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PDIÁRIO OFICIAL ELETRÔNICO - DOMP
MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS
 
MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS 
Rua 23, esq. com a Av. Fued José Sebba, Qd. A 06, Lts. 15/24, Jardim Goiás
Goiânia - Goiás - CEP: 74.805-100 Fone: (062) 3243-8000 e 127
www.mpgo.mp.br/portal/domp
PROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA
PROCURADORIA GERAL DE JUSTIÇA
Autos Administrativos n. 202400018006
Ato 2024000849055
ATO PGJ N. 13, DE 1º DE FEVEREIRO DE 2024
 
 
Altera o Ato PGJ n. 5, de 2 7 de janeiro de 2021,
q u e regulamenta os programas de estágio
remunerados instituídos no âmbito do Ministério
Público do Estado de Goiás, nos termos do artigo
74, § 2º, da Lei Complementar n. 25, de 6 de
julho de 1998, e dá outras providências.
 
 
O PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE GOIÁS , nos termos do artigo
15, inciso VI, da Lei Complementar n. 25, de 6 de julho de 1998, que instituiu a Lei Orgânica do
Ministério Público do Estado de Goiás, RESOLVE:
 
Art. 1º O Ato PGJ n. 5, de 27 de janeiro de 2021, passa a vigorar com a seguinte
alteração:
 
"(...)
 
Art. 20. .....................................
.................................................
§ 7º Salvo disposição em sentido contrário prevista em edital, o critério de
desempate dos candidatos classificados privilegiará, sucessivamente, quem:
I - for beneficiário do programa Universitário do Bem (PROBEM), previsto na Lei
Estadual n. 20.957, de 4 de janeiro de 2021;
II - tiver sido estagiário no Ministério Público do Estado de Goiás por pelo menos 6
(seis) meses;
III - tiver sido prestador de serviço voluntário no Ministério Público do Estado de
Goiás por pelo menos 6 (seis) meses;
IV - estiver mais avançado no curso; e
V - tiver idade mais avançada.
 
(...)"
 
Art. 2º Este Ato entra em vigor na data de sua publicação.
 
PROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE GOIÁS , Goiânia, 1º de
fevereiro de 2024.
 
 
CYRO TERRA PERES
PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA
Documento assinado eletronicamente por Cyro Terra Peres, em 01/02/2024, às 17:47, e consolidado no sistema
Atena em 2024-02-01 18:10:56 -0300, sendo gerado o código de verificação 4cc533d0-a374-013c-3d8a-0050568bb0db,
conforme Ato PGJ n. 29, de 22 de maio de 2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
PDIÁRIO OFICIAL ELETRÔNICO - DOMP
MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS
 
MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS 
Rua 23, esq. com a Av. Fued José Sebba, Qd. A 06, Lts. 15/24, Jardim Goiás
Goiânia - Goiás - CEP: 74.805-100 Fone: (062) 3243-8000 e 127
www.mpgo.mp.br/portal/domp
SUBPROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA 
PARA ASSUNTOS ADMINISTRATIVOS
Protocolo: 202400000023-ProcSub
PORTARIA Nº. 361/2024
O SUBPROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA PARA ASSUNTOS ADMINISTRATIVOS, nos termos
do Regimento Interno, resolve DESIGNAR o(a) servidor(a) à disposição, SERGIO BORGES
MARTINS DE ARAUJO, para exercer a função de CHEFE DE NUCLEO do(a) COORDENADORIA
DE SEGURANÇA INSTITUCIONAL E INTELIGÊNCIA - NOI, em substituição e no período de 08
de Janeiro de 2024 a 19 de Janeiro de 2024, durante o afastamento legal do(a) titular, FELIPE
FEITOSA MAIA, atribuindo-lhe a respectiva gratificação.
Publique-se.
SUBPROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA PARA ASSUNTOS ADMINISTRATIVOS, em
Goiânia, 01 de fevereiro de 2024.
Heraclito D Abadia Camargo
Subprocurador Geral De Justiça para Assuntos Administrativos
Protocolo: 202400000024-ProcSub
PORTARIA Nº. 362/2024
O SUBPROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA PARA ASSUNTOS ADMINISTRATIVOS, nos termos
do Regimento Interno, resolve DESIGNAR o(a) servidor(a) à disposição, RICARDO DE OLIVEIRA
DIAS, para exercer a função de CHEFE DE NUCLEO do(a) COORDENADORIA DE SEGURANÇA
INSTITUCIONAL E INTELIGÊNCIA - NSO, em substituição e no período de 10 de Janeiro de 2024
a 08 de Fevereiro de 2024, durante o afastamento legal do(a) titular, PATROCINIO RODRIGUES
DE ALMEIDA, atribuindo-lhe a respectiva gratificação.
Publique-se.
SUBPROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA PARA ASSUNTOS ADMINISTRATIVOS, em
Goiânia, 01 de fevereiro de 2024.
Heraclito D Abadia Camargo
Subprocurador Geral De Justiça para Assuntos Administrativos
SEÇÃO DE TREINAMENTO E
DESENVOLVIMENTO
Autos Administrativos n. 202300254503
Portaria 2024000611569
O SUBPROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA PARA ASSUNTOS ADMINISTRATIVOS, nos
termos do Regimento Interno da Procuradoria-Geral de Justiça, resolve CONVOCAR os integrantes
relacionados para participarem do curso Autogestão e seu Impacto no Desenvolvimento
Profissional, promovido pela Superintendência de Gestão em Recursos Humanos. As aulas
ocorrerão nos dias 26 de fevereiro, 28 de fevereiro e 1º de março (15h às 18h), em formato on-
line (síncrono).
 
Para garantir o melhor aproveitamento das atividades, os servidores poderão fazer o curso na
sala T-5 do Espaço CT (Anexo II), devendo chegar ao local com meia hora de antecedência para fins
de organização. 
 
INTEGRANTE LOTAÇÃO
ANTONIO CARLOS DE FREITAS GOUVEA SADM
BRUNNO OTAVIO BICUDO LEME SADM
BRUNO DANTAS CAIXETA SUPLAN
BRUNO OLIVEIRA ALVES SINFO
CAROLINA FERREIRA DA COSTA STREGLIO SGRH
DENISE PEREIRA DOS REIS SADM
EDUARDO TAVARES PACHECO SENGE
ELIZABETH LOPES DE ARIMATEA CARMO SGRH
FLAVIO CAVALCANTE DE OLIVEIRA SINFO
IRENE TEIXEIRA DE MOURA SGOC
LIA MARA MARQUES DA SILVA SGRH
MARIA DE FATIMA OLIVEIRA SUFIN
MAURO GONÇALVES DA SILVA SUFIN
NATALIA RODRIGUES NASCIMENTO SUJUD
OSMAR ANTONIO CAMARGOS SUJUD
RAFAEL NUNES DE PAULA SENGE
REGIANE HELENA DA SILVA SGRH
RICARDO ERNANI OLIVEIRA DE FARIA SADM
SUZE ARAUJO DE SOUZA DREON SADM
TIAGO NUNES CAMPOS SINFO
 
Publique-se.
 
SUBPROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA PARA ASSUNTOS ADMINISTRATIVOS, em
Goiânia, datado e assinado eletronicamente.
 
 
HERÁCLITO D'ABADIA CARMARGO
Subprocurador-Geral de Justiça para Assuntos Administrativos
Documento assinado eletronicamente por Heraclito D Abadia Camargo, em 01/02/2024, às 17:30, e consolidado no
sistema Atena em 2024-02-02 13:40:29 -0300, sendo gerado o código de verificação af209060-a417-013c-d810-
0050568b765d, conforme Ato PGJ n. 29, de 22 de maio de 2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
SGRH / POSSE
Autos Administrativos n. 202400035395
Ato 2024000804987
O SUBPROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA PARA ASSUNTOS ADMINISTRATIVOS, nos
termos do Regimento Interno, resolve NOMEAR o senhor RAMON MILOGRANA para ocupar o cargo
em comissão de ASSISTENTE DE PROMOTOR DE JUSTIÇA - CC-1.
 
Este Ato entrará em vigor na data da sua publicação.
 
 
HERÁCLITO D'ABADIA CAMARGO
Promotor de Justiça
Subprocurador-Geral de Justiça para Assuntos Administrativos
Documento assinado eletronicamente por Heraclito D Abadia Camargo, em 02/02/2024, às 14:40, e consolidado no
sistema Atena em 2024-02-02 14:48:56 -0300, sendo gerado o código de verificação 4187fa10-a421-013c-3ff0-
0050568bb0db, conforme Ato PGJ n. 29, de 22 de maio de 2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
SGRH / POSSE
Autos Administrativos n. 202400035482
Ato 2024000855985
O SUBPROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA PARA ASSUNTOS ADMINISTRATIVOS, nos
termos do Regimento Interno, resolve NOMEAR a senhora JÉSSICA CARDOSO BORGES para
ocupar o cargo em comissão de ASSISTENTE DE PROMOTOR DE JUSTIÇA - CC-1.
 
Este Ato entrará em vigor na data da sua publicação.
 
 
HERÁCLITO D'ABADIA CAMARGO
Promotor de Justiça
Subprocurador-Geral de Justiça para Assuntos Administrativos
Documento assinado eletronicamente por Heraclito D Abadia Camargo, em 01/02/2024, às 13:49, e consolidado no
sistema Atena em 2024-02-01 20:25:30 -0300, sendo gerado o código de verificação 1b8a9450-a387-013c-86c6-
0050568b14ca, conforme Ato PGJ n. 29, de 22 de maio de 2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
DIRETORIA GERAL
Autos Administrativos n. 202400050224
Portaria 2024000903711
 
O SUBPROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA PARA ASSUNTOS ADMINISTRATIVOS, nos
termos do Regimento Interno da Procuradoria-Geral de Justiça, resolve DESIGNARo Promotor de
Justiça CAUÊ ALVES PONCE LIONES para atuar em substituição na 3ª Promotoria de Justiça de
Goianésia, nos dias 14, 15, 16, 19, 20, 21, 22, 23, 26, 27, 28 e 29/02, 01, 04, 05, 06, 07 e 08/03/2024,
sem prejuízo de suas atribuições.
 
Publique-se.
 
SUBPROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA PARA ASSUNTOS ADMINISTRATIVOS, em
Goiânia, data da assinatura eletrônica.
 
HERÁCLITO D’ABADIA CAMARGO
Subprocurador-Geral de Justiça para Assuntos Administrativos
Documento assinado eletronicamente por Heraclito D Abadia Camargo, em 02/02/2024, às 14:40, e consolidado no
sistema Atena em 2024-02-02 15:13:11 -0300, sendo gerado o código de verificação a4fd0450-a424-013c-10cb-
0050568b49ac, conforme Ato PGJ n. 29, de 22 de maio de 2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
DIRETORIA GERAL
Autos Administrativos n. 202400049282
Portaria 2024000915877
 
O SUBPROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA PARA ASSUNTOS ADMINISTRATIVOS, nos
termos do Regimento Interno da Procuradoria-Geral de Justiça, resolve DESIGNAR, a partir de
01/02/2024, a Promotora de Justiça RENATA MIGUEL LEMOS para integrar o Núcleo Permanente de
Incentivo à Autocomposição (NUPIA), do Ministério Público do Estado de Goiás, atribuindo-lhe a
gratificação de cumulação de função, nos termos do Ato PGJ n. 36, de 6 de maio de 2022.
 
Publique-se.
 
SUBPROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA PARA ASSUNTOS ADMINISTRATIVOS, em
Goiânia, data da assinatura eletrônica.
 
 
HERÁCLITO DABADIA CAMARGO
Subprocurador-Geral de Justiça para Assuntos Administrativos
Documento assinado eletronicamente por Heraclito D Abadia Camargo, em 02/02/2024, às 15:43, e consolidado no
sistema Atena em 2024-02-02 15:53:15 -0300, sendo gerado o código de verificação 3e0fef90-a42a-013c-11b2-
0050568b49ac, conforme Ato PGJ n. 29, de 22 de maio de 2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
DIRETORIA GERAL
Autos Administrativos n. 202300520620
Portaria 2024000916513
 
O SUBPROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA PARA ASSUNTOS ADMINISTRATIVOS, nos
termos do Regimento Interno da Procuradoria-Geral de Justiça, resolve CONVOCAR os Promotores
de Justiça relacionados para atuarem no Programa Justiça Ativa na Comarca de Rio Verde, nos dias
30 e 31 de janeiro e 1º de fevereiro de 2024, resguardando-lhes o direito de usufruir, em momento
oportuno, os abonos compensatórios correspondentes aos dias designados, por se tratar de serviço
de natureza extraordinária previsto no art. 2º, §1º, VI, do Ato PGJ n.º 48, de 29 de junho de 2022,
conforme escala abaixo:
 
Data Promotor (a) de Justiça participante
30/01/2024
1. Daniela Lemos Salge
2. Geibson Cândido Martins Rezende
3. Paulo Eduardo Pena Prado
4. Frederico Augusto Oliveira Santos
5. Gabriela Rezende Silva
6. Rodrigo César Bolleli Faria
7. Suelena Carneiro Caetano Jaime
8. Márcia Ferreira Gomes
9. Antonella da Cunha Paladino
31/01/2024
1. Daniela Lemos Salge
2. Frederico Augusto Oliveira Santos
3. Paulo Eduardo Pena Prado
4. Taís Caroline Pinto Teixeira Antunes
5. Manuela Botelho Portugal
6. Vinícius de Castro Borges
7. Michel Piva
8. Sandro Henrique Silva Halfeld Barros
9. Antonella da Cunha Paladino
01/02/2024
1. Daniela Lemos Salge
2. Anna Edesa Ballatore H. Lins Boabaid
3. Paulo Eduardo Pena Prado
4. Leonardo de Oliveira Marchezini
5. Paulo de Tharso Brondi
6. Leandro Koiti Murata
7. Daniel Roberto Dias do Amaral
8. Pedro Henrique Silva Barbosa
9. Rodrigo César Bolleli Faria
 
 
Publique-se.
 
SUBPROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA PARA ASSUNTOS ADMINISTRATIVOS, em
Goiânia, data da assinatura eletrônica.
 
 
HERÁCLITO DABADIA CAMARGO
Subprocurador-Geral de Justiça para Assuntos Administrativos
Documento assinado eletronicamente por Heraclito D Abadia Camargo, em 02/02/2024, às 15:43, e consolidado no
sistema Atena em 2024-02-02 15:54:41 -0300, sendo gerado o código de verificação 7169a030-a42a-013c-11ba-
0050568b49ac, conforme Ato PGJ n. 29, de 22 de maio de 2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
DIRETORIA GERAL
Autos Administrativos n. 202400049695
Portaria 2024000917239
 
O SUBPROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA PARA ASSUNTOS ADMINISTRATIVOS, nos
termos do Regimento Interno da Procuradoria-Geral de Justiça, resolve DESIGNAR os Promotores de
Justiça JOSÉ HUMBERTO NUNES NOGUEIRA, Coordenador da Assessoria Jurídica Especial (AJE),
e FRANCISCO BORGES MILANEZ, Assessor Jurídico-Administrativo da PGJ, para atuarem em
auxílio à 7ª Promotoria de Justiça de Caldas Novas, a partir de 12/02/2024, sem prejuízo de suas
atribuições.
 
Publique-se.
 
SUBPROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA PARA ASSUNTOS ADMINISTRATIVOS, em
Goiânia, data da assinatura eletrônica.
 
 
HERÁCLITO D’ABADIA CAMARGO
Subprocurador-Geral de Justiça para Assuntos Administrativos
Documento assinado eletronicamente por Heraclito D Abadia Camargo, em 02/02/2024, às 15:43, e consolidado no
sistema Atena em 2024-02-02 16:02:06 -0300, sendo gerado o código de verificação 79c774a0-a42b-013c-11ea-
0050568b49ac, conforme Ato PGJ n. 29, de 22 de maio de 2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
DIRETORIA GERAL
Autos Administrativos n. 202400050201
Portaria 2024000917639
 
O SUBPROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA PARA ASSUNTOS ADMINISTRATIVOS, nos
termos do Regimento Interno da Procuradoria-Geral de Justiça, resolve REVOGAR a Portaria
2023007095413 que designou os Promotores de Justiça JOSÉ HUMBERTO NUNES NOGUEIRA,
Coordenador da Assessoria Jurídica Especial (AJE), e FRANCISCO BORGES MILANEZ, Assessor
Jurídico-Administrativo da PGJ, para atuarem em auxílio à 8ª Promotoria de Justiça de Águas Lindas
de Goiás.
 
Publique-se.
 
SUBPROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA PARA ASSUNTOS ADMINISTRATIVOS, em
Goiânia, data da assinatura eletrônica.
 
 
HERÁCLITO D’ABADIA CAMARGO
Subprocurador-Geral de Justiça para Assuntos Administrativos
Documento assinado eletronicamente por Heraclito D Abadia Camargo, em 02/02/2024, às 15:43, e consolidado no
sistema Atena em 2024-02-02 16:03:10 -0300, sendo gerado o código de verificação a0f31380-a42b-013c-11f3-
0050568b49ac, conforme Ato PGJ n. 29, de 22 de maio de 2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
PDIÁRIO OFICIAL ELETRÔNICO - DOMP
MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS
 
MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS 
Rua 23, esq. com a Av. Fued José Sebba, Qd. A 06, Lts. 15/24, Jardim Goiás
Goiânia - Goiás - CEP: 74.805-100 Fone: (062) 3243-8000 e 127
www.mpgo.mp.br/portal/domp
CONSELHO SUPERIOR DO MINISTÉRIO PÚBLICO
CONSELHO SUPERIOR DO
MINISTÉRIO PÚBLICO
Autos Administrativos n. 202400047849
Termo de Informação 2024000861307
EXTRATO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA
(Art. 52 da Resolução CPJ n.º 09/2018)
 
Autos n. 202300530977 - Termo de Compromisso e Ajustamento de Conduta - TAC firmado entre o
COMPROMITENTE: MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS (2ª PROMOTORIA DE
JUSTIÇA DA COMARCA DE QUIRINÓPOLIS); e o COMPROMISSÁRIO: COMERCIAL REIS LTDA,
nome fantasia Supermercado Reis, localizada na Avenida Santos Dumont, n. 02, Centro, CNPJ/MF n.
03.044.201/0020-41, representada, no ato, por seu sócio proprietário Gesmar Alves Mendonça,
brasileiro, casado, empresário, CI/RG n. 3.339.925-SSP/GO, CPF/MF n. 628.846.621-20, filho de
João Higino Mendonça e de Izaura Marta Mendonça, nascido aos 21 de maio de 1973, natural de
Goiatuba/GO, residente e domiciliado na Rua Fagundes Varela, n. 40, quadra 08, lote 19, Bairro Alto
da Boa Vista, Itumbiara/GO., representado, no ato, por seu procurador Elivon Costa Ferreira,
brasileiro, casado, Gerente Geral, CI/RG n. 2.996.645-DGPC/GO, CPF/MF n. 775.234.581-49, filho de
Sebastião Feliciano Ferreira e de Zilma Jorge da Costa, nascido aos 03 de abril de 1973, natural de
Itumbiara/GO., residente e domiciliado na Rua Vasco da Gama, n. 380, Setor Rodoviário,
Itumbiara/GO. OBJETO: A assunção deobrigações de fazer, constantes do instrumento de acordo,
consistentes na apresentação, no prazo de 60 (sessenta) dias, de licença ambiental para o exercício
da atividade, expedida pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Quirinópolis -SEMMA; e no
prazo de 30 (trinta) dias, de alvará de funcionamento emitido pela Prefeitura Municipal de Quirinópolis,
de alvará sanitário emitido pela Superintendência de Vigilância Sanitária de Quirinópolis, e certificado
de conformidade emitido pelo Corpo de Bombeiros. A assunção da obrigação de realizar
monitoramento, pelo prazo de 24 (vinte e quatro) meses, da vegetação recém-plantada, incluindo
atividades de coroamento, controle de espécies invasoras e pragas, controle de insetos, irrigação e
replantio, se necessário. O pagamento, a título de compensação pelos danos ambientais e à
coletividade causados por ter operado seu estabelecimento em desconformidade com a legislação
local, do valor de 50 (cinquenta) salários mínimos, em 5 (cinco) parcelas. Tudo, mediante
apresentação de comprovante na promotoria, sob pena de multa cominatória e execução do TAC.
Endereço eletrônico e código de resposta rápida (qr code) para pesquisa do inteiro teor do TAC:
https://www.mpgo.mp.br/transparencia/atividade_fim/termos_de_ajustamento_de_conduta
Documento assinado eletronicamente por Laura Maria Ferreira Bueno, em 01/02/2024, às 17:19, e consolidado no
sistema Atena em 2024-02-02 13:11:33 -0300, sendo gerado o código de verificação a7117fe0-a413-013c-0e5c-
0050568b49ac, conforme Ato PGJ n. 29, de 22 de maio de 2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
https://www.mpgo.mp.br/transparencia/atividade_fim/termos_de_ajustamento_de_conduta
CONSELHO SUPERIOR/SESSÕES
Autos Extrajudiciais n. 202200248070
Termo de Informação 2024000864946
EXTRATO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA
(Art. 52 da Resolução CPJ n.º 09/2018)
 
Autos n. 202200248070, 202100253181 e 202100056830 - Termo de Compromisso e Ajustamento de
Conduta - TAC firmado entre o COMPROMITENTE: MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS
(PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA COMARCA DE SANTA CRUZ DE GOIÁS); e o
COMPROMISSÁRIO: MUNICÍPIO DE CRISTIANÓPOLIS, CNPJ/MF n. 01.180.645/0001-16, situada
na rua Wilson da paixão, n. 1, representado, no ato, pela Prefeita Municipal, Juliana Izabel de Paula
Costa, CI/RG n. 4.217.607-DGPC/GO, CPF/MF n. 991.004.601-68, nascida aos 14 de fevereiro de
1984, filha de Odair Luiz Costa e de Vilma Lopes de Paula Monteiro, residente e domiciliada na Rua
Santos Dumont, n. 12, Setor Central, Cristianópolis/GO. OBJETO: A assunção de obrigações de
fazer, constantes do instrumento de acordo, em razão da necessidade de promover a reestruturação
administrativa do seu quadro de pessoal, inclusive quanto aos servidores específicos da área da
saúde, e de realizar concurso público para provimento de vagas; bem como de sanar a falha na
alimentação do Sistema HÓRUS - Sistema Nacional de Gestão da Assistência Farmacêutica, sistema
de controle informatizado do Ministério da Saúde, alimentando-o com os dados de todas as notas
fiscais de aquisição de medicamentos; o envio, até o dia 20 de dezembro de 2023, de projeto de lei à
Câmara Municipal que contemple todas as medidas necessárias para a reestruturação administrativa.
Tudo, mediante apresentação de comprovante na promotoria, sob pena de multa cominatória e
execução do TAC. Endereço eletrônico e código de resposta rápida (qr code) para pesquisa do inteiro
teor do TAC:
https://www.mpgo.mp.br/transparencia/atividade_fim/termos_de_ajustamento_de_conduta
Documento assinado eletronicamente por Laura Maria Ferreira Bueno, em 01/02/2024, às 17:18, e consolidado no
sistema Atena em 2024-02-02 13:12:27 -0300, sendo gerado o código de verificação c7168c20-a413-013c-0e5e-
0050568b49ac, conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
https://www.mpgo.mp.br/transparencia/atividade_fim/termos_de_ajustamento_de_conduta
CONSELHO SUPERIOR DO
MINISTÉRIO PÚBLICO
Autos Administrativos n. 202400048169
Termo de Informação 2024000867063
EXTRATO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA
(Art. 52 da Resolução CPJ n.º 09/2018)
 
Autos n. 202000418686 - Aditivo ao Termo de Compromisso e Ajustamento de Conduta - TAC,
firmado em 12 de novembro de 2020, entre o COMPROMITENTE: MINISTÉRIO PÚBLICO DO
ESTADO DE GOIÁS (15ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA COMARCA DE GOIÂNIA); e a
COMPROMISSÁRIA: QUALIX SERVIÇOS AMBIENTAIS S.A., pessoa jurídica de direito privado,
CNPJ/MF n. 02.592.658/0001-65, com sede na Rua Engenheiro Antônio Jovino n. 220, conjunto 41,
Vila Andrade, São Paulo/SP. INTERVENIENTE: MACKLLER INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE
MÁQUINAS EIRELI, pessoa jurídica de direito privado, CNPJ/MF n. 35.730.375/0001-91, com sede
na Rodovia GO-326, Buriti de Goiás c/ Estrada Municipal, km 01, galpão 2, Zona Rural,
Sanclerlândia/GO, representada, no ato, por Thaís Mendanha de Almeida, brasileira, solteira,
empresária, CPF/MF n. 036.342.421-08, residente e domiciliada na Rua Lago 4, quadra 11, lote 07,
Condomínio do Lago, Goiânia/GO, assistida, no ato, por seu Advogado, Dr. Jansen Augusto Alves,
OAB/GO n. 30.206. OBJETO: A formalização da doação dos equipamentos constantes da Cláusula
Terceira do TAC, consistentes em: I - um conjunto de equipamentos tipo Máquinas do Conjunto de
Lavação para PEBD/ PEAD/PP DE FILME E SOPRO, orçado em R$ 650.000,00 (seiscentos e
cinquenta mil reais); II - um conjunto de equipamentos tipo Máquina Aglutinadora 100 CV C/
Diferencial, orçado em R$ 120.000,00 (cento e vinte mil reais); e III - um conjunto de equipamentos
tipo Máquina Extrusora Recuperadora, MOD. EXTR MCK 90 MM, orçado em R$ 280.000,00
(duzentos e oitenta mil reais). A exoneração da compromissária Qualix Serviços Ambientais S/A, da
obrigação contida na Cláusula Terceira do TAC. A assunção de obrigações de fazer por parte da
Interveniente Mackller Indústria e Comércio de Máquinas Eireli, consistentes na assunção do
compromisso de se manter como fiel depositário dos equipamentos produzidos e descritos na
Cláusula Terceira do TAC, até a efetiva instalação em local a ser definido pelo Ministério Público, bem
como o dever de entregar e instalar os equipamentos descritos montados, ajustados e prontos para
entrarem em operação. Tudo, mediante apresentação de comprovante na promotoria, sob pena de
multa cominatória e execução do TAC. Endereço eletrônico e código de resposta rápida (qr code)
para pesquisa do inteiro teor do TAC:
https://www.mpgo.mp.br/transparencia/atividade_fim/termos_de_ajustamento_de_conduta
Documento assinado eletronicamente por Laura Maria Ferreira Bueno, em 01/02/2024, às 17:19, e consolidado no
sistema Atena em 2024-02-02 13:13:17 -0300, sendo gerado o código de verificação e55aeef0-a413-013c-0e63-
0050568b49ac, conforme Ato PGJ n. 29, de 22 de maio de 2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
https://www.mpgo.mp.br/transparencia/atividade_fim/termos_de_ajustamento_de_conduta
CONSELHO SUPERIOR DO
MINISTÉRIO PÚBLICO
Autos Administrativos n. 202400048429
Termo de Informação 2024000870880
EXTRATO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA
(Art. 52 da Resolução CPJ n.º 09/2018)
 
Autos n. 201700008212 - Termo de Compromisso e Ajustamento de Conduta - TAC, firmado entre o
COMPROMITENTE: MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS (6ª PROMOTORIA DE
JUSTIÇA DA COMARCA DE FORMOSA); e o COMPROMISSÁRIO: ÉDER LUIZ DE SOUZA PAIVA,
nascido aos 28 de abril de 1985, filho de Nely de Souza Paiva e de Pedro Machado de Paiva, CPF/MF
n. 013.625.051-37, CI/RG n. 4.681.601-DGPC/GO, residente e domiciliado na Rua dos Machados em
Cabeceiras/GO, assistido, no ato, por seu Advogado, Dr. Bruno Machado de Melo Paiva, OAB/GO n.
42.890. OBJETO: O pagamento, a título de ressarcimento ao erário municipal, do valor de R$ R$
11.980,62 (onze mil novecentos e oitenta reais e sessenta e dois centavos), em 10 (dez) parcelas, em
razão de, enquanto Secretário Municipal de Saúde de Cabeceiras, no período de 03.02.2014 a
06.03.2014,ter causado dano ao erário decorrente do fato de não ter repassado as contribuições
previdenciárias dos servidores municipais de Cabeceiras-GO à Receita Federal, no tempo devido,
referentes ao mês de fevereiro 2014, gerando juros e multas. Tudo, mediante apresentação de
comprovante na promotoria, sob pena de multa cominatória e execução do TAC. Endereço eletrônico
e código de resposta rápida (qr code) para pesquisa do inteiro teor do TAC:
https://www.mpgo.mp.br/transparencia/atividade_fim/termos_de_ajustamento_de_conduta
Documento assinado eletronicamente por Laura Maria Ferreira Bueno, em 01/02/2024, às 17:19, e consolidado no
sistema Atena em 2024-02-02 13:13:55 -0300, sendo gerado o código de verificação fbf43bd0-a413-013c-0e69-
0050568b49ac, conforme Ato PGJ n. 29, de 22 de maio de 2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
https://www.mpgo.mp.br/transparencia/atividade_fim/termos_de_ajustamento_de_conduta
CONSELHO SUPERIOR/PROTOCOLO
Autos Extrajudiciais n. 201700391884
Termo de Informação 2024000871790
EXTRATO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA
(Art. 52 da Resolução CPJ n.º 09/2018)
 
Autos n. 201700391884 - Termo de Compromisso e Ajustamento de Conduta - TAC, firmado entre o
COMPROMITENTE: MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS (PROMOTORIA DE JUSTIÇA
DA COMARCA DE ALVORADA DO NORTE); e os COMPROMISSÁRIOS: ILDETE GOMES
FERREIRA, CI/RG n. 542.349-SESP/DF, CPF/MF n. 220.435.001-04, brasileira, Prefeita do Município
de Simolândia, podendo ser encontrada na sede da Prefeitura, situada na Praça das Flores, n. 1,
Centro, Simolândia/GO; e VALTERCI GONZAGA DE SOUSA, CI/RG n. 3.359.145-SESP/DF, CPF n.
705.197.571-49, brasileiro, Secretário de Meio Ambiente do Município de Simolândia, podendo ser
encontrado na sede da Prefeitura, situada Praça das Flores, n.° 001, Centro, Simolândia/GO.
OBJETO: A assunção de obrigações, de fazer e de não fazer, constantes do instrumento de acordo,
em razão da conduta consistente em ter realizado supressão da vegetação da mata ciliar do rio
Corrente, em área de preservação permanente, para realização do evento chamado Rodeio de
Simolândia, sem possuir autorização e licença do órgão ambiental competente, no município de
Simolândia/GO. Tudo, mediante apresentação de comprovante na promotoria, sob pena de multa
cominatória e execução do TAC. Endereço eletrônico e código de resposta rápida (qr code) para
pesquisa do inteiro teor do TAC:
https://www.mpgo.mp.br/transparencia/atividade_fim/termos_de_ajustamento_de_conduta
Documento assinado eletronicamente por Laura Maria Ferreira Bueno, em 01/02/2024, às 19:05, e consolidado no
sistema Atena em 2024-02-02 13:14:46 -0300, sendo gerado o código de verificação 18bad370-a414-013c-0e6d-
0050568b49ac, conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
https://www.mpgo.mp.br/transparencia/atividade_fim/termos_de_ajustamento_de_conduta
CONSELHO SUPERIOR DO
MINISTÉRIO PÚBLICO
Autos Administrativos n. 202400048591
Termo de Informação 2024000873177
EXTRATO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA
(Art. 52 da Resolução CPJ n.º 09/2018)
 
Autos n. 202000212023 - Termo de Compromisso e Ajustamento de Conduta - TAC, firmado entre o
COMPROMITENTE: MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS (PROMOTORIA DE JUSTIÇA
DA COMARCA DE ITAUÇU); e os COMPROMISSÁRIOS: AUGUSTO PORFÍRIO BORGES,
brasileiro, casado, servidor público ocupante de cargo eletivo, CI/RG n. 19.000.504-SSP/GO, CPF/MF
n. 464.199.181-20, residente e domiciliado na Rua Francisco Teixeira Barbosa, encontradiço na sede
da Câmara Municipal de Itauçu no município de Itauçu/GO; e CÂMARA MUNICIPAL DE ITAUÇU/GO,
entidade dotada de personalidade jurídica, CNPJ/MF n. 00.609.397/0001-13, representado, no ato,
por Augusto Porfírio Borges, Presidente da Câmara Municipal de Itauçu/GO (dados de qualificação
omitidos no documento). OBJETO: A assunção de obrigações, de fazer e de não fazer, constantes do
instrumento de acordo, assumidas em razão da necessidade de atender ao regramento do Art. 37 da
CF/88 (realização de concurso público) e as Resoluções n.s 005/2012, 003/2019 e 001/2020 da
Câmara Municipal de Itauçu, para a contratação de pessoal para a prestação de serviços públicos que
integram a atividade-fim da Administração Pública. Tudo, mediante apresentação de comprovante na
promotoria, sob pena de multa cominatória e execução do TAC. Endereço eletrônico e código de
resposta rápida (qr code) para pesquisa do inteiro teor do TAC:
https://www.mpgo.mp.br/transparencia/atividade_fim/termos_de_ajustamento_de_conduta
Documento assinado eletronicamente por Laura Maria Ferreira Bueno, em 01/02/2024, às 17:19, e consolidado no
sistema Atena em 2024-02-02 13:15:36 -0300, sendo gerado o código de verificação 34484340-a414-013c-0e74-
0050568b49ac, conforme Ato PGJ n. 29, de 22 de maio de 2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
https://www.mpgo.mp.br/transparencia/atividade_fim/termos_de_ajustamento_de_conduta
PDIÁRIO OFICIAL ELETRÔNICO - DOMP
MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS
 
MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS 
Rua 23, esq. com a Av. Fued José Sebba, Qd. A 06, Lts. 15/24, Jardim Goiás
Goiânia - Goiás - CEP: 74.805-100 Fone: (062) 3243-8000 e 127
www.mpgo.mp.br/portal/domp
PROMOTORIAS DE JUSTIÇA
PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE CORUMBAÍBA
Autos Extrajudiciais n. 202300110703
Portaria 2023006014111
O MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS , por intermédio de seu Promotor de Justiça
que esta subscreve, com fundamento no art. 129, inciso III, da Constituição Federal, e no artigo 25,
inciso IV, alínea "b", da Lei nº 8.625/93;
 
CONSIDERANDO que o Ministério Público é instituição permanente, essencial à função
jurisdicional do Estado, incumbindo-lhe a defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos
interesses sociais e individuais indisponíveis, conforme preceitua o art. 127, "caput", da Constituição
Federal de 1988;
 
CONSIDERANDO que são funções institucionais do Ministério Público promover o inquérito civil
e a ação civil pública para a proteção do patrimônio público e social, do meio ambiente e de outros
interesses difusos e coletivos, conforme o disposto nos artigos 129, inciso III, da Constituição Federal,
assim como nos artigos 6º, inciso VII, alíneas "b" e "d", e 7º, incisos I e II, ambos da Lei
Complementar nº 75/93;
 
CONSIDERANDO que os agentes públicos de qualquer nível ou hierarquia são obrigados a velar
pela estrita observância dos princípios administrativos constitucionais (legalidade, impessoalidade,
moralidade, publicidade e eficiência), no trato dos assuntos que lhe são afetos;
 
CONSIDERANDO que, não obstante apresentação de laudo de vistoria do DETRAN-GO
aprovando a circulação do veículo de passageiros FIAT DUCATO, placa - HMW-4709, linha sob a
responsabilidade de Roseli Aparecida Campos Guimarães , continuam recorrentes as reclamações
de pais e alunos que utilizam o veículo para o transporte escolar;
 
CONSIDERANDO que a justificativa dada pela gestora da educação do Município de
Corumbaíba - de que não pode rescindir o contrato se ele for aprovado em vistoria do DETRAN - não
impede que o ente municipal fiscalize com seus próprios meios o respectivo veículo, justamente para
averiguar se o contratado vem mantendo ele em bom estado de uso, mesmo de períodos de não
inspeção;
 
CONSIDERANDO que a linha é utilizada em prol do transporte escolar da zona rural de
Corumbaíba e, em caso de irregularidades, pode gerar receio quanto a integridade física das crianças
e adolescentes que utilizam o veículo;
 
RESOLVE instaurar PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO , com o objetivo de determinar o
seguinte:
 
1) A autuação do expediente inaugurado por esta portaria, efetuando-se o respectivo registro;
 
2) A publicação deste ato no DOMP, para conhecimento geral;
 
3) Oficie-se a atual Secretária de Educação de Corumbaíba/GO, requisitando desta o seguinte: 1)
que promova, independentemente de vistoria do DETRAN-GO, fiscalizaçãopermanente, nos próximos
60 (sessenta) dias, do veículo FIAT DUCATO, placa - HMW-4709, que faz linha de transporte escolar
na zona rural do Município de Corumbaíba/GO; 2) que encaminhe a cada 15 (quinze) dias, para esta
Promotoria de Justiça o resultado da respectiva fiscalização, bem como eventuais providências
tomadas, caso encontradas irregularidades; 3) que essa fiscalização, preferencialmente, seja de
surpresa, ou seja, sem prévio aviso, justamente para impedir qualquer tentativa de maquiagem pela
responsável da linha.
 
Com a resposta, volvam-me conclusos os autos para posteriores deliberações.
 
Cumpra-se.
 
Corumbaíba/GO, data e assinatura eletrônica.
 
 
 
CRISTHIANO MENEZES DA SILVA CAIRES
Promotora de Justiça
Em substituição
 
 
Documento assinado eletronicamente por Cristhiano Menezes Da Silva Caires, em 03/08/2023, às 14:44, e
consolidado no sistema Atena em 2024-02-02 13:03:44 -0300, sendo gerado o código de verificação d310e6b0-1457-
013c-acb8-0050568b765d, conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE SILVÂNIA
Autos Extrajudiciais n. 202000340196
Integral 2023008720652
Trata-se de PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO instaurado para apurar denúncia referente a
nomeações fraudulentas realizadas pelo Poder Executivo do Município de Gameleira de Goiás no ano
de 2020.
 
Portaria inaugural (mov. 5), sendo requisitadas informações à Prefeitura de Gameleira de Goiás
acerca do fato denunciado, cujo prazo de resposta era de 15 (quinze) dias (mov. 7).
 
A Municipalidade recebeu cópia da denúncia (mov. 10), mas deixou transcorrer o prazo sem
resposta (mov. 11).
 
Expedido novo ofício requisitando informações sobre o fato objeto da denúncia (mov. 14).
 
Sobreveio resposta do Município de Gameleira de Goiás (mov. 17).
 
No mov. 19, foi prorrogado o prazo para conclusão do presente procedimento, bem como foi
determinada a expedição de ofício ao Município de Gameleira de Goiás, requisitando o envio dos
decretos de nomeação e exoneração dos servidores acima mencionados, bem como informe a data
de nomeação de novos servidores para os aludidos cargos.
 
Expedido ofício (mov. 20), sobreveio resposta no mov. 24.
 
No mov. 25, foi prorrogado o prazo para conclusão do procedimento administrativo, bem como
fosse os autos novamente conclusos para análise da documentação juntada no mov. 24.
 
Determinada a requisição ao Município de Gameleira de Goiás, cujo objetivo era enviasse os
documentos referentes à contratação e exoneração da servidora Rayane Rodrigues Toneline
enquanto ocupava o cargo comissionado de agente comunitária de saúde e, ainda, fossem
cientificados o Prefeito de Gameleira de Goiás e a vereadora "Mireille" (mov. 27).
 
Expedidos os ofícios (mov. 28-30).
 
Resposta do Prefeito de Gameleira de Goiás (mov. 32).
 
Resposta da vereadora Mireille Dark Santana (mov. 33).
 
Certidão da Secretaria da PJ (mov. 35).
 
Vieram os autos conclusos.
 
É o relatório do necessário.
 
É cediço que visando a regulamentar a atuação do extrajudicial do Parquet goiano na tutela dos
interesses ou direitos difusos, coletivos, individuais homogêneos e individuais indisponíveis, o Colégio
de Procuradores de Justiça do Estado de Goiás (CPJ-MPGO) editou, em 27 de agosto de 2018, a
Resolução n. 09/2018.
 
Neste diapasão, o artigo 39 da referida Resolução assim preconiza:
 
Art. 39. O procedimento administrativo é o instrumento próprio da atividade-fim destinado a:
I - acompanhar o cumprimento das cláusulas de termo de ajustamento de conduta celebrado;
II - acompanhar e fiscalizar, de forma continuada, políticas públicas ou instituições;
III - apurar fato que enseje a tutela de interesses individuais indisponíveis;
IV - acompanhar o cumprimento das cláusulas do acordo de não persecução cível.
Parágrafo único. O procedimento administrativo não poderá ter caráter de investigação cível ou
criminal de determinada pessoa, em função de um ilícito específico. (grifou-se)
 
Assim, o procedimento administrativo é instrumento adequado para acompanhar e fiscalizar, de
forma continuada, políticas públicas ou instituições.
 
In casu, o presente procedimento administrativo foi instaurado com o objetivo de apurar denúncia
referente a nomeações fraudulentas realizadas pelo Poder Executivo do Município de Gameleira de
Goiás no ano de 2020.
 
Como se vê, 5 (cinco) servidores comissionados da Municipalidade estão inseridos na denúncia,
quais sejam: 1) Patrícia Floripes de Souza - Assessora Administrativa da Cultura; 2) Paulo Sérgio
Batista - Assessor Administrativo; 3) Marilene de Abreu - Assessor Administrativo; 4) Rosania -
Gerente de Programas Sociais; e 5) Rayane Toneline - Agente Comunitário de Saúde.
 
Nessa toada, os decretos de nomeação dos referidos servidores foram confeccionados nos
meses de setembro de 2017, fevereiro, maio e agosto de 2020. Com relação à servidora Rayane
Rodrigues Toneline, este foi contratada pelo Município de Gameleira de Goiás após ser aprovada em
processo seletivo simplificado.
 
De mais a mais, a ex-vereadora Mireille Dark Santana apresentou defesa alegando que a
denúncia é infundada, razão pela qual requereu o arquivamento dos presentes autos.
 
Ocorre que, de uma análise acurada dos presentes autos, verifica-se a ausência de comprovação
de vínculo entre os mencionados servidores e a ex-vereadora, bem como que a nomeação deles se
deu a pedido de Mireille, fatos estes que não seriam demonstrados através das oitivas de tais
nomeados no ano de 2020.
 
Com efeito, comprovar que uma vereadora à época foi beneficiada pelo Prefeito, que
supostamente atendeu a pedido da edil para nomeação de servidores, depende de elementos
informativos mínimos que permitam a continuidade das apurações, o que não é o caso dos autos.
 
No caso em apreço, o denunciante é anônimo, o que impede a coleta de maiores informações a
respeito dos fatos, conduzindo ao arquivamento do feito em voga, não se podendo olvidar que Mireille
nem mesmo foi reeleita no pleito de 2020.
 
Nesse prisma, dispõe o artigo 43 da Resolução n. 09, de 27 de agosto de 2018, do Colégio de
Procuradores de Justiça do Ministério Público de Goiás:
 
Cessados os motivos que ensejaram a necessidade do acompanhamento ou solucionada
extrajudicialmente a questão referente ao direito individual indisponível, o procedimento administrativo
deverá ser arquivado, mediante decisão fundamentada, que deverá ser inserida no sistema eletrônico
ATENA.
 
Ante o exposto, o MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS , por intermédio de sua
Promotora de Justiça subscritora, no uso regular de suas atribuições legais, promove o
ARQUIVAMENTO do presente procedimento administrativo, nos termos do artigo 43 da Resolução
09/2018 do Colégio de Procuradores de Justiça do Ministério Público do Estado de Goiás.
 
Cientifique-se os envolvidos do teor da presente decisão, observando-se os meios de
cientificação admitidos no art. 45, § 2º, inciso I, da Resolução 09/2018-CPJ/MPGO.
 
Da mesma forma, comunique-se ao Conselho Superior do Ministério Público, nos termos do art.
45, § 1º, da Resolução 09/2018-CPJ/MPGO.
 
Após, dê-se baixa do presente Procedimento Administrativo no sistema ATENA.
 
Cumpra-se.
 
GRAZIELLY DOS SANTOS RODRIGUES BARROS
Promotora de Justiça
(datado e assinado eletronicamente)
Documento assinado eletronicamente por Grazielly Dos Santos Rodrigues Barros, em 17/01/2024, às 17:49, e
consolidado no sistema Atena em 2024-02-02 13:29:18 -0300, sendo gerado o código de verificação 49692590-a114-
013c-f2b7-0050568b49ac, conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE SILVÂNIA
Autos Extrajudiciais n. 202300406616
Integral 2023008745761
Trata-se de NOTÍCIA DE FATO instaurada a partir de denúncia anônima narrando a existência
de irregularidadesno Edital de Credenciamento n. 002/2023, da Secretaria Municipal de Saúde de
Gameleira de Goiás, cujos profissionais são contratados por intermédio da Cooperativa de Trabalho e
Assistência à Saúde (UNISAUDE).
 
Em pesquisa realizada no sistema ATENA, este Parquet constatou que existe outro procedimento
extrajudicial (autos n. 2023.0040.3376) que possui o mesmo objeto do feito em voga.
 
Tanto é assim que a documentação constante em ambas as notícias de fato é idêntica, não
sendo necessária a juntada de uma NF à outra. Assim, já foi proferido despacho nos autos n.
2023.0040.3376 com a determinação de várias diligências, razão pela qual o trâmite da NF em voga
não se demonstra necessária.
 
Ante o exposto, o MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS , por meio de sua Promotora
de Justiça subscritora, no uso de suas atribuições legais, ARQUIVA a presente notícia de fato, na
esteira do artigo 6º, inciso I, da Resolução n. 9/2018 do CPJ-MPGO.
 
Cientifique-se o(a) noticiante via DOMP, haja vista se tratar de denúncia anônima, na esteira do
artigo 7º, caput e § 1º, da Resolução n. 09/2018 CPJ-MPGO.
 
Ademais, não havendo recurso do(a) noticiante, sejam os presentes autos arquivados,
procedendo-se à baixa no Atena, nos termos do artigo 9º da aludida Resolução.
 
Cumpra-se.
 
GRAZIELLY DOS SANTOS RODRIGUES BARROS
Promotora de Justiça
(datado e assinado eletronicamente)
Documento assinado eletronicamente por Grazielly Dos Santos Rodrigues Barros, em 11/01/2024, às 18:22, e
consolidado no sistema Atena em 2024-02-02 07:41:11 -0300, sendo gerado o código de verificação 74820ae0-92f5-
013c-e166-0050568b8f31, conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE SILVÂNIA
Autos Extrajudiciais n. 202300406708
Integral 2023008745973
Trata-se de NOTÍCIA DE FATO instaurada a partir de denúncia anônima narrando o atraso do
Município de Gameleira de Goiás em efetuar o repasse do duodécimo à Câmara Municipal da referida
localidade, o que vem ocorrendo desde o mês de março de 2023.
 
Em pesquisa realizada através do sistema ATENA, este Parquet constatou a existência de
procedimento extrajudicial (NF 2023.0039.4492) que possui o mesmo objeto do feito em voga e,
inclusive, já possui despacho determinando a realização de diligências.
 
Nessa toada, a NF em apreço deve ser arquivada, haja vista que a documentação anexada em
ambos os procedimentos é idêntica.
 
Ante o exposto, o MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS , por meio de sua Promotora
de Justiça subscritora, no uso de suas atribuições legais, ARQUIVA a presente notícia de fato, na
esteira do artigo 6º, inciso I, da Resolução n. 9/2018 do CPJ-MPGO.
 
Cientifique-se o(a) noticiante através do DOMP, haja vista se tratar de denúncia anônima, na
esteira do artigo 7º, caput e § 1º, da Resolução n. 09/2018 CPJ-MPGO.
 
Ademais, não havendo recurso do(a) noticiante, sejam os presentes autos arquivados,
procedendo-se à baixa no Atena, nos termos do artigo 9º da aludida Resolução.
 
Cumpra-se.
 
GRAZIELLY DOS SANTOS RODRIGUES BARROS
Promotora de Justiça
(datado e assinado eletronicamente)
Documento assinado eletronicamente por Grazielly Dos Santos Rodrigues Barros, em 11/01/2024, às 18:25, e
consolidado no sistema Atena em 2024-02-02 07:51:54 -0300, sendo gerado o código de verificação e056b940-92f5-
013c-e16b-0050568b8f31, conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE MONTIVIDIU
Autos Extrajudiciais n. 202300333878
Portaria 2023009642207
PORTARIA DE INSTAURAÇÃO DE PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO
 
O MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS , por intermédio da Promotora de Justiça que
esta subscreve, no uso de suas prerrogativas legais e institucionais, com fulcro nos artigos 129, inciso
III, da Constituição Federal; artigo 26, inciso I, da Lei n. 8.625/93 (Lei Orgânica Nacional do Ministério
Público) e artigo 47, inciso I, da Lei Complementar Estadual n. 25/98 (Lei Orgânica do Ministério
Público do Estado de Goiás), artigos 201, inciso V, e 210, inciso I, da Lei n. 8.069/90 (Estatuto da
Criança e do Adolescente), Resolução n. 9/2018 do Colégio de Procuradores de Justiça do Ministério
Público de Goiás, e,
 
CONSIDERANDO que a Constituição Federal traz em seu artigo 6º que o direito a educação é
um direito social, sendo a base do desenvolvimento humano;
 
CONSIDERANDO que o artigo 208, inciso IV, da Constituição da República preceitua que o
dever do Estado com a educação será efetivado mediante a garantia de educação infantil, em creche
e pré-escola, às crianças até 5 (cinco) anos de idade;
 
 CONSIDERANDO que a Lei n. 9.394/1996 assegura em seu artigo 4º, inciso VIII, que o dever do
Estado com educação escolar pública será efetivado mediante a garantia de atendimento ao
educando, em todas as etapas da educação básica, por meio de programas suplementares de
material didático-escolar, transporte, alimentação e assistência à saúde;
 
CONSIDERANDO que o documento juntado ao movimento 18 aponta que, atualmente, há 67
crianças na fila de espera por vaga em creche, bem como, embora exista previsão para conclusão
da obra de ampliação da CMEI Dona Rosmearia (março de 2024), ainda assim faltarão vagas, uma
vez que a reforma buscará atender apenas mais 15 crianças ;
 
CONSIDERANDO que o Procedimento Administrativo é o instrumento legal para acompanhar e
fiscalizar, de forma continuada, políticas públicas ou instituições
 
RESOLVE:
 
Instaurar Procedimento Administrativo, na forma do artigo 39, II, da Resolução 09/2018, do
Colégio de Procuradores de Justiça do Estado de Goiás, determinando:
 
1) A modificação do registro no Atena;
2) A publicação da presente Portaria no DOMP e no placar da Promotoria local,
conforme regra contida no artigo 28, § 2º, II, da Resolução 11/2014;
3) Oficie-se à Secretaria Municipal de Educação para que, no prazo de 10 dias,
indique a quantidade atualizada de crianças aguardando por vagas nos
estabelecimentos de educação básica da rede municipal, inclusive creches,
apresentando lista nominal por ordem de colocação e por unidade escolar.
 
Após o cumprimento das providências acima determinadas, volvam-me os autos conclusos para
ulteriores deliberações.
 
(Documento datado e assinado eletronicamente)
 
LAURA DIVA DE MACEDO E LOUREDO TELES PLACHESKI
Promotora de Justiça
Documento assinado eletronicamente por Laura Diva de Macedo e Louredo Teles Placheski, em 02/02/2024, às
14:31, e consolidado no sistema Atena em 2024-02-02 16:48:48 -0300, sendo gerado o código de verificação
2c8a5310-a42b-013c-11df-0050568b49ac, conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
20ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE GOIÂNIA
Autos Extrajudiciais n. 202300172750
Portaria 2023010084901
Atena nº 202300172750
 
PORTARIA nº 004/2024 - 20ªPJ
 
O MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS , por sua Promotora de Justiça que esta
subscreve, no uso de suas atribuições previstas nos artigos 129, incisos III e VI, da Constituição
Federal; 26, inciso I, da Lei Orgânica Nacional do Ministério Público - Lei Federal nº 8.625/1993; 8º §
1º da Lei Federal nº 7.347/1985 e 47, inciso I, da Lei Orgânica do Ministério Público do Estado de
Goiás - Lei Complementar Estadual nº 25/1998, e
 
CONSIDERANDO o Procedimento Preparatório instaurado por meio da Portaria n.º 011/2023
- 20ª PJ a fim de apurar eventuais irregularidades no âmbito da Secretaria Estadual de Educação,
haja vista que esta, junto às Coordenadorias Regionais de Educação, realiza contratação, mediante
processo seletivo, de professores temporários para suprir déficit, desconsiderando os aprovados em
Concurso Público para provimento de vagas no cargo de professor nível III do quadro de pessoal da
Secretaria de Estado da Educação, regido pelo Edital n. 007 - SEAD/SEDUC, de 15de julho de 2022,
versão consolidada, e com violação ao princípio constitucional do concurso público.
 
