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Livro Texto Anatomia do Aparelho Unidade III

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ANATOMIA DO APARELHO LOCOMOTOR
Unidade III
5 SINARTROSES E ANFIATROSES
Ao notar uma manobra de um esquiador estilo livre em uma montanha, ou um jogador driblando 
e deixando os defensores para trás, se está observando as articulações em ação. Os músculos puxam 
os ossos para movê‑los, entretanto, o movimento não seria possível sem as articulações entre os ossos.
O local onde dois ou mais ossos se encontram, existindo ou não movimento entre eles, é chamado 
de articulações ou junturas.
Figura 148 – Esquiador
Figura 149 – Drible no futebol
Ainda que sempre reflitamos sobre as articulações como móveis, esse nem sempre é o caso. Muitas 
possibilitam apenas movimentos limitados e outras não consentem nenhum tipo de movimento aparente. 
A estrutura de uma determinada articulação está diretamente relacionada com o seu grau de movimento.
As articulações móveis são locais do corpo onde os ossos se movimentam em contato próximo um 
com o outro. Ao trabalhar com máquinas, compreendemos que as peças que fazem contato entre si 
demandam maior conservação. Contudo, em nossos corpos, damos pouca importância às articulações 
móveis até que patologias ou danos tornem a mobilidade muito precária. Se a mobilidade for limitada, 
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Unidade III
mesmo em uma articulação altamente móvel, a qualquer instante uma articulação móvel pode ser 
transformada em uma articulação imóvel.
Os três tipos principais de articulações podem ser subdivididos em sinartroses, anfiartroses e diartroses. 
As partes ósseas das sinartroses são conectadas por um tecido de preenchimento. Nas sinartroses 
encontram‑se as articulações fibrosas, cuja conexão óssea é constituída por tecido conjuntivo. Já nas 
anfiartroses encontram‑se as articulações cartilagíneas, cuja conexão óssea é composta por cartilagem. 
As diartroses se caracterizam pela presença de uma cavidade articular entre os ossos articulados, preenchida 
por líquido sinovial ou sinóvia. As articulações fibrosas e cartilagíneas são estabelecidas pela continuidade 
dos ossos articulantes por meio do tecido interposto. As articulações sinoviais se fazem por contiguidade.
5.1 Articulações fibrosas
Nas articulações fibrosas os ossos são conectados entre si por fibras de tecido conjuntivo, e desse 
modo é possível muito pouco movimento. Consideram‑se os seguintes tipos de articulações fibrosas: 
suturas, sindesmoses, gonfoses e esquindileses.
5.1.1 Suturas
Nas suturas existe um pequeno afastamento entre os ossos e, consequentemente, uma pequena 
quantidade de tecido conjuntivo interposto. As suturas da calota craniana são exemplos desse tipo 
de articulação.
A morfologia dessas suturas diferem entre si, são elas: sutura serrátil, sutura escamosa e sutura plana.
Sutura 
sagital
Figura 150 – Vista superior do crânio
Highlight
Highlight
Highlight
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ANATOMIA DO APARELHO LOCOMOTOR
Sutura 
escamosa
Figura 151 – Vista lateral do crânio
Sutura palatina 
mediana
Figura 152 – Palato duro (vista inferior)
Na sutura serrátil as margens apresentam dentículos que se engrenam de forma simples 
inicialmente, mas posteriormente pode apresentar a extremidade mais dilatada que a base, o que 
impede o afastamento dos ossos. A sutura escamosa apresenta as margens ósseas cortadas em bisel, 
às custas das faces opostas dos ossos. Já na sutura plana as margens ósseas são planas e lisas.
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Unidade III
5.1.2 Sindesmoses
Essas articulações fibrosas ocorrem quando o afastamento entre os ossos é grande e há 
consequentemente grande quantidade de tecido conjuntivo interposto. Os dois ossos vizinhos são 
conectados por fibras colágenas de tecido conjuntivo, como, por exemplo, a membrana interóssea do 
antebraço, entre os ossos rádio e ulna; ou a sindesmose tibiofibular, conforme ilustram as figuras a 
seguir; a membrana interóssea da perna, entre os ossos: tíbia e fíbula; ou por fibras elásticas de tecido 
conjuntivo, como, por exemplo, nos ligamentos amarelos entre os arcos de vértebras vizinhas.
