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Semana da
enfermagem
Apresentação 
docente-discente
P r o f . ª E n f . ª E s p . ª H e v e l l y n D . B o r g e s
Formação Acadêmica e Experiência Profissional
Enfermeira pela PUC-GO
Especialização em Unidade de Terapia Intensiva (UTI)
Especialização em Saúde Pública e da Família
Especialização em Vigilância Epidemiológica
Especialização Estética Avançada
Graduanda em Medicina
Enfermeira SAMU, UPA e HMG
Coordenação hospitalar e de enfermagem
Coordenação - testagem em massa COVID-19
Docência
FERIDAS, SUAS CLASSIFICAÇÕES, 
CURATIVOS E COBERTURAS
Docente: Prof.ª Enf. Esp. Hevellyn D. Borges
A epiderme é bem fina e, por sua vez, 
tem três camadas: a superior, formada 
por células chamadas queratinócitos, a 
média e a mais interna, formada pelas 
chamadas células basais.
A derme, a camada intermediária da 
pele, é mais espessa que a epiderme e 
abriga as glândulas sudoríparas, folículos 
pilosos (as raízes dos pêlos), vasos 
sanguíneos e nervos.
A hipoderme é responsável pela 
retenção do calor do corpo e funciona 
como um “colchonete”, que absorve 
impactos e protege os órgãos internos 
contra choques e pancadas.
Funções: proteção, secreção, excreção, 
absorção, metabolismo, termo-regulação, 
sensação e imagem corporal.
FERIDAS
• Interrupção na solução de continuidade de um tecido corpóreo, podendo
ser superficial ou profunda, em decorrência de trauma mecânico, físico ou
térmico ou que se desenvolva a partir de uma condição patológica ou
fisiológica, que deve se fechar em até 2 semanas.
• Qualquer lesão no tecido epitelial, mucosas ou órgãos com prejuízo de suas
funções básicas.
Quanto à causa, as feridas podem 
ser cirúrgicas, traumáticas ou 
patológicas.
➢Por cirurgias ou procedimentos terapêutico-diagnósticos:
• Incisas: quando não há perda de tecido e as
bordas são geralmente fechadas por sutura;
• Excisas: quando há remoção de uma área
de pele (área doadora de enxerto).
FERIDAS CIRÚRGICAS
➢Mecânicas - Interrupção acidental da continuidade do tecido da pele,
associada a uma agressão externa.
Contusas: são as equimoses,
fraturas ou luxações, causadas por
objetos que causam trauma ou
choque nos tecidos.
▪ Equimose – sinal arroxeado 
na pele, consequência de 
uma contusão, sem inchaço 
no local. 
▪ Hematoma – sinal arroxeado 
com inchaço no local. 
Exemplo, 'galo' na cabeça.
FERIDAS TRAUMÁTICAS
Escoriações ou abrasões:
lesões que ocorrem na
epiderme (superfície da
primeira camada da pele),
em que o tecido é
retirado.
FERIDAS TRAUMÁTICAS
➢Mecânicas
Perfurantes: São feridas causadas por perfuração em um ou em vários tecidos, como as
causada por PAB e PAF.
FERIDAS TRAUMÁTICAS
➢Mecânicas
Laceração: quando o tecido é esmagado por
um excesso de pressão.
FERIDAS TRAUMÁTICAS
➢Mecânicas
Avulsão ou amputação:
parte do corpo é arrancada
ou cortada. Exemplo,
membros ou parte dos
membros, orelha, nariz.
FERIDAS TRAUMÁTICAS
➢Mecânicas
(por iodo, cosméticos, ácido sulfúrico, etc.);
FERIDAS TRAUMÁTICAS
➢Químicas
(frio, calor, radiação).
iatrogênicas
FERIDAS TRAUMÁTICAS
➢ Físicas
➢ Geralmente ocorre como consequência de uma patologia, (lesão por pressão,
neoplasias, úlceras venosas ou arteriais)
FERIDAS BIOLÓGICAS
EVOLUÇÃO 
DAS FERIDAS
➢Aguda
Feridas de fácil resolução, há ruptura da vascularização e desencadeamento
imediato de hemostasia (cortes , escoriações, queimaduras)
➢Crônica
Feridas de longa duração (desvio do processo cicatricial fisiológico)
EVOLUÇÃO DAS FERIDAS
AGUDA
Fonte: Arquivo Pessoal
CRÔNICA
Fonte: Arquivo Pessoal
Ferida limpa: isenta de 
microrganismos
Limpa-Contaminada: lesões com tempo < 6h
entre o trauma e o atendimento inicial.