CONSIDERANDO que o concurso público regido pelo Edital n.º 007/2022 foi homologado
aos 30 de janeiro de 2023;
 
CONSIDERANDO que no ano de 2021 a SEAD/SEDUC realizou 2 (dois) processos seletivos
para contratação temporária de professores, sendo eles, sustentados pelos editais: Edital n.º
008/2021 e o Edital n.º 013/2021. 
 
CONSIDERANDO que o Edital n.º 008/2021 foi publicado na data de 24 de junho de 2021 e
teve como finalidade a contratação temporária, por meio de processo seletivo, de professores para
diversas disciplinas, entre elas: física, geografia e outras. Foi homologado aos 07 de outubro de 2021
e seu prazo de validade foi prorrogado por 6 (seis) meses, contados a partir de 08 de outubro
de 2023.
 
Edital 008/2021 - SEAD Processo Seletivo Simplificado - SECRETARIA DA EDUCACAO. Edital de
Prorrogação. O SECRETÁRIO DE ESTADO DA ADMINISTRAÇÃO, no uso das atribuições que lhe
confere a Lei Estadual nº 21.792, de 16 de fevereiro de 2023, RESOLVE: 1- Prorrogar, por mais 06
(seis) meses, a partir de 08 de outubro de 2023, o prazo de validade do Processo Seletivo
Simplificado, regido pelo Edital nº 008/2021, realizado com o objetivo de compor banco de
habilitados para contratação temporária de Professores, para a Secretaria da Educação. 2- A
homologação do certame se deu no Diário Oficial do Estado de Goiás, n. 23.653, página 07, do dia 07
de outubro de 2021, de acordo com o Resultado Final divulgado na página oficial do certame
https://selecao.go.gov.br . Gabinete do Secretário de Estado da Administração, aos 05 dias de
outubro de 2023. FRANCISCO SÉRVULO FREIRE NOGUEIRA Secretário de Estado da Administração.
 
O Edital n.º 013/2021, foi publicado na data de 10 de novembro de 2021, para contratação
temporária, por meio de processo seletivo, de professores para a especialidade de Artes.
 
CONSIDERANDO que a partir das informações prestadas pela SEDUC, verificou-se que
após a convocação de todos os candidatos aprovados nos referidos editais, foram realizados novos
processos seletivos pelas Coordenadorias Regionais de Educação;
 
CONSIDERANDO que, após a convocação de todos os candidatos aprovados nos referidos
editais, foram realizados novos processos seletivos em diferentes Coordenadorias Regionais
de Educação para contratação temporária de professores.
 
Nesse sentido, em consulta ao sítio oficial da SEDUC, verifica-se que no ano de 2023,
foram realizados processos seletivos para a contratação de temporários pelas seguintes
Coordenadorias Regionais de Educação:
1. CRE Águas Lindas de Goiás - intérprete de libras
2. CRE Anápolis - geografia
3. CRE Catalão - história
4. CRE Ceres - diversas disciplinas
5. CRE Flores de Goiás - arte, redação e geografia
6. CRE Goianésia - diversas disciplinas
7. CRE Goiânia - música/percussão
8. CRE Goiatuba -diversas disciplinas
9. CRE Goiás - diversas disciplinas
10. CRE Inhumas - diversas disciplinas
11. CRE Iporá - diversas disciplinas
12. CRE Itaberaí - diversas disciplinas
13. CRE Itapaci - diversas disciplinas
14. CRE Itapuranga- diversas disciplinas
15. CRE Itumbiara- diversas disciplinas
16. CRE Jataí - diversas disciplinas
17. CRE Jussara - diversas disciplinas
18. CRE Luziânia - diversas disciplinas
19. CRE Minaçu - diversas disciplinas
20. CRE Mineiros - diversas disciplinas
21. CRE Morrinhos - diversas disciplinas
22. CRE Novo Gama - diversas disciplinas
23. CRE Palmeiras de Goiás - diversas disciplinas
24. CRE Piracanjuba - diversas disciplinas
25. CRE Piranhas - diversas disciplinas
26. CRE Pires do Rio - diversas disciplinas
27. CRE Planaltina - diversas disciplinas
28. CRE Porangatu - diversas disciplinas
29. CRE Posse - diversas disciplinas
30. CRE Quirinópolis - diversas disciplinas
31. CRE Rio Verde - diversas disciplinas
32. CRE Rubiataba - diversas disciplinas
33. CRE Santa Helena de Goiás - diversas disciplinas
34. CRE São Luís de Montes Belos - diversas disciplinas
35. CRE São Miguel do Araguaia - diversas disciplinas
36. CRE Silvânia - diversas disciplinas
37. CRE Trindade - diversas disciplinas
38. CRE Uruaçu - diversas disciplinas
 
CONSIDERANDO que as Coordenadorias Regionais da Educação, subordinadas à
Secretaria de Estado da Educação (SEDUC) e sob o aval desta, está realizando contratação
temporária de professores por meio de processo seletivo, em desobediência as normas legais.
 
Nesta perspectiva, consideremos o que dispõe expressamente a Lei Estadual n.º 20.918 de
2020 em seus artigos 2º, 4º, §§ 2º, 3º e 5º, sobre o tema do impedimento e das limitações de
processo seletivo simplificado para a contratação de temporários quando houver candidato aprovado
em concurso público aguardando a nomeação para a mesma atribuição, in verbis:
 
Art. 2º Considera-se necessidade temporária de excepcional interesse público aquela que
compromete a prestação contínua e eficiente dos serviços próprios da administração pública, nos
casos:
(...)
II - educacionais, com o período de contratação máxima de 3 (três) anos e a possibilidade de ser
prorrogado até o prazo total de 5 (cinco) anos, com a admissão de:
a) professor substituto e professor visitante;
(...)
VI - de atendimento urgente às exigências do serviço, com o período de contratação máxima de 3
(três) anos e a possibilidade de ser prorrogado até o prazo total de 5 (cinco) anos, em
decorrência da falta de pessoal efetivo ou enquanto perdurar necessidade transitória, para
evitar o colapso nas atividades:
a) relacionadas aos setores de educação, cultura, esporte e lazer, segurança pública, trânsito,
transporte e obras públicas, assistência previdenciária, comunicação e regulação, controle e
fiscalização dos serviços públicos;
(...)
Art. 4º O recrutamento de pessoal a ser contratado, nos termos desta Lei, será feito
necessariamente mediante processo seletivo simplificado, na forma estabelecida em edital, com
critérios objetivos de seleção definidos pelo Órgão Central de Gestão de Pessoal e sujeito a
ampla e prévia divulgação.
(...)
§ 2º A contração de pessoal de que trata a alínea "a" do inciso II do art. 2º desta Lei
somente poderá ser efetivada:
I - para o suprimento de falta de docente em virtude de vacância de cargo público, exceto
promoção, bem como de vagas não preenchidas por concurso público; ou
II - para o suprimento de claros de lotação motivados por abandono de cargo e pela ausência do
servidor em gozo de licença ou afastamento que independa de autorização do Estado;
(...)
§ 3º Fica impedida a realização de processo seletivo simplificado nos casos em que exista
candidato aprovado em concurso público aguardando nomeação para atribuições
similares às do processo, ressalvadas as substituições de contratos em vencimento.
(...)
§ 5º Para a realização do processo seletivo o órgão ou a entidade, por meio de processo
administrativo a ser enviado para o Órgão Central de Gestão de Pessoal, deverá comprovar o
disposto no § 3º deste artigo, assim como apresentar a relação das funções temporárias e
respectivas vagas, atribuições, requisitos, carga horária, além da declaração de adequação
orçamentária expedida por seu ordenador de despesas, e precisará, ainda, seguir as orientações
e as normativas complementares instituídas pelo Órgão Central de Gestão de Pessoal.
 
 
CONSIDERANDO que, não obstante as ressalvas dispostas nos §§ 2º, 3º e § 5º, do artigo 4º
da Lei Estadual n.º 20.918/2020, com claras restrições sobre a contratação de pessoal por meio de
processo seletivo, a SEDUC/SEAD vêm realizando seleções e contratações de professores de
forma indiscriminada, bem assim, protela a prestação de informações requisitadas, e ao
responder, o faz de forma incompleta e desacompanhada de documentação comprobatória.
 
Sobre os questionamentos acerca da contratação de temporários nos casos de substituição
de contratos em vencimento, tem-se dos autos, a afirmação única da SEDUC, de que essas
contratações sãopara suprir a necessidade da rede de ensino enquanto os aprovados em concurso
público realizam os trâmites para tomar posse no cargo, sem documentação comprobatória da
alegação, ou qualquer outra justificativa plausível que encontre consonância com a lei de regência.
 
CONSIDERANDO que foram aprovados 4.200 candidatos no concurso público - edital n.º
007/2022, além de mais de 3.000 candidatos habilitados no cadastro de reserva, cujo certame foi
homologado aos 30 de janeiro de 2023, para provimento de vagas no cargo de professor nível III do
quadro de pessoal da Secretaria de Estado da Educação.
 
CONSIDERANDO que há indícios de preterição dos aprovados em concurso público
classificados dentro do número de vagas ofertadas pelo edital, bem como aprovados em cadastro de
reserva, por pessoas contratadas por meio de processo seletivo simplificado para os mesmos cargos
em que existem candidatos aprovados - para atribuições similares ao do processo e durante o prazo
de validade do concurso.
 
Outrossim, há indícios de que as referidas contratações temporárias, por meio de processo
seletivo simplificado, não se destinam ao suprimento de vacância existente em razão de afastamentos
temporários dos titulares de cargos efetivos, isto é, aquela vacância em que o titular do cargo efetivo
está afastado por uma circunstância provisória, como uma licença médica, licença prêmio, férias e/ou
outras hipóteses semelhantes; nem para atender a necessidade temporária de excepcional interesse
público.
 
CONSIDERANDO que de acordo com o cruzamento das informações, há indicativos de que
existem cargos vagos em número que alcança a classificação dos muitos candidatos aprovados
dentro das vagas previstas no edital, e quiçá dos candidatos em cadastro de reserva.
 
Incidência no caso, da tese definida no Tema 161: "O candidato aprovado em concurso público
dentro do número de vagas previsto no edital possui direito subjetivo à nomeação." (Tese definida no RE
598.099, rel. min. Gilmar Mendes, P, j. 10-8-2011, DJE 189 de 3-10-2011, Tema 161.)
 
Bem assim, na hipótese da preterição apontada no presente, inúmeros processos já foram
julgados no Supremo Tribunal Federal, o qual assentou Tese em sede de Repercussão Geral,
redigida nos seguintes termos:
 
"O surgimento de novas vagas ou a abertura de novo concurso para o mesmo cargo, durante o
prazo de validade do certame anterior, não gera automaticamente o direito à nomeação dos
candidatos aprovados fora das vagas previstas no edital, ressalvadas as hipóteses de
preterição arbitrária e imotivada por parte da administração, caracterizada por
comportamento tácito ou expresso do Poder Público capaz de revelar a inequívoca
necessidade de nomeação do aprovado durante o período de validade do certame, a ser
demonstrada de forma cabal pelo candidato. Assim, o direito subjetivo à nomeação do
candidato aprovado em concurso público exsurge nas seguintes hipóteses:
I - Quando a aprovação ocorrer dentro do número de vagas dentro do edital;
II - Quando houver preterição na nomeação por não observância da ordem de classificação;
III - Quando surgirem novas vagas, ou for aberto novo concurso durante a validade do
certame anterior, e ocorrer a preterição de candidatos de forma arbitrária e imotivada por
parte da administração nos termos acima."
(Tese definida no RE 837.311, rel. min. Luiz Fux, P, j. 9-12-2015, DJE 7 2 de 18-4-2016, Tema
784.)
 
Neste cenário, quando a Administração Pública realiza contratações temporárias para os
contratados exercerem as mesmas funções para as quais diversos candidatos foram aprovados em
concurso público, tal procedimento fere o princípio constitucional do concurso público, pois a
contratação de temporários para suprir a demanda demonstra a necessidade de pessoal para o
desempenho da atividade, revelando flagrante preterição daqueles que, aprovados em concurso
público ainda válido, estariam aptos a ocuparem os cargos.
http://redir.stf.jus.br/paginadorpub/paginador.jsp?docTP=AC&docID=628215
http://www.stf.jus.br/portal/jurisprudenciaRepercussao/verAndamentoProcesso.asp?incidente=2667158&numeroProcesso=598099&classeProcesso=RE&numeroTema=161
http://redir.stf.jus.br/paginadorpub/paginador.jsp?docTP=TP&docID=10744965
http://www.stf.jus.br/portal/jurisprudenciaRepercussao/verAndamentoProcesso.asp?incidente=4634356&numeroProcesso=837311&classeProcesso=RE&numeroTema=784
 
Por conseguinte, a contratação é irregular, por não observar os requisitos da legislação da
unidade federativa, bem assim, por violar os princípios da moralidade, da razoabilidade, da eficiência,
da boa-fé, da impessoalidade e da proteção da confiança.
 
Bem assim, por força normativa do concurso público, tal circunstância, faz surgir o direito
subjetivo do candidato à nomeação diante do ato imotivado e arbitrário da Administração Pública ao
realizar múltiplas e sucessivas contratações temporárias dentro do número de vagas do edital válido,
com preterição dos aprovados.
 
CONSIDERANDO ainda que em razão do regime de recuperação fiscal que se encontra o
Estado de Goiás, a contratação temporária de pessoal apenas é permitida em casos de
reposições, nos termos do artigo 8º, IV, b da Lei Complementar n.º 159/2017, in verbis:
 
Art. 8 º São vedados ao Estado durante a vigência do Regime de Recuperação Fiscal:
(…)
IV - a admissão ou a contratação de pessoal, a qualquer título, ressalvadas as reposições de:
a) cargos de chefia e de direção e assessoramento que não acarretem aumento de despesa;
b) contratação temporária
 
CONSIDERANDO que a contratação temporária de servidor deve ser tida como exceção à
regra do concurso público;
 
CONSIDERANDO que, nos termos do julgado pelo Supremo Tribunal Federal no RE
658.026, para que se considere válida a contratação temporária, é preciso que:
 
a) os casos excepcionais estejam previstos em lei;
b) o prazo de contratação seja predeterminado;
c) a necessidade seja temporária;
d) o interesse público seja excepcional;
e) a necessidade de contratação temporária seja indispensável, sendo vedada a
contratação para os serviços ordinários permanentes do Estado, e que devam estar sob o
espectro das contingências normais da Administração.
 
 
CONSIDERANDO que, nos termos do Suprema Corte, é vedada a contratação temporária
para os serviços ordinários permanentes do Estado, isto é, que estejam sob o espectro das
contingências normais da Administração Pública e que o magistério se enquadra em um serviço
permanente ordinário, conclui-se que a contratação temporária dos professores pela Secretaria de
Estado da Educação não cumpre os requisitos legais;
 
CONSIDERANDO que o Superior Tribunal de Justiça no RMS n.º 68.657-MG dispôs
sobre a possibilidade de contratação para o suprimento de vacância temporária. Na
oportunidade, deu como exemplo, os casos decorrentes de férias, licenças-saúde, afastamento para o
desempenho de outros cargos comissionados, em que o cargo efetivo ainda se encontra preenchido,
apenas o seu titular encontrando-se momentaneamente afastado;
 
CONSIDERANDO que a Constituição Federal, em seu artigo 37, inciso IV, garante a
precedência dos aprovados em concurso, in verbis:
 
Art. 37. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados,
do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade,
moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte:
 
IV - durante o prazo improrrogável previsto no edital de convocação, aquele aprovado em
concurso público de provas ou de provas e títulos será convocado com prioridade sobre novos
concursados para assumir cargo ou emprego, na carreira.
 
CONSIDERANDO que a opção por processo seletivo simplificado para contratação
temporária de Professores, para a Secretaria da Educação, em detrimento da nomeação de
professores qualificados que passaram pelo crivo de concurso público, onde o candidato para
concorrer a vaga se submete a várias fases: inscrição, prova objetiva, prova discursiva,avaliação de
títulos-, fere o direito social à educação assegurados por normas constitucionais de eficácia plena e
aplicabilidade direta. Segue o texto da Constituição Federal:
 
Art. 205. A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e
incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu
preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.
 
 Art. 206. O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:
I - igualdade de condições para o acesso e permanência na escola;
II - liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber;
III - pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas, e coexistência de instituições públicas e
privadas de ensino;
IV - gratuidade do ensino público em estabelecimentos oficiais;
V - valorização dos profissionais da educação escolar, garantidos, na forma da lei, planos
de carreira, com ingresso exclusivamente por concurso público de provas e títulos, aos
das redes públicas;
VI - gestão democrática do ensino público, na forma da lei;
VII - garantia de padrão de qualidade;
VIII - piso salarial profissional nacional para os profissionais da educação escolar pública, nos
termos de lei federal;
IX - garantia do direito à educação e à aprendizagem ao longo da vida;
Parágrafo único. A lei disporá sobre as categorias de trabalhadores considerados profissionais da
educação básica e sobre a fixação de prazo para a elaboração ou adequação de seus planos de
carreira, no âmbito da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.
 
CONSIDERANDO que a atividade pública deve ser prestada com o maior zelo possível,
havendo o dever de desempenho adequado e eficaz, tendo em vista que sua relevância para a
coletividade, assim como o fato de ser custeada com recursos públicos;
 
CONSIDERANDO ainda a necessidade de verificar a presença de despesas com a
realização dos referidos processos de seleção simplificada: com lançamento de edital, aplicação de
provas, divulgação de resultados e outros atos; para contratação temporária de professores para o
exercício das mesmas funções para as quais diversos candidatos foram aprovados em concurso
público, fora dos parâmetros postos na legislação específica-, e caso as tenha havido, apurar a
ocorrência de indícios de dano ao erário público estadual, bem como a responsabilidade da
autoridade contratante.
 
CONSIDERANDO que a ação civil pública é instrumento constitucionalmente previsto para a
proteção aos direitos difusos e coletivos, sendo função institucional do Ministério Público, conforme
previsto no art. 129, inciso III, da Constituição Federal de 1988;
 
CONSIDERANDO que constitui pressuposto da ação civil pública o dano ou a ameaça de
dano a interesse seu sentido mais amplo, de modo a abranger o dano material e o dano moral;
 
CONSIDERANDO que, em caso de situações de violação às normas jurídicas por pessoas
físicas ou jurídicas, incumbe ao Ministério Público promover o inquérito civil e a ação civil pública para
a anulação ou declaração de nulidade de atos lesivos ao patrimônio público ou à moralidade
administrativa do Estado ou de Município, de suas administrações indiretas ou fundacionais ou de
entidades privadas de que participem (artigo 25, inciso IV, "b", da Lei nº 8.625/1993);
 
CONSIDERANDO que, nos termos do art. 47, da Lei Complementar n. 25, de 06 de julho de
1998, "no exercício de suas funções, o Ministério Público poderá, instaurar inquéritos civis e outros
procedimentos administrativos correlatos e, para instruí-los requisitar à autoridade competente a
instauração de sindicância ou procedimento administrativo cabível, podendo, acompanhá-los e indicar
provas" (inciso III), dentre outras;
 
CONSIDERANDO a necessidade de buscar provas mais acuradas, bem como para instruir
eventual ação.
 
RESOLVE:
 
Converter o presente PROCEDIMENTO PREPARAT ÓRIO em INQUÉRITO CIVIL
PÚBLICO, acrescentando novos elementos e circunstâncias neste, tudo com vistas à eventual
propositura de futura ação civil pública, nos termos da lei, desde logo, DETERMINANDO as seguintes
providências:
 
1 . Seja autuada a presente Portaria, com os documentos referentes ao fato, com os devidos
registros no sistema ATENA;
 
2. Remeta-se cópia desta Portaria, via e-mail, para o Centro de Apoio Operacional de Defesa
do Patrimônio Público;
 
3. Publique-se o extrato da presente Portaria no Diário Oficial Eletrônico do Ministério
Público, nos termos da redação do inciso V do art. 17, da Resolução 09/2018-CPJ, alterada pela
Resolução 10/2021-CPJ;
 
4. Expedição de Recomendação Administrativa à Secretaria de Estado da Educação de
Goiás e à Secretaria de Estado da Administração, dando ciência ao Chefe do Poder Executivo do
Estado de Goiás.
 
Cumpra-se a Secretaria da 20ª Promotoria de Justiça.
 
 
Goiânia, datado e assinado eletronicamente.
 
CARMEM LÚCIA SANTANA DE FREITAS
Promotora de Justiça
Titular da 20ª PJ
Documento assinado eletronicamente por Carmem Lucia Santana de Freitas, em 02/02/2024, às 11:54, e
consolidado no sistema Atena em 2024-02-02 13:11:56 -0300, sendo gerado o código de verificação 6f680330-a40f-
013c-d6be-0050568b765d, conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
2ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE NIQUELÂNDIA
Autos Extrajudiciais n. 202300377961
Portaria 2024000092922
 
 
PORTARIA
 
 
O MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS , por seu Promotor de Justiça subscritor, no
exercício de suas atribuições legais e com fundamento nos artigos 127 e 129 da Constituição da
República Federativa do Brasil de 1988 (CRFB/1988), artigo 47 da Lei Complementar n° 25/1998,
artigo 27, caput e parágrafo único, da Lei nº 8.625/1993; e
 
CONSIDERANDO ser o Ministério Público a instituição constitucionalmente incumbida da defesa dos
interesses sociais e individuais indisponíveis, dentre eles o direito à saúde (art. 196 da CRFB/1988);
 
CONSIDERANDO que o procedimento administrativo é, também, instrumento destinado a apurar fato
que enseje a tutela de interesses individuais indisponíveis (art. 39, III, da Resolução nº. 9/2018, do
Colégio de Procuradores de Justiça);
 
CONSIDERANDO a necessidade de fornecimento e dispensa dos fármacos Vatis 300mg , Diovan
320mg, Apixabana 5mg, Novanlo 2,5mg, Alopurinol 100mg, Systane Ul 15ml, por tempo
indeterminado, ao paciente JOSÉ LUIZ PEIXOTO;
 
CONSIDERANDO que em breve se esgotará o prazo de tramitação da Notícia de Fato e necessária a
regularização;
 
CONSIDERANDO que, após consulta ao PGA nº. 202300495046 (ainda não juntado a este feito), a
CATS emitiu parecer favorável somente ao fornecimento do fármaco Systane UL ao paciente;
 
CONSIDERANDO a necessidade de que o médico prescritor avalie se há viabilidade de prosseguir
com o tratamento apenas com o medicamento cujo fornecimento foi favorável;
 
RESOLVE instaurar PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO com a finalidade de "Acompanhar o
fornecimento e a dispensa dos medicamentos Vatis 300mg, Diovan 320mg, Apixabana 5mg, Novanlo
2,5mg, Alopurinol 100mg, Systane Ul 15ml, ao paciente José Luiz Peixoto", determinando,
inicialmente, as seguintes providencias:
1. Registre-se no Sistema Atena, anotando-se a conversão do procedimento.
2. Afixe-se esta portaria no local de costume e publique-a no Diário Oficial Eletrônico do Ministério
Público.
3. Junte-se ao feito o parecer CATS proferido nos autos do PGA nº. 202300495046.]
4. Considerando a orientação contida no parecer CATS, proceda-se ao contato com o paciente ,
requisitando que, no prazo de até 30 (trinta) dias, encaminhe relatório médico que aborde as
questões levantadas pelo CATS, notadamente acerca da viabilidade da continuidade do
tratamento somente com o medicamento cujo fornecimento teve parecer favorável (Systane UL)
5. Apresentado o relatório médico, encaminhe-se a documentação ao CATS, para nova análise.
6. Decorrido o prazo sem que haja resposta,renove-se a conclusão.
 
Niquelândia/GO, datado e assinado digitalmente.
 
 
 
LUAN VITOR DE ALMEIDA SANTANA
Promotor de Justiça
 
Documento assinado eletronicamente por Luan Vitor de Almeida Santana, em 09/01/2024, às 14:59, e consolidado
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PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE ITAJÁ
Autos Extrajudiciais n. 201700530697
Com Resolutividade 2024000252217
Trata-se de inquérito civil instaurado em desfavor de Adivair Gonçalves de Macedo, ex-prefeito
do município de Lagoa Santa/GO, com a finalidade de investigar fatos relacionados a sua evolução
patrimonial de R$1.375.000,00 (um milhão trezentos e setenta e cinco reais) em 2012 para
R$3.310.000,00 (três milhões trezentos e dez reais) em 2016.
 
No bojo da notícia de fato foi determinada a expedição de ofício ao investigado, solicitando
informações preliminares a respeito dos fatos relatados no presente procedimento (fls. 28/29 do
movimento n.º 11).
 
Em resposta, através do ofício n.º 035/2018, o então chefe do poder executivo de Lagoa
Santa/GO informou que essa suspeita não era verdadeira (fls. 32/33 do movimento n.º 11).
 
Após, o Promotor de Justiça à época oficiante determinou a conversão da notícia de fato no
presente inquérito civil (fls. 34/35 do movimento n.º 11) e, às fls. 36/42 do movimento n.º 11, constam
os ofícios n.º 169/18 e 170/18, expedidos ao Sr. Fernando Henrique Marques Monção Pereira
Santos, proprietário da Pousada Nossa Senhora Aparecida e da Casa de Materiais para Construção
Nossa Senhora Aparecida.
 
Destaca-se que, na sua resposta, Fernando Henrique encaminhou a esta Promotoria de Justiça
os documentos das empresas acima citadas (fls. 51/62 do movimento n.º 11).
 
Em seguida, o chefe do cartório eleitoral Lucas Lobato Magioni foi oficiado (fl. 42 do movimento
n.º 11), oportunidade em que enviou as declarações de bens do investigado, candidato às Eleições
Municipais de 2012 e 2016 no município de Lagoa Santa/GO (fls. 44/50 do movimento n.º 11).
 
Às fls. 65/121 do movimento n.º 11 constam os documentos encaminhados pelo chefe da
Agrodefesa, Fábio Augusto Leal, oficiado através do ofício n.º 173/18 (fl. 63 do movimento n.º 11).
 
Nos movimentos n.º 12 e 13 foram determinadas as prorrogações do prazo para a conclusão dos
presentes autos extrajudiciais.
 
Ato contínuo, diante da necessidade de novas diligências imprescindíveis ao deslinde do presente
feito, o Promotor de Justiça oficiante, no despacho carreado no movimento n.º 16, determinou a
notificação do investigado para que prestasse esclarecimentos acerca dos bens incorporados ao seu
patrimônio (forma de aquisição) e declarados no ano de 2016, a saber:
 
a) Comprovar a posse de 50% (Cinquenta por cento) de área de terra rural com 39 alqueires
denominado fazenda Nossa Senhora Aparecida, município de Itajá-GO, no valor de
R$1.000.000,00;
b) Comprovar a titularidade de capital em espécie - depósito bancário em conta corrente no país
no valor de R$ 192.000,00; e
c) Comprovar capital em cheques pré-datados - depósito bancário em conta corrente no país no
valor de R$ 300.000,00.
 
No movimento n.º 18 expediu-se o ofício 2023003680117, encaminhado ao investigado na data
de 15 de junho de 2023 (movimento n.º 19).
 
Em resposta aos esclarecimentos solicitados, Adivair enviou cópia da certidão de matrícula do
imóvel rural denominado Fazenda Bela Vista, assim como informou que o adquiriu de Ivo Barbosa e
Lúcia Maria Sanches Barbosa e, em contrapartida, entregou-lhes uma certa quantia em dinheiro,
uma pequena propriedade rural situada no município de Paranaíba/MS, um veículo Toyota Hilux e
algumas arrobas de carne de boi.
 
A fim de comprovar a titularidade do capital em espécie declarado no ano de 2016, juntou os
extratos bancários de sua conta pessoal, bem como ressaltou não se recordar qual a origem dos
valores recebidos. 
 
Por fim, no que concerne aos cheques pré-datados, pontuou que "não tem condições de indicar
precisamente quais cheques seriam estes, e de quem os teria recebido, mesmo porque não possui
registro de entradas e saídas destes títulos, para assim identificar seu emissor ou o negócio a que
estariam vinculados. "
 
No movimento 22, determinou-se a expedição de notificação ao ex-prefeito do município de
Lagoa Santa/GO, para que comprovasse a posse de 50% (cinquenta por cento) da área de terra rural
com 39 alqueires denominada Fazenda Nossa Senhora Aparecida , situada no município de Itajá-
GO, no valor de R$1.000.000,00, o que foi cumprido nos movimentos 23 e 24.
 
Após, foi determinada a prorrogação do prazo de conclusão do presente inquérito civil
(movimento n.º 25).
 
A resposta foi acostada aos autos no movimento n.º 27, na qual foi informado que houve um
equívoco na apresentação da relação de bens para fins de atendimento às exigências do pleito
eleitoral de 2016 relativo a propriedade rural denominada "Fazenda Nossa Senhora Aparecida" ,
situada no município de Itajá - GO, esclareceu que a referida propriedade, na verdade, não detinha
este nome, sendo tratada por Adivair informalmente como "Fazenda Bom Jesus", e sendo
nominada nos documentos registrais como "Fazenda Bela Vista", tratando-se, portanto, do imóvel
objeto da matrícula n.º 4.123 do cartório de registro de imóveis de Itajá, que foi juntada com a
resposta ao ofício n.º 2023003680117.
 
Relatou, ainda, que a referida matrícula foi encerrada por força de processo de
georreferenciamento, dando lugar a matrícula n.º 4.753 do CRI de Itajá, cuja certidão foi apresentada
no movimento n.º 27.
 
Ademais, informou que a divergência entre a extensão da área informada na relação de bens
apresentada à Justiça Eleitoral (39 alqueires) e aquela constante da matrícula n.º 4.753 (32 alqueires)
se dá pelo fato de que aquela propriedade possui uma parte de suas terras dentro dos limites do
imóvel "Fazenda Coqueiros", que é objeto de demanda judicial desta Comarca, e, por esta razão,
pouco mais de sete alqueires não possuem registro cartorário.
 
Por fim, afirmou que a referida propriedade rural não mais pertence ao Sr. Adivair , que foi
vendida há cerca de três anos, conforme averbação R-04-4753 da certidão da matrícula n.º 4.753
colacionada aos autos.
 
É o relatório.
 
Como visto, o presente inquérito civil objetiva investigar a evolução patrimonial considerável de
Adivair Gonçalves de Macedo, ex-prefeito do município de Lagoa Santa/GO.
 
A priori, salienta-se que a referida denúncia foi realizada no Ministério Público Federal - PRM-
RVD-GO, de forma anônima, desacompanhada de qualquer elemento comprobatório.
 
Contudo, após análise da documentação juntada, não houve comprovação da prática de
quaisquer atos de improbidade administrativa que importassem em enriquecimento ilícito do
investigado, que causassem prejuízo ao erário ou que atentassem contra os princípios da
Administração Pública.
 
Certo que a movimentação financeira do investigado, bem como o saldo bancário declarado e os
valores a título de cheques pré-datados, se comparada com seus rendimentos mensais provenientes
do cargo exercido como prefeito do município de Lagoa Santa/GO, se mostraram bem mais
vultuosos, contudo, o investigado alegou ter outras fontes de rendimentos, provenientes do seu
estabelecimento comercial denominado "Supermercado Nossa Senhora Aparecida" (CNPJ:
37.249.125/0001-60, data de abertura:19/11/1991), além de ganhos da atividade rural e da compra e
venda de veículos e imóveis (movimento n.º 11, fls. 65/121).
 
 
No que concerne ao imóvel rural informado no detalhamento de bens do candidato no ano de
2016 (movimento n.º 11, fl. 50), com a denominação "Fazenda Nossa Senhora Aparecida" ,
município de Itajá/GO, no valor de R$1.000.000,00 (um milhão de reais), verifica-se na certidão da
matrícula n.º 4.123 do Cartório do Registro de Imóveis de Itajá(movimento n.º 21, vol. 2), que a
propriedade foi adquirida por Adivair Gonçalves de Macedo pelo valor de R$600.000,00 (seiscentos
mil reais) em 01/08/2014, nota-se, ainda, que a denominação correta do referido imóvel é "Fazenda
Bela Vista", portanto, foi comprovada a posse da propriedade pelo investigado.
 
Assim, quanto ao fato apurado, não foi comprovada a prática de ato de improbidade
administrativa, ainda que de forma indiciaria, que justifique a propositura de ação civil pública por ato
de improbidade administrativa, de recebimento de vantagem ilícita, enriquecimento ilícito, prejuízo ao
patrimônio público ou mesmo de atos de improbidade atentatórios aos princípios da Administração
Pública, o que impõe o arquivamento do feito.
 
Para que o defeito de uma conduta seja considerado mera irregularidade administrativa, exige-se
valoração nos planos quantitativo, com atenção especial para os bens jurídicos tutelados pela
Constituição, pela Lei de Improbidade Administrativa, pela Lei das Licitações, pela Lei de
Responsabilidade Fiscal e por outras normas aplicáveis à espécie.
 
Ora, o fato de o investigado ter uma evolução patrimonial além de seus rendimentos formais,
percebidos como Prefeito Municipal, não pode, por si só, presumir, sem nenhuma comprovação mais
robusta, que é originária de atividades ilegais. No caso vertente, conforme a documentação
apresentada, verifica-se que a referida evolução adveio de atividades exercidas em setores diversos,
e não é necessariamente ilegal.
 
Para além, cabe ressaltar que não se evidenciam indícios de que, em razão dos fatos
narrados, tenha sido causado qualquer dano ao erário a ensejar a atuação deste Órgão
Ministerial em vistas a seu ressarcimento.
 
Sobre o tema, a jurisprudência é assente em frisar que, para a condenação por ato de
improbidade administrativa que importe em prejuízo ao erário, deve haver a prova de efetivo dano ao
patrimônio público, senão vejamos:
 
"ADMINISTRATIVO. AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO EM
RECURSO ESPECIAL. IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA. AÇÃO
CIVIL PÚBLICA. PREJUÍZO AO ERÁRIO. DANO EFETIVO NÃO
DEMONSTRADO. COMPRAS REVERTIDAS EM PROVEITO DA
COLETIVIDADE. ATO DE IMPROBIDADE NÃO CARACTERIZADO.
PRECEDENTES STJ. AUSÊNCIA DE DOLO. AGRAVO
IMPROVIDO. 1. É pacífico no âmbito deste Superior Tribunal o
entendimento de que, para a condenação por ato de
improbidade administrativa que importe prejuízo ao erário, é
imprescindível a demonstração de efetivo dano ao patrimônio
público, o que não se verificou em relação às condutas do ex-
alcaide impugnadas pelo Ministério Público. 2. Ausência de
elemento subjetivo ensejador da incidência da responsabilidade por
ato de improbidade, relativamente aos fatos objeto do presente
recurso especial. 3. Agravo regimental não provido". (STJ - AgRg no
AREsp: 18317 MG 2011/0074910-7, Relator: Ministro ARNALDO
ESTEVES LIMA, Data de Julgamento: 05/06/2014, T1 - PRIMEIRA
TURMA, Data de Publicação: DJe 27/08/2014) (grifos meus).
 
De todo modo, mesmo que o entendimento sobre a ocorrência de dano fosse diferente, o pleito
estaria impossibilitado. Isso porque, em que pese a imprescritibilidade do ressarcimento ao erário, é
relevante destacar que, por unanimidade, o Supremo Tribunal Federal reconheceu a
imprescritibilidade da ação de ressarcimento decorrente apenas de ato doloso de improbidade
administrativa, no julgamento do Recurso Extraordinário (RE) 852475, com repercussão geral
reconhecida (Tema 897).
 
Sobre o tema, foi aprovada a seguinte tese proposta pelo Ministro Edson Fachin, para fins de
repercussão geral:
 
"São imprescritíveis as ações de ressarcimento ao erário
fundadas na prática de ato doloso tipificado na Lei de
Improbidade Administrativa." - destacou-se 
 
Nessa linha intelectiva, verifica-se que, no caso em testilha, mesmo que se entendesse que
houve dano ao erário, deveria também ser aferido o elemento subjetivo dolo, com grau
suficiente de certeza, apto a subsidiar eventual propositura de ação civil pública para
demandar o ressarcimento ao erário por parte do investigado.
 
Todavia, não há nos autos elementos que permitam concluir a existência de recebimento
de vantagens ilícitas, de enriquecimento ilícito, de prejuízo ao patrimônio público ou mesmo de
atos de improbidade atentatórios aos princípios da Administração Pública.
 
Destarte, não há mais motivo para a continuidade do presente inquérito civil e tampouco a
necessidade de ajuizamento de qualquer demanda pelo Ministério Público.
 
Ante o exposto, tendo em vista que inexistem indícios aptos a subsidiarem eventual propositura
de ação civil pública por ato de improbidade administrativa, que exige o elemento subjetivo (dolo) para
a sua caracterização, o MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS promove
o ARQUIVAMENTO do presente INQUÉRITO CIVIL PÚBLICO, nos termos do artigo 33, inciso I, da
Resolução n.º 09/2018 do Colégio de Procuradores de Justiça do MPGO.
 
Em cumprimento ao disposto no § 1º do art. 10 da Resolução nº 23/07 do Conselho Nacional do
Ministério Público e nos § 2º e § 4º do art. 33 da Resolução nº 09/18 do Colégio de Procuradores de
Justiça do MPGO, determino a cientificação do investigado Adivair Gonçalves de Macedo.
 
Por se tratar de noticiante anônimo, publique-se a decisão de arquivamento no DOMP, (at. 33, §
4º, da Resolução n. 09/2018 do Colégio de Procuradores de Justiça do Ministério Público do Estado
de Goiás).
 
Posteriormente, remetam-se os autos ao Conselho Superior do Ministério Público do Estado de
Goiás, para que sejam submetidos a exame e deliberação, de acordo com o que dispõe o §2º, art. 10,
da Resolução nº 23/07 do CNMP e §2º, do art. 33, da Resolução nº 09/18 CPJMP/GO.
 
Cumpra-se.
 
Itajá/GO, datado e assinado digitalmente.
 
HELOIZA DE PAULA MARQUES
Promotora de Justiça
Documento assinado eletronicamente por Heloiza de Paula Marques, em 01/02/2024, às 16:23, e consolidado no
sistema Atena em 2024-02-02 14:03:34 -0300, sendo gerado o código de verificação 5fb8e940-a36e-013c-0a54-
0050568b49ac, conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
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2ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE NIQUELÂNDIA
Autos Extrajudiciais n. 202300433075
Portaria 2024000452101
 
PORTARIA
 
 
O MINISTÉRIO PÚBLICO DE GOIÁS, por seu Promotor de Justiça subscritor, no uso das
atribuições constantes do artigo 129, inciso III, da Constituição Federal, do artigo 26, inciso I, da Lei nº
8.625/93 e do artigo 47, inciso I, da Lei Complementar Estadual n° 25/98;
 
CONSIDERANDO que o Ministério Público é uma instituição permanente, essencial à função
jurisdicional do Estado, incumbindo-lhe a defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos
interesses sociais e individuais indisponíveis;
 
CONSIDERANDO que incumbe ao Ministério Público a defesa do patrimônio público e social, da
moralidade e da eficiência administrativa, nos termos dos artigos 127, caput, e 129, inciso III, da
Constituição da República;
 
CONSIDERANDO que os agentes públicos de qualquer nível ou hierarquia são obrigados a velar pela
estrita observância dos princípios administrativos constitucionais (legalidade, impessoalidade,
moralidade, publicidade e eficiência) no trato dos assuntos que lhe são afetos;
 
CONSIDERANDO que foi recebida, pelo Ministério Público, representação que versa acerca da
acumulação ilícita de cargos pelo servidor MIGUEL FLÁVIO GOMES PEDROSA;
 
CONSIDERANDO que, segundo noticiado, o representado ocupa, na administração pública do
Município de Colinas do Sul/GO, o cargo de Fiscal de Tributos (de nível médio), com carga horária de
40 (quarenta) horas semanais; e, ao mesmo tempo, o cargo de Professor em tempo integral, pela
Secretaria de Educação do Estado de Goiás;
 
CONSIDERANDO que, conforme aponta o representante, a carga horária do representado na
administração pública municipal seria cumprida das 7h às 17h, o que é incompatível com a carga
horária do cargo de professor em tempo integral;
 
CONSIDERANDOque também consta que o representado insere nas folhas de ponto informações
não condizentes com a verdade, pois as preenche como se trabalhasse durante todo o horário do
expediente, o que não ocorre e gera por sobrecarregar os demais servidores;
 
CONSIDERANDO que o artigo 37 da Constituição da República Federativa do Brasil (CRFB/1988),
em seus incisos XVI e XVII, estabelece como regra a vedação à acumulação de cargos na
Administração Pública;
 
CONSIDERANDO que são permitidas acumulações de cargos e funções públicas nos seguintes
casos: 1) dois cargos de professor, de acordo com o art. 37, XVI, "a"; 2) um cargo técnico ou científico
e um cargo de professor, de acordo com o art. 37, XVI, "b"; e 3) dois cargos ou empregos privativos
de profissionais de saúde, com profissões regulamentadas, de acordo com o art. 37, XVI, "c";
 
CONSIDERANDO que o agente público deve cumprir outros dois requisitos para a acumulação lícita
de cargos: compatibilidade de horários entre os cargos e a observância do teto salarial;
 
CONSIDERANDO que o Supremo Tribunal Federal, por ocasião do julgamento do no Tema 1081 -
Repercussão Geral no Recurso Extraordinário com Agravo 1246685 - RJ, fixou a tese de que: "As
hipóteses excepcionais autorizadoras de acumulação de cargos públicos previstas na Constituição
Federal sujeitam-se, unicamente, à existência de compatibilidade de horários, verificada no caso
concreto, ainda que haja norma infraconstitucional que limite a jornada semanal" (grifou-se);
 
CONSIDERANDO, ademais, que ao inserir informação supostamente falsa em folha de ponto e deixar
de cumprir as jornadas previstas para cada um dos cargos, para receber salário relativo a horas não
trabalhadas, o representado, para além da responsabilização criminal, incorre, em tese, na prática do
ato de improbidade administrativa previsto no artigo 9º, inciso IX, da Lei nº. 8.429/1992;
 
CONSIDERANDO, por fim, a necessidade de melhor delimitar o objeto de investigação;
 
RESOLVE:
 
Instaurar o presente Procedimento Preparatório de Inquérito Civil Público para "apurar a
ocorrência de ato de improbidade administrativa consistente na acumulação ilegal de cargos públicos
pelo servidor Miguel Flávio Gomes Pedrosa, diante da omissão do Município de Colinas do Sul/GO",
determinando a adoção das seguintes providências:
 
1. Autue-se a presente Portaria.
 
2. Afixe-se esta portaria no local de costume e publique-a no Diário Oficial Eletrônico do Ministério
Público.
 
3. Oficie-se:
 
3.1. ao Gabinete do Chefe do Poder Executivo do Município de Colinas do Sul/GO, com cópia
desta Portaria, requisitando que informe, no prazo de até 10 (dez) dias úteis, o cargo ocupado pelo
representado; o nível de tal cargo; a carga horária semanal; o local de lotação e o horário em que o
expediente é cumprido pelo aludido servidor, bem como para que encaminhe, em igual prazo, o termo
de posse e efetivo exercício de Miguel Flávio Gomes Pedrosa; cópias de cada um dos contracheques
e das folhas de ponto e/ou dos controles de jornada e de frequência do servidor, desde a data da
posse até a data atual, informando, ainda, quem é o servidor público responsável pela aprovação das
folhas de ponto/frequência apresentadas por Miguel Flávio Gomes Pedrosa;
 
3.2. à Coordenação Regional de Educação de Minaçu/GO, com cópia desta Portaria, requisitando
que informe, no prazo de até 10 (dez) dias úteis, o cargo ocupado pelo representado; o nível de tal
cargo; a carga horária semanal; o local de lotação e o horário em que o expediente é cumprido pelo
aludido servidor, bem como para que encaminhe, em igual prazo, o termo de posse e efetivo exercício
de Miguel Flávio Gomes Pedrosa; cópias de cada um dos contracheques e das folhas de ponto e/ou
dos controles de jornada e de frequência do servidor, desde a data da posse até a data atual,
informando, ainda, quem é o servidor público responsável pela aprovação das folhas de
ponto/frequência apresentadas por Miguel Flávio Gomes Pedrosa.
 
4. Notifiquem-se os servidores municipais Neulair Passos de Souza Ataides e José
Raimundo Lopes de Souza, a fim de que compareçam a esta Promotoria de Justiça, em data e
horário a serem oportunamente designados, para que, na condição de testemunhas, prestem
esclarecimentos acerca dos fatos apurados neste procedimento.
 
5. Decorridos os prazos, com ou sem resposta, renove-se a conclusão.
 
Niquelândia/GO, datado e assinado digitalmente.
 
 
 
LUAN VITOR DE ALMEIDA SANTANA 
Promotor de Justiça
Documento assinado eletronicamente por Luan Vitor de Almeida Santana, em 19/01/2024, às 14:25, e consolidado
no sistema Atena em 2024-01-26 12:26:57 -0300, sendo gerado o código de verificação aab66da0-991d-013c-bd22-
0050568b49ac, conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
1ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE CIDADE OCIDENTAL
Autos Extrajudiciais n. 202300286933
Indeferimento de Instauração 2024000470257
 
DECISÃO DE ARQUIVAMENTO PARCIAL
 
Trata-se da Notícia de Fato nº 202300286933 instaurada nesta Promotoria de Justiça, a partir de
expediente remetido pelo MPT de Luziânia/GO (Ofício nº 2693.2023, NF/MPT nº
000226.2023.18.002/1), no qual o noticiante anônimo narra, em síntese, que a Câmara Municipal de
Cidade Ocidental realizou alterações ilegais nas jornadas de trabalho dos servidores daquele órgão e
aponta irregularidades acerca da nomeação e desempenho de cargos comissionados por servidores
da Câmara Municipal.
 
A notícia de fato foi instruída com os documentos colacionados ao mov. 01, a saber, Ofício nº
2693.2023 - CODIN/PTM Luziânia/PRT 18ª Região, remetendo a NF/MPT nº 000226.2023.18.002/1,
pois o MPT entendeu que não tem legitimidade para atuar em causas instauradas entre o Poder
Público e servidores, em situações que haja vínculo estatutário ou relação jurídico-administrativa.
 
Despacho de prorrogação de prazo, determinando-se a expedição de ofício ao Presidente da Câmara
Municipal de Cidade Ocidental para prestar informações (mov. 03).
 
Transcorrido in albis o prazo de resposta, reiterou-se o ofício ao Presidente da Câmara Municipal de
Cidade Ocidental (mov. 08), sobrevindo resposta ao ofício na mov. 11.
 
Vieram os autos conclusos. É o relato necessário.
 
Ab initio, há que se delimitar o objeto da apuração, haja vista que já tramitam nesta Promotoria da
Justiça outros procedimentos em que se apuram denúncias acerca de supostas
irregularidades/ilegalidades advindas da relação entre a Câmara Municipal de Cidade Ocidental
e os seus servidores.
 
Do contexto da denúncia, verifica-se que o noticiante anônimo aponta supostas imposições do
Presidente da Câmara Municipal aos servidores para que cumpram regras ditadas por ele, sob pena
de serem prejudicados. Dentre tais regras: 1) "a partir do dia 16 de maio de 2023, sem opção de
escolha, os servidores efetivos seguem uma escala de 06:00 horas ininterruptas, alguns tendo que
trabalhar das 08;00h às 14:00h" (com relação a isso, afirmou que os servidores comissionados gozam
de horários mais flexíveis e não estão obrigados ao cumprimento dessa regra, mesmo não exercendo
cargo de chefia direção ou assessoramento); 2) todos os anos os funcionários trabalham nos recessos
legislativos, que no caso são dois recessos, um no mês de julho e outro de 15 de dezembro a 15 de
fevereiro, sem direito ao recesso legislativo e correção anual de seus vencimentos.
 
Com relação ao item "1", o noticiante lista alguns servidores que tiveram suas jornadas de trabalho
alteradas e relata outras supostas irregularidades que passo a descrever:
 
 
SERVIDOR(A) CARGO DENÚNCIA OBSERVAÇÕES
 
REINALDE DA
ROCHA
TORIBIO
EFETIVO(A)
ASSISTENTE
ADMINISTRATIVO/
TELEFONISTA
GARGA
HORÁRIA
AUMENTADA
 
 
RAFAEL
LEOPOLDO
GOMES DA
SILVA
EFETIVO(A)
AGENTE DE
VIGILANCIA
GARGA
HORÁRIA
AUMENTADA
 
ANTONIO
MARCIO SILVA
DO
NASCIMENTO
COORDENADOR
ESPECIAL DE
CONTROLE
INTERNO
recebendo
vencimentode
mais de R$
4.000,00 nem
sequer se faz
presente no
local de
trabalho
(funcionário
fantasma).
Mesma denúncia
já está em
apuração:
Objeto dos autos
202300304220
Objeto dos autos
ICP02200420880
 
 
ELLEN
CRISTYAN DE
BARCELOS
 
 
AUXILIAR DE
SERVIÇOS
GERAIS
é servidora
efetiva em
desvio de
função lotada
no protocolo e
no "controle do
serviço interno
Mesma denúncia
já está em
apuração:
Objeto dos autos:
PP202200336068
NF20230030422
ICP02200420880
DENISE RAMOS
SERVIDORA
COMISSIONADA
DIRETORA
FINANCEIRA
GARGA
HORÁRIA
AUMENTADA
 
SILVANA
NUNES DA
CRUZ
EFETIVO(A)
ASSISTENTE
TELEFONISTA
GARGA
HORÁRIA
AUMENTADA
 
MOACYR
XAVIER
PEREIRA
EFETIVO(A)
ASSISTENTE
ADMINISTRATIVO
 
GARGA
HORÁRIA
AUMENTADA
 
 
 
Além de tais irregularidades, o noticiante afirma que: 3) a função de pregoeiro é privativa de
servidores efetivos ou empregados públicos do quadro permanente da Administração, porém, na
Câmara Municipal de Cidade Ocidental, sempre é indicado um comissionado para ocupar a função de
pregoeiro. Quem controla a licitação é a comissionada indicada pelos vereadores, em vez de ser
controlada pelos servidores e empregados públicos que atuam na estrutura do órgão.
 
Ademais, outras denúncias são feitas de forma genérica e sem nenhum elemento probatório, tais
como: 1) "[...] na Câmara Municipal existem vários comissionados e servidores que estão dispensados
de comparecer ao cargo e ainda estão recebendo horas extras por serviços não prestados e ainda
exercem funções comissionadas sem nem sequer executar as respectivas funções do cargo, os que
fazem parte da comissão de licitação não analisam nada, só levam vantagens pelo cargo
comissionado e ainda recebem por horas extras (sem ter prestado ao órgão público tais horas
extras) [...]; 2) [...] vários servidores vêm recebendo gratificação, horas extras e outros recebem até
diárias sem nem sequer se deslocar-se do município [...]; 3) o recursos humanos da Câmara
Municipal de Cidade Ocidental (cargo que é preenchido por uma comissionada) deveria supervisionar,
orientar e uniformizar os procedimentos de contratação de bens e de serviços da CMCO, no entanto,
esta comissionada não supervisiona.
 
Diante desse panorama, com o fito de delimitar o objeto em apuração nos presentes autos, observa-
se que alguns fatos demandam a colheita de outros elementos investigativos, enquanto outros já são
objeto de arquivamento, conforme se passa a expor.
 
 
1 - DO ARQUIVAMENTO PARCIAL
 
Como dito, algumas das denúncias feitas na presente Notícia de Fato n° 202300286933 já são objeto
de apuração em autos próprios.
 
Destaca-se que tramita nesta Promotoria de Justiça o Inquérito Civil n° 202200420880, no qual este
Órgão Ministerial já apura em minúcias as irregularidades no tocante à forma de provimento dos
cargos do quadro de pessoal da Câmara de Vereadores de Cidade Ocidental/GO.
 
