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AO2 Iniciado: 4 jun em 19:55 Instruções do teste Pergunta 1 0,6 pts Pergunta 2 0,6 pts Importante: Caso você esteja realizando a atividade através do aplicativo "Canvas Student", é necessário que você clique em "FAZER O QUESTIONÁRIO", no final da página. Leia o texto a seguir: A importância do conceito de gênero se institui pois, “(...) obriga aquelas/es que o empregam a levar em consideração as distintas sociedades e os distintos momentos históricos de que estão tratando. Afasta-se de (ou se tem a intenção de afastar) proposições essencialistas sobre os gêneros; a ótica está dirigida para um processo, para uma construção, e não para algo que exista a priori. O conceito passa a exigir que se pense de modo plural, acentuando que os projetos e as representações sobre mulheres e homens são diversos. Observa-se que as concepções de gênero diferem não apenas entre as sociedades ou os momentos históricos, mas no interior de uma dada sociedade, ao se considerar os diversos grupos (étnicos, religiosos, raciais, de classe) que a constituem”. Fonte: LOURO, G.L. Gênero, sexualidade e educação: uma perspectiva pós-estruturalista. Petrópolis: Vozes, 1997, p.27. Sobre as questões de gênero, assinale a alternativa correta. A identidade de gênero é uma escolha consciente feita por indivíduos que desejam se rebelar contra as normas sociais estabelecidas. A identidade de gênero é uma moda passageira e desnecessária, sem qualquer base científica ou fundamentação sólida. Gênero é um conceito fixo e imutável, determinado exclusivamente pela anatomia biológica de uma pessoa. Gênero é uma construção social irrelevante que não tem impacto na vida das pessoas ou nas relações sociais. A identidade de gênero é uma construção social que se refere à maneira como as pessoas se identificam e se sentem em relação ao seu gênero, que pode ser masculino, feminino ou não binário. Leia o texto a seguir: “O futuro dos índios no Brasil dependerá de várias opções estratégicas, tanto do Estado brasileiro e da comunidade internacional quanto das diferentes etnias. Trata-se de parceria. As populações indígenas têm direito a seus territórios por motivos históricos, que foram reconhecidos no Brasil ao longo dos séculos. Mas estes direitos não devem ser pensados como um óbice para o resto do Brasil: ao contrário, são um pré-requisito da preservação de uma riqueza ainda inestimada mas crucial, a biodiversidade e os conhecimentos das populações tradicionais sobre as espécies naturais. O que se deve procurar, no interesse de todos, é dar as condições para que esta riqueza não se perca: é por isso irracional querer abrir todas as áreas da Amazônia à exploração indiscriminada. Fazem-se assim convergir os direitos dos índios com os interesses da sociedade brasileira como um todo” Fonte: CUNHA, Manuela Carneiro da. O futuro da questão indígena. Estudos Avançados, v. 8, n. 20, p. 121–136, jan. 1994, p.1. Considerando a figura, avalie as afirmações abaixo: I. A demarcação e proteção de terras indígenas beneficia não apenas as comunidades indígenas, mas toda a sociedade. II. A demarcação de terras indígenas pode ser obstáculo para o desenvolvimento econômico do país, pois restringe o uso dessas áreas. III. Os povos indígenas no Brasil têm vantagens territoriais em relação aos demais cidadãos, tendo em vista que recebem terras como política pública do Estado. IV. As maiores ameaças aos povos indígenas advêm de atividades como a extração de madeira, mineração e o tráfico de drogas. É correto apenas o que se afirma em: I, II, III e IV. II, III e IV. I e II. I e IV. A+ A A- 04/06/2024, 21:04 Teste: AO2 https://famonline.instructure.com/courses/35649/quizzes/176569/take 1/6 Pergunta 3 0,6 pts Pergunta 4 0,6 pts I, II e III. Leia o texto a seguir: (...) o legado de depreciação e demonização das práticas religiosas - tanto das populações nativas das colônias, mas especialmente daquelas sequestradas à África - deve seu vultoso e prolongado tributo de condenação às ações doutrinárias da Igreja Romana, intimamente coligadas aos processos de expansão territorial da colonização europeia e de pilhagem dos recursos humanos e naturais das colônias desde o século XVI. E este é o ponto inicial a partir do qual, 500 anos depois, a pecha de feitiçaria diabólica, não evoluída - eiva da qual se serve as evangélicas mais beligerantes - ainda