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Acadêmica: Letieli Adamcheski 
OFTALMOLOGIA 
Introdução 
A conjuntiva é uma Membrana Mucosa transparente 
Forma barreira mecânica (proteção ocular) 
Participa da composição da lágrima (Mucina) 
Rica em vasos sanguíneos e linfáticos, e células 
imunocompetentes (defesa imunológica e celular) 
 Aquilo que recobre o globo ocular, não 
recobrindo a córnea, uma vez que possui vasos 
 Resumo: a conjuntiva vai até o limbo (entre 
córnea e esclera – área de transição) 
 Tecido vascularizado que dá as principais 
defesas imunológicas da superfície do olho 
 O branco do olho é teoricamente a conjuntiva e 
não a esclera 
 
Membrana mucosa fina, que reveste a superfície ocular, 
até o limbo, e se reflete nos fórnices superior e inferior. 
OBS.: Paciente com síndrome da pálpebra frouxa 
LIMBO 
1-Epit. Conjuntival 
2-Conjuntiva 
 3-Esclera 
4-Canal Schlemm 
 
 
 
Esclera serve de base para o desenvolvimento da 
conjuntiva 
Celulas caliciformes: Compõem 10% das cél epiteliais 
basais. Produzem Mucina 
 
Inflamação conjuntival 
Ela é a parte de defesa. 
É muito comum ela inflamar 
Se ela é infeciciosa, tóxica, alérgica, vamos definir por 
meio de alguns critérios 
Inflamação Conjuntival Sinal Inespecífico: Hiperemia. 
O que fazemos nesse caso? 
1) Estabelecer uma rotina 
2) Com uma lanterna, começa olhando a pálpebra, 
ver se estão hiperemiadas, ver o reflexo na 
córnea, e a conjuntiva 
Sintomas Inespecíficos: Lacrimejamento, sensação de 
areia, ardência, queimação 
Prurido: conjuntivites alérgicas (pode estar presente em 
blefarites e olho seco) 
Dor, fotofobia e sensação de corpo estranho = sugerem 
envolvimento Corneano 
Se coça mais: pensamos mais em alergias 
A córnea é muito mais dolorida do que a conjuntiva. Se 
tem dor intensa  ver se realmente tem só 
envolvimento da conjuntiva ou se tem a córnea junto 
Acadêmica: Letieli Adamcheski 
OFTALMOLOGIA 
Se o processo inflamatório não está na conjuntiva não 
chamo de conjuntivite, as vezes é só um processo 
inflamatório local por conta de um problema na córnea 
Se a hiperemia é em volta do limbo ou da córnea: 
hiperemia pericerática  provavelmente não é uma 
conjuntivite 
Resposta conjuntival: 
 Papilar 
 Folicular 
 Membranosa 
 Cicatricial 
 Granulomatosa 
 flictenular 
 
Quemose (edema conjuntival) 
 
Coleção de liquido em um processo inflamatório na 
conjuntiva. Normalmente presente em alergia; também 
em conjuntivites infecciosas 
Coleção de líquido entre a conjuntiva e a esclera. 
Perguntar como está a visão, o reflexo pupilar 
Se tem um processo na órbita, tem muita dor, alteração 
do reflexo pupilar. 
Precisamos investigar a causa – não necessariamente é 
bacteriana. 
Córnea transparente, mas na pálpebra inferior tem algo 
que parece pus... mas se tiver um cotonete passa ali e 
vai sair. 
Se não sair, é uma pseudomembrana. É formada pelo 
processo inflamatório; 
Membranas 
Pseudomembranas: 
 Exsudatos coagulados aderidos à conjuntiva 
(facilmente removidos) 
Membranas Verdadeiras: 
 Infiltram as camadas do epitélio conjuntival 
 (Tentativas de retirada, sangram) 
Pode tentar retirar com o cotonete, se não conseguir, 
encaminhar para o oftalmologista. 
 