 
Membrana interóssea
Figura 153 – Sindesmose
Sindesmose tibiofibular
Figura 154 – Sindesmose
5.1.3 Gonfoses
Nas gonfoses temos a união das raízes de um dente com as paredes dos alvéolos dentários. As fibras 
colágenas de tecido conjuntivo conectam o periósteo do osso alveolar ao periodonto.
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ANATOMIA DO APARELHO LOCOMOTOR
Articulação 
dentoalveolar 
(gonfose)
Figura 155 – Corte vestibulolingual do primeiro molar inferior e da mandíbula
5.1.4 Esquindilese
As esquindileses ocorrem quando a margem óssea aguda é inserida em uma fenda, como, por exemplo, 
do corpo do esfenoide que se aloja em uma superfície em forma de fenda entre as asas do osso vômer.
Esquindilese 
esfenovomeral
Figura 156 – Vista inferior do crânio
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Unidade III
Nas articulações fibrosas, o movimento entre os ossos é reduzido. Elas podem ser classificadas em: 
suturas, sindesmoses, gonfoses e esquindileses.
5.2 Articulações cartilagíneas
As articulações cartilagíneas conectam dois ossos por meio de cartilagem hialina ou fibrosa. Podem 
ser divididas em dois tipos: primária e secundária. Uma articulação primária, como acontece nas 
sincondroses, é aquela na qual os ossos são unidos por uma lâmina ou barra de cartilagem hialina. Desse 
modo, a união entre a epífise e a diáfise de um osso em crescimento e a que ocorre entre a costela I e o 
manúbrio do esterno são exemplos de tal articulação.
Na região da base do crânio localiza‑se a sincondrose esfenoccipital, conforme ilustra a figura a 
seguir. Nela nenhum movimento é possível. Uma articulação cartilagínea secundária é aquela na qual 
os ossos são unidos por uma lâmina de fibrocartilagem e as faces articulares dos ossos são cobertas 
por uma fina lâmina de cartilagem hialina. Esse tipo encontra‑se na sínfise púbica, entre os ossos do 
quadril, e nos discos intervertebrais, entre os corpos das vértebras. Nela uma pequena quantidade de 
movimento é possível.
Sutura 
incisiva
Sincondrose 
esfenocciptal
Figura 157 – Vista inferior de um crânio infantil
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Sínfise púbica 
(a cartilagem foi removida)
Figura 158 – Vista anterior da pelve óssea
Sínfise 
intervertebral
Figura 159 – Corte sagital paramediano da cabeça e do pescoço (vista medial)
Algumas articulações cartilagíneas possibilitam pequenos movimentos entre os ossos. Elas são 
classificadas em dois tipos: sincondroses e sínfises.
6 DIARTROSES
As articulações sinoviais, ou também chamadas de diartroses, têm grande mobilidade e possuem 
diversas estruturas anatômicas essenciais. Nelas as as terminações ósseas articulares são recobertas por 
cartilagem hialina, de maneira a compor uma superfície lisa, o que leva a uma diminuição máxima do 
atrito, chamadas de superfícies articulares.
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Unidade III
Suas superfícies articulares podem ser convexas, ou seja, esse formato de corpo articular é chamado 
de cabeça articular; ou côncavas, nesse caso, diz‑se um acetábulo. O acetábulo pode estar elevado em 
tamanho em virtude de uma protuberância de suas margens, por meio do lábio glenoidal, como, por 
exemplo, as articulações do ombro e do quadril. A incongruência de algumas superfícies articulares é 
contrabalançada por discos ou meniscos.
