Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

28 Leia a definição de sujeito apresentada por Cegalla, em
sua Novíssima gramática da língua portuguesa, 22ed.:
Sujeito é o ser de quem se diz alguma coisa.
I. Dor de cabeça eu curo com uma boa noite de sono.
II. Cabe pouca roupa no meu armário.
III. Não se constroem edifícios de qualidade neste país.
IV. Sempre falta água no prédio ao lado.
V. Não há mulheres como antigamente.
Os itens cujos termos destacados estão de acordo
com a denição proposta para sujeito, embora não
exerçam tal função na sentença, são:
A I e II.
B I e V.
C II e IV.
 III e IV.
E IV e V.
29 FMPA “Quando me procurar o desencanto, eu direi,
sereno e confiante, que a vida não foi de todo inútil.”
O sujeito de “procurar” é:
A indeterminado.
B eu (elíptico).
C o desencanto.
 me.
E inexistente.
O texto a seguir refere-se às questões 30 e 31.
Toda a humanidade estaria condenada à morte se houvesse
um tribunal para os crimes imaginários.
Paulo Bonfim.
30 FEI Qual o sujeito da primeira oração?
31 FEI Qual o sujeito da segunda oração?
32 FMU Na oração “Mas uma diferença houve”, o sujeito é:
A agente.
B indeterminado.
C paciente.
 inexistente.
E oculto.
33 FMU Ouviram do Ipiranga as margens plácidas de um
povo heroico o brado retumbante [...]
O sujeito da armação com que se inicia o Hino Na-
cional é:
A indeterminado.
B um povo heroico.
C as margens plácidas do Ipiranga.
 do Ipiranga.
E o brado retumbante.
34 Fesp Em “Retira-te, criatura ávida de vingança”, o
sujeito é:
A te.
B inexistente.
C oculto determinado.
 criatura.
E n.d.a.
35 IFBA 2017 Para responder à questão, leia o fragmen-
to, abaixo, extraído do poema “Quilombos”, do poeta
baiano José Carlos Limeira.
“Te vejo meu povo feliz
Teu sonho querendo sentir
Se Palmares ainda vivesse
Pra Palmares teria que ir
Você já pensou se Domingos Jorge Velho e sua malta
Não houvessem tido tanta sorte?
Já pensou naquele país da Serra da Barriga?
Sei que talvez não,
É difícil imaginar uma terra (...)
Onde não fosse possível ver
Criancinhas
De dez, oito, seis anos
Voltando às quatro da manhã
Depois de vender chicletes e o último resquício de dignidade
Nos cruzamentos da cidade.
(...)
Por menos que conte a história
Não te esqueço meu povo
Se Palmares não vive mais
Faremos Palmares de novo.”
LIMEIRA, José Carlos; SEMOG, Éle. Atabaques. Rio de Janeiro:
Ed. dos Autores, 1983.
A análise dos versos: “Se Palmares não vive mais/
Faremos Palmares de novo.” permite armar correta-
mente que:
A na segunda oração, a ausência de um sujeito explí-
cito indica a indeterminação do mesmo.
B a primeira oração exerce função de sujeito em re-
lação à segunda.
C tanto na primeira quanto na segunda oração, o su-
jeito é composto.
 o termo “faremos” sugere que há um sujeito implí-
cito na oração.
36 Grife o sujeito, circule o núcleo e classifique o sujeito
em: simples, composto, oculto e indeterminado.
a) A descoberta do fogo trouxe outras invenções.
b) Deixaram um bilhete para você.
c) Pedrinho ficou pensativo e depois respondeu.
d) Narizinho e Emília eram inseparáveis.
37 No trecho:
O reciclamento desse lixo limpo, que é constituído
de metal, vidro, plástico e papel, se não representa uma
solução definitiva para o problema do lixo urbano, é, no
entanto, o melhor caminho para uma mudança de com-
portamento da população.
O sujeito dos verbos de ligação em destaque são, res-
pectivamente:
A pronome relativo que – solução definitiva.
B o reciclamento desse lixo limpo – mudança de
comportamento.
C a conjunção integrante que – solução definitiva.
 o pronome relativo que – ele (o reciclamento desse
lixo limpo).
E o lixo limpo – o melhor caminho.
LÍNGUA PORTUGUESA Capítulo 3 Sujeito e predicado130
38 Assinale o item em que o sujeito foi incorretamente
analisado.
A Decorreram alguns minutos de estranho silêncio.
(determinado simples)
B Só me restam poucas economias. (indeterminado)
C Meus amigos e eu viemos auxiliá-lo. (determinado
composto)
 Ainda está fazendo muito frio. (oração sem sujeito)
E Volte cedo! (elíptico)
39 Ibmec O período em que há uma oração sem sujeito é:
A Embarcaríamos, ainda que a ventania aumentasse.
B Caso ocorram ventos fortes, suspenderemos o em-
barque.
C Se ventar, não teremos como embarcar.
 Chegam do sul, com a chuva, os ventos que impe-
dem o embarque.
E A ventania ameaçava o nosso embarque, mas, en-
fim, moderou.
40 UEL Até ontem, já duas mil pes-
soas desabrigadas em todo o estado, e muitas mais
 se as chu-
vas torrenciais.
A existiam; haverá; continuar
B existiam; haverão; continuarem
C existia; haverá; continuar
 existia; haverão; continuarem
E existiam; haverá; continuarem
41 UEPG Só num caso a oração é sem sujeito. Assinale-a.
A Faltavam três dias para o batismo.
