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Lista de questões de Língua Portuguesa sobre Realismo/Naturalismo e Dom Casmurro, com perguntas de múltipla escolha e de associação a trechos do romance, acompanhadas de gabarito numerado e comentários explicativos.

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Língua Portuguesa - Realismo/ Naturalismo
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29
84. U. F. Uberlândia-MG Assinale a alternativa INCORRETA, considerando a leitura da
obra Dom Casmurro, de Machado de Assis.
a) A linguagem do narrador é utilizada para recriar objetivamente o mundo social e tam-
bém para refletir sobre o próprio ato de narrar.
b) A visão do passado que o narrador mostra constitui-se não só em uma interpretação dos
fatos como também na apresentação de provas contundentes do adultério de Capitu.
c) A ambigüidade existente na obra destaca a impossibilidade que uma pessoa tem de
explicar completamente outro ser humano.
d) O processo de construção literária de Machado de Assis revela-se, também, por um
conjunto de intertextos.
85. Uniube-MG Numere a 2ª coluna de acordo com a 1ª, considerando a leitura do texto Dom
Casmurro.
1. “Cheguei a ter ciúmes de tudo e de todos. Um vizinho, um par de valsa, qualquer ho-
mem, moço ou maduro, me enchia de terror ou desconfiança.” (Cap. CXIII)
2. “Agora, por que é que nenhuma dessas caprichosas me fez esquecer a primeira amada
do meu coração?” (Cap. CXLVIII)
3. “E bem, qualquer que seja a solução, uma coisa fica, e é a suma das sumas, ou o resto
dos restos, a saber, que a minha primeira amiga e o meu maior amigo, tão extremosos
ambos e tão queridos também, quis o destino que acabassem juntando-se e enganando-
me… A terra lhes seja leve! Vamos à História dos Subúrbios.” (Cap. CXLVIII)
4. “Eu, leitor amigo, aceito a teoria do meu velho amigo Marcolini, não só pela verossimi-
lhança, que é muita vez toda a verdade, mas porque a minha vida se casa bem à defini-
ção. Cantei um duo terníssimo, depois um trio, depois um quatuor. Mas não adiente-
mos; vamos à primeira parte, em que eu vim a saber que já cantava, porque a denúncia
de José Dias, meu caro leitor, foi dada principalmente a mim. A mim é que ele me
denunciou.” (Cap. X)
5. “É verdade que Capitu, que não sabia Escritura nem latim, decorou algumas palavras
(…). Quantos às de São Pedro, disse-me no dia que estava por tudo, que eu era a única
renda e o único enfeite que jamais poria em si. Ao que eu repliquei que minha esposa
teria sempre as mais finas rendas deste mundo.” (Cap. CI)
( ) Estilo machadiano
( ) Visão realista da vida
( ) Caráter de Bentinho
( ) Visão romântica do amor
A seqüência obtida é
a) 4 – 1 – 2 – 5
b) 3 – 4 – 2 – 1
c) 5 – 1 – 4 – 2
d) 4 – 3 – 1 – 2
G
A
B
A
R
IT
O
IM
PR
IM
IR
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1
Língua Portuguesa - Realismo/ Naturalismo
LÍNGUA PORTUGUESA
REALISMO/
NATURALISMO
1. F-V-V-V
2. V-V-V-F-F
3. V-F-F-V
4. A
5. A
6. C
7. V-V-V-F-V
8. 28
9. 31
10. A
11. A
12. 07
13. D
14. D
15. 03
16. V-F-F-F
17. A
18. E
19. V-V-V-V-F-V
20. V-V-F-F-V-F
21. C
22. E
23. E
24. A
25. A
26. D
27. E
28. D
29. F-V-V-F-V
30. A
31. B
32. C
33. E
34. C
35. A
36. B
37. E
38. E
39. B
40. a) Serão aceitas respostas que, de algum modo, revelem as seguintes idéias: O comporta-
mento humano é determinado por forças biológicas (o instinto, a herança genética), soci-
ológicas e históricas. Os fatos psicológicos e sociais são vistos, pelo realismo-naturalis-
mo, como manifestações naturais e, portanto, nada tendo a ver com fenômenos transce-
dentais. As circunstâncias externas determinam a natureza dos seres vivos, inclusive a do
homem. A realidade passa por um processo evolutivo, dentro de um sistema de leis natu-
rais totalmente definidas.
b) “Nesse momento parava à porta da rua uma carruagem. Era uma comissão de abolicio-
nistas que vinha, de casaca, trazer-lhe respeitosamente o diploma de sócio-benemérito.
Ele mandou que os conduzissem para a sala de visitas.”
41. B
42. B
43. E
44. E
45. B
46. B
47. C
48. C
49. E
50. B
51.