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SEPSE Thaynara Silva Septikus= do grego= putrefação Definição: Resposta desregulada do hospedeiro à infecção, que causa lesão tecidual, disfunção orgânica e morte. Sepse= Disfunção orgânica + Infecção (provável ou presumida) somando 2 ou + pontos no SOFA ou 2 pontos no qSOFA Lições: · Sepse são várias doenças culminando na mesma síndrome; · A sepse não pertence a nenhuma especialidade: TODO médico deve saber conduzir “Disfunção orgânica ameaçadora à vida em resposta desregulada a uma infecção” (SEPSIS 3) Sepse grave: expressão abolida! Toda sepse por si só é grave! Síndrome da Resposta Inflamatória Sistêmica (SIRS) NÃO é usada mais-> pode ser usada na triagem (ILAS- Instituto latino Americano de Sepse) recomenda para os países em desenvolvimento. Systemic Inflammatory Response Syndrome (SIRS) Síndrome da Resposta Inflamatória Sistêmica 2 ou mais de: Temperatura > 38°C ou < 36° C FC > 90 bpm FR > 20 irpm ou PaCO2 <32 mmHg (4.3kPa) Leucócitos > 12.000 ou < 4.000 ou > 10% formas imaturas Choque séptico: Necessidade de vasopressor para PAM ≥ 65 mmHg + lactato > 2 mm/L (18 mg/dL) na ausência de hipovolemia Sepse e choque séptico são emergências médicas! Por que a mudança dos termos/ conceitos? Consenso SEPSIS 3=> Instituiu o SOFA (Sequential Organ Failure Assessment)- Avaliação sequencial de insuficiência de órgãos. · É a causa mais relevante de choque distributivo; · É uma das principais causas de morte na maioria das UTIs; · Qualquer ag. Infeccioso pode ser responsável por um quadro séptico: bactéria, vírus, fungos outros parasitários; · A causa mais comum de sepse é a pneumonia; · Sepse é a principal causa de Síndrome da Angústia Respiratória Aguda (SARA). Epidemiologia: The lancet: a cada 5 pessoas que morrem 1 tem relação com sepse 85% dos casos ocorre em países pobres 2 a cada 5 casos ocorre em crianças < 5 anos Fisiopatologia Infecção (patógeno e suas toxinas)- Principais sítios: PNM , infecções intra-abdominal e ITU. Mediadores pró-inflamatórios: TNF-alfa, IL-1, IL-6 Redução da utilização do O2 Diminuição da fosforilação oxidativa (mitocôndria) Marcadores: PCR e Procalcitonina + Imunossupressão concomitante Sepse ocorre quando a liberação de mediadores pró-inflamatórios em resposta a uma infecção excede os limites do ambiente local levando a uma resposta generalizada. Fatores de risco: · Internação em CTI; · Infecção nosocomial; · Bacteremia; · Idade avançada; · Imunodepressão; · História de hospitalização prévia; · PNM. Marcador de risco= suscetibilidade genética individual ao desenvolvimento de sepse. Quais são as disfunções orgânicas? - SNC: Encefalopatia “tóxico-metabólica”: · Delirium; · Hiperatividade; · Hipoatividade; · Rebaixamento do Nível de Consciência (RNC); · Coma; · Déficit de atenção. - Cardiovascular: · Hipovolemia (aumento da permeabilidade vascular + perdas + vasodilatação NO); · Taquicardia; · Aumento da pressão de pulso (PAS e PAD ficam mais próximas-> pulso periférico fino) · Extremidade quente; · Choque distributivo (RVP baixa DC normal ou alto); · Aumento do lactato-> Não está chegando sangue para oxigenar (hipoperfusão)-> produção de Ac. Lático-> Acidose metabólica Anion Gap elevado; · Miocardiodiopatia da sepse (10-15%): é transitória com duração de até 2 semanas; · Aumento das câmaras cardíacas e queda da Fração de Ejeção. - Respiratória: · Lesão do endotélio pulmonar-> edema intersticial e alveolar-> Distúrbio