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Teoria e Questões comentadas 
 Prof. Lucas Salvetti 
 
 
 
Prof. Lucas Salvetti 1 de 150 
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Matéria: Auditoria 
Professor: Lucas Salvetti 
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Teoria e Questões comentadas 
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Sumário 
1- Fraudes e a Responsabilidade do Auditor 3 
1.1- Característica de fraudes 4 
1.2- Responsabilidade pela prevenção e detecção de fraude 8 
1.3- Discussão entre a equipe de trabalho 9 
1.4- Procedimentos de avaliação de riscos e atividades relacionadas 9 
1.5- Identificação e avaliação dos riscos de distorção relevante decorrente de fraude 11 
1.6- Respostas aos riscos avaliados de distorção relevante decorrente de fraude 12 
1.7- Avaliação da evidência de auditoria 14 
1.8- Auditor sem condições de continuar o trabalho 15 
1.9- Representações da administração 16 
1.10- Comunicações à administração e aos responsáveis pela governança 18 
1.11- Comunicações às autoridades reguladoras e de controle 21 
2- Planejamento da Auditoria de Demonstrações Contábeis 21 
2.1- Papel e oportunidade do planejamento 22 
2.2- Envolvimento de membros-chave da equipe de trabalho 24 
2.3- Atividades preliminares do trabalho de auditoria 24 
2.4- Atividades de planejamento 25 
2.5- Documentação 27 
2.6- Considerações adicionais em auditoria inicial 28 
3- Questões comentadas 30 
3.1- Fraude e Erro 30 
3.2- Planejamento 77 
4- Lista de Exercícios (todos da aula) 103 
4.1- Ao longo da Teoria 103 
4.2- Fraude e Erro 108 
4.3- Planejamento 135 
5- Gabarito 149 
6- Referencial Bibliográfico 150 
Aula – Fraude e Erro, Planejamento 
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Pessoal, para iniciar, é preciso ter claro na mente dos senhores de que a 
Fraude é o ato intencional de um ou mais indivíduos da administração, dos 
responsáveis pela governança, empregados ou terceiros, que envolva dolo para 
obtenção de vantagem injusta ou ilegal. Por isto, os objetivos do auditor com 
relação à fraude são: 
 
1- (FBC - Bach (CFC)/1º Exame de Suficiência/2014) De 
acordo com a NBC TA 240 – Responsabilidade do Auditor em Relação à Fraude no 
Contexto da Auditoria de Demonstrações Contábeis, julgue os itens abaixo e, em 
seguida, assinale a opção CORRETA. 
I. É objetivo do auditor identificar e avaliar os riscos de distorção relevantes nas 
demonstrações contábeis decorrentes de fraudes. 
II. É objetivo do auditor obter evidências de auditoria suficientes e apropriadas 
sobre os riscos identificados de distorção relevante decorrente de fraude, por meio 
da definição e implantação de respostas apropriadas. 
III. É objetivo do auditor responder adequadamente face à fraude ou à suspeita de 
fraudes identificada durante a auditoria. 
Estão certos os itens: 
a) I, II e III. 
b) I e II, apenas. 
c) I e III, apenas. 
d) II e III, apenas. 
Objetivos do
auditor 
(com relação a 
fraude)
identificar e avaliar os riscos de distorção 
relevante nas demonstrações contábeis 
decorrentes de fraude
obter evidências de auditoria suficientes e 
apropriadas sobre os riscos identificados de 
distorção relevante decorrente de fraude
responder adequadamente face à fraude ou à 
suspeita de fraudes identificada durante a auditoria
1- Fraudes e a Responsabilidade do Auditor 
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Resolução: Item I, II e III – Corretos, sendo transcrições praticamente literais 
do item 10 da NBC TA 240. 
Gabarito 1: A 
2- (FCC / AFTE-PE / 2014) – Um cliente pagou uma 
duplicata da Companhia Distribuidora de Novelas de Pernambuco, no total de R$ 
88.500,00, sendo que R$ 3.500,00 referiam-se a juros e multas por atraso. A 
auditoria interna constatou que, por desconhecimento das normas contábeis, por 
parte do responsável pelos registros contábeis, os encargos referentes ao atraso 
não foram contabilizados como receitas. Com relação às normas de auditoria 
interna, este fato caracteriza: 
(A) fraude. 
(B) apropriação de ativos. 
(C) erro. 
(D) omissão de receita. 
(E) redução de lucros. 
Comentários: 
Veja que o ato em si “não contabilização como receita” foi feita por 
“desconhecimento”, portanto, não intencional. Logo, não poderia ser fraude, 
sendo apenas um erro. 
Gabarito 2: C. 
 
 
As distorções nas demonstrações contábeis podem originar-se de fraude ou 
erro. O fator distintivo entre fraude e erro está no fato de ser intencional ou 
não intencional a ação subjacente que resulta em distorção nas demonstrações 
contábeis. O auditor está preocupado com a fraude que causa distorção relevante 
nas demonstrações contábeis. 
 
Intencional?
Sim Fraude
Não Erro
1.1- Característica de fraudes 
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3- (FCC - AJ TRT23 / Administrativa / Contabilidade / 
2016) Nos termos da NBC TA 240, para efeito das normas de auditoria, o auditor 
deve se preocupar com a fraude 
a) relacionada à constituição societária da entidade auditada. 
b) que causa distorção relevante nas demonstrações contábeis. 
c) sujeita às penas previstas na Constituição Federal. 
d) que configura improbidade administrativa. 
e) que possa configurar lavagem de dinheiro. 
Resolução: Qual o objetivo do auditor? Emitir opinião sobre a adequação das 
demonstrações contábeis.. logo, a sua preocupação no que diz respeito à fraude 
deve ser em possível DISTORÇÃO relevante que ela possa gerar, que afetará o seu 
objetivo. É como afirma o item 3 da NBC TA 240. 
Gabarito 3: B. 
 
 Dois tipos de distorções intencionais são pertinentes para o auditor: 
 
 
 
 Apesar de o auditor poder suspeitar ou, em raros casos, identificar a 
ocorrência de fraude, ele não estabelece juridicamente se realmente ocorreu 
fraude. 
 
 
 
 
 
Distorções 
intencionais
Informações contábeis 
fraudulentas
Apropriação indébita de 
ativos
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 Informações contábeis fraudulentas podem decorrer do seguinte: 
 
Muitas vezes as informações contábeis fraudulentas envolvem a burla pela 
administração de controles que aparentemente estão funcionando com eficácia. A 
administração pode perpetrar fraude burlando controles INTENCIONALMENTE por 
meio de técnicas que camuflam e dificultam a detecção da fraude. 
 
 A apropriação indevida de ativos envolve o roubo de ativos da entidade 
e, muitas vezes, é perpetrada por empregados em valores relativamente pequenos 
e irrelevantes. Entretanto, também pode envolver a administração, que geralmente 
tem mais possibilidades de disfarçar ou ocultar a apropriação indevida, de forma 
difícil de detectar (através de registros ou documentos falsos ou enganosos). 
 
 
4- (FGV / AFRE-RJ / 2011 - adaptada) Tendo em vista o 
que prevê o Conselho Federal de Contabilidade, julgue a seguinte afirmação: 
O CFC, quando trata da responsabilidade do auditor no contexto da auditoria de 
demonstrações, explicita que o auditor se preocupa com a fraude que causa 
distorção relevante. Dois tipos de distorções intencionais são pertinentes para o 
auditor: (1) distorções decorrentes de informações contábeis fraudulentas e (2) da 
apropriação indébita de ativos. 
Resolução: 
Informações 
Contábeis 
Fraudulentas
Manipulação, falsificação ou alteração de registros 
contábeis ou documentos comprobatórios
Mentira ou omissão intencional nas demonstrações 
contábeis de eventos, operações ou outras 
informações significativas.
Aplicação incorreta intencional dos princípios 
contábeis relativos a valores, classificação, forma de 
apresentação ou divulgação.
Envolvendo
Funcionários
Apropriação de ativos de 
valores pequenos e 
irrelevantes
Administração
Consegue disfarçar ou 
ocultar a apropriaçãoC
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De acordo com o item 3 da NBC TA 240, temos que: 
"Embora a fraude constitua um conceito jurídico amplo, para efeitos das 
normas de auditoria, o auditor está preocupado com a fraude que causa 
distorção relevante nas demonstrações contábeis. Dois tipos de distorções 
intencionais são pertinentes para o auditor - distorções decorrentes de 
informações contábeis fraudulentas e da apropriação indébita de ativos". 
Gabarito 4: V. 
5- (FBC - Bach (CFC)/2º Exame de Suficiência /2015) 
De acordo com a NBC TA 240 – Responsabilidade do Auditor em Relação a Fraude 
no Contexto da Auditoria de Demonstrações Contábeis, NÃO constitui aspecto do 
qual decorre informação contábil fraudulenta: 
a) a aplicação incorreta intencional dos princípios contábeis relativos a valores, 
classificação, forma de apresentação ou divulgação. 
b) a manipulação, falsificação ou alteração de registros contábeis que serviram de 
base à elaboração de demonstrações contábeis. 
c) a mentira ou omissão intencional nas demonstrações contábeis de eventos, 
operações ou outras informações significativas. 
d) a utilização não intencional de processos matemáticos imprecisos para a 
realização de estimativas relacionadas a ajustes contábeis. 
Resolução: Conforme item A3 da NBC TA 240: 
“A3. Informações contábeis fraudulentas podem decorrer do seguinte: 
• Manipulação, falsificação (inclusive de assinatura) ou alteração de 
registros contábeis ou documentos comprobatórios que serviram de base 
à elaboração de demonstrações contábeis. 
• Mentira ou omissão intencional nas demonstrações contábeis de 
eventos, operações ou outras informações significativas. 
• Aplicação incorreta intencional dos princípios contábeis relativos a 
valores, classificação, forma de apresentação ou divulgação. 
Vale lembrar que FRAUDE = ATO intencional, portanto, o único que não descreve 
isto é a alternativa D, conforme diz: “utilização não intencional...” 
Gabarito 5: D. 
 
 
 
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 A maior pegadinha clássica e básica cobrada pelas bancas examinadoras 
sobre fraude está relacionada com a responsabilidade pela prevenção e detecção 
das fraudes. 
 
A principal responsabilidade pela prevenção e detecção da fraude é dos 
responsáveis pela governança da entidade e da sua administração. 
 
O auditor que realiza auditoria de acordo com as normas de auditoria é 
responsável por obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis, 
como um todo, não contêm distorções relevantes, causadas por fraude ou erro. 
O risco de não ser detectada uma distorção relevante decorrente de fraude 
é mais alto do que o risco de não ser detectada uma distorção decorrente de erro. 
Isso porque a fraude pode envolver esquemas sofisticados e cuidadosamente 
organizados, destinados a ocultá-la, tais como falsificação, omissão deliberada no 
registro de operações ou prestação intencional de falsas representações ao auditor. 
6- (FCC / AFTE-PE / 2014 - ADAPTADA) – Considere: 
Item V. É um dos objetivos da auditoria independente a prevenção de fraudes e 
erros. 
Resolução: De acordo com o item 4 da NBC TA 240, "a principal responsabilidade 
pela prevenção e detecção da fraude é dos responsáveis pela governança da 
entidade e da sua administração". 
Gabarito 6: F. 
7- (FCC / Auditor Fiscal de Tributos Estaduais – SEFIN 
RO / 2010) Considere as seguintes afirmações: 
Principal responsabilidade pela 
preveção e detecção de fraude
responsáveis 
pela 
governança
administração
auditor 
independente
1.2- Responsabilidade pela prevenção e detecção de fraude 
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I. O auditor deve planejar seu trabalho de forma a detectar fraudes e erros que 
impliquem efeitos relevantes nas demonstrações contábeis. 
Resolução: Certo. Está de acordo com o item 5 da NBC TA 240: "O auditor que 
realiza auditoria de acordo com as normas de auditoria é responsável por obter 
segurança razoável de que as demonstrações contábeis, como um todo, não 
contém distorções relevantes, causadas por fraude ou erro" 
Gabarito 7: V. 
 
 
A NBC TA 315 requer a discussão entre os membros da equipe de trabalho 
e que o sócio (ou responsável técnico) do trabalho determine os assuntos que 
devem ser comunicados aos membros da equipe não envolvidos na discussão. Essa 
discussão deve enfatizar especialmente como e em que pontos as 
demonstrações contábeis da entidade (incluindo as demonstrações contábeis 
individuais e as divulgações) são suscetíveis de distorção relevante 
decorrente de fraude, inclusive como a fraude pode ocorrer. 
 
 
O auditor dever fazer indagações à administração relacionadas com: 
 
O auditor deve fazer indagações àadministração e outros responsáveis da 
entidade, para verificar se eles têm conhecimento de quaisquer casos reais, 
suspeitas ou indícios de fraude, que afetem a entidade. Em relação às entidades 
que têm uma função de auditoria interna, o auditor independente deve fazer 
indagações aos seus auditores internos para determinar se eles têm conhecimento 
de quaisquer casos reais, suspeitas ou indícios de fraude. 
O auditor deve 
indagar a 
administração..
risco de que as demonstrações contábeis contenham 
distorções relevantes
o processo para identificar e responder aos riscos 
de fraude na entidade
comunicação aos responsáveis pela governança
em relação aos processos de identificação e resposta 
aos riscos de fraude na entidade
comunicação aos empregados em relação às suas 
visões sobre práticas de negócios e comportamento 
ético
1.3- Discussão entre a equipe de trabalho 
1.4- Procedimentos de avaliação de riscos e atividades relacionadas 
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O auditor deve avaliar se variações inesperadas ou não usuais que foram 
identificadas durante a aplicação dos procedimentos de revisão analítica, inclusive 
aqueles relacionados com as receitas, podem indicar riscos de distorção relevante 
decorrente de fraude. 
Eventos ou condições que indiquem um incentivo ou pressão para a fraude ou 
que constituam uma oportunidade para a fraude (fatores de risco de fraude). Por 
exemplo: 
 
Fatores de risco de fraude relacionados a informações contábeis fraudulentas 
e apropriação indevida de ativos são classificados com base em três condições 
que geralmente estão presentes quando há fraude: 
 
8- (FCC - ACI (CGM São Luís)/Abrangência Geral/2015 
(e mais 3 concursos) Nos termos da NBC TA 240, fraude é o ato intencional de 
um ou mais indivíduos da administração, dos responsáveis pela governança, 
empregados ou terceiros, que envolva dolo para obtenção de vantagem injusta ou 
Fatores de 
risco de 
fraude
a necessidade de satisfazer as expectativas de terceiros
para obter capital adicional pode criar pressão para a fraude
a concessão de bônus significativos, caso sejam 
cumpridas metas irreais de lucro, pode criar um incentivo 
para se perpetrar uma fraude
um ambiente de controle que não é eficaz pode criar 
uma oportunidade para a fraude
Incentivo 
ou pressão
para 
perpetrar 
fraude
Oportunidade
percebida para 
cometer fraude
Capacidade
de 
racionalizar 
a ação 
fraudulenta
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ilegal. Os eventos ou condições que indiquem incentivo ou pressão para a 
ocorrência da fraude são denominados 
a) fatores de risco. 
b) elementos de associação. 
c) aspectos condicionantes. 
d) facilitadores. 
e) causadores. 
Resolução: Conforme item 11 da NBC TA 240: “Fatores de risco de fraude são 
eventos ou condições que indiquem incentivo ou pressão para que a fraude seja 
perpetrada ou ofereçam oportunidade para que ela ocorra.”. 
Gabarito 8: A. 
 
 
O auditor deve identificar e avaliar os riscos de distorção relevante 
decorrente de fraude no nível das demonstrações contábeis e no nível das 
afirmações por tipo de operação, saldo contábil e divulgação. 
Na identificação e avaliação dos riscos de distorção relevante decorrente de 
fraude, o auditor deve, com base na presunção de que há riscos de fraude no 
reconhecimento de receitas, avaliar que tipos de receita, operações ou 
afirmações de receita geram esses riscos. 
A presunção de que há riscos de fraude no reconhecimento de receita pode 
ser refutada. Por exemplo, o auditor pode concluir que não há nenhum risco de 
distorção relevante decorrente de fraude no que se refere ao reconhecimento de 
receita, no caso em que há um único tipo de operação de receita, por exemplo, a 
receita de aluguel originária de uma única unidade alugada. 
9- (ESAF / Analista de Finanças e Controle - CGU / 
2012) Para lidar com riscos avaliados de distorção relevante decorrente de fraude, 
o auditor independente pode lançar mão dos seguintes procedimentos de auditoria, 
exceto: 
a) Visitar locais ou executar certos testes de surpresa, sem anúncio prévio. 
b) Rever o nível e a adequação dos relatórios de gastos apresentados pela alta 
administração. 
1.5- Identificação e avaliação dos riscos de distorção relevante 
decorrente de fraude 
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c) Executar procedimentos em contas ou outras conciliações elaboradas pela 
entidade. 
d) Testar a integridade de registros e operações processados em sistema 
computadorizado. 
e) Buscar evidências de auditoria adicionais em fontes fora da entidade sendo 
auditada. 
Resolução: 
De acordo com o apêndice 2 da NBC TA 240, temos como Exemplos de 
possíveis procedimentos de auditoria para lidar com riscos avaliados de 
distorção relevante decorrente de fraude os seguintes: 
“- Visitar locais ou executar certos testes de surpresa, sem anúncio prévio; 
- Executar procedimentos em contas ou outras conciliações elaboradas pela 
entidade, considerando inclusive conciliações realizadas em períodos 
intermediários; 
- Testar a integridade de registros e operações processados em sistema 
computadorizado 
- Buscar evidências de auditoria adicionais em fontes fora da entidade sendo 
auditada”. 
No mesmo apêndice, encontramos como exemplo de respostas à avaliação do 
auditor do risco de distorções relevantes decorrentes de apropriação 
indevida de ativos a seguinte: 
“- Rever o nível e a adequação dos relatórios de gastos apresentados pela 
alta administração”. 
Portanto, a alternativa B trata-se de um caso de apropriação indevida de ativos 
(e não de fraude), conforme classificação dada pela NBC TA 240, o que torna ela o 
gabarito da questão. 
Gabarito 9: B. 
 
 
Nos termos da NBC TA 330, o auditor deve determinar respostas globais 
para tratar os riscos avaliados de distorção relevante decorrente de fraude nas 
demonstrações contábeis. 
Ao determinar respostas globais para enfrentar os riscos avaliados de 
distorção relevante nas demonstrações contábeis, o auditor deve: 
1.6- Respostas aos riscos avaliados de distorção relevante decorrente 
de fraude 
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a) alocar e supervisionar o pessoal, levando em conta o conhecimento, a 
aptidão e a capacidade dos indivíduos, e avaliar os riscos de distorção 
relevante decorrente de fraude; 
b) avaliar se a seleção e a aplicação de políticas contábeis pela entidade, em 
especial as relacionadas com medições subjetivas e transações complexas, 
podem ser indicadores de informação financeira fraudulenta decorrente de 
tentativa da administração de manipular os resultados; e 
c) incorporar elemento de imprevisibilidade na seleção da natureza, época 
e extensão dos procedimentos de auditoria. 
 
Nos termos da NBC TA 330, o auditor deve desenhar e aplicar procedimentos 
adicionais de auditoria, cuja natureza, época e extensão respondam melhor aos 
riscos identificados de distorção relevante decorrente de fraude no nível das 
afirmações. 
Em relação à avaliação do auditor dos riscos de que a administração burle 
controles, o auditor deve definir e aplicar procedimentos de auditoria para: 
a) testar a adequação dos lançamentos contábeis registrados no razão 
geral e outros ajustes efetuados na elaboração das demonstrações 
contábeis. Ao definir e aplicar procedimentos de auditoria para tais testes, o 
auditor deve: 
i) fazer indagações, junto a indivíduos envolvidos no processo de 
informação financeira, a respeito de atividade inadequada ou não usual 
referente ao processamento de lançamentos contábeis e outros 
ajustes; 
ii) selecionar lançamentos contábeis e outros ajustes feitos no final do 
período sob exame; e 
iii) considerar a necessidade de testar os lançamentos contábeis e outros 
ajustes durante o período. 
b) revisar estimativas contábeis em busca de vícios (critérios ou 
resultados tendenciosos) e avaliar se as circunstâncias que geram esses 
vícios representam risco de distorção relevante decorrente de fraude. 
c) para operações significativas fora do curso normal dos negócios da 
entidade, ou que de outro modo pareçam não usuais, ele deve avaliar se 
a justificativa de negócio das operações (ou a ausência dela) sugere 
que elas podem ter sido realizadas para gerar informações contábeis 
fraudulentas ou para ocultar a apropriação indevida de ativos. 
 
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O auditor, com base nos procedimentos de auditoria executados e nas 
evidências de auditoria obtidas, deve considerar se as avaliações dos riscos de 
distorção relevante no nível das afirmações continuam apropriadas, fornecendo 
maior subsídio dos riscos de distorção relevante decorrente de fraude e se há 
necessidade de executar procedimentos adicionais de auditoria ou diferentes. 
O auditor deve avaliar se os procedimentos analíticos aplicados perto do final 
do período, na formação da conclusão global de que as demonstrações 
contábeis, como um todo, estão consistentes com o entendimento sobre a 
entidade e do seu ambiente obtido pelo auditor indicam um risco anteriormente 
não reconhecido de distorção relevante decorrente de fraude. 
Se o auditor identifica uma distorção, ele deve avaliar se a distorção é 
indicadora de fraude, devendo avaliar as implicações da distorção relativamente a 
outros aspectos da auditoria, em especial a confiabilidade das representações da 
administração, reconhecendo que dificilmente um caso de fraude será uma 
ocorrência isolada. Portanto, distorções, como numerosas distorções em local 
específico, embora não tenham efeito cumulativo relevante, podem indicar risco de 
distorção relevante decorrente de fraude. 
Caso o auditor identifique uma distorção, seja relevante ou não, e tiver razão 
para acreditar que é ou pode ser decorrente de fraude, com o envolvimento da 
administração, o auditor deve reavaliar a avaliação dos riscos de distorção 
relevante decorrente de fraude e do impacto resultante na natureza, época e 
extensão dos procedimentos de auditoria para responder aos riscos avaliados. 
 
Uma fraude sob outros aspectos insignificante pode ser relevante se envolver 
a alta administração, portanto lembre-se que quando estivermos falando de 
FRAUDE, envolvendo a ADMINISTRAÇÃO, a distorção MESMO QUE insignificante 
obriga o auditor a reavaliar a avaliação do risco de distorção relevante (o que 
afetará os procedimentos de auditoria aplicados por ele) 
 
 
Identificou uma 
distorção
Relevante ou 
não
Com envolvimento 
da Administração
Reavaliar a avaliação 
dos riscos de 
distorção relevante
1.7- Avaliação da evidência de auditoria 
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Se, como resultado de uma distorção decorrente de fraude ou suspeita de 
fraude, o auditor encontrar circunstâncias excepcionais que coloquem em dúvida 
sua capacidade de continuar a realizar a auditoria, este deve: 
 
 
 Exemplos de circunstâncias excepcionais que podem colocar em dúvida a 
capacidade do auditor de continuar a executar a auditoria incluem: 
 
Por causa da variedade das circunstâncias que podem surgir, não é possível 
descrever de forma conclusiva quando é apropriado ao auditor se retirar de um 
trabalho. 
10- (FCC - ACI (CGM São Luís)/Abrangência Geral/2015 
(e mais 3 concursos) Considere as hipóteses abaixo. 
I. A entidade não toma a ação apropriada com referência a uma fraude, 
considerada pelo auditor como necessária nas circunstâncias, mesmo no caso em 
que a fraude não é relevante para as demonstrações contábeis. 
Dúvida quanto a 
capacidade de 
continuar a 
auditoria
Determinar as 
responsabilidade 
profissionais e legais
Considerar se 
retirar do 
trabalho, quando 
for possível
Discutir com a administração 
as razões para interrupção
Determinar se existe 
exigência legal de comunicar 
a empresa ou órgão 
regulador sobre retirada e as 
razões 
Exemplos de 
circunstâncias 
excepcionais 
(capacidade do auditor 
continuar a auditoria):
a entidade não toma a ação apropriada
com referência a uma fraude, considerada pelo 
auditor como necessária nas circunstâncias, 
mesmo no caso de fraude não relevante para 
as demonstrações contábeis
risco significativo de fraude relevante e 
generalizada
o auditor tem preocupação significativa
quanto à competência ou integridade da 
administração ou dos responsáveis pela 
governança
1.8- Auditor sem condições de continuar o trabalho 
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II. A consideração do auditor dos riscos de distorção relevante decorrente de fraude 
e dos resultados da auditoria indica risco significativo de fraude relevante e 
generalizada.III. O auditor tem preocupação significativa quanto à competência ou integridade 
da administração ou dos responsáveis pela governança. 
Constitui circunstância excepcional que pode surgir e colocar em dúvida a 
capacidade do auditor, deixando-o sem condições de continuar os trabalhos, o 
indicado em 
a) I, apenas. 
b) I, II e III. 
c) I e III, apenas. 
d) II e III, apenas. 
e) II, apenas. 
Resolução: Conforme item A54 da NBC TA 240: 
“A54. Exemplos de circunstâncias excepcionais que podem surgir e que 
podem colocar em dúvida a capacidade do auditor de continuar a executar 
a auditoria incluem: 
• A entidade não toma a ação apropriada com referência a uma fraude, 
considerada pelo auditor como necessária nas circunstâncias, mesmo no 
caso em que a fraude não é relevante para as demonstrações contábeis. 
• A consideração do auditor dos riscos de distorção relevante decorrente 
de fraude e dos resultados da auditoria indica risco significativo de fraude 
relevante e generalizada. 
• O auditor tem preocupação significativa quanto à competência ou 
integridade da administração ou dos responsáveis pela governança.” 
Gabarito 10: B. 
 
 
O auditor deve obter representações da administração e, quando 
apropriado, dos responsáveis pela governança, de que reconhecem sua 
responsabilidade sobre o controle interno e revelaram todas informações que dizem 
respeito a indícios, suspeita ou ocorrência de fraude, assim como o resultado a 
avaliação de risco da existência dela. Para facilitar, segue a tabela sobre as 
informações que o auditor deve obter da administração (representação formal): 
1.9- Representações da administração 
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Representações formais da administração (sobre fraude) 
 
Reconhecem 
Sua responsabilidade pelo desenho, implementação e 
manutenção do controle interno de prevenção e detecção de 
fraude 
 
 
 
Revelaram 
ao auditor 
Resultados da avaliação do risco da administração de distorções 
relevantes decorrentes de fraude 
Seu conhecimento sobre a suspeita ou ocorrência de fraude 
afetando a entidade, envolvendo: 
i) administração; 
ii) empregados com funções significativas no controle interno; 
iii) outros cuja fraude pode gerar efeito relevante. 
iv) suspeitas ou indício de fraudes comunicadas por: empregados, ex-
empregados, órgãos ou outros. 
11- (CS UFG - ATM (GYN)/2016) Em função da natureza da 
fraude e das dificuldades encontradas pelos auditores na detecção de distorções 
relevantes nas demonstrações contábeis decorrentes de fraude, é importante que 
o auditor obtenha representação formal dos responsáveis pela governança, 
confirmando que eles revelaram ao auditor 
a) o conhecimento da administração de casos reais, suspeita ou indícios de fraude 
que afetem a entidade. 
b) a omissão da administração em remediar, de forma tempestiva, deficiências 
relevantes conhecidas nos controles internos. 
c) a rotatividade da alta administração, departamento jurídico ou dos responsáveis 
pela governança. 
d) o interesse da administração em empregar meios inadequados para diminuir 
indevidamente o resultado por motivações tributárias. 
Resolução: Conforme item A59 da NBC TA 240: 
“A59. Por causa da natureza da fraude e das dificuldades encontradas pelos 
auditores na detecção de distorções relevantes nas demonstrações contábeis 
decorrentes de fraude, é importante que o auditor obtenha representação 
formal da administração e, no caso apropriado, dos responsáveis pela 
governança confirmando que eles revelaram ao auditor: 
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(a) os resultados da avaliação por parte da administração do risco 
de que as demonstrações contábeis contenham distorção relevante 
como resultado de fraude; e 
(b) seu conhecimento de casos reais, suspeita ou indícios de 
fraude que afetem a entidade.” 
Gabarito 11: A. 
 
 
Caso o auditor tenha identificado uma fraude ou obtido informações que 
indiquem a possibilidade de fraude, o auditor deve comunicar estes assuntos 
tempestivamente a pessoa de nível apropriado da administração que têm a 
responsabilidade primordial de prevenir e detectar fraude em assuntos 
relevantes no âmbito de suas responsabilidades, mesmo que o assunto possa ser 
considerado não importante. 
 
 
A determinação de qual nível da administração é o apropriado é questão de 
julgamento profissional e é afetada por fatores como a probabilidade de conluio e 
a natureza e magnitude da suspeita de fraude. Normalmente, o nível apropriado 
da administração está pelo menos um nível acima das pessoas que parecem estar 
envolvidas na suspeita de fraude. 
A menos que todos os responsáveis pela governança estejam envolvidos na 
administração da entidade, se o auditor tiver identificado ou suspeitar de fraude 
envolvendo os abaixo citados, deve comunicar tempestivamente esses assuntos 
aos responsáveis pela governança: 
Auditor 
identificou
uma fraude 
(ou sua 
possibilidade)
deve comunicar
tempestivamente
pessoa de nível 
apropriado da
administração que tem 
a responsabilidade 
primordia de prevenir e 
detectar fraude
mesmo que o assunto
possa ser considerado 
não importante
1.10- Comunicações à administração e aos responsáveis pela 
governança 
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a) a administração; 
b) empregados com funções significativas no controle interno; ou 
c) outros, cujas fraudes gerem distorção relevante nas demonstrações 
contábeis. 
 
Além disto, é importante ressaltar que nos termos da NBC TA 260, o auditor 
deve comunicar aos responsáveis pela governança quaisquer outros assuntos 
relacionados a fraudes que, no seu julgamento, são relevantes para suas 
responsabilidades. 
Portanto, resumindo os casos, temos: 
 
12- (FCC / Auditor TCE SP / 2008) O auditor, no decorrer 
dos trabalhos, ao constatar a existência de fraudes deve 
a) concluir os trabalhos e apresentar no relatório final as fraudes constatadas. 
Auditor 
identificou uma 
fraude (ou sua 
possibilidade)
envolvendo
administração
empregados com 
funções
significativas no 
controle interno
auditor deve 
comunicar
tempestivamente, 
(verbalmente ou por 
escrito)
responsáveis pela 
governança
outros que possam 
fraudar e gerar
distroção relevante
nas demonstrações
Comunicação 
(pelo auditor) de 
fraude ou a sua 
possibilidade
mesmo que não 
relevante
comunicação 
tempestiva à pessoa 
apropriada da 
administração
envolvendo:
i) ADM, 
ii) empregado do 
controle interno com 
função significativa,
iii) outro que possa 
gerar distorção 
relevante
comunicaçãotempestiva (verbal ou 
escrita) aos 
responsáveis pela 
governança
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b) desconsiderar as fraudes e se ater às demonstrações contábeis que são o objeto 
de seu trabalho. 
c) emitir relatório parcial e encaminhá-lo à administração da empresa, tão logo 
tenha conhecimento. 
d) exigir que a administração da empresa se responsabilize pelos fatos 
constatados, não divulgando- os nas notas explicativas nem no parecer. 
e) recusar o trabalho, suspendendo a auditoria e encerrando os trabalhos, 
independentemente da relevância. 
Resolução: 
Alternativa A – ERRADO. De acordo com NBC TA 240, item 40, a comunicação da 
ocorrência de fraude deve ser feita tempestivamente. 
Alternativa B – ERRADO. O objetivo do trabalho do auditor é obter segurança 
razoável de que as demonstrações contábeis como um todo estão livres de 
distorções relevantes, independentemente se causadas por fraude ou erro. Sendo 
assim, não é possível desconsiderar as fraudes, como afirma esta alternativa. 
Alternativa C – CORRETO. A questão não afirma se trata de auditor interno ou 
independente. 
Temos na NBC TI 01 (antiga NBC T12), em seu item 12.3.4, a previsão da emissão 
de relatório parcial nos casos de impropriedades / irregularidades / ilegalidades 
que necessitem providências imediatas da administração da entidade, e que não 
possam aguardar o final dos exames. 
Com relação ao auditor independente, temos na NBC TA 240, eu seu item 40, a 
previsão da “comunicação de forma tempestivamente a pessoa de nível 
apropriado da administração que têm a responsabilidade primordial de prevenir e 
detectar fraude em assuntos relevantes no âmbito de suas responsabilidades”. 
Alternativa D – ERRADO. O auditor não procura a administração para que ela se 
responsabilize pela fraude. A comunicação com a administração (ou pelo 
responsável pela governança, em alguns casos) é feita de acordo com a NBC TA 
240 e NBC TA 260, com o fim de que seja adotada as medidas corretas. 
Alternativa E – ERRADO. A alternativa peca ao afirmar que sempre que o auditor 
se deparar com uma fraude o mesmo deve interromper o seu trabalho, 
independentemente da relevância desta fraude. 
De acordo com a NBC TA 240, item A54, são exemplos de situações que podem 
surgir e colocar em dúvida a capacidade do auditor de continuar a executar 
a auditoria: 
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i) A entidade não toma a ação apropriada com referência a uma fraude, 
considerada pelo auditor como necessária nas circunstâncias, mesmo no caso em 
que a fraude não é relevante para as demonstrações contábeis. 
ii) A consideração do auditor dos riscos de distorção relevante decorrente de fraude 
e dos resultados da auditoria indica risco significativo de fraude relevante e 
generalizada. 
iii) O auditor tem preocupação significativa quanto à competência ou 
integridade da administração ou dos responsáveis pela governança. 
Gabarito 12: C. 
 
 
O dever profissional do auditor de manter a confidencialidade das 
informações do cliente pode impedir que ele relate a fraude a uma parte fora da 
entidade cliente. Contudo, no Brasil, o auditor de instituição financeira tem o 
dever de relatar a ocorrência de fraude a autoridades de supervisão. Em 
outros segmentos o auditor também tem dever de relatar distorções nos casos em 
que a administração e os responsáveis pela governança deixam de adotar ações 
corretivas. 
 
 
Pessoal, a NBC TA 300 define de forma bem clara qual o objetivo do auditor 
independente com o planejamento da auditoria, que é “planejar a auditoria de 
forma a realizá-la de maneira eficaz.” 
 