 Lembrete
A cartilagem articular, formada por tecido conjuntivo, consiste em 
uma camadaprotetora de 1 a 5 milímetros de espessura desse material 
que reveste as extremidades dos ossos, que se articulam nas articulações 
sinoviais. Durante o crescimento normal, a cartilagem articular em uma 
articulação sinovial, como o joelho, aumenta em volume conforme a 
criança vai ficando mais alta.
A segunda estrutura anatômica que encontraremos nas articulações sinoviais é a cápsula articular. 
Ela forma um folheto de tecido conjuntivo em torno da articulação, isolando‑a de modo hermético. 
A cápsula articular encontra‑se presa aos dois ossos articulares, em geral, na margem das superfícies 
articulares recobertas por cartilagem.
Ela é formada por uma camada interna e outra externa. A camada interna de uma cápsula interna é 
a terceira característica anatômica, que define a articulação sinovial, pois é formada de uma membrana 
sinovial que produz e aprisiona o líquido sinovial dentro da cavidade articular. A membrana sinovial 
é altamente vascularizada e transporta muitas das trocas fisiológicas necessárias para manter as 
superfícies articulares em funcionamento.
Assim, a quarta estrutura anatômica que encontraremos nas articulações sinoviais é a cavidade 
articular. Ela, na realidade, não existe como uma cavidade, uma vez que entre as duas partes articuladas 
há apenas uma fenda capilar em razão da pressão negativa existente ou da tração dos músculos que 
passam sobre a articulação.
A quinta estrutura anatômica que compõe as articulações sinoviais é o líquido sinovial ou sinóvia. 
Ele é um líquido viscoso, claro ou amarelo‑claro, assim chamado por sua semelhança em aspecto e 
consistência com a clara do ovo. Como visto anteriormente, o líquido sinovial é secretado por células 
sinoviais na membrana sinovial e líquido intersticial filtrado do plasma sanguíneo. O líquido sinovial tem 
três papéis principais:
• Fornecer lubrificação: a fina camada de líquido sinovial que reveste a face interna da cápsula 
articular e as faces expostas das cartilagens articulares oferece lubrificação e diminui o atrito. 
Isso é alcançado pelo ácido hialurônico e pela lubricina do líquido sinovial, que diminuem o 
atrito entre as superfícies das cartilagens articulares em uma articulação sinovial até cerca de um 
quinto daquele visto entre dois pedaços de gelo.
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• Nutrir os condrócitos: a quantidade total de líquido sinovial em uma articulação é normalmente 
inferior a 3 mililitros, mesmo em uma articulação grande como, por exemplo, a do joelho. Esse 
volume relativamente pequeno de líquido deve circular para oferecer nutrientes e uma via de 
rejeite de resíduos para os condrócitos das cartilagens articulares. A circulação do líquido sinovial 
é estimulada pelo movimento articular, que também traz ciclos de compressão e expansão 
nas cartilagens articulares contrárias. À compressão, o líquido sinovial é forçado para fora 
das cartilagens articulares; à reexpansão, o líquido sinovial é trazido de volta para as mesmas 
cartilagens. Esse fluxo de líquido sinovial para fora e para dentro das cartilagens articulares provê 
nutrição para seus condrócitos.
• Agir como amortecedor de impactos: o líquido sinovial amortece os impactos nas articulações 
sujeitas à compressão. Por exemplo, as articulações de quadril, joelho e tornozelo são contidas 
durante a deambulação e intensamente contidas durante a deambulação acelerada ou a corrida. 
Quando a pressão eleva abruptamente, o líquido sinovial concentra o impacto e o dissemina de 
maneira invariável sobre as faces articulares.
 Lembrete
O líquido sinovial também contém células fagocíticas que retiram 
micróbios e resíduos resultantes do uso e desgaste da articulação.
Quando uma articulação sinovial fica imobilizada por algum período, o líquido se torna bastante 
viscoso, como um gel, contudo, conforme o movimento articular se intensifica, o líquido se torna 
menos viscoso. Uma das benfeitorias do aquecimento antes da prática de exercícios é a estimulação da 
produção e secreção de líquido sinovial; mais líquido quer dizer menos estresse nas articulações durante 
a prática de exercícios.
