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ESPOROTRICOSE
Najla Salete Barroso 
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DEFINIÇÃO
Micose subcutânea 
Fungo dimórfico Sporothrix shenckii.
Doença zoonótica
Surtos epidemiológicos 
Considerada um problema de saúde pública. 
2023
Eporotricose
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ESPOROTRICOSE NO MUNDO
Distribuição mundial;
Preferência por zonas tropicais e subtropicais;
Relata na Europa, pouco frequente na Asia, Japão, Australia e Américas;
América latina é considerada a mais importante micose subcutânea(GREENE, 2006);
O primeiro relato ocorreu nos Estado unidos, em 1892, por Benjamin Shenkii (batizou seu sobrenome com seu sobrenome);
Em 1982 Read e Sperling relataram 5 casos em humanos que conviviam com um gato com esporotricose, por esse fato o gato e o transmissor da doença;
91% dos casos no Brasil em humanos estão associados ao contato com o gato. O Rio de aneiro é considerado o local mais afetado mundialmente. Em São Paulo, Minas Gerais, Pernambuco e Rio Grande do Sul os casos vem aumentando nos últimos tempos.
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O conceito One Health deve ser aplicado em regiões de surto epidemiológico, visualizando que a doença possui um grande problema de saúde pública, sendo essencial a ação conjunta de veterinários, médicos humanos, vigilantes sanitários e tutores de animais, a fim de controlar e conter aparecimento de novos surtos através de conscientização sobre guarda responsável, atendimento, acompanhamento e tratamento acessível aos animais (SANTOS ET AL.,2018)
20XX
Esporotricose
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O FUNGO
Dimórfico 
Ótima adaptação no meio ambiente.
Temperatura em tono de 25º C, em matérias orgânicas em decomposição,, em solo e vegetais (forma micélio). 
Temperatura em torno de 35 a 37ºC, forma de levedura.
20XX
Esporotricose
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Afeta o ser humano e outros animais como cães, equinos, camelo, suínos, bovinos e felinos domésticos que são os principais transmissores.
2023
Esporotricose
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Transmissão
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A infecção ocorre pelo contato do fungo com a pele ou mucosa, por meios de trauma decorrente de acidentes com espinhos, palha ou lascas de madeira, contato com vegetais em decomposição, arranhadura e/ou mordedura de animais doentes, sendo o gato o mais comum (BRASIL. Ministério da Saúde. Nota Técnica Nº 60/2023). 
2023
Esporotricose
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Transmissão
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2023
Esporotricose
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Pessoas que trabalham com a Terra
Fungos disperso na natureza
Outros animais
Gato
Ser Humano – no ambiente 
doméstico ou profissional
Cão
Gatos
FORMA CLINICA
O fungo causador da esporotricose geralmente se espalha pelo sistema linfático do hospedeiro;
Cutânea (afeta a pele) ou extracutânea (afeta órgãos internos);
Lesão inicial semelhante a uma picada de inseto, é solida, avermelhada, circunscrita e levemente elevando que aumenta lentamente para se tornar um nódulo e posteriormente uma ulcera
Na forma clínica da doença depende de estado do sistema imunológico e na gravidade da lesão do individuo;
 A presença dos sintomas é devido ao período de incubação que varia de uma semana a um mês ou até mesmo seis meses após a inoculação (entrada no fungo no organismo).
20XX
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SINTOMAS
Em casos mais graves: apatia, perda de peso, febre e perda de apetite;
Nos casos que afetam os pulmões podem apresentar tosse (com ou sem catarro), fadiga, espirros, emissão de sangue pelas vias respiratória ou boca, hemoptise e esforço respiratório;
Nos casos pulmonar, os sintomas de assemelham a tuberculose;
Pode afetar as articulações, causando inchaço e dores ao movimentar (semelhante a artrite infecciosa);
20XX
Esporotricose
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Dados clínicos relatados pelo tutor, exame físico e dermatológico feito pelo medico veterinário, além de exames laboratoriais para confirmação da doença.
Diagnostico diferencial: micobacteriose atípica, criptococose, Histoplasmose, neoplasias, leishmaniose tegumentar e infecção parasitárias (Demodex)
2023
Esporotricose
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Diagnostico
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Itraconazol 
Iodeto de potássio
Alimentação
Antibioticoterapia?
Limpeza?
Manejo
2023
Esporotricose
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Tratamento
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PREVENÇÃO 
Higienização do ambiente;
Manejo do solo (areia e jardins) com luvas;
Manejo dos animais doentes utilizando luvas;
Manter os animais doente isolados para reduzir a contaminação com outros animais;
Cremar animais doentes que vieram a óbito; 
20XX
Título da apresentação
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REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS 
JÚNIOR, FRANCISCO E.F.L.; CRUZ, ALDA M. A respeito das informações sobre a vigilância da esporotricose animal no Brasil. NOTA TECNICA Nº 60/2023-CGZV/DEDT/SVSA/MS, [s. l.], 25 maio 2023. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/notas-tecnicas/2023/nota-tecnica-no-60-2023-cgzv-dedt-svsa-ms. Acesso em: 16 nov. 2023.
ESPOROTRICOSE. [S. l.], 2018. Disponível em: https://portal.fiocruz.br/esporotricose. Acesso em: 16 nov. 2023.
ESPOROTRICOSE Humana: Ministério da Saúde. [S. l.], 2023. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/e/esporotricose-humana. Acesso em: 16 nov. 2023.
MORI, LUCAS S. ESPOROTRICOSE EM FELINOS: REVISÃO DE LITERATURA. Trabalho de Conclusão de Curso, SP, 2022. Disponível em: http://repositorioacademico.universidadebrasil.edu.br:8080/xmlui/bitstream/handle/123456789/646/Esporotricose%20em%20felinos%20revis%c3%a3o%20de%20literatura.pdf?sequence=2&isAllowed=y. Acesso em: 16 nov. 2023.
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REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS 
REZNIK, ALEC U. ESPOROTRICOSE FELINA. Trabalho de Conclusão de Curso, Botucatu SP, 2022. Disponível em: https://repositorio.unesp.br/server/api/core/bitstreams/6d99b485-0e4e-4262-9636-e7d81225ca2f/content. Acesso em: 16 nov. 2023.
Assis GS, Romani AF, Souza CM, Ventura GF, Rodrigues GA, Stella AE. Esporotricose felina e saúde pública. Vet. e Zootec. 2022; v29: 001-010.
ROCHA, ISABELA C. B. IDENTIFICAÇÃO POLIFÁSICA E DIVERSIDADE GENÉTICA DE SPOROTHRIX SPP. ISOLADOS DE HUMANOS E FELINOS NO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO. Dissertação de mestrado apresentado ao Programa de Pós-graduação em Doenças Infecciosas da Universidade Federal do Espírito Santo como requisito parcial para obtenção do Título de Mestre., VITÓRIA, 21 fev. 2022. Disponível em: https://sappg.ufes.br/tese_drupal//tese_16636_DISSERTA%C7%C3O%20ISABELA.pdf. Acesso em: 16 nov. 2023.
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