pesa sobre as práticas rituais das religiões afro-brasileiras. Simultaneamente, esta composição epistemológica depreciativa das cosmogonias e práticas religiosas dos habitantes das colônias seguiu amarrada à estruturação de mecanismos ideológicos que alçaram o sujeito colonizado a uma categoria aquém do humano e suas elaborações intelectuais e culturais reduzidas a manifestações estranhas e primitivas que presumivelmente demonstrariam a sua inépcia congênita ao progresso humano. Em sentido oposto - e não por acaso -, sedimentou-se a narrativa da culminância histórica do desenvolvimento político, cultural e intelectual europeu - e, em termos religiosos, da primazia dos preceitos cristãos - cuja superioridade foi estabelecida sob a lógica da diferença entre Europa e não Europa como “diferenças de natureza racial e não de história do poder” (Quijano, 2005: 122). Para Franz Fanon, estas estratégias de dominação ideológica a partir da imposição opressiva dos modelos culturais europeus, e a concomitante denegação do negro (e do índio) de si, assim como a dominação econômica, fez parte do processo de subjugação colonial. Em suas palavras, “colonialismo epistemológico” (Fanon, 2008: 15) ou, no termo utilizado por este trabalho, racismo epistêmico. Fonte: MARINHO, P. M. DE C.. Intolerância religiosa, racismo epistêmico e as marcas da opressão cultural, intelectual e social. Sociedade e Estado, v. 37, n. 2, p. 489–510, maio 2022. Considerando as informações apresentadas, assinale a opção correta. No Brasil, não encontramos a intersecção entre racismo e intolerância religiosa, já que o país é diverso e é incomum encontrar comunidades religiosas minoritárias dentro de grupos étnicos marginalizados. No contexto brasileiro, o racismo é profundamente enraizado na história da escravidão e na exploração de populações negras e indígenas. Todavia, por termos um Estado laico, a intolerância religiosa não é comum no país. Por pregar o amor ao próximo, os praticantes de religiões de matriz cristã não corroboram atitudes racistas e discriminação racial, evitando disseminar preconceito e desinformação. A intolerância religiosa refere-se à discriminação, preconceito e violência direcionados a indivíduos ou grupos com base na fé em religião ou crenças de matriz africana. A intolerância religiosa é baseada na ideia de que uma religião é superior a outras ou que certas religiões devem ser excluídas ou marginalizadas. Elas são prejudiciais e violam os direitos humanos fundamentais. Leia o texto a seguir: “A convivência social no Brasil se dá pela negação das diferenças, não seu reconhecimento. Aquelas pessoas que não se adequam às normativas da inteligibilidade devem esconder sua abjeção para poder frequentar com mais tranquilidade espaços públicos”. No Brasil, embora não exista uma legislação específica que criminalize a transfobia, em junho de 2019, o Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu a LGBTfobia como uma forma de racismo, equiparando-a à Lei de Racismo (Lei nº 7.716/1989). Fonte: MELLO, Germana. Transfobia na Olÿmpia: a insuficiência do “cistema” judiciário na garantia de acesso ao espaço público por corpas dissidentes*. Cadernos Pagu, n. 65, p. e226519, 2022. Considerando o contexto apresentado, avalie as seguintes asserções e a relação proposta entre elas. I. A mudança na lei é um passo essencial para que haja mudança na mentalidade e na cultura, promovendo o respeito à diversidade de identidades de gênero e a valorização da igualdade e do respeito PORQUE II. A equiparação da transfobia ao crime de racismo gera mudança na mentalidade do povo, mudando acosmovisão do país sobre a identidade de gênero. A respeito dessas asserções, assinale a opção correta: As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa da I. As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa da I. A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira. As asserções I e II são proposições falsas. A+ A A- 04/06/2024, 21:04 Teste: AO2 https://famonline.instructure.com/courses/35649/quizzes/176569/take 2/6 Pergunta 5 0,6 pts Pergunta 6 0,6 pts Pergunta 7 0,6 pts A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa. Leia o texto a seguir: “Para o evolucionismo social ou cultural, a unidade do gênero humano confunde-se com o processo de desenvolvimento da civilização; a identidade humana revela-se ao conhecimento que, comparando instituições