Figura 160 – Aquecimento antes de uma partida de futebol
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Unidade III
 Saiba mais
Para saber mais sobre o aquecimento, habitualmente praticado antes de 
uma atividade esportiva e eficaz para a prevenção de lesões e melhorias no 
desempenho esportivo.
SANTIAGO, E. L. et al. Efeitos de diferentes formas de aquecimento 
no desempenho da avaliação de força. Revista Brasileira de Prescrição e 
Fisiologia do Exercício, São Luís, v. 10, n. 58, p. 273‑281, 2016. Disponível em: 
<http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/933>. 
Acesso em: 30 abr. 2019.
As articulações sinoviais podem apresentar uma diversidade de estruturas anatômicas acessórias, 
como, por exemplo, o disco de fibrocartilagem e os corpos adiposos, os ligamentos, os tendões, as bolsas 
sinoviais e as bainhas tendíneas sinoviais. Elas são as mais numerosas no organismo e apresentam a 
superfície articular, a cápsula articular, a cavidade articular, a membrana sinovial, o líquido sinovial, os 
ligamentos, os meniscos e os discos articulares.
Os ligamentos conectam os ossos uns aos outros. Todas as articulações sinoviais são reforçadas por 
ligamentos de tecido conectivo elástico, mas não muitos.
 
Cápsula 
articular
 
Figura 161 – Articulação sinovial
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Ligamento 
extracapsular
Cartilagem 
articular
Ligamento 
intracapsular
Menisco
Figura 162 – Articulação sinovial
Cápsula 
articular
Faces 
articulares
Cavidade 
articular
Figura 163 – Articulações sinoviais
Nas articulações complexas, como, por exemplo, a do joelho, estruturas anatômicas acessórias 
podem localizar‑se entre as faces articulares opostas e alterar as formas dessas faces, como os que são 
citados a seguir.
• Os meniscos e discos articulares são estruturas fibrocartilagíneas em forma de meia lua e localizadas 
no joelho. Os papéis dos meniscos e discos articulares não são totalmente entendidos, contudo 
as conhecidas incluem: (1) absorção de impacto; (2) melhor encaixe entre as superfícies ósseas 
da articulação; (3) oferecimento de superfícies amoldáveis para movimentos combinados; 
(4) distribuição de peso sobre uma superfície de contato maior e (5) propagação do líquido sinovial 
pelas faces articulares da articulação.
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• Os corpos adiposos, geralmente, estão localizados próximo à periferia da articulação, 
delicadamente revestidos pela membrana sinovial. Os coxins de corpos adiposos oferecem 
proteção para as cartilagens articulares e servem como material de arranjo para a articulação 
como um todo. Eles ocupam os espaços produzidos quando os ossos se movimentam e a 
cavidade articular altera de formato.
• A cápsula articular que circunda toda a articulação é contínua com o periósteo dos ossos que 
se articulam. Os ligamentos são estruturas anatômicas acessórias que amparam, fortalecem 
e reforçam as articulações sinoviais. Os ligamentos intrínsecos, ou ligamentos capsulares, são 
adensamentos da própria cápsula articular. Os ligamentos extrínsecos são separados da cápsula 
articular. Esses ligamentos podem ser encontrados externa ou internamente à cápsula articular e 
são chamados ligamentos extracapsulares e intracapsulares, respectivamente.
• Os tendões, ainda que caracteristicamente não componham parte da articulação como uma 
estrutura anatômica essencial ou acessória, geralmente atravessam a articulação ou em sua 
proximidade. A tonicidade muscular normal mantém os tendões tensos e a tensão pode restringir 
a amplitude de movimento. Em algumas articulações, ostendões são partes complementares da 
cápsula articular e oferecem resistência significativa à cápsula.