Contaminada: feridas cujo 
tempo de atendimento 
foi > 6h após o trauma.
Infectada: presença de 
agente infeccioso local. 
COMPROMETIMENTO 
TECIDUAL
Pele íntegra, com sinais de 
hiperemia, descoloração ou 
endurecimento. 
Estágio I
CLASSIFICAÇÃO DAS FERIDAS
A epiderme e a derme 
estão rompidas, podendo 
envolver tecido 
subcutâneo, bolhas, cratera 
rasa e com hiperemia.
Estágio II
CLASSIFICAÇÃO DAS FERIDAS
Perda total do tecido
cutâneo, necrose do
tecido subcutâneo até a
fáscia muscular;
Estágio III
CLASSIFICAÇÃO DAS FERIDAS
Grande destruição tecidual, com
necrose, atingindo músculos,
tendões e ossos.
Estágio IV
CLASSIFICAÇÃO DAS FERIDAS
Cirúrgicas
Traumáticas
Patológicas
Quanto a 
Causa
Limpa
Limpa-
contaminada
Contaminada
Infectada
Quanto a 
presença 
de infecção
Evolução
Aguda
Crônica
Quanto ao 
Comprometimento tecidual
Estágio I
Estágio II
Estágio III
Estágio IV
A
V
A
L
IA
Ç
Ã
O
Sádio Doente
Tecidos de Granulação 
• Vermelho vivo 
• Brilhante 
• Não sangra facilmente 
ou muito pouco
• Vermelho escuro 
• Sem brilho ou ressecado 
• Sangra com abundância
AVALIAÇÃO DAS FERIDAS
Local Tamanho Profundidade Deslocamento
Tipo de TecidoExsudatoBordasDrenos e tubos
Estado do 
curativo
Dor Cor
AVALIAÇÃO DAS FERIDAS
AVALIAÇÃO 
DO LEITO DA 
FERIDA
AVALIAÇÃO 
DO LEITO DA 
FERIDA
➢ Transudato é um líquido que
extravasa dos vasos é pobre em
proteínas e derivados celulares;
TRANSUDATO
➢Material fluido que extravasa dos vasos, resultante de um
processo inflamatório, é rico em proteínas derivadas celulares;
EXSUDATO
serosanguinolento purulento Branco leitoso
INFECÇÃO x INFLAMAÇÃO
SINAIS FLOGÍSTICOS
INFLAMAÇÃO
INFECÇÃO
Idade
Tratamento farmacológico
Traumas
Neoplasias malignas
Procedimentos invasivos 
Processo infeccioso
Imunossupressão
FATORES DE RISCO PARA LESÕES
Cinza, negra
Granulação
Fibrina
Necrose
Rosa, vermelho pálido, vermelho vivo 
Amarelo, marrom 
COLORAÇÃO DO TECIDO
➢ Tecido de Granulação: é o crescimento de pequenos vasos sanguíneos e de tecido
conectivo para preencher feridas de espessura total.
TIPOS DE TECIDOS
Esfacelo amarelo, não 
aderido: Fino, substância 
mucinosa, espalhado por 
todo o leito da ferida; 
facilmente separado do 
tecido da ferida;
TIPOS DE TECIDOS
Esfacelo amarelo, frouxamente aderido: Espesso, viscoso,
pedaços de fragmentos, aderido ao leito da ferida;
TIPOS DE TECIDOS
Tecido preto, macio e 
aderido: Tecido saturado 
de umidade, firmemente 
aderido ao leito da ferida; 
TIPOS DE TECIDOS
Tecido Necrosado: escolha o tipo 
de tecido necrosado 
predominantemente na ferida de 
acordo com a cor, a consistência e a 
aderência.