Reação folicular: 
Lesões múltiplas, pouco elevadas, amareladas, 
discretas, mais proeminentes no fórnix (fundo de saco 
da palp.inf) 
Geralmente conjuntivites virais ou Chlamydia 
Nódulos linfóides : Parece um sagu 
Causas de reação folicular: 
 
 
 
 
Histologia: centro germinativo subepitelial com 
linfócitos imaturos no centro e células maduras na 
periferia. 
Reação papilar 
Menos específica 
Epitélio conjunival hiperplásico 
Vasos telangiectásicos dilatados no centro 
Blefarite crônica, conjuntivite alérgica e bacteriana 
Papilas: estruturas sobrelevadas, separadas por áreas 
pálidas, podendo ser encontrada em toda a conjuntiva, 
inclusive no limbo. Não é um sinal especifico de 
inflamação e resulta do edema e infiltração de células 
polimorfonucleares na conjuntiva. 
Acadêmica: Letieli Adamcheski 
OFTALMOLOGIA 
 
Causas: 
 
 
 
Conjuntivites 
Doença ocular mais comum 
Inúmeras causas: 
 - Irritação por Poluentes do Ar 
 - Toxicidade por medicações tópicas 
 - Alergias 
 - Infeções Bacterianas, micóticas, parasitárias 
 - Queimaduras químicas ou físicas 
 - Olho seco... 
15% da população normal tem. 
AGENTE CAUSAL 
 Infecciosa 
 Alérgica 
 Irritativa 
 Doenças sistêmicas – Sjogren, Graves, Reiter, 
Psoríase 
Secreções 
Aquosa: Conjuntivites Virais ou Alérgicas 
 Está lacrimejando 
Mucóide: Conjuntivite Alérgica crônica e Olho Seco 
 Remela 
Mucopurulenta: Conjuntivite bacteriana ou Chlamydia 
Purulenta: Infecções gonocócicas 
 
Sinais e sintomas 
Secreção: aquosa – lacrimejamento, mucóide, 
mucopurulenta ou purulenta 
Prurida 
Queimação 
Dor e fotofobia, pensar em algo mais importante com 
acometimento da córnea 
Linfadenopatia pré-auricular 
 
Linfonodo pré-auricular pensar em  viral, Clamydua 
e gonococos 
Lanterna na mão + palpação 
Ceratoconjuntivitie sicca (KSC) 
 Olho seco 
15% população 
Mais avançado e sexo feminino 
Puxar a pálpebra da pessoa para cima e pedir para ela 
olhar para baixo, para ver como está a conjuntiva por 
baixo da palpebra 
Conjuntivite Viral 
ADENOVÍIRUS = agente mais frequente 
Exemplo: Surto na França 
Custo para uma empresa hospitalar 
Us$ 30.000,00 (Perda de produtividade = 
Us$17.000,00) 
Acadêmica: Letieli Adamcheski 
OFTALMOLOGIA 
Sintomas como desconforto, sensação de areia, 
fisgadas, Pálpebra com secreção aquosa, hiperemia 
difusa  é comum nas conjuntivites virais 
Vai de 7 a 14 dias o contágio/transmissão 
 
Geralmente começa com um olho, o segundo olho não 
é tão intenso como o primeiro, porque a resposta imune 
já está instalada. 
Edema palpebral, linfadenopatia pré-auricular 
Conjuntivite folicular 
Pode haver: 
 hemorragia conjuntival, quemose e pseudo-
membrana 
 pseudomembrana: característico da 
conjuntivite viral 
 
Extremamente contagiosa 
Após início dos sintomas, contagio até 12 dias 
Afastamento de 7 a 10 diias – diminuição na pandemia 
devido a maiores cuidades de saúde 
Fotofobia e Lacrimejamento unilateral, vermelhidão, 
desconforto. pode ser relatados. 
Olho contralateral acometido em aproximadamente 2 
dias 
Edema de pálpebra leve 
Principal agente: adenovírus. 
Conjuntivite viral e resfriado caminham juntos. 
Investigar febre, linfonodopatia cervical/pré-auricular 
Conjuntivite Por Adenovírus 
Olho vermelho unilateral há 3 dias 
Desconforto, lacrimejamento 
Edema periorbitário 
Adenopatia pré-auricular ipsilateral 
Geralmente é relacionado com IVA 
Avaliação clínica da conjuntivite 
 Febre? 
 Quadro gripal? 
 Cefaleia? 
 Alergias? 
 Linfonodos cervicais e pré-auriculares? 
 