e sociedades entre si, ordena-as sobre uma linha de evolução do homem no tempo. Através da comparação e da classificação, Morgan busca estabelecer as leis gerais de desenvolvimento de uma humanidade totalizada. Constrói, assim, o campo para uma ciência do homem, ciência analítica e explicativa, fundada na ênfase nas semelhanças, ou melhor, nas relações de continuidade entre as sociedades humanas”. Fonte: GARCIA, Sylvia Gemignani. Antropologia, modernidade, identidade: notas sobre a tensão entre o geral e o particular. Tempo Social; Rev. Sociol. USP, S. Paulo, 5(1-2): 123-143, 1993 (editado em nov. 1994). Assinale a alternativa correta: Essa noção do "outro" era marcada por uma visão antropocêntrica, na qual as sociedades não ocidentais eram vistas como evoluídas em comparação às sociedades ocidentais. No evolucionismo, a noção do "outro" geralmente era entendida como uma abordagem que enfatizava a hierarquia e a classificação das sociedades humanas com base em uma escala evolutiva. Os evolucionistas tendiam a classificar e categorizar as culturas em estágios não lineares e sem um caminho único a ser seguido pelas culturas, garantindo o relativismo cultural. As abordagens contemporâneas na antropologia desconhecem a importância de valorizar a diversidade cultural e incentivam a hierarquização das sociedades, contrariando o evolucionismo. Para o Evolucionismo, é necessário valorizar a diversidade cultural e evitar a hierarquização das sociedades com base em padrões eurocêntricos, tal qual realizado pela teoria do relativismo cultural. Leia o texto a seguir: Nas comunidades transnacionais que são as ciências sociais é imprescindível uma ideologia comum que mantenha os ideais de universalidade e cimente as relações sociais entre cientistas de várias origens. É nesse contexto sociológico que estão situados os clássicos. A leitura e o conhecimento das obras assim consideradas formam os iniciados na tradição que, na antropologia, por exemplo, são aqueles praticantes que dominam o corpus etnográfico de alguns autores-chave que trouxeram o exótico à consciência do Ocidente e o utilizaram tanto para a tarefa mais óbvia e banal de servir como seu espelho existencial, quanto para a responsabilidade mais plena de refinar um instrumental teórico com pretensões universais. Os clássicos de uma disciplina são, portanto, criações sociologicamente necessárias e teoricamente indispensáveis, através dos quais os praticantes se identificam e se (re)produzem nos diversos contextos acadêmicos; eles tornam possível a existência de uma comunidade de cientistas sociais, daí derivando sua relevância singular e contínua. Fonte: PEIRANO, Marisa G. S. Onde está a antropologia? Mana, v. 3, n. 2, p. 67–102, out. 1997. Leia as afirmativas sobre autores clássicos e modernos da Antropologia: I. Segundo Clifford Geertz, a cultura é uma teia de significados que os indivíduos criam e que, por sua vez, moldam suas ações e interpretações do mundo. II. Marcel Mauss foi reconhecido por sua teoria do "presente", que discute as obrigações sociais e o sistema de trocas em diferentes culturas. III. Malinowski ajudou a estabelecer a antropologia como uma disciplina que busca compreender as sociedades humanas em termos de suas estruturas e relações funcionais. IV. A Antropologia do século XIX foi marcada por uma abordagem que influenciou a perspectiva multiculturalista e a luta pela diversidade. É correto apenas o que se afirma em: I, II e III. I e III. II, III e IV. III e IV. I e II. A+ A A- 04/06/2024, 21:04 Teste: AO2 https://famonline.instructure.com/courses/35649/quizzes/176569/take 3/6 Pergunta 8 0,6 pts Leia o texto a seguir: “Mais do que tudo isso, porém, a grande mensagem de Argonautas do Pacífico Ocidental parece residir na recomendação de que as trocas com o outro não se encerrem em si mesmas. Que sirvam, então, para situarmos a nós mesmos, professores e pesquisadores, como sujeitos éticos, inseridos no mundo e, desta forma, jamais pretensamente "neutros", mas necessariamente engajados na luta por uma sociedade mais justa e baseada no respeito e na complementaridade entre os ditos saberes "técnicos" e "comunitários". Afinal: Ao captar a visão essencial dos outros [...] estamos contribuindo para alargar a nossa própria visão. Não podemos chegar à sabedoria final socrática de conhecer-nos a nós mesmos se nunca deixarmos os estreitos limites dos