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SOLUÇÃO ORAL DE DIPIRONA

Relatório de prática virtual sobre solução oral de dipirona; traz objetivos de análise da formulação, materiais (dipirona, EDTA, sorbitol, conservantes), metodologia resumida (EPI, aquecer, dissolver, triturar, acondicionar) e discussão sobre hidrólise e oxidação da dipirona.

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CENTRO UNIVERSITÁRIO LEONARDO DA VINCI 
NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - NEAD 
RELATÓRIO DE PRÁTICA VIRTUAL 
 
IDENTIFICAÇÃO 
1. Acadêmico: Maria Edilane Carlos Paiva 
2. Matrícula: 5892091 
3. Curso: Farmácia 4. Turma: FLC15485BFR 
5. Disciplina: Controle de Qualidade de Medicamentos e Cosméticos 
6. Tutor (a) externo (a): Paola C. Nascimento Carmo 
 
DADOS DA PRÁTICA 
1. Título: SOLUÇÃO ORAL DE DIPIRONA 
2. Semestre: 9º 
3. Data: 16/05/2024 
 
INTRODUÇÃO 
Os fármacos, insumos farmacêuticos responsáveis pelas ações farmacológicas, 
normalmente são encontrados compondo formulações em combinação com 
adjuvantes farmacêuticos. Os adjuvantes, por sua vez, são substâncias 
farmacologicamente inativas que possibilitam a obtenção de diversas formas 
farmacêuticas com características apropriadas para facilitar a sua utilização e 
propiciar o efeito terapêutico esperado com segurança. As formas farmacêuticas 
líquidas caracterizam-se por apresentar um veículo líquido no qual os componentes 
da formulação se encontram dissolvidos ou dispersos. Essas formas apresentam 
vantagens como a fácil deglutição, a rápida absorção e menor irritação, sendo 
indicadas, principalmente, para crianças e idosos. No entanto, essas preparações são 
mais suscetíveis às instabilidades químicas, físicas e microbiológicas, o que torna seu 
desenvolvimento e preparo complexos, representando um desafio para o 
farmacêutico industrial e da manipulação. A farmacotécnica é a área que estuda a 
formulação, a produção, a estabilidade e a eficácia terapêutica das diferentes 
preparações, visando ao desenvolvimento da forma farmacêutica mais adequada. 
Assim, é fundamental que esses profissionais farmacêuticos tenham conhecimento 
dessa importante área tecnológica. 
 
OBJETIVOS 
 Analisar a formulação quanto ao princípio ativo e aos adjuvantes 
selecionados e identificar a função farmacêutica dos adjuvantes dentro da 
formulação; 
 
 
 
 
 CENTRO UNIVERSITÁRIO LEONARDO DA VINCI 
NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - NEAD 
 Identificar as características físico-químicas do princípio ativo, como o grau 
de solubilidade, e identificar a sua estabilidade quando em solução; 
 Verificar possíveis incompatibilidades entre os componentes da formulação; 
 Aplicar a técnica apropriada para manipulação da formulação proposta; 
 Elaborar o relatório de manipulação da formulação com os dados 
pertinentes. 
 
MATERIAIS 
 Agitador magnético; 
 Almofariz com pistilo; 
 Balança; 
 Bastão de vidro; 
 Béquer com capacidade para 250mL; 
 Cálice de vidro com capacidade para 250mL; 
 Dipirona sódica (30 g); 
 EDTA sal dissódico (0,12 g); 
 Espátula; 
 Essência de menta-hortelã (0,01 g); 
 Fita para medição de pH; 
 Frasco âmbar com tampa e dosador; 
 Metabissulfito de sódio (0,06 g); 
 Metilparabeno (Nipagin) (0,12 g); 
 Nipazol (0,024 g); 
 Pisseta com água destilada; 
 Sacarina sódica (1,2 g); 
 Sorbitol 70%; 
 Termômetro. 
 
METODOLOGIA 
1. SEGURANÇA DO EXPERIMENTO 
Coloque os equipamentos de proteção individual localizados no “Armário de EPIs”. 
Nesse experimento, é obrigatório o uso de jaleco, luvas, máscara, touca e óculos. 
2. AQUECENDO A ÁGUA 
Utilizando a pisseta, transfira 50 mL de água para um béquer. Em seguida, aqueça-a 
até 80°C usando o agitador magnético. Verifique a temperatura da água com o 
termômetro. 
3. SOLUBILIZANDO AS SUBSTÂNCIAS 
Utilize a balança, um papel para pesagem e a espátula para mensurar 0,12 g de 
Nipagin. Em seguida, transfira o conteúdo para o béquer no agitador e realize a limpeza 
da espátula. Repita esse procedimento para transferir para o béquer 0,024 g de 
Nipazol, 0,06 g de metabissulfito de sódio, 0,12 g de EDTA e 1,2 g de sacarina. 
 
 
 
 
 CENTRO UNIVERSITÁRIO LEONARDO DA VINCI 
NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - NEAD 
4. ADICIONANDO A DIPIRONA 
Resfrie o conteúdo até atingir temperatura entre 35 °C e 40 °C, movendo o béquer 
para a mesa. Mensure 10 mL de sorbitol 70% na proveta e transfira para o béquer. 
Utilizando a balança, um papel para pesagem e a espátula, mensure 30 g de dipirona. 
Transfira o conteúdo para o almofariz e triture a dipirona com o pistilo. Adicione-a no 
béquer e, em seguida, transfira o conteúdo do béquer para o cálice. 
5. ACONDICIONANDO A SOLUÇÃO 
Adicione a essência de hortelã no cálice e homogeneíze com o bastão de vidro. 
Complete o cálice com água destilada até atingir 120 mL. Realize a medição do pH da 
solução com o pHmetro e, em seguida, adicione a solução de corante azul. Filtre o 
conteúdo para um segundo cálice. Filtre novamente o conteúdo sobre frascos de vidro 
com conta-gotas 
 
RESULTADOS E DISCUSSÕES 
1. A dipirona é susceptível a hidrólise e oxidação. Comente sobre essas reações 
Hidrolise: Ocorre quebra da molécula de fármaco pela ação da água – a água é 
reagente. 
Oxidação: é uma reação química caracterizada pela perda de elétrons em átomos, íons 
e moléculas. 
2. Para melhorar a estabilidade da formulação foi utilizado adjuvante como 
conservante antioxidante. Qual substância adicionou-se à solução oral para obter 
estabilidade? 
A substância adicionada à solução oral para obter estabilidade foi o agente quelante. 
 
REGISTRO FOTOGRÁFICO 
 
 
 
 
 
 
 
 CENTRO UNIVERSITÁRIO LEONARDO DA VINCI 
NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - NEAD 
 
 
 
REFERÊNCIAS 
Referências baseadas apenas no roteiro da prática.

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