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_Avaliação Final (Objetiva) - sintaxe

Gabarito de prova objetiva (Avaliação Final) com questões de linguística/gramática do português: classificação de verbos intransitivos (inacusativos/inergativos), behaviorismo e aquisição de linguagem, ambiguidade por ordem sintática, escrita vs oralidade e uso da vírgula.

Ferramentas de estudo

Questões resolvidas

A ordenação dos elementos na estrutura de uma frase, em certos momentos, pode provocar o duplo sentido. No trecho a seguir, extraído de uma fotorreportagem, a construção produziu a ambiguidade que extrapola o real.
“Passageiros esperando metrô na estação de máscara [...]” (BRITTO, 2020, s.p.).
A respeito da ambiguidade no texto da reportagem, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
I- A posição do sintagma preposicional gera a ambiguidade que chega ao campo da imaginação (e não apenas ao factual).
PORQUE
II- A ambiguidade é desfeita ao colocar esse sintagma junto ao sujeito gramatical da oração.
Assinale a alternativa CORRETA:

A As duas asserções são proposições verdadeiras, e a segunda é uma justificativa correta da primeira.
B A primeira asserção é uma proposição falsa, e a segunda, uma proposição verdadeira.
C A primeira asserção é uma proposição verdadeira, e a segunda, uma proposição falsa.
D As duas asserções são proposições verdadeiras, mas a segunda não é uma justificativa correta da primeira.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

A II - I - II - I - II.
B I - I - II - II - I.
C I - II - I - II - I.
D II - II - I - I - II.

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A ordenação dos elementos na estrutura de uma frase, em certos momentos, pode provocar o duplo sentido. No trecho a seguir, extraído de uma fotorreportagem, a construção produziu a ambiguidade que extrapola o real.
“Passageiros esperando metrô na estação de máscara [...]” (BRITTO, 2020, s.p.).
A respeito da ambiguidade no texto da reportagem, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
I- A posição do sintagma preposicional gera a ambiguidade que chega ao campo da imaginação (e não apenas ao factual).
PORQUE
II- A ambiguidade é desfeita ao colocar esse sintagma junto ao sujeito gramatical da oração.
Assinale a alternativa CORRETA:

A As duas asserções são proposições verdadeiras, e a segunda é uma justificativa correta da primeira.
B A primeira asserção é uma proposição falsa, e a segunda, uma proposição verdadeira.
C A primeira asserção é uma proposição verdadeira, e a segunda, uma proposição falsa.
D As duas asserções são proposições verdadeiras, mas a segunda não é uma justificativa correta da primeira.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

A II - I - II - I - II.
B I - I - II - II - I.
C I - II - I - II - I.
D II - II - I - I - II.