13- (ESAF / Analista de Finanças e Controle – CGU / 
2006) Caracterizam-se como objetivos do Planejamento da Auditoria, exceto: 
a) identificar a legislação e os normativos aplicáveis à entidade. 
b) propor alterações na estrutura da entidade auditada. 
Objetivo do auditor 
independente com o 
planejamento da 
auditoria
planejar a 
auditoria de 
forma a 
realizá-la de 
maneira eficaz
1.11- Comunicações às autoridades reguladoras e de controle 
2- Planejamento da Auditoria de Demonstrações Contábeis 
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c) estimar os prazos necessários para a realização dos trabalhos. 
d) identificar os problemas potenciais da entidade. 
e) definir a forma de divisão de tarefas entre os membros da equipe de auditoria. 
Resolução: O auditor independente tem como objetivo planejar a auditoria de 
forma a realizá-la de maneira eficaz. Sendo assim, temos entre as atividades 
desempenhadas pelo auditor, as indicadas nas alternativas A, C, D e E. 
O auditor não tem ingerência sobre o negócio da empresa, sendo que 
alterações na estrutura da entidade auditada é uma decisão da empresa. 
Gabarito 13: B. 
 
 
O planejamento é divido da seguinte forma: 
 
Os fatores que influenciam a natureza e extensão das atividades do 
planejamento são: 
 
 Planejamento não é uma fase isolada da auditoria, mas um 
processo contínuo e iterativo, que muitas vezes começa logo após (ou em 
conexão com) a conclusão da auditoria anterior, continuando até a conclusão do 
trabalho de auditoria atual. 
 
Planejamento
Definição Estratégia global
para o trabalho
Desenvolvimento
Plano de 
auditoria
A natureza e a 
extensão das 
atividades de 
planejamento
variam conforme
O porte e a complexidade da entidade
A experiência anterior dos membros-chave da 
equipe de trabalho com a entidade
As mudanças nas circunstâncias que ocorrem 
durante o trabalho de auditoria
2.1- Papel e oportunidade do planejamento 
Início 
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O planejamento inclui a consideração da época de certas atividades e 
procedimentos de auditoria que devem ser concluídos antes da realização de 
procedimentos adicionais de auditoria. 
O auditor pode optar por discutir esses elementos do planejamento com a 
administração da entidade, de forma a facilitar a condução e o gerenciamento do 
trabalho de auditoria. Apesar de normalmente essas discussões ocorrerem, a 
estratégia global de auditoria e o plano de auditoria continuamsendo de 
responsabilidade do auditor. Na discussão de temas incluídos na estratégia global 
de auditoria ou no plano de auditoria deve-se atentar para não comprometer a 
eficácia dessa auditoria. 
14- (CFC / Exame de Suficiência CFC / 2012). Em relação 
ao papel e à época do planejamento de Auditoria estabelecido na NBC TA 300 - 
Planejamento da Auditoria de Demonstrações Contábeis, a etapa de planejamento 
deve considerar diversos fatos, EXCETO que: 
a) a natureza e a extensão das atividades de planejamento variam conforme o 
porte e a complexidade da entidade. 
b) o auditor pode optar por discutir alguns elementos do planejamento da auditoria 
especificado na norma de auditoria com a administração da entidade, de forma a 
facilitar a condução e o gerenciamento do trabalho de auditoria. 
c) o planejamento como atividade principal é uma fase inicial e isolada da auditoria 
e que inicia e termina no início da auditoria. 
d) o planejamento inclui a consideração da época de certas atividades e 
procedimentos de auditoria que devem ser concluídos antes da realização de 
procedimentos adicionais de auditoria. 
Resolução: 
Alternativa A – Correta. Está de acordo com o item A1 da NBC TA 300. 
Planejamento
Fim 
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Alternativa B – Correta. Está de acordo com o item A3 da NBC TA 300. 
Alternativa C – Errada. O item A2 da NBC TA 300 diz exatamente o contrário, 
que o planejamento é um processo continuo e iterativo, que muitas vezes começa 
logo após (ou em conexão com) a conclusão da auditoria anterior, continuando até 
a conclusão do trabalho de auditoria atual. 
Alternativa D – Correta. Está de acordo com o item A2 da NBC TA 300. 
Gabarito 14: C. 
 
 
O sócio do trabalho e outros membros-chave da equipe de trabalho devem 
ser envolvidos no planejamento da auditoria, incluindo o planejamento e a 
participação na discussão entre os membros da equipe de trabalho. 
 
 
 
 
15- (BIO-RIO - Tec (Manga)/Controle Interno/2016 - 
ADAPTADA) Avalie as afirmações a seguir, relativas ao planejamento da 
auditoria: 
I. Ao realizar as atividades no início do trabalho de auditoria corrente, o auditor 
deve avaliar a conformidade com os requisitos éticos, inclusive independência. 
Resolução: 
Item I – Certo. Vejamos o que diz o item 6-B da NBC TA 300: 
O auditor deve realizar 
as seguintes atividades 
no início do trabalho 
de auditoria corrente
verificar se foram seguidos os 
procedimentos apropriados em relação à 
aceitação e continuidade de relacionamentos 
com clientes e trabalhos de auditoria
avaliação da conformidade com os 
requisitos éticos, inclusive independência
estabelecimento do entendimento dos 
termos do trabalho
2.2- Envolvimento de membros-chave da equipe de trabalho 
2.3- Atividades preliminares do trabalho de auditoria 
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“6. O auditor deve realizar as seguintes atividades no início do trabalho de auditoria 
corrente: 
(...) (b) avaliação da conformidade com os requisitos éticos, inclusive 
independência” 
Gabarito 15: V. 
 
 
O auditor deve estabelecer uma estratégia global de auditoria que defina 
o alcance, à época e a direção da auditoria, para orientar o desenvolvimento do 
plano de auditoria. 
Ao definir a estratégia global, o auditor deve: 
 
 
A definição da estratégia global de auditoria e o plano de auditoria detalhado 
não são necessariamente processos isolados ou seqüenciais, estando 
intimamente relacionados, uma vez que as mudanças em um podem resultar 
em mudanças no outro. 
O auditor deve desenvolver o plano de auditoria, que deve incluir a 
descrição de: 
Estratégia 
Global
identificar as características do trabalho para definir o seu alcance
definir os objetivos do relatório do trabalho de forma a planejar a 
época da auditoria e a natureza das comunicações requeridas
considerar os fatores que no julgamento profissional do auditor são 
significativos para orientar os esforços da equipe do trabalho
considerar os resultados das atividades preliminares do trabalho 
de auditoria
determinar a natureza, a época e a extensão dos recursos 
necessários para realizar o trabalho 
2.4- Atividades de planejamento 
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O plano de auditoria é mais detalhado do que a estratégia global de 
auditoria visto que inclui a natureza, à época e a extensão dos procedimentos de 
auditoria a serem realizados pelos membros da equipe de trabalho. O planejamento 
desses procedimentos de auditoria ocorre no decurso da auditoria, à medida que o 
plano de auditoria para o trabalho é desenvolvido. 
Por exemplo, o planejamento dos procedimentos de avaliação de riscos 
ocorre na fase inicial de auditoria. Entretanto, o planejamento da natureza, da 
época e da extensão de procedimentos específicos adicionais de auditoria depende 
do resultado dessa avaliação de riscos. Além disso, o auditor pode iniciar a 
execução de procedimentos adicionais de auditoria para alguns tipos de operação, 
saldos de conta e divulgação antes de planejar todos os procedimentos adicionais 
de auditoria. 
 
Em decorrência de imprevistos, mudanças nas condições ou na evidência de 
auditoria obtida na aplicação de procedimentos de auditoria, o auditor pode ter 
que modificar a estratégia global e o plano de auditoria e, portanto, a 
natureza, à época e a extensão dos procedimentos adicionais de auditoria 
planejados, considerando a revisão dos riscos avaliados. 
Além disso, o auditor deve planejar a natureza, à época e a extensão do 
direcionamento e supervisão da equipe de trabalho e a revisão do seu trabalho. 
16- (FGV - AFTRM (Cuiabá)/2016) O planejamento da 
auditoria deve definir a estratégia do trabalho e desenvolver o plano de auditoria. 
Sobre o planejamento da auditoria, assinale a afirmativa correta. 
a) O planejamento é uma fase isolada, que termina com o início do trabalho de 
auditoria. 
b) A experiência anterior dos membros-chave da equipe de trabalho com a 
entidade não influenciam a natureza e a extensão das atividades de planejamento. 
Plano de 
auditoria deve 
incluir a descrição..
a natureza, a época e a extensão dos procedimentos
planejados de avaliação de risco
a natureza, a época e a extensão dos procedimentos
adicionais de auditoria planejados no nível de afirmação
outros procedimentos de auditoria planejados e 
necessários para que o trabalho esteja em conformidade 
com as normas de auditoria
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c) A estratégia global e o plano de auditoria são de responsabilidade do auditor e 
da administração da entidade auditada. 
d) A estratégia global deve definir o alcance, a época e a direção da auditoria, para 
orientar o desenvolvimento do plano. 
e) Uma vez iniciada a auditoria, devem permanecer inalterados a estratégia global 
e o plano de auditoria. 
Resolução: 
Alternativa A – Errado. Planejamento NÃO É uma fase isolada, conforme previsto 
no item A2 da NBC TA 300. 
Alternativa B – Errado. A experiência anterior do membro chave da equipe de 
trabalho com a entidade INFLUENCIA sim a natureza e extensão das atividades de 
planejamento, conforme preceitua o item A1 da NBC TA 300. 
Alternativa C – Errado. A responsabilidade é APENAS do auditor, nunca da 
empresa auditada. 
Alternativa D – Certo. Literalidade do item 7 da NBC TA 300. 
Alternativa E – Errado. Item 10 da NBC TA 300 afirma que o auditor DEVE 
atualizar e alterar a estratégia global e plano de auditoria SEMPRE que necessário 
no curso da auditoria. 
Gabarito 16: D. 
 
 
O auditor deve documentar: 
a) a estratégia global de auditoria; 
b) o plano de auditoria; e 
c) eventuais alterações significativas e as razões dessas alterações. 
 
A documentação da estratégia global de auditoria é o registro das decisões-
chave consideradas necessárias para planejar adequadamente a auditoria e 
comunicar temas importantes à equipe de trabalho. 
A documentação do plano de auditoria é o registro da natureza, época e 
extensão planejadas dos procedimentos de avaliação de risco e dos procedimentos 
adicionais de auditoria no nível da afirmação, em resposta aos riscos avaliados. 
 
2.5- Documentação 
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A finalidade e o objetivo do planejamento da auditoria não mudam caso a 
auditoria seja inicial ou em trabalho recorrente. Entretanto, no caso de auditoria 
inicial, o auditor pode ter a necessidade de estender as atividades de planejamento 
por falta da experiência anterior que é normalmente utilizada durante o 
planejamento dos trabalhos. 
17- (ESAF / Analista da CVM / 2010) A respeito de 
planejamento na realização de auditorias é correto afirmar: 
a) é a fase inicial dos trabalhos e deve ser concluída antes que as equipes 
específicas e/ou especializadas iniciem suas avaliações. 
b) constitui-se nos trabalhos iniciais de coleta de informações a respeito da 
entidade a ser auditada e dos mecanismos de controle existentes. 
c) não é uma fase isolada da auditoria, mas um processo contínuo e iterativo, que 
muitas vezes começa logo após (ou em conexão com) a conclusão da auditoria 
anterior, continuando até a conclusão do trabalho de auditoria atual. 
d) é a fase em que participa, além da equipe de auditoria, toda a área de gestão 
e governança da entidade, em especial, a área responsável pela elaboração das 
demonstrações contábeis. 
e) consiste em definir as estratégias gerais e o plano de trabalho antes do início 
de qualquer atividade de avaliação e revisão das demonstrações. 
Resolução: 
Alternativa A - Errada. O planejamento não deve ser concluido antes que as 
equipes específicas iniciem suas avaliações, como afirma o item A8 da NBC TA 300: 
"A8. O processo de definição da estratégia global auxilia o auditor a 
determinar, dependendo da conclusão dos procedimentos de avaliação de 
risco, temas como: 
Antes de começar 
os trabalhos de 
auditoria inicial, 
o auditor deve..
verificar se foram seguidos os procedimentos apropriados 
em relação à aceitação e continuidade de 
relacionamentos com clientes e trabalhos de auditoria
entrar em contato com o auditor antecessor, caso 
haja mudança de auditores, de acordo com os requisitos 
éticos pertinentes
2.6- Considerações adicionais em auditoria inicial 
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(a) os recursos a serem alocados em áreas de auditoria específicas, 
tais como membros da equipe com experiência adequada para áreas 
de alto risco ou o envolvimento de especialista em temas complexos". 
Alternativa B - Errada. O planejamento não se refere a colega inicial, mas é uma 
atividade aplicada ao longo de toda auditoria, como explicado na alternativa C. 
Alternativa C - Correta. Está de acordo com o item A2 da NBC TA 300, ora 
transcrito: 
"A2. Planejamento não é uma fase isolada da auditoria, mas um processo 
contínuo e iterativo, que muitas vezes começa logo após (ou em conexão 
com) a conclusão da auditoria anterior, continuando até a conclusão do 
trabalho de auditoria atual". 
Alternativa D - Errada. O planejamento é planejamento da auditoria por parte 
do auditor, e não da entidade auditada. É admissível que a administração participe, 
caso o auditor veja necessidade, no entanto o mesmo (auditor) deve manter-se 
atento para que a eficácia de seu trabalho não seja comprometida. 
Alternativa E - Errada. De acordo com o item 6 da NBC TA 300, as atividades 
preliminares do trabalho de auditoria (feitas antes da atividade de planejamento) 
são: 
"6. O auditor deve realizar as seguintes atividades no início do trabalho de auditoria 
corrente: 
(a) realizar os procedimentos exigidos pela NBC TA 220 - Controle de 
Qualidade da Auditoria de Demonstrações Contábeis; 
(b) avaliação da conformidade com os requisitos éticos, inclusive 
independência, conforme exigido pela NBC TA 220; e 
(c) estabelecimento do entendimento dos termos do trabalho, conforme 
exigido pela NBC TA 210 - Concordância com os Termos do Trabalho de 
Auditoria". 
Gabarito 17: C. 
 
 
 
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3.1- Fraude e Erro 
 
18- (FCC - Ana G (DPE AM) / DPE AM / Especializado de Defensoria / 
Ciências Contábeis / 2018) Analisando uma série de notas fiscais em processos 
relativos a adiantamentos de fundos, o servidor encarregado do controle interno 
lembrou-se de ter visto o nome do mesmo estabelecimento comercial em outro 
processo que já havia sido aprovado. 
 Ele procedeu à recuperação do processo no arquivo e, comparando documentos, 
pôde averiguar que se tratava da imagem do mesmo cupom fiscal juntado em duas 
prestações de contas. 
 Acerca dessa situação hipotética, 
 a) não deveria ter o controlador interno se socorrido de suamemória, pois 
excedeu a amplitude definida no planejamento de auditoria, tendo o 
desarquivamento e a análise do documento ocorrido fora das hipóteses previstas 
nas normas de auditoria. 
 b) ainda que se apure irregularidade, não há o que ser feito em relação à primeira 
prestação de contas de adiantamento, haja vista a sua aprovação. 
 c) da simples narrativa acima conclui-se que ocorreu fraude, que, por configurar 
crime, deve ser de imediato comunicada à autoridade policial. 
 d) apenas da narrativa acima não se conclui que ocorreu fraude, mas o papel 
pode constituir evidência de auditoria em processo administrativo. 
 e) a assinatura do superior hierárquico do servidor em alcance supre o vício de 
duplicidade. 
Resolução: 
Nota de Adiantamento de Fundos = pagamento. 
Servidor verificou que a MESMA nota foi usada 2 vezes, ou seja, tem alguma saída 
sem comprovação/oculta. 
Significa que é fraude? NÃO! Para caracterizar fraude é preciso concluir quanto à 
intenção da ação, é este o ponto que diferencia fraude de erro. 
Gabarito 18: D. 
 
 
3- Questões comentadas 
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19- (FCC - AJ TST / Apoio Especializado / Contabilidade / 2017) A NBC 
TA 240 dita que o auditor deve aceitar os registros e documentos como legítimos, 
a não ser que existam razões para crer o contrário. A postura do auditor para 
reconhecer a possibilidade de existir uma distorção relevante decorrente de fraude 
é denominada 
 a) função investigatória. 
 b) ceticismo profissional. 
 c) responsabilidade profissional. 
 d) observação de fatores de risco. 
 e) formação de opinião. 
Resolução: 
Conforme item 12 e 13 da NBC TA 240, temos que: 
“12. Nos termos da NBC TA 200, item 15, o auditor deve manter postura de 
ceticismo profissional durante a auditoria, reconhecendo a possibilidade de 
existir distorção relevante decorrente de fraude, não obstante a experiência 
passada do auditor em relação à honestidade e integridade da administração e dos 
responsáveis pela governança da entidade.” 
13. A não ser que existam razões para crer o contrário, o auditor deve aceitar 
os registros e os documentos como legítimos. Caso as condições identificadas 
durante e auditoria levem o auditor a acreditar que um documento pode não ser 
autêntico ou que os termos no documento foram modificados sem que o fato fosse 
revelado ao auditor, este deve investigar o caso.” 
Gabarito 19: B. 
 
 
20- (FCC - AJ TRT24 / TRT 24 / Administrativa / Contabilidade / 2017) 
De acordo com a conceituação prevista na NBC TA 240, que trata da 
responsabilidade do auditor em relação à fraude, no contexto da auditoria de 
demonstrações contábeis, 
 a) demonstrações contábeis devem ser consideradas fraudulentas apenas quando 
decorram de manipulação, falsificação ou alteração de registros contábeis ou 
documentos comprobatórios que serviram de base à sua elaboração. 
 b) fatores de risco de fraude, quando detectados e documentados pelo auditor, 
devem ser relatados como evidência da ocorrência de fraude, ou, no mínimo, de 
distorção relevante. 
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 c) o dever profissional do auditor de manter a confidencialidade da informação do 
cliente veda qualquer espécie de comunicação de identificação de fraude a 
autoridades de supervisão. 
 d) fatores de risco de fraude são eventos ou condições que indiquem incentivo ou 
pressão para que a fraude seja perpetrada ou ofereçam oportunidade para que ela 
ocorra. 
 e) a aplicação incorreta, intencional, dos princípios contábeis relativos a valores, 
classificação, forma de apresentação ou divulgação poderá ensejar distorção 
significativa decorrente de erro, não caracterizando, contudo, fraude. 
Resolução: 
Alternativa A e E – Erradas. Intencional? FRAUDE! 
Alternativa B – Errada. Conforme NBC TA 240, item 11-b: 
“Fatores de risco de fraude são eventos ou condições que indiquem incentivo ou 
pressão para que a fraude seja perpetrada ou ofereçam oportunidade para que ela 
ocorra” 
Ou seja, fator de RISCO não é necessariamente OCORRÊNCIA de fraude, apenas a 
possibilidade de que ela ocorra. 
Alternativa C – Errada. Existe na NBC TA 240 a previsão de comunicação à 
administração, responsáveis pela governança e autoridades reguladoras e de 
controle (este último é obrigatório no caso de instituição financeira, por exemplo). 
Para exemplificar, vejamos o item 40: 
“40. Caso o auditor tenha identificado uma fraude ou obtido informações que 
indiquem a possibilidade de fraude, o auditor deve comunicar estes assuntos 
tempestivamente a pessoa de nível apropriado da administração que têm a 
responsabilidade primordial de prevenir e detectar fraude em assuntos relevantes 
no âmbito de suas responsabilidades” 
Alternativa D – Certa. Explicado na alternativa B. 
Gabarito 20: D. 
 
21- (FCC - AJ TRT11 / TRT 11 / Apoio Especializado / Contabilidade / 
2017) De acordo com a NBC TA 240 (R1), no contexto da auditoria de 
demonstrações contábeis, a responsabilidade do auditor em relação à fraude é 
EXCETO: 
 a) O ceticismo profissional é um dos requisitos para o trabalho de auditoria 
considerando o potencial de burlar os controles pela administração, e de 
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reconhecer o fato de que procedimentos de auditoria eficazes na detecção de erros 
podem não ser eficazes na detecção de fraude. 
 b) A discussão entre os membros da equipe de trabalho para determinar os 
assuntos que devem ser comunicados aos membros da equipe, deve enfatizar 
especialmente como e em que pontos as demonstrações contábeis da entidade são 
suscetíveis de distorção relevante decorrente de fraude, inclusive como a fraude 
pode ocorrer. 
 c) Na identificação e avaliação dos riscos de distorção relevante decorrente de 
fraude, o auditor deve, com base na presunção de que há riscos de fraude no 
reconhecimento de receitas, avaliar que tipos de receita, operações ou afirmações 
de receita geram esses riscos. 
 d) O auditor deve determinar se, para responder aos riscos identificados da 
administração vir a burlar os controles, precisa aplicar outros procedimentos de 
quando há riscos adicionais específicos de que a administração possa burlar os 
controles não cobertos pelos procedimentos já aplicados. 
 e) Nos casos em que o auditor identifique a ocorrência de fraudes ou obtido 
informações que indiquem a possibilidade de fraude, o auditor deve, 
exclusivamente, comunicar estes assuntos de maneira formal ao principal da 
entidade, desde que este não seja o responsável pela governança. 
Resolução: 
Alternativa A – Certo, conforme item 8 da NBC TA 240. 
Alternativa B – Certo, conforme item 15 da NBC TA 240.Alternativa C – Certo, conforme item 26 da NBC TA 240. 
Alternativa D – Certo, conforme item 33 da NBC TA 240. 
Alternativa E – Errado, são dois erros na verdade. O primeiro é no termo 
“tempestivamente” no lugar do “exclusivamente, e o segundo é a parte de 
comunicação, que deve ser a “nível apropriado”, vejamos o item 40 da NBC TA 
240: 
“40. Caso o auditor tenha identificado uma fraude ou obtido informações que 
indiquem a possibilidade de fraude, o auditor deve comunicar estes assuntos 
tempestivamente a pessoa de nível apropriado da administração que têm a 
responsabilidade primordial de prevenir e detectar fraude em assuntos relevantes 
no âmbito de suas responsabilidades” 
“A60 (...) Normalmente, o nível apropriado da administração está pelo menos um 
nível acima das pessoas que parecem estar envolvidas na suspeita de fraude” 
Gabarito 21: E. 
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22- (FCC / ICMS MA / 2016) Na auditoria realizada na companhia distribuidora 
de peças e acessórios para veículos leves e pesados, o auditor registrou as 
seguintes constatações: 
I. Descontos obtidos pelo pagamento de duplicatas a fornecedores contabilizados 
como receitas de aplicações financeiras. 
II. Adulteração para mais de valores de créditos de ICMS registrados no livro 
apuração do ICMS referente a compras para comercialização. 
III. Por desatenção de funcionário da tesouraria recém contratado foi concedido 
desconto no pagamento com atraso de duplicatas a receber efetuado pelo cliente. 
IV. Registro de notas fiscais fictícias de despesas, com o objetivo de justificar saque 
na tesouraria da empresa. 
Segundo as Normas de Auditoria, as constatações registradas pelo auditor 
caracterizam, respectivamente, 
(A) fraude, erro, fraude e fraude. 
(B) erro, fraude, fraude e fraude. 
(C) erro, fraude, erro e fraude. 
(D) fraude, fraude, erro e erro. 
(E) erro, fraude, fraude e erro. 
Comentários: 
 
Vamos aos itens: 
I. Não existe nenhum ato intencional no ocorrido (lançamento contábil errado), 
portanto, é um erro. 
II. O termo “adulteração” já diz tudo né? Fraude! 
III. Desatenção não é ato intencional, portanto, erro. 
IV. O termo “fictício” significa que existe apenas em papel (não existe de fato), 
portanto, é uma fraude. 
Gabarito 22: C. 
Intencional?
Sim Fraude
Não ErroC
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23- (FCC / ICMS PI / 2015) A contabilidade criativa efetuada com o propósito 
de maquiar as demonstrações contábeis, seja para aumentar ou diminuir valores 
relacionados com os índices econômico-financeiros, com o valor da empresa, com 
a distribuição de lucros e pagamento de tributos sobre a renda, constitui, conforme 
norma vigente, 
(A) inteligência Competitiva. 
(B) erro involuntário. 
(C) erro tolerável. 
(D) fraude contábil. 
(E) reclassificação financeira. 
Resolução: 
Falou em contabilidade “criativa”, é porque alguém inventou algo (ou seja, ação 
dolosa). Logo, temos que fraude é a ação dolosa, e erro a sem intenção, chegando 
ao gabarito da questão, alternativa D. 
Gabarito 23: D. 
 
24- (FCC - Aud CS (TMC-GO)/2015) Com relação à responsabilidade do 
Auditor relativamente à fraude, é correto afirmar que: 
a) A principal responsabilidade do Auditor é emitir uma opinião limpa sobre as 
demonstrações contábeis. 
b) O Auditor é responsável apenas pelo exame da documentação que lhe for 
fornecida. 
c) O Auditor é responsável por obter segurança de que as Demonstrações 
Contábeis como um todo não contém distorções relevantes, causadas por fraude 
ou erro. 
d) O Auditor responde apenas sobre os serviços explicitamente contratados. 
e) Embora haja limitações inerentes na auditoria, o Auditor é responsável pela 
prevenção e detecção de fraude 
Resolução: 
Alternativa A – Errado. O tipo de opinião não é objetivo do auditor, e sim, 
resultado do seu trabalho. O objetivo é a verificação da adequação das 
demonstrações contábeis e consequente emissão de opinião. 
Alternativa B – Errado. O auditor deve efetuar procedimentos de auditora para 
colher evidência apropriada e suficiente, não somente analisando os documentos 
fornecidos. 
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Alternativa C – Certo. É como afirma o item X da NBC TA 200 
Alternativa D – Errado. A responsabilidade do auditor independente perante à 
fraude independe do que estiver explicito no termo de serviço, sendo obrigatória o 
cumprimento do previsto na NBC TA 240. 
Alternativa E – Errado. O auditor não é responsável pela prevenção e detecção 
de fraude, isto é papel da administração e responsáveis pela governança da 
entidade auditada. 
Gabarito 24: C. 
 
25- (FCC - ACE (TCE-CE)/Controle Externo/Auditoria 
Governamental/2015 (e mais 2 concursos) No exame das contas bancárias − 
Bancos Conta Movimento do Balanço Patrimonial da Empresa de Distribuição de 
Gás e Gasolina para os hospitais estaduais, o auditor independente constatou que 
o encarregado da tesouraria da entidade desviou R$ 90.000,00 para conta bancária 
própria. Para justificar-se, foi apresentada ao auditor a quitação de uma duplicata 
referente a uma compra fictícia. Segundo às Normas de Auditoria − NBC TAs, o 
ato praticado pelo encarregado da tesouraria caracteriza 
a) uma fraude, cuja responsabilidade pela prevenção e detecção é do auditor 
independente. 
b) um roubo, cuja responsabilidade pela prevenção e detecção é do controle interno 
da entidade. 
c) uma fraude, cuja responsabilidade pela prevenção e detecção é dos responsáveis 
pela governança da entidade e da sua administração. 
d) um desvio de ativo, cuja responsabilidade pela prevenção e detecção é do 
conselho fiscal da entidade. 
e) uma evidência de auditoria que produz distorções irrelevantes nas 
demonstrações contábeis da entidade. 
Resolução: 
Vamos analisar o enunciado: 
1- “auditor constatou que o encarregado da tesouraria da entidade desviou 
R$ 90.000,00 para conta bancária própria” --> Ou seja, o funcionário se 
APROPRIOU do dinheiro (ao transferir para sua titularidade). A tentativa de 
encobertar esta transação é apenas um meio de “camuflar” a fraude. 
Além disto, vale reforçar que a responsabilidade de prevenção e detecção é 
dos responsáveis pela governança e administração da entidade. 
Gabarito 25: C. 
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www.exponencialconcursos.com.br26- (FCC - ACE (TCE-CE)/Controle Externo/Atividade Jurídica/2015) Nos 
termos da NBC TA 240, o ato intencional que envolve dolo para obtenção de 
vantagem ilegal é denominado 
a) erro. 
b) fraude. 
c) fator de risco. 
d) risco de auditoria. 
e) evento de risco. 
Resolução: 
Conforme item 11 da NBC TA 240: “Fraude é o ato intencional de um ou 
mais indivíduos da administração, dos responsáveis pela governança, empregados 
ou terceiros, que envolva dolo para obtenção de vantagem injusta ou ilegal” 
Gabarito 26: B. 
 
27- (FCC - TCE (TCE-CE)/Controle Externo/Auditoria de Tecnologia da 
Informação/2015) Um analista de sistemas alterou uma informação sobre o 
faturamento de uma empresa diretamente nos bancos de dados, sem o uso do 
sistema de informação que deveria utilizar. Apesar de não ser essa a intenção do 
analista, a alteração gerou distorção nos registros da empresa em relação a sua 
realidade fiscal. Referente ao ato do analista e a responsabilidade do auditor 
independente das demonstrações contábeis que identificou a situação, é correto 
afirmar que 
a) não é responsabilidade do auditor a prevenção desse tipo de ocorrência e o 
analista cometeu fraude. 
b) não é responsabilidade do auditor a detecção desse tipo de ocorrência e o 
analista cometeu fraude. 
c) é responsabilidade do auditor a prevenção desse tipo de ocorrência e o analista 
cometeu erro. 
d) é responsabilidade do auditor a detecção desse tipo de ocorrência e o analista 
cometeu erro. 
e) não é responsabilidade do auditor a detecção desse tipo de ocorrência e o 
analista cometeu erro. 
Resolução: 
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Aqui são 2 casos em análise: a ação do analista e a responsabilidade do 
auditor. Sobre o primeiro caso, o enunciado diz que “....apesar de não ser essa a 
intenção do analista, a alteração....”, ou seja, ato NÃO intencional = ERRO. 
Por fim, o auditor independente NÃO é responsável pela detecção de 
fraude/erro, sendo esta responsabilidade da administração e responsáveis pela 
governança da empresa. 
Gabarito 27: E. 
 
28- (FCC / TRT - 19ª Região (AL) - Analista Judiciário - Contabilidade / 
2014) O auditor verificou que houve ato intencional de omissão de informação por 
parte de funcionários da entidade auditada. Essa situação obrigou-o a assessorar 
a administração, informando-a, por escrito e de maneira reservada, uma vez que, 
nos termos da Resolução CFC 986/2003, trata-se de 
a) erro. 
b) inconsistência. 
c) desvio. 
d) adulteração. 
e) fraude. 
Resolução: 
A Resolução CFC 986/2003 diz respeito a norma técnica de auditoria interna. 
Ela afirma no item 12.1.3 que fraude é o ato intencional (enquanto erro é o ato 
não intencional), portanto, gabarito da questão alternativa E. 
Gabarito 28: E. 
 
29- (FCC / Analista de Controle Externo TCE GO / 2014) Na auditoria 
realizada na empresa Distribuidora de Tomates do Centro-Oeste S/A, o Auditor 
independente constatou 
I. adulteração, pelo tesoureiro da empresa, no valor e no registro contábil de notas 
fiscais, com o objetivo de obter vantagens financeiras. 
II. aplicação incorreta de normas contábeis no que se refere ao cálculo de 
depreciação. 
III. horas extras pagas indevidamente a funcionários já demitidos. Posteriormente, 
o valor recebido indevidamente era dividido com o chefe da folha de pagamento. 
Com relação as constatações apontadas pelo Auditor, é correto afirmar que houve, 
respectivamente 
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a) fraude, erro e erro. 
b) fraude, inconsistência contábil e erro. 
c) fraude, erro e fraude. 
d) fraude, inconsistência contábil e erro. 
e) erro, inconsistência contábil e erro. 
Resolução: 
O que diferencia fraude de erro? Simples: a INTENÇÃO do ato. Com isto, fica 
fácil entender que o item I e III são casos de fraude (adulteração, pagamento 
indevido) e o item II um erro, já que não tem nada que denote intenção ou 
vantagem pelo ato ao aplicar norma incorreta no cálculo da depreciação. 
Gabarito 29: C 
 
30- (FCC - ACE (TCE-GO)/Orçamento e Finanças/2014) Atenção: Para 
responder à questão, considere as seguintes informações: 
O auditor independente, durante a execução dos trabalhos de auditoria nas 
Demonstrações Contábeis do exercício de 2014 da empresa Abacaxi Doce S/A, 
constatou que o valor de duas notas fiscais referentes à venda à vista, após o 
recebimento em dinheiro do valor da venda, foram adulterados, possibilitando ao 
tesoureiro da empresa desviar R$ 10.000,00 para sua conta bancária. Em 
consequência, as duas notas fiscais foram contabilizadas por um valor a menor do 
que o recebido. 
Com relação à adulteração de documentos com o objetivo de desvio de recursos 
financeiros pelo chefe da tesouraria, de acordo com as normas de auditoria (NBC 
TA 240), caracteriza 
a) erro grave. 
b) irregularidade nos registros contábeis. 
c) fraude. 
d) sonegação fiscal. 
e) omissão de lucro. 
Resolução: 
Fraude = ato intencional. No enunciado, o ato intencional é o “...foram 
adulterados, possibilitando ao tesoureiro da empresa desviar R$10.000,00 para 
sua conta bancária...” 
Gabarito 30: C. 
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31- (FCC / AFRE-RJ / 2014) O gerente financeiro da rede de loja Mais Clara 
do Brasil S. A., com o objetivo de pagar menos ICMS, adulterou o valor e o registro 
de duas notas fiscais de vendas. De acordo com a NBC TI − Auditoria Interna, o 
ato praticado pelo gerente configura 
(A) fraude. 
(B) omissão de receita. 
(C) omissão de imposto. 
(D) elisão fiscal. 
(E) erro intencional. 
Resolução: 
Veja que o enunciado é CLARO ao dizer que o gerente financeiro alterou o 
valor e registro de duas notas fiscais de vendas INTENCIONALMENTE (“com o 
objetivo de pagar menos ICMS, adulterou...”). 
Portanto, como todos sabemos, a distinção entre fraude e erro é dada pela 
INTENÇÃO do ato, de acordo com as definições trazidas pela NBC TI 01, item 
12.1.3.2 e 12.1.3.3, o ato INTENCIONAL é a FRAUDE. 
Gabarito 31: A. 
 