Outrossim, no Procedimento Preparatório n° 202200336068, são apuradas irregularidades no
pagamento e desempenho de funções comissionadas, dentre as quais as exercidas pelos servidores
Ellen Cristyan de Barcelos e Antonio Marcio Silva do Nascimento, citados novamente na presente
denúncia.
 
Além disso, vê-se que são apresentadas inúmeras denúncias genéricas, desprovidas de qualquer
documento comprobatório, sendo inviável angariar outras provas, por se tratar de noticiante anônimo.
Tais denúncias dizem respeito a: a) supostos servidores que estariam dispensados de comparecer ao
trabalho na Câmara Municipal, mas que recebem proventos; b) servidores que fazem parte da
comissão de licitação não analisam nada; c) servidores vêm recebendo gratificação, horas extras e
outros recebem até diárias sem nem sequer se deslocar-se do município; ) a servidora lotada no
recursos humanos deveria supervisionar, orientar e uniformizar os procedimentos de contratação de
bens e de serviços da CMCO, no entanto não supervisiona.
 
A persistência de apuração de tais denúncias genéricas estaria fadada ao fracasso, sendo o
arquivamento medida de rigor, ressalvando-se a possibilidade de retomada do curso das apurações,
se novas provas sobrevierem aos autos.
 
Por fim, o denunciante também aduz suposta irregularidade praticada pelo Presidente da Câmara no
recesso legislativo, ao afirmar que os "servidores são obrigados a trabalhar no recesso legislativo, ao
passo que os servidores comissionados não estão obrigados a comparecer".
 
Com efeito, conforme se extai do Regimento Interno da Câmara de Vereadores de Cidade Ocidental,
as sessões legislativas compreenderão dois períodos: 15 de fevereiro a 30 de junho e 1° de agosto a
15 de dezembro (artigo 12 do RI). O chamado "recesso legislativo" é aplicável quanto às sessões
legislativas, o que não significa a paralisação por completo das atividades exercidas na Câmara
Municipal. Logo, não há irregularidade em impor aos servidores que cumpram as suas funções
durante o recesso legislativo, podendo ficar a critério do gestor da unidade a regulamentação de
eventual escala ou rodízio de servidores
 
 Nesse contexto, assim dispõe o artigo 6º da Resolução nº 09/2018 do Colégio de Procuradores do
Ministério Público do Estado de Goiás:
 
Art. 6º. A notícia de fato será arquivada por decisão fundamentada, quando:
I - o fato narrado não configurar lesão ou ameaça de lesão aos interesses ou direitos tutelados pelo
Ministério Público
II - o fato narrado já foi ou é objeto de investigação ou de ação judicial ou já se encontrar solucionado ;
III - a lesão ao bem jurídico tutelado for manifestamente insignificante, nos termos de jurisprudência consolidada ou
de orientação do Conselho Superior do Ministério Público;
IV - for desprovida de mínimos elementos de prova ou de informação para o início de uma apuração, e o
noticiante não atender à intimação para complementá-la;
V - for incompreensível.
 
In casu, nota-se que as situações acima mencionadas se amoldam à hipótese prevista no artigo 6º,
incisos I, II e IV, da referida Resolução.
 
Dessa forma, considerando a motivação acima delineada, INDEFIRO a representação de fls. 09
e DETERMINO o ARQUIVAMENTO da referida Notícia de Fato, nos termos do artigo 6º, inciso I, da
Resolução nº 09/2018 do CPJ/MPGO.
 
DEIXO DE DETERMINAR A CIENTIFICAÇÃO DO NOTICIANTE , por se tratar de denunciante
anônimo.
 
 
2 - DO PROSSEGUIMENTO DAS INVESTIGAÇÕES QUANTO À FIXAÇÃO DA JORNADA DE
TRABALHO DOS SERVIDORES
 
De outra banda, vê-se que algumas das irregularidades denunciadas não restaram devidamente
esclarecidas, de modo que há necessidade de continuidade das investigações.
 
Quanto às alterações nas jornadas de trabalho dos servidores, a resposta ao ofício ministerial não foi
suficiente para o necessário esclarecimento dos fatos.
 
Da análise dos autos, verifica-se que remanescem fatos pendentes de apuração, que precisam ser
esclarecidos pela Câmara Municipal, notadamente: a) se houve aumento da jornada de trabalho dos
seguintes servidores da Câmara Municipal, acima dos parâmetros legais: REINALDE DA ROCHA
TORIBIO, RAFAEL LEOPOLDO GOMES DA SILVA, DENISE RAMOS, SILVANA NUNES DA CRUZ e
MOACYR XAVIER PEREIRA. Para tanto, necessário que o noticiado apresente neste órgão
ministerial as normas que regem a jornada de trabalho desses servidores e suas respectivas folhas de
ponto, referentes ao ano de 2023, visto que supostas alterações de jornada ocorreram em maio de
2023.
 
Assim, DETERMINO a INSTAURAÇÃO DE PROCEDIMENTO PREPARATÓRIO com o objetivo de
apurar a regular fixação da jornada de trabalho dos servidores da Câmara Municipal de Cidade
Ocidental.
 
DETERMINO a confecção de Portaria com o objeto acima indicado, no bojo do qual deverá constar a
seguinte diligência inicial:
 
1 - OFICIE-SE à CÂMARA MUNICIPAL DE CIDADE OCIDENTAL a fim de que
informe se houve aumento da jornada de trabalho dos seguintes servidores da
Câmara Municipal, acima dos parâmetros legais: REINALDE DA ROCHA
TORIBIO, RAFAEL LEOPOLDO GOMES DA SILVA, DENISE RAMOS, SILVANA
NUNESDA CRUZ e MOACYR XAVIER PEREIRA. Para tanto, necessário que o
noticiado apresente neste órgão ministerial as normas que regem a jornada de
trabalho desses servidores e suas respectivas folhas de ponto, referentes ao ano
de 2023. PRAZO: 20 dias.
 
 
3 - DA INSTAURAÇÃO DE PROCEDIMENTO PREPARATÓRIO EM AUTOS APARTADOS.
 
Por fim, dentre as irregularidades suscitadas pelo noticiante, está a relacionada ao vínculo do
pregoeiro com a Câmara Municipal e a necessidade deste cargo ser ocupado por um servidor efetivo.
 
Com efeito, a Lei n° 14.133/21 (Nova Lei de Licitações), estabelece em seus artigos 7° e 8° o
seguinte:
 
Art. 7º Caberá à autoridade máxima do órgão ou da entidade, ou a quem as normas de organização administrativa
indicarem, promover gestão por competências e designar agentes públicos para o desempenho das funções
essenciais à execução desta Lei que preencham os seguintes requisitos:
I - sejam, preferencialmente, servidor efetivo ou empregado público dos quadros permanentes da
Administração Pública;
II - tenham atribuições relacionadas a licitações e contratos ou possuam formação compatível ou qualificação
atestada por certificação profissional emitida por escola de governo criada e mantida pelo poder público; e
III - não sejam cônjuge ou companheiro de licitantes ou contratados habituais da Administração nem tenham com
eles vínculo de parentesco, colateral ou por afinidade, até o terceiro grau, ou de natureza técnica, comercial,
econômica, financeira, trabalhista e civil.
§ 1º A autoridade referida no caput deste artigo deverá observar o princípio da segregação de funções, vedada a
designação do mesmo agente público para atuação simultânea em funções mais suscetíveis a riscos, de modo a
reduzir a possibilidade de ocultação de erros e de ocorrência de fraudes na respectiva contratação.
§ 2º O disposto no caput e no § 1º deste artigo, inclusive os requisitos estabelecidos, também se aplica aos órgãos
de assessoramento jurídico e de controle interno da Administração.
 
Art. 8º A licitação será conduzida por agente de contratação , pessoa designada pela autoridade competente,
entre servidores efetivos ou empregados públicos dos quadros permanentes da Administração Pública , para
tomar decisões, acompanhar o trâmite da licitação, dar impulso ao procedimento licitatório e executar quaisquer
outras atividades necessárias ao bom andamento do certame até a homologação.
§ 1º O agente de contratação será auxiliado por equipe de apoio e responderá individualmente pelos atos que
praticar, salvo quando induzido a erro pela atuação da equipe.
§ 2º Em licitação que envolva bens ou serviços especiais, desde que observados os requisitos estabelecidos no art.
7º desta Lei, o agente de contratação poderá ser substituído por comissão de contratação formada por, no mínimo,
3 (três) membros, que responderão solidariamente por todos os atos praticados pela comissão, ressalvado o
membro que expressar posição individual divergente fundamentada e registrada em ata lavrada na reunião em que
houver sido tomada a decisão.
§ 3º As regras relativas à atuação do agente de contratação e da equipe de apoio, ao funcionamento da comissão
de contratação e à atuação de fiscais e gestores de contratos de que trata esta Lei serão estabelecidas em
regulamento, e deverá ser prevista a possibilidade de eles contarem com o apoio dos órgãos de assessoramento
jurídico e de controle interno para o desempenho das funções essenciais à execução do disposto nesta Lei.
(Regulamento) Vigência
§ 4º Em licitação que envolva bens ou serviços especiais cujo objeto não seja rotineiramente contratado pela
Administração, poderá ser contratado, por prazo determinado, serviço de empresa ou de profissional especializado
para assessorar os agentes públicos responsáveis pela condução da licitação.
§ 5º Em licitação na modalidade pregão, o agente responsável pela condução do certame será designado
pregoeiro.
 
Extrai-se, portanto, que os agentes públicos designados para o desempenho das funções essenciais
da Lei n° 14.133/21 devem ser selecionados entre servidores efetivos e empregados públicos.
 
No caso em apreço, vê-se que tal questão ainda não foi integralmente elucidada, razão pela qual se
impõe a instauração de procedimento próprio para tal finalidade.
 
Assim, DETERMINO a instauração de PROCEDIMENTO PREPARATÓRIO em autos apartados,
com o objetivo de apurar o cumprimento do disposto nos artigos 7° e 8° da Lei n° 14.133/21 por
parte da Câmara Municipal de Cidade Ocidental.
 
DETERMINO a confecção de Portaria com o objeto acima indicado, no bojo do qual deverá constar a
seguinte diligência inicial:
 
1 - OFICIE-SE à CÂMARA MUNICIPAL DE CIDADE OCIDENTAL a fim de
requisitar informações sobre os servidores que atualmente exercem os cargos de
pregoeiro e agente de contratação, de que trata o artigo 8° da Lei n° 14.133/21,
com a indicação do respectivo vínculo com a administração (efetivo, comissionado
ou outro), bem como quais as providências que a Câmara Municipal adotará para
a observância do disposto na Lei n° 14.133/21, quanto aos agentes públicos
designados para o desempenho das funções essenciais da Nova Lei de
Licitações. Prazo: 20 dias.
 
PUBLIQUE-SE a presente decisão no DOMP.
 
CUMPRA-SE. 
 
Cidade Ocidental/GO, datado e assinado eletronicamente.
 
 
CAMILA SILVA DE SOUZA OTSUKA
Promotora de Justiça
Documento assinado eletronicamente por Camila Silva de Souza Otsuka, em 31/01/2024, às 18:29, e consolidado no
sistema Atena em 2024-02-01 18:26:23 -0300, sendo gerado o código de verificação 783d0e00-a376-013c-0bd3-
0050568b49ac, conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
3ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE CIDADE OCIDENTAL
Autos Extrajudiciais n. 202300296283
Integral 2024000611499
Noticiante: Geraldo Felipe de Andrade
Interessado: Geraldo Felipe de Andrade
 
 
 
ARQUIVAMENTO
 
Trata-se de Notícia de Fato a partir do atendimento d e Geraldo Felipe de Andrade, que informou que, por
intermédio de advogado, ajuizou uma ação judicial (processo n. 5168406-65.2020.8.09.0164, em trâmite na 2ª Vara
Cível da Comarca de Cidade Ocidental). Porém, em virtude de não conseguir entrar em contato com o patrono da
causa, precisava do auxílio do Ministério Público para saber o andamento do processo.
 
Apesar de a primeira advogada ter renunciado ao mandato (mov. n. 6), foi nomeada outra advogada, Dra. Rafaele
da Silva Cardoso (mov. 7), que inclusive já se manifestou nos referidos autos judiciais (evento n. 142).
 
Portanto, a questão tratada na presente notícia de fato já está sendo resolvida no âmbito judicial, sendo assunto
eminentemente patrimonial, e com a devida assistência judiciária.
 
É o relatório.
 
Como visto, não há outras providências a serem tomadas pelo Ministério Público no caso em comento, pois o
assunto já está sendo tratado judicialmente, além de se tratar de direito patrimonial individual, não abarcado pelas
atribuições desta Promotoria.
 
Assim, nos termos do art. 6º, I, da Resolução CPJ-MPGO 09/2018, promovo o ARQUIVAMENTO do presente
procedimento.
 
Notifique-se o noticiante, com as devidas orientações, no sentido de que ele deve ficar atento ao andamento do
processo e entrar em contato com a nova advogada.
 
 
 
Cidade Ocidental, datado e assinado eletronicamente.
 
Alexandre Xavier de Souza Rocha
Promotor de Justiça
Documento assinado eletronicamente por Alexandre Xavier de Souza Rocha, em 25/01/2024, às 15:36, e
consolidado no sistema Atena em 2024-02-02 14:02:31 -0300, sendo gerado o código de verificação 9f1f7c00-9dde-
013c-1d66-0050568bb0db, conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
4ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE SENADOR CANEDO
Autos Extrajudiciais n. 202400018120
Publicação Oficial 2024000638555
EDITAL DE CIENTIFICAÇÃO
NOTÍCIA DE FATON. 202400018120
Comarca: Senador Canedo
Órgão do Ministério Público: 4ª Promotoria de Justiça de Senador Canedo.
Pessoa Cientificada: Denunciante anônimo.
A pessoa identificada neste edital fica, pelo presente, cientificada da decisão abaixo, bem como do
prazo de 10 (dez) dias úteis para interposição de recurso, já acompanhado das respectivas razões, na
Secretaria do órgão ministerial acima mencionado.
Extrato da decisão: "Diante do exposto, o MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS , pela
Promotora de Justiça subscritora, ARQUIVA a presente notícia de fato, nos termos do art. 6º, inciso
III, da Resolução 9/2018 do Colégio de Procuradores de Justiça do Ministério Público do Estado de
Goiás."
Membro do Ministério Público: Tamara Cybelle Marques Oliveira do Amaral
Datado e assinado eletronicamente.
Documento assinado eletronicamente por Tamara Cybelle Marques Oliveira Do Amaral, em 01/02/2024, às 17:08, e
consolidado no sistema Atena em 2024-02-02 11:30:45 -0300, sendo gerado o código de verificação 9022dd60-a405-
013c-d5dc-0050568b765d, conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
2ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DA CIDADE DE GOIÁS
Autos Extrajudiciais n. 202400034580
Portaria 2024000671052
O MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS , pela Promotora de Justiça em substituição
subscritora, com fundamento no art. 129, inciso III, da Constituição Federal, e no art. 25, inc. IV alínea
"a", da Lei nº 8.625/93 (Lei Orgânica Nacional do Ministério Público), art. 47, I, da Lei Complementar
Estadual n. 025/98, artigo 39, inciso II, da Resolução nº 09/2018 do Colégio de Procuradores de
Justiça, Ato Conjunto PGJ-CGMP nº 01/2012, bem como:
 
CONSIDERANDO que cabe ao Ministério Público a defesa dos interesses difusos e coletivos,
além de zelar pelo efetivo respeito aos interesses sociais e individuais indisponíveis;
 
CONSIDERANDO que é dever do Ministério Público velar pelo efetivo respeito dos Poderes
Públicos e dos serviços de relevância pública, assegurados na Constituição Federal, artigo 129, III;
 
CONSIDERANDO as informações contidas na Notícia de Fato nº 202400034580, instaurada em
decorrência de situação reportada de maneira anônima a esta promotoria, em que há o relato de que
a servidora Ana Paula Beltrão de Lima, coordenadora do SAMU da Central de Regulação das
Urgências do SAMU da "Região Rio Vermelho", executa diversos plantões de enfermagem na mesma
localidade, mas que apenas presta os serviços inerentes ao seu cargo comissionado no SAMU: 
 
CONSIDERANDO que foi juntado documentos obtidos no portal da transparência da
municipalidade de Goiás, os quais retratam que a Ana Paula Beltrão de Lima exerce cargo
comissionado no Departamento de Urgência e Emergência, a partir de 04/01/2021 até os dias atuais,
e durante o referido período celebrou cerca de 04 (quatro) contratos com a Prefeitura de Goiás e
recebeu diversas diárias na condição de fornecedora de serviços, na mesma unidade em que
coordena; 
 
CONSIDERANDO que tais fatos podem caracterizar ato de improbidade administrativa que causa
enriquecimento ilícito;
 
CONSIDERANDO que a Resolução n.º 09/2018 do Colégio de Procuradores de Justiça do
Ministério Público do Estado de Goiás estabelece que o procedimento preparatório é o instrumento
próprio para obter elementos para identificação dos investigados ou delimitação do objeto; 
 
RESOLVE instaurar PROCEDIMENTO PREPARATÓRIO, que tem por objeto o fato reportado na
Notícia de Fato n.º 202400034580;
 
1) Autue-se presente Portaria e registre-se o presente Procedimento Preparatório no Atena;
 
2) Designo a Secretária Auxiliar Franciele Diniz Lisboa de Oliveira, lotada na 2ª PJ de Goiás, para
desempenhar as funções de secretaria neste procedimento;
 
3) Requisite-se, com urgência, livro de controle de todos os plantões prestados no âmbito da
Central de Regulação das Urgências do SAMU da "Região Rio Vermelho", a partir do ano de 2021,
assim como cópia do controle de horário da servidora Ana Paula Beltrão de Lima, no mesmo período;
 
Publique-se no DOMP a presente portaria.
 
 Goiás, datado e assinado eletronicamente pelo Sistema Atena.
 
Silvia Maria Apostólico Alves Reis
Promotora de Justiça
Em Substituição
 
Documento assinado eletronicamente por Silvia Maria Apostolico Alves Reis, em 26/01/2024, às 14:53, e
consolidado no sistema Atena em 2024-02-02 12:18:31 -0300, sendo gerado o código de verificação c20a85e0-9ea8-
013c-6da9-0050568b14ca, conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
2ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE CRISTALINA
Autos Extrajudiciais n. 201700532125
Publicação Oficial 2024000702806
EDITAL DE CIENTIFICAÇÃO
INQUÉRITO CIVIL N. 201700532125
Comarca: Cristalina
Órgão do Ministério Público: 2ª Promotoria de Justiça de Cristalina.
Cientificado: Cooperativa dos Prestadores de Serviços e Transportes dos Estados de Goiás, Tocantis,
Minas Gerais e Distrito Federal - COOPERLOC), CNPJ n° 10.800.986/0001-38, rendo como
representante, VIVIAN CAROLINE MOREIRA PORCIDÔNIO
 
A pessoa identificada no presente edital fica, pelo presente, cientificada da decisão abaixo e poderá
apresentar razões escritas ou documentos ao Conselho Superior do Ministério Público, até a sessão
que apreciar a promoção de arquivamento. As razões ou os documentos podem ser remetidos, ou
apresentados diretamente ao Conselho Superior do Ministério Público (Rua 23, quadra A6, lotes
15/24, 2º andar, salas 203/201-B, Jardim Goiás, Goiânia - GO).
Extrato da decisão: "(…) convencido este órgão de execução ministerial da inexistência de
fundamento, bem como de elementos mínimos para propositura de Ação Civil Pública por Ato de
Improbidade Administrativa ou de qualquer outro tipo de demanda, DETERMINO O ARQUIVAMENTO
DO INQUÉRITO CIVIL, nos termos do artigo 33, inciso I da Resolução 09/2018 do Colégio de
Procuradores de Justiça."
Membro do Ministério Público: Bernardo Monteiro Frayha
Data: 25/01/2024.
Documento assinado eletronicamente por Tatiane de Paula Marques Barboza, em 26/01/2024, às 18:52, e
consolidado no sistema Atena em 2024-02-02 17:26:12 -0300, sendo gerado o código de verificação 3a07e3c0-a437-
013c-417b-0050568bb0db, conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
2ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE PIRACANJUBA
Autos Extrajudiciais n. 202300441393
Portaria 2024000764145
 
O MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS, por intermédio de sua Promotora de Justiça
signatária, com fundamento no artigo 129, inciso III da Constituição da República, no artigo 8°, §1°, da
Lei n° 7.347/85, no artigo 26, I, da Lei n° 8.625/93, no artigo 46, VI, da Lei Complementar Estadual n°
25/98, no artigo 2°, §4°, da Resolução n° 023/2007 do Conselho Nacional do Ministério Público, e
no artigo 2°, §4°, da Resolução n° 009/2010 do Colégio dos Procuradores de Justiça do Ministério
Público do Estado de Goiás,
 
CONSIDERANDO que compete ao Ministério Público a defesa da ordem jurídica, do regime
democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis;
 
CONSIDERANDO que o artigo 37 da Constituição da República determina que a administração
Pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos
Municípios deve estrita obediência aos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade,
publicidade e eficiência;
 
CONSIDERANDO que o princípio da eficiência, incluído na Carta Magna pela Emenda 19/98,
"consubstancia a exigência de que os gestores da coisa pública não economizem esforços no
desempenho de seus encargos, de modo a otimizar o emprego dos recursos que a sociedade destina
para a satisfação das suas múltiplas necessidades; numa palavra, que pratiquem a "boa
administração", de que falam os publicistas italianos"[1];
 
CONSIDERANDO que "o sistema viário é o meio pelo qual se realiza o direitoà circulação, que é
a manifestação mais característica do direito de locomoção, direito de ir e vir e também de ficar
(estacionar, parar), assegurado na Constituição Federal"[2];
 
CONSIDERANDO que o sistema viário é considerado a estrutura principal de uma cidade, sendo
formado por vias de pedestres e veículos que ligam os setores residenciais aos equipamentos
urbanos, garantindo o deslocamento de pessoas para outros bairros vizinhos (LACAZE, 1993, p.40);
 
CONSIDERANDO que o Código de Trânsito Brasileiro (Lei nº 9.503/97), em seu art. 2º, esclarece
que "são vias terrestres urbanas e rurais as ruas, as avenidas, os logradouros, os caminhos, as
passagens, as estradas e as rodovias, que terão seu uso regulamentado pelo órgão ou entidade com
circunscrição sobre elas, de acordo com as peculiaridades locais e as circunstâncias especiais";
 
CONSIDERANDO que o Código de Posturas do Município, em seus artigos 36 e 39, incisos VII,
VIII e X, dispõe sobre o uso dos passeios públicos. Veja-se:
 
Art. 36. É proibido embaraçar ou impedir, por qualquer meio, o livre trânsito de
pedestres ou veículos nas ruas, praças, passeios, estradas e caminhos públicos,
exceto para efeito de obras autorizadas pela Prefeitura Municipal ou quando
exigências policiais o determinem.
 
Art. 39. É proibido nos passeios:
(...)
VII- Utilizar a calçada para comercialização de qualquer bem ou produto ;
VIII- Alugar, emprestar ou ceder o passeio para qualquer atividade que impeça o
livre trânsito das pessoas;
X - Instalar placas, lixeiras, postes, jardineiras, vasos ou qualquer objeto que
dificulte ou impeça o livre trânsito de pessoas.
 
Art. 41. Na infração de qualquer artigo desta seção, será imposta multa
correspondente ao valor de 20 a 150 UFIPs, no caso de reincidência, além da
multa, serão apreendidos, quando for o caso, os materiais, as mercadorias,
os objetos, os utensílios, e os veículos que ocasionaram a infração, sem
prejuízo das penas previstas no Código de Trânsito Brasileiro.
 
CONSIDERANDO que o artigo 154 do Código de Posturas também preceitua que:
 
"Art. 154. Nos imóveis localizados em vias pavimentadas é obrigatória a execução
e manutenção de passeios em toda extensão da sua testada.
1 º Os passeios serão executados de acordo com especificações técnicas
fornecidas pelo setor competente da Prefeitura Municipal, que observará,
obrigatoriamente, o uso de material antiderrapante no seu leito, sem obstáculos
de qualquer natureza, exceto os indispensáveis e de utilidade pública,
previstos oficialmente.
(...)"
 
CONSIDERANDO que foi recebida denúncia nesta Promotoria de Justiça com o seguinte teor:
"QUE no Depósito "ConstruFácil", localizado próximo a rua do Colégio Leo Lynce.
Que usa a calçada dos dois lados da rua como deposito a céu aberto. Que a
calçada paralela ao Colégio é usado como passeio de alunos, também pelo idosos
do CCMI. Que é uma rua de grande fluxo e as pessoas devem passar pela rua,
porque as calçadas esta parcialmente ocupada. Que já se depararam com
homens fazendo xixi atrás dos paletes de cerâmica."
 
CONSIDERANDO que se expediu Ofício 2023007828008 ao Diretor do Departamento de
Edificação e Postura, com o fito de solicitar a apresentação de informações sobre o caso narrado no
atendimento, bem como que seja tomada as providências cabíveis no âmbito administrativo (mov. 03).
 
CONSIDERANDO que o expediente foi entregue ao Secretário de Planejamento, o qual ficou
ciente, assinou e recebeu a contrafé que lhe foi oferecida, uma vez que à época não havia servidor
nomeado para o cargo de Diretor do Departamento de Edificação e Postura (mov. 06).
 
CONSIDERANDO que foi expedido Ofício 2023009028433 ao Senhor José Welinton, o qual foi
nomeado Diretor do Departamento de Edificação e Postura pelo Decreto nº 254/2023. Considerando
que o mencionado expediente foi enviado novamente sob o nº 2023009028433 e entregue ao
destinatário em 15 de janeiro de 2024 (mov. 18);
 
CONSIDERANDO que o prazo concedido para resposta ao Oficio 2023009028433 se escoará
em 02 de fevereiro de 2024;
 
CONSIDERANDO que as medidas cabíveis devem ser efetivadas pelo Poder Público Municipal
independente de atuação ministerial, sob pena de responsabilização concomitante cível,
administrativa e penal;
 
CONSIDERANDO que há a necessidade de obter elementos para identificação dos investigados
e/ou delimitação do objeto;
 
CONSIDERANDO que verificado que o fato requer apuração ou acompanhamento, ou vencido o
prazo da notícia de fato, o membro do Ministério Público deverá instaurar o procedimento próprio (art.
10 da Resolução n. 09/2018 do CPJ/MPGO), e que o procedimento preparatório é o procedimento
adequado para obter elementos para identificação dos investigados ou delimitação do objeto, antes de
ser iniciado o inquérito civil (art. 18 da Resolução n. 09/2018 do CPJ/MPGO);
 
CONSIDERANDO que o prazo para conclusão da presente notícia de fato se esgotará em 30 de
janeiro de 2024 e que ainda se fazem necessárias providências visando resolver as questões postas.
 
RESOLVO instaurar PROCEDIMENTO PREPARATÓRIO , visando investigar e adotar das
providências para a solução do impasse. Para o avanço da investigação, DETERMINO as seguintes
diligências:
 
1. Autue-se e registre-se no sistema Atena a presente Portaria;
 
Delimitação inicial do objeto: Buscar a prestação de serviço público efetivo pretendido pelo(a)
noticiante e analisar eventual omissão do poder público municipal na resolução das demandas
apresentadas pela comunidade.
 
Noticiante: Anônimo.
 
Investigados: a) MUNICÍPIO DE PIRACANJUBA, pessoa jurídica de direito público interno,
inscrito no CNPJ/MF nº 01.179.647/0001-95, com sede na Praça Wilson Eloy Pimenta, nº 100, Centro,
representado neste ato pelo Prefeito Municipal Claudiney Antônio Machado, brasileiro, casado,
nascido em 06.12.1969, filho de Maria Terezinha de Almeida Machado e Otávio Antônio Machado,
inscrito no RG n. 2808757 SSP-GO e CPF nº 565.767.651-34, residente na Rua Inhumas, Jardim
Goiás, Piracanjuba-GO; 
 
b) JOSE WELINTON SILVA MOREIRA, Diretor do Departamento de Edificação e Postura,
nascido em 11.02.1971, inscrito no CPF nº 77731697487, filho de José Brandão Moreira e Idelma
Maria Silva Moreira, residente na Rua Perimetral, Qd. C, Lote 05, Setor Estiva, Piracanjuba-GO;
 
c) A Apurar.
 
2. Publique-se a presente nos termos da Resolução nº 09/2018 CPJ/MPGO;
 
3. À Secretaria para instauração de NF das omissões com relação às atribuições do Fiscal de
Posturas, lançando todas as atualmente vigentes nos mesmos;
 
4. À Oficiala para elaboração de termo de constatação e, se possível, qualificação da empresa
descrita na denúncia.
 
Cumpridas as determinações, retornem os autos conclusos para deliberações.
 
Piracanjuba/GO, datado e assinado digitalmente.
 
Cristina Emília França Malta
Promotora de Justiça
 
 
 
Notas de rodapé:
 
[1] MENDES, Gilmar Ferreira. Curso de direito constitucional. Gilmar Ferreira Mendes, Inocêncio Mártires Coelho,
Paulo Gustavo Gonet Branco. 2 ed. São Paulo: Saraiva, 2008, p. 834.
[2] José Afonso da Silva. Direito Urbanístico Brasileiro, Malheiros, 5ªed., p. 183-184. 
 
Documento assinado eletronicamente por Paulo Henrique Francisco de Souza, em 01/02/2024, às 18:03, e Cristina
Emilia Franca Malta, em 31/01/2024, às 11:43, e consolidado no sistema Atena em 2024-02-01 18:06:47 -0300, sendo
gerado o código de verificação 4d31cd80-a373-013c-d415-0050568b765d, conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n.
4/2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
39ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE GOIÂNIA
Autos Extrajudiciais n. 202300509958
Integral 2024000784772
 
 
 
DECISÃO DE ARQUIVAMENTO Nº 081/2024
Procedimento Administrativo n.º 202300509958, tendo em vista Notícia de Fato apresentada por Karoline Guida
Marinho, em favor de sua filha Eduarda Guida Marinho dos Santos, registrada na Recepção Cidadã, encaminhada à
39ª Promotoria de Justiça de Defesa da Pessoa comDeficiência.
A representante solicitou intervenção ministerial, no intento da disponibilização de profissional de apoio para a
aluna Eduarda Guida Marinho dos Santos, portadora do Transtorno do Espectro Autista.
Cotejando o informado expediu-se o Ofício n.º 909/2023 à Secretaria de Estado da Educação para que
designasse profissional de apoio à educanda (mov. n.º 5).
Em resposta, a SEE enviou o OFÍCIO Nº 64321/2023/SEDUC, prestando os seguintes esclarecimentos (mov. n.º
8):
"Em atenção ao Ofício n.º 909/2023 (SEI 54152902), de 23 de novembro de 2023, da 39.ª Promotoria de Justiça da Comarca de
Goiânia/Ministério Público do Estado de Goiás, no qual solicita a disponibilização de profissional de apoio para Eduarda Guida
Marinho dos Santos, informamos que a estudante já está sendo atendida pela Profissional de Apoio Escolar, Adriana Maria
Gonçalves de Souza."
Diante do informado abordou-se a representante, via correio eletrônico, aos 15/12/2023 anexando cópia do
OFÍCIO Nº 64321/2023/SEDUC, e facultando manifestação quanto às informações apresentadas no documento, no
prazo de dez dias a contar da data de envio, sob pena de arquivamento da investigação em curso.
Entretanto, pesquisados os registros do correio eletrônico e os arquivos digitais da 39ª Promotoria de Justiça,
verificou-se que não ocorreu manifestação por parte da Srª Karoline Guida Marinho.
Assim sendo, visto que a parte quedou-se inerte, deixando transcorrer in albis o prazo para manifestar-se nos
autos, a medida que cumpre é determinar o arquivamento dos autos.
Isto posto, consoante o disposto nos artigos 43 e 45, § 2º, ambos da Resolução nº 09/2018 - CPJ, do Ministério
Público do Estado de Goiás, determino o ARQUIVAMENTO do Procedimento Administrativo nº 202300509958, por
restar prejudicada a adoção de demais providências pela 39ª Promotoria de Justiça.
Informe-se a parte.
Publique-se no DOMP para conhecimento.
Cumpra-se.
Goiânia, 30 de janeiro de 2024.
Marilda Helena dos Santos
39ª Promotoria de Justiça
Defesa da Pessoa com Deficiência
Documento assinado eletronicamente por Marilda Helena Dos Santos, em 02/02/2024, às 14:55, e consolidado no
sistema Atena em 2024-02-02 16:15:42 -0300, sendo gerado o código de verificação 2ad2b540-a422-013c-d992-
0050568b765d, conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
39ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE GOIÂNIA
Autos Extrajudiciais n. 202300521124
Integral 2024000787326
 
 
 
DECISÃO DE ARQUIVAMENTO Nº 082/2024
Procedimento Administrativo nº 202300521124, tendo em vista Notícia de Fato apresentada por Bianca, em favor
de sua mãe Marilene Cardoso dos Santos, registrada na Recepção Cidadã, encaminhada à 39ª Promotoria de
Justiça de Defesa da Pessoa com Deficiência.
Registrou-se que aos 15/11/2023, às 10:05 horas a Srª Marilene Cardoso dos Santos deu entrada no Hospital
das Clínicas para realizar uma tomografia, em razão de possível fratura no quadril, identificada através de Raio-X
realizado na UPA Chácara do Governador . Assim, após aguardar 3 (três) horas na recepção foi chamada pelo Médico
residente Dr. Guilherme da Costa Lima CRM GO 31330.
O Sr. Guilherme da Costa Lima apertou a perna da Srª Marilene Cardoso dos Santos questionando-a como
estava, após, analisou o Raio-X e notou a presença de pinos na perna, por já ter sido quebrada em outra ocasião, em
seguida alegou que a Srª Marilene Cardoso dos Santos teria de retornar ao Hospital que realizou a cirurgia anterior.
Desse modo, comunicou não haverem leitos disponíveis naquele momento, tendo a regulação errado em mandá-
la ao Hospital das Clínicas, sendo que ao ser questionado em relação a fazer a tomografia afirmou não compensar
efetuar o exame supracitado, porquanto não permaneceria no Hospital das Clínicas.
Isso posto, a representante declara que o médico tratou sua mãe com falta de profissionalismo e recusou-se a
atendê-la.
Cotejando o informado expediu-se os Ofícios n.º 914/2023 e n.º 915/2023 à Secretaria de Estado da Saúde de
Goiás e ao Superintendente do Hospital das Clínicas, respectivamente, para que prestassem esclarecimentos em
relação aos fatos narrados ocorridos com a paciente.
Em resposta, o Hospital das Clínicas encartou o Ofício - SEI nº 394/2023/SUP/HC-UFG-EBSERH, comunicando
que Marilene Cardoso dos Santos deu entrada no Pronto Socorro do Hospital das Clínicas às 23h32 do dia 14/11/2023
foi avaliada às 01h14 pela equipe médica do Serviço de Ortopedia (Equipe de Urgência Ortopédica) do Hospital das
Clínicas da UFG (coletada história médica, realizado exame físico, diagnóstico e encaminhamento pertinente ao
quadro clínico). Recebeu alta no mesmo dia com orientações sobre o quadro clínico e, como não havia vaga para
internação naquele momento no serviço de ortopedia, a paciente foi contrarreferenciada para serviço especializado da
Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia (mov. n.º 11).
Na sequência, a SES-GO enviou o OFÍCIO Nº 69036/2023/SES, prestando os seguintes esclarecimentos (mov.
n.º 13):
"Em síntese, a solicitação carece de dados pessoais e necessários para viabilizar qualquer forma de pesquisa referente a
paciente, tais como, nome da mãe, data de nascimento, CPF, Cartão do SUS, para que possamos averiguar no sistema de regulação
estadual se houve registro de alguma solicitação."
Diante do informado abordou-se a representante, via correio eletrônico, aos 12/12/2023 anexando cópias dos
Ofícios, e facultando manifestação quanto às informações apresentadas nos documentos, no prazo de dez dias a
contar da data de envio, sob pena de arquivamento da investigação em curso.
Entretanto, pesquisados os registros do correio eletrônico e os arquivos digitais da 39ª Promotoria de Justiça,
verificou-se que não ocorreu manifestação contrária por parte da Srª Bianca em relação aos esclarecimentos
apresentados pelos averiguados.
Assim sendo, visto que a parte quedou-se inerte, deixando transcorrer in albis o prazo para manifestar-se nos
autos, a medida que cumpre é determinar o arquivamento dos autos.
Isto posto, consoante o disposto nos artigos 43 e 45, § 2º, ambos da Resolução nº 09/2018 - CPJ, do Ministério
Público do Estado de Goiás, determino o ARQUIVAMENTO do Procedimento Administrativo nº 202300521124, por
restar prejudicada a adoção de demais providências pela 39ª Promotoria de Justiça.
Informe-se a parte.
Publique-se no DOMP para conhecimento.
Cumpra-se.
Goiânia, 30 de janeiro de 2024.
Marilda Helena dos Santos
39ª Promotoria de Justiça
Defesa da Pessoa com Deficiência
Documento assinado eletronicamente por Marilda Helena Dos Santos, em 02/02/2024, às 14:56, e consolidado no
sistema Atena em 2024-02-02 16:21:28 -0300, sendo gerado o código de verificação 52c62b20-a422-013c-d999-
0050568b765d, conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
8ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE GOIÂNIA
Autos Extrajudiciais n. 202200118232
Por Outros Motivos 2024000787449
DECISÃO
 
PROMOÇÃO DE ARQUIVAMENTO
 
 
Trata-se de Inquérito Civil instaurado pela Portaria nº 2023006868174 (movimento 42), a fim de
apurar situação de abandono de imóvel de uso comercial situado na Avenida Rainha dos Lagos, Qd.
33, Lt. 9, Jardim do Cerrado 3, Nesta Capital. A denúncia inicial dava conta de que o local, estava
abandonado e, por consequência, passou a ser utilizado para uso de drogas e descarte irregular de
lixo, além da existência de focos de dengue e risco de incêndio.
 
Das diligências realizadas desde o recebimento da Notícia de Fato, depois instaurado o
Procedimento Preparatório (movimento 22), subseguido do Inquérito Civil (movimento 42), tem-se
que:
 
A Agência Municipal de Meio Ambiente - AMMA (Movimento 18) fez registro fotográfico do local e
informou que não havia mato alto no imóvel em questão, concluindo que "não foi constatada
nenhuma irregularidade de competência desta Agência no momento da vistoria".Ao final, por se
tratar de imóvel edificado, a AMMA indicou que a competência para fiscalização seria da
SEPLANH;
 
A SEPLANH respondeu (movimentos 25 e 40) que foi constatada a situação de abandono do
imóvel e adotado procedimento previsto no Código de Obras e Edificações do Município de
Goiânia-GO (Lei Complementar nº 364/2023), com a intimação por edital do responsável para
regularizar a estabilidade e a higiene da edificação, sob pena de demolição compulsória, nos
termos do artigo 148, inciso VI, da LCM nº 364/2023. O proprietário do imóvel foi identificado
como José Alves de Sousa, CPF nº 095.122.171-04;
 
O oficial de promotoria no "Relatório de Constatação" (movimento 32) informou que a edificação
estava em ruínas, já não possuía telhado, madeiramento, janelas etc. conforme fotos anexadas.
Não possui vizinhos laterais. Entrevistados dois transeuntes, que não quiseram fornecer os
nomes, disseram que o local servia apenas para pessoas usarem entorpecentes e praticarem
pequenos furtos. Por fim, comunicou que havia na vizinhança dois imóveis (lotes 04 e 09) nas
mesmas condições do imóvel investigado;
 
Em sequência, no dia 18/12/2023, foi realizada Audiência Instrutória, conforme Ata de movimento
55, com o proprietário do imóvel, José Alves de Sousa, ocasião em que foi tratada sobre a
regularização do imóvel em situação de abandono e ficou estabelecido que o investigado
informaria até o dia 31/10/2023 qual providência seria tomada para regularizar a situação do
imóvel, em conjunto com os demais herdeiros. Na oportunidade, o Investigado admitiu a
condição de abandono do local, informando "que tem dois anos que o imóvel não tem ocupação,
que em 2018 furtaram as telhas e o declarante repôs e não sabe quantas vezes os relógios de
água foram roubados, que o imóvel não é cercado por muro, que hoje o imóvel só tem alvenaria
pois foi tudo furtado por terceiros". Porém, nenhuma informação foi encaminhada pelo
proprietário, conforme certidão de movimento 56;
 
Por fim, em nova resposta de 23/12/2023 (movimento 61), a SEPLANH informou através do
despacho nº 16/2024 que: "o imóvel em estado de abandono foi demolido pela SEPLANH,
respeitado o devido processo legal no SEI nº 23.28.000006090-5, conforme Relatório Fiscal
(3258729)". (Destaquei) 
 
É o relatório.
 
Pelo apurado deduz-se que o imóvel foi totalmente demolido conforme se vê pelas imagens e
Relatório Fiscal anexados pela SEPLANH (movimento 61), cessando a sua utilização nociva por
usuários de drogas e demais problemas noticiados na denúncia vestibular.
 
 Isto é, as razões que justificaram a atuação investigativa desta Promotoria de Justiça cessaram
em face da resposta estatal para a solução do problema, com a demolição da edificação lá existente
depois de confirmada em juízo administrativo a condição de abandono do local.
 
Quanto aos custos da demolição, o artigo 168, § 4°, da Lei Complementar Municipal nº 364/2023
(Código de Obras e Edificações do Município de Goiânia) dispõe que "Não ocorrendo a demolição por parte do
autuado no prazo fixado pelo órgão ou entidade, o Município a promoverá por seus meios, transferindo ao proprietário ou possuidor os custos,
com acréscimo de 20% (vinte por cento), a título de despesas administrativas". Para isso, também, basta a atuação administrativa
em continuidade da Administração municipal, prima facie, sem necessidade da intervenção ou substituição pelo
Ministério Público para tanto.
 
Prosseguindo, a Resolução do CPJ nº 09/2018 estabelece em seu artigo 33 as hipóteses de
arquivamento do Inquérito Civil, quais sejam: 1) depois de esgotadas todas as diligências possíveis, o
membro do Ministério Público se convencer da inexistência de fundamento para a propositura da ação
civil pública; 2) na hipótese de a ação civil pública não abranger todos os fatos investigados, referidos
na Portaria Inaugural; 3) quando celebrado compromisso de ajustamento de conduta; e 4) quando
celebrado acordo de não persecução civil.
 
Diante disso, percebe-se que a situação noticiada foi solucionada por atuação administrativa
fiscal da Municipalidade, mediante a provocação desta Promotoria de Justiça. Logo, na esteira das
possibilidades indicadas no artigo 33, da Resolução CPJGO nº 09/2018, o presente Inquérito Civil
merece ser arquivado porquanto exaurido o objeto deste procedimento.
 
Por todo o exposto, à míngua de justa causa para atuação na tutela de interesses ou direitos
coletivos lato sensu, e diante da inexistência de fundamento para a propositura de ação civil pública
com fundamento no artigo 33, inciso I, da Resolução CPJ nº 09/2018, determino o ARQUIVAMENTO
do presente Inquérito Civil.
 
Cientifique-se a Noticiante por qualquer meio idôneo, preferencialmente eletrônico, para que, se
quiser, interponha recurso no prazo de dez dias ao CSMP, acompanhado das razões. Se não
localizado ou anônimo, publique-se o extrato da cientificação nos termos do anexo IV da mencionada
Resolução. Da mesma forma, notifique-se o Investigado acerca do teor desta decisão de
arquivamento.
 
Certificada pela Secretaria a efetiva cientificação das pessoas acima discriminadas, determino
que os autos, juntamente com a promoção de arquivamento, sejam remetidos ao e. CSMP no prazo
de três dias para passar pelo crivo de homologação, nos termos do artigo 33, § 2º, da Resolução
CPJGO nº 9/2018.
 
Publique-se o extrato da conclusão (promoção de arquivamento) no DOMP, na forma do anexo
III da mesma Resolução. 
 
CUMPRA-SE.
 
Gabinete da 8ª Promotoria de Justiça de Goiânia.
 
Goiânia, datado e assinado eletronicamente.
 
 
 
Carlos Alexandre Marques
Promotor de Justiça
Documento assinado eletronicamente por Rogerio de Assis Italo, em 02/02/2024, às 12:22, e Carlos Alexandre
Marques, em 01/02/2024, às 17:52, e consolidado no sistema Atena em 2024-02-02 12:22:30 -0300, sendo gerado o
código de verificação cbe9bda0-a40c-013c-0db0-0050568b49ac, conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
39ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE GOIÂNIA
Autos Extrajudiciais n. 202300526635
Integral 2024000787768
 
 
 
DECISÃO DE ARQUIVAMENTO Nº 083/2024
Procedimento Administrativo nº 202300526635, tendo em vista Notícia de Fato apresentada por Arismundo João
Franco, registrada na Recepção Cidadã, encaminhada à 39ª Promotoria de Justiça de Defesa da Pessoa com
Deficiência.
Trata-se de relato feito pelo noticiante alegando que, ao tentar solicitação de renovação de carteira para trabalho
voluntário na Pastoral Carcerária, a Secretaria de Segurança Pública requereu seus documentos autenticados, porém
tais documentos já foram entregues anteriormente à referida Secretaria, que possui acesso a eles em seu sistema.
Cotejando o informado, expediu-se o Ofício n.º 919/2023 à Secretaria de Estado da Segurança Pública, para que
prestasse esclarecimentos quanto ao relatado pelo representante, bem assim para solução da situação noticiada (mov.
n.º 4).
Em resposta, o SESP encartou o OFÍCIO Nº 36985/2023/SSP, comunicando que os voluntários integrantes das
Organizações e/ou Entidades Religiosas interessados em prestar assistência religiosa aos detentos devem
inicialmente requerer o credenciamento junto ao Diretor da Unidade Prisional específica, e apresentar a documentação
exigida, porém, até então, o interessado não efetuara seu cadastro em nenhuma Unidade Prisional, em conformidade
com as diretrizes estabelecidas pelo regulamento, e que para regularizar sua situação cadastral é necessário que o
solicitante siga as orientações detalhadas no mencionado regulamento, incluindo a apresentação da documentação
pertinente (mov. n.º 7).
Diante do informado abordou-se o representante, via correio eletrônico, aos 18/12/2023 anexando cópia do
OFÍCIO Nº 36985/2023/SSP, e facultando manifestação quanto às informações apresentadas no documento, no prazo
de dez dias a contar da data de envio, sob pena de arquivamento da investigação em curso.Entretanto, pesquisados os registros do correio eletrônico e os arquivos digitais da 39ª Promotoria de Justiça,
verificou-se que não ocorreu manifestação por parte do Sr. Arismundo João Franco quanto aos esclarecimentos
fornecidos pela autoridade pública.
Assim sendo, visto que a parte quedou-se inerte, deixando transcorrer in albis o prazo para manifestar-se nos
autos, a medida que cumpre é determinar o arquivamento dos autos.
Isto posto, consoante o disposto nos artigos 43 e 45, § 2º, ambos da Resolução nº 09/2018 - CPJ, do Ministério
Público do Estado de Goiás, determino o ARQUIVAMENTO do Procedimento Administrativo nº 202300526635, por
restar prejudicada a adoção de demais providências pela 39ª Promotoria de Justiça.
Informe-se a parte.
Publique-se no DOMP para conhecimento.
Cumpra-se.
Goiânia, 30 de janeiro de 2024.
Marilda Helena dos Santos
39ª Promotoria de Justiça
Defesa da Pessoa com Deficiência
Documento assinado eletronicamente por Marilda Helena Dos Santos, em 02/02/2024, às 14:57, e consolidado no
sistema Atena em 2024-02-02 16:28:57 -0300, sendo gerado o código de verificação 7fc3b4d0-a422-013c-d9a2-
0050568b765d, conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
39ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE GOIÂNIA
Autos Extrajudiciais n. 202400036986
Indeferimento de Instauração 2024000794663
 
 
 
DECISÃO DE ARQUIVAMENTO Nº 085/2024
Notícia de Fato nº 202400036986, tendo em vista representação de lavra de Weder Ferreira Rosa, em favor de
José Júlio Rosa, registrada no Sistema de Denúncias MP Cidadão, distribuída à 39ª Promotoria de Justiça de Defesa
da Pessoa com Deficiência.
Registrou-se, in verbis:
"Meu nome é Weder Ferreira Rosa, estou com meu pai JOSE JULIO ROSA, está internado na UPA Maria Pires Perillo, situada na
região Noroeste, Setor Jardim Curitiba 2. Jose Julio Rosa está internado na unidade com uma infecção de urina muito forte, devido a
alguns problemas de saúde, ele é acamado sequelado de AVC há mais de 10 anos. necessita com urgência de uma vaga de UTI, onde
ele possa ser tratada a infecção de urina, ele tem bexiga neurogênica, os rins não estão funcionando. Os médicos já falaram até de
hemodiálise, só que nós da família não está conseguindo tratar, por que não estamos conseguindo vaga para ele tratar, precisa com
urgência de um hospital que tenha urologista e nefrologista o hospital mais indicado e o HGG e o CRES, pois os mesmo atendem
todas as necessidades devido a infecção, ele também esta com anemia e só pode tratar a anemia depois que tratar a infecção, e pode
vira uma infecção generalizada, Precisa ser em um hospital que atende as especialidades. Há um mês atrás ele ficou internado na
mesma UPA com o mesmo caso, só que saiu a vaga para ele no Hospital São Judas Tadeu, lá eles não faziam nem ultrassom. Saiu de
lá com infecção do mesmo jeito. Já foi internado várias vezes na UPA. Ele faz acompanhamento no PSF, a doutora pediu exames, foi
realizado o exame que se chama urocultura, onde vê qual antibiótico pode combater a infecção, somente 2 antibióticos combate a
essa infecção. conforme o medico falou, esse medicamento só pode usar em UTI. Meu numero de celular (62-985376852)."
Analisados os autos, não consta nenhuma documentação para adoção de providências cabíveis, bem como
Relatório/Laudos médicos ou Autorização de Internação Hospitalar para a vaga em UTI, conforme pretendida.
Ademais, tentou-se contato telefônico por meio de número disponibilizado na Notícia de Fato, porém restou-se
falho, porquanto o número consta como inexistente.
Por fim, não há nenhum outro meio de contato com o noticiante, tal como endereço físico ou eletrônico.
Isto posto, consoante o disposto nos artigos 6º, III, e 7º, ambos da Resolução nº 09/2018 - CPJ, do Ministério
Público do Estado de Goiás, indefiro a instauração de procedimento administrativo e determino o ARQUIVAMENTO da
Notícia de Fato n° 202400036986, por não haver providências a serem adotadas pela 39ª Promotoria de Justiça.
Por se tratar de notícia anônima deixo de informar a parte.
Publique-se no DOMP para conhecimento.
Cumpra-se.
 
 
Goiânia, 30 de janeiro de 2024.
Marilda Helena dos Santos
39ª Promotoria de Justiça
Defesa da Pessoa com Deficiência
Documento assinado eletronicamente por Marilda Helena Dos Santos, em 02/02/2024, às 14:58, e consolidado no
sistema Atena em 2024-02-02 16:31:53 -0300, sendo gerado o código de verificação a56e1610-a422-013c-d9a6-
0050568b765d, conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
2ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE PIRACANJUBA
Autos Extrajudiciais n. 202400000789
Indeferimento de Instauração 2024000805294
Trata-se de notícia de fato instaurada em 03 de janeiro de 2024, em razão de denúncia apócrifa
recebida nesta Promotoria de Justiça, dando conta de que (mov. 01):
 
"Alguns funcionários não retornaram ao serviço após a virada de ano, mas isso
ocorre bastante dentro da Câmara Municipal de Piracanjuba, foi citada a data de
02/01/2024 pois é a mais recente, mais por diversas e diversas vezes funcionários
efetivos e comissionados deixam de comparecer ao serviço, é só pegar o registro
de ponto por exemplo (alguns batem e o ponto e vão embora)."
 
Com efeito, em movimento nº 07 expediu-se Ofício 2024000097850 ao Presidente da Câmara de
Vereadores de Piracanjuba para solicitar apresentação de informações sobre os fatos narrados.
 
Em resposta, o Senhor Bruno Vicente da Silva, informou que "a denúncia é totalmente falaciosa,
vez que o mês de janeiro, por se tratar de recesso parlamentar, onde não ocorrem sessões ordinárias,
vários servidores gozam de férias. Dessa forma, se algum servidor não trabalhou ou não está
trabalhando é por motivo de gozo de férias".
 