Necrose branca/cinza: Pode aparecer 
antes da ferida abrir, a superfície 
da pele está branca ou cinza; 
TIPOS DE TECIDOS
Tecido preto/duro, firmemente 
aderido: Tecido firme e duro, 
fortemente aderido ao leito e às 
bordas da ferida (como uma 
crosta dura/casca de ferida).
TIPOS DE TECIDOS
Tecido de Epitelização: é o crescimento do tecido epitelial
e consequentemente a ↓ vascularização e ↑ colágeno.
TIPOS DE TECIDOS
DEFINIÇÃO
•Reação tecidual que ocorre em todos os tecidos vivos.
• A cicatrização é uma sequência contínua de sinais e respostas que 
envolve a relação entre diferentes tipos de células (plaquetas, 
células inflamatórias, células epiteliais, células endoteliais e 
fibroblastos) bem como a interação dessas células com a matriz 
extracelular.
O que ocorre no processo de cicatrização? 
• Reparação do tecido lesado visando restabelecimento do epitélio.
• Restabelecimento do epitélio, da homeostase, da barreira de proteção
contra infecções e restabelecimento do tecido.
PROCESSO CICATRICIAL 
COMPLICAÇÕES DA FERIDA 
EQUIMOSE
COMPLICAÇÕES DA FERIDA 
HEMATOMA
COMPLICAÇÕES DA FERIDA 
SEROMA
DEISCÊNCIA
COMPLICAÇÕES DA FERIDA 
HEMORRAGIA
COMPLICAÇÕES DA FERIDA 
PROCESSO INFECCIOSO
COMPLICAÇÕES DA FERIDA 
EVISCERAÇÃO
COMPLICAÇÕES DA FERIDA 
CICATRIZ HIPERTRÓFICA
COMPLICAÇÕES DA FERIDA 
CICATRIZAÇÃO QUELOIDE
QUELOIDE E CICATRIZ HIPERTRÓFICA
2 a 4 meses
COBERTURAS
É todo material, substância ou produto que se aplica
sobre a ferida, formando um barreira física, com a
capacidade,no mínimo de cobrir e proteger o seu
leito (GOMES; BORGES, 2008).
COBERTURA
ANTISSEPSIA 
Soro fisiológico 0,9%
Indicação: Todos os tipos de lesões.
Contra indicação: Não há
ANTISSEPSIA 
Clorexidina alcoólica 0,5%
Indicação: Antissepsia da pele íntegra e em 
curativos de cateteres e drenos.
Contra indicação: Uso direto no leito da ferida.
ANTISSEPSIA
Clorexidina degermante 2%
Indicação: Degermação de pele, mucosas íntegras, 
lesões com sujidades aparente e material estranho.
Contra indicação: Uso direto no leito da ferida.
ANTISSEPSIA
Clorexidina aquosa 0,2/2%
Indicação: assepsia externa, preparo de mucosas, 
preparo da região genital pré-sondagem vesical 
e antissepsia extra bucal Contra indicação: não 
há.
ANTISSEPSIA
Polihexanida (PHMB 0,1% ou 0,2%)
Indicação: Todos os tipos de lesões, principalmente 
lesões infectadas e exsudativas.
Contra indicação: Não há.
Ácido graxo essencial: Cobertura originada
de óleos vegetais poli-insaturados
compostos fundamentalmente de ácidos
graxos essenciais: ácido linoleico, caprílico,
cáprico, vitamina A, E e lecitina de soja.
TIPOS DE COBERTURAS
TIPOS DE COBERTURAS
Alginato de cálcio: Cobertura 
composta por um polissacarídeo 
derivado de algas marinhas. 
Apresentação: Gel ou fibras. 
Utilizado como curativo em lesões 
abertas e altamente exsudativas. 
Poder de absorção.
TIPOS DE COBERTURAS
Reduzem significativamente a dor, dando uma sensação refrescante, devido a sua
elevada umidade que evita a desidratação das terminações nervosas. Esse ambiente
ajuda na autólise, ou seja amolece e hidrata tecidos desvitalizados, facilitando sua
remoção. Em feridas livres de tecidos desvitalizados, propicia o meio ideal para a
reparação tecidual.
TIPOS DE COBERTURAS
Kollagenase: enzima capaz de
remover o tecido morto,
estimular a formação de novo
tecido no local da ferida, além
de promover a limpeza da
região e facilitar a cicatrização
Indicação: desbridamento
autolítico.