32- (FCC / Analista Judiciário TRT 15ª / 2013) São formas de burla pela 
Administração, de controles que aparentemente estão funcionando com eficácia: 
I. Registrar lançamentos fictícios no livro diário, em especial no final do período 
contábil, de forma a modificar os resultados operacionais ou alcançar outros 
objetivos. 
II. Ajustar indevidamente as premissas e alterar os julgamentos utilizados para 
estimar saldos contábeis. 
III. Omitir, antecipar ou atrasar o reconhecimento, nas demonstrações contábeis, 
de eventos e operações que tenham ocorrido durante o período das demonstrações 
contábeis que estão sendo apresentadas. 
IV. Contratar operações complexas, que são estruturadas para refletirerroneamente a situação patrimonial ou o desempenho da entidade. 
Está correto o que se afirma em 
a) I, II e III, apenas. 
b) II, III e IV, apenas. 
c) I, II, III e IV. 
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d) III e IV, apenas. 
e) I, III e IV, apenas. 
Resolução: 
Todos os itens estão corretos, conforme previsto no item A4 da NBC TA 240. 
Mesmo sem saber isto, era possível tranquilamente responder a questão já 
que em todos os itens temos ações da administração para burlar controles internos 
em funcionamento através de lançamento fictícios, ajustar indevidamente, omitir 
antecipar/atrasar o recolhimento e, por fim, contratar operações complexas com 
INTUITO de contornar a “esconder” a situação da empresar. 
Gabarito 32: C 
 
33- (FCC / TRT 6º região / 2012) De acordo com as normas de auditoria 
externa, quando o auditor desenvolve seus trabalhos com uma postura que inclui 
questionamento e avaliação crítica e detalhada, e desempenhe os trabalhos com 
alerta para condições que possam indicar possível distorção, devido a erro ou 
fraude nas demonstrações financeiras, o auditor está aplicando 
a) julgamento profissional. 
b) ceticismo profissional. 
c) equidade profissional. 
d) diligência profissional. 
e) neutralidade profissional. 
Resolução: 
Segundo a NBC TA 200, item 13: 
“Julgamento profissional é a aplicação do treinamento, conhecimento e 
experiência relevantes, dentro do contexto fornecido pelas normas de 
auditoria, contábeis e éticas, na tomada de decisões informadas a respeito 
dos cursos de ação apropriados nas circunstâncias do trabalho de auditoria. 
“Ceticismo profissional é a postura que inclui uma mente questionadora 
e alerta para condições que possam indicar possível distorção devido 
a erro ou fraude e uma avaliação crítica das evidências de auditoria. 
Gabarito 33: B 
 
 
 
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34- (FCC / TRE-CE / 2012) 
 
A situação evidencia uma operação de 
a) erro contábil e financeiro. 
b) fraude contábil e financeira. 
c) ato incondicional com distorções contábeis e financeiras. 
d) ato condicional, sem efeitos contábeis e financeiros. 
e) falha de governança, sem impacto na auditoria. 
Resolução: 
A situação retrata algo intencional, portanto, uma fraude, que neste caso 
envolvem aspectos contábeis (lançamento de pagamento contábil de 18milhões), 
assim como o financeiro (desvio deste recurso). 
Gabarito 34: B. 
 
35- (FCC / Analista de Controle Externo TCE-SE / 2011) Segundo a NBC 
TA 240, que trata da responsabilidade do auditor em relação à fraude, no contexto 
da auditoria de Demonstrações Contábeis, 
a) o fator distintivo entre fraude e erro está no fato de que a ação subjacente que 
resulta em distorção nas demonstrações contábeis é não intencional no primeiro 
caso e intencional no segundo. 
b) o auditor independente é responsável por estabelecer juridicamente se 
realmente ocorreu fraude. 
c) a principal responsabilidade pela prevenção e detecção da fraude é dos 
responsáveis pela governança da entidade e da sua administração. 
d) o planejamento adequado da auditoria independente elimina qualquer risco de 
que algumas distorções relevantes das demonstrações contábeis possam não ser 
detectadas. 
e) o risco de o auditor não detectar uma distorção relevante decorrente de fraude 
da administração é menor do que no caso de fraude cometida por empregados, já 
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que estes últimos têm maiores possibilidades de manipular os dados contábeis da 
entidade. 
Resolução: 
Alternativa A. Errada. Fraude = intencional, e não o inverso. 
Alternativa B. Errada. Conforme item 3 da NBC TA 240: 
“(...)Apesar de o auditor poder suspeitar ou, em raros casos, identificar a 
ocorrência de fraude, ele não estabelece juridicamente se realmente 
ocorreu fraude” 
Alternativa C. Correta. Conforme item 4 da NBC TA 240: 
“A principal responsabilidade pela prevenção e detecção da fraude é dos 
responsáveis pela governança da entidade e da sua administração” 
Alternativa D. Errada. Planejamento adequado consegue REDUZIR, mas não 
eliminar, considerando sempre a existência de limitações inerentes à auditoria. 
Alternativa E. Errada. O correto seria: 
“o risco de o auditor não detectar uma distorção relevante decorrente de 
fraude da administração é menor maior do que no caso de fraude cometida 
por empregados, já que estes últimos a administração têm maiores 
possibilidades de manipular os dados contábeis da entidade.” 
Gabarito 35: C 
 
36- (FCC / Analista Judiciário Auditor – TJ-PI / 2009) Sobre fraude e erro, 
é correto afirmar: 
a) A fraude é um ato não intencional de omissão ou manipulação de transações, 
adulteração de documentos, registros e demonstrações contábeis. 
b) Somente a auditoria independente tem condições de detectar erros e fraudes, 
já que o auditor interno não pode questionar a conduta de funcionários da 
companhia. 
c) Ao detectar erros relevantes ou fraudes no decorrer dos seus trabalhos, o auditor 
tem a obrigação de comunicá-los à administração da entidade e sugerir medidas 
corretivas. 
d) O número de erros ou fraudes na companhia auditada guarda correlação positiva 
com a quantidade e qualidade dos controles internos. 
e) O erro é um ato intencional resultante de omissão, desatenção ou má 
interpretação de fatos na elaboração de registros e demonstrações contábeis. 
Resolução: 
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Alternativa A – ERRADO. Esta é a definição de erro, e não fraude como afirma o 
examinador. 
Alternativa B – ERRADO. O auditor interno, ao se deparar com um caso de indícios 
de fraudes, deve informar à alta administração da entidade, já que é um dos seus 
objetivos assessorá-la no trabalho de prevenção de erros e fraudes. 
Veja o item 12.1.3.1 da NBC TI 01: 
“12.1.3.1 – O auditor interno deve assessorar a administração no trabalho 
de prevenção de erros e fraudes, obrigando-se a informá-la, sempre por 
escrito, de maneira reservada, sobre quaisquer indícios ou confirmações 
de erros ou fraudes detectados no decorrer de seu trabalho”. 
Alternativa C – CORRETO. De acordo com a NBC TA 240, item 40 e A60, quando 
o auditor obtiver evidências de que existe ou pode existir fraude é importante que 
o assunto seja levado à atenção da pessoano nível apropriado da administração 
tão logo seja praticável. 
Alternativa D – ERRADO. A correlação é negativa, ou seja, quanto maior a 
quantidade de erros e fraudes, menor é a quantidade e qualidade dos controles 
internos, tendo em vista que os mesmos (controles) existem para inibir e evitar 
que fraudes e erros aconteçam. 
Alternativa E – ERRADO. Esta é a definição de fraude, e não de erro, como afirma 
a alternativa. 
Gabarito 36: C. 
 
37- (FCC 2009 – Agente Fiscal de Rendas SP) O auditor interno, ao efetuar 
suas revisões nos Estoques de Produtos Acabados de uma empresa industrial, 
constata as seguintes ocorrências: 
I. O inventário físico apresenta diferença de 100 itens a menos que a quantidade 
registrada na contabilidade. Não existem vendas justificando essas saídas nem 
baixas por perda ou perecimento. A empresa foi consultada e não consegue 
explicar a falta dos 100 itens. 
II. O IPI e o ICMS das matérias-primas adquiridas estão contabilizados nos custos 
dos estoques. 
III. A depreciação apropriada ao custo dos produtos em processo considerava parte 
da depreciação dos itens de bens patrimoniais utilizados nos escritórios 
administrativos da empresa. 
Em relação a evidências de fraude e erro, I, II e III referem-se, respectivamente, 
a 
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a) fraude, fraude e fraude. 
b) fraude, erro e erro. 
c) erro, fraude e erro. 
d) erro, erro e erro. 
e) fraude, erro e fraude. 
Resolução: 
Alternativa I – FRAUDE. Fica claro que a alternativa faz referência a uma 
apropriação indevida de ativo, sendo ela uma forma de fraude, já que a mercadoria 
desapareceu sem ser possível explicar tal fato (verificando os registros para ver se 
poderia ter sido algum erro, o que não foi). 
Alternativa II – ERRO. A contabilização errada, sem informar se foi intencional, 
caracteriza um erro. 
Alternativa III – ERRO. Mais um erro na contabilização, neste caso da depreciação 
indevida de materiais de escritórios. 
Gabarito 37: B. 
 
38- (FCC / Analista Judiciário TRE MS / 2007) Fundamentado no conceito 
de fraude e de erro estabelecido pelo Conselho Federal de Contabilidade: 
I. O setor financeiro da empresa contratou empréstimo com carência de um ano, 
com juros de 4% a.a. e a analista do setor, cadastrou no sistema de 
reconhecimento dos encargos financeiros 4% ao mês, fazendo com que o sistema 
reconhece-se contabilmente, juros durante os doze meses na contabilidade da 
empresa, reduzindo o seu resultado. 
II. O Diretor de Recursos Humanos da Empresa, tendo que contabilizar a saída de 
valores para o pagamento de funcionário, não registrado na empresa, efetuou um 
adiantamento de viagem em seu nome para obter os recursos do pagamento. 
Posteriormente baixou o adiantamento com notas de combustível e de táxi, visto 
que o seu cargo tem o benefício de reembolso destas despesas. 
III. O almoxarifado recebeu ordens do departamento de faturamento/vendas, para 
agilizar a entrega de mercadorias ao consumidor em situações que o cliente não 
deseje levar a nota fiscal, recomendando que aquela unidade administrativa, 
guarde o documento e utilize-o para outra venda posterior, economizando assim 
tempo e gastos com impressos. 
Estas afirmações referem-se, respectivamente, a 
a) fraude, erro, fraude. 
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b) erro, fraude, fraude. 
c) erro, erro, erro. 
d) erro. erro, fraude. 
e) fraude, fraude, erro. 
Resolução: 
Alternativa I – ERRO. Não pode ser afirmado que o registro do custo financeiro do 
empréstimo (juros) foi um ato intencional. Como não foi dito na alternativa se o 
setor financeiro tinha a ciência do fato, trata-se de um erro. 
Alternativa II – FRAUDE. Veja que o Diretor de RH da empresa comete várias ações 
de forma intencional (ou seja, ele estava ciente dos “erros”), sendo feita para burlar 
o sistema. Neste caso, trata-se de fraude. 
Alternativa III – FRAUDE. O departamento de faturamento/vendas determina, de 
forma intencional, que o setor de almoxarifado adote medidas irregulares. Sendo 
assim, a alternativa corresponde a uma fraude. 
Gabarito 38: B. 
 
39- (FCC / Auditor Fiscal Municipal SP / 2007) Em relação à auditoria 
externa independente das demonstrações contábeis da entidade, é correto afirmar: 
a) Fraude é o ato não-intencional resultante de omissão, desatenção ou má 
interpretação de fatos na elaboração da escrituração contábil. 
b) O risco de auditoria é a possibilidade de o auditor vir a emitir uma opinião 
inadequada sobre demonstrações contábeis significativamente incorretas. 
c) Erro é o ato intencional de omissão ou manipulação de transações, inclusive 
adulterações de documentos da escrituração contábil. 
d) Como o sistema contábil e de controles internos da entidade é de 
responsabilidade exclusiva de sua administração, não cabe ao auditor efetuar 
sugestões objetivas para seu aprimoramento. 
e) Independentemente de ter emitido opinião sobre as demonstrações contábeis 
originais, o auditor pode expressar opinião sobre demonstrações contábeis 
apresentadas de forma condensada. 
Resolução: 
Alternativa A - Errado. Fraude = Ato intencional. 
Alternativa B - Certo. De acordo com o item 13 da NBC TA 200, risco de auditoria 
é "o risco de que o auditor expresse uma opinião de auditoria inadequada quando 
as demonstrações contábeis contiverem distorção relevante". 
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Alternativa C - Errado. Erro = Ato não intencional. 
Alternativa D - Errado. O auditor independente verifica os controles internos da 
entidade com o objetivo de verificar possíveis distorções relevantes nas 
demonstrações contábeis. Com isso, o mesmo pode efetuar sugestões objetivas, 
através de relatório-comentário. 
Alternativa E - Errado. De acordo com o item 5 da NBC TA 810, o auditor só deve 
aceitar emitir opinião sobre as demonstrações condensadas caso ele tenha sido o 
auditor das demonstrações completas, conforme citado abaixo: 
"5. O auditor somente deve aceitar um trabalho para emitir relatório de 
auditoria independente sobre demonstrações contábeis condensadas de 
acordo com esta Norma quando ele também tiver sido contratado para 
conduzir a auditoria, de acordo com as normas de auditoria, das 
demonstrações contábeis (completas) que serviram de base ou das quais 
foram derivadas as demonstrações contábeis condensadas" 
Gabarito 39: B. 
 
40- (FCC / Auditor Tributário, Prefeitura Municipal de Jaboatão dos 
Guararapes-PE / 2006) Quanto à conceituação de fraude e erro, considere as 
afirmações abaixo. 
I. A empresa programa seu sistema para, na apuração da base de cálculo do ISS, 
desconsiderar notas fiscais de prestação de serviçosde valores superiores a R$ 
5.000,00) 
II. O fiscal de tributos ao examinar o livro de registro de notas fiscais de serviços 
e apuração do ISS percebe que a empresa não escriturou a nota de número 111, 
mas o valor do tributo foi recolhido corretamente. 
III. A empresa registra os serviços efetivamente formalizados através de contrato, 
sendo que os serviços de pequeno valor, recebidos em dinheiro, no caixa da 
empresa e sem emissão de notas fiscais, ficam em uma conta em nome do sócio. 
As situações I, II e III constituem-se, respectivamente: 
a) fraude, fraude e fraude. 
b) erro, erro e fraude. 
c) erro, erro e erro. 
d) fraude, erro e fraude. 
e) erro, fraude e erro. 
Resolução: 
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Alternativa I – Trata-se de FRAUDE, já que a empresa PROGRAMOU o sistema para 
burlar o fisco (ato intencional). 
Alternativa II – Trata-se de ERRO, pois fica claro que a falta de escrituração da 
nota não foi intencional, já que o tributo referente a esta nota foi recolhido (não 
tendo nenhum ganho para a empresa a não escrituração da nota fiscal). 
Alternativa III – Trata-se de FRAUDE, tendo em vista que a empresa, de forma 
intencional, registra a receita dos serviços de pequenos valores recebida em 
dinheiro sem a emissão de nota fiscal, em conta de um sócio da entidade. 
 
Gabarito 40: D. 
 
41- (FCC / Agente Fiscal de Rendas SP / 2006) Sobre fraude e erro, é 
correto afirmar que 
a) fraude é o ato não-intencional resultante de omissão, desatenção ou má 
interpretação dos fatos na elaboração dos registros contábeis. 
b) é responsabilidade do auditor a comunicação de erros e fraudes que tenha 
encontrado em seu trabalho à administração da entidade, inclusive sugerindo 
medidas corretivas. 
c) o auditor, ao planejar o seu trabalho, não precisa estar preocupado em detectar 
fraudes e erros, já que essa é uma responsabilidade primária da entidade auditada. 
d) se o auditor não detectou fraudes e erros em seu trabalho, que posteriormente 
foram descobertos, ele será pessoalmente responsável por todas as conseqüências 
deles recorrentes. 
e) erro é o ato intencional de omissão ou manipulação de transações, adulteração 
de documentos, registros e demonstrações contábeis. 
Resolução: 
Alternativa “A” – ERRADO. Fraude é ato INTENCIONAL, sendo a intenção do ato o 
fator que difere fraude de erro. 
Alternativa “B” – CORRETO. 
Intencional?
Sim Fraude
Não Erro
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A norma vigente à época da prova era a NBC T11, item 11.1.4.2 – “Ao 
detectar erros relevantes ou fraudes no decorrer dos seus trabalhos, o auditor tem 
a obrigação de comunicá-los à administração da entidade e sugerir medidas 
corretivas, informando sobre os possíveis efeitos no seu parecer, caso elas não 
sejam adotadas”. 
Atualmente, segundo a NBC TA 240, item 40 e A60, quando o auditor obtiver 
evidências de que existe ou pode existir fraude é importante que o assunto seja 
levado à atenção da pessoa no nível apropriado da administração tão logo seja 
praticável. 
Determinar qual é o “nível apropriado da administração” é questão de 
julgamento profissional, sendo levada em conta pelo auditor: 
i) possibilidade de conluio; 
ii) natureza; 
iii) magnitude da suspeita de fraude. 
Normalmente, o nível apropriado é, pelo menos, um nível acima das 
pessoas que parecem estar envolvidas na suspeita de fraude. 
Alternativa C – ERRADO. A detecção de fraudes e erros é preocupação primordial 
da administração da entidade auditada; no entanto, é um dos objetivos gerais do 
auditor (NBC TA 200, item 11) obter segurança razoável de que as demonstrações 
contábeis como um todo estão livres de distorções relevantes, independentemente 
se causadas por fraude ou erro. Sendo assim, a questão peca ao afirmar que o 
auditor não precisa se preocupar em detectar fraudes e erros. 
Alternativa D – ERRADO. Segundo a NBC TA 200, item A51, o fato de existir 
limitações inerentes em uma auditoria gera um risco inevitável de que 
algumas distorções relevantes não sejam detectadas (seja por fraude, ou por erro), 
embora a auditoria seja adequadamente planejada e executada em conformidade 
com as normas de auditoria. 
Além disso, de acordo com a NBC TA 200, item A45, o auditor não é obrigado 
(e não pode) reduzir o risco de auditoria a zero. Portanto, não pode obter 
segurança absoluta de que as demonstrações contábeis estão livres de 
distorções relevantes devido à fraude ou erro. 
Sendo assim, não há no que se falar em responsabilizar o auditor pela não 
detecção de fraudes e erros, desde que o mesmo tenha realizado seu trabalho em 
conformidade com as normas de auditoria. 
Alternativa E – ERRADO. Esta é a definição de FRAUDE, não erro, como afirma a 
alternativa. B. 
Gabarito 41: B 
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42- (FCC 2006 – Auditor Fiscal da Receita Estadual da PB) O auditor 
interno, ao avaliar o cálculo do ICMS da empresa, identifica, no relatório que 
suporta os cálculos, a não-inclusão de nota fiscal no valor de R$ 50.000,00, na 
base de cálculo. Ao consultar o responsável pelo setor de processamento de dados 
da empresa, o mesmo afirma que, atendendo solicitação dos responsáveis da área 
fiscal, as notas de valor entre R$ 30.000,00 e R$ 50.000,00, não deveriam compor 
a base de cálculos dos impostos. É correto afirmar que este fato evidencia 
a) uma fraude, por representar um ato intencional praticado pelo responsável da 
área fiscal de manipulação de transações com o objetivo de reduzir a carga 
tributária da empresa. 
b) um erro, por tratar-se de desconhecimento da obrigatoriedade do imposto 
prevista em legislação, por parte do responsável pela área de sistemas da empresa. 
c) uma fraude, por representar um ato não-intencional do responsável pela área 
fiscal visando reduzir a carga tributária da empresa. 
d) um erro, por tratar-se de ato intencional praticado pelo responsável da área 
fiscal visando reduzir a carga tributária da empresa. 
e) uma fraude, por tratar-se de ato regulamentado pelo fisco para dar condições 
de empresas em situação financeira difícil se restabelecerem. 
Resolução: 
Veja que no enunciado o responsável pelo setor AFIRMA que foi feita a não-inclusão 
da nota de forma INTENCIONAL, ou seja, estavam cientes. 
 
Gabarito 42: A. 
 
43- (FCC / Analista Judiciário TRT / 2005) O auditor, ao se deparar com 
registro contábil efetuado na empresa auditada com interpretação incoerente com 
a norma contábil, está diante de 
a) uma fraude contábil por se tratar de ato não intencional. 
b) um erro por se tratar de ato não intencional. 
c) um erro por se tratar de ato intencional. 
Intencional?
Sim Fraude
NãoErro
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d) uma fraude por se tratar de fato praticado voluntariamente. 
e) um erro por ter sido praticado manipulando o fato. 
Resolução: 
Percebam que o examinador afirma que a empresa auditada teve uma 
interpretação incoerente (ou seja, errada) com a norma contábil. Nenhuma outra 
informação foi dita, sendo possível afirmar apenas que se trata de um erro, já que 
foi dito que a empresa errou ao registrar de forma diversa do exigido pela norma 
contábil, sem demonstrar nenhuma intenção em cometer este erro. 
Gabarito 43: B. 
 
44- (FGV - AFTRM (Cuiabá)/2016) De acordo com a NBC TA 240 – 
Responsabilidade do Auditor em Relação à Fraude, no Contexto da Auditoria de 
Demonstrações Contábeis, assinale a opção que indica o(s) principal(ais) 
responsável(eis) pela detecção da fraude. 
a) O auditor independente. 
b) O sócio encarregado do trabalho de auditoria. 
c) Os funcionários da entidade. 
d) Os responsáveis pela governança da entidade e sua administração. 
e) O governo, representado pela Comissão de Valores Mobiliários. 
Resolução: 
Conforme item 4 da NBC TA 240: “A principal responsabilidade pela 
prevenção e detecção da fraude é dos responsáveis pela governança da entidade 
e da sua administração” 
Gabarito 44: D. 
 
45- (FGV / Agente de Fiscalização – Administração TCM SP / 2015) O 
contador está envolvido em um esquema de desfalques no caixa da empresa em 
que trabalha. A empresa mantém contas nos bancos X e Y. Com o objetivo de 
encobrir falta de dinheiro na conta do banco X, o contador deposita em 31/12 a 
quantia que faltava nessa conta, por meio de cheque da conta do banco Y. Porém, 
o cheque só foi registrado como desembolso na conta do banco Y em janeiro do 
ano seguinte. Na reconciliação bancária a falta de dinheiro no caixa é 
temporariamente ocultada em decorrência do tempo de compensação do cheque. 
Nos trabalhos de auditoria, esse tipo de desfalque é denominado: 
a) desfalque encoberto; 
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b) desfalque sistêmico; 
c) encaixe; 
d) kiting; 
e) lapping. 
Resolução: 
Segundo Crepaldi, existem dois tipos de desfalques de caixa: os desfalques 
encobertos e o desfalque não coberto. Como vocês podem deduzir, os encobertos 
são aqueles desfalques que têm lançamentos de compensação nos registros 
contábeis (ou seja, tentam esconder o desfalque). 
Dentre os tipos de desfalques não encobertos, vamos falar sobre os dois tipos mais 
comuns: 
O kiting é um tipo de desfalque de caixa que envolve os desembolsos aí 
feitos. É, essencialmente, um sistema de encobrir faltas de dinheiro com 
transferências, em cheques não registrados, portanto, gabarito da 
questão. 
Por fim, apenas para complementar o tema, temos o lapping. Que 
geralmente se faz com cobranças de contas a receber e consiste em desviar os 
resultados de cobranças, substituindo-se o montante desviado por cobranças 
posteriores 
Gabarito 45: D 
 
46- (FGV - ATM (Recife)/2014) Sobre a produção e detecção de fraude, 
analise as afirmativas a seguir. 
I. O auditor, que realiza auditoria de acordo com as normas, deve garantir que as 
demonstrações contábeis como um todo não apresentem distorções relevantes, 
causadas por fraude ou erro. 
II. O risco de não ser detectada uma distorção relevante decorrente de fraude é 
mais baixo do que o risco de não ser detectada uma fraude decorrente de erro. 
III. A principal responsabilidade pela prevenção e detecção da fraude é dos 
responsáveis pela governança da entidade e por sua administração. 
Assinale: 
a) se somente a afirmativa II estiver correta. 
b) se somente as afirmativas I e III estiverem corretas. 
c) se somente as afirmativas II e III estiverem corretas. 
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d) se somente as afirmativas I e II estiverem corretas. 
e) se todas as afirmativas estiverem corretas. 
Resolução: 
Item I – Errado. O auditor tem segurança razoável apenas, não absoluta, 
portanto, não garante que não apresentem distorções relevantes. 
Item II – Errado. O risco de não detecção de distorção decorrente de fraude é 
MAIOR do que se originada por um erro, isto porque a fraude pode envolver 
manipulação de documentos entre outros agravantes que vão dificultar a vida do 
auditor nesta verificação. 
Item III – Certo. Está de acordo com o item 4 da NBC TA 240: "A principal 
responsabilidade pela prevenção e detecção da fraude é dos responsáveis pela 
governança da entidade e da sua administração". 
Gabarito 46: * 
 
47- (FGV / ISS Cuiabá / 2014) Em relação à responsabilidade do auditor em 
casos de fraudes, assinale a afirmativa correta. 
(A) O auditor, para efeitos das normas de auditoria, deve estar preocupado com a 
fraude que causa distorção relevante nas demonstrações contábeis. 
(B) O auditor é o principal responsável pela prevenção e detecção da fraude em 
uma entidade. 
(C) A detecção de todos os riscos de distorções relevantes nas demonstrações 
contábeis é uma das funções da auditoria. 
(D) O auditor deve manter postura de ceticismo profissional durante a auditoria, 
salvo quando há experiência passada em relação à honestidade e à integridade da 
administração. 
(E) O auditor deve determinar respostas individuais para tratar dos riscos avaliados 
de distorção relevante decorrente de fraude nas demonstrações contábeis 
Resolução: 
Alternativa A – Correto. Item 3 da NBC TA 240: “Embora a fraude constitua um 
conceito jurídico amplo, para efeitos das normas de auditoria, o auditor está 
preocupado com a fraude que causa distorção relevante nas demonstrações 
contábeis” 
Alternativa B – Errada. A principal responsabilidade pela prevenção e detecção da 
fraude é dos responsáveis pela governança da entidade e da sua administração, 
conforme item 4 da NBC TA 240. 
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Alternativa C – Errada. Detecção das fraudes é de responsabilidade da 
administração. 
Alternativa D – Errada. A postura de ceticismo profissional se mantém mesmo 
quando há experiência passada em relação à honestidade e à integridade da 
administração, conforme item 12 da NBC TA 240. 
Alternativa E – Errada. Não é resposta individual, mas sim, global, conforme item 
28 da NBC TA 240. 
Gabarito 47: A. 
 
48- (FGV / AFRE-RJ / 2010) Analise as afirmativasa seguir: 
I. A prevenção e detecção da fraude é de responsabilidade da governança da 
entidade e da sua administração. 
II. Apesar de o auditor poder suspeitar ou, em raros casos, identificar a ocorrência 
de fraude, ele pode estabelecer juridicamente se realmente ocorreu fraude. 
III. O auditor que realiza auditoria de acordo com as normas é responsável por 
obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis, como um todo, não 
contém distorções relevantes, causadas por fraude ou erro. 
Assinale: 
a) se somente as afirmativas I e III estiverem corretas. 
b) se somente as afirmativas I e II estiverem corretas. 
c) se somente as afirmativas II e III estiverem corretas. 
d) se somente a afirmativa III estiver correta. 
e) se somente a afirmativa II estiver correta. 
Resolução: Alternativa I - Certa. Está de acordo com o item 4 da NBC TA 240: 
"A principal responsabilidade pela prevenção e detecção da fraude é dos 
responsáveis pela governança da entidade e da sua administração". 
Alternativa II - Errada. Veja que, de acordo com o item 3 da NBC TA 240, 
"Apesar de o auditor poder suspeitar ou, em raros casos, identificar a ocorrência 
de fraude, ele não estabelece juridicamente se realmente ocorreu fraude." 
Alternativa III - Certa. Esta alternativa é a transcrição literal do item 5 da NBC 
TA 240: "O auditor que realiza auditoria de acordo com as normas de auditoria é 
responsável por obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis, 
como um todo, não contém distorções relevantes, causadas por fraude ou erro". 
Gabarito 48: A. 
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49- (FGV / AFRE-RJ / 2008) O Conselho Federal de Contabilidade - CFC 
conceitua fraude e erro da seguinte forma: 
I. fraude, o ato intencional de omissão ou manipulação de transações, adulteração 
de documentos, registros e demonstrações contábeis; e 
II. erro, o ato não-intencional, resultante de omissão, desatenção ou má 
interpretação de fatos na elaboração de registros e demonstrações contábeis. 
Considerando a regulamentação do assunto pelo CFC, em especial a Resolução 
836, é possível afirmar que: 
a) a responsabilidade primária na prevenção e identificação de fraudes e erros é 
do auditor independente, uma vez que é contratado para garantir que os dados 
constantes nas demonstrações reflitam a real situação econômico-financeira da 
entidade auditada. 
b) não tem o auditor independente a obrigação de comunicá-los à entidade da 
auditada, desde que relevantes. 
c) a auditoria de demonstrações contábeis tem como objetivo a descoberta de 
fraudes. 
d) o auditor independente deverá considerar a possibilidade de ocorrência, 
inclusive na fase do planejamento dos trabalhos. 
e) como a auditoria de demonstrações contábeis não objetiva a descoberta de 
fraudes, o auditor não deve considerar a possibilidade de sua ocorrência, sequer 
no planejamento. 
Resolução: 
A resolução citada na questão foi revogada pela NBC TA 200, no entanto, a questão 
continua atualizada. 
Alternativa A - Errada. Item 4 da NBC TA 240 "a principal responsabilidade pela 
prevenção e detecção da fraude é dos responsáveis pela governança da entidade 
e da sua administração". 
Alternativa B - Errada. Item 40 da NBC TA 240 "caso o auditor tenha identificado 
uma fraude ou obtido informações que indiquem a possibilidade de fraude, o 
auditor deve comunicar estes assuntos tempestivamente a pessoa de nível 
apropriado da administração(...)". 
Alternativa C - Errada. O objetivo da auditoria, de acordo com o item 3 da NBC 
TA 200, é: "O objetivo da auditoria é aumentar o grau de confiança nas 
demonstrações contábeis por parte dos usuários. Isso é alcançado mediante a 
expressão de uma opinião pelo auditor sobre se as demonstrações contábeis foram 
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elaboradas, em todos os aspectos relevantes, em conformidade com uma estrutura 
de relatório financeiro aplicável". 
Alternativa D - Certo. O auditor deve verificar a ocorrência de distorções 
relevantes nas demonstrações contábeis, independentemente se causadas por 
fraude ou erro. Sendo assim, o mesmo deve considerar a possibilidade de sua 
existência no planejamento, de forma a adequar e direcionar os procedimentos e 
testes de auditoria na busca de distorções relevantes que possam existir, conforme 
visto no item 5 da NBC TA 240. 
Alternativa E - Errado. Explicado na alternativa D. 
Gabarito 49: D. 
 
50- (FGV / Auditor Fiscal da Receita Municipal de Angra-RJ / 2009) A 
NBC TA 240 explicita que muitas vezes as informações contábeis fraudulentas 
envolvem a burla pela administração de controles que aparentemente estão 
funcionando com eficácia. A administração pode perpetrar fraude burlando 
controles por meio de técnicas como as indicadas nas alternativas a seguir, À 
EXCEÇÃO DE UMA. Assinale-a. 
a) registrar lançamentos fictícios no livro diário, em especial no final do período 
contábil, de forma a manipular resultados operacionais ou alcançar outros objetivos 
b) ajustar devidamente as premissas e os julgamentos utilizados para estimar 
saldos contábeis 
c) omitir, antecipar ou atrasar o reconhecimento, nas demonstrações contábeis, de 
eventos e operações que tenham ocorrido durante o período das demonstrações 
contábeis que estão sendo apresentadas 
d) ocultar ou não divulgar fatos que possam afetar os valores registrados nas 
demonstrações contábeis 
e) contratar operações complexas, que são estruturadas para refletir erroneamente 
a situação patrimonial ou o desempenho da entidade 
Resolução: 
Conforme item A4 da NBC TA 240, a alternativa A, C, D e E apresentação ações 
fraudulentas e que dificultarão a verificação das distorções relevantes pelo auditor. 
A alternativa B não tem erro, por isto é o gabarito da questão. 
Gabarito 50: B. 
 
51- (ESAF / AFRFB / 2012) O auditor externo, ao ser contratado para auditar 
o Hotel Paraíso Azul S.A., constata em seus registros que a ocupação média do 
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hotel é de 90% dos quartos. 50% das contas dos hóspedes foram pagas em 
dinheiro e os livros não identificam parte dos hóspedes. O sindicato dos hotéis da 
região divulgou, em relatório atualizado, que a ocupação dos hotéis na região não 
ultrapassa 70%. O noticiário da região dá indícios que vários negócios estão sendo 
usados para lavagem de dinheiro. A situação apresentada pode evidenciar para o 
auditor um risco 
a) de negócio e detecção. 
b) de fraude e de controle. 
c) de distorção relevante e de controle. 
d) de detecção e distorção relevante. 
e) residual e de fraude. 
Resolução: 
Podemos extrair do enunciado que: 
1- A taxa de ocupação do hotel é 90%, de acordo com seus registros(20% a mais 
do que o declarado por um terceiro - sindicato dos hotéis). 
2- 50% das contas são pagas em dinheiro e o livro não identifica parte dos 
hóspedes. 
Como a informação da taxa de ocupação obtida de terceiros não é o mesmo 
do que foi declarado (registrado) pela empresa, isso é um indício de fraude. 
Já no que se refere ao pagamento em dinheiro sem registro da origem trata-
se de uma falha no controle interno da entidade, tendo em vista que uma possível 
fraude (desvio) de dinheiro não seria percebida pela empresa, já que não se tem 
registrado a origem do mesmo (hospedes). Portanto, temos risco de fraude e 
risco de controle, alternativa B. 
A alternativa C está errada já que Risco de distorção relevante é o risco 
de que as demonstrações contábeis contenham distorção relevante antes da 
auditoria. 
Gabarito 51: B. 
 
52- (ESAF / Analista Técnico SUSEP / 2010) O auditor interno, ao realizar 
seus procedimentos e testes de auditoria, quanto à identificação de fraudes e erros, 
evidencia três fatos: 
I. O departamento fiscal da empresa, com o objetivo de reduzir o volume de 
impostos a recolher, cadastrou no sistema de faturamento, a alíquota do IPI que 
deveria ser de 11%, com o percentual de 5%. 
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II. Ao analisar a folha de pagamentos, evidenciou funcionários demitidos, 
constando do cálculo da folha, sendo que a conta a ser creditado o pagamento, 
destes funcionários, pertencia a outro colaborador do departamento pessoal. 
III. O contador da empresa, ao definir a vida útil da máquina que foi introduzida 
em linha de produção nova, estabeleceu alíquota, estimando a produção de um 
milhão de unidades, nos próximos 5 anos. O projeto foi revisto e se reestimou para 
10 anos. 
Assinale a opção correta, levando em consideração os fatos acima narrados. 
a) Fraude, fraude e erro. 
b) Erro, erro e erro. 
c) Erro, fraude e erro. 
d) Fraude, fraude e fraude. 
e) Fraude, erro e erro. 
Resolução: 
O que diferencia fraude e erro é a intenção do agente, o que me leva a 
afirmar que: Fraude = ato intencional; Erro = ato não-intencional. 
Item I - Fraude. Está claro que o departamento fiscal teve a intenção em fraudar 
o fisco ("com o objetivo de reduzir o volume de impostos a recolher"), sendo um 
caso de fraude. 
Item II - Fraude. Outro caso de fraude, já que o funcionário demitido deveria ter 
seu nome retirado da folha de pagamento, sendo que na verdade teve a conta de 
recebimento de proventos alterada para a conta de um outro colaborador (do 
departamento pessoal). Sendo assim, fica clara a intenção de desviar o recurso da 
empresa. 
Item III - Erro. Está claro que a empresa adotou uma depreciação errada, sem 
demonstrar nenhuma intenção em efetuar tal ato, o que 
Gabarito 52: A. 
 