Complicações da conjuntivite viral 
Quando ocorre ceratite, pode evoluir para: 
 Infiltrados estromais anteriores 
Também chamada de númulas. 
Respostas imunes ao vírus - subepiteliais 
Se atenuam gradualmente por meses ou anos – Causam 
baixa visual 
Ocorre uma epiteliopatia que gera lesão subepitelial, 
depósitos imunológicos embaçam a visão – correção 
por laser 
Usar corticoides nos primeiros dias aumenta a 
possibilidade de infiltrados 
Embaçam a visão pela reação inflamatória 
O uso do corticoide pode diminuir a imunidade e 
aumenta a replicação viral  podendo exacerbar uma 
reação inflamatória – controverso 
Não usar na fase inicial de conjuntivite viral – só depois 
que elas surgirem. 
A indicação mais formal de usar corticoide é quando 
tem complicações – não está na mão de um clínico geral 
O correto é iniciar com AINE. 
Tratamento 
Tratamento é sintomático = Doença autolimitada 
Higiene para evitar disseminação 
Compressas frias, lubrificantes – através de lagrimas 
artificial (colírios) 
Antiinflamatórios VO (conforme queixas) 
Acadêmica:Letieli Adamcheski 
OFTALMOLOGIA 
Tratamento tópico: Colírios Lubrificantes: Lacrima 
Plus, Optive, Lacrifilm, Trisorb, Fresh Tears, Ecofilm, 
Hylo, Systane, Adaptis, Artelac, Hyabak... Podem ser 
usados AINES tópicos 
Evitar o uso de esteroides – corticoides – pela 
diminuição da imunidade. 
 
Dicas: 
Não usar “Água Boricada”– ATB tópico muito leve. 
(cuidado com SF contaminados) 
Evitar vasoconstritores: (Moura Brasil, Claril, Claroft, 
Lerin...) – podem levar a necrose de pequenos vasos da 
superfície. Na crise pode ajudar, mas não é errado usar 
na crise 
Antibióticos: Inúteis 
Corticoesteroides tópicos: Evitar (é para casos 
complicados)  Se Infiltrados subepiteliais e 
membranas. 
Não usar corticoides – CORT/ DEX/ DEXA; D-PRED 
Riscos: 
 Catarata e glaucoma 
 Prolonga tempo da doença 
 Infiltração estromal do vírus, com formação de 
 Nubéculas (ou númulas) 
 Agrava ceratite herpética 
NÃO USE COLÍRIOS DE CORTICÓIDES, SE VOCÊ 
NÃO FOR UM OFTALMOLOGISTA 
O corticoide apressa a resolução do processo 
inflamatório mas retarda o processo infeccioso. 
 Em média a resolução de dá de 7 a 14 dias. 
 
 
LACRIMA = VIRAL = INFECICIOSA 
SECREÇÃO = BACTERIANA 
A forma de diferenciar é perguntando como o pacinette 
acorda – se olho fica colado é certamente de rigem 
infecciosa – se for viral a secreção diminui mas se 
durante o dia há secreção abundante o quadro é 
bacteriano 
 
Conjuntiviye bacteriana aguda 
Geralmente autolimitada 
Vermelhidão, sensação de CE (corpo estranho) 
queimação 
SECREÇÃO mucopurulenta. 
Ao acordar, pálpebras ficam aderidas pela secreção, 
necessitando limpar durante o dia! 
Edema palpebral maior 
O que define não é a queixa do que o paciente acordou 
com pus porque pode fazer no quadro viral também. 
Temos que olhar e ver o pus ali. 
Quadro clínico 
Hiperemia ocular com de secreção purulenta 
Pode haver: Quemose, fotofobia e dor leve 
 Conjuntivite Hiperaguda: < 24h, se maior 
virulência 
o Acorda com muito pus, olho 
vermelho, muita dor, começou hoje de 
manhã – são importantes porque 
podem causar até morte. 
Hiperemia ocular com secreção mucopurulenta 
Não há adenopatia pré-auricular 
Dura até 3 sem 
Reação papilar 
Exames laboratoriais: nas neonatais e nas graves (não 
responsivas) – como as hiperagudas. 
Agentes principais 
Staphylococcus aureus = mais frequentes 
S. pneumoniae, Haemophilus sp, Moraxella sp 
Conjuntivite bacteriana Aguda 
Grave/hiperaguda 
 Neisseria sp 
 Haemophilus influenze 
 