V/Q, complacência diminuída. Lesão pulmonar aguda e SDRA - Renal: Alteração funcional aguda ou crônica agudizada-> Oligúria, aumento de ureia e creatinina-> aumento da morbimortalidade. -Fígado: hiperbilirrubinemia e colestase. - Hematológica/coagulação: Coagulopatia de consumo/ CIVD-> microtromboses/sangramentos/petéquias Alargamento de TP e TTPa, aumento de D-dímero, queda de plaquetas e fibrinogênio. Quadro clínico Específico de cada foco infeccioso Disfunções orgânicas: · Rebaixamento do nível de consciência; · Hipotensão; · Extremidades frias e pegajosas; · TEC alentecido; · Motting: livedo reticular; · Dispneia; · Oligúria. Sistêmicos: · Febre; · Taquicardia; · Taquipneia. Choque séptico: É classificado como choque do tipo distributivo. Segundo o consenso de SEPSIS 3: · Sepse + · Lactato > 2 mmol/L (18 mg/dL) mesmo após reposição volêmica adequada OU · Vasopressor NECESSÁRIO para manter a PAM> 65 mmHg. Triagem/ Rastreamento Quick SOFA- qSOFA Objetivo: reconhecer rapidamente as principais disfunções orgânicas associadas à sepse. Ferramenta de TRIAGEM para pacientes graves, não usar para diagnóstico e nem definição de sepse. Parâmetros Pontuação Frequência Respiratória ≥ 22 irpm; 1 ponto Alteração do nível de consciência Escala de Coma de Glasgow ≤ 13; 1 ponto PAS ≤100 mmHg 1 ponto As diretrizes de 2021 da Surviving Sepsis Campaign destacam a ausência de superioridade do escore quick SOFA em relação ao NEWS para a triagem de sepse em departamentos de emergência. Ambas as ferramentas têm suas vantagens e limitações, e a escolha entre elas deve ser baseada no contexto clínico e na experiência da equipe de saúde. Rastreamento Alto risco de sepse: · > 65 anos de idade; (cuidado com idosos, pois estes costumam não apresentar taquicardia) · Lembra do CURB-65 para pneumonia? pois é · ICC; · DPOC; · IRC; · Neoplasia; · Imunossupressão. Sinais clínicos de gravidade: · Íleo adinâmico-> RHA ausente; · Oligúria; · Toxemia acentuada; · Má perfusão; · PAS < 90mmHg; · ECG <13. Diagnóstico: · Critérios SIRS 2 ou mais dos 4 critérios: · Temperatura >38,3°C ou <36°C · FC > 90 bpm · FR >20 irpm OU PaCO2 < 32mmHg · Leucócitos > 12.000/mm ou <4.000/mm ou bastões> 10% (células imaturas, desvio à esquerda). SOFA- Avaliação Sequencial de Insuficiência de Órgãos SOFA- Uso no pronto-socorro (PS, UPA), emergência ou avaliação inicial. Escore validado para predizer mortalidade em pacientes com infecção. NÃO É DIAGNÓSTICO!! É ESCALA DE FALÊNCIA DE ÓRGÃOS-> PROGNÓSTICO Pode ser avaliado na admissão e recalculado a cada 48h Tem que saber como cada sistema é avaliado no SOFA Como o sistema respiratório é avaliado? Relação PaCO2/FiO2 Como o sistema hematológico é avaliado? Hemograma completo com Plaquetas Como o sistema renal é avaliado? Dosagem de Creatinina ou Cálculo do Débito urinário Como a função hepática é avaliada? Dosagem de Bilirrubina totalPAM= PAS + 2 x PAD/3 Como o sistema cardiovascular é avaliado? Aferição da PA e cálculo da PAM Como o estado neurológico é avaliado? Escala de Coma de Glasgow Nota mínima=0 Nota máxima 24 sendo que uma pontuação maior indica uma maior gravidade da doença Há uma correlação de que um aumento ≥ 2 na pontuação do SOFA estava associada com disfunção orgânica com risco de mortalidade de 10%, aproximadamente. Quais sistemas são avaliados no SOFA? · Cardiovascular; · Respiratório; · Hematológico; · Gastrointestinal; · Renal; Quais exames solicitar para calcular