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Prova Impressa
GABARITO | Avaliação Final (Objetiva) - Individual
(Cod.:956156)
Peso da Avaliação 4,00
Prova 82084924
Qtd. de Questões 12
Acertos/Erros 11/1
Nota 10,00
De acordo com a linguista Lucia Lobato (2015), os verbos intransitivos podem ser subdivididos em 
inacusativos e inergativos, os quais são distintos pela caracterização gramatical das orações. Sobre 
essas classificações, associe os itens, utilizando o código a seguir:
I- Inacusativo.
II- Inergativo.
( ) Chegada a hora [...].
( ) Chorado o bebê [...].
( ) Caídas as folhas [...].
( ) Casados os noivos [...].Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
Fonte: LOBATO, L. Linguística e ensino de línguas. [S.l.]: SciELO-Editora UnB, 2015.
A II - I - I - II.
B II - I - II - I.
C I - II - I - I.
D I - II - II - II.
O Behaviorismo é uma teoria que relaciona a linguagem aos estímulos que o falante tem com relação 
a ela. Com isso, considere a situação hipotética em que uma criança, em sala de aula, ouve e 
compreende o trecho de uma fábula: “o Cachorro cobrou da Ovelha certa quantidade de pão”. A 
respeito do caso hipotético apresentado, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
I- Essa situação poderia servir como um exemplo, segundo a vertente behaviorista, de falha da 
aquisição da linguagem.
PORQUE
II- A criança, conforme pressupõe o behaviorismo, não deveria ser capaz compreender a estrutura, já 
que as informações contidas nela são do imaginário e, dificilmente, seriam faladas por alguém. Logo, 
não haveria meios de a criança já ter ouvido a estrutura para compreender, pela repetição, o que a 
sentença quer dizer.
Assinale a alternativa CORRETA:
Fonte: SHAFAN, Joseph. O Cachorro e a Ovelha. As fábulas de Esopo. Disponível em: 
dominiopublico.gov.br/download/texto/ea000378.pdf. Acesso em: 17 out. 2022.
A As duas asserções são proposições verdadeiras, mas a segunda não é uma justificativa correta da
primeira.
B As duas asserções são proposições verdadeiras, e a segunda é uma justificativa correta da
primeira.
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C A primeira asserção é uma proposição falsa, e a segunda, uma proposição verdadeira.
D A primeira asserção é uma proposição verdadeira, e a segunda, uma proposição falsa.
A ordenação dos elementos na estrutura de uma frase, em certos momentos, pode provocar o duplo 
sentido. No trecho a seguir, extraído de uma fotorreportagem, a construção produziu a ambiguidade 
que extrapola o real.
“Passageiros esperando metrô na estação de máscara [...]” (BRITTO, 2020, s.p.).
A respeito da ambiguidade no texto da reportagem, avalie as asserções a seguir e a relação proposta 
entre elas:
I- A posição do sintagma preposicional gera a ambiguidade que chega ao campo da imaginação (e não 
apenas ao factual).
PORQUE
II- A ambiguidade é desfeita ao colocar esse sintagma junto ao sujeito gramatical da oração. 
Assinale a alternativa CORRETA:
Fonte: BRITTO, Léu. Retrato em quarentena: fotos mostram impacto da Covid-19 na vida da 
população das periferias. 2020. Disponível em: www.agenciamural.org.br/especiais/fotos-periferias-
sp-pandemia/. Acesso em: 18 out. 2022.
A As duas asserções são proposições verdadeiras, e a segunda é uma justificativa correta da
primeira.
B A primeira asserção é uma proposição falsa, e a segunda, uma proposição verdadeira.
C A primeira asserção é uma proposição verdadeira, e a segunda, uma proposição falsa.
D As duas asserções são proposições verdadeiras, mas a segunda não é uma justificativa correta da
primeira.
A linguagem, de forma geral, é dividida entre o registro gráfico – letras, imagens, números e símbolos 
– e a fala – a oralidade. A escrita e a fala são representações distintas de um mesmo idioma e são 
empregadas de acordo com o contexto sociocomunicativo. Sobre as linguagens escrita e a falada, 
analise as sentenças a seguir:
I- A linguagem falada é compreendida como representativa da escrita.
II- As mesmas regras ortográficas que regem a linguagem escrita são atribuídas à falada.
III- Tanto a linguagem escrita quanto a falada necessitam de contexto para sua compreensão.
IV- A forma abreviada não padrão que se escreve em um aplicativo de mensagens não é a mesma 
linguagem usada na oralidade.
Assinale a alternativa CORRETA:
A As sentenças III e IV estão corretas.
B As sentenças II e III estão corretas.
C As sentenças I e IV estão corretas.
D As sentenças I e II estão corretas.
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A ordem direta da língua portuguesa segue o padrão: sujeito – verbo – objeto. No entanto, seja pela 
ênfase ou pela estilística, alguns enunciados são construídos em ordens que diferem dessa e, para isso, 
usa-se a vírgula.
Sobre a presença da vírgula em enunciados divergentes da ordem direta, assinale a alternativa 
CORRETA:
A À filha, Pedro negou os presentes.
B Camila nasceu em Santa Bárbara do Oeste, São Paulo.
C Juro que vi um extraterrestre no céu, ontem.
D Antônio, é o diretor-executivo da empresa.
Em língua portuguesa, os verbos (predicadores) demandam uma determinada quantidade de 
argumentos para que a sentença seja bem-construída e gramatical. A quantidade de argumentos faz 
com que os predicadores sejam classificados como monoargumentais (um argumento), biargumentais 
(dois argumentos) e triargumentais (três argumentos). Com relação à classificação dos argumentos, 
associe os itens, utilizando o código a seguir:
I- Monoargumental.
II- Biargumental.
III- Triargumental.
( ) O bebê comeu muita papinha.
( ) Pedro pediu uma água ao garçom.
( ) Casamos ontem na Suíça.Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
A I - III - II.
B III - I - II.
C I - II - III.
D II - III - I.
Para determinar os casos nominativo (sujeito), acusativo (objeto direto) e dativo (objeto indireto), é 