• As bolsas sinoviais são pequenas estruturas anatômicas preenchidas por líquido sinovial no tecido 
conectivo. São recobertas pela membrana sinovial e podem comunicar‑se ou não com a cavidade 
articular. Elas constituem‑se onde o tendão ou os ligamentos entram em atrito contra outros 
tecidos. Seu papel é diminuir o atrito e atuar como amortecedor de choque. Elas são localizadas 
ao redor da maioria das articulações sinoviais, como, por exemplo, a do ombro.
• As bainhas tendíneas sinoviais são bolsas tubulares que rodeiam os tendões onde eles atravessam 
as superfícies ósseas. Elas também podem surgir embaixo da pele que recobre um osso ou no 
interior de outros tecidos conectivos sujeitados a atrito ou pressão. As bolsas que se desenvolvem 
em situação anormal ou devido a pressões anormais são chamadas de bolsas adventícias.
Disco articular
Figura 164 – Articulações sinoviais
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ANATOMIA DO APARELHO LOCOMOTOR
As crianças que realizam atividades esportivas vigorosas acumulam cartilagem articular de forma 
mais rápida que as que não realizam as mesmas atividades. Já os meninos tendem a adquirir cartilagem 
articular no joelho mais rapidamente que as meninas.
 Observação
As inflamações dos tendões são chamadas de tendinites. A inflamação 
da bolsa sinovial é chamada de bursite. Na presença de cargas elevadas, pode 
acontecer uma inflamação da bainha tendínea, chamada de tendovaginite.
 Saiba mais
Para saber mais sobre as lesões esportivas:
CARVALHO, B. T. S. et al. Lesões esportivas em atletas de basquete 
masculino veterano de Maringá. Revista Uningá, Maringá, n. 26, p. 21‑32, 
2010. Disponível em: <http://revista.uninga.br/index.php/uninga/article/
view/908/579>. Acesso em: 30 abr. 2019.
CRUZ, R. S. et al. Compreendendo as lesões das raízes posteriores dos 
meniscos: da ciência básica ao tratamento. Revista Brasileira de Ortopedia, 
São Paulo, v. 52, n. 4, p. 463‑472, 2017. Disponível em: <http://www.scielo.
br/pdf/rbort/v52n4/pt_1982‑4378‑rbort‑52‑04‑00463.pdf>. Acesso em: 
30 abr. 2019.
BALDON, R. M. et al. Diferenças biomecânicas entre os gêneros e sua 
importância nas lesões do joelho. Fisioterapia em Movimento, Curitiba, 
v. 24, n. 1, p. 157‑166, 2011. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/fm/
v24n1/v24n1a18>. Acesso em: 30 abr. 2019.
ALMEIDA NETO, A. F.; TONIN, J. P.; NAVEGA, M. T. Caracterização de lesões 
desportivas no basquetebol. Fisioterapia em Movimento, Curitiba, v. 26, n. 2, 
p. 361‑368, 2013. Disponível em: <https://periodicos.pucpr.br/index.php/
fisio/article/view/21567/20673>. Acesso em: 30 abr. 2019.
6.1 Classificação das articulações sinoviais
A seguir está uma classificação das articulações sinoviais de acordo com a função:
• Uniaxiais: executam o movimento em torno de um só eixo. Por exemplo, a articulação umeroulnar 
e as articulações interfalângicas, que possibilitam apenas movimentos de flexão e extensão.
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• Biaxiais: executam o movimento em torno de dois eixos. Por exemplo, a articulação radiocarpal, 
que possibilita movimentos de flexão, extensão, adução e abdução.
• Triaxiais: executam o movimento em torno de três eixos. Por exemplo, as articulações do ombro 
e do quadril, que possibilitam extensão, flexão, adução, abdução e rotação.
• Não axiais: não executam movimentos em torno de eixos, apresentando apenas um pequeno 
movimento de deslizamento entre os ossos. Por exemplo, as articulações intercarpais.
Agora, uma classificação das articulações sinoviais de acordo com o formato das faces 
articulares. Elas serão classificadas em plana, gínglimo ou dobradiça, trocoide, condilar, selar 
e esferoide.