TIPOS DE COBERTURAS
Papaína: Enzima derivada
do mamão papaia. Realiza
desbridamento químico,
tem ação bactericida,
bacteriostática e acelera o
processo de cicatrização.
TIPOS DE COBERTURAS
Sulfadiazina de prata: Cobertura de sulfadiazina de prata a 1%, com ação
bactericida, bacteriostática e fungicida pela liberação de íons prata que levam à
precipitação de proteínas. Indicação: Prevenção de colonização e tratamento de
queimadura. Tempo ideal de uso: sete dias. Contra Indicações: uso prolongado,
lembrar que esta cobertura é nefrotóxica.
TIPOS DE COBERTURAS
Água corrente e gaze não estéril
Luvas de procedimento
Local: domicílio
Microrganismos menos patogênicos.
Limpa
SF 09% e gaze estéril
Luvas de procedimento/cirúrgica
Local: hospital/ambulatório
Microrganismos patogênicos com
maior risco de infecção. 
Estéril
TIPOS DE COBERTURAS
CURATIVOS
É um meio que consiste na limpeza e aplicação de uma cobertura estéril em uma
ferida, quando necessário, com a finalidade de promover a rápida cicatrização e
prevenir a contaminação e infecção.
CURATIVOS
➢Normalmente, os curativos são divididos em:
• Primários: quando usados em contato direto com o tecido lesado;
• Secundários: quando colocados sobre o curativo primário.
CURATIVOS
Alguns curativos 
requerem a utilização de 
cobertura secundária 
para manter a umidade 
adequada.
Curativo semi-oclusivo: Este tipo
de curativo é absorvente, e
comumente utilizado em feridas
cirúrgicas, drenos, feridas
exsudativas, absorvendo o
exsudato e isolando-o da pele
adjacente saudável.
TIPOS DE CURATIVOS
Curativo oclusivo: não permite a entrada de ar ou fluídos, atua como barreira
mecânica, impede a perda de fluídos, promove isolamento térmico, veda a ferida, a
fim de impedir enfisema, e formação de crosta.
TIPOS DE CURATIVOS
Curativo compressivo:
Utilizado para reduzir
o fluxo sanguíneo,
promover a estase e
ajudar na aproximação
das extremidades da
lesão.
TIPOS DE CURATIVOS
Curativos abertos: São realizados em ferimentos que não há necessidade de
serem ocluídos. Feridas cirúrgicas limpas após 24 horas, cortes pequenos,
suturas, escoriações, etc. são exemplos deste tipo de curativo.
TIPOS DE CURATIVOS
• Local da lesão;
• Estágio;
• Tipo de tecido no leito da lesão;
• Aspecto e quantidade de exsudato;
• Sinais de infecção;
• Bordas;
• Profundidade;
• Região perilesional;
• Material de cobertura.
RELATÓRIO DE ENFERMAGEM
• Manter a umidade no leito da ferida;
• Manter a temperatura em torno de 37° C no leito da ferida;
• Absorver o excesso de exsudato, mantendo uma umidade ideal;
• Prevenir a infecção, devendo ser impermeável a bactérias;
• Permitir sua remoção sem causar traumas no tecido neoformado;
• Não deixar resíduos no leito da ferida;
• Limitar a movimentação dos tecidos em torno da ferida;
• Proteger contra traumas mecânicos.
CARACTERÍSTICAS DO CURATIVO IDEAL
enfhevellyn@gmail.com
@hevellynborges 
	Slide 1: Semana da
	Slide 2: Apresentação docente-discente
	Slide 3: Formação Acadêmica e Experiência Profissional
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	Slide 53: DEFINIÇÃO
	Slide 54: O que ocorre no processo de cicatrização? 
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	Slide 60: COMPLICAÇÕES DA FERIDA 
	Slide 61: COMPLICAÇÕES DA FERIDA 
	Slide 62: COMPLICAÇÕES DA FERIDA 
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	Slide 66
	Slide 67: COMPLICAÇÕES DA FERIDA 
	Slide 68: QUELOIDE E CICATRIZ HIPERTRÓFICA
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