costumes, crenças e preconceitos em que todo homem nasceu. [...] E mais: nunca a humanidade civilizada precisou dessa tolerância mais do que agora. (Malinowski, 1976, p. 374)” Fonte: SOUZA, M. R. DE .. Por uma educação antropológica: comparando as idéias de Bronislaw Malinowski e Paulo Freire. Revista Brasileira de Educação, v. 11, n. 33, p. 487–496, set. 2006. Considerando o contexto apresentado, avalie as seguintes asserções e a relação proposta entre elas. I. Malinowski desenvolveu a abordagem funcionalista, que busca entender como os diferentes aspectos da cultura atendem às necessidades humanas e mantêm a coesão social. PORQUE II. O funcionalismo acredita que a cultura é composta por uma série de oposições binárias, como natureza/cultura, masculino/feminino, cru/cozido, entre outras. A respeito dessas asserções, assinale a opção correta: As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa da I. A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa. As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa da I. As asserções I e II são proposições falsas. A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira. Leia o texto a seguir: “Marshall (2002) elaborou o conceito de cidadania contextualizando-o na Inglaterra do final do século XIX, a partir do surgimento dos direitos – civil, político e social – que segundo ele, seriam constituintes desta cidadania. Marshall (2002) apresenta uma retrospectiva histórica do surgimento destes direitos. Carvalho, ao retomar a contribuição de Marshall, analisa que esta divisão dos direitos é também lógica, pois foi só com o exercício do direito civil, da liberdade civil, que foi possível a reivindicação do direito político, de participação, e só participando é que foi possível a luta por direitos sociais ou o direito "à participação na riqueza coletiva" (Carvalho, 2004). Os direitos, de acordo com Marshall, são o direito civil, o direito político e o direito social. Partindo do pressuposto de compreender a cidadania sob a perspectiva dos direitos civis, políticos e sociais, "o cidadão pleno seria aquele que fosse titular dos três direitos. Cidadãos incompletos seriam os que possuíssem apenas alguns direitos. Os que não se beneficiassem de nenhum dos direitos seriam não-cidadãos" (Carvalho, 2004:9). Os direitos civis podem ser definidos basicamente como os direitos necessários à liberdade individual e são expressos por liberdade de ir e vir, liberdade de imprensa, liberdade de pensamento e fé, direito à propriedade privada e direito à justiça. Este último corresponde ao direito de defender e afirmar todos os direitos em termos deigualdade com os outros pelo devido encaminhamento processual. As instituições da sociedade responsáveis pelos direitos civis são os tribunais de justiça”. Fonte: MONTEIRO, Renata Alves de Paula; CASTRO, Lúcia Rabello de. A concepção de cidadania como conjunto de direitos e sua implicação para a cidadania de crianças e jovens. Rev. psicol. polít., São Paulo , v. 8, n. 16, p. 271-284, dez.2008. Disponível em: http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1519-549X2008000200006&lng=pt&nrm=iso . Considerando o contexto apresentado, avalie as seguintes asserções e a relação proposta entre elas. I. A cidadania refere-se ao status e aos direitos de pertencer a uma determinada comunidade política, geralmente um Estado-nação. PORQUE II. Os direitos humanos são os direitos inalienáveis e universais que todos os indivíduos possuem simplesmente por serem seres humanos. A respeito dessas asserções, assinale a opção correta: A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa. As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa da I. As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa da I. A+ A A- 04/06/2024, 21:04 Teste: AO2 https://famonline.instructure.com/courses/35649/quizzes/176569/take 4/6 Pergunta 9 0,6 pts Pergunta 10 0,6 pts As asserções I e II são proposições falsas. A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira. Leia o texto a seguir: “Ao longo da história ocidental sempre houve mulheres que se rebelaram contra sua condição, que lutaram por liberdade e muitas vezes pagaram com suas próprias vidas. A Inquisição da Igreja Católica foi implacável com qualquer mulher que desafiasse os princípios por ela pregados como dogmas insofismáveis. Mas a chamada primeira onda do feminismo aconteceu a partir das últimas décadas