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Tecidos Musculares
Cristiane B. B. Torres
Tecido Muscular
◼ Conceituação
– Tecido constituído de células alongadas que 
contêm filamentos contráteis;
– Origem mesodérmica;
– Função: trabalho mecânico.
Tecido Muscular
◼ Classificação morfofuncional:
–Estriado
◼ Esquelético
◼ Cardíaco
–Liso
Características Histológicas dos Tipos de Tecido Muscular
Junqueira, Carneiro (2018)
Tipos de Tecido Muscular
letoukan.fr
Tecido Muscular Estriado Esquelético
◼ Células muito longas (até 30cm),
cilíndricas e multinucleadas
(núcleos periféricos);
◼ Células formadas no embrião
pela fusão dos mioblastos;
◼ Contração rápida, forte,
descontínua e voluntária.
Tipo de 
Fibra
Mioglobina Mitocôndria Contração Energia
I
(Vermelha)
Rica Numerosas Lenta, 
resistente à 
fadiga
Ácidos graxos
II
(Branca)
Pobre Pobre Rápida, mas 
facilmente 
esgotável
Glicogênio
Intermediária Intermediária Intermediária Intermediária Intermediária
Fontes Energéticas e Tipos de Célula Muscular Esquelética
1 ÁCIDOS GRAXOS = ATP + FOSFOCREATINA (fosforilação oxidativa)
2 GLICOGÊNIO = glicose (glicólise anaeróbica)
Junqueira, Carneiro (2018)
Organização Conjuntiva no Músculo 
Ross, Pawlina (2018)
Tecido Muscular Estriado Esquelético
◼ Envoltórios de tecido conjuntivo:
– Epimísio: envolve todo o músculo
– Perimísio: envolve feixes de fibras musculares
– Endomísio: envolve cada fibra muscular (lâmina basal + fibras reticulares+ 
fibroblastos)
◼ Funções do tecido conjuntivo: 
– adesão das fibras musculares 
– somatório das forças de contração
– transmissão da contração a ossos e tendões 
– alojamento dos vasos e nervos
Suprimento sanguíneo
Camadas conjuntivas
Junqueira, Carneiro (2013)
Tecido Muscular Estriado Esquelético
◼ Considerações fisiológicas:
– Fatores influentes no diâmetro das fibras musculares:
tipo de músculo, idade, sexo, estado de nutrição,
treinamento físico.
– Exercício físico: aumento da musculatura por hipertrofia
(aumento do nº de miofibrilas) e diminuição do tecido
adiposo.
– Hiperplasia: aumento do volume muscular por
proliferação das células (só no músculo liso).
Tecido Muscular Estriado Esquelético
◼ Estrutura das miofibrilas:
– São filamentos intracitoplasmáticos, paralelos ao
eixo maior da célula.
– Constituídas de unidades que se repetem: os
sarcômeros
A – anisotrópico (a luz polarizada muda de velocidade)
I – isotrópico (a luz polarizada mantém a velocidade)
Z – do alemão "Zwischenscheib” (o disco dentro da banda I)
H – do alemão “Heller“ (mais claro, brilhante)
M – do alemão "Mittelscheibe“ (o disco no meio do sarcômero)
M
Junqueira, Carneiro (2018)
Tecido Muscular Estriado Esquelético
◼ Organização dos Sarcômeros
◼ Filamentos grossos: MIOSINA
◼ Filamentos finos:
◼ ACTINA
◼ TROPOMIOSINA
◼ TROPONINA
Junqueira, Carneiro (2018)
Filamento Fino
Junqueira, Carneiro (2018)
Filamento Fino
Ross, Pawlina (2018)
Outras Proteínas do Sarcômero
Titina: prendem os filamentos grossos ao disco Z Alfa-actinina: prendem os filamentos finos ao disco Z
Desmina: liga miofibrilas entre si e com o sarcolema Distrofina: liga filamentos de actina ao sarcolema
Ross, Pawlina (2018)
Distrofia Muscular de Duchenne
Mutações gênicas ligadas ao complexo 
da Distrofina
Distribuição da distrofina no músculo
esquelético humano normal. Como a distrofina e os
complexos de distrofina-glicoproteína conectam o
citoesqueleto muscular à matriz extracelular
circundante através da membrana celular, a localização
da distrofina contorna a membrana celular. Observe o
formato regular das células musculares esqueléticas e o
padrão de distribuição da distrofina. 480×.
