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TRM
e 
LM
• extremidade superior: continuidade do encéfalo
• extremidade inferior: afilamento abrupto = cone 
medular
• segmento medular = segmento vertebral (até o 
3º mês do desenvolvimento fetal)
• após = coluna vertebral se alonga com maior 
rapidez em relação à ME
• substância branca X substância cinzenta
• raiz dorsal X raiz ventral
interior do canal vertebral 
extensão: forame magno (orifício na base do 
crânio – bulbo) disco intervertebral 
(entre a 1ª e 2ª vértebras lombares)
SENSORIAL
MOTOR
(C1 a C8) controlam a 
sensibilidade e o movimento da 
região cervical e dos membros 
superiores
(T1 a T12) controlam o tórax, 
abdome e parte dos membros 
superiores
(L1 a L5) estão relacionados 
com movimentos e sensibilidade 
dos membros inferiores
(S1 a S5) controlam parte dos 
membros inferiores, sensibilidade 
da região genital e funcionamento 
da bexiga e intestino
PINCEL= 
SENSIBILIDADE TÁTIL
AGULHA / ALFINETE= 
SENSIBILIDADE DOLOROSA
ALGODÃO= 
SENSIBILIDADE TÁTIL
ABAIXADOR DE LÍNGUA= 
SENSIBILIDADE DOLOROSA
VARIÁVEIS:
OLHOS VENDADOS
DERMÁTOMOS – AVALIAÇÃO SENSORIAL
DERMÁTOMOS
• C2= protuberância occipital
• C3= fossa supraclavicular
• C4= borda superior da articulação acromioclavicular
• C5= borda lateral da fossa cubital
• C6= polegar
• C7= dedo médio
• C8= dedo mínimo
• T1= borda medial da fossa cubital
• T2= ápice da axila
• T3= 3º espaço intercostal (EIC)
• T4= 4º EIC / mamilos
• T5= 5º EIC
• T6= 6º EIC / processo xifoide
• T7= 7º EIC
• T8= 8º EIC / últimas costelas fixas
• T9= 9º EIC
• T10= 10º EIC / cicatriz umbilical
• T11= 11º EIC
• T12= ponto médio do ligamento inguinal
• L1= 1/3 ântero-superior da coxa
• L2= 1/3 médio anterior da coxa
• L3= côndilo femural medial
• L4= maléolo medial
• L5= dorso do pé ao nível da 3ª articulação metatarsofalangeana
• S1= borda lateral do calcâneo
• S2= ponto médio da fossa poplítea
• S3= tuberosidade isquiática
• S4/S5= cavidade perianal
Nível Sensorial
• T2= normoestesia
• T3= hipoestesia
• T4= anestesia
• T5= hipoestesia
• T6= normoestesia
• T7= anestesia
• T8= anestesia
Último segmento preservado (=normoestesia)
MIÓTOMOS – AVALIAÇÃO MOTORA
MIÓTOMOS
• C4= DIAFRAGMA / DELTÓIDE
• C5= BÍCEPS BRAQUIAL
• C6= EXTENSOR RADIAL LONGO E CURTO DO CARPO
• C7= TRÍCEPS BRAQUIAL
• C8= FLEXORES PROFUNDOS DOS DEDOS
• T1= ABDUTORES DO DEDO MÍNIMO
• L2= ILIOPSOAS
• L3=QUADRÍCEPS
• L4= TIBIAL ANTERIOR
• L5= EXTENSOR LONGO DO HÁLUX
• S1= TRÍCEPS SURAL
Nível motor
• T8= 5
• T9= 3
• T10= 3
• T11=2
• T12=1
• L1= 3
• L2= 1
• L3= 0
• L4= 0
Último segmento com FM= 3, 4 ou 5, sendo 
que abaixo os graus de força deverão ser 
sempre menor que 3 (2, 1 ou 0).
LESÃO: 
✓ TU
✓ Infecções
✓ hérnias
TRAUMA: 
✓ acidentes automobilísticos 
e motociclísticos
✓ Mergulhos
✓ Esportes
✓ Quedas
✓ Ferimentos por bala de 
fogo
1ª FASE = CHOQUE MEDULAR
* Abolição do tônus e de todos os reflexos de 
integração medular abaixo do nível da lesão;
* Abolição da motricidade voluntária e 
sensibilidade a partir do nível da lesão;
* Alteração do controle das funções vesical, 
intestinal e sexual; e 
* Alterações autonômicas
2ª FASE = RETORNO DA ATIVIDADE MEDULAR 
REFLEXA
3ª FASE = AJUSTAMENTO
NÍVEL VERTEBRAL X NÍVEL MEDULAR
C2 – T10 + 2
T11 e T12 Lombar (L1, L2, L3, L4 e L5)
L1 – S5 Sacral (S1, S2, S3, S4 e S5)
Nível MEDULAR ? 
C2=
T4=
T10=
T12=
L2=
S4=
C4
T6
T12
LOMBAR
SACRAL
SACRAL
Nível VERTEBRAL ? 
C5=
T4=
T10=
T12=
L2=
S4=
C3
T2
T8
T10
L1 a S5
T11 / T12
ESCALA DE DEFICIÊNCIA DA ASIA
MODIFICADA DE FRANKEL
• A = completa; não há função motora ou sensitiva preservada nos segmentos sacros
S4-S5.
• B = incompleta; função sensitiva e ausência de função motora nos segmentos sacros.
• C = incompleta; função motora preservada abaixo do nível neurológico e a maioria dos
mm-chaves abaixo do nível neurológico tem FM com grau inferior a 3.
• D = incompleta; função motora preservada abaixo do nível neurológico e a maioria
dos mm-chaves abaixo do nível neurológico tem FM equivalente ou superior a 3.
• E = normal; funções sensitivas e motoras preservadas.
COMPLICAÇÕES DAS LESÕES MEDULARES
• DISREFLEXIA AUTONÔMICA:
Acontece em lesões acima de T6; síndrome aguda da homeostase autonômica
desordenada
• HIPOTENSÃO POSTURAL
• DOR
• TVP
COMPLICAÇÕES DAS LESÕES MEDULARES
• DEFORMIDADES
• OSTEOPOROSE / HIPERCALCEMIA / FRATURAS
• FORMAÇÃO DE OSSO ECTÓPICO / HETEROTÓPICO
• ALTERAÇÕES CÁRDIO-RESPIRATÓRIAS
• ESCARAS / ÚLCERAS DE PRESSÃO
ESCARAS / 
ÚLCERAS DE 
DECÚBITO
BEXIGA NEUROGÊNICA
* lesão de motoneurônio superior reflexa
não-inibida 
* lesão de motoneurônio inferior flácida
DISFUNÇÕES INTESTINAIS
*Ocorre diminuição do peristaltismo acompanhada de 
tendência a retenção fecal. Paciente incentivado a usar 
laxante. Orientado a ter uma boa dieta.
DISFUNÇÕES SEXUAIS
• MULHER – sem interferência
• HOMEM - ejaculação
ereção reflexogênica
psicogênica
lesão na medula lombossacral (centro 
parassimpático) apresentarão a ereção 
psicogênica, a qual tem origem por estímulos 
visuais, auditivos, sentimentos ou fantasias, e 
pode ser menos rígida e manter-se por menos 
tempo que a ereção reflexa
lesão entre T2 e S2 apresentarão os centros 
simpático e parassimpático preservados, tendo 
assim a ereção psicogênica e reflexa, a qual se 
origina por estímulo sensorial e mantém-se pela 
tumescência peniana por tempo insatisfatório
Reabilitação

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