53- (ESAF / Auditor Fiscal da Receita Federal / 2009) A responsabilidade 
primária na prevenção e detecção de fraudes e erros é: 
a) da administração. 
b) da auditoria interna. 
c) do conselho de administração. 
d) da auditoria externa. 
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e) do comitê de auditoria. 
Resolução: 
De acordo com o item 4 da NBC TA 240, "a principal responsabilidade pela 
prevenção e detecção da fraude é dos responsáveis pela governança da 
entidade e da sua administração". 
Gabarito 53: A. 
 
54- (ESAF / Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas 
– SEFAZ SP / 2009) Por ser um ato não-intencional na elaboração de registros e 
demonstrações contábeis, é correto afirmar que se trata de um erro: 
a) a aplicação incorreta das normas contábeis. 
b) a apropriação indébita de ativos. 
c) a supressão ou omissão de transações nos registros contábeis. 
d) o registro de transações sem comprovação. 
e) a alteração de documentos visando modificar os registros de ativos, passivos e 
resultados. 
Resolução: 
Normas contábeis são sujeitas a interpretação e, portanto, erros, sendo o 
gabarito da questão. 
As demais são fraudes: “apropriação indébita”, “supressão de transações”, 
“registro sem comprovação”, “alteração visando modificar os registros” 
Gabarito 54: A. 
 
55- (ESAF / Auditor do Tesouro Municipal de Natal SEMUT / 2008) A 
responsabilidade primária na prevenção e identificação de fraudes e erros na 
empresa é: 
a) da administração. 
b) da auditoria interna. 
c) do comitê de gestão corporativa. 
d) do Conselho Fiscal. 
e) da auditoria externa. 
Resolução: 
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De acordo com o item 4 da NBC TA 240, "a principal responsabilidade pela 
prevenção e detecção da fraude é dos responsáveis pela governança da 
entidade e da sua administração". 
Gabarito 55: A. 
 
56- (ESAF / Auditor do Tesouro Municipal de Natal SEMUT / 2008) O 
auditor, ao efetuar a avaliação e os testes nas contas dos itens componentes do 
imobilizado e de suas respectivas depreciações, constatou os seguintes fatos: 
I. Contrato efetuado entre a empresa e um de seus sócios transferindo uma 
máquina entregue como integralização de capital no valor de R$ 1.000.000,00. Ao 
efetuar a comparação com o valor de mercado na data da transferência, constatou-
se que a máquina estava valorizada por R$ 800.000,00. 
II. Unidade Fabril operando em dois turnos, efetuando a depreciação de suas 
máquinas pela taxa relativa a um turno. 
III. Os Juros e a variação cambial de uma máquina em processo de construção e 
importação, a ser usada no processo produtivo, contabilizado em despesas 
financeiras e de juros, respectivamente. 
Assim, pode-se afirmar que as assertivas I, II e III correspondem a: 
a) erro, fraude, erro. 
b) fraude, erro, fato normal. 
c) erro, erro, erro. 
d) fato normal, fraude, fraude. 
e) fraude, erro, erro. 
Resolução: 
Item I – Fraude. Por ser uma transação com partes relacionadas (ou seja, empresa 
com sócio), e verificar que a máquina integralizada pelo sócio estava valorizada 
em 800mil, ou seja, o 1milhão integralizado na verdade valem 200mil, podemos 
concluir tranquilamente que trata-se de uma fraude. 
Item II – Erro. O erro aqui é que a depreciação não foi feita como deveria... deveria 
ser feito na taxa relativa a dois turnos, o que é um erro. Nesta conta a fraude pela 
empresa acontece no sentido de AUMENTAR o valor depreciado para conseguir 
DIMINUIR o lucro e com isto, os impostos a serem pagos. 
Item III – Erro. Ato não intencional, erro. 
Gabarito 56: E. 
 
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57- (ESAF / Auditor Fiscal da Receita Estadual CE / 2007) Ao confrontar-
se com as situações a seguir expostas, o auditor as classificaria como uma 
situação: 
I. Um funcionário da Contabilidade, com três períodos de férias não gozados, 
constantes da folha de pagamentos e da provisão de férias reconhecendo os valores 
a serem recebidos. 
II. Contrato vigente de prestação de serviços de manutenção em ar condicionado. 
A empresa nunca possuiu este tipo de equipamento instalado em suas unidades. 
III. O diretor financeiro da empresa comercial Betal S.A. possui um prédio fora de 
operação e resolve alugá-lo por 5 anos, recebendo o aluguel a vista, mas com 
cláusula de devolução parcial, caso seja rescindido o contrato. 
O diretor financeiro juntamente com o contador determinam que seja contabilizado 
em Resultado de Exercícios Futuros. 
a) normal, fraude e erro. 
b) fraude, normal e normal. 
c) erro, normal e erro. 
d) fraude, fraude e normal. 
e) normal, fraude e fraude. 
Resolução: 
Item I – Se o funcionário não gozou as férias (e isto está previsto na folha da 
pagamento e na provisão de férias), não há que se falar em fraude ou erro, já que 
a situação é normal. 
Item II – Se a empresa nunca possuiu ar-condicionado, não tem porquê ela ter 
solicitado a prestação de serviço de manutenção, ou seja, trata-se de uma fraude 
(alguém forjou tal despesa). 
Item III – Neste caso deve-se contabilizar como outras receitas, e não resultado 
de exercícios futuros, por isso, trata-se de um erro (nada foi afirmado sobre a 
intencionalidade do fato). 
Gabarito 57: A. 
 
58- (ESAF / Analista de Finanças e Controle CGU / 2006) Assinale, entre 
as opções abaixo, aquela que - à luz da interpretação do Conselho Federal de 
Contabilidade - não é caracterizada como fraude. 
a) Registro de transações sem comprovação. 
b) Supressão ou omissão de transações nos registros contábeis. 
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c) Manipulação, falsificação ou alteração de registros ou documentos, de modo 
a modificar os registros de ativos, passivos ou resultados. 
d) Aplicação de práticas contábeis indevidas. 
e) Interpretação incorreta das normas contábeis. 
Resolução: 
De acordo com a definição dada ao termo "fraude" pela NBC TA 240, em seu item 
11, podemos concluir que a alternativa correta é a de letra "E", tendo em vista 
que não ficou explicito o dolo na ação, sendo portanto apenas um erro. 
"11. Fraude é o ato intencional de um ou mais indivíduos da 
administração, dos responsáveis pela governança, empregados ou terceiros, 
que envolva dolo para obtenção de vantagem injusta ou ilegal". 
Gabarito 58: E. 
 
59- (ESAF / Analista de Finanças e Controle CGU / 2006) Acerca da 
responsabilização de Auditor, no desempenho de suas funções, assinale a opção 
correta. 
a) O Auditor Interno não pode ser responsabilizado. 
b) A ocorrência de informação incorreta no parecer do Auditor, mesmo que gere 
prejuízos à entidade auditada ou a terceiros, não enseja responsabilidade. 
c) Tendo se valido adequadamente das técnicas de auditoria, o Auditor 
Externo não pode ser responsabilizado pela ocorrência de fraudes e erros não 
detectados em seus trabalhos. 
d) A omissão de informações nos pareceres de auditoria, ainda que dolosa, não 
pode gerar responsabilização. 
e) A utilização de serviços contábeis de um Auditor Interno pelo Auditor 
Independente isenta este último de qualquer responsabilidade sobre os resultados 
dos trabalhos. 
Resolução: 
O item 4 da NBC TA 610 afirma que "o auditor independente assume integral 
responsabilidade pela opinião de auditoria expressa e essa responsabilidade do 
auditor independente não é reduzida pela utilização do trabalho feito pelos 
auditores internos". 
De acordo com o item 5 da NBC TA 240, temos que: 
"5. O auditor que realiza auditoria de acordo com as normas de auditoria é 
responsável por obter segurança razoável de que as demonstrações 
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contábeis, como um todo, não contém distorções relevantes, causadas por 
fraude ou erro." 
No entanto, em decorrência das limitações inerentes de uma auditoria, há 
um risco inevitável de que algumas distorções relevantes das demonstrações 
contábeis não sejam detectadas, embora a auditoria seja adequadamente 
planejada e executada em conformidade com as normas de auditoria. 
Portanto, de acordo com o item A52 da NBC TA 200, a "descoberta posterior 
de uma distorção relevante das demonstrações contábeis, resultante de fraude ou 
erro, não indica por si só, uma falha na condução de uma auditoria em 
conformidade com as normas de auditoria". 
Gabarito 59: C. 
 
60- (ESAF / Analista de Controle Externo TCU / 2006) O auditor interno ao 
realizar o processo de avaliação das rotinas a seguir, constata que 
I. uma nota fiscal de compras de material de escritório, que o analista contábil 
havia guardado em sua gaveta para posterior registro, não foi lançada; 
II. em virtude de problemas no setor de faturamento da empresa, o gerente de 
logística, que tinha urgência em realizar a entrega da mercadoria a um cliente 
especial, utilizou uma nota fiscal de um outro cliente que já havia recebido a 
mercadoria com a mesma especificação e quantidade para atender essa urgência; 
III. o gerente de tecnologia da informação, por solicitação do departamento de 
contabilidade, ajustou o sistema de estoques para que, todas as vezes em que o 
saldo de mercadorias no sistema estiver abaixo da quantidade vendida, sejam 
baixados somente os itens existentes no sistema. Com base nas considerações 
anteriores e de acordo com as definições convencionadas de fraude e erro, 
podemos afirmar que houve, respectivamente 
a) I. Fraude; II. Fraude; III. Fraude 
b) I. Erro; II. Erro; III. Fraude 
c) I. Erro; II. Erro; III. Erro 
d) I. Fraude; II. Fraude; III. Erro 
e) I. Erro; II. Fraude; III. Fraude 
Resolução: 
Item I – Erro. Veja que o que resultou o fato foi o esquecimento (ato não 
intencional) da nota fiscal em uma gaveta. Portanto, trata-se de erro. 
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Item II – Fraude. O fato de o gerente ter urgência para realizar uma entrega não 
o respalda de o fazer de forma incorreta (intencionalmente). Portanto, trata-se de 
uma fraude. 
Item III – Fraude. O item afirma que o gerente de TI (a pedido do departamento 
de contabilidade) efetua o ajuste no sistema de estoque para manipula-lo. 
Portanto, trata-se de um ato intencional, que caracteriza o fato como umafraude. 
Gabarito 60: E. 
 
61- (ESAF / Auditor Fiscal do Tesouro RN / 2005) A responsabilidade 
primária na prevenção e identificação de fraude e erros da entidade é: 
a) da auditoria independente da entidade. 
b) do contador da entidade. 
c) da consultoria contábil da entidade. 
d) do advogado da entidade. 
e) da administração da entidade. 
Resolução: 
De acordo com o item 4 da NBC TA 240, "a principal responsabilidade pela 
prevenção e detecção da fraude é dos responsáveis pela governança da 
entidade e da sua administração". 
Gabarito 61: E. 
 
62- (ESAF / Auditor Fiscal da Previdência Social / 2002) Segundo as 
normas de auditoria, as definições de fraude e erro são, respectivamente: 
a) Ato não-intencional de registrar documentos oficiais corretamente, bem como 
elaborar demonstrações financeiras de forma correta. Ato intencional resultante de 
omissão, desatenção ou má interpretação de fatos na elaboração de registros e 
demonstrações contábeis. 
b) Ato não-intencional de omissão ou manipulação de transações, adulteração de 
documentos, registros e demonstrações contábeis. Ato intencional resultante de 
omissão, desatenção ou má interpretação de fatos na elaboração de registros e 
demonstrações contábeis. 
c) Ato não-intencional de evidenciar a manipulação de transações, adulteração de 
documentos, registros e demonstrações contábeis. Ato intencional resultante de 
omissão, desatenção ou interpretação correta de fatos na elaboração de registros 
e demonstrações financeiras. 
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d) Ato intencional de registrar as transações de forma adequada os fatos contábeis 
e a elaboração das demonstrações contábeis. Ato não intencional resultante de 
omissão, desatenção ou interpretação de fatos de forma correta na elaboração de 
registros e demonstrações contábeis. 
e) Ato intencional de omissão ou manipulação de transações, adulteração de 
documentos, registros e demonstrações contábeis. Ato não-intencional resultante 
de omissão, desatenção ou má interpretação de fatos na elaboração de registros e 
demonstrações contábeis. 
Resolução: 
Fraude = ato intencional, com isto ficamos entre a alternativa D e E. NBC TA 240, 
item 11: 
"11. Fraude é o ato intencional de um ou mais indivíduos da 
administração, dos responsáveis pela governança, empregados ou terceiros, 
que envolva dolo para obtenção de vantagem injusta ou ilegal". 
A alternativa D fala em “Ato intencional de registrar as transações de forma 
adequada”, portanto, não há que se falar em fraude neste caso. 
Gabarito 62: E. 
 
63- (ESAF / Auditor Fiscal da Receita Federal / 2001) Ao definir a 
responsabilidade do auditor independente de demonstrações contábeis quanto a 
fraudes e erros, o Conselho Federal de Contabilidade entende que: 
a) Ao detectar a fraude o auditor tem a obrigação de comunicar a administração 
da entidade auditada e ressalvar o seu parecer. 
b) O auditor é responsável pela prevenção de fraudes ou erros, de efeitos 
relevantes nas demonstrações contábeis da entidade auditada. 
c) O auditor é responsável pela detecção de fraudes ou erros incorridos, 
independentemente dos valores monetários envolvidos. 
d) O auditor não é responsável nem pode ser responsabilizado pela prevenção de 
fraudes ou erros relevantes nas demonstrações contábeis. 
e) A sugestão de medidas corretivas de fraudes ou erros não é responsabilidade 
do auditor, bastando ressalvar seu parecer. 
Resolução: De acordo com o item 4 da NBC TA 240, "a principal responsabilidade 
pela prevenção e detecção da fraude é dos responsáveis pela governança da 
entidade e da sua administração". 
Gabarito 63: D. 
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64- (ESAF / Auditor Fiscal Natal / 2001) Assinale a afirmativa falsa. 
a) O auditor independente deverá comprovar a participação em programa de 
educação continuada. 
b) O auditor independente deverá submeter-se a exame de competência 
profissional. 
c) O auditor independente é responsável pela prevenção de fraudes nas 
demonstrações contábeis. 
d) O auditor independente pode utilizar os trabalhos de engenheiros legalmente 
habilitados. 
e) O auditor independente pode utilizar os trabalhos realizados pelo auditor interno. 
Resolução: 
De acordo com o item 4 da NBC TA 240, "a principal responsabilidade pela 
prevenção e detecção da fraude é dos responsáveis pela governança da 
entidade e da sua administração". 
Gabarito 64: C. 
 
65- (CESPE - POLÍCIA CIENTÍFICA - PE / Perito Criminal - Ciências 
Contábeis / 2016) A respeito da detecção de fraudes em auditorias, assinale a 
opção correta. 
a) Em regra, o auditor não deve aceitar como legítimos os registros e documentos 
da entidade auditada. 
b) Toda distorção detectada pelo auditor nas demonstrações contábeis é 
considerada fraude. 
c) A responsabilidade pela prevenção e detecção da fraude é primordialmente do 
auditor. 
d) Devido às limitações inerentes à auditoria, é inevitável o risco de que distorções 
relevantes não sejam detectadas. 
e) A de distorções nas demonstrações contábeis para a obtenção de vantagem 
injusta ou ilegal constitui fator de risco de fraude. 
Resolução: 
Alternativa A – Errado. Item 13 da NBC TA 240: 
“13. A não ser que existam razões para crer o contrário, o auditor deve aceitar 
os registros e os documentos como legítimos” 
Alternativa B – Errado. As distorções podem ser originadas de fraude OU erros. 
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Alternativa C – Errado. Item 4 da NBC TA 240: 
“De acordo com o item 4 da NBC TA 240, "a principal responsabilidade pela 
prevenção e detecção da fraude é dos responsáveis pela governança da entidade 
e da sua administração". 
Alternativa D – Certo. Conforme item 51 da NBC TA 200. 
Alternativa E – Errado. Isto é a fraude em si, não um fator de risco. 
 
Gabarito 65: D. 
 
66- (CESPE - FUNPRESP-JUD / Analista - Controle Interno / Auditoria / 
2016) Julgue o próximo item, que versa sobre fraude e erro. 
O dever profissional de manter a confidencialidade das informações prestadas pelos 
clientes isenta o auditor independente da responsabilidade de comunicar às 
autoridades de supervisão a ocorrência de fraude na empresa auditada 
( ) Certo ( ) Errado 
Resolução: 
Conforme item 140.7 da NBC PG100: 
“140.7A O auditor independente, quando solicitado, por escrito e 
fundamentadamente, pelo Conselho Federal de Contabilidade e Conselhos 
Regionais de Contabilidade, deve exibir as informações obtidas durante 
o seu trabalho, incluindo a fase de pré-contratação dos serviços, a 
documentação, os papéis de trabalho e os relatórios” 
Gabarito 66: F. 
 
67- (CESPE - FUNPRESP-JUD / Analista - Controle Interno /Auditoria / 
2016) Julgue o próximo item, que versa sobre fraude e erro. 
O ceticismo profissional é uma postura que alerta o auditor para a existência de 
possíveis fraudes na empresa auditada. 
Fatores de 
risco de 
fraude
a necessidade de satisfazer as expectativas de terceiros
para obter capital adicional pode criar pressão para a fraude
a concessão de bônus significativos, caso sejam 
cumpridas metas irreais de lucro, pode criar um incentivo 
para se perpetrar uma fraude
um ambiente de controle que não é eficaz pode criar 
uma oportunidade para a fraude
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( ) Certo ( ) Errado 
Resolução: 
Conforme item 12 da NBC TA 240, o auditor deve manter postura de 
ceticismo profissional durante a auditoria, reconhecendo a possibilidade de existir 
distorção relevante decorrente de fraude, não obstante a experiência passada do 
auditor em relação à honestidade e integridade da administração e dos 
responsáveis pela governança da entidade 
Gabarito 67: V. 
 
68- (CESPE - Cont (DPU)/2016) A respeito do planejamento dos trabalhos de 
auditoria governamental, da fraude e do erro, dos testes, das técnicas e da 
amostragem estatística em auditoria, julgue o próximo item. 
Se, por erro, a entidade auditada considerar um valor menor para determinada 
receita, isso não deve ser considerado como uma distorção pelo auditor, pois, nesse 
caso, aplica-se o princípio da prudência. 
Certo / Errado 
Resolução: 
Conforme item 13 da NBC TA 200: 
“Distorção é a diferença entre o valor, a classificação, a apresentação ou a 
divulgação de uma demonstração contábil relatada e o valor, a classificação, 
a apresentação ou a divulgação que é exigida para que o item esteja de 
acordo com a estrutura de relatório financeiro aplicável”. 
Portanto, independe de ter sido a menor ou maior, continua sendo uma distorção. 
Gabarito 68: F. 
 
69- (CESPE / Especialista em Gestão de Telecomunicação TELEBRAS / 
2013) As fraudes são um indicativo da deficiência do controle interno. Assim 
sendo, é necessária a especialização dos auditores internos para que possam estar 
aptos a detectar e investigar esse tipo de ocorrência. 
Resolução: Conforme previsto nas normas internacionais de auditoria interna, os 
auditores internos devem possuir conhecimento suficiente para avaliar o risco de 
fraude e a maneira com o qual é gerenciado pela organização, porém, não se 
espera que possuam a especialização de uma pessoa cuja principal 
responsabilidade seja detectar e investigar fraudes. 
Gabarito 69: F 
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70- (FUNDATEC - Aud (CAGE RS)/2014) De acordo com a NBC TA 240 – 
Responsabilidade do Auditor em Relação à Fraude no Contexto da Auditoria de 
Demonstrações Contábeis, marque a assertiva correta. 
a) O auditor nunca deve levar em consideração as respostas às indagações junto 
à administração ou aos responsáveis pela governança. 
b) O auditor não precisa manter postura de ceticismo profissional durante a 
auditoria quando não tiver dúvida quanto à honestidade e integridade da 
administração. 
c) Visando manter a independência, o auditor não deve fazer indagações aos 
auditores internos da entidade sobre o risco de fraude nas demonstrações 
contábeis. 
d) O auditor deve aceitar os registros e os documentos como legítimos, desde que 
não existam razões para crer o contrário. 
e) O elemento de imprevisibilidade incorporado na seleção da natureza, época e 
extensão dos procedimentos de auditoria, não é considerado uma resposta global 
aos riscos avaliados de distorção relevante decorrente de fraude. 
Resolução: 
Alternativa A – Errada. “nunca” está errado, conforme item XX da NBC TA 240. 
Alternativa B– Errada. O auditor precisa manter o ceticismo ao longo de toda 
auditoria, mesmo se não tiver dúvida quanto à honestidade/integridade da 
administração, conforme previsto no item XX da NBC TA 240. 
Alternativa C – Errada. O auditor independente DEVE fazer indagação aos 
auditores internos sobre fraude, conforme previsto no item 19 da NBC TA 240. 
Alternativa D – Certo. É o que está previsto no item 13 da NBC TA 240. 
Alternativa E – Errada. Conforme item 29 (c), a imprevisibilidade é sim uma 
resposta global aos riscos avaliados de distorção relevante decorrente de fraude. 
Vejamos: 
“29. Ao determinar respostas globais para enfrentar os riscos avaliados de 
distorção relevante nas demonstrações contábeis, o auditor deve: 
(...) (c) incorporar elemento de imprevisibilidade na seleção da 
natureza, época e extensão dos procedimentos de auditoria” 
Gabarito 70: D 
 
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71- (FUNDATEC - Aud (CAGE RS)/2014) De acordo com a NBC TA 240 – 
Responsabilidade do Auditor em Relação à Fraude no Contexto da Auditoria de 
Demonstrações Contábeis, considere as assertivas abaixo: 
I. Auditor independente. 
II. Auditor interno. 
III. Administração. 
IV. Responsáveis pela governança. 
V. Conselho fiscal. 
De quem é a responsabilidade primária na prevenção e detecção de fraude? 
a) Apenas I. 
b) Apenas V. 
c) Apenas II e III. 
d) Apenas III e IV. 
e) Apenas III, IV e V. 
Resolução: 
De acordo com o item 4 da NBC TA 240, "a principal responsabilidade pela 
prevenção e detecção da fraude é dos responsáveis pela governança da 
entidade e da sua administração". 
Gabarito 71: D. 
 
72- (UEPA / AFRE-PA / 2013) Quanto aos procedimentos de auditoria 
relacionados a ‘’Fraudes’’, assinale a alternativa correta. 
a) Para operações normais o auditor deve avaliar se elas são justificáveis ou se 
possuem possibilidade de desvios e roubos. 
b) Para operações atípicas o auditor deve avaliar se elas são justificáveis ou se 
possuem intenção de se locupletar do patrimônio de terceiros. 
c) Para operações atípicas o auditor deve avaliar se elas são justificáveis ou se 
possuem intenção fraudulenta. 
d) Para operações normais o auditor deve avaliar se elas são justificáveis ou se 
possuem intenção fraudulenta. 
e) Para operações atípicas o auditor deve avaliar se elas são justificáveis ou se 
possuem possibilidade de natureza fraudulenta. 
Resolução: 
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De acordo com o item 32-c da NBC TA 240, temos que: 
“32. Independentemente da avaliação do auditor dos riscos de que a administraçãoburle controles, o auditor deve definir e aplicar procedimentos de auditoria para: 
(...) (c) Para operações significativas fora do curso normal dos negócios 
da entidade, ou que de outro modo pareçam não usuais, tendo em vista o 
entendimento da entidade e do seu ambiente e outras informações obtidas 
pelo auditor durante a auditoria, ele deve avaliar se a justificativa de 
negócio das operações (ou a ausência dela) sugere que elas podem 
ter sido realizadas para gerar informações contábeis fraudulentas ou 
para ocultar a apropriação indevida de ativos” (meus grifos) 
Gabarito 72: C. 
 
73- (CFC / CNAI – Qualificação Técnica Geral CFC / 2013) O necessário 
ceticismo profissional e os demais aspectos que devem ser considerados com 
referência à possibilidade de fraude devem ser discutidos entre os diversos 
membros da equipe de trabalho de auditoria. De acordo com a NBC TA 240, 
assinale a opção INCORRETA. 
a) A condução dessa discussão deve ser feita pelo sócio responsável pelo trabalho 
de auditoria, uma vez que ele normalmente é o membro mais experiente da equipe. 
b) Nessas discussões, assume-se que os administradores e responsáveis pela 
governança da entidade, cujas demonstrações contábeis estão sendo auditadas, 
são íntegros e honestos, pois se não fosse assim, o trabalho não teria sido aceito. 
c) O diálogo inclui, entre outros, a discussão sobre quais contas ou operações são 
mais suscetíveis a fraude, quais são os fatores que criam incentivos, pressão ou 
que propiciam oportunidade de fraude e as circunstâncias que podem indicar a 
existência ou suspeita de fraude. 
d) A discussão deve também incluir aspectos relacionados com os controles 
internos e, em especial, como e por quem esses controles podem ser burlados. 
Resolução: 
No item 13 da NBC TA 240 temos que: 
“A NBC TA 315 requer a discussão entre os membros da equipe de trabalho 
e que o sócio (ou responsável técnico) do trabalho determine os assuntos 
que devem ser comunicados aos membros da equipe não envolvidos na 
discussão. Essa discussão deve enfatizar especialmente como e em que 
pontos as demonstrações contábeis da entidade são suscetíveis de distorção 
relevante decorrente de fraude, inclusive como a fraude pode ocorrer. A 
discussão deve ocorrer deixando de lado a possível convicção dos 
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membros da equipe de trabalho de que a administração e os 
responsáveis pela governança são honestos e íntegros” 
Gabarito 73: B. 
 
74- (CFC / CNAI – Qualificação Técnica Geral CFC / 2013) Assinale a opção 
INCORRETA. 
a) Sempre que for identificada uma distorção, o auditor deve analisá-la para 
concluir se ela poderia estar relacionada com fraude. 
b) O auditor só deve levar ao conhecimento da administração ou governança as 
situações concretas de fraude. Nos casos em que existe suspeita ou indicações não 
confirmadas, ele deve, primeiro, confirmar que a fraude de fato existe para então 
levar o assunto adiante, evitando se desgastar com os responsáveis pela 
administração ou governança. 
c) Nos casos em que o auditor refutar a presunção de risco de fraude no 
reconhecimento da receita, ele deve documentar nos papéis de trabalho as razões 
para essa conclusão, que devem ser bem fundamentadas. 
d) Dentre os fatores de risco de fraude destacam-se: a existência de incentivo ou 
pressão para perpetrar a fraude, oportunidade percebida para cometer a fraude e 
a capacidade de racionalizar a ação fraudulenta, ou seja, dar uma razão razoável 
para que a fraude ocorra e não chame atenção. 
Resolução: 
Alternativa A – Certo. Conforme item 35 da NBC TA 540. 
“35. Se o auditor identifica uma distorção, ele deve avaliar se a distorção 
é indicadora de fraude.” 
Alternativa B – Errado. Conforme item A60 da NBC TA 540: 
“A60. Quando o auditor obteve evidências de que existe ou pode existir 
fraude, é importante que o assunto seja levado à atenção de pessoa no nível 
apropriado da administração tão logo seja praticável” 
Alternativa C – Certo. Conforme item 47 da NBC TA 540: 
“47. Se o auditor conclui que a presunção de risco de distorção relevante 
decorrente de fraude relacionada ao reconhecimento de receita não é 
aplicável nas circunstâncias do trabalho, o auditor deve incluir na 
documentação de auditoria as razões dessa conclusão.” 
Alternativa D – Certo. 
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Gabarito 74: B. 
 
75- (CFC / CNAI – Qualificação Técnica Geral CFC / 2013) Das afirmações 
abaixo assinale a opção INCORRETA. 
a) Sempre que for identificada a existência de uma distorção, o auditor 
independente deve analisar essa distorção para concluir se ela poderia estar 
relacionada com fraude. 
b) Tendo em vista que as fraudes podem ser perpetradas pela administração da 
entidade, cujas demonstrações contábeis estão sendo auditadas, torna-se inócuo 
e, portanto, deve ser evitada a obtenção de representações da administração ou 
responsáveis pela governança. 
c) No caso de identificação de fraude ou indicação de que ela pode existir, o auditor 
deve comunicar esse fato de forma tempestiva à pessoa de nível apropriado da 
entidade. 
d) Embora o auditor independente deva observar a confidencialidade (Código de 
Ética), existem situações em que ele é requerido a comunicar ao órgão regulador 
a fraude ou a possível existência de fraude. 
Resolução: 
Alternativa A – Certo. Conforme item 35 da NBC TA 540. 
“35. Se o auditor identifica uma distorção, ele deve avaliar se a distorção 
é indicadora de fraude.” 
Incentivo 
ou pressão
para 
perpetrar 
fraude
Oportunidade
percebida para 
cometer fraude
Capacidade
de 
racionalizar 
a ação 
fraudulenta
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Alternativa B – Errado. Conforme item A59 da NBC TA 540: 
“A59. Por causa da natureza da fraude e das dificuldades encontradas pelos 
auditores na detecção de distorções relevantes nas demonstrações contábeis 
decorrentes de fraude, é importante que o auditor obtenha representação 
formal da administração (...)” 
Alternativa C – Certo. Conforme item A60 da NBC TA 540: 
“A60. Quando o auditor obteve evidências de que existe ou pode existir 
fraude, é importante que o assunto seja levado à atenção de pessoa no nível 
apropriado da administração tão logo seja praticável” 
Alternativa D – Certo. Conforme item 43 da NBC TA 540: 
“43. (...) Embora o dever profissional do auditor de manter a 
confidencialidade da informação do cliente possa impedir que tais 
informações sejam dadas, as responsabilidades legais do auditor podem 
sobrepor-se ao dever de confidencialidade em algumas situações” 
Gabarito 75: B. 
 
76- (UEL / AFRE - PR / 2012) No tocante a fraudes e erros,o Conselho Federal 
de Contabilidade, através das normas que definem a responsabilidade do auditor, 
entende que o 
a) auditor está isento da responsabilidade e da possibilidade de ser 
responsabilizado pela prevenção de fraudes ou erros de efeitos relevantes nas 
demonstrações contábeis da entidade auditada. 
b) auditor é responsável pela prevenção de fraudes ou erros de efeitos relevantes 
nas demonstrações contábeis da entidade auditada. 
c) auditor é responsável pela detecção de fraudes ou erros, bem como pela edição 
dos regulamentos necessários à sua prevenção. 
d) auditor, ao detectar a fraude, deve obrigatoriamente comunicar à administração 
da entidade auditada e, consequentemente, incluir um parágrafo de ressalva em 
seu relatório. 
e) auditor, nas auditorias de demonstrações contábeis, está isento da 
responsabilidade sobre a ocorrência de fraudes ou erros que possa interferir nas 
demonstrações contábeis, sendo desnecessários quaisquer procedimentos para 
sua detecção. 
Resolução: 
A responsabilidade pela prevenção de fraudes e erros é da entidade 
auditada, e não do auditor independente. Vejamos o item 4 da NBC TA 240: 
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“4. A principal responsabilidade pela prevenção e detecção da fraude é dos 
responsáveis pela governança da entidade e da sua administração. É 
importante que a administração, com a supervisão geral dos responsáveis 
pela governança, enfatize a prevenção da fraude, o que pode reduzir as 
oportunidades de sua ocorrência, e a dissuasão da fraude, o que pode 
persuadir os indivíduos a não perpetrar fraude por causa da probabilidade 
de detecção e punição”. 
Com isso, o gabarito da questão é a alternativa A. 
Alternativa D – Errada. A inclusão de uma ressalva é feita quando é identificada 
uma distorção relevante (e não quando se verifica a ocorrência de uma fraude). 
Alternativa E – Errada. O auditor deve planejar seus procedimentos de auditoria 
de forma que detecte distorções relevantes (decorrentes de fraude ou erro). 
Gabarito 76: A. 
 
77- (UEL / AFRE - PR / 2012) Considere as situações a seguir. 
i. Um funcionário do setor de recursos humanos de uma empresa, com três 
períodos de férias não gozados, constantes da folha de pagamentos e da provisão 
de férias, e com conhecimento sobre os valores a serem recebidos. 
ii. Pagamentos de mensalidades a uma empresa de vigilância e monitoramento, 
sendo que a contratante nunca firmou o contrato e tampouco utilizou os serviços 
em suas unidades. 
iii. O diretor financeiro da empresa Modelo Industrial S.A., ao receber os cheques 
emitidos pelos clientes como garantia de pagamento futuro (cheques pré-datados), 
mantém os mesmos em custódia do caixa geral da empresa. O diretor financeiro 
juntamente com o contador decidem que sejam contabilizados em disponibilidades. 
Ao confrontar-se com as situações expostas, o auditor as classificaria, 
respectivamente, como 
a) normal, fraude e erro. 
b) normal, fraude e fraude. 
c) fraude, fraude e normal. 
d) fraude, normal e normal. 
e) erro, normal e erro. 
Resolução: 
Primeiramente, devemos lembrar das definições de fraude e erro (trarei aqui 
a antiga NBC T11): 
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 “11.1.4 – Para os fins destas normas, considera-se: 
a) fraude, o ato intencional de omissão ou manipulação de 
transações, adulteração de documentos, registros e demonstrações 
contábeis; e 
b) erro, o ato não intencional resultante de omissão, desatenção 
ou má interpretação de fatos na elaboração de registros e 
demonstrações contábeis”. 
 Atualmente, a definição dada pelas normas para fraude é (item 11 da NBC 
TA 240): “Fraude é o ato intencional de um ou mais indivíduos da administração, 
dos responsáveis pela governança, empregados ou terceiros, que envolva dolo 
para obtenção de vantagem injusta ou ilegal”. 
Item I – Normal. Pessoal, não é possível afirmar que é caso de fraude pois não 
existe vantagem injusto/ilegal neste item. Além disso, acho que também não é 
possível classificar como erro já que a questão afirma que a pessoa tem 
conhecimento “(...) com conhecimento”, o que exclui a possibilidade de ser um ato 
não intencional. Portanto, o melhor enquadramento neste caso é considerar isso 
uma “situação normal”. 
Item II – Fraude. Veja que não tem como ser um erro já que o lançamento 
(pagamento de mensalidade) foi feito sem nunca ter existido contrato, sendo 
necessário que alguém tenha feito intencionalmente o pagamento de tal 
mensalidade. 
Item III – Erro. Trata-se de um tratamento contábil errado já que o cheque pré-
datado não é uma disponibilidade. 
Gabarito 77: A. 
 