Em complemento a isso, o Presidente da Casa Legislativa apresentou a lista de servidores que já
gozaram ou já estão com férias programadas para o mês de janeiro. Ademais, finalizou a resposta de
ofício mencionando que:
 
"Portanto, verifica-se que vários servidores, por motivo de gozo de férias, poderão
estar ausentes alguns dias ou todo o mês de janeiro, tendo em vista que as férias
podem ser parceladas em períodos não inferior a 10 dias, de acordo com o
Estatuto dos Servidores do Poder Legislativo. Desse modo, reitero que a denúncia
não procede, posto que além dos servidores que estão ausentes por motivo
de férias, outros afastamentos podem ocorrer por motivo de doença, entre
outros, todos devidamente justificados e previstos na legislação do Poder
Legislativo." (Grifou-se)
 
É o relatório.
 
Denota-se dos autos que foram prestados esclarecimentos pela Câmara Municipal de
Vereadores, a qual forneceu lista de servidores que gozaram de férias no mês de janeiro de 2024,
bem como arguiu que alguns afastamentos de funcionários ocorrem por motivos de saúde.
 
Nesse sentido, verifica-se que houve averiguação dos fatos pelo Presidente da Câmara, de modo
que a subjetividade das informações contidas na denúncia inaugural e a agravante de se tratar de
declaração anônima são fatores que comprometem a confirmação do saneamento de todas as
irregularidades, prevalecendo, assim, a presunção de veracidade dos fatos noticiados pela edilidade.
 
Outrossim, necessário se faz tecer algumas considerações sobre a denúncia feita de forma
anônima.
 
Sobre a iniciação da investigação criminal, mediante provocação do Ministério Público por
denúncia anônima, o Supremo Tribunal Federal no Habeas Corpus HC 100042-MC/RO, já decidiu que
"as autoridades públicas não podem iniciar qualquer medida de persecução (penal ou disciplinar),
apoiando-se, unicamente, para tal fim, em peças apócrifas ou em escritos anônimos. É por essa razão
que o escrito anônimo não autoriza, desde que isoladamente considerado, a imediata instauração de
persecutio criminis".
 
Segundo o Relator do HC 100042, Ministro Celso de Mello, "nada impede, contudo,que o Poder
Público, provocado por delação anônima ("disque-denúncia", p. ex.), adote medidas informais
destinadas a apurar, previamente, em averiguação sumária, "com prudência e discrição", a possível
ocorrência de eventual situação de ilicitude penal, desde que o faça com o objetivo de conferir a
verossimilhança dos fatos nela denunciados, em ordem a promover, então, em caso positivo, a formal
instauração da persecutio criminis, mantendo-se, assim, completa desvinculação desse procedimento
estatal em relação às peças apócrifas".
 
Conforme entendimento do STF proferido no HC supracitado, o Poder Público, diante de uma
denúncia anônima, deve proceder com a máxima cautela, não podendo instaurar de imediato
procedimento investigatório. Portanto, não obstante a titularidade para a instauração do inquérito civil
público ter sido outorgada, privativamente, ao Órgão do Ministério Público, o seu exercício se
submete a observância de mínimas condições legais que autorizam o seu pleno manejo, sob pena de
ocorrerem abusos ou excessos de poder caso não sejam cumpridas.
 
Assim, a denúncia anônima, de plano, não vislumbra elementos capazes de suscitar a
intervenção do Ministério Público.
 
Portanto, considerando que não restou confirmada a denúncia, e ante a ausência de outras
providências a serem adotadas, nada mais resta senão, nos termos do art. 6º, III (for desprovida de
elementos de prova ou de informação mínimos para o início de uma apuração), da Resolução n.º
09/2018 do Colégio de Procuradores de Justiça do Ministério Público do Estado de Goiás, determinar
o arquivamento da presente Notícia de Fato.
 
Tendo em vista que se trata de representação apócrifa, publique-se o presente indeferimento no
Diário Oficial do Ministério Público - DOMP, para cientificação dos interessados.
 
Após a publicação, aguarde-se o prazo de 10 (dez) dias, para eventual interposição de recurso,
nos termos do artigo 7º[1], da Resolução nº 09/2018, do Colégio de Procuradores de Justiça do
Estado de Goiás.
 
Em seguida, caso não haja recurso de nenhuma das partes, arquivem-se os autos na origem,
conforme previsão do artigo 9º[2], da Resolução nº 09/2018, do Colégio de Procuradores de Justiça do
Estado de Goiás.
 
Piracanjuba-GO, datado e assinado eletronicamente pelo Sistema Atena.
 
 
Cristina Emília França Malta
Promotora de Justiça 
 
 
 
Notas de rodapé:
 
[1] Art. 7º No caso de arquivamento, o noticiante será cientificado da decisão, da qual caberá recurso
ao Conselho Superior do Ministério Público, no prazo de 10 (dez) dias, já acompanhado das
respectivas razões. § 1º A cientificação será realizada, preferencialmente, por meio eletrônico,
podendo também ser efetivada por carta com aviso de recebimento, notificação pessoal ou, na
hipótese de não localização, por publicação no Diário Oficial do Ministério Público - DOMP.
[2] Art. 9º Após expirado o prazo a que se refere o artigo 7º, sem manifestação do noticiante, os autos
serão arquivados administrativamente na própria origem, com registro no sistema eletrônico ATENA,
sem a necessidade de remessa ao Conselho Superior do Ministério Público.
Documento assinado eletronicamente por Paulo Henrique Francisco de Souza, em 02/02/2024, às 14:15, e Cristina
Emilia Franca Malta, em 31/01/2024, às 11:43, e consolidado no sistema Atena em 2024-02-02 14:15:39 -0300, sendo
gerado o código de verificação 9b7a5710-a41c-013c-3f70-0050568bb0db, conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n.
4/2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
2ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE SENADOR CANEDO
Autos Extrajudiciais n. 202400038574
Indeferimento de Instauração 2024000816825
 
Trata-se de Notícia de Fato instaurada nesta Promotoria de Justiça, da lavra do Sr. Zelbino Pacheco Amaral
Filho, solicitando a desafetação de rua para facilitar o acesso ao Posto de Saúde, Posto Policial e Igreja de São Pedro. 
 
É o necessário.
 
Primeiramente, importante tecer alguns comentários sobre as atribuições do Ministério Público:
A Constituição Federal, em seu artigo 129, fixa a atuação do Ministério Público, in verbis:
 
Art. 129. São funções institucionais do Ministério Público: (…)
III - promover o inquérito civil e a ação civil pública, para a proteção do patrimônio público e social, do meio
ambiente e de outros interesses difusos e coletivos;" (grifo nosso).
 
A Lei Orgânica Nacional do Ministério Público (Lei 8.625/93), em seu artigo 25, inciso IV, alínea "a", assim
preceitua:
 
Art. 25. Além das funções previstas nas Constituições Federal e Estadual, na Lei Orgânica e em outras leis,
incumbe, ainda, ao Ministério Público: IV - promover o inquérito civil e a ação civil pública, na forma da lei: a) para a
proteção, prevenção e reparação dos danos causados ao meio ambiente, ao consumidor, aos bens e direitos de valor
artístico, estético, histórico, turístico e paisagístico, e a outros interesses difusos, coletivos e individuais
indisponíveis e homogêneos. (grifo nosso)
 
O Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90) em seu artigo 81, parágrafo único, I e II, trouxe um conceito
legal, ao estabelecer que:
 
Art. 81. A defesa dos interesses e direitos dos consumidores e das vítimas poderá ser exercida em juízo
individualmente, ou a título coletivo. Parágrafo único. A defesa coletiva será exercida quando se tratar de: I - interesses
ou direitos difusos, assim entendidos para efeitos deste Código, os transindividuais, de natureza indivisível, de que
sejam titulares pessoas indeterminadas e ligadas por circunstâncias de fato; II - interesses ou direitos coletivos, assim
entendidos, para efeitos deste Código, os transindividuais, de natureza indivisível, de que seja titular grupo, categoria
ou classe de pessoas ligadas entre si ou com a parte contrária por uma relação jurídica de base; III - interesses ou
direitos individuais homogêneos, assim entendidos os decorrentes de origem comum.
 
Como bem ensina Celso Antônio Pacheco Fiorillo, autor da obra Curso de Direito Ambiental Brasileiro (Saraiva.
2019), "o legislador, ao mencionar que os interesses ou direitos coletivos são transindividuais, pretendeu destacar que
eles, assim como os difusos, transcendem o indivíduo, ultrapassando o limite da esfera de direitos e obrigações de
cunho individual".
Ainda na concepção do autor supramencionado, a indivisibilidade, característica do direito difuso e coletivo, "está
restrita à categoria, ao grupo ou à classe titular do direito, de forma que a satisfação de um só implica a de todos, e a
lesão de apenas um constitui lesão de todos".
Por fim, conceitua o ilustre autor que "o direito difuso é aquele que se encontra difundido pela coletividade,
pertencendo a todos e a ninguém ao mesmo tempo. Os coletivos, por sua vez, possuem como traço característico a
determinabilidade dos seus titulares".
Ademais isso, cumpre ao órgão do Ministério Público deliberar acerca da existência das condições mínimas a
autorizar a instauração de investigação, ou ainda, a promover as ações judiciais cabíveis.
A Resolução nº 09/2018, do Colégio de Procuradores de Justiça do Ministério Público do Estado de Goiás, reza
em seu artigo 6º, III, in verbis:
 
Art. 6º.A notícia de fato será arquivada por decisão fundamentada, quando:
(...)
III - for desprovida de elementos de prova ou de informação mínimos para o início de uma apuração, e o
noticiante não atender à intimação para complementá-la. (Grifei).
 
Por fim, frisa-se que o Ministério Público não é substituto da Administração nas suas obrigações de execução de
políticas públicas, serviços, implantações de obras e empreendimentos, justificando-se a ação ministerial diante da
comprovada omissão ou irregularidade no exercício desta atividade quando alcança dimensão e amplitude aptos a
caracterizar lesão a interesse difuso ou coletivo, o que não restou caracterizado na presente notícia de fato.
Referido posicionamento faz-se necessário, não só para que o Ministério Público exerçasuas atribuições de
forma racional no que realmente caracterize lesão a interesse difuso ou coletivo; como também, a fim de que os órgãos
administrativos não se desincumbam de suas obrigações, transferindo, sempre, ao Ministério Público o ônus da má
gestão e da ineficiência da máquina administrativa, o que só a fomentará.
Deve ficar evidente que não se despreza ou se declara a inexistência do direito da pessoa noticiante,
podendo a pessoa interessada exercer sua defesa por si próprio, perante as autoridades administrativas e/ou
judiciais, tendo em vista a possibilidade de caracterização de lesão a direito individual.
Ante o exposto, não se vislumbra a viabilidade de se instaurar Inquérito Civil de que trata o artigo 8º, § 1º, da Lei
nº 7.347/1985 para a apuração dos fatos aventados, devendo os autos ser arquivados, conforme artigo 6°, inciso II, da
Resolução n.º 9/2018, do Conselho Nacional do Ministério Público.
Determino, em atendimento ao artigo 28, §2º, II e art. 7º, §1º da Resolução nº 9/2018 do Colégio de Procuradores
de Justiça, a publicação do presente indeferimento no Diário Oficial do Ministério Público, em respeito ao princípio da
publicidade.
Cientifique-se a interessada, em cumprimento ao disposto no art. 7°, caput, da Resolução n° 09/2018 - CPJ.
 
Publique-se e arquivem-se os autos nesta Promotoria de Justiça.
 
 
Senador Canedo, datado e assinado eletronicamente.
Marta Moriya Loyola
Promotora de Justiça
Documento assinado eletronicamente por Marta Moriya Loyola, em 31/01/2024, às 13:05, e consolidado no sistema
Atena em 2024-02-02 14:22:48 -0300, sendo gerado o código de verificação 6c4b89e0-a41d-013c-3f7c-0050568bb0db,
conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
39ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE GOIÂNIA
Autos Extrajudiciais n. 202200138297
Integral 2024000818658
 
 
 
DECISÃO DE ARQUIVAMENTO Nº 086/2024
Procedimento Administrativo n° 202200138297, tendo em vista Notícia de Fato apresentada por Welder Divino
Carrijo, registrada pela Recepção Cidadã, encaminhada à 39ª Promotoria de Justiça.
Conforme consta, o representante, portador de monoplegia dos membros superiores, concorreu a vaga no
concurso do Ministério Público do Estado de Goiás, para o cargo de Secretário Assistente, no qual a banca
examinadora foi a Fundação Getúlio Vargas - FGV.
Alega, ainda, que no dia 12/04/2022 foi publicada pela banca a relação da demanda de candidatos por vaga, mas
as informações de candidatos com deficiência não constava na publicação, e quando questionada, comunicou que
essa não estava prevista no edital do certame.
Assim, após instauração de investigação, expediu-se os Ofícios n.º 177/2022, nº 210/2023 e n.º 578/2023 ao
Presidente da Fundação Getúlio Vargas.
Entretanto, nenhuma das solicitações feitas por esta 39ª Promotoria de Justiça foi atendida.
Na sequência, visto que ainda não haviam esclarecimentos suficientes para instrução dos autos, bem assim
existia considerável lapso temporal desde a narração inicial, relatada na Portaria nº 071/2022, enviou-se o Ofício nº
744/2023 ao noticiante para que esclarecesse, objetivamente, o objeto de sua denúncia (mov. n.º 18).
Entretanto, pesquisados os registros do correio eletrônico, arquivos digitais e físicos da 39ª Promotoria de
Justiça, verificou-se que não ocorreu manifestação por parte do Sr Welder Divino Carrijo.
Assim sendo, visto que a parte quedou-se inerte, deixando transcorrer in albis o prazo para manifestar-se nos
autos, a medida que cumpre é determinar o arquivamento dos autos.
Isto posto, consoante o disposto nos artigos 43 e 45, § 2º, ambos da Resolução nº 09/2018 - CPJ, do Ministério
Público do Estado de Goiás, determino o ARQUIVAMENTO do Procedimento Administrativo nº 202200138297, por
restar prejudicada a adoção de demais providências pela 39ª Promotoria de Justiça.
Informe-se a parte.
Publique-se no DOMP para conhecimento.
Cumpra-se.
Goiânia, 31 de janeiro de 2024.
Marilda Helena dos Santos
39ª Promotoria de Justiça
Defesa da Pessoa com Deficiência
Documento assinado eletronicamente por Marilda Helena Dos Santos, em 02/02/2024, às 15:03, e consolidado no
sistema Atena em 2024-02-02 17:10:24 -0300, sendo gerado o código de verificação 50cfeb30-a423-013c-d9c6-
0050568b765d, conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
2ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE PIRACANJUBA
Autos Extrajudiciais n. 202300577463
Indeferimento de Instauração 2024000819200
Trata-se de notícia de fato instaurada 20 de dezembro de 2023, em razão de denúncia apócrifa recebida nesta
Promotoria de Justiça dando conta de que (mov. 01):
 
"Alterações suspeitas no Concurso Público da Prefeitura de Piracanjuba, a qual está sendo organizada pela Fundação
Aroeira. A Convocação preliminar aos candidatos aos cargos de nível de escolaridade Superior, os quais deveria ter sido
publicados no dia 15/12/2023 conforme cronograma, foram publicados somente no dia 16/12/2023, tendo como período de
recurso essa convocação preliminar os dias 17 e 18/12/2023, e publicaram após esse período, uma nova convocação
preliminar retificada no dia 19/12/2023, a qual ainda não é a convocação final para a prova de títulos e que pelos prazos
não pode ser protocolado recursos. O que torna estranho e tanto quanto suspeito a atitude de publicar uma convocação
preliminar retificada, a qual não se pode interpor recursos e houve alterações de posições e nomes. Sendo agora somente
a divulgação final da convocação para a prova de títulos no dia 22/12/2023. O mesmo ocorrendo com o gabarito preliminar
publicado em 04/12/2023, o qual após o período de interposição de recursos, foi publicado um gabarito final, o qual
também foi RETIFICADO novamente no dia 18/12/2023. Portanto, ambas situações tiveram resultados retificados os quais
não foram possíveis realizar a interposição de recursos. Como muda gabarito, classificações, e não abrem recursos? A
comissão da prefeitura não apresentou nenhum posicionamento sobre o assunto. E tais coisas estão acontecendo
somente com as classificações de Ensino Superior, o mesmo não está ocorrendo com as classificações e gabaritos do
Ensino Médio. Mudanças de gabarito sem dar prazo recurso está prejudicando muito, podendo favorecer pessoas ligadas
ao concurso na prefeitura".
 
Com efeito, em movimento nº 09 expediu-se Ofício 2024000201381 à Presidente da Comissão Organizadora do
Concurso Público para solicitar apresentação de informações sobre os fatos narrados pelo noticiante.
 
Em resposta, a Procuradora Geral do Município, Dra. Nayara Gregório Costa Campos, esclareceu que:
 
- O Município de Piracanjuba contratou banca especializada para a realização do concurso público, referente a
Fundação Aroeira, instituída pela Sociedade Goiânia de Cultura - SGC para a sociedade os produtos e serviços
advenientes das atividades da SCG através do Instituto Dom Fernando - IDF, Instituto de Pesquisas e Estudos
Históricos do Brasil Central - IPEHBC, Instituto Trópico Subúmido - ITS, Instituto Goiano de Pré-História e Antropologia
IGPA e PUC Goiás;
 
- não é verdadeiro que após a retificação do gabarito final das provas aplicadas em 03.12.2023, não tenha sido
aberto o prazo para interposição de recursos;
 
- todos os procedimentos foram realizados conforme previsto no Edital n. 01/2023 e suas alterações, garantido a
lisura e transparência do certame, bem como a isonomia dos candidatos;
 
Juntou documentos com o fim de comprovar o alegado, bem como descreveu as etapas do concurso e prazos
recursais.
 
É o relatório.
 
Denota-se dos autos que foram prestados esclarecimentos pela Procuradoria Geral do Município, a qual
apresentou o cronograma do concurso, com datas previstas no Edital n. 01/2023 e suas alterações, inclusive com
prazos recursais.
 
Nesse sentido, diante das informações apresentadas pela municipalidade a subjetividadedas informações
contidas na denúncia inaugural e a agravante de se tratar de declaração anônima são fatores que comprometem a
confirmação do alegado, prevalecendo, assim, a presunção de veracidade dos fatos noticiados pela Procuradoria.
 
Portanto, o fato de ser denúncia anônima impede a réplica quanto ao alegado, prevalecendo a presunção de
veracidade dos atos administrativos. Sobre o tema:
 
PROCESSUAL CIVIL. ADMINISTRATIVO. RENOVAÇÃO DO CEBAS. MANDADO DE SEGURANÇA. ATO
ADMINISTRATIVO. FÉ PÚBLICA. PRESUNÇÃO DE LEGALIDADE, LEGITIMIDADE E VERACIDADE. LIMINAR.
FUMUS BONI IURIS E PERICULUM IN MORA. AUSÊNCIA. INDEFERIMENTO. I - Na origem, trata-se de mandado de
segurança impetrado por Fundação Felice Rosso contra o Ministro da Saúde objetivando a anulação da decisão proferida
no Processo Administrativo n. 25000.093787/2018-11, na qual foi indeferida a concessão/renovação do Certificado de
Entidade Beneficente de Assistência Social Cebas. Nesta Corte, indeferiu-se a liminar. II - A jurisprudência do Superior
Tribunal de Justiça é firme no sentido de que a concessão de liminar, em via mandamental, exige a necessária presença
dos costumeiros requisitos centrais à tutela de urgência, quais sejam, o fumus boni iuris e o periculum in mora, os quais,
nessa seara preambular, não estão evidenciados. III - O ato administrativo tem fé pública e goza de presunção de
legalidade, legitimidade e veracidade. Somente em situações excepcionais, desde que haja prova robusta e cabal,
pode-se autorizar o afastamento da justificativa do interesse público à sua desconstituição, o que não se verifica
de pronto no caso concreto. IV - A impetrante não traz qualquer alegação sobre possível afronta a princípios
administrativos na condução do procedimento, mas limita-se a deduzir acerca do próprio mérito, relativamente à questão
que, inclusive, demandaria dilação probatória, acerca da comprovação da porcentagem de prestação de serviços ao SUS.
V - Agravo interno improvido. (STJ - AgInt no MS: 27762 DF 2021/0161653-1, Relator: Ministro FRANCISCO FALCÃO,
Data de Julgamento: 28/09/2021, S1 - PRIMEIRA SEÇÃO, Data de Publicação: DJe 01/10/2021)
 
RECURSO ORDINÁRIO EM MANDADO DE SEGURANÇA. ADMINISTRATIVO. CONCURSO PÚBLICO . AGENTE DE
SEGURANÇA PENITENCIÁRIO. TESTE DE APTIDÃO FÍSICA. BARRA FIXA. INADEQUAÇÃO DO EQUIPAMENTO EM
QUE FORAM EXECUTADOS OS TESTES. DILAÇÃO PROBATÓRIA. INADEQUAÇÃO DA VIA ELEITA. 1. O pedido de
dilação probatória, como o requerido na peça vestibular, é incompatível com a via mandamental. Precedentes. 2. O leito do
mandado de segurança, por incompatível que é com a dilação probatória, reclama prévia e inequívoca prova, mediante
documentos idôneos, das alegações assestadas na exordial da ação, de onde não merecer prosperar a estratégia de
colocar em dúvidas, à míngua de provas convincentes, a correção do certame ao qual se submeteu o candidato. 3.
Ademais, gozam os atos administrativos de presunção de veracidade, cabendo a quem os contesta o dever de
apresentar prova inequívoca da ilicitude alegada, tarefa da qual, neste caso, não se desincumbiu o impetrante. 4.
Recurso ordinário a que se nega provimento. (STJ - RMS: 46006 MG 2014/0171304-9, Relator: Ministro SÉRGIO KUKINA,
Data de Julgamento: 08/05/2018, T1 - PRIMEIRA TURMA, Data de Publicação: DJe 15/05/2018)
 
Outrossim, necessário se faz tecer algumas considerações sobre a denúncia feita de forma anônima.
 
Sobre a iniciação da investigação criminal, mediante provocação do Ministério Público por denúncia anônima, o
Supremo Tribunal Federal no Habeas Corpus HC 100042-MC/RO, já decidiu que "as autoridades públicas não podem
iniciar qualquer medida de persecução (penal ou disciplinar), apoiando-se, unicamente, para tal fim, em peças
apócrifas ou em escritos anônimos. É por essa razão que o escrito anônimo não autoriza, desde que isoladamente
considerado, a imediata instauração de persecutio criminis".
 
Segundo o Relator do HC 100042, Ministro Celso de Mello, "nada impede, contudo, que o Poder Público,
provocado por delação anônima ("disque-denúncia", p. ex.), adote medidas informais destinadas a apurar,
previamente, em averiguação sumária, "com prudência e discrição", a possível ocorrência de eventual situação de
ilicitude penal, desde que o faça com o objetivo de conferir a verossimilhança dos fatos nela denunciados, em ordem a
promover, então, em caso positivo, a formal instauração da persecutio criminis, mantendo-se, assim, completa
desvinculação desse procedimento estatal em relação às peças apócrifas".
 
Conforme entendimento do STF proferido no HC supracitado, o Poder Público, diante de uma denúncia anônima,
deve proceder com a máxima cautela, não podendo instaurar de imediato procedimento investigatório. Portanto, não
obstante a titularidade para a instauração do inquérito civil público ter sido outorgada, privativamente, ao Órgão do
Ministério Público, o seu exercício se submete a observância de mínimas condições legais que autorizam o seu pleno
manejo, sob pena de ocorrerem abusos ou excessos de poder caso não sejam cumpridas.
 
Assim, a denúncia anônima, de plano, não vislumbra elementos capazes de suscitar a intervenção do Ministério
Público.
 
Portanto, considerando que não restou confirmada a denúncia, e ante a ausência de outras providências a serem
adotadas, nada mais resta senão, nos termos do art. 6º, III (for desprovida de elementos de prova ou de informação
mínimos para o início de uma apuração), da Resolução n.º 09/2018 do Colégio de Procuradores de Justiça do
Ministério Público do Estado de Goiás, determinar o arquivamento da presente Notícia de Fato.
 
Tendo em vista que se trata de representação apócrifa, publique-se o presente indeferimento no Diário Oficial do
Ministério Público - DOMP, para cientificação dos interessados.
 
Após a publicação, aguarde-se o prazo de 10 (dez) dias, para eventual interposição de recurso, nos termos do
artigo 7º1, da Resolução nº 09/2018, do Colégio de Procuradores de Justiça do Estado de Goiás.
 
Em seguida, caso não haja recurso de nenhuma das partes, arquivem-se os autos na origem, conforme previsão
do artigo 9º2, da Resolução nº 09/2018, do Colégio de Procuradores de Justiça do Estado de Goiás.
 
Piracanjuba-GO, datado e assinado digitalmente.
 
 
 
Cristina Emília França Malta
Promotora de Justiça
 
1Art. 7º No caso de arquivamento, o noticiante será cientificado da decisão, da qual caberá recurso ao Conselho Superior do Ministério Público, no prazo de 10 (dez) dias, já
acompanhado das respectivas razões. § 1º A cientificação será realizada, preferencialmente, por meio eletrônico, podendo também ser efetivada por carta com aviso de
recebimento, notificação pessoal ou, na hipótese de não localização, por publicação no Diário Oficial do Ministério Público - DOMP.
2Art. 9º Após expirado o prazo a que se refere o artigo 7º, sem manifestação do noticiante, os autos serão arquivados administrativamente na própria origem, com registro no
sistema eletrônico ATENA, sem a necessidade de remessa ao Conselho Superior do Ministério Público.
Documento assinado eletronicamente por Cristina Emilia Franca Malta, em 31/01/2024, às 16:52, e consolidado no
sistema Atena em 2024-02-02 14:08:24 -0300, sendo gerado o código de verificação 428bfc00-a2a0-013c-3519-
0050568bb0db, conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE CACHOEIRA ALTA
Autos Extrajudiciais n. 202300535854
Integral 2024000819777
DECISÃO DE ARQUIVAMENTO
 
Trata-se de denúncia apócrifa encaminhada pelo sistema de denúncias do MPGO narrando
possível violação da regra de concurso público (art. 37, inc. II, da Constituição Federal) pelo Município
de Cachoeira Alta.
O noticiante afirmou que o ente municipal realizou um concurso em 2019, no entanto, depois
disso, realiza sucessivos processos seletivos para contratação de pessoal. Assinalou que a
justificativapara o último processo seletivo simplificado (PSS), prevista no edital, foi a de que os
cargos seriam remunerados por verba federal, a qual possui caráter temporário e sem garantia de
continuidade desses repasses. Argumenta que o processo seletivo tem por objetivo preencher vagas
referentes a cargos de provimento efetivo (assistente social, psicólogo, monitor, entre outros). Aponta
que a forma de seleção também é questionável porque 50% da nota se baseia em entrevista, o que
teria elevada carga subjetiva e o cronograma tem prazos curtos (especificou a exiguidade dos prazos
para inscrições, impugnação), bem como que o local para as inscrições seria apenas presencialmente
no município. Afirmou que os integrantes da comissão especial responsável pelo PSS eram todos
ocupantes de cargo comissionado e nomeados na atual gestão. Argumentou que, em virtude de todos
os motivos delineados, a intenção seria contratar pessoas vinculadas à atuação administração local,
visando pleito eleitoral de 2024. Citou que a maioria dos aprovados estavam ligados, direta ou
indiretamente, à campanha do Prefeito, como Luciano Santos de Sousa, aprovado para motorista,
Cinthia Rodrigues Fleury, aprovada para Visitadora do Programa Criança Feliz, e Lusanira Maria do
Nascimento Cabral, esposa do Dr. Juarez Rosa Cabral. Além disso, o servidor João Vitor, filho do Dr.
Juarez, estaria ocupando cargo comissionado e, ao mesmo tempo, prestando serviços para empresa
de contabilidade contratada do município (mov. 1).
É o relatório.
A ausência de realização de concurso público e a admissão de contratados por processo seletivo,
desacompanhada de outros elementos, não é suficiente para ensejar a obrigatoriedade de realização
de concurso público ou invalidade do processo seletivo. Isso porque embora a admissão de pessoal na
Administração Pública seja feita, em regra, por concurso público (art. 37, inc. II), a própria Constituição Federal autoriza
a contratação por outras formas, como a contratação por tempo determinado para atender a necessidade temporária
de excepcional interesse público (art. 37, inc. IX).
O Supremo Tribunal Federal, no julgamento do RE 658.026, com repercussão geral, assinalou os requisitos para
que a contratação temporária de servidores públicos seja considerada válida: "a) os casos excepcionais estejam
previstos em lei; b) o prazo de contratação seja predeterminado; c) a necessidade seja temporária; d)
o interesse público seja excepcional; e) a contratação seja indispensável, sendo vedada para os
serviços ordinários permanentes do Estado que estejam sob o espectro das contingências normais da
Administração".
Em análise do Edital do Processo Seletivo Simplificado n. 1/2023, verifica-se que foi apresentada
a seguinte justificativa para o certame:
 
O presente Processo Seletivo Simplificado se justifica pela possibilidade de
contração temporária de funções junto aos programas CRAS, CREAS, SCFV
- Criança Feliz e Serviços Social de Alta Complexidade , os quais tem
caráter temporário, não possuindo garantia de continuidade nos repasses
federais, estando em conformidade com o art. 1º, inciso I, da Resolução
Normativa 007/05 c/c Instrução Normativa 10/15 e lei Municipal n. 1023/06 e
Alterações.
 
No que se refere ao primeiro requisito, extrai-se que há previsão na Lei Municipal 1.023/2006 (em
anexo) para os casos excepcionais:
 
Art. 2º - Considera-se necessidade temporária de excepcional interesse
público aquela que comprometa a prestação contínua e eficiente dos serviços
próprios da administração pública, nos seguintes casos:
I - assistência a situações de calamidade pública;
II - combate a surtos endêmicos;
III - admissão de professor substituto e professor visitante;
IV - admissão de professor e pesquisador visitante estrangeiro;
V - admissão de profissional de saúde substituto, bem como de outros
recursos humanos na área de saúde, também em regime de substituição,
necessários ao desenvolvimento de atividades de convênios e contratos
firmados com a União, os Estados, Municípios, suas autarquias e fundações e
com organismos internacionais;
VI - censo para implementação de políticas sociais;
VII - campanhas preventivas de vacinação contra doenças;
VIII - atendimento urgente a exigências do serviço, em decorrência da falta de
pessoal concursado e para evitar o colapso nas atividades afeta aos setores
de transporte, obras públicas, educação, segurança pública, limpeza pública,
higiene e alimentação, serviços administrativos e monitor.
 
Conforme a cláusula quarta, a contratação foi prevista para durar 12 (doze) meses, o que está de
acordo com o segundo requisito delineado pelo Supremo Tribunal Federal.
No que diz respeito à necessidade temporária e ao interesse público excepcional, também
verifica-se que esses parâmetros foram atendidos. É certo que, em análise das atribuições de cada
cargo, percebe-se que tais atividades deveriam ser desempenhadas, em tese, por ocupantes de cargo
efetivo, já que são de caráter contínuo e consideradas corriqueiras na Administração Pública.
Apesar disso, verifica-se que, de fato, à época, existia necessidade de contratação de pessoal,
notadamente de psicólogo e coordenador da casa lar. Isso porque o próprio Ministério Público
solicitou esclarecimentos sobre a assiduidade das crianças e adolescentes acolhidos na Casa Lar no
psicólogo (autos 202300453501 e 202300529738). Nesse caso, verifica-se que a contratação ocorreu
para suprir demandas urgentes da assistência social do município, estando presente a
excepcionalidade e a temporariedade exigidas para tanto.
Relativamente aos fatos dos membros da comissão do processo seletivo serem compostos por
ocupantes de cargo comissionado, tal fato não conduz à nulidade do certame realizado, por ausência
de indícios de beneficiamento ou ilegalidade a ser sanada.
No que se refere aos prazos do edital, que estariam limitando a competitividade por serem
exíguos, não se vislumbra irregularidade, considerando que o processo seletivo tem por objetivo a
celeridade na contratação, mas o prazo para inscrições ficou aberto durante tempo suficiente, desde
27/10/2023 a 6/11/2023. Também não se vislumbra problema na exigência de que as inscrições
sejam efetuadas de maneira presencial, sopesando o fato de que a prestação dos serviços seria na
localidade.
O noticiante também afirmou que os critérios adotados não seriam impessoais porque 50% da
nota estaria adstrita à entrevista. Argumentou que isso ocorreria para facilitar a contratação de
pessoas vinculadas à administração local, tendo por fim o beneficiamento do prefeito nas eleições de
2024. Embora o noticiante tenha mencionado alguns nomes, deixou de especificar de que modo os
aprovados estariam vinculados à campanha do prefeito, de maneira que a alegação de
beneficiamento, por si só, é insuficiente para justificar outras diligências investigatórias nesse sentido.
Além disso, por se tratar de denúncia anônima, é inviável notificar o interessado para complementar
suas alegações.
Por fim, com relação ao filho do Dr. Juarez Rosa Cabral, João Vitor, que estaria estaria ocupando
cargo comissionado e, ao mesmo tempo, prestando serviços para empresa de contabilidade
contratada do município, verifica-se que foi admitido em 5/9/2023 (Decreto Municipal 327/2023) e
exonerado do cargo em 29/11/2023 (Decreto Municipal 427/2023). Ademais, não existem outros
indícios, além da denúncia anônima, que subsidiem os fatos narrados.
Sendo assim, promovo o arquivamento dos autos com relação, com fulcro no artigo 4º da
Resolução nº 174/2017 do Conselho Nacional do Ministério Público e artigo 6° da Resolução nº
009/2018 do Colégio de Procuradores do Ministério Público de Goiás.
Por se tratar de denúncia anônima, dê-se ciência do presente arquivamento ao interessado por
meio de publicação oficial no Diário Oficial Eletrônico do Ministério Público do Estado de Goiás -
DOMP.
Após transcurso o prazo de 10 (dez) dias, contados da cientificação da noticiante, não havendointerposição de recurso para o Conselho Superior do Ministério Público - CSMP, arquivem-se os
autos nesta Promotoria de Justiça, dando-se baixa no sistema ATENA.
Cumpra-se. Arquive-se.
 
Cachoeira Alta/GO, datado e assinado eletronicamente .
 
ANDRÉ FILIPE LOPES AGUIAR
Promotor de Justiça
Documento assinado eletronicamente por Andre Filipe Lopes Aguiar, em 01/02/2024, às 17:08, e consolidado no
sistema Atena em 2024-02-02 12:56:39 -0300, sendo gerado o código de verificação 8c6b8360-a411-013c-3ed8-
0050568bb0db, conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
4ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE CIDADE OCIDENTAL
Autos Extrajudiciais n. 201200159268
Por Outros Motivos 2024000821440
 
 
PROMOÇÃO DE ARQUIVAMENTO
 
 
Trata-se de Inquérito Civil Público instaurado, há mais de 10 anos, com o objetivo de identificar a
existência de relevância histórica e cultural do bem imóvel denominado "Primeira Usina
Hidrelétrica do Distrito Federal" localizada nesta Cidade, às margens do Ribeirão Saia Velha,
construída no ano de 1957, nas terras da "Centrais Elétricas de Goiás S/A" para fornecer energia
elétrica para a construção da Nova Capital do Brasil.
 
Relato detalhado dos autos constante do evento 124. Diversas diligências foram indicadas para
dar continuidade ao prosseguimento do feito, vide páginas 07 a 16 do despacho mov. 124.
 
Após expedição de ofício à Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Urbanos, veio
resposta aos autos, mov. 175, encaminhando publicações produzidas pela SECULT/GO em outubro
de 2020, que indicavam suposto tombamento da Usina, após comprovados os valores históricos,
simbólicos e cognitivos da Usina, além de estudos técnicos. Informou, ainda, que o Decreto n.
9.723 de 07 de outubro de 2020 é o que dispõe sobre o tombamento como patrimônio Histórico
e Artístico Estadual do edifício da 1ª Usina Hidrelétrica do DF (cópia anexa). Consta do Decreto
que a Secult, no prazo de 90 dias, publicaria resolução do DOEG contendo os critérios de
preservação e conservação do bem tombado, bem como da área circunvizinha, prevendo as
intervenções nela admissíveis, mencionando, ainda, os instrumentos de ação e as normas visando
salvaguardar o bem.
 
Assim, houve êxito no intento inicial do objeto destes autos, haja vista a publicação do Decreto n.
9.723 de 07 de outubro de 2020 que dispõe sobre o tombamento como patrimônio Histórico e
Artístico Estadual do edifício da 1ª Usina Hidrelétrica do DF.
 
Ocorre que não veio aos autos informação sobre as medidas que seriam adotadas a partir de
então, relativamente à forma como dar-se-ia a preservação e conservação do bem tombado.
 
Em razão disso, determinou-se, mov. 177:
 
(i) Oficie-se à SECULT, com cópia do documento juntado ao mov. 175 (SMISU), requisitando a complementação das informações
trazidas ao conhecimento desta PJ, requisitando o envio de cópia da Resolução publicada no DOEG que contenha os critérios de
preservação e conservação do bem tombado, bem como da área circunvizinha, prevendo as intervenções nela admissíveis,
mencionando, ainda, os instrumentos de ação e as normas visando a salvaguardar o bem. Deverá informar, também, quais
medidas deverão/poderão ser promovidas pelo Sr. Gilberto, sócio administrador do Balneário Águas Correntes Saia Velha, local
onde instalada a Usina, relativamente ao bem tombado, e se já fora promovida sua cientificação sobre o ato de Tombamento e da
necessidade de preservação do bem. Prazo: 20 dias. Ofício expedido, mov. 182. Resposta juntada ao mov. 186. Informou, a
Secretaria que: A Superintendência de Patrimônio Histórico, Cultural e Artístico informa que os estudos técnicos para a
delimitação da área envoltória e para o estabelecimento dos critérios de preservação estão em fase final e, assim que estiverem
concluídos e publicados em Normativa, encaminharemos cópia à Promotoria de Cidade Ocidental para conhecimento.
 
 (ii) Notifique-se o Sr. Gilberto, sócio administrador do Balneário Águas Correntes Saia Velha dando-lhe conhecimento sobre o
Tombamento da Usina, encaminhando-se cópia do Decreto de Tombamento ao mesmo), requisitando sejam por ele adotadas as
medidas necessárias ao cumprimento dos termos do Decreto de Tombamento e da Resolução que contém os critérios de
preservação e conservação do bem tombado, bem como da área circunvizinha, comprovando nos autos seu contato junto à
SECULT e as medidas adotadas. Prazo: 30 dias; Notificação expedida, mov. 180.
 
(iii) Notifique-se a OSAFF, na pessoa de seu representante, dando-lhe conhecimento sobre o Tombamento da 1ª Usina
Hidrelétrica do DF, remetendo-lhe cópia do Decreto de Tombamento, informando-o, ainda, que outras informações e
requerimentos estão, a partir de agora, a cargo da SECULT/GO. Notificação expedida, mov. 178."
 
Novo ofício expedido à SECULT, mov. 190
 
Considerando que a SECULT não prestou as informações por último requisitadas, tampouco o
responsável pelo "Clube Águas Corrente Park" comprovou nos autos que buscou orientação junto à
SECULT para saber como proceder após o tombamento do bem, no último despacho de prorrogação
de prazo determinou-se que o ofício expedido à SECULT fosse reiterado, bem como fosse renovada
à notificação ao Sr. Gilberto (mov. 194).
 
Ofício expedido à SECULT, mov. 195. Resposta acostada no mov. 200.
 
Notificação expedida ao Sr. Gilberto, mov. 196. Resposta acostada, mov. 201.
 
Em Mov. 203, determinou-se que:
 
"Requisite-se do Cartório de Registro de Imóveis de Cidade Ocidental a certidão atualizada da matrícula do imóvel registrado sob
a matrícula 8293, Fazenda Saia Velha.
Renove-se a requisição à SECULT-Goiás constante do movimento 190, complementada com as seguintes requisições de
informações:
a) Comprovar documentalmente o registro do tombamento no livro dos Tombos, conforme determinado no
inciso I, do Art. 2º, do Decreto Estadual 9.723/20, que tombou o imóvel objeto da investigação;
 
b) Comprovar documentalmente que procedeu a averbação do Tombamento na matrícula nº 8293, perante o
Cartório de Registro de Imóveis de Cidade Ocidental, conforme determinado no parágrafo único, do art. 3º, do
mesmo Decreto.
 
Oficie-se à 3ª Promotoria de Justiça de Valparaíso de Goiás solicitando a remessa de cópias do ofício nº 126/2018 e do
despacho que o ordenou, para fins de verificar as condições do citado cancelamento do TAC firmado por esta Promotoria de
Justiça, devendo as cópias da resposta e da certidão constantes do Movimento 154 acompanharem a solicitação.
Considerando que o bem objeto da investigação já se encontra tutelado pelo Decreto 9.723/20, aguarde-se a resposta do ofício
de solicitação, para análise da situação do TAC firmado em 02/10/2009".
 
Ofício expedido ao CRI de Cidade Ocidental, mov. 204. Em resposta, o CRI encaminhou certidão
de matrícula, mov. 211.
 
 Ofício expedido à SECULT, mov. 205.
 
Ofício expedido à 3ª PJ de Valparaíso de Goiás, mov. 206. Resposta juntada, mov. 210.
 
No último despacho de prorrogação de prazo, mov. 214, verificou-se que a SECULT não havia
respondido à diligência, por isso reiterou-se o expediente.
 
Em resposta acostada ao mov. 217 , a SECULT apresentou cópia das folhas do Livro de
Tombo Histórico que comprovam a inscrição do bem "1ª Usina Hidrelétrica do Distrito Federal"
também denominada de "Usina do Ribeirão Saia Velha", contendo o número de inscrição 077.
 
Quanto à averbação do tombamento na matrícula do imóvel como patrimônio histórico e artístico
do Estado de Goiás, informou que foi solicitada a averbação junto ao Cartório de Registro de Imóveis
de Cidade Ocidental e quando recebessem o comprovante, este seria encaminhado a esta
Promotoria.
 
No movimento 220, a SECULT comunicou a averbação de tombamento da Usina do Ribeirão
Saia Velha junto à Certidão de Matrícula do Imóvel objeto do Registro nº 8293 para fins de
atendimento à legislação de preservação LEI Nº 8.915,DE 13 DE OUTUBRO DE 1980.
 
É o relatório.
 
Pois bem.
 
A partir da análise dos autos, observa-se que este Inquérito Civil foi instaurado com o objetivo de
identificar a existência de relevância do bem imóvel localizado nesta Cidade.
 
Desde a instauração, ano de 2012, buscou-se delimitar informações acerca da necessidade de
proteção do bem, e as formas de fazê-lo. Foi realizado contato com diversos órgãos para entender
sobre a propriedade do bem, compra e venda, competência e interesse em protegê-lo .
 
Após mais de 10 anos de tramitação deste ICP, finalmente, o objeto em questão obteve êxito,
veja:
 
1. Houve a publicação de Decreto n. 9.723 de 07 de outubro de 2020 ,
que dispõe sobre o tombamento como patrimônio Histórico e Artístico
Estadual do edifício da "1ª Usina Hidrelétrica do DF";
 
2. O devido bem foi inscrito no Livro de Tombo Histórico do Estado de
Goiás, pelo Instituto do Patrimônio Histórico do Estado; e;
 
3. Foi averbado o tombamento da Usina do Ribeirão Saia Velha na
Certidão de Matrícula do Imóvel objeto do Registro nº 8293.
 
 
Com isso, visto que este Inquérito Civil Público alcançou seu objetivo de proteção do patrimônio
histórico deste Estado de Goiás, não restam outras medidas a serem adotadas pelo "Parquet".
 
Assim, o MINISTÉRIO PÚBLICO promove o arquivamento deste Inquérito Civil Público nos
termos do art. 33, I, da Resolução n°09/2018-CPJ e DETERMINA:
 
( i ) Notifiquem-se os interessados sobre a presente promoção de arquivamento
para, querendo, oferecerem razões contrárias cientificando-os de que podem
apresentar documentos e razões escritas até a sessão de apreciação do feito no
CSMP;
 
(ii) Após comprovada cientificação dos interessados, sejam os presentes autos
remetidos no prazo máximo de 3 (três) dias, ao Conselho Superior do Ministério
Público nos termos do art. 33, § 2° da Resolução n°. 009/2018-CPJ;
 
(iii) Promova-se o registro e a devida anexação do ato correspondente no Sistema
ATENA, para fins de controle da Corregedoria Geral do Ministério Público;
 
(iv) Publique-se no DOMP.
 
Cumpra-se.
 
Cidade Ocidental/GO, assinado e datado eletronicamente.
 
GERUSA FÁVERO GIRARDELLI e LEMOS
Promotora de Justiça
Documento assinado eletronicamente por Gerusa Favero Girardelli e Lemos, em 01/02/2024, às 16:13, e consolidado
no sistema Atena em 2024-02-01 19:04:11 -0300, sendo gerado o código de verificação bf4184c0-a37b-013c-3e3a-
0050568bb0db, conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
2ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE SENADOR CANEDO
Autos Extrajudiciais n. 202300322607
Portaria 2024000821930
O MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS, por meio da Promotora de Justiça abaixo subscrita, no uso
de suas atribuições legais e institucionais, com fulcro no artigo 129, inciso III, da Constituição Federal; artigo 26, inciso
I, da Lei n.º 8.625/1993 (Lei Orgânica Nacional do Ministério Público) e artigo 47, inciso I, da Lei Complementar
Estadual n.º 25/1998 (Lei Orgânica do Ministério Público do Estado de Goiás);
 
CONSIDERANDO que no âmbito desta Promotoria de Justiça, foi instaurado em 01.08.2023 o Procedimento
Preparatório n.º 202300322607, para averiguar, preliminarmente, notícia de poluição e degradação ambiental na área
localizada na Avenida Dom Emanuel de frente e Fundo com a Rua Romênia- Bairro Alvorada- Senador Canedo, área
urbana não construída em frente ao Supermercado Bretãs.
CONSIDERANDO que o artigo 30, caput, da Resolução n.º 09/2018 do Colégio de Procuradores do Ministério
Público do Estado de Goiás estipula o prazo de 90 (noventa) dias para a conclusão do procedimento preparatório, ao
cabo do qual deverá ser prorrogado ou ultimada a conversão da natureza em inquérito civil, sem a necessidade de
ciência ao Conselho Superior deste Parquet;
 
CONSIDERANDO que a realização de diligências complementares para a correta averiguação dos fatos
demanda o natural escoamento de um prazo razoável para a execução e a vinda de respostas a requisições de
informações formuladas pelo Ministério Público;
 
CONSIDERANDO que incumbe ao Ministério Público a defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos
interesses sociais e individuais indisponíveis (artigo 127, da Constituição Federal);
 
CONSIDERANDO que cabe ao Ministério Público promover o inquérito civil e a ação civil pública, para a proteção
do patrimônio público e social, do meio ambiente e de outros interesses difusos e coletivos (artigo 129, inciso III, da
Constituição Federal);
RESOLVE:
 
CONVERTER, o presente procedimento preparatório em INQUÉRITO CIVIL, a ser concluído no prazo de 1 (um)
ano, nos termos do artigo 30, Parágrafo único, da Resolução n.º 09/2018 do Conselho Superior do Ministério Público,
determinando:
1. Autue-se a presente portaria, pelo procedimento de praxe, registrando-se no sistema ATENA do Ministério
Público do Estado de Goiás;
2. Remeta-se cópia para PUBLICAÇÃO no Diário Oficial Eletrônico do Ministério Público, em analogia ao artigo
28, § 2º inciso I, da Resolução n.º 09/2018 do Colégio de Procuradores de Justiça;
3. Promova-se a alteração da categoria dos presentes autos no sistema ATENA, inserindo-se, outrossim, a data
da conversão ora determinada;
4. Expeça-se Ordem de Serviço ao Oficial de Promotoria par averiguar se a área localizada na Avenida Dom
Emanuel de frente e Fundo com a Rua Romênia- Bairro Alvorada- Senador Canedo, área urbana não construída em
frente ao Supermercado Bretãs foi cercada.
 
Gabinete da 2ª Promotoria de Justiça da Comarca de Senador Canedo, assinado e datado eletronicamente.
 
 
 
Marta Moriya Loyola
Promotora de Justiça
Documento assinado eletronicamente por Marta Moriya Loyola, em 31/01/2024, às 14:35, e consolidado no sistema
Atena em 2024-02-02 14:14:11 -0300, sendo gerado o código de verificação 65f81320-a41c-013c-3f6a-0050568bb0db,
conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE JOVIÂNIA
Autos Extrajudiciais n. 202400036669
Integral 2024000831680
Autos extrajudiciais - notícia de fato: 202400036669
 
PROMOÇÃO DE ARQUIVAMENTO
 
 
 Trata-se de Notícia de Fato instaurada a partir de atendimento, realizado através do Sistema de
Denúncias do Ministério Público de Goiás "MPCidadão".
 
 
 Analisando com acuidade o expediente aportado, verifica-se que de forma sigilosa foi relatado da
seguinte forma a esta unidade ministerial: "Som alto todas noites gritaria "."
 
 
 Vieram os autos conclusos.
 
 
 Eis o relatório.
 
 
 Nos termos do artigo 6º, inciso III, da Resolução n° 09/2018 do Colégio de Procuradores de Justiça
de Goiás, é inviável instaurar NF quando ela "for desprovida de elementos de prova ou de informação
mínimos para o início de uma apuração, e o noticiante não atender à intimação para complementá-
la".
 
 
 No caso em vertente, a (o) interessado (a) deixou de informar pontos importantes a fim de que o MP
pudesse iniciar qualquer investigação para apurar os fatos, dentre eles, local, data, horário e quem é
a pessoa que possivelmente praticou o ato.
 
 
 Inviável também tentar realizar qualquer contato com o (a) interessado (a), a fim de apresentar os
devidos complementos, uma vez que a presente denúncia foi feita de forma anônima.
 
 
 Sendo assim, não resta outra alternativa a não ser o arquivamento da presente NF.
 
 
 Deste modo, DETERMINO O ARQUIVAMENTO da presente Notícia de Fato, nos termos do art. 6º,
inciso III, da Resolução n° 09/2018 do Colégio de Procuradores de Justiça de Goiás.
 
 
 Considerando a denúncia ser realizada de forma anônima, a intimação será realizada por publicação
no Diário Oficial do Ministério Público - DOMP, nos termos do artigo 7 º §1º da Resolução n° 09/2018
do Colégio de Procuradores de Justiça de Goiás.
 
 
 Cumpra-se com os devidos registros, após arquivem-se os presentes autos, sem prejuízo de
qualquerreabertura em caso de necessidade.
 
Joviânia/GO, data e assinatura digital.
LEANDRO KOITI MURATA
PROMOTOR DE JUSTIÇA
Documento assinado eletronicamente por Leandro Koiti Murata, em 01/02/2024, às 15:00, e consolidado no sistema
Atena em 2024-02-01 18:52:53 -0300, sendo gerado o código de verificação 23d1c3e0-a37a-013c-3e30-
0050568bb0db, conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
2ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE JUSSARA
Autos Extrajudiciais n. 202300403803
Publicação Oficial 2024000843582
NOTÍCIA DE FATO N. 202300403803
Comarca: Jussara-GO
Órgão do Ministério Público: 2ª Promotoria de Justiça de Jussara-GO
Pessoa Cientificada:
 
A pessoa identificada neste edital fica, pelo presente, cientificada da decisão abaixo, bem como do
prazo de 10 (dez) dias úteis para interposição de recurso, já acompanhado das respectivas razões, na
Secretaria do órgão ministerial acima mencionado.
 
Extrato da decisão:
"1. RELATÓRIO
 
Trata-se de notícia de fato apresentada por João Antônio Machado Ribeiro, segundo o qual informa que teve prejuízos em sua
empresa ocasionado pela má prestação de serviço da concessionária Equatorial, em decorrência disso teve dano em dois
aparelhos nobreak. No mesmo sentido, foram juntados aos autos outros atendimento com teor semelhante, ou seja, reclamações
da má prestação de serviço e oscilação da energia.
 
Após provocação desta Promotoria de Justiça, a Concessionária Equatorial informou que, quando assumiu a operação do
contrato de concessão de distribuição de energia elétrica no Estado de Goiás (30/12/2022) depararam-se com um altíssimo
desinvestimento, já que a rede herdada das antigas Enel e Celg estavam em situação de precariedade.
 
Embora toda situação da estrutura física herdade, a atual concessionária tem empreendido esforços à melhoria da qualidade do
serviço prestado no Estado e, conforme resposta apresentada no movimento 29, as melhorias a serem executadas incluem o
município de Jussara como beneficiário.
 