do século XIX, quando as mulheres, primeiro na Inglaterra, organizaram-se para lutar por seus direitos, sendo que o primeiro deles que se popularizou foi o direito ao voto. As suffragettes, como ficaram conhecidas, promoveram grandes manifestações em Londres, foram presas várias vezes, fizeram greves de fome. Em 1913, na famosa corrida de cavalo em Derby, a feminista Emily Davison atirou-se à frente do cavalo do Rei, morrendo. O direito ao voto foi conquistado no Reino Unido em 1918. No Brasil, a primeira onda do feminismo também se manifestou mais publicamente por meio da luta pelo voto. As suffragettes brasileiras foram lideradas por Bertha Lutz, bióloga, cientista de importância, que estudou no exterior e voltou para o Brasil na década de 1910, iniciando a luta pelo voto. Foi uma das fundadoras da Federação Brasileira pelo Progresso Feminino, organização que fez campanha pública pelo voto, tendo inclusive levado, em 1927, um abaixo-assinado ao Senado, pedindo a aprovação do Projeto de Lei, de autoria do Senador Juvenal Lamartine, que dava o direito de voto às mulheres. Este direito foi conquistado em 1932, quando foi promulgado o Novo Código Eleitoral brasileiro. ” Fonte: PINTO, Celi Regina J. Feminismo, história e poder. Revista de Sociologia e Política, v. 18, n. 36, p. 15–23, jun. 2010, p2. Considerando o texto, avalie as afirmações abaixo: I. O feminismo busca combater a objetificação e a violência contra as mulheres, promovendo uma cultura de consentimento, respeito e igualdade nas relações. II. O feminismo não se limita à luta pelos direitos das mulheres, mas também reconhece a interseccionalidade das opressões. III. Ao longo da história, as mulheres foram sistematicamente discriminadas e excluídas de posições de poder e oportunidades. IV. As mulheres seguem enfrentando desigualdades salariais, violência de gênero, restrições aos direitos reprodutivos e limitações nas esferas política, econômica e social. É correto apenas o que se afirma em: I, II, III e IV. III. I, III e IV. II e III. I e II. Leia o texto a seguir: “Claude Lévi-Strauss é, sem dúvida, o antropólogo cuja obra terá exercido a maior influência no século XX. Seu nome é indissociável do que foi chamado, depois dele, antropologia estrutural. Entre as múltiplas abordagens que o campo das ciências sociais conheceu no século XX, essa ocupa uma posição particular: nem releitura ousada de um sistema explicativo já reconhecido, nem teoria regional de uma classe de fenômenos circunscritos, a antropologia estrutural é primeiramente um método de conhecimento original, forjado no tratamento de problemas particulares a uma disciplina, mas cujo objeto é em princípio tão vasto e a fecundidade tão notável que ele rapidamente exerceu uma influência muito além do campo de pesquisa que o viu nascer. Raramente também um modelo de análise do fato social terá sido tão intimamente confundido com a pessoa do seu criador, a ponto de o estruturalismo antropológico poder ser visto às vezes como um sistema de pensamento rebelde a toda aplicação por outros que não aquele que esteve em sua origem”. Fonte: DESCOLA, P. Claude Lévi-Strauss, uma apresentação. Estudos Avançados, v. 23, n. 67, p. 148–160, 2009. Considerando as informações apresentadas, assinale a opção correta. Lévi-Strauss enfatiza o método comparativo. Ele propôs a análise de semelhanças e diferenças entre diferentes culturas, buscando identificar as estruturas subjacentes que unem a diversidade cultural. Lévi-Strauss argumentava que as estruturas do pensamento humano eram regionais e que as diferenças culturais eram expressões da superioridade de algumas dessas estruturas. A+ A A- 04/06/2024, 21:04 Teste: AO2 https://famonline.instructure.com/courses/35649/quizzes/176569/take 5/6 Salvo em 21:04 Lévi-Strauss afirma que as culturas são determinadas principalmente pela herança genética dos indivíduos, negligenciando assim a influência do ambiente e das experiências culturais. Lévi-Strauss argumenta que as diferenças culturais são produtos da superioridade racial, defendendo a ideia de que algumas culturas são intrinsecamente superiores a outras. O estruturalismo de Lévi-Strauss considera as mudanças culturais como impossíveis, afirmando que as estruturas são fixas e imutáveis ao longo do tempo. Enviar teste A+ A A- 04/06/2024, 21:04 Teste: AO2 https://famonline.instructure.com/courses/35649/quizzes/176569/take 6/6