• Plana: as faces articulares são planas ou ligeiramente curvas. O movimento que acontece nessas 
articulações é o deslizamento de uma face sobre a outra. Por exemplo, as articulações intercarpais 
e intertarsais.
• Gínglimo ou dobradiça: nessas articulações existe uma superfície óssea convexa e outra côncava. 
Os ligamentos colaterais resistentes da região restringem o movimento a um deslocamento planar, 
como o de uma dobradiça. Por exemplo, as articulações umeroulnar e interfalangeanas.
• Trocoide: nesse tipo uma das faces articulares tem o aspecto semelhante a uma roda ou pivô. 
Por exemplo, a articulação radioulnar proximal.
• Condilar: nesse tipo pelo menos uma das faces tem o formato elíptico. Por exemplo, a articulação 
temporomandibular e a articulação atlantoccipital.
• Elipsoide: possui um formato tipo fuso no qual uma superfície convexa um tanto plana se articula 
com uma superfície côncava profunda. Por exemplo, a articulação radiocarpal no punho.
• Selar: a face articular apresenta o formato de sela, ou seja, cada um dos ossos tem uma superfície 
côncavo‑convexa. Por exemplo, a articulação carpometacarpal do polegar.
• Esferoide: uma das faces articulares apresenta formato de segmento de esfera, que se encaixa 
um receptáculo oco. Por exemplos, as articulações do ombro e do quadril.
A figura a seguir ilustra os diversos tipos de estruturas articulares das articulações sinoviais: gínglimo 
ou dobradiça, condilar, elipsoide, sela, pivô e bola e soquete.
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ANATOMIA DO APARELHO LOCOMOTOR
Articulações uniaxiais
Articulações biaxiais
Articulação triaxial
Articulação em 
dobradiça
Articulação em pivô Articulação bola e soquete
Articulação em selaArticulação condilarArticulação elipsoide
Figura 165 – Classificação das articulações sinoviais
 Lembrete
Funcionalmente, as articulações são classificadas como: sinartrose, 
uma articulação imóvel, por exemplo, as suturas; anfiartrose, uma 
articulação discretamente móvel, por exemplo, a sínfise púbica; diartrose: 
uma articulação livremente móvel. Todas as diartroses são articulações 
sinoviais, possuem diversos formatos e permitem vários tipos diferentes de 
movimentos, por exemplo, o joelho.
6.1.1 Denominação dos movimentos em articulações
Como as articulações são junções entre partes ósseas ou segmentos, sua denominação segue uma 
convenção muito simples. As articulações são chamadas utilizando‑se os nomes dos dois ossos que 
compõem essa junção, normalmente com o osso proximal primeiro. Por exemplo, a articulação do 
punho está entre o rádio distal e a linha proximal dos ossos do carpo, portanto, a articulação do punho 
é a radiocarpal.
A terminologia descritiva direcional é usada para descrever os tipos de movimentos vistos entre os 
dois segmentos articulares, como explicitado a seguir.
• Flexão e extensão: são considerados movimentos angulares. Na flexão, há diminuição do ângulo 
existente entre o segmento que permanece fixo e aquele que se desloca; na extensão, há aumento 
do ângulo entre o segmento fixo e o que se desloca. Ocorrem no plano sagital e, de acordo com a 
regra, o eixo é laterolateral ou transversal.
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• Adução: é o movimento no qual um segmento se aproxima do plano sagital; abdução é o 
movimento no qual um segmento se afasta do plano sagital. Eles são efetuados no plano frontal 
e seu eixo de movimento é anteroposterior ou sagital.
• Rotação: movimento em que um segmento gira em torno de um eixo longitudinal. O plano 
em que acontece o movimento é o horizontal, portanto, perpendicular ao eixo de movimento. 
Nos membros, podemos ter uma rotação medial, quando a face anterior do membro gira em 
direção ao plano mediano do corpo. Esse movimento, de maneira especial para o antebraço, é 
chamado de pronação, enquanto a rotação lateral, movimento contrário à rotação medial 
de supinação.