78- (FUNRIO - AAO (CEITEC)/AUDITOR/2012) Ao avaliar o sistema 
contábil, incluindo o controle interno, tanto em termos de concepção quanto de 
funcionamento, o auditor poderá detectar eventos que sejam indicativos de erros 
e fraudes, onde os erros, diferentemente das fraudes, são caracterizados por 
a) manipulação planejada de documentos. 
b) supressão intencional de transações nos registros contábeis. 
c) apropriação indébita de ativos. 
d) ato não intencional de má interpretação de fatos contábeis. 
e) adulteração de documentos. 
Resolução: 
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Fraude = intencional; Erro = não intencional. 
Gabarito 78: D 
 
79- (FUNCAB / Prefeitura de Várzea Grande / 2011) Conforme descrito na 
Norma de Auditoria aprovada pela Resolução CFC nº 1.207/09, as implicações das 
fraudes identificadas dependem das circunstâncias. Assim, uma fraude, que sob 
outros aspectos é insignificante, pode ser relevante se envolver a alta 
administração da empresa. Nessas circunstâncias: 
a) deve o Auditor emitir um parecer com ressalvas e suspender a execução dos 
trabalhos. 
b) pode o Auditor colocar em dúvida a confiabilidade das evidências anteriormente 
obtidas. 
c) pode o Auditor encerrar os trabalhos e emitir parecer, se abstendo de emitir 
opinião. 
d) o Auditor descarta as evidências já obtidas, uma vez que uma fraude não 
costuma estar isolada. 
e) O auditor deve, necessariamente, refazer todos os exames realizados 
anteriormente. 
Resolução: 
Item A52 da NBC TA 240: 
“As implicações das fraudes identificadas dependem das circunstâncias. Por 
exemplo, uma fraude sob outros aspectos insignificante pode ser relevante 
se envolver a alta administração. Em tais circunstâncias, a 
confiabilidade das evidências anteriormente obtidas pode ser 
colocada em dúvida, já que pode haver dúvidas a respeito da 
integridade e veracidade das representações feitas e da 
autenticidade dos registros e documentos contábeis.(...)” 
Gabarito 79: B. 
 
3.2- Planejamento 
 
80- (FCC / ICMS MA / 2016) O documento que incluia natureza, a época e a 
extensão dos procedimentos de auditoria a serem realizados pelos membros da 
equipe de trabalho é denominado de 
(A) normas de auditoria. 
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(B) estratégia para execução dos trabalhos. 
(C) roteiro de auditoria. 
(D) plano de auditoria. 
(E) papeis de trabalho. 
Comentários: 
Conforme item 9 da NBC TA 300, temos que: 
 
Gabarito 80: D. 
 
81- (FCC - ACE (TCE-GO)/Orçamento e Finanças/2014) Nas atividades de 
planejamento de auditoria independente, deve o auditor estabelecer uma 
estratégia global que defina o alcance, a época e a direção da auditoria. Assim, ao 
definir a estratégia global, deve o auditor, entre outros, nos termos da NBC TA 
300: 
I. elaborar o plano de auditoria, para definir o tipo de técnica e os procedimentos 
aplicáveis na revisão de seu trabalho. 
II. definir os objetivos do relatório do trabalho de forma a planejar a época da 
auditoria e a natureza das comunicações requeridas. 
III. identificar as características do trabalho para definir o seu alcance. 
IV. considerar os fatores que no julgamento profissional do auditor são 
significativos para orientar os esforços da equipe do trabalho. 
V. determinar a natureza, a época e a extensão dos recursos necessários para 
realizar o trabalho. 
Está correto o que consta APENAS em 
a) IV e V. 
b) III, IV e V. 
Plano de 
auditoria deve 
incluir a descrição..
a natureza, a época e a extensão dos procedimentos
planejados de avaliação de risco
a natureza, a época e a extensão dos procedimentos
adicionais de auditoria planejados no nível de afirmação
outros procedimentos de auditoria planejados e 
necessários para que o trabalho esteja em conformidade 
com as normas de auditoria
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c) II, III, IV e V. 
d) I e III. 
e) I, II e III. 
Resolução: 
Item I – Errado. A Isto é parte do plano de auditoria, conforme previsto no item 9 
da NBC TA 300, 
Demais itens estão de acordo com o item 8 da NBC TA 300: 
 
Gabarito 81: C. 
 
82- (FCC / AL-PE - Analista Legislativo - Contabilidade / 2014) Em relação 
ao Planejamento de Auditoria, considere: 
I. No início dos seus trabalhos, o auditor deve considerar se existe uniformidade 
nas práticas contábeis adotadas pela entidade. 
II. Na determinação dos fatos relevantes que serão examinados, não cabe ao 
auditor determinar a partir de que valor estes fatos serão considerados. 
III. o Planejamento da Auditoria é um processo que se inicia logo após a 
contratação dos serviços. 
Está correto o que se afirma APENAS em 
a) III. 
Estratégia 
Global
identificar as características do trabalho para definir o seu alcance
definir os objetivos do relatório do trabalho de forma a planejar a 
época da auditoria e a natureza das comunicações requeridas
considerar os fatores que no julgamento profissional do auditor são 
significativos para orientar os esforços da equipe do trabalho
considerar os resultados das atividades preliminares do trabalho 
de auditoria
determinar a natureza, a época e a extensão dos recursos 
necessários para realizar o trabalho 
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b) II e III. 
c) I. 
d) II. 
e) I e III. 
Resolução: 
Item I – Correto. A finalidade e o objetivo do planejamento da auditoria não mudam 
caso a auditoria seja inicial ou em trabalho recorrente. Entretanto, para a auditoria 
inicial, o auditor pode considerar quaisquer assuntos importantes (inclusive a 
aplicação de princípios contábeis ou de auditoria e normas de elaboração de 
relatórios). 
Item II – Errado. Este item fala sobre definição da materialidade (relevância) e isto 
é feito pelo auditor, conforme previsto no item 4 da NBC TA 320: 
“A determinação de materialidade pelo auditor é uma questão de julgamento 
profissional e é afetada pela percepção do auditor das necessidades de informações 
financeiras dos usuários das demonstrações contábeis.” 
Item III – Errado. O planejamento de auditoria se inicia logo após o fim da auditoria 
anterior, continuando até a conclusão do trabalho da auditoria atual. Veja o item 
A2 da NBC TA 300: 
“A2. Planejamento não é uma fase isolada da auditoria, mas um processo contínuo 
e iterativo, que muitas vezes começa logo após (ou em conexão com) a conclusão 
da auditoria anterior, continuando até a conclusão do trabalho de auditoria atual.” 
Gabarito 82: C. 
 
83- (FCC / Analista de Controle Externo TCE-GO / 2014) Nas atividades de 
planejamento de auditoria independente, deve o auditor estabelecer uma 
estratégia global que defina o alcance, à época e a direção da auditoria. Assim, ao 
definir a estratégia global, deve o auditor, entre outros, nos termos da NBC TA 
300: 
I. elaborar o plano de auditoria, para definir o tipo de técnica e os procedimentos 
aplicáveis na revisão de seu trabalho. 
II. definir os objetivos do relatório do trabalho de forma a planejar a época da 
auditoria e a natureza das comunicações requeridas. 
III. identificar as características do trabalho para definir o seu alcance. 
IV. considerar os fatores que no julgamento profissional do auditor são 
significativos para orientar os esforços da equipe do trabalho. 
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V. determinar a natureza, à época e a extensão dos recursos necessários para 
realizar o trabalho. 
Está correto o que consta APENAS em 
a) IV e V. 
b) III, IV e V. 
c) II, III, IV e V. 
d) I e III. 
e) I, II e III. 
Resolução: 
Item I – Errado. A estratégia global ORIENTA o desenvolvimento do plano de 
auditoria, e não o faz em si. Além disto, o plano de auditoria é para a execução, e 
não para a revisão. 
Item II, III, IV e V – Corretos, conforme item 8 da NBC TA 300. 
Gabarito 83: C. 
 
84- (FCC - AFCE (TCE-PI)/Comum/2014) O planejamento da auditoria é a 
fase na qual são fixadas as ações a serem executadas no trabalho de campo. Entre 
os principais conceitos sobre os quais está fundamentada esta atividade figura a 
a) legalidade. 
b) relevância. 
c) impessoalidade. 
d) objetividade. 
e) publicidade. 
Resolução: 
O objetivo do auditor é planejar a auditoria de forma a realizá-la de maneira eficaz 
e, naturalmente, para que isto seja possível é levado em consideração a figura da 
relevância na hora da elaboração do planejamento de auditoria,já que é no 
planejamento que o auditor estabelecerá uma estratégia global de auditoria que 
defina o alcance, a época e a direção da auditoria, para orientar o desenvolvimento 
do plano de auditoria. 
Gabarito 84: B. 
 
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85- (FCC - ATCE (TCE-AM)/Auditoria Governamental/2013) A fase de 
identificação e averiguação de eventos ou situações que possam afetar 
adversamente a capacidade do auditor de preparar e realizar o trabalho de 
auditoria é denominada 
a) achados de auditoria. 
b) avaliação dos riscos de distorção. 
c) controle de auditoria. 
d) controle de qualidade. 
e) preparação da auditoria. 
Resolução: 
Aqui, o termo preparação é usado como sinônimo de atividades preliminares do 
trabalho de auditoria, e está de acordo com o item A5 da NBC TA 300: 
“A5. Realizar as atividades preliminares do trabalho de auditoria especificadas no 
item 5 no início do trabalho de auditoria corrente auxilia o auditor na 
identificação e avaliação de eventos ou situações que possam afetar 
adversamente a capacidade do auditor de planejar e realizar o trabalho de 
auditoria.” 
Gabarito 85: E. 
 
86- (FCC / Analista de Controle TCE-PR / 2011) A fase da auditoria em que 
se determina o momento da realização de cada uma das tarefas é chamada de 
a) planejamento. 
b) análise de risco. 
c) estudo de caso. 
d) evidenciação. 
e) seleção de programa de trabalho. 
Resolução: 
A questão quer em qual fase da auditoria é definida o momento da realização das 
tarefas, ou seja, o que define a época de aplicação dos procedimentos de auditoria, 
entre outras atividades a serem desempenhadas pelo auditor. 
Para isso, temos o item 2 da NBC TA 300: 
"2. O planejamento da auditoria envolve a definição de estratégia global para o 
trabalho e o desenvolvimento de plano de auditoria". 
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Bom, como vimos acima, o planejamento é dividido em 2 fases: 
1) Estratégia Global; 
2) Plano de Auditoria. 
Vamos agora as definições e aplicações das duas fases, conforme item 8 e 9 da 
NBC TA 300: 
"8. Ao definir a estratégia global, o auditor deve: 
(a) identificar as características do trabalho para definir o seu alcance; 
(b) definir os objetivos do relatório do trabalho de forma a planejar a época da 
auditoria e a natureza das comunicações requeridas; 
(c) considerar os fatores que no julgamento profissional do auditor são 
significativos para orientar os esforços da equipe do trabalho; 
(d) considerar os resultados das atividades preliminares do trabalho de auditoria 
e, quando aplicável, se é relevante o conhecimento obtido em outros trabalhos 
realizados pelo sócio do trabalho para a entidade; e 
(e) determinar a natureza, a época e a extensão dos recursos necessários para 
realizar o trabalho. 
"9. O auditor deve desenvolver o plano de auditoria, que deve incluir a descrição 
de: 
(a) a natureza, a época e a extensão dos procedimentos planejados de avaliação 
de risco; 
(b) a natureza, a época e a extensão dos procedimentos adicionais de auditoria 
planejados no nível de afirmação; 
(c) outros procedimentos de auditoria planejados e necessários para que o trabalho 
esteja em conformidade com as normas de auditoria." 
Portanto, fica evidente que é no Planejamento que se define a época (momento) 
de aplicação das tarefas a serem realizadas pelo auditor independente, o que torna 
a letra A o gabarito da questão. 
Gabarito 86: A. 
 
87- (FCC / Auditor Prefeitura Municipal de Jaboatão de Guararapes-PE/ 
2006) O planejamento completo da auditoria externa engloba 
a) o período em que a empresa será auditada e as informações obtidas após o 
fechamento do contrato ou a aceitação da proposta. 
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b) o momento em que as auditorias serão realizadas até o término do trabalho, 
compreendendo da data da assinatura do contrato até o encerramento dos 
trabalhos na empresa. 
c) desde a fase de avaliação para a contratação dos serviços, no primeiro contato 
com o cliente, envolvendo todo o processo de auditoria, até a finalização dos 
trabalhos e emissão do parecer. 
d) a fase preliminar da auditoria após a assinatura do contrato, onde são definidos 
os procedimentos a serem aplicados, as horas a serem aplicadas ao trabalho e as 
pessoas a serem utilizadas. 
e) somente os procedimentos a serem realizados para confirmação das 
demonstrações contábeis, bem como o parecer a ser emitido. 
Resolução: 
O auditor deve realizar as seguintes atividades, entre outras, previamente ao início 
do trabalho: 
(a) o auditor mantém a necessária independência e capacidade para realizar o 
trabalho; 
(b) não há problemas de integridade da administração que possam afetar a 
disposição do auditor de continuar o trabalho; 
(c) não há desentendimentos com o cliente em relação aos termos do trabalho. 
Tais atividades estão incluídas no planejamento de auditoria, prevista na NBC TA 
300. 
Gabarito 87: C. 
 
88- (FCC / Agente Fiscal de Rendas SP / 2006) Analise as proposições a 
seguir, relativas ao planejamento dos trabalhos de auditoria: 
I. Pressupõe adequado nível de conhecimento sobre o ramo de atividade, negócios 
e práticas operacionais da entidade. 
II. Deve considerar a natureza, a oportunidade e a extensão dos procedimentos a 
serem aplicados na entidade. 
III. Quando incluir a designação de equipe técnica, esta dividirá a responsabilidade 
pelos trabalhos a serem executados com o auditor. 
IV. Uma vez estabelecidos, os programas de trabalho são imutáveis, a menos que 
a administração da entidade concorde com sua revisão e atualização. 
Está correto o que se afirma APENAS em 
a) I e II. 
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b) I, II e III. 
c) II e III. 
d) II e IV. 
e) III e IV. 
Resolução: 
Alternativa I – CORRETO. É o que se espera que o auditor tenha para que o mesmo 
julgue estar apto para realizar o trabalho e analisar a necessidade de ajuda de 
especialistas ou não, em determinadas áreas. 
Alternativa II – CORRETO. No entanto, devo dar alguns destaques com relação a 
este item. 
Primeiramente devo salientar que planejamento não é uma fase isolada, mas 
sim um processo contínuo e interativo, sendo que o auditor pode até mesmo optar 
por discutir os elementos doplanejamento com a administração da entidade 
(mantendo, obviamente, a responsabilidade sobre a elaboração do planejamento). 
- O objetivo do auditor é planejar a auditoria de forma a realizá-la de maneira 
eficaz. 
- Segundo a NBC TA 300, o planejamento envolve a definição de estratégia 
global e desenvolvimento do plano de auditoria. 
- A estratégia global define o alcance, época e a direção da auditoria, orientando 
o desenvolvimento do plano de auditoria 
- O plano de auditoria é mais detalhado, mais específico, pois inclui a natureza, 
a época e a extensão dos procedimentos de auditoria. (Item A12, NBC TA 300). 
Tanto a estratégia global com o plano de auditoria não são imutáveis, devendo, 
sempre que necessário, serem atualizados e alterados durante o curso de auditoria, 
quando julgar necessário. 
Alternativa III – ERRADO. Podemos verificar que, segundo o item A3 da NBC TA 
300, o auditor continua sendo responsável pela estratégia global e pelo plano de 
auditoria. Designar ou não equipes técnicas, não diminui esta responsabilidade (o 
enunciado refere-se a fase de planejamento). 
Alternativa IV – ERRADO. Conforme exposto acima, o planejamento pode ser 
atualizado e alterado sempre que o auditor julgar necessário, em decorrência de 
imprevistos, mudanças nas condições ou na evidência (item 10 e A13), inclusive 
durante o curso da auditoria. 
Gabarito 88: A. 
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89- (FCC / Auditor TCE-PI / 2005) Revisados e atualizados, sempre que as 
circunstâncias o exigirem, os programas de trabalho da auditoria devem ser 
formalmente preparados e estruturados, de forma a servirem como 
a) guia de execução dos trabalhos, apenas. 
b) guia e meio de controle de execução dos trabalhos. 
c) meio de controle da execução dos trabalhos, apenas. 
d) planejamento documentado da auditoria. 
e) planejamento formalizado da auditoria. 
Resolução: 
O termo “Programas de trabalho” era dado pela NBC T11 (ora revogada). Como a 
questão é de 2005, a época a legislação vigente era essa, sendo assim, transcrevo 
abaixo a base legal para a resposta: 
“O programa de auditoria, além de servir como guia e instrumento de controle para 
a execução do trabalho, deve abranger todas as áreas a serem examinadas pelo 
auditor independente”. 
Veja que quando esta norma se refere ao “programa de auditoria”, ela está fazendo 
menção ao planejamento de auditoria. 
Não obstante, encontramos na legislação vigente (NBC TA 300), na definição do 
papel do planejamento, em seu item 2, que este planejamento servirá para auxiliar 
o auditor a organizar adequadamente o trabalho para que seja realizado de 
forma eficaz e eficiente, assim como para facilitar a direção e supervisão da 
equipe de trabalho e a revisão de seu trabalho. 
Gabarito 89: B. 
 
90- (FCC / Auditor Fiscal BA / 2004) Os programas de trabalho, segundo as 
normas de auditoria, além de revisados e atualizados quando necessário, devem 
ser estruturados de forma a servir, em relação à sua própria execução, como 
a) corpo de indicadores. 
b) questionário. 
c) guia e meio de controle. 
d) índice das etapas a serem cumpridas. 
e) índice dos testes a serem aplicados. 
Resolução: 
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Para fixar a matéria, devemos lembrar que o planejamento de auditoria 
(anteriormente chamado de programa de trabalho) servirá para auxiliar o auditor 
a: 
i) dedicar atenção apropriada às áreas importantes; 
ii) identificar e resolver tempestivamente problemas potenciais; 
iii) organizar adequadamente o trabalho; 
iv) coordenação do trabalho realizado por outros auditores/especialistas; 
v) facilitar a direção e supervisão da equipe de trabalho e a revisão de seu 
trabalho. 
Gabarito 90: C. 
 
91- (FGV - ATM (Recife)/2014) Nas atividades de planejamento da auditoria, 
deve-se estabelecer uma estratégia global que defina seu alcance, sua época e sua 
direção, a fim de orientar o desenvolvimento do plano de auditoria. 
Os procedimentos a serem adotados estão listados a seguir, à exceção de um. 
Assinale-o. 
a) Identificar as características do trabalho para definir o seu alcance. 
b) Definir os objetivos do relatório do trabalho, de forma a planejar a época da 
auditoria e a natureza das comunicações requeridas. 
c) Considerar, para orientar os esforços da equipe do trabalho, os fatores que, no 
julgamento profissional do auditor, são irrelevantes. 
d) Considerar os resultados das atividades preliminares do trabalho de auditoria. 
e) Determinar a natureza, a época e a extensão dos recursos necessários para 
realizar o trabalho. 
Resolução: 
Conforme item 8, a alternativa C peca ao dizer que é irrelevante. As demais são 
transcrições literais do item citado, da norma NBC TA 300. 
Gabarito 91: C. 
 
92- (FGV - ATM (Recife)/2014) Um planejamento adequado é benéfico para 
a auditoria das demonstrações contábeis. A esse respeito, analise as afirmativas a 
seguir. 
I. Permite que o auditor dedique atenção apropriada às áreas importantes da 
auditoria. 
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II. Permite que o auditor identifique e resolva problemas potenciais 
tempestivamente. 
III. Permite que o auditor organize adequadamente o trabalho para que a auditoria 
seja realizada de forma eficaz e eficiente. 
IV. Permite que o auditor selecione os membros da equipe de trabalho com níveis 
apropriados de capacidade e competência para responderem às evidências 
esperadas e aloque apropriadamente os recursos. 
Assinale: 
a) se somente as afirmativas I, II e IV estiverem corretas. 
b) se somente as afirmativas I, II e III estiverem corretas. 
c) se somente as afirmativas II, III e IV estiverem corretas. 
d) se somente as afirmativas I, III e IV estiverem corretas. 
e) se todas as afirmativas estiverem corretas. 
Resolução: 
Todas as alternativas estão de acordo com o item 2 da NBC TA 300, exceto o item 
IV pois não é “..aloque apropriadamente os recursos” mas sim “...aloque 
apropriadamente as tarefas”. 
Gabarito 92: B. 
 
93- (FGV - ACI (Recife)/Finanças Públicas/2014 (e mais 2 concursos) 
De acordo com a NBC TA 300, o auditor, ao desenvolver o plano de auditoria, deve 
descrever 
a) a avaliação da conformidade com os requisitos éticos, inclusive independência, 
conforme exigido pela NBC TA 220. 
b) a natureza, a época e a extensão dos procedimentos adicionais de auditoria 
planejados no nível de afirmação, conforme previsto na NBC TA 330. 
c) os procedimentos para entendimento dos termos do trabalho, conforme exigido 
pela NBC TA 210. 
d) os processos para auxiliar o auditor a identificar e resolver tempestivamente 
problemas potenciais. 
e) as medidas para facilitar a direção ea supervisão dos membros da equipe de 
trabalho e a revisão do seu trabalho. 
Resolução: 
A alternativa correta é a B, conforme item 9-b da NBC TA 300: 
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“9 - O auditor deve desenvolver o plano de auditoria, que deve incluir a descrição 
de: 
 (a) a natureza, a época e a extensão dos procedimentos planejados de 
avaliação de risco, conforme estabelecido na NBC TA 315 – Identificação e 
Avaliação dos Riscos de Distorção Relevante por meio do Entendimento da Entidade 
e de seu Ambiente; 
 (b) a natureza, a época e a extensão dos procedimentos adicionais de 
auditoria planejados no nível de afirmação, conforme previsto na NBC TA 330 – 
Resposta do Auditor aos Riscos Avaliados; 
 (c) outros procedimentos de auditoria planejados e necessários para que 
o trabalho esteja em conformidade com as normas de auditoria (ver item A12).” 
Gabarito 93: B. 
 
94- (FGV - Aud (AL BA)/Auditoria/2014) A natureza, a época e a extensão 
dos procedimentos de auditoria a serem realizados pelos membros da equipe de 
trabalho são elementos que fazem parte 
a) do processo de auditoria. 
b) da estratégia global de auditoria. 
c) da gestão da auditoria. 
d) da avaliação preliminar da auditoria. 
e) do plano da auditoria. 
Resolução: 
Conforme item 9 B da NBC TA 300, trata-se do plano de auditoria. 
Gabarito 94: E. 
 
95- (FGV / AFRE-RJ / 2011) A atividade de planejamento é fundamental em 
qualquer atividade, revelando-se a etapa mais importante do ciclo administrativo 
(planejar, organizar, coordenar e controlar), segundo Henry Fayol (Teoria Clássica 
da Administração). Isso ocorre em função de o planejamento considerar a definição 
de um objetivo, dos caminhos alternativos para atingi-lo, da escolha (processo 
decisório) e da formulação de um plano de ação. Sobretudo na auditoria, tendo em 
vista o número de transações a serem validadas, de áreas a serem testadas, de 
saldos a serem verificados, o planejamento bem elaborado contribui para a 
otimização da aplicação dos recursos materiais e humanos (evitando desperdícios) 
e para minimização dos riscos de auditoria. Dessa forma, embora não seja garantia 
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de sucesso, o planejamento, quando bem elaborado, minimiza o risco de o trabalho 
ser ineficaz e ineficiente. O planejamento na auditoria é dinâmico, ou seja, uma 
vez elaborado, deve ser revisado sempre que surgirem novas circunstâncias ou os 
resultados apontarem para uma direção diferente da leitura feita inicialmente. 
Nesse sentido, o planejamento deverá ser revisto, por exemplo, quando os testes 
substantivos revelarem uma quantidade de erros superior àquela prevista quando 
do levantamento do controle interno. Quando da auditoria pela primeira vez, alguns 
cuidados especiais de planejamento devem ser observados, tais como os listados 
a seguir, À EXCEÇÃO DE UM. Assinale-o. 
a) leitura dos relatórios de auditoria anteriores (como mecanismo de 
"conhecimento" da auditada) 
b) uniformidade de critérios contábeis (uma vez que pode ter havido alterações de 
um exercício para o outro, tais como mudança no método de avaliação de estoques, 
uso de reavaliação, mudança no critério de tributação - lucro presumido para real, 
por exemplo) 
c) valor da cotação da ação investida na bolsa de valores, se companhia aberta 
d) identificação de relevantes eventos subsequentes ocorridos após a data-base 
do exercício, revelados ou não 
e) levantamento das principais alterações ocorridas no sistema de controle interno 
Resolução: 
Temos no item A20 da NBC TA 300, algumas considerações para o planejamento 
de auditoria inicial, que são: 
"A20. (...) Para a auditoria inicial, o auditor pode considerar os seguintes temas 
adicionais na definição da estratégia global e do plano de auditoria: 
i) exceto se for proibido por lei ou norma, manter contato com o auditor 
antecessor, por exemplo, para conduzir a revisão de seus papéis de trabalho; 
ii) quaisquer assuntos importantes (inclusive a aplicação de princípios contábeis ou 
de auditoria e normas de elaboração de relatórios) discutidos com a administração 
e relacionados à escolha do auditor, a comunicação desses temas aos responsáveis 
pela governança e como eles afetam a estratégia global de auditoria e o plano de 
auditoria; 
iii) os procedimentos de auditoria necessários para obter evidência de auditoria 
suficiente e apropriada relativa aos saldos iniciais (ver NBC TA 510 – Trabalhos 
Iniciais – Saldos Iniciais); 
iv) outros procedimentos exigidos pelo sistema de controle de qualidade 
da firma para trabalhos de auditoria inicial (por exemplo, esse sistema pode exigir 
o envolvimento de outro sócio ou profissional experiente para a revisão da 
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estratégia global de auditoria antes de iniciar procedimentos de auditoria 
significativos ou de revisão dos relatórios antes da sua emissão)". 
De acordo com o item 6 da NBC TA 510, temos que: 
"6. O auditor deve obter evidência de auditoria apropriada e suficiente sobre se os 
saldos iniciais contêm distorções que afetam de forma relevante as demonstrações 
contábeis do período corrente por meio de: 
(a) determinação se os saldos finais do período anterior foram corretamente 
transferidos para o período corrente ou, quando apropriado, se foram corrigidos; 
(b) determinação se os saldos iniciais refletem a aplicação de políticas contábeis 
apropriadas; e 
(c) realização de um ou mais dos seguintes procedimentos (ver itens A3 a A7): 
(i) no caso de as demonstrações contábeis do exercício anterior terem sido 
auditadas, revisar os papéis de trabalho do auditor independente antecessor para 
obter evidência com relação aos saldos iniciais; 
(ii) avaliar se os procedimentos de auditoria executados no período corrente 
fornecem evidência relevante para os saldos iniciais; ou 
(iii) executar procedimentos de auditoria específicos para obter evidência com 
relação aos saldos iniciais". 
Sendo assim, fica evidente que a alternativa A, B, D e E trazem atitudes esperadas 
pelo auditor independe na realização de uma auditoria inicial, sendo que a 
alternativa C não tem relação nenhuma com o processo de planejamento. 
Gabarito 95: C. 
 
96- (FGV / AFRE-RJ / 2011) Tendo em vista o que prevê o Conselho Federal 
de Contabilidade, assinale a alternativa correta. 
a) No que tange ao planejamento, é necessário que o auditor planeje a auditoria 
de modo que ela seja executada de maneira eficaz e dirija o esforço de auditoria 
às áreas com menor expectativa de distorção relevante, independentemente se 
causada por fraude ou a erro, com esforço correspondentemente maior dirigido a 
outras áreas. O planode auditoria não precisa incluir a descrição da natureza, a 
época e a extensão dos procedimentos adicionais de auditoria planejados no nível 
de afirmação. 
b) O envolvimento do sócio do trabalho e de outros membros-chave da equipe de 
trabalho no planejamento da auditoria não deve resultar em incorporação de seus 
pontos de vista, podendo prejudicar a eficiência e independência do processo de 
planejamento. 
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c) Em auditoria de entidade de pequeno porte, todo o processo pode ser conduzido 
por equipe pequena de auditoria. Muitas auditorias de entidades de pequeno porte 
envolvem o sócio do trabalho trabalhando com um membro da equipe de trabalho 
ou sozinho. Com uma equipe menor, a coordenação e a comunicação entre 
membros da equipe ficam facilitadas. A definição da estratégia global para a 
auditoria de entidade de pequeno porte precisa ser igualmente complexa. 
d) O CFC, quando trata da responsabilidade do auditor no contexto da auditoria de 
demonstrações, explicita que o auditor se preocupa com a fraude que causa 
distorção relevante. Dois tipos de distorções intencionais são pertinentes para o 
auditor: (1) distorções decorrentes de informações contábeis fraudulentas e (2) da 
apropriação indébita de ativos. 
e) O planejamento adequado ajuda a tornar suficientes o tempo e os recursos 
disponíveis para a condução da auditoria. A dificuldade, falta de tempo ou custo 
envolvido são, por si só, base válida para que o auditor omita um procedimento de 
auditoria para o qual não há alternativa ou que deva ser satisfeito com evidências 
de auditoria menos que persuasivas. 
Resolução: 
De acordo com o item 3 da NBC TA 240, temos que: 
"Embora a fraude constitua um conceito jurídico amplo, para efeitos das normas 
de auditoria, o auditor está preocupado com a fraude que causa distorção relevante 
nas demonstrações contábeis. Dois tipos de distorções intencionais são pertinentes 
para o auditor - distorções decorrentes de informações contábeis fraudulentas e da 
apropriação indébita de ativos". 
Portanto, gabarito da questão, alternativa D. 
Alternativa A - Errada. O auditor deve dirigir o esforço de auditoria para às áreas 
com maior (e não menor) expectativa de distorção. 
Alternativa B - Errada. O ponto de vista do sócio do trabalho e outros membros-
chave devem ser incorporados no processo de planejamento, como afirma o item 
A4 da NBC TA 300: 
"A4. O envolvimento do sócio do trabalho e de outros membros-chave da equipe 
de trabalho no planejamento da auditoria incorpora a sua experiência e seus pontos 
de vista, otimizando assim a eficácia e a eficiência do processo de planejamento". 
Alternativa C - Errada. A definição da estratégia global para auditoria de pequeno 
porte não precisa ser igualmente complexa, como afirma o item A11 da NBC TA 
300: 
"A definição da estratégia global para a auditoria de entidade de pequeno porte 
não precisa ser complexa ou um exercício demorado, variando de acordo com o 
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tamanho da entidade, a complexidade da auditoria e o tamanho da equipe de 
trabalho". 
Alternativa E - Errada. A falta de tempo não é argumento válido para não realizar 
procedimento de auditoria para o qual não há outra alternativa (ou a evidência seja 
menos persuasiva) na obtenção de evidência. O auditor deve considerar o tempo 
apropriado para aplicar os procedimentos necessários ao definir a estratégia global. 
Gabarito 96: D. 
 
97- (FGV / AFRE-RJ / 2011) O auditor deve definir uma estratégia global que 
defina o alcance, a época e a direção do seu trabalho e oriente o desenvolvimento 
do plano de auditoria. Ao estabelecer essa estratégia global, o auditor deve adotar 
os procedimentos apresentados a seguir, à exceção de um. Assinale-o. 
a) Identificar as características do trabalho para definir o seu alcance. 
b) Definir os objetivos do relatório do trabalho de forma a planejar a época da 
auditoria e a natureza das comunicações requeridas. 
c) Considerar os fatores que no julgamento profissional do auditor são significativos 
para orientar os esforços da equipe do trabalho. 
d) Considerar os resultados das atividades preliminares do trabalho de auditoria, 
sendo indispensável o conhecimento dos outros trabalhos realizados pelo sócio do 
trabalho para a entidade. 
e) Determinar a natureza, a época e a extensão dos recursos necessários para 
realizar o trabalho. 
Resolução: 
De acordo com o item 8 da NBC TA 300, temos que: 
"8. Ao definir a estratégia global, o auditor deve: 
(a) identificar as características do trabalho para definir o seu alcance; 
(b) definir os objetivos do relatório do trabalho de forma a planejar a época da 
auditoria e a natureza das comunicações requeridas; 
(c) considerar os fatores que no julgamento profissional do auditor são 
significativos para orientar os esforços da equipe do trabalho; 
(d) considerar os resultados das atividades preliminares do trabalho de auditoria 
e, quando aplicável, se é relevante o conhecimento obtido em outros trabalhos 
realizados pelo sócio do trabalho para a entidade; e 
(e) determinar a natureza, a época e a extensão dos recursos necessários para 
realizar o trabalho." 
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Como destacado, não é indispensável, mas sim, quando aplicável. 
Gabarito 97: D. 
 
98- (FGV / AFRE-RJ / 2011) A respeito do plano de auditoria assinale a 
afirmativa incorreta. 
a) é mais detalhado que a estratégia global de auditoria visto que inclui a natureza, 
a época e a extensão dos procedimentos de auditoria a serem realizados pelos 
membros da equipe de trabalho. 
b) trata dos diversos temas identificados na estratégia global, levando-se em conta 
a necessidade de atingir os objetivos da auditoria por meio do uso eficiente dos 
recursos do auditor. 
c) deve incluir a descrição da natureza, a época e a extensão dos procedimentos 
planejados de avaliação de risco. 
d) deve ser atualizado e alterado sempre que necessário no curso da auditoria. 
e) deve ser desenvolvido para que o planejamento da auditoria seja elaborado. 
Resolução: 
De acordo com o item A10 da NBC TA 300, temos que: 
"A10. Uma vez definida a estratégia global de auditoria, pode ser 
desenvolvido plano de auditoria para tratar dos diversos temas identificados 
na estratégia global de auditoria, levando-se em conta a necessidade de atingir os 
objetivos da auditoria por meio do uso eficiente dos recursos do auditor". 
Portanto, o auditor deve primeiro elaborar a estratégia global para que o plano de 
auditoria possa ser desenvolvido, o que torna a alternativa E errada, sendo o 
gabarito da questão. 
Gabarito 98: E. 
 
