliação é feita em conjunto com o treino para que os atletas e os respectivos treinadores podem ser orientados quanto a possíveis desequilíbrios musculares e ao desempenho biomecânico do esporte em questão, otimizando os resultados e prevenindo lesões. Na área médica relacionada com a atividade física, a atenção dos especialistas em medicina desportiva aliada ao apoio salvaguardado de outras especialidades médicas é fundamental para situações de maior complexidade. Os problemas de atenção primária e secundária são abordados por este especialista que, além da avaliação clínica, solicita os exames complementares e avaliações funcionais adequadas à situação. Após essas avaliações, cabe a esse setor realizar o acompanhamento desses indivíduos ao longo de suas sessões de treinamento (HERNANDEZ, 2012). Outro fator importante a ter em conta durante o treino é o acompanhamento do nutricionista. Lembrar que uma alimentação adequada é um aliado fundamental para melhorar o desempenho e a capacidade física e está diretamente relacionado com a ingestão equilibrada de nutrientes (ALMEIDA et al., 2009). Além de melhorar o desempenho, o nutricionista esportivo aposta na prevenção, pois há deficiências nos modelos dietéticos e de recuperação energética que prejudicam a tolerância ao exercício e trabalham em risco a saúde de quem pratica atividade física, podendo inclusive resultar em morte (CARVALHO; MARA, 2010). Assim, o acompanhamento nutricional torna-se fundamental no desempenho do atleta, visando reduzir lesões com alimentação adequada; reparação de depósitos de energia; prevenção da fadiga, entre outros. O nutricionista pode ainda prescrever suplementos nutricionais conforme a legislação em vigor sempre que necessário, bem como realizar atividades de educação nutricional e para a saúde. Apesar da importância do nutricionista na área esportiva, a atuação desse profissional ainda é baixa. A intervenção do professor de educação física é parte fundamental do treinamento atlético, pois é esse profissional que irá direcionar os exercícios mais específicos caso a caso. Além disso, possui um conhecimento específico da modalidade esportiva, auxiliando no treinamento e na reconstrução do desempenho atlético e do condicionamento físico. Colaborando para minimizar os efeitos do estresse do exercício, os psicólogos desempenham um papel no treinamento de um atleta e nos aspectos que afetam o desempenho, como superação, persistência e motivação. Os fisioterapeutas melhoram a qualidade do processo de reabilitação e, ainda, corrigem posturas potencialmente prejudiciais durante o exercício diário, atuando não só no tratamento de lesões, mas também na sua prevenção. A medicina esportiva pode fornecer suporte médico na atenção primária e em casos mais complexos. Também desempenha um papel preventivo, exigindo inspeções e outras avaliações necessárias. O nutricionista possibilita ao indivíduo atleta obter uma nutrição adequada, adaptada às suas circunstâncias específicas, subsidiar o aumento da sua capacidade física, melhorar a saúde promovendo o pleno funcionamento do corpo e melhorar o estado de saúde promovendo o pleno funcionamento do corpo. Recuperação após cada treino, redução do estresse e muito mais. Treinar um grupo requer um bom entendimento de todos os aspectos envolvidos, pois é uma estrutura complexa que requer um trabalho especializado de profissionais como médico, fisioterapeuta, nutricionista, psicólogo e professor de educação física. As vantagens do treinamento em conjunto com equipes multidisciplinares permitem o diagnóstico de pontos significativos em diferentes especialidades. Além disso, esses profissionais contribuem para o crescimento do rendimento esportivo (SILVA, 2018). REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ALMEIDA, C. et al. 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