Assim, informou que estão previstas quatro grandes obras de expansão das subestações e conjuntos de fornecimento de energia
às redes, tais como a instalação de novos transformadores, bancos capacitores e bancos reguladores de tensão. Três destas
obras de melhorias serão executadas no próprio município de Jussara.
 
2. CONSIDERAÇÕES
 
 
No presente caso, foram solicitadas à Concessionária Equatorial informações acerca dos fatos alegados por João Antônio
Machado Ribeiro e demais cidadãos, quanto da má prestação de serviço de energia realizado no município.
 
Em resposta, juntada ao movimento 29, a Concessionária informou que as estratégias de tomada de decisão a fim de direcionar
os recursos disponíveis para execução das manutenções e investimentos na rede de distribuição para que seja minimizado as
ocorrências de interrupção no fornecimento estão em andamento.
 
As alegações apresentadas pela Concessionária foram comprovadas por meio do documento o que demonstra a iniciativa em
solucionar os recorrentes problemas na prestação do serviço de energia elétrica.
 
Assim, por não haver outras providências a tomar em relação ao caso objeto destes autos, impõe-se o seu
arquivamento, pois atrai-se incidência da Resolução nº 09, de 27 de agosto de 2018, do Colégio de Procuradores de Justiça do
Estado de Goiás (CPJ-MPGO), artigos 6º1, bem como da Resolução n. 174, de 04 de julho de 2017, do Conselho Nacional do
Ministério Público (CNMP) artigos 4º2 e 5º3.
 
Salienta-se que o indeferimento aqui apontado considera elementos do caso concreto e não implica em impossibilidade de nova
atuação do Ministério Público, diante de eventual conhecimento ou surgimento de novos fatos.
 
3. CONCLUSÃO
 
Ante o exposto:
 
3.1. Fica INDEFERIDA a instauração de procedimento ou adoção de nova providência em continuidade à presente Notícia de
Fato, e, consequentemente, determina-se seu arquivamento, com fundamento na Resolução n. 09/2018-CPJ-MPGO, artigo 6º e
em obediência aos artigos 7º a 9º, assim como na Resolução n. 174/2017-CNMP, artigos 4º e 5º..."
 
Membro do Ministério Público: Ana Paula Ferreira Gomes
Data: 31/01/2024
Documento assinado eletronicamente por Ana Paula Ferreira Gomes, em 01/02/2024, às 15:26, e consolidado no
sistema Atena em 2024-02-02 13:03:30 -0300, sendo gerado o código de verificação 86cdb8b0-a412-013c-0e43-
0050568b49ac, conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
https://intranet.mpgo.mp.br/atena-4/#sdfootnote1sym
https://intranet.mpgo.mp.br/atena-4/#sdfootnote2sym
https://intranet.mpgo.mp.br/atena-4/#sdfootnote3sym
2ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE GUAPÓ
Autos Extrajudiciais n. 202300440098
Integral 2024000853019
DECISÃO MINISTERIAL
 
Edital de Cientificação em cumprimento à Resolução nº 10/2021 do CPJ/MPGO.
 
NOTÍCIA DE FATO
nº:
202300440098.
Comarca: Guapó/GO
Órgão do
Ministério
Público:
 2ª Promotoria de Justiça de Guapó
Pessoa
Cientificada:
 O denunciante em sigilo fica, pelo
presente edital, cientificado da
decisão abaixo, bem como do
prazo de 10 (dez) dias úteis para
interposição de recurso, já
acompanhado das respectivas
razões, na Secretaria do órgão
ministerial acima mencionado.
Extrato da
decisão:
SUPOSTO IRREGULARIDADE NA
APLICAÇÃO DA PROVA DO
CONCURSO PARA FISCAL DO
MEIO AMBIENTE EM ABADIA DE
GOIÁS/GO. SITUAÇÃO NÃO
CONFIGURADA NO CASO
CONCRETO. ARQUIVAMENTO.
Membro do
Ministério
Público:
Wesley Marques Branquinho.
Data: 01/02/2024.
 
 
Trata-se de NOTÍCIA DE FATO registada por denunciante em sigilo, via "Sistema de Denúncias"
do MPGO, na qual informa que a prova do concurso público aplicada em Abadia de Goiás,
especialmente do cargo de fiscal de meio ambiente, teria as questões 01 e 02 sem o texto cobrado,
outras questões não especificadas estariam plagiadas, bem como a cobrança do tema da Portaria nº
2914/2011 - GM/MS, movimento nº 1.
 
Redistribuição dos autos em razão da matéria, movimento nº 6.
 
Como providência preliminar, oficiou-se o MUNICÍPIO DE ABADIA DE GOIÁS para prestar
informações iniciais, movimento nº 9.
 
Reiteração da diligência, movimento nº 13.
 
Juntada de resposta, movimento nº 19.
 
É o sucinto relatório, passa-se à manifestação.
 
O cerne da questão era sobre a anulação de questões em virtude da ausência de texto cobrado,
plágio de outros certames e cobrança de material já revogado.
 
Após a oficiação ministerial, o MUNICÍPIO DE ABADIA DE GOIÁS comprovou a devida anulação
das questões 01 e 02, nas quais não tinham o texto cobrado para a realização da questão, sem
prejuízos aos demais participantes, tudo em observância ao princípio da autotutela administrativa.
 
Ainda, com relação ao plágio, o denunciante em sigilo não especificou quais seriam as questões
e nem qual seria o tema do plágio, o que dificulta a análise ministerial e inviabiliza a cobrança.
 
No que tange a temática da Portaria nº 2914/2011 - GM/MS, em verdade, constata-se que ela foi
revogada por consolidação, ou seja, apenas incorporada na Portaria de Consolidação nº 05/2017, em
seu art. 864, CXXXIII.
 
No caso em questão, a situação posta deve ser analisado sob o crivo da coerência de ações e
deferência às capacidades institucionais do órgão municipal (Teoria das Capacidades
Institucionais).
 
Alinhada à teoria supracitada, o crivo de (ir)regularidade ministerial deve se basear e considerar
o s obstáculos e dificuldades reais dos gestores no exercício da gestão pública e seus
consectários, conforme preceitua os arts. 20 e 22, da Lei de Introdução às normas do Direito
Brasileiro - LINDB.
 
Como desmontrado, diante do regularização superveniente da anulação da questão e a ausência
de prejuízo ao interesse público (e aos candidatos), implica, necessariamente, na falta de justa causa
para a continuidade das investigações/ações ministeriais.
 
Nesse sentido, não há, neste momento, conclusão ministerial acerca da irregularidade daconduta administrativa, uma vez que as circunstâncias práticas dos gestores municipais (grande
número de inscritos e contratempos com aditivos contratuais), condicionaram as suas respectivas
ações (demora na retificação), conforme dispõe o art. 22, § 1º, da LINDB.
 
De idêntico modo, não restou caracterizada a inércia ou desídia da Administração Pública ,
tão pouco a negativa da devolução da taxa de inscrição ou cancelamento do certame.
 
Por outro lado, define o art. 6º, I, da Resolução nº 09/2018 do CPJ/MPGO que:
 
"Art. 6º. A notícia de fato será arquivada por decisão fundamentada, quando:
 
I - o fato narrado já tiver sido objeto de investigação ou de ação judicial ou já se encontrar
solucionado;
(...)"
 
Ante a inexistência de motivos e justa causa para maiores acompanhamentos ou diligências,
INDEFIRO a instauração de Inquérito Civil Público ou Procedimento Administrativo, sendo o
arquivamento a medida imperiosa.
 
Tomem-se as seguintes providências:
Documento assinado eletronicamente por Wesley Marques Branquinho, em 02/02/2024, às 17:54, e consolidado no
sistema Atena em 2024-02-02 17:54:19 -0300, sendo gerado o código de verificação 245bdf80-a43b-013c-8a93-
0050568b14ca, conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
39ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE GOIÂNIA
Autos Extrajudiciais n. 202300574976
Integral 2024000863611
 
 
 
DECISÃO DE ARQUIVAMENTO Nº 088/2024
 
 
Notícia de Fato n° 202300574976, tendo em vista tendo em vista representação de lavra de Talita
Gomes Sardinha, em favor de sua filha Elisa Sardinha de Oliveira, registrada no Sistema de
Denúncias MP Cidadão, distribuída à 39ª Promotoria de Justiça de Defesa da Pessoa com
Deficiência.
Registrou-se, in verbis:
"Eu tenho uma filha PCD, portadora de uma Síndrome Rara (Síndrome de Deleção 1p36), chamada Elisa Sardinha de Oliveira.
Elisa é cadeirante, tem epilepsia, disfagia (dificuldade de deglutição), gastrostomia, transtorno sensorial importante e seletividade
alimentar grave o que a impede de aceitar alimentos de sabores e texturas diferentes pela boca. Dessa forma, o ÚNICO alimento que
ela ingere é o leite FORTINI. O leite é ofertado a ela pela via oral e gastrostomia sendo que a quantidade aceita pela via oral
(mamadeira) é baixa e varia segundo intercorrências como doença, irritabilidade ou sem motivo aparente. Todo alimento ofertado em
via oral é em baixo volume oferecido em terapia com fonoaudióloga para treino de alimentação oral e em casa também em pequena
quantidade para degustação. Nodia 13/12/2023 a nutricionista Keila Pereira Pires, especialista em saúde da Prefeitura de Goiânia,
após visita à minha residência para verificar a necessidade do uso do fortini pela Elisa, decidiu por suspender o fornecimento de
Fortini alegando que toda a alimentação é feita via oral. Isso não condiz com a realidade. Elisa se alimenta de forma exclusiva de
Fortini e está no momento sem receber da prefeitura seu único alimento" (mov. n.º 1).
Em contato telefônico com a genitora, promovido pela 39ª Promotoria de Justiça no dia
01/02/2024, a mesma informou que a paciente Elisa Sardinha de Oliveira já está sendo atendida com
o fornecimento da fórmula alimentar FORTINI.
É o Relatório.
Assim, tendo em vista que a demanda apresentada referia-se a disponibilização da fórmula
hipercalórica FORTINI para Elisa Sardinha de Oliveira, a qual que foi atendida, conforme manifestado
pela genitora Talita Gomes Sardinha, decido pelo arquivamento da notícia, porquanto a situação
narrada já se encontra solucionada.
Isto posto, consoante o disposto nos artigos 6º, I, da Res olução nº 09/2018 - CPJ, do Ministério
Público do Estado de Goiás, indefiro a instauração de procedimento administrativo e determino o
ARQUIVAMENTO da Notícia de Fato nº 202300574976, por não haver outras providências a serem
adotadas pela 39ª Promotoria de Justiça.
Informe-se a parte.
Publique-se no DOMP para conhecimento.
Cumpra-se.
 
Goiânia, 01 de fevereiro de 2024.
 
Marilda Helena dos Santos
39ª Promotoria de Justiça
Defesa da Pessoa com Deficiência
Documento assinado eletronicamente por Marilda Helena Dos Santos, em 01/02/2024, às 17:07, e consolidado no
sistema Atena em 2024-02-01 18:15:33 -0300, sendo gerado o código de verificação 7c62af30-a36b-013c-09c1-
0050568b49ac, conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
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2ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE GUAPÓ
Autos Extrajudiciais n. 202300387337
Com Resolutividade 2024000864591
DECISÃO MINISTERIAL
 
Edital de Cientificação em cumprimento à Resolução nº 10/2021 do CPJ/MPGO.
 
PROCEDIMENTO
ADMINISTRATIVO nº:
202300387337
Comarca: Guapó/GO
Órgão do Ministério
Público:
 2ª Promotoria de Justiça de
Guapó
Pessoa Cientificada:
 O denunciante em sigilo fica,
pelo presente edital,
cientificado da decisão abaixo,
bem como do prazo de 10 (dez)
dias úteis para interposição de
recurso, já acompanhado das
respectivas razões, na
Secretaria do órgão ministerial
acima mencionado.
Extrato da decisão:
SUPOSTA IRREGULARIDADE
DE QUEBRA-MOLAS,
CONSTRUÇÃO DE MURO E
CASCALHADO NO SETOR
CAMPO DOURADO, EM
ARAGOIÂNIA/GO. SITUAÇÃO
SOLUCIONADA APÓS
SUPERVENIENTE
ACOMPANHAMENTO
MINISTERIAL.
ARQUIVAMENTO.
Membro do Ministério
Público:
Wesley Marques Branquinho.
Data: 01/02/2024.
 
 
Trata-se de PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO, instaurado com a finalidade de acompanhar a
necessária ação do MUNICÍPIO DE ARAGOIÂNIA em efetivar a fiscalização nos locais apontados da
denúncia, sendo eles: a) muro amarelo construído em cima da lagoa, próximo à Rua
Amazonas; b ) construção de quebra-molas também na Rua Amazonas, sem a observância das
normas que estatuem a matéria; c ) cascalhado na Rua Solimões, Setor Campo Dourado,
Aragoiânia/GO.
 
Após a provocação ministerial inicial, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SEMMA)
informou que somente quanto ao questionamento "a" é de sua alçada, não tendo evidenciado
nenhuma irregularidade na construção do muro, tampouco que ele estaria dentro da lagoa,
sendo inverídica as informações anexadas na denúncia inaugural (movimento nº 11).
 
Em relação aos questionamentos "b" e "c", que são de responsabilidade da Secretaria Municipal
de Obras e Serviços Urbanos, diante da ausência de resposta (movimento nº 7) e as reiterações
(movimentos nº 16 e 17), determinou-se a expedição de ofícios-recomendação ao Prefeito e ao
Secretário, a serem entregues em mãos próprias (movimento nº 20).
 
Juntada de resposta superveniente, movimento nº 25.
 
É o sucinto relatório, passa-se à decisão.
 
Primeiramente, cumpre salientar que esta Promotoria de Justiça possui atribuições na tutela do
direito ambiental e seu derivado, o direito urbanístico, inclusive sob a ótica da fiscalização subsidiária
na apuração de eventuais problemas na infraestrutura e zoneamento dos bairros.
 
A instauração do procedimento administrativo adveio diante da necessidade de continuidade de
acompanhamento da apuração dos órgãos municipais, somado ao transcurso do exíguo prazo da
notícia de fato. 
 
Após as providências ministeriais (movimentos nº 2, 13 e 20), tanto a SEMMA, quanto a
Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano, realizaram a fiscalização in loco nos locais
apontados na denúncia.
 
Com relação ao item "a", a SEMMA não visualizou nenhuma irregularidade ambiental, restando
os demais acompanhamentos à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano.
 
Por sua vez, no que tange ao item " b", o referido órgão solicitou a contratação de técnico em
agrimensura, no intuito de realizar o levantamento topográfico da região e determinar se houve
invasão ou não do bem público, isto é, muro ultrapassado os limites do imóvel particular e invadindo a
rua.
 
Ainda, a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano visualizou a irregularidade da lombada
feita pelo particular, na qual foi refeita pelo Município ante a necessidade de reduzir a velocidadedos
motoristas que trafegavam pela rua.
 
Além disso, formalizaram o nivelamento e a lombada, além de sinalizarem o local, conforme
relatório e fotos anexas.
 
Já o item "c", o Município realizou o devido cascalhamento da Rua Solimões, do setor Campo
Dourado.
 
A situação foi rapidamente regularizada e não foi identificada, por ora, inércia ou ingerência do
ente municipal, uma vez que deve se considerar os obstáculos e dificuldades reais dos gestores
no exercício da gestão pública e seus consectários, conforme preceitua os arts. 20 e 22, da Lei
de Introdução às normas do Direito Brasileiro - LINDB.
 
Por fim, as demais providências da fiscalização do muro não merecem justa causa para a
continuidade do acompanhamento, haja vista que o departamento municipal já tomou as providências
e comprovou a sua ação para averiguação se há ou não irregularidade.
 
Ante o exposto, por não existir fundamento para propositura de ação civil pública e não haver
meios e justa causa para buscar outras diligências, nos termos do art. 45, caput, da Resolução nº
09/2018, do Colégio de Procuradores de Justiça do Ministério Público do Estado de Goiás,
DETERMINO o ARQUIVAMENTO do presente procedimento administrativo.
 
Tomem-se as seguintes providências:
Documento assinado eletronicamente por Wesley Marques Branquinho, em 02/02/2024, às 11:29, e consolidado no
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0050568b49ac, conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
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15ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE GOIÂNIA
Autos Extrajudiciais n. 202400037672
Publicação Oficial 2024000874917
EDITAL DE CIENTIFICAÇÃO
 
NOTÍCIA DE FATO N. 202400037672
Comarca: Goiânia
Órgão do Ministério Público: 15ª Promotoria de Justiça de Goiânia
Pessoa Cientificada: Walter Vieira
A pessoa identificada neste edital fica, pelo presente, cientificada da decisão abaixo, bem como do
prazo de 10 (dez) dias úteis para interposição de recurso, já acompanhado das respectivas razões, na
Secretaria do órgão ministerial acima mencionado.
Extrato da decisão: Indeferimento de Instauração referente à Notícia de Fato 202400037672, iniciada
via Recepção Cidadã do MPGO, da lavra do Senhor Walter Vieira, noticiando a perturbação do sossego advinda do
estabelecimento denominado Resenha Beach, situado na Avenida Anápolis, Quadra 41, Lotes 13/15, Parque das
Amendoeiras, nesta capital, em razão dos ruídos ocasionados pela realização de shows ao vivo e ao ar livre
que acontecem todas as semanas, de quinta-feira a domingo, das 20h00 às 05h00.
Membro do Ministério Público: Juliano de Barros Araújo
Data: 01/02/2024
 
Documento assinado eletronicamente por Ana Lucia Goncalves Batista Luiz, em 02/02/2024, às 13:35, e consolidado
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0050568b49ac, conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
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89ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE GOIÂNIA
Autos Extrajudiciais n. 201900337001
Publicação Oficial 2024000875023
EDITAL DE CIENTIFICAÇÃO
 
INQUÉRITO CIVIL N. 201900337001
 
Comarca: Goiânia-GO
 
Órgão do Ministério Público: 89ª Promotoria de Justiça
 
Pessoa Cientificada: Anônimo
 
A pessoa identificada no presente edital fica, pelo presente, cientificada da decisão abaixo e poderá
apresentar razões escritas ou documentos ao Conselho Superior do Ministério Público, até a sessão
que apreciar a promoção de arquivamento. As razões ou os documentos podem ser remetidos ou
apresentados diretamente ao Conselho Superior do Ministério Público (Conselho Superior do
Ministério Público, Rua 23, quadra A6, lotes 15/24, 2º andar, Salas 203/201-B, Jardim Goiás, Goiânia
- GO).
 
Extrato da decisão: o titular desta unidade ministerial, de todo o apurado nos autos, conclui-se que:
"Embora seja plenamente possível a declaração de inconstitucionalidade incidenter tantum em ação
civil pública, ou seja, de forma incidental, não se pode, por outro lado, a declaração de
inconstitucionalidade como pedido principal em ação civil pública e, no presente caso, tem-se que o
único objeto que uma possível ação poderia ter seria a inconstitucionalidade do dispositivo legal.
 
(...)
 
À vista disso, foi autuado por esta 89ª Promotoria de Justiça o procedimento administrativo n.º
202400041336, para, em atendimento ao Ato PGJ n.º 18/2017, encaminhar as informações à
Procuradoria-Geral de Justiça do Ministério Público de Goiás, para que tomasse conhecimento e
adotasse às medidas que entendesse cabíveis no presente caso.
 
Inexistindo, assim, qualquer outra providência a ser tomada por esta Especializada, determino o
ARQUIVAMENTO do presente inquérito civil público, nos termos do artigo 9º, caput, da Lei Federal nº
7.347/85, e do artigo 33, I, da Resolução nº 009/2018, do Colégio de Procuradores de Justiça do
Ministério Público do Estado de Goiás."
 
Membro do Ministério Público: Flávio Cardoso Pereira
 
Data: 01/02/2024
Documento assinado eletronicamente por Geraldo Alves de Paula Oliveira, em 01/02/2024, às 15:47, e consolidado
no sistema Atena em 2024-02-01 15:48:01 -0300, sendo gerado o código de verificação 3fb83140-a360-013c-3b13-
0050568bb0db, conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
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4ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE SENADOR CANEDO
Autos Extrajudiciais n. 202300573594
Publicação Oficial 2024000881172
EDITAL DE CIENTIFICAÇÃO
NOTÍCIA DE FATO N. 202300573594
Comarca: Senador Canedo
Órgão do Ministério Público: 4ª Promotoria de Justiça de Senador Canedo.
Pessoa Cientificada: Denunciante anônimo.
A pessoa identificada neste edital fica, pelo presente, cientificada da decisão abaixo, bem como do
prazo de 10 (dez) dias úteis para interposição de recurso, já acompanhado das respectivas razões, na
Secretaria do órgão ministerial acima mencionado.
Extrato da decisão: "Firme nessas premissas, nada mais resta senão, nos termos do artigo 6º, inciso
III da Resolução 09/2018 do Colégio de Procuradores de Justiça do Ministério Público do Estado de
Goiás, DETERMINAR o ARQUIVAMENTO da presente Notícia de Fato."
Membro do Ministério Público: Tamara Cybelle Marques Oliveira do Amaral
Data da assinatura eletrônica.
Documento assinado eletronicamente por Tamara Cybelle Marques Oliveira Do Amaral, em 01/02/2024, às 17:12, e
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013c-d5e5-0050568b765d, conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
14ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE APARECIDA DE
GOIÂNIA
Autos Extrajudiciais n. 202100325169
Publicação Oficial 2024000881369
 
EDITAL DE CIENTIFICAÇÃO
 
PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO N.11/2022
 
 
Comarca: Aparecida de Goiânia
 
Órgão do Ministério Público: 14ª Promotoria de Justiça de Aparecida de Goiânia
 
Pessoa Cientificada: A(s) pessoa(s) mencionada(s) no presente edital fica(m), pelo presente,
cientificada(s) da decisão abaixo e, bem como do prazo de 10 (dez) dias úteis para interposição de recurso, já
acompanhado das respectivas razões, na Secretaria do órgão ministerial acima mencionado.
 
Extrato da decisão: No curso das investigações, em buscas internas realizadas pela Assessoria
Jurídica desta Promotoria de Justiça, constatou-se a existência de Ação Civil Pública, registrada no
sistema Projudi TJGO sob o nº 5649613-87.2023.8.09.0011, proposta pela 9ª Promotoria de Justiça
desta comarca em face do Município de Aparecida De Goiânia-GO, objetivando a condenação do
Poder Público Municipal e do proprietário do imóvel nas adjacências do local, Ky Bronze indústria e
Comércio de Roupas LTDA.ME, nas seguintes obrigações de fazer.
Diante de tudo isso, considerando a impossibilidade de propositura de novaação, sob pena de
configuração de litispendência, conclui-se pela inexistência de fundamentos para a propositura de
nova Ação Civil Pública, de modo que o arquivamento dos presentes autos é medida que se
impõe.
 
Membro do Ministério Público: Paulo Ricardo Gontijo Loyola
 
Data:01/02/2024
 
 
PAULO RICARDO GONTIJO LOYOLA
Promotor de Justiça
 
Documento assinado eletronicamente por Paulo Ricardo Gontijo Loyola, em 01/02/2024, às 17:58, e consolidado no
sistema Atena em 2024-02-02 13:48:46 -0300, sendo gerado o código de verificação c0208c20-a418-013c-d839-
0050568b765d, conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
39ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE GOIÂNIA
Autos Extrajudiciais n. 202300465828
Integral 2024000883176
 
 
 
DECISÃO DE ARQUIVAMENTO Nº 089/2024
Procedimento Administrativo nº 202300465828, tendo em vista Notícia de Fato apresentada por Edneusa Pereira
da Silva, registrada na Recepção Cidadã, encaminhada à 39ª Promotoria de Justiça de Defesa da Pessoa com
Deficiência.
A representante, 50 anos, solicitou auxílio do Ministério Público, junto a rede pública de saúde, para Internação de
Urgência com Leito de Urologia feminino. Impera mencionar Senha AIH de senha n.º 997.482.596-26, em situação de
URGÊNCIA.
Assim, após instauração de investigação, foram expedidos os Ofícios n.º 789/2023 e n.º 790/2023 ao Secretário
Municipal de Saúde e Secretário de Estado da Saúde de Goiás, respectivamente.
Em resposta, a SEE enviou o Ofício nº 57125/2023/SES, informando que em consulta realizada junto a Central de
Regulação de Vagas de Goiânia, localizou-se a AIH nº 672.349.989-24, em situação excluída pelo solicitante, visto que
a paciente recebeu alta médica no dia 15/10/2023 às 14h26min (mov. n.º 9).
Em sequência remeteu-se a Notificação nº 139/2023 à Srª Edneusa Pereira da Silva, encaminhando cópia do
OFÍCIO Nº 57125/2023/SES, da Secretaria de Estado da Saúde de Goiás, e facultando manifestação quanto às
informações apresentadas no documento, no prazo de 10 (dez) dias, a contar da data de 24/10/2024, sob pena de
arquivamento do Procedimento Administrativo (mov. n.º 14).
É o Relatório.
Entretanto, pesquisados os registros do correio eletrônico, arquivos digitais e físicos da 39ª Promotoria de
Justiça, verificou-se que não ocorreu manifestação por parte da representante.
Assim sendo, visto que a parte quedou-se inerte, deixando transcorrer in albis o prazo para manifestar-se nos
autos, a medida que cumpre é determinar o arquivamento dos autos.
Isto posto, consoante o disposto nos artigos 43 e 45, § 2º, ambos da Resolução nº 09/2018 - CPJ, do Ministério
Público do Estado de Goiás, determino o ARQUIVAMENTO do Procedimento Administrativo nº 202300465828, por
restar prejudicada a adoção de demais providências pela 39ª Promotoria de Justiça.
Informe-se a parte.
Publique-se no DOMP para conhecimento.
Cumpra-se.
Goiânia, 01 de fevereiro de 2024.
Marilda Helena dos Santos
39ª Promotoria de Justiça
Defesa da Pessoa com Deficiência
Documento assinado eletronicamente por Marilda Helena Dos Santos, em 02/02/2024, às 14:44, e consolidado no
sistema Atena em 2024-02-02 15:06:56 -0300, sendo gerado o código de verificação a9458270-a420-013c-d951-
0050568b765d, conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
12ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE GOIÂNIA
Autos Extrajudiciais n. 202300415710
Portaria 2024000884073
PORTARIA
 
 
Instaura Procedimento Administrativo para acompanhar e fiscalizar a devida
aplicação da precificação por unidade de medida nos estabelecimentos
comerciais da capital, conforme determinação art. 6º, inciso XIII, do Código de
Defesa do Consumidor, inserido pela Lei Federal nº 14.181/2021
 
 
O MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS, por meio da Promotora de Justiça signatária,
no uso de suas atribuições legais e institucionais, com fulcro no artigo 129, inciso III, da Constituição
Federal; artigo 26, inciso I, da Lei Federal n.º 8.625/1993 (Lei Orgânica Nacional do Ministério
Público); 47, inciso I da Lei Complementar Estadual nº 25/1998 (Lei Orgânica do Ministério Público do
Estado de Goiás), artigo 1º, inciso II, da Lei nº 7.347/85; artigo 39, inciso II, da Resolução n.º 09/2018
do Colégio de Procuradores de Justiça do Ministério Público de Goiás - CPJ:
 
CONSIDERANDO que compete ao Ministério Público a defesa da ordem jurídica, do regime
democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis, na forma do art. 127 da Constituição
Federal;
 
CONSIDERANDO que a defesa do consumidor é princípio constitucional, nos termos do art. 5º, inciso
XXXII da Carta Magna, e que normas de proteção e defesa do consumidor são de ordem pública e
interesse social, consoante dispõe o art. 1º do Código de Defesa e Proteção do Consumidor - CDC;
 
CONSIDERANDO a necessidade de assegurar o equilíbrio e a boa-fé nas relações de consumo,
dentro da realidade do mercado, sem o que não se compensará a vulnerabilidade e hipossuficiência
do consumidor, artigos 4º, I e 6º, VIII do CDC;
 
CONSIDERANDO que é direito do consumidor a efetiva prevenção e reparação de danos patrimoniais
e morais, individuais, coletivos e difusos, a teor do artigo 6º, VI da Lei nº 8.078/90;
 
CONSIDERANDO que a informação adequada e clara sobre os diferentes produtos e serviços é
direito básico do consumidor, conforme o artigo 6º, III da Lei nº 8.078/90;
 
CONSIDERANDO que é direito do consumidor a informação acerca dos preços dos produtos por
unidade de medida, tal como por quilo, por litro, por metro ou por outra unidade, conforme recente
inclusão do inciso XIII ao artigo 6º, do Código de Defesa do Consumidor;
 
CONSIDERANDO que a oferta de serviços no mercado de consumo deve conter informações
corretas, claras e precisas aos consumidores, conforme artigo 31 do CDC;
 
CONSIDERANDO a notícia de fato encaminhada ao Ministério Público do Estado de Goiás pelo
Ministério Público Federal, informando a disponibilização do produto "sabão em pó" sem indicação do
preço por unidade de medida nos estabelecimentos comerciais desta capital;
 
CONSIDERANDO que a necessidade de precificação de produtos por unidade de medida tem o
escopo de facilitar ao consumidor comparar valores de itens iguais ou similares, da mesma marca ou
de marcas diferentes, o que fortalece seu poder decisório no momento da escolha de produtos que
intenciona adquirir e pode resultar em economia;
 
RESOLVE:
 
Instaurar o presente Procedimento Administrativo para acompanhar e fiscalizar a devida
aplicação da precificação por unidade de medida nos estabelecimentos comerciais da capital,
conforme determinação do art. 6º, inciso XIII, do Código de Defesa do Consumidor, inserido pela Lei
Federal nº 14.181/2021, desde já determinando o seguinte:
 
I) autue-se a presente Portaria e os documentos que a acompanham pelo procedimento de
praxe, registrando-se no sistema Atena;
 
II) Comunique-se ao PROCON do Estado de Goiás, via e-mail, a concessão de prazo adicional
de 10 (dez) dias para a realização de ação de fiscalização dos estabelecimentos comerciais quanto à
precificação por unidade de medida;
 
Cumpra-se.
 
 Goiânia/GO, data da assinatura eletrônica.
 
 
SANDRA MARA GARBELINI
Promotora de Justiça
 
Documento assinado eletronicamente por Sandra Mara Garbelini, em 01/02/2024, às 17:27, e consolidado no sistema
Atena em 2024-02-02 14:16:27 -0300, sendo gerado o código de verificação 8848f680-a375-013c-8691-0050568b14ca,
conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
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2ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE GUAPÓ
Autos Extrajudiciais n. 202300531359
Integral 2024000885111
DECISÃO MINISTERIAL
 
Edital de Cientificação em cumprimento à Resolução nº 10/2021 do CPJ/MPGO.
 
NOTÍCIA DE FATO nº: 202300531359
Comarca: Guapó/GO
Órgão do Ministério
Público:2ª Promotoria de Justiça de Guapó
Pessoa Cientificada:
 O denunciante em sigilo fica, pelo presente edital,
cientificado da decisão abaixo, bem como do prazo
de 10 (dez) dias úteis para interposição de recurso,
já acompanhado das respectivas razões, na
Secretaria do órgão ministerial acima mencionado.
Extrato da decisão:
AUSÊNCIA DE JUNTA MÉDICA OFICIAL
MUNICIPAL. SITUAÇÃO NÃO CONFIGURADA NO
CASO CONCRETO. ARQUIVAMENTO.
Membro do Ministério
Público:
Wesley Marques Branquinho.
Data: 01/02/2024
 
 
Trata-se de NOTÍCIA DE FATO registrada por noticiante em sigilo, via "Sistema de Denúncias" do MPGO, na qual informa que o
município de Aragoiânia não possui Junta Médica Oficial, dificultando as solicitações de licenças por incapacidade, bem como a constatação
dos servidores já afastados, se estão aptos para retornar as atividades laborativas, movimento nº 1.
 
Redistribuição dos autos em razão da matéria, movimento nº 3.
 
Como providência preliminar, oficiou-se o MUNICÍPIO DE ARAGOIÂNIA/GO e o Secretário de Saúde do município de
Aragoiânia para prestarem informações iniciais, movimento nº 6.
 
Juntada de resposta, movimento nº 11 e 13.
 
É o sucinto relatório, passa-se à manifestação.
 
O cerne da questão era sobre a inexistência de Junta Médica Oficial Municipal, impossibilitando a realização de perícia médica em favor
dos servidores públicos municipais que atualmente se encontram afastados do exercício de suas atividades laborais habituais, ou ainda,
aqueles que necessitam de afastamento devido incapacidade temporária ou permanente.
 
O MUNICÍPIO DE ARAGOIÂNIA, após a oficiação ministerial, esclareceu que no primeiro ano da atual Gestão (2021) os servidores
públicos municipais foram submetidos a perícia técnica com médico especializado, para fins de avaliação funcional, com o intuito de inserção
dos dados laborais de cada servidor na plataforma COLARE PESSOAL do Tribunal de Contas dos Municípios do Estado de Goiás - instrução
Normativa nº 010/2019 do TCM/GO.
 
Ainda, com relação ao exercício de 2022 e 2023, devido ao baixo índice de afastamentos temporários e/ou definitivos por parte dos
servidores públicos municipais efetivos, e de dificuldade enfrentada à época para o credenciamento de profissional médico especializado em
medicina do trabalho, exigiu-se dos servidores municipais afastados e dos que pretendiam afastar-se do exercício de suas atividades
laborativas temporária ou permanentemente, a apresentação de atestados médicos.
 
Após o Município de Aragoiânia ser cientificado pela Secretaria Municipal de Administração e Planejamento e pelo Departamento de
Pessoal, devido ao aumento significativo de casos temporários e de algumas indicações de afastamentos definitivos, o Poder Executivo
Municipal averiguou a necessidade de implantação da Junta Médica Oficial, através de médico (a) especialista em medicina do trabalho.
 
Diante da análise dos fatos, a medida adotada pelo Poder Executivo Municipal, foi a edição do Decreto nº 505, de 08 de dezembro de
2023, pelo Chefe do Poder Executivo no uso de suas atribuições legais previstas no artigo 62, incisos III, V e XVII da Emenda à Lei Orgânica
nº 17, de 25 de abril de 2022, nomeando os integrantes da Junta Médica Oficial do Município, com o objetivo de avaliar tecnicamente as
questões relacionadas à saúde e capacidade laborativa dos servidores em casos de afastamento temporário ou definitivos do exercício de
suas atribuições funcionais. 
 
Nesse sentido, não há, neste momento, conclusão ministerial acerca da irregularidade da conduta administrativa , o que indica a
ausência de violação aos interesses tutelados pelo Ministério Público.
 
De idêntico modo, não restou caracterizada a inércia ou desídia da Administração Pública , tão pouco a negativa na prestação dos
serviços inerentes à Junta Médica Oficial Municipal.
 
Assim, não se vislumbra qualquer conclusão cognitiva da existência de ato de improbidade ou danos ao erário passíveis de
responsabilização.
 
Por outro lado, define o art. 6º, I, da Resolução nº 09/2018 do CPJ/MPGO que:
 
"Art. 6º. A notícia de fato será arquivada por decisão fundamentada, quando:
 
I - o fato narrado já tiver sido objeto de investigação ou de ação judicial ou já se encontrar solucionado;
(...)"
 
Ante a inexistência de motivos e justa causa para maiores acompanhamentos ou diligências, INDEFIRO a instauração de Inquérito Civil
Público ou Procedimento Administrativo, sendo o arquivamento a medida imperiosa.
 
Tomem-se as seguintes providências:
 
Documento assinado eletronicamente por Wesley Marques Branquinho, em 02/02/2024, às 11:27, e consolidado no
sistema Atena em 2024-02-02 11:27:43 -0300, sendo gerado o código de verificação 18fe3e10-a405-013c-0d31-
0050568b49ac, conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
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1ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE ALEXÂNIA
Autos Extrajudiciais n. 202300119153
Certidão / Informação 2024000885355
 
EDITAL DE CIENTIFICAÇÃO
 
 
Notícia de Fato n. 202300119153
Comarca: Alexânia-GO
Órgão do Ministério Público: 1ª Promotoria de Justiça de Alexânia
Pessoa Cientificada: Anônima
A pessoa identificada neste edital fica, pelo presente, cientificada da decisão abaixo, bem como do
prazo de 10 (dez) dias úteis para interposição de recurso, já acompanhado das respectivas razões, na
Secretaria do órgão ministerial acima mencionado.
Extrato da decisão: Autos n. 202300119153 - ARQUIVAMENTO - NOTÍCIA DE FATO.
NOTICIANTE: Anônimo. NOTICIADO: A apurar . OBJETO: apurou-se possível parcelamento irregular de solo.
DECISÃO: "(...)Analisando-se os autos, convém concluir que o noticiante tem razão parcialmente. Explico. Com base
nas informações e documentos acostados aos autos, o Condomínio Beira Lago é o único que atendeu integralmente
as exigências do Poder Público Municipal, especificamente por ter sido dado cumprimento das obrigações para
aprovação, registro e conclusão das obras, motivo pelo qual o arquivamento parcial relativo a este empreendimento é
medida que se impõe, devendo este Órgão Ministerial desmembrar estes autos em quantos se fizerem necessários
para o prosseguimento das investigações, em autos próprios para cada empreendimento, objetivando melhor eficiência
e organização procedimental.(...) Ante o exposto, com fulcro no artigo 6°, inciso I, da Resolução n. 09/2018 do Colégio
de Procuradores de Justiça, determino o ARQUIVAMENTO PARCIAL desta Notícia de Fato em apreço, sem prejuízo
da adoção de providências futuras na hipótese de surgimento de fatos novos. (...)".
 
 
STEVE GONÇALVES VASCONCELOS
Promotor de Justiça
assinado eletronicamente
Documento assinado eletronicamente por Steve Goncalves Vasconcelos, em 02/02/2024, às 08:25, e consolidado no
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PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE IACIARA
Autos Extrajudiciais n. 202300124385
Conversão 2024000887340
PORTARIA DE INSTAURAÇÃO DE INQUÉRITO CIVIL
 
Atena
nº: 
202300124385
Assunto: Meio Ambiente - Supressão de Vegetação Nativa
Noticiantes: Júlio César Borges e Ministério Público Federal
Investigado: Acrizio Diniz Junqueira Filho
Objeto:
Desmatamento em área de litígio (território que estaria em processo de titulação junto ao
INCRA/DF), localizada no interior do Território Quilombola da Família Magalhães, qual seja, a
Fazenda Ilha, Município de Nova Roma/GO.
 
O MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS, por meio do membro infra-assinado, no exercício de suas
funções institucionais, e com fundamento nos artigos 127 e 129 da Constituição Federal; nos artigos 25, inciso IV,
alínea "a" e 26, inciso I, da Lei nº 8.625/1993 (Lei Orgânica Nacional do Ministério Público); no artigo 8º, §1º, da Lei nº
7.347/1985 e artigo 13, II daResolução nº 09/2018 do Colégio de Procuradores de Justiça do Ministério Público do
Estado de Goiás (CPJ-MPGO) e na Resolução nº 23/2007 do Conselho Nacional do Ministério Público,
 
CONSIDERANDO que
 
(1) incumbe ao Ministério Público a defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e
individuais indisponíveis e, especialmente, zelar pelo efetivo respeito dos Poderes Públicos e dos serviços de
relevância pública aos direitos assegurados nesta Constituição, promovendo as medidas necessárias à sua garantia,
nos termos dos artigos 127 e 129, inciso II, da Constituição Federal;
 
(2) com base no artigo 225 da Constituição Federal, todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente
equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à
coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações;
 
(3) a Constituição da República, em seu artigo 129, inciso III, dotou o Ministério Público dos instrumentos do
inquérito civil e da ação civil pública para viabilizar a proteção dos interesses individuais indisponíveis, individuais
homogêneos, difusos e coletivos, em especial daqueles relativos ao meio ambiente;
 
(4) o art. 14, §1º, da Lei nº 6.938/1981, impõe responsabilidade objetiva de reparação do dano ambiental
causado, ao dispor que "sem obstar a aplicação das penalidades previstas neste artigo, é o poluidor obrigado,
independentemente da existência de culpa, a indenizar ou reparar os danos causados ao meio ambiente e a terceiros,
afetados por sua atividade. O Ministério Público da União e dos Estados terá legitimidade para propor ação de
responsabilidade civil e criminal, por danos causados ao meio ambiente";
 
(5) em 27/03/2023, por intermédio do Sistema de Denúncias do MPGO, o Sr. Júlio César Borges noticiou que, no
dia 12/02/2023, em propriedade do Sr. Acrizio Diniz Junqueira Filho, houve "Desmatamento em área de litígio
localizada no interior do Território Quilombola da Família Magalhães, município de Nova Roma, norte de Goiás. Obs.:
Território em processo de titulação junto ao INCRA/DF, que também será notificado, bem como o Ministério Público
Federal e IBAMA. Dentre espécies arbóreas cortadas, algumas são protegidas por lei federal, a exemplo da Aroeira. A
localização exata do local do crime segue neste link: https://goo.gl/maps/4737BX53sPgRKSzV8. Diante disso,
solicitamos abertura de representação para investigar a autoria do crime" (mov. 1);
 
(6) o Ministério Público Federal, por meio de declínio de atribuições, encaminhou a Notícia de Fato nº
1.18.002.000045/2023-79 instaurada a partir de denúncia realizada pelo mesmo noticiante e sobre os mesmos fatos
acima descritos (mov. 3);
 
(7) foi solicitada à Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Nova Roma-GO a realização de vistoria no local dos
fatos (mov. 5), todavia, foi respondido que não seria possível atender à solicitação, tendo em vista que o órgão " [...] até
a presente data, não faz licenciamentos ambientais e que as ações de licenciamento são realizadas exclusivamente
pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente - SEMAD [...]" (mov. 18);
 
(8) é necessário, em defesa de direito difuso e coletivo, apurar eventual dano ambiental e, sendo o caso,
promover a responsabilização cível do causador do dano;
 
(9) se esgotou o prazo máximo de 180 (cento e oitenta) dias para a conclusão do Procedimento Preparatório (art.
30 da Resolução CPJ nº 09/2018 do MPGO) e ainda restam diligências necessárias à sua elucidação;
 
RESOLVE converter o presente PROCEDIMENTO PREPARATÓRIO nº 202300124385 em INQUÉRITO CIVIL,
com amparo no artigo 8º, § 1º, da Lei nº 7.347/1985, e artigos 13, inciso II, e 30, parágrafo único, ambos da Resolução
nº 09/2018 do CPJ-MPGO, cujo objeto é o desmatamento em área de litígio (território que estaria em processo de
titulação junto ao INCRA/DF), localizada no interior do Território Quilombola da Família Magalhães, qual seja, a
Fazenda Ilha, Município de Nova Roma/GO, tendo como investigado Acrizio Diniz Junqueira Filho.
 
DETERMINO as seguintes providências:
 
1) Autue-se a presente portaria pelo procedimento de praxe, registrando-se no sistema ATENA, alterando a
classe do procedimento para Inquérito Civil Público, publicando-se no Diário Oficial Eletrônico do Ministério
Público, na forma prevista no artigo 4º da Resolução nº 23/2007 do CNMP e artigo 17, inciso V, da Resolução nº
09/2018 do CPJ-MPGO;
 
2) Nomeiam-se a Secretária Auxiliar e a Oficiala desta Promotoria de Justiça para secretariarem os trabalhos;
 
3) Considerando a impossibilidade, por parte da Secretaria Municipal de Nova Roma-GO, de atender à solicitação
deste órgão ministerial (mov. 5), oficie-se à SEMAD com cópia dos autos, requisitando que: (i) realize vistoria na
Fazenda Ilha, Território Quilombola, no Município de Nova Roma/GO; (ii) elabore laudo de vistoria circunstanciado
sobre as constatações identificadas, incluindo registros fotográficos; (iii) em sendo constatado ilícito ambiental, adote
todas as medidas administrativas cabíveis à espécie.
 
CUMPRA-SE.
 
Iaciara-GO, datado e assinado eletronicamente.
 
 
YURI REZENDE DE MACEDO
Promotor de Justiça
Documento assinado eletronicamente por Yuri Rezende de Macedo, em 02/02/2024, às 14:27, e consolidado no
sistema Atena em 2024-02-02 15:17:04 -0300, sendo gerado o código de verificação 0623ab90-a425-013c-10dc-
0050568b49ac, conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
2ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE QUIRINÓPOLIS
Autos Extrajudiciais n. 202400049514
Portaria 2024000888394
O MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS, por meio da Promotora de Justiça infra-
assinado, no uso de suas atribuições constitucionais, legais e institucionais, com fulcro no artigo 129,
inciso III, da Constituição Federal, no artigo 26, inciso I, da Lei n° 8.625/93 (Lei Orgânica Nacional do
Ministério Público) e artigo 47, inciso I, da Lei Complementar Estadual n° 25/98 (Lei Orgânica do
Ministério Público do Estado de Goiás);
CONSIDERANDO que o compromisso de ajustamento de conduta é instrumento de garantia dos
direitos e interesses difusos e coletivos, individuais homogêneos e outros direitos de cuja defesa está
incumbido o Ministério Público, com natureza de negócio jurídico que tem por finalidade a adequação
da conduta às exigências legais e constitucionais, com eficácia de título executivo extrajudicial a partir
da celebração;
CONSIDERANDO que o órgão de execução do Ministério Público, no âmbito de suas respectivas
atribuições, poderá tomar compromisso de ajustamento de conduta para a aplicação célere e eficaz
das sanções estabelecidas na Lei nº. 7.347/85, de forma fundamentada e de acordo com a conduta
ou o ato praticado, observados os princípios da proporcionalidade, da razoabilidade e da eficiência.
CONSIDERANDO que o órgão do Ministério Público que tomou o compromisso de ajustamento
de conduta deverá fiscalizar o seu efetivo cumprimento, valendo-se, sempre que necessário e
possível, de apoio técnico especializado.
CONSIDERANDO que o Ministério Público do Estado de Goiás e Ricardo Soares Ferreira de
Souza, para solução do problema noticiado nos 202200176399, celebraram um Termo de
Ajustamento de Conduta;
CONSIDERANDO que o respectivo Termo de Compromisso de Ajustamento de conduta (TAC)
 firmado com o interessado, objetiva conceder-lhe um prazo suficiente para que seja sanar as
irregularidades em seu estabelecimento comercial. 
CONSIDERANDO a necessidade de se acompanhar o cumprimento das obrigações constituídas
no referido instrumento (TAC);
CONSIDERANDO que o procedimento administrativo é o instrumento próprio da atividade-fim
destinado a acompanhar o cumprimento das cláusulas de termo de ajustamento de conduta
celebrado;
CONSIDERANDO o disposto no Anexo do Ato Conjunto PGJ-CGMP n° 1/2012 do Ministério
Público do Estado de Goiás e artigo 43 da Resoluçãonº 09/2018 do Colégio de Procuradores de
Justiça do MP/GO;
 RESOLVE:
Na forma do artigo 10, da Resolução n. 09/2018, do Colégio de Procuradores de Justiça, instaurar
o presente Procedimento Administrativo para acompanhar o Termo de Ajustamento de Conduta
supracitado, determinando-se, desde logo que:
1 - Registre-se e autue-se a presente Portaria no sistema ATENA;
2 - Publique-se no DOMP;
CUMPRA-SE.
Datado e assinado digitalmente,
 
Ângela Acosta Giovanini de Moura
Promotora de Justiça
Documento assinado eletronicamente por Angela Acosta Giovanini de Moura, em 01/02/2024, às 18:27, e
consolidado no sistema Atena em 2024-02-01 18:35:27 -0300, sendo gerado o código de verificação af8dfd10-a377-
013c-d484-0050568b765d, conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
2ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE QUIRINÓPOLIS
Autos Extrajudiciais n. 202400049514
Termo de Ajustamento de Conduta - TAC 2024000890061
TERMO DE COMPROMISSO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA
 
O MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO GOIÁS , por meio da titular da 2ª Promotoria de
Justiça de Quirinópolis, com sede na Av. Brasil nº 588, Bairro Alexandrina, Quirinópolis, doravante
denominado COMPROMITENTE, e, de outro lado, a empresa RICARDO SOARES FERREIRA DE
SOUZA, que opera na cidade sob o nome fantasia "Supermercado Econômico", empresa inscrita no
CNPJ 07.103.407/0001-93, representada pelo sócio proprietário, RICARDO SOARES FERREIRA DE
SOUZA, localizada na Av. José Quintiliano Leão, nº 272, Centro, telefone (64) 3651-4580, doravante
denominada COMPROMISSÁRIA, firmam o presente TERMO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA ,
Título Executivo Extrajudicial, em conformidade com o disposto no art. 5º, § 6º, da Lei Federal nº
7.347, de 24 de julho de 1985, e o art. 784, IV do Código de Processo Civil.
CONSIDERANDO que incumbe ao Ministério Público a defesa dos interesses sociais e
individuais indisponíveis ( art. 129 da CF), assim como a proteção dos interesses difusos, coletivos
(art. 127, III, da CF e art. 81, I e II, da Lei 8.078/90 - Código de Defesa do Consumidor - CDC) e
individuais homogêneos (art. 127, IX da CF e art. 81, III e 82, do CDC);
CONSIDERANDO que o Código de Defesa do Consumidor, estabelece em seu art. 18, § 6°,
inciso li, dispõe que "são impróprios ao uso e consumo: os produtos deteriorados, adulterados,
avariados, falsificados, corrompidos, fraudados, nocivo à vida ou à saúde, perigosos ou, ainda,
aqueles em desacordo com as normas regulamentares de fabricação, distribuição ou apresentação";
CONSIDERANDO que o art. 39, inciso VIII, do Código de Defesa do Consumidor estabelece que
"é vedado ao fornecedor de produtos ou serviços colocar, no mercado de consumo, qualquer produto
ou serviço em desacordo com as normas expedidas pelos órgãos oficiais competentes( ... )" ; 
CONSIDERANDO que são direitos básicos do consumidor a proteção da vida, saúde e segurança
contra os riscos provocados por práticas no fornecimento de produtos e serviços considerados
perigosos ou nocivos (art. 6º, I, CDC);
CONSIDERANDO que o artigo 18, § 6º, do Código de Defesa do Consumidor dispõe que "são
impróprios ao uso e consumo: I - os produtos cujos prazos de validade estejam vencidos; II - os
produtos deteriorados, alterados, adulterados, avariados, falsificados, corrompidos, fraudados,
nocivos à vida ou à saúde, perigo distribuição ou apresentação; III os produtos que, por qualquer
motivo, se revelem inadequados ao fim a que se destinam" ;
CONSIDERANDO que a ingestão de produto impróprio ao consumo pode ocasionar sérios
problemas à saúde dos consumidores, inclusive levando-lhes à morte;
CONSIDERANDO que que vender, ter em depósito para vender ou expor à venda ou, de
qualquer forma, entregar matéria-prima ou mercadoria, em condições impróprias para o consumo
constitui crime contra as relações de consumo, punido com pena de detenção, de 2 a 5 anos, ou
multa, nos termos do art. 7°, IX, da Lei nº 8.137/90;
CONSIDERANDO que a Lei nº 16.140/07, dispõe, em seu artigo 117, que os estabelecimentos
sujeitos ao controle e à fiscalização sanitários somente funcionarão mediante alvará sanitário
expedido pelo órgão competente estadual ou municipal, conforme habilitação e condição de gestão,
com validade para o ano em que for concedido;
CONSIDERANDO que a Compromissária foi autuada pela Vigilância Sanitária, em virtude da
constatação de infrações sanitárias graves, caracterizadas pela exposição e comercialização de
produtos inaptos para o consumo humano, destacando-se a venda de produtos sem identificação de
procedência, produtos com prazo de vaidade expirado, bem como o acondicionamento inadequado
dos mesmos. Tal conduta resultou na apreensão de 311 kg de produtos cárneos sem identificação,
bem como 25 kg de produtos lácteos fora do prazo de validade, produtos considerados impróprios ao
consumo, conforme as normativas sanitárias vigentes e os padrões de segurança alimentar
estabelecidos pela legislação pertinente (Auto de Infração nº 000027 e 000053 em anexo).
CONSIDERANDO que a que a conduta mencionada viola normas de proteção à saúde pública,
segurança alimentar e direitos dos consumidores, e se insere, portanto, no âmbito de atuação desta
Promotoria, que instaurou o Inquérito Civil Público nº 202200176399 para investigar os fatos, com o
objetivo de salvaguardar os direitos coletivos e difusos, especialmente no que concerne à observância
das regulamentações sanitárias e à garantia da incolumidade física e bem-estar da população.
RESOLVEM Celebrar o presente TERMO DE COMPROMISSO DE AJUSTAMENTO DE
CONDUTA, estabelecendo as seguintes obrigações:
CLÁUSULA PRIMEIRA - DO OBJETO
O objetivo deste Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) é definir prazos e condições para que
a COMPROMISSÁRIA atenda à legislação municipal e forneça à Promotoria de Justiça a
documentação necessária. Isso inclui a obtenção da licença ambiental, do alvará de funcionamento e
do alvará sanitário, todos válidos para o ano de 2024. Alem disso, este instrumento visa estabelecer
obrigações e, com base nos artigos 8º e 1 Oº do Código de Defesa do Consumidor, acordar o
pagamento de uma indenização pelos danos coletivos causados pela COMPROMISSÁRIA à
comunidade local, em razão da exposição à venda de produtos impróprios ao consumo.
CLÁUSULA SEGUNDA - DAS OBRIGAÇÕES
2.1.- A COMPROMISSÁRIA assume o compromisso e a responsabilidade na OBRIGAÇÃO DE
FAZER consistente em apresentar a esta Promotoria de Justiça nos prazos estabelecidos abaixo,
contados da assinatura deste Compromisso:
A- Alvará de Funcionamento emitido pela Prefeitura Municipal de Quirinópolis, com validade para
o ano de 2024. Prazo: 90 (noventa) dias
B- Alvará sanitário emitido pela Superintendência de Vigilância Sanitária de Quirinópolis, com
validade para o ano de 2024. Prazo: 90 (noventa) dias.
C- Certificado de Conformidade emitido pelo Corpo de Bombeiro, com validade para o ano de
2024. Prazo: de 90 (noventa) dias.
2.2 - A COMPROMISSÁRIA se compromete a realizar fiscalização diária das condições dos
produtos à venda, assegurando que não sejam comercializados produtos vencidos, deteriorados,
alterados, adulterados, avariados, falsificados, corrompidos, fraudados, nocivos à saúde ou à vida,
perigosos, ou em desacordo com as normas regulamentares de fabricação, distribuição ou
apresentação. Compromete-se, em especial, a não comercializar produtos com prazo de validade
expirado.
2.3- A COMPROMISSÁRIA também se compromete a afixar, em local visível e de fácil acesso
para os consumidores, um aviso com informações corretas e claras sobre a origem dos produtos de
origem animal (como carne, pescados, leite e derivados) que comercializa. Este aviso deve incluir o
nome do estabelecimento produtor e o número de seu registro no Serviço de Inspeção Sanitária
Municipal, Estadual ou Federal, destacando que esta obrigação decorre do Decreto Estadual nº
3.748/93 e do presente termo de ajustamentode conduta.
CLÁUSULA TERCEIRA - DA COMPENSAÇÃO
A COMPROMISSÁRIA reconhece ter exposto a venda produtos em desacordo com a legislação
e, em razão disso, compromete-se a efetuar o pagamento de 10 salários-mínimos, a título de
compensação pelos danos já causados aos consumidores. O pagamento poderá ser parcelado em
cinco vezes, com a primeira parcela vencendo em 10/02/2024 e as subsequentes a cada trinta dias. O
pagamento será realizado ao Fundo Municipal do Meio Ambiente de Quirinópolis, por meio da
Caixa Econômica Federal, Agência 2510, Operação 006, Conta 20206-9. 
CLÁUSULA QUARTA - DA MULTA
O descumprimento ou violação dos compromissos assumidos neste instrumento ensejará a
imposição de multa à COMPROMISSÁRIA no valor de R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais), por
descumprimento de qualquer cláusula, a título de cláusula penal, além de ser proposta Ação Civil
Pública com o objetivo de obter a interdição do estabelecimento;
Parágrafo 1 ° - O pagamento da multa não eximirá o COMPROMISSÁRIO do cumprimento das
obrigações ajustadas no presente termo, que poderá ser objeto de execução específica de obrigação
de fazer ou não fazer promovida pelo Ministério Público nos termos da Lei n.º 7.347/85.
CLÁUSULA QUINTA - DA PRORROGAÇÃO
A prorrogação dos prazos estabelecidos neste Termo de Ajustamento de Conduta, na hipótese de
a Compromissária descumprir alguma de suas disposições, está condicionada ao pagamento do valor
de R$ 5.000,00 (cinco mil reais), que deverá ser destinado a um Projeto Institucional de Destinação
Articulada de Acordos (DAAMP) do Ministério Público do Estado de Goiás. Tais projetos poderão ser
encontrados na página: http://www.mpgo.mp.br/portal/noticia/daamp-destinacao-articulada-de-
acordos-do-mpgo
CLÁUSULA SEXTA - DA EXECUÇÃO EXTRAJUDICIAL
O Compromissário tem pleno conhecimento de que o presente TERMO DE COMPROMISSO DE
AJUSTAMENTO DE CONDUTA tem eficácia de título executivo extrajudicial, e, o seu
descumprimento total ou parcial, ensejará o ajuizamento de sua execução judicial, no prazo máximo
de 60 dias, após caracterizada a mora ou inadimplência, independentemente de qualquer notificação,
bastando para tanto o inadimplemento.
CLÁUSULA SÉTIMA- DA EFICÁCIA
Este Termo de Ajuste de Conduta Ambiental produzirá efeitos legais a partir de sua assinatura e
terá eficácia de título executivo extrajudicial, na forma do artigo 5º, p. 6°, da Lei nº 7.347/85 e artigo
784, IV, do CPC.
CLÁUSULA OITAVA - DA OBRIGAÇÃO DOS SUCESSORES
Este Termo obriga a todos os sucessores, a qualquer título, da COMPROMISSÁRIA, sendo
ineficaz qualquer estipulação em contrário.
CLÁUSULA NONA - DA PUBLICIDADE
O presente TAC será submetido à apreciação do Conselho Superior do Ministério Público que lhe
dará publicidade, mediante publicação no Diário Oficial Eletrônico do Ministério Público de Goiás,
conforme Resolução 09/2018, do CPJ.
CLÁUSULA DÉCIMA - DO FORO
As partes elegem em consonância com o artigo 2º da Lei nº 7347/85, o foro da Comarca de
Quirinópolis, Estado de Goiás, para dirimir e decidir toda questão oriunda do presente Termo.
Para que produza os seus efeitos jurídicos e legais, e, bem assim, por estarem justos e de
acordo, firmam o presente Termo em 02 (duas) vias de igual teor, na presença de duas testemunhas
abaixo qualificadas e assinadas.
Quirinópolis, 11 de janeiro de 2024.
 