preciso observar a relação entre os atribuidores e os receptores. Atribuidores são os elementos que 
marcam o caso, e os receptores os que são marcados pelo caso. Com relação ao período “O 
funcionário pagou a manutenção do avião na noite de sexta-feira”, analise as sentenças a seguir:
I- O caso nominativo é atribuído pela terminação “-ou” do verbo “pagar”.
II- O caso dativo é atribuído pela preposição “na”.
III- O caso acusativo é recebido pelo SN [a manutenção do avião].Assinale a alternativa CORRETA:
A As sentenças I e II estão corretas.
B Somente a sentença III está correta.
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C Somente a sentença I está correta.
D As sentenças II e III estão corretas.
Na gramática normativa, distingue-se o objeto direto, aquele sem preposição, do indireto, o 
preposicionado. No entanto, na linguagem falada, nem sempre essa distinção é feita. Observe o 
trecho: “os acidentes na rodovia chegaram quase 100% a mais em relação ao ano passado”. Com base 
nesse exemplo e sobre os objetos diretos e indiretos na gramática tradicional e na coloquialidade, 
classifique V para as sentenças verdadeiras e F para as falsas:
( ) O verbo “chegar” mobiliza um argumento preposicionado, que não ocorre no trecho citado, por 
isso, ele é considerado agramatical.
( ) Embora o trecho não esteja de acordo com a norma-padrão da língua, ele ainda assim é 
compreendido por um falante de língua portuguesa.
( ) O apagamento da preposição é um fenômeno estudado pela gramática gerativa e condenado pela 
normativa.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
A V - V - V.
B F - F - F.
C V - F - F.
D F - V - V.
A ambiguidade se faz a partir da construção dos sintagmas de uma frase. Ou seja, na ordenação 
hierárquica dos sintagmas dentro do período, ele pode expressar mais de um significado e, para 
desfazer a ambiguidade, é preciso rearranjar esses sintagmas de forma que ou um ou outro sentido 
seja priorizado. Com base no trecho “Hoje, Maria me viu sorrindo”, analise as sentenças a seguir:
I- Os sete testes de constituência podem ser utilizados para a compreensão dos diferentes sentidos 
provocados pela estrutura da sentença.
II- Uma das possibilidades de desfazer a ambiguidade é juntar “sorrindo” ao sintagma nominal.III- Deslocar o sintagma adverbial para o fim da sentença constrói o contexto que desfaz a 
ambiguidade.
Assinale a alternativa CORRETA:
A Somente a sentença II está correta.
B As sentenças II e III estão corretas.
C As sentenças I e II estão corretas.
D Somente a sentença III está correta.
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Aposto e vocativo são termos diferentes na construção de uma sentença, mas ambos são marcados 
pelo uso da vírgula. O aposto é usado para explicar ou especificar uma informação, enquanto o 
vocativo, para fazer um chamamento. Sobre o aposto e o vocativo, associe os itens, utilizando o 
código a seguir:
I- Aposto.
II- Vocativo.
( ) Ana, quero falar com você!
( ) Ei, pai, onde está meu chinelo?
( ) Ontem, domingo, passei o dia estudando para a prova. 
( ) Elizabeth II, rainha da Inglaterra, faleceu em 2022.
( ) Quero que você, meu amigo, tenha um feliz aniversário.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
A II - I - II - I - II.
B I - I - II - II - I.
C I - II - I - II - I.
D II - II - I - I - II.
(ENADE, 2021)
Quando se trata de usar a combinação PREPOSIÇÃO + PRONOME RELATIVO, os falantes do 
português do Brasil têm a sua disposição três estratégias diferentes. Aqui vão elas:
Esse é um filme de que eu gosto muito.
Esse é um filme que eu gosto muito dele.
Esse é um filme ø que eu gosto muito.
A estratégia 1 é a única aceita pela tradição gramatical. Por isso, vamos chamá-la de relativa padrão. 
A estratégia 2, rejeitada pela gramática normativa, é chamada pelos linguistas de relativa copiadora. 
Tem esse nome porque, nela, há uma repetição, por meio de um "pronome-cópia", do elemento que 
deveria ser substituído pelo pronome relativo, aquilo que nas gramáticas recebe o nome de 
ANTECEDENTE. A estratégia 3, também rejeitada pela gramática normativa, é chamada pelos 
linguistas de relativa cortadora. Recebe esse nome porque a preposição que o verbo rege é "cortada", 
ou seja, é apagada na segunda oração.
Fonte: BAGNO, M. Português ou Brasileiro? um convite à pesquisa. São Paulo: Parábola, 2001. p. 
83-84 (adaptado).
A partir do texto apresentado, avalie as afirmações a seguir:
I- As relativas do tipo padrão são caracterizadas pela anteposição da preposição regida pelo verbo 
principal da oração relativa, que aparece antes do pronome relativo.
II- Como é a única estratégia de relativização aceita pela gramática normativa, a relativa padrão é a 
única estratégia de relativização que deve ser analisada na escola.
III- No exemplo 2, o pronome-cópia é "ele", que aparece acoplado à preposição "de", regida pelo 
verbo "gostar", e que tem como antecedente o substantivo "filme".
IV- As relativas cortadoras são muito frequentemente usadas, mesmo entre os falantes escolarizados 
do português brasileiro, não sendo consideradas variantes estigmatizadas.
É correto apenas o que se afirma em:
A I e II.
B I, III e IV.
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C III e IV.
D I, II e IV.
(ENADE, 2005)
Poema do beco
Que importa a paisagem, a Glória, a baía, a linha do horizonte?
- O que eu vejo é o beco.
(Manuel Bandeira, Antologia Poética)
No último verso, o poeta:
I- Desdobra a oração em duas partes, valendo-se de uma construção relativa.
II- Privilegia, com base na relação tópico/comentário, a visão do beco, considerados os elementos 
fornecidos pelo contexto.
III- Utiliza uma construção em que não há correspondência entre estrutura sintática e efeito 
semântico. 
Está correto o que se afirma apenas em:
A III.
B I e III.
C I e II.
D I.
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