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F R E N T E 3 277 13 Cesgranrio Um corpo suspenso a uma mola helicoidal alonga-se 12 cm. Corta-se a mola no meio e suspen- de-se o corpo ao conjunto das duas metades. Cada uma dessas duas metades acha-se alongada em: A 3,0 cm B 9,5 cm C 24 cm D 6,0 cm E 12 cm 14 ITA Com duas molas de massa desprezível e cons tantes k1 e k2 e um corpo de massa M, monta-se o sistema indicado pela figura a e verifica-se que a mas- sa M oscila com um período T1. Em seguida, monta-se o sistema indicado pela figura b e verifica-se que a massa M oscila com um período T2. k 1 k 2 M k 1 k 2 M Fig. a Fig. b Pode se armar que: A T1 = T2, quaisquer que sejam os valores de k1 e k2. B T1 = T2, se k1 = k2 C T1 < T2 D T1 > T2 E T1 = 2T2, se k1 = 2k2 15 IME Um bloco de peso W é ligado a duas molas iguais, segundo as disposições mostradas nas figuras a e b. As molas têm constante elástica k e peso desprezível. O bloco pode deslocar-se verticalmente sem atrito. Determine a relação entre as velocidades máximas que ocorrem em cada caso. k k k k W W a b 16 Unesp 2016 Em um parque de diversões, existe uma atração na qual o participante tenta acertar bolas de borracha na boca da figura de um palhaço que, pre sa a uma mola ideal, oscila em movimento harmônico simples entre os pontos extremos A e E, passando por B, C e D, de modo que em C, ponto médio do seg- mento AE, a mola apresenta seu comprimento natural, sem deformação. Uma pessoa, ao fazer suas tentativas, acertou a pri- meira bola quando a boca passou por uma posição em que o módulo de sua aceleração é máximo e acer- tou a segunda bola quando a boca passou por uma posição onde o módulo de sua velocidade é máximo. Dos pontos indicados na gura, essas duas bolas podem ter acertado a boca da gura do palhaço, res- pectivamente, nos pontos A A e C. B B e E. C C e D. D E e B. E B e C. 17 Uma mola uniforme, cujo comprimento de repouso é L, tem uma constante de força k. A mola é cortada em duas partes com comprimentos de repouso L1 e L2, com L1 = nL2. Quais as correspondentes constantes de força k1 e k2 em termos de n e k? 18 ITA Um sistema massa-mola é constituído por molas de constantes k1 e k2, respectivamente, barras de massas desprezíveis e um corpo de massa m, como mostrado na figura. Determine a frequência desse sistema. FÍSICA Capítulo 11 Movimentos periódicos oscilatórios278 k 2 k 2 k 1 k 1 m k 2 19 ITA Considere um oscilador harmônico simples com- posto de uma mola de constante elástica k, tendo uma extremidade fixada e a outra acoplada a uma partícula de massa m. O oscilador gira num plano ho- rizontal com velocidade angular constante w em torno da extremidade fixa, mantendo-se apenas na direção radial, conforme mostra a figura. k m R ω Considerando R0 a posição de equilíbrio do oscilador para w = 0, pode-se armar que: A o movimento é harmônico simples para qualquer que seja velocidade angular w. B o ponto de equilíbrio é deslocado para R < R0. C a frequência do MHS cresce em relação ao caso de w = 0. D o quadrado da frequência do MHS depende linear mente do quadrado da velocidade angular. E se a partícula tiver carga, um campo magnético na direção do eixo de rotação só poderá aumentar a frequência do MHS. 20 Univás A aceleração da gravidade na Lua é cerca de 6 vezes menor do que na Terra. A razão entre os perío- dos de oscilações de um mesmo pêndulo simples, na Lua e na Terra, é cerca de: A 6 B 6 2 C 2 6 D 6 E depende do compri- mento do pêndulo. 21 ITA Certo pêndulo simples, de comprimento igual a L e massa igual a m, oscila com período igual a T. Saben- do-se que o fio do pêndulo é inextensível e passa por uma pequena polia, sem atrito, podendo ser alongan- do ou encurtado, pode-se afirmar que: A encurtando-se o fio do pêndulo, o período do pên- dulo aumentará; B alongando-se o fio do pêndulo, o período do pên- dulo aumentará. C mantendo-se constante o comprimento do fio e au- mentando-se a massam do pêndulo, o seu período aumentará. D aumentando-se ou diminuindo-se o comprimento do fio, porém mantendo-se a massa m do pêndulo constante, o seu período permanecerá constante e igual ao inicial. E n.d.a. 22 Fuvest O pêndulo de Foucault popularizado pela fa mosa obra de Umberto Eco consistia de uma esfera de 28 kg, pendurada na cúpula do Panthéon de Paris por um fio de 64 m de comprimento. Sabe se que o período T de oscilação de um pêndulo simples é rela cionado com o seu comprimento e com a aceleração da gravidade g pela seguinte expressão: (Adote g = 10 m/s 2 e 10 = p ) T 2 g = p a) Qual o período de oscilação do pêndulo de Fou- cault? Despreze as frações de segundos. b) O que aconteceria com o período desse pêndulo se dobrássemos a sua massa? 