99- (FGV/ AFRE-RJ / 2010) Nas atividades de planejamento o auditor deve 
estabelecer uma estratégia global definindo o alcance, a época e a direção para o 
desenvolvimento do plano de auditoria. 
A respeito do planejamento da auditoria, assinale a afirmativa incorreta. 
a) O auditor deve identificar as características do trabalho para definir o seu 
alcance, bem como definir os objetivos do relatório do trabalho de forma a planejar 
a época da auditoria e a natureza das comunicações requeridas. 
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b) O auditor deve considerar os fatores que no seu julgamento profissional são 
significativos para orientar os esforços da equipe do trabalho e determinar a 
natureza, a época e a extensão dos recursos necessários para realizar o trabalho. 
c) O auditor deve considerar os resultados das atividades preliminares do trabalho 
de auditoria e, quando for o caso, a relevância do conhecimento obtido em outros 
trabalhos. 
d) O auditor deve desenvolver o plano de auditoria e nele deve incluir a descrição 
da natureza, a época e a extensão dos procedimentos planejados de avaliação de 
risco. 
e) O auditor deve atualizar e alterar a estratégia global e o plano de auditoria, para 
definir o tipo de técnica e os procedimentos aplicáveis na revisão do seu trabalho. 
Resolução: 
De acordo com o item 10 da NBC TA 300: 
"o auditor deve atualizar e alterar a estratégia global de auditoria e o plano de 
auditoria sempre que necessário no curso da auditoria"; 
E o item 11 da mesma norma: 
"o auditor deve planejar a natureza, a época e a extensão do direcionamento e 
supervisão da equipe de trabalho e a revisão do seu trabalho", 
A alternativa "E" está errada, tendo em vista que a alteração/atualização não é 
a hora em que se define o tipo de técnica e os procedimentos aplicáveis para a 
revisão (isto é feito no planejamento). 
Ressalto que, em decorrência de imprevistos, mudanças nas condições ou na 
evidência de auditoria obtida na aplicação de procedimentos de auditoria, o auditor 
pode ter que modificar a estratégia global e o plano de auditoria e, portanto, a 
natureza, a época e a extensão dos procedimentos adicionais de auditoria 
planejados, considerando a revisão dos riscos avaliados. 
Gabarito 99: E. 
 
100- (FGV / AFRE-RJ / 2010) Com relação ao planejamento e execução da 
auditoria de demonstrações contábeis, analise as afirmativas a seguir. 
I. O auditor deve adotar julgamento profissional quanto à natureza, à época e à 
extensão dos procedimentos aplicados para o cumprimento das exigências das 
normas e a coleta de evidências. 
II. O auditor deve avaliar se foi obtida evidência de auditoria suficiente e apropriada 
e se algo mais precisa ser feito para que sejam cumpridos os objetivos das normas 
e, com isso, os objetivos gerais do auditor. 
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III. O auditor deve extrair conclusões baseadas nas evidências obtidas, por 
exemplo, pela avaliação da razoabilidade das estimativas feitas pela administração 
na elaboração das demonstrações contábeis. 
Assinale: 
a) se somente a afirmativa I estiver correta. 
b) se somente a afirmativa II estiver correta. 
c) se somente as afirmativas I e II estiverem corretas. 
d) se somente as afirmativas II e III estiverem corretas. 
e) se todas as afirmativas estiverem corretas. 
Resolução: 
Alternativa I - Certo. Está de acordo com o item A23 da NBC TA 200: "O 
julgamento profissional é necessário, em particular, nas decisões sobre: a 
natureza, a época e a extensão dos procedimentos de auditoria(...)". 
Alternativa II - Certo. O item A31 da NBC TA 200 diz que o auditor deve: 
"determinar se foi obtida evidência de auditoria apropriada e suficiente para a 
redução do risco de auditoria a um nível aceitavelmente baixo, possibilitando assim 
ao auditor tirar conclusões para fundamentar sua opinião", o que torna a 
alternativa correta. 
Alternativa III - Certo. Evidências de auditoria são as informações utilizadas pelo 
auditor para fundamentar suas conclusões em que se baseia a sua opinião. 
Gabarito 100: E. 
 
101- (ESAF / Analista de Finanças e Controle CGU / 2008) Todas as opções 
abaixo são importantes recomendações acerca do planejamento da auditoria, 
exceto uma. Aponte a única opção falsa. 
a) O planejamento e os programas de trabalho não devem ser revisados mesmo 
que novos fatos o recomendarem. 
b) O programa de auditoria deve ser detalhado de forma a servir como guia e meio 
de controle do progresso dos trabalhos. 
c) O planejamento pressupõe adequado nível de conhecimento sobre o ramo de 
atividade, negócios e práticas operacionais da entidade. 
d) O auditor deve documentar seu planejamento geral e preparar programa de 
trabalho por escrito, detalhando o que for necessário à compreensão dos 
procedimentos que serão aplicados. 
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e) O planejamento da auditoria, quando incluir a designação de equipe técnica, 
deve prever a orientação e supervisão do auditor, que assumirá total 
responsabilidade pelos trabalhos executados. 
Resolução: 
Conforme item 10 da NBC TA 300, temos que: 
“10. O auditor deve atualizar e alterar a estratégia global de auditoria e o plano 
de auditoria sempre que necessário no curso da auditoria” (meu grifo) 
Gabarito 101: A 
 
102- (CESPE - FUNPRESP-JUD / Analista - Controle Interno / Auditoria / 
2016) No que tange ao planejamento de auditoria, julgue o item subsequente. 
O planejamento de uma auditoria inicia-se somente com a concretização do 
contrato de serviço de auditoria, encerrando-se no momento em que o auditor 
independente estabelecer que os trabalhos preliminares estejam completos. 
( ) Certo ( ) Errado 
Resolução: 
NBC TA 300, item A2: 
“A2. Planejamento não é uma fase isolada da auditoria, mas um processo 
contínuo e iterativo, que muitas vezes começa logo após (ou em conexão com) a 
conclusão da auditoria anterior, continuando até a conclusão do trabalho de 
auditoria atual.” 
Gabarito 102: F. 
 
103- (CESPE - FUNPRESP-JUD / Analista - Controle Interno / Auditoria / 
2016) No que tange ao planejamento de auditoria, julgue o item subsequente. 
No planejamento da auditoria, o auditor independente julga a magnitude das 
distorções consideradas relevantes para, entre outras finalidades, determinar a 
natureza, a época e a extensão de procedimentos adicionais de auditoria. 
( ) Certo ( ) Errado 
Resolução: 
Está de acordo com o item 6 da NBC TA 320: 
“6. Ao planejar a auditoria, o auditor exerce julgamento sobre a magnitude das 
distorções que são consideradas relevantes. Esses julgamentos fornecem a base 
para: 
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(a) determinar a natureza, a época e a extensão de procedimentos de avaliação 
de risco; 
(b) identificar e avaliar os riscos de distorção relevante; e 
(c) determinar a natureza, a época e a extensão de procedimentos adicionais 
de auditoria.” 
Gabarito 103: V. 
 
104- (CESPE - TCE-PA /Auditor de Controle Externo - Área Fiscalização - 
Contabilidade/2016) De acordo com as Normas Técnicas de Auditoria (NBC TA) 
estabelecidas pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC), julgue o item a seguir. 
No planejamento da auditoria de demonstrações contábeis, o auditor deve definir 
uma estratégia global para o trabalho e preparar documentação que permita que 
qualquer usuário entenda os procedimentos a serem executados para o 
cumprimento das normas de auditoria. 
( ) Certo ( ) Errado 
Resolução: 
A documentação de auditoria, inclusive no que diz respeito ao planejamento, deve 
ser preparada para permitir que qualquer auditor experiente entenda (não 
qualquer usuário), conforme previsto no item 8 da NBC TA 230. 
Gabarito 104: F. 
 
105- (CESGRANRIO - Transpetro / Auditor Junior / 2016) A natureza e a 
extensão das atividades de planejamento de auditoria variam conforme o porte e 
a complexidade da entidade auditada. 
Um fator a ser considerado é que a fase do planejamento 
a) constitui um processo sem influência na determinação dos testes substantivos. 
b) deve ser realizada antes da avaliação dos controles internos. 
c) se estende até a conclusão do trabalho de auditoria. 
d) corresponde a um processo que é concluído com o início dos procedimentos da 
auditoria. 
e) tem foco primordial na avaliação de riscos. 
Resolução: NBC TA 300, item A2: 
“A2. Planejamento não é uma fase isolada da auditoria, mas um processo 
contínuo e iterativo, que muitas vezes começa logo após (ou em conexão com) a 
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conclusão da auditoria anterior, continuando até a conclusão do trabalho de 
auditoria atual.” 
Gabarito 105: C. 
 
106- (IESES - AJ TRE MA/Apoio Especializado/Contabilidade/2015) De 
acordo com a Resolução CFC Nº. 1.211/09, que aprova a NBC TA 300 – 
Planejamento da Auditoria de Demonstrações Contábeis, ao definir a estratégia 
global, o auditor deve: 
I. Identificar as características do trabalho para definir o seu alcance. 
II. Definir os objetivos do relatório do trabalho de forma a planejar a época da 
auditoria e a natureza das comunicações requeridas. 
III. Desconsiderar os fatores que no julgamento profissional do auditor são 
significativos para orientar os esforços da equipe do trabalho. 
IV. Desconsiderar os resultados das atividades preliminares do trabalho de 
auditoria e, quando aplicável, se é relevante o conhecimento obtido em outros 
trabalhos realizados pelo sócio do trabalho para a entidade. 
Das afirmações descritas, pode-se concluir que: 
a) Todas as afirmações estão corretas. 
b) Todas as afirmações estão incorretas. 
c) Apenas as afirmações I e II estão corretas. 
d) Apenas as afirmações II e III estão corretas. 
Resolução: 
Conforme o item 8 da NBC TA 300: 
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Gabarito 106: C. 
 
107- (FEPESE - Ana (MPE SC)/Auditoria/2014) Assinale a alternativa que 
não apresenta Direcionamento, Supervisão e Revisão no planejamento de 
auditoria. 
a) A área da auditoria. 
b) O porte e a complexidade da entidade. 
c) A capacidade e a competência dos membros individuais da equipe que realiza o 
trabalho de auditoria. 
d) Os recursos a serem alocados em áreas de auditoria específicas, tais como 
membros da equipe com experiência adequada para áreas de alto risco ou o 
envolvimento de especialista em temas complexos. 
e) Os riscos de distorções relevantes (por exemplo, um aumento no risco de 
distorções relevantes para uma dada área de auditoria costuma exigir um 
correspondente aumento na extensão e no direcionamento e supervisão 
tempestiva por parte dos membros da equipe e uma revisão mais detalhada do seu 
trabalho). 
Resolução: 
Conforme item A14 da NBC TA 300, temos que: 
Estratégia 
Global
identificar as características do trabalho para definir o seu alcance
definir os objetivos do relatório do trabalho de forma a planejar a 
época da auditoria e a natureza das comunicações requeridas
considerar os fatores que no julgamento profissional do auditor são 
significativos para orientar os esforços da equipe do trabalho
considerar os resultados das atividades preliminares do trabalho 
de auditoria
determinar a natureza, a época e a extensão dos recursos 
necessários para realizar o trabalho 
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“A14. A natureza, a época e a extensão do direcionamento e da supervisão dos 
membros da equipe e a revisão do seu trabalho podem variar dependendo de 
diversos fatores, incluindo: 
(a) o porte e a complexidade da entidade; 
(b) a área da auditoria; 
(c) os riscos de distorções relevantes (por exemplo, um aumento no risco de 
distorções relevantes para uma dada área de auditoria costuma exigir um 
correspondente aumento na extensão e no direcionamento e supervisão 
tempestiva por parte dos membros da equipe e uma revisão mais detalhada do seu 
trabalho); 
(d) a capacidade e a competência dos membros individuais da equipe que realiza 
o trabalho de auditoria.” 
A alternativa D cita um dos procedimentos de avaliação de riscos efetuados na 
estratégia global de auditoria, conforme item A8 da NBC TA 300. 
Gabarito 107: D. 
 
108- (FUNDATEC - Aud (CAGE RS)/2014) A Resolução CFC nº 1.211/09 que 
aprovou a NBC TA 300 – Planejamento da Auditoria de Demonstrações Contábeis 
apresenta os seguintes requisitos: 
1. Envolvimento de membros-chave da equipe de trabalho; 
2. Atividades preliminares do trabalho de auditoria; 
3. Atividades de planejamento; 
4. Documentação. 
Assinale a alternativa que representa uma das “atividades preliminares do trabalho 
de auditoria”. 
a) Analisar a uniformidade dos procedimentos contábeis. 
b) Determinar a natureza, a época e a extensão de procedimentos adicionais. 
c) Determinar a natureza, a época e a extensão dos procedimentos de avaliação 
do risco. 
d) Identificar e avaliar os riscos de distorções relevantes. 
e) Avaliar a conformidade com os requisitos éticos, inclusive independência. 
Resolução: 
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Gabarito 108: E. 
 
109- (UEPA - AFRE PA/2013) De acordo com a NBC TA 300, planejamento: 
a) não é uma fase isolada da auditoria, mas um processo conectado às atividades 
da entidade auditada. 
b) é uma fase dinâmica da auditoria, e por isso deve ser interligada aos demais 
sistemas da entidade auditada. 
c) é uma fase isolada da auditoria, mas um processo contínuo e interativo. 
d) é uma fase dinâmica da auditoria, e por isso deve ser integrado aos processos 
do auditado. 
e) não é uma fase isolada da auditoria, mas um processo contínuo e interativo. 
Resolução: 
Conforme item A2 da NBC TA 300, temos que: 
“A2. Planejamento não é uma fase isolada da auditoria, mas um processo 
contínuo e iterativo, que muitas vezes começa logo após (ou em conexão com) 
a conclusão da auditoria anterior, continuando até a conclusão do trabalho de 
auditoria atual.” 
Gabarito 109: E. 
 
 
O auditor deve realizar 
as seguintes atividades 
no início do trabalho 
de auditoria corrente
verificar se foram seguidos os 
procedimentos apropriados em relação à 
aceitação e continuidade de relacionamentos 
com clientes e trabalhos de auditoria
avaliação da conformidade com os 
requisitos éticos, inclusive independência
estabelecimento do entendimento dos 
termos do trabalho
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4.1- Ao longo da Teoria 
 
1- (FBC - Bach (CFC)/1º Exame de Suficiência/2014) De acordo com a 
NBC TA 240 – Responsabilidade do Auditor em Relação à Fraude no Contexto da 
Auditoria de Demonstrações Contábeis, julgue os itens abaixo e, em seguida, 
assinale a opção CORRETA. 
I. É objetivo do auditor identificar e avaliar os riscos de distorção relevantes nas 
demonstrações contábeis decorrentes de fraudes. 
II. É objetivo do auditor obter evidências de auditoria suficientes e apropriadas 
sobre os riscos identificados de distorção relevante decorrente de fraude, por meio 
da definição e implantação de respostas apropriadas. 
III. É objetivo do auditor responder adequadamente face à fraude ou à suspeita de 
fraudes identificada durante a auditoria. 
Estão certos os itens: 
a) I, II e III. 
b) I e II, apenas. 
c) I e III, apenas. 
d) II e III, apenas. 
 
2- (FCC / AFTE-PE / 2014) – Um cliente pagou uma duplicata da Companhia 
Distribuidora de Novelas de Pernambuco, no total de R$ 88.500,00, sendo que R$ 
3.500,00 referiam-se a juros e multas por atraso. A auditoria interna constatou 
que, por desconhecimento das normas contábeis, por parte do responsável pelos 
registros contábeis, os encargos referentes ao atraso não foram contabilizados 
como receitas. Com relação às normas de auditoria interna, este fato caracteriza: 
(A) fraude. 
(B) apropriação de ativos. 
(C) erro. 
(D) omissão de receita. 
(E) redução de lucros. 
 
4- Lista de Exercícios (todos da aula) 
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3- (FCC - AJ TRT23 / Administrativa / Contabilidade / 2016) Nos termos 
da NBC TA 240, para efeito das normas de auditoria, o auditor deve se preocupar 
com a fraude 
a) relacionada à constituição societária da entidade auditada. 
b) que causa distorção relevante nas demonstrações contábeis. 
c) sujeita às penas previstas na Constituição Federal. 
d) que configura improbidade administrativa. 
e) que possa configurar lavagem de dinheiro. 
 
4- (FGV / AFRE-RJ / 2011 - adaptada) Tendo em vista o que prevê o 
Conselho Federal de Contabilidade, julgue a seguinte afirmação: 
O CFC, quando trata da responsabilidade do auditor no contexto da auditoria de 
demonstrações, explicita que o auditor se preocupa com a fraude que causa 
distorção relevante. Dois tipos de distorções intencionais são pertinentes para o 
auditor: (1) distorções decorrentes de informações contábeis fraudulentas e (2) da 
apropriação indébita de ativos. 
 
5- (FBC - Bach (CFC)/2º Exame de Suficiência /2015) De acordo com a 
NBC TA 240 – Responsabilidade do Auditor em Relação a Fraude no Contexto da 
Auditoria de Demonstrações Contábeis, NÃO constitui aspecto do qual decorre 
informação contábil fraudulenta: 
a) a aplicação incorreta intencional dos princípios contábeis relativos a valores, 
classificação, forma de apresentação ou divulgação. 
b) a manipulação, falsificação ou alteração de registros contábeis que serviram de 
base à elaboração de demonstrações contábeis. 
c) a mentira ou omissão intencional nas demonstrações contábeis de eventos, 
operações ou outras informações significativas. 
d) a utilização não intencional de processos matemáticos imprecisos para a 
realização de estimativas relacionadas a ajustes contábeis. 
 
6- (FCC / AFTE-PE / 2014 - ADAPTADA) – Considere: 
Item V. É um dos objetivos da auditoria independente a prevenção de fraudes e 
erros. 
 
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7- (FCC / Auditor Fiscal de Tributos Estaduais – SEFIN RO / 2010) 
Considere as seguintes afirmações: 
I. O auditor deve planejar seu trabalho de forma a detectar fraudes e erros que 
impliquem efeitos relevantes nas demonstrações contábeis. 
 
8- (FCC - ACI (CGM São Luís)/Abrangência Geral/2015 (e mais 3 
concursos) Nos termos da NBC TA 240, fraude é o ato intencional de um ou mais 
indivíduos da administração, dos responsáveis pela governança, empregados ou 
terceiros, que envolva dolo para obtenção de vantagem injusta ou ilegal. Os 
eventos ou condições que indiquem incentivo ou pressão para a ocorrência da 
fraude são denominados 
a) fatores de risco. 
b) elementos de associação. 
c) aspectos condicionantes. 
d) facilitadores. 
e) causadores. 
 
9- (ESAF / Analista de Finanças e Controle - CGU / 2012) Para lidar com 
riscos avaliados de distorção relevante decorrente de fraude, o auditor 
independente pode lançar mão dos seguintes procedimentos de auditoria, exceto: 
a) Visitar locais ou executar certos testes de surpresa, sem anúncio prévio. 
b) Rever o nível e a adequação dos relatórios de gastos apresentados pela alta 
administração. 
c) Executar procedimentos em contas ou outras conciliações elaboradas pela 
entidade. 
d) Testar a integridade de registros e operações processados em sistema 
computadorizado. 
e) Buscar evidências de auditoria adicionais em fontes fora da entidade sendo 
auditada. 
 
10- (FCC - ACI (CGM São Luís)/Abrangência Geral/2015 (emais 3 
concursos) Considere as hipóteses abaixo. 
I. A entidade não toma a ação apropriada com referência a uma fraude, 
considerada pelo auditor como necessária nas circunstâncias, mesmo no caso em 
que a fraude não é relevante para as demonstrações contábeis. 
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II. A consideração do auditor dos riscos de distorção relevante decorrente de fraude 
e dos resultados da auditoria indica risco significativo de fraude relevante e 
generalizada. 
III. O auditor tem preocupação significativa quanto à competência ou integridade 
da administração ou dos responsáveis pela governança. 
Constitui circunstância excepcional que pode surgir e colocar em dúvida a 
capacidade do auditor, deixando-o sem condições de continuar os trabalhos, o 
indicado em 
a) I, apenas. 
b) I, II e III. 
c) I e III, apenas. 
d) II e III, apenas. 
e) II, apenas. 
 
11- (CS UFG - ATM (GYN)/2016) Em função da natureza da fraude e das 
dificuldades encontradas pelos auditores na detecção de distorções relevantes nas 
demonstrações contábeis decorrentes de fraude, é importante que o auditor 
obtenha representação formal dos responsáveis pela governança, confirmando que 
eles revelaram ao auditor 
a) o conhecimento da administração de casos reais, suspeita ou indícios de fraude 
que afetem a entidade. 
b) a omissão da administração em remediar, de forma tempestiva, deficiências 
relevantes conhecidas nos controles internos. 
c) a rotatividade da alta administração, departamento jurídico ou dos responsáveis 
pela governança. 
d) o interesse da administração em empregar meios inadequados para diminuir 
indevidamente o resultado por motivações tributárias. 
 
12- (FCC / Auditor TCE SP / 2008) O auditor, no decorrer dos trabalhos, ao 
constatar a existência de fraudes deve 
a) concluir os trabalhos e apresentar no relatório final as fraudes constatadas. 
b) desconsiderar as fraudes e se ater às demonstrações contábeis que são o objeto 
de seu trabalho. 
c) emitir relatório parcial e encaminhá-lo à administração da empresa, tão logo 
tenha conhecimento. 
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d) exigir que a administração da empresa se responsabilize pelos fatos 
constatados, não divulgando- os nas notas explicativas nem no parecer. 
e) recusar o trabalho, suspendendo a auditoria e encerrando os trabalhos, 
independentemente da relevância. 
 
13- (ESAF / Analista de Finanças e Controle – CGU / 2006) Caracterizam-
se como objetivos do Planejamento da Auditoria, exceto: 
a) identificar a legislação e os normativos aplicáveis à entidade. 
b) propor alterações na estrutura da entidade auditada. 
c) estimar os prazos necessários para a realização dos trabalhos. 
d) identificar os problemas potenciais da entidade. 
e) definir a forma de divisão de tarefas entre os membros da equipe de auditoria. 
 
14- (CFC / Exame de Suficiência CFC / 2012). Em relação ao papel e à época 
do planejamento de Auditoria estabelecido na NBC TA 300 - Planejamento da 
Auditoria de Demonstrações Contábeis, a etapa de planejamento deve considerar 
diversos fatos, EXCETO que: 
a) a natureza e a extensão das atividades de planejamento variam conforme o 
porte e a complexidade da entidade. 
b) o auditor pode optar por discutir alguns elementos do planejamento da auditoria 
especificado na norma de auditoria com a administração da entidade, de forma a 
facilitar a condução e o gerenciamento do trabalho de auditoria. 
c) o planejamento como atividade principal é uma fase inicial e isolada da auditoria 
e que inicia e termina no início da auditoria. 
d) o planejamento inclui a consideração da época de certas atividades e 
procedimentos de auditoria que devem ser concluídos antes da realização de 
procedimentos adicionais de auditoria. 
 
15- (BIO-RIO - Tec (Manga)/Controle Interno/2016 - ADAPTADA) Avalie 
as afirmações a seguir, relativas ao planejamento da auditoria: 
I. Ao realizar as atividades no início do trabalho de auditoria corrente, o auditor 
deve avaliar a conformidade com os requisitos éticos, inclusive independência. 
 
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16- (FGV - AFTRM (Cuiabá)/2016) O planejamento da auditoria deve definir 
a estratégia do trabalho e desenvolver o plano de auditoria. Sobre o planejamento 
da auditoria, assinale a afirmativa correta. 
a) O planejamento é uma fase isolada, que termina com o início do trabalho de 
auditoria. 
b) A experiência anterior dos membros-chave da equipe de trabalho com a 
entidade não influenciam a natureza e a extensão das atividades de planejamento. 
c) A estratégia global e o plano de auditoria são de responsabilidade do auditor e 
da administração da entidade auditada. 
d) A estratégia global deve definir o alcance, a época e a direção da auditoria, para 
orientar o desenvolvimento do plano. 
e) Uma vez iniciada a auditoria, devem permanecer inalterados a estratégia global 
e o plano de auditoria. 
 
17- (ESAF / Analista da CVM / 2010) A respeito de planejamento na 
realização de auditorias é correto afirmar: 
a) é a fase inicial dos trabalhos e deve ser concluída antes que as equipes 
específicas e/ou especializadas iniciem suas avaliações. 
b) constitui-se nos trabalhos iniciais de coleta de informações a respeito da 
entidade a ser auditada e dos mecanismos de controle existentes. 
c) não é uma fase isolada da auditoria, mas um processo contínuo e iterativo, que 
muitas vezes começa logo após (ou em conexão com) a conclusão da auditoria 
anterior, continuando até a conclusão do trabalho de auditoria atual. 
d) é a fase em que participa, além da equipe de auditoria, toda a área de gestão 
e governança da entidade, em especial, a área responsável pela elaboração das 
demonstrações contábeis. 
e) consiste em definir as estratégias gerais e o plano de trabalho antes do início 
de qualquer atividade de avaliação e revisão das demonstrações. 
 
4.2- Fraude e Erro 
 
18- (FCC - Ana G (DPE AM) / DPE AM / Especializado de Defensoria / 
Ciências Contábeis / 2018) Analisando uma série de notas fiscais em processos 
relativos a adiantamentos de fundos, o servidor encarregado do controle interno 
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lembrou-se de ter visto o nome do mesmo estabelecimento comercial em outro 
processoque já havia sido aprovado. 
 Ele procedeu à recuperação do processo no arquivo e, comparando documentos, 
pôde averiguar que se tratava da imagem do mesmo cupom fiscal juntado em duas 
prestações de contas. 
 Acerca dessa situação hipotética, 
 a) não deveria ter o controlador interno se socorrido de sua memória, pois 
excedeu a amplitude definida no planejamento de auditoria, tendo o 
desarquivamento e a análise do documento ocorrido fora das hipóteses previstas 
nas normas de auditoria. 
 b) ainda que se apure irregularidade, não há o que ser feito em relação à primeira 
prestação de contas de adiantamento, haja vista a sua aprovação. 
 c) da simples narrativa acima conclui-se que ocorreu fraude, que, por configurar 
crime, deve ser de imediato comunicada à autoridade policial. 
 d) apenas da narrativa acima não se conclui que ocorreu fraude, mas o papel 
pode constituir evidência de auditoria em processo administrativo. 
 e) a assinatura do superior hierárquico do servidor em alcance supre o vício de 
duplicidade. 
 
19- (FCC - AJ TST / Apoio Especializado / Contabilidade / 2017) A NBC 
TA 240 dita que o auditor deve aceitar os registros e documentos como legítimos, 
a não ser que existam razões para crer o contrário. A postura do auditor para 
reconhecer a possibilidade de existir uma distorção relevante decorrente de fraude 
é denominada 
 a) função investigatória. 
 b) ceticismo profissional. 
 c) responsabilidade profissional. 
 d) observação de fatores de risco. 
 e) formação de opinião. 
 
20- (FCC - AJ TRT24 / TRT 24 / Administrativa / Contabilidade / 2017) 
De acordo com a conceituação prevista na NBC TA 240, que trata da 
responsabilidade do auditor em relação à fraude, no contexto da auditoria de 
demonstrações contábeis, 
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 a) demonstrações contábeis devem ser consideradas fraudulentas apenas quando 
decorram de manipulação, falsificação ou alteração de registros contábeis ou 
documentos comprobatórios que serviram de base à sua elaboração. 
 b) fatores de risco de fraude, quando detectados e documentados pelo auditor, 
devem ser relatados como evidência da ocorrência de fraude, ou, no mínimo, de 
distorção relevante. 
 c) o dever profissional do auditor de manter a confidencialidade da informação do 
cliente veda qualquer espécie de comunicação de identificação de fraude a 
autoridades de supervisão. 
 d) fatores de risco de fraude são eventos ou condições que indiquem incentivo ou 
pressão para que a fraude seja perpetrada ou ofereçam oportunidade para que ela 
ocorra. 
 e) a aplicação incorreta, intencional, dos princípios contábeis relativos a valores, 
classificação, forma de apresentação ou divulgação poderá ensejar distorção 
significativa decorrente de erro, não caracterizando, contudo, fraude. 
 
21- (FCC - AJ TRT11 / TRT 11 / Apoio Especializado / Contabilidade / 
2017) De acordo com a NBC TA 240 (R1), no contexto da auditoria de 
demonstrações contábeis, a responsabilidade do auditor em relação à fraude é 
EXCETO: 
 a) O ceticismo profissional é um dos requisitos para o trabalho de auditoria 
considerando o potencial de burlar os controles pela administração, e de 
reconhecer o fato de que procedimentos de auditoria eficazes na detecção de erros 
podem não ser eficazes na detecção de fraude. 
 b) A discussão entre os membros da equipe de trabalho para determinar os 
assuntos que devem ser comunicados aos membros da equipe, deve enfatizar 
especialmente como e em que pontos as demonstrações contábeis da entidade são 
suscetíveis de distorção relevante decorrente de fraude, inclusive como a fraude 
pode ocorrer. 
 c) Na identificação e avaliação dos riscos de distorção relevante decorrente de 
fraude, o auditor deve, com base na presunção de que há riscos de fraude no 
reconhecimento de receitas, avaliar que tipos de receita, operações ou afirmações 
de receita geram esses riscos. 
 d) O auditor deve determinar se, para responder aos riscos identificados da 
administração vir a burlar os controles, precisa aplicar outros procedimentos de 
quando há riscos adicionais específicos de que a administração possa burlar os 
controles não cobertos pelos procedimentos já aplicados. 
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 e) Nos casos em que o auditor identifique a ocorrência de fraudes ou obtido 
informações que indiquem a possibilidade de fraude, o auditor deve, 
exclusivamente, comunicar estes assuntos de maneira formal ao principal da 
entidade, desde que este não seja o responsável pela governança. 
 
22- (FCC / ICMS MA / 2016) Na auditoria realizada na companhia distribuidora 
de peças e acessórios para veículos leves e pesados, o auditor registrou as 
seguintes constatações: 
I. Descontos obtidos pelo pagamento de duplicatas a fornecedores contabilizados 
como receitas de aplicações financeiras. 
II. Adulteração para mais de valores de créditos de ICMS registrados no livro 
apuração do ICMS referente a compras para comercialização. 
III. Por desatenção de funcionário da tesouraria recém contratado foi concedido 
desconto no pagamento com atraso de duplicatas a receber efetuado pelo cliente. 
IV. Registro de notas fiscais fictícias de despesas, com o objetivo de justificar saque 
na tesouraria da empresa. 
Segundo as Normas de Auditoria, as constatações registradas pelo auditor 
caracterizam, respectivamente, 
(A) fraude, erro, fraude e fraude. 
(B) erro, fraude, fraude e fraude. 
(C) erro, fraude, erro e fraude. 
(D) fraude, fraude, erro e erro. 
(E) erro, fraude, fraude e erro. 
 
23- (FCC / ICMS PI / 2015) A contabilidade criativa efetuada com o propósito 
de maquiar as demonstrações contábeis, seja para aumentar ou diminuir valores 
relacionados com os índices econômico-financeiros, com o valor da empresa, com 
a distribuição de lucros e pagamento de tributos sobre a renda, constitui, conforme 
norma vigente, 
(A) inteligência Competitiva. 
(B) erro involuntário. 
(C) erro tolerável. 
(D) fraude contábil. 
(E) reclassificação financeira. 
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24- (FCC - Aud CS (TMC-GO)/2015) Com relação à responsabilidade do 
Auditor relativamente à fraude, é correto afirmar que: 
a) A principal responsabilidade do Auditor é emitir uma opinião limpa sobre as 
demonstrações contábeis. 
b) O Auditor é responsável apenas pelo exame da documentação que lhe for 
fornecida. 
c) O Auditor é responsável por obter segurança de que as Demonstrações 
Contábeis como um todo não contém distorções relevantes, causadas por fraude 
ou erro. 
d) O Auditor responde apenas sobre os serviços explicitamente contratados. 
e) Embora haja limitações inerentesna auditoria, o Auditor é responsável pela 
prevenção e detecção de fraude 
 
25- (FCC - ACE (TCE-CE)/Controle Externo/Auditoria 
Governamental/2015 (e mais 2 concursos) No exame das contas bancárias − 
Bancos Conta Movimento do Balanço Patrimonial da Empresa de Distribuição de 
Gás e Gasolina para os hospitais estaduais, o auditor independente constatou que 
o encarregado da tesouraria da entidade desviou R$ 90.000,00 para conta bancária 
própria. Para justificar-se, foi apresentada ao auditor a quitação de uma duplicata 
referente a uma compra fictícia. Segundo às Normas de Auditoria − NBC TAs, o 
ato praticado pelo encarregado da tesouraria caracteriza 
a) uma fraude, cuja responsabilidade pela prevenção e detecção é do auditor 
independente. 
b) um roubo, cuja responsabilidade pela prevenção e detecção é do controle interno 
da entidade. 
c) uma fraude, cuja responsabilidade pela prevenção e detecção é dos responsáveis 
pela governança da entidade e da sua administração. 
d) um desvio de ativo, cuja responsabilidade pela prevenção e detecção é do 
conselho fiscal da entidade. 
e) uma evidência de auditoria que produz distorções irrelevantes nas 
demonstrações contábeis da entidade. 
 
26- (FCC - ACE (TCE-CE)/Controle Externo/Atividade Jurídica/2015) Nos 
termos da NBC TA 240, o ato intencional que envolve dolo para obtenção de 
vantagem ilegal é denominado 
a) erro. 
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b) fraude. 
c) fator de risco. 
d) risco de auditoria. 
e) evento de risco. 
 
27- (FCC - TCE (TCE-CE)/Controle Externo/Auditoria de Tecnologia da 
Informação/2015) Um analista de sistemas alterou uma informação sobre o 
faturamento de uma empresa diretamente nos bancos de dados, sem o uso do 
sistema de informação que deveria utilizar. Apesar de não ser essa a intenção do 
analista, a alteração gerou distorção nos registros da empresa em relação a sua 
realidade fiscal. Referente ao ato do analista e a responsabilidade do auditor 
independente das demonstrações contábeis que identificou a situação, é correto 
afirmar que 
a) não é responsabilidade do auditor a prevenção desse tipo de ocorrência e o 
analista cometeu fraude. 
b) não é responsabilidade do auditor a detecção desse tipo de ocorrência e o 
analista cometeu fraude. 
c) é responsabilidade do auditor a prevenção desse tipo de ocorrência e o analista 
cometeu erro. 
d) é responsabilidade do auditor a detecção desse tipo de ocorrência e o analista 
cometeu erro. 
e) não é responsabilidade do auditor a detecção desse tipo de ocorrência e o 
analista cometeu erro. 
 
28- (FCC / TRT - 19ª Região (AL) - Analista Judiciário - Contabilidade / 
2014) O auditor verificou que houve ato intencional de omissão de informação por 
parte de funcionários da entidade auditada. Essa situação obrigou-o a assessorar 
a administração, informando-a, por escrito e de maneira reservada, uma vez que, 
nos termos da Resolução CFC 986/2003, trata-se de 
a) erro. 
b) inconsistência. 
c) desvio. 
d) adulteração. 
e) fraude. 
 