Distribuição da distrofina em um paciente com
distrofia muscular de Duchenne (DMD). Compare o
padrão e a intensidade da distribuição da distrofina
dentro das fibras musculares esqueléticas com os do
indivíduo normal. Esse músculo exibe sinais de
hipertrofia. Algumas fibras não apresentam expressão
de distrofina, enquanto outras ainda expressam níveis
variáveis de distrofina.
Ross, Pawlina (2018)
Túbulos T e 
Retículo 
Sarcoplasmático
Ross, Pawlina (2018)
Junqueira, Carneiro (2018)
Mecanismo da 
contração muscular 
estriada
Junqueira, Carneiro (2018)
16.6
Tecido Muscular Estriado Esquelético
◼ Contração Muscular
– O cálcio se liga à troponina
– A troponina libera o sítio de ligação actina-miosina
– As cabeças de miosina interagem com a actina
– Ocorre quebra do ATP da miosina liberando fosfato e
energia
– As cabeças de miosina se flexionam tracionando os
filamentos de actina
Junção Mioneural
Unidade 
Motora
Junqueira, Carneiro (2018)
Inervação Muscular
(Placas Motoras Terminais)
Ross, Pawlina (2018)
Tecido Muscular Cardíaco
◼ Células alongadas e ramificadas,
que se unem através de junções
complexas (discos intercalares)
◼ Células com um ou dois núcleos
centrais
◼ Contração vigorosa, rítmica e
involuntária
◼ Presença de díades e não tríades
Ross, Pawlina (2018)
Tecido Muscular Cardíaco
Discos Intercalares
Discos 
Intercalares
Discos 
Intercalares
Junqueira, Carneiro (2018)
Estrutura dos Discos Intercalares
Junqueira, Carneiro (2018)
Tecido Muscular Cardíaco
◼ Características diferenciais:
– Grânulos secretores intracelulares: hormônio peptídeo
atrial natriurético (baixa a pressão arterial*)
– Células miocárdicas modificadas geram e conduzem o
impulso da atividade contrátil (nodo sinoatrial, nodo
atrioventricular e feixe atrioventricular)
* O hormônio produzido pelas células cardíacas tem efeito oposto ao da
aldosterona adrenal, que aumenta a pressão arterial.
Sistema Gerador e Condutor do Impulso Contrátil Cardíaco
Tecido Muscular Liso
◼ Células fusiformes (leiomiócitos), com núcleo
único e central;
◼ Contração fraca, lenta e involuntária.
Junqueira, Carneiro (2018)
Tecido Muscular Liso
◼ Células envolvidas por 
lâmina basal e fibras 
reticulares;
◼ Junções comunicantes 
presentes;
◼ Secretam colágeno tipo III, 
fibras elásticas e 
proteoglicanos.
Corte 
Longitudinal
Corte 
Transversal
Ross, Pawlina (2018)
Características Gerais da Célula Muscular Lisa
◼ Ausência de miofibrilas e sarcômeros;
◼ Presença de tropomiosina, actina e miosina;
◼ Presença de corpos densos (α-actinina), que
correspondem à linha Z da célula estriada;
◼ Presença de cavéolas (funcionam como túbulos T para
regular o transporte de cálcio).
Contração da Célula Muscular Lisa
http://en.wikipedia.org/wiki/Smooth_muscle_tissue
Mecanismo da contração do músculo liso:
1 O cálcio extracelular armazenado no retículo
sarcoplasmático é liberado para o citoplasma;
2 O cálcio se combina com a proteína calmodulina;
3 O complexo cálcio-calmodulina ativa uma enzima que
fosforila a miosina;
4 A miosina se distende, desloca a tropomiosina e se combina
com a actina;
5 O ATP das cabeças de miosina libera energia para a
deformação da miosina e deslizamento dos filamentos de
actina e miosina uns sobre os outros.
Contração da Célula Muscular Lisa
American Journal of Physiology - Cell Physiology
http://ajpcell.physiology.org/content/295/3/C576
Unidades Motoras no Músculo Liso
http://en.wikipedia.org/wiki/Smooth_muscle_tissue
Não existem junções neuromusculares elaboradas, mas recebem
terminações nervosas simpáticas e parassimpáticas que exercem controle
variável conforme o músculo.
Regeneração do Tecido Muscular
◼ O músculo cardíaco não se regenera bem:
formam-se cicatrizes de tecido conjuntivo
denso nas lesões;
◼ O músculo esquelético tem pequena
capacidade regenerativa: auxílio das células
satélites (mioblastos mononucleados);
◼ O músculo liso tem boa regeneração: células
com capacidade mitótica.

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