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Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com ESPECIALIZAÇÃO EM PERSONAL TRAINER- PRESCRIÇÃO DO TREINAMENTO PERSONALIZADO FISIOLOGIA DA HIPERTROFIA E TREINAMENTO DE FORÇA PROF. BRUNO VESPASIANO Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com ADAPTAÇÕES AO TREINAMENTO DE RESISTÊNCIA E FORÇA. O OBJETIVO DO ESTUDO FOI FAZER UMA REVISÃO DE LITERATURA SOBRE AS ADAPTAÇÕES FISIOLÓGICAS DO TREINAMENTO DE RESISTÊNCIA E FORÇA. Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com Introdução- Fisiologia da Hipertrofia As fibras musculares esqueléticas são altamente especializadas, podendo apresentar uma alta capacidade de adaptação morfológica, resultando, entre outras adaptações, em hipertrofia e hipotrofia muscular. (WILMORE, COSTILL, 2001; MCARDLE, KATCH, KATCH, 20008; POWERS, HOWLEY, 2014; LIMA, 2017; ). Os processos de hipertrofia e hipotrofia muscular estão diretamente relacionados ao turnover proteico muscular. As vias de síntese e degradação proteica são estimuladas por sinais extracelulares, destacando-se a prática do exercício físico agudo e crônico. Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com A hipertrofia muscular está relacionada com as seguintes vias de sinalização: Akt/mTOR e regulação das AMPK, ativação das células satélites, calcineurina/NFAT e regulação da miostatina. (WILMORE, COSTILL, 2001; MCARDLE, KATCH, KATCH, 20008; POWERS, HOWLEY, 2014; LIMA, 2017; ). A hipotrofia muscular relaciona-se com as vias: sinalização das catepsinas ou lisossomais; calpaínas dependentes de cálcio (Ca2+); caspases; ubiquitina proteassoma ATP- dependente (UPS); FoxO (Forkhead box O); TNFα (Tumor Necrosis Factor-α); NFkB (Nuclear Factor kappaB); glicocorticoides. Introdução- Fisiologia da Hipertrofia Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com PROTEÍNAS As proteínas são os produtos finais da expressão gênica. São as moléculas mais abundantes no organismo e possuem várias funções: Reações químicas, transporte celular, construção celular, regulações metabólicas. (FREITAS, 2017). A regulação da expressão gênica envolve muitas etapas. As células apresentam proteínas regulatórias que são específicas para cada célula e tecido. Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com MODIFICAÇÃO PÓS TRANSCRIÇÃO Após ser transcrito, o RNA primário, deve sofrer modificações para se tornar funcional. São importantes para a estabilidade e endereçamento dos RNAs aos ribossomos. (FREITAS, 2017). Especificamente, o transcrito primário que dará origem ao RNA mensageiro (mRNA) passará por modificações pós Transcrição. Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com TRANSCRIÇÃO DO RNAm Após a transcrição e processamento do transcrito primário, o RNAm vai para o citoplasma e em seguida, para os ribossomos, caso a síntese proteica seja requerida ou necessária. Sabe-se que os mRNAs permanecem no citoplasma por tempos distintos. Dessa forma, podemos considerar a estabilidade do mRNA como um importante recurso para a regulação da sua expressão. (FREITAS, 2017). Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com DEGRADAÇÃO DE PROTÉINAS As células contém vários sistemas proteolíticos, no qual incluem o sistema protease dependente de cálcio não lisosomal (Ca2+), o sistema ubiquitina-proteassoma (UPS) e sistema de autofagia. Sabe-se que processos proteolíticos estão relacionados a “quebra” por exemplo no músculo esquelético. (FREITAS, 2017). Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com SISTEMAS CALPAÍNAS/ CASPASES As calpaínas são consideradas iniciadoras da degradação das proteínas miofibrilares por terem a capa- cidade de liberar as proteínas miofibrilares, tornando-as disponíveis para degradação. Em situações de atrofia muscular, é observado ativação do sistema Calpaína/ Caspases induzido por aumentos de Ca+ no ambiente celular. (FREITAS, 2017). Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com (FREITAS, 2017). Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com SISTEMAS UBIQUITINA- PROTEASSOMA (UPS) O UPS é um dos sistemas proteolíticos mais importantes nas células eucarióticas, sendo responsável por degradar proteínas envolvidas com funções celulares básicas. Esse processo ocorre basicamente pela marcação das proteínas que serão degradadas, por meio da ligação das mesmas à ubiquitina. (FREITAS, 2017). Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com (FREITAS, 2017). Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com SISTEMA DE AUTOFAGIA LISOSSOMAL O sistema de autofagia lisossomal implica na taxa de renovação de organelas e proteínas, bem como na limpeza de componentes celulares danificados. A autofagia tem capacidade de degradar tanto macromoléculas bem como organelas inteiras. (FREITAS, 2017). Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com (FREITAS, 2017). Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com ATROFIA MUSCULAR E SARCOPENIA O termo atrofia muscular e sarcopenia resultam em declínios da massa e força muscular, diminuição da mobilidade muscular, maior risco de quedas e aumento da fadiga. Tanto a atrofia muscular quanto a sarcopenia são exemplos de degradação proteica caracterizada por uma perda de proteínas, organelas e citoplasma. (FREITAS, 2017). Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com (FREITAS, 2017). Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com (FREITAS, 2017). Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com (FREITAS, 2017). Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com (FREITAS, 2017). Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com (FREITAS, 2017). Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com (FREITAS, 2017). Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com SÍNTESE PROTEICA Ocorre de maneira que os códons (trincas de nucleotídeos presentes no mRNA que codificam aminoácidos específicos) são lidos de forma sucessiva pelo RNA transportador. A produção de proteínas ocorre nos RIBOSSOMOS. (FREITAS, 2017). Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com (FREITAS, 2017). Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com (FREITAS, 2017). Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com (FREITAS, 2017). Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com (FREITAS, 2017). Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com (FREITAS, 2017). Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.comFisiologia da Hipertrofia Objetivamente, estas adaptações resultam em duas situações: No aumento do tamanho das células musculares, denominada hipertrofia e na diminuição do tamanho das células musculares, denominada hipotrofia. (WILMORE, COSTILL, 2001; MCARDLE, KATCH, KATCH, 20008; POWERS, HOWLEY, 2014; LIMA, 2017; ). Importante ressaltar que os processos de hipertrofia e hipotrofia que ocorrem em cada fibra muscular promovem alterações morfológicas no órgão músculo. Estes processos estão relacionados à área de secção transversa dos músculos (AST). Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com (GUEDES et al., 2018 ). Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com Hipertrofia Muscular O processo de hipertrofia do músculo estriado esquelético é resultado do aumento da área de secção transversal da fibra muscular. (WILMORE, COSTILL, 2001; MCARDLE, KATCH, KATCH, 20008; POWERS, HOWLEY, 2014; LIMA, 2017; ). Processos como o aumento da síntese proteica, o aumento do número e tamanho das miofibrilas e a adição de sarcômeros no interior da fibra muscular são fundamentais para que o músculo obtenha esta adaptação morfológica. Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com Via de Sinalização Akt/mTOR A Proteína Akt ou B quinase, apresenta destacada função em uma das diversas vias de sinalização intracelular que regula a síntese proteica. (WILMORE, COSTILL, 2001; MCARDLE, KATCH, KATCH, 20008; POWERS, HOWLEY, 2014; LIMA, 2017; ). Além de controlar outros marcadores fundamentais das vias regulatórias de funcionamento celular, relacionados a metabolismo, proliferação, sobrevivência, consumo de glicose, angiogênese e crescimento. Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com Via de Sinalização Akt/mTOR A família da Akt é constituída de três isoformas: Akt1, Akt2 e Akt3, embora exista uma predominância da expressão de Akt1 e Akt2 em células musculares estriadas esqueléticas. (WILMORE, COSTILL, 2001; MCARDLE, KATCH, KATCH, 20008; POWERS, HOWLEY, 2014; LIMA, 2017; ). A fosforilação e consequente ativação da Akt são conhecidas por uma diversidade de estímulos, como os fatores de crescimento (IGF1), as citocinas (Interleucinas) e os hormônios (insulina, testosterona e outros), sugerindo importante participação na síntese proteica. Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com A IGF1 se liga ao seu receptor gerando sítios de ligação para o substrato receptor de insulina (IRS). O IRS atua também como um sítio de ligação para recrutar e ativar o fosfatidilinositol-3- quinase (PI3K). Todas estas etapas ocorrem na superfície interna da membrana celular). A Akt inibe a degradação proteica por fosforilar os fatores de transcrição da família FoxO. Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com Via de Sinalização Akt/mTOR A via de estimulação da síntese proteica, TOR é uma proteína serina/treonina quinase com grande tamanho molecular. Pertence a família de quinases relacionadas com o fosfatidilinositol (PI3K). (WILMORE, COSTILL, 2001; MCARDLE, KATCH, KATCH, 20008; POWERS, HOWLEY, 2014; LIMA, 2017; ). As funções da TOR englobam a regulação do metabolismo, da tradução e transcrição proteica, em resposta a ativação de nutrientes e fatores de crescimento. Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com Via de Sinalização Akt/mTOR Destaca-se que o exercício físico agudo, mas, sobretudo, o crônico, pode trazer diversos benefícios à saúde e especialmente modular a ativação da proteína mTOR. (WILMORE, COSTILL, 2001; MCARDLE, KATCH, KATCH, 20008; POWERS, HOWLEY, 2014; LIMA, 2017; ). O treinamento, principalmente com cargas elevadas, estimula a atividade aumentada da via AKT/mTOR nas células musculares resultando em maior síntese proteica. Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com Células Satélite As fibras musculares esqueléticas possuem grande capacidade de adaptação frente a diversas situações fisiológicas, tais como o crescimento, o treinamento físico e os danos/lesões. (WILMORE, COSTILL, 2001; MCARDLE, KATCH, KATCH, 20008; POWERS, HOWLEY, 2014; LIMA, 2017; ). As condições de adaptação das fibras musculares estão também relacionadas com um tipo de célula residente nesses músculos denominada célula satélite. Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com Células Satélite Importante ressaltar que quando o músculo não recebe interferências externas ou internas que resultam em alterações estruturais, como lesões, as células satélites permanecem em estado quiescente (repouso/inativo). (WILMORE, COSTILL, 2001; MCARDLE, KATCH, KATCH, 20008; POWERS, HOWLEY, 2014; LIMA, 2017; ). Contudo, estímulos como o crescimento/desenvolvimento, lesões e regeneração/remodelação, promovem alteração no comportamento destas células. Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com (IDE et al., 2010 ). Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com (LIMA, 2017 ). Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com Células Satélite Como respostas fisiológicas aos possíveis estímulos funcionais, a célula satélite muscular apresenta a possibilidade de participar diretamente do processo de reparação com consequente hipertrofia muscular. (WILMORE, COSTILL, 2001; MCARDLE, KATCH, KATCH, 20008; POWERS, HOWLEY, 2014; LIMA, 2017; ). É fato que a inativação com diminuição da proliferação e da diferenciação destas células (exacerbada, por exemplo, nos idosos), está relacionada ao processo de hipotrofia muscular. Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com Via da Calcineurina/NFAT O Cálcio age como segundo mensageiro em células musculares estriadas. Portanto, este íon é fundamental para o processo de contração muscular. (WILMORE, COSTILL, 2001; MCARDLE, KATCH, KATCH, 20008; POWERS, HOWLEY, 2014; LIMA, 2017; ). Especificamente no tecido muscular esquelético, os impulsos nervosos eferentes promovem, no nível terminal, a liberação de acetilcolina e uma sucessiva despolarização na membrana celular/sarcolema, chegando até os túbulos T. Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com Via da Calcineurina/NFAT Nos túbulos T, os canais de cálcio voltagem-dependentes, denominados também de Receptores de Diidropiridina (DHPR) comunicam-se física e diretamente com um canal de liberação de Ca++ do retículo sarcoplasmático. (WILMORE, COSTILL, 2001; MCARDLE, KATCH, KATCH, 20008; POWERS, HOWLEY, 2014; LIMA, 2017; ). Promovendo a liberação deste Ca++ para o sarcoplasma, local onde ocorre sua ligação com a troponina C do filamento de actina, iniciando o processo mecânico de contração muscular. Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com Via da Calcineurina/NFAT Ocorre que parte do Ca++ liberado no sarcoplasma pode ligar-se a molécula de calmodulina resultando no complexo Cálcio/calmodulina (Ca2+/CaM). (WILMORE, COSTILL, 2001; MCARDLE, KATCH, KATCH, 20008; POWERS, HOWLEY, 2014; LIMA, 2017; ). Essa interação entre Cálcio/ calmodulina pode proporcionar condições de ativar uma via alternativa que resultaria em estímulo hipertrófico na fibra muscular estriada esquelética. Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com A calcineurina ativada, desfosforila: o NFATc1 (Fator Nuclear de ativação das células T/C1) . NFATc3, MEF2C e e MEF2A resultando em seu deslocamento do citoplasma até o núcleo. Estes fatores de transcrição induzem a expressão de genes hipertróficase/ou de remodelação. Fatores esses: MHC, alfa- actinina, IGF-1, miogenina e interleucina 6. Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com Via de regulação da Miostatina Identificada em 1997 nas células musculares estriadas esqueléticas, a miostatina, também é conhecida como Fator de Crescimento e Diferenciação. É um membro dos fatores de crescimento transformador-beta. (WILMORE, COSTILL, 2001; MCARDLE, KATCH, KATCH, 20008; POWERS, HOWLEY, 2014; LIMA, 2017; ). Especificamente, a miostatina funciona como um regulador negativo do crescimento do músculo esquelético ou seja, os processos de hipertrofia são potencializados quando a miostatina está inibida. Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com Via de regulação da Miostatina A miostatina é considerada uma secreção autócrina e parácrina (secretada em direção ao meio extracelular e receptada pelas células vizinhas). A miostatina é também considerada uma substância endócrina. (WILMORE, COSTILL, 2001; MCARDLE, KATCH, KATCH, 20008; POWERS, HOWLEY, 2014; LIMA, 2017; ). A miostatina é uma proteína sintetizada em uma forma bruta composta por 375 aminoácidos, prioritariamente no músculo estriado esquelético. Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com (FREITAS, 2017). Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com RESPOSTAS HORMONAIS EM PROTOCOLOS DE TREINAMENTO COM MULTÍPLAS SÉRIES VERSUS UMA SÉRIE DE EXERCÍCIO INTENSO. O ESTUDO TEVE COMO OBJETIVO COMPARAR AS RESPOSTAS DE GH, TESTOSTERONA, CORTISOL E LACTATO NOS TREINOS DE MULTÍPLAS SÉRIES VERSUS UMA SÉRIE MAIS INTENSA. Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com Material e Métodos • 8 indivíduos treinados com idade média de 25 anos, altura de 184 cm e 83 kg e com experiência em treinamento. • Para avaliação da composição corporal: pesagem hidrostática. • Para avaliação da força foi realizado 1 RM. • Foi avaliado o GH, testosterona, cortisol e lactato pré e pós intervenção. Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com O ESTUDO DEMONSTROU QUE O TREINO COM MAIS VOLUME (SÉRIES) MELHOROU AS RESPOSTAS HORMONAIS AVALIADAS. MAIS ESTUDOS SÃO NECESSÁRIOS PARA ESCLARECER A TEMÁTICA. Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com OS EFEITOS DO TREINAMENTO CONCORRENTE AERÓBIO E DE FORÇA NA HIPERTROFIA MUSCULAR: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA. O ESTUDO TEVE COMO OBJETIVO EXAMINAR ATÉ QUE PONTO O TREINAMENTO AERÓBIO E DE FORÇA REALIZADOS DE FORMA SIMULTÂNEA AFETA A HIPERTROFIA QUANDO COMPARADO APENAS COM O TREINAMENTO DE FORÇA. Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com ADAPTAÇÕES DE FORÇA E HIPERTROFIA ENTRE BAIXO VOLUME x ALTO VOLUME DE TREINAMENTO: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA E METANÁLISE . O OBJETIVO DO ESTUDO FOI FAZER UMA REVISÃO SISTEMÁTICA DA LITERATURA PARA COMPARAR AS MUDANÇAS NA FORÇA E HIPERTROFIA ENTRE PROTOCOLOS DE TREINAMENTO DE FORÇA COM BAIXA E ALTA CARGA. Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com MATERIAIS E MÉTODOS • REVISÃO DE SISTEMÁTICA DA LITERATURA COM METANÁLISE; • PESQUISAS NO PUBMED/ MEDLINE, COCHRANE E SCOPUS; • PARA A INCLUSÃO DOS ESTUDOS: ENSAIOS EXPERIMENTAIS ENVOLVENDO AMBOS PROTOCOLOS BAIXA CARGA (< 60% DE 1RM) E ALTA CARGA (> 60% DE 1RM); • TODOS OS PROTOCOLOS ERAM ATÉ A FALHA MUSCULAR; • OS PROGRAMAS DE TREINAMENTO TINHAM PELO MENOS 6 SEMANAS DE DURAÇÃO; • OS VOLUNTÁRIOS NÃO TINHAM RESTRIÇÕES MÉDICAS QUANTO A PRÁTICA DE EXERCÍCIO. Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com OS AUTORES APONTAM QUE TEVE RESULTADOS SIGNIFICATIVOS PARA A FORÇA QUANDO COMPARADO OS PROTOCOLOS. PORÉM AMBOS MELHORARAM. PARA HIPERTROFIA AMBOS OS PROTOCOLOS PROMOVEM MODIFICAÇÕES SIMILARES. DEVE-SE CONTROLAR A CARGA DE FORMA ESPECÍFICA. Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com • Intensidade: % 1-RM ou zona-alvo de RM • Volume: Séries e rep. • Pausa: intervalo entre séries e exercícios • Ação muscular: Exc./Conc./Iso. • Velocidade: Duração da ação muscular • Frequência: Nº de sessões de treinamento • Exercícios: Uni ou multiarticulares ACSM. American College of Sports Medicine position stand. Progression models in resistance training for healthy adults. Med Sci Sports Exerc, v. 41, n. 3, p. 687-708, Mar 2009. Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com OBRIGADO BRUNOVESPASIANO@MSN.COM @BRUNO_VESPASIANO Licenciado para - B reno da P ascoa C osta - 06445310370 - P rotegido por E duzz.com