A conjuntivite bacteriana hiperaguda é uma Causa 
relativamente incomum de conjuntivite (?!) 
Geralmente autolimitada 
Raramente atinge a córnea - Exceção: Neisseria 
gonorrhoeae, N. meningitides (risco de vida secundário 
à meningite) 
Gonorreia penetra epitélio integro – risco de meningite 
Tratamento 
ATB – aceleram a recuperação 
Acadêmica: Letieli Adamcheski 
OFTALMOLOGIA 
Empírico –com ATB largo espectro. 
 Tobramicina 
 Fluoroquinolonas (2° ou 4° geração) 
 Cloranfenicol 
 Gentamicina 
1 gota, 6-8x – media de 5 a 6 x - ao dia por 7-10 dias 
Em crianças: Ampicilina vo (se Haemophilus) 
Se quiser, pode associar o corticoide nesse caso, mas 
com cautela. 
AINE, compressa... 
Conjuntivite Gonocócica 
Considerada uma DST 
Contaminação pode ocorrer via canal de parto – 
oftalmia neonatal 
Doença venérea: Neisseria gonorrhoeae 
Invade o epitélio corneano intacto 
Secreção aguda e copiosa, edema palpebral, quemose, 
hiperemia conjuntival intensa, pseudomembranas, 
linfadenopatia. 
A toxina da bactéria perfura a córnea, tem que limpar 
isso e começar ABT sistêmico 
Bacterioscopia: Diplococos Gram –  neisseria 
gonorrea 
Um processo inflamatório mais intenso pode fazer a 
linfonodopatia pré-auricular (assim como na viral). 
Purulenta e Hiperaguda 
 Causada por: N. gonorrhoeae e N. meningitidis 
 Secreção maciça, purulenta 
 Quemose intensa 
 Edema palpebral 
 Pode: linfadenopatia pré-auricular e membrana 
conjuntival 
 Sem tto : 40% dos casos, evolui para ceratite 
(risco de necrose e perfuração) 
Ulceração corneana periférica, se não tratada Pode 
ocorrer perfuração e endoftalmite 
Tratamento 
Lavagem constante do fundo de saco conjuntival 
(enzimas podem contribuir para necrose corneana) 
Tópico: Gentamicina 1/1 hora, Eritromicina- 
Bacitracina, Fluorquinolonas 
Sistêmico: 
 Ceftriaxona IM 1g, dose única 
Ou 
 Penicilina G 4,8 milh. U IM em 2 x 
 + Probenecida vo antes 
 Triar infecção por Chlamydia : (33%) 
ASSOCIADO 
Conjuntivite Por Chlamydia Do Adulto 
“Conjuntivite de Inclusão” – faz uma inclusão 
citoplasmática (corpo de inclusão) 
Infecção oculogenital (C. trachomatis – tipo D e K) 
No Homem; Causa mais comum de uretrite “não-
gonocócica” 
Na mulher: DIP 
Conjuntivite se não tratada: se torna crônica 
Tratamento 
Tópico: Pomada de tetraciclina ou eritromicina 
Sistêmico: 
 - Doxaciclina 100mg 2xd, 10 dias 
 - Azitromicina 1 g 
Antes de iniciar tratamento sistêmico: 
 Fazer investigações genito-urinárias 
Tracoma 
Inflamação conjuntival crônica 
Chamydia trachomatis (sorotipos A, B, Ba e C) 
 Não é DST, porque as que são DST são a 
sorotipo D e K. 
Pode levar à cegueira (uma das maiores causas no 
mundo) 
O ser humano é único hospedeiro  mas a mosca é um 
vetor importante. 
Mosca, vetor importante – clamídia até os olhos – mas 
se subtipo diferente da DST 
Pobreza e má condição de Higiene 
O tracoma gera uma conjuntivite mucopurulenta 
Folículos na conjuntiva superior – conseguimos ver ao 
evertir a pálpebra superior. 
Doença crônica: com formação cicatrizes no tardo 
superior 
Acadêmica: Letieli Adamcheski 
OFTALMOLOGIA 
 
Podemos classificar a quantidade de pontos. Há fibrose 
onde tinha inflamação. 
A parte mais dura da pálpebra – tarso – pode ser 
alterado. 
Como gera a cegueira? Por alteração anatômica da 
pálpebra, onde Os cílios geram uma abrasão na córnea 
de forma cronica, gerando cicatrizes corneanas. 
Complicações 
 Entrópio (pálpebra para dentro – cílios na 
cornea) e Ectrópio  Cegueira pode advir 
das complicações da pálpebra ir para dentro ou 
fora 
 Triquíase, entrópio – pelos crescem para 
dentro 
 Vascularização da córnea. 
 Opacidade corneana severa, 
 Olho seco 
 