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29- (FCC / Analista de Controle Externo TCE GO / 2014) Na auditoria 
realizada na empresa Distribuidora de Tomates do Centro-Oeste S/A, o Auditor 
independente constatou 
I. adulteração, pelo tesoureiro da empresa, no valor e no registro contábil de notas 
fiscais, com o objetivo de obter vantagens financeiras. 
II. aplicação incorreta de normas contábeis no que se refere ao cálculo de 
depreciação. 
III. horas extras pagas indevidamente a funcionários já demitidos. Posteriormente, 
o valor recebido indevidamente era dividido com o chefe da folha de pagamento. 
Com relação as constatações apontadas pelo Auditor, é correto afirmar que houve, 
respectivamente 
a) fraude, erro e erro. 
b) fraude, inconsistência contábil e erro. 
c) fraude, erro e fraude. 
d) fraude, inconsistência contábil e erro. 
e) erro, inconsistência contábil e erro. 
 
30- (FCC - ACE (TCE-GO)/Orçamento e Finanças/2014) Atenção: Para 
responder à questão, considere as seguintes informações: 
O auditor independente, durante a execução dos trabalhos de auditoria nas 
Demonstrações Contábeis do exercício de 2014 da empresa Abacaxi Doce S/A, 
constatou que o valor de duas notas fiscais referentes à venda à vista, após o 
recebimento em dinheiro do valor da venda, foram adulterados, possibilitando ao 
tesoureiro da empresa desviar R$ 10.000,00 para sua conta bancária. Em 
consequência, as duas notas fiscais foram contabilizadas por um valor a menor do 
que o recebido. 
Com relação à adulteração de documentos com o objetivo de desvio de recursos 
financeiros pelo chefe da tesouraria, de acordo com as normas de auditoria (NBC 
TA 240), caracteriza 
a) erro grave. 
b) irregularidade nos registros contábeis. 
c) fraude. 
d) sonegação fiscal. 
e) omissão de lucro. 
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31- (FCC / AFRE-RJ / 2014) O gerente financeiro da rede de loja Mais Clara 
do Brasil S. A., com o objetivo de pagar menos ICMS, adulterou o valor e o registro 
de duas notas fiscais de vendas. De acordo com a NBC TI − Auditoria Interna, o 
ato praticado pelo gerente configura 
(A) fraude. 
(B) omissão de receita. 
(C) omissão de imposto. 
(D) elisão fiscal. 
(E) erro intencional. 
 
32- (FCC / Analista Judiciário TRT 15ª / 2013) São formas de burla pela 
Administração, de controles que aparentemente estão funcionando com eficácia: 
I. Registrar lançamentos fictícios no livro diário, em especial no final do período 
contábil, de forma a modificar os resultados operacionais ou alcançar outros 
objetivos. 
II. Ajustar indevidamente as premissas e alterar os julgamentos utilizados para 
estimar saldos contábeis. 
III. Omitir, antecipar ou atrasar o reconhecimento, nas demonstrações contábeis, 
de eventos e operações que tenham ocorrido durante o período das demonstrações 
contábeis que estão sendo apresentadas. 
IV. Contratar operações complexas, que são estruturadas para refletir 
erroneamente a situação patrimonial ou o desempenho da entidade. 
Está correto o que se afirma em 
a) I, II e III, apenas. 
b) II, III e IV, apenas. 
c) I, II, III e IV. 
d) III e IV, apenas. 
e) I, III e IV, apenas. 
 
33- (FCC / TRT 6º região / 2012) De acordo com as normas de auditoria 
externa, quando o auditor desenvolve seus trabalhos com uma postura que inclui 
questionamento e avaliação crítica e detalhada, e desempenhe os trabalhos com 
alerta para condições que possam indicar possível distorção, devido a erro ou 
fraude nas demonstrações financeiras, o auditor está aplicando 
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a) julgamento profissional. 
b) ceticismo profissional. 
c) equidade profissional. 
d) diligência profissional. 
e) neutralidade profissional. 
 
34- (FCC / TRE-CE / 2012) 
 
A situação evidencia uma operação de 
a) erro contábil e financeiro. 
b) fraude contábil e financeira. 
c) ato incondicional com distorções contábeis e financeiras. 
d) ato condicional, sem efeitos contábeis e financeiros. 
e) falha de governança, sem impacto na auditoria. 
 
35- (FCC / Analista de Controle Externo TCE-SE / 2011) Segundo a NBC 
TA 240, que trata da responsabilidade do auditor em relação à fraude, no contexto 
da auditoria de Demonstrações Contábeis, 
a) o fator distintivo entre fraude e erro está no fato de que a ação subjacente que 
resulta em distorção nas demonstrações contábeis é não intencional no primeiro 
caso e intencional no segundo. 
b) o auditor independente é responsável por estabelecer juridicamente se 
realmente ocorreu fraude. 
c) a principal responsabilidade pela prevenção e detecção da fraude é dos 
responsáveis pela governança da entidade e da sua administração. 
d) o planejamento adequado da auditoria independente elimina qualquer risco de 
que algumas distorções relevantes das demonstrações contábeis possam não ser 
detectadas. 
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e) o risco de o auditor não detectar uma distorção relevante decorrente de fraude 
da administração é menor do que no caso de fraude cometida por empregados, já 
que estes últimos têm maiores possibilidades de manipular os dados contábeis da 
entidade. 
 
36- (FCC / Analista Judiciário Auditor – TJ-PI / 2009) Sobre fraude e erro, 
é correto afirmar: 
a) A fraude é um ato não intencional de omissão ou manipulação de transações, 
adulteração de documentos, registros e demonstrações contábeis. 
b) Somente a auditoria independente tem condições de detectar erros e fraudes, 
já que o auditor interno não pode questionar a conduta de funcionários da 
companhia. 
c) Ao detectar erros relevantes ou fraudes no decorrer dos seus trabalhos, o auditor 
tem a obrigação de comunicá-los à administração da entidade e sugerir medidas 
corretivas. 
d) O número de erros ou fraudes na companhia auditada guarda correlação positiva 
com a quantidade e qualidade dos controles internos. 
e) O erro é um ato intencional resultante de omissão, desatenção ou má 
interpretação de fatos na elaboração de registros e demonstrações contábeis. 
 
37- (FCC 2009 – Agente Fiscal de Rendas SP) O auditor interno, ao efetuar 
suas revisões nos Estoques de Produtos Acabados de uma empresa industrial, 
constata as seguintes ocorrências: 
I. O inventário físico apresenta diferença de 100 itens a menos que a quantidade 
registrada na contabilidade. Não existem vendas justificando essas saídas nem 
baixas por perda ou perecimento. A empresa foi consultada e não consegue 
explicar a falta dos 100 itens. 
II. O IPI e o ICMS das matérias-primas adquiridas estão contabilizados nos custos 
dos estoques. 
III. A depreciação apropriada ao custo dos produtos em processo considerava parte 
da depreciação dos itens de bens patrimoniais utilizados nos escritórios 
administrativos da empresa. 
Em relação a evidências de fraude e erro, I, II e III referem-se, respectivamente, 
a 
a) fraude, fraude e fraude. 
b) fraude, erro e erro. 
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c) erro, fraude e erro. 
d) erro, erro e erro. 
e) fraude, erro e fraude. 
 
38- (FCC / Analista Judiciário TRE MS / 2007) Fundamentado no conceito 
de fraude e de erro estabelecido pelo Conselho Federal de Contabilidade: 
I. O setor financeiro da empresa contratou empréstimo com carência de um ano, 
com juros de 4% a.a. e a analista do setor, cadastrou no sistema de 
reconhecimento dos encargos financeiros 4% ao mês, fazendo com que o sistema 
reconhece-se contabilmente, juros durante os doze meses na contabilidade da 
empresa, reduzindo o seu resultado. 
II. O Diretor de Recursos Humanos da Empresa, tendo que contabilizar a saída de 
valores para o pagamento de funcionário, não registrado na empresa, efetuou um 
adiantamento de viagem em seu nome para obter os recursos do pagamento. 
Posteriormente baixou o adiantamento com notas de combustível e de táxi, visto 
que o seu cargo tem o benefício de reembolso destas despesas. 
III. O almoxarifado recebeu ordens do departamento de faturamento/vendas, para 
agilizar a entrega de mercadorias ao consumidor em situações que o cliente não 
deseje levar a nota fiscal, recomendando que aquela unidade administrativa, 
guarde o documento e utilize-o para outra venda posterior, economizando assim 
tempo e gastos com impressos. 
Estas afirmações referem-se, respectivamente, a 
a) fraude, erro, fraude. 
b) erro, fraude, fraude. 
c) erro, erro, erro. 
d) erro. erro, fraude. 
e) fraude, fraude, erro. 
 
39- (FCC / Auditor Fiscal Municipal SP / 2007) Em relação à auditoria 
externa independente das demonstrações contábeis da entidade, é correto afirmar: 
a) Fraude é o ato não-intencional resultante de omissão, desatenção ou má 
interpretação de fatos na elaboração da escrituração contábil. 
b) O risco de auditoria é a possibilidade de o auditor vir a emitir uma opinião 
inadequada sobre demonstrações contábeis significativamente incorretas. 
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c) Erro é o ato intencional de omissão ou manipulação de transações, inclusive 
adulterações de documentos da escrituração contábil. 
d) Como o sistema contábil e de controles internos da entidade é de 
responsabilidade exclusiva de sua administração, não cabe ao auditor efetuar 
sugestões objetivas para seu aprimoramento. 
e) Independentemente de ter emitido opinião sobre as demonstrações contábeis 
originais, o auditor pode expressar opinião sobre demonstrações contábeis 
apresentadas de forma condensada. 
 
40- (FCC / Auditor Tributário, Prefeitura Municipal de Jaboatão dos 
Guararapes-PE / 2006) Quanto à conceituação de fraude e erro, considere as 
afirmações abaixo. 
I. A empresa programa seu sistema para, na apuração da base de cálculo do ISS, 
desconsiderar notas fiscais de prestação de serviços de valores superiores a R$ 
5.000,00) 
II. O fiscal de tributos ao examinar o livro de registro de notas fiscais de serviços 
e apuração do ISS percebe que a empresa nãoescriturou a nota de número 111, 
mas o valor do tributo foi recolhido corretamente. 
III. A empresa registra os serviços efetivamente formalizados através de contrato, 
sendo que os serviços de pequeno valor, recebidos em dinheiro, no caixa da 
empresa e sem emissão de notas fiscais, ficam em uma conta em nome do sócio. 
As situações I, II e III constituem-se, respectivamente: 
a) fraude, fraude e fraude. 
b) erro, erro e fraude. 
c) erro, erro e erro. 
d) fraude, erro e fraude. 
e) erro, fraude e erro. 
 
41- (FCC / Agente Fiscal de Rendas SP / 2006) Sobre fraude e erro, é 
correto afirmar que 
a) fraude é o ato não-intencional resultante de omissão, desatenção ou má 
interpretação dos fatos na elaboração dos registros contábeis. 
b) é responsabilidade do auditor a comunicação de erros e fraudes que tenha 
encontrado em seu trabalho à administração da entidade, inclusive sugerindo 
medidas corretivas. 
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c) o auditor, ao planejar o seu trabalho, não precisa estar preocupado em detectar 
fraudes e erros, já que essa é uma responsabilidade primária da entidade auditada. 
d) se o auditor não detectou fraudes e erros em seu trabalho, que posteriormente 
foram descobertos, ele será pessoalmente responsável por todas as conseqüências 
deles recorrentes. 
e) erro é o ato intencional de omissão ou manipulação de transações, adulteração 
de documentos, registros e demonstrações contábeis. 
 
42- (FCC 2006 – Auditor Fiscal da Receita Estadual da PB) O auditor 
interno, ao avaliar o cálculo do ICMS da empresa, identifica, no relatório que 
suporta os cálculos, a não-inclusão de nota fiscal no valor de R$ 50.000,00, na 
base de cálculo. Ao consultar o responsável pelo setor de processamento de dados 
da empresa, o mesmo afirma que, atendendo solicitação dos responsáveis da área 
fiscal, as notas de valor entre R$ 30.000,00 e R$ 50.000,00, não deveriam compor 
a base de cálculos dos impostos. É correto afirmar que este fato evidencia 
a) uma fraude, por representar um ato intencional praticado pelo responsável da 
área fiscal de manipulação de transações com o objetivo de reduzir a carga 
tributária da empresa. 
b) um erro, por tratar-se de desconhecimento da obrigatoriedade do imposto 
prevista em legislação, por parte do responsável pela área de sistemas da empresa. 
c) uma fraude, por representar um ato não-intencional do responsável pela área 
fiscal visando reduzir a carga tributária da empresa. 
d) um erro, por tratar-se de ato intencional praticado pelo responsável da área 
fiscal visando reduzir a carga tributária da empresa. 
e) uma fraude, por tratar-se de ato regulamentado pelo fisco para dar condições 
de empresas em situação financeira difícil se restabelecerem. 
 
43- (FCC / Analista Judiciário TRT / 2005) O auditor, ao se deparar com 
registro contábil efetuado na empresa auditada com interpretação incoerente com 
a norma contábil, está diante de 
a) uma fraude contábil por se tratar de ato não intencional. 
b) um erro por se tratar de ato não intencional. 
c) um erro por se tratar de ato intencional. 
d) uma fraude por se tratar de fato praticado voluntariamente. 
e) um erro por ter sido praticado manipulando o fato. 
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44- (FGV - AFTRM (Cuiabá)/2016) De acordo com a NBC TA 240 – 
Responsabilidade do Auditor em Relação à Fraude, no Contexto da Auditoria de 
Demonstrações Contábeis, assinale a opção que indica o(s) principal(ais) 
responsável(eis) pela detecção da fraude. 
a) O auditor independente. 
b) O sócio encarregado do trabalho de auditoria. 
c) Os funcionários da entidade. 
d) Os responsáveis pela governança da entidade e sua administração. 
e) O governo, representado pela Comissão de Valores Mobiliários. 
 
45- (FGV / Agente de Fiscalização – Administração TCM SP / 2015) O 
contador está envolvido em um esquema de desfalques no caixa da empresa em 
que trabalha. A empresa mantém contas nos bancos X e Y. Com o objetivo de 
encobrir falta de dinheiro na conta do banco X, o contador deposita em 31/12 a 
quantia que faltava nessa conta, por meio de cheque da conta do banco Y. Porém, 
o cheque só foi registrado como desembolso na conta do banco Y em janeiro do 
ano seguinte. Na reconciliação bancária a falta de dinheiro no caixa é 
temporariamente ocultada em decorrência do tempo de compensação do cheque. 
Nos trabalhos de auditoria, esse tipo de desfalque é denominado: 
a) desfalque encoberto; 
b) desfalque sistêmico; 
c) encaixe; 
d) kiting; 
e) lapping. 
 
46- (FGV - ATM (Recife)/2014) Sobre a produção e detecção de fraude, 
analise as afirmativas a seguir. 
I. O auditor, que realiza auditoria de acordo com as normas, deve garantir que as 
demonstrações contábeis como um todo não apresentem distorções relevantes, 
causadas por fraude ou erro. 
II. O risco de não ser detectada uma distorção relevante decorrente de fraude é 
mais baixo do que o risco de não ser detectada uma fraude decorrente de erro. 
III. A principal responsabilidade pela prevenção e detecção da fraude é dos 
responsáveis pela governança da entidade e por sua administração. 
Assinale: 
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a) se somente a afirmativa II estiver correta. 
b) se somente as afirmativas I e III estiverem corretas. 
c) se somente as afirmativas II e III estiverem corretas. 
d) se somente as afirmativas I e II estiverem corretas. 
e) se todas as afirmativas estiverem corretas. 
 
47- (FGV / ISS Cuiabá / 2014) Em relação à responsabilidade do auditor em 
casos de fraudes, assinale a afirmativa correta. 
(A) O auditor, para efeitos das normas de auditoria, deve estar preocupado com a 
fraude que causa distorção relevante nas demonstrações contábeis. 
(B) O auditor é o principal responsável pela prevenção e detecção da fraude em 
uma entidade. 
(C) A detecção de todos os riscos de distorções relevantes nas demonstrações 
contábeis é uma das funções da auditoria. 
(D) O auditor deve manter postura de ceticismo profissional durante a auditoria, 
salvo quando há experiência passada em relação à honestidade e à integridade da 
administração. 
(E) O auditor deve determinar respostas individuais para tratar dos riscos avaliados 
de distorção relevante decorrente de fraude nas demonstrações contábeis 
 
48- (FGV / AFRE-RJ / 2010) Analise as afirmativas a seguir: 
I. A prevenção e detecção da fraude é de responsabilidade da governança da 
entidade e da sua administração. 
II. Apesar de o auditor poder suspeitar ou, em raros casos, identificar a ocorrência 
de fraude, ele pode estabelecer juridicamente se realmente ocorreu fraude. 
III. O auditor que realiza auditoriade acordo com as normas é responsável por 
obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis, como um todo, não 
contém distorções relevantes, causadas por fraude ou erro. 
Assinale: 
a) se somente as afirmativas I e III estiverem corretas. 
b) se somente as afirmativas I e II estiverem corretas. 
c) se somente as afirmativas II e III estiverem corretas. 
d) se somente a afirmativa III estiver correta. 
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e) se somente a afirmativa II estiver correta. 
 
49- (FGV / AFRE-RJ / 2008) O Conselho Federal de Contabilidade - CFC 
conceitua fraude e erro da seguinte forma: 
I. fraude, o ato intencional de omissão ou manipulação de transações, adulteração 
de documentos, registros e demonstrações contábeis; e 
II. erro, o ato não-intencional, resultante de omissão, desatenção ou má 
interpretação de fatos na elaboração de registros e demonstrações contábeis. 
Considerando a regulamentação do assunto pelo CFC, em especial a Resolução 
836, é possível afirmar que: 
a) a responsabilidade primária na prevenção e identificação de fraudes e erros é 
do auditor independente, uma vez que é contratado para garantir que os dados 
constantes nas demonstrações reflitam a real situação econômico-financeira da 
entidade auditada. 
b) não tem o auditor independente a obrigação de comunicá-los à entidade da 
auditada, desde que relevantes. 
c) a auditoria de demonstrações contábeis tem como objetivo a descoberta de 
fraudes. 
d) o auditor independente deverá considerar a possibilidade de ocorrência, 
inclusive na fase do planejamento dos trabalhos. 
e) como a auditoria de demonstrações contábeis não objetiva a descoberta de 
fraudes, o auditor não deve considerar a possibilidade de sua ocorrência, sequer 
no planejamento. 
 
50- (FGV / Auditor Fiscal da Receita Municipal de Angra-RJ / 2009) A 
NBC TA 240 explicita que muitas vezes as informações contábeis fraudulentas 
envolvem a burla pela administração de controles que aparentemente estão 
funcionando com eficácia. A administração pode perpetrar fraude burlando 
controles por meio de técnicas como as indicadas nas alternativas a seguir, À 
EXCEÇÃO DE UMA. Assinale-a. 
a) registrar lançamentos fictícios no livro diário, em especial no final do período 
contábil, de forma a manipular resultados operacionais ou alcançar outros objetivos 
b) ajustar devidamente as premissas e os julgamentos utilizados para estimar 
saldos contábeis 
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c) omitir, antecipar ou atrasar o reconhecimento, nas demonstrações contábeis, de 
eventos e operações que tenham ocorrido durante o período das demonstrações 
contábeis que estão sendo apresentadas 
d) ocultar ou não divulgar fatos que possam afetar os valores registrados nas 
demonstrações contábeis 
e) contratar operações complexas, que são estruturadas para refletir erroneamente 
a situação patrimonial ou o desempenho da entidade 
 
51- (ESAF / AFRFB / 2012) O auditor externo, ao ser contratado para auditar 
o Hotel Paraíso Azul S.A., constata em seus registros que a ocupação média do 
hotel é de 90% dos quartos. 50% das contas dos hóspedes foram pagas em 
dinheiro e os livros não identificam parte dos hóspedes. O sindicato dos hotéis da 
região divulgou, em relatório atualizado, que a ocupação dos hotéis na região não 
ultrapassa 70%. O noticiário da região dá indícios que vários negócios estão sendo 
usados para lavagem de dinheiro. A situação apresentada pode evidenciar para o 
auditor um risco 
a) de negócio e detecção. 
b) de fraude e de controle. 
c) de distorção relevante e de controle. 
d) de detecção e distorção relevante. 
e) residual e de fraude. 
 
52- (ESAF / Analista Técnico SUSEP / 2010) O auditor interno, ao realizar 
seus procedimentos e testes de auditoria, quanto à identificação de fraudes e erros, 
evidencia três fatos: 
I. O departamento fiscal da empresa, com o objetivo de reduzir o volume de 
impostos a recolher, cadastrou no sistema de faturamento, a alíquota do IPI que 
deveria ser de 11%, com o percentual de 5%. 
II. Ao analisar a folha de pagamentos, evidenciou funcionários demitidos, 
constando do cálculo da folha, sendo que a conta a ser creditado o pagamento, 
destes funcionários, pertencia a outro colaborador do departamento pessoal. 
III. O contador da empresa, ao definir a vida útil da máquina que foi introduzida 
em linha de produção nova, estabeleceu alíquota, estimando a produção de um 
milhão de unidades, nos próximos 5 anos. O projeto foi revisto e se reestimou para 
10 anos. 
Assinale a opção correta, levando em consideração os fatos acima narrados. 
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a) Fraude, fraude e erro. 
b) Erro, erro e erro. 
c) Erro, fraude e erro. 
d) Fraude, fraude e fraude. 
e) Fraude, erro e erro. 
 
53- (ESAF / Auditor Fiscal da Receita Federal / 2009) A responsabilidade 
primária na prevenção e detecção de fraudes e erros é: 
a) da administração. 
b) da auditoria interna. 
c) do conselho de administração. 
d) da auditoria externa. 
e) do comitê de auditoria. 
 
54- (ESAF / Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas 
– SEFAZ SP / 2009) Por ser um ato não-intencional na elaboração de registros e 
demonstrações contábeis, é correto afirmar que se trata de um erro: 
a) a aplicação incorreta das normas contábeis. 
b) a apropriação indébita de ativos. 
c) a supressão ou omissão de transações nos registros contábeis. 
d) o registro de transações sem comprovação. 
e) a alteração de documentos visando modificar os registros de ativos, passivos e 
resultados. 
 
55- (ESAF / Auditor do Tesouro Municipal de Natal SEMUT / 2008) A 
responsabilidade primária na prevenção e identificação de fraudes e erros na 
empresa é: 
a) da administração. 
b) da auditoria interna. 
c) do comitê de gestão corporativa. 
d) do Conselho Fiscal. 
e) da auditoria externa. 
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56- (ESAF / Auditor do Tesouro Municipal de Natal SEMUT / 2008) O 
auditor, ao efetuar a avaliação e os testes nas contas dos itens componentes do 
imobilizado e de suas respectivas depreciações, constatou os seguintes fatos: 
I. Contrato efetuado entre a empresa e um de seus sócios transferindo uma 
máquina entreguecomo integralização de capital no valor de R$ 1.000.000,00. Ao 
efetuar a comparação com o valor de mercado na data da transferência, constatou-
se que a máquina estava valorizada por R$ 800.000,00. 
II. Unidade Fabril operando em dois turnos, efetuando a depreciação de suas 
máquinas pela taxa relativa a um turno. 
III. Os Juros e a variação cambial de uma máquina em processo de construção e 
importação, a ser usada no processo produtivo, contabilizado em despesas 
financeiras e de juros, respectivamente. 
Assim, pode-se afirmar que as assertivas I, II e III correspondem a: 
a) erro, fraude, erro. 
b) fraude, erro, fato normal. 
c) erro, erro, erro. 
d) fato normal, fraude, fraude. 
e) fraude, erro, erro. 
 
57- (ESAF / Auditor Fiscal da Receita Estadual CE / 2007) Ao confrontar-
se com as situações a seguir expostas, o auditor as classificaria como uma 
situação: 
I. Um funcionário da Contabilidade, com três períodos de férias não gozados, 
constantes da folha de pagamentos e da provisão de férias reconhecendo os valores 
a serem recebidos. 
II. Contrato vigente de prestação de serviços de manutenção em ar condicionado. 
A empresa nunca possuiu este tipo de equipamento instalado em suas unidades. 
III. O diretor financeiro da empresa comercial Betal S.A. possui um prédio fora de 
operação e resolve alugá-lo por 5 anos, recebendo o aluguel a vista, mas com 
cláusula de devolução parcial, caso seja rescindido o contrato. 
O diretor financeiro juntamente com o contador determinam que seja contabilizado 
em Resultado de Exercícios Futuros. 
a) normal, fraude e erro. 
b) fraude, normal e normal. 
c) erro, normal e erro. 
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d) fraude, fraude e normal. 
e) normal, fraude e fraude. 
 
58- (ESAF / Analista de Finanças e Controle CGU / 2006) Assinale, entre 
as opções abaixo, aquela que - à luz da interpretação do Conselho Federal de 
Contabilidade - não é caracterizada como fraude. 
a) Registro de transações sem comprovação. 
b) Supressão ou omissão de transações nos registros contábeis. 
c) Manipulação, falsificação ou alteração de registros ou documentos, de modo 
a modificar os registros de ativos, passivos ou resultados. 
d) Aplicação de práticas contábeis indevidas. 
e) Interpretação incorreta das normas contábeis. 
 
59- (ESAF / Analista de Finanças e Controle CGU / 2006) Acerca da 
responsabilização de Auditor, no desempenho de suas funções, assinale a opção 
correta. 
a) O Auditor Interno não pode ser responsabilizado. 
b) A ocorrência de informação incorreta no parecer do Auditor, mesmo que gere 
prejuízos à entidade auditada ou a terceiros, não enseja responsabilidade. 
c) Tendo se valido adequadamente das técnicas de auditoria, o Auditor 
Externo não pode ser responsabilizado pela ocorrência de fraudes e erros não 
detectados em seus trabalhos. 
d) A omissão de informações nos pareceres de auditoria, ainda que dolosa, não 
pode gerar responsabilização. 
e) A utilização de serviços contábeis de um Auditor Interno pelo Auditor 
Independente isenta este último de qualquer responsabilidade sobre os resultados 
dos trabalhos. 
 
60- (ESAF / Analista de Controle Externo TCU / 2006) O auditor interno ao 
realizar o processo de avaliação das rotinas a seguir, constata que 
I. uma nota fiscal de compras de material de escritório, que o analista contábil 
havia guardado em sua gaveta para posterior registro, não foi lançada; 
II. em virtude de problemas no setor de faturamento da empresa, o gerente de 
logística, que tinha urgência em realizar a entrega da mercadoria a um cliente 
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especial, utilizou uma nota fiscal de um outro cliente que já havia recebido a 
mercadoria com a mesma especificação e quantidade para atender essa urgência; 
III. o gerente de tecnologia da informação, por solicitação do departamento de 
contabilidade, ajustou o sistema de estoques para que, todas as vezes em que o 
saldo de mercadorias no sistema estiver abaixo da quantidade vendida, sejam 
baixados somente os itens existentes no sistema. Com base nas considerações 
anteriores e de acordo com as definições convencionadas de fraude e erro, 
podemos afirmar que houve, respectivamente 
a) I. Fraude; II. Fraude; III. Fraude 
b) I. Erro; II. Erro; III. Fraude 
c) I. Erro; II. Erro; III. Erro 
d) I. Fraude; II. Fraude; III. Erro 
e) I. Erro; II. Fraude; III. Fraude 
 
61- (ESAF / Auditor Fiscal do Tesouro RN / 2005) A responsabilidade 
primária na prevenção e identificação de fraude e erros da entidade é: 
a) da auditoria independente da entidade. 
b) do contador da entidade. 
c) da consultoria contábil da entidade. 
d) do advogado da entidade. 
e) da administração da entidade. 
 
62- (ESAF / Auditor Fiscal da Previdência Social / 2002) Segundo as 
normas de auditoria, as definições de fraude e erro são, respectivamente: 
a) Ato não-intencional de registrar documentos oficiais corretamente, bem como 
elaborar demonstrações financeiras de forma correta. Ato intencional resultante de 
omissão, desatenção ou má interpretação de fatos na elaboração de registros e 
demonstrações contábeis. 
b) Ato não-intencional de omissão ou manipulação de transações, adulteração de 
documentos, registros e demonstrações contábeis. Ato intencional resultante de 
omissão, desatenção ou má interpretação de fatos na elaboração de registros e 
demonstrações contábeis. 
c) Ato não-intencional de evidenciar a manipulação de transações, adulteração de 
documentos, registros e demonstrações contábeis. Ato intencional resultante de 
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omissão, desatenção ou interpretação correta de fatos na elaboração de registros 
e demonstrações financeiras. 
d) Ato intencional de registrar as transações de forma adequada os fatos contábeis 
e a elaboração das demonstrações contábeis. Ato não intencional resultante de 
omissão, desatenção ou interpretação de fatos de forma correta na elaboração de 
registros e demonstrações contábeis. 
e) Ato intencional de omissão ou manipulação de transações, adulteração de 
documentos, registros e demonstrações contábeis. Ato não-intencional resultante 
de omissão, desatenção ou má interpretação de fatos na elaboração de registros e 
demonstrações contábeis. 
 
63- (ESAF / Auditor Fiscal da Receita Federal / 2001) Ao definir a 
responsabilidade do auditor independente de demonstrações contábeis quanto a 
fraudes e erros, o Conselho Federal de Contabilidade entende que: 
a) Ao detectar a fraude o auditor tem a obrigação de comunicar a administração 
da entidade auditada e ressalvar o seu parecer.b) O auditor é responsável pela prevenção de fraudes ou erros, de efeitos 
relevantes nas demonstrações contábeis da entidade auditada. 
c) O auditor é responsável pela detecção de fraudes ou erros incorridos, 
independentemente dos valores monetários envolvidos. 
d) O auditor não é responsável nem pode ser responsabilizado pela prevenção de 
fraudes ou erros relevantes nas demonstrações contábeis. 
e) A sugestão de medidas corretivas de fraudes ou erros não é responsabilidade 
do auditor, bastando ressalvar seu parecer. 
 
64- (ESAF / Auditor Fiscal Natal / 2001) Assinale a afirmativa falsa. 
a) O auditor independente deverá comprovar a participação em programa de 
educação continuada. 
b) O auditor independente deverá submeter-se a exame de competência 
profissional. 
c) O auditor independente é responsável pela prevenção de fraudes nas 
demonstrações contábeis. 
d) O auditor independente pode utilizar os trabalhos de engenheiros legalmente 
habilitados. 
e) O auditor independente pode utilizar os trabalhos realizados pelo auditor interno. 
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65- (CESPE - POLÍCIA CIENTÍFICA - PE / Perito Criminal - Ciências 
Contábeis / 2016) A respeito da detecção de fraudes em auditorias, assinale a 
opção correta. 
a) Em regra, o auditor não deve aceitar como legítimos os registros e documentos 
da entidade auditada. 
b) Toda distorção detectada pelo auditor nas demonstrações contábeis é 
considerada fraude. 
c) A responsabilidade pela prevenção e detecção da fraude é primordialmente do 
auditor. 
d) Devido às limitações inerentes à auditoria, é inevitável o risco de que distorções 
relevantes não sejam detectadas. 
e) A de distorções nas demonstrações contábeis para a obtenção de vantagem 
injusta ou ilegal constitui fator de risco de fraude. 
 
66- (CESPE - FUNPRESP-JUD / Analista - Controle Interno / Auditoria / 
2016) Julgue o próximo item, que versa sobre fraude e erro. 
O dever profissional de manter a confidencialidade das informações prestadas pelos 
clientes isenta o auditor independente da responsabilidade de comunicar às 
autoridades de supervisão a ocorrência de fraude na empresa auditada 
( ) Certo ( ) Errado 
 
67- (CESPE - FUNPRESP-JUD / Analista - Controle Interno / Auditoria / 
2016) Julgue o próximo item, que versa sobre fraude e erro. 
O ceticismo profissional é uma postura que alerta o auditor para a existência de 
possíveis fraudes na empresa auditada. 
( ) Certo ( ) Errado 
 
68- (CESPE - Cont (DPU)/2016) A respeito do planejamento dos trabalhos de 
auditoria governamental, da fraude e do erro, dos testes, das técnicas e da 
amostragem estatística em auditoria, julgue o próximo item. 
Se, por erro, a entidade auditada considerar um valor menor para determinada 
receita, isso não deve ser considerado como uma distorção pelo auditor, pois, nesse 
caso, aplica-se o princípio da prudência. 
Certo / Errado 
 
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69- (CESPE / Especialista em Gestão de Telecomunicação TELEBRAS / 
2013) As fraudes são um indicativo da deficiência do controle interno. Assim 
sendo, é necessária a especialização dos auditores internos para que possam estar 
aptos a detectar e investigar esse tipo de ocorrência. 
 
70- (FUNDATEC - Aud (CAGE RS)/2014) De acordo com a NBC TA 240 – 
Responsabilidade do Auditor em Relação à Fraude no Contexto da Auditoria de 
Demonstrações Contábeis, marque a assertiva correta. 
a) O auditor nunca deve levar em consideração as respostas às indagações junto 
à administração ou aos responsáveis pela governança. 
b) O auditor não precisa manter postura de ceticismo profissional durante a 
auditoria quando não tiver dúvida quanto à honestidade e integridade da 
administração. 
c) Visando manter a independência, o auditor não deve fazer indagações aos 
auditores internos da entidade sobre o risco de fraude nas demonstrações 
contábeis. 
d) O auditor deve aceitar os registros e os documentos como legítimos, desde que 
não existam razões para crer o contrário. 
e) O elemento de imprevisibilidade incorporado na seleção da natureza, época e 
extensão dos procedimentos de auditoria, não é considerado uma resposta global 
aos riscos avaliados de distorção relevante decorrente de fraude. 
 
71- (FUNDATEC - Aud (CAGE RS)/2014) De acordo com a NBC TA 240 – 
Responsabilidade do Auditor em Relação à Fraude no Contexto da Auditoria de 
Demonstrações Contábeis, considere as assertivas abaixo: 
I. Auditor independente. 
II. Auditor interno. 
III. Administração. 
IV. Responsáveis pela governança. 
V. Conselho fiscal. 
De quem é a responsabilidade primária na prevenção e detecção de fraude? 
a) Apenas I. 
b) Apenas V. 
c) Apenas II e III. 
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d) Apenas III e IV. 
e) Apenas III, IV e V. 
 
72- (UEPA / AFRE-PA / 2013) Quanto aos procedimentos de auditoria 
relacionados a ‘’Fraudes’’, assinale a alternativa correta. 
a) Para operações normais o auditor deve avaliar se elas são justificáveis ou se 
possuem possibilidade de desvios e roubos. 
b) Para operações atípicas o auditor deve avaliar se elas são justificáveis ou se 
possuem intenção de se locupletar do patrimônio de terceiros. 
c) Para operações atípicas o auditor deve avaliar se elas são justificáveis ou se 
possuem intenção fraudulenta. 
d) Para operações normais o auditor deve avaliar se elas são justificáveis ou se 
possuem intenção fraudulenta. 
e) Para operações atípicas o auditor deve avaliar se elas são justificáveis ou se 
possuem possibilidade de natureza fraudulenta. 
 