• Circundução: movimento combinatório que inclui adução, extensão, abduçãoe flexão. Ele acontece 
nos planos sagital e frontal e nos eixos transversal e sagital.
As articulações sinoviais realizam movimentos especiais que ocorrem apenas em certas articulações, 
como descritos abaixo:
• Elevação: é o movimento para cima de uma parte do corpo, como fechar a boca na articulação 
temporomandibular, elevando a mandíbula ou encolher os ombros na articulação acromioclavicular, 
elevando a escápula e a clavícula. A depressão é seu movimento contrário. O hioide e as costelas 
são outros ossos que podem ser elevados ou deprimidos.
• Depressão: é o movimento para baixo de uma parte do corpo, como na abertura da boca que 
deprime a mandíbula ou no retorno dos ombros para a posição anatômica, deprimindo a escápula 
e a clavícula.
• Protração: é o movimento anterior de uma parte do corpo no plano transverso. A retração é 
o movimento contrário. É possível protrair a mandíbula na articulação temporomandibular 
empurrando‑a para frente ou protrair as clavículas nas articulações acromioclavicular e 
esternoclavicular cruzando os braços.
• Retração: é o movimento de retorno à posição anatômica de uma parte corporal protraída.
• Inversão: é o movimento medial da planta do pé nas articulações intertarsais. Seu movimento 
contrário é a eversão. A inversão combinada com a flexão plantar dos pés pode também ser 
chamada de supinação.
• Eversão: movimento lateral da planta do pé nas articulações intertarsais. Também podemos 
chamar a eversão combinada com a dorsiflexão dos pés de pronação.
• Dorsiflexão: flexão do pé na articulação do tornozelo ou articulação talocrural, ou seja, entre a 
tíbia, a fíbula e o tálus, na direção do dorso. A dorsiflexão acontece quando ficamos de pé sobre 
os calcanhares. Seu movimento contrário é a flexão plantar.
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ANATOMIA DO APARELHO LOCOMOTOR
• Flexão plantar: envolve a flexão do pé na articulação do tornozelo na direção da face inferior ou 
plantar do pé, como quando se eleva o corpo ao ficar na ponta dos pés.
• Oposição: movimento do polegar na articulação carpometacarpo, no qual o polegar se move de 
um lado a outro pela palma da mão para tocar as pontas dos dedos da mesma mão. Eles permitem 
o movimento diferencial que confere aos humanos e outros primatas a capacidade de segurar e 
manipular objetos de maneira muito precisa.
 Saiba mais
Para saber mais sobre os diversos tipos de movimentos articulares.
HOUGLUM, P. A. Conceitos básicos de cinesiologia: cinemática. In:___. 
Cinesiologia clínica de Brunnstrom. 6. ed. Barueri: Manole, 2014, p. 7‑8.
LAROSA, P. R. R. Anatomia humana: texto e atlas. São Paulo: Guanabara‑
Koogan, 2016, p. 68‑69.
Exemplo de aplicação
Vamos associar os detalhes ósseos estudados com as articulações? Relembre os principais detalhes 
ósseos dos esqueletos axial, apendicular e das cinturas escapular e pélvica. Na escápula, por exemplo, 
encontramos a cavidade glenoide, a qual se une com o úmero, ou seja, pela cabeça, formando a 
articulação do ombro ou glenoumeral.
Já a articulação do ombro é classificada morfologicamente como esferoide e funcionalmente realiza 
movimentos nos três eixos, ou seja, flexão, extensão, adução, abdução e rotação. Esportes de alto 
rendimento provocam lesões nas articulações, como, por exemplo, as luxações e os entorses. Partindo 
desses exemplos, faça uma descrição de algumas articulações sinoviais: quadril, joelho, tornozelo, ombro, 
cotovelo, punho e mão, contendo os principais componentes anatômicos, os movimentos que podem 
ocorrer e sua significância clínica.
 Resumo
As articulações são formadas quando os ossos vizinhos se articulam. 