Conjuntivite Alérgica 
Olho vermelho bilateral de 
aparecimento súbito 
Prurido intenso 
Associação a PRURIDO 
INTENSO 
Pode complicar-se com 
conjuntivite bacteriana 
Aparecimento súbito 
Edema de conjuntiva 
Antihistamínico orais podem ajudar a diminuir os 
sintomas 
ATENÇÃO: Existem apresentações com possível 
compromisso grave da córnea 
Tipos 
1- Rinoconjuntivite Alérgica Aguda: 
 - Sazonal 
 - Perene 
2-Ceratoconjuntivite Vernal 
3-Ceratoconjuntivite Atópica 
4-Conjuntivite Papilar Gigante 
Formas primaveril (sazonal) e perene = 78% dos casos 
Pctes c/ forma atópica perene  freq. Alergia 
extraocular 
Rinoconjuntivite Alérgica Aguda 
Afeta 20% da população 
Duas síndromes clínicas: 
 Conjuntivite Alérgica Sazonal (febre do 
feno – pelo pólen) 
 Conjuntivite Alérgica Perene (relacionada 
aos ácaros) 
Surtos transitórios e agudos de: 
 Hiperemia, lacrimejamento e PRURIDO + 
espirros e coriza 
 Sinais: Edema palpebral, quemose, reação 
papilar 
 
Crescimento de uma “gelatina” no olho  quemose. 
Tratamento 
Compressas geladas 
Colírios lubrificantes 
Estabilizadores de Mb de Mastócitos 
Anti-histamínicos + Estabilizadores de Mb de 
Mastócitos 
Corticóides ?! 
 é uma opção, mas é mais perigoso de usar em 
alérgicos: porque eles tem várias crises e vão 
ficar usando por muito tempo essa medicação 
(por conta própria) 
Acadêmica: Letieli Adamcheski 
OFTALMOLOGIA 
Resumindo 
Viral: secreção hialina, mucosa e sem pus. Linfonodos 
pré-auriculares, febre associada 
 
Alérgica é parecido com a viral (e pode estar associada 
a um vírus) – o que pode gerar mais coceirado que o 
normal em um alérgico. 
PINGUÉULA PTERÍGIO 
Degnerações da conjuntiva 
 PIGUÉULA 
 PTERÍGIO 
 
PINGUÉCULA 
Lesão amarelada na córnea 
Extremamente comum, inócua 
Depósitos branco amarelados na conjuntiva – 
ADJACENTE AO LIMBO 
Eventualmente pode inflamar  PINGUECULITE 
A pinguécula pode se transformar em pterígio. 
 
A hiperemia na conjuntivite é difusa. Na pingueculite é 
localizada (o restante está branco) 
O sol é um fator de risco para desenvolvimento. 
PTERÍGIO 
Lesão fibrovascular triangular, de tecido conjuntival 
degenerativo QUE ATRAVESSA O LIMBO 
Exposição crônica a raios UV. 
Pode comprometer a visão por: 
 Semi-obstrução do eixo visual - cresce até o 
eixo visiual 
 Astigmatismo induzido – altera os eixos da 
córnea. 
Olho vermelho unilateral 
Localizado à conjuntiva nasal 
Lesão que cresce sobre a córnea 
Degenerescência da conjuntiva e insuficiência límbica 
localizada 
Evolui lentamente 
Fatores de risco: exposição a fatores ambientais 
agressivos como sol, vento e radiações 
A referenciação eletiva: desconforto e/ou crescimento 
AUTOTRASPLANTE CONJUNTIVAL 
Cx: alta incidência de recidiva após remoção 
A recidiva é grande e muitas vezes vem pior do que 
antes 
 Raspa o pterígio com a lamina do bisturi e 
coloca uma área sadia de conjuntiva 
(autotransplante) 
 Retira o epitélio: se regenera em uma semana 
Pode ser indicado por: 
 Comprometimento da visão 
 Sintomas irritativos constantes 
 Razões estéticas 
 
Acadêmica: Letieli Adamcheski 
OFTALMOLOGIA 
LESÕES PRÉ-MALIGNAS E MALIGNAS DA 
CONJUNTIVA 
Todas tem indicação cx 
Risco de carcinoma espinocelularÁreas brancas e mais 
elevadas = retirar e fazer biópsia 
Lesão na região temporal: é incomum ter pterígio ali – 
tem que analisar

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