23 Unicamp Um pêndulo simples, que executa um mo- vimento harmônico simples num ambiente escuro, é iluminado por um holofote estroboscópico. Dado: g = 10 m/s 2 . a) Sendo = 0,4 m o comprimento do pêndulo, cal cule a frequência de suas oscilações. b) Qual deve ser a frequência máxima do estrobos cópio para que esse pêndulo pareça estar parado na posição vertical? 24 USP Na figura abaixo, está representado um pêndulo simples de período igual a T. Colocando-se um pre- go (P) na posição indicada, o pêndulo, na máxima elongação para a esquerda, fica com a configuração indicada pela linha pontilhada, voltando, depois, à sua configuração inicial. 30 cm = 40 cm P F R E N T E 3 279 Qual é o período de oscilação desse sistema? A 4T 3 B 3T 2 C 3T 4 D 2T 3 E 2T 25 ITA Dois pêndulos simples, respectivamente de massas m1 e m2 e comprimentos 1 e 2, são simul taneamente abandonados para pôr-se em oscilação. Constata-se que a cada quatro ciclos do primeiro a situação inicial é restabelecida identicamente Nessas condições, pode-se afirmar que necessariamente: A o pêndulo 2 deve oscilar mais rapidamente que o pêndulo 1 B o pêndulo 2 deve oscilar mais lentamente que o pêndulo 1 C 8 / 1 2 é um número inteiro. D 6 / 1 2 é um número inteiro. E m1 1 = 2m2 2. 26 ITA Dois pêndulos simples, P1 e P2, de comprimentos L1 e L2, estão indicados na figura. Determine L2 em função de L1 para que a situação indicada se repita a cada 5 oscilações completas de P1 e 3 oscilações completas de P2. L 1 P 1 P 2 L 2 27 UEPG 2018 Um pêndulo é constituído por uma esfera de massa igual a 100 g, presa a um fio ideal, de mas- sa desprezível, com um comprimento de 1 m. A esfera é inicialmente afastada de um pequeno ângulo até uma al- tura h, em relação ao ponto de equilíbrio. Considerando que devido ao atrito com o ar, a cada oscilação o valor da altura máxima atingida pela esfera é 81% da altura máxima da oscilação anterior, assinale o que for correto. 01 A força de atrito com o ar depende do tamanho da esfera. 02 A cada oscilação, a amplitude do movimento de oscilação da esfera diminui. 04 Enquanto a esfera estiver oscilando, o período de oscilação da esfera permanece inalterado. 08 A cada oscilação, a velocidade máxima atingida pela esfera vale 90% da anterior. 16 Considerando que a força de atrito com o ar é diretamente proporcional à velocidade da esfera, essa força terá seu valor máximo no ponto mais baixo da trajetória. Soma: 28 Um pêndulo simples de comprimento é preso ao teto de um elevador, como mostra a figura. g Sendo g o módulo do campo gravitacional no local, analise as armações a seguir. I. Se o elevador permanecer em repouso ou mo- ver-se de forma retilínea e uniforme, o período de oscilação do pêndulo será: T 2 /g= p II. Se o elevador mover-se com aceleração de mó- dulo a dirigida para cima, o período de oscilação do pêndulo será: T 2 (g a)= p + III Se o elevador mover-se com aceleração de mó dulo a dirigida para baixo (a < g), o período de oscilação será: T 2 (g a)= p - IV. Se o elevador estiver em queda livre, o pêndulo não oscilará. É(são) correta(s): A todas. B apenas II e III. C apenas IV. D apenas I. E apenas I, II e III. 29 USP Um bloco é preso a uma mola de massa desprezí-vel e executa movimento harmônico simples, sem atrito com o solo horizontal. A energia potencial do sistema é zero na posição de elongação nula e pode assumir valor máximo de 60 joules durante o movimento. Quando a elongação é metade do valor da amplitude, a energia cinética do bloco, em joules, é: A 15 B 20 C 30 D 40 E 45 FÍSICA Capítulo 11 Movimentos periódicos oscilatórios280 30 ITA Uma partícula de massa m realiza um movimento harmônico simples de amplitude A, em torno da po- sição de equilíbrio 0. Considerando nula a energia potencial para a partícula em 0, calcular a elongação para a qual a energia cinética é igual ao dobro da energia potencial. A x A 2 = ± B x A 2 = ± C x A 3 = ± D x A 3 = ± E x A 4 = ± 31 UFU Uma partícula oscila, ligada a uma mola leve, exe- cutando movimento harmônico simples de amplitude 2,0 m. O diagrama seguinte representa a variação de energia potencial elástica Ep, acumulada na mola, em função da elongação da partícula (x). x (m)0−2,0 +2,0 4,0 E p (103J) Pode-se armar que a energia cinética da partícula no ponto de elongação x = 1,0 m, vale: A 3,0 ⋅ 103 J B 2,0 ⋅ 103 J C 1,5 ⋅ 103 J D 1,0 ⋅ 103 J E 5,0 ⋅ 102 J 32 AFA 2020 O gráfico da energia potencial (Ep) de uma dada partícula em função de sua posição x é apresen- tado na figura abaixo. Quando a partícula é colocada com velocidade nula nas posições x1, x2, x3, x4 e x5, esta permanece em repouso de acordo com a 1a Lei de Newton. Conside rando essas informações, caso haja uma perturbação sobre a partícula, ela poderá oscilar em movimento harmônico simples em torno das posições A x1 e x5 B x2 e x3 C x2 e x4 D x3 e x5