Elas são classificadas de acordo com o tecido interposto em fibrosas, 
cartilagíneas e sinoviais. As articulações fibrosas são de quatro tipos: 
suturas, sindesmoses, gonfoses e esquindileses. Os dois tipos de articulações 
cartilagíneas são as sincondroses e as sínfises. As articulações sinoviais 
com liberdade de movimentos apresentam estruturas anatômicas, como, 
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por exemplo, a cápsula articular, a membrana sinovial, o líquido sinovial, 
a cartilagem articular, os ligamentos, os meniscos e os discos articulares.
As articulações sinoviais com liberdade de movimentos são envolvidas 
por cápsulas articulares que contêm líquido sinovial. As articulações 
sinoviais incluem os tipos plana, gínglimo, trocoide, condilar, elipsoide, 
selar e esferoide. O movimento de uma articulação sinovial é determinado 
pela estrutura dos ossos que se articulam, pela resistência e tensão 
dos ligamentos e tendões associados, e pela disposição e tensão dos 
músculos que atuam na articulação. Os movimentos nas articulações 
sinoviais são produzidos pela contração dos músculos esqueléticos 
que transpõem as articulações e se fixam nos ossos que se articulam 
ou próximos dos ossos que formam as articulações. Nessas ações, os 
ossos agem como alavancas, os músculos proporcionam a força e as 
articulações são o ponto de apoio, ou pivôs.
Os movimentos angulares aumentam ou diminuem o ângulo da articulação 
produzido pelos ossos que se articulam. A flexão diminui o ângulo da articulação 
em um plano anteroposterior; já a extensão aumenta o mesmo ângulo da 
articulação. Abdução é o movimento de um corpo afastando‑se do eixo principal 
do corpo; adução é o movimento de uma parte do corpo aproximando‑se 
do eixo principal do corpo. Movimentos circulares podem ocorrer somente 
onde superfícies arredondadas de um osso articulam‑se com depressões 
correspondentes de outro osso. Rotação é o movimento de um osso em torno de 
seu próprio eixo. Circundunção é o movimento semelhante a um cone, de uma 
parte do corpo. Movimentos articulares especiais incluem inversão e eversão, 
protração e retração, e elevação e abaixamento.
 Exercícios
Questão 1. As articulações, pontos de encontro entre os ossos, recebem diferentes tipos de classificação. 
As articulações presentes nos ossos do crânio, que se destacam por serem imóveis, são chamadas de:
A) Sincondroses.
B) Sindesmoses.
C) Sínfises.
D) Suturas.
E) Gonfose.
Resposta correta: alternativa D.
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ANATOMIA DO APARELHO LOCOMOTOR
Análise das alternativas
A) Alternativa incorreta.
Justificativa: sincondroses estão unidas por uma cartilagem hialina e podem ser substituídas por ossos.
B) Alternativa incorreta.
Justificativa: sindesmoses são tipos de articulação fibrosa em que os ossos estão unidos por um ligamento.
C) Alternativa incorreta.
Justificativa: sínfises são linhas de junção e fusão entre dois ossos originalmente distintos.
D) Alternativa correta.
Justificativa: as suturas são articulações fibrosas encontradas nos ossos do crânio. Essas articulações 
possuem como função principal a absorção de choques.
E) Alternativa incorreta.
Justificativa: gonfose é articulação por inserção de uma saliência cônica em uma cavidade, como a 
da raiz do dente no alvéolo.
Questão 2. As articulações podem ser classificadas de acordo com os movimentos que são capazes 
de realizar. Denominam‑se de diartroses aquelas que permitem grandes movimentos dos ossos e de 
sinartroses aquelas que permitem pouca ou nenhuma movimentação. Dentre as articulações citadas a 
seguir, assinale a única que é um exemplo de diartrose:
A) Articulações dos ossos do crânio.
B) Articulações da vértebra lombar e o osso sacro.
C) Articulação da costela com o esterno.
D) Articulações do púbis.
E) Articulação entre úmero e ulna.
Resolução desta questão na plataforma.