SOFA?PAM= PAS + (2 x PAD) / 3 Hemograma BTF Cr Gasometria arterial: para ver PaO2 Sim->Avalie disfunção orgânica com SOFA SOFA ≥2 Sepse Sequência na sepse Infecção suspeita qSOFA ≥ 2 Não->Sepse ainda suspeita Sim Não->Apenas monitorar sintomas Medidas iniciais Diagnóstico etiológico Importante para adequação de Antibioticoterapia inicial e avaliar a possibilidade de tto cirúrgico adjuvante Determinar foco infeccioso: · Raio X-tórax-> PNM · USG de abdome-> Abdome agudo inflamatório · EAS e urocultura-> ITU · LCR (bioquímica, bacteriológico, cultura, látex)-> Meningite · Hemocultura Possíveis focos de infecção: · PNM; · Otite; · Sinusite; · Mastoidite; · Faringoamigdalite; · Infecção urinária; · Abcessos superficiais ou intra-abdominais; · Peritonite; · Flebite; · Artrite séptica; · Osteomielite; · Cateter infectado; · Celulite; · Meningite; · Enterocolite. Principais achados dos exames laboratoriais: · Leucocitose com desvio à esquerda (Quanto mais intensa >15.000 leucócitos maior a possibilidade de bacteremia e sepse); · Neutrofilia; · Plaquetopenia (por CIVD); · Neutropenia-> indica mau prognóstico nos casos graves; · Anemiaprogressiva (hemólise por endotoxinas); · PCRAlto VPN= São úteis para afastar infecção. · VHS · Procalcitoninas Exames gerais: monitorizar a repercussão sistêmica da infecção · Gasometria (a gasometria arterial só é necessária em pacientes com insuficiência respiratória ou choque); · Lactato; · Lactato para triagem em pacientes sem insuficiencia respiratoria ou choque pode ser venoso. · Ur e Cr; · TGO, TGO; · BB; · FA; · Coagulograma. Suspeitar de Pseudomonas aeruginosa nos seguintes pacientes: - PNM em pcte com VM/UTI; - Infecções pulmonares em paciente com fibrose cística; - Otite externa maligna; - ITU (ptte em usuários de SVD); - Queimaduras; - Sepse em lactentes debilitados e RNPT; - Infecções oculares graves; - Meningites por punção. Tratamento- Sepse Surviving Campaign (SSC, 2018) Hora de ouro: Pacote da primeira hora O que fazer na primeira hora após reconhecimento de sepse/ choque séptico? · Medir o nível de lactato. Avaliar perfusão. Medir novamente se o lactato inicial estiver elevado (> 2mmol/L) · Marcador de hipoperfusão tecidual · Marcador prognóstico · Coletar Culturas nos primeiros 30 min 2 pares de hemocultura em 2 sítios periféricos distintos-um par em cada sítio. Cateter venoso profundo. Sítios acessíveis e que tenha correlação com suspeita: urina, escarro ou pele ANTES do ATB mas sem atrasar (não atrasar início do ATB) · Adm ATB de amplo espectro – o atraso do ATB aumenta a mortalidade de 4-7% por hora · Adm 30 mL/Kg em 3h - ajustar em 10 ml/kg/h por 3h (A depender do paciente. Cuidado com cardiopatas, ICC) de cristaloides (SF 0,9% ou RL) para hipotensão ou se Lactato > 4 mmol/L Leg raise: elevação de MMII por 60-90 segundos para avaliar resposta a volume As 4 fases da reanimação volêmica A solução de Ringer Lactato aumenta o Lactato sérico ? O Cristaloide ringer lactato muitas vezes é evitado pelo receio de ocasionar acidose láctica ou acúmulo de lactato. Para iniciar, o ringer lactato contém lactato de sódio e não ácido láctico. Mais importante ainda, mesmo que o lactato de sódio se acumule um pouco, isso é provavelmente uma coisa boa. O coração e o cérebro são evolutivamente projetados para utilizar o lactato como combustível bioenergético em condições isquêmica · Adm vasopressores para manter PAM ≥ 65 mmHg ou hipotensão persistente durante