 
RICARDO SOARES FERREIRA DE SOUZA
Empresa Compromissária
 
Ângela Acosta Giovanini de Moura
Promotora de Justiça
 
http://www.mpgo.mp.br/portal/noticia/daamp-destinacao-articulada-de-acordos-do-mpgo
Documento assinado eletronicamente por Angela Acosta Giovanini de Moura, em 01/02/2024, às 18:33, e
consolidado no sistema Atena em 2024-02-01 18:35:27 -0300, sendo gerado o código de verificação ba9f4540-a377-
013c-d487-0050568b765d, conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
78ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE GOIÂNIA
Autos Extrajudiciais n. 202300403011
Publicação Oficial 2024000893564
EDITAL DE CIENTIFICAÇÃO
 
NOTÍCIA DE FATO N. 202300403011
 
Comarca: Goiânia-GO
Órgão do Ministério Público: 78ª Promotoria de Justiça de Goiânia-GO
Pessoa Cientificada: Anônima.
A pessoa identificada neste edital fica, pelo presente, cientificada da decisão abaixo, bem como do
prazo de 10 (dez) dias úteis para interposição de recurso, já acompanhado das respectivas razões, na
Secretaria do órgão ministerial acima mencionado.
Extrato da decisão: "Trata-se de Notícia de Fato encaminhada ao Ministério Público do Estado de
Goiás, em decorrência de representação anônima, e distribuída à 78ª Promotoria de Justiça, no qual
se apontam para possíveis irregularidades no âmbito da Agência da Guarda Civil Metropolitana de
Goiânia - GCM. (...) Inicialmente, adiante-se que, da leitura dos elementos de informação juntadas a
este procedimento, verifica-se insubsistente razão jurídica à continuidade da presente investigação,
uma vez inexistentes indícios de atos de improbidade administrativa nos fatos investigados.
(...)Apurou-se também que os Guardas Civis Metropolitanos, durante suas jornadas de trabalho,
podem serem designados para prestarem serviços em escalas operacionais, administrativas, bem
como em regime de plantões e revezamentos, conforme discriminadas no § 1º, do Art. 6 da Portaria
nº 0218/2021. (...) Considerando que os Diretores, Gerentes, Comandantes de Unidades Operacional,
Chefes de serviços seguem o especificado na Portaria nº 0218/2021, podem abonar faltas
devidamente justificadas. (...) Consigna-se que a representação, deixou de trazer dados mínimos,
provas, ou mesmos indícios substanciais que justifiquem a deflagração de uma investigação por este
órgão, sendo contraproducente, caro e ineficaz sair investigando a tudo e a todos sem a menor
subsídio da prática de alguma irregularidade, ilícito ou ato ímprobo. (...) Ressalva-se, por óbvio, que o
encerramento da presente representação não impede ulteriores investigações em caso de indícios
supervenientes de dano ao erário e/ou atos de improbidade administrativa derivados dos fatos
narrados (art. 36 da resolução n.º 09/2018 do CPJ). (...)"
 
Membro do Ministério Público: Astúlio Gonçalves de Souza
Data: 01.02.2024
Documento assinado eletronicamente por Luzia Adriana Da Silva Duarte, em 01/02/2024, às 19:30, e consolidado no
sistema Atena em 2024-02-01 19:30:11 -0300, sendo gerado o código de verificação 61cbba60-a37f-013c-0c6d-
0050568b49ac, conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
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78ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE GOIÂNIA
Autos Extrajudiciais n. 202300107874
Publicação Oficial 2024000893766
EDITAL DE CIENTIFICAÇÃO
 
PROCEDIMENTO PREPARATÓRIO N. 202300107874
Comarca:
Órgão do Ministério Público: Promotoria de Justiça de Goiânia-GO
Pessoa Cientificada: Anônima
A pessoa identificada no presente edital fica, pelo presente, cientificada da decisão abaixo e poderá
apresentar razões escritas ou documentos ao Conselho Superior do Ministério Público, até a sessão
que apreciar a promoção de arquivamento. As razões ou os documentos podem ser remetidos ou
apresentados diretamente ao Conselho Superior do Ministério Público (Conselho Superior do
Ministério Público, Rua 23, quadra A6, lotes 15/24, 2º andar, Salas 203/201-B, Jardim Goiás, Goiânia
- GO).
Extrato da decisão: "Trata-se de Procedimento Preparatório instaurado por meio da Portaria nº.
003/2023 - 78ª Promotoria, no dia 09 de agosto de 2023, com a finalidade de apurar supostas
irregularidades no âmbito da Companhia de Urbanização de Goiânia - GO. Conforme consta da
representação, aos 15 de março de 2023, a COMURG, por meio Resolução nº 002/2023 - DE,
aumentou em 162,34% (cento e sessenta e dois inteiros e trinta e quatro centésimos por cento) o
valor da unidade da caçamba de entulho, sem qualquer justificativa plausível e em ofensa aos
princípios da livre iniciativa e da proporcionalidade. (...)Instaurado o presente ProcedimentoPreparatório (mov. 19), veio aos autos, na sequência, o Ofício n.º 174/2023-AJU (mov. 22), oriundo da
COMURG, acompanhado de documentos. No referido expediente, a COMURG justifica que o valor
indicado na Tabela de Preços - Empresas sem Contrato, referente a Resíduos de Construção Civil -
RCC (caçamba), correspondente a R$ 170,00 (cento setenta reais), foi corrigido em Errata publicada
em 29/03/2023, com o valor correto de R$ 99,00 (noventa e nove reais). (...) Contudo, conforme
anteriormente consignado, a irregularidade relatada foi sanada por iniciativa própria COMURG. (...)
Desta feita, considerando que os fatos narrados não se enquadram, neste momento, em ato de
improbidade administrativa, o que impossibilita este órgão ministerial de dar prosseguimento a
investigação, não havendo, assim, justificativa para instauração de inquérito civil público, tampouco de
ação civil pública.
(...)"
 
Membro do Ministério Público: Astúlio Gonçalves de Souza
Data: 01.02.2024
Documento assinado eletronicamente por Luzia Adriana Da Silva Duarte, em 01/02/2024, às 19:43, e consolidado no
sistema Atena em 2024-02-01 19:43:41 -0300, sendo gerado o código de verificação 44a5bb00-a381-013c-0c79-
0050568b49ac, conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
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78ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE GOIÂNIA
Autos Extrajudiciais n. 202300464783
Publicação Oficial 2024000893949
EDITAL DE CIENTIFICAÇÃO
 
NOTÍCIA DE FATO N. 202300464783
 
Comarca: Goiânia-GO
Órgão do Ministério Público: 78ª Promotoria de Justiça de Goiânia-GO
Pessoa Cientificada: Anônima.
A pessoa identificada neste edital fica, pelo presente, cientificada da decisão abaixo, bem como do
prazo de 10 (dez) dias úteis para interposição de recurso, já acompanhado das respectivas razões, na
Secretaria do órgão ministerial acima mencionado.
Extrato da decisão: "Nesse contexto, diante dos esclarecimentos prestados nos autos, verifica-se que
as alegações do representante não se confirmaram, ao revés, não há indícios de irregularidades
perpetradas no âmbito da Unidade de Pronto Atendimento Veterinário - UPAvet. (...) Diante desses
fatos, esta Promotoria de Justiça não vislumbra razões para a adoção de outras providências.
Obtempera-se que a deflagração de procedimentos investigatórios por esta Promotoria de Justiça,
com atribuição na tutela da probidade administrativa e proteção ao patrimônio, deve ser pautada pela
verossimilhança e idoneidade dos relatos contidos em representação, bem como pela razoabilidade
das diligências determinadas para a sua apuração. À luz das considerações expendidas, constata-se
que não é possível apreender indícios suficientes da ocorrência das irregularidades noticiadas, razão
pela qual este órgão ministerial não vislumbra viabilidade de instauração de investigação, no âmbito
desta promotoria especializada. (...)"
 
Membro do Ministério Público: Astúlio Gonçalves de Souza
Data: 01.02.2024
Documento assinado eletronicamente por Luzia Adriana Da Silva Duarte, em 01/02/2024, às 19:54, e consolidado no
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0050568b49ac, conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
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25ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE GOIÂNIA
Autos Extrajudiciais n. 202200353801
Integral 2024000896954
Trata-se de Procedimento Administrativo, instaurado a fim de acompanhar o projeto construtivo
referente as reformas e novas edificações na Penitenciária Coronel Odenir Guimarães, com
fundamento no artigo 39, inciso III, da Resolução nº 09/2018, do Colégio de Procuradores de Justiça
do Estado de Goiás (Portaria inserida na movimentação nº 02).
 
Expediu-se ofício para a Subprocuradoria-Geral de Justiça para Assuntos Institucionais do
Ministério Público para conhecimento, acompanhamento e destinação de recursos provenientes de
multas de ANPP's para a construção de novas edificações e reformas na Penitenciária Coronel Odenir
Guimarães (sequência nº 03).
 
Realizou-se reunião com o então Promotor de Justiça responsável pela 25ª Promotoria de
Justiça, Fernando Krebs, a presidente do 31ª Conselho Comunitário de Segurança de Goiás, a
coordenadora da 1ª Coordenação Regional Prisional da Diretoria-Geral de Polícia Penal e os policiais
penais Erivaldo da Silva Alves e Juliano Nunes Curado Parrode, tendo como pauta debater sobre os
projetos construtivos para novas edificações e reformas nas unidades do complexo prisional de
Aparecida de Goiânia (movimento nº 09).
 
Na sequência nº 14, foram requisitadas informações à Diretoria-Geral de Polícia Penal, acerca
dos projetos de construção de um novo alojamento feminino, a construção de um novo almoxarifado,
a reforma do alojamento masculino, a construção de um novo banheiro masculino, a criação de novo
refeitório e da área de convivência da unidade prisional na Penitenciária Odenir Guimarães.
 
No evento nº 16, a Diretoria-Geral de Polícia Penal, por meio do ofício nº 35557/2023/DGAP,
comunicou que as obras estavam sendo realizadas por etapas, tendo a construção do alojamento
feminino já sido concluída e estava sendo construído o novo refeitório e a nova área de convivência.
Salientou, ainda, que com a conclusão destas obras, iniciaria a reforma do alojamento e dos
banheiros masculinos, encerrando o trabalho com a construção do novo almoxarifado.
 
Na movimentação nº 19, expediu-se novo ofício à Diretoria-Geral de Polícia Penal, requisitando
informações acerca do andamento e execução atualizados dos projetos construtivos da Penitenciária
Coronel Odenir Guimarães.
 
Já no evento nº 21, a Diretoria-Geral de Polícia Penal informou, em 14 de junho de 2023, que as
obras do projeto construtivo da Penitenciária Coronel Odenir Guimarães encontravam-se em fase
final, sendo que o refeitório, almoxarifado e alojamento feminino foram concluídos, restando apenas a
finalização das obras da biblioteca e recepção da Penitenciária Coronel Odenir Guimarães.
 
Diante disso, na movimentação nº 23, esta Promotoria de Justiça expediu novo ofício àquele
órgão, requisitando informações sobre a conclusão dos projetos construtivos e eventual inscrição no
projeto denominado Destinação Articulada de Acordos do Ministério Público - DAAMP, com o
recebimento de verbas advindas das multas do ANPP e se havia projeto em aberto - ou concluído,
para a utilização do referido recurso.
 
Nos movimentos nº 25 e 27, a Diretoria-Geral de Administração Penitenciária informou que
concluiu a construção do alojamento feminino, do refeitório e do almoxarifado, além de reformar o
alojamento masculino, a biblioteca e o portão de acesso à Penitenciária Coronel Odenir Guimarães. O
investimento total foi de R$ 186.000,00, disponibilizado por meio de recursos do MPT (Ministério
Público do Trabalho).
 
Ponderou-se que foi realizado o cadastramento do órgão no DAAMP, Edital nº 01/2022, sendo
apresentado projeto para reforma do telhado da carceragem e do corpo de guarda da Penitenciária
Feminina Consuelo Nasser, no valor de R$ 43.377,08, o qual aguardava manifestação acerca da
viabilidade da proposta e se encontra em acompanhamento nesta Promotoria de Justiça, por meio dos
autos extrajudiciais 202300045055.
 
Nas sequências nº 30, 33 e 37, expediram-se ofícios à Diretoria-Geral de Polícia Penal,
requisitando que fosse informado sobre eventual conclusão e deferimento da prestação de contas da
verba utilizada nas obras da Penitenciária Coronel Odenir Guimarães.
 
Em sua resposta acostada no evento nº 39, a Diretoria-Geral de Polícia Penal informou que
"coube ao CONSEG - Conselho Comunitário de Segurança, responsável pela gestão da verba
destinada pelo MPT, realizar a prestação de contas perante o órgão destinador".
 
Na sequência nº 41, foi expedido ofício para o Conselho Comunitário de Segurança, requisitando
informações sobre o deferimento da prestação de contas da verba utilizada nas obras da PenitenciáriaCoronel Odenir Guimarães.
 
Na resposta acostada na movimentação nº 43, a presidente do Conselho Comunitário de
Segurança da Capital apresentou a documentação relativa à prestação de contas realizada com o uso
de verba pública, mediante recurso judicial, com os orçamentos/notas fiscais, bem como fotografias
das reformas/edificações realizadas, com relatório final atestando que se encerraram as atividades de
construção do alojamento feminino e reforma do alojamento masculino e refeitório.
 
É o relatório dos fatos.
 
Antes de adentrar de fato na análise do presente caso e suas nuances, há de se pontuar algumas
especificidades do procedimento administrativo, que foi instaurado para acompanhar o projeto
construtivo referente as reformas e novas edificações na Penitenciária Coronel Odenir Guimarães.
 
A primeira delas é que, das hipóteses previstas para instauração deste procedimento, aquelas
que se amoldam ao caso administrativo em deslinde são as dispostas no artigo 39, incisos II e III, da
Resolução nº 9 do Colégio de Procuradores de Justiça, que pondera que será instaurado para
"acompanhar e fiscalizar políticas públicas ou instituições" e para "apurar fato que enseje a tutela de
interesses individuais indisponíveis".
 
Nesse ponto, vale dizer que o procedimento administrativo não poderá ter caráter de investigação
cível ou criminal de determinada pessoa, ou de ilícito específico, em concordância com o parágrafo
único do art. 39, da Resolução nº 9 do Colégio de Procuradores de Justiça. Contudo, se no curso
deste sobrevier fatos que demandem apuração penal, deverá o órgão ministerial encaminhar notícia
de fato a quem tiver atribuição para tanto, em decorrência da determinação contida no artigo 41 da
Resolução nº 9 do Colégio de Procuradores de Justiça.
 
Realizadas as devidas ressalvas, após toda a análise dos elementos produzidos, evidenciou-
se que esses autos extrajudiciais iniciaram-se para acompanhar e fiscalizar obras de construção e
reformas na Penitenciária Coronel Odenir Guimarães, visando a edificação de um alojamento
feminino, a construção de um novo almoxarifado, a reforma do alojamento masculino, a construção de
um novo banheiro masculino, a criação de novo refeitório e da área de convivência da unidade
prisional na POG, proporcionando maior qualidade e dignidade aos trabalhos desenvolvidos pelos
servidores do Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia e também aos próprios reeducandos.
 
A verba pública destinada ao projeto foi adequadamente utilizada, sendo apresentadas as notas
fiscais de compra de materiais. As edificações se deram com o uso de mão de obra carcerária e os
apenados puderam solicitar a remição por tempo de trabalho dos serviços realizados.
 
Ainda, foram apresentadas fotografias que atestaram a conclusão satisfatória das obras. Em
inspeções in loco, este Promotor de Justiça pôde certificar que as reformas e construções foram
realizadas a contento com o planejamento inicial.
 
Além disso, a presidenta do Conselho Comunitário de Segurança da Capital, responsável pela
gestão da verba disponibilizada pelo Ministério Público do Trabalho, atestou e apresentou a
documentação pertinente, demonstrando que se encerraram as atividades propostas.
 
Diante disso, e tendo em vista que foram empreendidas todas as diligências necessárias e que
deram causa a cessação dos motivos que ensejaram a necessidade da solução extrajudicial,
DETERMINO o arquivamento deste procedimento, com fundamento nos artigos 43 e 45, ambos da
Resolução nº 09/2018 do Colégio de Procuradores de Justiça do MPGO.
 
Publique-se no DOMP e dê-se ciência as partes.
 
Após, sem manifestação das partes, arquivem-se os presentes autos.
 
Goiânia/GO, 02 de fevereiro de 2024.
 
LAURO MACHADO NOGUEIRA
Promotor de Justiça - Em substituição
Documento assinado eletronicamente por Lauro Machado Nogueira, em 02/02/2024, às 14:30, e consolidado no
sistema Atena em 2024-02-02 14:36:37 -0300, sendo gerado o código de verificação 85a2cb30-a41f-013c-3fbf-
0050568bb0db, conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
3ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE ITUMBIARA
Autos Extrajudiciais n. 202100367478
Publicação Oficial 2024000900883
EXTRATO DE CONCLUSÃO
 
INQUERITO CIVIL N. 202100367478
 
Comarca: Itumbiara/GO
Órgão: 3ª Promotoria de Justiça da Comarca de Itumbiara/GO
Data da Instauração: 6/10/2021
Envolvidos: 
Conclusão: Trata-se de um Inquérito Civil Público instaurado conjuntamente pela Procuradoria da República do
Município de Itumbiara/GO e pela 3ª Promotoria de Justiça de Itumbiara/GO, com o objetivo de investigar possíveis
irregularidades na execução das obras de infraestrutura do Parque Beija-Flor e do Píer João Gilberto Motta. Concluiu-
se que as obras públicas foram paralisadas devido a problemas técnicos, abandono por parte das empresas
contratadas e dificuldades orçamentárias, resultando em irregularidades que não foram causadas por falhas nas
licitações ou na execução contratual, mas sim pela situação de abandono. Durante a inspeção realizada pelos
Auditores do TCM no local, não foram encontradas evidências de sobrepreço ou superfaturamento nas obras públicas
avaliadas, mas sim de abandono e falta de conservação do espaço público. Vale ressaltar que, devido às recentes
modificações na Lei de Improbidade Administrativa, os critérios para condenação pela prática de atos ímprobos não
foram plenamente preenchidos neste caso, uma vez que não foi devidamente comprovado o dolo específico por parte
dos ex-gestores, apesar do prejuízo aos cofres públicos causado pela não conclusão das obras. Assim, o Inquérito
Civil Público foi arquivado com base no inciso I do artigo 33 da Resolução n. 09/2018 do Colégio dos Procuradores de
Justiça do Ministério Público do Estado de Goiás.
Membro do Ministério Público: Ana Paula Sousa Fernandes
Documento assinado eletronicamente por Brenda Fleury de Abreu, em 02/02/2024, às 12:23, e consolidado no
sistema Atena em 2024-02-02 12:23:46 -0300, sendo gerado o código de verificação f9cd5f90-a40c-013c-d675-
0050568b765d, conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
2ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE PIRENÓPOLIS
Autos Extrajudiciais n. 202300483298
Publicação Oficial 2024000900911
EDITAL DE CIENTIFICAÇÃO
 
NOTÍCIA DE FATO n° 202300483298
Comarca: Pirenópolis/GO
Órgão do Ministério Público: 2ª Promotoria de Justiça da Comarca de Pirenópolis
Pessoa Cientificada: A quem possa interessar
A pessoa identificada neste edital fica, pelo presente, cientificada da decisão abaixo, bem como do prazo de 10 (dez)
dias úteis para interposição de recurso, já acompanhado das respectivas razões, na Secretaria do órgão ministerial
acima mencionado.
Extrato da decisão: "Trata-se de Notícia de Fato registrada anonimamente por meio do sistema "MP Cidadão",
relatando supostas irregularidades no Processo Seletivo Simplificado do Fundo Municipal de Desenvolvimento da
Educação de Pirenópolis, Edital nº 02/2022. O noticiante destaca possíveis desvios de função de candidatos
aprovados, prejuízos financeiros ao município e não cumprimento da carga horária prevista. Em busca de
esclarecimentos, a Secretaria Municipal de Educação ao ser oficiada, respondeu através do ofício nº 116/2023 que o
processo seletivo respeitou o estabelecido no Edital nº 02/2022, destinando-se à contratação temporária de Professor
P-III, Administrativo Educacional AE-III e Nutricionista. A resposta informa que os profissionais foram alocados nas
unidades escolares municipais para preencher os déficits da modulação escolar, em conformidade com as descrições
do edital. Além disso, enfatiza que a frequência dos servidores é monitorada mensalmente pelas secretarias escolares,
atentando ao cumprimento da jornada semanal. Ao analisar os elementos apresentados, não é possível constatar, de
forma clara, desvio de função dos candidatosselecionados para o cargo de Professor P-III, assumindo funções de
Administrativo Educacional AE-III e, conforme a resposta da mencionada pasta, tais alegações não evidenciam o
desvio de função ou dano ao erário. Considerando a insuficiência de informações para fundamentar irregularidades e a
impossibilidade de intimar o noticiante devido ao anonimato, determino o arquivamento dos autos, baseando-se no
artigo 6º, inciso III, da Resolução n. 09/2018 do Colégio de Procuradores de Justiça.
Membro do Ministério Público: Dr. Bernardo Boclin Borges - Promotor de Justiça
Data: 31/12/2024
Documento assinado eletronicamente por Marcelo Sousa Fernandes, em 02/02/2024, às 12:14, e consolidado no
sistema Atena em 2024-02-02 12:14:09 -0300, sendo gerado o código de verificação a2e6c3c0-a40b-013c-3ea1-
0050568bb0db, conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
2ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE INHUMAS
Autos Extrajudiciais n. 202400020617
Indeferimento de Instauração 2024000901662
Trata-se de Notícia de Fato anônima, registrada no sistema Atena sob o n. 2024000355929, com a seguinte
descrição: 
 
"(...) Dessarte, enquanto cidadão do município de Damolândia-Go aciona esse órgão, para conhecimento dessa demolição
da praça conhecida como "Praça dos Carreiros". Segue os registros para percepção do cenário, o qual o poder público
municipal não pensou na qualidade de vida de seus moradores, sem planejamento da arborização e similarmente
desrespeitou o dinheiro público, tendo em vista que a praça poderia ser revitalizada e não destruída." (mov. 01)
 
Nesse sentido, através do ofício nº 2024000402609, foi oficiado o Prefeito Municipal de Damolândia para
esclarecer os fatos elencados na denúncia.
 
Em resposta, foi informado, através do ofício nº 016/2024, que assim como outros espaços públicos municipais, a
praça Altair de Oliveira Azarias (Praça dos Carreiros) está inclusa no cronograma de revitalização dos espaços
públicos municipais.
 
Ademais, foi esclarecido, conforme relatório técnico ambiental (mov. 11), que a supressão das árvores foi
autorizada em razão da não adequação para calçadas, por possuírem raízes grandes, obstruindo o local para passeio
e acessibilidade de pedestres e cadeirantes. 
 
Considerando que os fatos foram justificados e que por hora não subsistem motivos que justifiquem a intervenção
do Ministério Público. Bem como, considerando a ausência de elementos mínimos de prova de ilegalidade ou
irregularidade, não vislumbro a necessidade de prosseguir com a tramitação do presente expediente, impondo-se o
seu arquivamento.
 
Nesse sentido o art. 6º, inciso I, e §1°, da Resolução nº 09/2018 do Colégio de Procuradores de Justiça do
Ministério Público do Estado de Goiás dispõe:
Art. 6º. A notícia de fato será arquivada por decisão fundamentada, quando:
(...)
III - for desprovida de elementos de prova ou de informação mínimos para o início de
uma apuração, e o noticiante não atender à intimação para complementá-la. (NR)
 
Assim, nos termos do artigo 4º, da Resolução 174/2017 do Conselho Nacional do Ministério Público e do artigo 6º,
inciso I, e §1°, da Resolução 09/2018 do Colégio de Procuradores de Justiça do Ministério Público do Estado de
Goiás, DETERMINO o ARQUIVAMENTO da presente Notícia de Fato, e por conseguinte, determino:
 
Em razão de se tratar de noticiante anônima, publique-se a presente decisão no Diário Oficial do Ministério
Público (DOMP), nos termos do art. 7º, §1º, da Resolução nº 09/2018 CPJ-MPGO, proceda a cientificação do
Município de Damolândia.
 
Após transcorrido in albis o prazo de 10 (dez) dias, arquivem-se os presentes autos nesta Promotoria de Justiça,
sem a necessidade de remessa ao Conselho Superior do Ministério Público, com fulcro no artigo 9º da Resolução nº
09/2018 do CPJ-MPGO.
 
Cumpra-se.
 
Inhumas-GO, datado e assinado digitalmente.
 
 
Sólia Maria de Castro Lobo
Promotora de Justiça
Titular da 2ª Promotoria de Justiça de Inhumas
Documento assinado eletronicamente por Solia Maria de Castro Lobo, em 02/02/2024, às 13:18, e consolidado no
sistema Atena em 2024-02-02 13:18:45 -0300, sendo gerado o código de verificação a8ac7ca0-a414-013c-0e8a-
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2ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE SANTO ANTÔNIO DO
DESCOBERTO
Autos Extrajudiciais n. 202400042010
Notificação 2024000901963
Autos: 202400042010
 
EDITAL DE CIENTIFICAÇÃO
NOTÍCIA DE FATO N. 202400042010
Comarca: Santo Antônio do Descoberto
Órgão do Ministério Público: 2ª Promotoria de Justiça de Santo Antônio do Descoberto
Pessoa Cientificada: Anônima
A pessoa identificada neste edital fica, pelo presente, cientificada da decisão abaixo, bem como do prazo de 10 (dez)
dias úteis para interposição de recurso, já acompanhado das respectivas razões, na Secretaria do órgão ministerial
acima mencionado.
Extrato da decisão: PROMOÇÃO DE ARQUIVAMENTO dos autos 202400042010 em razão de não haver fornecidos
dados, nem juntado arquivos comprobatórios e elementos de informações ou dados comprobatórios.
Membro do Ministério Público: DIEGO CAMPOS SALGADO BRAGA
Data: 30/01/2024
 
 
Autos Extrajudiciais: 202400042010
Assunto(s): 
INDEFERIMENTO DE INSTAURAÇÃO
 
Trata-se de notícia de fato registrada com a seguinte informação:
 
"Ruas esburacadas por causa das águas pluviais".
 
Não foram fornecidos outros dados, nem juntados arquivos comprobatórios elementos de informações ou dados
comprobatórios.
 
Pois bem.
 
Ordenação da Cidade / Plano Diretor
Indeferimento de Instauração 2024000805377
M
ovim
ento 5 - N
otificação 2024000901963 - A
ssinado eletronicam
ente por D
iego C
am
pos S
algado B
raga, em
 02/02/2024, às 13:02. 
A
utos 202400042010 - S
istem
a de D
enúncias. D
ocum
ento gerado por Ludim
ila de A
breu C
aldeira, em
 02/02/2024, às 13:07.
A denúncia anônima no sistema jurídico pátrio deve ser tida como algo muito excepcional, que só pode servir para
desencadear providências do Estado quando de pronto apresentar elementos de verossimilhança e trouxer
alguma evidência suficiente para apoiá-la. Ao contrário, se incompleta, genérica, sem dados específicos e sem
apresentar ou indicar provas desde logo, deve a notícia de fato ser rejeitada por inverossimilhança e por faltar-lhe
requisitos de admissão constitucionais imprescindíveis.
 
Não é razoável provocar o exercício do poder de polícia estatal baseado em uma denúncia vazia, ou formulada
por mero capricho, vontade imprópria, ou obstinação arbitrária. Para ser apta a desencadear a persecução estatal,
a denúncia deve conter dados mínimos que garantam a legitimidade da ação investigativa, ou seja, a chamada
justa causa. Sem isso, o Estado incorre em constrangimento ilegal ou abuso de poder. E não é isso que se espera
de poderes e instituições que integram o Estado Democrático de Direito brasileiro.
 
Por isso, o filtro de denúncias desse jaez exige maior rigor para não gerar o uso indevido dos recursos públicos e
dos esforços dos agentes públicos para apurar, ainda que sumariamente, fatos inexistentes, inverídicos ou quiçá
frutos de pura maldade em desfavor de outrem, a quem se busca prejudicar debaixo do manto do anonimato.
 
No caso concreto, percebe-se que a alegação é desprovida de elementos mínimos de prova e, ao fazer uso da
opção do anonimato, a pessoa denunciante impede que seja notificada pelo Ministério Público para complementar
os dados sobre os fatos, até aqui nitidamente frágeis a justificar qualquer procedimento de investigação.
 
Outrossim, vale ressaltar que na data de hoje foram realizadas outras cinco denúncias acerca da situação do
Município - ruas com buracos, porém, alguns anônimas e outras não. Assim, o indeferimento desta NF não traria
prejuízo visto que já existem outros procedimentos que versam sobre assunto similar, contudo,sem saber
exatamente o local ao qual se refere a denúncia, não será possível a continuação destes autos.
 
Por todo o exposto, constatada a evidente tibieza da narrativa, que se mostra desprovida tanto de elementos
mínimos de prova de materialidade, afora os demais senões acima ponderados; assim, com amparo no artigo 6º,
inciso III, da Resolução nº 07/2018 do Colégio de Procuradores de Justiça do MPGO, o arquivamento da presente
notícia de fato é solução que se impõe.
 
Ao fim, como se trata de denunciante anônimo, inviável a notificação pessoal, mas o arquivamento deve ser
publicado no DOMP, nos termos do art. 7º, §1º, da Resolução CPJ 07/2018, nos moldes do modelo do Anexo I da
mesma.
 
Publique-se no DOMP.
 
Arquive-se.
 
Cumpra-se.
 
Santo Antônio do Descoberto - GO, datado e assinado eletronicamente.
 
DIEGO CAMPOS SALGADO BRAGA
Promotor de Justiça
(em substituição automática)
M
ovim
ento 5 - N
otificação 2024000901963 - A
ssinado eletronicam
ente por D
iego C
am
pos S
algado B
raga, em
 02/02/2024, às 13:02. 
A
utos 202400042010 - S
istem
a de D
enúncias. D
ocum
ento gerado por Ludim
ila de A
breu C
aldeira, em
 02/02/2024, às 13:07.
Documento assinado eletronicamente por Diego Campos Salgado Braga, em 02/02/2024, às 13:02, e consolidado no
sistema Atena em 02/02/2024, às 13:06, sendo gerado o código de verificação 02514340-a413-013c-0e4d-
0050568b49ac, conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
M
ovim
ento 5 - N
otificação 2024000901963 - A
ssinado eletronicam
ente por D
iego C
am
pos S
algado B
raga, em
 02/02/2024, às 13:02. 
A
utos 202400042010 - S
istem
a de D
enúncias. D
ocum
ento gerado por Ludim
ila de A
breu C
aldeira, em
 02/02/2024, às 13:07.
2ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE CERES
Autos Extrajudiciais n. 201800466065
Publicação Oficial 2024000905903
EXTRATO DE CONCLUSÃO
 
INQUÉRITO CIVIL N. 201800466065
Comarca: Ceres
Órgão do Ministério Público: 2ª Promotoria de Justiça de Ceres.
Data de instauração: 26/02/2019
Envolvidos: Município de Carmo do Rio Verde - Prefeito Delson José dos Santos 
 
Conclusão: No caso em tela, o que ocorreu foi a contratação direta de um serviço, em consonância
com os princípios aplicáveis à Administração, tais como a economicidade, a eficiência, a
proporcionalidade e a razoabilidade, uma vez que se tratava de valor de pequena monta.
Não há, outrossim, nenhuma indicação de favorecimento ou indícios suficientes de enriquecimento
ilícito, lesão ao erário ou violação aos princípios da administração pública.
Posto isso, diante das informações e documentos apresentados, em que restou comprovado que não
houve nenhum prejuízo ao município, não restando outras providências a serem tomadas por parte
desta Promotoria de Justiça, determino o ARQUIVAMENTO dos presentes autos de INQUÉRITO
CIVIL PÚBLICO.
 
Membra do Ministério Público: Bárbara Olavia Scarpelli
Documento assinado eletronicamente por Barbara Olavia Scarpelli, em 02/02/2024, às 15:03, e consolidado no
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11ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE ANÁPOLIS
Autos Extrajudiciais n. 202400005897
Publicação Oficial 2024000906667
EDITAL DE CIENTIFICAÇÃO
 
NOTÍCIA DE FATO N. 2024 0000 5897
Comarca: Anápolis
Órgão do Ministério Público: 11ª Promotoria de Justiça
Pessoa Cientificada: Noticiante anônimo
A pessoa identificada neste edital fica, pelo presente, cientificada da decisão abaixo, bem como do
prazo de 10 (dez) dias úteis para interposição de recurso, já acompanhado das respectivas razões, na
Secretaria do órgão ministerial acima mencionado.
Extrato da decisão: Trata-se de notícia de fato registrada sob anonimato, com a seguinte descrição:O
Instituto Verbena está encarregado da organização do concurso para a Câmara Municipal de
Anápolis, previsto para ocorrer em 28 de janeiro de 2024. Gostaria de apresentar minha preocupação
em relação à alocação da única vaga destinada ao cargo de Comunicação Social - Jornalista para a
cota destinada a candidatos negros. Entendo a importância das cotas como uma medida para corrigir
desigualdades históricas e promover a inclusão. No entanto, minha apreensão reside no fato de que a
cota está sendo aplicada de forma exclusiva, ocupando a única vaga disponível para esse cargo.
Entendo que as cotas devem ser uma parcela das vagas totais, permitindo a participação tanto de
candidatos beneficiários quanto da ampla concorrência. Ao entrar em contato com o Instituto, fui
informado de que, mesmo obtendo 95 pontos, se um candidato da cota obtiver 90 pontos, ele será
selecionado para o cargo. Considero essa abordagem problemática, pois, mesmo que apenas um
candidato negro participe do certame, a vaga será automaticamente destinada a ele. Vale ressaltar
que há vários jornalistas no município aguardando essa oportunidade desde 2017, totalizando sete
anos de espera para a abertura do concurso. A alocação exclusiva da vaga para a cota pode frustrar
as expectativas dos profissionais que aguardavam ansiosamente pela oportunidade na Câmara
Municipal. Não tenho objeções às cotas em si e reconheço a dívida histórica que o país possui com a
população negra. No entanto, solicito que o Ministério Público examine atentamente este caso e
intervenha, se necessário, para garantir uma revisão da alocação da única vaga para o cargo de
jornalista na Câmara Municipal de Anápolis. Acredito que é fundamental encontrar um equilíbrio que
promova a inclusão sem prejudicar outros candidatos qualificados e ansiosos por essa oportunidade.
(...) É o que importa relatar. A presente notícia de fato foi instaurada para averiguar suposta aplicação
irregular das cotas raciais, no âmbito do concurso público realizado pela Câmara Municipal de
Anápolis, regido pelo edital n. 01/2023, consolidado pelos editais complementares n. 1 e n. 2.
Conforme o art. 1º da Lei n. 12.990/2014, "ficam reservadas aos negros 20% (vinte por cento) das
vagas oferecidas nos concursos públicos para provimento de cargos efetivos e empregos públicos no
âmbito da administração pública federal, das autarquias, das fundações públicas, das empresas
públicas e das sociedades de economia mista controladas pela União, na forma desta Lei". Com
aplicação do Princípio da Simetria, e ausência Lei Estadual e/ou Municipal que trate do mesmo
assunto, a Lei n. 12.990/2014 se aplica a todos os concursos públicos do Estado de Goiás e seus
Municípios. Pois bem. Do que se extrai dos autos, observa-se a ausência de elementos que indiquem
ilegalidades no edital do concurso público da Câmara Municipal de Anápolis. Em análise detida aos
elementos informativos apurados, não houve nenhum desrespeito ao Princípio da Isonomia e demais
normas legais. Conforme demonstrado, o edital reservou quantidade necessária e adequada para
pessoas negras, consoante prevê a Lei n. 12.990/2014. O concurso público em questão possui 15
(quinze) vagas para cargos variados, sendo que, três delas, são reservadas para pessoas negras,
portanto, respeitando a porcentagem legal. Notadamente acerca da alocação da única vaga ao cargo
de Comunicação Social - Jornalista para a cota destinada a candidatos negros, vale ressaltar o
pacífico entendimento jurisprudencial do STJ, que, em harmonia com o STF, reiteradamente, tem
afirmado incidir o percentual reservado a candidatos negros sobre a totalidade de vagas contidas no
edital, e não, vagas por cargo. Confiram-se: Agravo regimental em mandado de segurança. 2. Direito
administrativo. Concurso público. 3. Candidato portador de deficiência. Cargo de analista judiciário do
STF. 4. Reserva de vagas. Limites estabelecidos no Decreto 3.298/99 e na Lei 8.112/90. Percentual
mínimo de 5% das vagas. Número fracionado. Arredondamento para primeiro número inteiro
subsequente. Observânciado limite máximo de 20% das vagas oferecidas. O cálculo deve ser
realizado levando-se em consideração o número total de vagas. 5. Inexistência de ato abusivo ou
ilegal. Ausência de violação a direito líquido e certo. 6. Agravo regimental a que se nega provimento.
(MS 31628 AgR, Relator(a): GILMAR MENDES, Tribunal Pleno, julgado em 06-02-2013, PROCESSO
ELETRÔNICO DJe-162 DIVULG 19-08-2013 PUBLIC 20-08-2013). Grifo nosso. ADMINISTRATIVO.
DECISÃO MONOCRÁTICA DA PRESIDÊNCIA DO STJ. SISTEMA DE RESERVA DE VAGAS PARA
CANDIDATOS NEGROS E PARDOS. APLICAÇÃO DO PERCENTUAL SOBRE O TOTAL DE
VAGAS. DECISÃO DE INADMISSIBILIDADE. FUNDAMENTO NÃO IMPUGNADO. SÚMULA
182/STJ. INCIDÊNCIA.[...]5. É inviável o agravo do art. 545 do CPC que deixa de atacar
especificamente os fundamentos da decisão agravada. Inteligência da Súmula 182 do STJ.6. Não
obstante, mesmo que superado o óbice acima, o Tribunal a quo não destoa do entendimento
consolidado no STF no julgamento da ADC 41/DF, Rel. Min. Roberto Barroso, que estabeleceu as
balizas interpretativas da Lei 12.990/2014 e assentou, que o percentual atua sobre o total de vagas,
sem fracionamento decorrente de supostas "especialidades". 7. Agravo Interno do Particular a que se
nega provimento. (AgInt no AREsp 1396520/RJ, Rel. Ministro NAPOLEÃO NUNES MAIA FILHO,
PRIMEIRA TURMA, DJe 13/09/2019). Grifo nosso.ADMINISTRATIVO. PROCESSUAL CIVIL.
AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. ENUNCIADO ADMINISTRATIVO 3/STJ. CONCURSO
PÚBLICO. SISTEMA DE RESERVA DE VAGAS PARA CANDIDATOS NEGROS E PARDOS.
APLICAÇÃO DO PERCENTUAL SOBRE O TOTAL DE VAGAS. PRESCINDIBILIDADE DE
TITULAÇÃO ESPECÍFICA. VIOLAÇÃO A NORMATIVOS FEDERAIS. NEGATIVA DE PRESTAÇÃO
JURISDICIONAL. RAZÕES GENÉRICAS. SÚMULA 284/STF. JULGAMENTO CONTRÁRIO AOS
INTERESSES DA PARTE. DESCARACTERIZAÇÃO. FUNDAMENTAÇÃO INATACADA. SÚMULA
283/STF. IMPOSSIBILIDADE DE REVISÃO DO ACERVO PROBATÓRIO. SÚMULA 07/STJ.
SISTEMA DE RESERVA DE VAGAS PARA CANDIDATOS NEGROS E PARDOS. PERCENTUAL
INCIDENTE SOBRE O TOTAL DE VAGAS OFERECIDAS. CONTROLE DE FRAUDE DA
ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. IMPOSSIBILIDADE DE FRACIONAMENTO DE ACORDO COM
ESPECIALIDADES DO CARGO. BURLA.[...]5. O índice percentual aplicável no sistema de reserva de
vagas para negros e pardos em concursos públicos observa a totalidade das vagas oferecidas,
vedado o fracionamento dessas vagas de acordo com a especialização exigida, por representar burla
à política de ação afirmativa.Inteligência da ADI 41/DF, rel. Ministro Roberto Barroso.6. Agravo
conhecido para conhecer parcialmente do recurso especial e, nessa extensão, negar-lhe provimento.
(AREsp 1425161/RS, Rel. Ministro MAURO CAMPBELL MARQUES, SEGUNDA TURMA, DJe
22/03/2019). Grifo nosso.DIREITO ADMINISTRATIVO. RECURSO ORDINÁRIO EM MANDADO DE
SEGURANÇA. CONCURSO PÚBLICO. POLÍTICA DE AÇÕES AFIRMATIVAS. VAGAS
RESERVADAS PARA CANDIDATOS NEGROS. PERCENTUAL INCIDENTE SOBRE O TOTAL DE
VAGAS OFERTADAS. EXPRESSA PREVISÃO LEGAL E EDITALÍCIA. PRETERIÇÃO
CONFIGURADA. RECURSO PROVIDO. SEGURANÇA CONCEDIDA.. A teor do que dispõe o art. 1º
da Lei n. 12.016, de 7 de agosto de 2009, a concessão do mandado de segurança e, por extensão, o
êxito do respectivo recurso ordinário pressupõem a violação de direito líquido e certo, decorrente de
ato ilegal ou abusivo de autoridade.2. É entendimento consagrado no âmbito desta Corte Superior que
"as regras editalícias, consideradas em conjunto como verdadeira lei interna do certame, vinculam
tanto a Administração como os candidatos participantes. Desse modo, o concurso público deverá
respeitar o princípio da vinculação ao edital" (RMS 61.984/MA, Rel. Ministro FRANCISCO FALCÃO,
SEGUNDA TURMA, DJe 31/8/2020).3. O quantitativo de vagas reservadas às pessoas negras (pretas
e pardas) deve considerar a totalidade das vagas ofertadas para o cargo em disputa. Precedentes do
STJ e do STF.4. Conforme o Edital de Concursos nº 01/2013, da Secretaria Estadual da Saúde, foram
oferecidas três vagas para o cargo de jornalista, na área de Porto Alegre ou Viamão/RS; por isso que,
levando-se em conta o percentual da população negra no Estado do Rio Grande do Sul por essa
época, consoante censo do IBGE, restou alcançado, nos termos da legislação gaúcha, coeficiente
necessário à reserva de uma dessas vagas para candidato inscrito pelo regime de cota racial.5.
Tendo sido nomeados dois candidatos oriundos da concorrência ampla e um terceiro proveniente da
vaga reservada a candidato com deficiência, caracterizada restou a preterição na convocação do ora
recorrente - primeiro colocado na lista de candidatos negros -, em desenganada afronta não apenas à
regra editalícia, como também à Lei Estadual 14.147/2012 e ao seu Decreto n. 52.223/2014.6.
Recurso ordinário provido, com a concessão da ordem. (RMS n. 62.185/RS, relator Ministro Sérgio
Kukina, Primeira Turma, julgado em 6/4/2021, DJe de 13/4/2021). Grifo nosso.Vale destacar,
ademais, que a reserva de vaga para candidatos negros não impede a participação de outros
candidatos, sejam eles da ampla concorrência ou pessoas com deficiência.Desta feita, não há que se
falar em desrespeito à Lei de Cotas e Princípios Constitucionais.Por todo o exposto, com fundamento
no art. 4, § 4º, da Resolução n. 174/2017 do Conselho Nacional do Ministério Público
(CNMP) INDEFIRO A INSTAURAÇÃO de procedimento investigativo para apuração dos fatos(...). 
Membro do Ministério Público: Luís Fernando Ferreira de Abreu (Em Substituição Portaria
2023005888851).
Data:02/02/2024
Documento assinado eletronicamente por Vicente Vaz Maia, em 02/02/2024, às 13:17, e consolidado no sistema
Atena em 2024-02-02 13:17:42 -0300, sendo gerado o código de verificação 739f0270-a414-013c-d764-0050568b765d,
conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
3ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE CATALÃO
Autos Extrajudiciais n. 202400042347
Publicação Oficial 2024000907419
 
EDITAL DE CIENTIFICAÇÃO
 
NOTÍCIA DE FATO N. 202400042347
Comarca: Catalão
Órgão do Ministério Público: 3° Promotoria de Justiça da Comarca de Catalão
Pessoa Cientificada: noticiante anônimo
Nos termos do artigo 7º, § 1º, da Resolução CPJ nº 009/2018, por se tratar de noticiante anônimo,
pelo presente, científica a qualquer pessoa interessada da decisão abaixo, para no prazo de 10 (dez)
dias úteis apresentar interposição de recurso, já acompanhado das respectivas razões, na Secretaria
do órgão ministerial acima mencionado.
Extrato da decisão: Ante o exposto, tratando-se do mesmo fato objeto de medida judicial tomada pelo
Ministério Público nos autos 5162673-67.2022.8.09.0029, restou configurado o instituto jurídico da
"litispendência", motivo pelo qual indefiro a instauração de procedimento preliminar e/ou inquérito civil
público, e, determino o ARQUIVAMENTO dos presentes autos de notícia de fato nos termos do artigo
6º, I, da Resolução CPJ nº 009/2018.
Membro do Ministério Público: Roni Alvacir Vargas
Data: 30/01/2024
Documento assinado eletronicamente por Aparecida Maria Da Silva Avila, em 02/02/2024, às 13:24, e consolidado no
sistema Atena em 2024-02-02 13:25:01 -0300, sendo gerado o código de verificação 84d15910-a415-013c-0eb4-
0050568b49ac, conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE PARANAIGUARA
Autos Extrajudiciais n. 202300455973
Indeferimento de Instauração 2024000909545
DESPACHO
 
Trata-se de Notícia de Fato instaurada em 06/10/2023, a partir de denúncia apócrifa, aduzindo,
em apertada síntese, que o atual Prefeito, com intento de possível promoção pessoal de caráter
eleitoral, doou camisetes/camisas na cor verde (cor de sua campanha eleitoral), para professores da
rede municipal e foi estabelecido o seu uso, na escola, todas as segundas-feiras.
 