73- (CFC / CNAI – Qualificação Técnica Geral CFC / 2013) O necessário 
ceticismo profissional e os demais aspectos que devem ser considerados com 
referência à possibilidade de fraude devem ser discutidos entre os diversos 
membros da equipe de trabalho de auditoria. De acordo com a NBC TA 240, 
assinale a opção INCORRETA. 
a) A condução dessa discussão deve ser feita pelo sócio responsável pelo trabalho 
de auditoria, uma vez que ele normalmente é o membro mais experiente da equipe. 
b) Nessas discussões, assume-se que os administradores e responsáveis pela 
governança da entidade, cujas demonstrações contábeis estão sendo auditadas, 
são íntegros e honestos, pois se não fosse assim, o trabalho não teria sido aceito. 
c) O diálogo inclui, entre outros, a discussão sobre quais contas ou operações são 
mais suscetíveis a fraude, quais são os fatores que criam incentivos, pressão ou 
que propiciam oportunidade de fraude e as circunstâncias que podem indicar a 
existência ou suspeita de fraude. 
d) A discussão deve também incluir aspectos relacionados com os controles 
internos e, em especial, comoe por quem esses controles podem ser burlados. 
 
74- (CFC / CNAI – Qualificação Técnica Geral CFC / 2013) Assinale a opção 
INCORRETA. 
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a) Sempre que for identificada uma distorção, o auditor deve analisá-la para 
concluir se ela poderia estar relacionada com fraude. 
b) O auditor só deve levar ao conhecimento da administração ou governança as 
situações concretas de fraude. Nos casos em que existe suspeita ou indicações não 
confirmadas, ele deve, primeiro, confirmar que a fraude de fato existe para então 
levar o assunto adiante, evitando se desgastar com os responsáveis pela 
administração ou governança. 
c) Nos casos em que o auditor refutar a presunção de risco de fraude no 
reconhecimento da receita, ele deve documentar nos papéis de trabalho as razões 
para essa conclusão, que devem ser bem fundamentadas. 
d) Dentre os fatores de risco de fraude destacam-se: a existência de incentivo ou 
pressão para perpetrar a fraude, oportunidade percebida para cometer a fraude e 
a capacidade de racionalizar a ação fraudulenta, ou seja, dar uma razão razoável 
para que a fraude ocorra e não chame atenção. 
 
75- (CFC / CNAI – Qualificação Técnica Geral CFC / 2013) Das afirmações 
abaixo assinale a opção INCORRETA. 
a) Sempre que for identificada a existência de uma distorção, o auditor 
independente deve analisar essa distorção para concluir se ela poderia estar 
relacionada com fraude. 
b) Tendo em vista que as fraudes podem ser perpetradas pela administração da 
entidade, cujas demonstrações contábeis estão sendo auditadas, torna-se inócuo 
e, portanto, deve ser evitada a obtenção de representações da administração ou 
responsáveis pela governança. 
c) No caso de identificação de fraude ou indicação de que ela pode existir, o auditor 
deve comunicar esse fato de forma tempestiva à pessoa de nível apropriado da 
entidade. 
d) Embora o auditor independente deva observar a confidencialidade (Código de 
Ética), existem situações em que ele é requerido a comunicar ao órgão regulador 
a fraude ou a possível existência de fraude. 
 
76- (UEL / AFRE - PR / 2012) No tocante a fraudes e erros, o Conselho Federal 
de Contabilidade, através das normas que definem a responsabilidade do auditor, 
entende que o 
a) auditor está isento da responsabilidade e da possibilidade de ser 
responsabilizado pela prevenção de fraudes ou erros de efeitos relevantes nas 
demonstrações contábeis da entidade auditada. 
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b) auditor é responsável pela prevenção de fraudes ou erros de efeitos relevantes 
nas demonstrações contábeis da entidade auditada. 
c) auditor é responsável pela detecção de fraudes ou erros, bem como pela edição 
dos regulamentos necessários à sua prevenção. 
d) auditor, ao detectar a fraude, deve obrigatoriamente comunicar à administração 
da entidade auditada e, consequentemente, incluir um parágrafo de ressalva em 
seu relatório. 
e) auditor, nas auditorias de demonstrações contábeis, está isento da 
responsabilidade sobre a ocorrência de fraudes ou erros que possa interferir nas 
demonstrações contábeis, sendo desnecessários quaisquer procedimentos para 
sua detecção. 
 
77- (UEL / AFRE - PR / 2012) Considere as situações a seguir. 
i. Um funcionário do setor de recursos humanos de uma empresa, com três 
períodos de férias não gozados, constantes da folha de pagamentos e da provisão 
de férias, e com conhecimento sobre os valores a serem recebidos. 
ii. Pagamentos de mensalidades a uma empresa de vigilância e monitoramento, 
sendo que a contratante nunca firmou o contrato e tampouco utilizou os serviços 
em suas unidades. 
iii. O diretor financeiro da empresa Modelo Industrial S.A., ao receber os cheques 
emitidos pelos clientes como garantia de pagamento futuro (cheques pré-datados), 
mantém os mesmos em custódia do caixa geral da empresa. O diretor financeiro 
juntamente com o contador decidem que sejam contabilizados em disponibilidades. 
Ao confrontar-se com as situações expostas, o auditor as classificaria, 
respectivamente, como 
a) normal, fraude e erro. 
b) normal, fraude e fraude. 
c) fraude, fraude e normal. 
d) fraude, normal e normal. 
e) erro, normal e erro. 
 
78- (FUNRIO - AAO (CEITEC)/AUDITOR/2012) Ao avaliar o sistema 
contábil, incluindo o controle interno, tanto em termos de concepção quanto de 
funcionamento, o auditor poderá detectar eventos que sejam indicativos de erros 
e fraudes, onde os erros, diferentemente das fraudes, são caracterizados por 
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a) manipulação planejada de documentos. 
b) supressão intencional de transações nos registros contábeis. 
c) apropriação indébita de ativos. 
d) ato não intencional de má interpretação de fatos contábeis. 
e) adulteração de documentos. 
 
79- (FUNCAB / Prefeitura de Várzea Grande / 2011) Conforme descrito na 
Norma de Auditoria aprovada pela Resolução CFC nº 1.207/09, as implicações das 
fraudes identificadas dependem das circunstâncias. Assim, uma fraude, que sob 
outros aspectos é insignificante, pode ser relevante se envolver a alta 
administração da empresa. Nessas circunstâncias: 
a) deve o Auditor emitir um parecer com ressalvas e suspender a execução dos 
trabalhos. 
b) pode o Auditor colocar em dúvida a confiabilidade das evidências anteriormente 
obtidas. 
c) pode o Auditor encerrar os trabalhos e emitir parecer, se abstendo de emitir 
opinião. 
d) o Auditor descarta as evidências já obtidas, uma vez que uma fraude não 
costuma estar isolada. 
e) O auditor deve, necessariamente, refazer todos os exames realizados 
anteriormente. 
 
4.3- Planejamento 
 
80- (FCC / ICMS MA / 2016) O documento que inclui a natureza, a época e a 
extensão dos procedimentos de auditoria a serem realizados pelos membros da 
equipe de trabalho é denominado de 
(A) normas de auditoria. 
(B) estratégia para execução dos trabalhos. 
(C) roteiro de auditoria. 
(D) plano de auditoria. 
(E) papeis de trabalho. 
 
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81- (FCC - ACE (TCE-GO)/Orçamento e Finanças/2014) Nas atividades de 
planejamento de auditoria independente, deve o auditor estabelecer uma 
estratégia global que defina o alcance, a época e a direção da auditoria. Assim, aodefinir a estratégia global, deve o auditor, entre outros, nos termos da NBC TA 
300: 
I. elaborar o plano de auditoria, para definir o tipo de técnica e os procedimentos 
aplicáveis na revisão de seu trabalho. 
II. definir os objetivos do relatório do trabalho de forma a planejar a época da 
auditoria e a natureza das comunicações requeridas. 
III. identificar as características do trabalho para definir o seu alcance. 
IV. considerar os fatores que no julgamento profissional do auditor são 
significativos para orientar os esforços da equipe do trabalho. 
V. determinar a natureza, a época e a extensão dos recursos necessários para 
realizar o trabalho. 
Está correto o que consta APENAS em 
a) IV e V. 
b) III, IV e V. 
c) II, III, IV e V. 
d) I e III. 
e) I, II e III. 
 
82- (FCC / AL-PE - Analista Legislativo - Contabilidade / 2014) Em relação 
ao Planejamento de Auditoria, considere: 
I. No início dos seus trabalhos, o auditor deve considerar se existe uniformidade 
nas práticas contábeis adotadas pela entidade. 
II. Na determinação dos fatos relevantes que serão examinados, não cabe ao 
auditor determinar a partir de que valor estes fatos serão considerados. 
III. o Planejamento da Auditoria é um processo que se inicia logo após a 
contratação dos serviços. 
Está correto o que se afirma APENAS em 
a) III. 
b) II e III. 
c) I. 
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d) II. 
e) I e III. 
 
83- (FCC / Analista de Controle Externo TCE-GO / 2014) Nas atividades de 
planejamento de auditoria independente, deve o auditor estabelecer uma 
estratégia global que defina o alcance, à época e a direção da auditoria. Assim, ao 
definir a estratégia global, deve o auditor, entre outros, nos termos da NBC TA 
300: 
I. elaborar o plano de auditoria, para definir o tipo de técnica e os procedimentos 
aplicáveis na revisão de seu trabalho. 
II. definir os objetivos do relatório do trabalho de forma a planejar a época da 
auditoria e a natureza das comunicações requeridas. 
III. identificar as características do trabalho para definir o seu alcance. 
IV. considerar os fatores que no julgamento profissional do auditor são 
significativos para orientar os esforços da equipe do trabalho. 
V. determinar a natureza, à época e a extensão dos recursos necessários para 
realizar o trabalho. 
Está correto o que consta APENAS em 
a) IV e V. 
b) III, IV e V. 
c) II, III, IV e V. 
d) I e III. 
e) I, II e III. 
 
84- (FCC - AFCE (TCE-PI)/Comum/2014) O planejamento da auditoria é a 
fase na qual são fixadas as ações a serem executadas no trabalho de campo. Entre 
os principais conceitos sobre os quais está fundamentada esta atividade figura a 
a) legalidade. 
b) relevância. 
c) impessoalidade. 
d) objetividade. 
e) publicidade. 
 
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85- (FCC - ATCE (TCE-AM)/Auditoria Governamental/2013) A fase de 
identificação e averiguação de eventos ou situações que possam afetar 
adversamente a capacidade do auditor de preparar e realizar o trabalho de 
auditoria é denominada 
a) achados de auditoria. 
b) avaliação dos riscos de distorção. 
c) controle de auditoria. 
d) controle de qualidade. 
e) preparação da auditoria. 
 
86- (FCC / Analista de Controle TCE-PR / 2011) A fase da auditoria em que 
se determina o momento da realização de cada uma das tarefas é chamada de 
a) planejamento. 
b) análise de risco. 
c) estudo de caso. 
d) evidenciação. 
e) seleção de programa de trabalho. 
 
87- (FCC / Auditor Prefeitura Municipal de Jaboatão de Guararapes-PE/ 
2006) O planejamento completo da auditoria externa engloba 
a) o período em que a empresa será auditada e as informações obtidas após o 
fechamento do contrato ou a aceitação da proposta. 
b) o momento em que as auditorias serão realizadas até o término do trabalho, 
compreendendo da data da assinatura do contrato até o encerramento dos 
trabalhos na empresa. 
c) desde a fase de avaliação para a contratação dos serviços, no primeiro contato 
com o cliente, envolvendo todo o processo de auditoria, até a finalização dos 
trabalhos e emissão do parecer. 
d) a fase preliminar da auditoria após a assinatura do contrato, onde são definidos 
os procedimentos a serem aplicados, as horas a serem aplicadas ao trabalho e as 
pessoas a serem utilizadas. 
e) somente os procedimentos a serem realizados para confirmação das 
demonstrações contábeis, bem como o parecer a ser emitido. 
 
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88- (FCC / Agente Fiscal de Rendas SP / 2006) Analise as proposições a 
seguir, relativas ao planejamento dos trabalhos de auditoria: 
I. Pressupõe adequado nível de conhecimento sobre o ramo de atividade, negócios 
e práticas operacionais da entidade. 
II. Deve considerar a natureza, a oportunidade e a extensão dos procedimentos a 
serem aplicados na entidade. 
III. Quando incluir a designação de equipe técnica, esta dividirá a responsabilidade 
pelos trabalhos a serem executados com o auditor. 
IV. Uma vez estabelecidos, os programas de trabalho são imutáveis, a menos que 
a administração da entidade concorde com sua revisão e atualização. 
Está correto o que se afirma APENAS em 
a) I e II. 
b) I, II e III. 
c) II e III. 
d) II e IV. 
e) III e IV. 
 
89- (FCC / Auditor TCE-PI / 2005) Revisados e atualizados, sempre que as 
circunstâncias o exigirem, os programas de trabalho da auditoria devem ser 
formalmente preparados e estruturados, de forma a servirem como 
a) guia de execução dos trabalhos, apenas. 
b) guia e meio de controle de execução dos trabalhos. 
c) meio de controle da execução dos trabalhos, apenas. 
d) planejamento documentado da auditoria. 
e) planejamento formalizado da auditoria. 
 
90- (FCC / Auditor Fiscal BA / 2004) Os programas de trabalho, segundo as 
normas de auditoria, além de revisados e atualizados quando necessário, devem 
ser estruturados de forma a servir, em relação à sua própria execução, como 
a) corpo de indicadores. 
b) questionário. 
c) guia e meio de controle. 
d) índice das etapas a serem cumpridas. 
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e) índice dos testes a serem aplicados. 
 
91- (FGV - ATM (Recife)/2014) Nas atividades de planejamento da auditoria, 
deve-se estabelecer uma estratégiaglobal que defina seu alcance, sua época e sua 
direção, a fim de orientar o desenvolvimento do plano de auditoria. 
Os procedimentos a serem adotados estão listados a seguir, à exceção de um. 
Assinale-o. 
a) Identificar as características do trabalho para definir o seu alcance. 
b) Definir os objetivos do relatório do trabalho, de forma a planejar a época da 
auditoria e a natureza das comunicações requeridas. 
c) Considerar, para orientar os esforços da equipe do trabalho, os fatores que, no 
julgamento profissional do auditor, são irrelevantes. 
d) Considerar os resultados das atividades preliminares do trabalho de auditoria. 
e) Determinar a natureza, a época e a extensão dos recursos necessários para 
realizar o trabalho. 
 
92- (FGV - ATM (Recife)/2014) Um planejamento adequado é benéfico para 
a auditoria das demonstrações contábeis. A esse respeito, analise as afirmativas a 
seguir. 
I. Permite que o auditor dedique atenção apropriada às áreas importantes da 
auditoria. 
II. Permite que o auditor identifique e resolva problemas potenciais 
tempestivamente. 
III. Permite que o auditor organize adequadamente o trabalho para que a auditoria 
seja realizada de forma eficaz e eficiente. 
IV. Permite que o auditor selecione os membros da equipe de trabalho com níveis 
apropriados de capacidade e competência para responderem às evidências 
esperadas e aloque apropriadamente os recursos. 
Assinale: 
a) se somente as afirmativas I, II e IV estiverem corretas. 
b) se somente as afirmativas I, II e III estiverem corretas. 
c) se somente as afirmativas II, III e IV estiverem corretas. 
d) se somente as afirmativas I, III e IV estiverem corretas. 
e) se todas as afirmativas estiverem corretas. 
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93- (FGV - ACI (Recife)/Finanças Públicas/2014 (e mais 2 concursos) 
De acordo com a NBC TA 300, o auditor, ao desenvolver o plano de auditoria, deve 
descrever 
a) a avaliação da conformidade com os requisitos éticos, inclusive independência, 
conforme exigido pela NBC TA 220. 
b) a natureza, a época e a extensão dos procedimentos adicionais de auditoria 
planejados no nível de afirmação, conforme previsto na NBC TA 330. 
c) os procedimentos para entendimento dos termos do trabalho, conforme exigido 
pela NBC TA 210. 
d) os processos para auxiliar o auditor a identificar e resolver tempestivamente 
problemas potenciais. 
e) as medidas para facilitar a direção e a supervisão dos membros da equipe de 
trabalho e a revisão do seu trabalho. 
 
94- (FGV - Aud (AL BA)/Auditoria/2014) A natureza, a época e a extensão 
dos procedimentos de auditoria a serem realizados pelos membros da equipe de 
trabalho são elementos que fazem parte 
a) do processo de auditoria. 
b) da estratégia global de auditoria. 
c) da gestão da auditoria. 
d) da avaliação preliminar da auditoria. 
e) do plano da auditoria. 
 
95- (FGV / AFRE-RJ / 2011) A atividade de planejamento é fundamental em 
qualquer atividade, revelando-se a etapa mais importante do ciclo administrativo 
(planejar, organizar, coordenar e controlar), segundo Henry Fayol (Teoria Clássica 
da Administração). Isso ocorre em função de o planejamento considerar a definição 
de um objetivo, dos caminhos alternativos para atingi-lo, da escolha (processo 
decisório) e da formulação de um plano de ação. Sobretudo na auditoria, tendo em 
vista o número de transações a serem validadas, de áreas a serem testadas, de 
saldos a serem verificados, o planejamento bem elaborado contribui para a 
otimização da aplicação dos recursos materiais e humanos (evitando desperdícios) 
e para minimização dos riscos de auditoria. Dessa forma, embora não seja garantia 
de sucesso, o planejamento, quando bem elaborado, minimiza o risco de o trabalho 
ser ineficaz e ineficiente. O planejamento na auditoria é dinâmico, ou seja, uma 
vez elaborado, deve ser revisado sempre que surgirem novas circunstâncias ou os 
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resultados apontarem para uma direção diferente da leitura feita inicialmente. 
Nesse sentido, o planejamento deverá ser revisto, por exemplo, quando os testes 
substantivos revelarem uma quantidade de erros superior àquela prevista quando 
do levantamento do controle interno. Quando da auditoria pela primeira vez, alguns 
cuidados especiais de planejamento devem ser observados, tais como os listados 
a seguir, À EXCEÇÃO DE UM. Assinale-o. 
a) leitura dos relatórios de auditoria anteriores (como mecanismo de 
"conhecimento" da auditada) 
b) uniformidade de critérios contábeis (uma vez que pode ter havido alterações de 
um exercício para o outro, tais como mudança no método de avaliação de estoques, 
uso de reavaliação, mudança no critério de tributação - lucro presumido para real, 
por exemplo) 
c) valor da cotação da ação investida na bolsa de valores, se companhia aberta 
d) identificação de relevantes eventos subsequentes ocorridos após a data-base 
do exercício, revelados ou não 
e) levantamento das principais alterações ocorridas no sistema de controle interno 
 
96- (FGV / AFRE-RJ / 2011) Tendo em vista o que prevê o Conselho Federal 
de Contabilidade, assinale a alternativa correta. 
a) No que tange ao planejamento, é necessário que o auditor planeje a auditoria 
de modo que ela seja executada de maneira eficaz e dirija o esforço de auditoria 
às áreas com menor expectativa de distorção relevante, independentemente se 
causada por fraude ou a erro, com esforço correspondentemente maior dirigido a 
outras áreas. O plano de auditoria não precisa incluir a descrição da natureza, a 
época e a extensão dos procedimentos adicionais de auditoria planejados no nível 
de afirmação. 
b) O envolvimento do sócio do trabalho e de outros membros-chave da equipe de 
trabalho no planejamento da auditoria não deve resultar em incorporação de seus 
pontos de vista, podendo prejudicar a eficiência e independência do processo de 
planejamento. 
c) Em auditoria de entidade de pequeno porte, todo o processo pode ser conduzido 
por equipe pequena de auditoria. Muitas auditorias de entidades de pequeno porte 
envolvem o sócio do trabalho trabalhando com um membro da equipe de trabalho 
ou sozinho. Com uma equipe menor, a coordenação e a comunicação entre 
membros da equipe ficam facilitadas. A definição da estratégia global para a 
auditoria de entidade de pequeno porte precisa ser igualmente complexa. 
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d) O CFC, quando trata da responsabilidade do auditor no contexto da auditoria de 
demonstrações, explicita que o auditor se preocupa com a fraude que causa 
distorção relevante. Dois tipos de distorções intencionais são pertinentes para o 
auditor: (1)distorções decorrentes de informações contábeis fraudulentas e (2) da 
apropriação indébita de ativos. 
e) O planejamento adequado ajuda a tornar suficientes o tempo e os recursos 
disponíveis para a condução da auditoria. A dificuldade, falta de tempo ou custo 
envolvido são, por si só, base válida para que o auditor omita um procedimento de 
auditoria para o qual não há alternativa ou que deva ser satisfeito com evidências 
de auditoria menos que persuasivas. 
 
97- (FGV / AFRE-RJ / 2011) O auditor deve definir uma estratégia global que 
defina o alcance, a época e a direção do seu trabalho e oriente o desenvolvimento 
do plano de auditoria. Ao estabelecer essa estratégia global, o auditor deve adotar 
os procedimentos apresentados a seguir, à exceção de um. Assinale-o. 
a) Identificar as características do trabalho para definir o seu alcance. 
b) Definir os objetivos do relatório do trabalho de forma a planejar a época da 
auditoria e a natureza das comunicações requeridas. 
c) Considerar os fatores que no julgamento profissional do auditor são significativos 
para orientar os esforços da equipe do trabalho. 
d) Considerar os resultados das atividades preliminares do trabalho de auditoria, 
sendo indispensável o conhecimento dos outros trabalhos realizados pelo sócio do 
trabalho para a entidade. 
e) Determinar a natureza, a época e a extensão dos recursos necessários para 
realizar o trabalho. 
 
98- (FGV / AFRE-RJ / 2011) A respeito do plano de auditoria assinale a 
afirmativa incorreta. 
a) é mais detalhado que a estratégia global de auditoria visto que inclui a natureza, 
a época e a extensão dos procedimentos de auditoria a serem realizados pelos 
membros da equipe de trabalho. 
b) trata dos diversos temas identificados na estratégia global, levando-se em conta 
a necessidade de atingir os objetivos da auditoria por meio do uso eficiente dos 
recursos do auditor. 
c) deve incluir a descrição da natureza, a época e a extensão dos procedimentos 
planejados de avaliação de risco. 
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d) deve ser atualizado e alterado sempre que necessário no curso da auditoria. 
e) deve ser desenvolvido para que o planejamento da auditoria seja elaborado. 
 
99- (FGV / AFRE-RJ / 2010) Nas atividades de planejamento o auditor deve 
estabelecer uma estratégia global definindo o alcance, a época e a direção para o 
desenvolvimento do plano de auditoria. 
A respeito do planejamento da auditoria, assinale a afirmativa incorreta. 
a) O auditor deve identificar as características do trabalho para definir o seu 
alcance, bem como definir os objetivos do relatório do trabalho de forma a planejar 
a época da auditoria e a natureza das comunicações requeridas. 
b) O auditor deve considerar os fatores que no seu julgamento profissional são 
significativos para orientar os esforços da equipe do trabalho e determinar a 
natureza, a época e a extensão dos recursos necessários para realizar o trabalho. 
c) O auditor deve considerar os resultados das atividades preliminares do trabalho 
de auditoria e, quando for o caso, a relevância do conhecimento obtido em outros 
trabalhos. 
d) O auditor deve desenvolver o plano de auditoria e nele deve incluir a descrição 
da natureza, a época e a extensão dos procedimentos planejados de avaliação de 
risco. 
e) O auditor deve atualizar e alterar a estratégia global e o plano de auditoria, para 
definir o tipo de técnica e os procedimentos aplicáveis na revisão do seu trabalho. 
 
100- (FGV / AFRE-RJ / 2010) Com relação ao planejamento e execução da 
auditoria de demonstrações contábeis, analise as afirmativas a seguir. 
I. O auditor deve adotar julgamento profissional quanto à natureza, à época e à 
extensão dos procedimentos aplicados para o cumprimento das exigências das 
normas e a coleta de evidências. 
II. O auditor deve avaliar se foi obtida evidência de auditoria suficiente e apropriada 
e se algo mais precisa ser feito para que sejam cumpridos os objetivos das normas 
e, com isso, os objetivos gerais do auditor. 
III. O auditor deve extrair conclusões baseadas nas evidências obtidas, por 
exemplo, pela avaliação da razoabilidade das estimativas feitas pela administração 
na elaboração das demonstrações contábeis. 
Assinale: 
a) se somente a afirmativa I estiver correta. 
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b) se somente a afirmativa II estiver correta. 
c) se somente as afirmativas I e II estiverem corretas. 
d) se somente as afirmativas II e III estiverem corretas. 
e) se todas as afirmativas estiverem corretas. 
 
101- (ESAF / Analista de Finanças e Controle CGU / 2008) Todas as opções 
abaixo são importantes recomendações acerca do planejamento da auditoria, 
exceto uma. Aponte a única opção falsa. 
a) O planejamento e os programas de trabalho não devem ser revisados mesmo 
que novos fatos o recomendarem. 
b) O programa de auditoria deve ser detalhado de forma a servir como guia e meio 
de controle do progresso dos trabalhos. 
c) O planejamento pressupõe adequado nível de conhecimento sobre o ramo de 
atividade, negócios e práticas operacionais da entidade. 
d) O auditor deve documentar seu planejamento geral e preparar programa de 
trabalho por escrito, detalhando o que for necessário à compreensão dos 
procedimentos que serão aplicados. 
e) O planejamento da auditoria, quando incluir a designação de equipe técnica, 
deve prever a orientação e supervisão do auditor, que assumirá total 
responsabilidade pelos trabalhos executados. 
 
102- (CESPE - FUNPRESP-JUD / Analista - Controle Interno / Auditoria / 
2016) No que tange ao planejamento de auditoria, julgue o item subsequente. 
O planejamento de uma auditoria inicia-se somente com a concretização do 
contrato de serviço de auditoria, encerrando-se no momento em que o auditor 
independente estabelecer que os trabalhos preliminares estejam completos. 
( ) Certo ( ) Errado 
 
103- (CESPE - FUNPRESP-JUD / Analista - Controle Interno / Auditoria / 
2016) No que tange ao planejamento de auditoria, julgue o item subsequente. 
No planejamento da auditoria, o auditor independente julga a magnitude das 
distorções consideradas relevantes para, entre outras finalidades, determinar a 
natureza, a época e a extensão de procedimentos adicionais de auditoria. 
( ) Certo ( ) Errado 
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104- (CESPE - TCE-PA /Auditor de Controle Externo - Área Fiscalização - 
Contabilidade/2016) De acordo com as Normas Técnicas de Auditoria (NBC TA) 
estabelecidas pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC), julgue o item a seguir. 
No planejamento da auditoria de demonstrações contábeis, o auditor deve definiruma estratégia global para o trabalho e preparar documentação que permita que 
qualquer usuário entenda os procedimentos a serem executados para o 
cumprimento das normas de auditoria. 
( ) Certo ( ) Errado 
 
105- (CESGRANRIO - Transpetro / Auditor Junior / 2016) A natureza e a 
extensão das atividades de planejamento de auditoria variam conforme o porte e 
a complexidade da entidade auditada. 
Um fator a ser considerado é que a fase do planejamento 
a) constitui um processo sem influência na determinação dos testes substantivos. 
b) deve ser realizada antes da avaliação dos controles internos. 
c) se estende até a conclusão do trabalho de auditoria. 
d) corresponde a um processo que é concluído com o início dos procedimentos da 
auditoria. 
e) tem foco primordial na avaliação de riscos. 
 
106- (IESES - AJ TRE MA/Apoio Especializado/Contabilidade/2015) De 
acordo com a Resolução CFC Nº. 1.211/09, que aprova a NBC TA 300 – 
Planejamento da Auditoria de Demonstrações Contábeis, ao definir a estratégia 
global, o auditor deve: 
I. Identificar as características do trabalho para definir o seu alcance. 
II. Definir os objetivos do relatório do trabalho de forma a planejar a época da 
auditoria e a natureza das comunicações requeridas. 
III. Desconsiderar os fatores que no julgamento profissional do auditor são 
significativos para orientar os esforços da equipe do trabalho. 
IV. Desconsiderar os resultados das atividades preliminares do trabalho de 
auditoria e, quando aplicável, se é relevante o conhecimento obtido em outros 
trabalhos realizados pelo sócio do trabalho para a entidade. 
Das afirmações descritas, pode-se concluir que: 
a) Todas as afirmações estão corretas. 
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b) Todas as afirmações estão incorretas. 
c) Apenas as afirmações I e II estão corretas. 
d) Apenas as afirmações II e III estão corretas. 
 
107- (FEPESE - Ana (MPE SC)/Auditoria/2014) Assinale a alternativa que 
não apresenta Direcionamento, Supervisão e Revisão no planejamento de 
auditoria. 
a) A área da auditoria. 
b) O porte e a complexidade da entidade. 
c) A capacidade e a competência dos membros individuais da equipe que realiza o 
trabalho de auditoria. 
d) Os recursos a serem alocados em áreas de auditoria específicas, tais como 
membros da equipe com experiência adequada para áreas de alto risco ou o 
envolvimento de especialista em temas complexos. 
e) Os riscos de distorções relevantes (por exemplo, um aumento no risco de 
distorções relevantes para uma dada área de auditoria costuma exigir um 
correspondente aumento na extensão e no direcionamento e supervisão 
tempestiva por parte dos membros da equipe e uma revisão mais detalhada do seu 
trabalho). 
 
108- (FUNDATEC - Aud (CAGE RS)/2014) A Resolução CFC nº 1.211/09 que 
aprovou a NBC TA 300 – Planejamento da Auditoria de Demonstrações Contábeis 
apresenta os seguintes requisitos: 
1. Envolvimento de membros-chave da equipe de trabalho; 
2. Atividades preliminares do trabalho de auditoria; 
3. Atividades de planejamento; 
4. Documentação. 
Assinale a alternativa que representa uma das “atividades preliminares do trabalho 
de auditoria”. 
a) Analisar a uniformidade dos procedimentos contábeis. 
b) Determinar a natureza, a época e a extensão de procedimentos adicionais. 
c) Determinar a natureza, a época e a extensão dos procedimentos de avaliação 
do risco. 
d) Identificar e avaliar os riscos de distorções relevantes. 
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e) Avaliar a conformidade com os requisitos éticos, inclusive independência. 
 
109- (UEPA - AFRE PA/2013) De acordo com a NBC TA 300, planejamento: 
a) não é uma fase isolada da auditoria, mas um processo conectado às atividades 
da entidade auditada. 
b) é uma fase dinâmica da auditoria, e por isso deve ser interligada aos demais 
sistemas da entidade auditada. 
c) é uma fase isolada da auditoria, mas um processo contínuo e interativo. 
d) é uma fase dinâmica da auditoria, e por isso deve ser integrado aos processos 
do auditado. 
e) não é uma fase isolada da auditoria, mas um processo contínuo e interativo. 
 
 
 
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Gabarito 1: A 
Gabarito 2: C. 
Gabarito 3: B. 
Gabarito 4: V. 
Gabarito 5: D. 
Gabarito 6: F. 
Gabarito 7: V. 
Gabarito 8: A. 
Gabarito 9: B. 
Gabarito 10: B. 
Gabarito 11: A. 
Gabarito 12: C. 
Gabarito 13: B. 
Gabarito 14: C. 
Gabarito 15: V. 
Gabarito 16: D. 
Gabarito 17: C. 
Gabarito 18: D. 
Gabarito 19: B. 
Gabarito 20: D. 
Gabarito 21: E. 
Gabarito 22: C. 
Gabarito 23: D. 
Gabarito 24: C. 
Gabarito 25: C. 
Gabarito 26: B. 
Gabarito 27: E. 
Gabarito 28: E. 
Gabarito 29: C 
Gabarito 30: C. 
Gabarito 31: A. 
Gabarito 32: C 
Gabarito 33: B 
Gabarito 34: B. 
Gabarito 35: C 
Gabarito 36: C. 
Gabarito 37: B. 
Gabarito 38: B. 
Gabarito 39: B. 
Gabarito 40: D. 
Gabarito 41: B 
Gabarito 42: A. 
Gabarito 43: B. 
Gabarito 44: D. 
Gabarito 45: D 
Gabarito 46: * 
Gabarito 47: A. 
Gabarito 48: A. 
Gabarito 49: D. 
Gabarito 50: B. 
Gabarito 51: B. 
Gabarito 52: A. 
Gabarito 53: A. 
Gabarito 54: A. 
Gabarito 55: A. 
Gabarito 56: E. 
Gabarito 57: A. 
Gabarito 58: E. 
Gabarito 59: C. 
Gabarito 60: E. 
Gabarito 61: E. 
Gabarito 62: E. 
Gabarito 63: D. 
Gabarito 64: C. 
Gabarito 65: D. 
Gabarito 66: F. 
Gabarito 67: V. 
Gabarito 68: F. 
Gabarito 69: F 
Gabarito 70: D 
Gabarito 71: D. 
Gabarito 72: C. 
Gabarito 73: B. 
Gabarito 74: B. 
Gabarito 75: B. 
Gabarito 76: A. 
Gabarito 77: A. 
Gabarito 78: D 
Gabarito 79: B. 
Gabarito 80: D. 
Gabarito 81: C. 
5- Gabarito 
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Gabarito 82: C. 
Gabarito 83: C. 
Gabarito 84: B. 
Gabarito 85: E. 
Gabarito 86: A. 
Gabarito 87: C. 
Gabarito 88: A. 
Gabarito 89: B. 
Gabarito 90: C. 
Gabarito 91: C. 
Gabarito 92: B. 
Gabarito 93: B. 
Gabarito 94: E. 
Gabarito 95: C. 
Gabarito 96: D. 
Gabarito 97: D. 
Gabarito 98: E. 
Gabarito 99: E. 
Gabarito 100: E. 
Gabarito 101: A 
Gabarito 102: F. 
Gabarito 103: V. 
Gabarito 104: F. 
Gabarito 105: C. 
Gabarito 106: C. 
Gabarito 107: D. 
Gabarito 108: E. 
Gabarito 109: E. 
 
 
 
 
 
 
 
Almeida, Marcelo Cavalcanti – Auditoria: um curso moderno e completo, 7ª ed. 
São Paulo: Atlas, 2010NBC TA 240 – Responsabilidade do Auditor em Relação a Fraude, no Contexto da 
Auditoria de Demonstrações Contábeis 
NBC TA 300 – Planejamento da Auditoria de Demonstrações Contábeis 
6- Referencial Bibliográfico 
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