ou após infusão de fluidos. Não é necessário esperar o término da ressuscitação volêmica inicial com 20 ml/Kg para iniciar o vasopressor caso o paciente esteja hipotenso e mal perfundido. Noradrenalina (droga de escolha) * 0,01-2 mcg/Kg/min Choque refratário: Associar vasopressina, até 0,03 UI/min Dopamina: casos específicos (pcte com risco de taquiarritmias ou com bradicardia absoluta ou relativa). Considerar dopamina com vasopressor de primeira opção em bradicardia sinusal Dobutamina: 2,5 a 15 mcg Choque cardiogênico associado Fluidoterapia para ressuscitação no choque séptico Uso de vasopressores em choque séptico em adultos Pode corticoide? Choque séptico adequadamente compensado com volume e vasopressores-> Não se sugere. Não compensado-> hidrocortisona IV 200 mg/d em infusão contínua (recomendação fraca) NÃO USAR PARA TRATAR SEPSE -Eritropoietina: Não se recomenda o uso de eritropoetina para o tratamento da anemia associada à sepse; -Plasma fresco congelado (PFC): Não se recomenda a utilização de plasma fresco congelado para corrigir anormalidades de coagulação na ausência de sangramento ou procedimentos invasivos planejados; -Concentrado de hemácias se Hb>7g/dL; -Imunoglobulina; -Nutrição parenteral precoce; -Antitrombinas. A escolha do ATB Cobertura para Gram + e – pertinentes Sempre descalonar ATB após resultado das culturas= Buscando a dose com o menor espectro de ação possível, baixa toxicidade e baixo custo. Controle cirúrgico do foco Pontos chave 1. Colha hemoculturas e culturas dos sítios pertinentes ao foco em suspeita antes da administração da primeira dose de antimicrobianos. Atente-se para que a coleta da hemocultura não atrase o início da terapia antimicrobiana. A administração dos antimicrobianos deverá ser priorizada, pois faz parte do pacote da primeira hora de atendimento. 2. Administre a primeira dose de antimicrobianos o mais rapidamente possível, idealmente em até uma hora após o diagnóstico. 3. Administre os antimicrobianos de amplo espectro, de preferência bactericidas/fungicidas, sem correção de dose para insuficiência renal ou hepática na primeira dose. 4. Reavalie o esquema escolhido assim que os resultados de cultura estiverem disponíveis. 5. Utilize tempo curto de tratamento sempre que possível. 5. Suspenda os antimicrobianos, caso seja afastada a hipótese de infecção. Pneumonia Cefalosporina + Claritro/ Quinolona/Pseudomonas se doença pulmonar Urina: gram negativo Cefalosporina 3 geração- Ciprofloxacino / Quinolona Abdominal Cefalosporina 3 geração/ quinolona + Metronidazol Hospitalar Gram negativo multirresistente (G-MDR) Cefalosporina 4 geração OU piperacilina tazobactam Pele: Gram positivo Oxacilina Vancomicina se MRSA · paciente com colonização prévia · uso recente de ATB EV · Feridas de pele crônicas · Pacientes com dispositivos invasivos · Hemodiálise Foco não definido Descalonar com o resultado das culturas Paciente imunodeprimidos → fazer antifúngico empírico O que esperar da ressuscitação inicial? Como o paciente está após a hora de ouro? · Pressão Venosa Central entre 8-12 mmHg · PAM ≥ 65 mmHg · Débito urinário ≥ 0,5 mL/Kg/h · Sat venosa central de 70% ou sat de oxigênio venosa mista de 65% Se lactato elevado-> ressuscitação com cristalóide para normalizar lactato Sinais de que não está indo bem: · TEC lentificado; · Livedo/Motting; · Oligúria. Ventilação mecânica VM protetora: VC < 6 ml/kg de peso ideal/ peso corpóreo previsto em pacientes