Despacho de mov. 03, determinou ao Oficial de Promotoria diligência na Escola
Municipal Educandário Oscar Bernardes, para confirmar o recebimento dos servidores/professores
das referidas camisetas/uniformes na cor verde.Na certidão de mov. 04, elaborada pelo Oficial de Promotoria, informando que a Senhora Cora,
Diretora do referido estabelecimento Educacional, confirmou o recebimento dos
servidores/professores de camisetes/camisas na cor verde, doados pelo chefe do Poder Executivo,
porém negou ter determinado o seu uso.
 
Oficiou-se (mov. 06), à Secretária Municipal de Educação, recomendando a retratação da
mensagem encaminhada no grupo de WhatsApp dos professores, estabelecendo o uso das camisetas
todas as segundas-feiras, para não caracterizar promoção pessoal de caráter eleitoral, em
observância ao princípio da moralidade e impessoalidade, sob pena de incorrer no crime de
improbidade administrativa. 
 
Em resposta (mov. 10), a Senhora Ilma Divina Barbosa Silva, Secretária Municipal de Educação,
informou que, visando transmitir profissionalismo, organização e igualdade entre os servidores
municipais, independente da classe social/econômica, foi distribuído uniformes aos servidores lotados
na pasta, assim como outras secretarias uniformizadas, e que o uso do mesmo, ficou a critério de
cada servidor beneficiário. 
 
Assim, foi encaminhada recomendação à Secretaria de Educação do Município de Paranaiguara,
orientando para que se abstivesse de qualquer ato/prática que possa caracterizar promoção pessoal
de caráter eleitoral, sob pena de incorrer em ato de improbidade administrativa.
 
A recomendação foi prontamente atendida pela secretaria, sendo esclarecido que os uniformes
disponibilizados aos servidores ficaram a critério de cada beneficiário, conforme o recomendado.
 
À vista do exposto, com fulcro na fundamentação retro, indefiro a instauração de procedimento,
determinando o arquivamento da presente notícia de fato, nos termos do art. 55, inciso III, c/c o art.
56, inciso III, ambos da Portaria PGR/PGE n. 01/2019.
 
Tratando-se de notícia anônima, fica dispensada a cientificação do noticiante, nos termos do § 3º,
art. 56, da Portaria PGR/PGE n. 01/2019.
 
Publique-se no DOMP.
 
Paranaiguara, data e assinatura eletrônica.
 
Daniela Lemos Salge
Promotora de Justiça
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Documento assinado eletronicamente por Daniela Lemos Salge, em 02/02/2024, às 16:57, e consolidado no sistema
Atena em 2024-02-02 17:01:30 -0300, sendo gerado o código de verificação c6b2be00-a433-013c-413e-
0050568bb0db, conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
39ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE GOIÂNIA
Autos Extrajudiciais n. 202300523910
Por Outros Motivos 2024000909728
 
 
 
DECISÃO DE ARQUIVAMENTO nº 097/2024
 
 
Atendimento n° 202300523910, tendo em vista notícia de lavra apócrifa, registrada eletronicamente no Sistema de
Denúncias do MPGO, encaminhada à 39ª Promotoria de Justiça de Defesa da Pessoa com Deficiência.
 
Registrou-se, in verbis:
" O fato vem acontecendo desde fevereiro de 2022, com o Decreto nº 10.055/2022
Descrição
Desde o Decreto nº 10.055/2022 o direito de servidores com deficiência vem sendo reiteradamente negado, quanto a
solicitação de redução de carga-horária. De forma que conseguimos indicação para receber PIA (premio de incentivo
adicional) e redução de carga-horária. Vale ressaltar que a Lei a Lei nº 20.756/2020 protege a redução de carga-horária
do servidor com deficiência. A Lei Lei nº 14.600/2003, que institui o Prêmio de Incentivo Adicional, não trata da questão
da redução de carga-horária para servidores com deficiência. Veio então o Decreto nº 10.055/2022 o qual, apesar de
ser infra legal, vem sendo interpretado de forma a mitigar o direito de equidade dos servidores com deficiência.
Importante frisar que já há manifestação do MP no processo 5720769-08.2022.8.09.0000 (SINDIPUBLICO). Cuja
decisão liminar de segurança é interpretada, na SES, protegendo apenas servidores comissionados (ver portaria 2464
- nos anexos), e segue sendo negado para servidores efetivos."
 
Da narrativa apresentada, extrai-se pretensão que versa sobre direito disponível-redução de carga horária de
servidores, ao que tudo indica, efetivos, e portanto, regidos por Lei específica, a qual, se eventualmente descumprida,
enseja adoção de medidas por parte dos lesados, nas vias administrativas e, em seguida, judiciais, se o caso, cuja
iniciativa é de cada interessado na medida do prejuízo ou da lesão que compreender estar sujeito.
 
Ademais a descrição fática indica que ação judicial já foi proposta e encontra-se em curso, que deverá ter
necessariamente uma conclusão mediante decisão de mérito com força cogente inter partes ou erga omnes, a
depender dos polos da ação em questão.
 
Em sendo assim, acrescente-se que ao Ministério Público, norteado pelos Art. 127 e 129, da Constituição Federal, e, in
casu, por parte desta 39ª Promotoria de Justiça de Defesa da Pessoa com Deficiência, descabe a tutela de direitos de
interesses individuais, de natureza disponível, regulados por lei específica, relacionada a servidores, portanto relação
funcional, ainda que para tutela de direitos de pessoas com deficiência.
 
Dessa forma, decido pelo arquivamento por falta de atribuição para atuar no caso, e porquanto faltam elementos
mínimos para atuação ministerial.
 
Isto posto, determino o ARQUIVAMENTO do Atendimento nº 202300523910, em razão da falta de elementos mínimos
essenciais à instrução dos autos, falta de atribuição para atuação-apuração por parte desta 39ª Promotoria de Justiça.
 
Deixo de informar a parte, por se tratar de registro apócrifo.
 
Publique-se no DOMP.
Cumpra-se.
Goiânia, 02 de fevereiro de 2024.
 
Marilda Helena dos Santos
39ª Promotoria de Justiça
Defesa da Pessoa com Deficiência
Documento assinado eletronicamente por Marilda Helena Dos Santos, em 02/02/2024, às 13:47, e consolidado no
sistema Atena em 2024-02-02 13:47:41 -0300, sendo gerado o código de verificação b07c2b50-a418-013c-0f3d-
0050568b49ac, conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
15ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE GOIÂNIA
Autos Extrajudiciais n. 202400012240
Publicação Oficial 2024000912074
EDITAL DE CIENTIFICAÇÃO
 
NOTÍCIA DE FATO N.202400012240
Comarca: Goiânia
Órgão do Ministério Público: 15ª Promotoria de Justiça de Goiânia
Pessoa Cientificada: A coletividade
A pessoa identificada neste edital fica, pelo presente, cientificada da decisão abaixo, bem como do
prazo de 10 (dez) dias úteis para interposição de recurso, já acompanhado das respectivas razões, na
Secretaria do órgão ministerial acima mencionado.
Extrato da decisão: Indeferimento de Instauração referente à Notícia de Fato nº 202400012240,
recebido por esta Especializada, via Sistema de Protocolo Eletrônico do Ministério Público do Estado
de Goiás, na data de 12/01/2023, iniciada a partir do Ofício nº 48/2024/MPF/PRGO/3ºONTC de ordem
do Ministério Público Federal, o qual, por sua vez, remeteu o Ofício nº 498/2023/SNSA-MCID-MCID,
expedido pela Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental do Ministério das Cidades, contendo a
lista dos municípios goianos que não possuem ou não apresentaram o plano de saneamento básico
em conformidade com a Lei federal nº 11.445/2007.
Membro do Ministério Público: Juliano de Barros Araújo
Data: 02/02/2024
Documento assinado eletronicamente por Catharina Gomes Araujo Faria, em 02/02/2024, às 14:13, e consolidado no
sistema Atena em 2024-02-02 14:14:02 -0300, sendo gerado o código de verificação 60fb25a0-a41c-013c-d8b3-
0050568b765d, conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
39ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE GOIÂNIA
Autos Extrajudiciais n. 202300540811
Por Outros Motivos 2024000914110
 
 
DECISÃO DE ARQUIVAMENTO nº 100/2024
 
 
Atendimento n° 202300540811, tendo em vista notícia de lavra da Sra. Rita de Cássia Vieira Fontoura de Rezende,
registrada eletronicamente no Sistema de Denúncias do MPGO, encaminhadaà 39ª Promotoria de Justiça de Defesa
da Pessoa com Deficiência.
Registrou-se, in verbis:
"Sou servidora municipal, na SME-Goiânia, e possuo redução de jornada aprovada para um período de 2 anos, para acompanhamento
terapêutico do meu filho autista nível II de suporte. Ele é uma criança de 4 anos, e atualmente possui necessidade terapêutica de 15 a 20 horas
semanais. Na semana passada tive conhecimento de que as Diretrizes para modulação dos servidores mudarão para o ano de 2024, e os
profissionais que possuem Redução de Jornada com aparo legal não poderão ser modulados em função de regência, e não poderão
considerar a necessidade terapêutica e horários já estabelecidos. Deverão se enquadrar nas novas Diretrizes que orientam que a escolha do
período em que a redução de jornada se concretizará não mais levará em conta a necessidade do servidor/necessidade do deficiente, e sim a
determinação da Secretaria. Isso é legal? Estou me sentindo desrespeitada, assim como os direitos do meu filho (que deveriam ser prioritários
na consideração da necessidade de redução de jornada), além de perceber nítida discriminação profissional em função da necessidade de
redução de jornada que possuo. Estou desesperada com a possibilidade disso ser irreversível. Meu filho é uma criança que possui
necessidades especiais de acompanhamento terapêutico sistematizado para que se desenvolva e consiga viver uma vida digna e funcional, e
tenho me empenhado em garantir suas possibilidades direitos, e a mudança nesta estratégia acarretará prejuízos na continuidade do
tratamento dele. Segundo as novas diretrizes para modulação dos servidores, todos devem se enquadrar na seguinte regra: Professores com
30 horas 14 aulas semanais, sendo 3 aulas por dia e 2 aulas de inerência à docência semanalmente. - 1a opção: a redução da jornada
semanal pode ser de 36 minutos no início ou final do turno. - 2a opção: a redução da jornada semanal (de 180 minutos ou 3 aulas) pode ser
em um único dia, com o comparecimento à UE por 50 minutos. Esta regra não contempla a necessidade de terapias do meu filho, o que
deveria ser a prioridade legal. Como mencionei, atualmente ele realiza em média 15 horas de terapias por semana, sendo 5 destas
contempladas no momento da minha redução de jornada, divididas em dois dias. Conforme a ciência ABA instrui, as terapias para o autismo
devem ter intensidade e regularidade para que atinjam os resultados possíveis baseados em evidências. Por favor, preciso do amparo do
MP/Go para garantir o direito do meu filho na continuidade do seu tratamento."
Da narrativa apresentada, extrai-se pretensão que versa sobre direito disponível-redução de carga/jornada horária de
servidor, tendo por fundamento acompanhamento de filho com deficiência em atividades terapêuticas, in casu, e ao que
tudo indica, é servidora efetiva, e portanto, regida por Lei específica, Lei do Servidor Público Municipal, porquanto a
noticiante afirma ser servidora da Secretaria Municipal de Educação.
Sendo assim, o descumprimento pela administração pública da legislação que regulamenta a matéria quanto aos
direitos dos servidores públicos municipais, enseja a adoção de medidas por parte dos lesados, nas vias
administrativas e, em seguida, judiciais, se o caso, cuja iniciativa é de cada interessado na medida do prejuízo ou da
lesão que compreender estar sujeito.
Ademais na descrição fática consta trecho no qual indica que :
"(..) Na semana passada tive conhecimento de que as Diretrizes para modulação dos servidores mudarão para o ano de 2024, e os
profissionais que possuem Redução de Jornada com aparo legal não poderão ser modulados em função de regência, e não poderão
considerar a necessidade terapêutica e horários já estabelecidos. Deverão se enquadrar nas novas Diretrizes que orientam que a escolha do
período em que a redução de jornada se concretizará não mais levará em conta a necessidade do servidor/necessidade do deficiente, e sim a
determinação da Secretaria. Isso é legal?"
Acrescente-se que, quanto a indagação formulada pela noticiante, sobre se o ato ou decisão administrativa apontada,
ao Ministério Público, norteado pelos Art. 127 e 129, da Constituição Federal, e, in casu, por parte desta 39ª
Promotoria de Justiça de Defesa da Pessoa com Deficiência, descabe funcionar como órgão de consulta, função
destinada à advocacia.
Ademais, a tutela ou a lesão a direitos de interesses individuais, de natureza disponível, regulados por lei específica,
relacionada a servidores, portanto relação funcional entre o servidor e a administração pública, ainda que em relação a
direitos de pessoas com deficiência.
Dessa forma, decido pelo arquivamento por falta de atribuição para atuar no caso, e porquanto faltam elementos
mínimos para atuação ministerial.
Isto posto, determino o ARQUIVAMENTO do Atendimento nº 202300540811, em razão da falta de elementos mínimos
essenciais à instrução dos autos, falta de atribuição para atuação-apuração por parte desta 39ª Promotoria de Justiça.
Informe-se a parte, por meio do correio eletronico citado no registro.
Publique-se no DOMP.
Cumpra-se.
Goiânia, 02 de fevereiro de 2024.
 
Marilda Helena dos Santos
39ª Promotoria de Justiça
Defesa da Pessoa com Deficiência
Documento assinado eletronicamente por Marilda Helena Dos Santos, em 02/02/2024, às 14:38, e consolidado no
sistema Atena em 2024-02-02 14:49:22 -0300, sendo gerado o código de verificação 3bf361b0-a420-013c-3fda-
0050568bb0db, conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
1ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE APARECIDA DE
GOIÂNIA
Autos Extrajudiciais n. 202300484903
Publicação Oficial 2024000914410
EDITAL DE CIENTIFICAÇÃO
 
NOTÍCIA DE FATO N. 202300484903
Comarca: Aparecida de Goiânia/GO
Órgão do Ministério Público: 1ª Promotoria de Justiça de Aparecida de Goiânia/GO. 
Pessoa Cientificada: Noticiante não identificado.
A pessoa identificada neste edital fica, pelo presente, cientificada da decisão abaixo, bem como do prazo
de 10 (dez) dias úteis para interposição de recurso, já acompanhado das respectivas razões, na Secretaria do
órgão ministerial acima mencionado. 
Extrato da decisão:
Da análise dos autos, verifica-se que foram adotadas as providências cabíveis a fim de averiguar
a veracidade da denúncia. Todavia, o CREAS esclareceu sobre a impossibilidade de atendimento da
demanda, registrando tratar-se de hipótese de incumbência do Ministério do Trabalho. A Vigilância
Sanitária, por sua vez, informou que não houve êxito no cumprimento da diligência, haja vista que o
local estava abandonado, com a estrutura física destruída.
Outrossim, o anonimato do noticiante obsta a busca por maiores elementos acerca da denúncia
registrada.
Assim sendo, determino o ARQUIVAMENTO da presente Notícia de Fato, nos termos do art. 6º,
§ 2º, da Resolução n. 09/2018, do Colégio de Procuradores de Justiça.
Determino a cientificação do noticiante por meio de publicação no DOMP, conforme previsão do
artigo 7º, § 1º, da Resolução n. 09/2018, do Colégio de Procuradores de Justiça.
 Em caso de ausência de manifestação no prazo legal, determino sejam estes autos arquivados
nesta Promotoria de Justiça, conforme artigo 9º, da Resolução n. 09/2018, do Colégio de
Procuradores de Justiça.
Sem prejuízo da adoção da providência acima, DETERMINO o encaminhamento de cópia integral
dos autos ao Ministério Público do Trabalho para conhecimento e adoção das medidas que julgar
pertinentes.
Membro do Ministério Público: Márcio Lopes Toledo (Promotor de Justiça).
Data: 02/02/2024.
 
Documento assinado eletronicamente por Maria Cristina Nascimento Garcia Goncalves, em 02/02/2024, às 14:36, e
consolidado no sistema Atena em 2024-02-02 14:36:27 -0300, sendo gerado o código de verificação 7f6b9fe0-a41f-
013c-1031-0050568b49ac, conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.5ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE JATAÍ
Autos Extrajudiciais n. 202300302515
Indeferimento de Instauração 2024000914590
DECISÃO DE ARQUIVAMENTO
 
Trata-se de Notícia de Fato instaurada a partir de representação apócrifa registrada no Sistema
de Denúncias do Ministério Público do Estado de Goiás, por meio da qual o noticiante narra a suposta
ocorrência da prática de nepotismo envolvendo servidores da Prefeitura Municipal de Jataí e Câmara
Municipal de Jataí.
Após, o noticiante complementou as informações e encaminhou a lista contendo nomes de
servidores da Câmara e da Prefeitura, narrando os vínculos de parentesco, os quais acredita serem
caracterizadores da prática de nepotismo cruzado. Extrai-se as seguintes informações:
 
SERVIDOR SERVIDOR COM POSSÍVEL
PARENTESCO
VÍNCULO
Adilson Carvalho Junior (Secretaria
de Segurança Pública)
Adilson Carvalho (Vereador). Pai e filho.
Mário Ibrahim do Prado (Secretário
de Segurança Pública)
Rita Ibrahim do Prado (Setor de
Recursos Humanos da Câmara).
Irmãos.
Sultanah Sultan Wasef Rajetu
(Assessor de Gerência da
Secretaria de Educação)
Akram Sultan Wasef Rjetu (Assessor
do Vereador Carlos Canzi).
Irmãos.
Francijane Rodrigues Cruzeiro.
(Assessor Executivo Secretaria
Municipal da Fazenda).
Nelson Antônio da Silva - (Diretor do
Departamento de direção de
fiscalização e relações comunitários
da Câmara Municipal).
União estável.
Cacilda França de Lima (Assessora
de Superintendência na Secretaria
de Desenvolvimento Econômico)
Akram Sultan Wasef Rjetu (Assessor
do Vereador Carlos Canzi).
União estável.
Hugo Braga Cabral. (Assessor
Executivo na Secretaria de
Desenvolvimento Rural).
Alcione Franco de Moraes Filho
(Secretário de Desenvolvimento
Rural).
Em consulta ao
Portal, não há
vínculo de
parentesco entre
ambos.
 
 É o relatório.
Ao ver deste órgão ministerial, a presente notícia de fato não merece prosseguimento, por
ausência de indícios suficientes de ilegalidade a ser sanada, de possível lesão ao erário ou de
conduta ilícita passível de responsabilização.
Com efeito, embora o noticiante alegue irregularidades na nomeação de servidores
comissionados, não foram apresentados indícios suficientes de ilegalidade da conduta noticiada.
Ao teor do que se extrai, há referência a servidores em exercício de cargo em comissão no
âmbito do Poder Executivo Municipal de Jataí/GO que possuem vínculo de parentesco com servidores
em exercício de cargo em comissão no âmbito da Câmara Municipal. Todavia, não restou
demonstrado que tais servidores possuem qualquer ligação com alguma autoridade nomeante.
Nota-se, portanto, que não foi constatado nepotismo próprio, pois os servidores
comissionados não são parentes da autoridade nomeante. Também, não há nepotismo cruzado ou
impróprio, pois não há designações recíprocas, ou seja, não foram apresentados indícios mínimos
aptos a demonstrar que o vereador citado se valeu de seu cargo para fazer nomear parente do
prefeito ou secretário no quadro de servidores da Câmara Municipal ou, especificamente, em seu
gabinete.
A respeito do nepotismo cruzado, o qual é descrito por meio da Súmula Vinculante 13, cabe fazer
algumas ponderações:
Súmula Vinculante 13:
"A nomeação de cônjuge, companheiro ou parente em linha reta, colateral ou por
afinidade, até o terceiro grau, inclusive, da autoridade nomeante ou de servidor da mesma
pessoa jurídica investido em cargo de direção, chefia ou assessoramento, para o exercício
de cargo em comissão ou de confiança ou, ainda, de função gratificada na administração
pública direta e indireta em qualquer dos poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal
e dos Municípios, compreendido o ajuste mediante designações recíprocas, viola a
Constituição Federal".
Com efeito, o enunciado evidencia o entendimento de que resta configurado o nepotismo quando:
a) "há nomeação de cônjuge, companheiro ou parente em linha reta, colateral ou por
afinidade, até o terceiro grau, inclusive, da autoridade nomeante ou de servidor da mesma
pessoa jurídica investido em cargo de direção, chefia ou assessoramento, para o exercício
de cargo em comissão ou de confiança ou, ainda, de função gratificada na administração
pública direta e indireta em qualquer dos poderes"; ou b) há "nomeação de cônjuge,
companheiro ou parente em linha reta, colateral ou por afinidade, até o terceiro grau,
inclusive, de autoridade (...)ou de servidor investido em cargo de direção, chefia ou
assessoramento, para o exercício de cargo em comissão ou de confiança ou, ainda,
de função gratificada na administração pública direta e indireta em qualquer dos
poderes", em pessoa jurídica distinta, mediante ajuste recíproco entre as autoridades
nomeantes, o que se convencionou chamar de nepotismo cruzado."
Destarte, percebe-se que para a constatação do Nepotismo Cruzado não basta apenas a
comprovação de que parentes de membros do Poder Legislativo foram nomeados em cargos do
Poder Executivo, posto que deve ser constatado cabalmente o "ajuste mediante designações
reciprocas".
Desse modo, não existem, por ora, outras providências a serem adotadas no bojo do presente
procedimento, motivo pelo qual o arquivamento da notícia de fato é medida que se impõe, sem
prejuízo de nova apuração, caso sobrevenham elementos informativos suficientes para
embasar a instauração de procedimento investigatório.
Ante o exposto, indefiro a instauração de qualquer procedimento, promovendo
o arquivamento dos autos, com fulcro no artigo 4º da Resolução nº 174/2017 do Conselho Nacional
do Ministério Público e no artigo 6°, inc. III, da Resolução nº 009/2018 do Colégio de Procuradores do
Ministério Público de Goiás.
Considerando tratar-se de notícia anônima, dê-se ciência do presente arquivamento ao
interessado, mediante publicação oficial no Diário Oficial Eletrônico do Ministério Público do Estado de
Goiás - DOMP.
Após transcurso o prazo de 10 (dez) dias, contados da cientificação do(a) noticiante, não
havendo interposição de recurso para o Conselho Superior do Ministério Público - CSMP, arquivem-
se os autos nesta Promotoria de Justiça, dando-se baixa no sistema ATENA.
Registre-se. Notifique-se.
 
Jataí/GO, data da assinatura eletrônica.
 
ANDRÉ FILIPE LOPES AGUIAR
Promotor de Justiça em substituição
 
 
Documento assinado eletronicamente por Andre Filipe Lopes Aguiar, em 02/02/2024, às 17:04, e consolidado no
sistema Atena em 2024-02-02 17:16:57 -0300, sendo gerado o código de verificação ef78eae0-a435-013c-dbe2-
0050568b765d, conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
2ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE CERES
Autos Extrajudiciais n. 202300406244
Publicação Oficial 2024000916083
EDITAL DE CIENTIFICAÇÃO
NOTÍCIA DE FATO N. 202300406244
Comarca: Ceres
Órgão do Ministério Público: 2ª Promotoria de Justiça de Ceres
Pessoa Cientificada: Noticiante Anônimo
A pessoa identificada neste edital fica, pelo presente, cientificada da decisão abaixo, bem como do
prazo de 10 (dez) dias úteis para interposição de recurso, já acompanhado das respectivas razões, na
Secretaria do órgão ministerial acima mencionado.
Extrato da decisão: Tratam-se os presentes autos de Notícia de Fato apócrifa encaminhada ao
Ministério Público do Estado de Goiás, na qual foram noticiadas informações pertinentes a um prédio
público situado na Praça Cívica, em Ceres, ocasião em que o noticiante requereu "que solicite a
retirada dos equipamentos que estão no local referido. tendo em vista que existe candidatos
interessado no local." Dessa forma, considerando o caráter discricionário e precário dos institutos das
autorização e permissão de uso e a competência privativa do Chefe do Poder Executivo municipal
para deferi-la, com base em critérios de conveniência e oportunidade, e tendo em vista que o fato
narrado se encontra solucionado, o arquivamento da presente notícia é medida imperiosa.
Membra do Ministério Público: Bárbara OlaviaScarpelli
Data: 02/02/2024
Documento assinado eletronicamente por Barbara Olavia Scarpelli, em 02/02/2024, às 15:03, e consolidado no
sistema Atena em 2024-02-02 16:22:47 -0300, sendo gerado o código de verificação 5ddd8260-a42e-013c-d678-
0050568b6996, conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
2ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE CERES
Autos Extrajudiciais n. 202300528640
Publicação Oficial 2024000916622
EDITAL DE CIENTIFICAÇÃO
NOTÍCIA DE FATO N. 202300528640
Comarca: Ceres
Órgão do Ministério Público: 2ª Promotoria de Justiça de Ceres
Pessoa Cientificada: Noticiante Anônimo
A pessoa identificada neste edital fica, pelo presente, cientificada da decisão abaixo, bem como do
prazo de 10 (dez) dias úteis para interposição de recurso, já acompanhado das respectivas razões, na
Secretaria do órgão ministerial acima mencionado.
Extrato da decisão: Trata-se de Notícia de Fato registrada no âmbito desta 2ª Promotoria de Justiça de
Ceres/GO, com supedâneo em denúncia registrada pelo Sistema MP Cidadão pela noticiante
Silvanete de Oliveira, a qual narra suposta irregularidade na concessão de uso de prédio pertencente
ao município de Ceres para particular sem o devido processo licitatório. Dessa forma, considerando o
caráter discricionário e precário dos institutos das autorização e permissão de uso e a competência
privativa do Chefe do Poder Executivo municipal para deferi-la, com base em critérios de conveniência
e oportunidade e tendo em vista que o fato narrado se encontra solucionado, o arquivamento da
presente notícia é medida imperiosa
Membra do Ministério Público: Bárbara Olavia Scarpelli
Data: 02/02/2024
Documento assinado eletronicamente por Barbara Olavia Scarpelli, em 02/02/2024, às 15:04, e consolidado no
sistema Atena em 2024-02-02 16:28:29 -0300, sendo gerado o código de verificação a9990990-a42e-013c-d680-
0050568b6996, conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
81ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE GOIÂNIA
Autos Extrajudiciais n. 202300531471
Publicação Oficial 2024000922992
EDITAL DE CIENTIFICAÇÃO
NOTÍCIA DE FATO N. 202300531471
Comarca: Goiânia
Órgão do Ministério Público: 81ª Promotoria de Justiça
Pessoa Cientificada: Olivia Daniela Lopes Calixto
A pessoa identificada neste edital fica, pelo presente, cientificada da decisão abaixo, bem como do
prazo de 10 (dez) dias úteis para interposição de recurso, já acompanhado das respectivas razões, na
Secretaria do órgão ministerial acima mencionado.
Extrato da decisão: Indeferimento de requisição que versa, em tese, acerca de invasão de área
pública, na qual a noticiante narra seguinte: "Sra. Olivia Daniela Lopes Calixto, veio até este ministério
buscar orientação, a respeito de uma invasão que está ocorrendo em seu bairro Jardim Atlântico, na
Rua da Anchova com a Pescada, acima do parque Cascavel, por parte de um indivíduo chamado
Robson, que diz ser da ONG Uni bem, e que ele cercou o local por contra própria e disse que
ninguém vai tirar ele de lá, que tem autorização para estar lá, a noticiante informa que o local está
cheio de lixo. Adiciona que tem protocolos da AMMA, porém ninguém nunca foi lá. N° protocolo:
1941482. N °1935234."
Em resposta à requisição ministerial, a AMMA encaminhou o Despacho nº 45/2024, o qual contém o
Termo de Vistoria Fiscal em Diligência, que constatou, tratar-se de área pública, como demonstra
Planta de Remanejamento Jardim Atlântico - Reloteamento 1ª Etapa, disponibilizada no Sistema de
Informação Geográfica de Goiânia - SIGGO, às fls. 2; e que encontra-se vaga e desobstruída,
conforme indicam os Registros Fotográficos às fls. 3 (3140738), bem como está registrada no Sistema
de Áreas Públicas sob o n. 3533, de Propriedade do Município de Goiânia.
Membro do Ministério Público: Marcelo Fernandes de Melo
Data: 02/02/2024
Documento assinado eletronicamente por Hellen Alves Lima Mendonca, em 02/02/2024, às 16:43, e consolidado no
sistema Atena em 2024-02-02 16:43:59 -0300, sendo gerado o código de verificação 53f780f0-a431-013c-4102-
0050568bb0db, conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE RIALMA
Autos Extrajudiciais n. 202300293023
Publicação Oficial 2024000923036
EDITAL DE CIENTIFICAÇÃO
NOTÍCIA DE FATO Nº 202300293023
Comarca: Rialma/GO
 
Órgão do Ministério Público: Promotoria de Justiça de Rialma
 
Pessoa Cientificada: Noticiante anônimo
 
De ordem do Promotor de Justiça em Substituição na Comarca de Rialma, Dr. TOMMASO LEONARDI, a pessoa
identificada neste edital fica, pelo presente, cientificada do despacho abaixo, bem como do prazo de 10 (dez) dias úteis
para interposição de recurso, já acompanhado das respectivas razões, na Secretaria do órgão ministerial acima
mencionado.
 
Extrato da decisão: Trata-se de PP instaurado para apurar possíveis ilegalidades praticadas no âmbito de
concurso público municipal, ocorrido no ano de 2023, em Santa Isabel. Encaminha-se cópia do presente
despacho para os noticiantes, a fim de que tomem ciência do posicionamento ministerial e, caso queiram,
impetrem mandado de segurança individual.
 
Hérica Abadia Alves Miki- Secretária Auxiliar.
 
Data: 02/02/2023
 
 
 
Documento assinado eletronicamente por Herica Abadia Alves Miki, em 02/02/2024, às 15:59, e consolidado no
sistema Atena em 2024-02-02 15:59:40 -0300, sendo gerado o código de verificação 20c43200-a42b-013c-dabf-
0050568b765d, conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
5ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE JATAÍ
Autos Extrajudiciais n. 202300552025
Indeferimento de Instauração 2024000925001
DECISÃO DE ARQUIVAMENTO
 
Trata-se de notícia de fato instaurada a partir de representação apócrifa encaminhada ao Sistema
de Denúncias do Ministério Público do Estado de Goiás noticiando o que segue:
"Foi nomeada diretora da Escola Municipal Ulisses Guimarães para terminar o mandato da
gestão 2022/2023. Existe um Projeto de Lei que não há reeleição para gestor. A mesma se
candidatou sabendo da lei. Semana passada (com muito atraso) foi Avaliação do Servidor
para progressão horizontal e a mesma prejudicou funcionários e professores que acha não
ter votado nela. Está perseguindo funcionários da escola e protegendo outros que a
apoiaram abertamente. A Comissão eleitoral da escola permitiu que alguns funcionários
terceirizados votassem e outros não prejudicando assim a adversaria. Há funcionária
terceirizada sem Ensino Médio como Monitora de aluno com Laudo de Imperatividade
elevada. Monitor em Coordenação e recebendo gratificação enquanto há aluno com Laudo
sem Monitor. A Secretaria da Educação é conivente com a situação". 
É o relatório.
Ao ver deste órgão ministerial, a presente notícia de fato não merece prosseguimento, por
ausência de indícios suficientes de ilegalidade a ser sanada, de possível lesão ao erário ou de
conduta ilícita passível de responsabilização no âmbito da curadoria do Patrimônio Público. Para
melhor análise, cumpre distinguir o teor das denúncias apresentadas:
1) A noticiante narra a existência de um projeto de lei que dispõe a respeito da impossibilidade de
reeleição para diretor da escola. Todavia, inexistindo lei publicada a este respeito, não há
providências a serem tomadas por este órgão ministerial. Não obstante, em consulta à Lei
Complementar nº 268/2011, que dispõe sobre o Estatuto e o Plano de carreira e vencimento dos
Servidores do Magistério Público do Município de Perolândia/GO, extrai-se do artigo 9º, § 7º que: "O
mandato do diretor tem a duração de 01 (um) ano, permitida a reeleição para mais um período".
Portanto, ausente irregularidade;
2) Quanto ao relato de que a diretora teria prejudicado alguns servidores, trata-se de imputação
genérica e desprovida de elementosde informação mínimos para início de uma apuração,
notadamente porque sequer descreveu quais seriam os servidores, tampouco a forma como teriam
sido prejudicados;
3) De igual modo, o relato de perseguição a funcionários apresenta o mesmo caráter genérico.
Tendo em vista se tratar de denunciante anônimo, resta prejudicada a notificação para que
complemente os fatos narrados;
4) A respeito dos relatos de irregularidades praticadas pela comissão eleitoral, descritos também
de forma genérica, infere-se que se trata de demanda individual dos candidatos à direção da escola,
motivo pelo qual foge à atribuição deste órgão ministerial pleitear qualquer direito em favor dos
mesmos;
4) Quanto ao relato de prejuízos à educação, tem-se que se trata de demanda pertinente à
Promotoria de Justiça com atribuição na referida área.
Desse modo, não existem, por ora, outras providências a serem adotadas no bojo do presente
procedimento, motivo pelo qual o arquivamento da notícia de fato é medida que se impõe .
Ante o exposto, indefiro a instauração de qualquer procedimento, promovendo
o arquivamento dos autos, com fulcro no artigo 6°, inc. I, da Resolução nº 009/2018 do Colégio de
Procuradores do Ministério Público de Goiás.
Tendo em vista a menção a prejuízos aos alunos que necessitam de monitor, determino a
expedição de ofício à 7ª Promotoria de Justiça de Jataí, com o encaminhamento de cópia da presente
representação, a fim de que adotem as providências que entenderem pertinentes no âmbito da defesa
da educação.
Considerando tratar-se de notícia anônima, dê-se ciência do presente arquivamento ao
interessado, mediante publicação oficial no Diário Oficial Eletrônico do Ministério Público do Estado de
Goiás - DOMP.
Após transcurso o prazo de 10 (dez) dias, contados da cientificação da noticiante, não havendo
interposição de recurso para o Conselho Superior do Ministério Público - CSMP, arquivem-se os
autos nesta Promotoria de Justiça, dando-se baixa no sistema ATENA.
 
Registre-se. Notifique-se.
 
Jataí/GO, data da assinatura eletrônica.
 
ANDRÉ FILIPE LOPES AGUIAR
Promotor de Justiça em substituição
Documento assinado eletronicamente por Andre Filipe Lopes Aguiar, em 02/02/2024, às 16:54, e consolidado no
sistema Atena em 2024-02-02 17:18:11 -0300, sendo gerado o código de verificação 0eb6c390-a436-013c-dbe3-
0050568b765d, conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
1ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE ITABERAÍ
Autos Extrajudiciais n. 202400039623
Publicação Oficial 2024000925371
EDITAL DE CIENTIFICAÇÃO
NOTÍCIA DE FATO N. 2024 0003 9623
Comarca: ITABERAÍ/GO
 
Órgão do Ministério Público: 1ª Promotoria de Justiça de Itaberaí
 
Pessoa Cientificada: Noticiante Anônimo
 
A pessoa cientificada neste edital fica, pelo presente, cientificada da decisão abaixo, bem como do prazo de 10 (dez)
dias úteis para interposição de recurso, já acompanhado das respectivas razões, na Secretaria do órgão ministerial
acima mencionado.
 
Extrato da decisão:
Esclarece-se que as notícias de fato apresentadas por meio do "MP Cidadão", bem como outros sistemas de
comunicação com a população de outras instituições, permitem a formalização de notícia de forma anônima para
garantir o sigilo do noticiante nos casos em que essa proteção se faz necessária.
 
Situação essa que não ocorre nos casos relativos à defesa do meio ambiente, da ordem urbanística e da defesa do
patrimônio histórico e cultural, matérias que são atribuições desta 1ª Promotoria de Justiça de Itaberaí. Nessas
ocasiões, a identificação do noticiante é necessária para eventual aprofundamento do fato a ser investigado, bem
como para realização de fiscalização, quando cabível.
 
Não obstante, há ainda o acréscimo do número de notícias sem fundamento, apresentadas em razão da facilidade de
registro que os sistemas eletrônicos de comunicação oferecem. Nessas situações, a identificação do noticiante permite
a adoção das providências pertinentes à notícia falsa apresentada.
 
Pois bem. No presente caso, verifica-se que a notícia de fato não preenche os requisitos de admissibilidade
mencionados, além de desprovida de elementos mínimos de prova.
 
A narrativa informa suposta poluição sonora provocada por máquinas agrícolas em um bairro residencial, que sequer é
mencionado, a qual perturba o sono e o sossego das pessoas ali residentes. Também relata suposta poluição
atmosférica, porquanto as referidas máquinas emitem poluentes danosos à saúde.
 
No entanto, as informações prestadas pelo noticiante não são suficientes para a abertura de uma investigação. Assim,
ao fazer uso da opção do anonimato, o noticiante impede que seja notificado pelo Ministério Público para
complementar os dados sobre os fatos, até aqui nitidamente frágeis, lacônicos e insubsistentes.
 
Logo, a notícia de fato deve ser rejeitada de plano à míngua de elementos que permitam uma análise adequada e
objetiva do que se supõe no relato.
 
Ante o exposto, verificada a ausência de elemento mínimo necessário para dar início a esta investigação,
impossibilitando o requerimento de mais informações para instaurar Inquérito Civil ou outro procedimento
administrativo nesta Promotoria, promovo o INDEFERIMENTO desta representação e determino
o ARQUIVAMENTO dos presentes autos com fundamento no art. 6º, inc. III, da Resolução n. 09/2018 do Colégio de
Procuradores de Justiça do Ministério Público do Estado de Goiás.
 
Determino a cientificação do noticiante anônimo, via edital, conforme o art. 7º da Resolução n. 09/2018 do Colégio de
Procuradores de Justiça, informando-o sobre o teor do presente indeferimento e, ainda, que a representação
aguardará nesta Promotoria, no prazo máximo de 10 (dez) dias, contados do recebimento da notificação, para que,
caso queira, interponha recurso perante o Egrégio Conselho Superior do Ministério Público; caso contrário, será
definitivamente arquivada.
 
Determino, ainda, em atendimento ao art. 28, § 2º e art. 7º, § 1º da Resolução n. 09/2018 do Colégio de Procuradores
de Justiça, a publicação do presente indeferimento no Diário Oficial do Ministério Público, a fim de dar-lhe publicidade.
 
Após, caso não haja interposição de recurso, com base no artigo 9º, da referida Resolução, arquivem-se os autos junto
a esta Promotoria de Justiça.
 
Proceda-se às anotações de praxe.
 
Cumpra-se.
 
Membro do Ministério Público: ELISSA TATIANA PRYJMAK
 
Data: 02/02/2024
Documento assinado eletronicamente por Elissa Tatiana Pryjmak, em 02/02/2024, às 16:36, e consolidado no sistema
Atena em 2024-02-02 17:07:12 -0300, sendo gerado o código de verificação 91f0d290-a434-013c-d71d-0050568b6996,
conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
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4ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE CALDAS NOVAS
Autos Extrajudiciais n. 202400040865
Publicação Oficial 2024000925397
EDITAL DE CIENTIFICAÇÃO
 
NOTÍCIA DE FATO N. 202400040865
Comarca: Caldas Novas
Órgão do Ministério Público: 4ª Promotoria de Justiça de Caldas Novas
Pessoa Cientificada: noticiante anônimo
A pessoa identificada neste edital fica, pelo presente, cientificada da decisão abaixo, bem como do
prazo de 10 (dez) dias úteis para interposição de recurso, já acompanhado das respectivas razões, na
Secretaria do órgão ministerial acima mencionado.
 
Extrato da decisão:
 
Ao ver deste órgão ministerial, o presente procedimento não merece prosseguimento.
Nos termos dos artigos 6º, II e 8º, §2º da Lei n° 10.216/2001 e artigo 23-A, §3º, da Lei n°
11.343/2006, os familiares do pretenso internado possuem legitimidade ativa para postular sua
internação involuntária.
Contudo, por se tratar de denúncia apócrifa, ainda, que se possa presumir quem seja o noticiante,
inexistem providências a serem adotadas, a fim de evitar a quebra da garantia de sigilo solicitada no
momento do registro da demanda.
Assim, verifica-se que as informações contidasnos autos são insuficientes para ensejarem a atuação
do Ministério Público.
Sendo assim, determino o arquivamento dos autos, com fulcro no artigo 6º, inc. III, da Resolução nº
009/2018 do Colégio de Procuradores do Ministério Público do Estado de Goiás.
Dê-se ciência do presente arquivamento ao noticiante mediante publicação oficial. Após o transcurso
do prazo de 10 (dez) dias, contados da cientificação da noticiante, não havendo interposição de
recurso para o Conselho Superior do Ministério Público - CSMP, arquivemse os autos nesta
Promotoria de Justiça, dando-se baixa no sistema ATENA. No mais, considerando o teor das
informações prestadas, encaminhe-se cópia dos autos à 3ª Promotoria de Justiça de Caldas Novas,
que possui atribuição na defesa da infância e juventude, para conhecimento e adoção das
providências cabíveis.
 
Membro do Ministério Público: FABIANA CANDIDO
Data: 02/02/2024
Documento assinado eletronicamente por Fabiana Candido, em 02/02/2024, às 16:29, e consolidado no sistema
Atena em 2024-02-02 16:29:24 -0300, sendo gerado o código de verificação 4b399be0-a42f-013c-40c9-0050568bb0db,
conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
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39ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE GOIÂNIA
Autos Extrajudiciais n. 202300541287
Integral 2024000926534
 
 
DECISÃO DE ARQUIVAMENTO nº 105/2024
 
 
Atendimento n° 202300541287, tendo em vista notícia registrada de forma presencial mas anônima, na Comarca de
Guapó, registrada eletronicamente no Sistema de Denúncias do MPGO, encaminhada à 39ª Promotoria de Justiça de
Defesa da Pessoa com Deficiência.
 
Registrou-se, in verbis:
"No dia 28 de novembro de 2023, às 17:30 horas, procurou a 2ª Promotoria de Justiça da Comarca de Guapó uma cidadã que preferiu se
manter sob anonimato e informou que exerce o cargo de Professora no Município de Goiânia/GO e possui uma filha com deficiência.
Perguntado sobre o motivo de não ter ido buscar atendimento junto às Promotorias de Justiça da cidade e Comarca de Goiânia, informou que é
mais difícil o acesso, ante a distância e o deslocamento com sua filha, pessoa com deficiência.
Garantido o acesso ao Ministério Público de Goiás, por esta Promotoria de Justiça, a cidadã continuou.
Informa que, no ano letivo de 2023, pleiteou e teve concedido, regularmente, a redução de carga horária, sem prejuízo de sua remuneração,
com a finalidade de proporcionar os tratamentos médicos, psicológicos, ocupacionais e sociais, necessários ao regular desenvolvimento de sua
filha.
Tal redução da carga horária foi materializada, sob autorização da Secretaria Municipal de Educação, no sentido de que a cidadã trabalharia
integralmente de segunda-feira a quinta-feira e a redução seria toda concentrada nas sextas-feiras.
Utiliza, então, as sextas-feiras para a promoção dos tratamentos necessários à sua filha, portadora de deficiência.
Agora, abruptamente, de forma unilateral, a Secretaria Municipal de Educação do Município de Goiânia realizou a modulação para o ano de
2024 e estabeleceu que a redução da jornada de trabalho deverá ocorrer diariamente, diminuindo-se 50 minutos no início ou no final do
expediente.
A justificativa é que o aluno da rede municipal de ensino tem o direito de ter, diariamente, o professor em sala de aula.
Tal posicionamento é distorcido e não considera o direito preferencial e prioritário das crianças com deficiência, filhos dos professores, bem
como, de forma abrupta e unilateral, muda a rotina de tratamento, comprometendo o atendimento diante da agenda dos profissionais em
saúde, psicologia, terapia ocupacional e outros que já atendem essas crianças com deficiência.
Há dois prejuízos.
O primeiro, refere-se ao fato de que diminuir 50 minutos no início ou no final da jornada de trabalho do professor, diariamente, além de
significar, na prática, impedimento da continuidade do tratamento necessário aos filhos com deficiência, já que o trânsito não permite o
deslocamento eficaz, os profissionais que já fazem o acompanhamento não estão à disposição das mudanças da Secretaria Municipal de
Educação.
Segundo, os alunos da rede municipal de educação não terão outro profissional da educação para trabalhar o cumprimento das metas da
carga horária e do Plano Municipal de Educação nos 50 minutos de início ou de fim da jornada de aulas. Na prática, o aluno não terá
assistência de professor, ficando prejudicado diariamente.
A forma gerida em 2023 é a mais adequada, pois o professor pode se dedicar durante todo o período de aulas de segunda-feira a quinta-feira,
concentrando toda a redução regular da jornada de trabalho às sextas-feiras, o que proporciona o efetivo encaminhamento de professor
substituto e o adequado agendamento dos atendimentos multiprofissionais ao filho do professor titular.
No mínimo, ao menos em forma de transição, a Secretaria Municipal de Educação deveria ter oportunizado a readequação progressiva e
individualizada, conforme a necessidade concreta, respeitando a criança com deficiência, filho do professor, já que está em rotina de
tratamento, sendo que a ruptura abrupta prejudica o efetivo atendimento e pode causar traumas ao filho com deficiência, pois necessita dessa
rotina para se manter regulado (equilibrado), ante suas características peculiares, que devem obrigatoriamente ser consideradas.
Por fim, tal atitude da Secretaria Municipal de Educação não considera os direitos fundamentais e especiais das crianças com deficiência, em
especial autistas, filhos dos professores, os quais já tinham organizado as rotinas de trabalho e tratamento. Também, não garante aos alunos
da rede de ensino a eficiente atuação de professor nos 50 minutos do início ou do fim do expediente diário.
Pede providências para que se promova a resolução da questão junto a Secretaria Municipal de Educação de Goiânia, a fim de garantir, no
mínimo, que a nova regência seja vinculada aos professores que possuam filhos com deficiência somente após a consideração das
necessidades individuais indisponíveis de tratamentos dos filhos com deficiência, considerando as rotinas já estabelecidas no ano letivo de
2023, bem como se garanta o efetivo e real acompanhamento dos alunos."
 
Da narrativa apresentada, extrai-se pretensão que versa sobre direito disponível-redução de carga/jornada horária de
servidor, tendo por fundamento acompanhamento de filho com deficiência em atividades terapêuticas, in casu, e ao
que tudo indica, é servidora efetiva, e portanto, regida por Lei específica, Lei do Servidor Público Municipal, porquanto
a noticiante afirma ser servidora da Secretaria Municipal de Educação.
 
Sendo assim, o descumprimento pela administração pública da legislação que regulamenta a matéria quanto aos
direitos dos servidores públicos municipais, enseja a adoção de medidas por parte dos lesados, nas vias
administrativas e, em seguida, judiciais, se o caso, cuja iniciativa é de cada interessado na medida do prejuízo ou da
lesão que compreender estar sujeito.
 
Ademais na descrição fática consta trecho no qual indica que :
"(..) Agora, abruptamente, de forma unilateral, a Secretaria Municipal de Educação do Município de Goiânia realizou a modulação para o ano
de 2024 e estabeleceu que a redução da jornada de trabalho deverá ocorrer diariamente, diminuindo-se 50 minutos no início ou no final do
expediente. "
Acrescente-se que, quanto a colocação formulada pela pessoa noticiante, ao Ministério Público, norteado pelos Art.
127 e 129, da Constituição Federal, e, in casu, por parte desta 39ª Promotoria de Justiça de Defesa da Pessoa com
Deficiência, descabe atuar para defesa de interesses que embora assemelhados, porquanto versam sobre redução de
carga horária para acompanhar seus filhos, pessoas deficientes, são, em si, individualmente particulares, nada
uniformes, e distintos entre si, face a peculiaridade das necessidades individualizadas de cada filho.
 
Ademais, a tutela ou a lesão a direitos de interessesindividuais, de natureza disponível, regulados por lei específica,
relacionada a servidores, portanto relação funcional entre o servidor e a administração pública, ainda que em relação a
direitos de pessoas com deficiência.
 
Dessa forma, decido pelo arquivamento por falta de atribuição para atuar no caso, e porquanto faltam elementos
mínimos para atuação ministerial.
 
Isto posto, determino o ARQUIVAMENTO do Atendimento nº 202300541287, em razão da falta de elementos mínimos
essenciais à instrução dos autos, falta de atribuição para atuação-apuração por parte desta 39ª Promotoria de Justiça.
 
Deixo de informar a parte, por se tratar de noticia apócrifa.
Publique-se no DOMP.
Cumpra-se.
Goiânia, 02 de fevereiro de 2024.
 
Marilda Helena dos Santos
39ª Promotoria de Justiça
Defesa da Pessoa com Deficiência
Documento assinado eletronicamente por Marilda Helena Dos Santos, em 02/02/2024, às 16:46, e consolidado no
sistema Atena em 2024-02-02 16:46:41 -0300, sendo gerado o código de verificação a8bef720-a431-013c-d6c2-
0050568b6996, conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
3ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE ITUMBIARA
Autos Extrajudiciais n. 202300557401
Publicação Oficial 2024000926770
EDITAL DE CIENTIFICAÇÃO
 
NOTÍCIA DE FATO N. 202300557401
 
Comarca: Itumbiara
Órgão do Ministério Público: 3ª Promotoria de Justiça de Itumbiara
Pessoa Cientificada: Noticiante Anônimo
A pessoa identificada neste edital fica, pelo presente, cientificada da decisão abaixo, bem como do prazo de 10 (dez)
dias úteis para interposição de recurso, já acompanhado das respectivas razões, na Secretaria do órgão ministerial
acima mencionado.
Extrato da decisão: Trata-se de Notícia de Fato instaurada após o recebimento de denúncia anônima que narrava, em
síntese, que os vereadores Nayara Maciel Faria e Adriano de Paula Fonseca estariam utilizando as redes sociais e
grupos de WhatsApp para divulgar informações referentes à liberação de emenda parlamentar pelo Deputado Estadual
Álvaro Guimarães, visando à promoção pessoal. Após diligências realizadas pela Promotoria de Justiça e a análise
das informações fornecidas pelos denunciados e pelo presidente da Câmara de Vereadores, concluiu-se que as
publicações estavam em harmonia para com as diretrizes constitucionais, e o fato narrado não configurava lesão aos
interesses ou direitos tutelados pelo Ministério Público. Por essa razão, foi promovido o arquivamento dos autos, a teor
do art. 6°, §2° da Resolução n° 09/2018 do CPJ/MPGO.
Membro do Ministério Público: Ana Paula Sousa Fernandes
Data: 7/12/2023
Documento assinado eletronicamente por Brenda Fleury de Abreu, em 02/02/2024, às 17:01, e consolidado no
sistema Atena em 2024-02-02 17:01:34 -0300, sendo gerado o código de verificação c94061e0-a433-013c-d707-
0050568b6996, conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
1ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE CALDAS NOVAS
Autos Extrajudiciais n. 202300556625
Publicação Oficial 2024000928474
EDITAL DE CIENTIFICAÇÃO
 
NOTÍCIA DE FATO n. 202300556625
Comarca: Caldas Novas
Órgão do Ministério Público: 1ª Promotoria de Justiça de Caldas Novas
Pessoa Cientificada: Noticiante anônimo
A pessoa identificada no presente edital fica, pelo presente, cientificada da decisão abaixo, bem como
do prazo de 10(dez) dias úteis para interposição de recurso, já acompanhado das respectivas razões,
na secretaria do órgão ministerial acima mencionado.
Extrato da decisão: "Conforme se verifica, o relatório apresentado pelo Creas não indica que a idosa
se encontra em situação de vulnerabilidade/risco, o que ensejaria a intervenção do Ministério Público
para o resguardo de seus interesses, razão pela qual determino o arquivamento do presente
procedimento (art. 6º, I, da Resolução n. 009/2018, do Colégio de Procuradores do MP-GO)."
Membro do Ministério Público: Pedro Eugenio Beltrame Benatti
Data: 02/02/2024
Documento assinado eletronicamente por Poliana Matos Freitas, em 02/02/2024, às 17:04, e consolidado no sistema
Atena em 2024-02-02 17:04:19 -0300, sendo gerado o código de verificação 26b91960-a434-013c-dbab-
0050568b765d, conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
1ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE PLANALTINA DE GOIÁS
Autos Administrativos n. 202400051740
Portaria 2024000929267
Portaria nº 01/2024, de 02 de fevereiro de 2024 - 1ª PJ de Planaltina de Goiás.
 