B Houve por improcedente a reclamação do aluno.
C Só me resta uma esperança.
 Havia tempo suficiente para as comemorações.
E n.d.a.
A reiteração de uma estrutura sintática recebe o nome de paralelismo
sintático. Veja como ocorre nos exemplos a seguir.
[...]
A franja da encosta cor de laranja Capim rosa-chá
O mel desses olhos luz, mel de cor ímpar
O ouro ainda não bem verde da serra
A prata do trem
[...]
Caetano Veloso. “Trem das cores”. Intérprete: Caetano
Veloso. In: Cores, nomes. Polygram, 1982. 3a faixa.
J
u
s
b
e
n
/M
o
rg
u
e
fi
le
A reiteração de frases nominais (sem verbo) possibilita o
emprego de uma linguagem fragmentada, sem nexos lógicos
(sem conectivos) que ligam um verso ao outro; esse procedi-
mento aproxima-se da linguagem cinematográfica: há uma
câmara registrando a paisagem e o próprio trem. O paralelis-
mo, portanto, possui efeito estilístico e contribui para o ritmo.
[...]
Essa onda que tu tira
Qual é?
Essa marra que tu tem
Qual é?
Tira onda com ninguém
Qual é?
Qual é neguinho?
Qual é?
[...]
 Marcelo D2. “Qual é”. Intérprete: Marcelo D2.
In: À procura da batida perfeita. Sony/BMG, 2003. 11a faixa.
O paralelismo sintático está ligado ao nível do conteúdo,
já que é por meio da repetição que o emissor questiona o
interlocutor, repetição que é extraída da própria realidade;
na briga de malandros, a expressão “qual é?” é signo de
valentia.
[...]
Seu padre, toca o sino
Que é pra todo mundo saber
Que a noite é criança, que o samba é menino
Que a dor é tão velha que pode morrer
Olê, olê, olê, olá
[...]
Chico Buarque. “Olé, olá”. Intérprete: Chico Buarque.
In: Chico Buarque de Hollanda. 1966. 10a faixa.
A reiteração da oração subordinada substantiva obje-
tiva direta (que...) tem como propósito enfatizar, destacar a
informação que cada oração traz (... a noite é criança, ... o
samba é menino, ... a dor é tão velha).
eTextos complementares
F
R
E
N
T
E
 1
131
y Tipos de sujeito
Determinado
O sujeito é determinado quando pode ser identificado na frase, por meio de seu(s) núcleo(s) ou por meio de uma elipse (quando se oculta a palavra,
porque ela está subentendida no contexto ou implícita na terminação do verbo).
– Sujeito determinado simples
Quando há um só núcleo sintático, representado por um substantivo, pronome ou numeral (no singular ou no plural).
Os presidenciais debateram, eles se ofenderam, os dois foram analisados.
– Sujeito determinado composto
Quando há dois ou mais núcleos sintáticos, representados por substantivos, pronomes ou numerais (no singular ou no plural).
Lula e o ex-governador argumentaram de forma diferente.
– Sujeito determinado elíptico ou implícito na desinência verbal (oculto)
Quando o sujeito foi oculto por estar expresso anteriormente ou por estar implícito na desinência verbal.
Somos alienados? Os ricos e os pobres os são?
Há muitos ricos e muitos pobres... não igualemos.
Indeterminado
O sujeito indeterminado ocorre quando o verbo não se refere a uma pessoa determinada, ou por se desconhecer quem pratica a ação, ou ainda por não
haver interesse no seu conhecimento. O sujeito indeterminado pode apresentar-se na terceira pessoa do plural ou na terceira pessoa do singular, com
emprego do “se”, índice de indeterminação do sujeito.
Com verbo na terceira pessoa do singulare com o índice de indeterminação do sujeito (se):
Necessita-se de água.
Com verbo na terceira pessoa do plural, sem o índice de indeterminação do sujeito (se):
Necessitam de água.
Inexistente (oração sem sujeito)
Neste tipo de estrutura sintática, a exemplo do sujeito elíptico e do sujeito indeterminado, há apenas o predicado; a diferença é que, ao contrário dos
dois primeiros, não há quem faça a ação. Os principais casos:
a) verbos ou expressões que denotam fenômeno da natureza e indicação de tempo em geral.
Faz calor, meu bem? Podemos sair?
Chove, amor!
b) com os verbos “haver” e “fazer” no sentido de tempo decorrido (impessoais).
Aliás, faz 10 minutos que chove.
Há pouco não chovia, que chato!
c) com o verbo “haver” no sentido de existir, acontecer, ocorrer (impessoal).
Amor, há tantas outras coisas a fazer...
Em linguagem coloquial e em certos textos literários, é comum o emprego do verbo “ter” com o sentido de existir. Para muitos gramáticos, todavia, o uso
deve ser evitado em linguagem culta.
Tem tanto museu bonito...
Resumindo
Quer saber mais?
Música
y Hermeto Pascoal. Chimarrão com rapadura.
Artes plásticas
y Lygia Clark.
Livros
y Eurípedes. As bacantes. São Paulo: Hedra, 2010.
y PIVA, Roberto. “20 poemas com brócolis”. In: PÉCORA, Alcir (Org.).
Mala na mão & asas pretas. São Paulo: Globo, 1981 (Obras reunidas).
Filme
y Platoon. Direção: Oliver Stone, 1986.
LÍNGUA PORTUGUESA Capítulo 3 Sujeito e predicado132

Mais conteúdos dessa disciplina