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 Família Strongylidae. 
 Parasita equinos. 
 Causa redução no desempenho atlético e 
reprodutivo, retardo no crescimento, mortalidade 
(cólicas, etc.)  perdas econômicas. 
 Conhecidos como grandes Strongylus migratórios. 
 3 espécies do gênero: S. vulgaris (intermediário), S. 
equinus (menor ocorrência) e S. edentatus (mais 
 comum). 
 Parasitam o intestino grosso (ceco e cólon). 
 São os causadores dos maiores problemas em 
animais jovens. 
 É cosmopolita. 
 São hematófagos. 
 Adulto é vermelho-escuro, cápsula bucal bem 
desenvolvida, estruturas articulares na extremidade da 
cápsula bucal (coroa radiada, formato de taça), bolsa 
copulatória e espículos (no macho). 
 Ovos: ovo oval, parede fina (ovo característico de 
Strongylidae). 
 Copropasitológico pode não ser tão efetivo, pois 
parasito demora a eliminar ovos nas fezes (período 
pré-patente de 6, 10 e 12 meses). 
 Método de Willis (flutuação)  mais sensível que o 
método de Gordon e Whitlock. Não é quantitativo. 
 Coprocultura  identificação do gênero pela L3 
infectante. 
 Necropsia  identificação de espécie pelo adulto. 
 Medidas de manejo (forma de vida livre)  remoção 
das fezes de animais estabulados (2x por dia) e em 
piquetes (1x por semana). 
 Calagem, esterqueira. 
 Pastejo rotacionado. 
 Tratamento (na fase parasitada). 
 É o parasito de maior importância na medicina equina 
 causa cólica tromboembólica. 
 Menores em relação a outras especies de grandes 
Strongylus (metade do tamanho, ou seja, se alimenta 
menos). 
 Leva a um menor quadro de anemia que os outros 
parasitos do gênero. 
 Macho é menor (característica de helminto). 
 Cápsula bucal com contorno oval. 
 Par de dentes arredondados na base do contorno 
oval. 
 Ovo com mórula é eliminado nas fezes  
desenvolvimento de L1 no ovo no ambiente  L1 sai 
do ovo e vira L2  após duas semanas da saída do 
ovo nas fezes, L2 se transforma em L3, que não se 
alimenta (forma infectante)  equino ingere a L3  
L3 penetra a mucosa do intestino grosso  L3 passa 
para L4 na submucosa do intestino  a L4 migra 
para a artéria mesentérica cranial e fica solta no vaso 
 passa para L5 e permanece na artéria por +-3 
meses  L5 migra para o lúmen intestinal e forma 
nódulos  L5 passa para adultos no lúmen. 
 Período pré-patente: 6 meses. 
 Lesão mucosa (ruptura pela emergência + 
alimentação dos adultos)  hemorragia  anemia. 
 Formação de úlceras (onde o parasito se alimenta). 
 Emagrecimento. 
 Impacto no desenvolvimento ponderal. 
 Reação inflamatória local, formação de pus em 
nódulos. 
 Cólica trombo-embólica (morte)  migração da larva 
para a artéria mesentérica cranial leva ao quadro, pois 
um nódulo com o parasito dentro (passagem de 
coágulos) migra para o intestino e pode gerar o 
infarto do órgão (bloqueio da irrigação). Quanto mais 
anastomose o equídeo tiver, melhor. 
 Perdas decorrentes por hematofagia podem ser 
menores do que nas outras 2 espécies, pois o 
parasito é menor. 
 Aneurisma de artérias (“pseudo-aneurisma”): L4 e L5 
 acontece uma fibrose arterial, o aumento da 
artéria (formação de uma bolsa) e o posterior 
rompimento. 
 Animal manco. 
 Parasitemia interfere no caso clínico  quanto mais 
alta a carga, mais problema. 
 Dobro do tamanho do vulgaris. 
 Não possui dente no contorno oval. 
 O mais endêmico no Brasil. 
 Realiza migração de larvas. 
 Ovo com mórula é eliminado nas fezes  
desenvolvimento de L1 no ovo no ambiente —> L1 
sai do ovo e vira L2  após duas semanas da saída 
do ovo nas fezes, L2 se transforma em L3, que não 
se alimenta (forma infectante)  equino ingere a L3 
 L3 passa para o intestino grosso  L3 cai na 
circulação porta-hepática  L3 passa para L4 no 
fígado após 14 dias (enquanto isso, ocorre migração 
de larvas para outros órgãos, tanto L3 quanto L4)  
L4 migra para o flanco (região subperitonial) por meio 
do ligamento hepático e passa para L5  L5 migra 
pelo mesentério até o intestino grosso e realiza a 
formação de nódulos e a passagem para o adulto no 
lúmen do órgão. 
 Período pré-patente: 12 meses. 
 Patogenia igual a S. vulgaris, exceto pela formação de 
trombo. 
 Não causa cólica. 
 Gera nódulos branco/amarelado em diferentes 
tecidos (larvas L3/L4). 
 Não causa aneurisma. 
 Ocorrência baixa no Brasil. 
 3 dentes no contorno oval. 
 Não há um consenso na literatura sobre o ciclo desse 
parasito. 
 Ovo com mórula é eliminado nas fezes  
desenvolvimento de L1 no ovo no ambiente  L1 sai 
do ovo e vira L2  após duas semanas da saída do 
ovo nas fezes, L2 se transforma em L3, que não se 
alimenta (forma infectante)  equino ingere a L3 
 L3 passa do lúmen do intestino até a camada 
serosa  formação de nódulos na camada muscular 
e na serosa (após uma semana)  formação da L4 
dentro dos nódulos (após 2 semanas, L3 para L4)  
L4 migra para a cavidade peritonial e penetra o 
parênquima hepático (por aproximadamente 4 
meses)  L4 passa para L5 no fígado  L5 migra 
para o intestino grosso (após 7 meses) e forma 
nódulos  L5 passa para adulto no lúmen do órgão. 
 Período pré-patente: aproximadamente 10 meses. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
POR: 
Strongylus 
vulgaris 
Strongylus 
edentatus 
Strongylus 
equinum

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