adultos com Síndrome do Desconforto Respiratório Agudo (SDRA) induzida por sepse. Recomenda-se um limite máximo para pressão de platô de 30 cmH2O em pacientes adultos com SDRA. Sedação e analgesia Mínima para conforto RASS zero a -2 Controle glicêmico Duas medidas de glicemia > 180 mg/dL-> Insulina Meta ≤ 180 mg/dL (140-180) Nutrição iniciar nutrição enteral entre 72h Profilaxia da trombose venosa profunda (TVP) Recomenda-se o uso de HBPM em vez de HNF para profilaxia de TEV, na ausência de contraindicações ao uso de HBPM Enoxaparina 40 mg SC 1x/dia Profilaxia de úlcera de estresse (LAMG) Atualmente não é muito recomendado Para pacientes com sepse ou choque séptico que tenham fatores de risco para sangramento gastrintestinal Inibidores da bomba de prótons ou Antagonistas do receptor da histamina-2. Bicarbonato Em acidose lática, não recomenda Se acidose grave (pH <7,2) recomenda Comparativo de referências: SSC: Surviving Sepsis Campaign 2021 (Campanha Sobrevivendo à Sepse)- Sobrevivendo à Campanha de Sepse (SSC) | SCCM · Atualmente, instituições de mais de 20 países já aderiram à Campanha. No Brasil, o processo é gerenciado pelo Instituto Latino Americano para Estudos de Sepse (ILAS). The Third International Consensus Definitions for Sepsis and Septic Shock (Sepsis-3)= Terceiro Consenso Internacional de Definições para Sepse e Choque Séptico (Sepse-3) 2016 SEPSIS-3 2021 SSC Rastreio Quick SOFA poderia ser utilizado como ferramenta de triagem Quick SOFA e SIRS não devem ser utilizados isoladamente como ferramenta de triagem Ressuscitação volêmica inicial Recomenda: 30 ml/Kg de cristalóide Qualquer cristalóide: SF 0,9%, Ringer ou soluções balanceadas (Plasma-Lyte) Sugere: 30ml/Kg de cristalóide: Preferir Ringer e soluções balanceadas (Plasma-Lyte) Timing de antimicrobianos Sepse ou choque séptico: 1 hora Com choque ou alta chance de sepse: 1h Sem choque e diagnóstico diferencial possível: 3h Espectro de ATB ATB de amplo espectro considerando a procedência Não colonizado/ Baixas chances de MRSA, não cobrir MRSA empírico Se alto risco de candidíase disseminada ou micose sistêmica: antifúngico empírico Uso de DVA não menciona particularidades Começar DVA em acesso periférico enquanto se aguarda AcessoCentral Uso de corticóides Apenas para choque refratário Pode ser utilizado no choque inicial caso o paciente use DVA Uso de Albumina — Sugere uso de albumina em pacientes que receberam grandes volumes de cristalóide CONTRA o uso de colóide na ressucitação volêmica CONTRA o uso de vitamina C Plasma-Lyte Referências bibliográficas: · Aula Sanar Residência Médica. Sepse 22/05/2024 · Aula Sanar Flix · Aula Dra. Nidyanara Castanheira (Infectologista) 22/05/2024 · Sugestão de Check list ILAS · Surviving Sepsis Campaign: International Guidelines for the Management os Sepsis and Septic Shock 2021. · Discussão em grupo. Orientadora Dra. Nidyanara Castanheira (Infectologista) 29/05/2024 image1.png image20.png image44.png image39.png image13.jpg image10.png image6.png image15.png image17.jpg image16.png image30.png image18.png image31.png image36.png image42.png image43.png image37.png image25.png image22.png image41.png image34.png image40.png image38.png image32.png image26.png image33.png image21.png image27.png image35.png image24.png image9.png image3.png image19.png image29.png image23.png image28.png image5.png image11.png image12.png image14.png image8.png image7.png image4.png image2.png