 
Disciplina no âmbito da 1ª PJ
de Planaltina de Goiás o
encaminhamento de acordos
de não perscução penal ao
órgão de execução com
atribuições para sua
execução na Comarca de
Planaltina
 
 
O Membro do Ministério Público titular da 1ª Promotoria de Justiça de Planaltina de Goiás, no uso
de suas atribuições constitucionais, legais e regulamentares, em especial as previstas no art. 2º do
Ato Conjunto PGJ-CGM nº 8, de 19 de maio de 2021, e,
 
CONSIDERANDO a previsão do art. 28-A, § 6º, do Código de Processo Penal, que em se
tratando de execuções de Acordos de Não Persecução Penal, uma vez homologado judicialmente, o
juiz devolverá os autos ao Ministério Público para que inicie sua execução perante o juízo de
execução penal;
 
 
CONSIDERANDO o disposto na Resolução 04/2024 do CPJ, que fixa atribuição da 3ª Promotoria
de Justiça de Planaltina para oficiar perante o Juiz de Execução Penal desta Comarca;
 
 
CONSIDERANDO a necessidade de encaminhamentos ao referido órgão de execução pelo Atena
de Acordos de Não Persecução Penal celebrado por esta 1ª Promotoria de Justiça de Planaltina de
Goiás e homologados pelo Poder Judiciário;
 
 
CONSIDERANDO a necessidade de racionalizar as rotinas de trabalho relacionadas à tramitação
de autos administrativos na 1ª Promotoria de Justiça de Planaltina de Goiás com o objetivo de garantir
maior celeridade na tramitação de determinados expedientes administrativos;
 
CONSIDERANDO a regra do artigo 93, inciso XIV, aplicável ao Ministério Público por força do §
4º do artigo 129, ambos da Constituição da República;
 
CONSIDERANDO que, nos autos extrajudiciais, a tomada de decisão, como ato administrativo, é
atividade privativa do membro do Ministério Público e, assim, indelegável;
 
CONSIDERANDO que os ofícios, as notificações, os correios eletrônicos e as ordens de
diligência ou de trabalho, quando expedidos em cumprimento ao despacho exarado pelo membro do
Ministério Público, são instrumentos formais que apenas materializam o ato administrativo decisório e,
por essa razão, delegáveis;
 
CONSIDERANDO que, sob a supervisão do membro do Ministério Público, os atos de simples
delegação formal podem ser cumpridos pelo Secretário Auxiliar, Secretário Assistente, Assistente
Administrativo, Oficial de Promotoria, Assessor de Procurador de Justiça, Assessor de Promotor de
Justiça e Assistente de Gabinete de Procurador de Justiça, já que o ato material continua sendo de
responsabilidade da autoridade emitente;
 
CONSIDERANDO que a expedição e a assinatura de ofícios, de notificações, de correios
eletrônicos e de ordens de diligência ou de trabalho são atividades que se amoldam à descrição
exemplificativa dos cargos de Secretário Auxiliar, Secretário Assistente, Assistente Administrativo,
Oficial de Promotoria, Assessor de Procurador de Justiça, Assessor de Promotor de Justiça e
Assistente de Gabinete de Procurador de Justiça, nos Anexos da Lei Estadual n. 13.162, de 5
novembro de 1997, que dispõe sobre a estrutura organizacional do Ministério Público do Estado de
Goiás, cria cargos de Promotor de Justiça, institui o Plano de Classificação de Cargos e Vencimentos
de seus Serviços Auxiliares e dá outras providências;
 
CONSIDERANDO que, pela taxonomia do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), os
atos administrativos consubstanciados em ofícios e notificações encontram-se classificados na árvore
de "atos comuns", ou seja,que podem ser praticados tanto por membros quanto por servidores;
RESOLVE:
 
Art. 1º - Os Acordos de Não Persecução Penal celebrados pela 1ª Promotoria de Justiça de
Planaltina de Goiás, uma vez homologados pelo Juízo competente, serão encaminhados por ofício,
via Atena, à Promotoria de Justiça com atribuição para a execução penal na Comarca de Planaltina de
Goiás.
 
Art. 2º - Os autos administrativos serão instruídos com cópias originais, assinadas digitalmente,
do termo de acordo celebrado com o investigado, no qual conste suas cláusulas, ou, em se tratando
de acordo verbal celebrado em audiência, de cópia da respectiva ata, da decisão judicial
homologatória e, caso não estejam disponíveis nos documentos já mencionados, dos dados de
qualificação do executado e informações do fato criminoso para fins de cadastro no sistema SEEU
(nome, CPF, endereço, tipificação criminal e data do fato).
 
Art. 3º - Cópia do ofício de remessa gerado no sistema Atena deverá ser protocolizado nos autos
judiciais respectivos para fins de comprovação do efetivo encaminhamento do acordo ao órgão
ministerial com atribuição para sua execução.
 
Art. 4º - O ofício de remessa pode ser assinado no sistema Atena pelo Secretário Auxiliar, pelo
Assessor e pelo Assistente da 1ª Promotoria de Justiça, desde que observadas rigorosamente as
prescrições constantes nos artigos 1º a 3º desta Portaria.
 
Art. 5º - O Secretário Auxiliar da 1ª Promotoria de Justiça deverá registrar em livro de controle
físico ou digital os dados dos Acordos de Não Persecução Penal encaminhados para execução para
fins de controle e consolidação dos dados.
 
Art. 6º - Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.
 
 
Registre-se, publique-se e cumpra-se.
 
 
Planaltina de Goiás, 02 de fevereiro de 2024.
 
 
 
 
José Soares Júnior
Promotor de Justiça
Documento assinado eletronicamente por Jose Soares Junior, em 02/02/2024, às 17:13, e consolidado no sistema
Atena em 2024-02-02 17:13:39 -0300, sendo gerado o código de verificação 799080c0-a435-013c-8a26-
0050568b14ca, conforme Ato PGJ n. 29, de 22 de maio de 2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
81ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE GOIÂNIA
Autos Extrajudiciais n. 202200037121
Publicação Oficial 2024000929358
EXTRATO DE CONCLUSÃO
 
PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO N.202200037121
Comarca: Goiânia
Órgão do Ministério Público: 81ª Promotoria de Justiça
Data de instauração: 16/12/2021
Envolvidos: Super Posto Brasil V Ltda.
Conclusão: Procedimento Administrativo instaurado a fim de acompanhar Termo de Compromisso de
Ajustamento de Conduta - TCAC. Cessados os motivos que ensejaram a necessidade do
acompanhamento da questão, em razão do cumprimento das obrigações estabelecidas no T.C.A.C,
mormente quanto à desinstalação e instalação de tanques de combustíveis, bem como a manutenção
dos demais lá existentes, PROMOVO O ARQUIVAMENTO do presente Procedimento
Administrativo, nos termos dos artigos 39, nº I, e 44 da Resolução CPJ n. 09/2018, de 27 de agosto
de 2018 (alterada pela Resolução CPJ n. 10/2021), haja vista não existirem, por ora, novos impulsos
ou acompanhamentos a serem perpetrados ou mesmo elementos que ensejem a propositura de Ação
de Execução.
Membro do Ministério Público: Marcelo Fernandes de Melo
Documento assinado eletronicamente por Hellen Alves Lima Mendonca, em 02/02/2024, às 17:13, e consolidado no
sistema Atena em 2024-02-02 17:13:47 -0300, sendo gerado o código de verificação 7e995ee0-a435-013c-d73c-
0050568b6996, conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
4ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE PLANALTINA DE GOIÁS
Autos Administrativos n. 202400051816
Portaria 2024000930489
Portaria nº 01/2024, de 02 de fevereiro de 2024 - 4ª PJ de Planaltina de Goiás.
 
 
Disciplina no âmbito da 4ª PJ
de Planaltina de Goiás o
encaminhamento de acordos
de não persecução penal ao
órgão de execução com
atribuições para sua
execução na Comarca de
Planaltina
 
O Membro do Ministério Público em substituição na 4ª Promotoria de Justiça de Planaltina de Goiás,
no uso de suas atribuições constitucionais, legais e regulamentares, em especial as previstas no art.
2º do Ato Conjunto PGJ-CGM nº 8, de 19 de maio de 2021, e,
 
CONSIDERANDO a previsão do art. 28-A, § 6º, do Código de Processo Penal, que em se tratando de
execuções de Acordos de Não Persecução Penal, uma vez, homologado judicialmente, o juiz
devolverá os autos ao Ministério Público para que inicie sua execução perante o juízo de execução
penal;
 
CONSIDERANDO o disposto na Resolução 04/2024 do CPJ, que fixa atribuição da 3ª Promotoria de
Justiça de Planaltina para oficiar perante o Juiz de Execução Penal desta Comarca;
 
 
CONSIDERANDO a necessidade de encaminhamentos ao referido órgão de execução pelo Atena de
Acordos de Não Persecução Penal celebrado por esta 4ª Promotoria de Justiça de Planaltina de Goiás
e homologados pelo Poder Judiciário;
 
Considerando a necessidade de racionalizar as rotinas de trabalho relacionadas à tramitação de autos
extrajudiciais na 4ª Promotoria de Justiça de Planaltina de Goiás com o objetivo de garantir maior
celeridade na tramitação de determinados expedientes administrativos;
 
CONSIDERANDO a regra do artigo 93, inciso XIV, aplicável ao Ministério Público por força do § 4º do
artigo 129, ambos da Constituição da República;
 
CONSIDERANDO que, nos autos extrajudiciais, a tomada de decisão, como ato administrativo, é
atividade privativa do membro do Ministério Público e, assim, indelegável;
 
CONSIDERANDO que os ofícios, as notificações, os correios eletrônicos e as ordens de diligência ou
de trabalho, quando expedidos em cumprimento ao despacho exarado pelo membro do Ministério
Público, são instrumentos formais que apenas materializam o ato administrativo decisório e, por essa
razão, delegáveis;
 
CONSIDERANDO que, sob a supervisão do membro do Ministério Público, os atos de simples
delegação formal podem ser cumpridos pelo Secretário Auxiliar, Secretário Assistente, Assistente
Administrativo, Oficial de Promotoria, Assessor de Procurador de Justiça, Assessor de Promotor de
Justiça e Assistente de Gabinete de Procurador de Justiça, já que o ato material continua sendo de
responsabilidade da autoridade emitente;
 
CONSIDERANDO que a expedição e a assinatura de ofícios, de notificações, de correios eletrônicos
e de ordens de diligência ou de trabalho são atividades que se amoldam à descrição exemplificativa
dos cargos de Secretário Auxiliar, Secretário Assistente, Assistente Administrativo, Oficial de
Promotoria, Assessor de Procurador de Justiça, Assessor de Promotor de Justiça e Assistente de
Gabinete de Procurador de Justiça, nos Anexos da Lei Estadual n. 13.162, de 5 novembro de 1997,
que dispõe sobre a estrutura organizacional do Ministério Público do Estado de Goiás, cria cargos de
Promotor de Justiça, institui o Plano de Classificação de Cargos e Vencimentos de seus Serviços
Auxiliares e dá outras providências;
 
CONSIDERANDO que, pela taxonomia do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), os atos
administrativos consubstanciados em ofícios e notificações encontram-se classificados na árvore de
"atos comuns", ou seja, que podem ser praticados tanto por membros quanto por servidores;
RESOLVE:
 
Art. 1º - Os Acordos de Não Persecução Penal celebrados pela 4ª Promotoria de Justiça de Planaltina
de Goiás, uma vez homologados pelo Juízo competente, serão encaminhados por ofício, via Atena, à
Promotoria de Justiça com atribuição para a execução penal na Comarca de Planaltina de Goiás.
 
Art. 2º - Os autos administrativos serão instruídos com cópias originais, assinadas digitalmente, do
termo de acordo celebrado com o investigado, no qual conste suas cláusulas, ou, em se tratando de
acordo verbal celebrado em audiência, de cópia da respectiva ata, da decisão judicial homologatória
e, caso não estejam disponíveis nos documentos já mencionados, dos dados dequalificação do
executado e informações do fato criminoso para fins de cadastro no sistema SEEU (nome, CPF,
endereço, tipificação criminal e data do fato).
 
Art. 3º - Cópia do ofício de remessa gerado no sistema Atena deverá ser protocolizado nos autos
judiciais respectivos para fins de comprovação do efetivo encaminhamento do acordo ao órgão
ministerial com atribuição para sua execução.
 
Art. 4º - O ofício de remessa pode ser assinado no sistema Atena pelo Secretário Auxiliar, pelo
Assessor e pelo Assistente da 4ª Promotoria de Justiça, desde que observadas rigorosamente as
prescrições constantes nos artigos 1º a 3º desta Portaria.
 
Art. 5º - A Secretária Auxiliar da 4ª Promotoria de Justiça deverá registrar em livro de controle físico
ou digital os dados dos Acordos de Não Persecução Penal encaminhados para execução para fins de
controle e consolidação dos dados.
 
Art. 6º - Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.
 
Registre-se, publique-se e cumpra-se.
 
 
Planaltina de Goiás, 02 de fevereiro de 2024.
 
 
 
 
José Soares Júnior
Promotor de Justiça
Em Substituição
Documento assinado eletronicamente por Jose Soares Junior, em 02/02/2024, às 17:28, e consolidado no sistema
Atena em 2024-02-02 17:28:47 -0300, sendo gerado o código de verificação 967e4970-a437-013c-417f-0050568bb0db,
conforme Ato PGJ n. 29, de 22 de maio de 2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
4ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE MINEIROS
Autos Extrajudiciais n. 202300331701
Publicação Oficial 2024000930510
 EDITAL DE CIENTIFICAÇÃO
 
NOTÍCIA DE FATO N. 202300331701
 
Comarca: Mineiros
 
Órgão do Ministério Público: 4ª Promotoria de Justiça de Mineiros
 
Pessoa Cientificada: A quem interessar
 
A pessoa identificada neste edital fica, pelo presente, cientificada da decisão abaixo, bem como do
prazo de 10 (dez) dias úteis para interposição de recurso, já acompanhado das respectivas razões, na
Secretaria do órgão ministerial acima mencionado.
 
Extrato da decisão: Trata-se de atendimento registrado pela Coordenação das Promotorias de Justiça
de Mineiros/GO, no qual o noticiante de forma anônima relatou suposta situação de superfaturamento
nos valores praticados pelas autoescolas da cidade de Mineiros, além de outras irregularidades. 
Observa-se que o Procon de Mineiros/GO não realizou autuações e não indiciou a existência de
irregularidades, promovendo apenas orientação às autoescolas locais. 
Assim, em análise preliminar e a partir das averiguações promovidas pelo Procon de
Mineiros/GO, não há elementos que corroborem aos fatos noticiados, de modo que o procedimento
deve ser arquivado.
 
Membro do Ministério Público: Rodrigo Carvalho Marambaia
 
Data: 02/02/2024
Documento assinado eletronicamente por Janaina Silva Carrijo, em 02/02/2024, às 17:29, e consolidado no sistema
Atena em 2024-02-02 17:29:39 -0300, sendo gerado o código de verificação b615ded0-a437-013c-4181-
0050568bb0db, conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
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4ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DA
COMARCA DE MINEIROS
Autos Extrajudiciais n. 202300404954
Publicação Oficial 2024000931126
EXTRATO DE CONCLUSÃO
 
PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO N. 202300404954
 
Comarca: Mineiros
 
Órgão do Ministério Público: 4ª Promotoria de Justiça de Mineiros
 
Data de instauração: 02/02/2024
 
Envolvidos:
Noticiante: Sigiloso
Fiscalizado: FISCALIZADO: Município de Mineiros, pessoa jurídica de direito público interno, inscrito
no CNPJ n. 02316537000190, sediado na Praça Coronel Carrijo, n. 01, Centro, Mineiros/GO,
representado pelo Prefeito Aleomar de Oliveira Rezende.
 
Conclusão: Trata-se de Procedimento Administrativo instaurado para fiscalizar a participação dos
estudantes da rede municipal de ensino de Mineiros/GO, nos desfiles cívicos promovidos pelo
Município de Mineiros/GO.
Expedida recomendação, o Município de Mineiros, bem como a Secretaria Municipal de
Educação, informaram e comprovaram o atendimento às orientações ministeriais. Restou
demonstrado que a participação no evento era facultativa, houve apresentação de autorização por parte dos
pais, além de estrutura adequada para realização do evento. 
Ademais, não há registro de eventuais irregularidades nos eventos realizados.
 
Membro do Ministério Público: Rodrigo Carvalho Marambaia
Documento assinado eletronicamente por Janaina Silva Carrijo, em 02/02/2024, às 17:40, e consolidado no sistema
Atena em 2024-02-02 17:40:01 -0300, sendo gerado o código de verificação 287eb590-a439-013c-41a8-
0050568bb0db, conforme Ato Conjunto PGJ-CGMP n. 4/2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
PDIÁRIO OFICIAL ELETRÔNICO - DOMP
MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS
 
MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS 
Rua 23, esq. com a Av. Fued José Sebba, Qd. A 06, Lts. 15/24, Jardim Goiás
Goiânia - Goiás - CEP: 74.805-100 Fone: (062) 3243-8000 e 127
www.mpgo.mp.br/portal/domp
CONCURSOS E COMISSÕES
DIVISÃO DE REGISTRO E
MOVIMENTAÇÕES FUNCIONAIS
Autos Administrativos n. 202400035252
Edital 2024000894233
24º CONCURSO DE REMOÇÃO DE SERVIDORES(AS) DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO
DE GOIÁS
 
O Procurador-Geral de Justiça do Estado de Goiás, nos termos do artigo 15, VII da Lei Complementar
Estadual n. 25, de 6 de julho de 1998 e do Ato PGJ n. 66, de 3 de outubro de 2022, resolve determinar
a abertura de Concurso de Remoção de Servidores destinado aos ocupantes dos cargos de
Secretário Auxiliar do Ministério Público do Estado de Goiás, que será regido pelas seguintes
disposições:
 
1. DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
 
1.1. Ficam abertas, no período de 05 de fevereiro a 19 de fevereiro de 2024, as inscrições para o
24º Concurso de Remoção de Servidores(as) objetivando o preenchimento de 1 (uma) vaga para o
cargo de secretário auxiliar:
 
COMARCA VAGAS CARGO
Rio Verde 1 Secretário Auxiliar
 
2. REQUISITOS PARA PARTICIPAÇÃO NO CONCURSO
 
2.1. Poderá participar do certame os servidores e as servidoras ocupantes dos cargos de secretário
auxiliar do Ministério Público do Estado de Goiás, interessados em concorrer à vaga descrita no item
1.1, desde que, até a data da publicação do presente Edital, atendam aos requisitos descritos no art.
4º do Ato PGJ nº 66/2022.
 
2.2. Fica assegurado o direito de participação no concurso ao servidor e à servidora que se enquadrar
na previsão descrita no parágrafo único do art. 4ª do supracitado ato.
 
3. DA INSCRIÇÃO
 
3.1. O requerimento de inscrição deverá ser feito mediante o preenchimento de formulário padrão, no
qual o servidor ou a servidora poderá concorrer a mais de uma opção, de acordo com o cargo que
ocupa e o oferecimento da vaga, conforme anexo I deste edital e disponível na intranet, na
aba Consultas → InformaRH → Concurso de Remoção → 24º Concurso de Remoção .
 
3.2. O formulário de inscrição deverá ser registrado no Sistema ATENA, com o arquivo devidamente
preenchido e anexo ao movimento Requerimento / Solicitação, em formato PDF e assinado
eletronicamente, com remessa dos autos, apenas por meio eletrônico e dentro do prazo de inscrição
estabelecido no item 1.1 deste Edital, ao órgão SGRH/Concurso de Remoção.
 
3.3. A veracidade, o conteúdo das informações prestadas no formulário de inscrição, bem como o
arquivo anexado aos autos e o envio deles dentro do prazo de inscrição à unidade correta no Sistema
Atena são de inteira responsabilidade do servidor ou da servidora interessado (a).
 
4. DA CLASSIFICAÇÃO NO CERTAME
 
4.1. Se o número de inscritos for maior que o de vagas oferecidas, terá preferência na classificação o
candidato ou a candidata que, em ordem, observar os critérios descritos no Ato PGJ n. 66/2022, art.
5º, incisos I a V.
 
4.2. O tempo de serviço especificado nos incisos "I" e "II" do artigo citado no item anterior, será
apurado em dias, observando o disposto no Ato PGJ n. 66/2022, art.5º, §1º.
 
4.3. A Divisão de Registro e Movimentações Funcionais, findo o prazo de inscrição, fará publicar no
Diário Oficial do Ministério Público do Estado de Goiás a lista geral com o nome dos inscritos e
inscritas, em ordem de antiguidade, os quais terão o prazo decadencial de 3 (três) dias úteis para
apresentar pedido de desistência, impugnação e recurso contra a referida lista.
 
4.4. A desistência do candidato ou da candidata ao concurso poderá ocorrer em relação à todas ou a
alguma das opções de lotação indicada.
 
4.5. As impugnações e os recursos previstos no item 4.3, devidamente instruídas com as provas
pertinentes, deverão ser registrados no Sistema Atena, com a remessa dos autos à unidade
SGRH/Concurso de Remoção, apenas por meio eletrônico, dentro do prazo previsto no mesmo item
4.3.
 
4.6. Findo o prazo do item anterior, os pedidos de impugnação e recurso serão encaminhados para
análise e decisão do Diretor-Geral.
 
4.7. Prestadas as informações de cada candidato pela Divisão de Registro e Movimentações
Funcionais, após a apreciação dos pedidos de desistência e análise e decisão dos pedidos de
impugnação e recurso, será publicada, no Diário Oficial do Ministério Público do Estado de Goiás, a
lista de classificação.
 
4.8. Realizadas as etapas conforme previstas nos itens anteriores, a Superintendência de Gestão em
Recursos Humanos publicará, no Diário Oficial do Ministério Público do Estado de Goiás, o ato de
remoção do servidor ou servidora que obtiver êxito, devidamente assinado pelo Procurador-Geral de
Justiça.
 
5. DAS DISPOSIÇÕES GERAIS DO CONCURSO DE REMOÇÃO
 
5.1. O servidor ou a servidora com lotação provisória ou cuja comarca para qual prestou concurso
público tenha sido desinstalada poderá participar do concurso de remoção, ficando a lotação
provisória automaticamente interrompida, a contar da publicação do Ato de Remoção, em caso de
êxito.
 
5.2. O servidor ou a servidora licenciado/a sem remuneração poderá participar do concurso de
remoção devendo utilizar o protocolo eletrônico para inscrição, e ficando a licença automaticamente
interrompida na data da publicação do Ato de Remoção, em caso de êxito.
 
5.3. A remoção far-se-á por Ato do Procurador-Geral de Justiça do Estado de Goiás.
 
5.4. O servidor ou a servidora terá o prazo de até 15 (quinze) dias, contados da publicação do Ato de
Remoção, para a comunicação de exercício, podendo requerer, em momento oportuno, o abono de
até 3 (três) dias para fins de mudança de sede.
 
5.5. Na hipótese de o servidor ou a servidora encontrar-se em gozo de férias ou de licença com
remuneração, o prazo de que trata o item anterior será contado a partir do término do afastamento.
 
5.6. As despesas decorrentes da mudança para a nova unidade de lotação correrão integralmente por
conta do servidor removido ou da servidora removida.
 
5.7. O servidor ou a servidora que tiver a lotação alterada por ato de remoção deverá permanecer,
pelo período mínimo de 2 (dois) anos na nova unidade, não podendo ser removido (a) neste período,
a pedido, por meio de permuta ou por concurso de remoção.
 
5.8. A renúncia à remoção (fora do prazo de desistência) impede a participação em outro
concurso de remoção ou a remoção por permuta pelo prazo de 2 (dois) anos.
 
5.9. Caberá à Divisão de Registro e Movimentações Funcionais do Ministério Público do Estado de
Goiás a prática de todos os atos relativos à realização do concurso de remoção.
 
5.10. As questões não tratadas neste edital serão resolvidas pelo Subprocurador-Geral de Justiça
para Assuntos Administrativos.
 
 
 
CYRO TERRA PERES
Procurador-Geral de Justiça
Documento assinado eletronicamente por Cyro Terra Peres, em 02/02/2024, às 18:02, e consolidado no sistema
Atena em 2024-02-05 14:32:02 -0300, sendo gerado o código de verificação 60d989e0-a67a-013c-e119-
0050568b765d, conforme Ato PGJ n. 29, de 22 de maio de 2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
PDIÁRIO OFICIAL ELETRÔNICO - DOMP
MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS
 
MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS 
Rua 23, esq. com a Av. Fued José Sebba, Qd. A 06, Lts. 15/24, Jardim Goiás
Goiânia - Goiás - CEP: 74.805-100 Fone: (062) 3243-8000 e 127
www.mpgo.mp.br/portal/domp
LICITAÇÕES, CONTRATOS E CONVÊNIOS
ASSESSORIA JURÍDICA / SENGE
Autos Administrativos n. 202400040707
Notificação 2024000890029
PROCESSO Nº: 202400040707
NOTIFICANTE: PROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE GOIÁS
NOTIFICADO:
Cunha Construtora Incorporadora Ltda., CNPJ Nº 26.791.812/0001-96
SCN, Qd 04, Bloco B, S/N, Sala 702, Parte 1162, Asa Norte, Brasília-DF,
CEP: 70.714-020
E-mail: cunhaconstrutora414@gmail.com
SEGURADORA:* Empresa: Essor Seguros S.A.; CNPJ: 38.662.313/0001-88
E-mail: sinistro.garantia@essor.com.br
ASSUNTO:
DESCUMPRIMENTO DO TERMO DE CONTRATO Nº 167/2023
Obra de ampliação e reforma da sede das Promotorias de Justiça de
Luziânia
FINALIDADE DA
NOTIFICAÇÃO:
I. CIÊNCIA DA INSTAURAÇÃO DE PROCESSO
ADMINISTRATIVO visando apurar ilícito administrativo, e da continuidade
do processo independentemente do comparecimento ou defesa, nos termos
dos artigos 26 a 28 da Lei Federal Nº 9.784/1999 e da Lei Estadual Nº
13.800/2001.
 
II. CIÊNCIA DO DESCUMPRIMENTO CONTRATUAL , conforme
relatado pela Fiscalização Contratual 2024000731607:
 
1. Irregularidade nº 1: Não entrega de documentação da obra.
1.1. Infração normativa: Cláusula Décima, inciso II.
 
2. Irregularidade nº 2: Ata de Reunião não foi assinada.
2.1. Infração normativa: Cláusula Décima, inciso I.
 
 
 
III. CIÊNCIA DO PRAZO PARA APRESENTAR SANAR AS
IRREGULARIDADES, E PARA APRESENTAR DEFESA PRÉVIA , sob
pena das sanções administrativas previstas no art. 87 da Lei 8.666/93 c/c o
disposto nos art. 77 a 83 da Lei Estadual 17.928/2012;
 
IV. CIÊNCIA DE QUE O NÃO ATENDIMENTO DAS DETERMINAÇÕES
DESTA NOTIFICAÇÃO**, no prazo ajustado e com rigorosa observação dos
princípios de engenharia, além da aplicação de sanções administrativas,
poderá ensejar à contratada, às suas expensas, cobrança judicial de
montante apurado a fim ressarcir o valor para que outra empresa seja
contratada com o fim da execução das correções notificadas, bem como de
eventuais lucros cessantes e/ou danos emergentes.
PRAZO: 20/02/2024 (art. 79, da Lei Estadual Nº 17.928/ 2012) 
MEIOS DE
RESPOSTA:
1. Protocolo Resposta: a defesa poderá ser encaminhada pelo Protocolo
Eletrônico do Ministério Público do Estado de Goiás, disponível no
s i t e https://mpgo.mp.br/protocolo, por meio da inserção da chave de
acesso D73F6F.
 
2. Eletrônico: notificacao.senge@mpgo.mp.br
Docs. anexos: Fiscalização Contratual 2024000731607.
 
SUPERINTENDÊNCIA DE ENGENHARIA, em Goiânia, 01 de fevereiro de 2024.
 
NATHÁLIA DE FARIA REZENDE AMARAL
Secretária Nível III
 
 
* Seguradora em cópia para registro de expectativa de sinistro, apenas para o momento, até o
trânsito em julgado da apuração.
** Confirmar o recebimento deste, nos termos da CLÁUSULA DÉCIMA TERCEIRA do
Contrato Nº 167/2023.
http://emailseguro.mpgo.mp.br/mailinspector/tap/WarningUrlPage.php?HSCTYPE=0&HSCRULE=24&HSCID=ODI2QjBDMjUwNUUuQTJENjI=&HSCMLICHECKID0005=9a7f699fad34db4db002909897496189&URLCHECKHSCMLI09132012warnning=H4sIAAAAAAAAA8soKSkottLXzy1Iz9fLLdBLKtIvKMovyU/Oz8kHAMDyFMMcAAAA
mailto:notificacao.senge@mpgo.mp.br
Documento assinado eletronicamente por Nathalia de Faria Rezende Amaral, em 01/02/2024, às 18:24, e
consolidado no sistema Atena em 2024-02-01 18:24:42 -0300, sendo gerado o código de verificação 3be44130-a376-
013c-3dec-0050568bb0db, conforme Ato PGJ n. 29, de 22 de maio de 2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
ASSESSORIA JURÍDICA / SENGE
Autos Administrativos n. 202400044541
Notificação 2024000904206
PROCESSO Nº: 202400044541
NOTIFICANTE: PROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE GOIÁS
NOTIFICADO:
ALPHA TERCEIRIZAÇÃO - EIRELI, CNPJ Nº 05.456.176/0001-76 
Endereço: Avenida Dona Maria Cardoso, Quadra 26, Lote 04, sobreloja, Bairro Jardim Luz,
Aparecida de Goiânia-GO,CEP: 74.915-520. 
Email: comercial@alphaterceirizacao.com.br; alpha.tiagom@gmail.com; claudioviena@gmail.com
adm.alphaterceirizacao@gmail.com; alphaoperacional@gmail.com; claudiojrss@gmail.com
ASSUNTO:
DESCUMPRIMENTO DO TERMO DE CONTRATO Nº 062/2022 - Fornecimento de mão de
obra terceirizada para os postos de Ascensorista, Auxiliar de Manutenção Predial 1,
Auxiliar de Manutenção Predial 2, Carregador, Copeira, Eletricista, encarregado geral,
encarregado técnico-administrativo, Jardineiro, Marceneiro, Mecânico de Manutenção de
Máquinas em Geral, Mecânico de manutenção e instalação de aparelhos de climatização
e refrigeração, Porteiro, Servente de limpeza, Telefonista, Técnico de Segurança do
Trabalho, Técnico de Telecomunicações e Vidraceiro.
SEGURADORA*:
Pottencial Seguradora S/A; CNPJ: 11.699.534/0001-74;
End.: Av. Raja Gabáglia, nº 1143, 19º andar, Luxemburgo, Belo Horizonte - MG;
E-mail: sinistro.garantia@pottencial.com.br
mailto:comercial@alphaterceirizacao.com.br
http://emailseguro.mpgo.mp.br/mailinspector/tap/WarningUrlPage.php?HSCTYPE=0&HSCRULE=24&HSCID=RjMxMjIyNTc3NDguQTM0REU=&HSCMLICHECKID0005=9a7f699fad34db4db002909897496189&URLCHECKHSCMLI09132012warnning=H4sIAAAAAAAAA8tNzMwpybcqzszLLC4pytdLTyxKzCvJTHQoyC8pSc1LzkzM0UvOz9VLKgIAa8P0myoAAAA=
FINALIDADE DA
NOTIFICAÇÃO:
I. CIÊNCIA DA INSTAURAÇÃO DE PROCESSO ADMINISTRATIVO visando apurar ilícito
administrativo, e da continuidade do processo independentemente do comparecimento
ou defesa, nos termos dos artigos 26 a 28 da Lei Federal Nº 9.784/1999 e da Lei Estadual
Nº 13.800/2001.
 
II. CIÊNCIA DO DESCUMPRIMENTO CONTRATUAL , conforme relatado pela Fiscalização
Contratual 2024000801578:
 
1.Irregularidade nº 1: Comprovação quanto a entrega de EPI.
1.1. Infração normativa: Cláusula décima oitava, inciso IV, d E § 1º, 2º, 3º, 4º e 5º.
 
2. Irregularidade nº 2: EPI inadequado ao risco.
2.1. Infração normativa: Cláusula décima oitava, inciso IV, d E § 1º, 2º, 3º, 4º e 5º.
 
3.Irregularidade nº 3: Não apresentação de cópia de Ordem de Serviço
3.1. Infração normativa: Cláusula décima oitava, inciso IV, alínea e.
 
4. Irregularidade nº 4: Capacitação
4.1. Infração normativa: Cláusula décima oitava, inciso IV, d E § 1º, 2º, 3º, 4º e 5º.
 
5. Irregularidade nº 5: Autorização para trabalho com eletricidade
5.1. Infração normativa: Cláusula décima oitava, inciso IV, letra g.
 
 
III. CIÊNCIA DO PRAZO PARA APRESENTAR SANAR AS IRREGULARIDADES, E PARA
APRESENTAR DEFESA PRÉVIA, sob pena das sanções administrativas previstas no art. 87
da Lei 8.666/93 c/c o disposto nos art. 77 a 83 da Lei Estadual 17.928/2012;
 
IV. CIÊNCIA DE QUE O NÃO ATENDIMENTO DAS DETERMINAÇÕES DESTA
NOTIFICAÇÃO**, no prazo ajustado e com rigorosa observação dos princípios de engenharia,
além da aplicação de sanções administrativas, poderá ensejar à contratada, às suas expensas,
cobrança judicial de montante apurado a fim ressarcir o valor para que outra empresa seja
contratada com o fim da execução das correções notificadas, bem como de eventuais lucros
cessantes e/ou danos emergentes.
PRAZO: 21/02/2024 (art. 79, da Lei Estadual Nº 17.928/2012) 
MEIOS DE
RESPOSTA:
1. Protocolo Resposta: a defesa poderá ser encaminhada pelo Protocolo Eletrônico do
Ministério Público do Estado de Goiás, disponível no site https://mpgo.mp.br/protocolo, por
meio da inserção da chave de acesso 75CC23.
 
2. E-mail: notificacao.senge@mpgo.mp.br
Docs. anexos: Fiscalização Contratual 2024000801578.
 
SUPERINTENDÊNCIA DE ENGENHARIA, em Goiânia, em 02 de fevereiro de 2024.
 
NATHÁLIA DE FARIA REZENDE AMARAL
Secretária Nível III
 
* Seguradora em cópia apenas para registro de expectativa de sinistro, até o trânsito em julgado da
apuração.
** Confirmar o recebimento deste, nos termos da CLÁUSULA DÉCIMA SEXTA do Contrato Nº 062/2022.
https://mpgo.mp.br/protocolo
Documento assinado eletronicamente por Nathalia de Faria Rezende Amaral, em 02/02/2024, às 12:52, e consolidado no sistema Atena
em 2024-02-02 12:52:43 -0300, sendo gerado o código de verificação 052731f0-a411-013c-3ed2-0050568bb0db, conforme Ato PGJ n. 29,
de 22 de maio de 2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
SUPERINTENDÊNCIA DE GESTÃO
ORÇAMENTÁRIA E COMPRAS
Autos Administrativos n. 202300493484
Portaria 2024000908861
A SUPERINTENDENTE DE GESTÃO ORÇAMENTÁRIA E COMPRAS, no uso de suas atribuições,
considerando o Regimento Interno da Procuradoria-Geral de Justiça, artigo 101, inciso III, publicado
no DOMP, edição 1304 de 13.10.2014, de modo a cumprir o disposto no art. 67 da Lei n.º 8.666 de 21
de junho de 1993, e no art. 51 da Lei Estadual n.º 17.928 de 27 de dezembro de 2012, resolve
designar o servidor ELÍSIO ALVES DE SOUSA JÚNIOR, matrícula 43898, como gestor titular, bem
como o servidor DANILLO DE ALMEIDA SILVA, matrícula 38830, como gestor substituto do Termo de
Contrato nº 157/2023 com a empresa JOULE ENGENHARIA TÉRMICA LTDA, inscrita no CNPJ sob o
nº 02.865.285/0001-59, objetivando a prestação de serviços de manutenção preventiva e corretiva, a
serem realizados de forma continuada, no sistema de ar-condicionado central e nas 02 Selfs do
auditório, ambos no Edifício Sede do MP-GO.
Dê-se ciência, publique-se e cumpra-se.
SUPERINTENDÊNCIA DE GESTÃO ORÇAMENTÁRIA E COMPRAS, em Goiânia, datado
eletronicamente.
 
Helena Maria Adorno Macedo
Superintendente
Documento assinado eletronicamente por Helena Maria Adorno Macedo, em 02/02/2024, às 15:09, e consolidado no
sistema Atena em 2024-02-02 15:41:13 -0300, sendo gerado o código de verificação 8fc6d450-a428-013c-116d-
0050568b49ac, conforme Ato PGJ n. 29, de 22 de maio de 2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
SUPERINTENDÊNCIA DE GESTÃO
ORÇAMENTÁRIA E COMPRAS
Autos Administrativos n. 202400043147
Portaria 2024000909008
A SUPERINTENDENTE DE GESTÃO ORÇAMENTÁRIA E COMPRAS, no uso de suas atribuições,
considerando o Regimento Interno da Procuradoria-Geral de Justiça, artigo 101, inciso III, publicado
no DOMP, edição 1304 de 13.10.2014, de modo a cumprir o disposto no art. 67 da Lei n.º 8.666 de 21
de junho de 1993, e no art. 51 da Lei Estadual n.º 17.928 de 27 de dezembro de 2012, resolve
designar o Promotor de Justiça MARCELO CREPALDI DIAS BARREIRA, matrícula 34410, como
gestor titular, bem como o servidor RODRIGO SILVA VIEIRA, matrícula 9318, como gestor substituto
do Termo de Contrato nº 113/2020 com o SR. ROBERTO SIMÃO CHAUL, inscrito no CPF sob o n.
021.592.871-72, e SRA. MARIA HELENA NAME CHAUL, inscrita no CPF sob o n. 494.299.731-34,
representados pela outorgada HSR GESTÃO IMOBILIÁRIA LTDA, inscrita no CNPJ sob o n.
25.137.914/0001-20, objetivando a locação de imóvel urbano tipo laje corporativa em prédio comercial
situado no endereço Rua Terezina c/ Rua Salvador n. 65-198, Quadra 05, Lotes 5 a 9, Edifício
Essencial Primer, Salas 901 a 906, Setor Alto da Glória, Goiânia-GO, com área total de 224,42m2
(duzentos e vinte e quatro vírgula quarenta e dois metros quadrados),destinado para uso pelo Comitê
Interinstitucional de Recuperação de Ativos - CIRA.
Fica Revogada a Portaria 2020004216037 de 23/10/2020.
Dê-se ciência, publique-se e cumpra-se.
SUPERINTENDÊNCIA DE GESTÃO ORÇAMENTÁRIA E COMPRAS, em Goiânia, datado
eletronicamente.
 
Helena Maria Adorno Macedo
Superintendente
Documento assinado eletronicamente por Helena Maria Adorno Macedo, em 02/02/2024, às 15:09, e consolidado no
sistema Atena em 2024-02-02 15:41:58 -0300, sendo gerado o código de verificação aae69c50-a428-013c-116f-
0050568b49ac, conforme Ato PGJ n. 29, de 22 de maio de 2020.
A autenticidade do documento pode ser conferida mediante a leitura do QR Code.
Relatório de Compras Referente ao Mês de Janeiro de 2024
 Descrição do ObjetoNEProcesso Modalidade Vlr. Unit. Vlr. TotalNR Qtd.Dt. Emp. Empresa
1202400000433 1 EMPENHO ESTIMATIVO PARA COBRIR
DESPESAS COM DIÁRIAS DE MILITAR DE
EXERCÍCIO ANTERIOR NO ESTADO RELATIVAS
A O E X E R C Í C I O D E 2 0 2 4 . P A R A O
DEPARTAMENTO DE EXECUÇÃO FINANCEIRA.
MINISTÉRIOPÚBLICO
DO ESTADO DE GOIÁS
18/01/2024347
Compras Diretas
R$ 5.000,00 R$ 5.000,00
1, 5202400031747 1 FOLHA DE PAGAMENTO DO AUXÍLIO CRECHE -
CIVIL REFERENTE AO MÊS DE JANEIRO/2024.
MINISTÉRIO PÚBLICO
DO ESTADO DE GOIÁS
25/01/2024372 Pessoal R$ 414.147,03 R$ 414.147,03
2202400000433 1 EMPENHO ESTIMATIVO PARA COBRIR
DESPESAS COM DIÁRIAS DE EXERCÍCIO
ANTERIOR NO ESTADO RELATIVAS AO
EXERCÍCIO DE 2024. PARA O DEPARTAMENTO
DE EXECUÇÃO FINANCEIRA.
MINISTÉRIO PÚBLICO
DO ESTADO DE GOIÁS
18/01/2024346
Compras Diretas
R$ 35.000,00 R$ 35.000,00
2, 8202400031747 1 FOLHA DE PAGAMENTO DO AUXÍLIO SAÚDE -
CIV IL ATIVO REFERENTE AO MÊS DE
JANEIRO/2024 .
MINISTÉRIO PÚBLICO
DO ESTADO DE GOIÁS
25/01/2024375
Pessoal
R$ 1.952.162,26 R$ 1.952.162,26
3202400000433 1 EMPENHO ESTIMATIVO PARA COBRIR
DESPESAS COM DIÁRIAS RESSARCIMENTO DE
LOCOMOÇÃO NO ESTADO RELATIVAS AO
EXERCÍCIO DE 2024. PARA O DEPARTAMENTO
DE EXECUÇÃO FINANCEIRA.
MINISTÉRIO PÚBLICO
DO ESTADO DE GOIÁS
18/01/2024345
Compras Diretas
R$ 1.100.000,00 R$ 1.100.000,00
3, 10202400031747 1 F O L H A D E P A G A M E N T O D O A U X Í L I O
A L I M E N T A Ç Ã O - S E R V I D O R E S C I V I S
REFERENTE AO MÊS DE JANEIRO/2024.
MINISTÉRIO PÚBLICO
DO ESTADO DE GOIÁS
25/01/2024379
Pessoal
R$ 3.085.850,38 R$ 3.085.850,38
4202400000433 1 EMPENHO ESTIMATIVO PARA COBRIR
D E S P E S A S C O M D I Á R I A S A D I C I O N A L
DESLOCAMENTO NO ESTADO RELATIVAS AO
EXERCÍCIO DE 2024. PARA O DEPARTAMENTO
DE EXECUÇÃO FINANCEIRA.
MINISTÉRIO PÚBLICO
DO ESTADO DE GOIÁS
18/01/2024344
Compras Diretas
R$ 30.000,00 R$ 30.000,00
4, 12202400031747 1 F O L H A D E P A G A M E N T O D O A U X Í L I O
T R A N S P O R T E - S E R V I D O R E S C I V I S
REFERENTE AO MÊS DE JANEIRO/2024.
MINISTÉRIO PÚBLICO
DO ESTADO DE GOIÁS
25/01/2024381
Pessoal
R$ 363.182,27 R$ 363.182,27
5202400000433 1 EMPENHO ESTIMATIVO PARA COBRIR
DESPESAS COM DIÁRIAS DE MILITAR NO PAÍS
NO ESTADO RELATIVAS AO EXERCÍCIO DE
2024. PARA O DEPARTAMENTO DE EXECUÇÃO
FINANCEIRA.
MINISTÉRIO PÚBLICO
DO ESTADO DE GOIÁS
18/01/2024343
Compras Diretas
R$ 200.000,00 R$ 200.000,00
Pag. 102/02/2024
Relatório de Compras Referente ao Mês de Janeiro de 2024
 Descrição do ObjetoNEProcesso Modalidade Vlr. Unit. Vlr. TotalNR Qtd.Dt. Emp. Empresa
6202400000433 1 EMPENHO ESTIMATIVO PARA COBRIR
DESPESAS COM DIÁRIAS DE MILITAR NO
E S T A D O N O E S T A D O R E L A T I V A S A O
EXERCÍCIO DE 2024. PARA O DEPARTAMENTO
DE EXECUÇÃO FINANCEIRA.
MINISTÉRIO PÚBLICO
DO ESTADO DE GOIÁS
18/01/2024342
Compras Diretas
R$ 200.000,00 R$ 200.000,00
6202400031747 1 FOLHA DE PAGAMENTO DO AUXÍLIO CRECHE
M I L I T A R R E F E R E N T E A O M Ê S D E
J A N E I R O / 2 0 2 4 .
MINISTÉRIO PÚBLICO
DO ESTADO DE GOIÁS
25/01/2024373
Pessoal
R$ 18.054,79 R$ 18.054,79
7202400000433 1 EMPENHO ESTIMATIVO PARA COBRIR
DESPESAS COM DIÁRIAS NO PAÍS NO ESTADO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO DE 2024. PARA O
DEPARTAMENTO DE EXECUÇÃO FINANCEIRA.
MINISTÉRIO PÚBLICO
DO ESTADO DE GOIÁS
18/01/2024341
Compras Diretas
R$ 700.000,00 R$ 700.000,00
7202400031747 1 FOLHA DE PAGAMENTO DO AUXÍLIO SAÚDE
M I L I T A R R E F E R E N T E A O M Ê S D E
J A N E I R O / 2 0 2 4 .
MINISTÉRIO PÚBLICO
DO ESTADO DE GOIÁS
25/01/2024374
Pessoal
R$ 42.611,19 R$ 42.611,19
8202400000433 1 EMPENHO ESTIMATIVO PARA COBRIR
DESPESAS COM DIÁRIAS NO ESTADO
RELATIVAS AO EXERCÍCIO DE 2024. PARA O
DEPARTAMENTO DE EXECUÇÃO FINANCEIRA.
MINISTÉRIO PÚBLICO
DO ESTADO DE GOIÁS
18/01/2024340
Compras Diretas
R$ 3.000.000,00 R$ 3.000.000,00
9202400018375 1 Empenho Est imat ivo em favor do FUNDO
ROTATIVO para a Procuradoria Geral de Justiça no
programa 0701 03 091 4200 4241 - 3.3.90.30.33 -
Material para Manutenção, Reparos e Conservação
de Bens Imóveis.
MINISTÉRIO PÚBLICO
DO ESTADO DE GOIÁS
18/01/2024357
Compras Diretas
R$ 10.000,00 R$ 10.000,00
9202400031747 1 FOLHA DE PAGAMENTO DO AUXÍLIO MUDANÇA
DE DOMICÍLIO - PESSOAL CIVIL REFERENTE
AO MÊS DE JANEIRO/2024.
MINISTÉRIO PÚBLICO
DO ESTADO DE GOIÁS
25/01/2024378
Pessoal
R$ 11.308,31 R$ 11.308,31
10202400018397 1 Empenho Est imat ivo em favor do FUNDO
ROTATIVO para a Procuradoria Geral de Justiça no
programa 0701 03 091 4200 4241 - 3.3.90.39.20 -
Manutenção, Conservação e Instalação de
Máquinas, Equipamentos e/ou Utensílios de
Escritório.
MINISTÉRIO PÚBLICO
DO ESTADO DE GOIÁS
23/01/2024358
Compras Diretas
R$ 2.000,00 R$ 2.000,00
11202400018371 1 Empenho Est imat ivo em favor do FUNDO
ROTATIVO para a Procuradoria Geral de Justiça no
programa 0701 03 091 4200 4241 - 3.3.90.30.15 -
MINISTÉRIO PÚBLICO
DO ESTADO DE GOIÁS
24/01/2024367
Compras Diretas
R$ 3.000,00 R$ 3.000,00
Pag. 202/02/2024
Relatório de Compras Referente ao Mês de Janeiro de 2024
 Descrição do ObjetoNEProcesso Modalidade Vlr. Unit. Vlr. TotalNR Qtd.Dt. Emp. Empresa
11 Material de Expediente.
11202400031747 1 F O L H A D E P A G A M E N T O D O A U X Í L I O
ALIMENTAÇÃO - SERVIDORES MILITARES
REFERENTE AO MÊS DE JANEIRO/2024.
MINISTÉRIO PÚBLICO
DO ESTADO DE GOIÁS
25/01/2024380
Pessoal
R$ 62.920,00 R$ 62.920,00
12202400018404 1 Empenho Est imat ivo em favor do FUNDO
ROTATIVO para a Procuradoria Geral de Justiça no
programa 0701 03 091 4200 4241 - 3.3.90.39.18 -
Manutenção, Limpeza e Conservação de Bens
Imóveis.
MINISTÉRIO PÚBLICO
DO ESTADO DE GOIÁS
24/01/2024360
Compras Diretas
R$ 2.000,00 R$ 2.000,00
13202400018372 1 Empenho est imat ivo em favor do FUNDO
ROTATIVO da Procuradoria Geral de Justiça, no
programa 0701 03 091 4200 4241 - 3.3.90.39.15 -
Manutenção, Limpeza e Conservação de Bens
Móveis.
MINISTÉRIO PÚBLICO
DO ESTADO DE GOIÁS
24/01/2024362
Compras Diretas
R$ 3.000,00 R$ 3.000,00
13202400031747 1 F O L H A D E P A G A M E N T O D O A U X Í L I O
TRANSPORTE - SERVIDORES MILITARES
REFERENTE AO MÊS DE JANEIRO/2024.
MINISTÉRIO PÚBLICO
DO ESTADO DE GOIÁS
25/01/2024382
Pessoal
R$ 10.296,00 R$ 10.296,00
14202400018373 1 Empenho est imat ivo em favor do FUNDO
ROTATIVO da Procuradoria Geral de Justiça, no
programa 0701 03 091 4200 4241 3.3.90.30.21 -
Material de Proteção e Segurança (inclusive E.P.I).
MINISTÉRIO PÚBLICO
DO ESTADO DE GOIÁS
24/01/2024366
Compras Diretas
R$ 2.000,00 R$ 2.000,00
14202400031747 1 FOLHA DE PAGAMENTO DO AUXÍLIO MORADIA -
CIVIL REFERENTE AO MÊS DE JANEIRO/2024.
MINISTÉRIO PÚBLICO
DO ESTADO DE GOIÁS
25/01/2024383 Pessoal R$ 59.455,03 R$ 59.455,03
15202400018359 1 Empenho est imat ivo em favor do FUNDO
ROTATIVO da Procuradoria Geral de Justiça, no
programa 0701 03 091 4200 4241 - 3.3.90.30.09 -
Gêneros Alimentícios.
MINISTÉRIO PÚBLICO
DO ESTADO DE GOIÁS
24/01/2024364
Compras Diretas
R$ 2.000,00 R$ 2.000,00
15202400031747 1 FOLHA DE PAGAMENTO DO AUXÍLIO SAÚDE -
CIVIL INATIVO REFERENTE AO MÊS DE
JANEIRO/2024.
MINISTÉRIO PÚBLICO
DO ESTADO DE GOIÁS
25/01/2024376
Pessoal
R$ 259.645,92 R$ 259.645,92
16202400018369 1 Empenho est imat ivo em favor do FUNDO
ROTATIVO da Procuradoria Geral de Justiça, no
programa 0701 03 091 4200 4241 - 3.3.90.30.13 -
Material de Acondicionamento e Embalagem.
MINISTÉRIO PÚBLICO
DO ESTADO DE GOIÁS
24/01/2024368
Compras Diretas
R$ 2.000,00 R$ 2.000,00
Pag. 302/02/2024
Relatório de Compras Referente ao Mês de Janeiro de 2024
 Descrição do ObjetoNEProcesso Modalidade Vlr. Unit. Vlr. TotalNR Qtd.Dt. Emp. Empresa
16202400031747 1 FOLHA DE PAGAMENTO DO AUXÍLIO SAÚDE
PENSIONISTA REFERENTE AO MÊS DE
JANEIRO/2024.
MINISTÉRIO PÚBLICO
DO ESTADO DE GOIÁS
25/01/2024377
Pessoal
R$ 31.087,24 R$ 31.087,24
17202400018394 1 Empenho est imat ivo em favor do FUNDO
ROTATIVO da Procuradoria Geral de Justiça, no
programa 0701 03 091 4200 4241 - 3.3.90.30.34 -
Material para Manutenção, Reparos e Conservação
de Bens Móveis.
MINISTÉRIO PÚBLICO
DO ESTADO DE GOIÁS
24/01/2024361
Compras Diretas
R$ 6.000,00 R$ 6.000,00
18202400018358 1 Empenho est imat ivo em favor do FUNDO
ROTATIVO da Procuradoria Geral de Justiça, no
programa 0701 03 091 4200 4241 - 3.3.90.30.31-
Material para Comunicações.
MINISTÉRIO PÚBLICO
DO ESTADO DE GOIÁS
24/01/2024363

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